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1 CURSO A DISTÂNCIA – MÓDULO XXIII DIREITO COMERCIAL II - PROF. SÍLVIO ANTÔNIO MARQUES PROCEDIMENTO

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PROCEDIMENTO DO PROCESSO FALIMENTAR

O processo falimentar se inicia com o pedido do credor ou do devedor e termina com a sentença de encerramento (arts. 94/160). A maioria dos atos é praticada nos autos principais do processo falimentar, mas as declarações de créditos se processam em autos apartados. O procedimento do processo é semelhante àquele previsto no Decreto-lei n. 7.661/1945, mas não há, por exemplo, regras sobre o rito sumário ou regras específicas para a falência frustrada (quando não eram encontrados bens). Não há inquérito judicial, pois o crime falimentar deverá ser apurado diretamente pelo Promotor de Justiça, mediante análise dos autos do processo de falência, ou em inquérito policial comum, como qualquer outro crime, pelo Delegado de Polícia do foro onde se processar a falência, cabendo ao Juiz criminal (ou aquele que preside o processofalimentar, no Estado de São Paulo) decidir sobre eventual denúncia ou promoção de arquivamento apresentada pelo Ministério Público (arts. 183/185).

PEDIDO DE FALÊNCIA

O

pedido

de

falência

pode

ser

elaborado pelo devedor

(autofalência) ou pelo credor que possuir título executivo protestado, tenha proposto ação de execução considerada frustrada ou que prove a prática de atos de falência pelo empresário devedor. Admite-se, ainda, o pedido do cônjuge do devedor (empresário individual) ou sócio de sociedade empresária.

Em qualquer

caso,

compete ao Juiz do

foro do principal

estabelecimento do devedor apreciar os pedidos.

PEDIDO DE FALÊNCIA PELO EMPRESÁRIO DEVEDOR (AUTOFALÊNCIA)

Nos termos dos arts. 105/107, o devedor em crise

econômico-financeira que julgue não atender aos requisitos para pleitear sua recuperação judicial deverá requerer ao juízo sua falência, expondo as razões da impossibilidade de prosseguimento da atividade empresarial. A petição inicial, elaborada por advogado, deverá estar acompanhada de procuração e dos seguintes documentos:

  • a. demonstrações contábeis referentes aos 3 (três) últimos exercícios sociais e as levantadas especialmente para instruir o pedido, confeccionadas com estrita observância da legislação societária aplicável e compostas obrigatoriamente de balanço patrimonial, demonstração de resultados acumulados, demonstração do resultado desde o último exercício social e relatório do fluxo de caixa.

  • b. relação nominal dos credores, indicando endereço, importância, natureza e classificação dos respectivos créditos.

  • c. relação dos bens e direitos que compõem o ativo, com a respectiva

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estimativa de valor e documentos comprobatórios de propriedade.

  • d. prova da condição de empresário, contrato social ou estatuto em vigor ou, se não houver, a indicação de todos os sócios, seus endereços e a relação de seus bens pessoais.

  • e. os livros obrigatórios (diário, registro de duplicatas etc.) e documentos contábeis que lhe forem exigidos por lei.

  • f. relação de seus administradores nos últimos 5 (cinco) anos, com os respectivos endereços, suas funções e participação societária. Estão equiparados ao próprio devedor empresário e podem requerer a falência o cônjuge sobrevivente, qualquer herdeiro do devedor ou o inventariante e o quotista ou o acionista do devedor na forma da lei ou do ato constitutivo da sociedade. Se o pedido estiver regularmente instruído, o Juiz ouvirá o Ministério Público e decidirá imediatamente. Se faltar algum documento ou requisito, o magistrado determinará que seja emendado o pedido. Caso o empresário não complemente o pedido, o Juiz, após ouvir o Ministério Público, poderá decretar a falência, visando a defesa da massa falida e do interesse público.

PEDIDO DE FALÊNCIA PELO CREDOR

A falência, quando requerida pelo credor, pode ser fundada em impontualidade, execução frustrada ou prática de atos de falência. Em se tratando de impontualidade, a falência deve ser requerida pelo credor ou credores em litisconsórcio, por meio de petição inicial, instruída com o título ou títulos executivos cujos valores ultrapassem 40 salários mínimos, acompanhados, em qualquer caso, dos respectivos instrumentos de protesto para fim falimentar nos termos da legislação específica (Lei n. 9.492/1997). O pedido de falência por ato de falência na modalidade de execução frustrada deverá estar instruído com certidão expedida pelo juízo em que se processa a execução. Quando se tratar de pedido por outros atos de falência, o credor deverá descrever caracterizadores, juntando as provas que houver e especificando as que serão produzidas. O credor empresário apresentará certidão do Registro Público de Empresas (Junta Comercial) que comprove a regularidade de suas atividades. Caso se trate de pedido formulado por pessoa jurídica não- empresária, também deverá ser provada a legitimidade, por meio de contrato social devidamente arquivado. O credor que não tiver domicílio no Brasil deverá prestar caução relativa às custas e ao pagamento da indenização, se o pedido for indevido e de má-fé (arts. 97 §2º e 101)

CITAÇÃO 3 CURSO A DISTÂNCIA – MÓDULO XXIII DIREITO COMERCIAL II - PROF. SÍLVIO ANTÔNIO MARQUES

CITAÇÃO

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Caso sejam apresentados todos os documentos indispensáveis, o Juiz receberá a petição inicial, determinando a citação do empresário individual ou da sociedade empresária demandada para que, em 10 dias, apresente contestação ou efetue o depósito elisivo. Obviamente, a citação será cabível em pedido do credor por impontualidade, execução frustrada ou pela prática de atos de falência pelo devedor. Na autofalência o devedor confessa o seu estado falimentar, não se falando em citação. A citação deverá ser efetivada pessoalmente, por edital ou com hora certa, na forma prevista no Código de Processo Civil (arts. 9º e 216 e seguintes), aplicado subsidiariamente (art. 189 da LRF). Se o empresário individual ou o representante da sociedade empresária devedora for citado por edital ou com hora certa, deverá ser nomeado Curador Especial, na forma do art. 9º, inciso II, do mesmo diploma. Trata-se, evidentemente, de correção das deficiências do antigo sistema, que continha regras diversas para os incidentes ocorridos durante o cumprimento do mandado de citação.

DEFESAS DO DEVEDOR

Quando o pedido de falência for ajuizado por credor, poderá o devedor, por meio de advogado, apresentar contestação em 10 dias ou, no mesmo prazo, pleitear sua recuperação judicial (art. 98). O depósito elisivo é cabível quando o pedido estiver fundamentado em impontualidade ou execução anterior frustrada (art. 98 parágrafo único), devendo ser realizado pelo devedor no prazo da contestação e compreender o valor correspondente ao total do crédito, acrescido de correção monetária, juros e honorários advocatícios, hipótese em que a falência não será decretada. Caso seja julgado procedente o pedido do credor, o Juiz ordenará o levantamento do valor. Se o pedido estiver fundado em impontualidade, não será decretada a falência: a) se o devedor provar falsidade de título, prescrição, nulidade de obrigação ou de título, pagamento da dívida, qualquer fato que extinga ou suspenda obrigação ou não legitime a cobrança de título e vício no protesto ou em seu instrumento; b) se, na contestação, for apresentado e aceito pedido de recuperação judicial, devidamente instruído (art. 51); c) se o devedor provar a cessação das atividades empresariais há mais de 2 (dois) anos antes do pedido de falência, comprovada por documento hábil da Junta Comercial, o qual não prevalecerá contra prova de exercício posterior ao ato registrado. Não será decretada a falência de sociedade anônima após liquidado e partilhado seu ativo nem do espólio após 1 (um) ano da morte do devedor. Em se tratando de pedido pela prática de atos de falência (liquidação precipitada do ativo, negócio simulado, alienação, transferência ou abandono do estabelecimento etc.), o devedor poderá requerer a produção de provas, sobretudo a designação de audiência para a oitiva de testemunhas.

CURSO A DISTÂNCIA – MÓDULO XXIII DIREITO COMERCIAL II - PROF. SÍLVIO ANTÔNIO MARQUES DECISÃO DE

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DECISÃO DE FALÊNCIA

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Após a apresentação das defesas na contestação, inclusive com eventual pedido de recuperação judicial, o Juiz ouvirá o Promotor de Justiça e, se for o caso, decretará a falência, por decisão que deve conter os requisitos previstos no art. 99 da lei falimentar. O mesmo procedimento deverá ser observado se o empresário for citado e deixar transcorrer in albis o prazo de contestação. Para efeitos penais são considerados falidos, após a decisão de quebra, os empresários individuais, os sócios das sociedades, diretores, gerentes, administradores e conselheiros, de fato ou de direito, bem como o Administrador Judicial, neste caso se praticar algum crime falimentar (art. 179). Desde a decretação da falência ou decisão de seqüestro, o devedor perde o direito de administrar os seus bens ou deles dispor, embora possa fiscalizar a administração da massa falida, requerer as providências necessárias para a conservação de seus direitos ou dos bens arrecadados e intervir como assistente nos processos em que a falida, representada pelo Administrador Judicial, seja parte ou interessada, requerendo o que for de direito e interpondo os recursos cabíveis (arts. 50 e seguintes do Código de Processo Civil).

Conforme analisado anteriormente, a decisão de falência produz outros efeitos em relação ao falido e aos credores (arts. 99, 102/104, 115/138 e 156/181).

CUMPRIMENTO DE DEVERES PELO FALIDO

A decretação da falência produz diversos efeitos imediatos e impõe ao empresário devedor o cumprimento de uma série de deveres. A exemplo do que ocorria no antigo sistema, o empresário passa a ter o (indesejável) status de falido, podendo sofrer diversas conseqüências civis e criminais. Nos termos do art. 104 da lei falimentar, a decretação da falência impõe ao falido alguns deveres que devem ser cumpridos imediatamente, como, por exemplo, assinar nos autos termo de comparecimento, depositar em cartório os seus livros obrigatórios, comunicar ao Juiz da falência a propositura de ações, imediatamente após a citação. Outros podem são cumpridos após a decisão, como, por exemplo, o dever que ele tem durante todo processo de não se ausentar do lugar onde se processa a falência sem motivo justo e comunicação expressa ao Juiz, ou sem deixar procurador bastante. Se o falido não cumprir quaisquer dos deveres que a lei lhe impõe, após intimado pelo Juiz a fazê-lo, responderá por crime de desobediência, que deverá ser apurado em inquérito policial instaurado por Delegado de Polícia. Não cabe mais a prisão administração, que era prevista no art. 35 do Decreto-lei n. 7.661/1945, e estava sendo considerada revogada por diversos tribunais, inclusive pelo Supremo Tribunal Federal, por não se enquadrar entre as hipóteses de prisão civil previstas na Constituição Federal. PUBLICAÇÃO DO EDITAL DA DECISÃO DE FALÊNCIA

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Por força do parágrafo único do art. 99 da LRF, o Juiz deverá determinar a publicação no Diário Oficial de edital contendo a íntegra da decisão e a relação de credores fornecida pelo próprio empresário devedor. Após a publicação do edital, os credores terão o prazo de 15 (quinze) dias para apresentar ao Administrador Judicial suas habilitações ou divergências quanto aos créditos declinados, tendo em vista que aquela relação do devedor pode estar incompleta ou incorreta. Após o julgamento das habilitações e impugnações, será formado o quadro geral de credores.

ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO PELO ADMINISTRADOR JUDICIAL

O Administrador Judicial, logo que nomeado, será intimado pessoalmente para, em 48 (quarenta e oito) horas, assinar, na sede do juízo, o termo de compromisso de bem e fielmente desempenhar o cargo e assumir todas as responsabilidades a ele inerentes (art. 32). São deveres do Administrador Judicial na falência aqueles previstos nos arts.22 e 23 (item 3.3, C). Considerando as peculiaridades do processo falimentar, nada impede que o Juiz da falência nomeie um Administrador Judicial ad hoc, que realizará os atos urgentes (arrecadação, inventário, lacração do estabelecimento etc.), evitando-se prejuízos para a massa falida, enquanto não nomear o Administrador definitivo.

COMUNICAÇÕES DO ADMINISTRADOR JUDICIAL

O Administrador Judicial deverá enviar, após ser nomeado e ter assinado o termo de compromisso, correspondência aos credores relacionados, comunicando a data do pedido de recuperação judicial ou da decretação da falência, a natureza, o valor e a classificação dada ao crédito. Além disso, deverá avisar pelo Diário Oficial o lugar e hora em que, diariamente, os credores terão à sua disposição os livros e documentos do falido. É certo que os credores, nos processos de recuperação judicial, extrajudicial ou falência, devem ser relacionados nominalmente pelo empresário devedor, inclusive aqueles por obrigação de fazer ou de dar, indicado o endereço de cada um, a natureza, a classificação e o valor atualizado do crédito, discriminando sua origem, o regime dos respectivos vencimentos e a indicação dos registros contábeis de cada transação pendente (arts. 51, III, 99, III, e 105, II). ARRECADAÇÃO E CUSTÓDIA DOS BENS

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Após assinar o termo de compromisso, o Administrador Judicial efetuará o inventário (relação) e a arrecadação dos bens e documentos, bem como a avaliação dos bens da falida, separadamente ou em bloco, no local em que se encontrem, requerendo ao Juiz, para esses fins, as medidas necessárias. Somente os bens absolutamente impenhoráveis (por exemplo, o imóvel de família) não serão arrecadados. O falido poderá acompanhar a arrecadação e a avaliação dos bens (art. 108 § 2º). Considerando que o Promotor de Justiça é intimado da decisão que decreta a quebra, nada impede que ele acompanhe a arrecadação realizada pelo Administrador Judicial. No sistema antigo, o órgão ministerial era obrigatoriamente convidado pelo Síndico para acompanhar o mesmo ato (art. 70 §1º do Decreto-lei n. 7.661/945). Os bens arrecadados ficarão sob a guarda do próprio Administrador Judicial ou de pessoa (um depositário) por ele escolhido, sob responsabilidade daquele. O falido ou qualquer de seus representantes pode ser nomeado depositário dos bens. Os mesmos bens poderão ser removidos do estabelecimento empresarial, desde que haja necessidade de sua melhor guarda e conservação, hipótese em que permanecerão em depósito sob responsabilidade do Administrador Judicial, mediante compromisso. O auto de arrecadação, composto pelo inventário e pelo respectivo laudo de avaliação dos bens, será assinado pelo Administrador Judicial, pelo falido ou seus representantes e por outras pessoas que auxiliarem ou presenciarem o ato. No inventário serão relacionados: a) os livros obrigatórios e os auxiliares ou facultativos do devedor, designando-se o estado em que se acham, número e denominação de cada um, páginas escrituradas, data do início da escrituração e do último lançamento, e se os livros obrigatórios estão revestidos das formalidades legais; b) dinheiro, papéis, títulos de crédito, documentos e outros bens da massa falida; c) os bens da massa falida em poder de terceiro, a título de guarda, depósito, penhor ou retenção; d) os bens indicados como propriedade de terceiros ou reclamados por estes, mencionando-se essa circunstância. Se não for possível avaliar os bens no ato da arrecadação, o Administrador Judicial poderá requerer ao Juiz a concessão de prazo para apresentação do laudo de avaliação, que não poderá exceder 30 (trinta) dias, contados da apresentação do auto de arrecadação. Em relação aos bens imóveis, o Administrador Judicial, no prazo de 15 (quinze) dias após a sua arrecadação, exibirá as certidões de registro, extraídas posteriormente à decretação da falência, com todas as indicações que nele constarem. Após a arrecadação, o Juiz poderá autorizar os credores, de forma individual ou coletiva, em razão dos custos e no interesse da massa falida, a adquirir ou adjudicar, de imediato, os bens arrecadados, pelo valor da avaliação, atendida a regra de classificação e preferência entre eles, ouvido o Comitê (art. 111). Neste caso, por razões óbvias, o quadro-geral de credores

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deverá estar consolidado. Os bens perecíveis, deterioráveis, sujeitos à considerável desvalorização ou que sejam de conservação arriscada ou dispendiosa, poderão ser vendidos antecipadamente, após a arrecadação e a avaliação, mediante autorização judicial, ouvidos o Comitê e o falido no prazo de 48 (quarenta e oito) horas (art. 113). O Administrador Judicial poderá alugar ou celebrar outro contrato referente aos bens da massa falida, com o objetivo de produzir renda para a massa falida, mediante autorização do Comitê (art. 114). Mas o contrato de locação não gera direito de preferência na compra e não pode importar disposição total ou parcial dos bens. Inclusive, o bem objeto da contratação poderá ser alienado a qualquer tempo, independentemente do prazo contratado, rescindindo-se, sem direito a multa, o contrato realizado, salvo se houver anuência do adquirente. O estabelecimento será lacrado sempre que houver risco para a execução da etapa de arrecadação ou para a preservação dos bens da massa falida ou dos interesses dos credores (art. 109). Se forem arrecadados bens de terceiros, cabe pedido de restituição ou embargos de terceiros, conforme visto anteriormente.

QUESTÕES

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  • 1. Como se inicia e termina o processo falimentar?

  • 2. Quem pode requerer a falência?

  • 3. Quais os requisitos da autofalência?

  • 4. Qual o fundamento do pedido de falência pelo credor?

  • 5. Quando é cabível o depósito elisivo?

  • 6. Qual o prazo para a habilitação dos credores?

  • 7. Quem fica como depositário dos bens do falido?

  • 8. Após a falência, é possível a venda de bens?

  • 9. Após a falência, é possível a celebração de contrato referente aos bens da massa falida?