Rio de Janeiro Brasil

Os seis maus hábitos dos ouvintes desatentos e ineficazes
Ouvir é a mais crítica das habilidades de comunicação. Em mais de 50% de nosso tempo na escola, no trabalho e em atividades sociais nós estamos na situação de ouvintes. Nós humanos ouvimos antes de falar, falamos antes de ler e lemos antes de escrever. Somos quase todos ensinados a escrever e ler, alguns como falar bem, mas poucos como se tornarem bons ouvintes. Esta é a mais negligenciada das habilidades de comunicação. Ouvir efetivamente é escutar com atenção e entender o que a outra pessoa está falando (as idéias e os sentimentos atrás delas), como se aplica a você e memorizando para uso e avaliação posterior. Você mesmo pode desenvolver suas habilidades como ouvinte. O primeiro passo é se livrar dos seis maus hábitos dos ouvintes desatentos; o segundo é seguir as sete estratégias dos ouvintes eficazes. Os 6 maus hábitos que você deve combater Os ouvintes desatentos e ineficazes apresentam um ou mais dos seguintes maus hábitos de escuta. Faça uma reflexão honesta e veja em quais deles você se enquadra sempre, às vezes ou nunca. O Enganador Todos os sinais externos estão presentes: balançando a cabeça, contato visual e murmurando ocasionalmente “Hum, Hum”. Contudo o enganador não está concentrado na mensagem. Sua mente está vagando, muito longe. Ele não deixa a outra pessoa terminar sua fala, não faz perguntas esclarecedoras e nem procura por mais informações. Ele está muito ansioso para falar e mostra pouco respeito pelo interlocutor. Está sempre tentando interpretar o que o interlocutor está dizendo e por que. Ele julga prematuramente as palavras do orador e tenta enquadrálas num modelo lógico. Raramente procura prestar atenção nos sentimentos e emoções que estão por trás da mensagem. Esta pessoa usa as palavras do interlocutor unicamente como um meio para falar sobre si. Quando o orador diz alguma coisa, qualquer coisa, ela se apossa do tema e muda o foco para suas opiniões, histórias ou fatos. Escuta o suficiente para usar as palavras do interlocutor contra ele. No pior caso, é uma pessoa que quer provar que a outra está errada. Na melhor hipótese, quer que o interlocutor considere outros pontos de vista, bancando o advogado do diabo. Em todos os casos resulta numa interferência inoportuna. Interfere na comunicação, pois não permite ao orador articular completamente seus pensamentos e sentimentos. Não ajuda o interlocutor a resolver seus problemas, mostra falta de tato e deprecia o orador perante os outros ouvintes.

O Interrompedor O Intelectual

O Egocêntrico

O Argumentador

O Conselheiro

Fonte: The Emotional Intelligence Activity Book por Adele B. Lynn

No artigo “As sete atitudes dos bons ouvintes” tratamos das estratégias para combater estes maus hábitos e se tornar um ouvinte atento e efetivo.
Elaborado por Jairo Siqueira Blog: http://criatividadeaplicada.com Email: siqueira.jairo@gmail.com

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