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PROJETO DO CIRCUITO TURÍSTICO cAMINHOS DO CENTRO OESTE PAULISTA Agudos – Avaí – Arealva –
PROJETO DO CIRCUITO TURÍSTICO cAMINHOS DO CENTRO OESTE PAULISTA Agudos – Avaí – Arealva –

PROJETO DO CIRCUITO TURÍSTICO cAMINHOS DO CENTRO OESTE PAULISTA

Agudos – Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras – Piratininga

Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
Avaí – Arealva – Bauru – Duartina – Iacanga – Lençóis Paulista – Macatuba – Pederneiras
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SEBRAE-SP CODER - Conselho de Desenvolvimento Econômico Regional Presidente: Ricardo Marques Coube Conselho
SEBRAE-SP
CODER - Conselho de Desenvolvimento Econômico Regional
Presidente: Ricardo Marques Coube
Conselho Deliberativo
Presidente: Fabio Meirelles (FAESP)
ACSP – Associação Comercial de São Paulo
ANPEI – Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras
Banco Nossa Caixa S. A.
FAESP – Federação da Agricultura do Estado de São Paulo
FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
FECOMERCIO – Federação do Comércio do Estado de São Paulo
ParqTec – Fundação Parque Alta Tecnologia de São Carlos
IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas
Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo
SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas
SINDIBANCOS – Sindicato dos Bancos do Estado de São Paulo
CEF – Superintendência Estadual da Caixa Econômica Federal
BB – Superintendência Estadual do Banco do Brasil
Parceiros
CIESP - Centro das Indústrias do Estado de São Paulo - Regional Bauru
Instituto SOMA
Prefeitura Municipal de Agudos
Prefeitura Municipal de Avaí
Prefeitura Municipal de Arealva
Prefeitura Municipal de Bauru
Prefeitura Municipal de Duartina
Prefeitura Municipal de Iacanga
Prefeitura Municipal de Lençóis Paulista
Prefeitura Municipal de Macatuba
Prefeitura Municipal de Pederneiras
Prefeitura Municipal de Piratininga
Diretor Superintendente
Ricardo Luiz Tortorella
Projeto Gráfico
RW3 Design
Diretores Operacionais
José Milton Dallari Soares
Paulo Eduardo Stabile de Arruda
Textos e Fotos
SEBRAE-SP
Gerentes Executivos
Alessandro Paes dos Reis
Regina Maria Borges Bartolomei
Waldir Catanzaro
Diagramação e Fotos
Atos 2 Multimidia
U.O. Desenvolvimento Territorial
Gerente
Joaquim Batista Xavier Filho
Fotolito e Impressão
SR Gráfica e Editora Ltda. - EPP
Célula Negócios em Turismo Cultura e Artesanato (Equipe técnica)
Ary Scapin Junior
José Bento Desie
Marta Maria Mendes
Escritório Regional Bauru
Gerente
Milton Aparecido Debiasi
Equipe Técnica
Ana Amélia Correa
Clemilton Luis Bassetto
Cíntia Maria Fortuna Fernandes
Fausto Simões de Andrade Neto
Fleide Rosana Anequini
Isa Maria Francischini Tebaldi
Lúcia Helena Tragante
Mário Sérgio Cappelozza
Newton Rosseto
Neuza de Moraes Muller
Silvia Alzira Abeid Furio
Assessoria de Marketing
Mary Rose Takahashi Ikeda
Equipe Técnica
Marcelo Costa Barros
Patricia Mattos Marcelino
11.2006.1ªIMP.500

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PROJETO DO CIRCUITO TURÍSTICO cAMINHOS DO CENTRO OESTE PAULISTA Introdução Histórico do Projeto Referencial de
PROJETO DO CIRCUITO TURÍSTICO
cAMINHOS DO CENTRO
OESTE PAULISTA
Introdução
Histórico do Projeto
Referencial de Localização
Mapa Rodoviário
Municípios do Circuito Turístico Caminhos do Centro
Oeste Paulista
Vocações e Potencialidades do Circuito
Projeto
Parcerias
Logomarca
Agudos
Arealva
Avaí
Bauru
Duartina
Iacanga
Lençóis Paulista
Macatuba
Pederneiras
Piratininga
Relação dos Participantes do Projeto
Informações Sobre o Projeto
Considerações Finais
4
5
6
7
8
9
10
11
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ÍNDICE

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PROJETO DO CIRCUITO TURÍSTICO cAMINHOS DO CENTRO OESTE PAULISTA Introdução projeto do CIRCUITO TURÍS- TICO
PROJETO DO CIRCUITO TURÍSTICO
cAMINHOS DO CENTRO
OESTE PAULISTA
Introdução
projeto do CIRCUITO TURÍS-
TICO CAMINHOS DO CENTRO
O
reconhecimento a dedicação dos
OESTE PAULISTA entra na fase
de
estruturação dos atrativos e for-
envolvidos, a participação efetiva
do público alvo, sem o qual o pro-
jeto não poderia ser desenvolvido,
matação de roteiros para posterior
comercialização.
a
sensibilização das comunidades,
o
fortalecimento da governança e a
Celebrando essa nova fase rumo
a sua concretização, e também em
divulgação interna do trabalho, foi
elaborado o Informativo do Projeto
do Circuito Turístico Caminhos do
Centro Oeste Paulista, um marco
para o futuro em direção ao Catálogo
de Negócios em Turismo, Cultura e
Artesanato do Circuito Turístico Ca-
minhos do Centro Oeste Paulista e a
inserção da região no mercado esta-
dual e regional de turismo.

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Histórico do Projeto Por iniciativa do Conselho de De- senvolvimento Econômico Regional Considerando as
Histórico do Projeto
Por iniciativa do Conselho de De-
senvolvimento Econômico Regional
Considerando as potencialidades
em recursos para aproveitamento
CODER, entidade criada dentro do
turístico e o comprometimento com
CIESP – Centro das Indústrias do Es-
tado de São Paulo – Regional Bauru
numa visão estratégica de desenvol-
vimento sustentável, o turismo co-
meçou a ser pensado como alterna-
tiva para o desenvolvimento regional,
conforme política e visão estratégica
daquela entidade.
as
ações do CODER, identificaram-
se
dez municípios para participação,
onde foram realizadas pelo CIESP -
Regional Bauru, CODER e SEBRAE-
SP - Escritório Regional Bauru, vi-
sitas aos Prefeitos Municipais para
apresentar a proposta e colher ade-
são ao projeto.
Em junho de 2006, quando o CODER
buscou a parceria com o SEBRAE-SP
A
partir das adesões, estruturou-
em função do conhecimento técnico
e
da metodologia para construção,
se uma governança, envolvendo o
poder público, entidades de classe,
iniciativa privada e organizações
estruturação e implementação de
projetos, surgiu à proposta da cons-
trução de um projeto para o desen-
volvimento do turismo, através de um
Circuito Turístico.
não governamentais, para estruturar
o projeto de acordo com a metodo-
logia do SEBRAE-SP para constru-
ção, estruturação e implementação
turismo, cultura e artesanato.
Dentro da metodologia, o projeto
passou pelas fases de pré-projeto,
construção e estruturação. Em para-
lelo realizou-se o dimensionamento
do público alvo nas dez cidades.
O lançamento ocorreu em 23/08/07.
Na seqüência foram realizadas 16
reuniões com o público alvo, totali-
zando 533 participantes e 222 ade-
sões ao projeto.
Hoje o projeto se encontra na etapa
de implementação – fase IV da me-
todologia. A meta nessa fase é a es-
truturação dos atrativos e formatação
dos roteiros, para elaboração do Ca-
tálogo de Negócios em Turismo, Cul-
tura e Artesanato do Circuito Turístico
Caminhos do Centro Oeste Paulista.
de
projetos para desenvolvimento do
Iacanga
Arealva
Avai
Bauru
Pederneiras
Duartina
Macatuba
Piratininga
Agudos
Lençois Paulista

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Referencial de Localização Iacanga Arealva Avaí Bauru Pederneiras Duartina Agudos Piratininga Macatuba
Referencial de Localização
Iacanga
Arealva
Avaí
Bauru
Pederneiras
Duartina
Agudos
Piratininga
Macatuba
Lençóis Paulista
Circuito Turístico
Caminhos do Centro
Oeste Paulista
Estado de São Paulo
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Mapa Rodoviário Iacanga 1 Via de Acesso Agostinho Pereira de Oliveira Arealva 2 Rodovia Cezario
Mapa Rodoviário
Iacanga
1
Via de Acesso Agostinho Pereira de Oliveira
Arealva
2
Rodovia Cezario José de Castilho
1
Avaí
2
3
3
Rodovia Marechal Rondon
Bauru
Pederneiras
4
Duartina
5
4
Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros
Agudos
Piratininga
7
Maracatuba
5
Rodovia Osni Mateus
6
Lençóis Paulista
3
6
Rodovia Engenheiro João Baptista Cabral Renno
7
Rodovia Lourenço Lozano
8
8
Rodovia Presidente Castelo Branco
Acesso a
São Paulo
INFORMAÇÕES TERRITORIAIS
TAMANHO
TAMANHO
DISTÃNCIA
POPULAÇÃO
ALTITUDE
TERRITORIAL
TERRITORIAL
EM Km 2
DA CAPITAL
AGUDOS
34.968
968
545 METROS
313 Km
AREALVA
7.529
506
445 METROS
347 Km
AVAÍ
4.914
543
481 METROS
367 Km
BAURU
357.132
674
615 METROS
329 Km
DUARTINA
13.336
264
520 METROS
367 Km
IACANGA
9.139
548
422 METROS
378 Km
LENÇÓIS PAULISTA
62.033
804
565 METROS
287 Km
MACATUBA
17.667
226
515 METROS
301 Km
PEDERNEIRAS
41.039
729
475 METROS
320 Km
PIRATININGA
11.317
397
497 METROS
336 Km
TOTAL
559.074
5659
-
-

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Municípios do Circuito Turístico Caminhos do Centro Oeste Paulista O Circuito Turístico Caminhos do Centro
Municípios do Circuito Turístico Caminhos do Centro Oeste Paulista
O Circuito Turístico Caminhos do
Centro Oeste Paulista é
formado
pelos municípios de Agudos, Avaí,
Arealva, Bauru, Duartina,
Iacanga,
Lençóis Paulista, Macatuba, Pe-
derneiras e Piratininga. A vocação
turística identificada no Circuito é
Cultural, com especificidades para o
turismo histórico e rural.
Iacanga
Arealva
Avaí
Bauru
Pederneiras
Duartina
Agudos
Piratininga
Macatuba
Lençóis Paulista
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Vocações e Potencialidades do Circuito O Circuito Turístico Caminhos do Centro Oeste Paulista é formado
Vocações e Potencialidades do Circuito
O
Circuito Turístico Caminhos do
Centro Oeste Paulista é formado
pelos municípios de Agudos, Avaí,
Arealva, Bauru, Duartina, Iacanga,
Lençóis Paulista, Macatuba, Pe-
derneiras e Piratininga. A vocação
turística identificada no Circuito é
Cultural, com especificidades para o
turismo histórico e rural.
das atuais cidades participantes do
Circuito. Atualmente é cortado por
importantes rodovias, sistema de
transportes fluvial pelo Rio Tietê,
além moderno aeroporto na região de
Bauru e Arealva.
A
história se faz presente nesta região,
com identidades histórico-culturais
e
a força do agronegócio retratada
A partir da união desses municípios,
em
função do interesse e possibilida-
des de explorar turisticamente seus
volvimento do interior através da
ferrovia, conta sua história através
do museu ferroviário e proporciona
passeio inesquecível com Maria Fu-
maça nestes trilhos do desenvolvi-
mento, além do famoso e tradicional
“Sanduíche Bauru”; Lençóis Paulista
como a cidade com maior acervo de
livros por habitante; Agudos com a
beleza e imponência do Seminário
Santo Antonio, com um museu de
riquíssimo acervo e possibilidades
respectivos patrimônios históricos,
culturais, naturais, assim como ou-
tros bens e afins, vislumbrou-se a
geração de oportunidades para to-
dos, que passarão a aproveitar não
suas potencialidades, mas tam-
de sentir a paz e tranqüilidade es-
piritual; Avaí, reduto de várias tri-
bos indígenas, que preservam suas
manifestações culturais e tradições;
Macatuba com seu maravilhoso tea-
tro recebendo espetáculos teatrais e
bém contribuir para a diversificação
a
Usina Hidrelétrica Lençóis; Iacan-
da
atratividade e da infra- estrutura
turística da região.
Como Circuito, será possível es-
truturar melhor a atividade turística
municipal e regional, com objetivo
ga, banhada pelo Rio Tietê e com um
balneário de águas com proprieda-
des termais; Arealva, terra do milho
verde irrigado pelas águas do Tietê;
Duartina com sua prazerosa tradição
de
atrair mais turistas e aumentar a
permanência dos mesmos.
LocalizadonaregiãocentraldoEstado
de
São Paulo, está estratégica e geo-
graficamente em região de potencial
econômico a ser explorado por todas
como principais atrativos turísticos,
sem perder o charme e peculiarida-
des típicas do interior paulista. Aco-
lhedoras e simpáticas cidades dos
Caminhos do Centro Oeste Paulista,
permitem uma viagem inesquecível,
recordando os bons tempos das vi-
sitas aos parentes no interior e res-
gatando a qualidade de vida perdida
com a correria dos dias atuais.
Vivenciar e recordar os tempos do
sítio, desvendar e conhecer a di-
versidade das atividades agrope-
cuárias são os principais atrativos
do turismo rural, com fazendas
históricas; produções de cachaça
e vinhos; apicultura; produção de
milho verde; orquídeas; pesqueiros;
criação de avestruzes, aliados a isto,
as delícias da culinária rural e des-
taques de artesanato com matéria
prima natural.
as
atividades. Local de potencial lo-
interiorana; Pederneiras retratando a
história através da arquitetura com
sua bela Estação Ferroviária e Pira-
tininga com as águas quentes. Além
disso, o Circuito oferece inúmeras
opções de lazer e entretenimento,
uma boa estrutura de hospedagem
gístico com entroncamento das vias
meios de alimentação, suficientes
ferroviárias, e que fez surgir a partir
da
expansão das ferrovias a maioria
As riquezas histórico-culturais são
destaques na região: Bauru, retra-
tando sua importância no desen-
e
para acolher turistas e proporcionar
uma estada aconchegante na região.
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Projeto Objetivo: Foram realizados: • Contribuir com o desenvolvimento sócio econômico e cultural da re-
Projeto
Objetivo:
Foram realizados:
• Contribuir com o desenvolvimento
sócio econômico e cultural da re-
gião de forma sustentável, inserir a
região no mercado regional, esta-
dual e nacional de turismo, cultura
e artesanato, consolidar roteiros
turísticos, aumentar o fluxo de tu-
ristas e melhorar a qualidade de
vida das pessoas nos municípios.
• Proprietários e/ou administradores
de empreendimentos em alimenta-
ção fora do lar.
- 58 diagnósticos em meios de hos-
pedagem e alimentação;
• Proprietários e/ou administradores
de empreendimentos em agencia-
mento turístico.
- 139 diagnósticos em potenciais re-
cursos atrativos nas áreas rurais e
urbanas;
• Associações
e/ou grupos de
- 104 diagnósticos da produção ar-
tesanal;
artesãos
- orientações técnicas para estrutu-
ração dos produtos atrativos;
Resultados almejados:
Público alvo:
- elaboração e implantação do plano
de atendimento aos meios de hos-
pedagem e alimentação.
• Proprietários e/ou administrado-
res de propriedades com recursos
turísticos naturais e/ou culturais
e/ou produtos turísticos atrativos.
• Proprietários e/ou administra-
dores de empreendimentos em
hospedagem.
• Aumentar em 20% o número de
turistas e a permanência dos mes-
mos na região até julho/2010.
Adesões
O projeto conta com 222 adesões,
sendo 8 grupos de artesãos com
mais de 100 participantes.
Hoje existem 54 propriedades urba-
nas e rurais que se encontram nas
fases de produto e estruturação para
a transformação em produto turístico
atrativo e conseqüentemente forma-
tação de roteiros.

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Parcerias Com o desenvolvimento do projeto, o comprometimento do grupo gestor, a adesão e envolvimento
Parcerias
Com o desenvolvimento do projeto, o comprometimento do grupo gestor, a adesão e
envolvimento do público alvo, o Circuito está se estruturando, ganhando forma e força.
Para consolidar esse crescimento, foi fundamental buscar alternativas para viabilizar o
repasse de recursos financeiros voltados à contratação de uma estrutura gestora para o
Projeto, a confecção do Catálogo, entre outros.
O
CODER, como conselho articulador e necessitando de uma estrutura para operaciona-
lizar o projeto, implementou as ações de gestão através do CIESP – Centro das Indús-
trias do Estado de São Paulo – Regional Bauru e atualmente, integra o Instituto SOMA
que é uma OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, com o qual
firmou parceria para o desenvolvimento das ações operacionais do projeto.
O
Instituto SOMA como “braço” operacional do CODER firmou com o SEBRAE-SP um
Protocolo de Intenções com objetivo de promover ações para contribuir com a estrutura-
ção e desenvolvimento do Circuito e está firmando através de Leis específicas aprovadas
pelas Câmaras Municipais de cada um dos municípios que integram o Circuito, Termos
de Parceria com o objetivo do desenvolvimento de ações conjuntas no âmbito do CO-
DER para o desenvolvimento econômico, social e ambiental dos municípios e Termos
Aditivos com repasse de recursos financeiros para serem aplicados especificamente na
Coordenação e Gerenciamento da Implantação do Projeto do Circuito Turístico Cami-
nhos do Centro Oeste Paulista.
Atualmente o Instituto SOMA, firmou nove Termos de Parceria e cinco Termos Aditivos.
Nos demais municípios os processos tramitam nas áreas jurídicas e legislativas.
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Logomarca Para desenvolver a logomarca do Circuito foi realizada uma parceria entre o Instituto SOMA,
Logomarca
Para desenvolver a logomarca do
Circuito foi realizada uma parceria
entre o Instituto SOMA, SEBRAE-SP,
CODER, CIESP - Regional Bauru e o
Laboratório de Design Solidário da
FAAC-UNESP-BAURU para elabo-
ração e lançamento de um concurso
com os alunos da Universidade. A
partir da definição das regras e in-
formações, foram recebidas trinta
propostas. Através de um Comitê
foram selecionadas cinco finalistas
que ficaram disponíveis no site do
Instituto SOMA para votação.
Foram mais de mil votos. A proposta
vencedora totalizou 427 votos e foi
elaborada pelos alunos Lucas da Sil-
va
Siqueira, Murilo Silva Tanajura e
Diogo Guimarães Ladeira, que foram
contemplados com um notebook
oferecido pelo Instituto SOMA.
A
proposta vencedora transmite a
tranqüilidade e simplicidade mar-
cantes das cidades do Centro Oeste
Paulista, fatores de grande atração
turística por parte de pessoas que
moram na cidade grande. A repre-
sentação dos elementos do campo
(o trem, a árvore, a igreja, etc) foi
feita de modo a lembrar os vagões
de um trem remetendo ao concei-
apenas um foco de atração, mas sim
um grande conjunto que se comple-
ta. O trem vem puxando os demais
elementos pela sua importância his-
tórica na ocupação da região e seus
trilhos vão unindo os olhares até se
tornar uma cerca que vai demarcan-
do a região, levando até um horizon-
te que é um dos mais procurados
pelos turistas pela beleza do pôr-do-
sol das cidades do circuito turístico.
Esse pôr-do-sol é quem dá a luz e
as cores do logo, pois representa a
beleza e a proximidade com a terra
além de sempre acontecer a Oeste.
to
do circuito turístico que não tem

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anotações Projeto do Circuito Turístico Caminhos do Centro Oeste Paulista 13
anotações
Projeto do Circuito Turístico Caminhos do Centro Oeste Paulista
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AGUDOS Na região outrora habitada pelos índios caingangues, no século XIX, apareceram paulistas e mineiros,
AGUDOS
Na região outrora habitada pelos índios caingangues, no século XIX, apareceram paulistas e mineiros, primeiros
exploradores de terras para cultura. Mais tarde, vieram os paulistas Delfino A. de Oliveira Machado e seu genro, o
Capitão Benedicto Ottoni de Almeida Cardia, que acreditando na superioridade das terras de Agudos para cultura
de café, transferiram-se definitivamente para esta região.
Desmembrado do município de Lençóis,
São Paulo dos Agudos foi criado em 1898
e
elevado à categoria de cidade no mesmo
ano. Em 1905, o nome da cidade foi reduzido
para Agudos. Fato marcante do processo de
desenvolvimento do município foi a constru-
ção separada de duas estações ferroviárias
devido a diferenças nas bitolas dos trilhos,
desenvolvendo-se a cidade e comércio entre
as duas estações ferroviárias.
O
turismo da cidade está voltado para o lado
cultural e rural, com antigas fazendas, pré-
dios históricos de belezas arquitetônicas
preservadas, manifestações artísticas e cul-
turais. A simplicidade da vida no campo, o
clima serrano, a gastronomia rural, a beleza
natural da região, com especial destaque para
suas matas, rios e quedas d’águas.
Encontra-se em Agudos o Seminário Santo
Antonio, da Província Franciscana da Ima-
culada Conceição do Brasil, com imponen-
te construção de beleza singular, repleto
de histórias e fé abraçadas pela exuberante
natureza ao redor, que proporcionam mo-
mentos inesquecíveis e sensação de paz e
tranqüilidade.
A cidade se destaca ainda no setor indus-
trial com uma unidade de fabricação de cer-
veja, conhecida em todo Brasil e por outra
unidade de transformação de madeira de
eucalipto em peças de madeira para os
mais diversos usos.
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AREALVA O surgimento do município ocorreu em 1867, quando era chamado de povoado de Soturna
AREALVA
O
surgimento do município ocorreu em 1867, quando era chamado de povoado de Soturna pela proximidade com
trecho do rio Tietê, onde havia uma ilha com esse nome. O povoado pertencia a Pederneiras, comarca de Jaú. Em
1948, foi assinada a Lei nº 233, que levou o povoado a categoria de município com o nome de Arealva. O nome
vem da existência de “AREIA ALVA” (clara) na ilha que deu nome ao povoado.
A
presença marcante de famílias com des-
cendência italiana no município tem forte
influência nos hábitos e costumes locais,
como na gastronomia e devoção religiosa,
manifestada nos pratos tradicionais deri-
vados do milho e as festividades religiosas
realizadas nas áreas rurais.
O Município conserva ainda suas caracte-
rísticas tipicamente rurais, com sua hospi-
talidade, tranqüilidade e um sotaque típico
“arealvense”. Sua principal fonte econômi-
ca, a agropecuária às margens do Rio Tietê
e
seus ribeirões afluentes, possibilitam o
cultivo de diversas culturas irrigadas, ten-
do na cultura do Milho Verde, destaque
especial pela produção o ano todo, abaste-
cendo o mercado regional com milho ver-
de e garantindo a produção das delícias de
seus derivados.
A Praia Municipal é dotada com área de la-
zer, rampa para embarque/desembarque de
embarcações, quiosques, camping e espaço
de eventos, onde são realizados os grandes
eventos da cidade.
Na área rural estão os principais atrativos
turísticos, com lazer e diversão, área de
camping, gastronomia, pesca, artesanato,
visitação a produção de orquídeas e viven-
cia da rotina típica da roça de milho verde.
Para quem gosta de entretenimento noturno,
há uma chácara que realiza quinzenalmente
eventos com shows musicais sertanejos.
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AVAÍ O Município teve sua origem a partir da doação de terras feitas pelo major
AVAÍ
O Município teve sua origem a partir da doação de terras feitas pelo major Gasparino de Quadros, para a consti-
tuição de um povoado. Nessa época, vários moradores e desbravadores já se encontravam na região. O primeiro
nome do lugar foi Jacutinga (um pássaro), depois alterado para São Sebastião do Jacutinga.
Com a chegada da Estrada de Ferro Noroeste
do Brasil em 1906 foram fixados os limites
do perímetro urbano e as terras divididas
em lotes, gerando rápido crescimento. Em
1910 foi elevado à categoria de Distrito do
Município de Bauru e em dezembro de 1919,
tornou-se município, recebendo a denomi-
nação de Avaí, que para os guaranis significa
“Rio do Índio”.
Em Avaí, a tranqüilidade e a hospitalidade são
características marcantes, desde os passeios
pela Praça Central, a visita a Igreja de São Se-
bastião e ao Museu Municipal até o saborear
de um gostoso sorvete caseiro.
O município tem um grande diferencial turísti-
co no Projeto do Circuito Turístico Caminhos
do Centro Oeste Paulista - a Reserva Indíge-
na Araribá, uma das últimas de toda a região.
É
povoada por índios das etnias Terena e
Guarani, que cultivam seus costumes e
tradições, porém com certa influência do
mundo moderno.
São quatro Aldeias: Ekeruá, Kopenoti, Ni-
muendaju e Tereguá, que estão sendo tra-
balhadas no Projeto com o objetivo da pre-
servação da cultura indígena, suas tradições
artesanais, culinárias e da língua. Para cada
uma estão em desenvolvimento planos de
ação que já apresentam resultados. Recente-
mente a Aldeia Ekeruá apresentou um “plano
de negócios” com as ações que serão reali-
zadas na Aldeia para as atividades turísticas
e
na Aldeia Tereguá jovens índios estão se
preparando para executar em flauta de bam-
bu as músicas da etnia Terena e em violão as
da etnia Guarani.
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BAURU Desde 1834 muitos pioneiros estiveram nessa região, mas o atributo de fundador do município
BAURU
Desde 1834 muitos pioneiros estiveram nessa região, mas o atributo de fundador do município foi dado ao mineiro
Azarias Ferreira Leite que chegou em 1889, iniciando a cultura de café. Com isso, novos habitantes foram atraídos
destacando-se João Batista de Araujo Leite, fundador da Fazenda Val de Palmas, grande produtora de café.
Contribuiu para o desenvolvimento da re-
gião a chegada dos trilhos da Estrada de
Ferro Sorocabana (1905), a construção da
Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (1904) e
a chegada da Companhia Paulista de Estra-
das de Ferro (1910). Seu processo político-
administrativo se associou a série de des-
membramentos de unidades distintas que
por fim se entrecruzaram na constituição
do município. Assim considera-se ponto de
partida a elevação da antiga capela de Espíri-
to Santo de Fortaleza a freguesia de Lençóis
em 1880. Tornou-se vila em 1887, e um de
seus povoados, denominado Bauru, foi ele-
vado a distrito em 1893. Uma nova lei de 1º
de agosto de 1896, determinou que a sede
do município de Espírito Santo de Fortaleza
fosse transferida para Bauru, assumindo a
nova denominação, daí tal data ser reputada
como a de criação do município.
No Turismo, o Zoológico Municipal é destaque,
além do Jardim Botânico, Museu Ferroviário,
Museu Histórico e propriedades no meio rural
que estão em preparação para a atividade, além
do turismo de negócios. O artesanato local já
possui uma atuação e começa a ser trabalha-
do para a participação no Projeto e integração
ao Turismo.
Visando transformar o Sanduíche Bauru
em um produto do Turismo do Município o
Conselho Municipal de Turismo, certifica os
estabelecimentos que comercializam o San-
duíche. A certificação é conferida ao solici-
tante que em seu estabelecimento faz uso da
denominação do sanduíche considerando a
receita e o modo de preparo tradicional.
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DUARTINA Duartina começou a se formar com a vinda de desbravadores atraídos pela fertilidade das
DUARTINA
Duartina começou a se formar com a vinda de desbravadores atraídos pela fertilidade das terras, próxima ao
ribeirão do Serrote. A fundação do povoado é atribuída a Theodósio Lopes Pedroso, que em 1.920, instituiu o
PATRIMÔNIO DE SANTA LUZIA, e em seguida doando-o ao município de Piratininga.
Pela Lei 1.891 de 16 de Dezembro de 1922
foi elevado a Distrito de Paz com o nome
de Santa Luzia do Serrote. Em 1.926, pela
Lei 2.151, foi elevado à categoria de Muni-
cípio, com o nome de DUARTINA, home-
nagem ao então Bispo de Botucatu, DOM
CARLOS DUARTE DA COSTA e para seguir
a seqüência alfabética da Companhia Pau-
lista de Estradas de Ferro. A chegada da
estrada de Ferro impulsionou o desenvol-
vimento da cidade. Na agropecuária a seri-
cicultura (Bicho da Seda), também teve im-
portante papel no crescimento econômico
do município.
Atualmente, a diversidade de culturas do
meio rural proporciona grande potencial de
desenvolvimento do turismo rural, enquan-
to
na cidade, o bucolismo e a tranqüilidade
de cidade do interior, proporcionam agra-
dáveis momentos junto a Praça da Matriz
Santa Luzia e arredores, ou a recente área
ecológica inaugurada, o Ecoparque “Ciro
Simão” que conta com lago para pesca,
bosque de Ipês em formação, pista para ca-
minhada, playground, entre outros.
artesanato local está integrado ao Proje-
to buscando por produtos diferenciais que
O
possam se relacionar com a vocação do Mu-
nicípio. O Museu Histórico Municipal retra-
ta
a importância da cidade no contexto do
desenvolvimento regional. As indústrias de
móveis e de fios de seda destacam o muni-
cípio na região e poderão ser um diferencial
para o Projeto.
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IACANGA A história do município de Iacanga iniciou-se no século XIX, às margens de um
IACANGA
A
história do município de Iacanga iniciou-se no século XIX, às margens de um curso d’água conhecido como
Ribeirão Claro, formando o povoado de Ribeirão Claro e com sua emancipação, passou a se denominar Iacanga,
que na linguagem Tupi significa Olho D’Água. Fato histórico marcante é que para a constituição do povoado pro-
prietários de terras na região doaram parte para a Igreja Católica e parte para a Igreja Presbiteriana.
A
pequena cidade de nove mil habitantes tem
na área rural sua maior extensão territorial
e
fonte de divisas, com grande potencial de
desenvolver o turismo rural onde o Projeto
trabalha na formatação de produtos atrativos
em especial para a vivência no meio rural.
Apresenta indústrias de bordados que se
destacam com significativa geração de em-
pregos e renda no município. O rio Tietê
com a represa de Ibitinga, abriga alguns
condomínios de chácaras de veraneio e de
lazer náutico-aquático, além de proporcio-
nar o turismo da pesca na região. O proje-
to está trabalhando com a Associação de
Pescadores na estruturação da prestação de
serviços turísticos.
Na área cultural a cidade foi sede de um
dos maiores eventos brasileiro de música
popular em ambiente aberto, o “Festival de
Águas Claras”, realizado por quatro anos
em uma fazenda e que tornou a cidade
conhecida nacionalmente.
O
Bairro de Quilombo ficou conhecido pela
fonte de águas termais, com suas proprie-
dades medicinais, que possibilitaram a ins-
talação de um balneário, freqüentado por
turistas em busca da saúde.
O
grupo de artesanato da cidade participa
ativamente das atividades do Projeto em
busca de novas oportunidades e de diferen-
ciais que possam atrair os visitantes para a
aquisição de seus produtos.
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LENÇÓIS PAULISTA No século XIX, o desbravador Francisco Alves Pereira, subindo o Rio Tietê, encontrou
LENÇÓIS PAULISTA
No século XIX, o desbravador Francisco Alves Pereira, subindo o Rio Tietê, encontrou a desembocadura de um
rio e entrando por ele, localizou a região, chamando-a de Lençóis, em virtude do vasto lençol de espuma branca
que encontrara nas cachoeiras. Naquela época a cidade era integrante do território de Botucatu e foi elevada a
categoria de freguesia em 1858, no ano de 1865 foi elevada a categoria de Município.
Em 1877 foi criada a Comarca de Lençóis
que teve determinado o seu cancelamento
em 1901, passando a chamar-se simples-
mente Comarca de Agudos no ano 1944
passou a chamar-se UBIRAMA. A atual de
Lençóis Paulista é de 1948 e a Comarca foi
restabelecida em 1954.
Do desmembramento do território de Lençóis
Paulista surgiram vários municípios entre
eles Macatuba, Pederneiras e Bauru.
Destaca-se a produção de açúcar e álcool,
além de aguardentes e vinhos artesanais. A
cultura é um diferencial com vários empreen-
dimentos voltados para a preservação da his-
tória, entre eles a Biblioteca Origenes Lessa
com acervo de mais de 90 mil livros e mais
de 20 mil documentos, Decreto de D. João V
e autógrafos diversos, além de raras peças.
É uma das maiores Bibliotecas Públicas do
Interior do Brasil e dá ao município o cogno-
me de “Cidade do Livro”, conforme Decreto
Executivo 50/84 de 22/09/84, por haver um
número superior de livros ao de habitantes.
Destacam-se ainda no acervo cultural, per-
tences de Olavo Bilac, Guimarães Rosa
entre outros.
O Santuário Nossa Senhora da Piedade, abriga
a imagem da Padroeira, esculpida em madeira
na Itália e uma réplica da cátedra utilizada pelo
Papa Bento XVI quando veio ao Brasil para ca-
nonização do Frei Galvão e que foi construída
na Unidade do SENAI de Lençóis Paulista.
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MACATUBA Terras férteis e a proximidade com o rio Tietê, atraíram pequenos sitiantes e lavradores
MACATUBA
Terras férteis e a proximidade com o rio Tietê, atraíram pequenos sitiantes e lavradores dando origem ao povoado
“Santo Antonio do Tanquinho”. O centro do vilarejo ficou reservado às corridas de cavalo e nas laterais foram
construídas casas, onde nos dias de corrida e final de semana se fazia o comércio de bebidas e quinquilharias,
iniciando aí sua vocação para o Turismo.
Em 1912 o povoado foi elevado a Distrito de
Paz, com o nome de BOCAYUVA, em home-
nagem ao senador Quintino Bocayuva. Em
1925, instalou-se o município de Bocayuva
com terras desmembradas de Ubirama, hoje
Lençóis Paulista. Em 1944, pela existência de
nome idêntico em Minas Gerais, mudou para
MACATUBA, de origem indígena - “abun-
dância de macás” (Maca – fruta silvestre e
tuba – abundância).
A
cidade
possui
um
diferencial que é
Em 1917 foi construída a Usina Lençóis,
responsável pela geração de energia elétrica
para a cidade e região. Hoje sob a adminis-
tração da CPFL Geração de Energia S/A é
um dos principais atrativos do Município.
a existência de fábricas de “jeans” que
atendem as mais famosas marcas e re-
des de lojas do Brasil. Está em formata-
ção roteiros para visitação às fábricas e
lojas. Na área rural a cana-de-açúcar é o
principal produto.
Outros destaques para a atividade turística
são o Teatro Municipal “Renata Lycia dos
Santos Ludovico” e a Casa do Artesão.
Hoje a cidade postula o reconhecimento
público como sendo a “Capital Nacional do
Patriotismo”. A Lei Municipal nº. 2.266, de
25-9-2008 autoriza e determina inúmeras
ações administrativas nesse sentido.
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PEDERNEIRAS Até o ano de 1800 a cidade de Pederneiras era ocupada por índios. Com
PEDERNEIRAS
Até o ano de 1800 a cidade de Pederneiras era ocupada por índios. Com a revolução de São Paulo e Minas Gerais,
nos anos de 1841 e 1842, vários habitantes desses estados se embrenharam pelos sertões para fugir do recruta-
mento e o fizeram acompanhando o curso do rio Tietê, que se tornou via de acesso para os bandeirantes.
Foi quando três sertanistas - Manoel dos
Santos Simões e seus filhos Manuel Leonel
dos Santos e João Leonel dos Santos com-
praram e fizeram registro de posse das ter-
ras na sede paroquial de Botucatu e deram o
nome ao local de Fazenda Pederneiras, cuja
denominação indígena está relacionada à
grande quantidade de “pedra-de-fogo”.
Em 1855 Fazenda e depois Povoado se des-
ligou de Botucatu, passando a pertencer ao
município de Lençóis Paulista. Em 1877 a
doação de um terreno possibilitou a constru-
ção da capela de São Sebastião da Alegria,
surgindo o povoado. Em 22 de maio de 1891,
foi criado o município de São Sebastião da
Alegria e somente quatro anos depois voltou
ao nome de Pederneiras.
O
desenvolvimento da cidade se deu em
1904 com a chegada da estrada de ferro. Atu-
almente, diversas indústrias com destaque
para as de induzidos e a produção de cana-
de-açúcar, são os principais geradores de
empregos e renda.
Na cidade é possível observar construções
históricas com suas belezas arquitetônicas.
Reformada, a Estação Ferroviária, tornou-se
Centro Cultural, conservando característi-
cas originais e oferecendo atrativos culturais
aos visitantes.
O porto Intermodal as margens do rio Tietê é
utilizado como entroncamento para ferrovia e
rodovia no transporte de grãos de soja, fare-
lo,
milho, cana-de-açúcar, entre outros.
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PIRATININGA Por volta de 1887, na encosta da Serra do Veado, contraforte da Serra de
PIRATININGA
Por volta de 1887, na encosta da Serra do Veado, contraforte da Serra de Agudos, em meio à mata virgem, er-
gue-se um cruzeiro, a Santa Cruz, no local onde 18 anos mais tarde, se constituiria o Patrimônio Santa Cruz dos
Inocentes, hoje Piratininga.
Em 1905, o povoado se transfere para junto
dos trilhos da Companhia Paulista de Estra-
das de Ferro, surgindo assim a Vila Piratinin-
ga. O nome Piratininga tem origem indígena
e significa “Peixe Seco”.
Nos anos 70 a crise do petróleo iniciou uma
busca pelo produto em terras paulistas e nes-
sas perfurações foi encontrado em Piratininga
um poço com águas quentes dando origem
ao empreendimento “Águas Quentes de Pira-
tininga”, hoje seu maior atrativo turístico.
Devido ao fluxo de pessoas que visitam o
atrativo “Águas Quentes de Piratininga” no
ano de 2000 foi inaugurada a Praça do Tu-
rista, com estrutura de quiosques, palco para
apresentações culturais, entre outros.
Paralelamente, as instalações outrora da
Companhia Paulista de Estrada de Ferro fo-
ram reformadas e hoje abrigam vários de-
partamentos da Municipalidade, inclusive o
setor responsável pelo Turismo.
Por ser uma cidade acolhedora, tem sido
muito procurada pelas famílias para momen-
tos de tranqüilidade e lazer.
No meio rural, vários atrativos estão em
preparação para que os visitantes pos-
sam experimentar a vivencia em atividades
rurais e de lazer.
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Relação dos Participantes do Projeto A relação abaixo se refere aos empreendimentos que aderiram ao
Relação dos Participantes do Projeto
A relação abaixo se refere aos empreendimentos que
aderiram ao Projeto do Circuito Turístico Caminhos do
Centro Oeste Paulista.
Os citados empreendimentos ainda não compõem ro-
teiros estruturados e a maioria não está formatada
como produto.
As ações que vem sendo trabalhadas pelo SEBRAE-SP
através da realização de diagnósticos, consultorias, mo-
nitoramentos para acompanhamento das adequações,
capacitações, missões técnicas e o empenho dos atendi-
dos poderão levar esses empreendimentos a transforma-
ção em produtos turísticos atrativos e conseqüentemente
a formatação de roteiros turísticos.
Esse trabalho é acompanhado por consultores especia-
lizados credenciados pelo SEBRAE-SP e por entidades
especializadas nos segmentos de público alvo.
AGUDOS
Empreendimentos em Hospedagem
18. Agudos Palace Hotel
Atrativos e Recursos Turísticos
19. Hotel e Restaurante Venturini
01. Fazenda Agaú
Empreendimento em Comércio Diferenciado
02. Sitio Sinhá Moça
03. Estância Serrana
20.
Empório do Chile
04. Pesqueiro Toka do Peixe
05. Sítio São Lázaro
Empreendimento em Agenciamento Turístico
06. Espaço Histórico Plínio Machado Cardia
21. Prumotur Agências de Viagens e Turismo
07. Fazenda São Benedito
08. Seminário Santo Antonio
09. Pesqueiro Pexe Loko
Artesanato
10. São Francisco Restaurante e Turismo Rural
22. Grupo de Artesãos de Agudos
11. Espaço de Preservação Ambiental Piatãn – Duratex
12. Propriedade Produtora dos Doces Caseiros Nayá
AREALVA
Empreendimentos em Alimentação Fora do Lar
13. Sorveteria Central
Atrativos e Recursos Turísticos
14. Doçaria Sabor Azul
15. Pastel e Família
23. Propriedade Rural Produtora da Cachaça Tiquara
16. Lanchonete – Variedades Farragoni
24. Cachoeira Recanto da Natureza
17. Pastelaria Paladar
25. Chácara Água Grande
26. Comunidade Santa Luzia
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55. Centro Cultural “Prefeito Júlio Rocha” 27. Estância Santa Clara 56. Igreja Matriz de São
55. Centro Cultural “Prefeito Júlio Rocha”
27. Estância Santa Clara
56. Igreja Matriz de São Sebastião
28. Fazenda São Judas
29. Fazenda Taquaruçú II
30. Pesqueiro Arealva
BAURU
31. Rancho Pedrinho Aquilante
32. Chácara Primavera
Atrativos e Recursos Turísticos
33. Sitio Santa Maria
34. Sitio Santo Antonio
57. Bosque da Comunidade
35. Bosque Municipal – Centro de Lazer
58. Parque Vitória Régia
36. Babalin Turismo Rural
59. Pesca e Lazer Pé no Chão
37. Turismo Rural Família Cardoso
60. Jardim Botânico Municipal de Bauru
38. Chácra Du Tadeu
61. Museu Histórico Municipal de Bauru
39. Artesanato do Campo Turismo Rural
62. Automóvel Clube de Bauru
40. Orquidário Bom Senhor
63. Recanto Show de Bola e Restaurante Fogão de Lenha
41. Santa Isabel Ruraltur
64. Parque Zoológico Municipal de Bauru
42. Sitio Baixada Turismo Rural
65. Museu Ferroviário Regional de Bauru
43. Praia Municipal de Arealva
66. Centro Cultural “Carlos Fernandes de Paiva”
44. Sitio Saltinho
67. Projeto Ferrovia – Passeio de Trem
45. Aquilante Futebol
68. Estância Santa Inez
69. Estância Lagoa Azul
Empreendimentos em Alimentação Fora do Lar
Empreendimentos em Alimentação Fora do Lar
46. Barraca Por do Sol
70. Restaurante Barão
47. Lanchonete da Praia
71. Pizzaria 515
72. Netinho Grill
Empreendimento em Comércio Diferenciado
73. Cia dos Espetinhos
48. Casa de Carnes Boconcelo
Empreendimentos em Hospedagem
Artesanato
74. Vitória Régia Hotel
49. Grupo de Artesãos de Arealva
Empreendimentos em Agenciamento Turistíco
75. Adventure Travel
AVAÍ
Artesanato
Atrativos e Recursos Turísticos
76. Grupo de Artesãos de Bauru – UBA
50. Aldeia Ekeruá
51. Aldeia Kopenoti
52. Aldeia Nimuendajú
53. Aldeia Tereguá
54. Museu Municipal Francisco Pitta
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101. Sitio Primavera DUARTINA 102. Sitio São Benedito 103. Sitio São Pedro Atrativos e Recursos
101. Sitio Primavera
DUARTINA
102. Sitio São Benedito
103. Sitio São Pedro
Atrativos e Recursos Turísticos
104. Talento’s Bordados
77. Sitio Santa Rita
105. Chácara Santa Maria
78. Chácara Primavera
106. Apiário Ki-Mel Quilombo
79. Propriedade Rural Criadora de Avestruzes - Zigtruz
107. Cryative Bordados
80. Chácara Brumar
108. Indústria e Comércio de Bordados SS
81. Chácara Thereza
109. Hotel Estância Hidromineral Quilombo
82. Sitio Lua Cheia
110. Pesqueiro e Restaurante JCN
83. Chácara Santa Luzia
84. Pesqueiro Santa Luzia
Empreendimentos em Alimentação Fora do Lar
85. Fazenda Santa Julia
111. Point do Churrasquinho
86. Sitio Bi & Bru – Art e Flora
112. Antônio Carlos de Souza (Lanchonete Toninho e Eliza)
87. Museu Histórico Municipal de Duartina
113. Lanchonete da Dina
88. Eco Parque ”Ciro Simão”
114. Vitória Lanches e Porções
Empreendimentos em Alimentação Fora do Lar
Empreendimentos em Hospedagem
89. Restaurante Dona Menina
115. Hotel e Restaurante União
90. Padaria Riviera
116. Jaraguá Hotel
91. Restaurante e Pizzaria Barracão
Empreendimentos em Comércio Diferenciado
Empreendimentos em Hospedagem
117.
Quiosque do Trevo
92. Hotel Boa Vista
93. Hotel Mattos Guimaro Servcar
Empreendimentos em Serviços de Turismo
Artesanato
118. Associação dos Pescadores Artesanais e Psicultores
de Iacanga
94. Grupo de Artesanato de Duartina
Artesanato
119. Grupo Associarti
IACANGA
Atrativos e Recursos Turísticos
LENÇÓIS PAULISTA
95. Ecovillas Hotel
96. Estância Santa Luzia
Atrativos e Recursos Turísticos
97. Fazenda Barra de Ouro
120. Sitio Santo Antonio
98. Igreja Presbiteriana de Iacanga
121. Fazenda Marimbondo
99. Igreja Matriz de Iacanga
122. Fazenda Agropecuária Nossa Senhora Aparecida
100. Praia das Mangueiras
123. Chácara Quatro Irmãos
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124. Estação Ferroviária Empreendimentos em Hospedagem 125. Fazenda Barra Bonita dos Patos 161. Villas Plaza
124. Estação Ferroviária
Empreendimentos em Hospedagem
125. Fazenda Barra Bonita dos Patos
161. Villas Plaza Hotel
126. Parque de Exposições “José de Oliveira Prado”
162. Casagrande Hotel
127. Cooprelpe – Cooperativa de Reciclagem de Lençóis
Paulista
163. Hotel Pousada do Leão de Lençóis Paulista
128. Sitio Caju
Empreendimentos em Comércio Diferenciado
129. Cabanha Guguiná
130. Casa da Cultura Professora “Maria Bove Coneglian”
164. Lençóis Paulista Shopping
131. Vinícola Casagrande
165. Paccola Aguardente
132. Museu Alexandre Chitto
133. Santuário Nossa Senhora da Piedade
Empreendimentos em Agenciamento Turístico
134. EMEF “Esperança de Oliveira”
166. Viagem e Cia.
135. Paço Municipal e Câmara Municipal
136. Biblioteca Municipal “Orígenes Lessa”
Artesanato
137. Espaço Cultural “Cidade do Livro”
167. Feiras de Artes e Artesanato de Lençóis Paulista
138. Espaço Rural Barraca Quatro Quedas
139. Fazenda Rio Claro
Organizadores de Eventos
140. Fazenda Prata – Cetma – Comércio de Agentes para
Controle Bilógico Ltda- EPP
168. Sociedade Italiana de Lençóis Paulista
141. Espaço Lazer
169. Danceteria Four/KGP Produções
142. Fazenda Patos
143. Laboratório ASCANA
Artistas Plásticos e Grupo Musical
144. Engenho São Luiz Ltda
170. Verusca Scandarolli
145. Fazenda Fartura
171. Fernando Laz
172. Cássia Rando
Empreendimentos em Alimentação Fora do Lar
173. Orquestra Municipal de Sopro
146. Sushi Bar
147. Varanda Restaurante e Pizzaria
MACATUBA
148. Pão e Opção
149. Lanchonete e Restaurante Quero Mais
150. Pizzaria Hábil
Atrativos e Recursos Turísticos
151. Cia da Esfiha
174. Nova Jeans – Fábrica e Loja
152. Restaurante Bom Gosto
175. JAB – Jeans
153. Lanchonete Salsichão
176. Fazenda São José – Usina São José
154. Restaurante Fision
177. Sitio Cachoeira
155. Pizzaria Prâmio
178. Centro Cultural “Orlando Bozan”
156. Sorveteria Cacau e Cia
179.Teatro Municipal “Renata Lycia dos Santos Ludovico”
157. Lanchonete do Bichano
180. Chácara Santa Helena
158. Lanchonete Quinta Santa Cecília
181. Fazenda São João dos Patos
159. Clube Esportivo Marimbondo
182. Sitio Águas de Santa Ana I
160. Churrascaria Gaucha
183. Usina Hidrelétrica do Rio Lençóis – CPFL Geração
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208. Pastelaria Tropical Empreendimentos em Alimentação Fora do Lar 209. Pizzaria e Choperia Pedra de
208. Pastelaria Tropical
Empreendimentos em Alimentação Fora do Lar
209. Pizzaria e Choperia Pedra de Fogo
184. Pães e Doces Avenida
185. Sorveteria Tropical
Empreendimentos em Hospedagem
186. G3 e Cia Bar e Lanchonete
210. Hotel San Paolo
187. Academia da Cerveja
211. Monte Líbano Palace Hotel
188. Panificadora e Confeitaria Dominique
189. Restaurante K-Sabor
Empreendimentos em Agenciamento Turístico
Empreendimento em Hospedagem
212. Gira Mundo Viagens e Turismo
190. Recanto Hotel e Restaurante
191. Hotel Mania
Artesanato
213. Associação dos Artesãos de Pederneiras – UNIART
Artesanato
192. Associação de Artesãos de Macatuba
PIRATININGA
Grupos Culturais
193. Grupo Teatral Fazarte
Atrativos e Recursos Turísticos
194. Coral em Cantos
214. Recanto Divian
215. Fazenda São Luiz
216. Agropastoril Duque de Caxias – Recanto Sabiá
PEDERNEIRAS
217. Angatú Ecoturisno e Turismo Rural
218. Pesqueiro São Francisco
219. Águas Quentes de Piratininga
Atrativos e Recursos Turísticos
220. Wetpark – Clube de Lazer
195. Fazenda Curral de Pedra
196. Fazenda Boa Vista do Porto
Empreendimentos em Alimentação Fora do Lar
197. Sítio do Pica Pau Amarelo
221. Padaria Morilha
198. Pesqueiro Mombuca
199. Igreja Matriz São Sebastião
200. Parque Ecológico Vale do Sol
Empreendimentos em Hospedagem
201. Praia Municipal de Pederneiras
222. Wayã Hotel Pousada
202. Centro Cultural Pederneiras (Estação Ferroviária)
203. Engenho Bessi
Empreendimentos em Alimentação Fora do Lar
204. Doceria Ponto Certo
205. Boka Boka Restaurante
206. Lanchonete da Gaúcha
207. Lanchonete Skinão
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Informações Sobre o Projeto SEBRAE-SP – ESCRITÓRIO REGIONAL BAURU Av. Duque de Caxias, 20-20 -
Informações Sobre o Projeto
SEBRAE-SP – ESCRITÓRIO REGIONAL BAURU
Av. Duque de Caxias, 20-20 - Vila Cardia
CEP: 17011-066 - fone: (14) 3234-1499
www.sebraesp.com.br
CIESP – CENTRO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO
REGIONAL BAURU
Av. Joaquim Marques Figueiredo, 7-8 - Distrito Industrial I - BAURU-SP
CEP: 17034-290 - fone: (14) 3203-7757
www.ciespbauru.com.br
CODER – CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO REGIONAL
Av. Joaquim Marques Figueiredo, 7-8 - Distrito Industrial I - BAURU-SP
CEP: 17034-290 - fone: (14) 3203-7757
www.coder.org.br
INSTITUTO SOMA
Rua Araújo Leite, 20-32 - Altos da Cidade - BAURU-SP
fone: (14) 3227-4367 - www.institutosoma.org.br
GRUPOS GESTORES LOCAIS
AGUDOS: (14) 3261-2340
AREALVA: (14) 3296-1374
AVAÍ: (14) 3287-1249
BAURU: (14) 3235-1084
DUARTINA: (14) 14-3282-8282
IACANGA: (14) 3294-1029
LENÇÓIS PAULISTA: (14) 3263-0445
MACATUBA: (14) 3298-9800
PEDERNEIRAS: (14) 3252-2281
PIRATININGA: (14) 3265-2898
Projeto do Circuito Turístico Caminhos do Centro Oeste Paulista
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Considerações Finais A realização do I Fórum do Circuito Turísti- co Caminhos do Centro Oeste
Considerações Finais
A realização do I Fórum do Circuito Turísti-
co Caminhos do Centro Oeste Paulista e do
lançamento desse informativo é um marco
para o futuro em direção a consolidação
do Circuito e da inserção do Centro Oeste
Paulista no mapa do Turismo Estadual.
As etapas atingidas até agora demonstram
que com a integração de todos e a determi-
nação de uma Governança forte é possível
a
união em torno de resultados concretos
e
transformadores.
Os desafios continuarão e será necessário
força, coragem, determinação, inovação e
em especial muita “AÇÃO” até a concreti-
zação dos objetivos finais propostos pelo
Projeto. No entanto o que já foi conquistado
é o alicerce motivador para as ações futu-
ras, respeitando as vocações do território na
promoção do desenvolvimento, como ilustra
a mensagem enviada em 02/10/2008 pela
Diretoria do SEBRAE-SP quando se mani-
festou sobre o planejamento elaborado pela
Aldeia Ekeruá de Avaí:
“O exemplo nos mostra que inovar também é respeitar à diversidade e à cultura
enquanto se promove o desenvolvimento social e
econômico das comunidades.”
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anotações
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REALIZAÇÃO PARCEIROS PREFEITURA MUNICIPAL Instituto PREFEITURA MUNICIPAL PREFEITURA MUNICIPAL DE AGUDOS
REALIZAÇÃO PARCEIROS PREFEITURA MUNICIPAL Instituto PREFEITURA MUNICIPAL PREFEITURA MUNICIPAL DE AGUDOS
REALIZAÇÃO PARCEIROS PREFEITURA MUNICIPAL Instituto PREFEITURA MUNICIPAL PREFEITURA MUNICIPAL DE AGUDOS
REALIZAÇÃO
PARCEIROS
PREFEITURA MUNICIPAL
Instituto
PREFEITURA MUNICIPAL
PREFEITURA MUNICIPAL
DE AGUDOS
PREFEITURA MUNICIPAL
PREFEITURA MUNICIPAL
PREFEITURA MUNICIPAL
PREFEITURA MUNICIPAL
PREFEITURA MUNICIPAL
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DE AREALVA
DE AVAÍ
DE IACANGA
DE PEDERNEIRAS
DE PIRATININGA

soma

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DE DUARTINA

DE LENÇÓIS PAULISTA

DE MACATUBA

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