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Escola EB 2,3 de Ribeirão 2008/2009

2º Período

Disciplina de Língua Portuguesa


9º Ano

1.IDENTIFICAÇÃO DO LIVRO

a. Título da obra: O assassino leitor


b. Editora: ASA. Nº da edição: 6ª edição.
c. Local: Porto. Data (6ª edição): Setembro de 2002.

2.INDENTIFICAÇÃO DO
AUTOR:
a. Nome / Pseudónimo: Álvaro Magalhães.
b. Dados Biográficos.
Nascimento (Local e data): Nasceu no Porto, no
ano de 1951.
Profissão: Escritor.
Morte (Local e data): -----------------
Episódios marcantes da sua vida: Em 1982, publicou o seu
primeiro livro para crianças, intitulado “Histórias com muitas letras”. Mais
recentemente, acrescentou à sua obra a série “Triângulo Jota” de narrativas
de mistério e indagação, sendo considerado “o primeiro a conseguir
reformular e a enriquecer com sucesso os modelos conhecidos”.
Considerado um dos mais importantes escritores da sua geração, pela
originalidade singular irreverência da sua obra, Álvaro Magalhães foi varias
vezes premiado pela Associação Portuguesa de escritores e pelo ministério
da cultura, logo desde o início da sua carreira literária. Recentemente,
integrou a delegação portuguesa ao salão do livro de Genebra, de 2001, em
que Portugal foi convidado de Honra.

Obras publicadas pelo autor: “Um menino chamado Menino”, “O


homem que não queria sonha”r, “O circo das palavras
voadoras”, “Maldita matemática!”, “O limpa-palavras”,
“Histórias pequenas de bichos pequenos”, “O reino perdido”
3.ANÁLISE DA OBRA:

Tipo de texto: mistério e aventura.


Género literário: Narrativo.
Sumário da obra: O Jorge, um rapaz que andava na escola, tinha
como trabalho de casa ler um livro que a professora de Português
lhe tina mandado, mas ele não queria lê-lo, então ligou a televisão
e viu uma reportagem na SIC sobre um crime, mas ainda não se
sabia quem tinha sido o autor. Jorge ficou curioso, e ligou ao seu
amigo Joel e ficaram atentos a novos desenvolvimentos. Já tinham
morto duas pessoas: numa delas estava escrito “1ºCapítulo”,
noutro “2ºCapítulo”. Depois descobriu-se que, as duas vítimas
eram amigas de infância e que o escritor de um livro que o Joel
andava a ler que era parecido com os crimes também era amigo
das vítimas. Depois Joel ficou todo contente com uma notícia que
recebeu: a professora de Português tinha sido substituída por
outro professor muito mais fixe: o João Castil. Mas a felicidade
durou pouco tempo, pois o professor foi assassinado no dia
seguinte e, tudo levava a querer que também estava relacionado
com os outros crimes. O Jorge, o Joel e a Joana (imã de Jorge) não
ficaram quietos e, foram investigar junto da família da primeira
vítima e, falaram com a filha dessa vítima que tinha uma
fotografia em sua posse de seu pai e de mais quatro amigos. Mas,
Marta, disse que ainda havia mais uma coisa: um segredo! Seu pai
tinha dito a Marta, caso lhe acontecesse alguma coisa, para
procurar nos livros uma carta para ela, que contava um segredo.
Na parte detrás da fotografia estavam cinco nomes, dois deles das
vítimas, outro de seu pai e mais outros dois. O triângulo jota não
desistiu e foi ter com a irmã da segunda vitima mas sem sucesso.
Então tentaram chegar a outra pessoa, o Xavier Vilela, que
também estava na fotografia, mas também sem sucesso. Mas
entretanto descobriram um livro numa camioneta, e conseguiram
saber quem era o outro homem da fotografia, através do livro que
era do escritor Ruben Galeano, e também o da fotografia. Foram a
casa do Cavadinhas (inspector da PJ) contar as novidades. Depois
foram tentar falar com o escritor, olharam o muro do seu jardim e
subiram-no. Dentro do jardim, estava um homem com gatos. Era
mesmo o escritor Ruben Galeano. Eles tinham livros do escritor, e
como pretexto para falar com ele, pediram que os autografasse.
Foram para o escritório. No fim de os autografar, teve de ir ao
jardim, enquanto os três jotas ficaram no escritório. O escritor
esteve a falar-lhes do novo livro que ia publicar em breve, e eles
ficaram curiosos, porque a história tinha a haver com os crimes
que estavam a acontecer. Então foram ao computador e por acaso
estava um ficheiro que era esse livro, e eles, ansiosos tiraram logo
esse ficheiro para uma disquete e guardaram-na no bolso. O
“Carpe Diem”. E foram para casa do Jorge. Os três jotas estavam
todos a gostar muito do novo livro de Ruben Galeano. Falava de
uma caixa que eles encontraram e que prometeram nunca revelar
a ninguém, e que no momento que se abrisse, todos iriam buscá-
la. Mas faleceram 3 desse grupo, e só depois puderam ficar à
espera que a caixa abrisse.
Quase tudo que estava nesse livro estava a bater certo com a
realidade (será que o livro estava a contar a realidade?). Faltavam
5 dias para a abertura da caixa, e foi a última coisa que disse no
livro, pois o escritor tinha-lhes revelado que ainda lhe faltava
escrever um capítulo. Os 3 jotas ficaram impacientes. Foram a
casa do cavadinhas contar as novas descobertas, mas ele estava
para o funeral da 3ª vítima que foi o professor deles, e eles
também lá quiseram ir. E lá no meio encontraram os últimos 2
homens que restavam daquele grupo; o Vilela e o escritor
Galeano. Acabado o funeral, os dois conversaram, e disseram que
seria nesse preciso dia, o dia D. O cavadinhas e os seus ajudantes
estavam atentos e seguiram um e outro. Foram dar ao cais!
Vilela e Galeano lançaram-se ao mar e foram ter a uma gruta.
Os inspectores lançaram-se ao mar, mas os três jotas chegaram à
gruta primeiro.
Lá estavam os dois (Vilela e Galeano) e encontraram a caixa, mas
eles desde início já sabiam quem era o assassino. Então fizeram
uma encenação e fingiram que mandaram um tiro ao outro e que
morreram. Depois apareceu a rir-se o verdadeiro assassino, o
professor João Castil! Pensava que ia ficar com a caixa, mas
imediatamente os outros 2 homens levantaram-se e culparam o
professor de tudo e ele ficou espantadíssimo. Mais tarde veio a
polícia com o senhor Cavadinhas, e pronto, assim acabou o último
capítulo da história que Ruben Galeano ia escrever.
Tipo de linguagem:
a. Recursos expressivos:
Pleonasmo: “A Marta subiu para cima de uma cadeira para chagar
à estante…”, “Esta mulher é um peso pesado.”
Adjectivação: “Estava um dia claro, lindo, lindo, lindo.”
Enumeração “…entre outros, o velho Shakespeare, o encantador
Melville, o agitado Kafka, o irrequieto Camões, o sisudo Cervantes,
a pachorrenta Agustina , o assustadiço Pessoa, o vivaço Tolstoi, o
incansável Salgari e o imponente Borges.
Comparação: “O professor João Castil ficou tão assustado como
eles.
Apóstrofe: “O que é que o quê, ó morcego?”
Personagem(ns) preferida(s): A Joana, o Joel e o Jorge.
Aspectos marcantes: O triângulo Jota tinha curiosidade em descobrir
novas coisas, estavam sempre prontos a envolver-se em aventuras
perigosas, são muito inteligentes e mostram ter capacidade para dar
a volta a situações de maior dificuldade.
Outras personagens em destaque: O Sr. Cavadinhas porque na minha
opinião também esteve muito bem em todas as investigações que
realizou ao longo deste caso, embora na minha opinião, ele tivesse
sido um pouco arrogante com os seus assistentes e também com o
triângulo Jota, mas é um óptimo profissional!

4.APRECIAÇÃO CRÍTICA DA OBRA:

Algumas palavras novas encontradas: epigramáticas, voluptuosa, titi


laço, precatado, derreada, ripostou, soslaio, acabrunhado, torpor,
embargado, tapume, condoído, imberbe, meticulosamente.
Frases marcantes: “Lembra-te que és pó e que em pó te hás-de tornar”,
“Estivemos quase 30 anos a guardar um monte de pó muito antigo?”

Três boas razões para ler este livro:


1) É um livro muito interessante e muito direccionado para a juventude;
2) É um livro que gera “suspense” até ao fim e isso motiva quem o está
a ler;
3) É um livro do tipo aventura e toda a juventude na generalidade gosta
de aventura, pois por ser de aventura é que eu o escolhi para ler
porque gosto de aventura.
Aspectos mais positivos: este livro é fantástico porque incentiva quem o
estar a ler para não parar, o livro consegue ser mesmo viciante porque
retrata assuntos da sociedade actual , dos quais a maioria dos jovens
gosta.
Aspectos mais negativos: por vezes entra em descrições e pormenores
que não importam para o desenvolvimento de toda a sua história.

03/02/2009. Luís Silva Nº21 9ºB.