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Curso de Enfermagem Manual do aluno - Estágio Supervisionado em Enfermagem Elaborado por: Coordenadora: Fátima

Curso de Enfermagem

Manual do aluno - Estágio Supervisionado em Enfermagem

Elaborado por:

Coordenadora: Fátima Martinez Slomp

Professores: Cristhian Karpinsk, Érica Pitilin, Jociane Marques, Kátia Pereira de Borba, Marília Cavalcante e Patrícia Cavenagui.

2010

Sumário

Apresentação

3

1 - Regulamentação

3

2 - O Estágio

7

3

- Caracterização do Ensino Clínico

8

4- Objetivos

9

5- Competências

10

6- Procedimentos

11

6.1- Instituição de Ensino

11

7.- Direitos e Deveres

12

7.1 - Direitos

12

7.2 - Deveres

12

8

- Campo de Estágio

14

8.1

- Áreas de Atuação

14

9

- Atividades Correlatas

15

10- Normas do Estágio Supervisionado

15

11- Atribuições do Supervisor de Estágio

16

12- Avaliação dos Estágios Supervisionados

17

13 - Considerações Finais

18

Anexos

20

Doc. 1 Instrumento de Avaliação do Supervisor

20

Doc. 2 Solicitação de Estágio Supervisionado

22

Doc. 3 Cumprimento das atividades de Estágio

23

Doc. 4 Folha de Frequência

24

Doc. 5 Frequência e Síntese das Atividades

25

Doc. 6 Ficha de Avaliação de Estágio Discente

26

APRESENTAÇÃO

Este manual tem por objetivo orientar professores, acadêmicos e enfermeiros de campo que participam dos diferentes cenários do processo ensino aprendizagem sobre as diretrizes e normas gerais relativas ao ensino clínico durante o estágio curricular supervisionado do Curso de Enfermagem.

1.

REGULAMENTAÇÃO

Este documento contém as orientações básicas para os estágios supervisionados, em consonância com a LDB 9394/96, Lei 6494/77, Decreto 87497/82 e Parecer nº 35/ 71, a serem utilizadas pelos alunos e supervisores de estágio da Faculdade Campo Real.

REGULAMENTAÇÃO DA LEI DO ESTÁGIO,

DECRETO Nº 87.497, DE 18 DE AGOSTO DE 1982

O Presidente da República, no uso de suas atribuições que lhe

confere o artigo 81, item 111, da Constituição,

DECRETA

Art. 1º - O estágio curricular de estudante regularmente

matriculados e com freqüência efetiva nos cursos vinculados ao ensino

oficial e particular, em nível superior e de 2º grau regular e supletivo,

obedecerá às presentes normas.

Art. 2º - Considera-se estágio curricular, para os efeitos deste

Decreto, as atividades de aprendizagem social, profissional e cultural,

proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais de

vida e trabalho de seu meio, sendo realizada na comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob responsabilidade e coordenação da instituição de ensino.

Art. 3º - O estágio curricular, como procedimento didático- pedagógico, é atividade de competência da instituição de ensino a quem cabe a decisão sobre a matéria, e dele participam pessoas jurídicas de direito publico e privado, oferecendo oportunidade e campos de estágio, outras formas de ajuda, e colaborando no processo educativo.

Art. 4º - As instituições de ensino regularão a matéria contida neste Decreto e disporão sobre:

a)

inserção do estágio curricular na programação didático-

pedagógica;

b)

carga-horária, duração e jornada de estágio curricular,

que não poderá ser inferior a um semestre letivo;

c) condições imprescindíveis para caracterização e

definição dos campos de estágios curriculares, referidas nos §§ 1º e 2º

do art. 1o da Lei nº 6.494, de 07 de dezembro de 1977;

d) sistemática

de

organização,

avaliação do estágio curricular.

orientação,

supervisão

e

Art. 5º - Para caracterização e definição do estágio curricular é necessária, entre a instituição de ensino e pessoas jurídicas de direito público e privado, a existência de instrumento jurídico, periodicamente

reexaminado, onde estarão acordadas todas as condições de realização daquele estágio, inclusive transferência de recursos a instituições de ensino, quando for o caso.

Art. 6º - A realização do estágio curricular, por parte do estudante, não acarretará vínculo empregatício de qualquer natureza.

§ 1º - O Termo de Compromisso será celebrado entre o

estudante e a parte concedente da oportunidade do estágio curricular, com a interveniência da Instituição de ensino, e constituirá comprovante da inexistência de vínculo empregatício.

§ 2º - O Termo de Compromisso de que trata o parágrafo

anterior deverá mencionar necessariamente o instrumento jurídico a que se vincula, nos termos do art. 5º.

§ 3º - Quando o estágio curricular não se verificar em

qualquer atividade pública e privada, inclusive como prevê o § 2º artigo 3º da Lei nº 6494/77, não ocorrerá a celebração do Termo de

Compromisso.

Art. 7º - A instituição de ensino poderá recorrer aos serviços de agentes de integração públicos e privados, entre o sistema de ensino e os setores de produção, serviços, comunidade e governo, mediante condições acordadas em instrumento jurídico adequado.

Parágrafo Único - Os agentes de integração mencionados neste artigo atuarão com a finalidade de:

a) identificar para a instituição de ensino as oportunidades

de estágios curriculares, a constarem de instrumento jurídico mencionado no art. 5º.

b) prestar serviços administrativos de cadastramento de

estudantes, campos e oportunidades de estágio, bem como de execução do pagamento de bolsas, e outros solicitados pela instituição de ensino.

c) co-participar, com a instituição de ensino, no esforço de

captação de recursos para viabilizar estágios curriculares.

Art. 8º - A instituição de ensino, diretamente ou através de atuação conjunta com agentes de integração, referidos no “caput” do artigo anterior, providenciará seguro de acidentes pessoais em favor do estudante.

Art. 9º - O disposto neste Decreto não se aplica ao menor aprendiz, sujeito à formação profissional metódica do ofício em que exerça o seu trabalho e vinculado à empresa por contrato de aprendiz, nos termos da legislação trabalhista.

Art. 10º - Em nenhuma hipótese poderá ser cobrada ao estudante qualquer taxa adicional referente às providências administrativas para a obtenção e realização do estágio curricular.

Art. 11º - As disposições deste Decreto aplicam-se aos estudantes estrangeiros, regularmente matriculados em instituições de ensino oficial ou reconhecidas.

Art. 12º - No prazo previsto de 4 (quatro) semestres letivos, a contar do primeiro semestre posterior à data da publicação deste

Decreto, deverão estar ajustadas às presentes normas todas as situações

hoje ocorrentes, com base em legislação anterior.

Parágrafo Único - Dentro do prazo mencionado neste artigo,

o Ministério da Educação e Cultura (MEC) promoverá a articulação de

instituições de ensino, agentes de integração e outros Ministérios, com

vistas à implementação das disposições previstas neste Decreto.

Art. 13º - Este Decreto entrará em vigor na data de sua

publicação, revogados o Decreto nº 66.546, de 11 de maio de 1970, e o

decreto nº 75.778, de 26 de maio de 1975, bem como as disposições

gerais e especiais que regulem em contrário ou de forma diversa à

matéria.

Brasília, em 18 de agosto de 1982; 161o da independência e

94o da República.

As orientações específicas para cada área de estágio constarão das

propostas do professor(a) Supervisor(a) de Estágio, com anuência da

Coordenação do Curso.

2. O ESTÁGIO

O Curso de Enfermagem propõe-se, através da promoção humana, a ser um centro de qualidade na área, na pesquisa e na extensão, direcionando o preparo do profissional com características humanas e éticas, com visão de cidadania social e política, em busca da excelência profissional. A finalidade do curso é promover, por meio de um processo coletivo, o preparo do enfermeiro cidadão, com capacidade para atender um mercado

globalizado, comprometido com a melhoria das condições de vida e de saúde da população pela competente intervenção técnico-científica e posicionamento ético-político. Além disto, formar um profissional com uma compreensão mais dinâmica do ser humano que busca assistência para recuperar ou manter sua saúde. Intenta-se construir a identidade e autonomia do profissional competente técnica e politicamente, pela coerência entre necessidade e finalidade promovida por uma base teórica sólida e uma base prática não cristalizada. Afinado com a missão da Instituição, pretende oferecer uma formação humanística e visão global que habilite o profissional a compreender o meio social, político e cultural onde está inserido a fim de internalizar valores de responsabilidade social, justiça e ética profissional.

3. CARACTERIZAÇÃO DO ENSINO CLÍNICO

Constitui-se atividade pedagógica que oportuniza ao acadêmico de enfermagem exercitar o saber, o saber fazer e o saber ser e intervir enquanto futuro enfermeiro, através da vivência de situações reais de interação entre cliente, família, equipe e comunidade e suas diferentes interfaces.

As experiências de ensino clínico são acompanhadas por professor através de supervisão direta do terceiro ao sexto período, e supervisão indireta no sétimo e oitavo período do curso.

O Ensino Clínico é realizado em instituições ou entidades conveniadas, e que oportunizem o desenvolvimento de aptidões e habilidades desejadas, bem como a crítica reflexiva, a criatividade, a comunicação e a responsabilidade para consigo, cliente e equipe, fundamentais ao processo de trabalho.

Todo Ensino Clínico, inclusive o Estágio Supervisionado são desenvolvidos mediante planejamento prévio quanto ao horário, período, local, professor/orientador e composição de grupos.

Os grupos são compostos de 5 acadêmicos, sendo que no Estágio Supervisionado, o acadêmico desenvolverá as atividades de forma individual.

4. OBJETIVO DO ESTÁGIO

Refletir o trabalho da Enfermagem, desvelando fatores determinantes, dificuldades e formas de avanço;

Compreender a cultura organizacional do processo de trabalho da enfermagem;

Proporcionar aos acadêmicos:

Oportunidades para a análise crítica do trabalho da Enfermagem como ciência e arte;

Vivência profissional, de maneira a permitir a sua inserção no processo de trabalho de hospital, ambulatório, unidade básica de saúde, ou outro campo de atuação, articulando escola - serviço - comunidade;

Conhecimento da realidade, com vistas a realizar transformações sócio-político-culturais;

Experiências para a construção de relacionamentos interpessoal e interdisciplinar no contexto institucional, grupal e comunitário;

Oportunidade para o desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes;

Acréscimo ao processo ensino-aprendizagem, mediante o fortalecimento das potencialidades do educando e o apoio ao aprimoramento pessoal e profissional;

Estímulo ao desenvolvimento da criatividade e da inovação, de modo a criar ambiente favorável ao surgimento de gerações de profissionais empreendedores;

e

escola-serviço-

Aproximação

pedagógica

social

entre

comunidade.

5.

COMPETÊNCIAS

Coordenador de Ensino Clínico:

Definir, em conjunto com os professores, os campos para ensino clínico;

Estabelecer contato com as instituições antes do início do ensino clínico;

Providenciar confecção de contrato ou convênio;

Encaminhar os acadêmicos para as instituições conveniadas;

Responsabilizar-se pelo ensino clínico;

Fazer visitas periódicas às instituições conveniadas;

Dar conhecimento das normas que regem as atividades de ensino clínico para o acadêmico;

Propor alterações à Instrução Normativa vigente e ao presente Manual sempre que forem necessárias, estimulando o grupo à constante crítica reflexiva.

Professor Enfermeiro/Orientador:

Responsabilizar-se pelo planejamento das atividades do ensino clínico, referentes ao conteúdo programático da disciplina, assim como pela sua aplicação;

Promover estudos visando a melhoria do aprendizado dos acadêmicos e dos programas do ensino clínico;

Estar presente nos locais de ensino clínico;

Orientar e supervisionar as atividades de acordo com os programas de ensino clínico;

Controlar a freqüência do acadêmico, bem como o cumprimento do horário;

Promover estudos permanentes para a melhoria da qualidade das

atividades propostas e do aprendizado;

Tratar da reposição das horas do ensino clínico, no caso de faltas justificadas, juntamente com a Coordenação;

Responsabilizar-se pela avaliação do desempenho individual e grupal;

Solucionar as questões pertinentes ao ensino clínico, com base no Regimento e Resoluções Normativas e ao presente manual.

Acadêmicos:

Cumprir as disposições estabelecidas no convênio entre a e a instituição conveniada e no respectivo termo de compromisso;

Respeitar as normas vigentes entidade conveniada;

Cumprir integralmente o cronograma do ensino clínico, segundo as orientações do professor/orientador;

Zelar pelos materiais e equipamentos pertencentes à instituição conveniada, responsabilizando por danos provocados;

Comparecer pontualmente aos locais do ensino clínico, sendo vedado afastar-se do campo sem a ciência e concordância do Professor/Orientador;

e

as participar ativamente;

Acatar os horários de atividades previamente estabelecidas.

Realizar

atividades

propostas

pelo

Professor/Orientador

6.

PROCEDIMENTOS

6.1

INSTITUIÇÃO DE ENSINO

a) Enviar ofício, assinado pelo Coordenador do Curso e pela

Coordenação Geral, às instituições de saúde, solicitando a

concessão de estágio, informando o nome do Professor responsável

pelo estágio.

b) Apresentar os devidos formulários que serão utilizados pelo

docente e pelos alunos durante as praticas e o questionário de

avaliação.

c) Comprometer-se com as instituições promovendo encontros

para discussão e orientação dos estágios.

d) Manter seguro para todos os alunos em situação de estágio fora

da instituição.

7.

DIREITOS E DEVERES

7.1

DIREITOS

e) Apresentar sugestões que contribuam para o desenvolvimento

das atividades de estágio;

f) Receber orientação permanente quanto às dúvidas pertinentes

ao estágio, dentro dos horários estabelecidos, agendados

previamente; e

g) Participar dos encontros de Orientação do Estágio

Supervisionado e comparecer aos atendimentos individuais, de

trabalhos.

7.2

DEVERES

Adentrar ao Hospital acompanhado do professor/supervisor. Não será permitida a permanência fora do horário de estágio;

Apresentar-se adequadamente, devendo usar: jaleco contendo logotipo da Instituição formadora, roupa branca, sapato ou tênis, cabelos presos, unhas aparadas e limpas, crachá de identificação

(devendo permanecer sempre visível);

Caminhar pelas laterais de rampas e corredores;

Desempenhar

o

seu

estágio

conforme

previsto

atividades;

no

plano

de

Zelar pelo patrimônio da instituição, bem como evitar gastos indevidos e desnecessários;

Prezar pelo relacionamento amistoso com a equipe, colegas e pacientes.

Usar de discrição sobre qualquer informação confidencial de que tenha conhecimento durante o estágio;

Cumprir

a

o

horário

estabelecido,

observando

sempre

pontualidade;

Responsabilizar-se pelo material que lhe for confiado;

Não rasurar os documentos referentes aos estágios.

Elaborar os Relatórios de Estágio dentro do prazo estipulado;

Respeito ao enfermo.

É VEDADO AO ESTAGIÁRIO:

Ocupar-se durante as atividades de estágio com práticas não previstas no plano de atividades;

Apresentar-se em campo sem a presença do supervisor, bem como nele permanecer desacompanhado;

Fumar nas dependências do hospital;

Realizar quaisquer atividades em campo de estágio sem a autorização do supervisor do estágio;

Oferecer aos pacientes alimentos que não previstos em prescrições médicas, bebidas, cigarros etc.

Utilizar linguagem inapropriada ou em alto tom nas dependências

do hospital;

Desrespeitar o cliente e profissionais que atuam no hospital;

Utilizar telefone celular, fones de ouvido, aparelhos sonoros ou máquinas fotográficas durante as atividades de estágio, exceto em casos previamente autorizados pelos setores diretamente responsáveis e/ou direção do hospital;

Uso de roupas inapropriadas ao ambiente hospitalar;

Uso de jóias (pulseiras, anéis e adereços em geral);

Trazer amigos, parentes, acompanhantes, observadores e outros para visitar o hospital durante as atividades de estágio;

Comentar assuntos confidenciais referentes à Instituição ou pacientes, seu tratamento e seus familiares;

material do setor sem autorização do enfermeiro da

Retirar

unidade.

Consumir lanches e refeições oferecidos aos funcionários da instituição; Utilizar os telefones do hospital para realização de chamadas particulares;

Fazer qualquer tipo de refeição nas unidades de observações e internamentos, bem como utilizar as copas dos setores destinadas aos funcionários.

8.

CAMPO DE ESTÁGIO

8.1

ÁREAS DE ATUAÇÃO

Hospitais do Município

Secretaria Municipal de Saúde/Unidades Básicas de Saúde

Clinicas

Empresas

Consultórios Médicos

5ª Regional de Saúde

9 - ATIVIDADES CORRELATAS

Participação em projetos da Faculdade e da Comunidade externa em áreas específicas de abrangência do curso.

10- NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

A Tabela abaixo apresenta a distribuição das aulas no semestre.

Semestre

Aulas Teóricas

Estágio

Total

160h

410h

570 h

120

h

410

h

530h

Total

280

h

820

h

1.100h

a) Os alunos do 7º e 8° semestre deverão comparecer às aulas de

Estágio para o desenvolvimento do estudo e orientação acerca

da metodologia do estágio e elaborar o Relatório de Estágio ao

final do semestre;

b) Os alunos do 7º semestre deverão apresentar um levantamento

de dados em todas as áreas da Instituição, um relatório das

atividades desenvolvidas no seu campo de estágio devidamente

orientado, com fins de diagnóstico da saúde no segmento;

c) Os alunos dos 7º e 8º semestres terão comunicados,

antecipadamente, através de um cronograma dos horários de

disponibilidade do Supervisor de Estágio, cabendo-lhes agendar

com o professor as datas de atendimento.

d) Os Projetos e Relatórios deverão seguir os procedimentos normatizados pela ABNT.(Conteúdo, metodologia e formatação);

e) Os trabalhos elaborados pelos alunos, ficarão sob sua guarda e

responsabilidade;

f) As conclusões dos relatórios deverão ser pessoais, substanciosas

e objetivas;

g) Os relatórios idênticos serão anulados.

h) Não poderá haver rasuras nos documentos preenchidos à mão, e

a letra deverá ser clara e legível;

i) Os documentos dos estágios que não atenderem aos requisitos pré estabelecidos serão indeferidos, acarretando reprovação na disciplina de Estágio Supervisionado e dependência;

11- ATRIBUIÇÕES DO SUPERVISOR DE ESTÁGIO

a) Orientar, individualmente e por grupo de interesse, o aluno regularmente matriculado e que esteja realizando os Relatórios de Estágio e Projeto de Intervenção/Participação;

b) Possibilitar que as fases dos Relatórios de Estágio e Projeto de Intervenção/Participação atendam às exigências das organizações onde serão efetuados os estágios;

c) Compatibilizar

os

interesses

dos

alunos

com

as

áreas

de

atuação, conforme diretrizes do curso;

d) Orientar na formatação dos Relatórios de Estágio e Projeto de

Intervenção/Participação;

e) Reunir-se, periodicamente, com a Coordenação do Curso e

demais professores da área para discutir sobre os

encaminhamentos dos projetos de estágio.

f) Respeitar os prazos e regulamentos internos Faculdade Campo

Real e as Instituições parceiras;

g) Comunicar ao aluno/estagiário, com antecedência, quaisquer

modificações e procedimentos que afetem diretamente o

estágio, a fim de que se possam fazer as devidas correções.

12. AVALIAÇÃO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS

No

processo

de

avaliação,

serão

considerados

os

seguintes

aspectos:

 

Cumprimento

do

Cronograma

de

Atividades

elaborado

pelo

próprio aluno;

Projetos apresentados;

Assiduidade às aulas e orientações individuais; e

Relatórios apresentados.

Cabe à Coordenação do Curso, juntamente com os professores/orientadores dos ensinos clínicos, estabelecer os critérios de avaliação e aprovação dos acadêmicos, segundo a legislação específica, especialmente as Diretrizes Curriculares Nacionais;

Para ser aprovado, o acadêmico deverá atender às normas gerais e

específicas de cada área do ensino clínico, com critérios de avaliação e freqüência determinados pelo Regimento do Projeto Pedagógico, atendendo a 100% de freqüência e nota igual ou superior a 7,0 (sete);

O Professor/Orientador deverá apresentar ao acadêmico, os critérios de avaliação do ensino clínico. Preferencialmente os formulários devem conter itens comuns a todas disciplinas e itens específicos por disciplina.

Em caso de falta, o acadêmico deverá redigir de próprio punho a justificativa da falta e protocolar junto a Secretaria Geral.

Para faltas tendo por justificativa atestado de doença infecto contagiosas, licença gestação, convocação judicial e de prestação do serviço militar, o acadêmico ficará isento do pagamento da taxa de reposição de falta.

As justificativas apresentadas serão avaliadas pelo Coordenador de Curso e repassadas ao professor/orientador, o qual agendará os dias programados para a reposição e comunicará o acadêmico.

de

A

assiduidade

e

pontualidade

constituem

critérios

aproveitamento e avaliação.

O acadêmico reprovado em uma disciplina que contém ensino clínico deverá refazê-lo no tempo curricular normal, obedecendo a carga horária prevista.

Em uso de revisão da nota final, o processo será orientado pelas

normas

estabelecidas no Regimento Geral da Faculdade Campo

Real

13. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O

processo de aprendizagem nem sempre é fácil. Por isso, é importante que

o

supervisor de estágio e os alunos estejam atento para os possíveis

desajustes e a conseqüente falta de motivação (que pode levar à evasão).

A motivação nos processos educativos pode estar referida à satisfação de

cumprir bem as atividades e às possíveis recompensas resultantes de sua ação, tais como reconhecimento, aquisição de conhecimento, avaliações positivas, entre outras. É extremamente importante que o supervisor de estágio perceba os momentos nos quais precisa intervir para motivar seus alunos, e também os canais adequados para fazê-lo.

Uma fonte para conhecer os alunos e saber o que os motiva é a sondagem inicial, geralmente feita em forma de apresentação, na qual o aluno expõe sua trajetória e os motivos que o levaram a fazer o estágio. Se o supervisor

de

estágio sentir que não há dados suficientes, deve levantar outras questões

e

estimular um diálogo direcionado para esta finalidade. Assim, poderá

traçar estratégias e ajudar o aluno a encarar positivamente suas tarefas e a encontrar sentido naquilo que está fazendo.

A intervenção oportuna, além de caracterizar a função pedagógica do supervisor de estágio, assume também caráter gerencial que estimula a boa convivência e a comunicação.

DOC 1

INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGIO

CURSO DE ENFERMAGEM

AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO - _ ANO

Aluno:

Enfermeiro de campo:

Professor supervisor:

Turno:

Local do Estágio:

 

Competências I habilidades I conhecimentos

Mês:

Mês:

Mês:

Mês:

1-

Relacionamento e Comunicação

       

2-

Observação e Iniciativa

       

3-

Princípios Éticos e Humanos

       

4-

Planejamento, Organização,

       

Execução do cuidado

5-

Correlação Teoria X Prática

       

6-

Educação

       

7 - Construção do Conhecimento

       

8-

Atitude e Disciplina

       

9-

Pontualidade e Assiduidade

       

10- Utilização do Método Científico -

       

A

Pesquisa

TOTAL

       

Legenda: 1,0 excelente - 0,8 suficiente - 0,6 regular - 0,4 insuficiente

Observações:

Assinatura do Aluno:

Assinatura do Enf. Campo:

Coren

PR

Assinatura do professor responsável:

Coren

PR

, Data

/

/

1- Relacionamento e Comunicação:

Espírito de grupo, cooperativo.

Receptivo à críticas, critica construtivamente.

Comunicação eficaz (verbal e não verbal)

Comunicação escrita adequada

Coerência frente a conflitos

Influencia positivamente o grupo 2- Observação e Iniciativa

Identifica problemas a partir da observação crítica e reflexiva

Identifica fatos significativos para a assistência

Apresenta discernimento na proposição / resolução de problemas no contexto situacional/assistencial 3- Princípios Éticos e Humanos

Conhece princípios éticos

Respeita princípios éticos e humanos no contexto assistencial e nas relações acadêmicas

Respeita crenças e valores 4- Planejamento, Organização, Execução do cuidado

Planeja e executa de forma organizada

Desenvolve habilidades

Executa com sensibilidade

Identifica prioridades

Capaz de inserir-se no processo de trabalho da equipe

5- Correlação Teoria X Prática

Fundamenta cientificamente o cuidado

Demonstra o conhecimento de conteúdos teóricos na execução do cuidado

Busca a fundamentação a partir da vivência prática.

Realiza a integração teoria e prática, na execução do processo de enfermagem.

DOC 2 - Solicitação de Realização de Estágio

Ilmo. (a) Sr. (a)

Ref. Autorização para Realização de Estágios

Em atendimento à Lei 9394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 6494, de 07/02/77, Decreto 87497, de 18/08/82 e Parecer n.º 35/71, vimos solicitar a Vossa Senhoria, autorização para que o(a) aluno(a) do Curso de Enfermagem desta Faculdade, conforme documento anexo, possa realizar Estágio Supervisionado nessa Instituição de Saúde.

Esperando

obter

a

aprovação

antecipadamente agradecemos.

de

V.

S a .,

Coordenador de Enfermagem

DOC - 3

CONFIRMAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO

 

O aluno

,

RG n.º

,

RGM

,

Curso

,

Série

 

,

realizou

as

atividades

de

estágios

supervisionados nesta Instituição cumprindo

 

horas.

Guarapuava

de

Nome:

Responsável pelo Estágio

Instituição:

de

Nome:

Responsável Instituição

DOC - 4

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

FOLHA DE FREQUÊNCIA NA INSTITUIÇÃO

Nome: Curso: Série: Turno: Instituição: Setor: Local: Carga Data Estagiário Responsável Horária
Nome:
Curso:
Série:
Turno:
Instituição:
Setor:
Local:
Carga
Data
Estagiário
Responsável
Horária

DOC - 5

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

FREQUÊNCIA E SÍNTESE DAS ATIVIDADES

Nome:

RG:

Curso:

Série:

 

Turno:

Área de Interesse:

Instituição:

 

Carga Horária:

Setor:

Local:

 

Atividade(s) realizada(s):

 

Descrição e desenvolvimento:

 

Dia:

/

/

Horário:

:

OU

Período: De

 

/

/

a

/

/

Anexo:

 

Nome:

Nome:

Responsável pelo Estágio

Responsável Instituição

DOC 6

FICHA DE AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO DISCENTE Objetivo: avaliar o desempenho do aluno no campo de
FICHA DE AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO
DISCENTE
Objetivo: avaliar o desempenho do aluno
no campo de estágio.
Aluno/Estagiário:
Curso:
Período:
Disciplina:
Período:
/
/
a
/
/
1 -
As atividades programadas e/ou desenvolvidas estavam de acordo
com a formação acadêmica recebida?
(
)
SIM
(
)
NÃO
1.1 -
Destaque as atividades desenvolvidas que não estavam
incluídas no seu programa de estágio.
1.2 -
Quais os conhecimentos e técnicas, adquiridos em seu
curso, que foram aplicadas durante o estágio?
1.3 -
O estágio proporcionou-lhe novos conhecimentos e técnicas
que não foram vistos durante o seu curso?
(
)
SIM
(
)
NÃO
1.4 -
Que
disciplinas
do
seu
curso
foram
úteis
ao
desenvolvimento das atividades práticas citadas?
1.5 -
O
estágio
ofereceu
condições
de
aplicação
de
conhecimentos técnicos em atividades práticas?
(
) SIM
(
)
NÃO

1.6 -

Com quais equipamentos/técnicas você teve contato em suas atividades práticas?

1.7 -

Qual

a

finalidade

de

cada

um

desses

equipamentos/técnicas?

 

1.8 -

A orientação recebida em sala de aula foi adequada?

(

)

SIM

(

)

NÃO

Comente:

 

2 Como você avaliaria o seu aproveitamento no estágio em relação

-

a

sua formação profissional?

 

2.1 -

Como foi seu relacionamento com os funcionários do local onde estagiou?

(

)

BOM

(

)

REGULAR

(

)

DEFICIENTE

 

3 A supervisão do professor da disciplina foi adequada? ( ) SIM ( )NÃO

-

 

3.1 -

As condições oferecidas pela instituição foram apropriadas e suficientes para a realização das práticas?

(

)

SIM

(

)

NÃO

4 No quadro abaixo, avalie o desenvolvimento do estágio de acordo com os conceitos:

-

E

(Excelente = 90 a 100 ptos.);

B (Bom = 70 a 89 ptos.); I (Insuficiente = até 49 ptos.).

R (Regular = 50 a 69 ptos. );

 
   

(90 a 100) - Excelente

 

(70 a 89) Bom

(50 a 69) Regular

   

(até 49)

Fatores

Insufic.

Conceito geral do local

         

Orientação técnica recebida do supervisor (instituição)

       

Orientação técnica recebida do supervisor (professor)

       

Grau de compatibilidade do estágio com a formação acadêmica oferecida pela Faculdade

       

Condições de trabalho da instituição

       

5 -

Faça os comentários e/ou sugestões para o aprimoramento do estágio no curso.