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Br una Ying,

E stímulo s na inf ância g arantem

aprend izado

p razeros o

aos 6 anos , resolve e quações m atemáticas com dese

pais e ao

ensino indi vidualizado

voltura, g raças aos i ncentivos d os

mais divers os estímul os e revert ê-los

mais

novas sin apses entr e os

a famosa fase

“es ponja”, na q ual a crian ça apresen ta uma gra nde facilid ade de apr ender coisa s novas. P or isso, qu anto

neu rônios, ou

estimulada

em

hab ilidades de senvolverá . Nesta fa se, ocorre

A in fância é a época em que o cére bro está pr onto para r eceber os

aprendiza do. Quanto

mais a c riança for

pronta para

durante o s primeiro s anos da

lhe é tran smitido. É

infância,

um proce sso de for mação de

absorver tudo o que

seja, a cri ança está

mai ores forem

ling uagem, ma ior será o d esenvolvim ento da cri ança.

os estím ulos, seja m eles m otores, te mporais, m atemáticos , morais,

sociais ou

de

Co mo é o cas o de Bruna

ens ino individu alizado. Q uando tinha apenas do is anos Bru na começo u a se inte ressar pelo s números.

jog

irm ão mais vel ho, Caio Yi ng, para ag uçar seu g osto pelos estudos.

Akemi Yin g, que aos

seis anos já estuda equações

no Kumon,

um métod o de

Em

se espelho u no

s e brinca deiras com o pai, ela foi incentiv ada a conh ecer os nú meros e a s letras, e

Qu

a m ãe, Liliam Mat emática no

apri morar seu interesse p elos estudo s.

ndo Caio, que agora tem 8 anos , ia fazer a s tarefas,

Ying, fazer cópias das lições para ela rabisc

Kumon, e , pouco te mpo depoi s, também

runa ficav a observan do curiosa. Ela pedia para

r. Aos três anos de id ade ela foi matriculada

para

em

se matric ulou em P ortuguês e

Japonês,

Des de então,

estí mulos rece bidos. A m otivação é garantida

de

ela vem se

desenvolv endo muit o bem, gra ças ao aco mpanhame nto direto dos pais e aos

questões d ifíceis ou m uda

pelos elogi os quando ela acerta

estágio, apr endendo n ovos conte údos.

Des empenhos

pos sui sua ca pacidade i ndividual, p orém se f or mais es timulada e la tende a

como o d e Bruna po dem ser co onquistado

somente com estím ulos diretos . Cada cri ança

se interes sar mais p elos

est

dos e a se r mais crític a em relaç ão aos con hecimento

adquirido

.

Em

casa, é p ossível real izar peque nas tarefas

e atividad es para co ntribuir co m o desen volvimento

das

cria nças. Para

isso, é pr eciso que o s pais obs ervem seus

filhos par a conhecê-l los melhor.

Para facilit ar a

obs ervação da s habilida des das cri anças, os

pais pode m criar div ersas situa ções lúdic

s, como j ogos

edu cativos, ati vidades es portivas, c ontar histór rias, passe ios em zoo lógicos, te atros, cine mas e mus eus, por exemplo, a lém de aco mpanhar a s tarefas e scolares do s filhos em casa.

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Dur ante essa s atividade s, os pais

car acterísticas

ate nção e con centração;

rela cionament o interpess oal (facilida de em faze r novas am izades, co municação,

real izar um tra balho em g rupo. Além

org anização, o capricho, nov as.

podem r egistrar o

de leitura

as

sua postu ra enquant o realiza a s atividade s; seu gra u de

seu

etc.) e sua capacidad e de

observar co mo está a capacidad e de ua curiosid ade para a prender co isas

máximo d e informa ções poss íveis sobre

e a riqueza

de vocab ulário que

possuem;

dos filhos , como, po r exemplo,

qual a ca pacidade

disso, os

pais també m podem

a responsa bilidade, a rapidez e a gilidade e

No caso da Br una, foi feit o um trabal ho em conj unto entre sua orienta dora Itsuye Kobata e s ua família para

mel horar sua

concentraç ão e agili dade ao r ealizar as

tarefas. C omo result ado, atual mente ela

está

est

dando co nteúdos re ferentes ao

8º ano d o Ensino

Fundament al com m uita facilida de, graças

ao

estí mulo na do se certa. “ Foi muito fá cil aprende r Matemáti ca, pois mi nha orienta dora semp re me auxil iava nas atividades e aos pouc os eu cons eguia faze r tudo sozin ha”, afirma a pequena .

de Desen volvimento de Materia l Didático d e Portuguê s da

seu

ótimas p ara estimul ar a

cria tividade e o o vocabulár io das cria nças. Tamb ém é impo rtante ince ntivar o con tato com li vros e núm eros

des de cedo, le ndo para a sua base de a prendizado ”.

criança o u ensinand o a sequên cia numéri ca, para qu e ela com ece a fortal ecer

des envolvimen to. Ativida des como

Seg undo Any Red e Kumon,

Bicego, psi cóloga e co ordenadora

“estimular

as crianç as o quant o antes é

uma exce lente estra tégia para

fortalecer

ouvir canç ões e inve ntar brinca deiras são

Por ém, ela ta mbém faz u m alerta: “ Os pais de vem estar atentos pa ra não sob recarregar as criança s. É

impor det erminado a prendizado . Na medid a que a cri ança

vai

estí mulo. Por

mas

nos dizer q uais são e sses

tam bém não p odemos ult rapassar o s limites de seu desen volvimento. Quem vai

ass im por dia nte. Não d evemos n os prender

gradativam mente a co mplexidad e do

a contar a té dez, pod emos ensi ná-la a con tar até vint e, e

nec essário res peitar o rit mo das cria nças, e não

responden do positiva mente aos

exemplo: s e a criança

estímulos , podemos

aprendeu

aumentar

à idade d a criança

para incen tivar o apr endizado,

limi tes é a pró pria criança .”, afirma.