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HESPOSTB

Antonso de vaseoncellos Pereim Coutinho Macedo

C A I A R A MLUIVSOIPAL ADDaXliQXSTRAOOR
0 0 R 1 0 S & B O , E OS JUIZES SUBSTITUTOS DA
MBSMA VILLA,

AOS POVOS DESTA COMARCA.

PONTA DELGADA
n f r O a F l ~ p ~DE
1 ~MANOEL CARDOSO D'ALBER(;IARIA B VALm.
Rua do Garcia N." 19.
iim Miigi~trailo, .que tiiiilira ílr lioiie<io, e pro-
C)VASDO

c t u ~ nadiriiiii'ira
~
.
bo , é drnuliciníio ciri sc!ii proreiler ( l c e~ aoc I ) ~ , ~ o ~
Justicn. e tios qu.?t> ieiii itiitrccido ,-o"-
tianca , c recebitio coii>izntrs prob,is tle nlTeiyfio, ;, ex-
~ ~ o s i fraiii:a
~ i o e sitirei-a <Ia iir(.~>iicijo que os 'eus rti1iiili-
niaitor'es Ilie lizcrniii , I~ciri coti)o a re'pflki~i e a tlt>nCza
ue c o i i t i . ~ cllcs t l ~ u; porqirè cn tão esses I)OW)-F, tol.~l;~n-
%-..e Juizes inip;irc.iaes , decidiruni se rlle licou srnrlo ,
ainda , o iiiesiijo JILigihtt-adotligiio da h02 rcpüliicão cni
q u e sriiipre foi tido , oii sc o': srus ctetr;ic.torc.z iricrecpm
u esccai.,iciio pulrlicri , pelit i ~ l e i \ o y i ; idti s o : ~cfcniinri,i , e ~ t :
jhes rirfbe , na plirdse da ortlenaciío do i,eirio , o titulo dc
fdlsnrios.
O 1'ul)lico dele sahrr , quem siio os meus rleiirincian-
tes , direi, quct eriil)oi.3 seja0 tiosltwsi\ airirnlt aclucllcs fiinc-
cionarios , qiie íissign:rrain as ~ C I I U ~ ,C todavia
~ ~ ~ S coiii nia-
is X(:I~L seOdeve tlizcr, qile slío , fiiiiiilin de GLI.';IIIOCS ,
de riidos darias roni dotis hIagis~rados, que por nio~ivos
espcci~ics lisongc:~iii aqnellcs.
O Publico Laiiii)etii d e l e saber, qtie não sóo , o p~rri-
lato , a coricussiio , e a peita. os vicios, deqrie Gusiiiòes
m e accusarriiii, e que o verdadeiro aiotivo porque riie oclci-
atri, c poi'cluc ~ ) o s s ~ ai ovirlutle opposta , islo e , iuuita in-
dcpendcucia, \jarcl clue co~iwtionieiii , e Juiz , não os li1 es-
sc senilire coiiio m t e s nullos.
O IBiil)lieo lnriil,(:iii niiu deve ignorar , que Gusiiiões vo-
tarnni-iiie odio, tanto que tiverairi a convicqào de qiie ri1
não era uiir J u i z , qiic se fascinasse , oti corri os schuste-
res , ou cuiii a suo siipposta pr~poi~ílqraiiciíi ; f i ~ ii o de
4uc se deseriganaraiii logo que os traiei cniii a in~lili't~rcn-
$a que rncreccin, e qiie acolhi com considcrnc.50 os nirtis
Cavalheiros desta Villã, que por siia ediicado, airahiii-
tlade , c honradez , se tornara111 digaos da rilinha estiriia
O orgdho de Gusiniío asini iihatido 4 ~ i i duvida i a ler-
dadeira cauza do raiicoi- , lie nje consagrani ; eii tive
P
occasião de mt! convelicer c isto rtiestiro uziac!o e r r ~5, de
51pi-g de 1850 leio a esta \-iIia Eusehio t i a s Poras Fal-
cÃo , que enláo cri1 Go\ernador Cilil deste Districto, por
ue foi elle que me rleclarou , que aqiieiles n i o cotila\ão
!e mim oiiira olkiisa, acnàu ter-lhe feito ~ ~ e r < al ~pri- i.
meira coitsiileragfio , que -eiitcntlinin ser-ltict t l ~ irl:i \ : no
que respoiidi - « ctrrnpram G Z ~ S ~ ~ I Õ rCtS( ~ r n( ~ o i ~ ~Oi ! QJ:E
~o
a ciuilidnde enriirn , qtie ezc ano fillrnrri ponr cnn? P I -
l e r , cem o que a politica recooitneiidn, nn t e i * f e : « dc pile
tamhem sabe q i ? ~oqnelle bom Cidac!ão o d ~ i aos homens,
que o tcin conhecido CIII todas as 11linst1s(!;i sua vida pii-
hlica, iato é ci:rnc, EwriGio dii a r i t i ~ a Correici'io , conio
Siridico tias FrPii.i:s d c i t i i \- ilh, conio Provedor deste Con-
ce/lio , corria giiar.clii t1.c) Cont en to d'aclucll;is - Religiosas ,
e rnodei.naii~cnte coino Fiscal da Ciiiriara , Recebedor cio
Concelho , S111)stitiito do Juiz de 1)irctito , e 1Sscrittio da
&tiseridortiia : ~~orcliie An=.i:lo não é como o ripaiiro, que
scrvc urna si) \ ez uo ilriiio , ) ora cont iveiitlo erl coiil us
Cavall;eiros, tluc o coii~,ccciii trerri , irritori-se a silsceliti-
hilidude deste honicrii indtlsperrsai9el , ciijos actos se ach3o
idcri tificados corn Nono C;uii.al~cs (;tisinfio, wpi.esentaute
da lainilia do mesnto noriie; e por isso este taiiiberu rne
(fcclnrori guerra ; nfio porque sua iiidole seja mií, niassim
porqi~en&o pode repelir o irnari , que o sul~jugae o c o t e
diiz a fíixcr tudo o que off'ende , e a repelir toda a actão
boa qiir! nasce de seu coracfio. Toriiou portanto o mesmo
coiitn d o pqtcl ;- exige a minha transf'erencia , coni a
coiidicilo dc nho trabal tii~rnas Eleicões , - c poein cm al-
moeda o interesse tios Povos pelo capric-ho de seti Fel
Procurador. E acliou para taiito riispostos dous altos func-
cionarios; - uiii que disse rio Governo , que uão respon-
dia nem pelo socego desta Villa , nem pclo vencinlento das
Eleifles , não serido c11transferitio, -e outro que niantiou
iuquirir cor110 teslerilurihas iiii'ormatloras dos fitclos , OS pro-
prios q u e me denunciaram , corrio o publico verh docuriicn-
tado na rriinha resposta.
Ignoro qual seja a s o l u ~ ã o ,que Si~aWagestade dará a
ex~genttiad'hngelo encarnada no interesse de fnmilia de
G u s i r i ~ e s ,e acoticrtada com o roto ninnto do heiri pu-
blico , é dc espci-ar que eu q j a transferirio, conio á mui-
to pedi , e novanlente solicitei , ois receio quc nie infi-
P
cionc o contacto com os iiieus t cnunciantes, porque os
máos exemplos podem niuito. Qri~ndochegue este niomen-
to, fiquem os povos desta Coiiiarca certos , que eu levo
bem impresso em meu coracão as tlistiric~ôes, e o alrec-
ta , uc mc tribiitarani ; recordar-rnc-hei senipre de suas
virtules , e docilidade ; laço os mais ardentes votos ao
Céo, para que eu tenha uni Successor , que aprecie taes qua-
lidades ; a gualqiier parte onde a fortuna me leve , lá esta-
r i uin amigo , um procurador destes Povos, a qucni pro-
testo uma eterna gratidão , e uma profiintln saudade.
Dezejo , finalniente , que o Publico iião ignore , quefiii
mandado responder pelo Presidcocia de ReI~yiur uma de-
nlincia que u m incognito e mislerioso ente levou áquella
reoarticào , cootrii iiiirn , por isso pul~licotamhem esta pe-
ça , para que se não dira que occultei alpuiiia díts argui-
ções, que se ine lizcriitii ; e em scguid;i olfeseco a respos-
.
ta que dei.
Tainl)c,n~off~rccoao pul)licoj'a denuncia contra mim da-
da , por tres SuBsliiutos deste Jiiizo de Direito , beni co-
ii)o a resposta coiii que tiz caliir a iiiascaiSii a taes caluiri-
aiadores,
O Juiz de Direito
Antonio Yasconccllos Pereira Coutinho ,!Tacedo-
inislrsnio dos h'r;orios Erii~siastit~s, e de Jlistifa
Ri de Jesiica = Bli~ntlit Sua $trpesla-
5 Iirl,i~~tiqi,o

dtb a Hairillii remeitei ao (1on';elhciro V i c e Prcsidrriie ,/e

Itelritio do> Acoies 8s ii.c!us«s r<tpii;s doa Cfir,os diri-

.
I Diriiit 10 de Palila Dei-
$iòos ao (;O\ P I nador C I ~ Ido
p d a pela Camaru Municipal e p(llu .4dminislrutlor do
Concell~oile Yilla F r i i i i ~do
~ Ci!mlo, solire us fartos
urpuiilas i10 JUIZ de Direilu dii C(.nisn a d'esse titillo,
Antonio de Va:cl ncellor Pcrtbirn Coutiirho, e arderia a
mebma Auptlsla Srnl-iora qtie o rt~l'eridoCori~elheiro in-
.
fornie com o rLbu pilrrciar ouvindo por eferil~too Jui,
de- Direito de qaitl se Iiactii. P a ~ o ,em quatro de Je-
miro de mil oito cei~tosciiicoeni~e um. Felix Perei-
ra de Magalti~cs.

e Exeellenlissirno Senhor. A Con-


ILLUSTRISSIRIO
liuiiqa que os po~osdesta Coirellio dep03itaram e m
116selegendo-nos para admisistra r este hluiiiciJ 110,
' con-
fianfa a que :r69 desejamos torrt1rfiontler ,~eloiido OS
ihteresses do Concelho quanto estD ao nosw aicsnce,
tem-se torfbud~intie6rnz ao bem do 1Uuiiiripi0, e per-
judicial ás pessoas que çomyoesi ecta Curnora nq pre-
sença do inaudito yroaedirner~to do Juiz de Diréito d'
Çsta Cotnsria Anloniod-de Vaaceorello~ Pereira Cquti-
nho , que shusando do seu C a r p nJo perde brcaslào
de meoowaliar n Camats.. e vilipendiar cada um de
aees membros. O referido Juix patrocinando um ir\-
di-vidiio n quem s Carxturn junta com o Administrador
do Cmceiho mondbrii demolir um iissude que estava
katistruirido em uma Ribeira Publica ,sem iicen~oal-
gum& começou a uppeUtdar a mcsma Cnniaro de des-
purica, e rrn~seih~u.u.mesmoiadividuo a propor uma
&e& do f o r ~ ncontra a mesma C u m w i , que elle r*
cebeo. e processou por i a \ forma qtie eseasdalisoii to-
das as parroas sensatas de,ie Concelho. usai~donas di-
ligenei~sa qiie procedia de termos injurioia contra
a mesma Camars ; e esta desejando coriservtir armunia
com o Juiz qiic assim procedia. coricedeo licewa ao
aRilltado do me'inio J i i i z cie rckdificnr o nsstida em ou-
tio lugiir. c s6 assim o furor do Jiiiz amaisoii. ama-
sclhando ao seti protegido a drsisteiieiu da H C Q ~ O .euja

. . .
iocompelo~cia era clora em face do arttgo trezentos
c i ~ i w n t ae sei9 do Codigu Administrat iro ttmutor
ciower~tae sete , duzentor c oitrsta numeros ~ w ,a

.
e doze. Mar a esperullça que o Cumara mcebeo ds.
sue n Juiz \%rido os bom desejos d'ella e a coiir-í-
esia pub1;cn qiie lia na boa ar moriia entra todas as
Auiboridadas , e fonccionarios deixaria d'a hostiiiertr ,
desappnreeeo depois que o mesmo Juiz em uma rua
pijblica em que camitlhava com os seus amigos soltou
a i palavras ntnis injuriosas r o ~ ~ t rao Camars, por esta

.
norn'e6r Vopaer do Tribunal de Policia Correcional-
qutiiro indiridua qna pela siia posiqito., e circuris*
trncias davam as maiores garantius de Justiça. Um.
Camaro que nas ruas publre~is6 appellidada Qe erku-
.
pida, de mslvada e de dospoto por um l u $ da Di-
reito 'nW pode totitimuar s íunccionar. com poyeito do
Serviço em qwtit~.esm JoM de .l)ireito funcqiqnar a).
Camrires. Por outra parte os Ilfembroo drCa-
que como. os seus antepassados gouircm ,a - p
cf6 ~ r n àboa .reputsç80t.e da wspeito de ieqc @nei-
dadgos. li80 qnerem fazer um serviço que da aeqrilo
de roem p~ezadorpor um Juiz que o @o pa-~
'fazer se 09 Supplicantes se eunrervarrtnac e ~ * . j r :
lichlirrm..'Nratii~ciretin~tanu~ao.não podem W.r>bai~a
a~sigabdosdeixar de pedir e Vossa Escellrnsir-o r&:
oneruçao b dosrgos que.oecopam em quanto JP*
t a l iuis ptle c l k es Sba0PL-u.8uiPi POffp.B!
pouca dignitlede d'elle, a sua incapacidade paro e c4r-
po que occupn, e a ~arcialidadeque o~ostra a favór
dos inimigos d a Hainlia, e das ConstitiiiçiSes vigentes
n8o (levem ser dcscarlhecidas de Vossa Excellencia'.'
Qiiando Frossa Excellencia o30 po.sa dr ferir ao r~osso
pedido, por n3o cnl)cr tio limite dassuas attribuiçùes.
rogd~no, a \'osso Erct?lleiicia se digne soiicilur do (;o-
verno de Sua 8Ia:estade a eroncraçao que pedimos.-
Deos Guarde a Vossn Excellencio , Villa Frrnca do
Cnmpo à de Novewbro de 1850. - Illustrissirnu e
~ r w ~ i l e r i t i s s i r nSeiihor
o Governador Civil (10 I)islriclo
d e Poiitn Delgada. - O I'reridente da Camara. JORO

Dias Botrlho. -
-
Rorges Botell~ode GUSBRO. O Fircn l A npclo Jor6 .
O Vereador, Jose Francisco de Mnt-
t o p e - O Vereador, &íanocl Moniz Furtado.
conforme. Secretaria do Governo Civil de Pot~te Del-
- Esta

gada '9 de Dezembro de 1850. -O Secretario Geral,


A titonio i1.3ercelino da Victoria.

I LLUSTRISSI 110 e Excelleniissimo Senlior. - Ven-


do que não posso corresliondt~r á ronfiatiya que Siia
Megestode fdra servida depositar em mim ilomeuii-
do-me Admii~istrsdordeste Concell,~: porqtic u n Juiz.
.
bem 1 4 sge do cosrorrrr parti iazvr ribspeii,ir a auttbo-
ridade que exerço, e pura qiie o serviço se faça co-
m o cumpre. B o primeiro a desvirttiar e ~ s asiitlbori-
dade. e põe torpeços ao rntustso serviço ; \ou pedir a
\'ousa Ercelleneie Iifijn rie exonerar-me do predito car-
g , ou solicitar do Governo (Ie Suil Ui~gcstadea mi-
nha exoneraçào em q u ( t i ~ot u~i t i l a l J i i i z de I>ireiiodqg-

.
ta Coinarca , -4ntonio de Vnscor~cellos Pereira Couii-
oho lunccionor aqiii como Jiiiz. Kùu ignuril Vossa Ex-
%Ileocia q8ie a Authoridade Adiiiinistr:iti\a. nao p6de
ter a força de que carece, quando u Autliuridade Ju-
sirvoram P niibw ntniorrs, (It! w r t o a ot~ilii~ridoile çiie
exerce, leria sklo dcsiit.atida; e I i ; > F n que o nfio seja,
em quanto eu a excrcrr. C du meu deter ptvfir s mi-
nha exoneraç2~ Alern ilisbo por mais qw eii queira
'manter a boa o d e m , e evitar ou ct.imw, n;ii, o y o s ' i
coosecuir, em quanto aqui i t ~ i i c c i ~ ~ ~um iiirJ H ~ Z
que
.kpul\a na esqileeimentu qiiapsquer Auinq , ou Iheu-
r n b t ~ que, deita A<lmini$trncfio Ille sbo rernettidoi
p r bem do 3erviço. corno fitz o aeiual Jinz de Direi;
o : De IRU~S. se corno partieiilar , a i l l b p6de o nciuak
.
'Jui's de Direite rneni,sprerar-m e não q ~ c r ~ rVOS& á
Ereellencis , nem ser$ da í i l t ~ n t i nde Sua .Ilngesfa&
que eu runtinuc a servir um Ernlirrço qiie pela im-
mediata relaçllo que tem c ~ nn de Juiz, d8 lognr pn-
t a deprimir-me. . Pinoltn1311te como Emlbregndo Leal de
<Ccnerno,de Sua Magestnile , ' e >eu Sub-l)rlegadu h&-
'te Concelho, nHo posso deitar de mogout-me no Y ~ F ,
que OS amigos do mennio Gotrriit). sãu c~rr+eprrirlt~s e&
'~o$(I 8 m~ccasi~o que $e iiie t,Ri?rrce Ho iiirsmo tem+
u r dh i d a a einsideruçfio , c ~;rtltt*rçíio80s iainiig6s
L-I
memo Goreroo. e m quem t i i e rnn,iantcmmtc
Por estas comiderr~óes. e levibdo do inikresse IiubR
;a. OHSOpedir a Vossa I'.xcellencia se digne Lònrè-
A+r-me o oroneraçao do 'cargo que Oecupo , em qw-
o actual Juiz de Di~eitoít~ncciobnrn e t a Cohircik
*DGs . Guarde a Vossa Exrellebeia. ~ d m i n i ~ t r a çdo ~o
. C o ~ t 4 h pde Villa Fronen ão Campo 1 5 de ~ o v r r y b ? i
-
d e 1 R50. Illustri5simo e Eaeeil~ntisuihoSeoboi G^

i-i?niniat radorlilo -&g .


:rtv-wdor "Civil do PisiriEto de Ponta Delgada.
AieíPÍB J Q ; Itôkêlbo
~
'O
ib
Gusrnao. - Esta confr~rrne. Secretnria do Governo Cie
rii de Poi,ta Drlgadil 9 de 1)ezc:nbro de 1840. LO
Sthcretario Geral , A n l o ~ ~ ihlai-celitto
o da Victoria. 4
6 s t d cuiiiorrnc. O Guarda Mór da Ralaçb &s A ~ Q -
res , Luiz l'edro Sevcrim.

iq LLC'STR!SSI;110
Es.'
dena V.
e Excelleriti(isimo Senhor. -
ria Portari t cle 4 de Jacieig-o ultirno,
Qr-

iie eu rc~politiiiaos cupi tii!oi d ' i i c ~ ~ s a p & que


~ , rui~tra
ciiini fizer.;iiii subir ii prcsencii de SIIR M B ~ Pie. SI~ em
8 de Novpml>ro proximo parsil~lii, o Cumara Mtlniei-
pal desta Vilia, e t X r n 15 h)-mpsnio mrz o Adrninis-
trodnr do Cunct~lho: f'aI o Iiri go*iosutneiite, jh por-
qtie terei occrsiòo d c mostrar a tiriijlia honra tIlil)iidil.
jii porqilc desafronts:*ei o credito da dist incta Clnrse
a que Lnoto mi? ~ r ~ u ! ) r e de
.
~ o p t > r t ~ t ~,cjá~ r porq11e Ine
hei-de mostrar (ligilo d'ocrol~ilra Jurisdicç&i, que Sua
&lugestado Houvt* por bem coafiiir-nie, e j6 firinlmen-
te florque nnriiqollnrei n m:kin ia ealurnr~iti. que foi ur-
illit~tilindo as rnhs para tarito o r:tocdr, e u incejtb.
Perrnitla-me V. Ex.', qiie untrr d'entrar l i a rfBs-
posta de mirihn acci;suçi~o, e dí:nuncia , que c m a :
meio de justa dof'eza eu considere t i f i t i pela rtorsn .Le-
. ~
gislaçk~cath estabelrcido como regra , lilira aviili;tr.
O peso d'uma denuncia. Em rolsçao b boa ordt*in de
JUS~C~~ÇA , OU erros d'officio , ternos o Alvark de 2 1 de
Jolht, de 1759, e o Decteio (IQ 2 '1de Julho de 17 1 1:
todn~iiinrstes Leis riao se ci~i~sigo:im as tejirils rit: prr-
vençào cotitrs os deni,ri':i;tiit:~s; 4ir:hcimol-ns p ~ rmi 11a
Lei ({e 29 ( 1 Março ~ d e I 7 1:). +*mque se t-stahrl~c**.
que o Ministro que rt1c~l)rt(it?~tuli& ias , SP 11 113 ~ l * l n
&)da a enutelltt aterig(i,,n lii. que n8o a~j:imas rnes-
mss dadas por i l i d r t , SillsitI . d : ~ tiii ripgiiriyn. &*ia$
regra. qiie deisi) cstabal.eiillfs embora sejom dii bg
*fia\
tem sempre spplicnçfiÓ, quando NO h i Lei
gera\, como 4 sirbiilo em Direito. Assim considera-
dos 0s principíos Iegaes , que dcienl servir de norma
ou de bursulil para avolictr uma drnuncia eu terei to-
logar de ver, se as dadas contra mim &ao
iiikceionadar pelos vicios, que as tornam difficientes
o se em conforniidade com a Ordenaçeo do Livro 1.*
.
Tit. 73 naquellns ce respeitarao a s dispugições, qim
s mesma Lei esiabeleea para 3s denuncias dadas pe-
los quadrilheirol.
Se eu nfio estivesse certo da imparcialidade dobo-
verno de Sua Illagestade, ou se eu acroditnsse o i r i -
dicitlos hnim. que meus drnuneiantes tem feito cir-
rulur com ostentosa arrirnt8nii1, r180 re ~ejnndod'#-
iirmarem , que Iior mui, iofiiiidados ,?ue sejam
suas deniinci~so Goierno os Iiude por f o r g al.tsnder,
por isso que deyciide d n siin irillurnria na proririd
f?lei$8o de . Depulados , qiic elles emeaqam nùo; lbe
prestar, se eii n60 íor tran,fcriJu. de certo muito
mal empregado seria o tempo , que pastasse em jus-
LlGrar-me. ponlue tudo seris baldado. mos eu con6;
aiida, como d t b v o , na iiitrcridalit? $ 0 Governo , e na

. .
sua jrisli~a e sepuro, conio estoil , dii rnitrha c o n e
niencia ~ U já13 P iiir HI P ~ ~ ~ , .
P Iteorno liomein o<
~ O011
ns qt~elidiidede J t t i z , toli ariti3tiir srtn n!edu a i es-
lurnriitsnr maqii.naçúi:s d'rsr~snieui 130 pi~derusosde-
nonciar1ti.s diaiile de qwni e.ler eiilenilclii. que H ( & O
Go~ertio&\e curvar-*c. l i i n . ' Sr . gt~aiidllum Juiz
. .
1~0bo e honraílo em c u j l ~ tid:' Imblit ii itão lia uma
d mancha , ,e v4 ntucadtj ~ ò uinjllslii .
mente, r6 porque leve a ilesgraeu de lurnr cem a v;.
rrli~ninioss-

r8 da Jusiiea ,em iim partlnts . e rirotegido dos

.
.
men +lerosos pela NU^ i ; ~ u ! ~ z ulltie ~ - i t ~ ~ l l i ,i frf
em
d i t ~ j i o.para iurio so Iittrqiir sflo i irt,s. esski Jttit tpm
tarnbeio diieito siigriiilu iiiio só iiiir.t se dt*lilider. mw
para mtstrsr a41 Publii-p u ciirut ter de scu, dewu-
c iantrs , qije com a -imn ~?irl)llcnncs lahios , e
resse de Samilin iro r.viuçi'io, foram ruubnr a V. Kx,'
o t ~ m p oprpr itai) c ( + i ~ iaiciu)snr rceiariinqòe, : 6 iao
que vou fazer , svja qual for o resultudo , mas jánrsia
ãtraiqoarei ti \erti,idt!.
C!assificarei ríid,i tlm dos prifos d'orcornçfin, c de-
nuiicia da Cii(~~aru elii capitular ; de>arnin(k que seja
a cslumiiia verei sti posso (iernonstrar , e Iirotsr, q ~ l e
a Cemnra dcriiiiiciiii~tese c l t ~ v c . ter como Ri! do criri,c
.
de que me arcusn e por taiito dlgiin da ç a n e r & i ~pe-
nal da Lei , nRo si5 pelo Ilaier ronimettido. nlas tam-
Ijem pelo denutiria Salse q i ~ etlco.
Priniciro Capiiulo e=: Que co como Juiz de Direito
abuso do poder, qitc a L e i me rnid'rrc.
E' e Ordvriiiy50 do I A i t r t ) 5.' T i t . O 7 1 que nos ela+
sifica o que w j a abuso do ~ ~ o d;í ~isto r O , o crimeque
commeitc aqtielle. qiic ccmstitiiido em aiiihoridude se
serte d'ella garn adquirir olgtio~ pru<onto; tnrntiem lia
sbuto do poder qi~atidnum J i i i z fnz ~iergiininssugpes-
tives , e eniilosss com jierrussões dolos~s, e falsas pro-
mcsslis ao Hen preso, roino dispòc o art ' 986 da N.
H . J. - Exm.' Sr. , os drniinciantes nao apresenta-
~ o ùIleyado , e se
ram di~cumento e u m ~ ~ r u l ~ ade
.
~ i scii
nBo o fizcrí~in, d porque i i i ~ oo s iistian, d por ialito
tat Qer~tinciaurn ~.rciimadod;t.rntrurtcs, e ttrti:a aiais
a 4 . quanto eu Iiuxro o sprl.s~ntiir u V. lix.' um do-
ciinlrnto q i ~ t ! ~ I P S I ~ O C a oli'enro , que os denunciantes
fizeram a rerdude , a ceiiidão n.' I prova que cu co-
Juiz regriio ttido qiiaiito a Lei nie ii30 db. Em-
#>rasoOS meus Jeiiiiriciento , par* qiie apresentem ti-
tulo d'acquisiçho reiia por mim. inrio com os mvsmos.
para que me grovt-m se jáiiinis iiolei a disposiçho do
art? 9S6 da Fù. H. J . . qurnda o isto nao ralisb(am
deixo wbre siins cuiisc ienct~so remorso , etit regít-os
opirii8n piibliea , para que os rlsssiliqtie. Devo po-
rem @t nus moos de VI Er.' dwurnro:oq, que oiio
dpixem n;i dutiAn n mrci ~~rore(ltsr,ct~rno Mngiitradu:
dik ceiti,iào i).' 2 se i& , que o Ti i b ~ r l i i lSuperior ut8
I16.j.? ut lioe uma eeniiiru para iile inlligir. ate 110-

.
aintlu iilu rnteiideo qiie ttu mereciu ser rniiltodo
b g a o Juiz denunciailo ern seus Jrilgadus tem sidoim-
tcko, e recto, pois A 1120 O ter sifio alguma rnanciia
dt~rngririau seu errdito. ~ i n d amais. S r . , n certi-
d h o.' 8 conlprova , que eu trrilio b i d a um Juiz de-
Iigeiite. e exprdiio em rurnltrir os meus deteres.
Prrrni~l~i-meV. Ex.@asonl. qire eu itpreseibte o
padre que i I r i ~ otlrl-osto ~ ~ r Iado
l o do rrvibrso em rr-
biõv á (:amara deiiiinciiiote. S60 1)s 11omens. que me
WWJO os que aliiirao do 11oijt.r Iam ~irovciio dos srur
.
paretiies ou aniigos : levarfio-rne ;i r a q a r [I m v60 me-
E d o , que r obrta sem~ltinrit~*s torl)ezijs, B iridirprri-
mrel, qiia o Gtbtevno de Sua hlageritiide ar r o t ~ l l ~ g e .
para que deFnuthorisr. a queiii us ~iraiicat B r n nome
du Lcy , e w i r n sim recnhiu o ciistigii sobic ns c r i -
sbino\os. Exrn." Sr. A Certiciào r).' 1 t drmnnstra,
puc: a netual Cantara hluriicipal documerito - - A rrn
t 9 dc* Jiii~cirode i 850 foi HO locnl tlit Ribeira d' A -
goa d'Alto. e ali de9truio um ossude, que urn liti -
.
gantr aodabo construin~lo porqire parti tanto havia

- .
qbúnya lo lireceito Judicial , o l>ocumrn~oletra -P
assim o [iruva E* por esta forma que a cúmara.
ri? torna refractaria ao que dispor a Ptbrtliri+ Cireulúi

.
do Mirv.sterio do Reino de 6 de Julho de 1836 a:
p a I ihrs prohilie que se ingiram em oegocios de
.
&rctiça a fim de evitarem conflicto de Juridicçiio cora
q mesmo poder : mas ainda o scu abuzo não pprou 4-
gur stj ; que dispt~siçaode Ley foi rerptlitadn fielos de-
qpneiatttes? nsohuma? porem sim violarum n Orde-
.'
do Livro 1 Tit. 66 g t 1 porqiie se distruip
sem que previíimento fIbsse citada a partp interessadp
p r a que ella, QU se defendesse. ou at~nitiaseá coa-
ren>en<;irda kteqçao dos-dwunciantc$: vjuiou-se maje
o arfigo 96 ilo Codigo. porque a seltielhs~ep m
dtlr de ti:^ n i i t e r t ~ d * ~dt~lilit~ra(ào.
r e esta jOoiais at+pa-
rectbo eii, J ~ i i t n : irirringio-se o nuciicro 8 tio art. 120
do r n e s r i i f ~Ciidigo. porque ali disliòe-se; que se p
s a m dcsiriiir os Etlitieios , arrriir~odlls,mas o iim as-
sude riir~puetn eliarn;irá l i d i h e . s6 se for a Cnrilara
deniinci:: ntcx : ci~lcouse aos pkr n (lisiioaicro -da art igm
.
i 23 do C i ~ d i ~ optrqiie $e ~irtilicuiiiIrn ai-io , qur i
IAt*ode t 8 IIP Ahril de 1832 riassilira mrno delicio
e(1ntt.a o proprirdutke , Iiorqiie deitriiio-se um acrsu,-
rio i~ldir~ei~siivel n uma rni~quinuir~rIiis~rii)l e a~rictda.
pois derruhudu-se u asstde o moiritio na(> p(a8rria
i por tanto desprezou-* o favor da LCJ em Lu-
~ i * f i c i oiio Citindiio; miis parque fim ?e curidtniraci
' h i r n w rnrlis drnuneiunter? B o qtie V. Ex.' v a i so-
brr agora. No Ribeira d'Agoa d'ASto ha d~flvrrntes
itiointim. e cada um dt~steuteni 1anc;aifo no meio do
%rito da mhrma um ~ssu<leaonde se elrva a agoa ,
faz aridur tiy e e l l ~ s; 6 dono de dtjur, que firam

.
pioxirnes de uma Pontr Publirr que atravrssa aqurlli
Ribeira Jacinto Suares Ik~telliode Gisrn8o. e b sup-
p+trior a estes o d*iiqiielle, a quem a Camnra d i s ~ r i t i ~
-a a§sildc ; OP,I srndo jactnto Sonrtls Botellio de Gus-
gobrinho do Presidente di, Camiira , documente
tendo sqoelles pert~ndido eiubaracar , qne o
X -e
.
nuinha $olicri«r andasse e~nbargou o dito aszude ,
'tai~toqile isto fG f i t o dei~ituO ernhargante dormir
Q pioeensb no Certorio. o r~r~barpudo pwem em v i a t i
&a disp&it$o d4~ait. 240 $ 3." da N. R. J. akeo-
$ou o p0de.r para reed ificfl~,[irebleda a 'caugiío de opem
&emdiet,(jo, dueuwento-F -- ; inutilisad~a vúnie-
&e , e i ~ e r e g g e sde r u i Jacinto por esta forma éatei-
o mesmo, qiie era .necesaa~iubrap mai, forte
$)ara sustentar os aeus $ir&, e m i m ieio par-*
debaixoda tute\k de ~u Tio o Presidente de Cama-
dliifi&O <phra ktaato da 'imr ac@o d8Eoibar& :
e como zenl~orda Ioíii : i d ~~ ! O SVereailor~snâo Iiesi-
toii eli, ir logo dc.oiortkri ;,r o .iraride corn o pretexto
de [IUe i e I i ~ v aert) r i s c o o .r;iiraiiç.i da Ponta Pu-
b:ien, e cor^^) t,11 0l)rii si: I ~ I I I ~ I ~ sertid6es
I ~ V ~ ~ I ~
Ji? I ~ ~ r l i c i i l n r ee~ .firliilineriie, que a Cijmara nZo ha-
.
tin roiicediilo iicenyii Ii8:rit tiiiilo o Documrii!o
- 4 a n,irraçao do qiic se dcixii dito. Quc o firn de
- S

t ~ oiicfi~n(lo proceiler de i i i c i i 3 d i ~ i ~ i ; i i r i n r i t ~njo


~ s foi
outro setiào grotegor os inti~ircscs do solirvdiio de seti
Presidente V. Ex ' o artiurh I~ern ~iaieníce demrins-
trado nos di~poitneii(os,quc qe leerti rio doei~mento -
-
T) slii se a d i a e4vcii;n;ido , qiie o p(~r~~ama~to da
Cnmora nu destruiqau do iissii~jeii;io poilis ser outro
scnao tirar da concorreric.ia com os moinlios de to1

alpuina evitar o d o ~ n i wh Poiite Piiblicii pwque mls


acha-se a grande distancia, e se rilecima clpusa pu-
.
Jacinto o do dono do mesrno ; i s s i l d ~ , e rino por forma

desse vir o rioffrer o50 seria occilsionn~lo pelo sssiade


derti~oido. porem r i i i ~ por t+iIu(3lle~ U pn~ximo
P da mes-
ma e x i d i a , e qiie (! do rohrinlio d o l're*ideiite : que
n5o ficava ubstruitla a servid!io aos pariiculares. pois

.
terdo c x t ~ l i d ~ri'n(lucl1e
) local hii m ~ i sde 6 nnnor tal
assude scinpre tiiilin Iinviilo rommodn pa*sapern. A
prwii da? piovns ern I>irritti. que t' a ribtoria . con-
firma o ytie se deixii ~ l i t ncorno sc pjde +er do ducy-
- -
rnei~to C V. E%.' ver8 nlairi pelo documento
T -qcid foi a prova que os meus denunciariter file-
-
.
ram de sua d e i t ~ z a documente - S .- ella foi nulla
para o fim. iiorqcic sc produzia, fui todavia procetlrs-
t e prla primeira testeiriunha, que revelou o facto. de
giie selido Perito ao momerito da desinoronn~~ude-
c l i i r ~ i iaos meus deiiencianies , qiic 1180 deslriiissem.
qiie nào era preriro. Que )lu por iiirito a coiicluir de
t ~ d oiato nfio que a Cnmiiro com o m.iior eocan-
veio a Juizo allegar um tiirbilIiào d'inepciiis, um
amoiaioadu da fíilsidud~~ ! que ~ u l r deousa fie@e coa-
rli~ir.$e riõo qtio ns m w s deniinciantes servindo-se
nua triithoridade foram destriiir iim assude. nao com 0
fim de zelar os io$ratiuuros communs do (.hncelh~.
poiem sim para proiegrr os interesses do soi)rtnlio 'de
seu Prt*si(len~e ; quem nlo verh aqui um mnriifrsio a-
buso d n poder ? Em." Sr. núo foi i<, esta a torpeza,
em que a cammnra se precepitou. elle ainda foi mais
lortge, puis fia^ dtii idou sccurni~larhquelle rrime um
outro tambenr iiefando. e qw revela at8 que ponto

. .
Lars furicricnaricis , se achavam Fascinados f ~ o i a na0
tremeram ao illaborar ums ristoriu em que simen-
trrarn s neccs-idade da destriii~l'iodo mude, I)fbtu*
ir,ento = 11 -onde re 18, qiic os l'eritos ttntvntiiarn,
que era ir~dispensnrcl e destrui~5o.porque n Ponte
Publica com tal obra rnrria risco em stia srgiirniiça
e as ser, idões particulares ficavam obstrciidnu : mas
.
t ~ u e havia (I'ucontcccr , como o crime deixa sempre
rasto apoz de s i , o fim de qiie a Lei persisa o cri-
minoso, mais tarde uma Sentença alcanfrda em Ji~izo
ronten(-ioso julgou tal auto de vistoria feiio pelos meus
deniinciantes uma fi~lridad~. nRo s6 por que s ells con-
eorrro um s6 Perito, m;is tan~brmporque havrndo o
mesmo impugnado a debtruiçao do asslide, bem pelo
rontrario so escreveu noquellc noto: B este o Perito,
que d~pAz,documento =T 3e este u crime de fal-
tidnde que coniprorn o dorurnei,tn =H=

.
instriimentn ein toda a integra daquelle processado
ha subejo logar n conhecer quoec a. baser em que
.
e iomo seja tio>

se f u ~ d u u a ~eclienrR. que julgou a falsidade. Estou

.
ronyenciilo que tanto qiie V. Ex.. ler tùo inandito
proceder tl'sbuzo d'acithoridade sggravndo com o cri-

tar a Juizo, por parte dos deouncianirs. dira quem


a~rirnprocede ouzoii dar uma denunrii~fwl~acontra a-
.
me de fi,lhificnqùo de iim I)ocumenio. que se veio jun-

q u e l l ~ ,que drsmnsrt~rouo de peiis


crin~irio~o
denunciaiites; e oòo tiemeram este5 ao lembrar-rei
que eij. Mrgiglrado nggrcdi 10 $em dtiri:l;i nno Ení-
rjria &ar m, csquct-iineiliu h e i 0 9 , qiie rt:vdlam nZ<r
@ crimes publie<w. mas tambem irrn t'tjndu {Jo perta..
ridade? V. Ei.' tio discorrer tSo juiliriosantente quer
agm dutiJa dnr as Ilorirus dt: inediiasao, e pe:issrnrti-
to a tses funcciriarios ; todabin sc por uin oiomrlstcr
8ltealerrno,, quem náo inediioo , ori pmmr antes de
praticar o abuso do IK><~CT. e falsidade, j n n i i i i ~podia
ter rnoi~eoto rdleet ido. Setn d:i\ ida egiialmanic V,
Ex.' pet)ssrh, que se \Ii porido no alcance de r30 rn*
grm factos, qual fosse a rninhn eofidí~ctnem rirta d e
dispmto no $ unicu de nrl." RSJ JR N. R. J . , O
Certidao n.' 12 provo qiie ao Xlinisterio Piiblico jb
foi Jlido conheeitnento do cri~ncpara requntx o qgw
for de justiça.
Do quc se deixa exporto, e ckirumeutndo ge r&.
~ U Ba Camsra eorn falsidiide me urguio d'cibuzo do po-
der, eqque se assim rnc apodam n8o se @de ter se
a40 como pdi odio, e vinynor,n por cit o haver jrilgado
blsaria : giie o mesma l a r a l d o ou eoi>liceimciitu de
V. Es.@ tr11 embuste riao foi corli A mira de diir i+
guruitça oos interesses piibliras , porele sim para t c t
se era transferido um Juiz ,. que lhe serve tlc torpeço
ao bom arrsnjo dss convciiieri<:ios peuvaes ,e de Ca-
milia do Presiderite da G m a r a den~sic~onte ; 6 por
t a n h tísirel a todas as lazes i n t ~ l l s c t u a e s , que a de-
nor~cianesta parte peceou na formn pois tornou-se pw
r8 banalidade. bem como rio ethencia , porque eila ,?
i &infecionada dos vieios, que r c g e i t ~a 1 . e ~de 2 9 de
liarfo de t 7 i 9.
Respondendo agora ao segundo Capitulo da d e n u r
eis, ellc tem por objecto o seguinte. que eu n ~ d o
escarete a Cnmarn, eiiegando n alciiniiat-a em u m
rua pblica de estupida , e despota , mas tamltm: YL
jipndeio cada um d o 9 seus membros.
,
A iaai8 formal recposts que devoria dar, serir o
&mal dcrpmo, todavis eu tiao qciero que os meti9
ealiimnisdores fiquem gem ser botiOos em todo, os in;
trinchvirnmentos , que julgam segura atalaia para
.
píarfidos tiros. Exm.' Sr. decli~ro a V. Ex.' inui~a
solernne , e forninltnente, qiie por vezes tesho anali-
sado olgitns accordfios do cama ri^, sao actòs do dumi-
mio do publico, e p ~ risso esMii itibjeitor, a que nu,
me3rncj(i rntru o escutl*llo dii rasgo: ser80 por ventura
IHUS a(.ci>rdãog mnis veiieraiidos, qire as delihera~óes
de um Coi~eilio?serfio mais inviola\eis. qiie a Lei ki-
t a pelos tres raiiics (10 puder l e ~ i s l ~ t i v o nrnguem
f o
dirh l loqo se aqiielles Coilciliog o que presidi0 o Uivi-
no Egpirito, I ~ I I P I I ~ S Leis que sào a espre5slio do vo-
. .
to Nacional soffrcm a analise sem qtie i s a ~a t ~ i o s i a
ler como dcsi~crto o quem os fonfeccionoii ; como B
~ U e C Camara quer jiifgar os seus aceurddo~ i i ~ ~ u l n e -
iaueis , e pei ante elicr abatida a intelli~enciaf seri+
talvez porgilc s actual Cumara na perna de seus Ve-
readoree enteiide. qiie se acliom eiicerrndor uns Li*
C U ~ ~ < Muns
, Solona, uns Drmostenes? se assim se jul-
gam dispõo aa pennas coloridas. com que se enipavonsm:
porque na prrseeya dos arcordlos, qiie voir a pnssrir 6s
aiaos de V. Es? se conhece que os meus cíilurniiindo-
res nao cornprehenderarn ainda os 9ru9 devterel. ii-.m
bjuiram d o sistema politico , que nos rege e apeiiar.
e muito apenas, sellain com stins firmas uquillu, qiie
88 Ihes en'ina ( o que tcrki *logo occauiilo de demoris*
tiar ser pura verdade. attenta a (ie~iariiçhode Ad-
iogado ) pois a terem cuiihrcimento f>oli!lco, de qlJc
careciani sem diivida ,,fio largarianj da tribo s~cordã03
puc p,>r ri so recnmrneitd80. A rer lida<) n.' 13 clara -
mente mostra n que dvixo crliendidlt, pois npllii
aecord3i>, em que ac aanceiun3 a b\ijsfemin politi-
«i , gile 3s Plirtfiria~dt* 7 ~ ' A ~ O S ~eO dt? Oulu*
bro de 1 R37 forain derrogados pelo arligo 79 do De-
, $;?inde t( $!. y:~i\~i A i i t @ Uma da-
rs demonstraçllo. de que a Camara nno conhece r dil-
krengci que ha entre uma Portaria, e uma Lei 9 ser&
por ventuin boje ignorado por nlgueni. que conbeça i
orgmisacùo do um Governo represci~tutiro,que sendo
o t Portorina d o Poder Izxccutito os meios regulamcn-
tires pura a Ma execuçao das Leis. estes Ileg~ilamro-
tos r6 podem ser derrogados por outros yosteriilres Oo
mesmo Poder, c nAo pelos preceitos do Legislatiro?
r nào ter assim Ia estava conruntiid~ a sepnrn~80. que
a Lei fuiidomeotul quer, que os nlesrnog l'odcres te-
nbsm: e se into sao princiyios de simples tnttiic8o & .
evidente, que inoatrondo-se em t a l clccordilo unja for*
mal sberraçùo dos mesmos, nBo lia logur o dwidar,
quanto os meus dei~uncianieseriiio longe d'svaliar as
>uns f u n c ~ õ e ~o. qile em siniilbante accordiio se con-
signam ~irincipiuscontrai ios a Direito Y ublico Cwst i-
tucional. V. Ex,' verá rnais na certidao ti." 15. um ou-
tro artordso , em que a Cantara oao se pejou de di-
zer, que não dava ao requerente rasiio do seu proce-
der: ser8 isto justo, ser8 iato legiil, ser& isto deriràa

.
em 8rrnor)ia com o sistema I i b e r ~1 l na0 tem a Parte
Direito a saber o motivo porque se indefere a sua
supplica? estiir~mos n6s cm Governo despoti~o. OU
GnstitucionaI 4 se goeamos felismeiite as forrntilas li-
beraes estas niío cbnsentern ! qiie as Autlioridodes wiq
buscar iio rompo vppusto os indefcrimentos de niio que-
ro. porque nào quero. NBOjulgue V. Ex? que esta
ariolisa oquí deixado solire taes accord8os foi inodever-
tidamente, foi muito de propositu a fim de que V.
.
Er .' tivetst eonliecim~ntodas er prersõcs injiiriosns que
.
à Comara diz. que eu soltara contra ella em uma rua

.
piblira desta Vilta o que tese logar em 10 de No-
vembro passado : era esla a conversa que eu trazia
aquelles a m i g a , a que a denuncio se reíerc :a
juntando-se cnião ao numero dos cuneorrentes o Advu-
6 a d ~da Camara, este querendo sustentsr n3u 86 a jus-
t i q a dc tacs ntcordios , ma3 tainlwn a hda reJoefão
da9 iiiernios , por spr ellc, qt~rinos hiiuia ditado 8 Cn-
.
h a r a eu tiiluez coin exprcssdt!~ ~i;caii&estIen~~ingirei
Ii<luello Ailtogado qu8o gruiicl<: erti n rei, rrru em Di-
. .
reito Adrnii~istiativu qii.irita crii ii i ~ i i ~ n i n c i i i ci>ni
,
qiie h a i ir confr~cioiiedot ~ e saceor JGos e qiie cont en-
do iirn dos ~iit'sinct.;i t l ~ i sub\
L
i ~ ~ v t . s i t i l ~ijo sistcina Cons-
i , nRo ootji:\ d e i l s r de ser .tdu c o l ~ i o despo-
tico; c fianlnieiils d~ssc eii Hiliiel!e Ad\tijintlo í com quein
naquella kjjtsa iiiilia fatiiilioriilade de coiitemiir1raneo
Lia U~ii~(~rsr~Jade) que ella ri40 me ftigiriti do dilema ,
~ " ) I I flui por eslupi~ler, <luti u3siin redigiu tacs uc-
.
c ~ i . d i o s ou foi por qticrcr iihii$;,r da credul~d~de (1.
Chmari~. yiic ji1r.i orn su,ts pulavrii,. Aqui tem V. Ex.'
Gcloitbiite narrado n iiijuria ali-uz que iiieu, drnunris~b-
tes diratn i.u liw Fircrii ; ;i certidõo porem n." 2 l ron-
.'
vuiicerh n V. Es qiic eio deixo t~rlienjidarbasiilida -
ROS
..
des porerri sim fiictus ~)rrsc;ieiadus pelos meus anii-
.
que me o c o i i i i ~ ~ ~ I i ~ e) ~silo i ~ ~os n cutnpelelites
parti i l l i i c i d y i a verdade. de qtie em relaçiio 8 çafnii-
n5u sult(:i vituperio nlguin. porem sim custiguei 03-
I~eritrrienteH fil~uciadc seu ttdvogatfo.
A Iern (fiw Sr. seri;i m a i s meliiidrc~s;~ e Camarii de-
'ri
ocieriaíi~e, do que o foi lia p u r o o ibuiial da Ltelii-

.
çBo dos Aqures , cujos Arcord~os furum motejados.
erenrriecirlus e ludibri~doseni tim Pertodico ( redigi-
d o *por um Eniprcgailo Pul,licn) que foi correr o Mun-
, e rio qual a Lialaçiio foi aj~upaducom o nome de
,'
foco d'anarcfiie e setis membros tractodos por revu-
tucionsric~s, idiritns, debcliados? no entretaato. quem
assim uflelide aquella brporu$ilo nau teve scccssidsde
de dar coiitar ; e deberei iwr venitiia eu dal-as que
aàu escrevi arligo algum contra a Comara. e apetifis
.
em coovrrsii com 0s meus amigos notili 04 dereiio, de
aeus Awordfios? nao por tanto compiiraç30 entre
squelle fuctu acuutctido, e aqueile quo ra me asaacu.
EUpeco a V. Er.' que note que o I ~ c t o ,a que r
denunciase refere, corn offerisa (i terdndc , acoiitcceu
,
eni dez de Iiicvernbro, Certidão nP 21 e as rnerrs
dtjni,rnrianles em cinco do mesmo mez , data da sua
denuncia, djo como virificada a ~ulipostairijuria, dop.
de w aegiie, que oii elles tem o dum d'adirinhsr. ou
a dcnulicia era obra feita; mas o qiie 1136 soffre du-
vida e , que qiiai~do se esereye por tiiI forma, e ap-
parece narredo um facto em epws ainda nilo ncoo:e-
eido, quem assim se eoiiduo calle na drseosisidera@o.
Mas diz-se m a i s na semwndn parte da denuncia -
rn.
gomos como particulares vilipendiadus - responderei
o80 me lembra que jamais me occupasse em Tallar em
taes iiidividuoc, rWo 60. porserem para mim como hu-
.
niens entes perfeit~imeiite iodifreretbtes mas tombem
julgara mal gasto o tempo, que desprrdiçaax em fol-
lar das suas pesms : e d afbcnas mB recordo de t ~ r
tido oceaside de fiillnr de dous Vereadores a silber de
Angelo Josd Dias Botelho quando me foi presente i
Copia d'um Accurdeo. que o mesmo asrigwu como
Vereador. e no qtial injurinva o Governador Civil des-
te Dintricto ; tanibem me icmhra te;. failado no mes-
mo huinem quando m e foi presente um processo eri-
me. em qae funceionando como Juiz Substituto de
Direito foi eundemocidu pelo Relacão pelor erros que
eommeiieo no mesmo, como se v4 pela Certidao n.*
16 : outro Vereador de quem Fsllei foi Josk Francisco
de Mntim , pois ~endo-mepresente arn processo cri-
me tire ocasiao de ver ,,que elle havia commettido
ao mesmo o crime de perjuro: porque tinlir dado d c w
juramentos oppostos. a d e r um en] que se averbou
de suspeito j~mo<lOcom0 JUIZSubstituto de Direito
que era inimigo do R&. outro em que sendo inqui-
rido como (csiimunha , e oerguotado rubre o costuma
nada declarou, ramo se pbde ver da CertidBo n? 17.
de c@ Bcto nóo curei, bem participei ao Miaíoierio
f'tlLfico; porque havendo-me svrrbtido de suspeita ao
Juiz Juigadur a finiil cumpria furrníir auto ile rinticia :
potlrndo iis.e+pfi,r ;i V, que setrbpre rne absiive
de coinrneninrioi , e alierins nnrrnvil <;s 1Qitos. Hcriia-
lerei qtie esie Ca!iit iilu d'arc:~i.nyRo est h eriuolri(ju nos

.
mesmos virins qite tor:win <ieUiictito, e irieficnz a de-
nuncie porijtlc ;)irida 680 os mezinw que rorioulararn
a precedente.
Tt~rceiroCspitiilo de denatitia - qiie eii aiunselhei
orn C i d a d h a propor contra a Camara tima acção de
fowa por esta tiarer desirutdo o assude, de que A j se
bllu@. Q que ~ s r i i npratico11 por re achar aquelle C ~ J -
truido em uma Ilibeira Publica n8o proeedrntlo liccn-
C& dos denunciantes: qoe senielbante cauaa foi proces-
sadn por mim. e por tal f ~ r m nqiie a prrbe sensata do
Puhiice, se escandeLizou: qiic a Cttscirn queredo ter-
mii~nro leligio , e adogar-me concedeo licença para a
r , certa da improeedencia da acyáo
~ r e d i f i c s ~ ~ i tbem
propo$la em visto da d ~ s p o s i ç ~do o ü r t i 356, 357 9
280, D.' 9 e 14 do Codigo Administrati\o, mas que
Rem assim me abrandoti embora eu aeonsclhasse o
meti afilhado a que desistisse.
Em viste de tal denuncia, que par s i mesma se

.
~UFFM destruida, porque quem eeusa deve provar. o
e. .ollega eu tamhem me devia reineiler ao silen-
elo; no entretanto Grrnrr na minha tençao de seguir
meus detrectores, par, a passe, responderei, que re-
p i t o a crlumoio de que neowelhei a Parte a propbr
i sccâe. nHo s6, porque conheço as meus deteres, a
m tespoilo, porque tenho um Juiz a quem dou con-
t a ,~ q v B s mioha conscirncia : mos tambern parque
em similbante caro, como era o da destruiçllo de srn
~ ~ u d um e , bem ordinario Procurador saberia. qual
era a acção competente, qoririo msH um Adrogado.
que prumette (antes esperuncas, como nquelle 9 que
dirigia o aSgredido, ao qual na8 podia 8er JescoaG
tida n r i a l e ~ n nf regi~ir. E' tna innereijilarel tal 8-
çeri;lo, giic seria dar-lhe lioitrrg d'iniporlaneiù o resS
pondcr moi$ ~ I ~ I Jcoi),a
I ~ U sobre d a .
Nso lia duvidii que cu fiii o Juiz pr~parnílnrdri cri+
em que rneiis tlciitiiiciiii~tes (i)i*atn l(ro9 , o esrcn-
eial dii iiiesrna acha-se enn~prrl~era!idolia certidfio ri.'
11 , olfcreço cada urna drs siinr prfas em rrlwcialf,
-
Dacumei>to X e C - a tim de que V. Er.' reja ,e
.
ali trarisluz tima s6 expressRo d'inj~iria 011 d t d a -
ror ao8 meus denunciaatas, depois da leiltira V. Er.'
w r k qua~itoB terdadeira o esliressão dc qiie se serro
a Camara, de que tal processo fniisoci es~n?liliilo ii Par-
tc sensata : iim , Exrn.' Sr., a Cemarn 6 exacta em
mio nrserçao. não em reft:restia ao mt!u proceder eu-
mo J I ~ porem , sim em atLencAo a ella coino causa-
dora do inal , porqtie tont,o qiie o Publico tcte cui~lm-
,
cimeiito da bl~idode a que n mesma ne arrojou para
invadir R propriedade s l h ~ i : ~ elle
, iremco pela segig-
rança dor setis bens. A l l s r d ~ i a a ifeni~ilcia que a Ca-
mata zelosa dn irnmunidadc dos logradouros Conçelfloeg
nPo p3de'deixar ile 1I~3triiiro agsude; porqile para er-
te faltara lirenya, e n sua permaneucin ameiiçava a
seguraoça da Ponte Publica : porem permitte-ine V.
Er.' que eil faça notar quanto ronceiro 6 o zelo de Ca-
iaara ao cumprir seus dcverrs. c a proyer ó guarda
dos bens, qiie administra. Em ti de Julho de f 849
foi embargada a obra do uoude pelo Sobritiho do Prr-
aidente , documento - -F corre este pleito seis me*
~ e n .e B 96 no fim d'elles, que o Camara tem conhe-
cimento que se estova ronsiruindo aquella obra, doeu-
--
vento
. .
B ; na verdade não è para invejar nem a
presteza nem a dilipencie qiie a Camaro tem pelos
oegwios. qiie te arhnm n seu cargo, visto que elli
@&&e de seis meees parn deliberar, e executar, gran-
des diaperdicios devem restlltor de tal admini*trr~ãn:
ma8 prqtie C, que meus denunciantes s6 passado 1Bo
rnmprido e3pnCo dc t e n p o correm a destruir setn reg.
.
peitiir Lcy e iiev(:res Sagrados, B porque o poder
Judicial liavia d o : h iirn 1)espaclto contrario aos inte-
rèsycs do sobriiiho dc seu Presirfente , documento
-
F Diz riiais n Cainnra. [fio obstante a irnprocedeii.
-
cia da acçao proposta, concedern[is licenyn para a re-
edifiriiçào a fim dc al~rímdar~nos o furor cto Juiz. Na ver-
.
dade pttwce iiicribel qiie (i20 Iluuvesse p<xjo ao esere-
ver siinill~uiiie f ~ i o ,pois sem duvida B prcrpicacia
mni, tardia sulrava logo n flilgraritc cgntradic;ao, etil
que meus de~,uiici;~iitcrcaliirnrn : por quanto V. Exaa
bem v6 , que ou 11 Comara destruio, pcrque u Lern
publico assim o esieiu , ou n3o; no primeiro cozo 6
claro. qtie,eIla jtirnnis podia coriceder Iiçeriça, porque
e immiiiiidada dos b-1:s do Coiircllio se oppaoba, pois
a Camnra como administradora ti30 podia s6 por si o-

.
Iliar y~iulqiierparte dos riiegrnos por yualqtier prctex-
1 0 , c ix)uitu nicitos pela razào que expenile de defu-
rencia ao Juiz denutiriante, porqiie eu como tal nun-
ca tive, ricm terci interesse em quest30, que pernn-
te mim corra'; regcito a delerencia , e se meus de-
nunrinritcs seriarii capuzes de a aceitar em iguaes
circiinstancias rifio urguwentein de si para outrem, e
muito. merios para coiii aqiielle, que em couza alguma
qucr ser weu igual. e finulmeiile porque o c~rist.ieiicia
de menu detrociorcs i130 p6de deixar du lhe it~.uJar,
que eu cornu Juiz 1180 recebo fiirortls e desprezo dil-
tjoe~óes: rio seoundo
?
coso ti evidente que se o bem
publico r130 exigiu a destriiitao a Camnra destruiiidu
wmmetteo urna irivasao de propriedade, delinqui0 con-
tra o Decreto de 18 d'Abril de 1832 , coinmettco
abuso de podcr. Eu peco a V. Ex.' que iei~lias
hoodu$e d'atteiider a volubilida~ecom que a Guinara
se conduzia; ein 19 dc Janeiro de 1380 ella destroe,
porqtie o bem publice o pede, em 24 d*Abril do mes-
mo sono ella cuuccde liceriça par8 que si rosdifiipe o
#&?de mais uboiuo , i s t o ~llili~ perlo iln Ponfc scrn
Q,ie
, . f i q t i ~ mo!struiii;ir :s tertic!ò.s~>iirtir~il!!re$. doeu*
-
m~!>to I, II -- .llir~por t enl;;:.a u m siiir il!iai~t<: .i€-
t n r d 8 - nào rereiia ama !itaniksta ror:lrar!irc3o roiiisip~
&esmo, e com o que sc lG iin Caiit:*~taqho,docu:neit-
i*- S - ? oetli dur ida (iuc 5i::i ? 1120 sO irirque scn-
do tal obro nociva B Pootc Pu!,lica cuiiio se 0 izia quan-
to mais prorima d'ol!;; se rnil~iruisse mais eminente
era o ~)crigo,m e t nrn tiem n3atiilai,(lo ;I t:urnurs, qile
assim se fizesse n8o foi coiitriidi~cro w u at:Lo agferior,
nio roi dar iim foorrnsl dcsrnentidi~iio que eol stin de-
l e s ~expen!ieo ? scrh por vt*i,[ur;l riix30 jisi ifir;~t ira o
.
dizer-se nnquelFe areordao qtiu se l ' ~ c oo obre siil ras
ar servid6n de doiis jicriictilaies? erm d i i + i < t n que
n a o , p o r q ~ ~ac Camari1 protege segundo suas attribui-
ti$v os bens cmirnum dtt (:o:icelliu, mas não ten) pu-
deres. paro estar em Juizo tlelctiJerido o interesse de dous
I>"rticuleres, ~ ~ 1 no 1 0 C ~ S Opreseolc : hontc por tanto
uina coara mais forte que origitiw nqiiclle A c r o r d h
assaz nutaiel , foi o receio, de (pre cheq:irido a ciitira
a J u l g a ~ e n t ofinal sem diiviJa seria uv<\tindn n I ~ l s i -
dadc yraticailn pela Cnm:irn , o 3iinisterio I>i,bfiro te-
riu e~nhecimento ilo k ~ ~ i ic) ,j)crseguiri;i euio a Ler
no mio, os meus derloncianteu , como f;iIsarios ; era
hi0 o que se pertenilia evitar çoi~cedende-se aqi~lba
ticenca, e chegando atb a rneLma Carnsrs a pagar eo
Arrtllor as custos, doziimciito --I e por esta furmit
O ~idadiioopprimido, e rexado veio desistir. doeu-
meiilo - - bl ossim ertavarn garantidos os seus direi-
t66.
NBo deixarei passar de leve aindn outra iriraote
eontpdicção em que mriis tleriuticiantcg cabem de+
iraiodamente noste capitulo : dizem elles ds c o m -
derso~.licençu bem corivencidos tle qrie a aeran que se
noi popunha era incornpcic-nic:a mnis cttrta iitlelii-
gelicio 030 vira tiisto uma deelari~gão, que revela ou
incpeifi , nii iitn crirnt*? poii R C a m m eonhcre , que
n3ii .'
y 4 . i ~st8r d ~ i t i i i n d d t l a da Ioiihci que o fui, e dp-
siric de sua (Ieft~zn?por vitntiire niio ~ i l b a~ 'mrs:na,
qutA ctl!110 a4mir:i~trildura dos tieiis do Conce!l~o
!em ohrigii(8o dc tn dekndoi., c j:irníii5 iil~eiiarl por-
que a ali~iiiiqóoi ~ ~ s euGo t o 6 um c r i s e , tislu que riin-
gueii~1:6.1<! k1zc.r i i i a i s do qiie a Ley l!ie p ~ r m i i l r ,
t estu EO conse::!~, rliii: oiieile quem L. don~io: nias a
i : ~ n r a r a scnilo n ~ e r ~arlit,inistraciora
i dt: ta- beris , c
p l - o f ~iiido
r um Aecnrd~oiI'nlic~i:tçfiode parte doi mcs-
nlos i:ornmcttco ern :irto criminoiu. pelo qual E rcc-
I~(>~LwKCI , B tanto ntiii9 o de\e ser. t ~ i i ~ i ~4 ~certo
to e
Conks.;a , ( I O P l i ~ d i,i ~e de\iua irnpognar o letigio do
toirteridedrir. 'f'orIn\irr a Camirrn crn esiado d'erro,
em reliiçi) ao J i t i z o , que fez d h in~l~roc(!d~ncia da
a e ~ a oconi*t!dei>Ice~lrnt.nte aqiiolln Iicrnç.~, pois t t ,
í;inilarncntos a qiic si: suecorre piirn dizer , que I I ~ ( I
podia ser dei~,nni!;ida em vistil dos dispusiqfir* dos ar-
,
tigos 356 , 3 57 280 ti.' 9 , c 13 tlo Codipo (\(I-
tniii:strativo riaece , de que ocr lerciil-se os preceito$
lêgncs 1180 r e comprehendco u S e n t ~ i ~da i a LPy , fio-
lan?o-st? assi in as detrrn~iiiaqões dos citados artigiis :
POP qt~nnir a Curnuru ignttra as difi'erentcs port lriiis
re~iilnmeotnre~ qite o Governo tein es)ieditlo s o l ~ r es
apltlica~ãocia doutrina do ar!.' 336, pois e conliec~~r
os mesnios n5o avaiiqaria ao que disse, porque eritao
.
saberia qc~on I'ortariu do Xliiiisterio da Iieiiio de 13
de Illsiu de I $t 'idcretlio , que o texio tfu citado ar-
t&u não' t i n l ~ aB I I P I ~ C ~ Ç B OSS Cilm~rasAlur\ici paes : ora
se pela titafla Portiiria se v$, qrrr a Camiirn iilo per-
eira para ser demaiitiadn prrvia lirançib do Gover nri
4 cloro, qlie tanio o citado ;~rt." 356 como 337 lu-
.
ram a r r u ~ t ~ d t ~ ~, meus p o r denunciantes srm qite vies-
sem ' naila 'paro o c ~ s o .Outro tai~tqbilivi dos n." 9
e 1% do 230 ltor qii:inio tciiilo i~i!+hadoii dispo-
.
ii$Bo do t~rimeiro numero do Cudigu i\diiiitiistra&i~o
antigo artigo f7t $ 6.' em releç8o a este se ~ ~ p e d i o
a Portari'i de 2 1 de Dezembro de 1837 oride se d is-
pòe! que os qiiestòes sobre serviliòes sòo d u compe-
tenela do poder Judicial ; mas iambem porque <i arr.*
$288 do Uecrelo de 18 de Maio de 18 12 declara. qiie
a9 qiiestijes sobre direito de ~>ropriedadesão da exclu-
siva coinpetcricia das Justiçils Ordir~nrias, que na qiies
t i o proposta se ventiloti esse direito 1'. Ex.' o pbde
-
contiecer dii Certitao n." I 1 , docir menlo - A -e S
-por euoueguiiite muito , e muito procoilciite era a
,~Gc~o.
Tciilio destruido este terceiro cdpitiilo d'aceurnç~o,
c dcntinria
. , e ao rne9rno tempo mohtrndo as iriccrnse-
qiienciss eni que eohiram OS meus denunciiinies, ss
tivessem levado B presença de V. Ex.' Litos vrrda-
deiros aquellas seriam poncludentes e rtdo eoniradicto-
rios, pois com i, verdiide só se ajiista -o mesma rer-
dadi:, por corrsejiuiritc presidi0 r denuncia a falsidade.
.
o odio , e o interesse pessoal porque os denunciuiitn
iiitiilii *si10 os mesmos, que slippocni em mim como
Jiiiz uma b:irreirn B S pendencios dc Fomilia , ao seu
nbuso do poder , e outro aio) porqiic eu siiu o que os
fir coiiti~!cidos conto fnlsnrios : unia detisncia pois que
s:iiie dc fiintc tao turva 6 dini~ii
P
de desprezo, porque
se aclia contamioada de vicios. que iej!rova a Lcy
de 29 de J l a r ~ ode 17 19.
Quarto capitulo dc denuncia - que eii sou um Juiz
cui11 pouca dignidade , e que teiibo incapacidade para
o C ~ qiieO oecupo: e mesmo porque suii parcial s
fiitor d~ iciimigos da Bainha, e das Conrtituições vi-
gentes.
E' esta a ncetisaç3o banal a qiie me sinto com m-
nos corageni para re~ponder, nào pela verdade. que
.
encerra porrin sim porque mo coloca na necessida~j~
de filil,ir do me3 merecimento iriiellectunl e morale
se ao iiumelii probo isto 6 cuatoso ao $Jagisiradu h-
nesto iict~ (5 muito sert*i\c.l: t d . i t i i t eomù st-,u Icvada
n i w s caliiinrii~dorrs, e spjii de tliieito
o t a tir(~
. .
n~ticirul i i iirSct;i sir\aro tu6 fort tls ~ i l i i l i \ o r p3ra que
eu a1caiii:r: dc V. E\.' a l)eocrol~r~cinpcu-ire.
Dizeiii o.; deniii~ci~inti~s rcil\to Juiz suii intligilo , e
de iiiriipw<itli,ile r~:ct~iiliceidap r . i o locar. qtie occit-
po : dirri eii agor.3 onde di3irf)riini os d r i i i ~ n ! i ; i ~ i t cor~
;'
cI«cumr~iitoi?' ;i;ii, 0s t i s ~iti ~ n m i l S t ~11110-OS cu para
roni rliru b : ~ l c i -t!o frcr~tri17:6 r ó r injciin, mas tsni-
Lern o tiii~ltiisie. [.via-se o docurrierito r)." 3 , e oefle
ri- \ r i . i , q t i : i I ti.in sido a forma , pt)ri\tie o ~ i i l Tri-
~i~
h n a l <lu tielaqaò iia considerado os mcus JulCin<ltm:
s33 aqilcllcl 31 agi.;it ndos iriteçios e dnrprerer~idnr a
pedra de toil~i(: onde cc avh:+rn os quilates du \erdadr,
bem como as prol os d a offcrisa, qile tizwrirn A nierrna
os meus deniinei;itlies. Si! riiió fi~ssein tlc sob~.ioos do-
cumeiitos , de que vcrrlio fiiII~ndo, tlu aiiida tentm
riitiis para ufferecer u V. Er .^ , e ellcs coiivriicereù,
qire si14 cinco o s m w s detroctiircs, e, que juntando-
se-llie o r c s h do9 pareiites d'algui~s, bem como a-
quelles o p c i n teia prelos pelo iriteresse ,fi)e3inao to-
do o titimero de dez: 6 contra o peneunienlo (? desejo
d e taes liomcns , eni qiiatito me i~aòi!iierem 1 ) ~ scr a
scu J u i z . qiie eu oprezeritu n e r p i i i ~ ~!!rò ~ r n l i m i n t n ,
respeito, e «8'ccto que as Poros desta Comarca mc
ol~erecarítn~ tacito, qiii! h sua noticio chegou a inaqni--
nação dc cinro d~ntinriantcshostensioos , e dos c i ~ i - c )
orcultos, V, l':~.' er~co~ltrarâna Ceri idão v." 18
Represen€a~;bcs qiic os qiiotro Ji~lgadosdesta Cornarra
(faltnntlti do Jiilgado da Viilii do I'orto na Illia de
Santa 3lari;1, porque a EitacAo cm que estnotos torna
a q ~ e \ ~l ~t h aincommunicuvcl por falta de irunsportrs)
fizeram a Sua Msgestadc para que despríwrsc < \ ~ l l i -
qiier Suplica , que 80 Tlrrnno subirse gora eu ser triim-
ferido; em documento&que tanto me hcnram. e em-
b r e c e ~ ,que eu considerurei sernyre como p d c h ~da
miiih? gloria a r me ibn:lresb8m os n1;:i.i siihidns PIO-
gins: estn!i brrn cor to q u e <e cii f ~ ) ~ j PSSC
:? J!iir irr-li-

g n ~C i i i : b I b L t > como mi! rhntnii111 o s iiiciii detractores


ateancaria ern in:*tJ ;iltorio t;in:o; cnr.brnioo ; sr: OS
P u s ~ sdesta Comiirra n8o soiibe~srlii, q:ie t inharn 6rn
mim itn, J u i z , que s;ibt. cornprrb:~ii.l~~r ii sila miss5o

de i i ~ ~ r r c i a l ~ ~ l aed eJ .u ~ l i ~,i ieilibs I pcderiiii6 a


soa colic;er\açao ; se ou I'otos clcstii Comurca n2o a-
chassem em mi* virttrdcs rnoracs, e sociaes , ellcs

.
sem duiida nre n:o qiJcreliam tio seu cijio: e note-se
bem 8 epoca eiii que tudo isto sr 1,asso , e r m qr>e
o~ Povo, correm aos di:giBus do Tlirono u peilircrn .
que, eu R<?O seja ~ransfrrido,e que se despr~semos
aleives, que para fins contritrios ao bem puhiiro se
urdiram,, 6 quiisi rio fim tio meii qiisiiricrinio B no
fim do tempo, que a I.cy tem dcatirindo piira a t i l i -
.
ol~a intiskreciriii ; logo nau fui a dcyieriiit*i,<:ia ou o
receio que obri~otiOS I~aI~itanLes~ C S I BCvtniirça a pe-
direm a ininliii çonserraç3o , pois elics ri30 ipr1;ir:i rn ,
qttc jti pouco tempo me resta pilra estar oo meio d'el-
les; í ~ ~fuiwtumbem por desconliecerem minhas qua-
lidedes inoriies, c sociurs , pois o cuiitacii, de tres
annm í'ur-lhe coinprehendcr tudo quanto e u era , e
quanto podia: por conse~uiiiteqite sc scgue daqui, se
n5o que quati novecentos e taiitus CiJaieos de todas
as classes ei~trnndonestes, Vcreíidores , e Adrninistin-
dures dos dfirelites Conceliius desta Comarca os quees
.
iuignaram aquellas represeetaçùes derilm um iorrnal
desmentido aos meus detractores 5 na verdade 130 po-
sitiras dernonstrnqòes de considerayiàn e estima, haem

.
.cmlieeer, queiri 4 o mogi~lradu que se accuza , en-
ebcin meti coraqiio de tiku prazer e l u a r i bem digo
r liora., em que meus denunciclnler forjaram o denun-
eis .. parque. me deram u c c ~ i 8 ode levar perailte o
Tlrroiia de Sua Mugertadc, e perante V. Ex.' os ti-
ao ,
s pe1.03 quaes mc julgu. .merecedor do ccirgo que
~ ~ mrrmu Sohernnu, c fina?-
ccriipo. n da c o i i l i i i n ~ da
niíxite p s r a qtio \'. Ex." ~ ~ j ic01110
i . o mais rioro 31s-
gistrí~lla i'orL!lqiir~ eni idar!e, tem nterec~doa alf'i-
{ao dos !'ovos. a (Ittf'in i e i o governar,
-
Dizein mais os rl~niiiiri:inte3 o Juiz a gi;cm uc-
~uziznios L. parcial a h c o r (!os iriimiiios do Sua Ma-
gestilde a : , das Coiisiitui~6oçrigeittrn Se -
ialo Je d i * s i b s b e d'um honbem, que i i i c ~ s t .tido atè ho-
je unia I'olitica viiieadii , ou se tlisserse de qtiem i150
ti-vesse sido cortstiinternente Constiiiiciorilil , sc isto se
dissesse ti'iirn Iitjrn~in,. qiic a10 tioja ainda n i o hou-
l(?sse dentro dii orbitii Iirnitiidn ile stlo capscidsdc ]ires-

.
t?d» AO Tlirono de Sua Mi)gcstnde, e U Carta os ser-
ricos qudlbe fwam i o ~ i l i i i d upela ~ mesn!li Sobeiana
et-qile se ioriiararn Iso nlillos , que tiveram por go-
,
I?ril&ou dignsr-se a mesrnu Augusla Scnliora por De-
creto de 27 de Septeinbro de 1857 coiifirrnar a graça
da t i a m e a ç 4 0 , qiie ihe havia feito o Nol~rcDaque dc
S a l d a r ~ l ~ aern
. ittteri~àoaos serricos ~ ~ ~ * e s t una~ I qusli-
os
dade d7Atiditor do Exercito d'oprraçiks do G>inrnaildu
d'atp~elle invicto XIiirecI~nl,tlurante a Iiictn d'oito me-
nes contra o partido ernlindo airrdo pmlrrin ter eobi-
meitio, oii vizos de possiLtliditdg uiiia tni denuncia f
porew dito contra uni J i i i z , que nlcunçoi~a gratlud-
@O .em qiie se aclio ,pelo sua adlieslu , c sertifos
prestsilos a Slrn IUagcstilde, e B Caitil tia r p c a de
bem potrcas esperaocas? dito contra o Juiz que aeom-
pnhou o Exercito de oper;i@os de i8SG'. puderia por
algum incauto ser acreditado p6ique de certo i ~ B oeun-
Oiuaria o pemameiito, que eom tal homem lia
t r a ? ~ a e ç ~possivel
o qyando esta vh de encontro 6 gegia-
r$nca de Sua Magestade, e, do seu Thrnno. Se os meus
&ticinciantes qiicrcni uma prova fiilanie desta minha
iptima co.nvicçãu, pouco lho ciistará o iol-a , costa-lhe
q6 urna pergiinlu ; chamem íi barra o seu ~ ( l i o g e d b
de partido Alvuro Pcreíra de BitLcueourt LopeJ
or<lt*nem-\he, que (liga , llu;il foi n mirilin rerpmta
qvirndo em 18 kY tie~iit Illin se Fniii)n da I l c r o f u ~ ~t1oã
Frai~qii-,entao nqiti:lle prorririiitilo-iw i.tii r i i i i i t i i l caga
me tli'lie - qoe o piirt i d o 1,rorressisl;i czr;ivu i I n irn-
(8, de srciiii~iaraqiii a ieioluyao h ~ g o, q i i t : rio Il timo
.
boiive5se iiio\iiiieota e qiiii rlle C ~ ~ I I Iclirfe
Villn daqi~elle pari i(!;>
O
iiiz t iirlla d.it o ci:rti.r;i que
tatlte que eii rt~eí>n!it.crssc o f,iç!i> ,« mcii Ioq11r da iiiiz
. riesta

-
serme-bia guracjtidu
.
: se ti11 ,\(lvugudo 6 rapaz rle
uma rcz tlizvi. a verdíl(le dii.8 qiral a mi~iiia.r e r p s -
t a ;- que etl jiiinnir adherio u ~eovimriitoslguin rc-
rolucio~iario,qiic como Iioniein cur ti$Ln, o11 ruino Juiz
rb obraçiiria a mudurqo po;i\icn. q11e ~ ~ " B W Y dSo"
Tiiruis,. Esm.' Sr. qciero I;illou assim no horncrn dor
nwus <leii~iriciiii)terqii:indo tblle cr.1 Selitern!)rista ( por
que ignoro se Iiujo o 6. pots cm 1852 o vi nas ruas
publicas de Oirnbra ,senilo estiidurito, i*ornutn nrcboka
na niáo a dar vivas li C n r t a . e ao Fxin." Conde da
Tliomar , a l u e m ii ~ioiicoiiiriqla ncl~tii Vilta cobria de
impruperios) lctn (I;ido so!)rja prova. qile os seiis
principias siio inúheluvei,. Erm." Sr. 03 homrris com
quem constante~iitaritet i i o S ~ Oos qur aindn rl:io des-
metitiram tiestn \'illu o credito de ~)rol)os.e Iionrudus.
parte dos qunrs siío esses \'ogaes do Tril)icnal dc Po-
tiria Correccional, que os tneus deiiuniirriiei para tnn-
to elegeram ottenta a garaiitin de Justiia, posifao. e
eircunatanri~sque iiclles sc davain como dizem nn de-
nuncia, e a coml>irtiiç30dos nomes. qnr!se encoiitrnm nos
documentos i,?' 19 c 20 provam o qlie deixo dito ; d
assim í<xm.*Sr. giie se desmente a calumriia de meus
deiiunciantes , os homens com qiiem constantemente
viro ate Iiojc n8o teriain rrimc. nem pleito , em qtie
recebessem protecyBo rnirlbn* do documeiito 11.. 13 se
V&, çF~e elles regeitain tau caluniniosa accerçifo, c
bnto mais reagem contra ella , quanto 6 certo qiic or
mermw tem triupre sido Cunstitucionses e amciubs ,
du Rainha. hlng dando mesmo de bareto, que os bo-
rnens com quem cu vi\o fossem accrrimos prugrestis;
tas haveria por rf*nttira oqiii iilgum crime, olpuma kl:
.
t o ou alguma ùcseo»fiaiiça ? terào por ventura esses
homeits pel de lira. que pondo-se em contacto comigo
.
me coritnmincm o sa.ngue. o coração e o pensamen:
t o ? [ião é o carnct~rizcade tudo o [~itr~ido, que se juf-
ga posluidor dos melhores principias n tolrrancio ? Er.'
Sr.. quem se serve da taes iirtilidndes liara increpnr
um Juiz, ou tem urna intelli,ocnria l i d a d a , ou ~ J W
.
tein facto algum qiie assaear ao mesmo.
Mas eiinsirita Y. Ex." quc eu me detenha por um
pniic? a considerar os nbeui denunciantes pelo mwmo
Inilo por oiide rrbc urgitem, isto 6 , a sua politica. a
CJ eoriiacto ein que se acham, e a obedirn1,in cbgn. que

.
prestam a um inimigo de Sita hlagestadr e da CHI-
ta. Que foi, que 8 , qiie Iiade ser sempre o digno Pre-
sidenie da Cnmnra tleiiciriciiiiite , JoGu Ilorges Botellio
de Gusmao? foi fiel serviiior do Usurpador ale dryoiq
de restaurada esta Ilha; c a querer saber-s? (bssrrv~-
ços prestedos nos sequaqes d o mcsrrio , 4 pedir-lhe que
declare qunotos verbns d e 78200 iliqun.!en coiii o
guerrilha rniguelista do Forjaqiit*: que t5 n ines
I i ~ ~ j j p

mo em politica ? quasi que me titrcwria ii jiirar qtir


sllc com conscicncis e sciencio nàu diria. a qiie pi11t i :

tigo da Curto Co~i~titurioeai


.
do pertence, porrjrle jh miiis Icria oii sulibe um hr-
: ma9 r'nos!^ sim d'ir. gw-
lernaqdo poro protercr , e ei~coqinliíiro- nr+vJ'ciosdr
seu Subrlnt~o, como se d e i i a demons~iadoi ~ - - s i dckzIi.
s
Que 6 A q e l o José Botelho? d i ~clle que foi
sempre Co1iqtitucioi,al, mas pedem -se-lhe o a kictos cuiu-
probatirns ,180 os tem , e upenas opr$:.t*iitú ruino ! i : : + *
drãu da s t l i l ertrad,i liberal o ter juriln c t ~ iR osto tle
Cùo alyumns armas que os !iI).l;puelistsaub lndi~riiiri~m
para melhor fugireln depois d ' o c ~ i l o i a Liiilei~id i ~
velha em 1831 ; p~rgii~\e-se-lheporem %udl 6 o ,
-
k h c n f o @litico da Ciirta. não responde porque a
intclligeneic não abrange ir iniilo. inng dira
qui #um.
ego

Que 6 Josb Francisco de lfettos? dizir elle que t i -


nbo um dos susteiitac:~los do hfí~ritiis rrs~riias de
Lisboa eui f836, e urn h,rwo sctltfado do BatãlbBo E b
do Conuet~todo Jesus ? Estes princ i;,it>seonaerd
vou 18t.5 pois ent8o os seus ir~trressespessoaes.
tomo Boticario da filiscricordis exigirum , que elle
p0"3d'c@f11 todas as bo;;lgeiri para n enmpo oppste:
alardeia Itoje grondcii principia moderados , mae na&
$era di&cil, e atb provatel , que c i i ~ l ovolte par. u
tampo d ' o ~ d edezertou, pois quem se destiriua eiB
pullíiee , pelas força^ do estumsgo , e rao da intelli-
genein est6 sempre dirpostn 6 v~rsnltlidade.
Do quhrto Vercádor natia teribo qiie dizer d'olls.
.
&i@q~ tomo Irornem de isrnia LH>U f& t t ~ l v ~se z lha
extorqiiisse+por meio d'illucfio sua ossignatura comv
me consta que elle o declara.
NBOdeixarei agcbre de notar qtiern sfio o3 Cidsdii-
que comtsntemenie tem dado mostras d'ariiant~s Qs
Rainha, e da Carta com quem os [bem danuneiontee
ae sjuotarn : digo fran~o'mentea V. Er.' que n&u=ta-
bbeço msio Vilia um r6 hemein d'esse cunbo; q o o
aeja seu cooviva, polcndo assegurar qiie os que havia,
taes fuiiecionarios t i ferem a habilidade de os dergmtrr
trocando por aqoelles s amizade. a eon\lr~nria-,e w
con~ethos do Bacbitrel Alvaro- Pereira de B i t f ~ n e o ~ g
Lqpes, o quil corno jt%disse, se d b por rlief'e do Par-.
lido progressista, aqusilo que sempre IIie carileo as
actas das Elciçòes de protestas*, aquelle o quem-b'
Juhta rebelde da Eltia nomear Juiz da Direita InterI-
% l i s t a Comarea : ne verdade quem chame tal h 5
h& ah seus conselhos aiza diier què eu mu desfa-
vbavel am amigos d. Rainha, e IwtituiçtJe~Liberam
I que sO com oa.iuimigos de Lào iaror pinhores t-3-
eoniito? Ha lar!os Eim."Sr. que neo tem nem çlasi
siGca4Bo, nem esplicayão, este 8 urn d'eiles.
T-rilko concltiida u rcspusta que dernundau~a minha
deíeze contra meu* <:a!iimrii;idoros. se fui aspero em
scnstiras foi nào só. porque inc Iworocorqm. mas tam-
bem porq.qiie os critnes de mctii dvnunciontes o80 po-
dinm ser nnrr.ldus com paluvrus suaves : todavia n i i ~
t i t e ii,letiç.io tl'injiiriii , nem em tneu roraçho entrou
r . ESIUU iguillmentt. cerío que o siibin Goveriiu
S u a Magrstudc depois de ter conlierimenio da pngiiis
n e g r a d t ~sua ~ e r ~ i ~ Adoiiiistriiliva
ria .
Fulrniniirh cnm dissoltrçrío a Ctirnara det)iinriatriè, t o -
sem duvida

mo prova eviiie~ite, de que e Governe 6 justo ; n li-


tilo severa, e inerccida ser8 o proficuo exemplo
para outros,

.
Respttndení!~agora B dentineiu do .Admiriiitradnr do
Coneell~o clnss~firel-a-hei tiimbem pftr Capilulos , e
verei se provo, que um to1 denuncioiiie foi ùin ttlri-
do nieu proce(lcr. pois ri40 lne cabt~rnsiias argui-
Mes ; e outro sim provarei. que o mt1u denut~~iullte
.
pnr actos irrrgularca e criminosos de sua Adm iriis-
tr:içao era o uliitno tinmi*m, qiis me poderiu arguir
prqtie tcndo cl~ngos saiigireiites de\.;a pedir o qtiilm
lhos colirissc, e niio provocar, a quem tem d o c i i r n ~ n
eam cujo npresi~r~ta~llo mais saiigur verlbsri80, e
mais pcitentes se torniivatn.
-
Primeiro Capit«io de denuncia que 1.u desvirtua
r aut boridsde de simjlijatite iitnccionario.
Esquerberarn ao mru denunciante o* documentos; PU
devia dizer-lhe tarnhrm , ramo disge k C n m o r ~-itle
busca1-os. pois agiiarilo pari rnlRo í t r ~ ~ p r i911e s t ~Iliidr
d e s t r u i r ri \.<)SrH ncfanda cejitmiiiii: i i i ~ i spurqiie r i q 3 0
~ i p r a r n, 1140 fii.nrt*i ctn sdwcio rlom a respnila , qrio
jicgo mtsrecer a q i i t ? L l ~ ~qiiiB
, d e v i ~ r i ~ l c.tlliir-s(*
o veio ti-
+orJer qoem d+lrmi:i sobre R sriencia d o siia mb sd-
m ~ ~ i > t i Aa ~~e & v e~i v V, Ex; ql~ejm~istive a leve
implironeia com a authoridade de similhante Admi-
nistrador; pa~iados poucos rnezes depois de ter to-
modo
.
coii\en~i-iae de qiic tdl iiuthoridade nada
ajudava a ocçao da J i i s t i ~ a e s(, servia d'occupar um
logar em que dcsempe~ihiivao iiome das a ~ t r i b u i p õ ~ g .

.
que a Leg lhe f~rer'reve: por toriils vezes <ocnlrnente
lho fallei em providencias que se iorucivam preeizes
combinava sempre iia necersidatle ( porque nao B ho-
.
mem que irnpcigne euusa alguma ) iuilaria jnmiiis dco
o rttmedio percizo: por toiito formei o siotenio de na-
da esperar de tal oiiihuridndc, e tive-a para mim
como auffiçiente para receber o ordeiwlo. E' a ac-
, cusaçào do meu dcnutiriantc ainda mais banal , do
.
que s da Camaro porqtie ao inenos estii ainda que
falsamente orguio um facto, o Adniinistrudor h m
pelo contrario nem a isso se citreveo rio q ~ i udemons-
tra claramente, que a hotel-oa nùo 8s orcultario, pois
quem argue sem eauza muito milliur o faria tendo-a:
foi por conseguinte u denunciante o nysiiio, qeo em
sua demencia logo proporcionuu a resposta, lais nw
crimes o que os toribo eoiihecidus segundo os princi-

- .
pios de Direito Criminal é. que tl'elle~se drem as
,.
eircunstoncin~ quis quid como~lo,qua-o -: ora
ninguern dir6, que em t ~ denuncial se verefieararn m
esserkiaês da Ley. por tanto eahe a mesma por inep-

.
t a , e inji~ridica: mas nóo admira que assim a for-
mtilassa o drnuneiante porque sendo u m leigo arha-
se em divorcio c o a o Direito; isto 6. supposlo c ~ u ,
de que fosse ayuellu o redactor da mesirio , se o nso
foi. mas sim a eonfessionou alptim advogado assalari-
ado, direi eutao que tal Jurisconsulto 6 íiliio bastardo
da sciencia.
PRSJO u moStrar a V. Ex? q110 O meu denunciante
nzo 6 exacto quiiiido diz qiie eu desvirliio a sua an-
:l:oriùade. n8o s6 porque jámdis me nceitpei d'ella,
l l ( ~fombemaporpe
~ elle me tirava essc trab~ibn, UM-
do teor80 Iivewc, pois os seus actos 1""i quotidiana
é que o desvirtuam , c cu v011 plr ao nlcaiice de \r.
E*.' os dociimeiiiog , que sbo a aliirrnutirii do que dei-
-%odito. C i i ~ i n oa attenç8o de V. Ex.' sollre a cedi-
-
~ 15 let rii H - oiide se vC! que o deniinciante
d a ri.
Lambem njiiiiuii ii forjar aquellu vistoria, em que n Ca -
mars foi jtilgnds fijlsaria ; ora quem riao teve dutidr
em se coritlusir conto erimitiuso iióu deve dizcr , que
.
B o Juiz de Direito que n deavirtiia san os seus ae-
tos, qiie a torito n lernu: pela mesma rertideo, Ititra
- C; - se mostra que o drnunriante O 'rio d'nqiiella
lacittro Soares, a qiicm n Cumara roi fazer o serviíc
de Itie tirar do concorrerruiii com OS seus rnoinhos o
.
d'iiqurllc a qirem se dcrtritio n osiudc,, por tniitu o
deniinciaritc com o seu voto consultii~o, coino Iliepilr-
milte o ar( ." 97 (lu Codigo y n c i i o i ~ o u n attentado da
Carnnra , bem corno CI í'alridsdc da mesma, servindo-
se piiro tarito da sun ntittioridndc para com clla pro-
pprciunar proieotos a seu Sohriiilio. o que segiintla a

.
rmze da 01.d. do L." li.' Ti;.' 7 1 4 urn abtisu do p.
der : por tanto, Exm." Sr. qikern abusa do sna acl-
Llioridadc desvirtua-se Imr si, e n8o corece (I'ajodn de
outrem. V . ExP verd mais pela rcrtidso IIP 23 qtlan-
to a autboridiidi: nn mao de meu dencinciiinlo eslh !>cca
depositada , p i s nau menos de trcze 11ri30es srl>i$ra-
ria*, e soltura8 d'iguúl natureza elle tecii prtiticadn da -
de gae sirvo nesta Comarca : quem assim desempcnha
as seus devrres , e rrrpeitn a deterrnine-8u d w g Pqta-
rim do Btinisterió do Reino do I P dc Setembro da
i837 , 96 do Julfia de 1838, 17 de Jiinho , ti , i
de Se~lernbrode 1839 em que se declara, que a Xu.
thnridade A'dmitiistrativr poder8 premlor , mas jhm ais
rdtrr nao carcec. que o Jitir de Direito desviriueer-
se fuunecionario tira O encommudo, a quem de tal ça-
m a ; mas tanta arbitrariedade tornara se precisapa-
ri- - a ,
ú pobre oyersrio que emme«eo a ciko
crime de faltar no oervico do meu dentiticiantc , como
se e\idcnceij da mesma certtdiio V. fh.* encontrará
miiis na certiílilu ti.' 'L 'c ai6 que poiito o meti acriisa-
dor tcrn esttenllitlo a sua ai~tlrt~rida;fc,e poderio, por-
qiic tiao exilou eiil Je srlorilr cin Icgisliidor derrogan-
do L,eiis eln vigor dc cujo Cumpriinr~iio i? o ricilarite ,
roit,o I)elegsdo do L'odcr Ereciitivo. V. Ew.' n'nqut~lle
Dociime~itoacbará i exprcssúo fiel i I i t lin>posi~ào a quo
avancei =6 urna liceiiça eaçri~it;i,e assigoada pelo p i ~ -
nho do meu ileriiliiriiinte em qiic ellia r:io ditvi4a dis-
prnsur um cui~tribuinte de ptigiir o imposto tluc pela
sol~ress ei~rncsverttes: ú aasim qiie cumpre o Admi-
nistrador a deierrnir1nç80 do 13ecrcio de 5 d e Scptem-
bro de 1833, e 2-lc de Illarqo de 183 1, c mais Leis
que regul~rneste imposto, 1130 serve do disculp oo
meu denurici;inte o dizer, como me coiista que diz
giie a disposir$o da Ley nào se ciitciidc A eariie de
.
porco porque o Regulorncnto de 23 de Janeiro de
181.3 uiiilla hoje em viqor no $j 7.' 1130 elicrl~tuado
impusio seja qiial f,ir a riatiirera da cnrnc. Ha om
tLio recommendavel documento nirttla mais a notar-se
u coiiscliio , que o nreu deniiriciniiie tlk ao seu nfilhn-
do , para que illtiils o pngnmccito du coirrribuicào. Nau
de\e esquecer egunlmeirte qiic o dcnuiiciaote como De-
Irgado do Guteino tem rigorosa otirigaçao dc guraolir
a Iiscnlini~çao da paga de todos os tributos, e muito
especia!in~ntc d'uquellc. pois deve sustentir o credito.
e firmeza d'~rrernai;ir.ão. Fi!ialrnetito nJo ornittirei
qui! com aemclt~ariteproctadrr se foi defraudar a pes-
.
soa do erreinaiante, o qual Foi illibdido pela aulheri-
dade, de qiitbmesperaro proteiçRo siibtrairido-lhe esta.
O que pile hcide pagar h Fazerida Publiru. Note-se
mais. que indo eenvoltido noqiielle tributo a quiitta.
qut. faz parto d'um dos reriditnenlos da Camara, a
lileu denunciante que delia ser o ~~rirneiro a zelar o
re&iisação da p ~ g s ,4 quem illutie este dcver. E&&'
Sr. quem em u m 3oriltncnto de ciriro li:;has com-
mette t n ~ ~ t ri r. ~i t ~ ~ e~ l ~~ . i,i t i ( ' i tilrifa
l ar[l~trílrie<ladenBo
deve recear. 4iie o Juiz de Direito dasviriiic o siia
fiuilii>ridli~(le!ltlfe rirn nhstrr-se dc fiineeioi~í~liamo~ por
qfsr 1180 t:in Iùr~as, r i f l r n s a l ~ cd~scmpcnliiiros sru,
devertbs : ixiuitu tbcthrtado p o i s B a sua rcsuliiçfiu crn
qualrto phIe no Gott~riio a siin cxoriern~lio, mos rt3o

.
9.3 s i r u (10 f i ~ ~ ~ d n m ~ iqtle l t o ,O Juiz de Iilreito n des-
virtu;* gorciiie este mugistrii(lo ali: Imje n2o ciiroii da
pi-oced~r,c s~ agora o pùe no doniiuiu do I'ul,iii:u,
B porque fui prniocndo. diga por tuiiio ein stia siip-
plica que se siria Sua ãingeutodc cntrrciier-llto a rtiu
dcmissao, visto qiie s6 serye par8 OCCUPBP a nullidndc :
srpi:n iiào tcrh tiln din de reecber o merecido premio
que n 1 . e ~iiilnii~iao quem o mrresse.
O scg~ritloCapitulo da denuncia C -que clle de-
niiircieirtr nso tcm fctrfo CWIIO authoridade admitiistra-
tiva , porque eii como Juiz de 1)ireitu o ho*tiliso i110
oerlendo a meu modo 03 ~C!OJ. quc nqtielle ftinceiono-
rio prutiea , os quiies o [)ao podem ser em fiice dii lei;
C que a iiào ser o respeito, que OS povo9 IIJC tribu-
liiin como parliciilar, e que jh eonscrvaram a seits
maiores, de certo a sou authoridade teria sido desa-
cotada.
Em." Sr., que um empregado. que tem no des-
empeni~ode seus deveres c o n ~ oNorte iitvariatel u ciim-
pritnerito da L e i , du Jiistiça, e da defiprebet1ç80. e
que regeiia sernpre a arbitrariedade, podia sim ror-
mular urna tal denuncia ; mas o fiinrciunario q i ~ epe-
los documentos ji~ntossa rnostra o t k <tuC posL0 se tpfn
des\-irtoado , e a i & tornodo cr-iininoso, vir illudir a lT.
Er.", dizendo-lhe que eu liostiliso a sua outhoridadt!
C sem duvida um valeute arrbjo. Ertuti certo qiie a v-
.
. nùu escaparii a considera@o, qile se () meu
tivesse sido Imstilisar a suthoridade do dt.nuf1ciante
cem duvida teria Iia muito posto cobro 3s suas soltura
erhi!rnrias; tnrlavin eii jiini:iis o fiz nzo ~ 6 ,porqite 080
.
q , e r i e ler co:~lt.alaçao f l u a tíins!rcin liarti iiào aei~un-
o irregular, e illegal ~lroceiler, dei-
tiar iio I ~ ~ ! d i ete0
rei por tanto suliar arhitriii.iii~nt.irte.arde erth a q i i i a

~oii~iderndo
.
hWtilidada f ,4llrirdcia o nictl dciiuncini\te que icllat&
~)çlos\)otos , e que n riao ser i s t o jú teria
rido tl~s~~cittndo. E' Loin fùllar assim , para quem ço-
mo v. E s . ~e3th r c 1i5u preseiiiiii os f i i ~ . t u ~
quotidiíiiivs, e por isso n30 phle deccciir ali: que ~ t > n -
!o srja verdaseira n asscr.80, dci~ernu*por Lii~ilofal-
lar o i!er~iiilciaritc, porque Ii~ctus bem iereritrr provorn
o coiiirario , du qiie si disse ; rerurdc-se o deriuiiei-
role qual foi o scii oroceJrr, < l i ~ i ~ ~ ino J u ittlno p i i ~ ~ a d ~
se q11i~esl)ortrr desta l'ilia um poiico de milho, o
POVO r e ~ e i ~ n 'quel~, t i Ilic Liiltnsse, nii~otinou-S.
u commatidarite dii (~scollil qiic eiit;io aqui sc nclbiito,
s e g t ~ ~ linc
u coiistu coi~vuciira ao dci~iii~ciiis~e, para que
riessc njtiilel-u s apaiigoar o rumiilio , porem foram
briido~iiu tiesert.1, perqiie o tf ei~cincinntcerit regoii tu-
do B F J I . ~do ~ deaiir19; oro se aqtiellc tivesse o res-
peilo dor poios , qiie bla~oria n5o cominetleriii u to-
de tiBo correr ao logor do periso ; emprazo
I>:irtlia
tal iunecionaiio. para que (liga sc foi lá ! c se fui por
seii resjicito , qiie u povo se nqiiietou ? Sal~cV. Ea.
quem aralmoii a tioda popiilar , lbi a siin propria do-
relidade. pois taiiiu qiie caliio ein si , e vio que o
millio exportiido [)no lhe faria falta serenoii , i? desta
rndole. que 1ni.u deniiiiciai~te tira o respeito , bem
corno do poder, que tcrn de prerider n seu bello ar-
.
biirio B n8o do o(iecto , qiie se lhe cuusagre p a n
baver este, 6 rrccrssario rnerrcel-o, c o coritiecimen-
lu que tenho do meti denuncidnta , Le:ri ei~rnoda io-
dole dos habitantes desta p~\oa$ao,è que assim me Caz
ponwir.
-
'ferreiro Capitulo de denuncia que oae 6 possirel
mankr-au a boa ordem, cru quai~\ocu fuocciooiir dp
~ i i b(ia Direito nrs!a Comarca, porque scpulto no t ? l
qiit9cimrnto quacsqiier .4utfis, OU p a r l i t . i p i ~ ~ òque
~~,
d'iidniinijtrtifjo sao rcnietiidos por bvrn du servivo.
Cvrtnmrriie o inrii denunciante a forjar esta arcri.
saca0 rnicii~!;v~ dz si para s i , que nie dava uin golpe
dernorte , p j t d r n Exrn." Sr. úque?!o engiiiioci*ac, yot
que nr carttrrit!r J c i t ~Jtjito tem documpnloq. com on
qiiacs e11 í'tirci voltar cotttra O meu detrilitor O golpe
que jtllgou i i i i ;:ir-me 6 t*nL<lv ver-se-ha . quem eii-
.
very«nhoii a i:hrJ;~iie * rr, nou eu qcie C O I I I I ) ~ U W O qlie
digo , JP I:' O dr.~itii>ci:~t~te, ( 1 1 1 ~ S ~ J csrre\ro ~ H i I~ r 3 j .
V. Ex.' verd prlu et;rtiiiiio 25 , qiic drsde 1 R I'I, em
qiie t ~ n > ~ !posse,i a i $ no prer~iit(atem-.c! instaurnilo
hcctu Juizo 8 2 yurrvlliir , sB tres d t ~ , t í i s t i ~ e r s i npiir-+
licipiçzlo d'A!lininii~tta~fio(10 Cor~ccllio; brm criinn $e
ptoWs~;1~ii rn iiB IBoIiriii?iCorreceií~~iurs,dest ss Iio ein-
[:O cu.0 ( i a r t i r i p a q h Adtniiiistratira , e lia uiii Auto
do i i ; i . ~ r ig,c&,
t , que 030 teve grgiiinieiiti~porqut? O
Miiiisterio i eotrn !PO ser crirnc piirtii*iilnr. A
Carti:llu 8 prnvii quc jbrnai3 t\titus, ou p;ipeis algiins
dc serrifo ptlbliro o:, púrliruliir cntrarrin na mildia
coric!uiào. q i i e deixnss~in de siihir; B pur tniito eii-
deiilc que a c ~ t aJii:ro nào cllegctri nlgurria outra par&
te**ipiicRo Adiiiinistrutira 1~1:d(!t~ri(loter scguiinento
a tido tiveeie. De tiido isto se vi!. quaiilo o meti de-
niirir-inntc it>m ficl mente ciitnprido a deti-riniiiarao ,
que Ilie ir~eumhe o $ & . O , e 6.6 do artigo 252 do
Co:liio. I '. Ex.' nio deixar!, de notar (111~1lio ein pre-
8 k x a ae taes certidfies 6 llsjir;líih? o riileidsde do ineii
denunciarite, pois se eu eumo juiz dci zcgr~irhenio a
1 9 qiisrcriIas sem partieipii~ùo Admirii3iraliva , bem
como dei andamento a tres, que e tivprsni 1180 o da-
ria a mais set as tivcss~hatidu ? instaurarido-se cina
coenta e auto Policias Cor rrccionoes , teiido coopera-
çao do donuneinnte s6 cinco, a ter Iitriido mais riao
rpprreceriaiu no8 Cartorios? isto por si fbro 9
qar nDo suffra mais dcmon>traçi\o; e memo potqiia
de $0 eiimes 96 pdrtrcqbn oilo, dcrrvdo parto-
qtipni
cip" tio.!oj, a r i a nclhote ril:?r-rc , c n6o hllq3rr m
tal porn q i i ~O C O V P ~O~r130
O S O U ~ C S S C , p o i ~)%ben-
do a de31fiiiiçao do dcnunriantc 5 iliíliibit,~tel, cmho
rn qiieirn porlve adura a hutliuríJ;ide~ que cr-
erritii R seu modo.
C ) ? i n r t i ~Capitulo cjuc O mcct d~?nuneisntase mti*
fyoti em ver yw eu pcrrigu eiii t o l a a t~cen3iiio09 a-
P ,
in;go$ ilo Governo. e pro!t!jo os lt~iniigosdo nies no.
!!.a, j;rrrir« eate finar yain I~ctiir«li,rir a ineptii!Po
<la"de,nu:ictii ; E su tnesmo 1omp0 da11 11in t e s l f ~x#uiblt(r
i:'
aiFhf+Jii\o, q s o mcii deriuscios~icjiimnisFl'cr. ou O
c l p u de" hzrr iiino tdcio d o nlra misdo dc um
Jlupiat rarlo Judicial, portitia u rn:n lire!iendcl-a di: ccr-
t o nao dciraria cscrípiii um ir esc^. que ropin:io I'-z o
~ ~ i ~ r iaoi kdenunciariir,
a nao corcrcndu de ouii;is €r-
presdcs : tu1 der~unciii Er ni." Sr. i: ui;~ Iat to i t i isor io
porque h ruppor. qiie iirn Juiz por 1 . r ~indep*ndi~~itt~,
c qiis nõo C egentc de I'olilica. iIc\u d i ~ ~ oi rheca , c

.
cingir-se com a bando d'.\dniinigti.iitl{~r do C ~ i ~ ~ t . ;
poryiie C desconliecer que cim Juiz rio estrciriu de
stiit9 funccbrs nlo cuniusco rores yuliliros ; 6 ipiior~r .
il,o

.
que dos actos dese J U ~ Lcoi,hece h R e i n r ~ o ,r quci
irndo havido s peroegui~h que o dct;usciunte ~IIppa
d ~ v i i l mapoarecer AccorJDos ù ~eporol-a.onde eat0o
YIIES? apenas na mcrita do tneu deiluncirntet bem
corno dcviom appnrecer Senienfos minhas. que com-
prasasscm o fiiuor ! onde se Iècm EIIBS 1 no çorttçtio
do mcu deriuncionte? mas se riado disto se r & , se
nada disto se apresenta, que lia a concluir, seniro que
n iI~oí!aciniite foi 8illd;l maic) uma vez hstide corno ca-
I : i ~ n i n d o rFalsario ? Ii'xm." Sr. asreicru o V. Es.' qos
2 - i -299 E C ~ ! OO Z e L i li:gaf lif!iIli'fli o!gtJm. que Se te-
: 2 - i12 çontn dr cç! r:);~() (!rbfiln;on. da R ~ i n h a , e da-
porque :+hn deds es prorp.9, quo as ~ i o h ( ~ 1
I<)YRY pr(?:~iit(em.C141011prontpto. e iosolvids 0 iiln
aberrar $6 ii\st.~iiti!dcsto ii~iiiiiointirns cuntici;:in,
i:1ii
fboreu~como .\fa;iolr~do hei (]C ser ~ U BC Ire). quer

. p ~h in*t i i
.
qitc eij rd>ia e r i k i o qiio
( ! 4 ~ ~ j Co I I I I ~ ~ L ~ C I eC ~riio a
quu
.d ' o l i t i c uiliyeodiar
o
quer eu
closre
[(i-

qtie rim Iior,ro tic (iertcrirer.


Exiri.' Sr. o n!ru ~ietr;ie~orfcr-me csgotnr o ulti-
mo s6rro do ciili\: da l~rtr~leiieia
rorno fiel t ~ i n p r t * ~ i i ddo
, quantlu Jie que
o (inverno G que druoricia o
. '

I I ~ P I Jproceder : oiiru por reiciurn hr~eeliinRo\oll~udu


Gurrnã(> diriqr, qiic L' fiel ao GovertrbY pude ter t a l
<~iialidaJuo I,nn,eiri. que fui serviilor de Ilom Dligucl
nl!idia di!poi~tfe re.3tsiiroJo nwtn Iltia a Tlirono de Soa
~ ~ i ~ ~ c ~P t ido e Irillhra a dciiiir~cianteqiic era Llo
i t i lre
cuniiccida a siia s t l l i ~ r j oao sidemil do I:5iirpa~dor, e
sriir srqtiazra, q i i r fui rlle o 4iplornatiro. oii pie-
nipotecicisrio ~scuikiijo Iiarr ir As Crotas Filndas [:e-
~ o c i s rcom a Q<iii(lrilhii 3lijiuelisls do Forjaque que
ficou iIvtnstaodo esta 11iia dt~lioisque ~)oriiou Eslie-
.
dica0 Coii%titiivioo~l li bertur o Heino ? foram por
* e i ~ l ! i r nnr seti* talentos. a sua e l i ~ q ~ ~ o c ique
n . o tor-
nsranl mcrct-çtlnr de ipernelhiintc cornmisbào? de certo
guc niiu? logo foi e iriffuencir quù tiriiiu com OS cuer-
rill~iisa quem tdlver tioiivesse susteibtsdo , e a confi-
ança que as mesmos nelle depo,itnv~rn como seu cor-
religioiiario q110 "kz indi;itiir poiu t o 1 rumrniasDo.
Erm.' Sr. qiiem tem precedcntei IBu tle*a$retlilveis
em poli tica , os qi1a.s 1130 o11s:ir6 rierar , uõo se de-
clara um Calao, portam sim iin, Stbniprei~io; e muito
menon deve quei-er al>orni,\iar o r:edito de um liornem
constiturionnj : frlinImpnt e Ex." Si.. O mtlu d ( b ~ ) t i l r i ~ t l -
t e o R f 1 . e ~hnjc ~ por attriq8o a SIJ~IMíigtb*latif?a [(ai*
nba 0 qije de bani. - r ; i d o , t* ( I P ri!rilr.q20 P I C J ~ WPO~
Ucurpailor, 6 pryr t;ii,to iini filliu ii!c.~stuusoda Poli-
t íoe,
Tenho coocluiJ~ r refqi;igBo ons Copitulni de de-
auacis d? Cemara M t i i i i e i p ~ l ,j - l y tcl-o M o com vic-
tfirid,' e para fina?ii;ento nlostrnr O tgniu!toario do mec-
imj ,' barta q n o re d ii;a q ~ ae e e i ~n51) proccdeo ileli-
bcrsC~o,o11 Accortl~a qiic a si!iier;liisw : oairo sim
en:lendo ter ai~iqiiilnùo a drnicncir do :\rlininiitrai!ur
do Concelho, beio rucin cstciu errto , q11e e m vista
.
doa dociimriitu~ qiic tivo a honra ile pdr níis maùs
de V. E x.'. o Governo 4 Sua l n g c ~ l s d en l b potle
deixar de lsnçar cim iriico nP;ro sobre os nomes de
ties fiinccion:,rio~riscando o* assim da l i 6 t u Ci! i l , or-
denaido aormesrno tempo a que punirijò. pi):' tiil mn-
do V. Ii!x.' como siistcirtirculo d a h!itgistr;itura Portu-
gueea terá feito ver a o s ftiticciorinrio htlrnini*ti*utivos.

.
que smdo nquclla classe iridt~penilentcprbi ili*poritsõ
dà Ley um Conqellleiro da Coroa , qtie tem a rtDii
cargo fazer purlir afçiim do seus rncrn hros i~itnn(lodc-
.
liniuentc turnl~ern Ilie ctltiipro (lesiifrorrtiir o m e m o
qiiando fcilsamrnto injtirindo: tia6 queira Y. EY.' dri-
xitr perder o indepeiidencio {Ia classe a que tijò dizria-

.
tncnie preside: dE-s:! o tnrus dcnliiwioritefi o prova
íriz:~rite que embora ellrs ji~igurm q?in na aaos ífe-
nineios saO uleivo~as, t(:da~ia seraù nt trnlli;lns , pois
co~nu ageiilcs d'Elei~hes o Crovcriio os n;iù dcsampct-
rars ( porqiic nxsim o alnrdcintn ) mas a jiisti~a. a
indepenrlet~iia, o credito do Governo de Seo Mnges-
tadc , do qual V. Eu.' fitz d i g i ~ oporte, da-me a-
queila pror;i, quc V. f 3 . ' niù curara de scrvicos taõ
insignificantes, p:ir:;tic se os pcrde de i a i S j lirciiacionn-
rioc, alruriçel-os tia (!c qiillm roii:einpla c m Y. Ew?
itm apoio d't~rdcrn. j : ~ s i i ç o . e um biiisn onllc v a i nau-
l'ragar e onimarf vcrs;rb,
*Em ~onformid~idecom n P~rt:irilitfc 4 dc Jarieiro
deve p r e e ~ d e rR esta rniitha r ~ c p o s t aa inli~rrnap4ído
Erh." Conseih~iro Vico Presi-lrlnte da !(alf~iaõ : td-
dari:; com q ~ n t om:lito rrspvit~;s nii:horidrde d&S.
Es.' e , ::tie rei:t por T~rrnua l ~ u : n ; jeii, offen$s
6 m e m a . mas sú prlo direiin de dcfrzn. permita-mu
V. Ex:'. que EU u i ~ i ~ r bde
e ~ i i s j , ~ i t tio
o que i ~ ~ l o r -
m a r , rim3 .O neste cezo, riins t~njhcvn cm lodtts, 09
mais. q!ie mr tricí;rrin i t i . i i u i i l i a i : r ~ ~ l i t ~ Eu
. . P,)-SO (1
trr a Iioitrn dr apr!,siLoinr a V. Er.' 03 dt.cu:!)rnii>s.
qtir a Lnnlo s e 11.31i;j , qicacr 8s ras3os cin q6ic para
tanto rne filodo. Exirt." Sr.. quando um (:Iit*fc t l ttms ~
Hepartiçfio ile Ji~$tiqa. eninu 4 aquriieCooseIIiriro. ii:io
e~itiipara ~ n f twpwkendcr por u:an rulaista ~iuliilrio
de Li run\iadirer tr!!i seu tiroprio sctu ordenando: .
me qiie PII itiyu n <octiruri». d 9 que V. Er.' brtn p(bu
e05 t em!m i,ill<.s i i n r i n prnl irado , 4 sern J u t i d ~ por- .
que a ~nimadv~r-;i:ide-S. Er.' tirllia tocado o pt~nto
de querer-me cstigni;tirur. rnuiiu rrntiorti isso f~tsse
em opposicòo tio qitc txm identico ra-o )irria ordt8sailu:
n8o sou eu qiieni fnl!», porem +im o s I)oriili~cniorde
n.O 39. d'eili*i vrrh V. Ex.'. que havriiilo aqilelle Cori-
rkllieiro em 20 de Ju!llu iiltiriiu ~irorido um E*rriv8o
isterinn para orcupar o lugar de um oiitro que acaba-
va de ser sirelieiiso por criininoso. nio duvidou em 'L9
de Janeiro ~iilrsnd'b em coso iguiil, em qiie eu rtn fiv-
me dn Lri iamtiein provi iiitcrinoweilte o lugar d * ~ i m

.
Esrrivao suspilnso por r r i m i t ~ o s ~ilrdeniip
. me qtie rer-
tEsáe tio meu liroci*der pitis nlio ~ r t n t nv;,gn o ollicio.
c não o estnndo { l a i a pastar o Citrtoriu a um doi h-
cfivães cci>mpaiibeiros, como era rrprc~soem*Direitn.
e urrlcns do Goucfno.
Alem disto, Exm.' Sr.. ~ q i i d l e.Juiz informanleji
em outra epoca procuroti um outro prtble8to para ma
réprchendrr por uma rufiporta fiilin, qual rr.í nno lia-
ver paitecipadu á Prt*sidencia da HelstOo um crime
ocrorrido nesta ~ o m a r c n . o que niro fiz. prqtic
Ley nie na0 impuiiha tal .dever , todori* j& ~ i a ~ i ~ t h l l a
a slbim&errb de S. En: c ~ ~ n ~mim r ; t tinha
&iyado no seu corjyao, ~sndafido!!ara inn\o rpciflii-
der--me por ogripto, p r m d ~B i~n ~ r ~ h ~ i . $-. >0< ?f ?it
rumento 35 comprorn o qtie deixo dito. podeiido u r
srjtrer a V. Ei.' (lue eu i d o violei s OrJcnqbo do
I.i,ro 5: Titulo I).' Sj 2.. porqcie 1130 omiti e miiiha
qiniio o quesito ~~rirneiru
do rit,~duU<>eu:neriti~.
Erm.' Sr. aqti~lloConselheiro air:dn i i ~ o4 aiispetio
na tua regpusta ii~forrnaturiii, qi~atido a de. porque
base em que a niecrmr so h 3 de firninr 6 vicios* e .
este mal sarii duvida nasceo d a 9 ordcns do d i ~ i aiiifur-
minie * por qu'inlo mniidando-sc proceder ao inqwrito
de tertemunliac sobre os factos , q~icos meias tlrrbuit-
eiantes me n5raeào nbo rb 1130 se reqitilou pani t n @ q
nem I decrncin paBliea, ntum n di.piisiq3o da Le! , o
Documrniu 0." 35 farA cori!iisct3r o V . Ex." 0113 OS
testemunl~as iiiforrnr(hra9 foram or proprios dtonilne i-
atites, e os seus servidores; atein di-ta tariibcrn fui
rhsmodo iin, Escrivao suspcnso por inim jA por cri ma e

de cotitr~bontlo,j& por n30 ter farto, nem harer (ia-


Co os Direitos de mereb, e ultimamente q u e r r l l a d o
por e l t o r q i i i r , e levar mais Siiilnrio, do que n Lei
Ilic ~ w r n l itie , C e*ie o eu-Esrriv80. que se menciona
no l)ocumeiito n: 3 2 , V. Ex.' verá que 4 o mcsrno,

.
que se reinriuita no n.' 35; tnmbem foram tosternu-
nhas ar filhes d'este o Advogado. Proeiiradur , e Se-

. .
cretario tia Camarr, Oetn (*ornoo da t2drninistraç~odo
Coricelho :-haver$ por vcntiira olgucm que comidera
em taes testemunhar a impnrrialidadc precisa c que.
as mnmas tributarii~m respeito 6 v e r d ~ d e? ningucm
o dirb? que era d'erperar que depuzesmn os det~tin-
cialites ? liliviam estri desdittbr a sua deriuocia 7 q u e
haviam de jurar os Ernprvga(1oo depenieiitrs d'rqilel-
Ieb. se a o sanceionur , e , teforç;ir a v o ~ a d edc seus
amos.? qtie era d'epperar que disseste uin er-Escri~?i&,
e seus 61110sr favor d'um Juiz. que em n m c da Lei
n ~oautborisoupor seus critnes? ser& nslim qite se
respeita a deccwia publira? o80 ser6 iito ,um facto
908 rciolb o a~inroma18 tinnquillv?. ulp iemrlb4uie
proreilrr h50 r c i lia ~ que $6 s e queria concr;i~;r, como
fim uma inbcstign~ilo ccliiirnria cio Juiz Jcniiiici~dofoa-
i r m com yuseiqiicr rncios rimo l e r que por \irtude dor
rnr9mos. se piidtbsse inl»rmar a V. l<r.'. que cre ter-
dedeirn (i dclliinr ia. pnrquc a iiiiesiignt3o ssbim o dc-
niorrstrav~? inda mriis , Sr. , utna similhante sindi-
raiicia com t~!slcii~iii~hiis Ires foi co~triiiia6 Lei , por
qynto o n r t i ~ o964 da 3. H. J. dirliúe qtic nao pos-
9 . m ser o u itios ~ como test oiniii,lias os ptoprio, dvni~n-
c i i ! i i t r ~: i> l)irt-i10 comrnum tiiisbem regeitii os Advo-
gntlus , e r o c r i o r cumo testeniui~liisem qires-
fòea de Y ~ W , cli(:~ite>, e outro sim dertara defeitiiosos
as trrlcnii~nliu~ dcpt>i~òc~itesdo acriisador : nAo se di-
ga qiie am tal iii(liicrito na« tendo formil dc Jiiiro ron-
t c i t c i c s ~çuino diz a Portnri~de 16 d'Oir!obro de 18 i 8
niio Itou\c i i o l n ~ j odc L e i , por qtini~tot, que clln quer
6 . q ~ i cs c c v ~ l i e ~aa verdade, e já por l o r m i ~alguma
%c a!cciriçnrk n rticsiiili corn tcslcrnui~iiasdilí'eituos;ts, í i
quem a L e i riipl Oe com ru.20 I rejinidas : será por
rcnluro n~iiir sngrodn n piriiicaci tl'srn crle,inoso. do
qiie a Iiot;ril iI'ii~nJiiiz dei)iinciado! se par;) 4-1 priinei-
rn rnru nq(ieI1os tt:,!i*rnurtiiii~ li30 siio adnlitti<hs, h30
de sel-o iio ~ e p i i r i i i o ? uiiido mais se em uina tal in-
resiignq:io q ! ~se liade bosetir n inforniiiqào. torna-
K prrriso. gire ra iipiiio s verdade, e n8o a parriali-
dsdc , e O o!lit, ; (! i s t o o que se tiao d@ono caro prc-
sente, t. dri iiil prort drr iluc nilccê a suspci~òo com
que a t r i h o o Juiz infurmiintr, porque tudo sc ICZcom
B U artfcni.
~
Desrjo que V. Ex.' roril~eça,*qual foi o erpiritu de
rerdsdc, e frnnqii~ro que presidi0 t~ alrunlisdn inres-
ligaçào: ru peqo que se 160 o 6110ido Documento n.'
.
35, e d'elle se ve1.6 que aquella preridio a formula
inguisitclriiil, pois ao E1cri18~nem ar hi!ios crn
fiaram, Rogo e V. E*.' mais qi,e trnii.i n i ! ~
h ! ! ~ i c ! : i ~ b

ler o Documeoto a? 36 pelo «iirl $c prolb % C i&c:u:t?


om;i te*temuriho a (Iuefn se n ~ òennsisntio que se ~ i -
cribvrsse o sei1 dr;toinirniu ri:] p ; ~ t t ! P~II cria aba-
n h r i u no Jiiiz deiiiii~ciadu? krm." Sr. titlru rti 1 ~ 1 1 s
por meio dr! jtiqta iirft-za alrnit:ii.. que com liir* p t :*-
ceilrntes, i e confie (1 it;furdina<ai, do J i ~ i z informarite?
a irnk!;t~~ci,:ii;!i:{it! tltj S. Ex.' , qu :na
tvrci t-11 g n r a ~ ~ t i113
do 4 ror i.onilaal~q!ie rnwr f ! ~ ! i u ~ t c i dcelr.rnnl.it~ que
a protrrqnfi, guo S. !:r.' ift8.s ~:ronicticíi tiar na sue
inforrniqa6 Ilics arocgiithi:t <j iiiliíi rCst:!:d<lo de i c u s de-

.
S P ~ « $? cu na5 yiletia or!t.ilit,I:* , tn;is us ncoriierin~eu-
tos ytic vcnlio iiarr nntiu , Icv:ir nm- rnc no fiintlo d'iil*
ma a cui~vii.~i,i,, qi:c eu r:ab dçro cbp. r,:r icma itifor-
maca6 iinp.arcin1.
Erm.' Sr. eu oai dos nprijxer. ytic o J i i ~ zinforma+
te tem ~,rocirradopara c a r r i y a r iic i16*graa rd,-t.s a siia
ini'orlnacan , c corno estrtu ao ~rlt*iince d l ~ i ~ t l f,
t eu
s pq3-
ro'nar, $6 a (feg[r[~il-r's, ma4 tn:ribsrn o rnostrnr que
uma premiiiitada ~hreri*iiqiiod qcwin os iitdieoff.
Eu Ki que 4s t!:*terntti~iinrtiu n\eriliiaç80 se perd
~untúrtimfactos solte os quites níio fui nindu otitiifn',
C sc nRo mrncionfio nrts dcniiiiciiir rt(idas : tbes rorno
maltrotnuu as Partes em Juizo, ii~dii:ar,do-se-lhePa-
t a tnnto o uibico fiteto que drtiirl~ailopiidin ser\ ir ao seu
intento, a verdade dc tal orc:nterirnt.iitc, V. ISx? a
eneonlrarh M> hcumerito n.' 33. Outio r i m . se1 qne
se-pwguntuu se e!i iiltrajnrn CRI itudiencin u A d w g a -
db da Cnrnara , c o Frocnrndur dii mcsnin dirci que
se- 6 ultraje cliami~r iiir!)tor os reqii~riincs!os rcitur
.
CODtrs Direito. confesso qiir todas sa vcz1.a que disso &e
tehhb cúnveacido como se r & , Certidbo n.@ 1 1 DOCV-
manto - € - e - -
X eu i130 tne acobardci d'ar-
fiim as clessificar.
U m outro fi~riticom o Juiz i~ifiwrnantt- prr!eolia
.
por teiitura ft)zer-me ciiiga e pi?Ii>qiial se perguntou
na inrcstipay80, Foi se eu n'aiidicneia Grrnl crime d'
A-~Q <1@0 Pacheeo intt!rrompi o rnesiiia., ~délr6odo
b i Jtiradoq cm estado de ~ l i ) d ~ r e ser m ~ ~ r n m u o i r a d:n ~

..
i r i :i Atidit*nr.ia G r r i i I porque u artigo
I .' do mtB9iiioda N. R. J. osrim o pcr-
1086 e
.
n i i i l c 4 iguiilrnciitc certu que eu tim 41 minliii re-
sidoieici suiisf(izt1r as nccrssidudrs indisp-sovei$.
.
que ft111a n L f ~ y e que foram iiiierlirctciilits
j)clr) r ~ ~ ~ t ~a;, l t I>ro(,ili.aJ~ria
i u I t ~ g i ~dol Porio em 80
.
dc 0 1 1 t u L r o de 1 S $8 or)iie se diz qiie uqucilas ttc-
ccrsiífndcs $90 comer , C dorinir, e cstii actu foi re-
metiillii a este Jtlizo pela \ i a l ~ g i i lpara tcr o \rr(/n-
driro uso rias circunit~iiicins prrcizas.. c riiiiiiit*in (li-
i 6 que esios sc n5o virifirurnm ngiquelle prniesso rri-
me, que diii,oii tririti~ s seis tioras, cotno Y. I~x.'
Icrb ila Ccrtid5n i)." 37,' d a quiil igui~lrnrnte se co-
I e que os Jurados iicnrain iiiromniunirovcis.
I{\rn." Sr. eii svi qiic ttirnliem SP prociirar~irnas
te~tcriiiinlriis por urdcrii d o .Itii~inl;,rniaiile , se PU
tenho u l ~ i i i n i i s tezes solii(lu da Comarcii: direi. na{,
nego os fíictus qtic prí11iro ; n8o lia dut ida q ~ i onl-
$urnas J ' C ~ tciilio i i l o h Setie f I n I l e l a @ o . jb porque
0 rnii1l1;i s í i ~ ~ d;isric tn o ~xigii,, Iin\i*iirlo na 1'1-esideit
i I Ri Dorti merito riirnprob;iti\o dis~omes-
mo , j k porytie o lisrn.' Coi,selhciro Viir-Prfbsitlri)te.
perguti t niidu-lhe. por varias tezes. se rlie eslrnilbava
q !ir eii asrini o lizcssc , oii cm t cmpo de ferias , no
, oii ;i rntdia mede
qtinndo o serviro riao ~\rt*,iiidicnsse
O eriztssc , rrspondio-rnc 2 ~ 1 1 ~ 1 ) rPU ~ : 11;to
pui* li30 o 1t:rido (;lito d ' l ~ m ~ r c ~ ~ iJudiciat:~. lits
.
pafff)
(jiin
3qui t e m t o ias as scrniinm. niu,to iiwiius o diirte de
qliefii 130 poiicnr vezes apliitrcce *; iicste suty)?stu e[-
g~~rniis iezcs liii inslado ;i seceiridade. p w i n V.
Ex.' 1crB do eerlicl,?o n.' 38, qrie eti nunca dpi,xei de
fazer as iiudieacins nos dias pierisos, o que Iitova. que
ed riao causei detrinrento so puUiro: codsiia se eu
piid~ssepellsnr , qiie S. Ex." mnis tarde me qiirreris
arguir ser \ iodo-ae do eu proceder, GlLo doq:lrorr-
.
rw sofirne o que ~offrrssc, nna teria irla. @e
16 psra rriinr um. srmelhnsta arguifio, mos tatnbem
Pl f*.tuhri a drmonstrlif8u de que a rigitaoeia de
Q
S. E%.*sobre c9 Ernprvgadoo. de Jlistica. pars uns B
de f b ~ a r , ptlrque fiado partiripa, para aulrcis dDodioV
torno $ em rekaqlio a mim.
Exm? Sr., tambrin $ei ytie o Joiz informante tem
tinido crrtidócs de proci.se.s deste Jaizo, que tem a l -
runfidu uuiros pelas diligeneios dcs meus denuiwina-
IPS , com eatcs rcdiculos riudas se pertcawde lançar te-
mmo a~isrninhas acpõer. ai mais inmrent~s. pare de-
(riorar o meti eredito ( @ bem qvc inatitrnerite no coo-
teito dus homens probos) prrtefidende assim acbar ou
eonlrodi~8ode Jtilgodbs , ou eryressbes mais fr~rter.
(odntia das pruderites f mudar n Conselho. a i i q o s -
grm mais adaptada h protieu C qut)m a imiwr: eH ps-
rem respeitado t<intoqlis whi ii Eliet s rellia Judicial mo
.irnp6e por dcrer B pessua do Jair inlòr ii~ailte, e sem
qee seja por forma alguma em desruaiiderncae ao mes-
me. mas a6 çumo n)r;io de insta dt4'eza. tenho ktm-
-bem a bulira de aprrscniar a V. Ex.' tluis Ourume~-
.#osai' 40 e 61, rias. guaw V Ex.' arhaii qne uluir
~iuwmsntesobre o mesmo objecto YRI ~ O ~ J Cmais O de
Ibm ire8 pensou de duas cliffi*re~tes mancirlis , ao ou-
h o sa IC a rrprehcasiio dada a um Juiz Ordiairio.
Exn.* Sr., em tista de tado quanto deixo doea-
aerrtado, e narrado ers relafio á aiirimadversia, e
preien~iioqhe o Juiz iifoi.meate ttbm eoalrs mim, o
qm espere seja por V. Es.' ataliadu deridomente.
n.alo cunlo aecivsrorin para s mioha deleta, qiis V.
Ex.' ewarregue 1 um outro Juiz do Triburiul da Re-
k@e sãu s6 a aierigua~Bodos facto# de que wli ar-
guido, mas lambem que informe do verdade dcs me+
mas: eu i& desejo, ~ioinestou bem cctto. qoe q o t i t
do se tiler com im~iurciolid~ile.c desprerenrùs, qw
9 tuu '$rigc, r d e m a a d ~ , c'ii hei de oppárécer'ani
Irma ronducta illibn<l:~. V. Kx.' ti:m no rtbio Tlibu-
dr 1170 dratnciifidu credito, e rtapy-
.na1 ~~llagistr;~~~or
.taçAu , q u d q w ~d'el les sot ishrií ás diligerr(:ias dai)&*-
me segura giiriintia, o que iisorit nào tunlio, e t~acu
8-sim 0 penso, qiit. P I ~f t e ~ t a diitu oficio ao Ena.*
Coost~1lieir.oVice - l'resirlcrite da Itclii~ao, dizendo-{Ile
que averhanílo-o d~ oiiclwito oo sru itrforrne, eij
viiivn a V. EP.' Jircciiiniente a minha rcrpustu, espc-
rando d'elle Juiz informnrdu se nb5tivrsse de rcspori-
der a t e que V. Er.' Iiwiesse por bem decidir este
importante objecto, r quem o dava coriin alTecto.
Exin.O Sr., sei que bcm extensa t e m sido esta mi-
nha reslio,sta, totlav,ia o credito dc umMa;i-trsdo, que
eutir f;izeodu r, setl primvirn logar. assina o pctlis, cic
desejo yirotnlo reja I taosferido ( ( 4 que pefo a Y. Er.'
qtie scjrj q~iitntoantes, umn vrz que V. Er.' sc sirva
fazel-u para Ioia do Di~iricto da P~esidenciada Ra-
laça0 dos Aqores, pois uei que tenho uin chtblc des-
afeiçoado) ~ ~ I ( T irU occ:lpar ur11 novo I O ~ Pcom bi-
pyçedc~irtcs, e por isso era iteceasurio rebnter em to-
doir BS redrictas os meus dtniactores; eri dciia tarnbem
aos meus Collegas uma sn!isft~qùo, outro sirn dr~ejti-
v- ronvencel-os , qric nào tioliao no seu iiurneiu iini
Juiz corrupto, um Juiz indigno; eu csrcciu d'iipie-
~ e n t a ra V. Er.' em plena luz todos os factor, qur sr:
me a s s o ~ ? v m; outro s'irn eu descjnvi~.que fi(*asw pn-
ra os.ai,rcesrares de ,V. Exi, na Llepartiçau doide
.
)OU -filho , como Empregado Puhlic.~ w m Dueutnesio,
gae .tiwwse-raber o que PU SOU : p r ultimo eu CIO
.povw derb Comarca, que tantas provas me t ~ m
&do d',e&ima, ,e confiança, que eu iião drelisei do
qredido , em que mr tiriliam : e por to.ias estas ra-
@es perrnitb-me V. 17x.' que tDud t . r d ~jh v i dar nu
p&llco f+ta m'ialia deftaza. porque -itl)enilo-sn quew
C>,;.--
Aenirnriai!o, e O ê ~ ~ i l < Ina<)
o , COIIFPRIP il minha
,
,

,*r* a3fi 7Pnrrnitto n mnii rreriito que protrsia


par mais icmpo tim pittcrio. c tltiril I rnnnpira por-
que e3tc fui decifrado ; ii Iiorirj t1t: iim 3legistrado
Kqrn.' Sr., 6 biin í i m;iri~ir~i dc um fril;:t ritlrn. que
.
Corn leve toliic sc q u ~ l ~ ,r ao11 como n 1.1miria d'aso
polida , qtic com q i i ilqiier alilo se cinl>,ici;i.
Deos Gii;irdr n \r. Es.' Villii Fruncù d o c a m p o 2 2
dc Jl;)rco (10 18 3 I .
Illin." r! Extn.' Sr. Coii~elheirr,3liiiistro e Sllcrcta-
rio d'Estado dos Ncgocios Etçlasiasticos e de Jilslica,

O ,Juiz de Direito
drtroirio dc Vuscoiacellos Pereira Coulinho a4facido,

J .iqttc os meiis denuneiaiites nfio tiverali1 prova c n n ~


tra inim , otf:rceerci eu. como additarnento á res-
I ' o " ~~ O r cn dt!riiinciii dos Substitutop. um dociihsn-
10, que obtive depois de estar c s t e ol~usculotio p .&lu,
r: que se eiicontra no fim dc toilos. Rogo ao leitor que
n veja coin a t t e i 1 ~ 5 0 ,para qtic coobeca o eoracter. a
lro11iJa~ie. e a dignidade com que o Substituto An-
,
.rol« escrevia u um outro Sutstituto que, por impe-
8.
drmento r n t f i i , se achava corn ti vara. Neste documen-
to revela-se a rn.inciiniundçao em que aquelle Substi-
tuto se ach;irn inrolvidaj, pgra sc siibtri~hii.As m8os
da Justies o escrivão proniirici~(lopelo crime de furto
de einoliimcntos n.-ii) devidos. 380 rliqnos de notar-se
os cnnsdhos , o9 prev*nçòes. que se leem naqctella
çartr; devem os povi)s dosta Comare.i, ein prcsenca
.
di:ll.i ficar sabeii 10 qiiilin sao as firmas qiie compõe
.
o rtmi e:itiruln qiic decide u e stviis negoclos íurensas,
J O Das mõo, da ines h o ~ e a ;
quaujo a ~ ~ I P I S ~ ~ C Qestá r
prq:~ o ~ilocnmento nào sú o, indi~ita.mas ttmbom
o Ioriii tias reiinific~à. Qric?rn t c n i çcintrn si documc~itoq
t,jio positiuor do iiiimoralitla(le no desernpccil~ode seus
.
dei errs , como I'iii~ixrionario jri(Jicii11 oii*ou ossigqsç
umo dsnrincia contra u i ~ ijuiz, n quem os seis detrx-
tures n3n livernin de o arsuir, a nJo ser com fuctuq
incoriclriilciiics c ~nciitirosus, O bom senso do psblic~
que os jiilgue.
DOCUMENTOS.

Bento d'Oliveíra , Contador e Dirlribuídor do


J OSE'
Juizo de Direito da Comarca de Villa Franca do
campo na Ilha de Sso Ill iguel , por Sas Magestads
Frdeli9sirna A Rainha etc,
A todos a Senhores que 0 presente certidaa rirem.
e d'ella caihecimento tomarem : certifico-lhes, que
lenho visto em illyur>~doa processos , na ocensib que
OS conto, eoiiclt~sa com a t r m qee o Escrir30 re-
m e t t e , e o mesma rnarqinadn pela I ~ t r sdo Doutor
JUJFde Direite o fllustrissimo Senhor Antonio de Vas-
coneellos Pereira Coiitiiibo hj&do, cm as wgaintes
palavra3 r nào me pertence B : eert ifico mais, que O
mesmo Senhor J t i i z , nòo leva emnlumento algum das
drspnrlms que deterrnin~o a remessa das D q t ~ . a d m
aos Juizos t>eprciantes: que o3 doridas. da coatugem
dos salsirios aos Empregndos que ~cnlie exposto por
esciipio, e de viva ror ao Senhor juiz, tem sido sem-
pre decididas , excluindo da regra de custas bs actos
irregulares, e supcrfluos, contando-se o que for
positivo e expresso na Lei. P, por me ser pedida pas-

-
sei u presente. Villo Franca do Campo 28 de Fera-
miro de 186 1. Jork Bento 80liutira.

Certidão R.' 2.

!V ARCIZO da Costa Peixoto, EscrivBo da Jiiize de


~ i r e i t n , e Tahellino de Notas n e ~ t eJulgodo Ce-
de Cocoarca de ViIlo Ftanea do C a m p , Hha d.
a * M i g u e l , por Sua Ilfag~~tde Fideliseima s
bba qtie Deos*Ct~urdeete.
Certifico +e prlo meci Cnrtoriu n l o eonrln qiie o
ettual Juiz de tlireito Aritoriio tle i'iiiconrellou C P F C * ~-
IlnrL' lo jh inais io?se uaii ertido e m arcor-
ts C~~i~ticilie
&$o nlgiim dii Relac:io , o11 rnult;ido , ou condemitodo
em custao, o outro si111ceriilii:o i*to mt:*ino pelos Cor-
torios dos meus Coml)i~rilieiro~ iirstr: J i i i z o , liern ri~-
mo do3 Julgados da L:igoa, I > i i \ o c i @ ( ~ ,c Agor de Yúo
por mc serem prest3ntrs i i l ccrtitfòes pass:irlns por cs-
kr differtotes Carturios. em qiic se ceriifica isto mesa
mo.

CERTIFICO que pelo nicu Cnrinrio consta. bem ta-


mo pelos dos meus Co~nyoriliciros, se rnuqtrn pelas
iertidùes pasqadas por estes, yiie o nçiilal Jliit de D i -
mito aiào s6 fiiz baixar da coiicliisà?> coa, seiis dcspa-
thas, ou sealentas, toJos os autos, que Ilie tão con-
c~usos, d'uudieneiu a nudicncia , bem eonio que já-
mais em suo conclris~ose extroviaru m h utus , ou pae
@eisde q~idquerniitiirrra qiie srjuiii.

a pretente cibrlidjo tirem. e d'db


A OS Senhores que
cor~hecimentotomar&, crrlifiço Ihes qtie em meu

a d e r , c Cnrtorio ex-ibtem uirs Autos (:iveis d ' a q b o


e força ei~tiepartes Auiliores @aliricio tI'Araujo , e
mulher, d'Agoit d'lllto, c fie n Laniara 3lunici-
.
desta Villa e d'eites por ordem *acal 'do Doubr
.raiz de f'lirtbito desta Comarca, Antonio -de Vamon-
=&as Pekeira Coutinho Xacedo nle f ~ ordenado i era
tr~iiisscpor C t r t i i l ~ ons p e c i i s s c ~ i i ~ i i t e s .
-
J)oc-u?,~ett/o A -
ni~tlrnhlauricio dV.\ruujo, e sua aiulher do Lirgnr
d ' ~ g o i id ' h l t o qiie u Cnmiira llu,iirii,il (leste Corice-
Ilro' Ilics fez força tiirbatit;i corno se j & dos Itens se-
guiittes - item. Os ~iip~ilicnntessDn possiiidures de
um molnlio siiu d [libeira d'Agoa d ' A l t o , bem conlo
de tiiria Lnrbiicja pci.tcnccnie ao tiicsmo -
item. l'en-
do n rliurn d'Oiitiibro pnssiido drrtruiiio a dita bar-
b a c ~ n , trataram os Sul)pliciln~r~ de ii reroitsiriiir,
mas f'oriirn cmliargiidus a repucrinien~o de Jacinto
[Itdtfillio dc G U S ~-- ~ Item.
O Que esiaiiilo-11) Iloje de-
wrllne dO correiile coricloiiido a obr;i crnbnrgiiiia , ii-
sando para tiiiito os Siil)pIiç;int~~dii fi,celdude qtie
Ihes foi corireiiida por »espa;lio d e ITo,ss Serllioria ,
oeou tece serem agoi u iritiwudos prlu Camara hluiit-
cipnl piiro derrubílrem a o,enrio~ii~ilaobra , passarido
immcdiiitdnierite a rc~olisor S U ~obra, de dcstrriiçòn,
de~nioronando parte da ljart)i,i$n - Coin s t m ~ l l i a n t c
factfj Iiies 4 feito f u r ~ dtiirbiitiia , I11,rque OS Supldi-
tanies lixavam do reu (litriio t onre,lido por poder le-
gitimo , qoaiido ninda i. certo I podt~r u Cnrnnrn
1lunicip.jl deiri miiior de ia1 o.odo sibtn ( ) i p n * d t l r ~ r n
OS it1rmo9 I r g ~ e *09 . quaes foriim oi~~itiiilos. Dele por
I;itit o a dita Ciimnra srr cocidcir~ii~tla ii(-s prejwz""
r ~ ronio em mais clã0
t damricls qutB sta I ~ ~ u i d t i r bein
f a w r t u r b n q ~ o aos Srippiir;intrs , e ciistas - Pedetn
por tiinio u V. S Vllnstrirsinio Srnhor I>oulor Juiz
de Dirriio se sirva r n ~ c d a rc i t i i r a Suplitiiado na pPs-
soa de seu I'rt~sidcnte, ou Fiscal para t!m um ,ttlrmo
ellegiir sua d i * f c r n , r com , ou sem rllu dar dia d'
aitdiilncin de J~ilgnnwriiu. Estiiiifio as e dam-
nos em trcs mil reili -- E rerebt*róo rncbrri! r-T(*~te-
munhas - .
Jacinto Soares d Oli\eira Ralcra C; sndo.
Pedreiro . vil li^ Fianra - Jono Cnriinguijo idem ,.
. .
idem idem , Frfiwisro d' Aridrade idem , trabalha-
dor, hgna d'hlto - IIiguel de Soiiza, golieiro, idem
-
idem hloniz,
Dcsparlio i. 2 r.'
Distribiridn cite-se. Vilt;t Fr~izcncfcscriore do Ja-
-
neiro de mil o i t o c è n t ~e cirlc:)er\t,i. Ccit;sccinceitoi.
I)oclintcnto - 1Z-
Auto dt! bistorisi f. 13 o i i.
Copia. - Auto (1: es.inle e vistoria.- 4nni.j do 'ias-
cimento dc Nosso Ser1h.w J ~ s u (:lir.istfr
s d e m i l clitor+cn-
tos e cineoc~ntii, aos dcseoíive de J,rii+iio , t~(*staV itla
Fraíiea do Campo d~ 11111 dò .'rio 11i;ii~:l , s6.n-lu eoi
.
o sitio d'Agoa d'hlto Termo (lu mesiria Viilo e na .
Ribeira do niesmo sitio , a o r d e cti Scrrc!tririo ria Ca-
mar8 rim com o I'resitfci~te d a Cninaro JitSo Ilorges
Boieiho de Guurnrio, o i1,i ~niriistr~ntlor tio Cortcctilio Ar-
eenio JuuO: %,telho dc?Gu~rn:ii,,Jost' L;i.ii~tcib~ode Mat-
JOJ, terceiro Vereador. .?litnot?l Jiicinto .Iliiniz. giiar-
t o , e Joao Yoclicci> Tarartls Hal~oso, q~iiitio. e 05 Pe-
.
rito3 Migiiel da Costa e Fraiicisco Jcwb Felieiaono,
a qua aqsiutirnrn ruli~ntiiri~iriionte iinis gt.iti,di? parte d a
Povos d'squelle meinln sitio, p(1la tiiia Cnrnara, e Ad-

.
rnitii9trador do Corirellio foi dito nos ditos Peritos qw
Nnurieio d'Arauju sem lireitya alcuriia , sa aclrots
construindo a barbnc8u que rlttlr viram rio h w l o da
mesmo Ribeira, a firn dc e l o a r a asila correaie a uma
altura que u desviasse do solo d~ ?iil,eira. e n dirigir
p r m m rnninho yarticiiliir do dito 3faijricin d ' A r a i -
p: que nogurlie iiiesrno I q a r jB Francisco Carreira,
.
Sogro do dito A r ~ u j o h;)r ia eílificu<lo igiinl obr«, que
1130 obrtante ter sido em bara(.ida pela* ~uihoridiides
transactas. ella tinha sido cumpletnmente dertiuida
por uma das cheias que I~ouvcrain ultimomente. e 6
publico que parte d'esres n>açirnesoeeasión;tiarn i de$-
truiç3o da antiga Ponte. Que, por tonto deferiam a
elles ~ e r i t o so Juramento doo Santos Evangelhos para
que deckaiaisem sa apuella òbra '@orticülsr e i i h i i
.
&mno ao publico no5 prrdios visinlinr , t r r d'clla

t~rrl~riir
.
podia probir prilj:iixo 6 Pontr i ~ o v c iq i t c o Cuvrrrio ira-
br de mandar llizer e arcthiti) por elles o Jiiro iner:to
arn qiie iim partdih) corno o qiie estava .
triiinio ido fi~ndodi! eina I l l l i e i r i corrente eni quanfo
nRo itrravn fazia rectiiif O;UU n uma forte :ilturo tltie
?mbaraç;ira a paswgeiii , e que depois d'orrado nrt!ti-
vn tambern os Liipuines dos lireilios risiii!ios, P l u ( ?em
orcasib dc clieins estar porlinin cnüsiir iiamrios irre-
mediaveir, e qtie (le mais a ntiiis {todia porvir (larn-
.
na e @r em risco a nuin Pdtide. I'eio que a Cama -
ra , e o referido tl(in~irriairnciorn3o 36 marrdaram aos
officiarg que na'rnc-[ria obra se oclinram trabtllllsndti
.
para-em t o m ellii inus 111" atC o dern~~lis~ern ai4 no
fundo da meqinu Ribtbirn. bistt) que I elli, Linh:hrn ro -
meçailo jcin licenfa da rnesrna C.im.rn. a qiiern roin-
pele vigiar aos t e r t n o ~dor artigos c ~ i c t ooiienta r iim
r)~,twerotrez , e cerlto e \iate Ire1 , 11 iinerotl Ire? e
sim O do Cutiigo Adinini*tr;ititu. o qiie p ~ r w o r ~ - t aser
4uvroii o preapi)\e Auto que todos i~ssi:n,irlo e vu
J O S B Silii rio 'Livare*, Sc!ert!tario d r (:nrnnrn, Q e*-
.
crevi. -O .
13rcs,deri~eda Carnnrn .?o90 Rorgeq fio-
teho de Citsrnao - O ~dministradibrdo Cocicc*lho, ir -
ccnio José 13oteltio dc Grismno --.lo-S Frirac*i$c\)tle
?Iat,t~q
.-.- - filamçl bl~jnia Furiailo -- Jo3.1 f>nl.ht*ro Tli
iarmi'Rnpio- I)e Migeei' da Costa uiiia cruz I)e-
Fraacigco Jose EèIicianno urna uru7 - . J l Siiwrifi
d

Tavares -ESC& ~ & f O r ~ kVillit . f;i.ar)c ;i f o ~ ' ~ i i i!i ni -~ ~


Le *sei3d,e Janeiro de mil oitureniuri e rim .,tliii .-O
$twelario d a C h h a r a , Josd Silv~rioT i i v a i . ~ ~ .
Doçtimc»/o - C -
Bem dt~fzridi,h4 a Siij~j,lira qtie o Aut!lor fez no
,tere»
;';
d'hu:li&~i;ique se ociir a Folbat dcserelo i e r -
90 ; por qii.,trto i,rtliti\nird» r? a r t i i o ( i i i i t b n i O S nitentii e
-qm da NovifisiiyaI{ef'lirinii JiiJiciitri., , <i:li:
..
de faiianova sé siga, a forma d o prcccsro edta-
da f ~ amoi4 (lc seis srinos; que esta Biirbn~tia roi des-
t u h a
.
r I clieiii .
em ~iriiide do que
re fez segunilil que a b r i i ~ i i i uo mesmo leito um puu-
eo ab:iiso. firi,ilmcmte r%tali(!ojfi o moinho em poder
do Autlior sc Sez o terccirii, e ultiinn vez a dita bar-
bacsn trex ou qtintro viir;Is mais alairo da segcinda,
e qanilJo a obra estuvit a corirluir-se. isto IiorcrPo se-
.
t e para oito mrzcs foi u ( l i t a 0bíi1 eiiil~argodoa re-
queriniento de Jacinto Cusrn8o. e jiidiiiulincnte ; dc-
pois rorríwJo pleito Iioure ordem da Justiqa pari) que
0~ concliiissc a dita obro, e qu~ntlo n rnesfna se cs-
tara a fiiiuli*ur, Iiavcrb talvcr dois mrztbs. shi nppa-
e
rcceo a Camara Dliinicipnl , e ortleriou elle Depo-
ente qita nao progrcilisse tia obrii , isti~nundomais n
.
dita Ciimorn pilril que di*struisac e derrubasse o dita
o b r a , e ellc Del~oeiite re+pcitaiiilo a ordem. c ome-
açào feita dc ser preso se neo cumprirse, derrubou
dito* pedras , e retirarido-se liara s i i í i casa o Vereador
Muttos et. tlii.i(~io a ella niibsmo lej~oentrdixendo qiiu
r
ellcs. e os mais o qiic prcciuiivam era srrrin presos,
e qite o liaviuni de siArse tino fossrm derrubar e obra,
e que elle L>epoer~tefoi. dizrnilo-llie o A~lmioistrudor
do Concelho qiie fosse ucal).~r de dt:s~ruira obra , O
que satisfeito í~ C a n i i r a sc reiiroii dii(\niju que a obra
estava concluidn, notunio elle testcm:iiilia que duron-
te tuda erto grbcetlrr du Camarn se viu ncsla um mo-
s e turlot o
do errogante e aspero, d i ~ t i c i ~ u i i ~ d o -cc~tre
Vereador bliittos , Joào Bento, e Admiiiistrador do
Concelho. Disoe mais a testamunlin qiio apbra da bar-
bacan principiada por conta do Author , huvvrá seis
p a r a sete rnezes; depoz mais que sem a harhncãa des-
truida pela Cnmara njo é pos!ivel q!ie o moinho do
Author possa moer. como j6 mo40 qtiaedo existiam
oquellas oiltras barbocaas aecessorias do mesmo moi-
nho, mas acontece que em v i r t ( i d ~ do ~iroceder do
Camara h a m moendo os moiiiho~ iiiScriilrrs ao do
Au&or qile ~ $ 0ambns de Jaciiito de Gusniao, qcie
trrba\hirnponlue a Cumarn ri20 Jestruio as \iarttociar
&tes, qtie tein s ser tiniu barhacfin qjre mais feeii-
mente @de prejudicar o I)oi>te d'Agoa d'.4lto. e ituii-
es por forma alguma a barbac~a(lu AU~II&='P qiial 56
serve de destriiida, aos outros rniilhus in-
feriores. E mais 1-180 disse.
Jo3o laeiiito Pereira, por alcunha Carongiieijo. ca-
sado. pedreiro ; disse qiic sabe Iior ver. e pre,enciar
qiia dede que se snteeile conliece, ou para melhat
dizer desde que tem verdi~dciruuso de rasào eonhree
o moinho da Ribeira dlAgoa d ' ~ l t oqtie pcrtence aoi
~ u t h o e n, que fozia parto tlo m o p o iima borboc?.

para o mesmo asdiir .


que a\ravegrava o leito da Hibcira , reprezava a agor
esta senil6 desiruida por u-mu
cheia. foi reedificada mai, abaixo pelo dono qiio en-
Ur, ore do moinho, e com estn se coniervou, ate que
.
veio uma clieia gi~otuml)!-m o destruio e por isso o
Authw se resolveo. ha seis para sctc mexes. raedi--
@ar a mesma nlgumos varas mais abaixo. o qiie !e-
voii a effei to , e qrian4o se uchnvo a obra qiiosi çon-

.
duida Jacinto de Giirmao reqiierso um embarge .lu-
dicipl o qual procede0 ficando o obro parada a t t que
pnr ordem da J u s i i ~ a foi mandado contiiiuar, e quan-
a

do nisto 8a estava opparecao a Camara desta Vilk. -


m a ~ i d a ~ dso ella Depoente, e w q m a i ~ ; parassem cQrn
.
r obra. e a deairuissem e duvidando elle depoente
$81 praticar ia-se retirando. neste acto foi: iotimwlo on
ordem de prisao pela mesma Camure para que viegw
destruir. e entfio por este meio v i o l e ~ t oveio eqm qe
mais destruir a obra ; notandu entao o @r sme-codq
«>m que o Vereador Mattos intimidara o depoante pa-
ri que f * ~ dasiruir em prornpto. Digw m a i ~419 de-
poente que a birbac8a destroida ainda gne #e [ass
mão trazer prejiiiz3 ú o Publico, pois a ter $e e
haver ierh ia duvida O qua lhe causar p barbgc~
mesma. qrie esta aenJo dcstr~iidapor uma cheia fes
eum qiio o Atitlior a viesse recdificiir (lituti.o varar n-
I;six<ii ertaodo u concluir-se a obra cn11,ar;oir-a ju-
dicialmente Jacinto t;usrnão, c ser~iloa rncsnia man-

. .
dada eoniinu~rpor ordem da liislira vio elle deyw-
ente, porque 18 tri~balliavíi \ i r o Ití: m;iiiiIi~l-a deo-
truir , irido tamlieni o Atliniriiirtriid~,r rio (;otbcc;ho,
o quí~lelle tertetnuiilii~ nAo oii\ io ordenar cutisn al-
guina. notundo elle teslernuriliii qtic os Vereadores
hlallus, e JoBo Ilcnto com Hr srrogiinte , e teimoso.
determinaram a riiina, e demoliciio da ohra , s q u a l
no entender d'elle depoente, feita que seja, DBO pre-
judica » Publico, porqoc a ter de o Causar alguma
tiarbacàa lá eslava a dc Jacirito de G u s t n h que fica
inferior h do d~jtliorque ii Cuinara i130 dcstruiu. broi
como b~ uma so~:w~or a esta, viiitio por tadto o pro-
ceder da R t u ser s6 proveitoso so dorio dos dois moi-
nhos iiiferiorcs, que r m quaolo estes neqiielle loctll
niuern , esta parodo o do Autlior. i3 niais tiao disse.
- -
Docrrrnenio E
Aiito de vistoria. - hnno do Nascimento de Nos-
ao Senhor Jesijs Cltristo do mil oilocentas c cinroenta
BOR sei9 dias do mcz de b I ~ r ~ do. o nlesaio anno, nesta
Villa Franca du Campo. e lugar d'Agoa d'Allo, ne
sitio do Ribeira do mesmo noinc, e p a t o li obrs de
utaá barttitcba , ou aostide cunsttuidn no letto da dita
.Ribeiro cm direcçiio opposta á correlite da m ~ s r n a d r
Nascente o Ponetije ,. ao p6 do moinho dos Autbores
dburicio d'Arauj1). e slra mulher desta mesmo Lu-
par , onde veio comigo. Escrivao do scit cargo o Deu-
tm J i i i a de Uircite da Cornirpi Antooio d a Vusroq-
eellos Pereirii Colitiritio R!~cêdo, e bem assim o ofE--
Paido Juizo Van..ei Francireo de Campos. ~ l ipre- i
sentes o Advogado dos Authores o Doutor Francisco
Amancio d a Silveira , e. o mesmo Authur klaurick~
d1&aujoi e,. o.Advogado da Camara -Muoieipat Bb
ncrta causa prrsrntes igunlmenle os louvados Siakli-
cio Gago da Cnrnore, Brnifario JosC do R r ~ oe, Frnn-
cisco Soares cl'Oliwira , elle 1)outor Juiz de l)ireito
liics delerio o Ji~ranieilto dos Santos Elnngelhos em
tini l i r ro d'elles que eu 1<:rcri\30 trouxe comigo. e so-
bre o quei pi!serao> suas nizos direitas, e sendo por
cllcs aceito o dito juramento assim o prometeram ciim-
r , c logo Ilics eticarregnu que hem, impaicialmrn-
t e . e debaixo do mesnio juramento dessem seus lati-

.
dus sobre o que Ilirs vai ser proposto ú cerca da obro
da barbacõa queltionudu no requerimerito do Advo-
gado dos Authoies do theor seguinte: -Requere0 o
mesmo que os Ioiivodos dessem os seus latidos sobre se
a barbncna dc 3lnuricio d9.4raujo rausova preju izo á
Ponte deste Lugar tio tim de H ~ b c i r a ,e 80 publico:
segundo : se o mrsrno Mouricio d'Araujo sempre tem
tido no lei to da Rilieira barbacans pertencentes ao seu
rnoinlio por si ticje. e antepossuidores : terceiro; se ii
aeti,ul olwa dejiuis de cor~eluida pode causar mnis dnm -
no ao publico d o qiie as antigas barbacanscorirtruidos
d'anto niais acima : quorto ; se tio mais proprieta-
rios que tem siias barbacans igualmente rio leito da
Ribeira. os qiiaes estejam nas mesmas circunstnncias
que a dos Autliures, depois de concluido o obra em
questão. Seguidamente requere0 o Advogotlo dti Cn-
mnra R6 que Irouvessem os L~uvados de declarar se
eoiicluida a barbaeàa em questào esta pode prtjiirliear
a particular, como por exemplo a passagem das ter-
ras da Misrricordin, c a posaagem do rnoinl~oque ho-
je traz o Mestre Francisco Jose Felici~rio: se a bar-
hseaa q u c o Aiithor pertende concluir se acha edifi-
cada aonde eram aliantigas bsrbaranc. Requereo mais
o Advogado dos Authore, que os louvados declarassem
que quando a obra em questho podesse causar trans-
torno ás sobreditas servidões. isso podia remcdiar.se
elteando-se os passadouroe qlie psrs elles dão passa-
gim. O qtre Ilie fui aeceiio, e deferido por elle Doa-

qúe~immtòssm Louvador .
to, Juiz de Direito. pugs:ifido a fazer o resiirno dos rc-
os qtiaes com os eompa-
tentes npnrilurnentus p:irtiiam a Tazcr srii exame. 3t.s-
te scto Coram u~ireseiitados pelo Auiliur dous informa-
tiorm Jú8o de L ~ ( I Anilrade,
~R e Luiz de Lima , 09
qúiiei foram ojuramentador por elle Duiitor Juiz de
Direito, e Ihes eiicarregoii de tiarern suas informa-
çõer sobre o iiegocio , e partiram iguiilrneiitr. E da-
pois dc muito tempo rierani dar em segredo sliat dc-
claraqks quc s3u ou seguintes. Ao primeiro ql~esilo
responderam que s harbaeãa nau causava prejiiizo ol-
gum e Polite que ha ria mesmo Ribeiro, nem merino
ao ~ u b l k o .A o seguirlu qiiesi to respusder~m que lao-
to o Author por si, como por seer ontepossuidur~s
sempre tiveram o direito n construireni bcrhacans no
leito da Ribeira. Ao terceiro quesito responderam que
a barhrãa ~unstriiid;ino lopr em qiie se acha niio 6
prfijudicial. Ao qunrti~quesito responderarn que ha uma
barbaeáa acima da do huttior , e outra abaixo com-
preber~dciidoornbag ellas o leito d.1 Ribeiro. Aoqiiia-
to quesito responderotn que q u ~ i d oseja przciso , de-
pais de construida a obra, pas3apem para a terra da
.
Misericordia e rnuinlios eoiisttuidos na margem op-
posta da ilibeira podem os yssaduuros que jA se achem
rerern mùis Irvantados. Ao sexto respoi~deramque
obra , ou barbecãa nao prrjudieu , corno se aclia de-
clarado, a servidáo tatito da terra da Misericordia, e
do mestre Francisco. E por esta forma deram elles
lourador suas declarações por fritas, e dadas cõnfur-
rns suas conseieneias, ar quaer fw?m eseri litas em se -
grsdo. e depois de tudo mandou elle Doutor Juiz de
Direito fazer este Auto, e declarar que os dous Iair-
vados furam conformes, o qual sendo por mim lido
perante os me'smos, e Procuradores das Partes foi por
todw assignado, pelo o&ial, e por mim NP~ONdo
Costa Peixoto, P.~ri.ítao do Jtiizo de 1)ireiio. qlie g
-
escrt!vi. -
\'asrnrrc~~llos Sirirlblic*ir~Gago da Cama-
ra - I7ra:trisco Soa rcs d'Oli vcira - Roi~ifacioJuae do
Hcgo - I>e Joao de 1,imn ~n{iríi(it!tima criia - De
--
Liirz de I,irn;i tima criiz. Alri)r,u Pcrrira htlcricu-
-
urt fAopps Francisco ~ ~ f J I i l f SiIteirn
~i0 -
! I ~ I ~ I ~ xNar-
ciso do h s t a Peixoto - IJanoel Frnncisro Ja.Cairtpos.
Boctisaejaio -- F -
I)ir hlntiriclo d' Araiij.1, morador em A gua d'A lto.
qiie precisa se Ifie pnsse por certideo n diti em que a
rtbqcierimento dc Joeitdo lluttllio dc Gatmùo foi neste
Juizo instiittradú contra clle Si~p(ilicaotee rua mulher
uma CICF~IO ~ornminatotin s n l x ~ .orna barlítciir, sits ri
Iiibrira do mesmo Ittgitr J'Agoe d'Alto: beni conioo
Derpacln, do Julpi.idor cnin sua respeciiva dnta, em vir-
tudr do qual foi rnireditja lieentu de se acabar o obra
-
emhargrd;t. Pcdc por tuikto a V. S. Illm.' Sr. Dr.
3uir de Ihreito xe sirva ordenar que o Escrivùu do
-
-
processo, Moniz , a9~1i.no f ; t ~ n . I! rcc~berá mcrch.
Moair.
t.890. --
- Sirn. Viila Franca 6 de 1;tvereiro de
Vaçconcellos. -Francisco BIorriz Pereira de
Larniira , Escrivho do Jilizi, de tlireitr, nesta Cfbmer-
ea da iTilliiFranca do Larnpu , Ilha de SiIf) hIiguel,
por Stro bla~erioíloI.'idclissi~i?a qiie Deos Giiardu e t r .
A ttdos os Setiliores que o ~ireseniecertidh rirem. e
d'ella cottltecirnentu tomorern , cert irii*o-itte~que em
meu podei c Carttbtio eaisiem as Auios de que fnr
menç8o a petiç<io rebi), e n'elies roIh;)r duas se aclia
il D~tribuiçãoda acHo em ririco dc Jiiiho do fin[10
p o x i m o posado da -mil oito(.enios qiinrenta e riove ,
sendo feita pelo Ese~vijod p semnjia a ~ii-imeirariia-
do embargo tle w v a nùla em trcz do mesmo i i ~ e i
e anno, e bem assim de [olhas trinta e d r i ~ sa folhas
trinta e trez dos mesrnos Aiito. se s t t i i i o drspncho que
em deseseis de Ja1teii.o d~ corrivi~ieiinno ~iiuiidouque
(ytstsda a CIUÇBOpelos SuppIisuiitea coiiio se prestou )
fie poderia continitar n obrn. E por ser verdade , e
me ser pedido em e ~ r n ~ ~ r i n i ~do
i ~ Despnclio
tu retro,
passo a presente. Villa Franca do Campo 6 de Fcve-
reiro de 1850. - O Escrirao do Juizo de Direito ,
Franciuco Muoiz Pereira da Camnra.
Docuntenío - -
G
Diz Mai~riciod'hraujo , d'Agoa d'Al to, que preci-
sa por cer tidoo se Ibes passen~ 03 termos de Baptis-
mo de Manoel Jod Botelho d'Arrudi1 Coutiiihu eiGus-
mao, $030 Rorges Botelho de G i i s m ~ o ,e Arc~riioJo-
se botelho de Guumão, fiihos de Jose Ueirto Botelho
d'Arruda Coutinho e Giiimào, o Dona Thereza Clau-
dino Botelho GusmBo, e outro sim o de Jacinto Soa-
res Botelho de Gusmho , filiiu de 3Iiin;~eI.?os4 IIot elho
d'brruda Cootiilho e Gusmòo, e Dona Josefã Victo-
ria Pereira de Lacerda Fcrrcira dlAlbergaria. os qiiaes
se bao de achar no arcliiro do Parochia1 Igrejl do Ar-
chanjo Slio Miguel dests Villa. - Pede o V. S. Illrn.*
Sr. Ouvidor seja servido que qiin!qi,er dos Ilevorend
dos Ysrochos ossim o foca -- il rewbcrfi mercè. -
Passe. Villa Franca do Campo 2 de Março de ~ 8 5 0 .
Tavares de Medeiros. -- Albino Tavares Pereira, Cu-
ra na Igrejn Prioral do Arelianjo Sõo Migucl da Villa
-
Franca do Campo. Certifico que os t e r r n ~ ~ spedidos
existem neste Archivo exorados, o de fill~noeino Li-
vro dereseis de oirnilbantes, a folhas duzentas sessen-
ta e cinco, o de J d o no Livro dcsoiio a folhas cento
e vinte, o de Arceoio rio mesmo Livro desoito a fo-
lhas duzentas trinta e sove, e o de Jacinto no Livro
-vinte e um a fullias cem verso, pela formo seguinte,
Manuel, filho do Alfcres Jose Bento d'Arruda , e
de sua mulher Dona Thereza Claudioa Botelho de Gus-
aiao, naturacs desta Igreja de Sno Miguel , Nlatris
de Villa Franca da Campo, moradores na rua de San-
ta Catbarina, nosceo em os quinze dias do mer de
Juiiho de mil setecentos oitenta e quatro annos, e foi
b~l~tisnrlo aos i i n t c sctc tlo dito mcz e snno ocstn dita
hlntiir. i 13a,ui iii i1 de sccis fiiiis) pelo Iteverando Padre
Frei A I ~ n o r l UiipListti , titinrdiào do Convento do Sào
Fraiicisce desta Villn , rocn 1;cençcr do Paroclw, forom
Padrinhos o Sargeiito Jlor ibaooei Josí: Botell~o de
Gusmbo , c scie aitiihrr DOIIRA11ni1jJosefa do Amara1
por procurny8n y ue ui)tesciitou João Moreira da Cama-
ra de Rlello Cnbral, todos Srejiuczr\s desta mesnia Ma-
triz , e testemunhas Lazaro Francisco Iltbtelho , e o
Padre Antunio dn Costa Rerei~dcs. tlr'qiie para rons-
lar fiz este termo que ausignei. - O ( h r ~Leilodro
Francisco Botellio -
Lâzuro Francisco Iloteit~o.
Arttonio da Costu Kezendes
-
-
Joiio , liit~olegitiino do
Capitiio Múr Jus6 Bento Dutellio (I'Arrtidu 6iiitiiil10 e
Gilsmso , e de sua mullicr Dona Therezu Cl~~idiria Bo-
telho de Gusrnse, neto paterno do Siirgento b16r fila-
noeI Jobh Botelho d'Arrudir e Giismão, já ticfi~nto,e
de Dclna JriseTo do A m ~ r í i ie V ~ s c o i l c ~ ~ l l ocs mater-
,
no do Cepitno Jo.tquim Jus& Uotelliod'Arru(lo, e Do-
na Mottiildcs Th~trnniinda Silveira , jh drfutitos, nas-
eeo nos dez dias do mez dc Junho do mil setecentos
noveuta e oito anilos , fui baptisndo em o primeiro dia
do mez de Jlillio do dito anoo iicsia Puro, hial rçrvja
du Areliarijo São Miguel , blairia desta Villa Fro~~ea
do Campo , ( l ~ n d esa0 riatiiran e frcguczes ue ditos
seus Pais , por mim C u r a d'rlla Estevùo filat\orl Mo-
reira ; foi padritilio o - hiorgado hlanoel JosB Botelho
d'Arrudo Coutiiiho e Ciismio, filho dos diios Capilao
M6r Jose Bcnto, e de Dona Tlrercza Claudina, etes-
temonlias o Alferes Francisro Tavares de Mendonça,
r Jogo d' Andrada , ambos casados , e freguezes desta
mesma Pnrocliinl , de que para constar fiz este termo
oo dito dia , rnez , e era iit supra. -
Manoel h l o r e i r o . Francisco Tavares dc hleridon~a
Joáo d9Andrade.- Arcenio, filho legitimo do Cnpiião
-
0 Cora Ertevõo

Mór Jose Bcnto Botelho d'hrruda Coutinho e GusrnPo~


n~iuralda Paroi.hin1 de Nh'o~saSontiora d a Piedadedo
,Lugar de Ponta Gnrqii , e de sua iiitilller Dona The-
reza Ctaudiria Bote1110 de (;iisniho, natiirnl , e amhna
fregueccs dista Pitrociiinl Iqr cjn do A rctianjo &]o !+li-
gucl , Miltriz desta Villa Frii~icatlo Campo , neto ps
teribo do Capililo &rgerito 31úr Rlnnoel JosB B o t ~ l h i
d'Arrude Gtismào , e de iloriii Arma .l~lsefa do Ama-
ral e Vasconceilus, e m.1terno ilo Capitno Joaqiiim Jn-
64 Itotellio d'Arrritfa , e de I)ona Aliitlitldca Thomstii
da Silveira, noscco em ris tinte dias do mrz d'Agos-
to de mil oitocentos e um arirtos, foi bíiptiaado ncafa
dita Matriz CAI OS dois dias do niez de S~ptembro$4
dita era. put mim Ciiru d't*lli~ Kslcvùo Rlanocl hlo-
reira ; foi Piidrirrlio o hlorgndo hlanoel Jose Rutelh
$'Arruelu, filho legitimo dos ditos Pais do bapilsmo,
.
freguez desta mesme Rlatriz i:omo tnn>l>en, as teste-
aiushais Francisco Tavures de M'ndooçn , e Jos4 de
Swrn, siiieiro. casados, do qt>e para roi14tnr fiz este
. .
termo , dia rnez e erq ut siiprn. - O Cura Este-
-
uàe Morooel hlorc*ira Fraricisco Tapares de BIendoa-
%a- De Jose de Soiiza urna c r u z . Jncirtto, fitlm \e-
gitirno do thpiti'io Illiw blunuel JosB Botellio d'Arru-
da Coutiriho e Cusmiio , natural desta Igreja de Sae
Bíiguel , Illstriz da Villn Franca do Cirmpo , e de sua
mulher Dona Jfisefa Vict~ria Pereira de Lac~rdaFer-
reira d'Albergaria naiural da Parochial Igr<.jade N a -
Q Senhora d'Apresenta~5o do Lugar das CnpeUog.
nrrsceo aos dezctseis dias do rnez de Maio de mil oito
~ t n es dereseis annos , foi Raptirado nesta dita Ma-
triz (Parocliiiil de s c o ~Pays) em os vinte c seis diar
do dito riiea , e anrio, par mim Jus6 da Motta Ald
b ~ n i i zCuro desta mesmo Matriz , foi Padrinho o to-
rooel f osb Bento Botcfho d'Arruda Coutinbo e Gus-
miio., catado, Fregucz desta mesma Matriz, e EM-
-
r rua dos Lnrangeiras O Cura losO ils H&-
n d ~ na
ta Albsrnaz - -
Joaquim Ferreira Souto &.nto~ioh*
tirito de Pimentcl e Medeiros - Nao continham mais

.
i ~ sproprios terinos a qiie inc reporto no Areliiru de$-
t a Igreja c o os ~ qiincs estes corri. e conferi, e 6-
com akerbados 6 miir;rin segundo a Ley. Yilla Fran-
(:a queiro de ititirço de in:l oito cento3 e cincoeritii -
0 Cura Albirro Tsvares Pereira - -
Conft.ridos O
Cura Tavares Pereira.
- -
Docunierrto 11
Diz Rlauricio d'Atruda do 14iigar d'Agoo J'Alto
que qucr fazer citar a Comera Miinicipal desta Vilte.
p r i i v:*r justificar n Ii~lsidiideqiia se encontra tio Do-
cumetito a lollias treze ( o Auto de Vistoria) no pro-
cesso, que corre entre Partes Aulliur o Supplieante ,
.
e R6 o Supiilicade cuja flilsidatie 6 u afirmar-sc te-
reni as9istido 4 di!a Vistoria os dous Peritos Miguel
da Cosia. e Frsncisco JosB E'rliriano, quando a6 si-
sistio o primeiro, bem como eilcontrar-se em t a l Do-
cumento dcclarsqh opposla h dos mesmos I'eritor -
Pede a V. S.' Illm." Sr. L)r. Juiz de Direito se sir-
ri< mandor citar a Supplicada ria pessoa de sibu Pre-
sidente pitrn u requerido , udmittindo n Stipplicante
a provar o que ailega pelo depoimento das testemu-
~ f l a 8abaixo ~nenciooildag - E receber& mercê -
Moniz.
Certifico, e dou ft5 que citei em s t ~ apropriú pes-
ma , e na casa de sua residerteia tiesta Villa, n J o ~ o
Burges Botelho de Gu~mBo. Pr esideute da Csmnra Mia-
nieipel desta Villa , para todo o contheudo nesta pe-
l i ç a ~retro, e Despacho nelia proferido, a q i i o l lha li,
e iiio dei eol>iapor a nào querer: e lhe declarei
irquiriVão de testeniuniias ter& logar ~rnanháacinco
do corrente pelos dez horas da manti8a na Salla das
iudiancias deste Juizo, e de como ficou seiente assi-
gnou comigo esta Citúçao, nBo seedo precitas teste-
munhas por ser o citado de mim bem eonl1ecido. Til-
Iir Erama do Campo quatro de Marca dc mil oito
rpntos e riniopnta -O I:srrivSo Francisco J h i z Pc-
ira da Ciimara -
Joiio Ilorpes Ilotellio de Giirrnào.
N i g u e \ da Corta , euriido, I'edreiro. de idade d e
.
cincoenta arinos n~orndor deuta Villa , Testimunha
que jurou nos Suiitos Eliiiigellios (liscr a u~i-dadei, e
.
86 a verdadc do que souhcr e Ilic for pcrpiintndo
80s costumes ílisse nada. l>rrgutitodo pelo co~itlirii~lo
.
da Peticno ao Jiistificaiite l l n i i r i c i o il'ilraiijo, disse
-
sendo-lhe lido o s~gciiiite Qiic seiido tliarri;ido pelo
Comiira Municipiil desta Villi) [)ara ir corno Perito i
uma Viatoria o que a mesma proredco rm-:i~rna Imr-
bayõa construida pelo Jiistificante na Jiil~eirn dli\goa
d'Altn, Iucto csle qiie teve logsr em Jiinciro possa-
do, declsrou h mesma Camara q i i e a bhihacfia que
pretendia destruir em cuuza nlg~irna prejudicava o
Publico , ha\endo a riotur npcniis que em iquantofa
bsrbac8o n8o arpasse podia eni biirorur o transito para
uma rervidiio pnriiruliir qiie l i a do ibnndii de lú da Ri-
beira , caso os pnssadouror que na{ mesma se lseham;,
e por onde se ri12 transiio:, 11a0 fossrm sufficientes pa-
.
re n passagem e quau'lo o n80 fussern oiilros mais.
elevados r c i n r d i a r i o n t o incenvenieiite : que ertal fui a
deelaro@o que em sua coilsriencis deo, e que passe-
dos oito dias dcliaiao de juramento o ratcficou ria Se-
cretaria da Camaril desta Villa , aonde foi chdrnadu,
e igualmente drrlarou , como Ilic foi ordenado, que
a borbacaa se acliovo no ineio da Ribcirn. e por tan-
to ellc depoente dá como falso , e contrario 8 verda-
de do qiie disse squillo que se acha eseriplo no outo
de vistorie que a Camara diz que pracedco, a que

.
embora assignassc de cruz. assignou porqiie o man-
daram e 1150 soube o que sc t i ~ i l ~escripto a
sita decloroyao lhe na0 foi lido. Disse mais qiie aoacfo
porque a

da vistoria com a Cnmara n3o foi outro algiim Peri-


te senao elle depoente. E miiis n a 0 disse por ter dito
Q que salir , e serido-lhe lido seu depoimento o rat lie-
.
liiyoupflli> nt-hsc cc)iiÍorrn~ e na0 ns5ignou por nao as-
%rr ortarricr, e stimcnte assipnn O J ~ I ~ LE. eu Frsn-
visco Diiinir I'ercirii da Ciiniiirii. Esc[ i i 2 u que o rrcrc-
vi t? assizrio. -
,4rltnrtio d e t-~bcoitceiliis l'crcirn Cou-
I I - Frarici~cr,hloiiiz I'crcirci da Ctiiii;iiil.
I.'ri~iicis~.oJ O S ~Ft~Iiciatii~i) , ~-iirtido, 1111~lrciro , resi-
dtlnic em ASOU d' A 1 t . b . (I ( 8 id;ide (lc qunr13iiia iiiirior
1t1~ternilriliiiqiie jirroii aos Si~citus E\oii~cllios dirc: ;i
.
,
ieniacls e si, a vrr<I;idr do qiic soubttr. e Itie k)r pttr-
gtlritnrlo , acis ccrst times disse il<l(lit.l'ergiintatio p t . 1 ~
yeti~aodo Jusi ilieiint e Jlaiiricio d';\r.iiio qiie llir foi
.
lida dizse que leiido ;i Coniiira Alunii i í i ; ~ l drstu \'illn
ido fazer, em Jatieiru l i i ~ s i i ( l ~urna, ristoria em lima
I>;irbiiciin q i t e estava coi,?iriiiiitli> u J tirt iliçiiiiie nr Ri-
h r i r ~d' Agi~ad':\ito, oito dia* po:iio mni.; oir
p~i.s,~lo.i
menos iinil,iri(j~R trabit1h;ir om urna obrii dù N iiiin dt?
Gwrnão foi mciiidac!o vir Secrt~tiiria tlqi tncsina Cii-
mnra , e ali lhe liereiintiiiuilr sc a bar11;it:Aa qi~t.t i ~ l i i -
V B cunçtrr)indo o Ju~tifii:i!ritc si! c r a tle ~ir(~j!tiso
. .
bliru oii de nlgu;n p.ii i iciilur e se ii m~~rtiio
roibstruidn no meio da [iibeirii, ao q ~rcs;*ondco
r
ar) P ( I -

erLava
que O
I'uGlico rliidn rtúftrin com n r oiistrrit-crio de Líil !inrh(~ciia,

.
roique oiilrrs liii\ia ria nlelriia i:il>t.liYI que '130 C i l i i -
saram da tnesino modri prtbjiiixo algum qibe aos ():ir-
tirl~larcstrmljern se n9o f d t i a drinrio porque O iiiiico
que ~ ~ o d ifazer
n transito por otliielle lugar ern slle de-
-
beira .
poesle. qiie tinha n servt~ihopelo 1 d o tliip~qtod d f i
mas uma vez qiir o edifteerclc I b n deixasse fi-
car como sempre n t e i ~~ l l cdeii«.:rite se r \ n i i i Iior S~I-
tisleito , c jiimsis iitipuFo,iriu u obra du Ju-tilieontt:
por tiinto que (lava conto CiIso o d i z ~ r - s e i10 RUIO do
.
ristoria da Cumara que elii: d r p i ~ e ~ , tfoie á meyniti por-
,
que niío f'oi nem para tal o chanidrarn e qgic oiitro
sim dá como falsa qualqiier d<:elura~30qiie nn mesmo
.
auto se ian~asse, e que nGu s e j ~o rncsrno (liir! ijgora
acaba de jurar, sendo cei to cjua c!lo dclociitc rdu riia
be o que se egrrereo na Camnra em seri nome. pm-
q(ie Ille tnand[ir;im ns.igoiir de rruL iini pllj)el ~ 1 1 q1 ~ c
antes lho lessem , e inais I ~ J Odisir p)r ier tliiu o q u e
sabia, c ;,c~.rcscrntoiiqiic dtlcii~rou íí mt3ma Cunrura

ra , e que u niesmg (liriii outra quu!quor Ilesst>a que . -


que a b a i b a c ~ 3sri arh;i\n n o meio d o Iriio dn K i k i

por ali fosse , e nii,il i i l o d i y s t . , Itur \ i r , dito o q u e


aobia , e seiido-llie Iitlo o s ~ i id~[ioiiiii;nto u ratliefxou,
.
e i,to ossigim por n30 suljer e s i ~ e r e r e i~ssignasi)-
meiite o Juiz coinigu F ~ , ~ I H - ~ IJ OCIO~ IPereira
Z da Co-
marn, que o eserr~i e nssigrio. - 'Attloriio de Vns-
concellos Pereira Coutir)lio Ilact'do - VI ai~ciscoMunir
Pereira da Camera.
hlanoel Trivarea Pestana , cosa(.lo , trabalhtidor , de
vinte seis arinos de idade, morridor ill,!goa d' Alto. Leu-
teeunlis que jtiro~i rios Saritos Evnnjiellios d i w r a ver-
.
da(lc, e 96 a renladc do qiie souber e Ilie ror p r -
gurrtado. aos costumes áiase niiiln. I'crgoi~tado pelo
contheudo de petiçao do Jiist ificiiiite 3l;iuric io d ' A rau-
h , que Ibe foi lida. dis9e <IIM eyiontio, e m Jaririro
passado, ns Hibí~irad' Agun d'A ltu triihalhniido em u m a
harbada do Jiist i firatite veio ali a Cnrni~raiilunicipn l
c destrui0 w t a , e corno Perito na meurna só se artia-
7s Niguel da Costa, Pedreiro, sendo falso o dizer-se
que outro algum P e r i t o eonrlurreo á mcsrua, e mais
1130 disse , por ter dito o qiie sabia , e sendo-lhe lido
u seu depoimento o rntbericoii pelo aellur conforme, e
11ào ossigrin por nào saber escrever , c sO asrignou o
Juiz. E cu 1:ranciseo Noniz Pereira da C ~ m a r aque o
-
escrevi e assigrio. Arltunio de \'aseo~ieello~Pereira
Coutioho Rlacêdo. - Francisco IIuniz Pereira da Ca-
-
marse Cunclusos - Julgo por Sentenqa , ã re\slir
da Juslificada , bisto que não compsreceo, ctnbors le-
galmente intimada. que a mesma procede0 em Janei-
ro ultima a tinia vistoria em uma borbacaa queoJ*
-te estava construindo na ltih~ira d1A8aa d'Alb
com um Perito. bem rnmo oitlro sim Jti1go por Scn-
lenço a Jiistitiroç~u do qee a iilrsma Jt~stificnds u
auto de viriniin a que yroredeo na d i t i i barLiacòa es-
crereo O coilirario d u qi:e o Perito deelaroii, isto C,
gire tal obra nno diimnilicava u I'iiblico. e para incei-
rn validailc ao que sc (Ii~i\a ja)igiido, e 6 r o ~ \ f o r i ~ ~
corn OS Jepoirneiit<is iIc S ( , ~ \ \ ~ I S ( O \ I ~ ~ ) S lhe i~l~erjbonho
a inirilis a ~ ~ t l i u i i ~ l aJudicial.
de I'apue o Jiisiifieonte as
ciist as. Villa Frnric-a li dc Mnrqo d e I 8;JO.- A ritoriio
de Vnsroncellus IJerrira Cout inho hlaredo.- E 1030 ine
roram eiil regiies estes nutos com a Soiitençe ielro que
o Juiz Publirou em prescsra do Juiiificante. liu Fran-
cisco Muniz Pereira Jtt Caniara , o e3crevi.- Ir~timti
a Senterira retro em sua proprin pes.oi1, na cnaa de
sua resitlencia ntsta Villa oo Presiclcnte di) Cnrnnra M i i -
niripiil J O ~ Oh r p e s I$tbtcllio de Gusrntio. ao qual 11 li.
.
e Ficou scionte c nssignii roinigo esta intimario. Til-
]a Frnocn do Campo 8 de hlnryu de 1850.--. Ju&i Dor-
fitasi3oteIlro ({c Gusnráo.
h
- O E S C ~ Francisco
IV~ Mu-
riir Pereira da Camara.
Bocumento -- 1
Dizem lfauririo d'Ara~ljo. e tus mlilhcr. do Lugar
d'A 20;) d'Alt(t. que tem prndente r ~ e l t Juizo e urna ar-
çan de forca contra o Cnrnara nlunicipal desta . lTilla
pbr Iliel Iiavrr Jerril)o?o urna lia~baefiaqiie os Suppli-
.
canitxs roiisiruiram no meio tla Ilibeira (10 dito Lugar
d'r\goii d'Alto * ú quiil havia sido embii~gttda a reque-
rimenio de Jociiito Soares Uotclho cfe I;iisrnso, de CIJ-
j a orç8u decahiu este; todavia ri30 sú porque a Cnma-
ra filuniripal ja ri~nsentiona pertpnç;io dos Autliores,
mas ainda porque pagou 11s custas do Iirocersv, torna-
se drsncicssario nos Siilip1ir;tni~srontiniior R sustentar
n letigiu qiie nit~viorn para esw liw. por isnto - Pe-
dero a V , S. E l f m . O - Sr. I)ciilt*~r.?c~iz tit. fiireitc, se sir-
yn, rnaidar rt* toinp hei, ti~rrnt'dc d+,sistenria no
rijto procíis*o, visto vtgcriir o ' ( l i r r i i ~ t dos Si~yp!icnir-
te#-- -
Escriviis Peixoto E rc~crberhrnerrh. -310-
~iiz: - Tome-se. Villa Friirica 1 de Juritio de 1850,-
VosEonce\los.
Termo de dcsi*t~i\cin.- A o primeiro de Junho da
mil oitoceitlos e cincocntilriest n \'illri Friinca do CUm-
ijo, e 110 mcli Esriiptorio compiireceli o Doutor Frnii-
c~sco Silkcira 3loi)iz , Advogado rlo Aulhor desles
Aiitos, é por eile fui dito que em virtude dc sua pe-
ti$o retro viiiha desist ir <Ia prewetz qii~staocom s
coridicfio dos Keos na loimu de sua curnpiiçlio paga-
rctn lodos 8s custas, e ecJ Ijscri~i30Iltc! totnei seu ter-
mo, n que foram teslerniicihas ~ i r r s ~ t cJoão
s h!ui~iz
hlachado Juriior , cosodo, Procur~do,r, c filorioel Fran-
cisco de Campos, rasado, desta V i l i o , que uis9igna-
r80 o presente comigo, drpois do lido. I!o Narciso da

,escrevi. Franc:isc.o Amancio Silveira Moniz --


.
Colta Peixoto , Escrivõo do J i ~ i z ode nireiio qire o
- Manoet
Praocisco de Campus --.?»fio Mmiz Múctiadu Juiiior.
1)ocutnett~o -K -
Puhiicu Furmí1.- 1)iz hlu~triciod'.9raiijo, do Liigar
d'Agoa d'Alli,, que precisa construir umii Gnrbncia ,
um covodo mais i ~ l n i x odo lugiir rin que teve a ailbi-
po na Riiieirn dita d'Agoa d ' A l l o , IIIRS para slia se-
gunnqa pertendt: que s Corndru alunicipul d e ~ t i iVillr
4hc coiiceda liceiiçii para isw; por iathto - 1)eder Vos-
sas Senhi~riasIllustr~ssin~osSeiiboreu Presidtlnte e mais
Vereadores da C ' m a ~ a SP digncm c ~ n c e d e r ~ l l iae dita
Ileenfa nos termos da Lt!i .- E receberá mercQ.- h h -
riii. -Arcordão etc. Qiie concedem a lieeny» pedida
conrtruindo o S u ~ p l ~ c a n t ae barbaiiia iim pouco mais
abaixo da que Ilie foi emborguda em rnsao de não ter
impetrado, como agora f a z , a liceo-a detida a esta
Cnmara, pois s6 a ella pertence conceder tees lirençss
na conformidade do numero terceiro do artigo c a t o e
dezoito .do C ~ d i g oAdrninistrutivo , com tanto que w s
construc~iori80 prejudique, nem obstrua, como a b ~ r -
b ~ e hembargnda o!istn\a. r olrsir~iia a ps9sít;em para
os rnoirihos de J o d Alcuandre Gnrcia d'A brnriclie$, e
sprvidao yrniu as it>rras da Snilta Cnsa d n Milerin~r-
dia dvsta \ T i l i a , c nksirn cnrire(ii*nl a licer~rii pedida.
Villa Fraiicn do Ceml,o cm Sessão da C a m m de S I
d8slbril de I 8:iO. -- Giis:nic, - RIuttos fitotiir. - --
Illustrissirnos Serilrorcs IJrcsirlcnte c mais Vereitde-
res desta Cainara. - Dii\ ida o Stipplirnritc corrio cn-
terider o prcseiiie uccord8o. por q i c ~ n t odeirtbdo a li-
c ~ r i ç aconçcditia baseiir-se nir realidade dc n$o íaosar
prpjuizo ao p c i b l i i * ~ ,nem a puiticulur , n obta qcio se
pretende construirf vem a ultima pai te dfls!e iicbrordúo
a deirar uni i~idelr.ii(lnu l a l re~peitn. ~ ~ r n i i n d~oS Y ~ I I I
qiinsi de neilliurn effcito o liceiiqa dada ; por tonto pa-
r? terminar dotidas de futiiro siriiio-se i'os9os Seiiho-
rias 11lustrissirnos Sèrlliorcs Presidente e m,iis Vr:rc-a-
dores dri Comara eril nova Ses.50 esclarcccr seu accor-
d;io - E rcceberá mercC. - 3Iotiiz.
Docutnen~o- L -
Accordho etc. Duvidando o Çiiplil icante da intelliyen-
cin qiie deve dor 6 ultima ~iiirtedo .lcenrdAo de riiite
guotto d'ribril prurirno ~iassadocin q i i p se IIic conrc-
de liccriqa ptira construir uma burba~.õa. rsrlareeem
a segundit parte de seu A c c o r d ~ o; Ai:cordsiitlu que O

.
Supplicante @de coristruir a barbacaa mnis abaixo do
que Ilie roi cmbnrgada com justa tausa. sem reeeio
de I he ser em ttasgnda sua con>trucfã(j. Viffa Fronra da
Campo em Sessio de Camsra de f 1 de Mnio de 1850.
- -
Gusm~o $Isttos -
Rlurliz,
Docum~nto M - -
Julgo por Setitenta a desistencia qirc Isr a Aitthor
ds presente acção. coma corista da yeti~òo de Llhas
nurente, e termo de folhas noventa verro, a qiial man-
do se gurrde, e observe como na rnesmn se contem
p r a o que Ibe interponho minha ~ t i t h o r i i l d d eJudicial.
O Autbor satisfqa as Cufit~s do P ~ V C F S S O PS ~ U U C S -
em si tcm pela cnirrga rluc Ilie fez a RC. Villa Fran-
ca 19 de Jirrilio de 1 8 3 ) . - Anloiiio de Vascoiicello~
Pereira Coiitinho filacedo.
Concorda com o que por orilem rnral do Doutor Juiz
ds Direito desta Comerca Aiitonio de \'sscoriccllos Pe-
reira Coutinho Slacedo , me Ii~icsigitlo por certidAo
a qiie ine reporto em os referidos i\utos de for~nqiie
.
ficam em meu poder , e Ciirtorio, e dos ntesmos se v8
a G i ~ t c s t u ç ~que
o B do tl~eorseguinte.
Documenío - S --
Pr(ivnr4 que a nlpiios n nnos le\ ntitoii Francisco Cor-
reiro ,,do Lugar d ' ~ g o ad'Alto. Sogro. e P.ii dos Au -
Iliores. e edificou peito da Ribeiro Si diio Lugar urna
rasa de inoioho, c deo prii\cipio ii *urna barbarta fiin-
dada no leito da R i l ~ i r epara roin clla rrprerir. e ele-
V D a~ agoa (Ia inesmu a aililrii ronvenierle com o fim
de fazer trabalhar o rnoinlio dito. Provarh e esta obra
da barùaels e ~ i.l,~goii
o a ultiiiiar-se, tiem o Pai e So-
g r o dos Autliores a apossar-se coin ellii nem a preoc-
cupar a agoa : e foi come~adu. e ~:olrtiniiildíi ate O pon-
to em que ficou incompleta sem licenya da Coniara RE.
sendo alks or~~judiciulao piiblico como depois sc mar-
Lruu. Por tiirito. Prosar6 que sitl1rriin4o uma encherite
nllii~iàoque fez subir a agon tla Ilitieira dos seu#
#emites. a ajesiiia enchente demolio. e levou comsigo
tal borbacaa, o qiié tudo fcz com que Geasse deterio-
rada uma Poiite por onde o ~ ~ u b l i cseo servia, e r j o ~
dd passagem para esta Villa , e Cidade. Provara, que
sendo prejudicialissimo erte destruição, o não sendo
possivel íi Carnara o restituir a Porite destruide, rem
urrreo conjiti~tamente o Admiriistrador do Concelho ao
Goprno Civil do Dirtricto que mandou edifiear a
Ponte & custa d a Fazenda Publica. Prorará que depois
disto B que os Authores se lembraram de levanisr , e
edificar a bnrbac~ade que agora se trato no nie~m@
l08ar onde tinha edifiçado seu Pai e Sogro a primeira
lalhoefia tlestruiiln pela enclienteda qual 030 tinliao u-
d t i Pto1nr4 que lirocedeiido Camnre
e Adniitii,tr;idor do Coi)ceilio (1 orna ristoria sobre a
que ainda seridoachava
acabada .
roerrira bitrfiiic~.~t3rii qu(~?;i80,
e oclinndo-se ser ~ i r ~ j u d i ( b i aal oliru, e p%r
em risco d e ser riotamerite debtruida ni I'onte , resol-
W!O a sua dcrnoliyao, corno Ilics inciirnbia, 1)ocurnenio

.
fiun)ero jrrirr~eiro. Prolará , e fez-se chita com clIeilo
uào só por ordem da Cu:nara se nio tamhern pela do

h t e à n li~sac demolida .
A(1rnitiistrodor destt: Coiicellio qiie mandou que o bar-
coioo hi. e coin legalida,le.
~'rovnrh, c rio lugar piiblico o ninguern O licito edili-
rur ern prrjuizo do oissmo pelilieo coitsa alguma , e
publica , e cio Ct~ricellio6 a Ribeira de que se trata.
Yrorard que B Camara era licito desforrar se da vio-
lenria , e caLiiltin qiie se Itie fazia em prejuizodu Con-
celfio, e do Publico, E o Administrador do Coiicelbo,
riem as Autiior itliidcs Admirtistrat ivos n3o ~!odemser
judicií~lirientedernuridndas por iae~osrelativos is sua,
funccòvs , sem autlioridadc do Governo. nem impedi-
das. ou pertiirbsdas nas mesmas, Codigo Admiiiirira-
t i r o artigo lrerentos rincoei~tac seis, e trezentos cio-
coenta e setu. I>rovariI, e o mrsmo prwedimeilto da
Cemars , e Admioistradiir do Concelho foi ctpyrorado
pelo Governo Civil do l>istrieto, Doeurneí~to numero
cinco. Prururá que nestes ternios, a de Direito se de-
vo julgar i m yrocedcrite.s ocçao intenteda, condemnaa-
do-se os Authores nas custas.
Dortrrnetzto - T
Testemuilhas da dereza.
-
Miguel da Coata , Pedreiro. desta villa , cagado 9
de quarenta annos de idade, tertomu~lha a quem
Doutor Juiz de Direito dcferio ojuramcnto dos S a n t ~ s
Evangelhos em um livro d'ella poro dizer .a verdade
e 96 terdude do que sou her , e lhe ror perguntodo, e
gsndo por elle aceito o diio juramedo assim o Pr*
-cnetm çilmprir. E do corhirne disse nnilr. E intcrro-
.
gado pelo eo~iiheudodil Corltrariitlí~d~ disse que sabe
por ver, e presenciar, t111c o ~ d m i n i s t r n d o rdo Con-
crlho o tnsndou chamar por um criiido seu p r e ir rorn
Coniura e coni cllc a uiila \isiui i a , que furilm á
Ribeira d'Agoa d'Alto , ontle o Auth1.r tem um moi-
.
nho, e estando crii~zlrtiidii lima Liarliaciia qire c o t a 0
lhe niondurom que jurasse corno ufEcial de Pedreiro.
se enteudis se a bsrbarõa q!)e strntessava o leito da
.
Ribeira era pre~iidieiulno piibliro qlie eiilPo j!irou o
qtie hnje jura. qcie a obra do Anthltr r~àop r e j ~ t d i c i i ~ i t
o I+iblito por lorrn;i .algiimn , e por isso que o I'onie
d'Apoú d:Alko escava rnctito distdnte, e qije liarerido
ali uma servidbo para iimar terra3 tlii fili~t.rie«rJia,pn-
ru n t a .rnetrna. hs paqagr rn nos p i i ~ g ndoiiros de pedra,
<pie - C S ~ ~distantes
O da bsi.biicas por onde se pode lerer
pessngem q u a i ~ d oa c v u t e ~ aque o alvo Oii Ribeira-não
art~ie, o que elle testemuiilia roiibece ser contingente.
e dopci,deiite das agous que corrt~rem; disse mais que
estu ~uçonveiiierrte .se renledioria se se lcvantassern~
oassridouros , rakheficou mais a testcrnuiitia o seu disr
qire tino arcando o .alvo da Ribeira, e neo se levan-
tando *os pernadouroo IHHIP haver a coi~tiilunda passypm
para ar t e r ~ a sda Misericordia. Que a barbaraa, jurou
ente0 , que air3resrava a Ribeira. . 15 mais nio disse.
E lida seu depoimento o ueliou ronlurme , ratliefigou ,
alo. as*nando por nao ss ber ekrever, e assignoti elle
Ihutor Jiiiz de Direito. e efi Narciso da Costa Pci-
roto, Escrivão do Éiiizu de Direito qi:e o escrevi. -
Anionio de Vascoi~cellosPereira Cou tinlio AI acedo.
Narciso JazCusta Peixoto.
-
Jsãúda Soaza , casado, de vinte trez annns de eda--
de. Pcdreuo , <testo Villn , testemuiiha a quem ella
h t o r Juir de Direito deferio o Juramerito dos Santos
Evengelhos em um livro d'elleo, pari dizer s rerfla-
,
de, c rd verdade do que soubcr e lhe for pcrgaota-
do, p r o m ~ t c ociimprir rorno Ilic d eticnrregn-
n ~ q i r nn
iI11, P do ~-o-ttlrnccli~renada. E iiiierrogiltlo pelir coci-
tliriiilo tla coriirari~da(leq!ie lhe bi l . d d . r h e qtie
~ i i b epor ver , r liresci~ciorgoc houve iirnn I'onlc qtia
se dcinollo , i1710 snl)t*rido elle testcniurllra n coeilan
deçta {lii(.ilii; qiie oi~uiodizer qiie 3 Coinarn, c o Ad-
~ n o furiintr a Agoii d'Alto n ciriia Iioc.biraa do
tIiitIior. I3 t n i i i c 1l30 tiisse. E l i 3 1 0 svii I)cpoirnctit(, o
t f o r ~ iirlinr coi,forrne, c nssigiioii por di-
zrr qiie 1\30 s;t bc escrever, rsçignando elle »r. Juiz
rlc 1)irilitíi eoinigo Nurrizo du Costa I'eixiilo liscri~ào
do Juizo de Direito que o psctiyi - (\i~&011io<!C \'os-
corict~llos Pereira (;outirilie Naccdo -- Nlircizo da Coo-
Ia i'cixoto.
Josl! .liicirilo rln Costa, ciiterfo, rlc tinle e seis on-
nos d'itliide , I'cdr~iro, tltlstn Villi] , tc'feriiuiiha n
quem elie 1)r. Juiz do Direito (lçirrio o J i i r a i i i e s ! ~
do4 Santos li\arigelI,ns em um livro dcllet /);ira dizer
a v*rdnde. e s6 a verdadc q u e s ~ " u h e r ,E Ilie For
ptrguritiidu ; e sendo por elie arccitu v di&oJurorncti-
te assim o proineteo cumprir. e do cosilime diae tia-
da. E ii,terrogado pelo roiit!it!uilo dlis tiriigos da Coii-
Irarirdade que Ilic foi lida. i>iase qclc iiada sabe do
que se Ilic pergiintou , senao ~ I I Cseii Pay fui isiinia-
du por parte tlo Admiliistriltlor do Coiirelku , niils qiie
nlo sallc para q u e , p~jrqite 1\30 as~istiti. E sendo-llic
lirl,i sriJ <lepoirnento o riiiificou lior achar eonhrme ,
;tsci;nando tslle !)r. Jiric de Dirciio comigo Narcizo
da Co'cta Pcilotri Ihscri\8o do J I I ~ Pde ~ ) Diteito qiie o
merevi -Antonio de \~;isrooceiic~~ Pereira Co~liiiho
klscedo - Nat-cizo da Costa Peixoto.
í'erltdaò It." 19.
Outro sim certtfieo que e m meu Curtorio eaistr iim
Aula de noticio de perl>t-tr;,qno dc 4clteto oi~den~ido
que uo Gresse pclo ni;tual Juiz de Dire.io dc4a Co-
marca r\otcinio de Vaaconccllos I'rlrci ra CouU nho Na-
do , O do megmo $e que o diio 3liniriro acf.oe

.
pito rindo h silo t t.ncliis:io tiris .\ii!os de forra csttrc
Partes Au iliores Blaiir.icio dDt\rdiijci c soa nitilhrr d'
d p o a d' Alto , e R 6 a a r l i i n l C i l l b < i ~ i ln ! l i [ i i f . i l @ l (!esta
Villa, teve O C C U S I ~ ~dc
, ribis qtie nos rnr>iniibsArilm
baria itrn Iris\run;en:o de Sentt*ri~.i , altsiirtciida esta
ern Jnizo conter~cil~so , e na nit.olrriii se !fecliir;+ra , ii
julgava qcie n Carniir. Aliiiiicilinl Iia\ia Ii~lsiíicaíioum*
Vistoria s qite Iinrin p r o r r ( l ~ i l oc rii iim iiszudt~ na Ri-
beiro d'Agon d'Altn, u q u l a l A1110 de Vi~ioriajuntna
a mesma Carnilra. pnra conlpro\;ir u dita Co!iied~$Bo
d'nrcao que lho fora p r t ~ [ : o > i i i ; e i i i , \ 1 0 sim Crrlifiro
que o dito Auto de noticia se acho cm \ i ~ t i iao &li-
tristerio Publico.
rtriidue A'.' 13.
Cerlifio qiie seiiilo-nic ~ ~ r c z r i ) iucrn rcqtierimm lu
feito a Canierit Mli~iiriliai tlrilii \'ilia I.or Aiitoiiio Ca-
%miro da Silveirn Mociiz em quc ~ i v d i nsvr izernple
de Vogal do Tribuniil de I'olicin Corrrrifiilal nu m w -
-
mo se lia o Aecordiio stbeiiinle Que indi firiao h p p y -
tenção dc Suplilicao~e por isro que a9 I'ortiiriits de
selle d'Agosto. e quaioize d'Ot~tiil)rode mil -oiio rrn-
tos triiita e sette em que o Siipplicanle Fe luudnri e
Decreto a v e ellus se rvfcrem se achavam dcrragn-
.
do3 pelo artigo selieiita e oute do Drcrelu dr! v i i l t r e
um de Maio de mil oito centos quarenta e uni e ,
giiúnto ao querer-se izeriiptar por ler maior idade de
sessenta annoe fundado para isso no a1 iigo cesto, y s -
seofa e tres nurnera qustorte do mesmo Decreto este
arligo legisla pRru erpreie Jiffereiite ppis $6 j i o d ~ m
ser izemptos de Irogaes do Tribuost dc I>olicin Cor-
~ c i o o dos qiiaes exercem Cargo Adtnioislratiue *p-
dendo recahir a eleicau em todo aqqellc q u e . e ? l i ! ~
.
habilitado para acr Vereador. I'illa Franca do. C a w p
em S e ~ f i oda Camara vinte e .geis < 1 ' 0 ~ l u t o- 4 p . g
aito centos e cincoentri -
Gusmao Botelho - Nab -
Cprlifito cjuc seiidu-riia presibr,te uins Putlita
ma qjie C O " ~ir~liiii i : ~rt*iIuw1rn(wtoleito por Jose Nar-
.
I.opes do C O S I ~ I d t l ~ t i i\'illii, iiu qu;il pedir a Ca..
niara o sísr isento Uc V w a l do Tribuniil de [>nliciu
(;f]rrv('~i(~llibI,
ti0 q i l Se if! O s ~ g ~ ~ i ~ A- l ~c ce~:r d j o&c,
]li.iefcrrtt~ ao !hli~i?li(.'iiiitc em sucl 11t.rlerifJu ioattcodi.
IKW inftiiiilndr , ern vislii do artigo sctei~tae nctve
o i s i r i , e do artigo Ira-
rviito, riiicoe~~tii e trcz do Coiligo Adiniiliatntti\o. com-
biilsdo torn o o r ~ i g odes(bsris , e desesete do Iilesioo
Codigo : c qttaritu h et~rtiflaoqiic junta , 6 para tees
inros que lia os Supp1ent.e~. c se a eleiqio nao reca-
ti10 em leiradoi , i Aui horidade superior se dar80 os
L i n i l i ~ i n ~ ~ i tIcgnes
os , e iiho uo Supltiicorite a qiiern nao
mrnpeic e x i ~ i ro por que d a Carnaro. Villa L:rdnrn do
Camlio rrn Scssno da Ciimara de 2 de Naienibro dc
- - -
i850. G u s i n ~ ~ i Rlilttos ItoteIho.
I'êrllduò N.' 1 6.
Certifico qtie me foi ~trcserlteuma ceriitliio parsada
p!o rnw ctinrpt~n!iriroJacitito 3liisuel Garciu d u Ama-
rnf , extraliida dos AU!OO crimes JI, Iieo Aritonia 5033
Pachero eiu que f i i i Jiiiz julgador ,In:elo Josb Diss
F!elljo, coriio Substituto dfi Juiz de Direito, e esta
continha o Acriirdiiio seguinte: -
Aceurdào em Rels-
çia.:Qiic tnosbndo se drr ccrtidno Solhas viiite trez
*h se ter eritrrgodo ao i\!iijislerio PuLlicu a col~iúdo
Relação das testemonhor ~ i e l o sIt eos , riem 130 IIOUCQ
ra dem a copia da k?i)lltil dos JUID~OIque tiverem
?tis iio jiiIjiaii~er,tn dii Jeiitençn , e (~IIP, 0 5 RCOSti-
n h a ~pedido ii fo!h,is scssaiita e cirico, julpinl Iiiir i.90
l@termo* do tnil cento c oiizc, e mil c:'ii!o e
ririte oito rlultos 0 s Autos dcç:fe fol!!a$ 3e~sc~rttae trez
e@ diante , e »njat~roqtte o processo l)dire h rimei-
i a Iustancia ara ler renovado desde oijuciltl data e,
jiilgadn , e oliservadus o9 dispo+irões da Lci e con-
demnao o Juiz, e I{seriv3o nts custos dai{t~ellucfhre-
.
dita cfíitn, e n este tarnbem em ci~icoinil reis [iirril
UJ dcspezas dli R e l d ~ ; i o, cclrn siispensão ate que OS
mostre pagos , orl>itr.irn ao dcffwsur oEeioso iiesia
In-tnncia trrz niil e seis centos. Sala das Scssões do
Triburi~Ir m 22 de 11ii10 de 1850. - -
1'~ulti Car-
- -
deira JlcIlu llii~iil\ifi~!~ - Sá.
CCIIida6 N.' 17 .
Certifico pela c i r t it1:io p l ~ s s i l h ()elo EscrivIo meu
eornpaiil~~~iro Jacioto 3l«iioeI I ; , i r r i ~ do Amara1 em re-
lerencin ao procerro crime i ~ t - t a ~ l r d dcoo i ~ t r u O Pddre
Francisco hloniz Pereira. Cura do Li\ruinerilu, que
na mesma se 14, que indo os dito3 Autos criincs ctlri-
clusos ao J i i i z Substituto de Ilireito Jose Francisco de
Mtittos. este se avcrboti de scspt*iio por ser iiii~uigudo
.
Heo o que jlirou : e oiitro sito ronrta iia mesma çer-
tidao que scntlo inipiiridu como tesle~nuiilin o rnanio
Jose Francisco de 81attos ao costume nada di~se.
Ctvr t duò R." f 8.
Cerlefico qiie m e foi presente um requerimento di-
rigido a Sun Magestadc pelu forma seguinte Sssiio- -
iir - Aos pL.3 de Vossa Afogcstade v r ri> com respeito
e Iiiimildaile os obriso tissigi,ados , liabitmtes de Fillr
Franca do Campo, pedir [irna Grsca espeeinl motiva-
da de uma reliresrntaçao que nos consta ter sido di-
rigido a irossa Magestade por algumas pcBsnus desta
mesma Villa. em que pedem a transfereoeia du aciual
Juiz de Direilo desta Coniarce Aittonio de \'asconccl-
10s Pereira Cocitinho Aliicedo, visto que o mesmo luir
f hes em bareçs as suiis foncyóes - SEYHORA, uma td
representaçào B iilhria ti verdade. e como tal iiidigna
de ser attendida , porque o llegistrado contra quem M
requer tem eoristantemente dado viras provas de rec-
tidõo , justi@, e imparcialidade , tornando-se agim
um seguro penhor dos objectos que no8 sao mùis'e*
rns : c qrinnrlo a Soiiednde ( c n ~n fellridrde d'slcaqar
.
um 150 dintio rorno jiisto Muyistrn(l«. que dB tiolira
e respeito ao Go\errio ile Vossa b l i ~ ~ e s t u,d e~ tran-
.
qtiili<l'~dcc regiiri\i,cít sog z i l i i i Siilidii tis tem 0s nies-
nios o iiicoiitehi i i v ~ lDircitu ile p e J . r ~ o~ ~i ~ e~etitre
r n6a
c ~ i i ~ t ~ r \ .,i ici lde
~ iirclii~srelii pvríint e o l'lir~iiode \'os-
si) ;\liigt'd;~(li?i ~ t i t : (:S" ac8ecilr;io q u w w ~ consta
) nino-
dni1.1 IM)P alguc~n, B stam iiitidiimtirito, o t a l i ~ z ' n n i r i -
da de sertbni sem esecii~iioos sciis i~itt~i.cssespes.oatls.
porqtte a iir: pitrciiilidiide , e rcctiil;o do nosso aituill
i l « teli) srrvido sctnpre de seiitiiici1:i in-
~ ~ ~ g i r t i . i iIlies
.
vriicivel rornlirchcriilerido e:le assim o que dete {I mrs-
ma Socifvlitdc, der(*jiiirdo ~)leiis~neote rorrt>spondcr su
e hnrnrtn vito 11~ri1ostra-
Seu ~ C I P ~ e. l o r n i ~ i i d o ~ tilm
bullios Jildir ines , e niorto pt1i.a os iciterrssrs pessoatBs,
OU ~)iirtic:iiItir<*~.Serihora , um simi!liíiiilr! Mngislrado
que por ellc p i f i r ~ ia~ T W J O , e (I Iibi*rdiide r iiiilclitw-
drncia tle todos os setis go~~rriiiiios nfio pbde nunca ser
vttncido com t ~ oinj*iata nrgui~ào: e Iior tonto nii )m8e
de teeu rittudrs, ou n b ~ i h oussigr:iidoa Lein li ltorirade
n p r ~ s ( ? n tao ~ r Curei tio tic VUSOB Ilugestiido esta solem-
i ~ cdccliirayao ile qoarito foi j u s t a a rtin n(~inei~ràu.e
d e quanto se f i i ~tiiinbem precisa u SIM coiaerta~do,e
estí~<i;iricsta Comarca , dercii(lo sempre ser d(+satton-
dida qiialgcier oecusa@o qÍie coíitra o mesmo tridia si-
do uF~res."itadaa Vossa 3Lugcstade. O interesse dwi-
d ido Vossa Magestade coiist antu inente teli, d ~ d a
pela liberdade , e segurança de seus Subditos neseer-
tefico de que teremos a fortrina d'alclin~nrunia ti11
Graça. e assim. Pedem a Vossa Mogestade srja ser-
vida ordenar pelo seu sabio, e prudente tiu\i*rno O
que se implora -
13 receberao mere8 -- S c g u e m - ~
as nosignaturds em numero de duzeiiios e qiiarenb e
quatro.

Certifico qiie tambem me foi presente um outro*


quer.imentc qiie coni inliii o seriiinte - Scr:hcro - (>ib
h i x o a s s i g i i ~ t l oIiabiliiiitcs
~ i:o Curirclliu d'i5;oa d e
P ~ Qsiijuilo h G~rnorca (Ie I 3 do Com[;«
. Fi.i)11(
vpm mui re!tpritora e soletniittrnrritr i-et.larnar diarite
Jo Tlirotio de \'os.a llagestíidc iirnn (;r.ya especial ,
qunl 6 o ser desprezada a rci1rrsetiltiç80 q i i t b a Coniii-
.
ra ~~uniciyiile Adrnini3iroilor d o C~~iirelliude \'illo

.
Frnncg do Campo aculiilm dc dirigir ;i i-oisn IIIuger-
(.*de em que pedrni , oii a siin dcmisbùti ou a trans-
fcrenciir do ecioal Juiz tlc Ilireito Aritotiio de Vascon-
c c i l ~ sPereira Çi,utiiitio llucerlo )isto riao ~~otloreru fiiti-
e i m r permoncccndo ali u rnrsmo Juiz. Sciihora um
tal peitido B contrario ii vertlndr, purqiiiiiito o Rlagis-
Irado qiie se descjl truiiií'rrir lein coostutiien~ente da-
do ev~der.iesprovas que sii desrja ordem, s4 faz JUS-
tiçs, e apresentl recta impiiriialiiln(!c ; e qiiein as-
sim se conduz jamais pode ol~stur a qiic os fiinecionn-
rios que con0-a o mi!rimo re(11.erentaram ~irihan~rer-
dadeiia, caiiia pura O seu {içdido. Os abaixo assignados
tem para s i , qucurna semcllinnle rcyreserilayk it;o
pbdc ter outro (1iigi:rn a ti60 ser inliír:i, e rtDu curn-
.
pritpenko das ciigenrias pessoaes c fiirnilirreg , qcit,
a Comsra ou pari1 s i . ou Ibiiru os seus tem querisjo
aIca<içur, ao que o recto blagisirado de qiietn se pe-
de o traps~er:renriat e m oppsti harrcira ii,siil,eravel.
Cuirfiurn pois os abaixo assignodos que Vossa Magesta-
de. &ferirá ás suos siipplieas c'ociservondo 'um Magis-
trado que d um peiibor pura a segurunca da suos ri-
dos, e pessuiis , mcnosi- rezari ido assim irepreseiitação
.
interesses de seos subdilos. PPP tonto
.
da Camnra c Admirrisirndor cowo contraria3 80s
-
Pediyp a
Vossa l&gesle<!c lhrs cir~ced?a G r a ~ ode os á t t e i i a e i
-E rtceberào merce. Ceriilich que se s e g i m du-
tent;rg e onze asslgoaturas recorit;ecidas,
'tirnrtifn no3 tijrrnos scgilintes- Senhora -A lyo&
'Nii;~it;idi* os hiil~itnnlcl do Julgailo da VIIIUda t a -
$0" Curnarcn de Villa Fr:inea do Campo na Ilha de
S . .i!i(;:tc! I:rorir.cia Orienlul dos Arores representam
o s ci;ntivor qitc t p r n para que \-ossn Aln::rsiade se di-
gne ilbo su~lieri;lor, oii tríirtrl~riro Juiz Je Direito ila
'a~csnio Cornsrcíi .4ntonio de \'a~conct~lloirPereira C{,"-
. #

t ~illiofilacedo. Este filagistrado probo. imltarrinl ,


d o rccfidiio , e inleirczl n cq[iilibrio do
siist e r ~ t ~ ~ roin
' ~ u s t i ~ ac. tem-se fi.ito digno de eneornias por suas
rirtiides mornca , e rivilisadoras. R30 é i r l s i n ~ ; ~ ~ f i ~
iri;pile esta Suplilira , 4 R verJdJe giie deve tri-
iimpliar das ter.giverri)fEes, e da inal qurrcnta, e se
acc:iwdo dc lugiiciilnde, OU zelo pelo amor da Justi-
ça C esse um ali'ectn louravel siiida qiiaeio offensi,o
'do pre(loininio, e n3o pcnbado arbitrio d'iilgiiin Jiilga-
dor. (lurir;> 1-ossn Dilngestiide pf.10 seu illiiniinado (;oe
ver no pre?critiir os s i i ~ ~ p o s ~Jelirtos
o* do Juiz repre-
sentado; e noo euisti;iilu Júllo ou culpa verb Vossa
I\líigesiut!e qunii!o a intriga sen~prernltin?i~io.ia, e ftil-
binnrite is;l,cn~ndntnenieserre de acrisolar a \irtu(le.
e i i n e n r a vrrdadc. A Ilianeza, a hondiidu dcstc M a -
niiirado a par da integridade qiie osienta no desem-
peoho dos seus devbres , n8o deixa a Lei' offvndida ,
nem a fieai Peqoa de Vosso hln,aesfade eni seris ALI-
&lstos IJireilos. Por tniito - I1e(letn a Vossa htngcs-
tadu haja por bem deferir-llies. Segiiem-se cento e se-
testa e auas assigiiaiuiai retofihecidas.

A CerteGro qec? seiido-me prescnte u m oiitrn requc-


.

rimento neste se continlie o soitiinte. - Senliorn -


E ' perante u Tkrono de Vossa i\.ri.pt~st;iileque os ablii-
i o -esii$nado~Iiabitantm do C O ~ C ~da~ IBuvonçào,
IO su-
jeitos B Comarrn de \'i!Iu Fi-itea do C a m p o ~ v c mmoi
rkipei to~smentesup plicor uma Graça para os mcsnins
ae' subido falar , (luaí & a eoiiservaçat~ do attual Jui2
& Direito <\ntoiiin dc Va,coriccllne Pereira Coo tiiiho
Mocedo, porijüo consta :i03 i i l > i i i ~ ( ~i i ~ ~ i : ~ n ~ lgtie
o s íi l-
guem e i t o ~n ~trni>*ii:rcnri;i do mpiriin: t ~ d a i i a Se-
.
idiora , os al~uixoassignndos tcm r16 .I[iii (li, quem pc-*
dern r eur,serv;iqáo a segura jinriititia (ir Jus~iça im-
pareinl , prnn:ptidso ou aJ~niiiistrnyUo (ia mtnrniii, e
burevel itidel,eiidciiçia de cnracier [);ira n30 (!eisar d e
iegiil;ir-se se iiio Oeliis rrgins do jiisto. 0 s sbiiixp as-
rijiriddus espet ~ i uiia Clrinrnciu de Vossa hldgcstnd(?que
Ilepistríido t ~ probo i ~ Ilics ~c.ja consct~vndo. Por t i i n t o
-- P d e m e \'osta Blilcestnil~Iisju pnr b ~ mr l e k r ir-
-
Ibn E recelierb nir rcL1. S ~ g u c i i-se i duzentas SCS-
reida e oito a s ~ i g i i u t i i r a s reco~~tiecidas.
Ctrlidüo E." 19.
Ccrlifi~o em vista do relaf8o qiie foi cotiado da
C7:ímata Mtinicil,al desta i I:i*aiics (lu C~rripoa o
Juizo de Direito de rncemo Vill;) q ~ i ce:n doze da .
Or~tuhrode mil oito ccritos e cinc'ocn!;~ forirrn C ~ C ~ ~ O S
tomo \ ' O ~ H I ! S (I« I'riLiiiial de I'olicin Correccioi~;~l e
Sipplcritrs nos rncsriius oc Cidndfios segitintes -
i3c.r-
.
iiartlo cio Cerito c hlcdeiros. Jus4 Alexandre Garcia
dgAbrnnches, Arrtonio Cozenlii o r33 Silveira filoriiz
It SB Xureizo Loprs , e Cosia , lkrnardo Arsenio da
.
Srlva, e Joàe dos6 da Si1v~ii.a e Cut,fiq.
Cerlid(io N." 20.
+
Elizcu Maria dc Medeiros Cdrtes Escrido Interino
do Juizo tle Uireito da Cornorca de Villo Franca do
Ciimpo Ilha de S. Illiguel por S. M. F. que Deos
Guarde citt.
Aos Senbores qiic o presente C e r t i d ~rircm Certi-
Eco-lhrs que por ordem tocal do Llr. J u i 7 de Direito
dcs!a Cúmarca Aritnnio da Va~coiiCcllos Pereira Cau-
linho Macedu pvr me ser apresetktado pelo nietrno m e
boi orde~~udo extrahisse por Ceriidhn o Documenlo 410
--
Ibtor seguide X6s abaixo nssignados Cidad~usresi-
dentes em i'illa Franca do Cmpo coort~ndo-nosque
a i1~tt131Camnra desta Villa bem como Administrador
do Cviieelho levar30 perante o Governo de Sua Ma-
gestadc umci rt:l~rt?sciitii~à~ em que dizem que a a c m
tr~al Jriiz de Ilireito desta Comarca Aotonio tie Vas-
concelltis J'creirn Continho ds Mticedo sb convive e
j,col.ge os inimigos da Kninhn , da Constituiçb -e du
Goverrio. e serido nús as pessoas que quasi qttoiodin-
namcnte nos reunimos ein caza do mesmo Juiz: 4 sem
duvida aos abaixo assignodos qiio taes funecionaríos se'
referem cumpre pois que regeiteinos tBo calumniosa
ssserçào por qunntn 09 a b n i ~ oassignido, jamais tiio-
ram crime3 bem como intentaram pleitos em que ca-
recessem protcqlio, c nesse cato mesmo nem a pedi-
riam nem contariam coin elln attentos os principio5
de justipn que dirigem tal magistrado. - Regeitani os
nbaixo rssigrindos a nsscrç~ode que n30 silo amantes
da Rainlia pois tem dado provas nao desmentidas de
sua adlies80 h mesma Augusta Senhora, porquc quem
quer o mesmii Senlrora nào, pode deixar de ser libe-

res tern recebido a graya da cofifiança Itegis bem


como dos povos, e por ser isto a piira verdade. e
.
ral e C por iqso qiio os abaixo assigiiados j á por ve-

desqjarmos dar iim solemne desmentido no qtie aqiiel-


ler itincionerios falsamente alleg8ram perante o Go-
verrio, e outro sim darem uma provo do quanto cs-
limam « credito do aetual Juiz de Direito, que j a -
mais faria cauza commum rom os inimigos do Throno
e iuStituiFi>cs l iberaes pois são b*m ronheridos
estes seus principias, assim como os de rerda-
deirn moders@o, por isso fizcmos lavrar esta nos-
sa deeliiraçiio por um de n6s escripta e por todos
asignada a qual offcrerernos ao memo Juiz para
fazer deilu o uso que bem Ilie oprouver. - Villa Fran-
ca da Campo cinco de Março de mil oito centos cin-

-
eoerito e um - O Delegado do Procurodor Regio Jo-
iN Ilern;irdo dos Santos JosB Maria da Silua pro-
--
príetario 0 Bariinrrl Tl;rotcnio Clniiilinn da SbI *ti-
ro Mart,niz Rn:or\io C??irnir;, cin Oii'reira .91,miz pro-
-
piicturiu Jos8 S ;ii r iro Lti~wse (:o:ilu ~)ro;krielurio
-Jose Matheur Nojurira pi-nfiri:!tn:io-O Il~cha-
~ e Fraiicisco
l 4 nisnrio Silveira 3loniz - S;m\~lirio(;:i-
go da Cumara proliriclariu - Dcin;inlo .irsei~iu da
-
Silva prolirietar io Attcsto com a i i i i ! : l i n ;):tldsra ds
cora qiie os suppra assi;riadr.s rùo dos (:idad;ios ~ n s i s
ronspicuos , c horiradtDs, e possiliili t.itlos dvsta dita
Vilto O Ouvitlor Ecclcsi~s:it,~o e Prior da Xiitriz d e
S. Miçuel da dita Villii - .José Tavt+rcs de hliileiros.
Coiícorda com o proj)~*io 1)uciiinenia a que ma re-
porto em poder do dito Iloiitor Juii: de Uit eiro , com
o qual e ~ t acorri, roí~fori, e concertei com o Escri-
v80 Companlieiro !Varri~oda Custa Peixoto , i ~ c s t a
Villa hlliica cio Campo. aos ecis dias do mez d e
blurqo do anno do It'ascimcnto de i\iTosso S t ~ ~ b oJe- r
pus Chrisco de nrii oito centos ciiicocrita t! tia. E e r i
Elizeu Maris dc Medciros Cdrtcs Il:scrivao Iilterirlo do
Juizo dc Direito que a cscreki r a~sigrio
Corlcertada
Elizeu Biniiu de Medciru~Cdrter.
Certa'düo LV." 2 1.
Eseriptura de deciara~iio que fazem o Dr. Jordi
.
Bernardo doa Santor J o s è Maria da Silfa. Sirnplicio
Gago da Comora, o Dr. Tiieotoriio Cloudirio da Sil-
veira Muriiz o Jose Betilo B'Oliveirn todos desta Vil-
Ia Franca de Campo em tres de Março de mil o i t u
centos ciocoeota e um.
Em nome de Deos Amf~riSaiba0 qua~iioseste pu-
blico instrumento de *Escriptura de declaraç30 para ~

todo sempre virem que no anno do Nasiitneott~d e


Nosso Senhor Jesus Cliristo de tnil oito centos cinco-
enta e um, aos tres dia3 do mez de Março do dito
snno, nesta Villa Franco do Campo Ilha de S. W-
guel, e cara, da residencia do Dr. Dalegado do Pre-
rtirsdor 'Re;io deats Comarcn Josó Bernardo dos Çnn-
tos onde eu TalielliAo \ i m ; olii pcrunle mim e trs-
tcmirrrlii~cino fiin cirsle instriimctito iioinendar e assig-
nodas c*omprrrt*rerfo como partes dccluantes o d i b
I)r. Deiegatlo d o I'ror~irador Regia 'desta Cotnsrca
Josíj Beri~ucdotios Sarito~,o Bíicti;irel Tlieotoaio Claii-
.
d;rio da S~lveirnhfoiiiz , solteiros Simplicio Gago da
.
(hmaro viuvo Josi! Afaria da Silva solttlin) i'roprie-
tnrios e J o 4 ll),en:o cl'Oliveirn solteiro Coittador e Dis-
tribuidor do Juim dt! Direito desto Co~iiíircti, iodos
-
iaornilures liesta dita \'iIlo. nor quaes c ditas trste-
rriunliiis rccon\ieco (ie!os ~!rlbpriosdc que dou mirllia [C.
I! por elles unuiiinremeiiie Fui dito n mim T i l l > ~ l l i a ~
aido ns niemas trstt~ntunli~s, que pelo presente ins-
trun~ontedeclarnvíim que no dia dez de Novcrnbro do
antift proxirno findo. furam quem como anii~nspss-
stirvarn rniijcinfarnente eorn o Dr. Juiz de Direito d'
csta Comarca -4ritotiio rle Vascoricello~ Pereira Couti-
nho hlacrtlo por algiimau leuas desta ViiIii e por estn
orcasini) tiurrnrn elles declerontcs de ouvirem e prr-
sriicirirem tiriia q 1 1 ~ i t f i 0que o mrsrno Dr. Juiz de Ili-
reito tevc cctrn o I h r i i ~ r e lAtvero I'tlreira de Bitten-
c I I mais tarde veio reunir-se a elles
decfarardes. sobre a rcdaçfio de tins acor(laos profe-
rido$ pela Cainsrii em qiie não i z c n ~ u v n r nde Vogses
do Tribunal de Policia Corrcciorial tlois d d e s que
assim o h a ~ i a r n requerido, os guues acordfios decla-
rou o mesmo Bncharel Alvaro t'creira de Bittcnrourt
Lopen. que- liavia sido elle quem os tinha ditado:
durante toda a questão o50 ourlrom elles detlaranles
que o mesmo Dr. Juiz de Direito roltssse iima sb
expresse0 irijtiriosa contra n actiiul Carnnra desta Vil-
Ia ; porem sim disee &qiie$leBacharel, que quem por
te1 forma abuztita da c~o6iiiiçnd n incsma C ~ i n u r ddi-
traiido-ll~eijns ai.oriiaos iiijiiridii-os nriiilmlitiros e até
desputicos , ou era rni1;t.o rstupido, ou muito msldo-
80; .
e que C igtialmente certo que o dito Juiz e re-
ferido Bacharel continuaram qiiestionrndo sobre a re-
dacçao dos referidos ocordiios bem como sobre factos
possoaes de cada um dos contestantes , e nilo em re-
lntiio i s pessods dos Voriodores: qiie isto foi cractu-
mente o que se passou no indicado passeio e d i a . e
que o mesmo que aqui por este ;nslrumento publiro
declaram , se prompt~ficama declarrir sob o jursmeiiLa
dos Santos Evangelhos. quando seja prrcizo. E por
nho terem mais que declarar me pediram esta Ihes
Iinçassa em minliasnoitas para e todo o tempo rons-
?ar; o que fim em virtude do Bilhete da Distribui-
fão que me uprcsentararn, o qual & do theor seguir>-
--
te
reis Classe qt~arta - Oficio primeiro
-
Ltigar du Sello do credito publico quarenta
- A Cwtes
- Escriptura de declaração que fazem o Dr. Jose
Bernardo dos Santos, Jose n!arlo da Silva , Simplicio
Gago da Camara , o Dr. Tbeolonio Cluudino da Sil-
reira filoniz, e JoiB Bcrito d'oliveira todos desla Vil-
)a Franca aos tres de Março de mil oito cerilos ein-
- -
coenta e um O Distribuidor JostS Bcrita d'Oli-
-
eira E trnslodado o dito Bilhete da Disiribuiçno
~ ~ ossigiintura
jfi recoiibeya, li esta aos I)edararller
que disseram estar cortrorme a h a ~ ~Ot~torpado,
~ m e
que por isso a ratificavam em todo a sua pfenitoda
que dou minha fb. Foram testerounhas presentes
Jose Julio Homem d'oliveira Riachado Escrevente, e
João Moniz Mnihodo Junior Procurador neste Julgado,
.
8mbos enzados e moradores nesta relêrida Vilia que
agsignararn com ar Outorganteo perante mim Elizeu

crevi e assigno- -
Maria de Medeiros Cortes Tabcllião Interino que Q es-
Josè Uernordo dos Santos Theo-
tflnio CIandino dn Silveira 1IJuniz- Simplicio Gago
- -
JosB Bento d'
da Camara J«s& &rla da Silva
-
João Moniz lilachado Junior -
Oliveira Josè Julio Iiomem dlOliveira Machndo
Elizeu Maria de Me-
-
deiros Cortcs.
Cuiictbrda com a ~iropriaEwriptura a qiie me re-
porto em meu Liiro de N ~ , t t ade ~ fulhes trinta e duas
rerso atè trititu e qiiatro que fica em meu poder, e
Cartoiio cor~ia qual este corri. conferi, fiz escrever,
siibscrc\i e sssiFilei eiii piil>lieo e razo nesta Villn
r'raocu do C~~in))o Ilha de S. Miguel em o mesmodia
niez e aiirio de sua fncturo. E eu - declaro qiie vnlle
a emenda qiic diz - Berriardo- E eu Elizru Maria
de Medeiros Cortes Tabelliòo Interiiro qiie o .subscre-
vi e assigno ein publico e razo etc. - Em Testemu-
nho dc Verdade - O Tabcliiào lulerino - Elizeu
Maria de hludciros Cortes.
Cerltdaõ A',' 23.
Certifico outro sim qiie me foi preoenta um Mao-
dado em q i j ~o actuo1 Juiz de Direi to ordtsctnva ao Cor-
cereiro das CodLi.is desta Villa , que cerlifi~~nsseem
presrnqe do livro do registo da entrada dos iprezos
qunritor (lesde (nil oitorenlos quarenta e sele otb á da-
ta de vinte e oito de Fevereiro do corrente! anno roo
rani recolhidos em cortodia por ordem do Adu~inistri-
dor do Conrelt~o. e qiiantos dcstes por ordem do mes-
mo Administrador foi-ain soltos ; bem corno certificas-
s e , C ~ S Olhe constasse em virtude doseu officio. quaer
.os m o t i \ o ~de similtiantes captiiras ; e no verao d'a-
quelle I)lailda(lo se lia o seguirite. - Certifico qiie em
cumprimento do Mandado retro passei a examiiiar o
livro que serve para regigtar os prezos que entirm. e
sahem destas Cadeias de Villa Franca do Campo. nelle
achei que desde o primeiro de Janeiro ai8 o ultimo
da Dezembro de mil oitocentos quarenta eeito tinbiio
.
sido prezos e soltos por ordem do Iliustristimo Se-
nhor Administrador deste Concelho , os seguintes, a
folhas oitenta e ncrva , $030 Soares d'oliveira , Car-
pinteiro, preso a trinta e um de liIerço, c solto a trez
d'Abri1; Aotonio Furtado, Cabreiro, proso a riqte ao-
pa .
do dito e solto n.3 primciro de Maio; a folhas oi-
tenta e nove verso, I , ~ i i t(:orrc?.~,pieco a nove de l u -
lho, e solto a onze do dito; Jacirilo, filho de hlrinoel
do Norte, preso a der de Jiilhu, e sul10 a onze do
dito; filurianns do Erpirito Jnrito. presa a dez de Ju-
Il~o, e solla a doze do (lito ; a folhas rio~erita, filaria
da Eslre!lo, prrsn a dez de Julho , e solta a doze do
dito; Ilanoel do Costa, preso n qiiinte de Jultio, e
solto a dcsoito do dito ; desde o primeiro de Joneiro
ate o ultimo de Dezembro de mil oitocenIos ryiiircnta
e nove, a folhas noventa e quatro, JosLI I'neheco, Rar-
queiro , preso ti tintc aove de Juiilio e solto ,a trinta
do dito; desde o primeiro de Janeiro de mil uitoeaci-
tos e eincoettta nt6 hoje, a folhas noventa e quatro
verso , Jiicinta de Jewiy , ~)resíi'jaseis d' Agosto solta
a sete do dito; Antonio tle Soura , tral.lnlhirdor. pre-
so a seis d'Agosto soltõ a si:Le do dito; ITirrnte:Pa-
rlieeo , Pescador , preso o desinseis de Septembro, sul-
to ;i desesete do dito ; u lollins::noventa e cinco, M a -
rianno Jose, trobalh3dor. pres:, u viate nove d'Agos-
t o , solto no prirneira de Sepiembio ; Jacinto da Cos-
t a , Pedreiro, preso a seis de Novembro, solto a reic
do dito ; n8o me podeiido recordar do molivo de suas
prisóes, por a is5o ri30 ter pre~tadnscntiiio , mns 56
sim me lembro qiie Vicentc Psehceo , Pescador, foi
preso por ter tido uma peilclena desarcnçi com 00%-
íial da Adminislraç&odeste Coricelho em oecasi8o~qus
este ir comprar peixe ; a Jacinto da Costa, Pedreiro.
porque na occasizo q o é entrou para a prisao declarou
que era preso poroire n3o tinha ido niiq~telledia ao tra-
hitba do Senbor Adrninistradvr deste Concelho: é
qoroto se me off~recepoder informar' o Vossa Senho-
ria por constar do dito livro que em meu poder tenho,
ao qual me reparto. C-tlaias d e ViHa Franca do Cam-
po 1 de 3Isrç1 de 183 1. -
Severiqo de BottRmia e Rocha.
O Cli-ccreiro interioo-
Cert iii(lò R.' 2 C.
CeriiGco qiic rpc foi ~reserrieum p~l'clem que 3%
-
lia o seg~jiit!e. Dili liccn(a a Frai~eiscode Souro po-
ra que matasse o spii porco , tirasse o que quizcsse
para aun c;i,a, c o resto o rendesse como pudesse seu>
Icvantnr peso para fici.r librc doim~iosto.<) Adminis-
- -
t rador (?o Coriccli~o G U ~ I I I ~ O .Hecoirbeqo a letra,
e asrignaturo rrtro acr (Ia propria m30, e punho do
sctiial Admit\istrador do Cuia.ellio dtssie Julgado Ar-
ccnio Ilotrltio de C t i s m ~ o , e i:or reriladeiru , o qtte
certiEco. Yiilu Franco do Cnnipo 26 de Fcverciro de
185 1. Ilu Jacinto 3lanoel Crircia do Amoral , Tabel-
li80 qiii! o esrreri e ossigno f 3 r n pliiicu e raso- Lu
gar do f'o tjlico - ISm testemuiitio de verdade - O I'a-
-
beltino , Jeciriio ,II~rioelG i i r c i ~do Aniarol. Nume-
1.0 duz~ii~tus -
viiite e riete Liiiiyado a follins'vinte qiia-
tro - f ' i i g ~ de
~ Sello quariwta roiw. Villa Prenca 2 1
de Fevereiro de I 8 3 i . - -
'l'avares Pelo Recebedor,
Oli teira.
íyert;da6 *V.' 25.
Crrtifiro qiia por O ineu Cartorio, bem como dos
meus dois Conipunhciros. desde que o actual Juiz do
Direito ftiiiccioriu nesta Comarca se tem insteurndo atb
o presente antio oitei~tacrimea pubiicoc, e s6 nestes
ba oito eni que a Aiitlioridade Adnlinistrutivo houves-
se participado, ou formado Auto de noticia, o que as-
sim certifico pelas certidòes qiie v i passadas pelos Es-
eriváes nietls Coinpuobeiru~, e finalmente certifico que
no meu Cíirtorio existe orna pariicipaçno Admiiiistra-
t i r a scm scguimanio por o mitiisterio publico ossim o
requerer.
Ctretidaõ E..' 38.
Certifico que me roi ~rcseiitoum officio no qual se
continliii o segliiiite : - Illustrissimo Seolior - Pre-
sente o esti Picsidettcia o reqocrimen\o, constante dn
copia inclusa, uo qual se ~Ilrgaque, V. S,, proveo-
do intcrinnmente a serventia do oficio de que B pia&
pfietilrio o Siip[ilicuiiie I'riincisco Illuiii~Pereirii (Ia Ca-
msra , ordenarj que tbste er~trtlp:issro rrspiti41ivoçar-
torio ao provido, qiip nem rf3 a1 Ire l t b g ~ l < rente h ~ b i l i -
lado, nerii 8 Escri\ho d'essr: Juizo, riiio posso prbrsua-
dir-me que V. S. quizeaze de rnaiieita i~lgt~ina fiillar
so cumprimento d3 Lei , que veda um sirnilliirritepro-
vinento , porece~ido-nieque siipporia ti~lvcz verificado
a hypotlieae. de que trata uartiço oitenta e Lrez pn-
ragrepho quinze da Novisrima Reform~Judiciaria, con-
riderando inadrertidawente uma vdcaturii , que rião

.
existe; por quanto ainda que susl,eiiso o Supplicante.
a requerimento do llinisterio I'ublico por se itcliar
inrolvido em um processo crime de cotitrnhando que .
lhe fora imputado. n deqiie j:i f h i i abrolvido em pri-
meira, a segunda iiistancio , eiii uio uuiro I>rocesso,
que fdra mondado rcformilr , pelo que se acha pen-
denle, e em que tombem coiisto fhts ubgolvido na
primeira Iiistnncia, nem por isso se acha privado da
propriedade do mesnio omcio, qiic não p6de r ~ p u l s r -

.
se vago, confundindo para tarito o susperisão coin a
demissão do Supplicante que apenas se acha impedi-
do temporariamente. termos eni que & mister Iiie V.
S. su~pendrntioa referida entrega de Cartorio, o laça
passar a um dos Escrivùes d'esse Juizo, que fdr por
V. S. designado, para servir pelo Supplicai~todurante
o impedimento deste, como 6 expresso em Direito e
ordens do Governo, servitido-se participar logo a esta
Presidenria o I~avel-oassi rn runi prido , respondendo
sobre o requerido pelo Suyiplicunie. Deos Guarde a V.
S. Secretaria da I'residcncia da Relaç3o dos Açores
em Panta Delgada 29 de Janeiro de 1851. - O Coli-
senieiro Vire Presidente dfa Itelaqao - Blanoel Joa-
quim Nogueira. - Illm." Sr. Juiz de Direito da Co-
marca de Villa Franca do Campo.
Cettifieo que me foi presente o seguinte Auto ds
pmcic : -A imo do Naeri mento de Nosm %nhor
i;i,riçto tlc mil oitoccntns e ciricoenta , aos. vinte e um
de Jiinlin , nestii Citliirle de I'ontu D~lgu(ln(Ii Hha tle?
Sgo &ligue1 , e Sola das Audiencias deste Juitu noes-.
lincto Coiiventu do Co~lct~içio.oiide se aolibvn comigo
Escrivau do se11 cargo O Ljoutor Juiz do Rireito da. -
Coimtircu Casdidu Jo9k de Wt)raeq, nhi foi p i a r n t a .
Jonrlui m Aiiionio de Rledeirugc Gui~rduJlenor do 'l'ri-
biiniil do Kdii~aodertas 111i5~, que reconhr~o,Q aprs-
seiltou u rlle Juiz umci Porterio ftassada em nomedo
\'ice-l>iSesideiite d a HelaçAo destes lilinq , o Iloutnr -
Manoel J~~iqtiiin Nogueira, datado clc v i ~ t cdo cor-
rente , pela qual elle 6 nomeado iriterisimcnte para.
servir o Ern;,rego d'E9criv80, e Titbi!lliBll d'ebta Co
.
toarca que se acha vago por siisprnsùo do que o ser-
via Aiitoiiio Borqesb 11s Silva, e passnilo peio esiinfo da
t r e z ~ncrer, e reqiittria o elle Juiz tiouiesse por bem
t!cferir-lhe <I Juramq.nto da Lei , e'bael-o nljobarir da
<lito i3rnpregn; pelo que o mesmo Juiz lhe (lefcrio o ,
Juriitiieiiio dus Saotus I3rnrigelhos em uui livro d'elles
sfbb o q u a l Ille encsrregcrn giie I>en> e . tclme,ntc ser-
risse os ditos Oíliciolr, guardando o s r p d o de Jtisti-.
ca , e I s Partes seis3 Direitos, c ser fie1 ii ttaiiifia, c
47 Corist itui~5o da Wt,narel,ia ; e aceito por EIIDO lfi t O
Jurcmei,to assim o prometkeu cumprir. ['elo <litu clle;
Juiz o hwve por tipossadu dos ditos Oflicips iwlu tem-
po de seu Provimento pnra aqsim luiuur OS prúes-. o'
pecalsos qrie p w Uirei to Ilu!pertencerem. Para c-
%,rFianrdoti a niosrao Juiz cismr este kuto gue da;
pois do lido a~sigoiicom o apossado, petaiite: mim. e.
mmigo COrisbiallo fijedeims Fraaãi~~,Escriuao do Jiii-
w7de Ilireitv qse o exrevi.
tenb .de &Sedeiros - - -
Morbes Jauq~iimAo-
O Escrivão*, Ghristianu ! d ~ d &
w s Pfazão.
Cert i&o N$"33.
Certifiq,oique pelo meu. Car torio correrom uns Au-
i~ de Lihcllo C i ~ i lentre Partes Attthor I 9 s t T;irntr~g
Militar , e L ~ c o F~ ~ ~ I I ~,I034
c~Y ' S c~ I~V ~ T,( ' S
e 9113 n j t i l
Itier , Thcrezn Liiciniina , 1i { > \ , i . (I(~sla\-illn, qiie ten-
do ii tiutl~orproiertíido pelo dcj~oimciitodos R e o ~\elo
0i Aiidiencia destiri;ida para isw ú R 6 Thrrera 1,iician-
ni , o qual ciitrandt) no Tri hiinill para deldr, elle Juiz
de 1)irritu intcrrsgando a 116 sul)ia os (acitir n giie ella
rnio tinha querido re~pociiii*ri i t C iili , Iiiiveiido-ihc sido
pcrgiintados. esta tinti4q m a i s r ~ * l n ) d i i iSE r160 as se-
guintes palavras -shn sei , nao ri , ti20 sei - e ia-
zemlo-lhe ells Juiz cunliccer qiic nan cru m aqiirllvs os
termos de depirr , e iiiiluirindo-n notamerite as suas
resposta foram aiiidu -
n à o sei, f i o sei , nao sri -
o que ouvido por eila Juiz adveriio a Rir qiie para s r
tosternunh3s contitmazes havia priia 1 t i , e eritiio
se serris~ereqyioniler ai> qiic ciimprio, (lizendu - nPo
sei , n b sei nada disso , n?io sei iic 4 Tillio , se nno &
filho-em presença de tal respohtir elle Juiz sc irnpa-
cientoir, dizerido-lhe en, vo7; ciltii q u e a n;Io o t ~ e r ~ t i r t r
que a R6 era uma muliirr, e conridcrnr o seu esta-
d o , a bavin do fi~zcr p u i ~ i r pelo inv~liordiniiçao com
que w apresei~tnvunaqiirllo lugar.
C~v-ficl~io N." 3 %
Certifico que me foi presente um offioio. ciiju theor
-
6 o segiiinte ; Illrn.* Sr. - Tendo V. S. deixado de
participar , corno devera , a estd I'reuiiiencia , o es-
candaloso, e airorissimo delicto. qire tio dia doze d o
c-orrcntc fbro commettido n'essii Villa pelo Padre Fren-
cisco hflloniz Pereira , Cure do Livramento : é mister
que V. S. responda ooi quesitos acpg!iirit cs - Primei-
ro. Se 6 verdade que o referido l'adrc pregara sodi-
ciosamente na Igreja Matriz dessa mesma Villa , in-
sultando o Cuve~node Sua Magestade, e as Aictl~eri-
dudes legitimas, .propagando doutrinas iiiccntliarias, .
:
incitando os povos a uma' verdadeira enarchia, e re-
belli3o. Segunlo* Se irm tal Swmao fora prkgadopre-
arnfo iim nlmeroso auditoria, o se csta\ao presoriteci
algiimns Aiiih.~ridiiiles,c quaes furain cllos. Terceiro.
Se Iinii+e algum;) orJcm , uii diligericia , para que4:u
dito Rei) Iósse preso eni seguidia au Scrmio. e !por
consegiiinte ein Ilagrafltr. Quiirto. Se d verdade ter
V. S. iridefcrido , di~cliirniiilo-sesuspeito h qucrella ,
.
q~ o Delt.:iidi>. jtiiit.0 a essu Comarca requerera.
cmrilra o dito Padre , fuiiriaildo-se n'um Auto d'inves-
lig;icào n que se Iiiirin procedido sobro o mt*tirionado
ac(intccirncnto. Q~iirito. Quites os termos Judicines ,
q f i e se Irrn scgiiido; e qual o e91adr. em que se adia
Iio,je t3o i i i i por1 íiiite a.gccio. V. S. s;itisfazt*ndu com
uiyerlcia a0 que lira pondr rsdo , rrit regará logo sua
resposta ao seu reslicctívo Sehsiituto, n cuju d~spuri-
fRo porh um (Ie siliis Escrir8es, a fim de que o m e a
mo proceda As orcrigiiiir6rs, que n ~ s t adato lhe ur-
deno. 1)t.o~ Giiíirde ;I V. S. Ser retnria da Rela~aodoe
A~oresein Foritii Jjelgada 31 de Maio de+l850. -
O Consc1lieir.o'Vice-I'rvsidcnte da RelaçTio dos Aço-
.
res filanoel Joiiqiiiin Nogueira. - lllm.' Sr. Juiz de
Direito dii Corfiarca tlc V i l l ~Finncii do Cíirnpo.
Cerlidao N o 35.
Jitcirito Miin~clGctrciíi do Amarnl, Escritio do Jui-
zo de U i r ~ i l oncstn ITiltn Franca do Campo, Comarca
do rnrsnio liorne, por Sua Magertade Fidelissima qiie
Deos G u ~ r ~ etc. ie
Certifico por assim me ser exigido pelo actual Dou-
tor J l ~ i zde Direito desta Comarcti Antonio de Vas-
coaceilos Pereira Coiitinho hlacedo, e ser verdade ,
que eu &%crivùoacbarido-me em corninissfio a fim de
escrever os depoimentos das tesiemunhas. que por or-

.
dem da Presidencia da ReloçBo foram nrandndau tirar
nesia Villa pereriie o Substiíuto do Juiz de Direito
Francisco Jeronymo de 3lendonça , em rekrencia tí
denuncio dada contra nqii<:!le Juiz de Direito pela Ca-
sara Municipal Jeria Villíj, r ~diniiiislradordocoo-
&%o. fkam iciqliiridas como te~ternuntias entre ou-
iras regsuas , iis seguiiites -
.
A iiselu Josb ilios &te-
& o , Vereador dai Carnero , J4)sh Prarici~code Malios,
Verendor , Joub Silverio Tavores, Sccr4:t;iriu dn Cs-
.

.
nmra , Alvaro I'ereira de Bettenroiirt I,opes , Adro-
gado da Ciimar~ Antonio Jacinto da Corn~ra, Pre-
iwrador ds Crimnra . Aot~riií,Jose Correa d' Andtude ,
Seerctiii.io do Adrninistrricior , Francirco ItIoniz I'erei-

nit Pereira dn Cauiara, c Jojo Maria de Carnsra


seus filho). E para ~ . ~ r ~ s tj n~ r~ s s ee,ta
.
t a da Curnnrcl , Ercritgo S ~ J B ~ C T ,~ S eD Franciaro MO-

i por ter em !em-


brança , do qiie certifico , e 1180 por se acliar em DHI
carlorio taes iricjuiriçùes , que tiuiica me foroni Coa-
fiadas. sr, nao pura escreter os depniinei~tos liranda.
em p d e r d'nquelle Substittiio os ntilsmox Autoa. Xilla
Frsncr (10 Cernlio 20 de I\l~rqodc I 85 1 . EII Jneini*
Msad Garcia .(ia AntaraI , Escrivao tlo Jiiizo de, Di-
reito. a dbsrrrvi e asrigriei. - Cuiií'eridu - Jiwinlo
Maaoel Garcia d'hrniiral.
Cirlidiio K.' 36.
Eliseu Maria de Mede-iros Cortes, Esrriv3o c To-
belliau Iaterino do Julgiido de Viila FI-aiica do Cam-
1'0, Ilha de São Miguel , liot Sua Magastade Fidelii-
sima que Ikue Guiirde eic.
Senhores qiie n preut nie ctjrtid80 virem e d'elfr
eorii~ecimenlotomarem , rrrtifico-ltirr qtie I!or ordtra
vocal do h u t o r Juiz de Direito da Con~ariraAntenis
d e Vweoncetlos Pereira Coutiiitio !WiicBdo me fai pe-
dido lhe pssasse por cei tidao o Iiistrumcnto de De-
tlaraç80 que fez Freric~scoJosd cle Mac&dii, desta Vil-
18. 6 qual se acha Isnyndo nu Livro de Registo d a
Obigatõcs e Tiiulos úvulsos, o folhas quarenta e duas,
c contem o seguinte -Iiistrumento de Uecl~roçBoque
f ~ zFrancisco Josb de Mocbdo, casado , alricial dedi-
lj,henciaa do Juizo de Direito desta Comorca, em os
vinte dois de Marto de mil oitocentos cineoeota e'tm
-Seibb qsantm
, 9ue
mçk) t kem
este publico InstriiwieiiIo de D(.c!iw
st*nik> no Anno do Nmci~iaèntude
Nosso ,CFi\1mr Jesus Chrislo de mii oitoeeirtos t i n ~ n b
ia o um , BOS virttc dois dia3 do niez de Alhrço- dndi-
to .*rio , i i e ~ t a Vifla V~nrtce do (;:irniba lttlia de - S h
Mipuel, rio rnw m c i iptoriu cnmpsreceu ~brcse~iie Frtin-
circo Ju~oéde MacEdu, msada, orwi~l de diligericias
dr, JlliLo de Diieito destr, Cornnrca , e inordrw deuta
mesma Villa , no qltril, bem oamo Os icstemunlws a-
b n i u i~omeadai<: auipnitdas rrcnltwfo peles proprio~
de que &)a iii~iihof6. li logo pilo dito Prmiri~coJosB
d t Mii<&dofoi dito a mim TabrlliBo na prtse'riqn tias
ditas testen)i~nliasque queria e me pedia lln iuntnrse
por instrueenlo j)cih\ico im Livro do Iicgist~dns Ohri-
gacòes a seguinte ~Icclum~iio.Qiie seiiJo ~Riimailea
tenieinunhr pare d q ~ i wem uma averigu~$io R tpe O
Jitil: Substituto de I)iwito desta Comitrcn t;'u.ariei~co Je-
.
rowyino de blendanra estava procedtbiido , ptw mdem
d a Yresidencia da Hclii~30(10s Açores eorrtra o nr-tbut
1)oatrir Juiz de Direito Prtrprictiirio Arilunio iIc VM-
r o r ~ c c l l ~Pert~ira
s Coiii inllo d u hl ec.Fdo, e sendtr inqui-
rido se r>. rilerno Doutor Juiz dc 1)ilctio havia iritcr-
rompido a Audienria G e ~ a ld o Iiro Ai~iuiiioJ(ldo!C~!B
declararate cerpmdeo qiic nH ditii Audiericiag Gersl ilo
meneionado R e o seriam dez \(orasda- rwile ~>aueamais
ou- rne~tu$~, o ciito Doutor J N ~de*l)ircito
L fez<umasfitJ*
Ia riu J u r ~, diienilo que *$sem se tiitlrm prto4Iisb
gumar ~ r e s o m d escas familio9 par quem- mafidnsern
vir. algem slimenio , E coisa paro se agasalharem m
noite*, poic que pertendia- interromper e mocãa Aa-
dienoia, seguiidn s Lei lhe permittie p i a s ~ b i a f a z e ~
rem Os necegs~dades.indispensaveis : e dss onze bfirds
p a r i a me& n & k o mesma I)vutor I i i i a de D i r ~ ~ t o
interren~per,a dita Audicncia, derlarardo que hs oiie
1)oras dr manhãa do dia segiiinta Iiovia de roni.irtuar a
m ~ m - budioocia
a ; scodu lago por elle dooliiiwtc
qaalidade d c Oficial de Diligencias tln mencionado Au-
diencia Ger,il. iceliada a p w t a da Suln das mesmas
Audiencias onlle ficaroin fecliâdos todos os Jurados;
sendo ells diin Doutor Juiz de 1)ireito qiiem levou a
chave da d i t a porta, ficacctlu um guarda militar 4 ntes-
rua piutu pela parte dc h r a , para que os .lurados nào
ccimmoi~icnssemcom peuoa alpiiinti. I'tirgrotado mais
se sabia se o Uuutor Juiz dc Direito largava r Co-
marca indo 'pura Mra da mesma. Ilesl~on<icaque alga-
mal vezes o me3mo Doutor Juiz de Ilircito saiiie po-
rem era em tempo de ferias. deiriii,ilo a ~ u r i s d i c i ~ o
ao Juiz Substituto; scndo elle mesmo declarorite que
na dita qitalidnde de Oficial de I)iligc~icia.i, yuaido
era de semanil, qiiem ia cum*muiiicsr a passagem da
Vara aos Kscriràes deste J u l ~ ~ ( 1 0E. perquotado se o
dito Juiz de Direito em Audiencia ordiiiari;i liavia in-
sultado Therew Luriaosa, rindo eatu depòr eoilio par-
te; respondeo que i ~ i o , aiites se portou com toda a
prudencia em atteirao ao ino:lo dercomedido euin que
a iiiesma se portou. E perguntado ribais. fiiialrnente. se
o ' ~ c i m oJuiz tratava inul nas Audiencias as partes
c os Advog~doso Bachi~relA ]varo Pereira do Bctten-
emri Lupeg , e Aatottio Ji~eirltoda Cainara. Itespon-
deo que nao 66 nas Audiencias em que elle declarante
tem siJo presente, nirnca iu q u d or ditos Advogados
e partes lorstin mal tratados, iiios tambcm nas Au-
diet~ciasa que n8o tem os>iatido, Ilies consta nuiica 9
mesmos Adrogarlas e partes, forscm pelo diio Doutor
Juiz de Direito mal tratados; sendo todavia certo que
se lhe n'do mandou escrever asdeclnraçòes ultimas re-
lotivos aos meos tratamentoa de Ttiereze Luciannr,
parte,, e sulreditos Advogados. E que por ser isto
s verdade c assitn o declarar perante as testemtinhas
Narciso da Costa Peixoto , casado, Escriviio e Tabei-
li80 proprietsrio deste Julgado, e Jus6 Beiilo d'Oli-
,
voira sdtciro , Distribuidor e Cooiadur do Juizo da
Direito derte mesmo Jiilgodo. morail~resdesta refw
rida Villa , que u*si:i13o com n Declarante, di.p>ie
deste Ihps ser lido por mim Eliseu hlarin de Medei-
r m Chrtttr, Tahelli~orntcrino que o ewrevi e asaig-
no. - Francisao Josb de M;tc.ktio -
Narciso d a Costa
Peixoto - José Bento d'olieeira -
Eliseu Maria de
Medciros Cortes.
Concorda com o proprio mipinal instrurnrnto de De-
clnraqao ordanado e apontado por certidiio do dito Li-
vro u que me reporto em rneu poder e Cartorio com
o t1<1al esta corri, coilferi , (ir escrever, subscrevi e
assignei [testa Villu Yrnnen do Gmpo em n mesmo
dia , mcz. e irtirio de sua factura E eu Eliseu Ma-
ria de Rledriros C h t e s , E.criv&o e Tabelliso Interi-
no que a siibscrer i e nssisno.
Maria de Medeiros Còrtcs.
- Conferida. --
Eliscu

Certidào A'.", 37.


Jocinto Manod Garcio do Amarnl, EscritBo do Jui-
zo de Ilireito nesta Comarca de Villn Franca do Cam-
po IIlia de Sào Bliguel , p r Sua hfogestade Fideli9si-
ma qtie Ur~osGuarde etc.
Aos Senhores quo e prrse~itn ceriiriao virem. e d'clla
~ i d r e c i m e i ~ ttomarem,
o rerkifico-lhes qiie em meu po-
der e Carlorio existe um Tradado d'uas Autos Cri-
mes que eubirarn pw sppellaqBo para o Tribunal da
Relação dos Açores em qite (Author oMinisterio Pu-
blico, e Reos Antonio J d o Patheco, e Luiz d e F o w
les , de Ponta Gsrca , e d'elles por ordem vocal de
Doutor Jnie de Direito desta Cmarce Aritonio de \Tas-
soncellos Pereira Coutinho de Macêdo me Li ordena-
do extraliisse por certidao a certidão que se acha n a
6nal da wtcl d'Audiencia Geral, a qual 6 du theorse-
guinte - Cerkifico que a presente Audienciu Geral foi
interrompida para satisíazer as necessidades indispea-
,avoir por espacu de tempo que elle Juiz entendeuser
preciso, e' oe~esssrio para o dito Em , annuncbndo
iem ror alia n Ilora ein qiie o'l'ribt~naltprltavn a iuw*
riouar ; o otie as3itn +r? ciimlirio , viri00 por Lantn a
&irar a Autlicncin trinta e seis horas , seritio os Ju-
rados durante a int~rriip~lo da Aiiilitlnciíi congervudor
E por e*ta fofrna tiwninou o Bebe-
i~+com~r~itoiniveis.
.
te, e jiilgurnento da presente cniiso (lc que ldvrei o
presente Auto que í I l e J u i i asrigii~~a com o Ifoutne
I!lelagntl<r, e Adruga~lodo$ l(i.os. I3 eti Jiirii,to Mo -
wul G;ircia do Amarnl , Escrivho do Jiiito de Direi-
Antonio do Vrii~concrlto~Pcrcirii Coiit,niio M ticedo
Jt)d Bt~tmardodos Stintos - Fraricisco A.tnniicio Sil-
-
tP, e (10 k i d i e n e i n Geral. qiie o escrevi e nnsicnci.

v i - Jlicinto Mnnorl Garcin do Amariti.


Conrvnlti com a proprin ccrtitl5o a qcie me repor-
to em o dito triidatlo que fica om mru. poder e Car-
iorio. rom a qual esta corri , inril'eri , fiz esrreren
~ubscrevi, e aisignei nesta Vill;~Francn do Campo ao
.
1f de M;irqo &c4 1851. IJ eti Jticir~to btdnoet Garcia
-
d'A.morul. e s r r i v ~ oque s su hwre<i e arsignej. Con-
ifurid~-Jacinto R1a.na.l Garcia d' A~rnural;
Ctrí;iliio A7." 38.
Certelico nilo só pdi~meu Cii.rtorio , mnr tambern
.e% vista das Certidões passildns ptalos meus Curnpa-
nbenas qtie dos Prototollrn deste Juizo consta que du-
meta todt) o t c m p que tem fuuncrionadoromo Juiz de Di-
&to ncsts Comarcn o 1 ) ~ . Antonio dc Va~concelbs
krrire, & ~ i i i n h oMacelo. jamais este deixou da lu-
zer as kud4ericias nsr dia* precizm exeepto <ricado*se
etbii em A~udictriaGernl. bem como quando ba poa-
miesteuc de nojo por o faileorneiito de tima sua k-
mtl a#.
h e r i l o com todo o q ~ mms foi pedide e mdene-
d e por Ceflidào, Vilta Franca do Campo 17 h : ~ b r -
pde f 8%t ; El eu Nareiar, da Y l ~ n E'cixvtb - EserivBe
da.Juizo de Direite qw, o- ubbscrevi e-a<*~iy*i. -
C16 Juim J$ .Direi& -F. Rareiao .h.CaeJow
&%6~h&ti~
noto. -- C o i i f ~ r i d ù comigo JosB Julio I J i p m ~ m d'oli-
\eira Alacbiido,
Ccrtiíliio I\.'." 4 O.
Cerfifito que m e foi prerciiic i ~ mr c q i i r r ; m r r i ~ ~
-
rfililido IIOS 1t.1 mos tr: uii~tcr II*in.* c I hni.' +r.
IJiz~rn tis i ! l i f i i ~~ ~i ~ ~ i ~ l ls i lPa(
-
d i hni.i.i. I'< i (1
Dirt3iio i ~ ~ l Ciliveisi<ilidc
ii d e C o i n ~i.;;
l . pm
ta h i i \ t j g ; i i t i j s
:
nos A u L l ~ ~~oOr S da ( 4 rnarfa de \ i1 líi Fiuiien <o
po , rjue i t rido sido crnccditla P r o \ i G o Iiiirii iid\<iFihr
oaqtit'lla C( ii,;irru Arjtoiiio Jariutu (!a Camara Iioje t i in
C C S ~ ~ o~ n,ot O ' ibo p;ira que a(/otbll~IIic li)qse i i ~o~l.di<lii
por serem os Su11plici1ntt.s mnis q ú e suflicientrs pari1
tis ofiizt~i.t*s fort*ti,rs que i i l l i npliurert m. t r m [)(Ir 1530
pedir a V. E\.' 1)i;nissimo Coisi*lheiro \'ice- P r e ~ i -
dente d a Hclít~3a deste I)istricio lhes rnaride cavar o
p r o ~ i s h oconrrdida rios Termos de l h c r e t o de 16 dc
Maio de 1832 artigo 248 riiitiirro 9, iwtirido .;c l i a -
ra t:rltto for rircessirrio o rrspectivo Juiz do U ~ r c i t o -
-
E rcccberao rnerce Jost! Ijertjnrdo tltls Sitritos --
A l v ro~ Pereira de Bitteiicoiirt Lupes -Ttw~toriio
Claudino da Silreirii Ilclriiz - Friiricisco t\n~;incio t l i i
Silveira hloniz - A decizào que os Si~pliliraiiles Iie-
nem c o m q~inntojtrsln altentii n irifoririiIr50 rerp13rlirii.
e o (1isyo.to pela Ordenaçao Livro \)I imciro 'l'iiiilo 48
Decreto de 19 de Dezerrrbro de 1813, e I'ortriiiii (le
'1 0 d0Abril de 1 S'lb acha-se totlii\ia iiffccto ao (;o-
vcriju ao qual sc li30 pedialo por ~ s t i I'residrricia i pro-
yidenciai que remedacrii as irrfbgt~liiri{lade~ (11ie por
rerrluru tenham havido ou Iio.sarn lir;ilit*iii.-b~t u cori-
C ~ S S ~das O I~ceriçao fa(1itltudiis pelo a r t ~ p o47 iIii Ko-
rissima L(eforma, de\ endu por isso riri t,rii relriiln 81)s-
ter-me d'ortJtbnar a caqnssijo reiluor idii. loiiiunllo po-
rem nii devida considera~aoa Jubti(;:i qiio nsri3te nos
Supplicarites, c at~endeirdo no inc?iito trnipo a que
Sijpplicndu fora provido r ni ti ins d t ? I ' C ~ P I4:h-o
18JS P'OZQ de Lres uriiios g i i X b liadoili ein i i ; i i ~1
.
& j de 1$5t , c qmp9:ma o Seilo c iiirpitb~cor-
re.span:lante, rios rcspec t I vos i i i t e r e m prd irido a W
r;j~,aeo,E equidade que d'eller rião s ~ j s privado du-
iatite o referido prazo : ordeno que findo este ,fiqiic
o mesmo Supplicado i i ~bido i deAdvogar ria Coxiorcadk
Villu Franca do Campo lezentlo o Jiiiz de Direib in-
tj.npr os Iíscrivà~sparo qiic desde entho não reecbai~i
mie prwessw os Prõajra~i,esqtie a o Si~pplicadofurem
.
feitas na qualidade ti'Advogado deferida l!or e a i e
t e d o a pcrtsii~fiodos Siipylieantes. Sccretari,~di, Pie-
sidenciri da Rclirc~o dos Açores 19 de Dezembro d&
t 849- -
Nogc~eire- Illrn.' e Em>.* Sr. (>y abdi-
xo assigonados tendo requerido n 1'. Es.' a fim' de
mandar cacar a PfovizSo n Antonio Jacirtto da Cnma-
.
?a deita Villa pelos motivos que em essít Petição
&!!e@m , e vindo esta a informor no .luia de Diieito
desta Comarca ct~rtificou serem verdadeiros tâes Pdn-
d a m e ~ o sem vista do cjuc mal ospErraavsrri09 Shl>plí-
contes o resiiltado de sua Pctifao; pois que ns Pro-
risòes s110 co~tcedid~sunifumeste para a catv de nPb
haverem nos Auditorias bcbiireis formados, com 65.
lia bilitaçõcs rrecessnrias; deverdo ser caçadas t aes Pro-
visùes desde o inomeiito cem que houveram A i l ~ ~ g o d r ~ ,
que sejiim I)astantes pata os negocios f20rense~; ü
contrario disto seria degradar o clãssd , t ter p&a
cansideraç,io a pessoas, que a cnsiii da tantos sadriflcins
tem consumido a parte inois interessante &a Sua' ti%&
nn profissao das lettrar. I'elc Decreto de ( 9 da- Dc;
rcrnbro de 1843 artigo 18 se determiiwd. vc i
eoneeç8o de licenps para advogar i10 Codinede õ-
casse pertencendo ao Presidente do Sapreho Trilj6ri.I
de Ji~stiça; alterando assim a disposiç8o da artigo 45
d a Novissima Rcforma Judiriaria ultima Lej que r&-
gula a hypothese prezente : ora s c d o coiieedida b-
cença a A ~ t o n í o Jacinto da Camara em 3 de Fcre-:
miro de 18 18 pelo Eam." Pxsidcnte deus R e l w ;
do certo que está na3 attribuitócs da mesma Presi-
d ~ n c i a çaqur iiniii t a 1 I'ruvi~8o. OU por Ilia ter cb11-
redido , ou (ror forçii de mnior rszàu ou- nùo ler si-.
du reilueridii, c i t t i i r ~ d i d i i ~ i c l ; \) i a competente, que
era o S~fpn*moTribii~ialde J u s t i ~ u . Pelo que perten-
ce o ter- lhe sido coiiccdiila licrii~apor espaço de t rcs
aiinos ;i Lcy sfi admtie qiiuiido existe falta d'Adrogo-
dos devendo ser cuqii(in cio moniento eni qiie ccssa se-
rnelfriiiiie fiilia ; e a equidiide pede que ii classe te-
nha fiararitias, e qiie n20 s~jja iililiendiada , e des-
preziirld. Em vista de todas estnu cc~risi(ler;i~(ics os a-
baixo assigtiados esperain tle \'. Ex.' Illc f i ~ ~Justi-
ça - E reccberGr, merci! -- rllviiro Pereira Betten-
n

cuurt Lolies - l'tiecitoiiio Claudia« do Sil~eirii Frnn- -


cisco Amancio do Silveira íitnniz - Os Siipplicnnteq
allegando em sei1 rc(liii!rirnento a dirposiçfto (I» tiriire
268 do Decreto de 16 de hlnio de 1832, reioritie-
eeram que u csta PresiJencio cotnpctia a conrt=sseudii
licença pura arllogar, R s pessoas nõo ~rildiiiidiis. e
por isso Ilies del'cri pela maneira coristorite d a I'oriit..
ria de I H de Dczernhro ult~rno,que ora rt3toco iit-
tento a presente replica em qiie os Supplicnritea ritl-
gnm a esta Prcsidencia a ídcoltfade de coocc(ier a rc-
.
Prrids licença nsu ohstante n pnpressa tlispostqao da
Lry de 19 de Drzemllro de 1813 que tlao isoiiterne
revogaçiio qiie meticionam i10 descoohecido Dcereto
que citam com a mesma data ; indeferi1100por isso
d pcrtençao dos mesmos Sup[~licari!eiuisio Jewonlw-
cerem a competerrciii da Ailthoridnlie a qiwm reque-
rem. Secretaria da Presidtlncia da Rtbiayào dos Aqo
res em Ponta I>elgadn 25 de Januii(: dr i 8 5 0 -
Nogueira.
C~rtidQoN.. 4 1.
Copia.-- Preridenc~ada :!*I,1-5o (li,.; 4qnres.- Prr-
getjte O seu officio t11~ed o corrx-níe, fica assaz lwo-
.
(16s

rada a queira q!ie a esia Prc~i:ieisit~ i6r1 diripids


pelo preso Franoisco Ianucio Taiares, a qriem as A u -
ttioridarlcs , c E~ii~lrcjiados J u d i c i ~ ~d'e.sa
s Villa Lrm
!'cito virtinia d 3 m ~ i s~ ~ c i i n d i ~ l o rci l punivel
ilùr:io. Custa o crer que um processo crimz
cada eitr OS pr'iri~ipiosde mil vi toccihlos qlioreota e se-
,
. pretari-
come-

te iiinilo rio liin de dois anrios iiBo crilrusst: ern j11Iga-


meiitu , c quc iissiin iilcsino litijii qut2m dehaiiio de
liirulos pretextos, oiise susteotur u curnpriniento de
.
< l e ~ c r c s ,que nfio 1 e ~ l i e i t . u! Co~il'essn-se que a Que-
relli~do Rlir~isterio l'ollico fira dadíi cm sete de Ja-
iieiro do rcI'erido nniio , c que d i i i i ~ oaié qiiatro de
Abril Gcbra o processo p i i r i i d ~ , porque ,e 1i2o quile-
ro ( diz Yossa ?tlprpC ! ) rt>ceLer a q t ~ ~ r e l da n niui do
assasrinado, e scln deelariir qucm l3ra esse Juiz, que
aiiteposera o seu urhitt 10 ú dispo-iqão dii Lei, apre-
senta-se , como jiisiifiraqõo , o miiis inaudito ~biiw de
iiullioridade. V$-se mais que o Proce*so torrictu a dor-
niir , por e*Ii;iço da lirite dias ; e L. sohreninilt*iraad-
niiruiei que , tiairiiilo u m pareiite scu ir~to!vidu lia
orciissyso. Vossa õIrrc4 , snltaiido por rima da Lei.
coiitiriuu-se R ser Juiz do Processo, (i-uraiido qiie n3o
se Ilie ocei~úrua suii rtispeirso, qiiando ern caso t a l ,
sirnilbanle suspri@o r130 cxistiii , mos sim um impe-
dimeritu Icgal , qjie na0 dcprrwiia d'ncceitoçau. oii re-
g e i ~ a oa l p i n a . Toinbein so \ e ( e caiisa horror) que
desde quatorze de Jurilio de mil oitocet,to3 quarenta e
sete. adormeeeo o Processo por espnto de sete mezes
.
c quinze dies e que e m todo esse tempo , ycrmone-
rerani em \crgmtiuso Ictbargo o J t i i ~ . o Rliiiisterio
~ u b l i c o, e o I?serivùo , pesando em todos eiles a mais
subida rrsponsubi!id.~de.Torriando-se mysteriosa a ra-
S ~ J Oporqiie Vasa Slerc6 se considere , ora impedido,
ora desimpedido, !E-se qiie , Iunçiindo mão do pru-
cesso, demorári1 o seu andamento at6 oito de Fere-
reiro, e que sendo necers~riuque baixasse ordem su-
perior para que o procerso passasse 'P Juiz desimpe-
dirln , nçtini mesmo coniii~ciou a marclin tiirnulfii,iria,
passiiiidu 4 s riiaos de i ~ i i ioirtro Juiz, talnbem iiiipe-
dido ; e eis o negocio oiitra Fez paralisado atè dese-
sete de Marco (10 prtlstbr~!eiiiinu, cfn qiie Vosso Aler-
c(! sc jiil;a compeLeiito , para orilciiar ilrnil ilova di-
r o c c à ~ .e por cn~tseg~iinte , ci~iisriuva delines. e que
sclm rcslicito ti [,(?i, clririise o livriimc*rrto do iiifeliz,
C ~ U L ~' ~ I I I I clin
C ft*rrits. Vossi] llerct! cciiifcssarido haver-
se iit:gcido a drli?rir ao< termo9 do tBrocc!kso, por nso
lhe coilbtnr que w t r o .Iiiiz ,e havia di*~lilradosiispei-
.
10 01Ferecc ;i maior das aiicpf5içi)es eln seu procedi-
merito: pois niiigiiem p d e ~ i i h & *como r iim Juiz posta
negar-se a drlkr i i aus termos d'uiii processo. pela iwo-
rnriciu d'lim iucti) , qtic pret,isnmciile Je\in coi~stiir
d'esses mesmos terinos. Ilurunie C S S C S . i1 que L'ossn
filerre cliamn iiici(1~iites. e qti: si) wrecth(no nome
de per\ersidodes. foi « Ileo prilso, mos i~ùoliouveJiiiz
< 1 ~ ernn[idulsti eiilrrgiir o e\tn do culpa; e ris n Lei
cdilcuda aos pPs, e n prvrrsiilnde levada ;to iiltimo
I . Dlas que admira tudo isto , <I" ~tvloVorra Mw-
(kot~lrssaqiic sú srn onze (te hlaio fizerii esptvlir 04
1)eprecc"doq. pari1 iiiquiriçjo do summario? Que iiin
destes s6 siitrira cm trc~zedo mesmo rnez, otitror em
vinte dc .JiiII)o, e outro erii dcsnuto d'Agosto ; e que

.
alem d'st~ticllesailida se ordi*iinrsm. e ~xpediramuu-
tros que a t t Iiojo se1180ctimprir~ril? Parece impos-
sikel qiie ;I nRo spr em tim paiz de Ijarbaros. stBrom-
mettam tucs, e tão frequentes iniqiiidiider ! V o w hler-
CC utropellando os seuy deveres. fez-se dt1liositiirio d o
um I'rocesso , que n?o podia recelier. sc nùo por r n t h
de concluslta, e com o mais escandaloso tibriw. re-
.
t e m em seu poder esse mrsmo processo qile n l b p o o s
suspenso o ~rspertivoEscriiSo, devia das rnfjosd'est~
pessiir á q ~ ~ e i que l e o siilistitue ; sciido niiniilmenie es-
tranhavel que um Juiz se raça nrchivista dc criusas
pei~dcntes. Em conselocncia pois Vossa Nerci! passdr6
iamediatúmenle o Pror~ssoBs m8os do respectivo Es-
c r i t i o , I qiteln ordenar8 o prompto andamento do
.
mesmo proi:erso a fim do que possa rntrar em jil-
.
gsinento prwrdenflu u instauraçài~ de todus os ~ C E U S
subrtanciaer ; evitadas porem as protclagùes que ai6
bje se tem pr.,ticado. e qite crpero se d o repitam
qfn offeiwa (i4 Lei. e com olil1ress3o dos I'o\os. -
Daor
Guarde a Vossa Merch. Secretnría da Prcsidencia dc
Rel;iç.ho dos Aqorcs em fBc>ntaDelgada 2 1 dc Nuvem-
Iro de 18 48 .- O C~nselt~e.iroVice-Presidentc da li e-
h f i o dos Açores - 3Iúiioel Joaquim Noçucira. -Sr.
Juiz Ordinario do Julgado da Agoa de Pbo.
Est6 conforme. Villn Franca do Campo 30 de No-
vembro de 1 0 4 8 . -O Sscrivao do Juizo' de Direito,
Frarrcisco M u n ~ zPereira da Camara Junisr.

-
I i i m Sr. Constando ncsta Presidenria que V.
S.' , alem de n3o ter ~íitisfeito com a remesue dos
~ela\orios, e mais particiyaçùes. qire a Lei Ih'in-
aumhe, oceiilteodo por esse modo a mesma Yresideo-
.
oia r130 46 as ~~eorrenciasgraves, que. por v,entu-
ra , tenham havido n'essa Comarca, mns as altera-
. .
ç b r rcontecidas rio estado do pessoal dos empre-
gad- da mrsmn Cotnarca , ictn por muitas vezes sa-
.
Wo ddla spresentaridu-re na Cidade.de Ponta De3.-

.
gda. que dista cinco legoas de Villa Franca do Cun-
p , onde V. S.' deve effectivamente residlr Mu po-
.
derdo russoiar-se da suil Cumiirru nem pasy~ra p-
aidiecao PPS wus substitutos , ~ i ! mjustificado motivo,
-0 'ceoela ter feito por nlgiimas vezes. mesmo s-
&@&?se em excreicio oú Cornaren, comQ praiicka
drwho. do antiu p. p . , eoutraviiido assim a ex-
p*s-hdirpo~içao do artigo 8 7 , da &ov. Iief. Jud.
& oun~tando outrosi que V. S.', elcrdendo ac li-
riiitas da moderaq80. qiie Q Lei Ihc prekrere. te18
.
por vezes e em actos ~~iiblicos , dc rui1 jurisdir c30
fdcado h urbutiidnde. com que deve tractar a8 IJar-
Les. e sniis Aiivogadog. uzaiuln, pura com estes. s
para com nqitc~los, de frases asperss. e e x p r ~ s s ò o
dcsroriirdidas. como oratirara com u IIarlinrel Alvaro
Y e n ~ i r adt: Dt=t8enc»ur~Lopeg. cora o Advo;ado Aii-
t m i o Jncinio da Cainara , com Tereza 1,ueiiine , e

-
dti Pae : cu~istasiio da m~stnasurte que V. S.'.
com o rnullrer de Francisco Lgnacio Tavclrrs. d'Agoa

nu dia t 4 de Novembro ultiilio. em qnt devia ser


.
r ~ l , ~ i i doo processo crime. em que era reo Astonio
JUBOPacbeco.. de 13tinta Garça. depois de constituido
O Jury , e cuin~qu~ia
sciitara pelas dez , liara oriw horas da iioite para o
5ud c a i a ,. v o l t ~ i ~ d o
.
a resl)ectiva discusdo. se au-

soniente para o l'ribonal no se-


guiiitt! dia , pe1.s nove. pnra as dez horas da manhà,
p6lerido o rckrido Jury cummtinic.ír com yrssoiis es-
tranba., durarute a ii1teriupç80 da audieneia : e -
. .
rortstando finalmente que V. S.' desuciltando ar or-
dem desta Presideiwia e resistiiido Bquellas da I'or-
.
d e 4 de Janeiro , do correriie anno cfeixnra de
Shti'fuzac so rheu UKicio, de 25 de Fevereiro tiltirno,
rteurntndo-se. a entregar ao Juiz Substituto. Franeis-
eo J~taniinad4 Mendoup, a reqwsts. por esrripio.
que Siin Msgestade lhe ordenarn. e que detem srr-
presitite, segundo os ordem da Mesma Augnsts
$cn#ore. psra que h i i s t a delk pudesse informar.
H & ' p t . m d ~ o me0 partcer, como é' expresso na refe-
.
tida Portwia que IBro remcttida a V. S.', por a-
eptlPs d e u offtcio, com os documentas, a que a mps-
m i &]&e:; - pode esta Presidcnrio deixar de
+6F ao Cnnh~eimantede Sw Msgetsde os factos.qae
ffMm pmdcrsdm. sobre o9 qnoes V. S.' deverá resi
, ai6 se dia 28 do corrente. iml)rcteri~elmen~
wp. &&h&& outmsi, em s.e respwta , se
Comarca ~ r i z f al;um
e cn~pregndo, ~ I I IIO
P tenlia ra-
.
tisfeito o re3pertii.u ericnrte i10 liraso legal , &rido,
.
no caso d'iiffirmativa a rasgo , ~ i o f q i i cii60 tem pro-
cedido contrai elle , iia coitl'oririidode da Lei , e or-
dciis desta IJresidencia.
V . S.', l:ois, soti~f'iirií na furrnn que fica ordet~idn.
a fim de que ekta Presidenria possa proceder, como
entrnder de jiistica.
Ileos (;iitirde a V. S." Scct ctarsia da Prcsidentia
.
da Hrla~ae Oor A ~ o r f l * tbn> I'oiitii 1)olpada 2 1 da
Blarqo de i8.5 I . - O Consc*l/ic~iroV1c.c-l'rcsitlc~ite da
Ilela~Ao - Miiii<iel Jonquiin Ntbcuèirii. - llln>.o Sr.
Juig de Dircito da Cumarce iie Villu I:i.,ioci~do Ca inpo.

Illm." c Exm." Sr.


T ~ h po t ~ ~ ~ not toiririo
c de \'. Ex.' de 2 i da cor-
rrrite, o qiial coritem varies artigos de noticicit8o de
*rirr.(.s.. que nie iinputio , e a q ~ i e s eexige eii res-
lionda ; rolii quai~totalvez me iletesse jiilgur dispeil-
sudo de o forer. \isto que a 1.pi tiao adinitte taes pat-
.
teciçaqCes, sem que seja ronhrciilo e rrconlierido o
denu~ieiurjtc, o qiie se 0 8 0 $ 4 í ~ caso
o presente. I d a -
l i a ccmo inferior cunlprc-me siit isfazer A s ordens do
Superior. 6 p r Canto em obetliencio. que assim o Ta-
t o , sem com tudo rdo meu proceder \ú por forma .I-
giima annular a ssci~iffio.coin que i v e t b c i a V. Er.*
prtoiite o Enm.' Ministro dns Justiças, o que fiznão
pur discoiisideray3o h Authuridade de V. , por-
que esta e11 muito a respeito. porem riin'eorno meio
de justo defeza. N8o me c s l ~ii argiii~àode que te-
mho deihndo de remetter os relalorios. que s 3 ~ me i
impõe, por quanto ainda cni 7 d'Outubro liiido. re-
met!i o q116ordena o Dec e l o de 25 de Fevereiro de
,
1841 e por esta occasião comprcheadi o da? &dk
enisiii*lGt!rncs. Ein 7 (Ir Janeiro findo remtltti 09 Aa.
t o i de:ique truta o [Iecreto do 20 de D+z~*rn bro dc

.
1830, (liqiinas iliziilm respeito a erte Ji~izo e ii;iu'
aos Ordinurios porque estes tem deixado dc c u a ~ p r i r
.
semllre a obrigacão qiie Ihes impõe iifiuelle Ilecreto.
h'no nl(: coiista , que nesta Cornarra tciilia Iiiiiiilo
ocrorrencin uIgiiii,a grave Ibiira o scguirn~rito do q i i a l
Iioiivcsse rtecessidwie de o cornrniinirer A V: Ex,' H f i f l í
da que fossein solliciladas do Guverrio as j i r ~ ~ i i l e i i ç i i i ~
precisiis.
Tcirlio dado h Secretaria aos Jiistiyas directorncnte
parte da mudanya pessoal do, Empreg.idoa de J u ~ t i q a
.
dertn Comarca cumn a Lei me prescreve.
Na0 ti.) diividii que algunias v o e s tcnlio ido 6 Ci-
dade de Ponto Delgada mos isto por duas çnurii* :
primeiro, poique a minha satids o rcqiicria e coliia .
.
mal de momento oco era possivel pedir no Governo
aut horisoção attenía o distancia destta: scgundu, por-
qiie cctn~ultnnduCLI a V. Er." voc~lineiitesobrc t~ste
meu !)roceder tive i re~pusta, que aasiin como V. Er .'
nJo participava ao Goicrno, que h:itia 13mprcgailor
Jiidiciaes de fóra que ali v i r ~ l i a i n todas its semana$,
muito menus o faria s meu reope~to. que 130 poiicns
veles aparecio$ neste supposto. e confildo que V. Es.'

.
mais tarde, se 1180 serviria da sua con~lescendrriciu
Cara a~guir1) minha b&a I6 acreditei qlic quando n
minha saude o pcdisse nDo deveria ter duvida ein ir.
asiim o fiz sem d d o , nem mnlicia , porque sempre
procurava u V. Er.' pessonlmente em sua rasa. e re-
cordo-me , que indo eu eni Sel)trrnhro bquclla Cida-
de por motivo de molestia , como deve constar n z i w
Presidsnria , V. Ex.' me disse. qiic nAo recolherse 6
Comarca, pois tinha ali mais recursos , que fizesse o
mesmo que estava íezendo um outro meu Colleg;). que
ali se achava ern trntamerrto, ao qtle onflui* NA0
w i t o a ar~uiçaoque se me faz de que teiitio ercea
.
trcpnr n ta! Si!hsliltito o rr911031a q11e ogoin r~rntto
b ~ i i d arum o mesii16 feixn &fie ;i,'nno qiiit riicritur ; ?!
se ri30 foi aiilcs p r i ~ s c r i t6~ tiao sh. poriltie n Portal in
n8o rnc marcava tempo, iiem iiiaibom o o&ciu db
Y. E x . ~O f i ~ i i ~ ~ ~ .
LIJ nrsta Comarca quotrn Rsrrirlirr noinendos sem
Carta, todavia n s Portiiriiru tlc 3 de Janeiro de 1849,
8 de Rlaio de 1830 coii\&nrern qiie da113 us (trtiio sn-
Iici t ~ n d o , os orrt ros clous ri;i io~iforrni(fadcíja Por taria
de 20 de Outubro de 185S , rio ult i i i ~ oCorrei~ao fi-
ierarn-oie coiictitr por Dociirnet~io ~)iirticiiliir.qtre cs-
tinam soliciruiido suas Cartas , todavia ficaram espe-
tados para i i a pronimn Cut reiçfio ns n;ireaeritarem rub
pcr)ade lhe ser alilicudd a di5liosiyao (13 Ley.
Assim terllio G O I I C I U ~ ( ~ O a minha resywsto a Gm de
que V. Es.' j~rocr<lncomo for de I i i r t i ç a .
Beos Guarde a V. Ex.' Yilla Franca do Campo
2 3 de Afarco dc 1881.
Ill m ." e Exm." Sr. Coirselheiro Vice-Presidente da
neliiqao dos Asores.
O Juiz de Direito
Antonio de Yascoccellos Pereita Cooli~ihoAlacedo.

Ctrlidão N." 42.


Jacinto Rlenocl Garrie do Ainiiral EscrivAo do Ju-
izo ae bireito ncita Comarca de Villa Frooca tfo
Campo Ilha de S. Illiguel. p r SUP Mogestade Fide-
lissimo que Ueos Guarde eto.
N.O 1.
Aos Senliores que a ~~retente C~rtidAovirem , e
delta ronliecirni.ato tornarem , certifico-llirs que na
qtialidade de EscrivM deste Juizo de Direito j a m a i s
v i , ou oiiti qiie o Ilr. Juiz de Direito Aiitoi>io de
Vasconceiios 'Pereira Cout irlho hliic.t.do exc cdesuc os
lerm& de modcraqào em ; i i i l l i < b o ~ i ui ' i ~ b l i c n n que cu
asriatisse poro cui» o Bat-Ii,trei Al~nroI'rreira Ect-
.
tencourt Lopes ou cem o Advogado dc Provi980 An-
twio Jacit,to da Camura, sendo certo qiie tenho ris-
to serem ealcs ireetudus pelo diio Juir com aquella
urbui~idode, e educu~30 qiw B ~:roj)rioao meamo : e
uiltro siin certilicn ser idcritico u seu proceder para
com as Partes que rem a Juito.
Noe 2.
Certifico que sciido nie entregue no dia 23 do cor-
reste. pelo Dr. Juiz de Dire~ioAatuniu de Vaseon-
cellos Yereir~Coiitinho Allaccdo um olli~iopnrs a i're-
sidencia do Relaqõo, a fim do;ijircscritnr ao Stibsti-
tuto do meurno Juiz Fruncisco Jeroniii~ode lileridon~a
paw que elle u fizesse clirg;ir ao >eu destino. pr-ocu-
rando o dito Siibstituto o mesmo me declarou nlio i r -
cebia por haver j6 terininado a conimiusiíe que Ilie
G encn rregado pcio Cuiiselli.iiro Vice- l'resi -
I I ~ Y ~ sido
ileiite da RelutBu, em vista do que Liz etiiregn do ol-
licio ao Dr. J u i z de Direito passiiiido-llre do occorrido
uma Certidao.
3 . O 3.
Certifico outro sim por me ser exigido p ~ l oactiial
Juir de I)ireito desta Comarca Atttonio rle Vusconrel-
10s Pereira Coutitilio ,Macedo, cm corno no meu Cer-
Aorio existem uns Aiitos dc Policia Corrcciooal ins-
taurado em 1 8 t l em que foram Partes Auihor o
klisisterio Publico, e Rho Antonio Jacinto da Cama-
ra pelo crime de uzo de p i ~ t o l l i ~ spelo
, que foi con-
demnado na multa de 3f000 reis; e p<)rqi,c em sua
defeza pareceo querer menoseahiir a pessoa que exer-
cia interinamente as fuiicçijes de Magistrado do Ni-
nisterio Publico foi mais condemnado r m prisbo o res-
to do dia do Julgamerito dos ditos Autos. e rias custas.
O cootbeudo posso na verdade , e por esta me ser
vocalmcntc exigida pelo dito Doutor Juiz de Direito
a fiz passar nesta Villa Franca do Campo aos 29 de
Morto de t 851. E eu Jacirito Bianoel Garcia do A-
maral Ilscrilõo do Juizo de Dirrilo quc o sirhsri*e\i e
nssignei.- J iiciiito h1aiioi.l Gnrcia do Ainuial.
Ceritdào 1V. 43.
Narcizo da Costa Peixoto RccritBo do Juito de Di-
r(*ilodesta Coriierca dc V11!a Fror~cado Cumpo nis-
tiicto da 11eIi~ç30do4 Atores por Sua logestude Fi-
deliasima qiie I > c o ~Guarde etc.
C~trtificoe m ciiin lirioier>to da exipclneia do Dr. Juiz
dc Direito da Comorca Antoriio de Vosconct~llou['e-
reiro Cuuiiiiho Macodo, a todos os Seriliores que a
prestiritt: Certiciio tirem e dclla o d o i d o . e iriieiro
coriiiccimeiito tomarem que em mru podcsr e rartorio
erisleln uns autos de Policia Corrrcioiial er:tre ~iartes
atittior , o Es~riiiio iiiterino deste Jriizo , Ft:iitciuc-o
M ~ ~ i i iPereira
z da Ciiniaro Junior, contra Antoitio Ja-
cinto da Cainara Procurador dede .ruim, pelo íundn-
meriio de o dito Ciiniara. pala qualidade de IJrocura-
dor de Frarieisco Soeiro I,olies Amorim , em uma
cxcciiçào contra Rerriuido do Carito i! Mcdeiros , di-
rig ir I i n t e erpresscii~sdifdrni~torias contra o
diio I<seiirAo, e msis pessoas. que irobnllinnim 110s
ditos auto* , rio qiial processo. teve Sciileriça do Dr.
Juiz de 1)ireiro Interino Alvaro I'ercbira de h t t c r i -
rourt Loyes, de 22 de M a r ~ ode 18a7. s e i ~ l ocon-
demnadu em 8 dias de Cadcia , vinte de suspent8ui
e custas : outro sim certifico , que rio meu Cariorio
existe uns autos de queixa dirigido 6 Presideneta de
R e l a ç ~ o ,de Moriono Felisberto do Silva desta Villa.
cciatra o inesmo Antoriio Jacinto da Carnarn , o qoiil

.
era por 0 mesmo ser desatet~ciozo, de um máo com-
portamento iiirorrrgiiel para com os Juizes deste
Julgado, e Escrivòcs deste Julgado, por habito. a
costume, 0 s guaes baixaram a esta Jiiizn, etn vjr-
-
tude da Portaria da Presidencia Kemettida ao Jui3
respectivo para que sendo verdade o que o ~ u ~ ~ ~ l i ( - s t i -
ta rile5a admita o Supplicndo a exercer - u ~IUQC-
~ ~ <toe semprego de qi;e fOia surlienso procedende
contra o mrsrno i10 cazo de corttrateciyau, ou c~uondo
repita or insultos, que o Supl)\icanle mencioiia, e
que a gerem verdaileiro, aimpre a sua promp:n puni-
430 ásrespretivos. Aultiuridades Serrettir~ada Iielaiao
a n l'uida Llrlgada q~iatorze da Marco de 184-1. Ro-
giieira.
Outro sim certifico como Escri~ãoque exerço gof-
ficio do Escrivào rneu comparitieiro I:r;~iicisrq MuoH
pareire da Comma, que tio dito Carlorio exi-rn;
3 processos dc I'olicia correcitmol , critre partes Au:
Ihorel Fraqeisco Auhomio Ilodr igucs, o hliriisterio Pu-

.
blico, e o lisc.rit8o deste .liiiao Antonio J o n q i i i ~(I!
Mideiros , e r60 em todos o dito Antonio Jacinto da

.
(=linora, o primeiro onr iiljiiria e pancada,, o se-
gundo de elayus em audiencia h Justiça e o tercei-
EQ de iiiuria ao rrSt?ritlo Escrita»; tpndu no primeir?
de 4@OO de miilta , 3 dia, de Caa~ia
.
~oiideuu~iq.&o
e ctirlas por Seí~ten~asdc 03 de i i b r i l de 1839.
1)e 2 1 de Abril de 51 : e 39 de Agosiu de 184j.
O rekrido 4 ierdade o consta dos ditos nuins, I
qge me reporto ern meij podcr ~Cfirtorio. Villa Fran-
C? d s bmpo aur 28 de iilpryo de I ? 5 1 .- 0.Er-
--
WHBOh Juizo de Direito Nwcizo da Costa Pei-
gsto.
.@rtidõo E." 4%.
Nwciio da Cqstn Peixoto, Escr;rBo do Juizo d,a Diz
reite desta Carnarca de Vilia Franca do Ciimpo'Uis-
4~ktoda Relaçgo dos Açorus , por Sua IllagertadeFi-
ddireirni, que Ilegs Gtiarde etc.
Certifico e dou minha f4, em ~rnprimentoda esi-
a@nciedo Qoutor Juiz 4e Direito da Comarca ~ n t s e i o
E,-
"
de Y ~ f i c o ~ I l oPereira
c Coutinbo MacEdo. que fvi
@ s i d o de um procecso t i v i l de pullidade ?e tesfamen-
eeQlre ~tsrdes~uiborjm4 Torares. militqr. e
,
Zhreza . f ~ ~ i i n eviuwo,
r Frsncireo J&' Tavoxe~,9 ~ 1
hullier , o ~ H Ji r r n h , d ~ t nVilla, eqne da accrgíit&
do iriqueriio da testemui~hitJoho José de Dledelriis Sil-
vo , por daiist. de Nina polemica que se ~ttscitweRlre
e o ;\dvogitdo dos rws Antonio Jacirito cfii coina-
19 , sobre o 1)alavrn visitibs, 9endo certo que a tmitm-
niutilia , <leclarari(loo setitido (leste tarnro, Jke que
ciJmeey;iudo tie tisitlo de o[)&do porta. oic! "sechitma-
Ya kisiilhas a R'o~tsesdliadeo, e tfistantes, s crosccrr-
do n dispota pur isto c por oatrrs cowas que eiitre
etlcs houtc, o h * o r Juiz de Diteito frz ocalnr P ,

eómo úcoin, o n ~ i i r i d e ~'s~hib'


a
.
qiiest.io ao Advogado, e Ilia disse qita n(io l i r a a e per-
#uiuiitas eu1 illosas o <.rstemurilia que niio se p r t n i j ~ l o
t ' h a doTribunrtl, c sttbs-
tfi'uir por biitm ; cyie 'n&oquerili que se violeittuwm
as testemunhas , 1)ondo-as em eoritreditqno: outro sim
que posto o Ilotilor h i i r de llireito tivesse urna voz
alta e rduito rija, com t u h qiit! i130 u4ava de terrhos
iinpibprios da sua educiçao , e nwthorid~ltla, e q u e
muitas vt;zes fazia iiei tlreumiis ndoedrnr.ia$ am oatw s
A < l \ ~ g i i dpor
~ ~ ,Ciiros idpnlkos, sem que elles iirixaisern
de corrtinnar na mesma iimizadc com. o referido Doutor
Aiiz de Direito ; n&oi'ai<loIt~giirtws eowss se nBo pra
a 8rdfèrn do Tri buiial. O ~reli:ridoC verdade. e por es-
ts nitr ssr exigidn a pns+ei rieste Villi adjs a8 dcRhlor-
Ci, .-
'de f 8 5 l O Eixi)iv%eito Juizo de Direits; Kar-
da' Costa Peixoto.
Ocr~idtioN." 45.
do Juizo de S-
N r r ~ i z dda Gosto Y;eixoto'fi:~rrivBo
rkito-dlstn Comnrca de Vtllo Fmwa do Campo Dis-
tfittotda *Relaqiio dos .4çores por Sua Jlagesiiide Fi-
delliisirna jiie ' ~ e o s4;aurd.e etc.
Certifico e todoe ss Serdiores que n presente eerti-
Virrm , c &!Me o devido e inteiro coiirheeimesbs
tomarem, lkrn cuuilirimcohr da exigearia do Dr. J u i ~
dt3 Diwito &a C d ~ n c a#*Antaliiode Vascowellos Fe-
i ç i t a %u%idbQl W a @ d s v :c~ niesmo Dir Juiz &t
Direito trata r m acidiencin os Advogado, como exige
a suu authoridade e o orileni do scBrvtco. e a Policia
do Tribuniil ; selido certo que nzo uza pnra os íuzer
conter , de termos qiie 1180 srjnm r<ytilados pela de-
cericia , au~horidadee ediicayão. uzariflo mais oii mc-
.
nos dessa aiitti>iridude, como t a f~ic~os o proccdi-
mer~tooti miineira de requerer: bom coino e que Gn-
da a ~udiencin,e Túra della t!tle Dr. Juiz de Direito
íis trnta com urbanidude o todos, e corn amizatlc aos
3 rollegas; o que dewonstra que iienhiiin recenlirnen-
to, ficava de. sua parte.
O referido (i venliide, e por esta me ser exiiida
e passo nesta Villa Frai~cado Campo aos 49 de Mar-
--
qo de 18til. 0 Esciivão do Juizo de Uireito
Narcizo da Costa Peixoto.
-
Geriidcio n;." 47.
Narciso da Costa Peixoto, Escriváo do Juizo de Di-
reito de& Comarca de Vilta Frailca do Campo Dir-
tririo <Ia Iit4iiyiio dos Aqores , por Sua Magestode Fi-
delisbima que Deos Guarde otç.
Certifico em cumprimento da erigenria do rliiutor
Juiz de 1)ireito da Cemarca Aritonio dc Vasconcellos
P~rcirnCnutintio I\focOdo, o todos os Senhores que a
presente certidão virem , e d'ella (9 devido caniteci-
mento tomarem, que hii Escrivão da ultima audien-
r i u geral, no Julgndo da Lagoa no mez de Setembro
prnrimo piissado , e que por isso fui EscrivBo do jul-
gamwito da cínisa crime cio fiiinirterio Publico C o ~ i t ~ a
Atbtunia Csndida. e rei) filho menur, da Vilia u ' ~ g o a
dc I'na, e que em todo o debi)ie da causo tanto a r&
como seu fiibo {oram trataclos com urboaidade pelo
Boi~torJuiz de Direito, o qual tendo o jury dada e
mime por o80 provado, drpois drlle dar seu desps-
dia, fcz utiw cxortaçao 6 r& dizer&-lhe, que mude-
rasse o seu gerrio , e potita de lingea , que tairer ellr
I- a causa dou seus desgostos, e dgs que passou seu
mni-i<!., que eiln liidia inimigos , e entio que t i r ~ ~ s e
.
r~iiit.ido cm si c fizesse rnuito por nfio toliibr ;lflu~llc
]lic;ir , q u e "!e .Ili(iistro estava u ncnbnr seti tem

qiir r120 ter-ia c5st. (~csgnslnii pisrnr: mas ({ur drstjii-


v;] q u p ~ l l YP i ~ livrt~s~e f.7 miiis
(111 t ~ e s in~.c~irir~ioilo~.

O I I ~ I - , ~cS( b i i l i i g no mesmo tom c scril ido ; c no r.eo f;br:

u ,z -1 U 1 1 i i.i 1 i -
nlia seffrido (les:ostos. que feiiznieiitr wL;i\a fúiii d'ellcs.
que levasse a sija conduc t a re~iilur-merite.e rlttc fizes-
st. por ser bom liorncrn , e os mitndoii em IGIL #E 0"-
trar cousns inni*. O referido 6 ~ ~ r ~ l i,i ~ c l por
c rcla
nie ser eaigiílii a p;issn nesta Vi!l;i Friiocú (lu (;un>lio
n o s 2 0 de hliirqo de 183 1.- O l<scri\ão do J ú i ~ ode
Direito, Narciso da Cl)sta Peixoto.

Manda Siia Magestode n Rainlia reincttcr no Cori-


selheiro \'ice-Preridtbrrtc da Rcliiç;io dos A q o r ~ s, o
incluso re(liierirn~rilnt!ociimrti:ano , em qiie os Stih--
i i ~ i i t o sdo Juiz de 1)ircito d o Cornnrcnii do Vitln I'trin-
.
ca ilo C a n i l ~ , ~lrdrrn n p l i n euoiit*ra~*fio , ~>t*loslactus
q i ~ enrgiirrn ao ~ i i ~ iJuiz i l de I)iri.iio. Anlui~iuilc
Vnsroiicellos Pereira (:uutirtlio : e orficrin u ir1esrn:i
Augusta Stniioro , 118s o rr l'crido (:ori!rl\it*iro , t r i i f i i ~
em vista a Portari;) de 4 tlc Jnrieiro t~liinro, por OC-

e do Adrniriistrridor do Co~crltiotliillciellc? Viila , I r r -


ri~ .
tasiào d'igunes r ~ y ) r < ? s e r . t i(!:i~ 6t~: í~~ r i ~ i ~Lbl~)~~icipi,I

forme corijiii~tnmei~tecuin st.u piircJeer , o ~ i v i i i d o or


awipto o Juiz de Direito Sulif,lica(lo.- I b a y o t'ni 5
-
de Marco de 185 I : Pclir I)crr:r;r d e filalcl;olh8cs.
-Está coid'orinr!.
LPU I'dm Scocrim.
O Ghrrla !Ver d3 Pkclzrtào -
Senhora. - O3
Requerí,nr~nto.
Juires Sub tittiios do rlc! Direito dé
Comarco i16 Villa Froritbn d o C m p o , da Illia d e S a t i
Miguel, abaixo asgigsado!~, consideram-se Imje nu du-
i a nrtceuidade d'iml)lorar a exoiirra~ibdo cargo, qye
ae\!~almente ocruporn. e esperoni que ella lhe, reja
concedida por \'<nsa blilgestade, o t l e n l s a razão, que
passam e ponderar.
Foi Vmta Magesisde Servida riomear Juir de a-
trito daguellu Comnrca, o Baclraiel Antonio de Vss-
coneellw Pereira Coutiiitio filacedo, dt>pois de termi-
sada a reroluçào do fiI(li~I)o , que Mra seguida ne+ta
.
Ilha. pelw inimigos do Throw e da &ria ; e nin-
guem eaperavu que um Magistrado proposto. e nltrnc-
ado naquellr epoea , viesse para ebta Ilha r r o per-
seguidor de Subditos fieis. e o protector dos inimigo,
do mesmo 'í'hrono, como em verdade o tem sido a-
quelle Juir, giie i~nicamentcligado a esttbs, n8o pou-
pou meio algum de aggredir aquelies, levando a po[~-
to tal oc seus excestw, que alem do muito que del-
l e ~se recente, j6 a publica dn~inidragÃo. n8o po-
dem 8s demais Aritliwidades cootinuar no exercicio
de suas fuorções , sem crsw quebra do seu d e m o ,
e dignidade, ettents a insolencia cem que sBo trec-
tadar , por aquello Juiz, que jutgando-se superior -8s

.
Leis, passo a insiiltsl-as, atC por seus despachg.
publicado em suiieocin como prova o documento
junto N." i ? , 9.". 3.', 4.: e,'.B que suppsto o
primeiro Supplicante pudesse uzar de querella , em-
Ira o dito Juiz, pelas injurias que lhe irrogoa, no
citado primeiro doeumento , eomtndo osseotou pedir
a Vossa Magestede a devida reparaçao da injuria.
-
Senboro : aquelle Juiz , decpresando a dispcnibllo
do artigo 37. da Novissima Reforma Judiciario, cow
sidera w Supplicantes obrigados a s ubstituil-o
nos casos, de que traeto o $$ 2: do citado artig6,
. sb
julgnnh-se autlior imdo s dividir a jurisdics~o entra
.
si c os Supplirarites, (nas sempre que dessmpanndo
o serviço, sac da Comnrca, aoiide o I#i o tuado rc-
sidir ctfe<.tivunietite. Parsiiadcm-se os Supplicentes que
nau devem , riem podem legalrnenle substituil-o, se
n?o em seus legitimas i~i~pe(lirnentos dc molestia , li-
ccnqa do Cov~rno, ou por algum serviço, que o mes-
roo Governo tiaja d'iocumbir-lhe, e com qiianto ssaim
Ilies losse jh declarado, pele Presidencia da Relaç80,
a quem os Supplicantes rut~sultaram, aquelle Juiz u
.
nada atlende rrdobrando o seu desrnediilo orgulho.
para com os Supplicurites, a qiiem pretende humilhar

. .
por todos os modos comu Iirovsrn os documentos 6 ,
7 8 , 9 , 10. que dirri~don dito Juiz passava a ju-
r~aiieção por doente. passou a ir divertir-se para

..
Ponta Delgada pegando rin jurisdicçón o segundo re-
presrntante que tem carregado com o julgamento de
cíluzas crimes, e de morte, e da maior consideraçilo,
que o refrriilo Juiz se dá por susoeiio, o que na0
tem acontecido, com uma sb causa civel. Senl~oro: -
seria iiecessario longiis paginar, para os Supplicaiites
exlborem os factor dnqualle J i i i z ;- nem possiiel
aos mesmos Supglicnntes extrahirem documentos dos

nado Juiz. .
Cartorios dos Escriv8os , coni a presrtiça do mencio-
- Os Suppliciintes pois. que sintla neo
i ~ e r d e r o mos s~iitimeriivsde honra. e que muito pre-
zam aquella , de ntio pertencerem ao partido, que
protege O referido Juiz - Pedem a Vossa Real Ma-
fiestade Haja por bem conceder-lhes o grata d'cxo-
nenll-os do cargo de Juizes Substitutos, durante o
tempo em que o dito Juiz servir naqurl!a Cumiirca,
atteolaa as rasòes poliderosas, que respeitosanient e
oflerecem 6 consideriiçtio de Vossa Mageshiie - E
receberfio rni*rcP. - O prirniliro diiiz Sijhutittito -
Jacinto Soares BOIt?llio dr Gusmbo. - O sr*gundo -
Angelo Jose Dias Botelho. - O quarto -- Jus6 Fran-
cisco de llatos.
Documentos.
1 .'
Jncinto hfi)tioel Carcia do Amaral, Ecrriv~odo Ju-
izo dc llirelto , nesta Vilia Frorica d o Carnpo , por
-
Svii Msgcalade. ridclissima , que D ~ ~ oGsi i i ~ t d e~ t c .
Aos Seiilioris , que a preseiite ccriidiio lirem rertifi-
co-llit~sque pclu prinieiro J u i z Siibatitufo de Oireiio
tfewta Cornorca , Jiicinto Botclho de Gusuiào , rrie roi
ordeiirdo que dos nuius rrinjes, qtic o Illiiii-terio P u -
blico move nrste J u i z u , contra o rCo, o Iicverco~lo
Priiricisco illoniz Pereira , de R a s t o de Cfio, de qrle
eu s i ~ i i I~scrivijo, lhe POSSOIS~por certidno en pcyas
-
sc;uiiites. 'l'iiiilo dos autos - 31,i e oito ccritos e
-
czineuciito. Jiiizo do Direito da Coniiirrri de Villu
-
Franca do Cuinpo, Aiittiny30 (I* um ofiiricio , aulu
~f'irivesti,na~ào
.
, vi~iJo da Adrniihictra~ilo d o Cc,riseiiio
desta V i l l i i dtrigido a este Jiiiro por vi^ (10 Dr.
I3aleyado do Procrirador Kegio , nesta Coxiai*ca. - O
Eecriv~ode serniina - Iioriiz.
Despwelio i.8 , e r.'- Como no auto d'investiga-
@o e requerimeiito do Dr. LIelegodo, b e reí'eiern
expressiicr irijurioras , dirigidas pelo denu nriado con-
tra ús pessoas dos empregados, qtie vitalos do Iieinu
~ ~ r u ( l "sii r,) rnandntios exercer dilTerenies liiiicções;
e serido eu uin desses rtinrciorisrios injuriados iião per-
milte a Ley rieni minha liorira , que eu sija Juiz no
presente proresso : por tanto , doli - rrt e por sirspeito :
R u Escriv~ofica OS autos CU~ICIUSOS, ao primeiro Juiz
Substituto de Direito, Jacinto Soares Botelho de Gus-
mao. a Fim de que deGra , como for dc justira, ao
requerimcnio do autlior d o Ministerio Publico. Vítla
Runca do-Campo, 24 de Naio dc 1850. - Vescon-
cellos.- -
Despiicho i. 8 v.", a10 9. Prescindindo d'
expor quaes seriam as ohriguçòes dos autlioridades ,
qrie assistiram i', loricq30 do Arihanjc, S. Miaacl , 'no
dia ~ 1 0 2 1 do
~ çorrcntr , 1.30 pnrrcc JI-rcntc a FSillz~
da Aiilhoridiiilc jiidicial , porqite o Juiz de !)ircito
1180 fui pei~oiiiili~ii(10 , ncrit mrsiiio o poiliu srr , e
runio tal se riao poilin ditr (ir ~ i i s l ~ e ~ tco se, pode ('i,-
zer, c o m rnaior razno ine de10 eu j i ~ l g a r , p i r n tom
urn ~ l i ~ t t i ( * ino w , t> rnc'siiio porlluecebsc E. contriirio
b n)i~i!ieoliiiiiao; e por isso com ninis riiz20 nie Iun-
co d a riisl~vito: o q i i e jiiro. \'illn Fraiira do C a m p t i ,
- -
27 tic Xloio de j 850. GustnGo. Despiicho f. 68
v.", te 66.
Arlia se PS(C processo para eritrar t:m
a o : tudariu , como ainda ine assiitiiim os
moiir os. q ~ i c e r n"tu dvsl~athodc folliar iiito exl~edi,
1 ) i f l H n t : dar de suspeito, ein5i;rii e ~ t t fossem
!~ alru-
iill.idor de poiiro decentes ; - m'i9 porqiieni ?! toda-
via Jesliresai~dotal pensar. c nhstonilo-me de Ihc rivi-
.
~ ~ ) r ~ d oporqucssii
r se responde a qurrn Q uiisirpt iiel
d'intelligcriri~, c outro sim porque pnrn Isso seria
prcciso Iiizrr esqulbcrr a mi~ihuediicaçao, a qiinl c;>-
rnc~erisso homem que a tem, e faz o rliigrarnmu d'
o[iuelle que mal sabe prtmii~iciilra p a l t i ~ r ; i ~ C fitia!-

mente tcildo-me sulwevindo natt19 coiizns ila sucpt.i~Po


as quaes juro: orilt*nu que se f:~;i(clrn os ni~tnsco~ielil-
zos iio primeiro Su\,stitut» do J ~ J I de
Z Dii t h o . Villa
lTrtii,cn 6 de Noternbro (h 1 SI:jO, -
V~~con~ellos.
Conft~rrcom as ditas pecas , qlitr mc fori~rnnpontndss
-
.
qiie coi~rrri, escrevi e assiqnri , e aos' ditos alitos
.
mo reporto nesta V ~ l l oFruneu <lu C a m p ao. 7 de
Novembro de 1850. -
O Pfirrio~oJacinto Msnoel
.
Gaicia d'Amara1.
2.O
Illm? Sr. -
Em resposta no srti oficio d r R do
corieiite , rcmefto a incIu?i:i copia do officle. ~ C S . q111-

t o dato dirigi no Dotitor f'roiiirodor Rt*gi«, stiOrc os


fartos n qiie alliide aquelle de V. S., n fiin itc qiirPse
tomem ns devida consideraçfio , cn mencioiiadusbf d e -
tos, que muito oflendrrn 8 boa adrninislraçilo da jul-
-
t i ç ~ . Deos Guarde a V. S. Secretaria da Presideti-
ria da RclaçBu dos Aqores em Ponta Delgada i 1 de
h'ovembro de t 850 - O Conselheiro Vicc-Presiden-
te da Rtdaçso dos Aciires - Maiioel Joaquim Noguei-
ra.- Il!m.' Sr. Jacinto Soares Boteibo de Gusmao,
1 .' Juiz Subsiituto de Ilir~ito da Cornarca de Villa
Fraiiea do Campo. - Confera com o proprio oficio a
que me reporto, ruja assipnatura reconheço por ver-
dedeira : o que certifico. Ponta Ilelgcida 7 de Uezrm-
bro de 1850.- Eu Jacii~toManuel de blello Boieihn,
Tabclliiio que o subscreti e nssigno em publico etc.-
Lugar do signal ~iublico- Eni testeinu~>hode verda-
de - o Tabelllào, Jacinto Matioel de rCtc?Ilo Botelha.
-
b e b i o proprio Joao Bento Botellio de Dlendonç..
."3
-
Illrn.'' Sr. Pasw 6 9 mlor de V. S. o copia do of-
fiei0 que em drta de 20 do correiite dirigira a esta
Preridencia o primeiro Juiz Substituto da Comarca de
Villa Franca do Campo, a fim de que se s i r i a em-
pregar a9 providenciss qiie exigein os factos. alihr no-
taveis , que meniisna o inesmo olficio , pelo qiiol se
ri!, que o respectivo Juiz de Direito, declarando-se
sospi~itopela segunda vez , rio proresso crime , que
n'aquella Villa í'ilra instaurado cuiitra o Padre Frpp-
risco Moaiz Pereira , ri80 96 orderiar a remessa d'esse
processo a um Jeiz , que sabia estar impedido peh
mqeiç-&o, que no mesmo Iievia jurado, parecendo pr
eate mudo querer renovar ns estorvos, e denegação 4s
justira. qiie j á tinha motivado o seu prinieiro despa-
cbo. r a que C mister obstar; mas que abusando dos
&vues do seu tuioisterio , passára , e m rnnaifesta
infrrrfõb da Ordenaçao do Reino, a insultar o seu
Substituto, como tambcrn fizera á Camara Illunieipal
da referida Villa. Deos Guarde a V, S. Secretaria da
Besidencia da Relagao doo A~oresem Ponta De1;;e-
-
da onze de Norernhro de 1850 O Conselheíra Vi-
re-Pr~sidentecfa IRcIaqiTo dos Açores - Mannel Joii-
qtiitn Nognrire. - 1llm.O Sr. Procurador Regio,jiinto
5 mesma Relaçjo. - Esli cordorme. O Guartia Mdr
dn Helsy30 dos Afores - Luiz Pedro Severim.
Ccirilere eom a propria copia a que me reporto. cci-
j+ihssignalurii recooliy o por verdadeira : o que rerti-
fico. Ponis Detgndn 7 de Ilezernbro de 1850. Eu JB-
cinto iiltitwel de Alello Botellio, Tabelliòo que a subs-
crevi e assijino em publicrj eir.- Ldgar do signo1 pu-
blico - Em testemunho de verdade -O Tabelliào,
dncinto Rfiinoel de Mello Botelho. -
Recebi o proprio,
Jobo Berito Botellio hfendonca.
4:
IllrnP Sr. - Passo 6s iuaus de V. S.. para as fins
q ~ julgar
e rnnvetiientes, a irielusn copia do oficio. que
O Doutor Procrirador Regio diripio a esta Prepidencis
em f 3 do corrente. Deos Guarde e V. S. Secreiaris
da Preaideiicia da Relacso dos Açores em Ponta Del-
p d a 14 de Novernhre de i880.- O Conselheiro Vi-
re- Presiderite da Relhrão - Manorhl Joaquim Noguei-
ra.- Illrn.' Sr. Jacinto Soares Botelho de Gusmào
I .' Substituto do Juiz de - ~ i r e i t odo Comarce de Villa
-
F ~ s n c ado Campo. Confere com o proprio urig incl
ue me repirto, cuja as~igi~alurn reeohbeço por ver-
1
a eira : o que ceriifio. Poata Delgada 7 de Derem-
do
hro de 1860. - Eu Jaciiito Manml de Mello Botelho,
Tabelli~oq& cubsereri e assigno em pul>lico ele.-
-
Lngar do 5ignnl publico Em testemuiiho de v e r d e
de - O Tabelii~o,Jncinti) Manoel de W d l o Botelbo
-
fie&jbi o prôptio João Bento Botelho de Mendonça'
5 .O
Pmcuradoria Regia. junto d R e l o ~ l odom A foros.-
-
1lIm.Be Egm." Sr. Quando ainda se achem nas rnàm
de V. m.' us autor crimes. em que B 8C<usado o Pa-
$fé Fia'fieistbMunir Pereira, c que o I.' Juiz Suh-
tjiqilo da Direito dc 1 Franca r ~ r n e t ~ E i an rasa
.
Prcridencii~ roi11 o srii oiiii-io de 8 de c o r t ~ i i t rreja
,
copia i eompai~l,ara o de V. li\.'. ieom dota l e nrize.
Iiniitcrn rcicl)ido. rtigo n 1'. I<%.' Iiiija de enviornior.
yurii t m re~ultoilodu seli chan c , cii licor Iiabilitntlo
a ordt n l r o spyuiirirrito dos tertrio5 Il*giies sobe Q .
iriridt~iitcd i1 i i u t ~EIIZI~~~C;IO , derliiriidir pelo Juiz de
1)ireiio. (?uaiito 6s injiirias por r d e irrog;~rlnr, t i 3 0 sÓ
ap dito J u i Siibsti ~ tiito, corno u rcslieriivn Com tira M t r -
iii~ipi~I , scgiindo iiF q!ieixn.i , r l>:i~vliriliny6rs d'iii]t~t?lic
Juiz Sultstituto , ein sei] dito oflirio, ti'e4tn diita r x ~ j o
do meu I ) t ! l e p i i l l ~ , liar,, o s iiltcriorrs elT'eilos , ininu-
ciosas iiifuimaqòes, solire ii(liielles rii<.lo*: O que to-
davia nau iinpede , qlic u mesnio Juiz S u h i i t u t o rea-
,
lise Jt:sde j á o iiit+>iitu, qi~f;mariifcrtn, de íiizer ins-
tttut'ar cuiltra o J i ~ i zde I)ircitc), ii cornpett~Dtf2EiCClI-
.
sasàu n qiie oppurtuii~nieiite i n t e r i i r b u iii~sterio
I'iililico: u que ma ciiinprc r x l i o r a \'. Ex.', em res-
poda ao sina (lilu oficio. - I!~os Ciiarde a V . E%..
Srrrctiirin (11 Procur;~lorin H ~ g i arn, Poriin Ili*Iguda
!reze dc Novt~iiibro de 1850. - lilm." e Exin.' Sr.
~ o n w l l i r i r o\'ire- Pre+iilibiitc (I;,Relaq;~o dos A cores -
-
O Procurador negio Anloiiio J i ~ o g t i i r nNunrs iie Vas-
cortcellos. - Está conforme. O Guardii 9J6r dii R e l a -
T ~ O .Luiz Pcdru Sereriin.
. -- Coiifere com a p r q r i a
t0l)ia B qibe nie reporto ruja irisignaturn reronhr~o
por ierdodrira : o que certiliro. Punta Delqada 7 de
I)ezcmltro de 1850. - Eu Jacinto hlaiioel de hlcllo
B ~ t e l l i o , Tatielfi~oque a subscre\i e nssigno e m pu-
W : n etr. - Krn tt.sienioi;t,o de berdade - o Tnhelliãa
Jacinto Slan8el d e hlilellu Boteitio. - Recebi o propriu,
Uesto Botellio de b f e ~ d o n ~ a .
6:
Secretoria da Presidenria da R e l i i f i ~dos Açnr~3.-
Il1tjl.' Sr. - Piissi) Bs m8os de V. S. 8 eupia do em-
que em ù ~ t ade 28 de Juab do corrcote a m e ,
me, Gra dirigido pelo Juiz de Direito d'csqa Comorca.
por 0lTicio dc 23 do rrfcridtt rire;
i > ~ ~ t i ( ~ i l ~ i qli i:e l t
passara a tTiirn a V. S.. em qiiar~\oir e111i l i l i ~ e ~ i ç i ~
ao \',iili! das Furnas, alli cffccluor urna vibtoria,'
e que V. S. , recusando-se acceiiar a varo dei rirr .
rio ; rt fim de que se sirva dizrr-nie , o qiie se p;jr-
sou a tal re~l~eito. Ueos (;[tarde íi V. S., Sccrclt,qria
da I-lr?laçfiod ~ Açores
s eni Polita i)clgade 2 rie Juljiu
de / 8 6 0 .
çBq d ~ Açores
s
-
O Consellieiro Vict! Presiderite da I ( e l ~ -
, blanoei Joaqt~inl Roji~ieira.- Illm."
Sr. Substitiito do Juiz do Direito d d Corriarco de Vi Wa
Franca (10 (:ai~go. -
Confere com o pruprio urigiiinl
a qiie rite reiarto, ei~jaassignatura recunlieço por ver-
.
diideira do que doi1 It!. I'onta I)rljisda 7 (ir! 1)czem-
bro de 1860.- Eu Jitçirrto Rlanoel dc 31elio Botèlho,
Tabellilio que o subsc,resi C assigno crn publico ctc.-
Lopur do &:na\ pu bliro -
Erra tcstcrni,olio d c lerda-
-
..
de O Tabelli80 Jacisto Blíinorl de Mrllo hoicltia.
Recebi o pruprio João Beiitu Botelho de Dlet~donçi~.
w
4.
e

IIlm." c Exm." Sr. -Tcnhn a honra de Icvar ao

te escandaluso , e de cotisequeni~iarhni ftii~esios,p.1-


ra o fitturo , o qual m e I o p ~ r . hn poaee , n'estii cr-
b g a de Comarco, por qui~i,Iuteodò uRc!ado, em da-
t a de '23 do corrente, ao priruciro Subs-iiti~to do de
Direito. Jacinto Soercls Hoteltio dc? Ciiism;io, para que
elle a s s u m i s . ~o jorisdicçào , em quíintu cii sithia pa-
ra fhra do julgado cm diligenriu (no Voile dos Furnas
para umo visiorin ) scontereu que oqiielle Çuhsiituto
e ~ k e g o aao despreso aquella ~ominiilri~iiç5o , J ircido
ao oBieial de justiça , qiie Ilie opre serito:i n rntw uf5.
cio, o qual aceitou , e l e u . q u e elle o30 fazia caro
de que ao mesmo se ordennvii : e na verdade nssirn
canpriu, por quanto deixou de fazer audicncia ao dia
95 do rorrente, o que de certo nlo aronteíerio , a
nRu hever o prtipo?ito de rdn ciiinprir R legal exige*
c i 80~ meu uffii.io (to 23, purqile commuoira-
r l n a algum dos Substit~ito~ n riecewidath de o svbs-
tileircm, n qiie nau aconteceu, pois nilo 80 sjlrrrerr
(ou algum dos Siil>stitutus n h~iiccion~ir : d'este [>roce-
der, podem nascer nullidades em procegsos, que mui-
tas reler tritiistornrm o bom direito diis pariee ; e p-
ra que se nau repita um igual eatanda\u ; c outro slm
O causador do mesmo fique certo de qiie zominetteu
urna f ~ l t a ,ou crime porque O resl~oirsùvvl~,para qw
.
carrtgiiti tom o odioso do atonicrilo o purticipo a
v. Ea,', para que cem a ruo cortiirnada juatiçs. haja
por bem de proceder como entender; e finlitrneclle pa-
t a que V. Ex.' se sirvli dizer-nte se devo coniilluar o
passar a jarisdierùo Squelle Suhstii~tn.eu oo imme-
Piatu, quando se torne neresiurio que PII mia do jul-
gtndo, Beos Guarde a V. Ea,' Villi1 Fretiea , 28 d e
judio de 1850.- Illrn.' e Exm." Sr. Curiselbeiro Vi-
ce-Presidente da RelafBs dos Atares. - 0 Juiz de Di-
reito, A~torrir,de Vasconcellos I'ercita Coutiiibo
&do. Esta r o f i r m e . O Guarda Mdr da Relação, Luit
Pedro Severirn.- Confere com o propris copio o que
me reporto , euja nnsignatura reconhece. Psitta DeL
gada 7 de Dezeml~rode 1850. Eu Jacirito Manoel de
~ e l l IlotelLo
o , Tobelliin n rubseicvi c arsigno em pu-
-
blice etc. Logar do sipnul publico
aho de verdade -
- En, testcmu
o TaLelIi30, Jncirito Ríaiioek &e
-
&llo Botelho. Recebi n yropria, Jose B e u t o b t c l b
de Mendonsa.
8."
nlm? Sr.- Amanhba, que se contam 524 do eor-
lente, seio para fora do Jt8lgado. em dillgerieia : pcw
tanto cumpre que V. S." assuma a jurisdkção.
-
-
i850. -
Deos Guarde a V, SC Villa Fransa ,523 de J d i s .
lllmP SP. Jaeiolu Soam Botelh- da
Tm~rnão.primeiro Substituto do Juiz de Direito dcs-
Ia Cornarcn. - -
O Jiiic de Direito Antonio de Vlrlr-
CO~ICC'I~~)J -
Y creira >Coiitintio liacedo. Corifere com o
.
p r o l ~ r i uorigiikul a que nw reporto, ciijt arti;oatura
reconlieyo por verdiideirn: o qiie certifico. Ponta Drl-
piidii 7 dc Dezembro de 1850.- Logo; do sigiinl
-
~ji~L>!irn Em teltemuiiliu de verdade -
O Tubellilio
- J ~ c i i i t nMniiorl de h1 rllo Duiellio. -
Recebi o pro-
priu - João Detito Boteltio de Mendoiya.
9:
Secretaria da Presidencia dii ItelaçGo dos A ~ o r e s .
- -
.
Illrn." Sr. &'elossous Onirios de 2 e 4 do cor-
rente fico nssnz inteirado da irrcg~laridade, e sem
razfio com qea o Juiz de Direito desta Coroarca, An-
tonio de Varcorieellos Pereira Coiitinlio filiicedo, pro-
cedera em seu officio de 23 de Junho ultimo. traiis-
miitiudo a V. S.' a jurisdiccao. que iiem elle podia
largar. nem V. S.' ncceitiir , crimo se rnanifeuta do

.
mesmo OGciu, em qtic elle Juiz declara 080 rabir da
Comiirca oride passava a fazer uma diligericia , veri-
Gca~tilose por i*so u Ilypothesc. de que trato o arti-
go 87. $ 2 , (ia Novirrima Ilef. Jud., para qiie o
Juiz ordi~ariudevesse assumir u jiirisdiçso re:p ecliva ,
duriirite aqirclla diligeoiia , q u e d e maneira nigurna
podia auetut isar aquclla triinsrnirs!io. Srndo, pois &NAS

.
03 unicoa casos, em qiie 09 Juizes Substitutos podem
validamente fincciunor corre de plano, que a 1130
se verificar a falta, oil legitimo impedimento do Juiz
de Direito , prt~venicnte de muleítie , siispeiqão au .
de licença do Governo, rijo [)oiem o. nwniiios Jtiirer
trsnrrnittir a jiirisdicçso aos S ~ b ~ t i t i i i oiiem r ~ilewte-
ceital-a , COMO nr>.ta <lata pssso i) dvclarnr iii, referi-
do Juiz, o fim tlc : o ! , J v ~ v . IL-i, ( I ~ ,siD tavitem
de fiituro os iciroiiti?~!ier~it~s
.
, mh i,~!t.lii;!,si~cií~
t l b ~ ~ o0"
.
q : 1)<,(1wn
I
~ .
r(:suitar do
(iij t t . i 6 3 c t t i ~h x i .~ ) P O S Guar-

de u V. S.' Si*crc.t;it : l i <i3 f l l 6-bictei*citrda Kelacão d o ~


Atoreg em Ponta Delgada , 9 de Jullia de f 850. -
-
O' Con~eltieirr,Vice-Preuidcrtie da Rc1ac;ao dos A CG-
rds hla~ioel Jooquitn No-iicirii. -Illrn.' Sr. J ù c i i r -
to Soares Botelho de Gijsrn30, Substituto do Juiz de
Direito da Comiirea de \'illa Franca d o Campo. -
Confere com o Ilroprio originiil , ii que me r e p o r t o .
ciijn as9i:natiira r @ c ~ u h ~ çpor
o verdudeir{~: o q u e cer-
tifico. Ponta 13clgadíi 7 de 1)czenibro d e Isso. Ea
Jacirito 3lanoel de R3cilo Rolelho, TfibelliAo que a
sulacrevi. o assigilo c m l)ub\ico etc. - Logar do sig-
na1 publico - Ein testemiii)ho de verdade -
O Ta-
beltitio Jacinto hlnnocl de Jlello ílotelho. -
liccebi a
-
yruprlo Joào Bcf~toB delho de Meniloiiya.
1 O."
Illm.' Sr. - Por incommudo de saude, passo a V.
Sia a vara. como pri?eiro Suhstituto. Dcoq Giiarde
a *V. S." Villa Franca, 24 de Setembro dc 1 860.
Irlm." Sr. Jacinto Soiirct I~otelho dt? Gt~srnRo. 0 -
-
Juiz de Ilireito - Aiitoniu de V i i s ~ o n c e l l ~Pereira
~
-
Coutiolio Macedo. Confere com o proprio Oficio ,
u que mc rrporto , cujn assignt~tura reruiiheço por
-
verdadeira : o que dou Te. Poiiia l)elaado. 7 de
-
Dezemf)ro de 1800. Eu Jacinto 1CÍanoel de Mello
Botelho. Tabelliàu que o subscrevi, e atsigno em pu-
blico ete. Logur do signal publico -
Em testemunho
-
de verdode O Tabelli~o-- Jacinto Mpnoel da Mel-
10 Botelho. --
de Meridoiiço. E s t ~coeforme.
-
Ilecebi o preprio Joeo Bento notelho
-
O Guarda Moi da
-
Retqùo Luiz PetIro Severiin.

IllrnP e Exm.' S.
Satisfazendo ao que V. Er.' me ordena em Porta-
ria de 5 de Marco tlltimu porso com todo 6 gosto a
respouder ii culumnioza denuncia contra mirnvdhda
p o ~3 dos Substitutus do Juiz dc Direito desta Co-
marca.
C ~ i s i d e r n n d oeu a V. Eu.', que 2 dos denuncia+
tcs sho os mesmos. (lu(! fizerfim subir k presenca de
Siia hlngestadr nii q~i.ilidadcde Vereiidores da Cosa-
ra blenicipal desta Vil11 uma igual denuncia Iabulo-
'ia, e alleivoqr , como tive s fionra de dcsenvolvcr
perante Ir. Ex.' em inmi Oficio de 22 de hfnr~o.e
guc o primeiro driiiiriciante B , oyuelle Sol)ririlio do

.
Presidente dii Camnrn n favor do qnsl este praticou
ttdoq as torliemr qiic noqiiella niirihn rrsliosii cu-
pn(f i , parece qiie seriu scifieierite esta consideracao
a fim de que V. Ex.. conh~ct~sse a doninoda ilhenf50
dos deriuricinntes , de?ipresaiido siia denui~cii~
.
Iha d'otlio , e rancor e eu osrixu dispensado de dar
alguma oulrii i e ~ p o ~ l se
comu fi-

i ~ ,ntio rogar a V. Ex.' que

dos denui~cinn~ss
ram na mintia re9peitn de 23: todiivia eu me farei
.
houvesse [ a r bem c«mbinar a ideiitiduile dos n(1rneu
d'liuje com os d'aqiielles que figu-

cargo de responder agora aos unicos iacios ;)que oriao


fiz ria minha anterior dcfera. pilrquc julgo desirces-
sario repelir o que jb está dito ; por tiintu n3o justi-
Fiearei a minha política, nem os RICIIS iictos.eni rela-
çáo a esta no exercicio dor miiihas lutwqòc's lentitan-
do-me apeoas a dizer. que o Dlagistrado que eonbe-
ce a forca dos scus deveres não tem politica, pdir-
se conte a este da niesma 6 tirar-lhe a sua irukyfa-
dencia.
.
Diz a denuncia que eu tenho insuitedo oa dem~n-
eiontes em meus Despuclios, c o m fiz no priineiqo
Subbtituto para prova do que se juntam os 1~ui.urneo-
tos de a." 1 a 8.
.
Respond«ldo direi que jamais em Direito ~ i i n i -
.
mal , sc teve como injuria rerlint c pessoal agiirlln
qpe nno tem direryan a persou certa : ora rifio 'e re-
w.ntraodo uo Despaelio, de que o primeilo deiiuoci-
8eil ~ e r p o c l i o ?nsn w mete0 elle a avaliar , e de-
ridir o que estava jril:ado. c~iqandou seu arrojo a
foriçar um esiigma sobre o Desparho proferido p,ri,m
Juir de Ilireilo? n30 ~ t u&~ otal proceder uina ma-
nifesta rioliicão da artigo 42 n.. 1.* da N. 14. J . giis
eonridera a Heloçao cotnu competer~ke para areliar 03
jtilgí~dos da primeira In,tenriu? erro d'oflicio IR,, pd-
pavul tem pw forca da Lei. enttirmda ein si r i,ott,d
.
reza do delicio por qiiaeto nelle se v4 a simiilaçbo da
J<~iis(licçao.e isto pelo Alvura de 10 (Ir! Marco Qe
f 7 6 $ t! um crime.
Demoirstrni~oque d o irrogoei injuria m mcii
pacbo ao ~rrimeirodenunciante. porque este nno foi
t>ersotrnli~idono mesmo, sem o qiie n8o ha iijtiria ,
comu 4 certo em llireito. c expesdeo tal Substitiiio
no acu Despacho de 1: 8 v.", Dorwuento na0I L\ evi-.
.
der,ta que jtintar-se uma siniilhanic prova por parta

..
do deriunciente é 1180 sb urna irtttpcia , mas utt5 uma
nidisculpnrel cvntrad ierõo que fez bem conhetida
-intelleetueltdade d'oguelles que coi)leccionrran) uma
tal benwicin; todavia. Enm.' Sr., a junrçiod'uqtielle
I)oeumento ao Juiz arguido servi6 de muito, porque
Ihe dco occasilio de denioiisirar as exprcsbòes ii~jlrrio-
res que lhe foram irrogadns directa, e qiiitlificada-
mente pelo denuacinnte. rommetiendo pura tanto ~n
crime , e um erro d ' o f i i o : eu aspcro pois que V,

. .
Er.' lhe dor6 a dcmissùn, que pede, não 96 liela m6a
ma. quc tem feito d'Authuridnds e
pridsde mas tambem que pelas meios legnei. se lhs
tua i n c e

infi-ija p m d.0 Lei, a Iim de que um St~b~tilufu


Faigo niio tarne a dciider um Juiz Letsfiido.
Dizem mais os deminciailtes. que eu desprego a dil*
p s i ~ à odo artigo 3 i da N. H. J . , pois Ilies pasw
o eahir f i r a dn Comarca, bem come
j f ~ i s d i e ~ Bpern *
devido, tronamittiido-lha qumdadentro da mesma ma
e wrsitp, agm w Cvltirlde, de n,' 6 I@
sc prii*ndem provar estes fnetoa.
Exrn." Sr. , os meiis drr~iiiieinr~~es s3o i 8 0 leigos.
e descorihecedorcs d o Lei , que os rcpula , que para
E,rrnularein a siia denui~cin. e n 1)oseiirern i*rn.prccei-
t u legal. qrte se dissesse riolado . citíiruin irm artigo
qiio ncn!iumn applicaf8o tciu [)ara ofitn « qiic o cho-
mararn , ptlr qiinntn o 8rti50 3 7 d ~Hckormadix. que
aor Jiiixes tlii 1leln~So6 n l > l i c i ~ \ ~Ol diqposto 110 artigo
12. sendo certo q i i o este ikao lern torubem o $ 2.- :
oro d'nqiii jti pSda V. E\.. faier uma cabal idêa da
ctiyoçidade duí meus denunciasLes, irto h . n3n vul-
par, mas sim e ~ t r a ~ d i r i i i r :i atodo\iii eu nao careço
deste facto pare aniquilar a sun in(1l)cia. eu tesitio ou-
tros com qiie porei liaielite P mesma, beni como. qu5o
falsa 6 o sua d?noricia.
NBO ha duwida qlie em 23 de Junlio oficiei ao p r i -
meiro Scibstituto ~ia,satido-iiie a jurisd icçao , porque
ia em di\ige~icia, iio eetretanto o pnssagrrn que ltie
fazta iblio era ai no caso .qtic dispúe o artigo 388 da
N. H . J., pois diz-se a l i , que qiiantlo o Juiz de Di-
reite se arhur impedido , como era n'aqiitlle caso. os
pelos de siia eoínpeteiicii~ser80 sú prat i:ados pelos seus
Substitutos , siobora seja siibstituido etn oui rus pelo
Juiz Urdinorio, por coine:uinte o que pratiquei nem
bi para eiorbihr a Lei , nem dilidir s Authoridade,
mas sim porque entendi que í'azin o qtie a mesmaot-
densia : e, i i ~ ose diga que do oniciu 11." 7 se concirie

sara , perem s i m a Citii e Criminal .


que na0 era a jurisdiccao Orphnnologica a que eu pas-
por quaetu no
primeiro cilso transmitti squella !'ela positiva dirpo~i-

.
$50 do artigo 388 da N. R. J . , ao segundo Irans-
.
milti-n porque virificaiido-se a diligeiiciit no dia 25
manhiia, cu desde erse rumento Q B O funccionei
mik. sprovPitanile a ocrasi~ede tomar. .cornu medi-
*ameato no Valle das Fumes bsuhos. que ali @ris-
tem. e que os F~eultatirosme tiahao receitado, por
c a i i t ~ ~ i i i r i l era
c percizo. ottento o meu impedimento
de nud de. qtie fur:c.~iorinssup
0 r ~ ~ ~ e r t SiiLsiLt~ti)
ivo a
C S S ~O ~C C ~ I \ / ~ ; O porrin este. rorno sempre rcinirso rni

.
tii~npriros seuu ileveres de nnda ctirou , eii~regando
dpaprezn u ynrticil)il~buflicial , fii~to dtl qiie nm
queixei á Preridrrieiu dii íie\ílcBn. e esta senilire trio
solicita I cri:ra tnim , I i r o r ~ d ~ r , i la+todiis
o as i i ~ r r i ~ u ; ~ .
~òccl, (aoi~t:!ritoii-se cotn n iiegul i i a de to1 S~itisiitcit~,
corno !i!x ccn-tiir em uErio (Ic O de Jiillio de t 850.
i E . r . o lii sO i~::qiiellii epoca qut! o .
~irimeirod i ~ i i i : i : ~ . i i i r ~set a tem iii%g:idu;I ciiinprir os FPIIJ
d c i e r c ~ co:iio Sub.tiiiilo. a (:ertillào 46 firma q110
en) 2!) <I'Abril passado, acliando-mc anojada t ians-
nbitii i1 Jui i s d i c ~ ã uao primeiro Substituto, dizeiitla-
.
I he : q w qiiiinilo i nl Fossibil ttiido para aassumir Iraris-
niittisse ngclvlic oflirio aos Su1)stitiitos iminedintus , n
mwrnn Cei-tiJ..io O." 2 ~)rovn qiie o deiiiiririnnte dei-
xwr ficar esta Comnrca noye dias eeni quem ftinccio-
nasse: a rncsmii Ccrlidao n.' 3 ig~ii!mer~te coriuence,
que iiiiidii I t a pouco oEeii\iido hquellc. n meamo re
recusoii a assuoii r a JurisdieqBo, Iiartbiido-liia eu pss-
§[,do par incomodo de saudc, como prova a (:ertiiJ;irt
n.' 4 - Exn,.' Sr. qiiern assim menospreza o deseni-
pcr~liodc seiis deveres iiào devo ter boccs para ar-
guir , q i l i r n os respeita , para que Ilie 1130 srootec.a
como 60s irl~auios, que brincacido corn iis armas ile
que roi)l;erem s t ~ c ~ ~ ~ r e s t ificam
.
m o , i 1 1 i ~ r ise~opro
feridas dellrr. E' veidaile que p a w i a \'oro ern 2 %
de Septe,nbro corno diz Q oi5cio nP i 0 : todtivia i i n i j
foi paro me divertir, como dizem OS ineus ciii~<nni-
adores, porem sim pi1i.a tractar da minha saude
tomo prova R Ccrtid&o n.* 5 , oiide se r & que ISSO
.
gpegmu comniui,iquci 8 Presideiicia da Ilelaçncb.
-
1)iz-se mais O segu~ido Siibstitnto tem carregn-
do com o jli1g;tmenio das causas dc morte, e as dr
maior coriiiidcr.açnc , daiido-sc p a : . a t t n i ~ O I c i ~ar-
gaido de suspeito.
E~rn.' Sr. aquellas Ccrtidi>f:s n.*' E , e 7 b s t m
.
de frente (I doiiiincia n l c i i o r a qiie I1oinrn5 t8o fe-
mei~tidoclevaram iim degrá1,s tlo Tlirorio, por qenn-
to della se corilitbce , qile d i i r a o b toilo u tempo que
tcrilio estado ricsto Coru~rcii a i rida n3o lioute seiióo
dou9 jiilgamenioa. em qfie cu rião fiincciouassc, O
primeiro fui ein Nurcmbio de 1 8 4 9 . em qiie voltei
a esta Ilha depois do ter gozado uma licctiçii , e tao-
to que cheguei 6 terra o Exrn.' \'ice-lJresidente m e
rogou, que niio sseumisne logo n J u r i s . ! i ~ ~pois
u elle
hariu pedido ao Substituto. piirn qiie fosse julgar u

.
Reo. que ce menciona na Ccrtidno n." 5 , ao q i t e
snnul mesmo porque s rnintin snude iinn p e r m e ~ t i a

.
de prumyto o trahiilho ; este facto Exm." Sr. B ver-
dadeiro esíou bem certo , que aquelle i3xrn.O Con-
selbsiro tIão por6 em duvida por ter praticodo peron-
te um terceiro, pessoa de muitocrcdiio.
A Cerlidao '.n 6 mostra que o segundo Substituto
nt6 hoje nao julgou se riao um crime p~treii me ho-
ter nverbado dc suspeito. ficam por tanto reduzidos
OS muitos julgomcntos da que filla a denuncia a dous;
o primeiro e m obsequio h Presideoeia da Relaçio.
O segundo pela disporiqso da Lry ; aqui tem V. E r.'
a verdade, com que os denunciai~tesi'ollarnm.
-
Finalmente Exm.' Sr. dizem os mesmos que se-
riam percizas longas paginas para exporem os fijctos
ao juiz arguido , ma9 que isto Ihes n6o B pogsivef ,
porque se Ihes dificultam as Certidões.
Hcsponderèi que quem se serve da calumnia pa-
ra arguir, se tivesse factos terdadeiros nao os occul-
taria, e muito menos os meus denuncíarites que to-
caram o ponto do raoebr, e fizeram sacrificio d'a-
quillo. que ellea dizem que tanto prezam, e que
rupoem ainda não perderom, quaes 830 os sedimeo-
tos d'h~nra, para virem com um monrao d'ineyciar ,
qiro por s i al~?.ilerno $tu balofo nr,;ulba: nlem disto
.
nho jiiiit ando os denunciaiites 1)eapnclio em que ri>
IE ii iiegstiis n Ccr1idòt.s 9ern Cundari~rnlo, mostram
que iijio as requereram, e se o nlio fizeram 4 porque
nao tireram , de qiie as pedir, nias elles precirnvstn
assim ailegar. para que o sita deciuiicia 1130 tivesse

.
uni scí ponto de verdade.
T ~ n h ncuncluido Errn.@Sr., a resposta qite me-
recião os meus denunciantes. seria mais positivo des-
prcsara d e ~ u n c i a; úwim como o s despreso a elles.
todavia eu Tal10 pnrn o ineu Siilierior, para um Cori-
sellieiro da Corda , coiifio na jiistiyn do mesmu, 1130
sú pilta que me jirlgiie justificado, mas tombem que
meus denunriantcs sejiio desauthorudos d'oma dipni-
dade a que foram elevados. ptbrqiie V. Ex.' nau co-
nhecia os homens, qiic lhe foram propobtos, com que'
a Admiriistraçao Publica receberli consideravel melho-
ramento.
Exm." Sr., na minhn defeza de 22 tite o honra
do rommunienr a V. Ex.' que directarnailte remettia
B Sccretaria n mi~iliudcfrza , visto que aveibnvii de
.
sus[ieilo no ErniP Vice-Presidente que tinha de in
fortaar sobre uqiielln; uiitro tanto laço a esta, nao por
me negar a cumprir a Portaria de 5 de filarco, iiem
o fiz em 22 por rnc recusar nbediencia da de 4 de
Janciro , nem por menoscabo d'rlutlioridade da Pre-

.
sidencia, inas sim porque ao eccusado nso se lhe to-
lhe a defeza e esta exige que eu nauoeciilte oquclla
suspeiçao, a qual j á baseei. e de novo reforce com n
convicção da opiniùn publica, que foi o J i ~ i zirifornion-
te, o colaborador da deriuncis. o que nào diirido a-
creditar em presença do officio n P 2 , que bein indi-
ca os diligrncins do Juiz inforo)atite em q i ~ n i ~ tpcr-
o
tendeo pela scçào publica proteger o Substitulo (;tis-
mao, todatia honra scja feita ao digno Agcatc do hli-
mistcrio PuLiico, que nPo q u tomar ~ a scu curgo a
destrronta do jlembro dn farnilia prot e;ida.
Erprro n l bcrie~ol'iiciii de V . Er.' o descu!pa pre-
cisa pi,ra o qilc deixo expus! o, nno 26 porque o Exm."
Vice-~rrsi~ixrite n l ) c í l o s me <ti!(: 53 Iiorns piir n respnn -
der, o que herii tiio-tr,; o (iespjo (ie rosrctni o niirlha
.
det'eza toes tain!,cm Itorquí: quen.40 urii Mqgiat rarlo.
que a e tem nic ( o i i t d dt' llrO1)O, r ~ s ~ : o r ) JR+ r- i ~ l ~ i r n ~ ~ i ~ s
I I ~ ,púdc ser bencvoio coiitrii o a iIi~iicinciiintes murii-
restos , e OCCU~IOS.
Errn." Sr. , Iior btm da ordem do servico. por i i i -
teresse da trnnquilidnde (10 tnvii cspiri to, p e l o d ewjo
.
ilueteiiho rlc bem Eerl ir como Mi~gi~trado,reqiici-
ro u graça de ininlia traiisft:reocia para l i i r e do I>is-
trieto da Prcside[icia desta Xtelocno, oldc n8o osso
servir com t) ; i i h i a l Cliefc , qiir se uhiba em $e de-
clarar nicu iiiirui,:o, e de nào me O O ~ J ~ encomo(t<is. I I ~
o que torlavia ~ c r e d i l oate o poiito , que p c r m ~ t t e o
respeito de Iiiferior para Superior.
Ilros Giinriie a V. Ex.. Yilla F'rarico do Campo 1
d'Abril iie 1851.
Illrn.O e Esm." Sr. Conselheiro Rf i~iistror Secrct;i-
rio d'Estado dos Negocilis E i c l ~ r ~ ~ > ~ i ccc ides J i i s t i ~ a .
O J!iiz d e llireitu
Antonio de t'ascorzcrlios Peretric Coutzllho itlact?do,

Cer~idão 1V.O 4G.


Narcieo da Costa Priioto , Escrivào do .Juizo do
Direito iiestii Comarca de Yillu Frnncn d o Campo ,
Illia de S. &liguei, pcr Sua Mugestade Fidelirsima
que I>eos G u(rrd e ctc.
Aos Senhorp qiie a presente certidfio virem, e d'ella
conllecimento tornorcm , certifico-llies que do Livro
do copirdor do Doutor Juiz de Direito desta Comar-
ea extrabi o officio seguiibte:

1llm.O Sr. - N? 1.
Acliando-me tnojado não posso exer-
rcr a J i i t i i 4 i r ~ a n . pot tanto ctirnprs qm? V. S., c04
mo 1)ritneiro Substituto do J t i i z do Direito deste Co-
.
inarca , tnrnt? conta tIn Vara o <filerommuriico a V.
S. para S I I R i ~ ) t e l l i p n ~:i ac rltturitk, aroritepr quc V.
S. se ache iinpossil~iiitiid~p r i i nsnimir a Jurisdirgiiu
irii ~ ~ ~ s este
-
bcr Arigelci
s ~aos~ StiInlitutos
l o .
irnrrredinhs s ga-
Dias , Yrafiçisco Rloniz Pereira ,
B Jo.6 Francisco de híaktos. os qciaes se echsm no.
meados por IIecrrto dc 1 t de 1)ezemtt-o ile 1819.
Deos Gurtrde n V. S. Villa Franca, 29 d'Abril 30
f 8 30. - -
Illm." Sr. Jaciiito Soares ibtellio de (;usniUo
prinieiro Sirli-tituto da Juiz de Ilircito. O Juix do
-
I)ii.ei to
Rlocedo.
Antotiio de Vnsco{icellor, Pereira Cuirtinba

N? 2.
Outro sim rert.ifiro qiie pelo rnpo brtorio comia
que noi dias tririta d'r\bril. dois de Slnio, e reis de
hj~i[rdc tnil oi tc)c-entos e ciricoeritu ri50 houveram 811-
dieneias dcste Juizo por se acl~nr eriojado o 1)outia
Juiz de Direi to Antonio de V~scorni,etEssYtbreire Cou-
Liiibu &lac&do, e haicr possudo a Jtirisdirgâo ao svu
primeiro Siibstitiito Jacit~tosoa ri*^ Hotedio de Iiits-
trilo. e nem estc nein accis irnrnedtetor nppor(3rersm
no Tribunal , o que igualmerite certifico yclu&rlorio
do primeiro Officio finje o msu cargo, por iarc~bcsi
constar do Protocolo do tncGmo.
N.O 3.
Outro uim eertifice que mc íi~i p e d e n rertidta
do iheor seguitite. - -
Certidno Grtifirimw qw in-
do no dia d'hoje &s rirorodas do primeiro Juir S u i ~ f i -
twto do de Dii'cit~desta Comorca Jacinto Soares Ro*
telho de Gusmão, d'ordem do Uoutrrr Juiz de Ditei-.
to Aritunio de Vascoricell'os Pereira Coutinho Miiç&do,
entregar-lhe um eEficio, atue#e depois d'algum te.
.
pugnancia aceeitou o dito olReio e o abrio e I & i ,
e depois ms Fez.etttrags do mesmo, dizendo* d e -
.
visgernos o qualqiicr dos otitros Substitutos, e pro-
curando o segurido Juiz Subrtitiito Angdo Jose Dias
Botelho nori coristoir achar .se em Rosto cfe Cào, em con-
sequrneia do que Mmi* bs moradas do terceiro Juiz
S~ibstitutoFrancisco Jeronymo de hlandonça , e lhe
.
entregilnos o mesmo o%ciu. o qual recebendo-o,
se admirou ser-lhe entregue abcrto , ao que nús res-
pondernios ter sido pelo prinleiro Snbriituto. O con-
.
theudo i? verdadeiro e por esta nos ser pedida o pas-
samos nesta Villa Fcarica do Campo aos 30 de Merçu
de i851. - O OíIioal de diligencicis. Marioel dos San-
tos Machado.
dos4 de Macbdo.
- O OtTiciol tle diligencias , Francisco

N . O i.
Outro sim certifico que me foi presente um Copia-
dor, e d'elie extrirlii o o%cio seguinte. - Illm.O Sr.
O meu estado de saucie inliibe-me niio só de estar com
jt~risdicçau, mas tombem de que possa no primeiro
d'Abril ir abrir audiencia geral no Julgadoda Povoa-
( i ~ u . para o que estiio passadas ar ordeiio a fim de no
referido dia se nrhar prompto a aposentadoria : por
tanto por esta officio transrnitto desde j á a Jurisdic-
c80 a V. S. , demitindo de mim a respoi~sabilidade
qtisndo deixe de se fazer aquella Audiencia Geral, a
qual niio @de ser espagsuda por ser o ultimo mez do
semestre, o gcie tudo communico a V. S. para sua
-
intelligenein. Deos Guarde a V. S. V I I I ~Franca do
Cempo 30 de Março de 18til, ás doze horas do dia.
Iflustrissimos Senhores Jacinto Soares Rotelho de Gus-
m80, primeiro Substikto , Angelo José Uisa Bote-
Hio. segundo Substituto, ~raociacoJeronymo de Dlen-
donça , terceiro Substitut~, Jose Francisco de hlat-
tos, quarto Sub9tituto. - O Juiz de Direito, Aoto-
aio de Vasçonceilos Per~irrCoutiaho Muchdo.
.JP 5. 1

Outro sim certefieo que me foi prerente um Co-


piador-, e delle rxtrahi o oficio do theor seguinfe
I:llm." c Exrn." Sr. - Do incluzo ottestado V. E&,*
-
ter6 a a l i e r i i ~ à oque tem tido a minha ssude, e por
tanto vi-me ria necessidade de passar a Jurisdiccao
ao primfsiro Sub4t1tuto o que commi~niroo V. Er..
para rua iotrllipenria.. Viiltt Franca 2* de Seplernbro
-
de 1 8 5 0 . Deos Giiiirde e V. Ex.' lllin." a Exrn..
Sr. Co~isellieiroVice-I'residente da Heliiçio O Juiz -
do 1)irt~ito
nho Mdcedo.
- Antoriio de V r i ~ c o r ~ e ~ iPereira
os Cou ti-

N." 6.
Outro sim certifico que pelo meu Cortorio todor
or crime,. ou qilerelltis quc me tem sido destribui-
das tem sido julgodas pelo Dr. Juiz de Direito desta

.
Cotnarca A ntoriio de \'asconcellm Pereira Cootinbo
Macctlo bem corno o tem sido nos Julgados nas Au-
dien(.ias Gercies serido cii Escrivbo d'eHas; outro sim
certifico como scrveriti~ario do Cartorio do Escrivau

.
meu companlieiro Francisco lloiiiz I'ercira da Coma-
ru que roristn qcic sertdo este EscrivGo d'Audienciù
Geral M> Jiilpsdo da VilEa d a Lagoa , e o Juiz Subs-
titiito do de Direito Angelo JosC Dias Botelhu. por
este fui julgodo o processo crimo em que foi Heo
Fratieisco Ignaeio Tavares da Villa dgAgod de Pau.
visto se achar com a Jurisdicifio por ouzeneia do L)r.
Jiiiz de Direito acima dito.
N: 7.
Outro sim certifico que pelo Cartorio do Escrivão
meu compaulleiro Jacinto Manoel Gnreia do Amural
pela Certideo que me foi presente passado por este,
eonsta que todos os processos crimes que lhe tem per-
tencido, bem como os dos Julgados nas Aurlieneius
Geraes tem' sido julgados pelo Dr. Juiz de Direito d'
esta Comorca Antonio de Vascmcellos Pereira Couti-
nho Macedo, o excepção do proeesso crime do dw-
tnPss sediciosas em qus loi Reo o Padre Ftanskc~
-rai-
hfoniz Pereira de Rosto de Cao q11cfoi julgado nesta
Vilia pelo Juiz Suboliluto d 9 dc 1)ireitu Angelu José
Dicis Boteltio por o 1)r. Juiz dc I)iiaiio se ter arer-
&do de susp~iionaqiirlle I)rocr?so.
Col~cord~icom o* 1)roi)riosolficios a qite me repor-
t o em po:lrr do ])r. Juiz de Dircito. cllin os qirapa
euta corri , fiz esrrevw, c.oril't.ri , subscrevi , e assig-
nei neda ITilla F t \ a ~ i c i1~10 i ilQS 30 de Maryo
de 1951. 15 eir Riircizo da C o s t n Pr:iaoto ErrcrivAo
-
do Jiiiro de Iliri:it« tlue u siibs:re\i e irssigtio. O
Escritio do Juizo de Direito - Sarcizo da Costa Pei-
gato.

Illm.' Amigo e Sr. Mtindoiiya. Siibe muito bcm a


enipeidio qtie o Dr. Mildureira , c o Juiz de Ihrrito
de Poilta Delgnda , tiithatn de ver o processo crime
que sabe. Vtcam-no por minha inicrvt.n@o : a san-
b n ç n 6 to1 qual a que deu o nosso Illtn." -4migu e

.
Sr. Ik. Alvaro, em quem acredito dc milito tempo
psaodo 6)s mais ab«lisa(ioo coi>iieeimenios prra a
boa d i r e c ~ à ojtidii:iaria. e si, me iriettinbi de lhe
mooder w s t r a ~o processo que elles reputam cseati-
dcloso, e ni~llo. As ftjlt~s conwttidas rio artigo 9 i 3
s8n 3s qiie <IB cuiitinuo o Suiirt~inoTribiinnl de Jus-
tiça iem lanç~dorn:~), e siio o s que ~011starndo um
bl processo, nào havendo uma s5 trstiinur~hs, que
sa<isfizssse, ou se fixese sutisfii,laer ao exigido ju, ti-
b<lo arligo, aecresr<?ndo, que as Ltlys citadas Ra
p~+tnunciasao nrrastedao i~ico:npetenleioente , porqw
118 k84aç8u positisu para u aizo de qiie se irat<i. A-
guellrs omigos deixam o 11egoi:io ro seu arbitria, po-
rem bswliei~ro 3ii!wiz cpmp b de Jijst:çc conserva+
dp-ec wr um .lsiucipioerrado e mactra~clico, 4 ir.&-
=r-liie, mal ; porque de que serve al>j~!vcI-~, c n
Sirpremo TriLulioi sac~itlnr o processo, e n~aittii~r to-
nHcur o snmeiio tle noto? Em Iijgnr de sc f,iz::r
hem , faz-se m a l , e taltez qia i d o srja do propnziiu
para iriizcr annos o liobre du MaMz enibarnrudo , e
ã:trde: oir iiurica ciitrar no oficio. 0 Sr. Nririo r,ir-ae
amitiilr8u embora. e Ib estfiu OS payeis e a rcspost3 ,,
a seria opiimo que V. S.' pedisse ao Iiirn.' D;. AI-
raro para ie chegsrem esta tarde, e assetJonm
melhor, e o que se deve obrar. Eu havia ir aos scii9.
pes, inis a ogoa que apanhei honkrn 6 noste me
priva ile ondnr. Lanço rnPo da poria paro lhe pnrti-
eipar isto. e olhe que isto contem segredo, segredo
que reveliado Itie p6de trazer daiiino, por tanto qiiei-
me esta. I>e V. S.' amigo e cmado Angelo.
Çoticurda coin a proliria carta. escriptu por An-
gele Jos6 Botelho, cuju letra reconbeei, ser do dita
8mt0 no todo. corno na as.rip~turada mesma carta
i qual me reporto em poder do apreicntanie , que
esta me req:l..rc«, com a qual eslo corri, coiiferi, ei-
creri e assi;;nci nesta V i l l ~Franco do Campo aos 2 2

cieo da Cwta Peisoio.


@arh de Ncdeirm Cârtes.
- -
dias do mtlx d'Agoslo de f 8 8 f . - O Tlibelli~o.Nnr-
Conkrids c o m i p Eiilieu
ADVERTENCIA,
Por menos importanteg. se deixarem de imprimír
alguns doeumentoa, que faziam parte das respostas.
que liz subir no Ministcrio das Justiçss; mas poderao
ser appresentsdos quando ~ e j anecessario.

ERRATAS.
paginas 16, linba 9. toode se 14 - mbndito
-AAICa-se -
pag. i 8 , 1. L O . aonde ae 18 -peourh, que -
Sobrinho.

-
Ma-ae
A
pensar6 , quando.
pag. 25, 1. i 6. aonde se 14
- - --
por ii olhar
IBa-se por si alhear.
A pag. 32, 1. 32, aonde te lb
-
- o30 teriam-
lh-se a80 tiveram.
- -
A pag. 37 , 1. ti, aonde se 18 o." 12 lha-u
n." l i .

- -
-
A pag. 38 , 1. 19, aoode re 14 Janeiro de 1843
ICa-se Janeiro de 1643.
- - -
A. pag. 46, 1. 3, aonde rie It! omiti M8 se
ernrtr.

- -
A pag. 48. 1. 33, sondo w 14 CQPI 0 Juia
Ih-te com que 'b Juiz.