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Instituto Politécnico de Portalegre

Escola Superior de Saúde

Disciplina de Formação III – Módulo de Formação Profissional

Docente Adriano Dias Pedro

Discente Vânia Dinis, aluna nº10413 do 3º Ano 2º Semestre do curso da 8 ª

Licenciatura A em Enfermagem

Formação de Adultos – “Projecto Novas Oportunidades”

Adult Education – “New Opportunities Project”

Resumo

Segundo Fonseca (2006) passados mais de vinte anos após a entrada de Portugal na

União Europeia, e tomados em conta os avanços ocorridos nos últimos anos, o nosso país ainda

sofre algumas fraquezas na sua estrutura, tal como os baixos niveis de qualificação escolar e

profissional da sociedade. Este factor é algo preponderante no que diz respeito à ascensão

económica do nosso país no mundo, tal poderá ser constatado pelos resultados de inúmeras

investigações elaboradas nesse âmbito. Daí é imperativo que o governo e a sociedade se

empenhem numa luta pela ascensão formativa em que a aquisição de competências e o aumento

das qualificações seja o alvo almejado.

É desta necessidade que o governo propôs a iniciativa Novas Oportunidades a qual é

caracterizada como um forte e decisivo impulso à qualificação dos portugueses.

Esta tem como objectivo primordial o aumento da qualificação de base da população

adulta. As acções dirigem-se a pessoas com mais de 18 anos que não concluíram o 9º ano de

escolaridade ou o ensino secundário, de forma a aumentar as suas qualificações de base.

Assim, segundo Fonseca (2006:10) “a problemática da certificação de competências

tem assumido, nos últimos anos, um interesse crescente em Portugal, decorrente da necessidade

de elevar os níveis de qualificação escolares e profissionais da população portuguesa”.

Desta forma, citando o mesmo autor podemos concluir evidenciando a importância do

fenómeno da certificação profissional como “alavanca” para a criação de novas oportunidades


de aprendizagem e de recuperação da qualificações, sendo deste modo um contributo

fundamental para o país.

Palavras-Chave: Formação, Adultos, Qualificações, Competências, Novas Oportunidades

Abstract

Citing Fonseca (2006) passed more than twenty years after the entry of Portugal in the

European Union and despite the progress over the past years, our country still suffers from some

structural weaknesses, including low qualification and professional human resources.

This factor is something away as regards economic ascension of our country in the

world, this can be found by the results of many investigations prepared within that framework.

Hence it is imperative that the Government and society to engage in a struggle for training

ascent in the acquisition of skills and qualifications is the target sought.

Is this need that the Government proposed the initiative new opportunities which is

characterized as a strong and decisive impetus to the qualification of Portuguese society.

The main objective is to raise the levels of qualification of the adult population. Actions

are directed to persons over 18 years since we concluded the 9th year of education or secondary

education, in order to improve their qualifications.

Thus, citing Fonseca (2006:10) issue of certification of competence has been in recent

years, a growing interest in Portugal as a result of the need to raise levels of school and

professional qualification of the Portuguese population.

In this way, citing the same author we can conclude underlining the importance of the

phenomenon of professional certification as a lever for the creation of new learning

opportunities and recovery of qualifications thus an essential contribution to the country.

Key-Words: Training; Adult; Qualifications; Skills; New Opportunities

Nota Introdutória

No decorrer dos últimos anos a situação do nosso país tem sido clara quanto às

perspectivas de desenvolvimento. Gradualmente a sociedade tem vindo a ser

confrontada com uma questão bastante discutida contudo inadiável, fala-se

indubitavelmente na eminente qualificação da população portuguesa. Este factor é algo


preponderante no que diz respeito à ascensão económica do nosso país no mundo, tal

poderá ser constatado pelos resultados de inúmeras investigações elaboradas nesse

âmbito.

A posição que Portugal ocupa relativamente a países ditos mais desenvolvidos

assenta em grande parte na insuficiente qualificação da população. Daí que seja

primordial apostar neste campo e suscitar o interesse de todos no que diz respeito a esta

problemática.

É desta necessidade que o governo propôs a iniciativa Novas Oportunidades a

qual tem sido um forte impulso à qualificação dos portugueses.

Este projecto em traços gerais entende o nível secundário como o objectivo

basilar e de referência para a qualificação mínima da população.

“Uma das prioridades fundamentais deste projecto é o


de elevar a formação de base dos indivíduos adultos activos da

sociedade, sendo o seu esforço e as competências adquiridas

até então, em contextos formais ou informais, valorizadas e

contabilizadas. Esta questão pressupõe o desenvolvimento

cuidado do Sistema de Reconhecimento, Validação e

Certificação de Competências (RVCC). “

(http://www.novasoportunidades.gov.pt/ acedido em 15/02/2009 pelas 20:51h)

Como podemos ver este projecto valoriza grandemente a formação de adultos.

“A crítica da forma escolar de ensino que emergiu nos anos 60 resultou na

criação de um movimento teórico que reclama uma especificidade para ensinar os

adultos, a andragogia.”

(http://educar.no.sapo.pt/Formadultos.htm acedido em 16/02/2009 pelas

20:57h)

Segundo Fontes cit. in (http://educar.no.sapo.pt/Formadultos.htm acedido em

16/02/2009 pelas 20:57h):


“…foi Malcolm Knowles o primeiro autor a introduzir

este vocábulo na literatura científica americana, através de um

artigo publicado em 1968. Rapidamente o termo se difundiu

por todo o mundo, sendo as concepções sobre a formação de

adultos profundamente marcadas por este movimento.”

Segundo Mucchielli (1981) citado por Pedro (2008) “ …adultos são homens e

mulheres com mais de 23 anos e que ingressam na vida profissional, assumindo papéis

sociais e responsabilidades familiares, contado com uma experiência directa do existir.”

Deste modo ressalva-se a idade como um factor preponderante motivador e

enriquecedor do próprio individuo.

Assim, mesmo autor diz-nos ainda que um adulto já tem um caminho traçado e

se a formação não for de encontro com o seu objectivo não será eficaz, além disso esta

não tem um carácter determinante uma vez que este já desempenha uma actividade

profissional.

A respeito desta questão Nóvoa (1988) citado por Pedro, (2008) diz-nos que um

adulto tem a particularidade de gerir ele próprio a sua formação sendo que esta não

pertence a mais nenhuma entidade.

Para enveredarem pela formação o indivíduo adulto deve estar motivado esses

motivos podem ser de carácter profissional, social ou até associados à oportunidade de

descontracção do próprio individuo.

Contudo, o motivo máximo de todo o indivíduo que se envolve num

determinado projecto de formação é a necessidade que este sente de se sentir realizado e

de ser recompensado pelo seu esforço e trabalho.

“Ao longo dos anos foram sendo estabelecidos um


conjunto de princípios pedagógicos – ou andragógicos – de

carácter geral, que passaram a ser seguidos nos vários

programas de formação dirigidos para adultos, sejam eles de


alfabetização ou de formação permanente. Jaume Serramona

sintetizou-os da seguinte forma:

a) Personalização do processo formativo, de modo

que a aprendizagem se adapte às possibilidades, características

e interesses pessoais de cada indivíduo;

b) Autoformação, como consequência lógica da

característica anterior, o que permite que em inúmeros casos

seja o próprio sujeito que aprende o gestor do processo,

decidindo sobre as variáveis espaço-temporais do mesmo

(aprende onde e quando quer). Este princípio requer materiais

didácticos elaborados para o efeito. Desenvolve o sentido da

responsabilidade;

c) Participação em todas as fases do processo

formativo, desde a planificação prévia até à avaliação final. Só

mediante a participação dos adultos destinatários se poderá

garantir a idoneidade do programa formativo, ao mesmo tempo

se conseguirá também o seu envolvimento efectivo no

programa;

d) Abertura, a diversas ideias que podem confluir no

programa de formação, como também a pessoas e grupos que

podem aceder ao mesmo. Este principio garante a

democraticidade da formação;

e) Funcionalidade aplicativa dos conteúdos

propostos, o que permitirá alcançar resultados imediatos úteis

para os adultos envolvidos no processo de formação. A

aplicabilidade é uma condição fundamental para motivar os

adultos na aprendizagem proposta;

f) Análise crítica da realidade, fazendo de todo o

programa de formação um processo de alargamento da sua

liberdade pessoal e melhoria social.


g) Optimização dos recursos disponíveis, porque

estes serão sempre escassos e as necessidades crescem

continuamente.”

(http://educar.no.sapo.pt/Formadultos.htm acedido em 16/02/2009 pelas 20:57h)

Não obstante segundo Pedro (2008) há certos pressupostos os quais devem ser

explorados e valorizados durante o processo formativo de adultos, entre os quais

podemos salientar:

“ a necessidade de saber, ou seja é imperativo que os


indivíduos compreendam a necessidade de aprender antes de

iniciar o processo formativo, sendo que deste modo é

pertinente e importante determinar a necessidade sentida pelo

individuo previamente; Conceito de si, relativamente a este

pressuposto podemos referir que os adultos têm consciência de

ser responsáveis pelas decisões e pela sua vida, ou seja as suas

decisões são à partida conscientes; Papel da Experiência, a

experiência de vida de um adulto é um dos mais ricos recursos

de aprendizagem daí que ao pegar na história de vida de cada

um haja uma interacção distinta; Vontade de aprender, os

adultos estão prontos a adquirir novos conhecimentos e

competências se isso lhes permitir enfrentar melhor as

situações reais, logo será à partida uma motivação maior;

Orientação de aprendizagem, como já foi referido

anteriormente, os adultos orientam a sai aprendizagem para o

desenvolvimento de tarefas e resolução de problemas que

encontram na sua vida diária; Motivação, os adultos são

sensíveis a motivações exteriores como os empregos o salário e

as promoções mas os principais factores de motivação são sem

dúvida de carácter interior como a satisfação pessoal e

profissional, a auto-estima e qualidade de vida.”


Como podemos verificar estes pressupostos corroboram a ideia de que o adulto é

capaz de orientar as suas necessidades, de ser capaz de auto formar e de formar numa

interacção efectiva com os outros.

Como já foi referido os saberes e as competências adquiridas ao longo da vida

têm valor e são reconhecidas e sempre que possível devidamente enquadradas no

contexto em que o adulto se encontra integrado.

Segundo, Azevedo (2006:4):

“No que se refere às competências-chave que importa

desenvolver em toda a União Europeia (…)podem ser

considerados três elementos centrais: a realização pessoal e o

desenvolvimento pessoal ao longo da vida, o fomento de uma

cidadania activa e da inclusão social e a empregabilidade,

entendida como a capacidade para obter e manter um emprego

decente no mundo do trabalho.”

O mesmo autor diz-nos ainda que há uma série de competências delineadas a

que todos os cidadãos da UE devem ter acesso, entre os quais podemos evidenciar a

numeracia e literacia; competências básicas em matemática, ciências e tecnologia;

domínio de pelo menos uma língua estrangeira; espírito de empreendimento e

competências em TIC.

Azevedo (2006:6), diz-nos ainda que há uma concordância muito alargada no

que diz respeito à necessidade de desenvolver competências de ordem social, ou soft

skills. Relativamente a este assunto o mesmo autor entende estas competências por:

• “Competências de relacionamento

interpessoal8trabalhar em equipa com os colegas, ter

capacidade de comunicação interpessoal e de diálogo);

• Competências comportamentais (ser

responsável e empenhado, ser dinâmico e motivado, ter

vontade para aprender, a cada momento ao longo da vida);


• Competências de enquadramento

organizacional (ser assíduo e pontual, trabalhar em cooperação

com os colegas e as equipas de trabalho, saber aplicar

orientações superiores e saber fazer sugestões de melhoria de

organizações);

• Competências de autonomia pessoal (ser

autónomo e possuir espírito de iniciativa, participar na

resolução de problemas novos, ser criativo e ter capacidade de

inovação).”

Neste sentido, é pertinente evidenciar o facto de que enquadrado na Iniciativa

Novas Oportunidades, o processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de

Competências (RVCC) permite aumentar o nível de qualificação escolar e profissional

da população adulta, através da valorização das aprendizagens realizadas fora do

sistema de educação ou de formação profissional.

“Este sistema é acessível a todos os adultos com mais


de 18 anos que não frequentaram ou concluíram um nível de

ensino básico ou secundário e que tenham adquirido

conhecimentos e competências; através da experiência em

diferentes contextos, que possam ser formalizadas numa

certificação escolar.”

( http://www.dgeep.mtss.gov.pt/planeamento/noportunidades.php acedido em

17/02/09 pelas 16:30h)

“Desta forma podemos encarar os Centros Novas


Oportunidades como “porta de entrada” para a qualificação de

indivíduos activos através de processos de reconhecimento e

validação de competências e percursos de educação e

formação; Orientação da formação profissional de activos para

ofertas de dupla certificação e para resposta aos processos de

reconhecimento e validação de competências; Criação do

referencial de 12º ano para formação de adultos e


reconhecimento de competências e reforma do ensino

recorrente.”

(http://www.iefp.pt/formacao/ModalidadesFormacao/CursosAdultos/Paginas/CursosAd

ultos.aspx acedido em 17/02/09 pelas 15:32h)

Assim, podemos afirmar que a certificação de competências dos indivíduos traz

imensas vantagens para as empresas e para os trabalhadores.

Segundo Fonseca (2006) as principais vantagens são o facto do reconhecimento

das competências adquiridas ao longo da vida em contextos formais ou informais de

aprendizagem serem admitidas não só como um reforço da auto-estima individual e da

justiça social, mas também um recurso fundamental para promover a integração dos

adultos em novos processos de aprendizagem de carácter formal.

O reconhecimento das competências adquiridas permite, ainda, estruturar

percursos de formação modulares, de curta duração, passíveis de desenvolvimento em

horários compatíveis e ajustados às necessidades individuais de cada um.

Podemos ainda referir, segundo o mesmo autor, que a certificação

profissional pode produzir efeitos imediatos do ponto de vista financeiro. Esta induz

ainda, relevância social nas profissões, provocando um fenómeno de valorização das

profissões.

Como foi referido, uma sociedade mais qualificada traz determinadas alterações

na organização do país, podemos considerar que a generalização da qualificação trará

consigo um impacto relevante.

“Segundo a OCDE, o crescimento do PIB em Portugal


poderia ter sido em média mais 1,2 pp. todos os anos entre os

anos 70 e 90 se os nossos níveis de escolaridade estivessem

equiparados à média da OCDE; A nível da OCDE estima-se

que mais um ano de escolaridade contribui para aumentar a

taxa de crescimento anual do PIB entre 0,3 e 0,5 pontos

percentuais.
Segundo a mesma fonte, Portugal é um dos países em

que ter qualificação é mais compensador. Um trabalhador com

o ensino secundário ganha, em média, mais 60% do que um

trabalhador que não tenha obtido essa escolaridade; E quem

tem o ensino superior ganha em média mais do triplo de quem

só tem no máximo o ensino básico completo.

Podemos constatar ainda que mais escolaridade está

associada a uma menor taxa de desemprego e a menor duração

do desemprego. Em 2006, a taxa de desemprego para o nível

de habilitação até ao básico foi de 7,7%, enquanto para o nível

de habilitação superior foi 6,3%. Quanto à duração do

desemprego, apenas 21% dos licenciados demoram mais de um

ano a voltar ao emprego, o que compara com 35% para os com

habilitação de 9º ano, e 56% dos que não têm qualquer

habilitação.

Por fim é possível observa-se uma dinâmica distinta de

criação de emprego para médias e altas qualificações. Nos

últimos seis anos a economia portuguesa criou 400 mil postos

de trabalho para pessoas com qualificação de nível secundário

ou superior, e perdeu 245.000 para qualificações até ao básico.

Não obstante esta questão está cada vez mais

disseminada na sociedade sendo que um inquérito de larga

escala realizado em 2005 junto de empresas em Portugal

mostrou um forte impacto da formação profissional para a

competitividade e produtividade das empresas:

4 em cada 5 empresas que realizaram acções de

formação profissional consideram que estas contribuíram para

elevar a produtividade;

87% registaram uma elevação da qualidade de bens e

serviços;

83% identificaram maior satisfação dos clientes.”


(http://www.portugal.gov.pt/NR/rdonlyres/BA37746E-CB11-4FD8-ACD3-

7F3192709D89/1/Apres_Novas_Oportunidades_Balanco1.pdf acedido em 16/02/09

pelas 21:13h).

Considerações Finais

Segundo Fonseca (2006:10),

“Se a competitividade das empresas depende de

variadíssimos factores, como a sua capacidade tecnológica, a

modernização da estrutura, o sistema de gestão e de

organização do trabalho, a inovação, a qualidade e o ambiente,

entre outros, existe consenso geral de que a qualidade dos

recursos humanos é um dos factores-chave para o

desenvolvimento do país.”

Desta forma, segundo o mesmo autor, a problemática da certificação de

competências tem vindo a assumir, nos últimos anos, um interesse crescente em

Portugal, decorrente da necessidade de elevar os níveis de qualificação escolares e

profissionais da população portuguesa.

Podemos então constatar que esta experiência tem permitido demonstrar um

inúmero conjunto de vantagens para as empresas e trabalhadores que têm vindo a

investir na certificação da aptidão profissional.

Na realidade, a certificação de competências e a elevação da qualificação dos

indivíduos trás um grande impacto para as suas vidas. Segundo Carlos Silva (2006:20),

um profissional no sector da Construção Civil há muitos anos, tendo visto certificadas

as suas aptidões profissionais diz-nos, quando questionado acerca da importância e das

ideias-chave que pode retirar deste processo , que:

“…é fundamental que, tanto pelo poder de exigência

como pelo esforço que nos obriga nos percepcione todo este

processo como um passo estratégico e decisivo para a nossa


carreira profissional. E também por ser um sistema de

certificação integrado que reconhece por escrito, formalmente,

duas vertentes de conhecimento: o profissional e o escolar.

No nosso sistema profissional, estas duas valências têm

de estar interligadas, sob o risco de um investimento em apenas

um desces lados não apresentar os resultados correspondentes.

Como referi, a minha experiencia comprovou-me esta

realidade”.

Como Diz Mia Couto citado por Azevedo(2006:9), ”nestas ou noutras mudanças

de vida e das sociedade, ao andar encontramos mais pedras que caminho. Mas temos a

graça de aprender sempre.”

Referências Bibliográficas

• Apontamentos cedidos pelo professor Adriano Dias Pedro, no âmbito da

disciplina de Formação III no módulo de Formação Profissional, no 3º ano, ao 8º curso

de Licenciatura em Enfermagem – A, na Escola Superior de Saúde de Portalegre, no ano

lectivo de 2008/2009.

• Azevedo, J. (2006). A Educação e as “Novas Competências” para Todos.

Revista Formar, nº56, 3-9.

• Fonseca, C. (2006). Reconhecimento e Certificação de Competências. Revista

Formar, nº56, 10-16.

• Silva, C. (2006). O Impacto da Certificação na Vida de Carlos Silva. Revista

Formar, nº56, 17-20.

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