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ESPANHOL PARA AUDITOR FISCAL DE TRABALHO PROFESSOR: GERARDO SAMMARCO

ESPANHOL PARA AFT CURSO de TEORIA E PRÁTICA-2012

Hola, amigo ! Meu nome é GERARDO SAMMARCO, sou professor de Língua Espanhola desde 1990. Nasci e estudei em Uruguai onde aprendi a gostar do idioma espanhol a ponto de fazer dele um trabalho prazeroso. A docência é minha dedicação e vocação exclusiva: ministro aulas em Institutos Particulares de Ensino Médio em Rio Grande do Sul desde 1994. Paralelamente, me especializei em preparação para Concursos Públicos. Desde então ministro Cursos Preparatórios e Oficinas permanentes para Grupos de Estudo.

Ao longo destes anos, estudei o “coração” das provas da ESAF, isto é, quais são as habilidades e conhecimentos que testa no concursando. Fui desenvolvendo um Sistema de Treinamento específico visando não apenas acertar as questões mínimas necessárias, mas, um nível de excelência que permitir ao concursando usar o espanhol como arma na classificação geral.

O Curso Extensivo por Exercícios se caracteriza pela seleção dos objetivos principais testados nas provas (interpretação textual, vocabulário e vocabulário estrutural) PARA CONSTRUIR UMA HABILIDADE OPERACIONAL DE DISCERNIMENTO EM TEMPO ADEQUADO.

Vejamos algumas idéias e conceitos que determinam uma estratégia correta de estudo de língua estrangeira:

1.- Estudar uma língua estrangeira não é igual que as outras disciplinas em língua materna do concurso. A fixação de conhecimentos específicos em língua estrangeira é realizada em uma zona do cérebro diferente da língua materna. Portanto, os procedimentos pedagógicos e tempos de fixação são claramente diferentes. A fixação de um idioma estrangeiro como segunda língua

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requer estudo seqüencial, gradativo, ininterrupto, “em pílulas certas”. A memorização das línguas estrangeiras nas primeiras semanas de estudo é muito precária. O cérebro quer sentir que o esforço de fixação será realmente utilizado. Portanto, a idéia de estudar as disciplinas por períodos alternados não serve para língua estrangeira.

2.-Alguns concursandos têm o preconceito que, a proximidade do Espanhol com o Português permite a um bom “interpretador’ atingir a quantidade mínima de acertos sem maiores estudos, utilizando apenas os bons conhecimentos de Português. Errado: na verdade, o nível das provas de concursos público de terceiro grau não permitem acertos significativos se não há domínio de vocabulário específico (da área do cargo específico) de língua espanhola. Até nas questões interpretativas, a alternativa certa tem vocábulos que não aparecem no texto, e sem cuja tradução não é possível definir a alternativa como verdadeira.

3.- É idéia comumente difundida que a simples leitura intensiva de textos em espanhol com ajuda do dicionário seria suficiente para deixar o concursando preparado. É verdade que leitura é fundamental, mas ela não basta. As provas da para concursos públicos mais parecem um labirinto em cujo caminho são espalhadas muitas armadilhas. Para escapar a tais armadilhas, o candidato deverá estar muito prevenido e condicionado em habilidades como raciocínio lógico-lingüístico, e diversas habilidades interpretativas que permitem estabelecer sobre um texto uma leitura limpa, com relações certas, precisas, completas, e rápidas. Para isso, é necessário treinar sobre muitos simulados inéditos que desenvolvam essas habilidades.

4.- Tem também aqueles “especialistas” em provas anteriores, em cuja memorização estaria a trilha do sucesso. Estudar as provas anteriores é muito importante para familiarizar-se com as

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abordagens. Porém, neste concurso, passados 4 anos do anterior e necessário ampliar o ponto de vista em várias direções:.

A PROPOSTA Este Curso 2012 contém 12 unidades onde aparecem relacionados :

Simulados, especificamente elaborados sobre temas atuais da

mesma mídia eletrônica usada em provas. Os simulados vêm com tradução e gabaritos comentados que explicam as técnicas de interpretação de texto.

Conhecimentos gramaticais e vocabulários específicos,

explicados em detalhe, a través de FICHAS

Exercícios de fixação.

Fórum aberto, onde cada participante poderá colocar suas

dúvidas ou sugerir abordagens que considera necessárias a sua formação, e ter uma resposta explicativa.

Leituras selecionadas (sem questões) para domínio do

CAMPO SEMÂNTICO de atualidade em países de língua espanhola.

Queres

demonstrativa. Hasta pronto, amigo!

ver

como

isso

funciona?

Aula demonstrativa

Da

uma

olhada

na

aula

Se a prova da ESAF para AFT fosse daqui a três messes a sua cara poderia ser esta:

Simulado 1:

España, Grecia y Portugal acaparan el 95% del aumento del desempleo en la Unión Europea desde finales de 2010, según refleja el informe de la Comisión Europea en el que se prevé un retroceso de la economía española y de la zona euro.

"Los mayores aumentos del paro en diciembre de 2011 se produjeron en países con necesidades de ajustes macroeconómicos derivados de

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la burbuja inmobiliaria o de los desequilibrios de las finanzas públicas", dice el texto. En él se constata que España es junto a Grecia el país que más desempleo juvenil tiene, próximo al 50% de la población activa.

"Aunque se han observado niveles altos de paro en este colectivo en 11 países que exceden el 22,1%", el mercado laboral ofrece un mejor comportamiento en los países con menores necesidades de ajuste. Bruselas espera que "la elevada dispersión en los niveles de paro dentro de los países europeos se mantenga durante todo este año".

El alto nivel de paro en España es el desequilibrio que más preocupa a la Comisión Europea, que está a punto de enviar a un grupo de expertos a Madrid para ayudar en el desarrollo de políticas que generen puestos de trabajo entre la población más joven. Los datos no ofrecen previsiones sobre la evolución del paro, aunque otras proyecciones hechas por diversos organismos prevén un aumento del desempleo. www.elmundo.es 22/2/2012

1.- En el texto se dice que durante 2011, España, Grecia y Portugal

a) aumentaron en 95% su nivel de desempleo nacional

b) provocaron un aumento de 95% de aumento del desempleo en Unión Europea c) son las únicas responsables por el aumento del paro en Unión Europea

d) son las responsables de casi todos los nuevos parados de la Unión

Europea

e) concentran 95% de los desempleados de la Unión Europea

2.- En el texto, la palabra “burbuja” se refiere a que en esa época, los inmuebles

a) sufrieron una crisis especulativa

b) ganaron importancia en el PIB

c) favorecieron la solidez financiera

d) crearon una tendencia proteccionista

e) favorecieron una educación más tecnológica

3.-Según el texto, la mayoría del crecimiento del paro en Unión Europea se debe particularmente a

a) la falta de demanda inmobiliaria

b) la recesión mundial

c) el alto costo de la mano de obra local

d) la competición desleal de productos asiáticos

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e) los ajustes provocados por el alto déficit público

4.- En el texto se dice que, en Unión Europea

a) el nivel medio del paro excede 22,1%

b) el desempleo se dispersó igualitariamente en todos los países

c) el nivel del paro juvenil es muy desigual

d) el desempleo de jóvenes llega cerca de 50% de la población activa

e) por lo menos 11 países presentan desempleo superior a 22,1%

5.- En el texto se dice que la Comisión Europea

a) ha enviado especialista en políticas laborales

b) va a echar una mano a España con especialistas en empleo juvenil

c) ayudará a España a hacer previsiones más altas sobre la evolución

del paro

d) se apoya en previsiones que apuntan al alza del empleo en España

e) envió especialistas para corregir las previsiones sobre desempleo

en España

6.- La expresión “aunque” de la última oración, equivale a

a) porque

b) siempre que

c) así que

d) pese a que

e) con que

Tradução do simulado 1

Espanha, Grécia e Portugal concentraram 95% do aumento do desemprego na União Européia desde finais de 2010, conforme reflete o informe da Comissão Européia no qual se prevê um retrocesso da economia espanhola e da zona euro.

“Os maiores aumentos do desemprego em 2011 aconteceram em países com necessidades de ajustes macroeconômicos derivados da bolha imobiliária ou dos desequilíbrios das contas públicas” diz o texto. Nele, se constata que Espanha é junto a Grécia o país com maior desemprego juvenil, próximo a 50% da população ativa.

“Embora se tenham observado níveis altos de desemprego nesse coletivo em 11 países que excedem o 22,1%”, o mercado de trabalho oferece um melhor comportamento nos países com menores necessidades de ajuste. Bruxelas espera que “a elevada dispersão

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nos níveis de desemprego dentro dos países europeus se mantenha durante todo este ano”.

O alto nível de desemprego em Espanha é o desequilíbrio que mais preocupa à Comissão Européia, que está próxima a enviar um grupo de especialistas a Madri para ajudar no desenvolvimento de políticas que gerem postos de trabalho entre a população mais jovem. Os dados não oferecem previsões sobre a evolução do desemprego, embora outras projeções feitas por diversas entidades prevêem um aumento do desemprego.

Gabarito comentado do simulado 1

1.- En el texto se dice que durante 2011, España, Grecia y Portugal

d) son las responsables de casi todos los nuevos parados de la Unión

Europea

2.- En el texto, la palabra “burbuja” se refiere a que en esa época, los inmuebles

a) sufrieron una crisis especulativa

(ver ficha de vocabulário ao final do comentário)

3.-Según el texto, la mayoría del crecimiento del paro en Unión Europea se debe particularmente a

e) los ajustes provocados por el alto déficit público

4.- En el texto se dice que, en Unión Europea

c) el nivel del paro juvenil es muy desigual

5.- En el texto se dice que la Comisión Europea

b) va a echar una mano a España con especialistas en empleo juvenil

6.- La expresión “aunque” de la última oración, equivale a

d) pese a que

(ver ficha dos nexos concessivos)

FICHA : NEXOS CONCESSIVOS

Os nexos Concessivos podem ser divididos em duas classes gramaticais:

1.-Locuções Preposicionais Concessivas: unem uma oração com verbo a uma frase sem verbo conjugado:

El Reino Unido mantuvo el paraíso fiscal pese a la existencia de una ley prohibiéndolo.

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El Reino Unido mantuvo el paraíso fiscal a pesar de la existencia de una ley prohibiéndolo.

2.-As Conjunções Concessivas estabelecem uma conexão entre uma oração principal e uma oração subordinada que funciona como restrição não impeditiva (e sim concessiva) da oração principal.

R.Unido mantuvo el paraíso fiscal aunque había ley prohibiéndolo. As conjunções concessivas permitem o deslocamento para início da oração, colocando uma vírgula no final da oração subordinada:

Aunque había prohibición, el R.Unido mantuvo el paraíso fiscal

A conjunção “aunque” (embora, ainda que) tem várias alternativas de troca, algumas das quais, as vezes, exigem ajustes na oração:

Pese a que había prohibición, el R.Unido mantuvo el paraíso fiscal

Si bien había prohibición, el R.Unido mantuvo el paraíso fiscal

A pesar de que había prohibición, el R.Unido mantuvo el paraíso fiscal

Aun cuando había prohibición, el R.Unido mantuvo el paraíso fiscal

Mismo que había prohibición, el R.Unido mantuvo el paraíso

Cuidado: as locuções concessivas não podem ser trocadas por locuções preposicionais.

FICHA de VOCABULARIO SOBRE MACROECONOMIA

Tasa de interés: tasa determinada por el banco Central para el coste del dinero prestado a grandes bancos.

Tasa de fondeo: (término usado en México) tasa determinada por el banco Central para el coste del dinero prestado a grandes bancos

Intereses reajustables: tasas móviles que gravan un préstamo hipotecario y que acompañan el coste del dinero en las diferentes épocas de una hipoteca

Inyectar: acción del ente emisor que consiste em aumentar la base de moneda nacional circulante

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Subastar/ rematar: acción de ofrecer públicamente la venta o compra de algún activo de. Se extiende a la contratación de servicios de terceros. (licitación)

Esterilizar: acción del ente emisor / controlador (banco central) de retirar del mercado financiero moneda nacional circulante.

Tenedores: aquellos que están con la pose actual de un bono, letra o título de hipoteca.

Riesgo: factor que mide la posibilidad de un bono, letra, título o hipoteca no ser paga por su titular, y que normalmente es emitido por una agencia especializada e independiente del prestamista.

Ralentización: desaceleración del crecimiento económico de un país. Crecimiento a una tasa inferior a la del período anteriormente medido.

Recesión: reducción del producto bruto interno (producción de bienes y servicios de toda la sociedad) en relación a un periodo anteriormente medido.

canje = sustitución de deudas impagas por nuevos documentos renegociados

inversión = aplicación de capital en proyecto productivo o de renta financiera

revaluación = valorización, aumento

devaluación= desvalorización de una moneda nacional en relación a un padrón internacional.

Desplome = reducción brusca de de valor de una moneda, título o acción.

estados financieros= balancetes de bancos y grandes empresas

efectivo= papel moneda

Hipoteca = Operación financiera mediante la cual el dueño de un inmueble contrata un financiamiento (préstamo) dejando como fianza la propiedad del inmueble.

Hipoteca sub prime La expresión sub prime corresponde a calificación del crédito como de baja calidad por causa del histórico moroso del financiado, de su poca capacidad de pagar el préstamo por el comprometimiento de su renta.

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Prestamista = entidad financiera de crédito inmobiliario que presta dinero

a cambio de la hipoteca de inmuebles. Frecuentemente vende estos créditos

a empresas financieras mayores (bancos, fondos de pensión) agrupados en un “título”

Insolvencia = situación en la que el hipotecado pierde solvencia económica y para de pagar sus compromisos hipotecarios.

Impago = no pago de las cuotas de una hipoteca en el plazo previsto en contrato.

Acreedor = consumidor que contrata una operación financiera de préstamo colocando su patrimonio inmobiliario como aval de la operación.

Embargo = secuestro judicial de una propiedad que sigue a la ejecución judicial de un contrato de préstamo no honrado. El acreedor pierde la propiedad que colocó en aval de la hipoteca y esta propiedad es colocada en subasta (leilão) para pagar la deuda y los costos judiciales.

Burbuja inmobiliaria = proceso de alta injustificada de los precios de los inmuebles por efecto de una mayor demanda que oferta.

Estallido de la burbuja: proceso de baja de los precios de los inmuebles para ajustarse a la demanda real del mercado cuando éste pierde fuerza.

Bursátil: relativo a la bolsa de valores; espacio donde se compran y venden acciones de empresas, bonos, valores y mercancías.

Bienes Raíces: bienes inmuebles como casas, comercios, depósitos y

terrenos

REFERENCIA A PROVAS ANTERIORES

ESPANHOL AFT 2010 Texto 1 Detener la crisis: los líderes mundiales forjan un “Pacto Mundial por el Empleo” El Pacto Mundial para el Empleo constituye la respuesta mundial de más amplio alcance a la crisis económica, adoptado en un año en el que la OIT celebra su 90º aniversario. En él se insta (exorta) a gobiernos y organizaciones representantes de trabajadores y de empleadores para que colaboren a abordar colectivamente la crisis mundial del empleo mediante políticas en línea con el Programa de Trabajo Decente de la Organización. El Pacto se aprobó en el contexto creado por un reciente informe de la OIT en el que se pone de relieve el aumento sin precedentes del

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desempleo en todo el mundo, así como la persistencia de niveles de pobreza muy elevados. El director General de la OIT, Juan Somavia, señaló que, aun cuando (ainda que) la recuperación económica comience a asentarse este año o el próximo, la crisis mundial del empleo podría persistir durante seis a ocho años. Añadió (acrescentou) que, con 45 millones de trabajadores de nuevo acceso al mercado mundial del empleo cada año (en su mayoría, hombres y mujeres jóvenes), la economía mundial tendría que generar (gerar) unos 300 millones de nuevos puestos de trabajo en los próximos cinco años sólo para regresar a los niveles de desempleo anteriores a la crisis. Fragmento adaptado del reportaje de igual título, disponible en

http://www.ilo.org/wow/Articles/lang--es/WCMS_115506/index.htm

31- De acuerdo económica:

a) exhorta a una colaboración tripartita.

b) es el programa de mayor alcance en 90 años.

c) generará 300 millones de empleos en 5 años.

d) ha sido el Programa de Trabajo Decente de la OIT.

e) sacará del paro a 45 millones de trabajadores.

con

el

texto,

la

respuesta mundial a la

crisis

Comentário da questão 31

a) Verdadeira: retoma textualmente a linha 2 : “insta a gobiernos y

organizaciones representantes de trabajadores y de empleadores” b) Falsa: informação inexistente no texto. O número 90 aparece vinculado ao aniversário da OIT.

c) Falsa: o texto não garante que “gerará” mas diz “la economía

mundial tendría que generar unos 300 millones de nuevos puestos de trabajo”

d) Falsa: a IOT pede para que o Pacto “seja alinhado ao Programa

Decente”

e) Falsa: o texto não garante nada. Essa é a necessidade.

32- El significado del enunciado “El director…o el próximo”(15 y 17) se mantiene si “aun cuando” se sustituye por:

a) conque.

b) en cuanto

c) aunque.

d) desde que

e) mientras

Comentário da questão 32: é clássica de nexos conjuncionais.

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a) Falsa. Significa “portanto” . É nexo conjuncional consecutivo

b) Falsa. Significa “em relação a” . É nexo preposicional com sentido relacionante

c) VERDADEIRA. Significa “embora”. É nexo concessivo.

d) Falsa. Significa “se”. É nexo condicional

e) Falsa. Significa “enquanto” . É advérbio de tempo

Veremos o resto da prova de AFT 2010 nas aulas seguintes

PROVA ESAF DE 2006 – AFT

Seguro Social A unas horas de que concluyan los trabajos del último período ordinario de sesiones de la 59 Legislatura de la Cámara de Diputados, el pleno aprobó “a vapor” 44 dictámenes. Entre los más importantes se encuentra el decreto que adiciona un segundo párrafo a la ley de seguro Social. Este dictamen fue aprobado por 331 votos a favor y establece que los mayores tendrán derecho a una pensión, aun cuando hayan dejado de trabajar, siempre y cuando cubran los requisitos legales en cuanto a cierto número de cotizaciones.

Según el diputado Miguel Raya, las personas que hayan cubierto 500 semanas de cotización de acuerdo con la ley del 73 o cubran mil 250 según la legislación vigente, ya no tendrán necesidad de reinsertarse laboralmente si son despedidos después de los 50 o 55 años. De esta manera, al cumplir los 60 años de edad podrán gozar de una pensión por edad avanzada o bien al cumplir los 65 tendrán a una por vejez.

Recordó que la Ley actual establece que cuando se interrumpe el trabajo por más de tres años, hay que reinsertarse cuando menos seis meses para cubrir y tener derecho a la pensión, o si son más de seis años, cubrir un año de cotizaciones para la vigencia de los derechos. Un informe de la Secretaria de Hacienda indica que esa reforma al Instituto Mexicano del Seguro Social representará un gasto presupuestal de 10 mil millones de pesos. Sin embargo, la Cámara de Deputados no ha explicado cuál será la fuente de ingresos que permitirá obtener los recursos para amortiguar el impacto fiscal de la medida.(www.eleconomista.me, México, 26/4/2006.)

21. Según el texto, la adición a la ley del Seguro social:

a) obliga a la reinserción en casos de interrupción laboral; b)elimina la exigencia de 500 semanas de cotización para las pensiones; Prof.Gerardo Sammarco www.pontodosconcursos.com.br

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c) condiciona el beneficio de las pensiones al abono de cotizaciones; d)libera de la reinserción a quienes hayan trabajado al menos 50 años; e) está prevista en el presupuesto nacional.

22. En

el

contexto

equivale a:

a) por cierto;

b)todavía; c) adrede; d)aunque; e) desde que.

del

texto,

la

expresión

aun

cuando

Tradução para o português A poucas horas de que concluam os trabalhos do último período

ordinário de sessões da 59 a legislatura da Câmara de Deputados, o plenário aprovou “a toque de caixa” 44 resoluções. Entre as mais importantes, encontra-se o decreto que acrescenta um segundo parágrafo à lei de Seguro Social. Esta resolução foi aprovada por 331 votos a favor e estabelece que os idosos terão direito a uma pensão, ainda que tenham deixado de trabalhar, sempre que cubram os pré- requisitos legais em relação a certo número de contribuições.

Segundo o Deputado Miguel Raya, as pessoas que tenham feito 500 semanas de contribuição, de acordo com a lei de 73, ou tenham feito 1.200, segundo a legislação vigente, já não terão necessidade de retornar ao mercado de trabalho, se forem demitidas depois dos 50 ou 55 anos. Desta maneira, ao fazerem 60 anos de idade, poderão receber uma pensão por idade avançada ou bem, ao fazerem os 65, terão uma por velhice.

Lembrou que a lei atual estabelece que, quando o trabalho é interrompido durante mais de três anos, tem que reinserir-se pelo menos seis meses para completar tempo e ter direito a uma pensão; ou se são mais de seis anos, tem que completar um ano de contribuições para a vigência desses direitos. Um informe da Secretaria de Fazenda indica que essa reforma ao Instituto Mexicano de Seguridade Social representará um gasto orçamentário de 10 bilhões de pesos. No entanto, a Câmara de Deputados não explicou qual será a fonte de receita que permitirá obter os recursos para amortecer o impacto fiscal da medida.

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Gabarito Comentado da Prova ESAF de 2006

Questão 21

a) Falsa. A expressão no texto “ya no tendrán necesidad de reinsertarse” deixa claro que a nova lei não mais obriga a todos nesse quesito.

b) Falsa. A lei mantém a obrigatoriedade de 500 contribuições (regime anterior) ou 1.250 (regime atual).

c) Verdadeira. A lei mantém a obrigatoriedade das contribuições mínimas e condiciona os novos benefícios a seu pagamento.

d) Falsa. O texto fala 50 anos de idade, e não 50 anos de trabalho ou contribuições.

e) Falsa. No final, o texto esclarece que não há previsão orçamentária para cobrir os novos benefícios.

Questão 22

a) Falsa. “Por cierto” significa certamente.

b) Falsa. “Todavia” do espanhol não é o mesmo do português. “Todavia” significa “ainda”. É um advérbio de tempo, não é nexo concessivo.

c) Falsa. “Adrede” significa “propositadamente”, “de propósito”. É um advérbio de modo, não é nexo concessivo.

d) Verdadeira. “Aunque” (embora, ainda que) é a principal conjunção concessiva do espanhol. (Ver ficha gramatical 4.)

e) Falsa. “Desde que” é uma locução conjuncional, mas pertence à outra família, a das condicionais.

PROVA ESAF DE 2006 – AF TRABALHO

Ahorro Previsional Voluntário En el contexto de los incentivos al ahorro y, dentro de ellos, a la formación de mejores fondos para una futura pensión, se encuentra el denominado Ahorro Previsional Voluntario (APV) que puede ser efectuado no sólo en las Administraciones de Fondos de Pensiones (AFP), sino también en cualquiera de las instituciones autorizadas. Dichos montos se pueden retirar aun antes de que se obtenga la pensión y, en tal caso, el ahorrante deberá efectuar una declaración anual de Impuesto a la Renta, con el fin de enterar las eventuales diferencias de impuestos producto de dicho retiro.

Este mecanismo de ahorro resulta atractivo, a efectos tributarios, para los contribuyentes personas naturales que decidan utilizarlo. En

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primer término, pueden hacer uso de una rebaja mensual a la base tributable del Impuesto único de Segunda Categoría de hasta el equivalente a 50 unidades de fomento, destinando dichos fondos a su propia AFP o a cualquiera de las instituciones autorizadas para operar en dicho mercado. En cualquier caso, automáticamente se producirá un menor pago de impuesto.

En segundo lugar, en el caso de que un trabajador decida efectuar por su cuenta un aporte directo como APV hasta el equivalente a 600 unidades de fomento, dicho monto operará como una rebaja a la base anual y recuperará parte del Impuesto Único de Segunda Categoría, como si el APV hubiera sido efectuado mensualmente. El APV también funciona como un mecanismo eficiente para afrontar periodos de cesantía. El contribuyente puede retirarlo antes de pensionarse, en cuyo caso, la institución que efectúe la devolución retiene provisionalmente el 15%, de abono a la tributación prevista en la ley de Renta.

(Chile, El Mercurio, 27/4/2006.)

Tradução para o português Poupança Voluntária para Previdência Social No contexto dos estímulos à poupança e (entre eles) à formação de melhores fundos para uma futura pensão, encontra-se a chamada Poupança Voluntária de Previdência Social, que pode ser efetuada não somente nas administradoras de fundos de pensões (AFP), mas também em qualquer das instituições autorizadas. Os ditos montantes podem ser retirados até antes de que se obtenha a pensão e, em tal caso, o poupador deverá fazer uma declaração anual do IR com a finalidade de completar as eventuais diferenças de impostos produzidos por dita retirada.

Este mecanismo de retirada resulta atrativo, em relação a tributos, para os contribuintes pessoas físicas que decidam usá-lo. Primeiramente, poder fazer uso de um desconto mensal sobre a base tributável do Imposto Único de Segunda Categoria de até o equivalente a 50 unidades de fomento, destinando os ditos fundos à sua própria conta de poupança ou a qualquer das instituições autorizadas para operar em dito mercado. De qualquer maneira, automaticamente haverá uma redução do imposto a pagar.

Em segundo lugar, no caso de que um trabalhador decida realizar por conta própria uma contribuição direta como PPV até o equivalente de 600 unidades de fomento, o dito montante operará como um desconto à base anual e recuperará parte do imposto único de segunda categoria, como se o PPV tivesse sido pago mensalmente. O

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PPV também funciona como um mecanismo eficiente para enfrentar períodos de demissões. O contribuinte pode retirá-lo antes de solicitar sua pensão, em cujo caso a instituição que efetuar a devolução retém preventivamente o 15% para pagamento da tributação prevista na lei de renda.

23. Según el texto, el APV tiene como blanco:

a) jubilados sin cuentas de ahorro;

b)trabajadores contribuyentes;

c) pensionistas al día con el fisco;

d)desempleados;

e) ahorrantes en bancos privados.

24. En el contexto del texto, la palabra “enterar” tiene sentido de:

a) declarar;

b)informar;

c) cobrar;

d)enterciar;

e) completar.

el

25. En el texto, se dice que quienes se acogen al APV:

a) tienen acceso a los fondos en cuanto a se pensionen;

b)se benefician de desgravaciones tributarias;

c) quedan exentos del pago de cotizaciones al seguro social;

d)pagan una contribución mensual equivalente a 50 unidades de fomento;

e) perciben anualmente hasta el equivalente a 600 unidades de fomento.

Gabarito Comentado da Prova

Questão 23

Según el texto, el APV tiene como blanco (alvo, objetivo):

a) Falsa. Não são os aposentados, e sim aqueles que irão um dia se aposentar. b) Verdadeira. O sistema está pensado para atrair contribuintes pessoas físicas na ativa (“trabajadores contribuyentes”). c) Falsa. Não são os pensionistas, e sim aqueles que irão um dia se aposentar. d) Falsa. Se bem não se pode dizer que os desempregados estejam excluídos da nova proposta, as vantagens tributárias indicam

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que se trata de captar contribuintes que atualmente estão na ativa. e) Falsa. A consideração de poupadores (“ahorrantes”) não indica que eles sejam contribuintes pessoas físicas.

Questão 24

Esta questão pretendia testar o conhecimento afinado das palavras polissêmicas (ver ficha de vocabulário 1 da aula 1). No caso da palavra “enterar”, existem dois significados: “enterar” (sem pronome reflexivo) significa “completar”, deixar algo na sua forma “entera” (inteira); já o verbo “enterarse” (com a partícula reflexiva no final) significa “informar-se”, “conhecer”, saber por comunicação dos outros.

a) Falsa. “Declarar” não é sinônimo de nenhum dos dois significados. b) Falsa. “Informar” se aproxima do segundo significado, mas não significa completar. c) Falsa. “Cobrar” é receber. A frase indica o contrário. O contribuinte tem que pagar seu Imposto de Renda. d) Falsa. “Enterciar” significa empacotar uma mercadoria em suas terceiras partes. e) Verdadeira. “Completar” significa pagar por inteiro suas obrigações com o Imposto de Renda.

Questão 25

En el texto se dice que quienes se acogen al APV:

a) Falsa. O texto avisa que os poupadores podem retirar seu fundo antes de aposentar-se. b) Verdadeira. A isca principal do sistema é o desconto do Imposto de Renda na Pessoa Física (“desgravaciones tributarias”). c) Falsa. Os poupadores não ficam (“quedan”) isentos (“exentos”) do pago de contribuições (“cotizaciones”) ao seguro social d) Falsa: “50 unidades de fomento” é o limite de desconto (“rebaja”) que o poupador pode ter do seu imposto de renda ao participar do sistema. e) Falsa: “600 unidades de fomento” não é o que ele percebe. É o limite que ele pode contribuir a qualquer momento e que será considerado como se tivesse feito mensalmente.

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FICHA: TRABALHO E A PREVIDÊNCIA SOCIAL

CONTRATO

indeterminado.

INDEFINIDO

=

contrato

fixo,

por

tempo

SEGURIDAD SOCIAL= sistema que regulamenta e executa um conjunto de prestações que se estabelecem para prever, repara ou superar os estados de necessidade dos trabalhadores e suas famílias.

ALTA = comunicação ao Sistema de Seguridade social da incorporação de um trabalhador que o converte em sujeito protegido do Sistema.

JORNADA = É o tempo que o trabalhador dedica para realizar a tarefa para a qual foi contratado.

PLURIEMPLEO= Situação do trabalhador que presta serviços a varias empresas de um único regime da Seguridade social.

PLURIACTIVIDAD = Situação do trabalhador que presta serviço a duas ou mais empresas em regimes diferentes da Seguridade Social.

SUELDO = remuneração fixa do trabalhador.

SALARIO EN ESPECIE = remuneração ao trabalhador que não é feita em dinheiro. Na maioria dos paises não pode ultrapassar 30% do salário total.

DIETAS = ressarcimentos que o trabalhador recebe quando precisa realizar gastos na execução de suas tarefas.

BASE DE COTIZACIÓN=parte do salário sobre a qual é aplicado o cálculo da quota de contribuição que o trabalhador precisa fazer ao Sistema de seguridade social.

TIPO DE COTIZACIÓN= alíquota aplicada sobre a base de contribuição para calcular o valor de contribuição ao sistema de seguridade social.

COTIZACIÓN = valor efetivamente pago ao sistema de seguridade social.

COBRO= HABERES =quantia que o trabalhador aposentado receberá com retribuição pela sua participação no sistema.

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CONVENIO COLECTIVO = Acordo entre o grêmio ou sindicato e a patronal e que regula as relações e remunerações trabalhistas.

CADUCIDAD = prazo fixo para o exercício de um direito, a partir do qual o direito pactuado deixará de existir.

DEVENGADO = direito produzido por uma atividade e ou situação antes do período de caducidade.

ABSENTISMO= situação do trabalhador que se ausenta (justificada ou injustificadamente) de suas obrigações contratuais.

DESPIDO = demissão, ruptura unilateral do contrato de trabalho.

DESPIDO DICIPLINARIO = demissão provocada pelo empregador quando da ocorrência de falta grave e dolosa e que deve seguir o princípio da individualidade e da proporcionalidade com o fato gerador.

DESPIDO POR FUERZA MAYOR= demissão provocada por motivos externos, imprevisíveis e inevitáveis.

DESPIDO TÁCITO= quando a empresa demite o trabalhador sem cumprir as regras de aviso.

FINIQUITO= Documento que extingue o contrato de trabalho e onde constam todas as obrigações rescisórias do empregador

DESEMPLEO= ESTAR EN EL PARO = atividade remunerada.

Situação da perda da

CESANTIA = ESTAR CESANTE= Situação da perda da atividade remunerada.

SEGURO DESEMPLEO= Contribuição que paga prestações substitutivas do salário que o trabalhador deixou de perceber.

JUBILACIÓN = aposentadoria

ABONAR = pagar = contribuir.

ENTERAR = pagar por completo, completar

AHORRO VOLUNTARIO

sugerida

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= poupança voluntária ou capitalização,

tradicional,

para

ir

paralela

ao

sistema

previdenciário

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permitindo um plus ou complemento para ser retirado no momento de aposentadoria ou períodos de desemprego.

FLEXIBILIDAD LABORAL= conceito do capitalismo moderno que busca reformar e ou diminuir os diretos trabalhistas em relação as condições de trabalho, duração, translado e estabilidade.

MINUSVÁLIDO= Trabalhador portador de necessidades especiais

DERECHOHABIENTES= pessoas com direito a serem protegidas

pelo sistema de seguridade social em algum serviços.

em todos seus

ou

LEITURAS ATUALIZADAS SOBRE O MUNDO DO TRABALHO

Texto 1

La Unión Progresista de Inspectores de Trabajo (UPIT), un colectivo representativo entre los más de 800 inspectores de España, ha expresado su rotundo rechazo a la reforma del mercado laboral que el viernes pasado aprobó el Gobierno. «Es injusta, ineficaz e impuesta», indica en un documento de análisis al que ha tenido acceso ELMUNDO.es.

En 2010, cuando el Gobierno de José Luis Rodríguez Zapatero aprobó su reforma laboral, los inspectores de Trabajo también la criticaron porque consideraban que no iba a servir para crear trabajo e iba a reducir la temporalidad en el empleo».

Ahora critican la reforma del Ejecutivo de Mariano Rajoy, con un durísimo informe. «Nuestro objetivo como nación, en lo económico, no puede ser competir a base de bajos salarios, precarización y desregulación con países de reciente desarrollo, sino defender los avances del estado de bienestar, adecuando lo necesario para conseguir mayor estabilidad en el empleo y unas condiciones de trabajo más flexibles mediante mayor participación de los trabajadores y sus representantes y ampliando el ejercicio de la democracia en el ámbito de la empresa», indican.

La reforma laboral, en su opinión, «es la manifestación acabada del pensamiento conservador en la materia: lejos de constituir, como proclama, un equilibrio de condiciones, es la expresión de un nuevo y grave desequilibrio entre empresarios y trabajadores Prof.Gerardo Sammarco www.pontodosconcursos.com.br

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que poco tiene que ver con el fomento del empleo y mucho con el establecimiento de un nuevo e injusto marco de relaciones laborales en el que el empresario refuerza su hegemonía a costa de reducir la intervención de los trabajadores y de los poderes públicos».

En su informe critica prácticamente todas las medidas incluidas en el real decreto de reforma del mercado laboral: dicen que "consagra la privatización" de las empresas de Trabajo Temporal (ETT), porque sitúa al Servicio Público de Empleo en un papel subsidiario; que fomenta «la inestabilidad y la temporalidad» en el empleo, y que fija un periodo de prueba de un año en los contratos de apoyo a los emprendedores que es «de más que dudosa legalidad» por su excesiva dilatación.

Estos inspectores afirman que la legislación laboral española no era "rígida en absoluto", sino "la más flexible de Europa", en contra de lo que dicen tanto el Gobierno como los dirigentes del PP. Como prueba de ello recuerdan que España ha registrado en tiempos de expansión el crecimiento económico y de empleo más elevado de Europa y en tiempos de crisis la mayor pérdida europea de puestos de trabajo. "¿Cabe mayor flexibilidad en el ajuste del empleo?", se preguntan.

Por eso también critican que la reforma incluya elementos de flexibilidad interna en las empresas, por ejemplo, que el empresario pueda reducir los salarios, modificar los horarios o no aplicar los convenios colectivos sectoriales sin tener que negociarlo con los comités de empresa o delegados sindicales, pero no introduzca para compensar mecanismos de participación de los trabajadores y sus representantes ni el "control público para impedir el abuso".

También critican la reducción de las indemnizaciones en los despidos; que el empresario pueda despedir a parte de su plantilla sin necesitar autorización administrativa previa (los actuales Expedientes de Regulación de Empleo; la posibilidad de despidos colectivos en las administraciones públicas por razones de presupuesto, y la destrucción de la negociación colectiva) que suponen estas medidas.

"Sólo pretende el abaratamiento del coste del trabajo y la ruptura del equilibrio en la relación laboral colectiva, en perjuicio de los trabajadores", señalan.

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"El objetivo real de la reforma no es otro que crear las condiciones para un nuevo impulso a la transferencia de renta de los asalariados a los empresarios", añade la UPIT en su informe.

Texto 2

El presidente de la Comisión de Economía y Política Financiera de la CEOE, José Luis Feito, ha dicho este martes que, "probablemente", en el 80% de los casos los parados rechazan trabajos porque implican trasladarse de un barrio a otro.

En una entrevista en

propuesta que hizo ayer de que se retire el subsidio por desempleo a los parados que rechacen una oferta de trabajo, aunque sea "en Laponia".

la

Onda Cero,

Feito se

ha referido así

a

Feito ha señalado que la movilidad laboral en España se ha reducido extraordinariamente en los últimos veinte años.

En este sentido, ha incidido en que los parados no sólo son reacios a desplazarse para trabajar a otra autonomía, sino que también les cuesta mucho trasladarse a otra ciudad dentro de su propia comunidad y que incluso el grueso de las negativas se produce para trabajos en otro barrio de la misma ciudad.

Feito ha reiterado que en los países escandinavos, "que tienen un sistema de bienestar que admiramos todos", son más exigentes en la prestación de rentas y transferencias y la administración pública es muy poco tolerante cuando un individuo no acepta una oferta de trabajo.

Asimismo, se ha referido de nuevo a Laponia y ha dicho que allí nació Papá Noel, según la tradición, y que "es un sitio muy bonito, con trabajos intensos de temporada y muy bien remunerados".

Desde el Gobierno, la ministra de Fomento, Ana Pastor, ha afirmado hoy que no le gusta la idea de la CEOE de retirar el subsidio por

el parado no acepte una oferta de

desempleo en el trabajo

caso de

que

Texto 3

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Miles de griegos llevan todo el día concentrados frente al Parlamento en protesta contra las duras políticas de ahorro y recortes sociales del Gobierno, en varias concentraciones sucesivas convocadas por organizaciones de izquierda, sindicatos y por el movimiento de los "indignados".

La manifestación vespertina de los 'indignados' es más numerosa que la que por la mañana habían convocado los sindicatos, y ha provocado el cierre al tráfico de varias avenidas del centro de Atenas. Varias estaciones de metro han sido también cerradas por la Policía para restringir los movimientos de los manifestantes.

Según la Policía, unas 3.000 personas han ocupado esta tarde la Plaza Syntagma, frente al Parlamento. Cientos de agentes se han desplegado por la zona, aunque de momento no se han registrado incidentes ni altercados.

Los manifestantes han coreado eslóganes contra el Gobierno, la Unión Europea, el Fondo Monetario Internacional y las medidas de austeridad exigidas por estas instituciones, mientras portaban una pancarta con el lema: 'Todos somos griegos, Merkel y Sarkozy son unos monstruos'.

'Los recortes violan la Constitución'

Por la mañana, varios miles de personas, unas 2.000 según la Policía, se concentraron en el centro de Atenas en una protesta convocada por la Confederación General de Trabajadores de Grecia (GSEE).

El presidente de GSEE, Yannis Panagopulos, hizo un llamamiento a defender "la Constitución y las leyes de la República", al considerar que los recortes incluidos en la última ronda de medidas de austeridad acordadas entre el Gobierno griego y la Unión Europea y el Fondo Monetario Internacional vulneran la legislación helena.

"Durante los dos años de puesta en práctica del primer memorándum (de recortes) y ahora con el segundo, los trabajadores, desempleados y pensionistas se enfrentan a un gran reto", denunció el dirigente del GSEE, el mayor sindicato del país.

"Se les recortan los salarios y pensiones, se abolirán los convenios colectivos y la legislación sobre Seguridad Social, se viola la Constitución", denunció Panagopulos ante los griegos reunidos frente al Parlamento en la capital.

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"Los trabajadores de todos los sectores deben esforzarse para prevenir la aplicación de facto de las nuevas medidas", dijo por su parte el portavoz del sindicato comunista PAME, Zeodoros Kutras, quien invitó a los griegos a "golpear fuerte y participar en todo tipo de manifestaciones".

"Si cierran este organismo, será por culpa de los ladrones", se leía en una pancarta del sindicato de trabajadores de la Agencia de Vivienda Social (OEK), donde esta semana intentó suicidarse una pareja amenazada de perder su trabajo.

"Nuestros políticos nos dan vergüenza" y "Abajo la mafia de los ladrones" eran otros de los mensajes que portaban los asistentes a una marcha que transcurrió de forma pacífica.

Fotis Sarantópulos, ingeniero químico de 55 años y fundador del Movimiento Griegos Unidos declaró: "No nos oponemos al sistema parlamentario, pero queremos echar a los incapaces y a los mafiosos".

Está previsto que la Eurozona apruebe mañana en Bruselas la concesión a Grecia de un rescate de al menos 130.000 millones de euros, después de que Atenas se haya comprometido a aplicar duras reformas y políticas de ahorro que han afectado a la calidad de vida de los griegos y están siendo muy contestadas en las calles.

Texto 4

Miles de personas, 5.000 según fuentes policiales, han participado este domingo en la manifestación celebrada en Palma contra la reforma laboral "injusta, ineficaz e inútil", con la que los sindicatos convocantes, CC.OO y UGT, pretendían convertir las calles de la capital balear en un clamor ante lo que consideran que supone una "desregulación ideológica" y un retorno a las condiciones laborales del siglo XIX.

Bajo el lema 'No a la reforma laboral, injusta con los trabajadores, ineficaz para la economía e inútil para la ocupación' y donde se han escuchado gritos como 'Contra la reforma, huelga general', miles de personas han partido de la Plaza España para recorrer las principales vías de Palma, una de las 57 principales ciudades españolas en las que se ha convocado este acto de protesta, hasta concluir frente al Ayuntamiento. Prof.Gerardo Sammarco www.pontodosconcursos.com.br

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La secretaria general de CCOO en Baleares, Katiana Vicens, en declaraciones a la prensa, ha considerado que esta reforma ha sido elaborada entre el Gobierno central y la patronal "para satisfacer sus deseos" que consisten en un mercado de trabajo "desregulado, donde los trabajadores pierden prácticamente todos los derechos adquiridos durante 30 años de democracia".

En este mismo sentido se ha manifestado el secretario general de UGT, Lorenzo Bravo, quien ha opinado que en el texto no hay "nada aprovechable" puesto que supone la "desregulación completa de las relaciones laborales", por la que, además, ya se están viendo algunos efectos en las islas.

Bravo ha señalado que la reforma son "64 páginas de despropósitos" con los que los ciudadanos "vamos a volver a lo que era el siglo XIX, y a llamarles amos en lugar de jefes". Según ha reiterado, es "un auténtico disparate, una barbaridad y un despropósito".

No descartan la huelga general

Preguntados por la posibilidad de llevar a cabo una huelga general, Vicens ha señalado que "todo llegará en su momento" puesto que la reforma "no es más que el principio" de algo más fuerte. "Debemos prepararnos para hacer frente a unas políticas neoliberales que vienen impuestas por los mercados y que no son las que necesita este país. Todo llegará en su momento".

Por su parte, Bravo ha admitido que "no descartamos nada" aunque ha añadido que es necesario "ver si los trabajadores están por la labor". "Estamos cansados de hacer de Hermanitas de la caridad para que encima nos critiquen, estamos diciendo a los trabajadores que viene el lobo y encima se creen lo que les dice Intereconomía o lo que les dice según qué medios de comunicación, que están en manos de quién están", ha criticado.

"Los trabajadores hemos perdido y quedado prácticamente desprotegidos, ahora hay que ver cómo adaptarse a esta nueva situación de estar permanentemente movilizados y ver qué hacer para que se dé marcha atrás" en la reforma. Ésta, según UGT, es "un atraco y un golpe de estado a los trabajadores y a la sociedad en general, porque después viene la educación, la sanidad, las pensiones, la ley de huelga".

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Presencia política en la manifestación

Además, de los secretarios generales de los sindicatos, a la manifestación de este domingo han asistido representantes de las principales fuerzas de la oposición como la portavoz del PSIB en el Parlament y candidata a la Secretaría General de la formación, Francina Armengol, o dirigentes del PSM-IV-ExM y Més per Menorca.

Precisamente, Armengol ha declarado que esta reforma "no aporta nada al crecimiento económico" y la ha calificado de "injusta porque condena a muchos parados a no encontrar trabajo". Por ello, ha destacado que su formación luchará para que "el PP haga un planteamiento diferente y pueda pactar" con sindicatos y agentes sociales.

Además, ha señalado que en el pleno del Parlament de este martes interpelará a Bauzá sobre esta materia. Según ha añadido, el Govern ha "roto" los mínimos de concertación y dialogo social ya que desde que gobierna Bauzá no ha reunido las mesas tripartitas, se "salta" la Ley de representación institucional, y ha eliminado las ayudas públicas a los sindicatos "que hacen un trabajo reconocido en la Constitución. En este sentido, ha lamentado que el PP esté "criminalizando" a los sindicatos "de forma inexplicable".

Texto 5

Apenas 15 euros por 13 horas recogiendo kilos y kilos de naranjas. CCOO ha denunciado este miércoles "explotación" en el campo onubense por parte de empresarios agrícolas "que se están aprovechando de la necesidad extrema por lograr un trabajo para sobrevivir a causa de la crisis brutal" que está sufriendo el país.

El responsable de la Federación Agroalimentaria de CCOO en Huelva, Santiago Lepe, ha advertido de la proliferación de Empresas de Trabajo Temporal (ETT) en el sector que están sacando pingües beneficios con la contratación de mano de obra para las campañas agrícolas a costa de "tirar por los suelos" las condiciones laborales de los jornaleros.

Según el sindicato, estas ETT hacen trabajar "a destajo" a sus empleados por un jornal de tan sólo 15 ó 20 euros cuando el convenio del campo en la provincia de Huelva estipula que la peonada de seis horas y media se paga a 35,65 euros, unas condiciones que

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los temporeros se ven obligados a aceptar «porque el que reclama ya

no trabaja más».

'Una nueva raza de explotadores

"Ha desembarcado en Huelva una raza nueva de explotadores y negreros que son las ETT, cuyos trabajadores los tienen trabajando desde las ocho de la mañana hasta nueve de la noche y convirtiendo, además, kilos de naranjas por peonadas, lo que les obliga a trabajar tres días para sumar una sola peonada", ha asegurado Lepe.

En la provincia onubense CCOO tiene contabilizado una decena de ETT que están suministrando mano de obra para la inmensa mayoría de las empresas citrícolas. En Huelva, este sector contrata a 40.000 personas. El sindicato ya ha denunciado estas irregularidades ante la Inspección de Trabajo.

"Los empresarios agrícolas no se van a ir de rositas porque son subsidiarios de lo que está pasando en sus fincas y, además, están incumpliendo la ley porque las ETT están sólo para cuando hay una punta de producción y están obligados a tener una plantilla propia", ha remarcado Lepe, quien espera que la Inspección de Trabajo actúe con celeridad "para que este asunto no se nos vaya de las manos".

La elección, 'a dedo' y en la calle

Igualmente, el dirigente sindical ha denunciado que estas ETT eligen

"a dedo" a los jornaleros en mitad de la calle. "He visto con mis

propios ojos cómo en Cartaya había unos 40 trabajadores frente a una oficina de trabajo temporal, ha llegado un manigero en una

furgoneta y se ha puesto a elegir señalando con el dedo a una docena

de

ellos", ha narrado Lepe.

El

responsable de Federación Agroalimentaria de CCOO en Huelva ha

avisado del riesgo de que se produzcan brotes racistas, ya que las ETT contratan a inmigrantes que hacen el mismo trabajo que un español "pero por la mitad de precio".

El sindicato teme que estos "mecanismos de explotación" detectados

en la recogida de la naranja contagien a la campaña fresera que acaba de comenzar y en donde trabajan 60.000 temporeros. Por el momento, ya tiene detectada una ETT de Bulgaria que está pagando

a sus jornaleros según el convenio de aquel país e, incluso,

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empresas agrícolas que han creado su propia ETT para sacar "un doble beneficio".

"Si lo que quieren es aprovecharse de la crisis, dejando de contratar

a nuestros jornaleros o pretendiendo explotarlos pagándoles 15

euros, me da igual que no haya ni una mata de fresas ni naranjas y que se arruine el sector", ha concluido Santiago Lepe.

Texto 6

Los sindicatos han comunicado, tras la reunión de la mesa de Universidades de esta mañana que la Ley de Acompañamiento de los presupuestos de la Generalitat prevé un aumento de la jornada laboral de 35 a 37 horas y media del Personal Docente y de Investigación (PDI) asociado y PAS que, según han informado, afectaría entre 15.000 y 20.000 trabajadores.

El responsable de universidades de UGT, Lluís Perarnau, ha denunciado que esto repercutirá directamente en el servicio de la universidad pública y pondrá en riesgo un número aún mayor de puestos de trabajo.

Quedarían exentos de la medida el PDI adscrito como

funcionario ya que su estatus depende del Gobierno central y

su regulación está pendiente de la ley de presupuestos generales del

Estado.

Entre las otras medidas que contempla el Govern en la Ley de Acompañamiento, pendiente de aprobación, se encuentra la reducción de los días personales de 9 a 6, la suspensión de pluses por antigüedad, la reducción proporcional del salario a las reducciones de jornada o la suspensión del tique comedor.

A estas medidas, cabe añadir la reducción del 3% del salario de todos los funcionarios y que también afecta al personal docente de las universidades.

Llamada a la huelga

Por su parte, la responsable del secretariado interuniversitario de CCOO, Maria José Saura, ha denunciado que los gerentes de las universidades no han defendido a docentes y administradores al aceptar las medidas a cambio de que "el dinero de los recortes a los

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trabajadores se quede en las universidades" y así reconducir la situación de déficit fiscal que sufren.

"Han cogido el pastel y han renunciado a su autonomía", ha añadido Saura.

Ante esta situación, ambos delegados han rechazado las medidas y han convocado a toda la comunidad universitaria a acudir a las movilizaciones previstas a lo largo de la semana que viene, así como la huelga de universidades catalanas convocada para el próximo 29 de febrero. Los sindicatos cambian así su postura con respecto a la primera movilización, convocada en noviembre, que sólo estuvo respaldada por CGT y la Plataforma en Defensa de la Universitat Pública.

Texto 7

Los sindicatos CCC0 y UGT han iniciado hoy en toda España su escalada de movilizaciones contra la reforma laboral aprobada por el Gobierno de Rajoy. Y lo han hecho con el ánimo de pulsar el sentir de los ciudadanos frente a estas medidas, que consideran "inútiles' e "injustas" y de reclamar al Ejecutivo, lejos de la "confrontación", que las "corrija".

Según los cálculos sindicales, cientos de miles de personas -hablan incluso de más de un millón- se han sumado a la convocatoria en toda España.

Movilizaciones en 57 ciudades

El pistoletazo de salida a las movilizaciones lo ha dado Córdoba a las 10.30 horas, seguida de Madrid, Barcelona, Sevilla, Valencia o Toledo, entre otras ciudades y finalizará en Ibiza a las 18.00 horas.

La marcha principal ha transcurrido por el centro de la capital, donde unas 500.000 personas, según fuentes sindicales-, entre ellas familias enteras y muchos jóvenes, han respondido a la convocatoria. La policía rebaja esa cifra a 50.000. Entre los asistentes, los propios Toxo, y Cándido Méndez, representantes de IU y también del PSOE, cuya portavoz en el Congreso, Soraya Rodríguez, ha manifestado que su partido participa "porque está al lado de los ciudadanos" y contra una reforma hecha pensando "solo en los empresarios". Prof.Gerardo Sammarco www.pontodosconcursos.com.br

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Al término del acto se ha leído un manifiesto, entre gritos de ¡huelga! ¡huelga!, coreados por los manifestantes. En él, los líderes sindicales han hecho un llamamiento a todo el sindicalismo organizado y a la izquierda y han advertido que si el gobierno no rectifica, van a "avanzar hacia una movilización creciente".

Durante la lectura, un asistente ha lanzado un huevo con pintura amarilla, que ha impactado contra alguno de los sindicalistas situados en la tribuna.

El movimiento 15-M, que había anunciado su apoyo a la huelga " en un bloque crítico diferenciado" por su disconformidad con "las cúpulas sindicales", ha apoyado la protesta y ha sido la convocatoria de huelga general.

El secretario general de UGT, Cándido Méndez, ha declarado que las manifestaciones que se celebran en 57 ciudades son una manera de "ofrecer un cauce amplio, democrático y masivo a los trabajadores para que expresen su disconformidad y rechazo a una imposición del Gobierno, que es más que una reforma laboral".

En una rueda de prensa previa a la manifestación de Madrid, ofrecida junto al secretario general de CCOO, Ignacio Fernández Toxo, Méndez ha advertido que "si no la corregimos, va a alterar el modelo de convivencia de los últimos 30 años". Ambos sostienen que habrá "una escalada del deterioro del clima social"

En su opinión, esta norma que quiere "imponer" el PP significa un serio paso atrás, además de "una reducción drástica de las clases medias españolas, un empobreciemiento y aumento muy grande de las desigualdades en nuestro país".

Reforma 'al dictado' de Alemania

Méndez ha señalado que con esta reforma "el PP se desentiende del problema del paro, margina al que no tiene empleo y pone en la cola del paro a los jóvenes". "Es una reforma hecha al dictado de los intereses financieros" y auspiciada ante la mirada del Gobierno alemán", ha remarcado.

Por su parte, el secretario general de CCOO, ha respondido al PP precisando que "lo que hoy se celebra en España son manifestaciones democráticas, el ejercicio de un derecho recogido en la Constitución.

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"No se si es el nerviosismo o la mala conciencia", señaló en referencia a sus críticas por esta convocatoria.

Al hilo del lema de la manifestación: 'No a la reforma laboral injusta con los trabajadores, ineficaz para la economía e inútil para el empleo', Toxo ha explicado que es "muy injusta porque desequilibra las relaciones del trabajo en beneficio del empresariado y afectará sobre todo a las pequeñas empresas, donde no hay cobertura sindical". Según sus datos, la reforma afectará al 65% de las personas asalariadas que trabajan y al 99% de las empresas.

También ha manifestado que "lo que ha hecho el PP es instalar el despido libre que no pudieron hacer en 2002 y, además, gratis".

'No vuelvas mañana', suficiente

"No vuelvas mañana a trabajar será suficiente para que la gente

pueda

añadido Toxo.

ser

puesta en

la calle

sin una

garantía y

sin tutelas", ha

Para el líder de CCOO, es también una reforma inútil "que se suma a otra inútil que dura ya una año y medio", pero afirma que la del PP "no acaba con la temporalidad sino que crea la temporalidad por excelencia y le da la llave a las empresas para que accedan a la caja de la Seguridad Social".

"No es una reforma que vaya a hacer crecer el empleo", como ha reconocido el propio Mariano Rajoy en el Congreso.

Según el dirigente sindical, el problema de la contratación no está en las leyes laborales sino en la necesidad de un cambio de modelo productivo y de resolver los problemas de financiación de las empresas, para recuperar actividad económica y generar empleo".

Toxo no se levantó de la mesa sin reprochar a la CEOE que aplauda "sin disimulo" el contenido de la reforma.

Preguntados sobre si habrá huelga general, Toxo y Méndez rechazaron su convocatoria porque "no se trata de confrontar sino de corregir", en palabras de este último.

Méndez advirtió que "las manifestaciones de hoy son un cauce para corregir la reforma". El secretrario general de CCOO coincició con el

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de

problemas".

UGT en

que "el objetivo de un sindicato es ayudar a resolver

Toxo añadió que "hay un cauce que es el de la negociación, que es mucho mejor" y recordó la huelga general que los sindicatos convocaron al PP en 2002, donde "cayeron cinco ministros de trabajo y después modificaron la reforma".

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