Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.

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Aula 5
6. Provisões Ativas e Passivas, tratamento das Contingências Ativas e Passivas. 7. Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. 16. Tratamento das depreciação, amortização e exaustão, conceitos, determinação da vida útil, forma de cálculo e registros.

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5.1. Provisões em Geral ............................................................................................................. 5 5.2. Provisões do Ativo ............................................................................................................... 6 5.2.1. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado ............................................................ 7 5.2.1.1. Instrumentos financeiros, Direitos, Títulos de Crédito e Estoques .......... 7 5.2.1.1.1. Instrumentos Financeiros Disponíveis para Venda ou Mantidos para Negociação ....................................................................................................................................... 7 5.2.1.1.2. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado - Demais Instrumentos Financeiros, Direitos e Títulos de Crédito .......................................................................... 11 5.2.1.1.3. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado - Estoques............................ 12 5.2.2. Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ou Provisão para Perdas com Créditos Incobráveis ou Provisão para Devedores Duvidosos ......................... 13 5.2.3. Investimentos Permanentes ...................................................................................... 17 5.3. “Provisões” do Passivo ..................................................................................................... 18 5.4. Passivo Contingente.......................................................................................................... 26 5.5. Ativo Contingente .............................................................................................................. 27 5.6. Critérios de Avaliação e Baixas das contas do Ativo – Imobilizado e Intangível. ...................................................................................................................................... 28 5.6.1. Depreciação ...................................................................................................................... 28 5.6.1.1. Método das Quotas Constantes ou Método Linear ou Método da Linha Reta .................................................................................................................................................. 32 5.6.1.2. Método da Soma dos Dígitos ou Método de Cole .......................................... 35 5.6.1.3. Tipos de Depreciação ............................................................................................... 38 5.6.1.4. Alienação de Bens do Ativo Não Circulante Imobilizado ............................ 41 5.6.1.5. Depreciação de Bens Adquiridos Usados .......................................................... 44 5.6.2. Amortização ..................................................................................................................... 45 5.6.3. Exaustão ............................................................................................................................ 48 5.6.3.1. Exaustão de Recursos Minerais ............................................................................ 48 5.6.3.2. Exaustão de Recursos Florestais.......................................................................... 50 5.7. Práticas Contábeis, Mudanças de estimativas e correção de erros: Mudanças nas práticas contábeis. Mudanças nas estimativas. Correção de erros. ................................................................................................................................................ 52
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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 5.7.1. Definições.......................................................................................................................... 52 5.7.2. Políticas Contábeis ......................................................................................................... 54 5.7.2.1. Mudança nas políticas contábeis .......................................................................... 55 5.7.2.2. Mudança nas estimativas contábeis ................................................................... 55 5.7.3. Retificação de erro......................................................................................................... 56 5.7.3.1. Limitação à reapresentação retrospectiva ....................................................... 57 5.8. Bizu da Prova ....................................................................................................................... 58 5.9. Memorize para a Prova .................................................................................................... 62 5.10. 5.11. Exercícios de Fixação .................................................................................................. 68 Resolução dos Exercícios de Fixação .................................................................... 85

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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior Primeiramente, vamos resolver uma questão com assuntos de aulas anteriores: (Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) O lançamento contábil apropriado para registrar o pagamento de duplicatas no valor de R$ 2.800,00, com descontos de 15%, é o que segue abaixo: a) Diversos a Caixa Duplicatas a Pagar Descontos Ativos b) Caixa a Diversos a Duplicatas a Pagar a Descontos Ativos c) Diversos a Duplicatas a Pagar Caixa Descontos Passivos d) Duplicatas a Pagar a Diversos a Caixa a Descontos Ativos e) Duplicatas a Pagar a Diversos a Caixa a Descontos Passivos

2.380,00 420,00

2.800,00

2.380,00 420,00

2.800,00

2.380,00 420,00

2.800,00

2.380,00 420,00

2.800,00

2.380,00 420,00

2.800,00

Temos que fazer um lançamento contábil para o seguinte fato: pagamento de duplicatas no valor de R$ 2.800,00, com descontos de 15%. Inicialmente, vamos calcular qual seria o valor do desconto e o valor efetivamente pago: Desconto = 15% x 2.800 = 420 Valor Efetivamente Pago = 2.800 – Desconto = 2.800 – 420 = 2.380 1 – Identificar as contas: Pagamento de duplicatas: conta “Duplicatas a Pagar”. Como houve um pagamento, houve saída de dinheiro da empresa: conta “Caixa” (poderia ser a conta “Bancos Conta Movimento” também).
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pelo princípio da competência. Atenção para a diferença: Descontos Ativos = Descontos Obtidos = Receita Descontos Passivos = Descontos Concedidos = Despesa 2 – Classificá-las em Ativo. ou seja.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. houve um desconto no pagamento.800 Prof. Receitas ou Despesas: Duplicatas a Pagar: Passivo Circulante ⇒ Natureza credora Caixa: Ativo Circulante ⇒ Natureza devedora Descontos Ativos: Conta de Resultado (Receita) ⇒ Natureza credora 3 – Verificar se o saldo está aumentando ou diminuindo: Duplicatas a Pagar: Passivo Circulante ⇒ Natureza credora ⇒ saldo diminui (pagamento da obrigação) Caixa: Ativo Circulante ⇒ Natureza devedora ⇒ saldo diminui (saída de dinheiro do caixa para pagar as duplicatas) Descontos Ativos: Conta de Resultado (Receita) ⇒ Natureza credora ⇒ saldo aumenta (registro da receita do período. foi pago um valor menor que o valor da obrigação original. Moraes Junior O pagamento foi com um desconto de 15%.800 Método das Partidas Dobradas: Total de Débitos = Total de Créditos Total de Débitos = 2. Portanto. Moraes Junior www. Passivo.800 Total de Créditos = 2.com.380 + 420 = 2. temos uma receita: conta “Descontos Ativos” (ou “Descontos Obtidos”). pelo princípio da competência) ⇒ crédito Lançamento: Duplicatas a Pagar (Passivo Circulante) a Diversos Caixa (Ativo Circulante) Descontos Ativos (Receita) 2. tivemos a extinção de um passivo (parte da obrigação a pagar) sem a correspondente extinção de um ativo. Patrimônio Líquido. Logo.380 420 2. pelo princípio da competência) 4 – Aplicar o mecanismo de débito e crédito (lançamento) e verificar o “Método das Partidas Dobradas”: Duplicatas a Pagar: Passivo Circulante ⇒ Natureza credora ⇒ saldo diminui (pagamento da obrigação) ⇒ débito Caixa: Ativo Circulante ⇒ Natureza devedora ⇒ saldo diminui (saída de dinheiro do caixa para pagar as duplicatas) ⇒ crédito Descontos Ativos: Conta de Resultado (Receita) ⇒ Natureza credora ⇒ saldo aumenta (registro da receita do período. Logo.br 4 .pontodosconcursos.

Amortização e Exaustão 5. Moraes Junior www. Evento Passado: é aquele que cria obrigações. Resumindo. Depreciação. Provisões. por exigência legal ou por criar alguma relação válida perante terceiros.pode ser feita estimativa confiável no montante da obrigação. e .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. as seguintes condições: . . também é necessário que seja possível fazer uma estimativa confiável de seu valor. cumulativamente. Provisões em Geral Uma provisão é uma obrigação presente e é provável que ocorra uma saída de recursos para liquidá-la. Estimativa confiável: uma estimativa confiável considera (variabilidade de situações prováveis de ocorrer) e incertezas. uma provisão deve ser reconhecida quando atender.800 (I) 2.380 420 Duplicatas a Pagar 2. Para constituir a provisão.br 5 . teríamos (considerei que a conta “Caixa” tem um saldo inicial – “SI” e que só havia estas duplicatas a pagar – saldo inicial igual a R$ 2. Contudo.00): Caixa SI 2.a entidade tem uma obrigação presente (legal ou não formalizada) como consequência de um evento passado. São estimativas. 5. Obrigação Presente: indica que é mais provável ocorrer do que não ocorrer a obrigação. não há certeza quanto aos prazos ou aos valores que serão desembolsados.pontodosconcursos. que irá incorporar benefícios econômicos.380 (I) Descontos Ativos 420 (I) SI – 2.é provável a saída de recursos para liquidar a obrigação.com.800. Moraes Junior Em razonetes. os riscos Prof.1.800 0 A alternativa “d” é a correta.

na verdade. como contas redutoras do Ativo. Prof.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior www. como a “Provisão para Décimo-Terceiro” e “Provisão para o Imposto de Renda”. que já são consideradas obrigações.2. respectivamente. que será classificada no passivo circulante. e são constituídas debitando-se uma conta de “Despesa” e creditando-se uma conta patrimonial representante da respectiva provisão. se a perda não for consumada. 5.pontodosconcursos. que. no Balanço Patrimonial.com. Para conquistar o mercado. ela oferece aos seus clientes uma garantia de um ano para o funcionamento dos componentes que vende. ela deve registrar o valor provável a ser gasto com essa garantia na conta provisão para garantias. Moraes Junior Uma observação importante diz respeito às provisões derivadas de apropriação pelo regime de competência. deve-se debitar a conta da respectiva provisão e creditar a conta com base na qual ela foi constituída.br 6 . Caso a perda seja consumada. o saldo da provisão poderá ser revertido para uma conta de “Receita” (a reversão da provisão poderá ser parcial ou total). São exemplos desse “tipo de provisão” as “provisões” do passivo. ou seja. não existe grau de incerteza relevante. ela deve registrar o valor provável a ser gasto com essa garantia na conta (A) Reserva para contingências (B) Reserva para garantia (C) Reserva para eventos subsequentes (D) Provisão para contingências (E) Provisão para garantias Portanto. Já caiu em prova! (Técnico de Contabilidade Junior-Transpetro-2011Cesgranrio) Uma empresa produz componentes para televisores LCD. são “Décimo-Terceiro a Pagar” e “Imposto de Renda a Pagar”. Provisões do Ativo As provisões do ativo figuram. As provisões são sempre contas de natureza CREDORA. Devido a esse procedimento. se a empresa produz componentes para televisores LCD e oferece aos seus clientes uma garantia de um ano para o funcionamento dos componentes que vende. A alternativa “e” é a correta. Entretanto. tendo em vista que as provisões são sempre de natureza credora.

pois haverá um ajuste diretamente em conta do patrimônio líquido ou em conta de resultado. quando se tratar de aplicações destinadas à negociação ou disponíveis para venda.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. não será constituída uma provisão para ajuste ao valor de mercado.1. Instrumentos financeiros. e.2.2.2.1.1. inclusive derivativos. serão avaliadas: a) pelo seu valor justo. . em uma transação em que não há favorecidos. 5.Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa. e em direitos e títulos de créditos.br 7 . Tudo bem.1. Moraes Junior Constituição da Provisão: Débito: Despesas com Provisão (Despesa) Crédito: Provisão (Ativo – Retificadora) Perda Consumada: Débito: Provisão (Ativo – Retificadora) Crédito: Conta com base na qual ela foi constituída (Ativo) Reversão da Provisão: Débito: Provisão (Ativo – Retificadora) Crédito: Reversão da Provisão (Receita) As provisões do Ativo mais utilizadas são: . entre partes independentes com conhecimento do negócio e interesse em realizá-lo. 5. mas o que seria valor justo? Valor justo é o montante pelo qual um ativo poderia ser trocado. Instrumentos Financeiros Mantidos para Negociação Disponíveis para Venda ou Nesse caso.Provisão p/ Perdas Prováveis na Realização de Investimentos.com.pontodosconcursos. . Vejamos! De acordo com o inciso I do artigo 183 da Lei das S. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado 5. Moraes Junior www. classificados no ativo circulante ou no realizável a longo prazo. Títulos de Crédito e Estoques Instrumento financeiro é qualquer contrato que origine um ativo financeiro para uma entidade ou um passivo financeiro ou título patrimonial para outra entidade.1. as aplicações em instrumentos financeiros..A.Provisão p/ Ajuste ao Valor de Mercado. Prof.. Direitos. ou um passivo liquidado.. professor.1.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior As regras para as aplicações financeiras destinadas à negociação ou disponíveis para venda seriam: - O ganho ou a perda relativo a ativo financeiro disponível para venda deve ser reconhecido em conta específica no patrimônio líquido (ajustes de avaliação patrimonial) até o ativo ser baixado, exceto no caso de ganhos e perdas decorrentes de variação cambial e de perdas decorrentes de redução ao valor recuperável (impairment). - O ganho ou a perda relativo a ativo financeiro mantido para negociação (negociação imediata) deve ser reconhecido em conta de resultado. - No momento da baixa, o ganho ou a perda acumulado na conta específica do patrimônio líquido deve ser transferido para o resultado do período como ajuste de reclassificação. - Os dividendos de título patrimonial registrado como disponível para venda devem ser reconhecidos no resultado no momento em que é estabelecido o direito da entidade de recebê-los.

Ou seja, resumindo, temos o seguinte: - Instrumentos Financeiros Disponíveis para Venda (a negociação não é imediata): ajustes na conta Ajustes de Avaliação Patrimonial (ganho ou perda). - Instrumentos Financeiros Mantidos para Negociação (a negociação é imediata): ajustes em contas de resultado (receita ou despesa). Eu sei que essa classificação em disponíveis para venda (a negociação não é imediata) e mantidos para negociação (a negociação é imediata) é um pouco subjetiva. Por isso, na hora da prova, a questão deve ser explícita! Exemplo: Em 11/07/2010, a empresa J4M2 S/A adquire 1.000 ações preferenciais da Companhia Vale do Rio Doce (VALE5) na bolsa de valores pelo valor de R$ 43,00. Suponha que o preço das referidas ações em 31/12/2010 é de R$ 42,00 e que a empresa J4M2 S/A vendeu as ações em 31/01/2011 por R$ 44,00. Efetue os lançamentos necessários. Repare que as ações da Vale do Rio Doce, para a empresa J4M2, são instrumentos destinados a negociação ou disponíveis para venda. Vamos considerar que, no momento da compra, as ações ficaram disponíveis para venda (a negociação não será imediata).

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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior Em 11/07/2010: Investimentos Temporários - Ações VALE5 (Ativo Circulante) a Bancos (Ativo Circulante) (1000 ações x R$ 43,00 = R$ 43.000,00) Em 31/12/2010: o preço da cada ação caiu para R$ 42,00 Ajustes de Avaliação Patrimonial (Patrimônio Líquido) a Investimentos Temporários - Ações VALE5 (Ativo Circulante) (R$ 42.000,00 – R$ 43.000,00)

43.000

1.000 (*)

(*) ATENÇÃO! Neste caso, se o valor de mercado das ações em 31/12/2010 fosse maior que o valor de aquisição, também haveria lançamento a fazer. Suponha que o valor de mercado em 31/12/2010 fosse R$ 45,00. Lançamento: Investimentos Temporários - Ações VALE5 (Ativo Circulante) a Ajustes de Avaliação Patrimonial (PL) Resultado em 2010 = Receitas – Despesas = 0 Em 31/01/2011: venda das ações por R$ 44,00 cada. Receita = 1.000 ações x R$ 44,00 = R$ 44.000,00 Bancos (Ativo Circulante) a Receitas – Renda Variável (Receitas)

2.000

44.000

Despesa – Custo de Aplicação de Renda Variável (Despesa) a Investimentos Temporários - Ações VALE5 (Ativo Circulante) 42.000 Despesa – Ajuste de Reclassificação (Despesa) a Ajustes de Avaliação Patrimonial (Patrimônio Líquido)

1.000

Na venda (no momento da “baixa” das ações do patrimônio da empresa), o valor existente em “Ajustes de Avaliação Patrimonial” é apropriado no resultado do período. Resultado em 2011 = Rec. – Desp. = 44.000 – 1.000 – 42.000 = 1.000 (*) Caso a empresa recebesse dividendos de R$ 2.000,00 em relação a essas ações, o lançamento seria: I – Distribuição dos dividendos pela Vale do Rio Doce: Dividendos a Receber (Ativo Circulante) a Receita de Dividendos (Receita) 2.000
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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior II – Pagamento dos dividendos pela Vale do Rio Doce: Bancos (Ativo Circulante) a Dividendos a Receber (Ativo Circulante) 2.000 Já caiu em prova!(Analista de Controle Externo-Contador-TCE/GO-2009FCC) Suponha a aquisição, em 30/11/X8, de um ativo financeiro no valor de R$ 1.000,00, classificado na data de aquisição em 'disponível para venda'. Este título remunera à taxa de 2% ao mês e o valor de mercado desse título 30 dias após a sua aquisição é de R$ 1.015,00. De acordo com estas informações, em 30/12/X8, a empresa registrará, (A) na Demonstração de Resultados, receita financeira de R$ 15,00. (B) no Patrimônio Líquido, ajuste de avaliação patrimonial de R$ 15,00. (C) na Demonstração de Resultados, receita financeira de R$ 20,00 e no Patrimônio Líquido, ajuste de avaliação patrimonial de R$ 5,00 (saldo devedor). (D) na Demonstração de Resultados, receita financeira de R$ 15,00 e no Patrimônio Líquido, ajuste de avaliação patrimonial de R$ 20,00 (saldo credor). (E) na Demonstração de Resultados, receita financeira de R$ 15,00 e no Patrimônio Líquido, ajuste de avaliação patrimonial de R$ 5,00 (saldo credor). I - De acordo com a questão, em 30/11/X8, houve a aquisição de um ativo financeiro, no valor de R$ 1.000,00, que foi classificado como “disponível para venda”, no ativo circulante. Saldo Inicial do Ativo Financeiro Disponível para Venda = 1.000 Portanto, nesse caso, o ativo financeiro deverá ser avaliado a valor justo e a contrapartida do ajuste a valor justo será a conta “Ajustes de Avaliação Patrimonial”, no Patrimônio Líquido. II - Além disso, há a informação de que o título remunera à taxa de 2% ao mês (receita financeira). Portanto, em 30/12/X8, um mês após a aquisição do ativo, teremos: Receita Financeira = 2% x 1.000 = 20 Lançamento: Débito: Ativo Financeiro Disponível para Venda (Ativo Circulante) Crédito: Receita Financeira (Receita)

20 20

Portanto, o saldo do ativo financeiro, considerando a receita financeira, será: Saldo do Ativo Financeiro = 1.000 + 20 = 1.020 III – Finalmente, o valor de mercado (valor justo) desse título 30 dias após a sua aquisição (em 30/12/X8) é de R$ 1.015,00. Portanto, o ajuste a valor justo será: Cálculo da Diferença = Saldo do Ativo Financeira – Valor de Mercado ⇒ ⇒ Cálculo da Diferença = 1.020 – 1.015 = 5
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serão avaliadas: a) . ajustado ao valor provável de realização. Prof.A.Demais Instrumentos Financeiros.00 Se o título a receber é ajustado pelo IGP-M e houve deflação de 1%.950.950. 5. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado .930.2. receita financeira de R$ 20. a empresa registrará. no caso das demais aplicações e os direitos e títulos de crédito. direitos e títulos de crédito. quando este for inferior. Moraes Junior www. A conta existente era: Títulos a Receber = R$ 1.br 11 . Exemplo: Suponha que. que sofria ajustes de acordo com IGP-M (Índice Geral de Preço do Mercado). caso o valor de mercado seja inferior ao custo de aquisição.00 (saldo devedor).com. as aplicações em instrumentos financeiros. poderá haver uma provisão para ajuste ao valor de mercado. atualizado conforme disposições legais ou contratuais.50.00.2. O ajuste ao valor justo deve ser feito tanto se o valor justo for maior que o valor contábil do ativo financeiro. e em direitos e títulos de créditos. Moraes Junior Lançamento: Débito: Ajuste de Avaliação Patrimonial (Patrimônio Líquido) 5 Crédito: Ativo Financeiro Disponível para Venda (Ativo Circulante) 5 Portanto. em 30/06/2010. inclusive derivativos. a empresa J4M2 possuía um título a receber no valor de R$ 1.. Calcule a provisão para ajuste ao valor de mercado e faça os lançamentos necessários.950 = 1. quanto se o valor justo for menor que o valor contábil do ativo financeiro.00 e no Patrimônio Líquido. Portanto.950 – 1% x 1..Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. com vencimento em 15/07/2010. A alternativa “c” é a correta. Suponha ainda que o IGP-M de junho foi de -1% (houve uma deflação de 1%).pontodosconcursos.. no caso das demais aplicações.50 = R$ 1. b) pelo valor de custo de aquisição ou valor de emissão.950 – 19. o valor a receber em 15/07/2010 será de: Valor a receber = 1. classificados no ativo circulante ou no realizável a longo prazo.1.1. ajuste de avaliação patrimonial de R$ 5. Direitos e Títulos de Crédito De acordo com o inciso I do artigo 183 da Lei das S. na Demonstração de Resultados.

Efetue os lançamentos necessários. por ocasião do encerramento do exercício social da Cia.. Suponha que. Moraes Junior www.000 – 170.50 1. quando este for inferior. J4M2 Ltda adquiriu.com.000.950 5. em 31/12/2009.) 30. em 30/06/2010.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior Portanto.1.3. os direitos que tiverem por objeto mercadorias e produtos do comércio da companhia. caso o valor de aquisição seja menor que o valor de mercado.50 Por ocasião do pagamento do título pelo cliente: Diversos a Títulos a Receber (Ativo Circulante) Bancos (Ativo Circulante) Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado (AC – Retif.50 19. se o valor de aquisição seja maior que o valor de mercado. mercadorias no valor de R$ 200. nenhuma provisão deverá ser feita.000 Em 31/12/2009: A provisão deverá ser constituída no valor da diferença entre o custo de aquisição e o valor de mercado.000.00. produtos em fabricação e bens em almoxarifado.) 1. Caso contrário.) 19. J4M2 Ltda.pontodosconcursos.A.000 = 30. Exemplo: A Cia. Na aquisição do investimento: Mercadorias (Ativo Circulante) a Bancos (Ativo Circulante) 200. Provisão para Ajustes ao Valor de Mercado = 200. Ou seja.1. em 31/01/2009.br 12 . Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado .Estoques De acordo com o inciso II do artigo 183 da Lei das S. o valor de mercado mercadorias era de R$ 170. Desconsidere a incidência de tributos na operação de compra.930. assim como matérias-primas.00. deverá ser feita uma Provisão p/ Ajuste ao Valor de Mercado. faremos o seguinte lançamento: Despesas com Provisão (Despesa) a Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado (Ativo Circulante – Retif. que será retificadora da conta de Estoques.000 Prof. serão avaliados pelo custo de aquisição ou produção.000 Despesas com Provisões (Despesas) a Prov. ou seja. para Ajuste a Valor de Mercado (Ativo Circulante – Retif. deduzido de provisão para ajustá-lo ao valor de mercado.2.

constituindo uma Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa a uma taxa de 3%.00.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 = 1. Moraes Junior www.2. pode ter duas destinações: Duvidosa”.) a Reversão de Provisão (Receita) Exemplo: A empresa Kaprisma Ltda. Ao longo do exercício de 2007.br 13 . apurou o saldo de Duplicatas a Receber no valor de R$ 50. A constituição de provisão para crédito de liquidação duvidosa (PCLD) faz com que as contas a receber sejam avaliadas de acordo com o critério do valor provável de realização.00. perdas decorrentes de não recebimento de direitos da empresa (Ex: Duplicatas a Receber.000. Moraes Junior 5. no exercício seguinte. tendo em vista que a PCLD é constituída justamente baseando-se em estimativas de possíveis não pagamentos de clientes.pontodosconcursos. Esta provisão é uma conta retificadora das contas “Clientes” ou “Duplicatas a Receber”.) a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) Reversão da Provisão: Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif. foram consideradas incobráveis Duplicatas a Receber no valor de R$ 1.) A “Provisão para Créditos de Liquidação constituída no ano anterior. Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ou Provisão para Perdas com Créditos Incobráveis ou Provisão para Devedores Duvidosos Corresponde ao valor provisionado ao final de cada exercício social para cobrir. O valor da provisão é obtido a partir da aplicação de um percentual (baseado em estudos realizados tendo por base as perdas ocorridas nos últimos exercícios) sobre os valores dos direitos existentes na época do Balanço Patrimonial.000.2. Efetue os lançamentos devidos: 1) Constituição da Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (31/12/2006): PCLD = 3% x 50. Lançamentos: Constituição da Provisão: Despesa com Provisões (Despesa) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif. Clientes).500 Prof. Perda Consumada: Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif. no encerramento do exercício social de 2006.com.

Moraes Junior www.200 Baixa de Créditos incobráveis = 7. o contador deverá constituir para o balanço um saldo de a) R$ 12.00 e teve comprovada a experiência de perdas no recebimento de créditos.00 eram devidos por uma firma que abriu concordata.com.00. dos quais R$ 20. c) R$ 7.500 2) Duplicatas a Receber incobráveis ao longo de 2007: Perda consumada Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (AC-Retificadora) a Duplicatas a Receber (AC) 1.600. d) R$ 6.600. ocorrida nos últimos três anos.00.000 Lançamento da perda consumada (baixa de créditos incobráveis): Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante . Não entendeu? Nada melhor que um exercício para entender tal explicação.000 13.br 14 .A. Durante o ano de 2008 a empresa baixou créditos incobráveis no valor de R$ 7.200.000 PCLD 7. Ao contabilizar uma nova provisão no exercício de 2008. Já caiu em prova! (AFRFB-2009-Esaf-Adaptada) No balanço patrimonial encerrado em 31/12/2007.Retificadora) a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) 7.800.00. Moraes Junior Despesas com Provisões (Despesa) a Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (AC-Retificadora) 1. a empresa tinha créditos a receber no valor de R$ 180.pontodosconcursos. não fazem a reversão da provisão que não foi utilizada e constituem a provisão para o ano seguinte somente pelo valor da diferença entre o valor da provisão calculada e o saldo atual da provisão. apresentava a conta Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa com saldo de R$ 13. Vejamos.000.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.200 Prof.800. a empresa Previdente S. conseguindo um acordo judicial à base de 68%.000. em média de 4%. Em 31/12/2008. ou seja.200 6.00. b) R$ 5.00. e) R$ 19.00.00. as bancas costumam adotar o método da complementação.000 3) No encerramento de 2007: Reversão da provisão Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (AC-Retificadora) a Reversão de Provisões (Receita) 500 Contudo. Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) = 13. data de encerramento do exercício social.200.

br 15 .400 Agora.000 Um ponto importante da questão é: R$ 20. no exercício seguinte. somente entrarão os 32% não cobertos pelo acordo.000.000) = 4% x 160.400 PCLD (total) = 6.00 eram devidos por uma firma que abriu concordata (*).00 será recebido devido um acordo judicial. Cálculo da PCLD (concordata) = (1 – 68%) x 20. não havia mais concordata e sim recuperação judicial.400 + 6.200 6. Vamos primeiramente a calcular a PCLD referente a parte geral.600 Lançamento: Despesas com Provisões (Despesa) a PCLD (Ativo Circulante – Retificadora) A alternativa “d” é a correta.pontodosconcursos.000 = 32% x 20.00 do acordo judicial: Cálculo da PCLD (geral) = 4% x (180. Moraes Junior www. conseguindo um acordo judicial à base de 68%. Moraes Junior Média de Perdas = 4% 31/12/2008 ⇒ Créditos a Receber = 180. teríamos o seguinte saldo da PCLD: PCLD 13.000.800 Nos últimos anos.00 (diferença em 100% e 68%) ficarão sem previsão de recebimento. pois somente o valor referente a 68% de R$ 20. sem considerar os R$ 20.000 Constituição da PCLD por complementação: PCLD = 12.200 7. vou fazer uma pergunta: E no caso. Ou seja. (*) Em 2008. vamos calcular a PCLD referente ao acordo judicial.com. 6.000 – 20.400 = 12.800 (calculado) – 6.000. da perda ser considerada consumada no exercício anterior e.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 = 6.000 = 6.200 (saldo atual da PCLD) = 6.000. Neste caso. 32% de R$ 20.600 Se você entendeu até aqui. as questões da Esaf sobre PCLD sempre adotaram o método da complementação (sem fazer a reversão). mas não interfere na resolução da questão. o cliente que foi considerado incobrável pagar a dívida? Como ficaria? Prof. ou seja. Nesse caso.

com. (E) debitar PDD e creditar Recuperação de crédito. foi feito o seguinte lançamento em X8 (Perda Consumada da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa): Débito: Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante) Crédito: Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) De acordo com a questão. 800 800 Prof. no exercício anterior (X8).00 na conta Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa (PDD). a empresa deve (A) debitar PDD e creditar Reversão de PDD. Nesse caso.pontodosconcursos. no momento do recebimento. a conta “Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa” de X9. Não entendeu? Vamos ver um exemplo. (D) debitar Caixa e creditar Reversão da despesa com PDD. o valor de R$ 800. Considerando que existia saldo de R$ 2. o cliente que havia sido considerado incobrável pagou R$ 800.00.00 entrará como receita e não afeta. Nesse caso.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. pois é um ajuste referente a X8. Moraes Junior Nessa situação. O cliente. o dinheiro que entrar no exercício seguinte será receita e não afetará a conta “Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa”. (C) debitar Caixa e creditar PDD.br 16 . como a perda foi considerada consumada no exercício anterior. Moraes Junior www. O lançamento seria: Débito: Caixa (Ativo Circulante) Crédito: Recuperação de Crédito (Receita) A alternativa “b” é a correta.00 de um cliente que havia sido considerado incobrável no exercício anterior (X8). havia sido considerado incobrável. Já caiu em prova! (Analista Judiciário-Área AdministrativaEspecialidade Contabilidade-TRE/AM-2009-FCC) Em setembro de X9 a empresa Xandô recebeu R$ 800.000. (B) debitar Caixa e creditar Recuperação de Crédito. em X9. como já havíamos considerado a perda consumada no ano anterior. de maneira alguma.

vou explicar. Se ela alienasse hoje. Esta provisão aparece como retificadora da conta “Participações Permanentes”. a perda é provável ou permanente? Calma.000.000. Afinal. Em 31/12/2005.00. Deste modo. do Ativo Não Circulante . quando essa perda estiver comprovada como permanente.000. Investida. ainda não alienou sua participação na investida. a perda é provável. sendo tal perda considerada de difícil recuperação. Exemplo: A Cia. Investida.Investimentos.3.1. Investimentos Permanentes 5.000 Repare que a perda é provável.00 e a alienação seria por R$ 45. Vamos ver um exemplo. como ainda não houve a alienação.00 (comprou por R$ 50. em novembro de 2005 houve um incêndio na Cia. Prof. Para reconhecer a provisão na investidora.00. sem a intenção de venda 5% das ações da Cia. Provisão Investimentos para Perdas Prováveis na Realização de De acordo com o inciso III do artigo 183 da Lei das S.A. os investimentos em participação no capital social de outras sociedades avaliados pelo custo de aquisição serão deduzidos de provisão para perdas prováveis na realização do seu valor..br 17 . pois ela ainda não realizou a perda. Linotécnica. pois a lei fala em provisão para perdas prováveis e depois fala que a perda deve ser comprovada como permanente.000. em um investimento que será avaliado pelo custo de aquisição. em participações Repare que aqui pode gerar certa confusão.00). Moraes Junior 5.000. no encerramento do exercício social de 2005. conforme abaixo: Na aquisição do investimento: Participações Societárias (Ativo Não Circulante .2. por R$ 50.3. teria um prejuízo de R$ 5. pois a investidora ainda não alienou seu investimento. Essas provisões para perdas prováveis permanentes avaliadas pelo custo de aquisição.com. pois. a Cia.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Linotécnica deverá constituir uma Provisão p/ Perdas Prováveis na Realização de Investimentos. adquiriu. ou seja. a perda deve ser comprovada como permanente na investida.2.000 Na constituição da provisão: Despesas com Provisões (Despesa) a Provisão p/ Perdas Prováveis na Realização de Investimentos (ANC–InvRetificadora) 5. A perda é provável na investidora.pontodosconcursos.Investimentos) a Bancos (Ativo Circulante) 50. em outubro de 2005. Moraes Junior www. Contudo. o valor de mercado das ações caiu para R$ 45.

a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. apesar de não terem data fixada de pagamento ou mesmo não conterem expressão exata de seus valores.Provisão . Férias. deve ser contabilizada a totalidade das obrigações. Moraes Junior www.00 – R$ 48.Provisão para para para para para para o Imposto de Renda.000 Ou seja. 5. Um exemplo de provisão para contingências seria a constituição de uma provisão para contingências trabalhistas.000. Suponha que. parte da perda seja recuperada.br 18 . em virtude da apropriação pelo regime de competência. Nessa situação. encargos e riscos conhecidos e calculáveis. também chamadas de “Provisões para Pagamentos”. os demais investimentos avaliados pelo custo de aquisição também serão deduzidos de provisão para atender às perdas prováveis na realização do seu valor.000.. a perda é permanente.000. em 2006. não somente são lançadas obrigações definidas. ou para redução do custo de aquisição ao valor de mercado. deve ser constituída a provisão. fazendo com que o valor das ações suba de R$ 45. Finalmente. Prof. e Garantias.com. Como as provisões são sempre contas de natureza CREDORA. pois houve um incêndio. Existem Passivos que também devem ser registrados. a perda provável na investidora foi reduzida para R$ 2. No Passivo. quando este for inferior.000.00 (R$ 50. certas e suportadas por documentação que não deixe dúvidas quanto ao valor e data prevista para pagamento.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.pontodosconcursos. Décimo-Terceiro Salário. “Provisões” do Passivo No exigível. as “provisões” do Passivo (ou “provisões passivas”) não são contas retificadoras e sim contas representativas de obrigações.Provisão . Se há uma grande chance de a empresa perder a causa e o valor da perda pode ser razoavelmente estimado.Provisão . Moraes Junior Já na investida.Provisão .Provisão . Contingências. São exemplos: . em virtude de um empregado da empresa ter entrado com um processo contra a empresa exigindo direitos referentes às horas extras trabalhadas.A. de acordo com o inciso IV do artigo 183 da Lei das S.00). a Cia Linotécnica deverá efetuar o seguinte lançamento: Provisão p/ Perdas Prováveis na Realização de Investimentos (ANC–InvRetificadora) a Reversão de Provisões (Receita) 3.00 para R$ 48.000.00.3.

000 Considerando as informações acima. As contas classificadas no passivo somam R$ 50. Provisão para Perdas em Estoques: Ativo Circulante – Retificadora Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: Ativo Circulante – Retificadora Provisão para Contingências Trabalhistas: Passivo Circulante ou Passivo Não Circulante “Longo Prazo” Provisão para Contingências Ambientais: Passivo Circulante ou Passivo Não Circulante “Longo Prazo” Prof.” é de natureza credora. Portanto.000.pontodosconcursos. Moraes Junior www.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. apareceu “provisão para. o item está correto. Lembra aquilo que eu falei? Todas as contas de provisão são de natureza credora.000 (credora) 50.000 (credora) 15.. 5.000 (credora) 10.. As contas credoras somam R$ 50.000 (credora) 20.000 provisão para contingências trabalhistas 15.000 2..00 no total. julgue os itens a seguir. 1.000. provisão para perdas em estoque provisão para crédito de liquidação duvidosa provisão para contingências trabalhistas provisão para contingências ambientais Saldo das contas de natureza credora Portanto.00 no total.com.br 19 . Moraes Junior Lançamentos: Na constituição da Provisão (Por exemplo: Imposto de Renda): Débito: Despesas com Provisão para Imposto de Renda (Despesa) Crédito: Provisão para Imposto de Renda (Passivo Circulante) No pagamento: Débito: Provisão para Imposto de Renda (Passivo Circulante) Crédito: Bancos (Ativo Circulante) Já caiu em prova! (Analista de Atividades do Meio Ambiente-ContadorIbram-2009-Cespe) Contas R$ provisão para perdas em estoque 5.000 provisão para contingências ambientais 20.000 provisão para crédito de liquidação duvidosa 10. que constam do balancete de verificação de determinada companhia levantado após o encerramento das contas de resultado.

Moraes Junior www. afeta a situação líquida da companhia. o item está errado. quando classificada no Ativo Circulante. II – Constituição da provisão para contingências trabalhistas: O lançamento seria: Despesas com Provisões (Despesas) a Provisão para Contingências Trabalhistas (Passivo Circulante ou Passivo Não Circulante “Longo Prazo”) Como há uma despesa na constituição da provisão. Logo. como afeta o Ativo Circulante (há uma diminuição. Mais um ponto importante que não podemos confundir na hora da prova! A diferença entre reservas e provisões. As exercício. Vamos analisar o item: I – Aumento da provisão para perdas em estoques O lançamento seria: Despesas com Provisões (Despesas) a Provisão para Perdas em Estoques (Ativo Circulante . representam expectativas de perdas de ativos ou estimativas de valores a serem desembolsados em um futuro próximo. 3.000 Logo.Retificadora) Portanto.000 (credora) Saldo das contas do passivo 35. um fato modificativo diminutivo (diminui o resultado). tendo em vista que a conta de provisão é sempre de natureza credora e. pois aumenta o resultado. o item está errado. Vejamos: Reservas: São parcelas que representar os valores recebidos obtidos pela empresa e não aumento do Capital Social. sendo. não representam “Reservas” não transitam pelo resultado do Provisões: Representam valores que ainda são incertos (estimados).br 20 . portanto. é retificadora). há uma redução do patrimônio líquido da empresa.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.pontodosconcursos.com. Além disso. compõem o Patrimônio Líquido e podem dos sócios/acionistas ou uma parte dos lucros distribuídos. Ou seja. no passivo temos: provisão para contingências trabalhistas 15. Prof. Moraes Junior Portanto. O aumento na conta provisão para perdas em estoque afeta a situação líquida da companhia. e a constituição da provisão para contingências trabalhistas é fato contábil modificativo.000 (credora) provisão para contingências ambientais 20.

que se refere a 31/12/2006.000. Moraes Junior As obrigações com valores líquidos e certos (determinados) não são consideradas provisões.790. Diferença entre Reservas para Contingências e Provisões para Contingências: Reservas para Contingências (art. Exemplo: Provisão para Contingências Fiscais e Trabalhistas (classificada no Passivo Circulante ou Passivo Não Circulante “Longo Prazo”). Observe que todos os saldos se referem a 31/12/2007.00 provisão para contingências trabalhistas (estimativa de pagamento: em dentro dos 12 primeiros meses) 6.000. destinar parte do lucro líquido à formação de reserva com a finalidade de compensar. mediante constituição de uma provisão.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.404/76): A assembleia-geral poderá.br 21 .com. Provisões para Contingências: se essa possibilidade existe e deve-se a algum fato gerador contábil já ocorrido e.000. Duplicatas a Pagar.00 marcas e patentes 2.090. da Lei no 6. provisão para redução das mercadorias a valor de mercado 746.054. por proposta dos órgãos da administração. a diminuição do lucro decorrente de perda julgada provável. Considerando que o estagiário ordenou as contas em ordem crescente dos respectivos saldos. ainda.000. precisa ser contabilizado dentro do regime de competência. com uma contrapartida a débito do resultado. dedicada ao comércio de tecidos.00 amortização acumulada 1. com exceção da conta “lucros acumulados”.00 Prof. se o possível desembolso ou perda pode ser razoavelmente mensurado em reais. Moraes Junior www.500.800. apurou em seu balancete de encerramento (31/12/2007) os saldos das contas patrimoniais e de resultado listados no quadro abaixo. ICMS a Recolher. etc.00 despesas antecipadas (prazo: após os 12 primeiros meses) 1.00 ações em tesouraria 5.00 provisão para créditos de liquidação duvidosa (referente aos títulos que vencem em dentro de 12 meses) 1. cujo valor possa ser estimado (classificada no Patrimônio Líquido).00 despesas antecipadas (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 5. Já caiu em prova! (Fiscal de Rendas-RJ-2007-FGV-Adaptada) A empresa BARRACÃO S/A. em exercício futuro.500.pontodosconcursos.00 provisão para contingências trabalhistas (estimativa de pagamento: após os 12 primeiros meses) 8. 195.00 empréstimos concedidos (prazo: após os 12 primeiros meses) 4.00 provisão para créditos de liquidação duvidosa (referente aos títulos que vencem após os 12 primeiros meses) 1. Exemplo: Aluguel a Pagar. sugere-se organizá-las conforme a estrutura do Balanço Patrimonial para responder às questões de números 104 a 106 que seguem.

000.00 prédios e construções (de uso próprio) 60.00 duplicatas descont.00 Participações societárias em controladas e coligadas avaliadas pelo método da equivalência patrimonial 280.br 22 .000.00 despesa com imposto de renda e contribuição social sobre o lucro 40.000.00 veículos (de uso próprio) 30.00 despesas financeiras 50.800.000.00 duplicatas a receber de clientes (prazo: após os 12 primeiros meses)54.00 depreciação acumulada 525.950.000.00 máquinas e equipamentos (de uso próprio) 800.00 receita de equivalência patrimonial 19.00 aplicações financeiras (prazo: após os 12 primeiros meses) 32.500.00 móveis e utensílios (de uso próprio) 15.00 impostos parcelados (prazo: após os 12 primeiros meses) 42.000.00 fornecedores a pagar (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 64.000.000. Moraes Junior www.00 vendas canceladas 23.pontodosconcursos.00 impostos parcelados (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 32.500.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 Prof.000.850.589.000.000.00 despesas de comercialização 860.(prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 39.400.00 estoque de mercadorias 87.00 receita bruta 5.00 reserva para contingências 12.400.00 empréstimos concedidos a diretores (transações não-operacionais) 10.00 despesas administrativas 980.700.00 aplicações financeiras de imediata realização 45.000.000.00 depósitos judiciais (expectativa de decisão terminativa: após os 12 primeiros meses) 20.000.00 empréstimos obtidos (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 45.00 descontos comerciais e abatimentos 14.00 duplicatas a receber (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 105.00 terrenos (de uso próprio) 20.00 empréstimos obtidos (prazo: após os 12 primeiros meses) 24.400.00 outras aplic.000.000.000.00 outras despesas 500.00 impostos sobre vendas 1.500.00 bancos conta corrente 78.00 custo das mercadorias vendidas 1.500.000.500.000.000.000.00 impostos a recolher (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 28.000.400.000.000.00 salários a pagar (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 42.000.000.00 lucros acumulados (saldo inicial) 51.com.000.000. Moraes Junior caixa 10. Financ.000.000.000. (títulos que vencem em dentro de 12 meses) 25.00 outras receitas 196.00 capital social 500.00 reserva legal 48.00 reserva de capital 89.

500.00. Primeiramente. não haveria contas de resultado (balancete de verificação final).300.00 5.000. (b) 121. no balancete de verificação irão constar contas patrimoniais e de resultado (a apuração do resultado do período ainda não foi efetuada).790.00.500. Moraes Junior O saldo do Ativo Não Circulante.00 Patrimônio Líquido Redução da Receita Bruta – Prof.700. Moraes Junior www.pontodosconcursos.00.00. em 31/12/2007.00 Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Retificadora Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo 1.00 Ativo Circulante Retificadora 1. Caso contrário.00 Ativo Circulante Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo 12.054.00.00 Saldo Devedor Saldo Característica Credor 746. (c) 802.00 Circulante - 14. (d) 803.800.00 Passivo Circulante – – – – – – 2.00 10.00 Ativo Circulante Retificadora 1. ou seja.390.00 5.000.000.00 Passivo Não Longo Prazo 10.600.00 Ativo Não Circulante Intangível Ativo Não Circulante Intangível Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Patrimônio Líquido Retificadora Ativo Circulante 6.br 23 .090. Conta Provisão para redução das mercadorias a valor de mercado Provisão para créditos de liquidação duvidosa (vencimento dentro de 12 meses) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (vencimento após 12 meses) Despesas Antecipadas (prazo: meses) Amortização Acumulada Marcas e Patentes Empréstimos Concedidos (prazo: após 12 meses) Ações em Tesouraria Despesas Antecipadas (prazo: dentro dos 12 primeiros meses) Provisão para Contingências Trabalhistas (estimativa de pagto: dentro dos 12 primeiros meses) Provisão para Contingências Trabalhistas (estimativa de pagto: após os 12 primeiros meses) Caixa Empréstimos Concedidos a Diretores (transações não-operacionais) Reserva para Contingências Descontos Comerciais e Abatimentos após 12 1.000.com.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. é: (a) 804.000. vamos classificar todas as contas e levantar o balancete de verificação: Como a conta Lucros Acumulados ainda está com saldo inicial.850.000. o resultado do período já tivesse sido apurado e transferido para o patrimônio. (e) 680. para fins didáticos.00 8.00 4.480.

00 60. Moraes Junior Móveis e Utensílios (de uso próprio) Receita de Equivalência Patrimonial Depósitos Judiciais (expectativa de decisão terminativa: após 12 primeiros meses) Terrenos (de uso próprio) Vendas Canceladas Empréstimos Obtidos (prazo: após os 12 primeiros meses) Duplicatas Descontadas (títulos que vencem em dentro de 12 meses) 15.00 30.000.00 Passivo Circulante Ativo Circulante Ativo Circulante 89.000.00 20.00 25.000.00 Receita Ativo Não Circulante Investimentos 500.00 Despesa Ativo Não Circulante – Imobilizado Receita Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Ativo Não Circulante – Imobilizado Redução da Receita Bruta – Despesa Passivo Não Circulante Longo Prazo Ativo Circulante – Retificadora ou Passivo Circulante (se a banca entender dessa maneira) Passivo Circulante – - Impostos a Recolher (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Veículos (de uso próprio) Aplicações Financeiras (prazo: após os 12 primeiros meses) Impostos Parcelados (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Outras Aplicações Financeiras (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Despesas com imposto de renda e contribuição social sobre o lucro Salários a Pagar (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Impostos Parcelados (prazo: após os 12 primeiros) Aplicações Financeiras de Imediata Realização Empréstimos Obtidos (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Reserva Legal Despesas Financeiras Lucros Acumulados (saldo inicial) Duplicatas a Receber de Clientes (prazo: após os 12 primeiros meses) Prédios e Construções (de uso próprio) Fornecedores a Pagar (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Bancos Conta Corrente Estoque de Mercadorias Reserva de Capital Duplicatas a Receber (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Outras Receitas Participações Societárias em Controladas e Coligadas Avaliadas pelo MEP Capital Social Outras Despesas Depreciação Acumulada 28.400.000.000.00 105.00 40.950.000.000.00 32.000.00 Passivo Circulante 48.000.000.00 - 45.000.00 23.400.000.pontodosconcursos.00 Patrimônio Líquido Despesa 51.000.00 50.500.000.00 87.00 20.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.500.500.00 – 78.00 Passivo Circulante 42.00 Patrimônio Líquido Despesa 525.00 – 500.800.000.00 Passivo Circulante Ativo Circulante Despesa 42.00 19.00 Passivo Não Circulante Longo Prazo Ativo Circulante 45. Moraes Junior www.00 Ativo Não Circulante 39.500.br 24 .500.400.000.00 280.000.00 - Prof.000.000.com.00 Patrimônio Líquido Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Ativo Não Circulante Imobilizado 64.000.000.00 24.000.00 54.00 Patrimônio Líquido Ativo Circulante 196.00 Ativo Não Circulante Imobilizado Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo 32.

pontodosconcursos.000.00) Ativo Não Circulante 802.00 Terrenos (de uso próprio) 20.000.00 Amortização Acumulada (1.00 Máquinas e Equipamentos (de uso próprio) 800.00 A alternativa “c” é a correta.00 Empréstimos Concedidos (prazo: após 12 meses) 4.000.400.00 1. portanto.000.000.000.000.00 Empréstimos Concedidos a Diretores (transações não-operacionais) 10.00 6. Moraes Junior Máquinas e Equipamentos (de uso próprio) Despesas de Comercialização Despesas Administrativas Impostos sobre Vendas Custo das Mercadorias Vendidas Receita Bruta Total 800.000.000.000.00 Depreciação Acumulada (525.700. antes de resolver a questão. Vamos à resolução da questão: Conta Saldo Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Duplicatas a Receber de Clientes (prazo: após os 12 primeiros meses) 54.000. uma conta do Ativo.790.500. Moraes Junior www.400.00 Imobilizado – Retificadora Ativo Não Circulante – Imobilizado Despesa Despesa Redutor da Receita Bruta – Despesa Despesa 5.00) Despesas Antecipadas (prazo: após 12 meses) 1.000.763.00 Depósitos Judiciais (expectativa de decisão terminativa: após 12 primeiros meses) Aplicações Financeiras (prazo: após os 12 primeiros meses) 32.00 Móveis e Utensílios (de uso próprio) 15.940.500.00 20.00 Receita 6.300.940. gostaria de chamar a sua atenção para a seguinte conta (para que você não erre na hora da prova): Depósitos Judiciais: direito constituído mediante o depósito.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 860.090.00 Prédios e Construções (de uso próprio) 60.00) Intangível Marcas e Patentes 2.00 980.800.com.00 Investimentos Participações Societárias em Controladas e Coligadas Avaliadas pelo MEP 280.000.00 Agora.000.589. sendo.00 Imobilizado Veículos (de uso próprio) 30.763. Prof.000.00 1.000.00 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (vencimento após 12 meses) (1. em virtude de uma ação judicial.br 25 .

passivos contingentes não. ou não pode ser feita uma estimativa suficientemente confiável do valor da obrigação). Portanto.não é provável que uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos seja exigida para liquidar a obrigação. mas que não é reconhecida porque: .obrigações possíveis. Moraes Junior www. ou .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. ou .com. Provisões são contabilizadas. Ou seja.4. os passivos contingentes ou contingências passivas são caracterizados como possíveis para não prováveis saídas de recursos (a probabilidade maior é que não ocorra a saída de recursos). bastando a sua divulgação em notas explicativas. passivos contingentes não são reconhecidos. Passivo Contingente Passivo contingente é: .obrigações presentes que não satisfazem os critérios de reconhecimento (porque não é provável que seja necessária uma saída de recursos que incorporem benefícios econômicos para liquidar a obrigação.uma obrigação presente que resulta de eventos passados. Moraes Junior 5. Passivos contingentes não são reconhecidos como passivo porque são: .br 26 .uma obrigação possível que resulta de eventos passados e cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob controle da entidade.o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade. visto que ainda há de ser confirmado se a entidade tem ou não uma obrigação presente que possa conduzir a uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos. ou .pontodosconcursos. Prof.

pontodosconcursos. que será registrado somente em notas explicativas. quando a realização do ganho é praticamente certa. Exemplo: Reivindicação que a entidade esteja reclamando por meio de processos legais.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações contábeis.5. cujo valor não for mensurável. Ativo Contingente Os ativos contingentes surgem normalmente de evento não planejado ou de outros não esperados que dão origem à possibilidade de entrada de benefícios econômicos para a entidade. Os ativos contingentes são avaliados periodicamente para garantir que os desenvolvimentos sejam apropriadamente refletidos nas demonstrações contábeis. O valor do desembolso deve ser mensurável por meio de estimativa confiável para que a provisão do passivo (obrigação) seja reconhecida no balanço patrimonial. Prof.com. No caso do item. Porém. 5. O ativo contingente é divulgado quando for provável a entrada de benefícios econômicos. Moraes Junior www.br 27 . em que o desfecho seja incerto. uma vez que pode tratar-se de resultado que nunca venha a ser realizado. O item está errado. temos um passivo contingente. a obrigação é classificada como provável e deve ser reconhecida e registrada no balanço patrimonial. Moraes Junior Probabilidade de ocorrência do desembolso Obrigação presente Mensurável por meio de provável estimativa confiável Não mensurável por inexistência de estimativa confiável Possível (mais provável que não tenha saída de recursos do que sim) Remota Tratamento contábil Uma provisão é reconhecida e é divulgado em notas explicativas Divulgação em notas explicativas (passivo contingente) Divulgação em notas explicativas (passivo contingente) Não divulga em notas explicativas Já caiu em prova! (Analista de Controle Interno-Cargo 10-Ministério Público da União–2010-Cespe) Na hipótese de ocorrência de um desembolso. então o ativo relacionado não é um ativo contingente e o seu reconhecimento é adequado.

Ou seja.1. como despesa ou custo do período. o ativo e o correspondente ganho são reconhecidos nas demonstrações contábeis do período em que ocorrer a mudança de estimativa. Moraes Junior www. 5. mas existe a divulgação em notas explicativas (ativo contingente). um ativo é reconhecido. uma parte do valor gasto na compra de bens de consumo duráveis utilizados nas atividades da empresa. amortização ou exaustão.A. Se a entrada de benefícios econômicos se tornar provável.os direitos classificados no imobilizado serão avaliados pelo custo de aquisição.br Imobilizado – 28 . Lançamento: Débito: Despesas ou Encargos de Depreciação (Despesa) Crédito: Depreciação Acumulada (Ativo Não Circulante Retificadora) Prof.6. Critérios de Avaliação e Baixas das contas do Ativo – Imobilizado e Intangível. e – os direitos classificados no intangível serão avaliados pelo custo incorrido na aquisição deduzido do saldo da respectiva conta de amortização. mas não praticamente certa Tratamento Contábil O ativo não é contingente.com. a depreciação consiste em considerar. de modo que o valor gasto na sua aquisição seja considerado despesa ao longo dos anos de sua utilização. Nenhum ativo é reconhecido. Moraes Junior Se for praticamente certo que ocorrerá uma entrada de benefícios econômicos. Não é provável 5. Estes bens serão depreciados ao longo de sua vida útil. deduzido do saldo da respectiva conta de depreciação.6.: . a entidade divulga o ativo contingente.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. De acordo com o inciso V e VI do artigo 183 da Lei das S.pontodosconcursos. Nenhum ativo é reconhecido e não divulga em notas explicativas. Probabilidade de Ocorrência de Entrada de Recursos Praticamente certa Provável. Depreciação A depreciação é a alocação sistemática do valor depreciável de um ativo ao longo da sua vida útil.

Para o cálculo da depreciação você deve contar o primeiro mês integralmente. Exemplo: Venda do bem no dia 10 de novembro. Moraes Junior São causas da depreciação desgaste pelo uso. Neste momento. Não há um critério escrito sobre a data final (pelo menos. ao considerar uma depreciação calculada trimestralmente. Ademais. deve ser considerado integralmente o mês de janeiro para o cálculo da depreciação. O bem poderá ser depreciado a partir da data em que for instalado.br 29 . a data final de cálculo da depreciação será no dia 31 outubro (a depreciação vai até o mês de outubro). o imóvel alugado será classificado no imobilizado. colocado em serviço ou esteja em condições de produzir. como a depreciação era trimestral. a depreciação será calculada até o mês anterior.com. teríamos o seguinte: I – Se a venda ou baixa do bem ocorrer do dia primeiro até o penúltimo dia do mês. definiu que a venda do bem foi dia 20 de outubro. e. O veículo começou a operar no dia 30/01/2010. Nesse caso. a depreciação alcança bens materiais (tangíveis) classificados no “Ativo Não Circulante Imobilizado” e bens de renda classificados no “Ativo Não Circulante Investimentos”. Prof. você deve estar com a seguinte dúvida: Professor. no dia 20/01/2010. no fechamento do trimestre (lembre que o terceiro trimestre do ano termina em setembro). mas e a data final? Como determinarei a data final da depreciação? Pois é! Essa você me pegou (rs)!. como no caso de imóvel alugado por uma empresa cuja atividade é o aluguel de imóveis. Para empresas que não possuem como atividade o aluguel de imóveis. a data início da depreciação está clara. ação da natureza ou obsolescência. em 2005.pontodosconcursos. não encontrei até hoje e ainda estou procurando). em uma prova do STN (a questão está nos exercícios de fixação). Se estendermos a regra para a depreciação mensal (mais comum de aparecer em questões – quando a questão não definir o método de depreciação. Contudo. ou seja. a Esaf.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior www. Exemplo: A empresa J4M2 adquiriu um veículo para ser utilizado na entrega de mercadorias. deve ser utilizada da depreciação linear calculada mensalmente). Portanto. considerou que a data final de cálculo da depreciação seria 30 de setembro. independentemente do dia do mês. apesar de o veículo só ter operado efetivamente em dois dias de janeiro (30 e 31).

Nesse caso. Moraes Junior www. a depreciação será calculada até o mês “X”. a depreciação será calculada até o mês em questão. por quotas constantes ou em linha reta: Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem As taxas anuais de depreciação normalmente admitidas pela Legislação Fiscal para uso normal de bens em turno de oito horas diárias são: Vida Útil 25 anos 10 anos 10 anos 10 anos 5 anos 5 anos Taxa Anual de Depreciação 4% 10% 10% 10% 20% 20% Edifícios Máquinas e Equipamentos Instalações Móveis e Utensílios Veículos Bens de Informática Exemplos (considerando que os bens são utilizados por um período normal de 8 horas diárias): Veículos: Vida Útil = 5 anos ⇒ Taxa de Depreciação = 1/5 anos = 20% ao ano Imóveis: Vida Útil = 25 anos ⇒ Taxa de Depreciação = 1/25 anos = 4% ao ano Máquinas e Equipamentos = 10 anos ⇒ Taxa de Depreciação = 1/10 anos = 10% ao ano Prof. temos mais uma regra: III – Se a banca informar somente que a venda ou baixa do bem ocorreu no mês “X”. Exemplo: Venda do bem no dia 30 de novembro.pontodosconcursos. Para o cálculo da taxa de depreciação deve ser adotada a seguinte fórmula.com. Nesse caso. E se a banca só informar o mês e não informar o dia? Nesse caso.br 30 . a data final de cálculo da depreciação será no dia 30 novembro. Exemplo: Venda do bem em março. Moraes Junior II – Se a venda ou baixa do bem ocorrer no último dia do mês. a data final de cálculo da depreciação será em março. no caso da depreciação linear.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.

Moraes Junior www.Bens para os quais sejam registradas cotas de amortização ou exaustão.br 31 . deverá ser subtraído do valor do custo de aquisição do bem a ser depreciado.com. Exemplo: Pomares – a depreciação começa a partir do momento em que os pomares se encontram em condições de produzir (colheita). Vamos estudar mais alguns conceitos importantes para resolver questões de depreciação: Edificações: o valor das edificações deve estar destacado do valor do custo de aquisição do terreno. Caso o valor residual seja diferente de ZERO.Bens móveis ou imóveis que não estejam intrinsecamente relacionados à produção ou comercialização de bens e serviços e bens imóveis não alugados. III . Valor Residual: valor provável da realização do bem após ser totalmente depreciado. Moraes Junior São vedações à depreciação de acordo com a Legislação do Imposto de Renda: I . Este resultado é que servirá de base de cálculo para a taxa de depreciação. salvo em relação a benfeitorias e construções. Valor Contábil do Bem: corresponde à diferença entre o custo de aquisição do bem e a depreciação acumulada.Bens que aumentam de valor com o tempo. e IV .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. como antiguidades e obras de arte. II . Valor Contábil = Custo de Aquisição – Depreciação Acumulada Projetos florestais destinados à exploração de seus frutos também são passíveis de depreciação. Prof. admitindo-se o destaque baseado em laudo pericial.Terrenos.pontodosconcursos.

em 31/12/2008.com. Moraes Junior 5. os bens depreciáveis eram apresentados com saldo de R$ 800.Aplica-se a taxa constante sobre o valor depreciado. é uma função linear. em decorrência da aquisição. ou seja. Depreciação Acumulada = Taxa de Depreciação x Período x Base de Cálculo Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem Período = período em que o bem foi utilizado até a data do cálculo da depreciação acumulada Base de Cálculo da Depreciação (ou Valor Depreciável): Custo de Aquisição do Bem (+) Gastos com instalação (+) Acréscimos Posteriores (-) Valor Residual Base de Cálculo da Depreciação ou Valor Depreciável Não confunda depreciação acumulada com despesas com depreciação: . já contabilizada. por este método. com uma Depreciação Acumulada.00.100.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Já caiu em prova! (AFRFB-2009-Esaf) Na Contabilidade da empresa Atualizadíssima S. o saldo da conta de bens depreciáveis havia saltado para R$ 1.00 em 31/03/2008. nessa data. podemos dizer que no balanço patrimonial a ser encerrado em 31 de dezembro de 2008 o saldo da conta Depreciação Acumulada deverá ser de Prof.A. no valor de R$ 300. com saldo de R$ 200.A depreciação acumulada é uma conta patrimonial que mostra toda a depreciação do bem desde o início de sua vida útil.A despesa com depreciação é uma conta de resultado.00. em primeiro de abril. demonstra a depreciação de determinado período.Divide-se o valor a ser depreciado pelo tempo de vida útil.br 32 . de outros bens com vida útil de 5 anos.1.00. Método das Quotas Constantes ou Método Linear ou Método da Linha Reta Corresponde ao método de depreciação onde a depreciação acumulada é diretamente proporcional ao tempo. Moraes Junior www. ou .000.6. ou seja.000.000. Entretanto.pontodosconcursos.1. Considerando que todo o saldo anterior é referente a bens depreciáveis à taxa anual de 10%. Pode-se calcular a depreciação. de duas formas: . .

100.000.000. de outros bens com vida útil de 5 anos. 31/03/2008: Bens Depreciáveis I = R$ 800.00. b) R$ 305. a depreciação acumulada já está calculada) Base de Cálculo da Depreciação = 800. Moraes Junior a) R$ 340.br ⇒ 33 . Moraes Junior www.000 = 305.00 Taxa de Depreciação = 1/5 ano = 20% ao ano I – Cálculo da Depreciação Acumulada em 31/12/2008: I.00 (aquisição.00.000.000 A alternativa “b” é a correta.000 Depreciação Acumulada Total = 260.00.000.00 em 31/03/2008 Depreciação Acumulada = R$ 200.2 – Bens Depreciáveis 2: Taxa de Depreciação = 20% ao ano Período = de 01/04/2008 a 31/12/2009 = 9 meses = 9 meses/12 meses ⇒ ⇒ Período = 3/4 ano = 0. a depreciação acumulada já está calculada) Base de Cálculo da Depreciação = 300.00.000 + 60.000 I.75 x 300.pontodosconcursos.000 + 45.000. Bens Depreciáveis 2 = R$ 300.00 Taxa de Depreciação = 10% ao ano 31/12/2008: Bens Depreciáveis (Total) = R$ 1.com.00.000.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 1) = 200.75 ano (até 31/03/2008.00).75 x 800. 01/04.000. no valor de R$ 300.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.1 – Bens Depreciáveis 1: Taxa de Depreciação = 10% ao ano Período = de 01/04/2008 a 31/12/2009 = 9 meses = 9 meses/12 meses ⇒ ⇒ Período = 3/4 ano = 0.000.00 (não há valor residual) Depreciação Acumulada (Bens 2) = Taxa x Período x Base de Cálculo Depreciação Acumulada (Bens 2) = 20% x 0.000.000 (não há valor residual) Depreciação Acumulada (Bens 1) = Depreciação Acumulada (até 31/03) + Taxa x Período x Base de Cálculo (de 31/03 a 31/12) ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 1) = 200.75 ano (até 31/03/2008.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 2) = 45.000. Prof.000 = 260. d) R$ 320.000 + 10% x 0. e) R$ 290. c) R$ 325.

Os ajustões são os únicos ativos da Cia.375 % depreciados. Por que? Porque o valor da depreciação do período (9. Atenciosa em 01 de março de 2005 lhe custaram a) mais R$ 81. Atenciosa que sofrem depreciação sendo.5%).Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.e os registra na conta "Ajustões" no Ativo Imobilizado (do Ativo Permanente).375%) é menor que da depreciação anual (12. Atenciosa se vale de ajustões – um específico tipo de aparelho . Tal valor é o total das despesas com depreciação incorridas em 2004 e decorrentes dos únicos ajustões que ela adquiriu até 31 de dezembro de 2004 e dos quais ainda é proprietária em tal data. Repare que.00 e menos de R$ 1.375% = 1.375% do custo dos Ajustões em 2004). a Cia. d) mais R$ 961.00 e menos de R$ 561. situa-se em um país onde não há qualquer tipo de tributação e encerra seus exercícios sociais a cada 31 de dezembro. para tal. Moraes Junior Já caiu em prova! (Fiscal de Tributos–SC–1998-Vunesp) A Cia.5% Despesas com Depreciação = R$ 117. indicando que eles foram adquiridos no período e que esse valor corresponde a despesa com depreciação do período. Moraes Junior www. qualquer baixa acontece em 2005.5% ao ano. significa que eles foram adquiridos em 2004 e que este valor corresponde às “Despesas com Depreciação” de 2004. 00 e menos R$ 1. em 2004. Em 01 de março de 2005.375% depreciados.00 e menos de R$ 261. Atenciosa presta serviços.248 Prof. os “Ajustões” foram 9. Em suas atividades. utilizada a taxa de 12. b) mais R$ 261.441. Sabe-se que é de R$ 117. Em 31 de dezembro de 2004. Sabe-se que o saldo de 30 de abril de 2005 da conta Depreciação Acumulada de Ajustões é de R$ 199.00.221. Os três novos ajustões adquiridos pela Cia. a Cia.221.com.“Ajustões” de 2004: Depreciação Anual = 12. tampouco. como. Além desta compra.00 e menos de R$ 961. Atenciosa comprou à vista três novos ajustões (mas iguais entre si).pontodosconcursos. A despesa com depreciação é mensalmente registrada. c) mais R$ 561.00. e) mais de R$ 1.00. Custo dos Ajustões (2004) = 117/9.00.00 (corresponde a 9. nenhuma outra ocorre durante 2005 e. I . estes ajustões estão 9.br 34 .00.00.00 o saldo da conta Despesa com Depreciação de Ajustões imediatamente antes dos lançamentos de apuração do resultado do exercício social de 2004. desde o mês em que ativados os ajustões e até (inclusive) o mês em que baixados.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.br 35 . = R$ 199. para o primeiro ano.Cálculo da Depreciação até abril de 2005: A – “Ajustões” de 2004: de 01/janeiro a 30/abril de 2005 = 4 meses Despesas com Depreciação A = Custo dos Ajustões (2004) x 12.440 A alternativa “e” é a correta. Moraes Junior II .2.1. e o numerador.5% x 2/12 = 199 ⇒ CA (2005) x 12.5% x 4/12 = 52 B – “Ajustões” de 2005: de 01/março a 30/abril de 2005 = 2 meses Despesas com Depreciação B = Custo dos Ajustões (2005) x 12.000.5% x 4 meses/12 meses Despesas com Depreciação A = 1.5% x 2 meses/12 meses Despesas com Depreciação B = CA (2005) x 12. Utiliza-se esta metodologia até o último ano de vida útil. é o tempo de vida útil do bem (n).5%x1/6 199 ⇒ 5.Soma-se os algarismos que compõem o número de anos da vida útil do bem.5% x 1/6 Total de Despesas com Depreciação até 30/abril/2005 = 52 + CA (2005) x 12.248 x 12.5% x 1/6 = 30 ⇒ ⇒ CA (2005) = (30 x 6)/12. sem valor residual (Suponha uma vida útil de 4 anos).00.6.pontodosconcursos.Depreciação Acumulada até abril de 2005 Depreciação Acumulada (31/12/2004) (+) Total de Despesas com Dep.“Ajustões” de 2005: Compras = 3 novos “Ajustões” em 01/março/2005. Moraes Junior www. III . quando o numerador será igual a 1. para o segundo ano é “n-1”. Até 30/04/2005 Depreciação Acumulada até abril de 2005 117 + 52 + CA (2005) x 12.com. para o terceiro ano é “n-2”. Método da Soma dos Dígitos ou Método de Cole Por este método a depreciação é calculada da seguinte maneira: Método de Cole Decrescente: I .Multiplica-se o valor a ser depreciado a cada ano pela fração cujo denominador é a soma calculada acima (subitem 1). e II .00 117 52+CA(2005)x12.5% = 1. Prof.5% x 1/6 IV . Exemplo: Depreciação de um veículo adquirido por R$ 30.

000 = 3. 2 – Questão menciona que o método é linear: utilizar Método Linear (tudo bem.00. e Quarto Ano ⇒ Depreciação = (4/10) x 30.000.000.000.000 = 12. Exemplo: Depreciação de um veículo adquirido por R$ 30.000. Moraes Junior www. e Quarto Ano ⇒ Depreciação = (1/10) x 30. Prof.000.000. Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 = 10 Primeiro Ano ⇒ Depreciação = (1/10) x 30.com. quando o numerador será igual a via útil.Soma-se os algarismos que compõem o número de anos da vida útil do bem. Segundo Ano ⇒ Depreciação = (2/10) x 30. Para a resolução das questões de prova. sem valor residual (Suponha uma vida útil de 4 anos). Terceiro Ano ⇒ Depreciação = (2/10) x 30. Moraes Junior Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 = 10 Primeiro Ano ⇒ Depreciação = (4/10) x 30.pontodosconcursos.000. para o segundo ano é “2”. para o primeiro ano é “1”. 4 – Questão menciona que é o método de Cole. mas não especifica se é crescente ou decrescente: utilizar Método de Cole Decrescente.Multiplica-se o valor a ser depreciado a cada ano pela fração cujo denominador é a soma calculada acima (subitem 1). Segundo Ano ⇒ Depreciação = (3/10) x 30. e II .000 = 3.br 36 . é especifica se é crescente ou decrescente: utilizar Método de Cole Crescente/Decrescente. e o numerador. adotaremos o seguinte critério: 1 – Questão não menciona o método de depreciação utilizado: utilizar Método Linear.000 = 9.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 = 12.000.000 = 6. sei que é óbvio! Risos). para o terceiro ano é “3”. Utiliza-se esta metodologia até o último ano de vida útil. Método de Cole Crescente: I .000 = 6.000.000 = 9. 3 – Questão menciona que é o método de Cole. Terceiro Ano ⇒ Depreciação = (3/10) x 30. conforme especificado na questão.

A alternativa “c” é a correta. Moraes Junior Já caiu em prova! (AFC-STN-2000-ESAF) Um direito sobre bens do ativo permanente tem vida útil de 7 (sete) anos. também não faria diferença utilizar o Método de Cole Crescente ou Decrescente. na verdade. não afetaria o imposto de renda o imposto de renda seria maior. pode-se afirmar que. (a) (b) (c) (d) (e) o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da linha reta o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da soma dos dígitos dos anos coincidentemente. Nesta questão. Submetendo-se esse bem à depreciação. a despesa com depreciação seria igual para os dois métodos (Custo do Bem/7) e. pois. o imposto de renda seria o mesmo em ambas as hipóteses a depreciação.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. a depreciação seria igual para os dois métodos. durante a vida útil. Prof. comparativamente. no quarto ano.br 37 . dependendo do valor residual Vida Útil do Bem = 7 anos I – Método da Linha Reta de Depreciação Taxa Anual de Depreciação = 1/ 7 anos No quarto ano de vida útil do bem: Despesas com Depreciação = Custo do Bem x Taxa = Custo do Bem/7 II – Método de Cole de Depreciação Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7 = 28 Quarto Ano ⇒ Depreciação = (4/28) x Custo do Bem = Custo do Bem/7 Logo. no quarto ano de vida útil. num ou noutro método.pontodosconcursos.com. conseqüentemente. no quarto ano da vida útil. o imposto também seria igual. pelos Métodos da Linha Reta e da Soma dos Dígitos dos Anos. Moraes Junior www.

000 x 2 = 300 Montagem = 2. a fórmula de cálculo da depreciação seria: Depreciação = Coeficiente x Taxa x Período x Base de Cálculo Exemplo: Uma máquina.000. devendo a taxa normal de depreciação do bem ser multiplicada por um coeficiente.pontodosconcursos. dois turnos de 8 horas diárias e três turnos de 8 horas diárias.00 e R$ 8.0 2. cuja taxa de depreciação é de 10% ao ano.3.000. em um turno de 8 horas diárias.5% I – Depreciação Contábil Máxima: Corte = 2.0 x 10% = 30% ao ano Fiscal ⇒ Taxa de Depreciação = 2.5% x 3. sua taxa de depreciação passa a ser: Contábil ⇒ Taxa de Depreciação = 3. operando. a serem utilizadas.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Logo. Moraes Junior www. está sendo utilizada em três turnos de 8 horas diárias.br 38 . pintura e montagem. Tipos de Depreciação A depreciação ainda pode ser normal e acelerada. respectivamente.000 x 1 = 75 Pintura = 2. respectivamente.1. Sendo a taxa de depreciação anual de 10%.5 2. Depreciação Acelerada: empregada quando o bem for utilizado em mais de turno de 8 horas diárias. sendo o cálculo realizado com base na taxa normal de depreciação.000.0 Coeficiente (Legislação Fiscal) 1. Depreciação Normal: é empregada quando o bem for utilizado em apenas um turno de 8 horas diárias. a Cia.000 x 3 = 600 Depreciação Contábil Máxima = 75 + 300 + 600 = 975 Prof. Moraes Junior 5.0 3.5% x 8. R$ 6.00.0 1. calcule depreciação contábil total máxima e a depreciação fiscal total máxima: 10% ao ano = (10/12) % ao mês 3 meses (out a dez) = (10/12) % x 3 meses = 10/4 = 2. Industrial Silvestre adquiriu três máquinas nos valores de R$ 3.0 Nessas situações.com.5% x 6.0 x 10% = 20% ao ano Exemplo: Em 14/10/X1. nos departamentos de corte.6. conforme tabela abaixo: Turnos 1 turno (8 horas) 2 turnos (16 horas) 3 turnos (24 horas) Coeficiente (Legislação Societária) 1.00.

000.5% x 3.00 (D) perda de 52.5% x 6. • Utilização da máquina: 1o ano .000 x 1 = 75 Pintura = 2. Nesse contexto.00 (C) ganho de 60. é (A) ganho de 12.00 (–) Depreciação Acumulada (R$ 50.00. está evidenciada no Balanço Patrimonial. 2o ano . em reais. Considere as informações recebidas e a boa técnica teórico-conceitual aplicável ao caso e desconsidere a incidência de qualquer tipo de imposto. adquirida em segunda mão pela Companhia Lourival S/A. da seguinte forma: Ativo Não Circulante Imobilizado Máquina R$ 125.5 = 225 Montagem = 2. Moraes Junior www.000 x 2 = 400 Depreciação Contábil Máxima = 75 + 225 + 400 = 700 Já caiu em prova! (Contador Junior-Petrobras-2011-Cesgranrio) Uma máquina.000 II – A máquina foi vendida no dia seguinte ao do encerramento do terceiro ano de sua utilização: Valor da Venda = 60.00) Informações adicionais apresentadas pela Companhia Lourival: • A máquina foi vendida por R$ 60.500. • Valor residual da máquina: 0 (zero).5% x 8.00 (B) ganho de 47.500.500.regime de três turnos.000. ao final do primeiro ano de sua utilização.000 Utilização da Máquina: como a questão não especificou.com.00 I – Ao final do primeiro ano de utilização da máquina: Máquina = 125. vamos utilizar os coeficientes permitidos pelo fisco.pontodosconcursos. Prof.regime de turno único. exatamente no dia seguinte ao do encerramento do terceiro ano de sua utilização.000 Depreciação Acumulada = 50. o resultado apurado na venda da máquina.regime de dois turnos e 3o ano .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000. • Método de depreciação: quotas constantes.br 39 . Moraes Junior II – Depreciação Fiscal Máxima: Corte = 2.000.000.000 x 1.00 (E) perda de 65.

000 ⇒ ⇒ Depreciação (Terceiro Ano) = 25.500) 12.500 Prof.5 x 0. 125. Moraes Junior www.000 ⇒ ⇒ Depreciação (Primeiro Ano) = 50.pontodosconcursos.20 = 20% ao ano Depreciação (Primeiro Ano) = Coeficiente x Taxa x Período x Valor Depreciável ⇒ Depreciação (Primeiro Ano) = 2 x 0.20 x 1 x 125.000 Depreciação Acumulada (ao final do terceiro ano) = 50.500 Custo de Aquisição do Bem (-) Depreciação Acumulada Valor Contábil da Máquina Valor da Venda (-) Valor Contábil da Máquina Lucro na Venda A alternativa “b” é a correta.20 x 1 x 125.20 x 1 x 125.com.500 60.000 (112.000 (12. Moraes Junior Primeiro Ano = 3 turnos (Coeficiente pela Legislação Fiscal = 2.br 40 .000 Depreciação Acumulada (ao final do terceiro ano) = 112.5) Terceiro Ano = 1 turno (Coeficiente pela Legislação Fiscal = 1.0) Método de Depreciação = Quotas constantes Valor Residual = 0 Repare que a questão utilizou a vida útil da máquina como sendo 5 anos (vamos conferir): Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/5 anos = 0.000 ⇒ ⇒ Depreciação (Segundo Ano) = 37.000 (confere com a depreciação acumulada ao final do primeiro ano) Depreciação (Segundo Ano) = Coeficiente x Taxa x Período x Valor Depreciável ⇒ Depreciação (Segundo Ano) = 1.000 + 35.500 Depreciação (Terceiro Ano) = Coeficiente x Taxa x Período x Valor Depreciável ⇒ Depreciação (Terceiro Ano) = 1 x 0.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.700 + 25.0) Segundo Ano = 2 turnos (Coeficiente pela Legislação Fiscal = 1.500) 47.

Débito: Caixa ou Títulos a Receber (Ativo Circulante) Crédito: Outras Receitas (Receita) III – Baixa do Bem: Débito: Outras Despesas (Despesa) Crédito: Bem (ANC . quando o valor da alienação é menor que o valor contábil do bem. I – Cálculo do valor contábil do bem na data da alienação Custo de Aquisição = 40.4.33 Valor Contábil = 40.333.000 = 5.6.000 – 5.00 Taxa de Depreciação: 20% ao ano Venda à vista em 28/02/2003: R$ 30. o resultado desta alienação pode ser um ganho de capital.67 Prof.333.33 = 34. ou pode ser uma perda de capital.br 41 Circulante Imobilizado – ⇒ Ganho de Capital ⇒ Perda de Capital . Resultado = Valor da alienação .000 Período = de 30/07/2002 até 28/02/2003 = 8 meses (incluindo o mês de aquisição) Depreciação Acumulada = 20% x 8/12 x 40.com. Moraes Junior www.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.Valor Contábil Se Valor da Alienação > Valor Contábil Se Valor da Alienação < Valor Contábil Lançamentos: I – Determinação do Custo do Bem (Valor Contábil do Bem): Débito: Depreciação Acumulada (Ativo Não Retificadora) Crédito: Bem (Ativo Não Circulante Imobilizado) II – Alienação do Bem: à vista ou a prazo. quando o valor da alienação é maior que o valor contábil do bem. Alienação de Bens do Ativo Não Circulante Imobilizado Quando bens do ativo não circulante imobilizado são alienados.000.pontodosconcursos.000. Moraes Junior 5.Imobilizado) Exemplo: Considere os dados abaixo: Conta: Veículos Data de Aquisição: 30/07/2002 Valor de Aquisição: R$ 40.00 Determine se houve ganho ou perda de capital na data da alienação.1.666.

A empresa atualiza o desgaste de seus bens de uso em períodos mensais.00 e depreciação acumulada de 55%.000.00 47.000 (34. alienou dois veículos de sua frota de uso.00 42.750.000. quando esses veículos foram vendidos.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 29.000.000.br .000.00 46. a vista.00.500.750.000. por R$ 29.500.666.000. O primeiro desses carros já era da empresa desde 2005.00 35.750.67) (4. a empresa registrou seus ganhos ou perdas de capital com o seguinte lançamento de fórmula complexa: a) Diversos a Diversos Caixa Perdas de Capital a Veículo “A” a Veículo “B” b) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital c) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital d) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital Prof.000. Em 30 de setembro de 2008.00 29.00 6.500.000.A.000.00 7.00.00 46.00 35.666.500.pontodosconcursos.00 35.00 10.com.00 47. Moraes Junior II – Cálculo do Ganho ou Perda de Capital: Valor da Venda (-) Valor Contábil Perda de Capital 30.00 13.00 42. não tendo participado do balanço do referido ano de 2007.500.000.00 12.00 17.00 25. O segundo veículo foi comprado em primeiro de abril de 2008 por R$ 10.750.00 29.00 18.000.67) Já caiu em prova! (AFRFB-2009-Esaf) A empresa Revendedora S.500.00 11.000.00 35.000.000.00 42 www.500.500.00 29.00 35. tendo entrado no balanço de 2007 com saldo de R$ 25.

000 (7.000 = 17.000) 12.00 19.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Veículo 1) = 70% x 25.000 Período = anterior a 2008 + 9 meses/12 meses ⇒ Período = anterior a 2008 + 3/4 ano = anterior a 2008 + 0.500 = 7.00 48.000 – 17.75 ano Depreciação Acumulada (Veículo 1 até 31/12/2007) = 55% Depreciação Acumulada = (55% (até 2007) + 20% x 0.000 III – Apuração do ganho ou perda de capital: Valor da Alienação dos dois Veículos (-) Valor Contábil do Veículo 1 (-) Valor Contábil do Veículo 2 Ganho de Capital Prof.com.pontodosconcursos.000 Período = de abril a setembro = 6 meses/12 meses = 0. Acumulada ⇒ Valor Contábil (Veículo 2) = 10. Acumulada ⇒ Valor Contábil (Veículo 1) = 25.000.000.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Veículo 2) = 10% x 10.5 x 10.00 35.500) (9.5 ano Depreciação Acumulada = 20% x 0.75) x 25.000 ⇒ Depreciação Acumulada (Veículo 1) = (55% + 15%) x 25.br ⇒ ⇒ ⇒ 29.000 Valor Contábil (Veículo 2) = Custo de Aquisição – Dep. Moraes Junior www.00 48.000.00 Sabe-se que a vida útil de um veículo é igual a 5 anos Taxa de Depreciação = 1/5 = 20% ao ano I – Cálculo do Valor Contábil do Veículo 1: Veículo 1 (registrado no balanço em 2007) = 25.000.500 43 .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000.00 30/09/2008 Alienação de Dois Veículos = 29.500 Valor Contábil (Veículo 1) = Custo de Aquisição – Dep. Moraes Junior e) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital 29.000.000 – 1.500 II – Cálculo do Valor Contábil do Veículo 2: Veículo 2 (comprado em 01/04/2008) = 10.000.000 = 9.000 = 1.00 13.

000 (17.000 + 7.500 12.500 + 1. e II .500 35.500 – 9.6.000) 12.000 18.1.br 44 .com.5.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.Metade da vida útil do bem adquirido novo.500 + 1. 29.000 29.000 Baixa dos Veículos (pelo valor contábil): Outras Despesas (Despesa) a Veículos (ANC – Imobilizado) Outras Despesas (Despesa) a Veículos (ANC – Imobilizado) Lançamento consolidado: Diversos a Diversos Caixa (Ativo Circulante) Depreciação Acumulada (ANC) a Ganho de Capital (Receita) a Veículos (ANC – Imobilizado) 7. Prof. Depreciação de Bens Adquiridos Usados No caso de bens adquiridos usados a taxa anual de depreciação será determinada considerando-se o maior entre os seguintes prazos: I .000 Depreciação Acumulada (ANC – Imobilizado – Retificadora) a Veículos (ANC – Imobilizado) 17.500 (17.000 18.500 Depreciação Acumulada (ANC – Imobilizado – Retificadora) a Veículos (ANC – Imobilizado) 1.500 + 9.Imobilizado) a Ganho de Capital (Receita) a Veículos (ANC – Imobilizado) A alternativa “b” é a correta. Moraes Junior Venda à vista: Caixa (Ativo Circulante) a Outras Receitas (Receita) 29.500 (29.500 9.000) Diversos a Diversos Caixa (Ativo Circulante) Depreciação Acumulada (ANC .500 47.000) 35.000 – 7. considerada em relação à primeira instalação para utilização do bem. Moraes Junior www.500 5.Restante da vida útil.pontodosconcursos.000 47.

individualmente. agora usado. Contudo. se negociada a empresa como um todo. a preços de mercado. prevalecerá o tempo de 2 anos ⇒ ⇒ Taxa de Depreciação Anual = 1/2 anos = 50% ao ano 5. Prof.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Como sabemos. Fundo de Comércio: é o que uma empresa tem de valor acima do seu patrimônio líquido avaliado a preço de mercado.com.pontodosconcursos. Moraes Junior www. o Patrimônio Líquido de uma empresa é a diferença entre seus Ativos e seus Passivos Exigíveis. o "goodwill".br 45 . Lançamento: Despesas ou Encargos de Amortização (Despesa) a Amortização Acumulada (Ativo Não Circulante . Em 25/11/2006. Kaprisma para o referido bem? Metade da Vida Útil do Equipamento = 2 anos O equipamento estaria totalmente depreciado em fevereiro de 2008.. aquilo que um Patrimônio Líquido consegue ter de valor. então. ou seja. da Lei das S. Qual será a taxa anual de depreciação utilizada pela Cia. a amortização corresponde à perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada. Amortização De acordo com o art. para a empresa Kaprisma. Tempo de Vida Útil Restante = 2 meses (11 e 12/2006) + 1 ano (2007) + 2 meses (01 e 02/2008) Tempo de Vida Útil Restante = 1 ano e 4 meses Portanto. § 2o.2. Representa. o Patrimônio Líquido poderá estar expresso em "termos contábeis". Utiliza-se o método linear (método de quotas constantes) para cálculo das taxas de amortização. Moraes Junior Exemplo: A Cia J4M2 adquiriu um equipamento novo em 10/03/2004. b. acima do que seria obtido com a negociação de cada Ativo. ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado. 183. a Cia J4M2 vendeu este equipamento. com tempo de vida útil estimado em 4 anos.A.6.Intangível – Retificadora) A taxa de amortização é função do número de exercícios sociais em que deverão ser usufruídos os benefícios das despesas diferidas. depender diretamente dos valores contabilizados para cada Ativo e para cada Passivo.

Prof.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. recebidos pela empresa a título de locação ou empréstimo. . sem indenização. existiriam compradores interessados em pagar cinco bilhões de reais.Custo de aquisição. fórmulas e processos de fabricação. .As patentes serão amortizadas pelo prazo restante de proteção do direito de privilégio . . Moraes Junior www. reformas em bens de propriedade de terceiros. Ou seja. . serão computados os encargos de depreciação. devem reverter ao poder concedente. direitos autorais. inclusive de exploração de fundo de comércio. arrendamento ou cessão seja celebrado por prazo determinado. autorizações ou concessões. seria o “goodwill”.Patentes de invenção. ao fim do prazo de concessão. a diferença entre o valor negociado e o Patrimônio Líquido.pontodosconcursos. As benfeitorias em bens de terceiros somente se sujeitam à amortização caso sejam atendidas as seguintes condições cumulativas: o contrato de locação.com. nos termos da lei ou contrato que regule a concessão de serviço público.br 46 . de três bilhões de reais. Moraes Junior Exemplo: Suponha que o Patrimônio Líquido da J4M2 seja de dois bilhões de reais. - Caso o contrato seja por prazo indeterminado. ou em bens de terceiros. licenças. Contudo.Direitos sobre bens que. não haja direito de indenização das benfeitorias edificadas por ocasião do término do prazo contratual estabelecido.As marcas serão amortizadas por quem adquiriu o direito de uso. As benfeitorias em bens de terceiros são construções.Custo das construções ou benfeitorias em bens locados ou arrendados. caso a J4M2 fosse vendida. Bens sujeitos à amortização: . prorrogação ou modificação de contratos e direitos de qualquer natureza. restaurações. quando não houver direito ao recebimento de seu valor em restituição.

quando sua existência ou duração seja limitada.00 Sabendo que o contrato de locação é de 10 anos. (B) seis anos.000.00 (R$ 66.br 47 . (C) cinco anos e meio. Contrato de Locação = 10 anos Taxa de Amortização = 1/10 anos = 10% ao ano Amortização Acumulada = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ 66. . Maracanã efetuou uma benfeitoria em imóvel alugado de terceiros. Moraes Junior www.5 anos A alternativa “c” é a correta. cujo valor será revertido ao proprietário do imóvel no final do contrato de locação.fixado no contrato por intermédio do qual foi adquirido o bem incorpóreo. Tempo utilizado no cálculo da amortização: . Taxa de Amortização Anual = 1/10 anos = 10% ao ano Amortização Anual = 10% x 50. O valor contábil da benfeitoria está assim demonstrado em seu balanço patrimonial levantado em 31-12-2007: Custo da benfeitoria (−) Amortização acumulada (=) Valor contábil R$ 120.000. com duração de 10 anos.estabelecido em lei que regule os direitos do bem incorpóreo.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.pontodosconcursos. ⇒ Prof. o início da amortização ocorreu há (A) seis anos e quatro meses. elas devem ser registradas no ativo circulante ou no ativo não circulante realizável a longo prazo.00) R$ 54. (E) quatro anos e meio.000 ⇒ ⇒ Período = 66. pode-se concluir que.000/12. e . Exemplo: A empresa J4M2 adquiriu uma patente de invenção em 01/10/2006 por R$ 50.000 = 10% x Período x 120.000.decorrente da natureza do bem.00 Já caiu em prova! (TRT–18R–Analista Judiciário-Área Contabilidade– 2008–FCC) A Cia.00. Moraes Junior Caso haja direito a restituição do valor gasto com as benfeitorias em imóveis de terceiros.000 = 5. (D) cinco anos e três meses.000.000 = R$ 5.com. em relação a 31-12-2007.000.

ou florestal..000 = R$ 10.3. do volume de produção de cada período de apuração e sua relação com a possança conhecida da mina ou dimensão da floresta explorada. Exaustão de Recursos Minerais Há dois métodos para o cálculo de exaustão de recursos minerais: Método 1: Exaustão em função do prazo de concessão (utilizado para fins fiscais) Exemplo: Custo da concessão = R$ 200. da Lei das S. podem ser depreciados. decorrente de sua exploração.A. a exaustão corresponde à perda de valor.com. de direitos cujo objeto seja recursos minerais ou florestais. Moraes Junior 5. poderá ser determinada. .6. c. ou ainda. dos bens aplicados exclusivamente nas minas.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. A Legislação do Imposto de Renda estabeleceu que a quota de depreciação. ou bens aplicados nessa exploração.Somente se sujeitam à exaustão as minas que estejam sob regime de concessão. registrável em cada período de apuração.00 Prof. jazidas e florestas.pontodosconcursos. Moraes Junior www.3. opcionalmente. .00 Prazo da concessão = 20 anos Taxa de Exaustão Anual = 1/20 anos = 5% ao ano Despesa de Exaustão (anual) = 5% x 200. cujo período de exploração total seja inferior ao tempo de vida útil desses bens.1. 183. 5. Lançamento: Débito: Despesas ou Encargos de Exaustão (Despesa) Crédito: Exaustão Acumulada (Ativo Não Circulante Imobilizado – Retificadora) De acordo com a Lei das S.000.A.000.As máquinas e equipamentos de extração mineral opcionalmente.6. ao invés de exauridos. § 2o.. em função do prazo de concessão ou do contrato de exploração. os bens aplicados na exploração de recursos minerais e florestais estão sujeitos à exaustão. Exaustão De acordo com o art. A exploração de recursos minerais sob a forma de arrendamento ou licenciamento não pode ser objeto de exaustão.br 48 .

000 Taxa anual de depreciação = 100% ÷ 5 anos = 20% ao ano Período = 2 anos Exaustão acumulada = 20% x 2 anos x 5.000 m3 = 50 anos Taxa de Exaustão Anual = 2.000. Ou seja.000 = 1.000/100. deverá estar avaliado no balanço da empresa por R$ 3 milhões. Já caiu em prova! (Agente-Polícia Federal-2009-Cespe) Suponha que uma empresa mineradora tenha adquirido os direitos de exploração de uma mina por R$ 5 milhões.000 – 2.000. Moraes Junior Método 2: Exaustão em função da relação entre a produção do período e a possança conhecida da mina (utilizado para fins contábeis) Exemplo: Custo da Concessão = R$ 200. após dois anos de exploração.000.000 Valor Contábil da mina (na data do balanço) = 5. por meio de um contrato com cinco anos de vigência.500.000.000 Valor Contábil da mina (na data do balanço) = 5.000 – 1.000 = 2.000 = R$ 4. Nesse caso.000.000.000 Prof.00 Se o prazo de concessão for menor que o prazo previsto para esgotamento dos recursos. deveria ser adotado o cálculo do método 1.000.000. a exaustão deverá ser calculada em função do prazo de concessão. classificado no imobilizado.000 ⇒ Valor Contábil da mina (na data do balanço) = R$ 3. se tiverem sido extraídos 30% da possança da mina.000.000 Taxa anual de exaustão = 30% ÷ 2 anos = 15% ao ano Período = 2 anos Exaustão acumulada = 15% x 2 anos x 5.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 Possança Conhecida = 100.com.pontodosconcursos.000 m3 Tempo Previsto para Esgotamento da Mina = 100. Moraes Junior www.000 ou 1/50 anos = 2% ao ano Despesa de Exaustão Anual = 2% x 200. pois o prazo de concessão (20 anos) é menor que o tempo previsto para esgotamento dos recursos (50 anos).500.000. no caso dos dois exemplos supracitados.000.000 m3/2.000 ⇒ Método 2: Exaustão em função da relação entre a produção do período e a possança conhecida da mina (utilizado para fins contábeis) Custo de aquisição da mina = 5. o referido ativo.000 ⇒ Valor Contábil da mina (na data do balanço) = R$ 3. Método 1: Exaustão em função do prazo de concessão (utilizado para fins fiscais) Custo de aquisição da mina = 5.br ⇒ 49 .000 m3 Produção do Ano = 2.500.

só haverá exaustão de recursos florestais quando o esgotamento dos recursos estiver previsto para terminar antes do término do prazo contratual ou quando o prazo de exploração de recursos for indeterminado.2. ação da natureza ou obsolescência. d) provisão para ajuste ao valor de mercado. e IV – Os projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos sujeitam-se à depreciação. e não como exaustão. quando corresponder à perda por ajuste ao valor provável de realização. quando corresponder à perda de valor. Prof. Já caiu em prova!(AFRFB-2009-Esaf) A diminuição do valor dos elementos do ativo será registrada periodicamente nas contas de: a) provisão para perdas prováveis.com. III – Quando o prazo de exploração dos recursos florestais for indeterminado. a exaustão deveria ser calculada em função do prazo de concessão. quando corresponder à perda de valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. a perda de valor será contabilizada como amortização. quando corresponder à perda pelo ajuste do custo de aquisição ao valor de mercado.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.67 anos). decorrente da exploração de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. b) depreciação. Exaustão de Recursos Florestais De acordo com o Regulamento do Imposto de Renda. Exploração de Recursos Florestais (hipóteses): I – Quando o prazo contratual for inferior ao período previsto para esgotamento dos recursos florestais. o direito de exploração terá terminado. 5. ou bens aplicados nessa exploração. O item está errado.br 50 . a perda de valor será contabilizada como exaustão. e) amortização. quando corresponder à perda do valor de capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial. II – Quando o esgotamento dos recursos estiver previsto para ocorrer antes do fim do prazo contratual.6. quando este for superior. Moraes Junior www.pontodosconcursos. calculada com base na vida útil estimada dos recursos florestais objeto da exploração. c) exaustão. O erro da questão está na classificação na classificação dos “direitos de exploração de uma mina” que pertencem ao ativo não circulante intangível. Moraes Junior Como o prazo de concessão (5 anos) é menor que o prazo previsto para o esgotamento da mina (6. pois antes do esgotamento dos recursos. a perda de valor será contabilizada como exaustão. quando este for inferior.3.

os demais investimentos.os investimentos em participação no capital social de outras sociedades.pontodosconcursos. sem custo para a companhia. deduzido de provisão para perdas prováveis na realização do seu valor. c) exaustão. quando corresponder à perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada. IV . os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios: III . da Lei no 6. A alternativa está INCORRETA. da Lei no 6. ou bens aplicados nessa exploração. decorrente da sua exploração. 183. de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. pelo custo de aquisição. A alternativa está CORRETA. quando corresponder à perda do valor de capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. quando essa perda estiver comprovada como permanente. quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. ação da natureza ou obsolescência. ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado. ⇒ é amortização. b) amortização. pelo custo de aquisição. e que não será modificado em razão do recebimento. quando corresponder à perda do valor. deduzido de provisão para atender às perdas prováveis na realização do seu valor. Moraes Junior www.br 51 . do art. b) depreciação. Moraes Junior Análise das alternativas: a) provisão para perdas prováveis. Para as alternativas “b”. do art.404/76: Art. De acordo com os incisos III e IV. “c” e “e”: De acordo com o § 2o. 183. Prof.404/76: § 2o A diminuição do valor dos elementos dos ativos imobilizado e intangível será registrada periodicamente nas contas de: a) depreciação.com. 183. No balanço. quando este for inferior. ou para redução do custo de aquisição ao valor de mercado. ressalvado o disposto nos artigos 248 a 250 (investimentos avaliados pela Equivalência Patrimonial). quando este for inferior. de ações ou quotas bonificadas. quando corresponder à perda por ajuste ao valor provável de realização.

Mudanças de estimativas e correção de erros: Mudanças nas práticas contábeis. Prof. não são retificações de erros. e) amortização. d) provisão para ajuste ao valor de mercado. As alterações nas estimativas contábeis decorrem de nova informação ou inovações e. é manter a comparabilidade entre as demonstrações de períodos diferentes.com. as bases. decorrente da exploração de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. Mudanças nas estimativas. 183. do art. portanto. quando corresponder à perda pelo ajuste do custo de aquisição ao valor de mercado. A alternativa está INCORRETA.179/09 aprovaram o Pronunciamento Técnico CPC 23 que dispõe sobre políticas contábeis.1. mudança de estimativa e retificação de erro. ação da natureza ou obsolescência. que decorre da avaliação da situação atual e das obrigações e dos benefícios futuros esperados associados aos ativos e passivos. quando corresponder à perda de valor. A Deliberação CVM no 592/09 e a Resolução CFC no 1. de modo a adotar as práticas contábeis atuais ou como se nunca tivesse ocorrido o erro. Correção de erros. quando corresponder à perda de valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. pelo custo de aquisição ou produção. ou bens aplicados nessa exploração. as convenções.7. da Lei no 6. ou nos montantes relativos ao consumo periódico de ativo. A alternativa “a” é a correta. quando este for inferior.os direitos que tiverem por objeto mercadorias e produtos do comércio da companhia. além da divulgação das demonstrações contábeis alteradas.pontodosconcursos.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. A alternativa está INCORRETA. As mudanças de práticas contábeis e as retificações de erros obrigam a empresa a refazer as demonstrações contábeis anteriores. ⇒ é exaustão. 5. A alternativa está INCORRETA. assim como matérias-primas. O objetivo deste procedimento. De acordo com os incisos III e IV. quando este for superior. Mudança na estimativa contábil: é um ajuste nos saldos contábeis de ativo ou de passivo. produtos em fabricação e bens em almoxarifado. a menos que não seja possível. Práticas Contábeis. 5.br 52 . Moraes Junior c) exaustão. ⇒ é depreciação. as regras e as práticas específicas aplicados pela entidade na elaboração e na apresentação de demonstrações contábeis.404/76: II . deduzido de provisão para ajustá-lo ao valor de mercado.7. Definições Políticas contábeis: são os princípios. Moraes Junior www.

como se essa política tivesse sido sempre aplicada.br 53 . Tais erros incluem os efeitos de erros matemáticos. ou a combinação de ambas. Moraes Junior www.pontodosconcursos.os efeitos da aplicação retrospectiva ou da reapresentação retrospectiva não puderem ser determinados. e . erros na aplicação de políticas contábeis. descuidos ou interpretações incorretas de fatos e fraudes.com. individual ou coletivamente. Aplicação impraticável de requisito: ocorre quando a entidade não pode aplicá-lo depois de ter feito todos os esforços razoáveis nesse sentido. Erros de períodos anteriores: são omissões e incorreções nas demonstrações contábeis da entidade de um ou mais períodos anteriores decorrentes da falta de uso. Aplicação retrospectiva: é a aplicação de nova política contábil a transações. ou uso incorreto. pode ser o fator determinante. é impraticável aplicar retrospectivamente a mudança em política contábil ou fazer a reapresentação retrospectiva para corrigir um erro se: .estava disponível quando da autorização para divulgação das demonstrações contábeis desses períodos. A materialidade depende da dimensão e da natureza da omissão ou da informação incorreta julgada à luz das circunstâncias às quais está sujeita. Reapresentação retrospectiva: é a correção do reconhecimento. de informação confiável que: . a outros eventos e a condições.a aplicação retrospectiva ou a reapresentação retrospectiva exigir estimativas significativas de valores e se for impossível identificar objetivamente a informação sobre essas estimativas que: Prof. ou . Moraes Junior Omissão material ou incorreção material: é a omissão ou a informação incorreta que puder. da mensuração e da divulgação de valores de elementos das demonstrações contábeis. .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. influenciar as decisões econômicas que os usuários das demonstrações contábeis tomam com base nessas demonstrações. Para um período anterior em particular. A dimensão ou a natureza do item.pudesse ter sido razoavelmente obtida e levada em consideração na elaboração e na apresentação dessas demonstrações contábeis. como se um erro de períodos anteriores nunca tivesse ocorrido.a aplicação retrospectiva ou a reapresentação retrospectiva exigir premissas baseadas no que teria sido a intenção da Administração naquele momento passado.

5. . a administração exercerá seu julgamento no desenvolvimento e na aplicação de política contábil que resulte em informação que seja: . Interpretação ou Orientação que se aplique especificamente a uma transação. de tal modo que as demonstrações contábeis: .proporciona evidências das circunstâncias que existiam à data em que esses valores deviam ser reconhecidos. não. isto é. e . Na ausência de Pronunciamento. que estejam isentas de viés. outros eventos e condições a que se aplicam. a menos que Pronunciamento. contendo informação relevante e confiável sobre as transações.sejam prudentes.estaria disponível quando as demonstrações contábeis desse período anterior tiveram autorização para divulgação. outro evento ou condição.representem adequadamente a posição patrimonial e financeira.reflitam a essência econômica de transações. Essas políticas não precisam ser aplicadas quando o efeito da sua aplicação for imaterial.o reconhecimento do efeito da mudança na estimativa contábil nos períodos corrente e futuro afetados pela mudança. Moraes Junior www. outros eventos e condições e.confiável. Políticas Contábeis Os Pronunciamentos. mensurados ou divulgados. e .relevante para a tomada de decisão econômica por parte dos usuários. a outros eventos e a condições que ocorram após a data em que a política é alterada. meramente a forma legal.sejam neutras.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Aplicação prospectiva de mudança em política contábil e de reconhecimento do efeito de mudança em estimativa contábil representa. Prof. respectivamente: . Moraes Junior . e .com. . Interpretações e Orientações estabelecem políticas contábeis que o CPC concluiu resultarem em demonstrações contábeis.2. outros eventos e condições. o desempenho financeiro e os fluxos de caixa da entidade.pontodosconcursos. . A entidade deve selecionar e aplicar suas políticas contábeis uniformemente para transações semelhantes. Interpretação ou Orientação especificamente exija ou permita a classificação de itens para os quais possam ser aplicadas diferentes políticas.a aplicação da nova política contábil a transações.sejam completas em todos os aspectos materiais.br 54 .7. e .

7.obsolescência de estoque. Prof. Dada a sua natureza. podem ser exigidas estimativas de: .2. outros eventos ou condições que não ocorriam anteriormente ou eram imateriais.créditos de liquidação duvidosa. . outros eventos ou condições acerca da posição patrimonial e financeira.2.a adoção de política contábil para transações.for exigida por Pronunciamento. e . do desempenho ou dos fluxos de caixa da entidade. Mudança nas estimativas contábeis Como consequência das incertezas inerentes às atividades empresariais.valor justo de ativos financeiros ou passivos financeiros. podendo apenas ser estimados. Interpretação ou Orientação.resultar em informação confiável e mais relevante nas demonstrações contábeis sobre os efeitos das transações.1.a adoção de nova política contábil para transações.obrigações decorrentes de garantias.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. . Mudança nas políticas contábeis A entidade deve alterar uma política contábil apenas se a mudança: .com. A estimativa envolve julgamentos baseados na última informação disponível e confiável. 5. muitos itens nas demonstrações contábeis não podem ser mensurados com precisão. e .2. a revisão da estimativa não se relaciona com períodos anteriores nem representa correção de erro. Moraes Junior 5. Por exemplo. outros eventos ou condições que difiram em essência daqueles que ocorriam anteriormente. Moraes Junior www. ou .pontodosconcursos.vida útil de ativos depreciáveis ou o padrão esperado de consumo dos futuros benefícios econômicos incorporados nesses ativos. Não constituem mudanças nas políticas contábeis: .br 55 . O uso de estimativas razoáveis é parte essencial da elaboração de demonstrações contábeis e não reduz sua confiabilidade. A estimativa pode necessitar de revisão se ocorrerem alterações nas circunstâncias em que a estimativa se baseou ou em consequência de novas informações ou de maior experiência. .7.

da reapresentação dos saldos de abertura dos ativos. Moraes Junior www. dos passivos e do patrimônio líquido para o período anterior mais antigo apresentado. por vezes.período da mudança e futuros períodos. Se a mudança na estimativa contábil resultar em mudanças em ativos e passivos. Retificação de erro Erros podem ocorrer no registro. incluindo-o nos resultados do: .por reapresentação dos valores comparativos para o período anterior apresentado em que tenha ocorrido o erro. Moraes Junior A mudança na base de avaliação é uma mudança na política contábil e não uma mudança na estimativa contábil. Prof. se a mudança afetar apenas esse período.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. A entidade deve corrigir os erros materiais de períodos anteriores retrospectivamente no primeiro conjunto de demonstrações contábeis cuja autorização para publicação ocorra após a descoberta de tais erros: . ou . do passivo ou do patrimônio líquido no período da mudança.pontodosconcursos. As demonstrações contábeis não estarão em conformidade com os Pronunciamentos. e esses erros de períodos anteriores são corrigidos na informação comparativa apresentada nas demonstrações contábeis desse período subsequente. Os potenciais erros do período corrente descobertos nesse período devem ser corrigidos antes de as demonstrações contábeis serem autorizadas para publicação. se a mudança afetar todos eles. O efeito de mudança na estimativa contábil que não seja uma mudança à qual se aplique ao próximo parágrafo deve ser reconhecido prospectivamente. a mudança é tratada como mudança na estimativa contábil. ou .se o erro ocorreu antes do período anterior mais antigo apresentado. ou relacionar-se a componente do patrimônio líquido.com. Quando for difícil distinguir uma mudança na política contábil de uma mudança na estimativa contábil. na apresentação ou na divulgação de elementos de demonstrações contábeis. Interpretações e Orientações deste CPC se contiverem erros materiais ou erros imateriais cometidos intencionalmente para alcançar determinada apresentação da posição patrimonial e financeira. os erros materiais. Contudo. 5.período da mudança. na mensuração.7.3. ela deve ser reconhecida pelo ajuste no correspondente item do ativo.br 56 . não são descobertos até um período subsequente. do desempenho ou dos fluxos de caixa da entidade.

Um erro de período anterior deve ser corrigido por reapresentação retrospectiva. deve ser retificada para períodos tão antigos quanto for praticável. não constitui retificação de erro.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. são aproximações que podem necessitar de revisão à medida que se conhece informação adicional.1. Moraes Junior www. de erro em todos os períodos anteriores. por sua natureza. não podia ser estimada com precisão.7. erro na aplicação de política contábil) para todos os períodos anteriores. a entidade deve retificar os saldos de abertura de ativos. Por exemplo. passivos e patrimônio líquido para o período mais antigo para o qual seja praticável a reapresentação retrospectiva (que pode ser o período corrente). Dessa forma. Prof. anteriormente. ignorará a parcela da retificação cumulativa de ativos. Quando for impraticável determinar os efeitos de erro em um período específico na informação comparativa para um ou mais períodos anteriores apresentados.pontodosconcursos. Moraes Junior 5. Qualquer informação apresentada sobre períodos anteriores. As estimativas contábeis. A retificação de erro de período anterior deve ser excluída dos resultados do período em que o erro é descoberto. o ganho ou a perda reconhecida no momento do desfecho de contingência. salvo quando for impraticável determinar os efeitos específicos do período ou o efeito cumulativo do erro.com.3. que. incluindo qualquer resumo histórico de dados financeiros. no início do período corrente.br 57 . Limitação à reapresentação retrospectiva Um erro de período anterior deve ser corrigido por reapresentação retrospectiva. a entidade retifica a informação comparativa prospectivamente a partir da data mais antiga praticável. passivos e patrimônio líquido relativa a períodos anteriores à data em que a retificação do erro foi praticável. salvo quando for impraticável determinar os efeitos específicos do período ou o efeito cumulativo do erro. Quando for impraticável determinar o efeito cumulativo. As correções de erro distinguem-se de mudanças nas estimativas contábeis. a entidade deve retificar a informação comparativa para corrigir o erro prospectivamente a partir da data mais antiga praticável. Quando for impraticável determinar o montante do erro (por exemplo.

Moraes Junior 5. Bizu da Prova Questão 114 115 Bizu Descontos Ativos = Descontos Obtidos = Receita Descontos Passivos = Descontos Concedidos = Despesa Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: As bancas costumam adotar o método da complementação.uma obrigação possível que resulta de eventos passados e cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob controle da entidade. ou . ação da natureza ou obsolescência. Quando a questão não informar o método de depreciação. Taxa de Depreciação (Método Linear) = 1/Vida Útil do Bem Alienação de Bens do Ativo Não Circulante: Se Valor da Alienação > Valor Contábil ⇒ Ganho de Capital Se Valor da Alienação < Valor Contábil ⇒ Perda de Capital Depreciação: perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.com. Passivo contingente é: .8. Caso o valor residual seja diferente de ZERO. Moraes Junior www. utilize o método linear. de direitos cujo objeto Prof. Este resultado é que servirá de base de cálculo para a taxa de depreciação. ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado. Custo de Aquisição do Bem (+) Gastos com instalação (+) Acréscimos Posteriores (-) Valor Residual Base de Cálculo da Depreciação ou Valor Depreciável Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante.uma obrigação presente que resulta de eventos passados. Nos últimos anos.pontodosconcursos. ou seja. mas que não é reconhecida porque: . as questões da Esaf sobre PCLD (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) sempre adotaram o método da complementação (sem fazer a reversão).não é provável que uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos seja exigida para liquidar a obrigação. Amortização: perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada.br 116 117 118 119 120 121 122 123 58 . Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante.o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade. ou . decorrente da sua exploração. Exaustão: perda do valor. deverá ser subtraído do valor do custo de aquisição do bem a ser depreciado. Valor Residual: valor provável da realização do bem após ser totalmente depreciado. não fazem a reversão da provisão que não foi utilizada e constituem a provisão para o ano seguinte somente pelo valor da diferença entre o valor da provisão calculada e o saldo atual da provisão.

com.Imobilizado) II – Alienação do Bem: à vista ou a prazo. quando o valor da alienação é maior que o valor contábil do bem. tendo em vista que a PCLD é constituída justamente baseando-se em estimativas de possíveis não pagamentos de clientes. Constituição da Provisão: Despesa com Provisão (Despesa) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif.) I – Determinação do Custo do Bem (Valor Contábil do Bem): Depreciação Acumulada (ANC . Quando bens do ativo não circulante imobilizado são alienados. pois não houve provisão para estas perdas. Caixa ou Títulos a Receber (Ativo Circulante) a Outras Receitas (Receita) III – Baixa do Bem: Outras Despesas (Despesa) a Bem (ANC . quando o valor da alienação é menor que o valor contábil do bem. devem ser consideradas diretamente como despesa (Perdas com Clientes). Moraes Junior 59 . o resultado desta alienação pode ser um ganho de capital.) a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) Reversão da Provisão: Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif. houve o pagamento mas as despesas ainda não foram incorridas.Imobilizado) Despesas Pagas Antecipadamente: despesas cujo fato gerador ainda não ocorreu pelo princípio da competência.) Perda Consumada: Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif. são referentes a créditos que não faziam parte do saldo final de “Duplicatas a Receber” no exercício anterior. Os projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos sujeitam-se à depreciação. Quando a questão não informar o método de depreciação. ou seja. ou bens aplicados nessa exploração. calculada com base na vida útil estimada dos recursos florestais objeto da exploração. www. ou seja. Moraes Junior 124 125 sejam recursos minerais ou florestais. ou pode ser uma perda de capital. Constituição da Provisão: Despesa com Provisão (Despesa) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. utilize o método linear. Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante.) a Reversão de Provisão (Receita) Baixa por perdas de créditos do próprio ano ⇒ se as perdas são do próprio exercício. Taxa de Depreciação (Método Linear) = 1/Vida Útil do Bem A constituição de provisão para crédito de liquidação duvidosa (PCLD) faz com que as contas a receber sejam avaliadas de acordo com o critério do valor provável de realização.br 126 127 128 129 130 131 132 133 Prof. Aquisição de Bem de Uso: o ICMS nas compras não será recuperável e fará parte do custo das compras. Não é admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda.pontodosconcursos.Imobilizado – Retificadora) a Bem (ANC .

em virtude da apropriação pelo regime de competência. Percentual de PCLD = PCLD/ Valores a Receber “Provisão para Ajuste a Valor de Mercado”: não é aplicável a bens do ativo não circulante imobilizado. de natureza credora Exploração de Recursos Florestais (hipóteses): I – Quando o prazo contratual for inferior ao período previsto para esgotamento dos recursos florestais. III – Quando o prazo de exploração dos recursos florestais for indeterminado. . e IV – Os projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos sujeitam-se à depreciação. II – Quando o esgotamento dos recursos estiver previsto para ocorrer antes do fim do prazo contratual. Moraes Junior 134 I . Custo de Aquisição do Bem (+) Gastos com instalação (+) Acréscimos Posteriores (-) Depreciação Acumulada Valor Contábil do Bem Depreciação Acumulada = Taxa x Período x Valor Depreciável Provisão para Férias: conta do Passivo Circulante.Provisão para o Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro: Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão de IR ou Contribuição Social (Passivo Circulante) “Provisões” do Passivo: Como as provisões são sempre contas de natureza CREDORA. pois antes do esgotamento dos recursos. Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: As bancas costumam adotar o método da complementação. . a perda de valor será contabilizada como exaustão. não fazem a reversão da provisão que não foi utilizada e constituem a provisão para o ano seguinte somente pelo valor da diferença entre o valor da provisão calculada e o saldo atual da provisão. o direito de exploração terá terminado.com.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. a perda de valor será contabilizada como amortização. calculada com base na vida útil estimada dos recursos florestais objeto da exploração.Provisão para Férias. . Moraes Junior 60 .Imobilizado – Conta Retificadora) II .pontodosconcursos. e não como exaustão. também chamadas de “Provisões para Pagamentos”.Encargos de Depreciação: Despesas com Depreciação (Despesa – Conta de Resultado) a Depreciação Acumulada (ANC .Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante ou ANC Realizável a Longo Prazo – Conta Retificadora) III . São exemplos: .Provisão para a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. ou seja.Provisão para o Imposto de Renda. que sofrem depreciação.Provisão para Contingências. Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante. .br 135 136 137 138 139 140 141 142 143 Prof. a perda de valor será contabilizada como exaustão. as “provisões” do Passivo (ou “provisões passivas”) não são contas retificadoras e sim contas representativas de obrigações. Quanto a questão não for explícita quando à data de utilização do bem. www.Provisão para Décimo-Terceiro Salário.

e Quarto Ano ⇒ Depreciação = (4/10) x 30. quando o numerador será igual a via útil. Caso contrário. Terceiro Ano ⇒ Depreciação = (3/10) x 30.000. Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 = 10 Primeiro Ano ⇒ Depreciação = (4/10) x 30. para o primeiro ano é “1”. para o primeiro ano.000 = 12. para o terceiro ano é “n-2”. para o terceiro ano é “3”. Duplicatas Protestadas: também são duplicatas a receber que não foram pagas no vencimento e foram protestadas pela empresa.000. e II . ou seja.000. Segundo Ano ⇒ Depreciação = (3/10) x 30. 146 147 148 149 150 Prof.000 = 9. Método de Cole Crescente: I . se o valor de aquisição seja maior que o valor de mercado.000 = 6.Multiplica-se o valor a ser depreciado a cada ano pela fração cujo denominador é a soma calculada acima (subitem I). Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 = 10 Primeiro Ano ⇒ Depreciação = (1/10) x 30. para o segundo ano é “2”.00. quando o numerador será igual a 1.000 = 3. e o numerador.br 61 . Terceiro Ano ⇒ Depreciação = (2/10) x 30. Segundo Ano ⇒ Depreciação = (2/10) x 30. Exemplo: Depreciação de um veículo adquirido por R$ 30.000. II .Soma-se os algarismos que compõem o número de anos da vida útil do bem. sem valor residual (Suponha uma vida útil de 4 anos). deverá ser feita uma Provisão p/ Ajuste ao Valor de Mercado. Provisão para Ajuste a Valor de Mercado de Estoques: Caso o valor de aquisição seja menor que o valor de mercado.000 = 6.000.com.000. é o tempo de vida útil do bem (n).Soma-se os algarismos que compõem o número de anos da vida útil do bem.pontodosconcursos. Portanto.Metade da vida útil do bem adquirido novo. Ganho de Capital: Valor da Alienação do Bem > Valor Contábil do Bem Método de Cole Decrescente: I . que será retificadora da conta de Estoques.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. e Quarto Ano ⇒ Depreciação = (1/10) x 30. sem valor residual (Suponha uma vida útil de 4 anos). Depreciação de Bens Adquiridos Usados No caso de bens adquiridos usados a taxa anual de depreciação será determinada considerando-se o maior entre os seguintes prazos: I .Restante da vida útil. Utiliza-se esta metodologia até o último ano de vida útil. para o segundo ano é “n-1”. Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante. Moraes Junior www. nenhuma provisão deverá ser feita.000. Utiliza-se esta metodologia até o último ano de vida útil.000 = 3.000. considerada em relação à primeira instalação para utilização do bem. Moraes Junior 144 145 considera-se que o bem começou a ser utilizado na data de sua aquisição.000. II .000 = 12.000 = 9. Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante. também fazem parte da base de cálculo da “Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa”.00.Multiplica-se o valor a ser depreciado a cada ano pela fração cujo denominador é a soma calculada acima (subitem I).000. e o numerador. Exemplo: Depreciação de um veículo adquirido por R$ 30.

passivos contingentes não. Provisão: saída de recursos provável. Ativo Contingente: Probabilidade de Ocorrência de Entrada de Recursos Praticamente certa Provável. Moraes Junior 5. Importante: Provisões são contabilizadas. as seguintes condições: . mas existe a divulgação em notas explicativas (ativo contingente).é provável a saída de recursos para liquidar a obrigação. Nenhum ativo é reconhecido e não divulga em notas explicativas. Nenhum ativo é reconhecido.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. cumulativamente. mas não existe estimativa confiável. Memorize para a Prova Provisões em Geral: Uma provisão deve ser reconhecida quando atender.com.a entidade tem uma obrigação presente (legal ou não formalizada) como consequência de um evento passado. e . um ativo é reconhecido. mas não praticamente certa Tratamento Contábil O ativo não é contingente. Não é provável Prof. Obrigação Presente: indica que é mais provável ocorrer do que não ocorrera a obrigação. Moraes Junior www.pontodosconcursos.br 62 . Passivo Contingente: Probabilidade de ocorrência do desembolso Obrigação presente Mensurável por meio de provável estimativa confiável Não mensurável por inexistência de estimativa confiável Possível (mais provável que não tenha saída de recursos do que sim) Remota Tratamento contábil Uma provisão é reconhecida e é divulgado em notas explicativas Divulgação em notas explicativas (passivo contingente) Divulgação em notas explicativas (passivo contingente) Não divulga em notas explicativas Passivo: saída de recursos praticamente certa. .9. Passivo Contingente Não Divulgado: saída de recursos remota.pode ser feita estimativa confiável no montante da obrigação. Passivo Contingente Divulgado em Notas Explicativas: saída de recursos possível ou saída de recursos provável.

Moraes Junior www. Prof.valores estimados que cobrem perdas prováveis ou representam a existência de exigibilidades.Provisão para Contingências.Provisão para Férias. .Provisão para o Imposto de Renda.pontodosconcursos. Moraes Junior Provisões em Geral: . . . desde que estejam relacionadas às atividades operacionais da empresa. Constituição da Provisão: Despesas com Provisão (Despesa) a Provisão (Ativo – Retificadora Passivo) Perda Consumada: Provisão (Ativo – Retificadora) a Conta com base na qual ela foi constituída (Ativo) Reversão da Provisão: Provisão (Ativo – Retificadora) a Reversão da Provisão (Receita) Exemplos: Provisão p/ Ajuste ao Valor de Mercado. cujos montantes podem ser previamente conhecidos e/ou calculados. Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa.br 63 . Oportunidade e Prudência. .Provisão para Décimo-Terceiro Salário.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Provisão p/ Perdas Prováveis na Realização de Investimentos. Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa . .são sempre contas de natureza CREDORA Provisões do Ativo: contas redutoras do Ativo. “Provisões” do Passivo: contas representativas de obrigações.com.atendem aos Princípios da Competência.Provisão para a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.Critério das Perdas Prováveis: taxa sobre uma base de cálculo formada por um montante da conta “Duplicatas a Receber”. . Exemplos: .

br 64 .pontodosconcursos. independentemente do dia do mês. como no caso de imóvel alugado por uma empresa cuja atividade é o aluguel de imóveis. Lançamento: Despesas de Depreciação ou Encargos de Depreciação (Despesa) a Depreciação Acumulada (Ativo Não Circulante – Imobilizado – Retificadora) .Bens móveis ou imóveis que não estejam intrinsecamente relacionados à produção ou comercialização de bens e serviços.alcança bens materiais (tangíveis) classificados no Ativo Não Circulante Imobilizado e bens de renda classificados no subgrupo de Investimentos do Ativo Não Circulante. e IV . . uma parte do valor gasto na compra de bens de consumo durável utilizados nas atividades da empresa. ou seja. II .Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem. o imóvel alugado será classificado no imobilizado. . salvo em relação a benfeitorias e construções. Para empresas que não possuem como atividade o aluguel de imóveis. .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.com. Moraes Junior www. .Bens que aumentam de valor com o tempo. Moraes Junior Depreciação: .Valor Contábil do Bem: corresponde à diferença entre o custo de aquisição do bem e a depreciação acumulada. Custo de Aquisição do Bem (+) Gastos com instalação (+) Acréscimos Posteriores (-) Valor Residual Base de Cálculo da Depreciação Prof. conta-se o primeiro mês integralmente. . colocado em serviço ou esteja em condições de produzir.Terrenos.Vedações à depreciação de acordo com a Legislação do Imposto de Renda: I . como antiguidades e obras de arte.o bem poderá ser depreciado a partir da data em que for instalado.Valor Residual: valor provável da realização do bem após ser totalmente depreciado.Bens para os quais sejam registradas cotas de amortização ou exaustão. como despesa ou custo do período. qualquer que seja o dia. III .considerar.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. II . considerada em relação à primeira instalação para utilização do bem.5 2. Utiliza-se esta metodologia até o último ano de vida útil.Depreciação Normal: turno de 8 horas diárias.Metade da vida útil do bem adquirido novo. e II . Amortização Perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada. Lançamento: Despesas de Amortização ou Encargos de Amortização (Despesa) a Amortização Acumulada (Ativo Não Circulante .0 Bens Adquiridos Usados: a taxa anual de depreciação .Restante da vida útil. ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado.Depreciação Acelerada: mais de turno de 8 horas diárias. para o primeiro ano.com.Soma-se os algarismos que compõem o número de anos da vida útil do bem.0 1. . para o terceiro ano é “n-2”.Multiplica-se o valor a ser depreciado a cada ano pela fração cujo denominador é a soma calculada acima (subitem 1).0 Coeficiente (Legislação Fiscal) 1.o maior entre os seguintes prazos: I . Edificações: o valor das edificações deve estar destacado do valor do custo de aquisição do terreno. Método da Soma dos Dígitos ou Método de Cole (decrescente): I .Intangível – Retificadora) Prof. Moraes Junior www. é o tempo de vida útil do bem (n).br 65 . Tipos de Depreciação: . Moraes Junior Métodos Mais Utilizados de Depreciação: Método das Quotas Constantes ou Método Linear ou Método da Linha Reta: depreciação acumulada é diretamente proporcional ao tempo. quando o numerador será igual a 1. admitindo-se o destaque baseado em laudo pericial. para o segundo ano é “n-1”.pontodosconcursos. e o numerador. Turnos 1 turno (8 horas) 2 turnos (16 horas) 3 turnos (24 horas) Coeficiente (Legislação Societária) 1.0 3.0 2.

Moraes Junior www. de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. ou em bens de terceiros. .custo de aquisição. ou bens aplicados nessa exploração. Moraes Junior Bens sujeitos à amortização: . quando não houver direito ao recebimento de seu valor em restituição. . licenças.direitos sobre bens que. fórmulas e processos de fabricação. sem indenização.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Lançamento: Despesas de Exaustão ou Encargos de Exaustão (Despesa) a Exaustão Acumulada (Ativo Não Circulante – Imobilizado – Retificadora) Exploração de recursos florestais: Primeira Hipótese: Prazo Contratual < Período previsto p/ esgotamento dos recursos florestais (amortização) Segunda Hipótese: Prazo Contratual > Período previsto p/ esgotamento dos recursos florestais (exaustão) Terceira Hipótese: Prazo indeterminado de exploração dos recursos (exaustão) Quarta Hipótese: Projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos (depreciação) Exploração de recursos minerais: sempre exaustão.custo das construções ou benfeitorias em bens locados ou arrendados. direitos autorais. prorrogação ou modificação de contratos e direitos de qualquer natureza. inclusive exploração de fundo de comércio. nos termos da lei ou contrato que regule a concessão de serviço público.pontodosconcursos. ao fim do prazo de concessão. devem reverter ao poder concedente. decorrente de sua exploração.patentes de invenções. Método 1 (fiscal): Exaustão em função do prazo de concessão Método 2(contábil): Exaustão em função da relação entre a produção do período e a possança conhecida da mina Prof. . Exaustão Corresponde à perda de valor.com.br 66 . autorizações ou concessões.

As alterações nas estimativas contábeis decorrem de nova informação ou inovações e. as bases. individual ou coletivamente. pode ser o fator determinante. ou uso incorreto.br 67 . A materialidade depende da dimensão e da natureza da omissão ou da informação incorreta julgada à luz das circunstâncias às quais está sujeita. e .pontodosconcursos. Omissão material ou incorreção material: é a omissão ou a informação incorreta que puder. de informação confiável que: . Moraes Junior Políticas contábeis: são os princípios. que decorre da avaliação da situação atual e das obrigações e dos benefícios futuros esperados associados aos ativos e passivos. portanto. A entidade deve selecionar e aplicar suas políticas contábeis uniformemente para transações semelhantes. as regras e as práticas específicas aplicados pela entidade na elaboração e na apresentação de demonstrações contábeis. a menos que Pronunciamento. Um erro de período anterior deve ser corrigido por reapresentação retrospectiva. as convenções.estava disponível quando da autorização para divulgação das demonstrações contábeis desses períodos. outros eventos e condições. Moraes Junior www.com. salvo quando for impraticável determinar os efeitos específicos do período ou o efeito cumulativo do erro. Erros de períodos anteriores: são omissões e incorreções nas demonstrações contábeis da entidade de um ou mais períodos anteriores decorrentes da falta de uso. Mudança na estimativa contábil: é um ajuste nos saldos contábeis de ativo ou de passivo. A dimensão ou a natureza do item.pudesse ter sido razoavelmente obtida e levada em consideração na elaboração e na apresentação dessas demonstrações contábeis. influenciar as decisões econômicas que os usuários das demonstrações contábeis tomam com base nessas demonstrações. ou nos montantes relativos ao consumo periódico de ativo. ou a combinação de ambas. Prof.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. não são retificações de erros. Interpretação ou Orientação especificamente exija ou permita a classificação de itens para os quais possam ser aplicadas diferentes políticas.

380.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 2.br 68 . Moraes Junior www.00 420.00 2.00 2.00 2.00 2.380.380.00 2. é o que segue abaixo: a) Diversos a Caixa Duplicatas a Pagar Descontos Ativos b) Caixa a Diversos a Duplicatas a Pagar a Descontos Ativos c) Diversos a Duplicatas a Pagar Caixa Descontos Passivos d) Duplicatas a Pagar a Diversos a Caixa a Descontos Ativos e) Duplicatas a Pagar a Diversos a Caixa a Descontos Passivos 2. com descontos de 15%.00 420.800.00 420.800. Moraes Junior 5.com.00 420.pontodosconcursos.00 Prof.00 2.00.(Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) O lançamento contábil apropriado para registrar o pagamento de duplicatas no valor de R$ 2.10.800.00 2.380.800. Exercícios de Fixação 114.00 420.380.800.800.00 2.

(Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) Uma máquina adquirida em abril de 2010 por R$ 3.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. em agosto de 2009. A empresa utiliza contabilização mensal dos encargos de depreciação e uma taxa anual de 12%.00. Nesse exercício. na Demonstração do Resultado do Exercício.00. em 31 de dezembro. para os cálculos.000.000.000. tem depreciação contabilizada.pontodosconcursos.000. deverá ser computado como encargo de depreciação. portanto. c) R$ 1.770. fará a empresa suportar uma despesa no valor de a) R$ 770. instalada para funcionar em julho do mesmo ano.000. a conta Máquinas e Equipamentos apresenta um saldo devedor de R$ 900. o que. o valor de a) R$ 450.00 foram comprados em abril de 2008. os encargos de depreciação com esses equipamentos terão o valor de a) R$144. b) R$121.00. e) R$ 60.00. b) R$ 800. sem garantias específicas de recebimento.800.00. tem créditos normais.00. em relação a essa máquina.(Fiscal de Rendas-Rio de Janeiro-RJ-Esaf-2010) A Cia. R$ 300.00. d) R$ 85. 116.00. c) R$108. No seu livro Razão há um saldo remanescente da Provisão para Devedores Duvidosos no valor de R$ 1. R$ 400.00. Ao encerrar o ano de 2009.00. e) R$ 180. Prof. com expectativa de vida útil estimada em 10 anos.00. considerando-se um valor residual de 20%. neste balanço. d) R$ 1. 117.00. Deve.00. b) R$ 360.(Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) A empresa “X”.000.000. constituir uma provisão para risco de crédito.000.800.com. e) R$ 2. Entre os equipamentos.br 69 . Moraes Junior www.000. d) R$ 240. Moraes Junior 115. no montante de R$ 60.00 foram comprados em abril de 2009 e o restante. A nova provisão deverá ser contabilizada à razão de 3% dos créditos sob risco.000.00.00. das Máquinas S/A faz seus balanços considerando um exercício coincidente com o ano calendário.00. No balanço referente ao exercício social de 2011.00.00.00. c) R$ 300.000.

antes de se contabilizar os encargos do exercício.210. em 31 de dezembro de 2010.000.00.00 b) R$ 16.00 eram devidos por uma firma que abriu concordata.00 d) R$ 11.(AFRFB-2009-Esaf-Adaptada) No balanço patrimonial encerrado em 31/12/2007. Ao contabilizar uma nova provisão no exercício de 2008.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 119.br 70 .00 c) R$ 14.com. para uso.00 e teve comprovada a experiência de perdas no recebimento de créditos.800. apresenta um saldo de R$ 84.000. dispensando-se os centavos.00 na conta Veículos. conseguindo um acordo judicial à base de 68%.00.900.A. c) está detido essencialmente para a finalidade de ser negociado. apresentava a conta Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa com saldo de R$ 13. Moraes Junior www. Em 31/12/2008. a empresa Previdente S. nessa data. a empresa tinha créditos a receber no valor de R$ 180. O método de cálculo da depreciação utilizado é o linear. 120. A vida útil econômica dos veículos foi estimada em cinco anos e o seu valor residual foi estimado em 5%.000. Durante o ano de 2008 a empresa baixou créditos incobráveis no valor de R$ 7.00 e) R$ 10. Ao registrar na contabilidade os encargos de depreciação do exercício de 2010. e) a entidade não tem um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo durante pelo menos doze meses após a data do balanço. Os veículos foram adquiridos e incorporados ao patrimônio. já tinha saldo de R$ 20. b) espera-se que seja liquidado durante o ciclo operacional normal da entidade.900.00.00. dos quais R$ 20. R$ 22.000. R$ 25.200. um passivo deve ser classificado como Passivo Contingente quando satisfizer o seguinte critério entre outros: a) o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade. o contador deverá constituir para o balanço um saldo de Prof.(Analista do Mercado de Capitais-CVM-2010-Esaf) A empresa ARPEC S/A. a empresa vai encontrar o valor de a) R$ 26. após o arredondamento matemático. d) deverá ser liquidado num período até doze meses após a data do balanço.pontodosconcursos.(Analista do Mercado de Capitais-CVM-2010-Esaf-Adaptda) De acordo com as Normas Internacionais de Contabilidade.00.000. Moraes Junior 118. A conta Depreciação Acumulada. data de encerramento do exercício social.00. ocorrida nos últimos três anos.650.000. na forma como segue: em outubro de 2008 em junho de 2009 em abril de 2010 R$ 33. em média de 4%.500.

c) R$ 7.500.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. o saldo da conta de bens depreciáveis havia saltado para R$ 1. em primeiro de abril. tendo entrado no balanço de 2007 com saldo de R$ 25.600. Moraes Junior 29.000. e) R$ 19.000. Entretanto.00 47. A empresa atualiza o desgaste de seus bens de uso em períodos mensais. a vista.600.A. já contabilizada.00 35. d) R$ 320.000.00 47.00. por R$ 29.00.A. c) R$ 325.500.500.00. e) R$ 290.00.00 Perdas de Capital 6.800. nessa data.000.000.00.00 35.br . alienou dois veículos de sua frota de uso.00 a Veículo “B” 10. com saldo de R$ 200. quando esses veículos foram vendidos. Moraes Junior a) R$ 12.100.(AFRFB-2009-Esaf) Na Contabilidade da empresa Atualizadíssima S. não tendo participado do balanço do referido ano de 2007.00 18.00.00 12.500.000.(AFRFB-2009-Esaf) A empresa Revendedora S.000.00 em 31/03/2008.00 35.00.000.00 71 www.000.com. O segundo veículo foi comprado em primeiro de abril de 2008 por R$ 10.000.000. Considerando que todo o saldo anterior é referente a bens depreciáveis à taxa anual de 10%. 122. b) R$ 305.00. O primeiro desses carros já era da empresa desde 2005.000.00.000.000.000.00.pontodosconcursos. com uma Depreciação Acumulada.00 b) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital Prof. no valor de R$ 300.000. em decorrência da aquisição.800.00.00 a Veículo “A” 25. a empresa registrou seus ganhos ou perdas de capital com o seguinte lançamento de fórmula complexa: a) Diversos a Diversos Caixa 29. de outros bens com vida útil de 5 anos.00 e depreciação acumulada de 55%.200.00.00. b) R$ 5. Em 30 de setembro de 2008. d) R$ 6. em 31/12/2008.000.000. os bens depreciáveis eram apresentados com saldo de R$ 800. podemos dizer que no balanço patrimonial a ser encerrado em 31 de dezembro de 2008 o saldo da conta Depreciação Acumulada deverá ser de a) R$ 340.00. 121.000.00.

00 35.00 35.00 13. Prof. decorrente da exploração de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. b) depreciação.000.000.750.00 19. Moraes Junior c) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital d) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital e) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital 29. Moraes Junior www.000.000.500.00 46.00 42. quando corresponder à perda por ajuste ao valor provável de realização.00 42.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. e) amortização.00 35. quando corresponder à perda de valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso.500.000.00 17.(AFRFB-2009-Esaf) A diminuição do valor dos elementos do ativo será registrada periodicamente nas contas de: a) provisão para perdas prováveis. ou bens aplicados nessa exploração. quando este for inferior.500. ação da natureza ou obsolescência.00 29.00 48. quando corresponder à perda de valor.00 46.000.00 7.00 13.750.000.00 48. d) provisão para ajuste ao valor de mercado.com.750.00 29. quando corresponder à perda do valor de capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial.500.000.750.000.00 123.000.br 72 . c) exaustão. quando corresponder à perda pelo ajuste do custo de aquisição ao valor de mercado.00 11.pontodosconcursos. quando este for superior.

e) R$ 20. 126.(ATRFB-2009-Esaf) A empresa Hélices Elíseas S. a empresa levará ao resultado do exercício uma despesa provisionada de: a) R$ 15.000. b) R$ 4.000.000. d) R$ 21. no balanço de 31 de dezembro de 2008.00.00. 125. mandou fazer nova provisão baseada numa estimativa de perdas de 3. já tinha máquinas e equipamentos adquiridos em outubro de 2007.00.000.00.600.A.br 73 ..300. em 31.000.720.2007.00.00.00. com contas a receber no valor de R$ 800.500.000. d) R$ 24. tinha também uma conta de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa com saldo remanescente de R$ 13.(AFRFB-2009-Esaf) A firma comercial Alvorada Mineira Ltda.000.00.(ATM-Natal/RN-2008-Esaf) A empresa Fastfood Ltda.00.280. d) R$ 5.00.00 e mais outra. adquiriu um bem de uso por R$ 6. e) R$ 28. Moraes Junior www.00.00.00.780. em primeiro de outubro de 2008. igual às perdas efetivas ocorridas no recebimento de créditos nos últimos três exercícios.00.00.5%. o patrimônio da firma Alvorada evidenciará um aumento no ativo no valor de: a) R$ 6. No encerramento do exercício de 2007. A operação foi tributada com ICMS de 12%.220. b) R$ 13.com.00. o seu valor contábil será de a) R$ 22. por R$ 8. c) R$ 5.800. Sabendo-se que a vida útil desses equipamentos é de apenas dez anos. Prof.000. quando comprou outra. c) R$ 11.00.400. pagando uma entrada de 25% em dinheiro e financiando o restante em três parcelas mensais e iguais. por R$ 6.000.500. c) R$ 21. Ao ser contabilizada a operação acima.000. Moraes Junior 124.00. por R$ 10. Feitos os lançamentos cabíveis.00. em primeiro de abril de 2008. b) R$ 22.00.pontodosconcursos.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.12. podemos dizer que. e) R$ 3.000.

(AFC-STN-Áres:Contábil-Financeira-2008-Esaf) opção que contém uma afirmativa falsa. e adquiridas em julho de 2008: R$ 60. adquiridas em abril de 2008: R$ 80.000. Moraes Junior www.06 e de R$ 110.com. b) A quota anual de depreciação será ajustada proporcionalmente no caso de período-base com duração inferior a doze meses.300. c) R$ 3. ou dele baixado.00.12.00 na conta Máquinas e Equipamentos. e de bem acrescido ao ativo. b) R$ 150.100.00 e deverá ir a balanço em 2007 com saldo equivalente a 3% dos créditos cabíveis. será determinada mediante a aplicação da taxa anual de depreciação sobre o custo de aquisição dos bens depreciáveis.000.800.br 74 .12.600. no exercício de 2007.000.000. 129.00. A vida útil das máquinas é estimada em 5 anos e a depreciação é contabilizada anualmente.000.00.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00. b) R$ 3.500.100.00. e) R$ 7. Moraes Junior 127.00. Com base nessas informações.07. no curso do período-base.200.00.00.000. Assinale abaixo a a) A quota de depreciação registrável na escrituração. A conta provisão para créditos de liquidação duvidosa foi a balanço em 2006 com saldo de R$ 4. perdas com créditos de liquidação duvidosa no valor de a) R$ 2.000. c) R$ 191.800.000. pode-se dizer que essa empresa contabilizou. tem um saldo de R$ 900. d) Será admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda. A composição das máquinas é a seguinte: adquiridas até 2006: R$ 770. houve a baixa de perdas no valor de R$ 3. c) A taxa anual de depreciação será fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem pelo contribuinte. d) R$ 7.900.000. em 31. e) R$ 208.00..(ATM-Natal/RN-2008-Esaf) A empresa Meireles S.2007.00.12.00. Prof.00 em 31. referente a créditos já existentes em 2006 e de R$ 1. adquiridas em abril de 2007: R$ 130. será de: a) R$ 18.00.pontodosconcursos. pode-se dizer que a despesa de depreciação.00. referente a créditos de 2007. como custo ou despesa operacional.000. d) R$ 198.00.00. na produção de seus rendimentos. Durante o exercício de 2007. que já tem Depreciação Acumulada no valor de R$ 240.000. Após a contabilização dos ajustes para o balanço de 2007. 128.A.(AFC-STN-Áres:Contábil-Financeira-2008-Esaf) A empresa Dúbias Cobranças S/A tinha créditos no valor de R$ 160. no exercício social de 2008.000.00.00.00 em 31.

00.00.400.400.com. R$ 38. inclusive edifícios e construções e projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. a crédito. por R$ 38. o Contador deverá mandar fazer na conta Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa um registro de a) R$ 1.00.12.(ENAP-Contador-2006-ESAF) A firma Dadivo S/A vendeu. d) R$ 520. Moraes Junior e) Podem ser objeto de depreciação todos os bens sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas naturais ou obsolescência normal. 131.000. a crédito. e que a empresa quer contabilizar o evento com um único lançamento no livro Diário. a débito. já existe uma conta de provisão com essa finalidade.280.00 R$ 11.pontodosconcursos. tendo créditos a receber no valor de R$ 32.000. e com experiência de perda efetiva no recebimento de itens dessa espécie.000. b) R$ 960.00. e) R$ 440.00.00. uma máquina usada. c) R$ 760. a débito.00 R$ 7.000.00.00 R$ 38.(SUSEP-2006-Esaf) A empresa Comércio Limitado. não utilizado.000.00 b) c) d) R$ 49.000. com saldo anterior de R$ 520. em 31.400.00.00 R$ 4.00.00.000.00 R$ 42.00 R$ 8. Moraes Junior www.05. 130. Considerando que. R$ 38. a prazo. mas já estava depreciado em 30%.00. a crédito.br 75 . antes de elaborar o seu balanço anual. no livro Razão. R$ 49.000. Referido equipamento fora comprado por R$ 42. comprovada em 4% nos últimos três exercícios sociais.00.00 R$ 29.00 Prof.00.000.400.400. O lançamento adequado para contabilizar essa operação de venda deverá considerar o seguinte mecanismo de débito e crédito: a) débito de Contas a Receber crédito de Máquinas e Equipamentos débito de Contas a Receber crédito de Máquinas e Equipamentos crédito de Lucro na Alienação débito de Contas a Receber débito de Prejuízo na Alienação crédito de Máquinas e Equipamentos débito de Contas a Receber débito de Depreciação Acumulada crédito de Máquinas e Equipamentos crédito de Lucro na Alienação R$ 38.000. R$ 38.000. precisa mandar constituir uma provisão para devedores duvidosos.00 R$ 42.600.

00 R$ 50.00 em março de 1999 e instalada no mesmo dia com previsão de vida útil de dez anos e valor residual de 20%.00.(IRB-2006-Esaf) A empresa Domesticação Ltda.e) Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 débito de Depreciação Acumulada R$ 12.00. a R$ 250.00. em 31 de dezembro de 2005. sendo uma de sua propriedade. Moraes Junior www. já havia sido paga a manutenção dos meses de janeiro e fevereiro de 2006.900.600..400. Prof.00 crédito de Lucro na Alienação R$ 8. sendo que. c) R$ 6. d) R$ 6.00. b) R$ 5.000. d) R$ 3.000.(TRF-2006-Esaf) Uma máquina de uso próprio.00.000.pontodosconcursos.00 cada uma.000.600. locada de Ferragens S/A. Moraes Junior débito de Contas a Receber R$ 38. no valor de R$ 8.400.625.00.00 R$ 50. e outra. b) R$ 6. nas condições acima indicadas e sem considerar implicações de ordem tributária ou fiscal. Em decorrência dos fatos informados.br 76 . por quanto poderá ser vendida no mês de setembro de 2006.00.200. essa empresa deverá apresentar despesas no valor de a) R$ 5.900. poderá ser vendido por a) R$ 5.00. e em observância aos princípios contábeis de Competência e da Entidade.00. sem causar ganhos nem perdas contábeis? Referido bem.00. e) R$ 3.300.00 crédito de Máquinas e Equipamentos R$ 42.200. e) R$ 7. cuja ocorrência verificou-se durante o ano inteiro.600. depreciável.com.00.000. Ambas as máquinas têm vida útil estimada em dez anos.00.640. c) R$ 3. Em manutenção mensal essas máquinas consomem despesas fixas de R$ 100.00. adquirida por R$15. 132. ao contrário do aluguel que só fora pago até o mês de outubro de 2005. no valor de R$ 10. utiliza duas máquinas em seu processo produtivo.600. 133.00 por mês.000.

uma máquina comprada por R$ 120. c) R$ 2. a empresa Javeli S/A promoveu a contabilização do encargo de depreciação do exercício.00. no valor de R$ 7. foi adquirida por R$ 6. da provisão para créditos de liquidação duvidosa.00.000.262. iniciada em agosto de 2002. pelo método da linha reta. e) R$ 2. máquina Alfa.00.000.000. enquanto que a máquina Alfa foi baixada do ativo imobilizado. mantinha a conta Máquinas e Equipamentos representando três máquinas em utilização na empresa. d) R$ 29.(ENAP-Contador-2006-Esaf) A empresa Sem Mércio S/A. A terceira. Prof. pode-se dizer que a empresa obteve.350.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.600. Observando as informações acima. em 2005. b) R$ 13. 136.00.com.000. máquina Celta.00.00.br 77 . b) R$ 3.000.00. logrando obter margem bruta de lucro de 25%.725.50.00.662. A primeira delas.000.000.00 e tem vida útil de 8 anos. visando a uma possível reintegração.00.00. a Contabilidade apresentou depreciação acumulada no valor de a) R$ 4.000. por alienação. d) R$ 2. A empresa faz a apropriação das despesas com desgaste dos bens em lançamentos anuais. encerrado em 31 de dezembro. a empresa Onetwoelen S/A. A segunda. no valor de R$ 12. Ao elaborar as demonstrações relativas ao exercício de 2005. 135.00. promoveu sua alienação. foi adquirida por R$ 4. Moraes Junior 134.00 e tem vida útil de 10 anos. iniciada em abril de 2003. Com o registro contábil dos fatos indicados a empresa teve seu ativo patrimonial diminuído em a) R$ 12.600. c) R$ 12. d) R$ 9. foi adquirida por R$ 10.200.000.162.000.50.000. e da provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro.00. c) R$ 24. iniciada em outubro de 2004.00.00. e) R$ 7.(IRB-2006-Esaf) Possuindo. nesta operação de venda.(TRF-2006-Esaf) No encerramento do exercício de 2005.00 e depreciada com base linear em vida útil de 5 anos e valor residual de 20%. também com vida útil de 10 anos.50.pontodosconcursos.200. e) R$ 36. a prazo. no valor de R$ 17.00. Sobre a máquina Celta é mantido um valor residual de 15% de seu custo histórico. há três anos e meio.00.000.000. máquina Beta. b) R$ 19. Moraes Junior www. um lucro no valor de a) R$ 17.

pontodosconcursos. da folha de férias de outubro de 2005.br 78 . b) R$ 43.500. estimando sua vida útil em dez anos. se vende 50%. contra a provisão de férias.600. em junho de 2002. Se a empresa utiliza o método da linha reta para depreciar tal equipamento. registrados nos estoques devem ser estornados. a) 3% do total dos duodécimos contabilizados em duplicidade.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.A.00.875. Moraes Junior 137. Moraes Junior www. contabilizou a folha de provisão para férias do mês de outubro de 2005 com erro. d) R$ 54. e) R$ 67.00.00.(IRB-2006-Esaf) A empresa Almeiderson S/A adquiriu por R$ 67.00.000. b) 70% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados das despesas administrativas.com.500.00. uma vez que o referido lançamento só foi constatado na conciliação feita no mês seguinte. em 31 de dezembro de 2005 ele deverá apresentar valor contábil de a) R$ 35. 138. desde que sobrasse um valor residual de 20% do custo de aquisição. indique qual estorno abaixo representa um ajuste necessário. Considerando que a apropriação da folha de férias é feita em 30% para custo dos estoques e 70% para despesas administrativas e que de tudo que se fabrica no mês. devem ser estornados do custo das mercadorias vendidas.(AFRF-2005-Esaf) A empresa Divergências S.00 um equipamento industrial que. c) R$ 48. d) 6% dos 20% dos duodécimos da folha de provisão de férias de outubro de 2005. Foram provisionados em duplicidade o equivalente a 20% dos duodécimos. incorporou a seu ativo imobilizado.100. e) 30% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados do custo dos estoques contra a provisão de férias. Prof. c) 14% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados dos estoques. contabilizados a maior.

mas tinha capacidade estimada em 500 mil metros cúbicos de minério e foi instalada com capacidade de exploração em 8 anos.00. a empresa deverá demonstrar as contas “Duplicatas a Receber” e “Clientes”. fará com que o lucro da empresa. mas que permanece inalterado ao final do exercício de 2003. b) A taxa de exaustão será de 10% do custo total por ano. assinale abaixo a única assertiva que não é verdadeira.000.00. Analisando essas informações. a empresa deverá contabilizar uma provisão. b) R$ 9.00.500. Prof.500.00 aos cofres da nossa empresa. aliado às outras informações constantes do enunciado. a mina foi alienada por R$ 200. 140. Ao fim do 5º ano de exploração bem-sucedida.500.000. oriundo do balanço patrimonial de 2002.290. custara R$ 300.00. respectivamente.12.00. referente ao exercício de 2003.00.00. após a aquisição e instalação.(ICMS-MG-2005-Esaf) A mina Etereal. Moraes Junior 139. c) A taxa de exaustão será de 12.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. a exaustão acumulada será de 50% do custo da mina.com.00. e) R$ 25. c) R$ 16.pontodosconcursos.000. e) O custo a ser baixado no ato da venda será de R$ 90.000. que será elaborado com data de 31.5% ao ano.br 79 . d) R$ 16. com saldo devedor de R$ 350 mil e R$ 200 mil. seja reduzido no valor de a) R$ 7. No balanço patrimonial. Este fato. mantendo-se o residual de proteção de 20% da capacidade produtiva. Moraes Junior www. Considerando-se que está comprovada a expectativa de perda provável de 3% dos créditos a receber. tem no livro razão uma conta intitulada “Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa” com saldo credor de R$ 9. d) Ao fim do 5º ano. com quitação em vinte duplicatas mensais.000. a) A exploração anual será de 50 mil m³ de minério.(ICMS-RN-2005-Esaf) A firma Linhas de Comércio Ltda.03.

000. referente ao exercício de 2005.00 e) R$ 936. Moraes Junior 141.260. em 31/12/x4 tinha valores a receber com saldo no valor de R$ 27. Moraes Junior www.00 R$ 2.00.00.00 R$ 20. e) R$ 1. b) R$ 5.00.com.000.000.00 d) R$ 1. Com base nessas informações.000.00. por depreciação feita com base em vida útil estimada de 10 anos e saldo residual de 20% do custo. mandando provisionar seus créditos para fins de balanço. podemos dizer que a contabilização da provisão para créditos de liquidação duvidosa..00 c) R$ 450.pontodosconcursos.000.800. Referida máquina fora comprada por R$ 150. c) R$ 4.00 b) R$ 1.00.00 142. Ao findar o ano com novos saldos no valor de R$ 42. em primeiro de abril de 1998. 143.000. devidamente contabilizada vai-nos mostrar que o preço de venda obtido na alienação foi de Prof.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. a empresa adotou procedimento igual ao anterior.00 01/07/2003 cinco anos 31 de dezembro No exercício de 2004 o aludido bem de uso vai gerar encargos de depreciação no valor de a) R$ 5.00. nos outros 40%. auferindo um lucro da ordem de 20% sobre o preço obtido na alienação. provocará na Demonstração do Resultado do Exercício uma redução do lucro final no valor de a) R$ 774.400.00 e mandou fazer provisão para créditos de liquidação duvidosa no valor de R$ 810.000. trimestralmente. •valor de mercado na data da compra •valor de mercado em 31/12/2004 •valor de aquisição •valor residual estimado •data de aquisição •vida útil estimada: •data de encerramento de exercício social R$ 25.00. Durante o exercício de x5 a empresa recebeu e deu quitação a 60% desses créditos e mandou dar baixa. A operação. e seu valor tem sido atualizado.000.00 R$ 21.746.000.(ICMS-RN-2005-Esaf) Considere os seguintes dados e informações sobre determinado bem de uso. d) R$ 3. por não recebimento.(AFC-STN-2005-Esaf) Em 20 de outubro de 2004.(ICMS-MG-2005-Esaf-Adaptada) A empresa ACD Ltda.00.600.br 80 . a empresa Milícias S/A mandou contabilizar a baixa por venda de uma máquina de uso.

800.com.00 c) R$ 65. mais algumas em fase de cobrança.000.00 c) R$ 7. no valor de R$ 98. nós consideramos a vida útil de 10 anos e 5 anos. já protestadas. com utilização imediata. com valor residual de 20%. no valor de R$ 111.00 b) R$ 9.000. algumas ainda a vencer. no valor de R$ 120. em abril de 2002.000. encontramos diversas duplicatas a receber.00 c) R$ 8. com base em 4% dos devedores duvidosos.00 145.760. Também havia uma Provisão para Créditos Incobráveis com saldo credor de R$ 4. e Veículo comprado em julho do mesmo ano. Pelo conhecimento que temos da empresa e de sua carteira de cobrança.00.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00.(AFRF-2003-Esaf) Ao examinarmos a carteira de cobrança da empresa Gaveteiro S/A. outras já vencidas.640.000.00.500.000.500.280.00 d) R$ 8.625.00 d) R$ 5.200.00 e) R$ 90.00.000.000.00. respectivamente.00 b) R$ 6.00. Feitas as provisões e contabilizadas corretamente. sendo correto um provisionamento deste porte.00 144.500.00 e) R$ 5.pontodosconcursos. O encargo de depreciação contabilizado no exercício social de aquisição (2002) foi no valor de a) R$ 4.00 e) R$ 12. sabemos que a experiência de perda com esses créditos tem sido de cerca de 4%.00 d) R$ 86.600.720. no valor de R$ 112. Para fins de apropriar o desgaste físico.br 81 .00 b) R$ 63.00 Prof. é correto dizer que a Demonstração do Resultado do Exercício conterá como despesa dessa natureza o valor de a) R$ 9.400.00 e outras descontadas em Bancos. Moraes Junior www. Moraes Junior a) R$ 52.(AFC-CGU-2004-Esaf) O nosso Ativo Imobilizado consta apenas de Equipamento adquirido por R$ 60.400. por R$ 45..000.

há um ano e meio. que no Balanço Patrimonial os cinco conjuntos em epígrafe contribuirão com um custo de a) R$ 9.450. c) R$ 13. Moraes Junior www.622. mas o proprietário falou e disse: “vou cuidar para que a depreciação dos bens de uso seja feita em 12 anos”.00. podemos dizer.44 d) R$ 10.br 82 .00 c) A operação de compra deu ao vendedor um lucro de R$ 4.555.00 Prof. constarão Encargos de Depreciação no valor de a) R$ 3. elaborada em 31.00. na Demonstração de Resultado do Exercício de 2002.com. O desgaste físico desses bens deverá ter contabilização anual.pontodosconcursos.22 e) R$ 10.000.000. em relação ao referido veículo. referente à máquina BETA. Assim sendo.750. Em 31 de dezembro do mesmo ano. Moraes Junior 146.00 para as mesas e de R$ 300. d) R$ 16. No dia 31 de dezembro os bens foram inventariados com base em pesquisa válida que encontrou preço líquido de mercado de R$ 900. pode-se afirmar que: a) A conta Depreciação Acumulada desse veículo terá saldo de R$ 5.00 por mesa e R$ 250. Com base nestes dados e informações.12. O carro fora comprado novo pelo ora vendedor pela quantia de R$ 27.00.00.00 por cadeira. pagando 60% à vista.750.00 e) O valor contábil do veículo.850. adotando-se os critérios legais de avaliação de ativos. 147. e) R$ 22.(AFRF-2003-Esaf-Adaptada) Em primeiro de novembro a Nossa Firma adquiriu cinco conjuntos de mesas com quatro cadeiras.000. referente a ambas as máquinas. Segundo o costume usual os móveis brasileiros têm expectativa de vida útil de dez anos.00.000. referente à máquina ALFA.250.650.644.88 c) R$ 9.22 b) R$ 9.000.00 d) A operação de compra deu ao vendedor uma perda de R$ 500. no comprador.(TRF-2002. b) R$ 9.02. O preço total foi R$ 10.00 b) O valor contábil do veículo. referente à máquina BETA. sendo R$ 1.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 para as cadeiras.2-Esaf) Em primeiro de outubro de 2001. para pagamento em 60 dias. em 01/04/2002.250.55 148.00.022.00. com certeza.000. no comprador. A empresinha da questão usa como mobília dois dos conjuntos adquiridos e os outros três foram destinados à revenda. é de R$ 21.00 em 01/10/2001 e a máquina BETA foi comprada pelo mesmo preço.00.(AFRF-2003-Esaf) A máquina ALFA foi comprada por R$ 130.100. Ambas as máquinas têm durabilidade igual: deverão ser usadas durante dez anos. a Ameriflores Ltda adquiriu um veículo usado por R$ 23.888. e contabilizado com valor residual de R$ 12. referente à máquina ALFA. A depreciação considera a previsão normal do fisco para a vida útil de veículos (5 anos).000. é e R$ 22.00.

A mina teve custo original de R$ 110.br 83 .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. comparativamente. Moraes Junior www.2-Esaf) A empresa Desmontando S/A vendeu o seu ativo imobilizado.000. já passados quatro anos. pode-se afirmar que. durante a vida útil. Considerando que a contabilização estimada da amortização desses ativos tem sido feita normalmente. na verdade.00 c) R$ 20.000. Quando da aquisição da mina. Moraes Junior 149. com vida útil prevista em dez anos. Agora.000.(AFRF-2002. O trator vendido tem sido depreciado pelo método linear. a ganhos de capital no valor de: a) R$ 10.00.00 150. no quarto ano da vida útil.000.00 e o trator fora comprado por R$ 35.200.00 d) R$ 13.200.com.pontodosconcursos. verificamos que forma extraídas. o imposto de renda seria o mesmo em ambas as hipóteses a depreciação.000. num ou noutro método. há exatos quatro anos. em termos líquidos.(AFC-STN-2000-Esaf) Um direito sobre bens do ativo permanente tem vida útil de 7 (sete) anos.000.00. a capacidade total foi estimada em 40 toneladas de minérios com extração prevista para dez anos. efetivamente. podemos afirmar que a alienação narrada acima deu origem. Submetendo-se esse bem à depreciação. dependendo do valor residual Prof. não afetaria o imposto de renda o imposto de renda seria maior. com valor residual de 20%. 20 toneladas.00 b) R$ 21. Dele constavam apenas uma mina de carvão e um trator usado.00 e) R$ 24. a) b) c) d) e) o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da linha reta o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da soma dos dígitos dos anos coincidentemente. à vista. por R$ 100. pelos Métodos da Linha Reta e da Soma dos Dígitos dos Anos.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior GABARITO: 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – D B D D C A D B B A B B A D A D C E C A B E A C A E A A D E C A E C E A C

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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 5.11. Resolução dos Exercícios de Fixação 114.(Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) A empresa “X”, em 31 de dezembro, tem créditos normais, sem garantias específicas de recebimento, no montante de R$ 60.000,00. Deve, portanto, constituir uma provisão para risco de crédito. No seu livro Razão há um saldo remanescente da Provisão para Devedores Duvidosos no valor de R$ 1.000,00. A nova provisão deverá ser contabilizada à razão de 3% dos créditos sob risco, o que, neste balanço, fará a empresa suportar uma despesa no valor de a) R$ 770,00. b) R$ 800,00. c) R$ 1.770,00. d) R$ 1.800,00. e) R$ 2.800,00. Resolução I - A empresa “X”, em 31 de dezembro, tem créditos normais, sem garantias específicas de recebimento, no montante de R$ 60.000,00. Deve, portanto, constituir uma provisão para risco de crédito. Portanto, como há créditos normais, sem garantias de recebimento, será constituída uma provisão para créditos de liquidação duvidosa (ou provisão para devedores duvidosos) considerando a base de cálculo de R$ 60.000,00. II - No seu livro Razão há um saldo remanescente da “Provisão para Devedores Duvidosos” no valor de R$ 1.000,00. A nova provisão deverá ser contabilizada à razão de 3% dos créditos sob risco, o que, neste balanço, fará a empresa suportar uma despesa no valor de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) = 3% x 60.000 = R$ 1.800,00 Saldo Remanescente da “Provisão para Devedores Duvidosos” = R$ 1.000,00 Método da Complementação: Valor a Ser Constituído da PDD = 1.800 – 1.000 = 800 Lançamento: Débito: Despesas com Provisões (Despesa) 800 Crédito: Provisão para Devedores Duvidosos (Ativo Circulante-Retificadora)800 GABARITO: B

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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 115.(Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) Uma máquina adquirida em abril de 2010 por R$ 3.000,00, instalada para funcionar em julho do mesmo ano, com expectativa de vida útil estimada em 10 anos, tem depreciação contabilizada, considerando-se um valor residual de 20%. No balanço referente ao exercício social de 2011, deverá ser computado como encargo de depreciação, em relação a essa máquina, o valor de a) R$ 450,00. b) R$ 360,00. c) R$ 300,00. d) R$ 240,00. e) R$ 180,00. Resolução I - Uma máquina adquirida em abril de 2010 por R$ 3.000,00, instalada para funcionar em julho do mesmo ano, com expectativa de vida útil estimada em 10 anos, tem depreciação contabilizada, considerando-se um valor residual de 20%. Data de Aquisição da Máquina = abril/2010 Valor de Aquisição = R$ 3.000,00 Entrada em Funcionamento da Máquina = julho/2010 Vida Útil Estimada = 10 anos Valor Residual = 20% x Valor de Aquisição = 20% x 3.000 = R$ 600,00 II - No balanço referente ao exercício social de 2011, deverá ser computado como encargo de depreciação, em relação a essa máquina, o valor de... Como a questão não definiu o método, devemos considerar o método linear de depreciação. Vida Útil Estimada = 10 anos Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/10 = 0,10 = 10% ao ano Repare que estamos falando de encargo de depreciação, ou seja, é a despesa de depreciação de 2011. Vamos calcular: Custo de Aquisição do Bem (-) Valor Residual Base de Cálculo da Depreciação ou Valor Depreciável (x) Período (1 ano = de janeiro a dezembro de 2011) (x) Taxa de Depreciação Despesas com Depreciação = 2.400 x 1 x 10% 3.000 (600) 2.400 1 10% 240

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Vamos calcular a depreciação acumulada para que você perceba a diferença. e) R$ 60. para os cálculos. Ao encerrar o ano de 2009. Período = de julho/2010 (entrada em funcionamento da máquina) a dezembro/2011 = 18 meses = 1.00.pontodosconcursos.000 (600) 2.5 ano Custo de Aquisição do Bem (-) Valor Residual Base de Cálculo da Depreciação ou Valor Depreciável (x) Período (1.000.000. R$ 300.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.5 10% 360 Repare que havia resposta (alternativa “b”). Resolução I .000.00.br 87 .000. Nesse exercício. não estamos falando de depreciação acumulada.com. a conta Máquinas e Equipamentos apresenta um saldo devedor de R$ 900.00.400 1.5 x 10% 3. Para calcular a depreciação acumulada temos que considerar todo o período de operação da máquina até a data do balanço referente ao exercício social de 2011.400 x 1. c) R$108. GABARITO: D 116.000. das Máquinas S/A faz seus balanços considerando um exercício coincidente com o ano calendário.5 ano = de julho de 2010 a dezembro de 2011) (x) Taxa de Depreciação Despesas com Depreciação = 2. mas não é a resposta correta.(Fiscal de Rendas-Rio de Janeiro-RJ-Esaf-2010) A Cia.000. Moraes Junior www.000.00 foram comprados em abril de 2008. em agosto de 2009. b) R$121.000.00 foram comprados em abril de 2009 e o restante. das Máquinas S/A faz seus balanços considerando um exercício coincidente com o ano calendário.A Cia. d) R$ 85. Entre os equipamentos. Moraes Junior Na questão.00. R$ 400.00. A empresa utiliza contabilização mensal dos encargos de depreciação e uma taxa anual de 12%.00. os encargos de depreciação com esses equipamentos terão o valor de a) R$144. Exercício coincidente com o ano calendário (de 01/01 a 31/12) Prof. na Demonstração do Resultado do Exercício.

000 ⇒ Total de Encargos de Depreciação (2009) = R$ 85.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Vamos aos cálculos: I – Equipamentos comprados em abril de 2008: Período = de janeiro de 2009 a dezembro de 2009 = 1 ano = 12 meses Encargos de Depreciação = Taxa Mensal x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação = 1% x 12 meses x 400.000. a conta Máquinas e Equipamentos apresenta um saldo devedor de R$ 900.00 Contabilização Mensal dos Encargos de Depreciação Taxa Anual de Depreciação = 12% ao ano Taxa Mensal de Depreciação = 12% ao ano/12 meses = 1% ao mês III .000 (400.Nesse exercício.000 II – Equipamentos comprados em abril de 2009: Período = de abril de 2009 a dezembro de 2009 = 9 meses Encargos de Depreciação = Taxa Mensal x Período x Base de Cálculo ⇒ Encargos de Depreciação = 1% x 9 meses x 300.br 88 .000. Saldo da Conta “Máquinas e Equipamentos” = R$ 900. Data de compra das máquinas e dos equipamentos: Comprados em abril de 2008 = R$ 400. R$ 300.000 = 10.000 ⇒ ⇒ ⇒ Total de Encargos de Depreciação (2009) = 48.00 foram comprados em abril de 2009 e o restante. Moraes Junior II .Entre os equipamentos. A empresa utiliza contabilização mensal dos encargos de depreciação e uma taxa anual de 12%. em agosto de 2009.000) (300.000 = 48.000.00 Saldo da Conta “Máquinas e Equipamentos” no Exercício (-) Comprados em abril de 2008 (-) Comprados em abril de 2008 (=) Comprados em agosto de 2009 900.00 GABARITO: D Prof.000.000 III – Equipamentos comprados em agosto de 2009: Período = de agosto de 2009 a dezembro de 2009 = 5 meses Encargos de Depreciação = Taxa Mensal x Período x Base de Cálculo ⇒ Encargos de Depreciação = 1% x 5 meses x 200.000.000 + 10.000) 200.000 A questão pergunta sobre os encargos de depreciação (conta de despesa) em 2009 e não sobre a depreciação acumulada (conta patrimonial). R$ 400.000 = 27.00. para os cálculos.000. Moraes Junior www.000 + 27.pontodosconcursos.00 foram comprados em abril de 2008.com.00 Comprados em abril de 2009 = R$ 300.000.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000. dispensando-se os centavos. A vida útil econômica dos veículos foi estimada em cinco anos e o seu valor residual foi estimado em 5%.650.000 Ou seja.00. A depreciação acumulada em 31/12/2010 era: Depreciação Acumulada = 20.000 = 80.210. A conta Depreciação Acumulada.00 Resolução Veículos = 84. após o arredondamento matemático. Ao registrar na contabilidade os encargos de depreciação do exercício de 2010. em 31 de dezembro de 2010. R$ 22.00 d) R$ 11.000 + 25. já tinha saldo de R$ 20.00 na conta Veículos.210.210 = 4. para uso.00.900. R$ 25.com. na forma como segue: em outubro de 2008 em junho de 2009 em abril de 2010 R$ 33.000.210. Moraes Junior 117. a empresa vai encontrar o valor de a) R$ 26. Os veículos foram adquiridos e incorporados ao patrimônio.500 (encargos contabilizados até 31/12/2009) Período: Veículo 1 (adquirido em outubro de 2008) = 2 anos e 3 meses Veículo 2 (adquirido em junho de 2009) = 1 ano e 7 meses Veículo 3 (adquirido em abril de 2010) = 9 meses Prof. O método de cálculo da depreciação utilizado é o linear.000 (adquirido em abril de 2010) Soma = 33.pontodosconcursos.210 – 4.(Analista do Mercado de Capitais-CVM-2010-Esaf) A empresa ARPEC S/A. Moraes Junior www.000 + 22.br 89 .00 e) R$ 10.00 c) R$ 14.000 (adquirido em outubro de 2008) Veículo 2 = 25.800. o valor informado já é o valor depreciável.50 Valor Depreciável dos Veículos = Custo de Aquisição – Valor Residual ⇒ ⇒ Valor Depreciável dos Veículos = 84.50 ⇒ ⇒ Valor Depreciável dos Veículos = 80. antes de se contabilizar os encargos do exercício.00 b) R$ 16.000.900.000.000 (desprezando-se os centavos) Repare que o valor depreciável informados para os veículos: corresponde justamente aos valores Veículo 1 = 33. nessa data.500.00.00.210 Valor Residual Estimado = 5% ⇒ ⇒ Valor Residual Estimado = 5% x 84.000 (adquirido em junho de 2009) Veículo 3 = 22. apresenta um saldo de R$ 84.

br 90 .(Analista do Mercado de Capitais-CVM-2010-Esaf-Adaptda) De acordo com as Normas Internacionais de Contabilidade. como o veículo foi comprado em 2009. b) espera-se que seja liquidado durante o ciclo operacional normal da entidade.000 = 6.300 Encargos de Depreciação (2010) = 6.900 GABARITO: C 118.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior www. c) está detido essencialmente para a finalidade de ser negociado. deve-se considerar que foi no mês da aquisição.000 ⇒ ⇒ Depreciação = 20% x 3/4 x 22.300 = 14. um passivo deve ser classificado como Passivo Contingente quando satisfizer o seguinte critério entre outros: a) o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade.com.000 + 3. Moraes Junior Cálculo dos encargos de depreciação em 2010 (de acordo com a questão o método de depreciação utilizado é o linear): Vida Útil dos Veículos = 5 anos Taxa de depreciação anual = 1/5 anos = 20% ao ano I – Veículo adquirido em outubro de 2008: Chamo a sua atenção.000 III – Veículo adquirido em abril de 2010: como o veículo foi comprado em abril de 2010 e a questão não mencionou a data em que entrou em operação.000 ⇒ ⇒ Depreciação = 20% x 33.600 + 5. d) deverá ser liquidado num período até doze meses após a data do balanço.000 ⇒ ⇒ Depreciação = 20% x 25. Prof. Depreciação = 20% x 1 ano x 25. e) a entidade não tem um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo durante pelo menos doze meses após a data do balanço. Portanto. pois estamos calculando a despesa de depreciação (encargos de depreciação) em 2010. a depreciação em 2010 ocorrerá ao longo dos 12 meses (de janeiro a dezembro de 2010).000 = 3.pontodosconcursos.000 = 5. Portanto. Período = de abril a dezembro = 9 meses = 9 meses/12 meses = 3/4 ano Depreciação = 20% x 3/4 ano x 22. Depreciação = 20% x 1 ano x 33.600 II – Veículo adquirido em junho de 2009: Mais uma vez. como o veículo foi comprado em 2008. a depreciação em 2010 ocorrerá ao longo dos 12 meses (de janeiro a dezembro de 2010). chamo a sua atenção. pois estamos calculando a despesa de depreciação (encargos de depreciação) em 2010.

uma obrigação possível que resulta de eventos passados e cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob controle da entidade. II . Moraes Junior Resolução Passivo contingente é: . mas que não é reconhecida porque: .está detido essencialmente para a finalidade de ser negociado.uma obrigação presente que resulta de eventos passados.deverá ser liquidado num período até doze meses após a data do balanço. A alternativa está correta. Vamos analisar as alternativas: a) o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade.não é provável que uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos seja exigida para liquidar a obrigação. esta alternativa identifica um passivo circulante.a entidade não tem um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo durante pelo menos doze meses após a data do balanço. Ou seja. ou IV .pontodosconcursos.br 91 . ou . Prof.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. ou . b) espera-se que seja liquidado durante o ciclo operacional normal da entidade. Um passivo deve ser classificado como circulante quando satisfizer qualquer dos seguintes critérios: I . os passivos contingentes ou contingências passivas são caracterizados como possíveis para não prováveis saídas de recursos (a probabilidade maior é que não ocorra a saída de recursos). III .espera-se que seja liquidado durante o ciclo operacional normal da entidade. Todos os outros passivos devem ser classificados como não circulantes.com. Conforme visto acima. Portanto. A alternativa está errada.o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade. esta característica identifica um passivo contingente. Moraes Junior www.

00.000 PCLD 7.com.200. Moraes Junior c) está detido essencialmente para a finalidade de ser negociado.00.00. Moraes Junior www. Durante o ano de 2008 a empresa baixou créditos incobráveis no valor de R$ 7. Ao contabilizar uma nova provisão no exercício de 2008.000 13. o contador deverá constituir para o balanço um saldo de a) R$ 12. e) a entidade não tem um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo durante pelo menos doze meses após a data do balanço.00.000 Lançamento da perda consumada (baixa de créditos incobráveis): Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante .200.A.000. a empresa tinha créditos a receber no valor de R$ 180.00 eram devidos por uma firma que abriu concordata. apresentava a conta Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa com saldo de R$ 13. Esta alternativa identifica um passivo circulante.pontodosconcursos. e) R$ 19. Resolução Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) = 13.00. A alternativa está errada.br 92 . d) R$ 6. A alternativa está errada. Esta alternativa identifica um passivo circulante. ocorrida nos últimos três anos.(AFRFB-2009-Esaf-Adaptada) No balanço patrimonial encerrado em 31/12/2007. dos quais R$ 20.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 e teve comprovada a experiência de perdas no recebimento de créditos.800. GABARITO: A 119. Esta alternativa identifica um passivo circulante.200 Média de Perdas = 4% Prof.600.800.200 Baixa de Créditos incobráveis = 7. Em 31/12/2008.00. c) R$ 7.200 6.000.000. conseguindo um acordo judicial à base de 68%. a empresa Previdente S. em média de 4%. b) R$ 5.Retificadora) a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) 7.00. data de encerramento do exercício social. A alternativa está errada. d) deverá ser liquidado num período até doze meses após a data do balanço.600.

600 Lançamento: Despesas com Provisões (Despesa) a PCLD (Ativo Circulante – Retificadora) GABARITO: D 6.200 Constituição da PCLD por complementação: PCLD = 12. não havia mais concordata e sim recuperação judicial.400 Agora. Nesse caso.800 Nos últimos anos.000 = 6.000.000) = 4% x 160.00 (diferença em 100% e 68%) ficarão sem previsão de recebimento. Vamos primeiramente a calcular a PCLD referente a parte geral.000.400 + 6.000 – 20.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. (*) Em 2008. as questões da Esaf sobre PCLD sempre adotaram o método da complementação (sem fazer a reversão).000 = 6. pois somente o valor referente a 68% de R$ 20.200 (saldo atual da PCLD) = 6.400 PCLD (total) = 6.000 13. sem considerar os R$ 20. Moraes Junior www. Cálculo da PCLD (concordata) = (1 – 68%) x 20.800 (calculado) – 6.br 93 . vamos calcular a PCLD referente ao acordo judicial.400 = 12.pontodosconcursos.000.000. somente entrarão os 32% não cobertos pelo acordo. mas não interfere na resolução da questão. ou seja.com.600 Prof. Ou seja.00 será recebido devido um acordo judicial.200 6. conseguindo um acordo judicial à base de 68%.000 Um ponto importante da questão é: R$ 20. Moraes Junior 31/12/2008 ⇒ Créditos a Receber = 180. 32% de R$ 20. Neste caso.00 do acordo judicial: Cálculo da PCLD (geral) = 4% x (180. teríamos o seguinte saldo da PCLD: PCLD 7.00 eram devidos por uma firma que abriu concordata (*).000 = 32% x 20.

br 94 . com saldo de R$ 200. d) R$ 320. b) R$ 305. Resolução 31/03/2008: Bens Depreciáveis I = R$ 800.00.000.00 Taxa de Depreciação = 10% ao ano Repare que a questão não informou o método de depreciação: portanto. em 01/04. podemos dizer que no balanço patrimonial a ser encerrado em 31 de dezembro de 2008 o saldo da conta Depreciação Acumulada deverá ser de a) R$ 340.000.00 Depreciação Acumulada = R$ 200.(AFRFB-2009-Esaf) Na Contabilidade da empresa Atualizadíssima S. Entretanto. c) R$ 325.000.00 em 31/03/2008. Taxa de Depreciação = 10% ao ano Prof. 31/12/2008: Bens Depreciáveis (Total) = R$ 1. A questão pede a “Depreciação Acumulada”. conta patrimonial.000.00). já contabilizada.000.00 Taxa de Depreciação = 1/5 ano = 20% ao ano I – Cálculo da Depreciação Acumulada em 31/12/2008: I. de outros bens com vida útil de 5 anos. deve ser adotado o método linear. no valor de R$ 300.00. Moraes Junior 120.A. e) R$ 290.000. os bens depreciáveis eram apresentados com saldo de R$ 800.00.00 (aquisição.1 – Bens Depreciáveis 1: como a depreciação acumulada já foi calculada até 31/03/2008.00. em 31/12/2008.00.000.00. que vai acumulando os saldos das despesas com depreciação de todos os períodos.000. com uma Depreciação Acumulada.100. nessa data. Moraes Junior www.00. o saldo da conta de bens depreciáveis havia saltado para R$ 1. temos que calcular até o final do ano.000.000. em primeiro de abril. de outros bens com vida útil de 5 anos. Bens Depreciáveis 2 = R$ 300.000. no valor de R$ 300. em decorrência da aquisição.000.000.00.100.com.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Considerando que todo o saldo anterior é referente a bens depreciáveis à taxa anual de 10%.pontodosconcursos.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000.000 GABARITO: B ⇒ ⇒ 121. a vista.000 = 260. A empresa atualiza o desgaste de seus bens de uso em períodos mensais.000 (não há valor residual) Depreciação Acumulada (Bens 1) = Depreciação Acumulada (até 31/03) + Taxa x Período x Base de Cálculo (de 31/03 a 31/12) ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 1) = 200.000.00.A. não tendo participado do balanço do referido ano de 2007.75 x 300.00 10.2 – Bens Depreciáveis 2: como não foi informada a data de entrada em operação dos bens.00 6.000 + 10% x 0.00 35.com. Taxa de Depreciação = 20% ao ano Período = de 01/04/2008 a 31/12/2009 = 9 meses = 9 meses/12 meses ⇒ Período = 3/4 ano = 0. Em 30 de setembro de 2008.00 25. O segundo veículo foi comprado em primeiro de abril de 2008 por R$ 10. Moraes Junior Período = de 01/04/2008 a 31/12/2009 = 9 meses = 9 meses/12 meses ⇒ ⇒ Período = 3/4 ano = 0.000.000.000. O primeiro desses carros já era da empresa desde 2005.00 35.pontodosconcursos.000 I.000.00 e depreciação acumulada de 55%.000 + 60.00. por R$ 29. quando esses veículos foram vendidos.000. a empresa registrou seus ganhos ou perdas de capital com o seguinte lançamento de fórmula complexa: a) Diversos a Diversos Caixa Perdas de Capital a Veículo “A” a Veículo “B” 29.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 1) = 200.75 x 800.75 ano Base de Cálculo da Depreciação = 300.br 95 .000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 2) = 45.75 ano (até 31/03/2008.(AFRFB-2009-Esaf) A empresa Revendedora S.000 + 45. tendo entrado no balanço de 2007 com saldo de R$ 25.000 (não há valor residual) Depreciação Acumulada (Bens 2) = Taxa x Período x Base de Cálculo Depreciação Acumulada (Bens 2) = 20% x 0. a depreciação acumulada já está calculada) Base de Cálculo da Depreciação = 800. considera-se que é a data de aquisição (abril/2008). alienou dois veículos de sua frota de uso.000 = 305.000.00 Prof. Moraes Junior www.000 Depreciação Acumulada Total = 260.000.

000 Período = anterior a 2008 + 9 meses/12 meses ⇒ Período = anterior a 2008 + 3/4 ano = anterior a 2008 + 0.00 35. Moraes Junior www.000.500.pontodosconcursos.000.br 29. Moraes Junior b) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital c) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital d) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital e) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital Resolução 30/09/2008 Alienação de Dois Veículos = 29.00 46.500.000.750.00 47.00 35.000.000.000.75 ano Prof.000.500.00 17.500.00 35.com.500.000.00 46.00 42.000.00 96 .00 18.000.00 7.000.750.00 13.00 29.00 11.500.500.00 48.00 13.750.00 29.00 29.00 19.00 48.000.500.750.00 Sabe-se que a vida útil de um veículo é igual a 5 anos Taxa de Depreciação = 1/5 = 20% ao ano Se nada foi informado: depreciação linear I – Cálculo do Valor Contábil do Veículo 1: Veículo 1 (registrado no balanço em 2007) = 25.000.00 42.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 12.00 35.00 47.

Venda à Vista: Caixa (Ativo Circulante) a Outras Receitas (Receita) 29.000 – 1.75 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (em 2008 – Percentual) = 15% Depreciação Acumulada Total (Percentual) = 55% + 15% = 70% ⇒ Depreciação Acumulada (Veículo 1) = 70% x 25.000 = 17. Acumulada ⇒ Valor Contábil (Veículo 1) = 25. ou seja.Vamos fazer os lançamentos: IV.5 ano Depreciação Acumulada = 20% x 0.br 97 . Moraes Junior www.000 (7.5 x 10.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Veículo 2) = 10% x 10.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 III – Apuração do ganho ou perda de capital: Valor da Alienação dos dois Veículos (-) Valor Contábil do Veículo 1 (-) Valor Contábil do Veículo 2 Ganho de Capital IV .com.500 II – Cálculo do Valor Contábil do Veículo 2: Veículo 2 (comprado em 01/04/2008) = 10.000 = 9.000 = 1. 55% do valor depreciável do veículo 1 já foi depreciado até 31/12/2007.1 .500) (9. Acumulada ⇒ Valor Contábil (Veículo 2) = 10. Valor Depreciável = 25.000 – 17.500 ⇒ ⇒ 29.000 Valor Contábil (Veículo 2) = Custo de Aquisição – Dep.000 (não há valor residual) Depreciação Acumulada (Veículo 1 até 31/12/2007) = 55% Depreciação Acumulada (em 2008 – Percentual) = Taxa x Período ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (em 2008 – Percentual) = 20% x 0.500 Valor Contábil (Veículo 1) = Custo de Aquisição – Dep.500 = 7.000 Período = de abril a setembro = 6 meses/12 meses = 0.pontodosconcursos. Moraes Junior Repare que a questão informa a depreciação acumulada em termos percentuais.000) 12.000 Prof.

000 IV.2) 16. teríamos: Veículos 25.000 (III. Moraes Junior Em razonetes.1) 9.500 Depreciação Acumulada (ANC – Imobilizado – Retificadora) a Veículos (ANC – Imobilizado) 1.500 9. o ganho de capital será (refazendo com base nos razonetes): Outras Receitas (-) Outras Despesas Ganho de Capital Lançamento consolidado: 29.000 (III.1) 10.500 (II.000 1.2) 16.pontodosconcursos.500 (III.500 (III.3. Moraes Junior www.000 (I) SI + 29.000 IV.000 (II.2) 1.500 1.2 – Apuração do Valor Contábil: Depreciação Acumulada (ANC – Imobilizado – Retificadora) a Veículos (ANC – Imobilizado) 17.2) 7. teríamos: Caixa Saldo Inicial 29.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.br 98 .000 (I) 29.000 IV.500 7.4 – Portanto.000 1.000 (II.000 17.000 (16.Baixa dos Veículos (pelo valor contábil): Outras Despesas (Despesa) a Veículos (ANC – Imobilizado) Outras Despesas (Despesa) a Veículos (ANC – Imobilizado) Em razonetes.2) 0 Outras Despesas 7.com.500 Prof.000 0 Outras Receitas 29.000 17.1) 9.000 Em razonetes.000 (II.1) 10. teríamos: Veículos 25.500 (II.500 Depreciação Acumulada 17.1) 17.500 (II.500) 12.

500 + 9. pelo custo de aquisição.500 12.000) 35.com. quando corresponder à perda por ajuste ao valor provável de realização.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.500 (17. quando corresponder à perda pelo ajuste do custo de aquisição ao valor de mercado. deduzido de provisão para perdas prováveis na realização do seu valor. da Lei no 6. sem custo para a companhia.500 (29.000) Diversos a Diversos Caixa (Ativo Circulante) Depreciação Acumulada (ANC .000 (17. ou bens aplicados nessa exploração.000 47.000 18. ação da natureza ou obsolescência. decorrente da exploração de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. 183. quando este for inferior.br 99 . quando este for inferior.os investimentos em participação no capital social de outras sociedades.000) 12. e que não será modificado em razão do recebimento. b) depreciação. De acordo com os incisos III e IV. os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios: III . Prof.Imobilizado) a Ganho de Capital (Receita) a Veículos (ANC – Imobilizado) GABARITO: B 29.(AFRFB-2009-Esaf) A diminuição do valor dos elementos do ativo será registrada periodicamente nas contas de: a) provisão para perdas prováveis.000 – 7.pontodosconcursos. No balanço. do art. de ações ou quotas bonificadas. quando corresponder à perda do valor de capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial.000 18.500 122. quando essa perda estiver comprovada como permanente. quando corresponder à perda por ajuste ao valor provável de realização.500 – 9.500 35. d) provisão para ajuste ao valor de mercado. c) exaustão. quando este for superior. quando corresponder à perda de valor. Moraes Junior Diversos a Diversos Caixa (Ativo Circulante) Depreciação Acumulada (ANC) a Ganho de Capital (Receita) a Veículos (ANC – Imobilizado) 29.404/76: Art.500 47.000 + 7. e) amortização. Resolução Vamos analisar as alternativas: a) provisão para perdas prováveis.500 + 1. quando corresponder à perda de valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso.500 + 1. ressalvado o disposto nos artigos 248 a 250 (investimentos avaliados pela Equivalência Patrimonial). 183. Moraes Junior www.

os direitos que tiverem por objeto mercadorias e produtos do comércio da companhia. ou bens aplicados nessa exploração. produtos em fabricação e bens em almoxarifado. da Lei no 6. A alternativa está incorreta. “c” e “e”: De acordo com o § 2o. 183.pontodosconcursos. Para as alternativas “b”. e) amortização. pelo custo de aquisição ou produção. c) exaustão. do art. quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. 183. deduzido de provisão para atender às perdas prováveis na realização do seu valor.404/76: § 2o A diminuição do valor dos elementos dos ativos imobilizado e intangível será registrada periodicamente nas contas de: a) depreciação. A alternativa está incorreta. quando este for superior.com. de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. ⇒ é depreciação. quando corresponder à perda de valor. quando corresponder à perda do valor de capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial. assim como matérias-primas. ⇒ é amortização. deduzido de provisão para ajustá-lo ao valor de mercado. quando corresponder à perda de valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. da Lei no 6. GABARITO: A Prof. d) provisão para ajuste ao valor de mercado. ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado. quando este for inferior. Moraes Junior www. ou para redução do custo de aquisição ao valor de mercado.os demais investimentos. ou bens aplicados nessa exploração. quando corresponder à perda pelo ajuste do custo de aquisição ao valor de mercado. decorrente da exploração de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. A alternativa está correta. ação da natureza ou obsolescência. Moraes Junior IV .br 100 . De acordo com os incisos III e IV. c) exaustão.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. b) depreciação. b) amortização.404/76: II . decorrente da sua exploração. ⇒ é exaustão. pelo custo de aquisição. A alternativa está incorreta. quando corresponder à perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada. do art. A alternativa está incorreta. quando este for inferior. ação da natureza ou obsolescência. quando corresponder à perda do valor.

Resolução Bem de uso = 6.00.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 123.000 ⇒ débito na conta “Bem de Uso” (1. e) R$ 3.500 (I) SI Financiamentos a Pagar 4.00.br 101 .500 Aumento no Ativo Bem de Uso (-) Pagamento à vista Aumento do Ativo GABARITO: B 6. fará parte do custo de aquisição do bem.500 (três parcelas mensais e iguais) ICMS = 12% (imposto por dentro ⇒ já está embutido no preço) – como foi adquirido um bem de uso.500 Prof.com.00.500 Financiamento = 4.500.00. o ICMS não será recuperável. Lançamento: Bem de Uso (ANC) a Diversos a Caixa (Ativo Circulante) 1.500 a Financiamento a Pagar (Passivo Circulante) 4. o patrimônio da firma Alvorada evidenciará um aumento no ativo no valor de: a) R$ 6.00. adquiriu um bem de uso por R$ 6.pontodosconcursos.720.00. pagando uma entrada de 25% em dinheiro e financiando o restante em três parcelas mensais e iguais.000 (I) 6.000 = 1.500 (I) 4. teríamos: Bens de Uso 6. c) R$ 5. ou seja.220. A operação foi tributada com ICMS de 12%.280. Moraes Junior www.500) ⇒ crédito na conta “Caixa” 4.780. Ao ser contabilizada a operação acima.000 Entrada = 25% x 6. d) R$ 5.000 6. b) R$ 4.000 Caixa Saldo Inicial 1.(AFRFB-2009-Esaf) A firma comercial Alvorada Mineira Ltda.000.500 Em razonetes.

000 = 450 Valor Contábil (Máquina 1) = Custo de Aquisição – Dep.00. no balanço de 31/12/2008: Depreciação Acumulada = Taxa x Período x Base de Cálculo Taxa = 10% ao ano Período = de outubro/2007 a dezembro/2008 = 1 ano e 3 meses Período = 1 ano + 3/12 ano = 1.000 Depreciação Acumulada = 10% x 0.000 ⇒ Depreciação Acumulada = 10% x 1. em primeiro de outubro de 2008. Moraes Junior www. por R$ 10.00.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.(ATRFB-2009-Esaf) A empresa Hélices Elíseas S.25 x 8.pontodosconcursos.300.600.800. c) R$ 21. o seu valor contábil será de a) R$ 22.000 II – Cálculo do valor contábil das maquinas adquiridas em abril de 2008. Acumulada Valor Contábil (Máquina 1) = 6.com.400. Resolução Máquinas e Equipamentos (adquiridos em outubro de 2007) = 8.550 Prof.000.00. d) R$ 21. b) R$ 22.000 = 1.000.00. por R$ 8. e) R$ 20.000 (abril/2008) Compra da Máquina 2 = 10.000 = 7.000 Valor Contábil (Máquinas e Eqptos) = Custo de Aquisição – Dep. no balanço de 31/12/2008: Depreciação Acumulada = Taxa x Período x Base de Cálculo Taxa = 10% ao ano Período = de abril/2008 a dezembro/2008 = 9 meses = 9/12 = 3/4 = 0.75 ano Base de Cálculo = 6.00.00 e mais outra.00. em primeiro de abril de 2008.25 ano Base de Cálculo = 8. já tinha máquinas e equipamentos adquiridos em outubro de 2007. podemos dizer que. quando comprou outra.br 102 .000.000 – 1.75 x 6.500. por R$ 6. Sabendo-se que a vida útil desses equipamentos é de apenas dez anos.00. no balanço de 31 de dezembro de 2008.A.000 (outubro/2008) Vida Útil = 10 anos Taxa de Depreciação = 1/10 = 10% ao ano Nada foi informado: método linear de depreciação I – Cálculo do valor contábil das maquinas adquiridas em outubro de 2007. Moraes Junior 124.000 – 450 = 5.000 Compra da Máquina 1 = 6. Acumulada Valor Contábil (Máquinas e Eqptos) = 8.

000 5.000. d) R$ 24.000 – 13.00.(ATM-Natal/RN-2008-Esaf) A empresa Fastfood Ltda.000 GABARITO: A Prof.com.00.000 Provisão para 2008: 3.000 – 250 = 9.000.000.000 ⇒ ⇒ Despesas com Provisões = 15. c) R$ 11.000 Depreciação Acumulada = 10% x 0..000 = 28.00.25 x 10.00. mandou fazer nova provisão baseada numa estimativa de perdas de 3.000.000.5% x 800. em 31. No encerramento do exercício de 2007. Acumulada Valor Contábil (Máquina 2) = 10. Contas a Receber = 800.000. Moraes Junior III – Cálculo do valor contábil das maquinas adquiridas em outubro de 2008. b) R$ 13. tendo em vista que a PCLD é constituída justamente baseando-se em estimativas de possíveis não pagamentos de clientes.000 = 250 Valor Contábil (Máquina 2) = Custo de Aquisição – Dep.750 IV – Valor contábil total: Valor Contábil (Máquinas e Eqptos) Valor Contábil (Máquina 1) Valor Contábil (Máquina 2) Valor Contábil Total GABARITO: B 7. Resolução A constituição de provisão para crédito de liquidação duvidosa (PCLD) faz com que as contas a receber sejam avaliadas de acordo com o critério do valor provável de realização.br 103 .5% Despesas com Provisões = 3.2007.00.pontodosconcursos.300 125.12. e) R$ 28. igual às perdas efetivas ocorridas no recebimento de créditos nos últimos três exercícios.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. tinha também uma conta de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa com saldo remanescente de R$ 13.5%. Feitos os lançamentos cabíveis. Moraes Junior www.000.00.750 22. com contas a receber no valor de R$ 800. no balanço de 31/12/2008: Depreciação Acumulada = Taxa x Período x Base de Cálculo Taxa = 10% ao ano Período = de outubro/2008 a dezembro/2008 = 3 meses = 3/12 = 0.00.000 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (31/12/2007) = 13. a empresa levará ao resultado do exercício uma despesa provisionada de: a) R$ 15.550 9.000 – 13.25 ano Base de Cálculo = 10.

00. c) R$ 191.00.00.000 Despesas com Depreciação em 2008 (1) = 900. adquiridas em abril de 2008: R$ 80.000.12.00.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 + 130.(ATM-Natal/RN-2008-Esaf) A empresa Meireles S. d) R$ 198.000.2 – Máquinas adquiridas em 2008: Despesas com Depreciação em 2008 (2) = 20% x 9/12 meses x 80. e adquiridas em julho de 2008: R$ 60.br 104 .000 I. Moraes Junior 126.com.000.000 GABARITO: D Prof.00 na conta Máquinas e Equipamentos.00. Com base nessas informações..000.000 (nove meses até 31/12/2008) julho de 2007 = 60.00.2007.000 + 6.000. adquiridas em abril de 2007: R$ 130.000 x 20% = 180.000 Máquinas Máquinas Máquinas Máquinas adquiridas adquiridas adquiridas adquiridas em em em em 2006 = 770.000 = 18.000 = 900.00.000.00.000 Despesas com Depreciação em 2008 = 180. A vida útil das máquinas é estimada em 5 anos e a depreciação é contabilizada anualmente.000.000 abril de 2008 = 80. pode-se dizer que a despesa de depreciação.000 abril de 2007 = 130.A.000 = 198. Resolução Máquinas e Equipamentos = 900.00 + 18. A composição das máquinas é a seguinte: adquiridas até 2006: R$ 770. Moraes Junior www.000 + 20% x 6/12 meses x 60. b) R$ 150. que já tem Depreciação Acumulada no valor de R$ 240.000 (seis meses até 31/12/2008) Vida Útil das Máquinas = 5 anos Taxa de Depreciação = 1/5 anos = 20% ao ano Depreciação contabilizada anualmente Nada foi informado: método linear de depreciação I – Cálculo da despesa com depreciação em 31/12/2008: I.00. no exercício social de 2008. será de: a) R$ 18. em 31.500. e) R$ 208.000 Depreciação Acumulada = 240.1 – Máquinas adquiridas até dezembro/2007 Máquinas adquiridas até dezembro/2007 = 770.000. ter um saldo de R$ 900.00.000.000.pontodosconcursos.000 Despesas com Depreciação em 2008 (2) = 12.

200. Resolução Duplicatas a Receber = 160.600 (+) Perdas com Clientes (2007) Perdas com Créditos de Liq.000.200 PDD a Duplicatas a Receber 3. ou seja.br ⇒ 1. se as perdas são do próprio exercício. Durante o exercício de 2007.00 em 31. Perdas com Clientes a Duplicatas a Receber 1.000 (31/12/2006) PDD (31/12/2006) = 4.100 Duplicatas a Receber = 110. Moraes Junior 127.(AFC-STN-Áres:Contábil-Financeira-2008-Esaf) A empresa Dúbias Cobranças S/A tinha créditos no valor de R$ 160.600 Baixa por perdas de créditos de 2007 em 2007 = 1.600.200 = 1.07. b) R$ 3.00. perdas com créditos de liquidação duvidosa no valor de a) R$ 2.000. são referentes a créditos que não faziam parte do saldo final de “Duplicatas a Receber” em 2006.900.700 Constituição de PDD = 3.00.100. Após a contabilização dos ajustes para o balanço de 2007. pois não houve provisão para estas perdas.000 (31/12/2007) PDD (31/12/2007) = 3% x 110.12.800. Duvidosa GABARITO: A Prof.100.00 em 31. d) R$ 7.00. devem ser consideradas diretamente como despesa.00.300.700 1.200 Saldo de PDD (31/12/2007) = 4.800. e) R$ 7.12. pode-se dizer que essa empresa contabilizou. referente a créditos já existentes em 2006 e de R$ 1. Moraes Junior www. A conta provisão para créditos de liquidação duvidosa foi a balanço em 2006 com saldo de R$ 4.300 Constituição da PDD (31/12/2007) por Complementação = 3.800 – 3.300 – 1. no exercício de 2007.600 ⇒ Constituição da PDD (31/12/2007) por Complementação = 1.00.800 (3% dos créditos) Baixa por perdas de créditos de 2006 em 2007 = 3. houve a baixa de perdas no valor de R$ 3.000 = 3.100 ⇒ repare que.00 e deverá ir a balanço em 2007 com saldo equivalente a 3% dos créditos cabíveis.800 105 .06 e de R$ 110.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.300 – 1. referente a créditos de 2007.com.100 2.pontodosconcursos.00. c) R$ 3.00.

inclusive edifícios e construções e projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos. que o período é igual a 1 ano e que não há valor residual (não foi informado). Moraes Junior www. na produção de seus rendimentos. como custo ou despesa operacional. ou dele baixado. b) A quota anual de depreciação será ajustada proporcionalmente no caso de período-base com duração inferior a doze meses. e) Podem ser objeto de depreciação todos os bens sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas naturais ou obsolescência normal.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. e de bem acrescido ao ativo. a a) A quota de depreciação registrável na escrituração. ⇒ Prof. será determinada mediante a aplicação da taxa anual de depreciação sobre o custo de aquisição dos bens depreciáveis.br 106 .com. c) A taxa anual de depreciação será fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem pelo contribuinte. Cálculo da Depreciação Anual: Depreciação = Taxa x Período x Valor Depreciável A banca considerou.pontodosconcursos. será determinada mediante a aplicação da taxa anual de depreciação sobre o custo de aquisição dos bens depreciáveis. d) Será admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda. Neste caso. nesta alternativa.(AFC-STN-Áres:Contábil-Financeira-2008-Esaf) Assinale abaixo opção que contém uma afirmativa falsa. teríamos: Valor Depreciável = Custo de Aquisição – Valor Residual ⇒ ⇒ Valor Depreciável = Custo de Aquisição – 0 = Custo de Aquisição Período = 1 ano Depreciação (anual) = Taxa Anual x 1 ano x Custo de Aquisição ⇒ Depreciação (anual) = Taxa Anual x Custo de Aquisição Lançamento: Encargos de Depreciação (Custo ou Despesa Operacional) a Depreciação Acumulada A alternativa está correta. Moraes Junior 128. como custo ou despesa operacional. Resolução Vamos analisar as alternativas: a) A quota de depreciação registrável na escrituração. no curso do período-base.

calculada com base na vida útil estimada dos recursos florestais objeto da exploração. ou dele baixado. do prazo durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem pelo contribuinte. A taxa anual de depreciação é fixada em função da vida útil do bem. d) Será admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda. Não é admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. no curso do período-base.pontodosconcursos. ou seja. na produção de seus rendimentos. na produção de seus rendimentos. c) A taxa anual de depreciação será fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem pelo contribuinte. Moraes Junior www.br 107 . Os projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos sujeitam-se à depreciação. e) Podem ser objeto de depreciação todos os bens sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas naturais ou obsolescência normal.com. Período com duração inferior a doze meses: Depreciação = Taxa Anual x Período x Custo de Aquisição Período = Número de Meses/12 meses Exemplo: Um bem comprado e utilizado a partir de setembro de 2005 terá o seguinte período: Período = 4 meses (de setembro a dezembro)/12 meses = 1/3 do ano A alternativa está correta. A alternativa está incorreta. e de bem acrescido ao ativo. inclusive edifícios e construções e projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos. Moraes Junior b) A quota anual de depreciação será ajustada proporcionalmente no caso de período-base com duração inferior a doze meses. GABARITO: D Prof. A alternativa está correta. A alternativa está correta.

00.000.000.00.280 – 520 = 760 (por complementação) Despesas com Provisões a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 760 Logo.12. a crédito. mas já estava depreciado em 30%.00. d) R$ 520.05. Referido equipamento fora comprado por R$ 42. a débito. com saldo anterior de R$ 520. Moraes Junior 129.00. b) R$ 960.00 R$ 38. Moraes Junior www.00 A empresa quer contabilizar o evento com um único lançamento no livro Diário I – Cálculo da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 4% x 32.00. O lançamento adequado para contabilizar essa operação de venda deverá considerar o seguinte mecanismo de débito e crédito: a) débito de Contas a Receber crédito de Máquinas e Equipamentos R$ 38.00.br 108 . GABARITO: C 130. Resolução Duplicatas a Receber = R$ 32. em 31. já existe uma conta de provisão com essa finalidade. comprovada em 4% nos últimos três exercícios sociais.00. por R$ 38.000 = 1. e que a empresa quer contabilizar o evento com um único lançamento no livro Diário.(ENAP-Contador-2006-ESAF) A firma Dadivo S/A vendeu.000. não utilizado. e) R$ 440. o Contador deverá mandar fazer na conta Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa um registro de a) R$ 1.00.pontodosconcursos.00.05 Experiência de perda efetiva no recebimento de itens dessa espécie = 4% nos últimos três exercícios sociais Provisão para devedores duvidosos (saldo anterior) = R$ 520. a crédito.12. Prof.(SUSEP-2006-Esaf) A empresa Comércio Limitado. tendo créditos a receber no valor de R$ 32. Considerando que.280.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. a débito. antes de elaborar o seu balanço anual. uma máquina usada.280 II – Lançamento da diferença entre o saldo anterior = 1. houve um crédito na conta de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa de R$ 760.00. c) R$ 760. em 31.000. a prazo. no livro Razão.00. precisa mandar constituir uma provisão para devedores duvidosos.000.00.com. a crédito.000. e com experiência de perda efetiva no recebimento de itens dessa espécie.

00 R$ 8.Imobilizado – Retificadora) a Máquina (ANC .400.00.600 = 29.000 12.pontodosconcursos.00.00 R$ 42.400 Valor Contábil = 42.600.600.400.400 Logo.00 R$ 12. Resolução Empresa: Dadivo S/A Valor da Venda a prazo de Máquina Usada = R$ 38. Moraes Junior www.00.600.00 R$ 42. R$ 49.600.00 Valor de Aquisição da Máquina = R$ 42.br 109 . débito de Contas a Receber débito de Prejuízo na Alienação crédito de Máquinas e Equipamentos débito de Contas a Receber débito de Depreciação Acumulada crédito de Máquinas e Equipamentos crédito de Lucro na Alienação débito de Contas a Receber débito de Depreciação Acumulada crédito de Máquinas e Equipamentos crédito de Lucro na Alienação R$ 38.600.00 R$ 4.000 Depreciação Acumulada 12.400.00.00 Depreciação Acumulada = 30% I – Cálculo da Depreciação Acumulada: Depreciação Acumulada = 30% x 42.000 = 12. Moraes Junior débito de Contas a Receber R$ 38.b) Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. o valor contábil do bem é igual a R$ 29.00 e) R$ 50.00 R$ 11. Prof.000.00 R$ 42.600 29.000.400.00 R$ 7.000.00 R$ 38.00 crédito de Lucro na Alienação R$ 8.000.400.00 R$ 50.Imobilizado) 12.400.000.000.000.000.600 II – Dados Iniciais: Máquinas 42.000 – 12.com. R$ 38.600 12.000.600 Máquinas Depreciação Acumulada 42.00.600 III – Determinação do Valor Contábil do Bem: Depreciação Acumulada (Ativo Não Circulante .00 c) d) R$ 49.600 (III) 12.00 crédito de Máquinas e Equipamentos R$ 29.000.

com um saldo credor de R$ 8.000.000 2. seria o seguinte: Depreciação Acumulada (ANC .Imobilizado) 12.00 R$ 12.00.00 R$ 50.000.000 29.400 Máquinas 42.400 (3) 38.000 (2) 38.com. Receita na Alienação a Lucro/Prejuízo na Alienação (Conta de Resultado) Lucro/Prejuízo na Alienação (Conta de Resultado) a Máquinas (ANC .Imobilizado) Ou seja.400) GABARITO: E R$ 38.400 Prof.000 Lucro/Prejuízo na Alienação 29.000 (2) 8. houve um Ganho de Capital (Valor da Alienação maior que o Valor Contábil do Bem) – Outras Receitas.600 + 29. 29. Conta a Receber (Ativo Circulante) a Receita na Alienação (Receita – Conta de Resultado) 38. haveria os seguintes débitos e créditos: débito de Contas a Receber débito de Depreciação Acumulada crédito de Máquinas (12.000 12.600 (III) 29. (38.00 R$ 8.400) crédito de Lucro Alien.600.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.600.600.000 3.600.00 R$ 42. após a venda da máquina usada.Imobilizado – Conta Retificadora) a Máquina (ANC .400 (3) Contas a Receber 38.pontodosconcursos.br 110 .000 – 29. Moraes Junior www.000 (1) 38.00 R$ 50. Moraes Junior IV – Lançamento da Operação de Venda: 1.600 Como a conta Lucro/Prejuízo na Alienação ficou.400 29.600 Conta a Receber (Ativo Circulante) a Lucro na Alienação (Conta de Resultado) Lucro na Alienação (Conta de Resultado) a Máquinas (ANC .600.00 38.Imobilizado) Receita na Alienação 38. O Lançamento consolidado de toda a operação. sem a utilização da conta Receita na Alienação.

e em observância aos princípios contábeis de Competência e da Entidade.00.00 por máquina.00.00. Despesas Pagas Antecipadamente = = 2 máquinas x 2 meses (jan e fev) x 100 = 400 Despesas Pagas Antecipadamente (Ativo Circulante) a Bancos (Ativo Circulante) 400 Prof. pois são despesas pagas antecipadamente – o fato gerador das despesas. já havia sido paga a manutenção dos meses de janeiro e fevereiro de 2006. Moraes Junior 131. por isso.Máquina 2 (aluguel): R$ 250.400. ou seja. . sendo uma de sua propriedade. e. locada de Ferragens S/A. pelo regime de competência. ao contrário do aluguel que só fora pago até o mês de outubro de 2005.br 111 .Máquina 1 (pertencente à empresa): R$ 10. I. passou o mês e a empresa usufruiu do bem alugado. c) R$ 6.com. ocorre o fato gerador da despesa de aluguel. utiliza duas máquinas em seu processo produtivo.00 por mês (pelo Princípio da Entidade.pontodosconcursos.640. e) R$ 7. a R$ 250.200.00. Em manutenção mensal essas máquinas consomem despesas fixas de R$ 100. cuja ocorrência verificou-se durante o ano inteiro. não devem ser consideradas como despesas do período.. no valor de R$ 10.00 (Vida Útil: 10 anos – Depreciação: 10% ao ano). ainda não ocorreu em 2005. b) R$ 6.Paga a manutenção dos meses de janeiro e fevereiro de 2006: Pelo Regime de Competência. foi considerado o valor contábil do bem e nem a sua depreciação).00 cada uma.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. .00. Em decorrência dos fatos informados.200. d) R$ 6. em 31 de dezembro de 2005.00 por mês. Ambas as máquinas têm vida útil estimada em dez anos.00.Despesas fixas mensais de manutenção: R$ 100. Resolução Empresa: Domesticação Ltda .00.300.000.000. O fato gerador da despesa de aluguel ocorre ao final de cada mês de aluguel.(IRB-2006-Esaf) A empresa Domesticação Ltda.000. sendo que. Moraes Junior www. essa empresa deverá apresentar despesas no valor de a) R$ 5. esta máquina não é propriedade da empresa. no valor de R$ 8. e outra.

c) R$ 3. e) R$ 3.400 + 1.400. mas a ocorrência se verificou durante o ano inteiro (Regime de Competência: como o fato gerador ocorreu. depreciável.20 Prof.00.000. Resultado = Valor da alienação . o resultado desta alienação pode ser um ganho de capital. Moraes Junior II. III.900. Moraes Junior www.000. Vida Útil = 10 anos Valor Residual = 20% = 0. adquirida por R$15. nas condições acima indicadas e sem considerar implicações de ordem tributária ou fiscal.000 Total de Despesas (jan/05 a dez/05) = 2.Aluguel da máquina 2: só foi pago até outubro de 2005.pontodosconcursos.900. d) R$ 3. considera-se a despesa incorrida durante todo o ano de 2005).00. por quanto poderá ser vendida no mês de setembro de 2006.000 = 6.Despesas do Período (jan/05 a dez/05) – Princípio da Competência 1 – Manutenção das duas máquinas = 2 máquinas x 12 meses x 100 = 2.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Máquina de uso próprio. adquirida por R$15.000. b) R$ 5.00.000 3 – Aluguel da máquina II = 12 meses x 250 = 3.00.(TRF-2006-Esaf) Uma máquina de uso próprio.400 2 – Depreciação da máquina I = 10% x 10.625.com.000 = 1.00 em março de 1999 e instalada no mesmo dia.Valor Contábil Se Valor da Alienação > Valor Contábil ⇒ Ganho de Capital Se Valor da Alienação < Valor Contábil ⇒ Perda de Capital Se Valor da Alienação = Valor Contábil ⇒ Não ganho e nem perda de capital.00 em março de 1999 e instalada no mesmo dia com previsão de vida útil de dez anos e valor residual de 20%. quando o valor da alienação é maior que o valor contábil do bem. poderá ser vendido por a) R$ 5. quando o valor da alienação é menor que o valor contábil do bem. sem causar ganhos nem perdas contábeis? Referido bem.000 + 3. Resolução Quando bens do ativo não circulante imobilizado são alienados.400 GABARITO: C 132.br 112 . ou pode ser uma perda de capital. depreciável.00.

Moraes Junior Por quanto poderá ser vendida no mês de setembro de 2006.000. da provisão para créditos de liquidação duvidosa.000. x Período x Taxa de Depreciação ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada = 12. Moraes Junior www.000 = 12. Com o registro contábil dos fatos indicados a empresa teve seu ativo patrimonial diminuído em a) R$ 12.00.(TRF-2006-Esaf) No encerramento do exercício de 2005. b) R$ 19.000. no valor de R$ 17.100 III – Valor Contábil do Bem = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ Valor Contábil do Bem = 15.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00. c) R$ 24.000.2 x 15.000.00.br ⇒ ⇒ 113 .00.pontodosconcursos.000 – 0.100 ⇒ ⇒ Valor Contábil do Bem = 5. sem causar ganhos nem perdas contábeis? I – Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem = 1/10 = 0. d) R$ 29.com.000 – 9. e da provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro.1 = 9.00. no valor de R$ 7. e) R$ 36.000.900 GABARITO: A 133.000.000 x 91/12 x 0.000.000 II – Cálculo da depreciação acumulada: março/1999 a dezembro/1999 = 10 meses (março também entra. a empresa Javeli S/A promoveu a contabilização do encargo de depreciação do exercício. Prof.10 ao ano II – Base de Cálculo da Depreciação = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ Valor de Cálculo da Depreciação = 15. no valor de R$ 12.00.00.900 IV – Venda sem causar ganhos nem perdas: Valor da Venda = Valor Contábil do Bem Valor da Venda = 5. pois a máquina foi adquirida em março e instalada no mesmo dia) janeiro/2000 a dezembro/2000 = 1 ano janeiro/2001 a dezembro/2001 = 1 ano janeiro/2002 a dezembro/2002 = 1 ano janeiro/2003 a dezembro/2003 = 1 ano janeiro/2004 a dezembro/2004 = 1 ano janeiro/2005 a dezembro/2005 = 1 ano janeiro/2006 a setembro/2006 = 9 meses Período = 6 anos e 19 meses = 7 anos e 7 meses = 7 anos + 7/12 anos Período = 91/12 anos Depreciação Acumulada = Base de Cálculo da Deprec.00.

Provisão para o Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro: Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão de IR ou Contribuição Social (Passivo Circulante) Vamos à resolução da questão: Empresa: Javeli S/A (Exercício de 2005) Depreciação do exercício = R$ 12.pontodosconcursos. Vamos a eles: Lançamentos: I .br 114 . e Provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro = R$ 17.Imobilizado – Conta Retificadora) II – Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Conta Retificadora) III – Provisão para IR e Contribuição Social sobre o Lucro Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão de IR ou Contribuição Social (Passivo Circulante) 12.000.000.000 17.000.00. Ativo patrimonial diminuiu em? I – Depreciação do Exercício Despesas com Depreciação (Despesa – Conta de Resultado) a Depreciação Acumulada (ANC .Encargos de Depreciação: Despesas com Depreciação (Despesa – Conta de Resultado) a Depreciação Acumulada (ANC . Moraes Junior Resolução O importante nesta questão é conhecer os lançamentos que serão efetuados em caso de despesas com depreciação e despesas com provisões.Imobilizado – Conta Retificadora) II .com. Moraes Junior www.000 7. Provisão para créditos de liquidação duvidosa = R$ 7.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00.000 Prof.00.Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante ou ANC Realizável a Longo Prazo – Conta Retificadora) III .

725. e) R$ 2.000.000 + 7. encerrado em 31 de dezembro. a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. visando a uma possível reintegração.Provisão . A empresa faz a apropriação das despesas com desgaste dos bens em lançamentos anuais.(ENAP-Contador-2006-Esaf) A empresa Sem Mércio S/A.00 e tem vida útil de 8 anos. também com vida útil de 10 anos.Provisão . enquanto que a máquina Alfa foi baixada do ativo imobilizado.Provisão para para para para para o Imposto de Renda. d) R$ 2. Ao elaborar as demonstrações relativas ao exercício de 2005.50. mantinha a conta Máquinas e Equipamentos representando três máquinas em utilização na empresa.br 115 . “Provisões” do Passivo Como as provisões são sempre contas de natureza CREDORA.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.pontodosconcursos. Moraes Junior www.350. Sobre a máquina Celta é mantido um valor residual de 15% de seu custo histórico. Férias.000 = 19.662. IV – Valores que diminuíram o Ativo Patrimonial: correspondem aos créditos nas duas contas retificadoras do ativo. máquina Celta. Contingências. assim como as provisões abaixo. Prof. as “provisões” do Passivo (ou “provisões passivas”) não são contas retificadoras e sim contas representativas de obrigações. a Contabilidade apresentou depreciação acumulada no valor de a) R$ 4.262. Décimo-Terceiro Salário.000 GABARITO: B 134. São exemplos: . foi adquirida por R$ 10. iniciada em abril de 2003. em 2005.00. máquina Beta.Provisão . iniciada em outubro de 2004.com. c) R$ 2.50. máquina Alfa. foi adquirida por R$ 4. foi adquirida por R$ 6.000 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 7.Provisão .162. A primeira delas.000.00 e tem vida útil de 10 anos. Moraes Junior A provisão para IR ou Contribuição é conta do passivo circulante.00. iniciada em agosto de 2002. Depreciação Acumulada = 12. pelo método da linha reta. por alienação. b) R$ 3.000 Total da Diminuição do Ativo Patrimonial = 12.50. em virtude da apropriação pelo regime de competência.00. A segunda. A terceira.000. também chamadas de “Provisões para Pagamentos”.

75 = 1. iniciada em abril de 2003). Moraes Junior www.562.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.50 II – Máquina Beta: (i) Período de Depreciação: De abril/2003 a dezembro/2005 = 2 anos e 9 meses ⇒ ⇒ Período de Depreciação = 2 anos + 9/12 ano = 2.42 anos (ii) Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem = 1/8 ao ano (iii) Depreciação Acumulada (Alfa) = 6.000. de acordo com o seguinte lançamento: Depreciação Acumulada – Alfa (ANC . Máquina Celta = R$ 10.Imobilizado) 2. Máquina Beta = R$ 4.100 III – Máquina Celta: (i) Período de Depreciação: De outubro/2004 a dezembro/2005 = 1 ano e 3 meses ⇒ ⇒ Período de Depreciação = 1 ano + 3/12 ano = 1.1 x 2.562. Moraes Junior Resolução Máquinas e Equipamentos: Máquina Alfa = R$ 6.000.50 (iv) Esta máquina foi baixada do Ativo Não Circulante Imobilizado por alienação.1 = 10% a a (iii) Depreciação Acumulada (Beta) = 4.42 = 2.com. por alienação.00 (vida útil = 10 anos. Depreciação Acumulada em 31/12/2005 = ? I – Máquina Alfa: (i) Período de Depreciação: De agosto/2002 a dezembro/2005 = 3 anos e 5 meses ⇒ ⇒ Período de Depreciação = 3 anos + 5/12 ano = 3.1 = 10% a a Prof.25 ano (ii) Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem = 1/10 = 0.000.000 x 0.Imobilizado – Conta Retificadora) a Máquinas e Equipamentos – máquina Alfa (ANC .00 (vida útil = 10 anos. iniciada em agosto de 2002).br 116 . Máquina Celta: valor residual de 15% Máquina Alfa: baixada do ativo imobilizado (ativo não circulante).pontodosconcursos.75 anos (ii) Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem = 1/10 = 0.000 x 1/8 x 3. a conta Depreciação Acumulada foi encerrada para calcular o valor contábil da máquina. iniciada em outubro de 2004) Depreciação: Método da linha reta.00 (vida útil = 8 anos. Logo.

00 Tempo de uso = 3.200. I – Valor Residual = 20% x 120.000 = 67.000 – 24.000 III – Depreciação Linear (Vida Útil = 5 anos) ⇒ Taxa de Depreciação = 1/5 = 20% ao ano IV – Depreciação Acumulada = 3.500 (iv) Valor utilizado no cálculo da depreciação = 10.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.br 117 . 25% do preço de venda é lucro).(IRB-2006-Esaf) Possuindo.com. nesta operação de venda. há três anos e meio. Observando as informações acima. b) R$ 13. uma máquina comprada por R$ 120. logrando obter margem bruta de lucro de 25%.200 Prof.00.000. Moraes Junior www. a prazo.100 + 1.50 GABARITO: E 135. c) R$ 12.500 x 0. a empresa Onetwoelen S/A.200.00. pode-se dizer que a empresa obteve. ou seja.50 IV – Determinação da Depreciação Acumulada Total: Depreciação Acumulada Total = Depreciação Acumulada (Beta + Celta) ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada Total = 1.000 = 1. e) R$ 7.00.1 x 1.00 e depreciada com base linear em vida útil de 5 anos e valor residual de 20%. Resolução Máquina = R$ 120. promoveu sua alienação.00.50 = R$ 2.600.25 = 1.5 anos x 20% ao ano x 96.600.00.000.500 (v) Depreciação Acumulada (Celta) = 8. Moraes Junior (iii) Valor Residual = 15% x 10.000 = 96.pontodosconcursos.5 anos Depreciação Linear Vida Útil = 5 anos Valor Residual = 20% Margem Bruta de Lucro na alienação = 25% (a empresa teve 25% de lucro na alienação.000 = 24.062.000 II – Base de Cálculo da Depreciação = 120. um lucro no valor de a) R$ 17. d) R$ 9.062.500 = 8.162.000 – 1.

00.75 = 70. III – Depreciação Linear (Vida Útil = 10 anos) ⇒ Taxa de Depreciação = 1/10 = 10% ao ano.500.000.600 GABARITO: A ⇒ 136.00. Moraes Junior V – Valor Contábil da Máquina Custo de Aquisição do Bem (+) Gastos com instalação (+) Acréscimos Posteriores (-) Depreciação Acumulada Valor Contábil do Bem 120.000 0 0 (67. Moraes Junior www.500. em 31 de dezembro de 2005 ele deverá apresentar valor contábil de a) R$ 35.500.800 VI – Margem Bruta de Lucro na Alienação = 25% ⇒ ⇒ Preço de Venda – Valor Contábil = 0. Se a empresa utiliza o método da linha reta para depreciar tal equipamento. b) R$ 43.800 = 17.600.400 VII – Lucro na Alienação = 70.br 118 . estimando sua vida útil em dez anos. Prof. d) R$ 54.800/0.500 = 13.500. c) R$ 48.500 – 13.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.875.00.400 – 52.75 x Preço de Venda = Valor Contábil ⇒ ⇒ Preço de Venda = 52. II – Base de Cálculo da Depreciação = 67.00.200) 52.00.25 x Preço de Venda ⇒ 0.100.000.com.00 (incorporado ao ativo imobilizado em junho de 2002) Vida Útil = 10 anos Valor Residual = 20% do custo de aquisição Depreciação = método da linha reta Valor contábil em 31/12/2005 = ? I – Valor Residual = 20% x 67.pontodosconcursos. desde que sobrasse um valor residual de 20% do custo de aquisição. incorporou a seu ativo imobilizado.00 um equipamento industrial que. em junho de 2002. Resolução Equipamento Industrial = R$ 67.(IRB-2006-Esaf) A empresa Almeiderson S/A adquiriu por R$ 67. e) R$ 67.500 = 54.

devem ser estornados do custo das mercadorias vendidas. b) 70% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados das despesas administrativas. registrados nos estoques devem ser estornados. da folha de férias de outubro de 2005. d) 6% dos 20% dos duodécimos da folha de provisão de férias de outubro de 2005.000 = 19. a) 3% do total dos duodécimos contabilizados em duplicidade. Moraes Junior www.58 anos. contabilizou a folha de provisão para férias do mês de outubro de 2005 com erro. c) 14% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados dos estoques. IV – Depreciação Acumulada = 3. se vende 50%. contabilizados a maior. De junho/2002 a dezembro/2002 = 7 meses = 7/12 ano = 0. e d.350 = 48.58 anos x 10% ao ano x 54.br 119 . Total em Anos = 0.150 (não há resposta correta. contra a provisão de férias. A resposta que mais se aproxima é a alternativa “c”) GABARITO: C 137. Considerando que a apropriação da folha de férias é feita em 30% para custo dos estoques e 70% para despesas administrativas e que de tudo que se fabrica no mês. c. Foram provisionados em duplicidade o equivalente a 20% dos duodécimos. uma vez que o referido lançamento só foi constatado na conciliação feita no mês seguinte. De janeiro/2003 a dezembro/2003 = 1 ano.A.500 – 19.350 V – Valor Contábil da Máquina = 67. Moraes Junior IV – Período de tempo entre a aquisição (junho/2002) e o dia 31/12/2005 a.pontodosconcursos. indique qual estorno abaixo representa um ajuste necessário. De janeiro/2005 a dezembro/2005 = 1 ano. de Despesa com Provisão de Férias (Despesa) a Provisão para Férias (Passivo Circulante) Prof.583 + 1 + 1 + 1 = 3.com. e) 30% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados do custo dos estoques contra a provisão de férias. De janeiro/2004 a dezembro/2004 = 1 ano.(AFRF-2005-Esaf) A empresa Divergências S. Resolução Provisão natureza credora) Lançamento: para Férias (conta do Passivo Circulante.583 ano b.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior Empresa: Divergências S.A. Provisão para férias: contabilização do mês de outubro de 2005 com erro (provisionados em duplicidade o equivalente a 20% dos duodécimos) Apropriação da folha de férias = 30% para custo dos estoques e 70% para despesas administrativas. Tudo que se fabrica no mês, se vende 50%, Portanto, de acordo com a questão: Provisão para Férias (Mensal) = = 30% x Custo dos Estoques + 70% x Despesas Administrativas Qual o estorno considerando o referido lançamento só foi constatado na conciliação feita no mês seguinte? I – Provisão para férias: ocorreu um erro na contabilização e foi provisionado a mais (em duplicidade) 20% do valor mensal (duodécimo). Provisão para Férias referente ao Estoque: deve ser estornado somente o valor correspondente à parcela vendida (50%) Estorno em relação ao Estoque = 20% x 30% x 50% = 3% (a) 3% do total dos duodécimos contabilizados em duplicidade, da folha de férias de outubro de 2005, devem ser estornados do custo das mercadorias vendidas, contra a provisão de férias. – A alternativa está correta. (c) 14% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados dos estoques. – A alternativa está incorreta. (d) 6% dos 20% dos duodécimos da folha de provisão de férias de outubro de 2005, contabilizados a maior, registrados nos estoques devem ser estornados. – A alternativa está incorreta. (e) 30% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados do custo dos estoques contra a provisão de férias. – A alternativa está incorreta. Provisão para Férias referente às Despesas Administrativas: deve ser estornada a parcela integral (a despesa administração é lançada integralmente para o cálculo do resultado do exercício, independentemente da quantidade vendida). Estorno em relação às Despesas Administrativas = 20% x 70% = 14% (b) 70% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados das despesas administrativas. – A alternativa está incorreta. GABARITO: A

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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 138.(ICMS-MG-2005-Esaf) A mina Etereal, após a aquisição e instalação, custara R$ 300.000,00 aos cofres da nossa empresa, mas tinha capacidade estimada em 500 mil metros cúbicos de minério e foi instalada com capacidade de exploração em 8 anos, mantendo-se o residual de proteção de 20% da capacidade produtiva. Ao fim do 5º ano de exploração bem-sucedida, a mina foi alienada por R$ 200.000,00, com quitação em vinte duplicatas mensais. Analisando essas informações, assinale abaixo a única assertiva que não é verdadeira. a) A exploração anual será de 50 mil m³ de minério. b) A taxa de exaustão será de 10% do custo total por ano. c) A taxa de exaustão será de 12,5% ao ano. d) Ao fim do 5º ano, a exaustão acumulada será de 50% do custo da mina. e) O custo a ser baixado no ato da venda será de R$ 90.000,00. Resolução Mina Etereal Custo de aquisição: R$ 300.000,00 Capacidade estimada (possança) = 500 mil metros cúbicos de minério Capacidade de exploração = 8 anos Residual de proteção = 20% da capacidade produtiva. Fim do 5º ano de exploração bem-sucedida: a mina foi alienada por R$ 200.000,00, com quitação em vinte duplicatas mensais. I – Cálculo da Taxa de Exaustão: Residual de Proteção = 20% x Capacidade Estimada = 20% x 500.000 m3 = Residual de Proteção = 100.000 m3 Exploração Anual = (Capacidade Estimada – Residual de Proteção)/Cap. de Explor. ⇒ ⇒ Exploração Anual = (500.000 – 100.000)/8 = 50.000 m3 de minério Taxa de Exaustão 1 = Exploração Anual/Capacidade 50.000/500.000 = 0,1 ⇒ ⇒ Taxa de Exaustão = 10% do custo total por ano Estimada =

Entretanto, também é possível o cálculo da taxa de exaustão utilizando somente a sua capacidade de exploração (vida útil da mina). Neste caso, a taxa de exaustão seria; Taxa de Exaustão 2 = 1/8 anos = 0,125 = 12,5% ao ano Vamos analisar as alternativas: (a) A exploração anual será de 50 mil m³ de minério. – A alternativa está correta.
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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior (b) A taxa de exaustão será de 10% do custo total por ano. – A alternativa está correta. (c) A taxa de exaustão será de 12,5% ao ano. – A alternativa está correta. II – Cálculo da exaustão acumulada na data da alienação: Período de exploração até a alienação = 5 anos Exaustão Acumulada = Taxa de Exaustão x Período x Custo de Aquisição da Mina ⇒ ⇒ Exaustão Acumulada = 10% x 5 x Custo de Aquisição da Mina ⇒ ⇒ Exaustão Acumulada = 50% x Custo de Aquisição da Mina ⇒ ⇒ Exaustão Acumulada = 50% x 300.000 = 150.000 (d) Ao fim do 5º ano, a exaustão acumulada será de 50% do custo da mina. – A alternativa está correta. III – Cálculo do valor contábil da mina na alienação: Valor Contábil da Mina = Custo de Aquisição – Exaustão Acumulada ⇒ Valor Contábil da Mina = 300.000 – 150.000 = 150.000

(e) O custo a ser baixado no ato da venda será de R$ 90.000,00. – A alternativa está incorreta. GABARITO: E 139.(ICMS-RN-2005-Esaf) A firma Linhas de Comércio Ltda. tem no livro razão uma conta intitulada “Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa” com saldo credor de R$ 9.000,00, oriundo do balanço patrimonial de 2002, mas que permanece inalterado ao final do exercício de 2003. No balanço patrimonial, que será elaborado com data de 31.12.03, a empresa deverá demonstrar as contas “Duplicatas a Receber” e “Clientes”, com saldo devedor de R$ 350 mil e R$ 200 mil, respectivamente. Considerando-se que está comprovada a expectativa de perda provável de 3% dos créditos a receber, a empresa deverá contabilizar uma provisão. Este fato, aliado às outras informações constantes do enunciado, fará com que o lucro da empresa, referente ao exercício de 2003, seja reduzido no valor de a) R$ 7.500,00. b) R$ 9.000,00. c) R$ 16.290,00. d) R$ 16.500,00. e) R$ 25.500,00.

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000 ⇒ ⇒ Base de Cálculo da Provisão = 550.500 II – Fazendo a constituição da provisão por complementação: Provisão a ser Constituída no Período = 16. haverá uma redução do lucro do exercício.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Balanço Patrimonial (31. Moraes Junior Resolução Empresa: Linhas de Comércio Ltda Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = R$ 9.500 Despesas com Provisões (Despesa) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante) ⇒ ⇒ 7.03) Duplicatas a Receber = R$ 350 mil Clientes = R$ 200 mil Comprovada a expectativa de perda provável de 3% dos créditos a receber Contabilizar uma provisão Lucro da empresa.500 Logo.500 – 9. será reduzido no valor de = ? I – Cálculo da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa em 31/12/2003: Base de Cálculo da Provisão = Duplicatas a Receber + Clientes ⇒ ⇒ Base de Cálculo da Provisão = 350.12. Moraes Junior www.pontodosconcursos.000 (saldo da provisão) ⇒ Provisão a ser Constituída no Período = 7.br 123 .000 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 3% x Base de Cálculo ⇒ Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 3% x 550.00 (balanço patrimonial de 2002. em virtude da constituição dessa provisão. mas que permanece inalterado ao final do exercício de 2003).500 III – Apuração do resultado em 31/12/2003 (somente em relação à provisão): (-) Despesas com Provisões (Despesa) Redução do lucro (7.00. no valor de R$ 7.com.000.000 + 200. GABARITO: A Prof. referente ao exercício de 2003.500.500) 7.000 ⇒ ⇒ Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 16.

31/12/x5: Valores a Receber = R$ 42.000.260.00 e mandou fazer provisão para créditos de liquidação duvidosa no valor de R$ 810. nos outros 40%. Exercício de x5: a empresa recebeu e deu quitação a 60% desses créditos e mandou dar baixa.. em 31/12/x4 tinha valores a receber com saldo no valor de R$ 27.03 = 3% Lançamento: Despesas com Provisão (Despesa) a Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante.(ICMS-MG-2005-Esaf-Adaptada) A empresa ACD Ltda.00 d) R$ 1.00 b) R$ 1.pontodosconcursos. referente ao exercício de 2005.00. por não recebimento.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Ao findar o ano com novos saldos no valor de R$ 42. a empresa adotou procedimento igual ao anterior.00 c) R$ 450. 31/12/x4: Valores a Receber = R$ 27.00 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = R$ 810. mandando provisionar seus créditos para fins de balanço. Moraes Junior www. Durante o exercício de x5 a empresa recebeu e deu quitação a 60% desses créditos e mandou dar baixa.00 Resolução Empresa: ACD Ltda.00. Com base nessas informações. Moraes Junior 140.br 124 .000.746. por não recebimento. provocará na Demonstração do Resultado do Exercício uma redução do lucro final no valor de = ? I – Cálculo do percentual adotado pela empresa para a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PDD): Em 31/12/x4: Percentual = PDD/ Valores a Receber = 810/27. podemos dizer que a contabilização da provisão para créditos de liquidação duvidosa. provocará na Demonstração do Resultado do Exercício uma redução do lucro final no valor de a) R$ 774.00 A empresa adotou procedimento igual ao anterior. referente ao exercício de 2005.000 = 0. mandando provisionar seus créditos para fins de balanço.Retificadora) 810 Prof. Contabilização da provisão para créditos de liquidação duvidosa.00. nos outros 40%.000.000.com.00 e) R$ 936.

000.000. 324 Prof.00 •valor de aquisição R$ 20.000.00 •data de aquisição 01/07/2003 •vida útil estimada: cinco anos •data de encerramento de exercício social 31 de dezembro No exercício de 2004 o aludido bem de uso vai gerar encargos de depreciação no valor de a) R$ 5.00. e) R$ 1. d) R$ 3.260 – 486 = 774 Despesas com Provisão (Despesa) a Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante. •valor de mercado na data da compra R$ 25.000.00.000.800.(ICMS-RN-2005-Esaf) Considere os seguintes dados e informações sobre determinado bem de uso.br 125 .00. c) R$ 4.600.00.com. por complementação teríamos: Lançamento por complementação = 1.00 •valor de mercado em 31/12/2004 R$ 21.000 Cálculo da Provisão em x5: Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa = 3% x 42.400.00 •valor residual estimado R$ 2. b) R$ 5. Moraes Junior II – Lançamentos no Exercício de x5: Quitação de 60% da Provisão = 60% x 810 = 486 Perda Consumada de 40% (empresa mandou dar baixa) = 40% x 810 = 324 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante) a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) Final de x5: Valores a Receber = 42. Moraes Junior www.Retificadora) 774 III – Cálculo da redução do Lucro final em x5 pela contabilização da PDD: Redução no Lucro = Despesa com Provisão = R$ 774.pontodosconcursos.000.00.000 = 1.00.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 GABARITO: A 141.260 Como ainda há um saldo da provisão para créditos de liquidação duvidosa de R$ 486.

br 126 .com.(AFC-STN-2005-Esaf) Em 20 de outubro de 2004. GABARITO: D 142. que sofrem depreciação.000 – 2. Encargos de Depreciação = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação = 20% x 1 ano x 18.400.000 = 18.00 Resolução Empresa: Milícias S/A Data: 20 de outubro de 2004 Venda de uma máquina de uso. por depreciação feita com base em vida útil estimada de 10 anos e saldo residual de 20% do custo.pontodosconcursos. em primeiro de abril de 1998. que não é aplicável a bens do ativo não circulante imobilizado.2 = 20% II – Determinação da Base de Cálculo da Depreciação: Valor de Aquisição = 20. trimestralmente.00. A operação. Moraes Junior www.00 b) R$ 63.000 Base de Cálculo (Valor Depreciável) = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ Base de Cálculo = 20.00 e) R$ 90.00 c) R$ 65.000 = 3. auferindo um lucro da ordem de 20% sobre o preço obtido na alienação.000.00).000 ⇒ III – Cálculo dos Encargos de Depreciação em 2004: Como o bem foi adquirido em 2003. a empresa Milícias S/A mandou contabilizar a baixa por venda de uma máquina de uso.625.000 Valor Residual = 2. todo o ano de 2004. considera-se.000.000.000. para fins de depreciação. auferindo um lucro da ordem de 20% sobre o preço obtido na alienação.600 Apesar de ter sido informado o valor de mercado do bem e 31/12/2004 (R$ 21.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. e seu valor tem sido atualizado. devidamente contabilizada vai-nos mostrar que o preço de venda obtido na alienação foi de a) R$ 52. Prof. Moraes Junior Resolução I – Cálculo da Taxa de Depreciação: Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/5 anos = 0.500.00 d) R$ 86. Referida máquina fora comprada por R$ 150. não que se falar em “Provisão para Ajuste a Valor de Mercado”.

5 anos x 120.000 Depreciação Acumulada = Taxa x Período Total x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada = 0. como foi informado no enunciado.000 – 20% x 150.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. em 01/04/1998 Depreciação trimestral Vida útil da Máquina (estimada) = 10 anos Saldo residual = 20% do custo. Período Total: 01/04/1998 a 31/12/1998 = 9 meses (começa exatamente no início do segundo trimestre) 1999 a 2003 = 5 anos 01/01/2004 a 20/10/2004 = 9 meses (o período a ser considerado será apenas até 30/09/2004.1 Base de Cálculo da Depreciação = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ Base de Cálculo da Depreciação = 150.Imobilizado) a Caixa (Ativo Circulante) 150.pontodosconcursos.1 x 6.000 ⇒ ⇒ Valor Contábil = 72. Essa era a “pegadinha” da banca examinadora.000 IV – Cálculo do valor contábil da Máquina em 20/10/2004 Valor Contábil = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ Valor Contábil = 150. Normalmente.000 = 78. Período Total = 5 anos e 18 meses = 6 anos e 6 meses = 6.000 ⇒ ⇒ Base de Cálculo da Depreciação = 80% x 150.000 II – Cálculo do período de utilização da Máquina até a venda Como nada foi dito. a banca informa que a depreciação é mensal.5 anos III – Cálculo da Depreciação Acumulada Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil da Máquina = 1/10 = 0.br ⇒ ⇒ 127 .000. Moraes Junior Máquina: comprada por R$150. nesse caso. a depreciação é trimestral). informou que é trimestral. Preço da Venda = ? I – Aquisição da Máquina (supondo que a aquisição foi a vista) Lançamento: Máquina (ANC .00.com.000 Prof. considera-se que Máquina começou a ser utilizada na data de sua aquisição: 01/04/1998. Moraes Junior www.000 – 78. mas. pois.000 ⇒ ⇒ Base de Cálculo da Depreciação = 120.

200.000/0.000 ⇒ ⇒ Valor da Alienação = 72. O encargo de depreciação contabilizado no exercício social de aquisição (2002) foi no valor de a) R$ 4.8 x Valor da Alienação = 72.2 x Valor da Alienação = Valor da Alienação – 72.(AFC-CGU-2004-Esaf) O nosso Ativo Imobilizado consta apenas de Equipamento adquirido por R$ 60.00.000.00 e) R$ 12.00 Resolução Equipamento = R$ 60.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.com.pontodosconcursos.00 d) R$ 8.00 (adquirido em julho de 2002) Vida Útil = 5 anos Valor residual = 20% Encargos de Depreciação em 2002 = ? I – Cálculo da Taxa de Depreciação: Taxa de Depreciação (Equipamento) = 1/Vida Útil = 1/10 anos = 0.8 ⇒ ⇒ Valor da Alienação = 90.000.00. respectivamente.2 x Valor da Alienação (a) Lucro obtido na alienação = Valor da Alienação – Valor Contábil ⇒ ⇒ Lucro obtido na alienação = Valor da Alienação – 72.000.600. Para fins de apropriar o desgaste físico. com valor residual de 20%.00 b) R$ 6.00 (adquirido em abril de 2002) Vida Útil = 10 anos Veículo = R$ 45. Moraes Junior www.500. em abril de 2002. com utilização imediata.400.500.000.000 (b) (a) = (b) ⇒ 0.br 128 .2 ao ano Prof. Moraes Junior V – Cálculo do valor da alienação da Máquina Lucro Obtido na Alienação = 20% x Valor da Alienação ⇒ ⇒ Lucro Obtido na Alienação = 0. e Veículo comprado em julho do mesmo ano.1 ao ano Taxa de Depreciação (Veículo) = 1/Vida Útil = 1/5 anos = 0.00 c) R$ 7. por R$ 45.000 GABARITO: E ⇒ 143.000 ⇒ 0. nós consideramos a vida útil de 10 anos e 5 anos.

00. Pelo conhecimento que temos da empresa e de sua carteira de cobrança. Moraes Junior II – Determinação da Base de Cálculo: Base de Cálculo (Equipamento) = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Equipamento) = Valor de Aquisição – 20% x Valor de Aquisição ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Equipamento) = 80% x Valor de Aquisição ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Equipamento) = 0.00.00.com..000 Base de Cálculo (Veículo) = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Veículo) = Valor de Aquisição – 20% x Valor de Aquisição ⇒ Base de Cálculo (Veículo) = 80% x Valor de Aquisição ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Veículo) = 0. já protestadas. Também havia uma Provisão para Créditos Incobráveis com saldo credor de R$ 4. outras já vencidas. com base em 4% dos devedores duvidosos. sendo correto um provisionamento deste porte.000.000.75 x 48.600 Encargos de Depreciação (2002) = 3.600 = 7. é correto dizer que a Demonstração do Resultado do Exercício conterá como despesa dessa natureza o valor de ⇒ Prof.000.2 x 0.000 = 3.600 Encargos de Dep. no valor de R$ 112.8 x 60.75 ano Período Total (Veículo) = de julho/2002 a dezembro/2002 ⇒ ⇒ Período Total (Veículo) = 6 meses = 6/12 ano = 0. sabemos que a experiência de perda com esses créditos tem sido de cerca de 4%.pontodosconcursos.000 = 3.000 ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Equipamento) = 48. no valor de R$ 111.8 x 45.br 129 .200 GABARITO: C 144.000 III – Cálculo dos Encargos de Depreciação em 2002: Período Total (Equipamento) = de abril/2002 a dezembro/2002 ⇒ Período Total (Equipamento) = 9 meses = 9/12 ano ⇒ ⇒ Período Total (Equipamento) = 3/4 ano = 0. encontramos diversas duplicatas a receber.600 + 3. (Veículo) = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação (Veículo) = 0.1 x 0. Feitas as provisões e contabilizadas corretamente.5 x 36. no valor de R$ 98.000 ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Veículo) = 36.(AFRF-2003-Esaf) Ao examinarmos a carteira de cobrança da empresa Gaveteiro S/A. no valor de R$ 120.000.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. (Equipamento) = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação (Equipamento) = 0.00.00 e outras descontadas em Bancos.5 ano Encargos de Dep. Moraes Junior www. algumas ainda a vencer. mais algumas em fase de cobrança.

00 b) R$ 9.00 (R$ 13.Duplicatas Descontadas = R$ 98.000.720.760.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 111.000.00.720. .000. também fazem parte da base de cálculo da “Provisão p/ Créditos Incobráveis”. Provisão p/ Créditos Incobráveis = saldo credor de R$ 4.800.00. Portanto.00.00. Moraes Junior www.000. Lançamento: Despesa com Provisão p/ Créditos Incobráveis a Provisão p/ Créditos Incobráveis GABARITO: A 9.280.pontodosconcursos.000.00) – Método da Complementação.00 na conta Provisão p/ Créditos Incobráveis.720.000 112.00.720 Como já havia um saldo credor de R$ 4.00 d) R$ 5.00 e) R$ 5.com.br 130 .000. o valor da despesa com essa Provisão no exercício será de R$ 9.000 Duplicatas Protestadas (Ativo Circulante) também são duplicatas a receber que não foram pagas no vencimento e foram protestadas pela empresa. .000 343. .720 Prof. Moraes Junior a) R$ 9.00 Resolução Empresa Gaveteiro S/A Duplicatas a receber: .640.000 = 13.00 c) R$ 8.Duplicatas a Vencer = R$ 120. Provisão p/ Créditos Incobráveis = 4% x 343.000.Duplicatas Vencidas = R$ 112.Duplicatas Protestadas = R$ 111.00 – R$ 4. Perda com esses créditos = estimada em 4% Provisão p/ Créditos Incobráveis = ? I – Determinação da Base de Cálculo da Provisão p/ Créditos Incobráveis: Duplicatas a Receber a Vencer Duplicatas a Receber Vencidas Duplicatas Protestadas Base de Cálculo da Provisão p/ Créditos Incobráveis 120.

em 01/04/2002.75 ano Base de Cálculo = Valor de Aquisição = 130. referente à máquina ALFA. Depreciação (2002) = Enc. Vida Útil das Máquinas = 10 anos (desgaste físico desses bens deverá ter contabilização anual) Demonstração de Resultado do Exercício de 2002: Encargos de Depreciação = ? I – Determinação da Taxa de Depreciação: Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/10 anos = 0.02.1 = 10% ao ano II – Determinação dos Encargos de Depreciação em 2002: II.00.000 II.000 Encargos de Depreciação (BETA) = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação (BETA) = 10% x 0. Assim sendo.00.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. referente à máquina BETA.(AFRF-2003-Esaf) A máquina ALFA foi comprada por R$ 130.000. constarão Encargos de Depreciação no valor de a) R$ 3.pontodosconcursos. referente à máquina BETA. elaborada em 31. Moraes Junior 145.00 em 01/10/2001 e a máquina BETA foi comprada pelo mesmo preço.750 = 22.00. Ambas as máquinas têm durabilidade igual: deverão ser usadas durante dez anos. Moraes Junior www. c) R$ 13. b) R$ 9. d) R$ 16.000. Máquina BETA: Valor de Aquisição = R$ 130.000 = 13.75 ano x 130.12.250.750. O desgaste físico desses bens deverá ter contabilização anual.750. Depreciação (ALFA) + Enc.br 131 .750 II. Depreciação (BETA) ⇒ ⇒ Enc.750 GABARITO: E Prof. Depreciação (2002) = 13.00.000 Encargos de Depreciação (ALFA) = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação (ALFA) = 10% x 1 ano x 130. Resolução Máquina ALFA: Valor de Aquisição = R$ 130.250.000 = 9.2 – Maquina BETA: adquirida em 01/04/2002 Período = abril/2002 a dez/2002 = 9 meses = 9/12 ano =3/4 ano = 0.com.00.3 – Encargos de Depreciação em 2002: Enc. referente a ambas as máquinas.1 – Máquina ALFA: adquirida em 01/10/2001 Período = jan/2002 a dez/2002 = 1 ano Base de Cálculo = Valor de Aquisição = 130. em 01/04/2002. referente à máquina ALFA. e) R$ 22.000. na Demonstração de Resultado do Exercício de 2002.00 em 01/10/2001.00.000 + 9.

br 132 .Usa como mobília: dois dos conjuntos adquiridos.622. No dia 31 de dezembro os bens foram inventariados com base em pesquisa válida que encontrou preço líquido de mercado de R$ 900.000. I. podemos dizer.00 (R$ 1.00 por mesa e R$ 250.022.00 para as cadeiras. Moraes Junior 147. adotando-se os critérios legais de avaliação de ativos. A empresinha da questão usa como mobília dois dos conjuntos adquiridos e os outros três foram destinados à revenda.Costume usual: Móveis brasileiros . O preço total foi R$ 10.Adquiriu 5 conjuntos de mesas com 4 cadeiras (pagamento em 60 dias).vida útil = 10 anos. .00 para as cadeiras.Bens foram inventariados: preço de mercado de R$ 900.888. .55 Resolução Nossa Firma 01/novembro: . que no Balanço Patrimonial os cinco conjuntos em epígrafe contribuirão com um custo de a) R$ 9.000 Prof. . .1 – O pagamento ocorrerá em 01/janeiro. para pagamento em 60 dias.Proprietário falou e disse: “a depreciação dos bens de uso será feita em 12 anos”. com certeza.555.44 d) R$ 10.644. Segundo o costume usual os móveis brasileiros têm expectativa de vida útil de dez anos.Outros três: destinados à revenda.000.00 por cadeira). .2 – Valor do Conjunto: Valor do Conjunto = 1.com.88 c) R$ 9.00 por cadeira. Com base nestes dados e informações.22 b) R$ 9.00 por mesa e R$ 250.000.(AFRF-2003-Esaf-Adaptada) Em primeiro de novembro a Nossa Firma adquiriu cinco conjuntos de mesas com quatro cadeiras.00. sendo R$ 1. mas o proprietário falou e disse: “vou cuidar para que a depreciação dos bens de uso seja feita em 12 anos”.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior www.000 (mesa) + 4 x 250 (cadeiras) = 2.Preço total = R$ 10. 31/dezembro: .00 para as mesas e de R$ 300.000.22 e) R$ 10. Balanço Patrimonial: os cinco conjuntos contribuirão com um custo = ? I – Aquisição dos Conjuntos (01/nov): 2 conjuntos para uso e 3 conjuntos para revenda (pagamento em 60 dias) I.pontodosconcursos.00 para as mesas e de R$ 300.

para Ajuste ao Valor de Mercado = 3 conjuntos x (1. os encargos de depreciação por ano serão menores – custo menor gera um maior lucro ou um menor prejuízo.000 II – Determinação da Taxa de Depreciação: II.pontodosconcursos.br 10. Portanto.1 – Costume usual: Vida Útil = 10 anos Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/10 = 0.56 IV – Determinação das Provisões: Em 31/dezembro: Valor de Mercado das Mesas = 900 Valor de Mercador das Cadeiras = 300 Logo. Moraes Junior I. de acordo com o art.2 – Proprietário da Empresa: Vida Útil = 12 anos Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/12 ao ano (poderá ser utilizada esta taxa de depreciação. Moraes Junior www.3 – Lançamentos: Diversos a Duplicatas a Pagar (Passivo Circulante) Mercadorias (Ativo Circulante) – 3 conjuntos 6.1 = 10% ao ano II. indica maior valor de imposto e maior arrecadação).com.000 Encargos de Depreciação = Período x Taxa de Depreciação x Base de Cálculo ⇒ Encargos de Depreciação = 1/6 x 1/12 x 4.000 Móveis e Utensílios (ANC-Imobilizado) – 2 conjuntos 4.000 = 55.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Período: 01/nov a 31/dez = 2 meses = 2/12 meses = 1/6 ano Base de Cálculo = Valor de Aquisição = 4. pois. E maior lucro.56 Lançamento: Encargos de Depreciação (Despesa) a Depreciação Acumulada (ANC-Imobilizado) 55.000 133 . O valor das cadeiras não sofrerá provisão. da Lei no 6.000 – 900) = 300 Prof. apesar de não ser o costume usual. pois o valor de mercado é maior: Prov. deve ser realizada uma provisão para ajuste ao valor de mercado das mesas colocadas para revenda.404/76. 183. a empresa pode utilizar essa taxa de depreciação. III – Cálculo dos Encargos de Depreciação: só os 2 conjuntos de mesas e cadeiras destinados ao uso sofrerão depreciação (os 3 conjuntos destinados à revenda não sofrem depreciação).

Em 31 de dezembro do mesmo ano.(TRF-2002. pagando 60% a vista. considerada em relação à primeira instalação para utilização do bem. A depreciação considera a previsão normal do fisco para a vida útil de veículos (5 anos). é de R$ 21.2-Esaf) Em primeiro de outubro de 2001.br 134 . Moraes Junior www. pagando 60% à vista.56 = 3. em relação ao referido veículo. pode-se afirmar que: a) A conta Depreciação Acumulada desse veículo terá saldo de R$ 5. a Ameriflores Ltda adquiriu um veículo usado por R$ 23.44 GABARITO: C 148.00.000 – 55.00 c) A operação de compra deu ao vendedor um lucro de R$ 4.000. 01/outubro/2001: Adquiriu um veículo usado por R$ 23.44 = 9.com.00.2 – Conjuntos destinados ao uso: Valor Contábil = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ Valor Contábil = 4.700 + 3. no comprador. é e R$ 22.850.00. Moraes Junior Lançamento: Despesas com Provisão (Despesa) a Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado (Ativo Circulante) V – Custo dos conjuntos no Balanço Patrimonial: V. há um ano e meio.944.44 300 ⇒ Valor Contábil Total dos Conjuntos = 5.100.00 Resolução No caso de bens adquiridos usados a taxa anual de depreciação será determinada considerando-se o maior entre os seguintes prazos: I .1 – Conjuntos destinados à revenda: Valor Contábil = Valor de Aquisição – Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado ⇒ Valor Contábil = 6.00 e) O valor contábil do veículo.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. no comprador. Prof.pontodosconcursos. e contabilizado com valor residual de R$ 12.00 d) A operação de compra deu ao vendedor uma perda de R$ 500.000.000.Metade da vida útil do bem adquirido novo.000 – 300 = 5.00.000. O carro fora comprado novo pelo ora vendedor pela quantia de R$ 27.450.00 b) O valor contábil do veículo.700 V. Empresa: Ameriflores Ltda. e II .644.Restante da vida útil.650.944.

000 Ganho de Capital = Valor da Alienação – Valor Contábil ⇒ Ganho de Capital = 23.5 anos = 2/7 ao ano Entretanto.500 Valor da Alienação do Veículo = 23.000.000 = 4.000 Período Total = 1.5 anos Vida Útil Restante do Veículo = 5 anos – 1.com.1 – Determinação da Taxa de Depreciação: Metade da Vida Útil do Veiculo Novo = 5 anos/2 = 2. visto que a vida útil restante é maior que a metade da vida útil do veículo.000 – 22.2 x 1.500 Valor Contábil do Veículo = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ Valor Contábil do Veículo = 27.000.pontodosconcursos. Taxa de Depreciação = 1/3.5 anos Logo.000 – 12. A depreciação considera a previsão normal do fisco para a vida útil de veículos (cinco anos).Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.5 anos Base de Cálculo = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ Base de Cálculo = 27.5 x 15.000 – 4.500 ⇒ ⇒ Ganho de Capital = 500 ⇒ ⇒ II – Empresa Ameriflores Ltda (compradora do veículo): II.000 = 15. há um ano e meio. Moraes Junior www.00. Em 31 de dezembro do mesmo ano = ? I – Empresa Vendedora do Veículo: Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Veículo = 1/5 = 0. “Pegadinha” da banca examinadora! Prof.br 135 .000 ⇒ Depreciação Acumulada = Taxa de Depreciação x Período Total x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada = 0.00. e contabilizado com valor residual de R$ 12. Moraes Junior O carro fora comprado novo pelo ora vendedor pela quantia de R$ 27.5 anos = 3. de acordo com a questão: A depreciação considera a previsão normal do fisco para a vida útil de veículos (cinco anos).500 = 22.2 = 20% ao ano Valor de Aquisição do Veículo = 27. a taxa de depreciação utilizada será a vida útil restante do veículo.

verificamos que forma extraídas. com valor residual de 20%.000 – 1.5 anos): Taxa de Depreciação = 1/5 anos = 0. em termos líquidos.850 GABARITO: E ⇒ 149.000.000.2 x 0.150 ⇒ II.000. a ganhos de capital no valor de: a) R$ 10. A mina teve custo original de R$ 110. Moraes Junior Logo. com vida útil prevista em dez anos.150 = 21. Quando da aquisição da mina.br 136 .2 – Determinação da Depreciação Acumulada em 31/12/2001: Período Total = de 01/10/2001 a 31/12/2001 = 3 meses ⇒ Período Total = 3/12 anos = 0.000 Depreciação Acumulada = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ Depreciação Acumulada = 0.00 Prof. Considerando que a contabilização estimada da amortização desses ativos tem sido feita normalmente.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 e o trator fora comprado por R$ 35. deve ser (a banca examinadora não considerou o fato de o veículo ter sido adquirido já com uma utilização de 1.pontodosconcursos.000 (como nada foi dito para o comprador.200. Agora. efetivamente.00. conforme o enunciado. já passados quatro anos.000.(AFRF-2002.00 b) R$ 21. Moraes Junior www. podemos afirmar que a alienação narrada acima deu origem.25 x 23. 20 toneladas. à vista. Dele constavam apenas uma mina de carvão e um trator usado.2 ao ano II.00 e) R$ 24.com.00 d) R$ 13.2-Esaf) A empresa Desmontando S/A vendeu o seu ativo imobilizado.00.00 c) R$ 20. a taxa de depreciação para o veículo comprado usado.000.25 anos ⇒ Valor de Aquisição = 23.3 – Determinação do Valor Contábil do Veículo em 31/12/2001: Valor Contábil do Veículo = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ Valor Contábil do Veículo = 23. a capacidade total foi estimada em 40 toneladas de minérios com extração prevista para dez anos.000.000 = 1. por R$ 100. há exatos quatro anos. não há valor residual) Base de Cálculo = Valor de Aquisição = 23.200. O trator vendido tem sido depreciado pelo método linear.

pontodosconcursos. da Mina ⇒ ⇒ Exaustão Acumulada do Período = 0. após quatro anos. do Período = Taxa de Exaustão x Per. deve ser observado o fato que a contabilização da exaustão estimada foi realizada durante todo o período. com valor residual de 20% A alienação narrada acima deu origem. foram extraídas 20 toneladas de minério não deve ser considerada no cálculo da exaustão.com. Logo. Moraes Junior Resolução Empresa: Desmontando S/A Venda do Ativo Imobilizado = R$ 100.1 = 10% ao ano Período Total = 4 anos Exaustão Acum. a ganhos de capital = ? I – Cálculo do Valor Contábil da Mina na Data da Alienação: Para o cálculo da taxa de exaustão da mina em questão. Trator vendido tem sido depreciado pelo método linear com vida útil prevista em dez anos. 20 toneladas. até então.000 Valor Contábil da Mina = Valor de Aquisição – Exaustão Acumulada do Período ⇒ Valor Contábil da Mina = 110.000. a exaustão utilizada desde a aquisição da mina foi a estimada. a informação de que.000 II – Cálculo do Valor Contábil do Trator na Data da Alienação: Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Trator = 1/10 = 0.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.1 x 4 x 110.000 = 66.000. já passados quatro efetivamente. ou seja. esta informação era desconhecida. Moraes Junior www. Total x Custo de Aquis. verificamos que foram extraídas.000 – 44.br ⇒ 137 . em termos líquidos.000. anos.000 = 44. pois.1 = 10% ao ano Período Total = 4 anos Prof. Taxa de Exaustão da Mina = 1/Período de Extração = 1/10 anos ⇒ Taxa de Exaustão da Mina = 0.00 Trator = R$ 35.00 (Mina de carvão e um trator usado) Mina (custo original) = R$ 110. Agora.00 (comprados há exatos quatro anos) Aquisição da mina: Capacidade total foi estimada em 40 toneladas de minérios com extração prevista para dez anos.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. pode-se afirmar que. num ou noutro método.pontodosconcursos. no quarto ano da vida útil. Moraes Junior www.000 – 11.000 – 66.000 Depreciação Acumulada do Período = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ Depreciação Acumulada do Período = 0. a) b) c) d) e) o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da linha reta o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da soma dos dígitos dos anos coincidentemente.800 III – Cálculo do Ganho de Capital na Alienação: Ganho de Capital = Valor da Venda – Valor Contábil da Mina – Valor Contábil do Trator ⇒ ⇒ Ganho de Capital = 100. durante a vida útil.1 x 4 x 28. Submetendo-se esse bem à depreciação.000 = 28.200 = 23.br 138 .000 = 0.com.000 – 23.200 GABARITO: A 150. comparativamente. a despesa com depreciação seria igual para os dois métodos (Custo do Bem/7) e. na verdade. pelos Métodos da Linha Reta e da Soma dos Dígitos dos Anos. Prof.8 x 35. o imposto também seria igual.000 – 20% x 35. Moraes Junior Base de Cálculo = Valor de Aquisição do Trator – Valor Residual ⇒ ⇒ Base de Cálculo = 35.800 = 10. dependendo do valor residual Resolução Vida Útil do Bem = 7 anos I – Método da Linha Reta de Depreciação Taxa Anual de Depreciação = 1/7 anos No quarto ano de vida útil do bem: Despesas com Depreciação = Custo do Bem x Taxa = Custo do Bem/7 II – Método de Cole de Depreciação Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7 = 28 Quarto Ano ⇒ Depreciação = (4/28) x Custo do Bem = Custo do Bem/7 Logo.000 = 11. conseqüentemente. o imposto de renda seria o mesmo em ambas as hipóteses a depreciação. não afetaria o imposto de renda o imposto de renda seria maior.(AFC-STN-2000-Esaf) Um direito sobre bens do ativo permanente tem vida útil de 7 (sete) anos.200 ⇒ Valor Contábil do Trator = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada do Período ⇒ ⇒ Valor Contábil do Trator = 35. no quarto ano de vida útil.

José Jayme. GABARITO: C Bons estudos. Moraes Junior Nesta questão. Manual de Contabilidade Societária sociedades).com. 3a Edição.pontodosconcursos.cfc. pois.cvm. a depreciação seria igual para os dois métodos.org. Contabilidade Geral.br Bibliografia Lei das Sociedades Anônimas com as alterações trazidas pela Lei n o 11. São Paulo.org.br Normas do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).638/07 e pela Lei no 11. www.gov. (aplicável a todas as MORAES JUNIOR. 2011. www. Moraes Junior moraesjunior@pontodosconcursos.br FIPECAFI. também não faria diferença utilizar o Método de Cole Crescente ou Decrescente. Normas do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). no quarto ano.941/09. Prof.com.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Editora Atlas.cpc. www. Moraes Junior www. Elsevier Editora.br Normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).br 139 . Rio de Janeiro. 2010.

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