Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.

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Aula 5
6. Provisões Ativas e Passivas, tratamento das Contingências Ativas e Passivas. 7. Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. 16. Tratamento das depreciação, amortização e exaustão, conceitos, determinação da vida útil, forma de cálculo e registros.

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5.1. Provisões em Geral ............................................................................................................. 5 5.2. Provisões do Ativo ............................................................................................................... 6 5.2.1. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado ............................................................ 7 5.2.1.1. Instrumentos financeiros, Direitos, Títulos de Crédito e Estoques .......... 7 5.2.1.1.1. Instrumentos Financeiros Disponíveis para Venda ou Mantidos para Negociação ....................................................................................................................................... 7 5.2.1.1.2. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado - Demais Instrumentos Financeiros, Direitos e Títulos de Crédito .......................................................................... 11 5.2.1.1.3. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado - Estoques............................ 12 5.2.2. Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ou Provisão para Perdas com Créditos Incobráveis ou Provisão para Devedores Duvidosos ......................... 13 5.2.3. Investimentos Permanentes ...................................................................................... 17 5.3. “Provisões” do Passivo ..................................................................................................... 18 5.4. Passivo Contingente.......................................................................................................... 26 5.5. Ativo Contingente .............................................................................................................. 27 5.6. Critérios de Avaliação e Baixas das contas do Ativo – Imobilizado e Intangível. ...................................................................................................................................... 28 5.6.1. Depreciação ...................................................................................................................... 28 5.6.1.1. Método das Quotas Constantes ou Método Linear ou Método da Linha Reta .................................................................................................................................................. 32 5.6.1.2. Método da Soma dos Dígitos ou Método de Cole .......................................... 35 5.6.1.3. Tipos de Depreciação ............................................................................................... 38 5.6.1.4. Alienação de Bens do Ativo Não Circulante Imobilizado ............................ 41 5.6.1.5. Depreciação de Bens Adquiridos Usados .......................................................... 44 5.6.2. Amortização ..................................................................................................................... 45 5.6.3. Exaustão ............................................................................................................................ 48 5.6.3.1. Exaustão de Recursos Minerais ............................................................................ 48 5.6.3.2. Exaustão de Recursos Florestais.......................................................................... 50 5.7. Práticas Contábeis, Mudanças de estimativas e correção de erros: Mudanças nas práticas contábeis. Mudanças nas estimativas. Correção de erros. ................................................................................................................................................ 52
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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 5.7.1. Definições.......................................................................................................................... 52 5.7.2. Políticas Contábeis ......................................................................................................... 54 5.7.2.1. Mudança nas políticas contábeis .......................................................................... 55 5.7.2.2. Mudança nas estimativas contábeis ................................................................... 55 5.7.3. Retificação de erro......................................................................................................... 56 5.7.3.1. Limitação à reapresentação retrospectiva ....................................................... 57 5.8. Bizu da Prova ....................................................................................................................... 58 5.9. Memorize para a Prova .................................................................................................... 62 5.10. 5.11. Exercícios de Fixação .................................................................................................. 68 Resolução dos Exercícios de Fixação .................................................................... 85

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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior Primeiramente, vamos resolver uma questão com assuntos de aulas anteriores: (Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) O lançamento contábil apropriado para registrar o pagamento de duplicatas no valor de R$ 2.800,00, com descontos de 15%, é o que segue abaixo: a) Diversos a Caixa Duplicatas a Pagar Descontos Ativos b) Caixa a Diversos a Duplicatas a Pagar a Descontos Ativos c) Diversos a Duplicatas a Pagar Caixa Descontos Passivos d) Duplicatas a Pagar a Diversos a Caixa a Descontos Ativos e) Duplicatas a Pagar a Diversos a Caixa a Descontos Passivos

2.380,00 420,00

2.800,00

2.380,00 420,00

2.800,00

2.380,00 420,00

2.800,00

2.380,00 420,00

2.800,00

2.380,00 420,00

2.800,00

Temos que fazer um lançamento contábil para o seguinte fato: pagamento de duplicatas no valor de R$ 2.800,00, com descontos de 15%. Inicialmente, vamos calcular qual seria o valor do desconto e o valor efetivamente pago: Desconto = 15% x 2.800 = 420 Valor Efetivamente Pago = 2.800 – Desconto = 2.800 – 420 = 2.380 1 – Identificar as contas: Pagamento de duplicatas: conta “Duplicatas a Pagar”. Como houve um pagamento, houve saída de dinheiro da empresa: conta “Caixa” (poderia ser a conta “Bancos Conta Movimento” também).
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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. pelo princípio da competência) 4 – Aplicar o mecanismo de débito e crédito (lançamento) e verificar o “Método das Partidas Dobradas”: Duplicatas a Pagar: Passivo Circulante ⇒ Natureza credora ⇒ saldo diminui (pagamento da obrigação) ⇒ débito Caixa: Ativo Circulante ⇒ Natureza devedora ⇒ saldo diminui (saída de dinheiro do caixa para pagar as duplicatas) ⇒ crédito Descontos Ativos: Conta de Resultado (Receita) ⇒ Natureza credora ⇒ saldo aumenta (registro da receita do período. Logo. tivemos a extinção de um passivo (parte da obrigação a pagar) sem a correspondente extinção de um ativo. houve um desconto no pagamento. pelo princípio da competência. Passivo.800 Total de Créditos = 2. Logo. ou seja.com. temos uma receita: conta “Descontos Ativos” (ou “Descontos Obtidos”). Moraes Junior O pagamento foi com um desconto de 15%.800 Método das Partidas Dobradas: Total de Débitos = Total de Créditos Total de Débitos = 2. Atenção para a diferença: Descontos Ativos = Descontos Obtidos = Receita Descontos Passivos = Descontos Concedidos = Despesa 2 – Classificá-las em Ativo.380 420 2. foi pago um valor menor que o valor da obrigação original.800 Prof. Moraes Junior www.pontodosconcursos.380 + 420 = 2. pelo princípio da competência) ⇒ crédito Lançamento: Duplicatas a Pagar (Passivo Circulante) a Diversos Caixa (Ativo Circulante) Descontos Ativos (Receita) 2. Patrimônio Líquido. Portanto.br 4 . Receitas ou Despesas: Duplicatas a Pagar: Passivo Circulante ⇒ Natureza credora Caixa: Ativo Circulante ⇒ Natureza devedora Descontos Ativos: Conta de Resultado (Receita) ⇒ Natureza credora 3 – Verificar se o saldo está aumentando ou diminuindo: Duplicatas a Pagar: Passivo Circulante ⇒ Natureza credora ⇒ saldo diminui (pagamento da obrigação) Caixa: Ativo Circulante ⇒ Natureza devedora ⇒ saldo diminui (saída de dinheiro do caixa para pagar as duplicatas) Descontos Ativos: Conta de Resultado (Receita) ⇒ Natureza credora ⇒ saldo aumenta (registro da receita do período.

Moraes Junior Em razonetes. Contudo. as seguintes condições: .com. . também é necessário que seja possível fazer uma estimativa confiável de seu valor. Moraes Junior www. cumulativamente. 5.800. Obrigação Presente: indica que é mais provável ocorrer do que não ocorrer a obrigação. que irá incorporar benefícios econômicos. Para constituir a provisão.pode ser feita estimativa confiável no montante da obrigação. por exigência legal ou por criar alguma relação válida perante terceiros.800 (I) 2. os riscos Prof. e . São estimativas. Estimativa confiável: uma estimativa confiável considera (variabilidade de situações prováveis de ocorrer) e incertezas.a entidade tem uma obrigação presente (legal ou não formalizada) como consequência de um evento passado.00): Caixa SI 2.br 5 .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Resumindo. não há certeza quanto aos prazos ou aos valores que serão desembolsados. teríamos (considerei que a conta “Caixa” tem um saldo inicial – “SI” e que só havia estas duplicatas a pagar – saldo inicial igual a R$ 2. uma provisão deve ser reconhecida quando atender. Amortização e Exaustão 5. Evento Passado: é aquele que cria obrigações.380 420 Duplicatas a Pagar 2.é provável a saída de recursos para liquidar a obrigação.1. Provisões.800 0 A alternativa “d” é a correta. Provisões em Geral Uma provisão é uma obrigação presente e é provável que ocorra uma saída de recursos para liquidá-la.380 (I) Descontos Ativos 420 (I) SI – 2. Depreciação.pontodosconcursos.

o saldo da provisão poderá ser revertido para uma conta de “Receita” (a reversão da provisão poderá ser parcial ou total). ou seja. não existe grau de incerteza relevante. Para conquistar o mercado. se a empresa produz componentes para televisores LCD e oferece aos seus clientes uma garantia de um ano para o funcionamento dos componentes que vende. Prof.pontodosconcursos. Já caiu em prova! (Técnico de Contabilidade Junior-Transpetro-2011Cesgranrio) Uma empresa produz componentes para televisores LCD.com. que será classificada no passivo circulante. como a “Provisão para Décimo-Terceiro” e “Provisão para o Imposto de Renda”. no Balanço Patrimonial. que já são consideradas obrigações. como contas redutoras do Ativo. Devido a esse procedimento. que. são “Décimo-Terceiro a Pagar” e “Imposto de Renda a Pagar”. na verdade.br 6 . e são constituídas debitando-se uma conta de “Despesa” e creditando-se uma conta patrimonial representante da respectiva provisão. Caso a perda seja consumada. Moraes Junior Uma observação importante diz respeito às provisões derivadas de apropriação pelo regime de competência. Moraes Junior www.2. ela deve registrar o valor provável a ser gasto com essa garantia na conta provisão para garantias. ela deve registrar o valor provável a ser gasto com essa garantia na conta (A) Reserva para contingências (B) Reserva para garantia (C) Reserva para eventos subsequentes (D) Provisão para contingências (E) Provisão para garantias Portanto. São exemplos desse “tipo de provisão” as “provisões” do passivo. A alternativa “e” é a correta. As provisões são sempre contas de natureza CREDORA. deve-se debitar a conta da respectiva provisão e creditar a conta com base na qual ela foi constituída. tendo em vista que as provisões são sempre de natureza credora.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Provisões do Ativo As provisões do ativo figuram. ela oferece aos seus clientes uma garantia de um ano para o funcionamento dos componentes que vende. respectivamente. se a perda não for consumada. 5. Entretanto.

5.1. 5. e em direitos e títulos de créditos. mas o que seria valor justo? Valor justo é o montante pelo qual um ativo poderia ser trocado..A. . pois haverá um ajuste diretamente em conta do patrimônio líquido ou em conta de resultado. Tudo bem. não será constituída uma provisão para ajuste ao valor de mercado.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. entre partes independentes com conhecimento do negócio e interesse em realizá-lo.1.1. Títulos de Crédito e Estoques Instrumento financeiro é qualquer contrato que origine um ativo financeiro para uma entidade ou um passivo financeiro ou título patrimonial para outra entidade. ou um passivo liquidado.1. inclusive derivativos.. . em uma transação em que não há favorecidos.pontodosconcursos. Instrumentos financeiros. Prof.com.Provisão p/ Ajuste ao Valor de Mercado. quando se tratar de aplicações destinadas à negociação ou disponíveis para venda. serão avaliadas: a) pelo seu valor justo. Moraes Junior Constituição da Provisão: Débito: Despesas com Provisão (Despesa) Crédito: Provisão (Ativo – Retificadora) Perda Consumada: Débito: Provisão (Ativo – Retificadora) Crédito: Conta com base na qual ela foi constituída (Ativo) Reversão da Provisão: Débito: Provisão (Ativo – Retificadora) Crédito: Reversão da Provisão (Receita) As provisões do Ativo mais utilizadas são: . Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado 5.. classificados no ativo circulante ou no realizável a longo prazo.2. Moraes Junior www.Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa. as aplicações em instrumentos financeiros. e.1.1.2. Direitos. professor.br 7 . Instrumentos Financeiros Mantidos para Negociação Disponíveis para Venda ou Nesse caso. Vejamos! De acordo com o inciso I do artigo 183 da Lei das S.2.Provisão p/ Perdas Prováveis na Realização de Investimentos.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior As regras para as aplicações financeiras destinadas à negociação ou disponíveis para venda seriam: - O ganho ou a perda relativo a ativo financeiro disponível para venda deve ser reconhecido em conta específica no patrimônio líquido (ajustes de avaliação patrimonial) até o ativo ser baixado, exceto no caso de ganhos e perdas decorrentes de variação cambial e de perdas decorrentes de redução ao valor recuperável (impairment). - O ganho ou a perda relativo a ativo financeiro mantido para negociação (negociação imediata) deve ser reconhecido em conta de resultado. - No momento da baixa, o ganho ou a perda acumulado na conta específica do patrimônio líquido deve ser transferido para o resultado do período como ajuste de reclassificação. - Os dividendos de título patrimonial registrado como disponível para venda devem ser reconhecidos no resultado no momento em que é estabelecido o direito da entidade de recebê-los.

Ou seja, resumindo, temos o seguinte: - Instrumentos Financeiros Disponíveis para Venda (a negociação não é imediata): ajustes na conta Ajustes de Avaliação Patrimonial (ganho ou perda). - Instrumentos Financeiros Mantidos para Negociação (a negociação é imediata): ajustes em contas de resultado (receita ou despesa). Eu sei que essa classificação em disponíveis para venda (a negociação não é imediata) e mantidos para negociação (a negociação é imediata) é um pouco subjetiva. Por isso, na hora da prova, a questão deve ser explícita! Exemplo: Em 11/07/2010, a empresa J4M2 S/A adquire 1.000 ações preferenciais da Companhia Vale do Rio Doce (VALE5) na bolsa de valores pelo valor de R$ 43,00. Suponha que o preço das referidas ações em 31/12/2010 é de R$ 42,00 e que a empresa J4M2 S/A vendeu as ações em 31/01/2011 por R$ 44,00. Efetue os lançamentos necessários. Repare que as ações da Vale do Rio Doce, para a empresa J4M2, são instrumentos destinados a negociação ou disponíveis para venda. Vamos considerar que, no momento da compra, as ações ficaram disponíveis para venda (a negociação não será imediata).

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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior Em 11/07/2010: Investimentos Temporários - Ações VALE5 (Ativo Circulante) a Bancos (Ativo Circulante) (1000 ações x R$ 43,00 = R$ 43.000,00) Em 31/12/2010: o preço da cada ação caiu para R$ 42,00 Ajustes de Avaliação Patrimonial (Patrimônio Líquido) a Investimentos Temporários - Ações VALE5 (Ativo Circulante) (R$ 42.000,00 – R$ 43.000,00)

43.000

1.000 (*)

(*) ATENÇÃO! Neste caso, se o valor de mercado das ações em 31/12/2010 fosse maior que o valor de aquisição, também haveria lançamento a fazer. Suponha que o valor de mercado em 31/12/2010 fosse R$ 45,00. Lançamento: Investimentos Temporários - Ações VALE5 (Ativo Circulante) a Ajustes de Avaliação Patrimonial (PL) Resultado em 2010 = Receitas – Despesas = 0 Em 31/01/2011: venda das ações por R$ 44,00 cada. Receita = 1.000 ações x R$ 44,00 = R$ 44.000,00 Bancos (Ativo Circulante) a Receitas – Renda Variável (Receitas)

2.000

44.000

Despesa – Custo de Aplicação de Renda Variável (Despesa) a Investimentos Temporários - Ações VALE5 (Ativo Circulante) 42.000 Despesa – Ajuste de Reclassificação (Despesa) a Ajustes de Avaliação Patrimonial (Patrimônio Líquido)

1.000

Na venda (no momento da “baixa” das ações do patrimônio da empresa), o valor existente em “Ajustes de Avaliação Patrimonial” é apropriado no resultado do período. Resultado em 2011 = Rec. – Desp. = 44.000 – 1.000 – 42.000 = 1.000 (*) Caso a empresa recebesse dividendos de R$ 2.000,00 em relação a essas ações, o lançamento seria: I – Distribuição dos dividendos pela Vale do Rio Doce: Dividendos a Receber (Ativo Circulante) a Receita de Dividendos (Receita) 2.000
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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior II – Pagamento dos dividendos pela Vale do Rio Doce: Bancos (Ativo Circulante) a Dividendos a Receber (Ativo Circulante) 2.000 Já caiu em prova!(Analista de Controle Externo-Contador-TCE/GO-2009FCC) Suponha a aquisição, em 30/11/X8, de um ativo financeiro no valor de R$ 1.000,00, classificado na data de aquisição em 'disponível para venda'. Este título remunera à taxa de 2% ao mês e o valor de mercado desse título 30 dias após a sua aquisição é de R$ 1.015,00. De acordo com estas informações, em 30/12/X8, a empresa registrará, (A) na Demonstração de Resultados, receita financeira de R$ 15,00. (B) no Patrimônio Líquido, ajuste de avaliação patrimonial de R$ 15,00. (C) na Demonstração de Resultados, receita financeira de R$ 20,00 e no Patrimônio Líquido, ajuste de avaliação patrimonial de R$ 5,00 (saldo devedor). (D) na Demonstração de Resultados, receita financeira de R$ 15,00 e no Patrimônio Líquido, ajuste de avaliação patrimonial de R$ 20,00 (saldo credor). (E) na Demonstração de Resultados, receita financeira de R$ 15,00 e no Patrimônio Líquido, ajuste de avaliação patrimonial de R$ 5,00 (saldo credor). I - De acordo com a questão, em 30/11/X8, houve a aquisição de um ativo financeiro, no valor de R$ 1.000,00, que foi classificado como “disponível para venda”, no ativo circulante. Saldo Inicial do Ativo Financeiro Disponível para Venda = 1.000 Portanto, nesse caso, o ativo financeiro deverá ser avaliado a valor justo e a contrapartida do ajuste a valor justo será a conta “Ajustes de Avaliação Patrimonial”, no Patrimônio Líquido. II - Além disso, há a informação de que o título remunera à taxa de 2% ao mês (receita financeira). Portanto, em 30/12/X8, um mês após a aquisição do ativo, teremos: Receita Financeira = 2% x 1.000 = 20 Lançamento: Débito: Ativo Financeiro Disponível para Venda (Ativo Circulante) Crédito: Receita Financeira (Receita)

20 20

Portanto, o saldo do ativo financeiro, considerando a receita financeira, será: Saldo do Ativo Financeiro = 1.000 + 20 = 1.020 III – Finalmente, o valor de mercado (valor justo) desse título 30 dias após a sua aquisição (em 30/12/X8) é de R$ 1.015,00. Portanto, o ajuste a valor justo será: Cálculo da Diferença = Saldo do Ativo Financeira – Valor de Mercado ⇒ ⇒ Cálculo da Diferença = 1.020 – 1.015 = 5
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que sofria ajustes de acordo com IGP-M (Índice Geral de Preço do Mercado). com vencimento em 15/07/2010.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 Se o título a receber é ajustado pelo IGP-M e houve deflação de 1%. em 30/06/2010.A. quanto se o valor justo for menor que o valor contábil do ativo financeiro. as aplicações em instrumentos financeiros. b) pelo valor de custo de aquisição ou valor de emissão. a empresa J4M2 possuía um título a receber no valor de R$ 1. e em direitos e títulos de créditos. Moraes Junior www.50 = R$ 1.com.. O ajuste ao valor justo deve ser feito tanto se o valor justo for maior que o valor contábil do ativo financeiro.2. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado .950 – 1% x 1. 5. A conta existente era: Títulos a Receber = R$ 1. Prof. direitos e títulos de crédito..br 11 . Calcule a provisão para ajuste ao valor de mercado e faça os lançamentos necessários.2.00. caso o valor de mercado seja inferior ao custo de aquisição.950 – 19.Demais Instrumentos Financeiros.1.. Suponha ainda que o IGP-M de junho foi de -1% (houve uma deflação de 1%). a empresa registrará.950 = 1. Moraes Junior Lançamento: Débito: Ajuste de Avaliação Patrimonial (Patrimônio Líquido) 5 Crédito: Ativo Financeiro Disponível para Venda (Ativo Circulante) 5 Portanto.950. o valor a receber em 15/07/2010 será de: Valor a receber = 1. A alternativa “c” é a correta. no caso das demais aplicações e os direitos e títulos de crédito. Exemplo: Suponha que.50. Direitos e Títulos de Crédito De acordo com o inciso I do artigo 183 da Lei das S. ajustado ao valor provável de realização.00 (saldo devedor).950.930. classificados no ativo circulante ou no realizável a longo prazo. quando este for inferior. inclusive derivativos.pontodosconcursos.00 e no Patrimônio Líquido. poderá haver uma provisão para ajuste ao valor de mercado. Portanto. receita financeira de R$ 20.1. atualizado conforme disposições legais ou contratuais. no caso das demais aplicações. serão avaliadas: a) . ajuste de avaliação patrimonial de R$ 5. na Demonstração de Resultados.

Suponha que.3. em 31/12/2009.1. quando este for inferior. Exemplo: A Cia. serão avaliados pelo custo de aquisição ou produção. para Ajuste a Valor de Mercado (Ativo Circulante – Retif.000 Despesas com Provisões (Despesas) a Prov. em 30/06/2010.com.Estoques De acordo com o inciso II do artigo 183 da Lei das S.A. deduzido de provisão para ajustá-lo ao valor de mercado.000 – 170.) 30. caso o valor de aquisição seja menor que o valor de mercado.000. que será retificadora da conta de Estoques.br 12 . mercadorias no valor de R$ 200. Caso contrário.00. deverá ser feita uma Provisão p/ Ajuste ao Valor de Mercado.) 19. Desconsidere a incidência de tributos na operação de compra.000.930. Na aquisição do investimento: Mercadorias (Ativo Circulante) a Bancos (Ativo Circulante) 200. J4M2 Ltda adquiriu. Moraes Junior www. faremos o seguinte lançamento: Despesas com Provisão (Despesa) a Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado (Ativo Circulante – Retif.pontodosconcursos.1. Provisão para Ajustes ao Valor de Mercado = 200.000 Em 31/12/2009: A provisão deverá ser constituída no valor da diferença entre o custo de aquisição e o valor de mercado. Ou seja. Efetue os lançamentos necessários. Moraes Junior Portanto. por ocasião do encerramento do exercício social da Cia. nenhuma provisão deverá ser feita..50 19.00. assim como matérias-primas. o valor de mercado mercadorias era de R$ 170.000 Prof. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado . ou seja.950 5.000 = 30.2.50 1. se o valor de aquisição seja maior que o valor de mercado. produtos em fabricação e bens em almoxarifado. os direitos que tiverem por objeto mercadorias e produtos do comércio da companhia. em 31/01/2009.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.) 1. J4M2 Ltda.50 Por ocasião do pagamento do título pelo cliente: Diversos a Títulos a Receber (Ativo Circulante) Bancos (Ativo Circulante) Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado (AC – Retif.

Clientes). pode ter duas destinações: Duvidosa”.) a Reversão de Provisão (Receita) Exemplo: A empresa Kaprisma Ltda.00.2. Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ou Provisão para Perdas com Créditos Incobráveis ou Provisão para Devedores Duvidosos Corresponde ao valor provisionado ao final de cada exercício social para cobrir. perdas decorrentes de não recebimento de direitos da empresa (Ex: Duplicatas a Receber.com.pontodosconcursos. Esta provisão é uma conta retificadora das contas “Clientes” ou “Duplicatas a Receber”. apurou o saldo de Duplicatas a Receber no valor de R$ 50. Efetue os lançamentos devidos: 1) Constituição da Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (31/12/2006): PCLD = 3% x 50.000.br 13 .2. Moraes Junior 5. foram consideradas incobráveis Duplicatas a Receber no valor de R$ 1.500 Prof.00.000 = 1.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Ao longo do exercício de 2007. O valor da provisão é obtido a partir da aplicação de um percentual (baseado em estudos realizados tendo por base as perdas ocorridas nos últimos exercícios) sobre os valores dos direitos existentes na época do Balanço Patrimonial.) A “Provisão para Créditos de Liquidação constituída no ano anterior. constituindo uma Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa a uma taxa de 3%. A constituição de provisão para crédito de liquidação duvidosa (PCLD) faz com que as contas a receber sejam avaliadas de acordo com o critério do valor provável de realização.000. no exercício seguinte. Moraes Junior www. no encerramento do exercício social de 2006. Lançamentos: Constituição da Provisão: Despesa com Provisões (Despesa) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif. tendo em vista que a PCLD é constituída justamente baseando-se em estimativas de possíveis não pagamentos de clientes.) a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) Reversão da Provisão: Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif. Perda Consumada: Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif.

d) R$ 6.br 14 . ocorrida nos últimos três anos.pontodosconcursos.00. c) R$ 7.00 eram devidos por uma firma que abriu concordata.00. Não entendeu? Nada melhor que um exercício para entender tal explicação.000.200 Prof.000. e) R$ 19. Em 31/12/2008. Vejamos.200.000 3) No encerramento de 2007: Reversão da provisão Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (AC-Retificadora) a Reversão de Provisões (Receita) 500 Contudo. Durante o ano de 2008 a empresa baixou créditos incobráveis no valor de R$ 7.Retificadora) a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) 7. b) R$ 5.500 2) Duplicatas a Receber incobráveis ao longo de 2007: Perda consumada Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (AC-Retificadora) a Duplicatas a Receber (AC) 1. em média de 4%.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. a empresa tinha créditos a receber no valor de R$ 180.600.00.800. dos quais R$ 20.com.00. a empresa Previdente S. Moraes Junior Despesas com Provisões (Despesa) a Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (AC-Retificadora) 1. ou seja. o contador deverá constituir para o balanço um saldo de a) R$ 12.00.000 13.600.200.800.200 6.00 e teve comprovada a experiência de perdas no recebimento de créditos. não fazem a reversão da provisão que não foi utilizada e constituem a provisão para o ano seguinte somente pelo valor da diferença entre o valor da provisão calculada e o saldo atual da provisão. Moraes Junior www.00. data de encerramento do exercício social.00. conseguindo um acordo judicial à base de 68%. Já caiu em prova! (AFRFB-2009-Esaf-Adaptada) No balanço patrimonial encerrado em 31/12/2007. Ao contabilizar uma nova provisão no exercício de 2008.000.A. as bancas costumam adotar o método da complementação.000 PCLD 7. apresentava a conta Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa com saldo de R$ 13. Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) = 13.200 Baixa de Créditos incobráveis = 7.000 Lançamento da perda consumada (baixa de créditos incobráveis): Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante .

000.600 Lançamento: Despesas com Provisões (Despesa) a PCLD (Ativo Circulante – Retificadora) A alternativa “d” é a correta. somente entrarão os 32% não cobertos pelo acordo.200 (saldo atual da PCLD) = 6.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000.pontodosconcursos. pois somente o valor referente a 68% de R$ 20.600 Se você entendeu até aqui.000 = 32% x 20. as questões da Esaf sobre PCLD sempre adotaram o método da complementação (sem fazer a reversão). Ou seja. Moraes Junior Média de Perdas = 4% 31/12/2008 ⇒ Créditos a Receber = 180. o cliente que foi considerado incobrável pagar a dívida? Como ficaria? Prof. da perda ser considerada consumada no exercício anterior e. Moraes Junior www. ou seja. mas não interfere na resolução da questão.000 = 6.400 PCLD (total) = 6. Cálculo da PCLD (concordata) = (1 – 68%) x 20.400 Agora.00 será recebido devido um acordo judicial.200 6.000 Constituição da PCLD por complementação: PCLD = 12. vou fazer uma pergunta: E no caso.00 (diferença em 100% e 68%) ficarão sem previsão de recebimento.800 (calculado) – 6. Nesse caso. 6.000 Um ponto importante da questão é: R$ 20.000) = 4% x 160.00 eram devidos por uma firma que abriu concordata (*).800 Nos últimos anos.000 = 6.00 do acordo judicial: Cálculo da PCLD (geral) = 4% x (180. não havia mais concordata e sim recuperação judicial. sem considerar os R$ 20. (*) Em 2008.com. no exercício seguinte.200 7. teríamos o seguinte saldo da PCLD: PCLD 13. 32% de R$ 20.400 = 12.000.400 + 6.br 15 .000 – 20. Vamos primeiramente a calcular a PCLD referente a parte geral. Neste caso. conseguindo um acordo judicial à base de 68%.000. vamos calcular a PCLD referente ao acordo judicial.

(D) debitar Caixa e creditar Reversão da despesa com PDD.00. o dinheiro que entrar no exercício seguinte será receita e não afetará a conta “Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa”. no momento do recebimento. Não entendeu? Vamos ver um exemplo. (E) debitar PDD e creditar Recuperação de crédito.00 entrará como receita e não afeta. como já havíamos considerado a perda consumada no ano anterior. Nesse caso. Considerando que existia saldo de R$ 2. de maneira alguma. havia sido considerado incobrável. em X9. 800 800 Prof. o cliente que havia sido considerado incobrável pagou R$ 800. no exercício anterior (X8). O lançamento seria: Débito: Caixa (Ativo Circulante) Crédito: Recuperação de Crédito (Receita) A alternativa “b” é a correta. Já caiu em prova! (Analista Judiciário-Área AdministrativaEspecialidade Contabilidade-TRE/AM-2009-FCC) Em setembro de X9 a empresa Xandô recebeu R$ 800.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. pois é um ajuste referente a X8. Moraes Junior www. (B) debitar Caixa e creditar Recuperação de Crédito. foi feito o seguinte lançamento em X8 (Perda Consumada da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa): Débito: Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante) Crédito: Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) De acordo com a questão.00 de um cliente que havia sido considerado incobrável no exercício anterior (X8). a conta “Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa” de X9.000.pontodosconcursos.com.00 na conta Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa (PDD). a empresa deve (A) debitar PDD e creditar Reversão de PDD.br 16 . Nesse caso. O cliente. como a perda foi considerada consumada no exercício anterior. Moraes Junior Nessa situação. o valor de R$ 800. (C) debitar Caixa e creditar PDD.

2.000.00 (comprou por R$ 50. Linotécnica.00 e a alienação seria por R$ 45. pois a lei fala em provisão para perdas prováveis e depois fala que a perda deve ser comprovada como permanente.000 Na constituição da provisão: Despesas com Provisões (Despesa) a Provisão p/ Perdas Prováveis na Realização de Investimentos (ANC–InvRetificadora) 5. em um investimento que será avaliado pelo custo de aquisição. Em 31/12/2005. a perda é provável ou permanente? Calma.000.000.000. a perda é provável. o valor de mercado das ações caiu para R$ 45. sendo tal perda considerada de difícil recuperação.00. em outubro de 2005.Investimentos. Essas provisões para perdas prováveis permanentes avaliadas pelo custo de aquisição.00).000. Moraes Junior 5. a perda deve ser comprovada como permanente na investida. do Ativo Não Circulante . Vamos ver um exemplo. teria um prejuízo de R$ 5. pois a investidora ainda não alienou seu investimento. Contudo. Exemplo: A Cia. Afinal.000 Repare que a perda é provável. em novembro de 2005 houve um incêndio na Cia.Investimentos) a Bancos (Ativo Circulante) 50. A perda é provável na investidora.br 17 . a Cia. conforme abaixo: Na aquisição do investimento: Participações Societárias (Ativo Não Circulante . Deste modo. adquiriu. ainda não alienou sua participação na investida. por R$ 50. pois.1. Prof.3.com. no encerramento do exercício social de 2005. Moraes Junior www. Investida.pontodosconcursos.2. os investimentos em participação no capital social de outras sociedades avaliados pelo custo de aquisição serão deduzidos de provisão para perdas prováveis na realização do seu valor. Se ela alienasse hoje. quando essa perda estiver comprovada como permanente. sem a intenção de venda 5% das ações da Cia.A. pois ela ainda não realizou a perda. Linotécnica deverá constituir uma Provisão p/ Perdas Prováveis na Realização de Investimentos. Investimentos Permanentes 5. vou explicar.00.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Para reconhecer a provisão na investidora. como ainda não houve a alienação. Provisão Investimentos para Perdas Prováveis na Realização de De acordo com o inciso III do artigo 183 da Lei das S.3.. Investida. em participações Repare que aqui pode gerar certa confusão. Esta provisão aparece como retificadora da conta “Participações Permanentes”. ou seja.

Moraes Junior www.Provisão para para para para para para o Imposto de Renda. 5. Contingências.pontodosconcursos.000.3.Provisão . Um exemplo de provisão para contingências seria a constituição de uma provisão para contingências trabalhistas. Décimo-Terceiro Salário. Finalmente. No Passivo. Férias.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. São exemplos: .00).Provisão . “Provisões” do Passivo No exigível. em virtude de um empregado da empresa ter entrado com um processo contra a empresa exigindo direitos referentes às horas extras trabalhadas.Provisão . também chamadas de “Provisões para Pagamentos”.00 – R$ 48. certas e suportadas por documentação que não deixe dúvidas quanto ao valor e data prevista para pagamento. Moraes Junior Já na investida. quando este for inferior.A.000. a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Se há uma grande chance de a empresa perder a causa e o valor da perda pode ser razoavelmente estimado. Nessa situação. a perda provável na investidora foi reduzida para R$ 2. ou para redução do custo de aquisição ao valor de mercado.. Prof.000 Ou seja. pois houve um incêndio. fazendo com que o valor das ações suba de R$ 45. deve ser contabilizada a totalidade das obrigações. a perda é permanente.br 18 .000. Como as provisões são sempre contas de natureza CREDORA. parte da perda seja recuperada. os demais investimentos avaliados pelo custo de aquisição também serão deduzidos de provisão para atender às perdas prováveis na realização do seu valor.00 (R$ 50. deve ser constituída a provisão. a Cia Linotécnica deverá efetuar o seguinte lançamento: Provisão p/ Perdas Prováveis na Realização de Investimentos (ANC–InvRetificadora) a Reversão de Provisões (Receita) 3.Provisão . não somente são lançadas obrigações definidas. Existem Passivos que também devem ser registrados. e Garantias. de acordo com o inciso IV do artigo 183 da Lei das S. encargos e riscos conhecidos e calculáveis.000. apesar de não terem data fixada de pagamento ou mesmo não conterem expressão exata de seus valores.000.00. em virtude da apropriação pelo regime de competência.Provisão .com. em 2006. Suponha que. as “provisões” do Passivo (ou “provisões passivas”) não são contas retificadoras e sim contas representativas de obrigações.00 para R$ 48.

. 5.com.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 (credora) 20. apareceu “provisão para. Provisão para Perdas em Estoques: Ativo Circulante – Retificadora Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: Ativo Circulante – Retificadora Provisão para Contingências Trabalhistas: Passivo Circulante ou Passivo Não Circulante “Longo Prazo” Provisão para Contingências Ambientais: Passivo Circulante ou Passivo Não Circulante “Longo Prazo” Prof.000 provisão para contingências trabalhistas 15. 1.” é de natureza credora.pontodosconcursos.000 Considerando as informações acima.. Moraes Junior Lançamentos: Na constituição da Provisão (Por exemplo: Imposto de Renda): Débito: Despesas com Provisão para Imposto de Renda (Despesa) Crédito: Provisão para Imposto de Renda (Passivo Circulante) No pagamento: Débito: Provisão para Imposto de Renda (Passivo Circulante) Crédito: Bancos (Ativo Circulante) Já caiu em prova! (Analista de Atividades do Meio Ambiente-ContadorIbram-2009-Cespe) Contas R$ provisão para perdas em estoque 5. Portanto. o item está correto. julgue os itens a seguir.00 no total.000. provisão para perdas em estoque provisão para crédito de liquidação duvidosa provisão para contingências trabalhistas provisão para contingências ambientais Saldo das contas de natureza credora Portanto.000 2. As contas classificadas no passivo somam R$ 50. que constam do balancete de verificação de determinada companhia levantado após o encerramento das contas de resultado. As contas credoras somam R$ 50. Lembra aquilo que eu falei? Todas as contas de provisão são de natureza credora.br 19 . Moraes Junior www.00 no total..000 (credora) 15.000 provisão para crédito de liquidação duvidosa 10.000 (credora) 50.000 (credora) 10.000.000 provisão para contingências ambientais 20.

e a constituição da provisão para contingências trabalhistas é fato contábil modificativo. portanto.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. representam expectativas de perdas de ativos ou estimativas de valores a serem desembolsados em um futuro próximo. um fato modificativo diminutivo (diminui o resultado). 3. afeta a situação líquida da companhia. Ou seja. Moraes Junior Portanto. As exercício. pois aumenta o resultado. tendo em vista que a conta de provisão é sempre de natureza credora e. II – Constituição da provisão para contingências trabalhistas: O lançamento seria: Despesas com Provisões (Despesas) a Provisão para Contingências Trabalhistas (Passivo Circulante ou Passivo Não Circulante “Longo Prazo”) Como há uma despesa na constituição da provisão. O aumento na conta provisão para perdas em estoque afeta a situação líquida da companhia.pontodosconcursos. compõem o Patrimônio Líquido e podem dos sócios/acionistas ou uma parte dos lucros distribuídos. quando classificada no Ativo Circulante. não representam “Reservas” não transitam pelo resultado do Provisões: Representam valores que ainda são incertos (estimados). como afeta o Ativo Circulante (há uma diminuição.000 (credora) Saldo das contas do passivo 35. é retificadora). no passivo temos: provisão para contingências trabalhistas 15. Vamos analisar o item: I – Aumento da provisão para perdas em estoques O lançamento seria: Despesas com Provisões (Despesas) a Provisão para Perdas em Estoques (Ativo Circulante .Retificadora) Portanto. Mais um ponto importante que não podemos confundir na hora da prova! A diferença entre reservas e provisões. o item está errado. há uma redução do patrimônio líquido da empresa. o item está errado.br 20 . Logo.com. Moraes Junior www. sendo.000 (credora) provisão para contingências ambientais 20. Além disso. Prof. Vejamos: Reservas: São parcelas que representar os valores recebidos obtidos pela empresa e não aumento do Capital Social.000 Logo.

sugere-se organizá-las conforme a estrutura do Balanço Patrimonial para responder às questões de números 104 a 106 que seguem. ICMS a Recolher.500.090.500.00 empréstimos concedidos (prazo: após os 12 primeiros meses) 4.com. Moraes Junior www. Observe que todos os saldos se referem a 31/12/2007. 195. Já caiu em prova! (Fiscal de Rendas-RJ-2007-FGV-Adaptada) A empresa BARRACÃO S/A.800.054. cujo valor possa ser estimado (classificada no Patrimônio Líquido).790.000. Moraes Junior As obrigações com valores líquidos e certos (determinados) não são consideradas provisões. a diminuição do lucro decorrente de perda julgada provável. Diferença entre Reservas para Contingências e Provisões para Contingências: Reservas para Contingências (art.00 provisão para créditos de liquidação duvidosa (referente aos títulos que vencem em dentro de 12 meses) 1. mediante constituição de uma provisão. se o possível desembolso ou perda pode ser razoavelmente mensurado em reais.00 provisão para contingências trabalhistas (estimativa de pagamento: em dentro dos 12 primeiros meses) 6. da Lei no 6.000. ainda. provisão para redução das mercadorias a valor de mercado 746. apurou em seu balancete de encerramento (31/12/2007) os saldos das contas patrimoniais e de resultado listados no quadro abaixo. Considerando que o estagiário ordenou as contas em ordem crescente dos respectivos saldos.404/76): A assembleia-geral poderá.00 marcas e patentes 2.00 provisão para contingências trabalhistas (estimativa de pagamento: após os 12 primeiros meses) 8. dedicada ao comércio de tecidos. Provisões para Contingências: se essa possibilidade existe e deve-se a algum fato gerador contábil já ocorrido e. em exercício futuro. que se refere a 31/12/2006.00 amortização acumulada 1.00 despesas antecipadas (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 5. precisa ser contabilizado dentro do regime de competência. com exceção da conta “lucros acumulados”. Duplicatas a Pagar.000.00 Prof.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. por proposta dos órgãos da administração.00 provisão para créditos de liquidação duvidosa (referente aos títulos que vencem após os 12 primeiros meses) 1.pontodosconcursos. Exemplo: Aluguel a Pagar.br 21 . destinar parte do lucro líquido à formação de reserva com a finalidade de compensar.00 ações em tesouraria 5. com uma contrapartida a débito do resultado.000.00 despesas antecipadas (prazo: após os 12 primeiros meses) 1. Exemplo: Provisão para Contingências Fiscais e Trabalhistas (classificada no Passivo Circulante ou Passivo Não Circulante “Longo Prazo”). etc.

000.00 veículos (de uso próprio) 30.500.000.00 vendas canceladas 23.000.00 duplicatas a receber (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 105.000.400.700.400.00 empréstimos obtidos (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 45.000.000.00 descontos comerciais e abatimentos 14.00 Prof.000.00 impostos parcelados (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 32.00 impostos a recolher (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 28.00 reserva para contingências 12.(prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 39.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.589.00 empréstimos concedidos a diretores (transações não-operacionais) 10. Financ.000.000.00 Participações societárias em controladas e coligadas avaliadas pelo método da equivalência patrimonial 280.00 depreciação acumulada 525. Moraes Junior caixa 10.00 duplicatas descont.00 impostos parcelados (prazo: após os 12 primeiros meses) 42.00 reserva de capital 89.000.00 salários a pagar (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 42. Moraes Junior www.00 empréstimos obtidos (prazo: após os 12 primeiros meses) 24.00 depósitos judiciais (expectativa de decisão terminativa: após os 12 primeiros meses) 20.00 duplicatas a receber de clientes (prazo: após os 12 primeiros meses)54.00 terrenos (de uso próprio) 20.00 receita de equivalência patrimonial 19.00 custo das mercadorias vendidas 1.000.000.00 bancos conta corrente 78.000.000.850.00 lucros acumulados (saldo inicial) 51.000.com.00 móveis e utensílios (de uso próprio) 15.000.000.00 prédios e construções (de uso próprio) 60.000.00 outras aplic.00 capital social 500.00 despesa com imposto de renda e contribuição social sobre o lucro 40.000.400.000.500.000.800.000.000.00 outras despesas 500. (títulos que vencem em dentro de 12 meses) 25.000.pontodosconcursos.00 outras receitas 196.00 impostos sobre vendas 1.000.00 fornecedores a pagar (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) 64.00 despesas administrativas 980.00 receita bruta 5.00 despesas de comercialização 860.00 aplicações financeiras (prazo: após os 12 primeiros meses) 32.00 máquinas e equipamentos (de uso próprio) 800.000.500.00 estoque de mercadorias 87.000.000.000.br 22 .00 reserva legal 48.00 aplicações financeiras de imediata realização 45.000.400.500.500.950.000.00 despesas financeiras 50.

(c) 802.00 10.00.00 Saldo Devedor Saldo Característica Credor 746.00 Passivo Não Longo Prazo 10. (b) 121. Moraes Junior www.000. Primeiramente.800. Conta Provisão para redução das mercadorias a valor de mercado Provisão para créditos de liquidação duvidosa (vencimento dentro de 12 meses) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (vencimento após 12 meses) Despesas Antecipadas (prazo: meses) Amortização Acumulada Marcas e Patentes Empréstimos Concedidos (prazo: após 12 meses) Ações em Tesouraria Despesas Antecipadas (prazo: dentro dos 12 primeiros meses) Provisão para Contingências Trabalhistas (estimativa de pagto: dentro dos 12 primeiros meses) Provisão para Contingências Trabalhistas (estimativa de pagto: após os 12 primeiros meses) Caixa Empréstimos Concedidos a Diretores (transações não-operacionais) Reserva para Contingências Descontos Comerciais e Abatimentos após 12 1. em 31/12/2007.00 Circulante - 14.850.com. o resultado do período já tivesse sido apurado e transferido para o patrimônio. Caso contrário. para fins didáticos.00 Ativo Não Circulante Intangível Ativo Não Circulante Intangível Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Patrimônio Líquido Retificadora Ativo Circulante 6.00 5. Moraes Junior O saldo do Ativo Não Circulante. no balancete de verificação irão constar contas patrimoniais e de resultado (a apuração do resultado do período ainda não foi efetuada).000.000.000.00 Passivo Circulante – – – – – – 2. (d) 803. ou seja.pontodosconcursos.500.00. (e) 680.000.500.00 Patrimônio Líquido Redução da Receita Bruta – Prof.00 Ativo Circulante Retificadora 1.00 Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Retificadora Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo 1.054.000.00 8. vamos classificar todas as contas e levantar o balancete de verificação: Como a conta Lucros Acumulados ainda está com saldo inicial.700.br 23 . não haveria contas de resultado (balancete de verificação final).00 Ativo Circulante Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo 12.00.790.00.00 5.390.600.000. é: (a) 804.090.00 Ativo Circulante Retificadora 1.00.00 4.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.300.480.

pontodosconcursos.00 60.00 105.000.000.00 Despesa Ativo Não Circulante – Imobilizado Receita Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Ativo Não Circulante – Imobilizado Redução da Receita Bruta – Despesa Passivo Não Circulante Longo Prazo Ativo Circulante – Retificadora ou Passivo Circulante (se a banca entender dessa maneira) Passivo Circulante – - Impostos a Recolher (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Veículos (de uso próprio) Aplicações Financeiras (prazo: após os 12 primeiros meses) Impostos Parcelados (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Outras Aplicações Financeiras (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Despesas com imposto de renda e contribuição social sobre o lucro Salários a Pagar (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Impostos Parcelados (prazo: após os 12 primeiros) Aplicações Financeiras de Imediata Realização Empréstimos Obtidos (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Reserva Legal Despesas Financeiras Lucros Acumulados (saldo inicial) Duplicatas a Receber de Clientes (prazo: após os 12 primeiros meses) Prédios e Construções (de uso próprio) Fornecedores a Pagar (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Bancos Conta Corrente Estoque de Mercadorias Reserva de Capital Duplicatas a Receber (prazo: em dentro dos 12 primeiros meses) Outras Receitas Participações Societárias em Controladas e Coligadas Avaliadas pelo MEP Capital Social Outras Despesas Depreciação Acumulada 28.000.500.500.00 20.00 - Prof.000.00 32.00 Passivo Não Circulante Longo Prazo Ativo Circulante 45.00 Passivo Circulante Ativo Circulante Despesa 42.000.00 40.00 Receita Ativo Não Circulante Investimentos 500.00 Passivo Circulante Ativo Circulante Ativo Circulante 89.00 Ativo Não Circulante Imobilizado Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo 32.00 Patrimônio Líquido Despesa 51.500.800.400.000. Moraes Junior Móveis e Utensílios (de uso próprio) Receita de Equivalência Patrimonial Depósitos Judiciais (expectativa de decisão terminativa: após 12 primeiros meses) Terrenos (de uso próprio) Vendas Canceladas Empréstimos Obtidos (prazo: após os 12 primeiros meses) Duplicatas Descontadas (títulos que vencem em dentro de 12 meses) 15.00 - 45.000.950.000.000.00 50.000.00 24.00 – 78.400.000.00 Patrimônio Líquido Despesa 525.00 Passivo Circulante 48.400.000.00 20.500.00 Passivo Circulante 42.00 19.com.000.00 Patrimônio Líquido Ativo Circulante 196.500.000.000.00 Ativo Não Circulante 39. Moraes Junior www.00 Patrimônio Líquido Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Ativo Não Circulante Imobilizado 64.000.000.00 – 500.00 54.00 30.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000.000.00 23.00 25.000.00 280.br 24 .00 87.000.

Prof.00 Depósitos Judiciais (expectativa de decisão terminativa: após 12 primeiros meses) Aplicações Financeiras (prazo: após os 12 primeiros meses) 32.589.com.500.300.000.700.00 6.00 Amortização Acumulada (1.000.00) Despesas Antecipadas (prazo: após 12 meses) 1.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00) Intangível Marcas e Patentes 2.400.00 Empréstimos Concedidos a Diretores (transações não-operacionais) 10.000.00 860.00 Móveis e Utensílios (de uso próprio) 15.00 Máquinas e Equipamentos (de uso próprio) 800.00 Depreciação Acumulada (525.940. Moraes Junior www.00 A alternativa “c” é a correta. Vamos à resolução da questão: Conta Saldo Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Duplicatas a Receber de Clientes (prazo: após os 12 primeiros meses) 54.pontodosconcursos.00 Agora.800. portanto.00 1. Moraes Junior Máquinas e Equipamentos (de uso próprio) Despesas de Comercialização Despesas Administrativas Impostos sobre Vendas Custo das Mercadorias Vendidas Receita Bruta Total 800.00 Imobilizado – Retificadora Ativo Não Circulante – Imobilizado Despesa Despesa Redutor da Receita Bruta – Despesa Despesa 5.000.790. uma conta do Ativo.00 Empréstimos Concedidos (prazo: após 12 meses) 4.00 Prédios e Construções (de uso próprio) 60.000.000. em virtude de uma ação judicial. antes de resolver a questão. gostaria de chamar a sua atenção para a seguinte conta (para que você não erre na hora da prova): Depósitos Judiciais: direito constituído mediante o depósito.00 Imobilizado Veículos (de uso próprio) 30.000.00 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (vencimento após 12 meses) (1.763.000.00 980.500.763.090.00 Investimentos Participações Societárias em Controladas e Coligadas Avaliadas pelo MEP 280.000.940.00) Ativo Não Circulante 802.00 20. sendo.000.000.400.br 25 .000.00 Receita 6.000.00 Terrenos (de uso próprio) 20.00 1.000.000.000.

bastando a sua divulgação em notas explicativas. visto que ainda há de ser confirmado se a entidade tem ou não uma obrigação presente que possa conduzir a uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos.com. mas que não é reconhecida porque: . Passivos contingentes não são reconhecidos como passivo porque são: .pontodosconcursos.o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade.uma obrigação presente que resulta de eventos passados.4.obrigações presentes que não satisfazem os critérios de reconhecimento (porque não é provável que seja necessária uma saída de recursos que incorporem benefícios econômicos para liquidar a obrigação. Portanto. ou não pode ser feita uma estimativa suficientemente confiável do valor da obrigação). Prof. Provisões são contabilizadas.uma obrigação possível que resulta de eventos passados e cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob controle da entidade. ou .br 26 . ou . os passivos contingentes ou contingências passivas são caracterizados como possíveis para não prováveis saídas de recursos (a probabilidade maior é que não ocorra a saída de recursos). passivos contingentes não são reconhecidos.não é provável que uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos seja exigida para liquidar a obrigação.obrigações possíveis.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Passivo Contingente Passivo contingente é: . ou . passivos contingentes não. Ou seja. Moraes Junior 5. Moraes Junior www.

Os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações contábeis. em que o desfecho seja incerto. Porém. Os ativos contingentes são avaliados periodicamente para garantir que os desenvolvimentos sejam apropriadamente refletidos nas demonstrações contábeis. Moraes Junior www. então o ativo relacionado não é um ativo contingente e o seu reconhecimento é adequado. O item está errado. quando a realização do ganho é praticamente certa. a obrigação é classificada como provável e deve ser reconhecida e registrada no balanço patrimonial.pontodosconcursos. uma vez que pode tratar-se de resultado que nunca venha a ser realizado. Prof.5. No caso do item. temos um passivo contingente. cujo valor não for mensurável.com. Moraes Junior Probabilidade de ocorrência do desembolso Obrigação presente Mensurável por meio de provável estimativa confiável Não mensurável por inexistência de estimativa confiável Possível (mais provável que não tenha saída de recursos do que sim) Remota Tratamento contábil Uma provisão é reconhecida e é divulgado em notas explicativas Divulgação em notas explicativas (passivo contingente) Divulgação em notas explicativas (passivo contingente) Não divulga em notas explicativas Já caiu em prova! (Analista de Controle Interno-Cargo 10-Ministério Público da União–2010-Cespe) Na hipótese de ocorrência de um desembolso.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. O ativo contingente é divulgado quando for provável a entrada de benefícios econômicos.br 27 . O valor do desembolso deve ser mensurável por meio de estimativa confiável para que a provisão do passivo (obrigação) seja reconhecida no balanço patrimonial. 5. Ativo Contingente Os ativos contingentes surgem normalmente de evento não planejado ou de outros não esperados que dão origem à possibilidade de entrada de benefícios econômicos para a entidade. que será registrado somente em notas explicativas. Exemplo: Reivindicação que a entidade esteja reclamando por meio de processos legais.

mas existe a divulgação em notas explicativas (ativo contingente). Probabilidade de Ocorrência de Entrada de Recursos Praticamente certa Provável. Estes bens serão depreciados ao longo de sua vida útil. Se a entrada de benefícios econômicos se tornar provável. o ativo e o correspondente ganho são reconhecidos nas demonstrações contábeis do período em que ocorrer a mudança de estimativa.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. como despesa ou custo do período.A.com. 5. uma parte do valor gasto na compra de bens de consumo duráveis utilizados nas atividades da empresa. Não é provável 5. amortização ou exaustão. e – os direitos classificados no intangível serão avaliados pelo custo incorrido na aquisição deduzido do saldo da respectiva conta de amortização. Nenhum ativo é reconhecido. Moraes Junior www.pontodosconcursos. Depreciação A depreciação é a alocação sistemática do valor depreciável de um ativo ao longo da sua vida útil. Lançamento: Débito: Despesas ou Encargos de Depreciação (Despesa) Crédito: Depreciação Acumulada (Ativo Não Circulante Retificadora) Prof. Moraes Junior Se for praticamente certo que ocorrerá uma entrada de benefícios econômicos.6.6.os direitos classificados no imobilizado serão avaliados pelo custo de aquisição.: . De acordo com o inciso V e VI do artigo 183 da Lei das S. deduzido do saldo da respectiva conta de depreciação.br Imobilizado – 28 . Nenhum ativo é reconhecido e não divulga em notas explicativas.1. mas não praticamente certa Tratamento Contábil O ativo não é contingente. a depreciação consiste em considerar. Critérios de Avaliação e Baixas das contas do Ativo – Imobilizado e Intangível. a entidade divulga o ativo contingente. de modo que o valor gasto na sua aquisição seja considerado despesa ao longo dos anos de sua utilização. Ou seja. um ativo é reconhecido.

Exemplo: A empresa J4M2 adquiriu um veículo para ser utilizado na entrega de mercadorias. Para o cálculo da depreciação você deve contar o primeiro mês integralmente. e. Nesse caso. Portanto. Contudo. colocado em serviço ou esteja em condições de produzir. Para empresas que não possuem como atividade o aluguel de imóveis. a data final de cálculo da depreciação será no dia 31 outubro (a depreciação vai até o mês de outubro). como a depreciação era trimestral. como no caso de imóvel alugado por uma empresa cuja atividade é o aluguel de imóveis.br 29 . ação da natureza ou obsolescência. Neste momento. a Esaf. você deve estar com a seguinte dúvida: Professor. no fechamento do trimestre (lembre que o terceiro trimestre do ano termina em setembro). Exemplo: Venda do bem no dia 10 de novembro. não encontrei até hoje e ainda estou procurando). a data início da depreciação está clara. apesar de o veículo só ter operado efetivamente em dois dias de janeiro (30 e 31). Não há um critério escrito sobre a data final (pelo menos. considerou que a data final de cálculo da depreciação seria 30 de setembro. o imóvel alugado será classificado no imobilizado. Se estendermos a regra para a depreciação mensal (mais comum de aparecer em questões – quando a questão não definir o método de depreciação. a depreciação será calculada até o mês anterior. ou seja. em 2005. mas e a data final? Como determinarei a data final da depreciação? Pois é! Essa você me pegou (rs)!.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. ao considerar uma depreciação calculada trimestralmente. no dia 20/01/2010.com. Moraes Junior São causas da depreciação desgaste pelo uso.pontodosconcursos. em uma prova do STN (a questão está nos exercícios de fixação). deve ser utilizada da depreciação linear calculada mensalmente). Ademais. O bem poderá ser depreciado a partir da data em que for instalado. definiu que a venda do bem foi dia 20 de outubro. independentemente do dia do mês. a depreciação alcança bens materiais (tangíveis) classificados no “Ativo Não Circulante Imobilizado” e bens de renda classificados no “Ativo Não Circulante Investimentos”. Prof. Moraes Junior www. teríamos o seguinte: I – Se a venda ou baixa do bem ocorrer do dia primeiro até o penúltimo dia do mês. O veículo começou a operar no dia 30/01/2010. deve ser considerado integralmente o mês de janeiro para o cálculo da depreciação.

Moraes Junior II – Se a venda ou baixa do bem ocorrer no último dia do mês.pontodosconcursos.br 30 . a depreciação será calculada até o mês “X”. a data final de cálculo da depreciação será em março.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Nesse caso. temos mais uma regra: III – Se a banca informar somente que a venda ou baixa do bem ocorreu no mês “X”. E se a banca só informar o mês e não informar o dia? Nesse caso. no caso da depreciação linear.com. Para o cálculo da taxa de depreciação deve ser adotada a seguinte fórmula. por quotas constantes ou em linha reta: Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem As taxas anuais de depreciação normalmente admitidas pela Legislação Fiscal para uso normal de bens em turno de oito horas diárias são: Vida Útil 25 anos 10 anos 10 anos 10 anos 5 anos 5 anos Taxa Anual de Depreciação 4% 10% 10% 10% 20% 20% Edifícios Máquinas e Equipamentos Instalações Móveis e Utensílios Veículos Bens de Informática Exemplos (considerando que os bens são utilizados por um período normal de 8 horas diárias): Veículos: Vida Útil = 5 anos ⇒ Taxa de Depreciação = 1/5 anos = 20% ao ano Imóveis: Vida Útil = 25 anos ⇒ Taxa de Depreciação = 1/25 anos = 4% ao ano Máquinas e Equipamentos = 10 anos ⇒ Taxa de Depreciação = 1/10 anos = 10% ao ano Prof. a data final de cálculo da depreciação será no dia 30 novembro. Nesse caso. a depreciação será calculada até o mês em questão. Moraes Junior www. Exemplo: Venda do bem no dia 30 de novembro. Exemplo: Venda do bem em março.

II . salvo em relação a benfeitorias e construções. Exemplo: Pomares – a depreciação começa a partir do momento em que os pomares se encontram em condições de produzir (colheita). Moraes Junior São vedações à depreciação de acordo com a Legislação do Imposto de Renda: I . Valor Contábil do Bem: corresponde à diferença entre o custo de aquisição do bem e a depreciação acumulada. Valor Contábil = Custo de Aquisição – Depreciação Acumulada Projetos florestais destinados à exploração de seus frutos também são passíveis de depreciação.com. Moraes Junior www. como antiguidades e obras de arte. deverá ser subtraído do valor do custo de aquisição do bem a ser depreciado. Caso o valor residual seja diferente de ZERO.pontodosconcursos. admitindo-se o destaque baseado em laudo pericial. III .Bens que aumentam de valor com o tempo.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.Bens móveis ou imóveis que não estejam intrinsecamente relacionados à produção ou comercialização de bens e serviços e bens imóveis não alugados.br 31 . e IV .Bens para os quais sejam registradas cotas de amortização ou exaustão. Prof. Vamos estudar mais alguns conceitos importantes para resolver questões de depreciação: Edificações: o valor das edificações deve estar destacado do valor do custo de aquisição do terreno. Este resultado é que servirá de base de cálculo para a taxa de depreciação. Valor Residual: valor provável da realização do bem após ser totalmente depreciado.Terrenos.

A. já contabilizada. com uma Depreciação Acumulada. o saldo da conta de bens depreciáveis havia saltado para R$ 1. . podemos dizer que no balanço patrimonial a ser encerrado em 31 de dezembro de 2008 o saldo da conta Depreciação Acumulada deverá ser de Prof. é uma função linear. por este método.000. em decorrência da aquisição.com.00. de outros bens com vida útil de 5 anos. Pode-se calcular a depreciação. nessa data.Divide-se o valor a ser depreciado pelo tempo de vida útil.100. Já caiu em prova! (AFRFB-2009-Esaf) Na Contabilidade da empresa Atualizadíssima S.000.000.00.Aplica-se a taxa constante sobre o valor depreciado.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. ou .1. com saldo de R$ 200.A despesa com depreciação é uma conta de resultado. no valor de R$ 300.00 em 31/03/2008. em 31/12/2008. os bens depreciáveis eram apresentados com saldo de R$ 800. demonstra a depreciação de determinado período.000. Método das Quotas Constantes ou Método Linear ou Método da Linha Reta Corresponde ao método de depreciação onde a depreciação acumulada é diretamente proporcional ao tempo. Entretanto. Depreciação Acumulada = Taxa de Depreciação x Período x Base de Cálculo Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem Período = período em que o bem foi utilizado até a data do cálculo da depreciação acumulada Base de Cálculo da Depreciação (ou Valor Depreciável): Custo de Aquisição do Bem (+) Gastos com instalação (+) Acréscimos Posteriores (-) Valor Residual Base de Cálculo da Depreciação ou Valor Depreciável Não confunda depreciação acumulada com despesas com depreciação: . Moraes Junior www.br 32 .00.6. Moraes Junior 5. em primeiro de abril. ou seja.1. Considerando que todo o saldo anterior é referente a bens depreciáveis à taxa anual de 10%. ou seja.pontodosconcursos.A depreciação acumulada é uma conta patrimonial que mostra toda a depreciação do bem desde o início de sua vida útil. de duas formas: .

e) R$ 290.000. a depreciação acumulada já está calculada) Base de Cálculo da Depreciação = 800.000.75 x 800.75 ano (até 31/03/2008.000.000 Depreciação Acumulada Total = 260.00 Taxa de Depreciação = 10% ao ano 31/12/2008: Bens Depreciáveis (Total) = R$ 1.000 + 10% x 0.000. c) R$ 325.pontodosconcursos.000.00 (não há valor residual) Depreciação Acumulada (Bens 2) = Taxa x Período x Base de Cálculo Depreciação Acumulada (Bens 2) = 20% x 0.000 A alternativa “b” é a correta.000.2 – Bens Depreciáveis 2: Taxa de Depreciação = 20% ao ano Período = de 01/04/2008 a 31/12/2009 = 9 meses = 9 meses/12 meses ⇒ ⇒ Período = 3/4 ano = 0. b) R$ 305.000 + 60.00.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.com.00).br ⇒ 33 .00.00 Taxa de Depreciação = 1/5 ano = 20% ao ano I – Cálculo da Depreciação Acumulada em 31/12/2008: I.100.000.000 = 260. no valor de R$ 300.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 1) = 200. 01/04.000 (não há valor residual) Depreciação Acumulada (Bens 1) = Depreciação Acumulada (até 31/03) + Taxa x Período x Base de Cálculo (de 31/03 a 31/12) ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 1) = 200.75 ano (até 31/03/2008.75 x 300.00.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 2) = 45.000.00 (aquisição. a depreciação acumulada já está calculada) Base de Cálculo da Depreciação = 300. d) R$ 320.000. Prof.00.000 = 305.1 – Bens Depreciáveis 1: Taxa de Depreciação = 10% ao ano Período = de 01/04/2008 a 31/12/2009 = 9 meses = 9 meses/12 meses ⇒ ⇒ Período = 3/4 ano = 0. Moraes Junior www. Bens Depreciáveis 2 = R$ 300.000 + 45.000.000 I.00. de outros bens com vida útil de 5 anos. 31/03/2008: Bens Depreciáveis I = R$ 800. Moraes Junior a) R$ 340.00 em 31/03/2008 Depreciação Acumulada = R$ 200.

Os ajustões são os únicos ativos da Cia.00 e menos de R$ 961. Além desta compra.00.375 % depreciados. b) mais R$ 261. Atenciosa presta serviços. desde o mês em que ativados os ajustões e até (inclusive) o mês em que baixados. Atenciosa comprou à vista três novos ajustões (mas iguais entre si).441. estes ajustões estão 9.pontodosconcursos.375% depreciados. Moraes Junior www.221.00 (corresponde a 9. e) mais de R$ 1. a Cia.00 e menos de R$ 1. A despesa com depreciação é mensalmente registrada. em 2004. para tal. significa que eles foram adquiridos em 2004 e que este valor corresponde às “Despesas com Depreciação” de 2004. Em 31 de dezembro de 2004.00.5%). Custo dos Ajustões (2004) = 117/9.375% = 1.221. Moraes Junior Já caiu em prova! (Fiscal de Tributos–SC–1998-Vunesp) A Cia. indicando que eles foram adquiridos no período e que esse valor corresponde a despesa com depreciação do período.00 e menos de R$ 561.e os registra na conta "Ajustões" no Ativo Imobilizado (do Ativo Permanente).00. tampouco. Por que? Porque o valor da depreciação do período (9.5% Despesas com Depreciação = R$ 117. Sabe-se que o saldo de 30 de abril de 2005 da conta Depreciação Acumulada de Ajustões é de R$ 199.com.00. Atenciosa que sofrem depreciação sendo.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Em 01 de março de 2005. como. qualquer baixa acontece em 2005.248 Prof. Atenciosa se vale de ajustões – um específico tipo de aparelho . I . d) mais R$ 961. Repare que. Em suas atividades. nenhuma outra ocorre durante 2005 e. situa-se em um país onde não há qualquer tipo de tributação e encerra seus exercícios sociais a cada 31 de dezembro.“Ajustões” de 2004: Depreciação Anual = 12. utilizada a taxa de 12.00 e menos de R$ 261. 00 e menos R$ 1. Os três novos ajustões adquiridos pela Cia. Tal valor é o total das despesas com depreciação incorridas em 2004 e decorrentes dos únicos ajustões que ela adquiriu até 31 de dezembro de 2004 e dos quais ainda é proprietária em tal data.5% ao ano.00.375% do custo dos Ajustões em 2004). Atenciosa em 01 de março de 2005 lhe custaram a) mais R$ 81.br 34 . a Cia.00. os “Ajustões” foram 9. c) mais R$ 561.00 o saldo da conta Despesa com Depreciação de Ajustões imediatamente antes dos lançamentos de apuração do resultado do exercício social de 2004.375%) é menor que da depreciação anual (12. Sabe-se que é de R$ 117.

Utiliza-se esta metodologia até o último ano de vida útil. para o segundo ano é “n-1”. para o terceiro ano é “n-2”.“Ajustões” de 2005: Compras = 3 novos “Ajustões” em 01/março/2005. é o tempo de vida útil do bem (n).5% = 1.00 117 52+CA(2005)x12.5% x 1/6 Total de Despesas com Depreciação até 30/abril/2005 = 52 + CA (2005) x 12.5% x 1/6 = 30 ⇒ ⇒ CA (2005) = (30 x 6)/12. = R$ 199.5%x1/6 199 ⇒ 5.Soma-se os algarismos que compõem o número de anos da vida útil do bem.1. III . e II .Depreciação Acumulada até abril de 2005 Depreciação Acumulada (31/12/2004) (+) Total de Despesas com Dep.6.5% x 4 meses/12 meses Despesas com Depreciação A = 1.5% x 1/6 IV . quando o numerador será igual a 1.br 35 . Prof. para o primeiro ano.com.440 A alternativa “e” é a correta.5% x 2/12 = 199 ⇒ CA (2005) x 12.5% x 2 meses/12 meses Despesas com Depreciação B = CA (2005) x 12. Exemplo: Depreciação de um veículo adquirido por R$ 30. e o numerador.Multiplica-se o valor a ser depreciado a cada ano pela fração cujo denominador é a soma calculada acima (subitem 1). Moraes Junior www.2.5% x 4/12 = 52 B – “Ajustões” de 2005: de 01/março a 30/abril de 2005 = 2 meses Despesas com Depreciação B = Custo dos Ajustões (2005) x 12.248 x 12.pontodosconcursos.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00. sem valor residual (Suponha uma vida útil de 4 anos). Até 30/04/2005 Depreciação Acumulada até abril de 2005 117 + 52 + CA (2005) x 12.000.Cálculo da Depreciação até abril de 2005: A – “Ajustões” de 2004: de 01/janeiro a 30/abril de 2005 = 4 meses Despesas com Depreciação A = Custo dos Ajustões (2004) x 12. Método da Soma dos Dígitos ou Método de Cole Por este método a depreciação é calculada da seguinte maneira: Método de Cole Decrescente: I . Moraes Junior II .

Utiliza-se esta metodologia até o último ano de vida útil.com.000 = 3.000 = 3.000 = 12. 3 – Questão menciona que é o método de Cole. mas não especifica se é crescente ou decrescente: utilizar Método de Cole Decrescente.pontodosconcursos. Moraes Junior Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 = 10 Primeiro Ano ⇒ Depreciação = (4/10) x 30.000 = 9.Soma-se os algarismos que compõem o número de anos da vida útil do bem.000.000 = 12. adotaremos o seguinte critério: 1 – Questão não menciona o método de depreciação utilizado: utilizar Método Linear. conforme especificado na questão.000. para o segundo ano é “2”. para o primeiro ano é “1”.000. Método de Cole Crescente: I . 4 – Questão menciona que é o método de Cole.br 36 .000 = 6. Terceiro Ano ⇒ Depreciação = (2/10) x 30.000 = 9. e Quarto Ano ⇒ Depreciação = (1/10) x 30. Prof. é especifica se é crescente ou decrescente: utilizar Método de Cole Crescente/Decrescente. para o terceiro ano é “3”. Segundo Ano ⇒ Depreciação = (3/10) x 30. Exemplo: Depreciação de um veículo adquirido por R$ 30.000.000.00.000.000. e o numerador. quando o numerador será igual a via útil. sem valor residual (Suponha uma vida útil de 4 anos). sei que é óbvio! Risos).Multiplica-se o valor a ser depreciado a cada ano pela fração cujo denominador é a soma calculada acima (subitem 1). Moraes Junior www.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000. e Quarto Ano ⇒ Depreciação = (4/10) x 30.000. Terceiro Ano ⇒ Depreciação = (3/10) x 30. e II .000 = 6. Para a resolução das questões de prova. Segundo Ano ⇒ Depreciação = (2/10) x 30. 2 – Questão menciona que o método é linear: utilizar Método Linear (tudo bem. Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 = 10 Primeiro Ano ⇒ Depreciação = (1/10) x 30.

a depreciação seria igual para os dois métodos. não afetaria o imposto de renda o imposto de renda seria maior. Moraes Junior www.pontodosconcursos. Moraes Junior Já caiu em prova! (AFC-STN-2000-ESAF) Um direito sobre bens do ativo permanente tem vida útil de 7 (sete) anos.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. num ou noutro método. também não faria diferença utilizar o Método de Cole Crescente ou Decrescente. o imposto de renda seria o mesmo em ambas as hipóteses a depreciação. comparativamente. dependendo do valor residual Vida Útil do Bem = 7 anos I – Método da Linha Reta de Depreciação Taxa Anual de Depreciação = 1/ 7 anos No quarto ano de vida útil do bem: Despesas com Depreciação = Custo do Bem x Taxa = Custo do Bem/7 II – Método de Cole de Depreciação Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7 = 28 Quarto Ano ⇒ Depreciação = (4/28) x Custo do Bem = Custo do Bem/7 Logo. pelos Métodos da Linha Reta e da Soma dos Dígitos dos Anos. Prof.com. conseqüentemente. a despesa com depreciação seria igual para os dois métodos (Custo do Bem/7) e. durante a vida útil. no quarto ano de vida útil. Submetendo-se esse bem à depreciação. pode-se afirmar que. o imposto também seria igual. no quarto ano. na verdade.br 37 . (a) (b) (c) (d) (e) o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da linha reta o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da soma dos dígitos dos anos coincidentemente. no quarto ano da vida útil. A alternativa “c” é a correta. pois. Nesta questão.

5% x 3.000 x 2 = 300 Montagem = 2. sendo o cálculo realizado com base na taxa normal de depreciação.pontodosconcursos. calcule depreciação contábil total máxima e a depreciação fiscal total máxima: 10% ao ano = (10/12) % ao mês 3 meses (out a dez) = (10/12) % x 3 meses = 10/4 = 2.0 Nessas situações. Moraes Junior 5.5% I – Depreciação Contábil Máxima: Corte = 2.1.00.000 x 3 = 600 Depreciação Contábil Máxima = 75 + 300 + 600 = 975 Prof.3. respectivamente. está sendo utilizada em três turnos de 8 horas diárias. a fórmula de cálculo da depreciação seria: Depreciação = Coeficiente x Taxa x Período x Base de Cálculo Exemplo: Uma máquina. Logo.0 3.00.000. respectivamente.0 x 10% = 20% ao ano Exemplo: Em 14/10/X1.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. a Cia. operando. R$ 6. Tipos de Depreciação A depreciação ainda pode ser normal e acelerada. dois turnos de 8 horas diárias e três turnos de 8 horas diárias.000 x 1 = 75 Pintura = 2.6.00 e R$ 8. Sendo a taxa de depreciação anual de 10%. Depreciação Normal: é empregada quando o bem for utilizado em apenas um turno de 8 horas diárias. devendo a taxa normal de depreciação do bem ser multiplicada por um coeficiente.0 1.0 2. Industrial Silvestre adquiriu três máquinas nos valores de R$ 3.0 x 10% = 30% ao ano Fiscal ⇒ Taxa de Depreciação = 2. conforme tabela abaixo: Turnos 1 turno (8 horas) 2 turnos (16 horas) 3 turnos (24 horas) Coeficiente (Legislação Societária) 1. pintura e montagem.com.0 Coeficiente (Legislação Fiscal) 1. Moraes Junior www. nos departamentos de corte. em um turno de 8 horas diárias.000. sua taxa de depreciação passa a ser: Contábil ⇒ Taxa de Depreciação = 3. cuja taxa de depreciação é de 10% ao ano. Depreciação Acelerada: empregada quando o bem for utilizado em mais de turno de 8 horas diárias.5% x 6.br 38 .5 2.5% x 8. a serem utilizadas.

00) Informações adicionais apresentadas pela Companhia Lourival: • A máquina foi vendida por R$ 60.00 (C) ganho de 60. exatamente no dia seguinte ao do encerramento do terceiro ano de sua utilização.000 Utilização da Máquina: como a questão não especificou.500.00 I – Ao final do primeiro ano de utilização da máquina: Máquina = 125.00 (E) perda de 65.500.com.00. 2o ano .000 x 1.5% x 6.5 = 225 Montagem = 2.regime de três turnos.000.000.000 x 1 = 75 Pintura = 2. Prof. adquirida em segunda mão pela Companhia Lourival S/A. o resultado apurado na venda da máquina. Nesse contexto.00 (D) perda de 52.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior II – Depreciação Fiscal Máxima: Corte = 2.00 (B) ganho de 47.pontodosconcursos.br 39 .000.5% x 3. ao final do primeiro ano de sua utilização. da seguinte forma: Ativo Não Circulante Imobilizado Máquina R$ 125.000.000 Depreciação Acumulada = 50.500. vamos utilizar os coeficientes permitidos pelo fisco.000 x 2 = 400 Depreciação Contábil Máxima = 75 + 225 + 400 = 700 Já caiu em prova! (Contador Junior-Petrobras-2011-Cesgranrio) Uma máquina.000 II – A máquina foi vendida no dia seguinte ao do encerramento do terceiro ano de sua utilização: Valor da Venda = 60. Considere as informações recebidas e a boa técnica teórico-conceitual aplicável ao caso e desconsidere a incidência de qualquer tipo de imposto.00 (–) Depreciação Acumulada (R$ 50. • Método de depreciação: quotas constantes.regime de turno único. Moraes Junior www. está evidenciada no Balanço Patrimonial.5% x 8. • Utilização da máquina: 1o ano .regime de dois turnos e 3o ano .000. em reais. • Valor residual da máquina: 0 (zero). é (A) ganho de 12.

500 Custo de Aquisição do Bem (-) Depreciação Acumulada Valor Contábil da Máquina Valor da Venda (-) Valor Contábil da Máquina Lucro na Venda A alternativa “b” é a correta.500 Depreciação (Terceiro Ano) = Coeficiente x Taxa x Período x Valor Depreciável ⇒ Depreciação (Terceiro Ano) = 1 x 0.000 ⇒ ⇒ Depreciação (Primeiro Ano) = 50.5 x 0.20 x 1 x 125.0) Método de Depreciação = Quotas constantes Valor Residual = 0 Repare que a questão utilizou a vida útil da máquina como sendo 5 anos (vamos conferir): Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/5 anos = 0.br 40 .500) 12. 125.000 ⇒ ⇒ Depreciação (Segundo Ano) = 37.000 Depreciação Acumulada (ao final do terceiro ano) = 50.500 Prof. Moraes Junior www.20 x 1 x 125.0) Segundo Ano = 2 turnos (Coeficiente pela Legislação Fiscal = 1. Moraes Junior Primeiro Ano = 3 turnos (Coeficiente pela Legislação Fiscal = 2.000 (12.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.500 60.000 ⇒ ⇒ Depreciação (Terceiro Ano) = 25.20 = 20% ao ano Depreciação (Primeiro Ano) = Coeficiente x Taxa x Período x Valor Depreciável ⇒ Depreciação (Primeiro Ano) = 2 x 0.000 (112.700 + 25.000 (confere com a depreciação acumulada ao final do primeiro ano) Depreciação (Segundo Ano) = Coeficiente x Taxa x Período x Valor Depreciável ⇒ Depreciação (Segundo Ano) = 1.500) 47.5) Terceiro Ano = 1 turno (Coeficiente pela Legislação Fiscal = 1.20 x 1 x 125.000 + 35.com.pontodosconcursos.000 Depreciação Acumulada (ao final do terceiro ano) = 112.

com.333.4. Alienação de Bens do Ativo Não Circulante Imobilizado Quando bens do ativo não circulante imobilizado são alienados.Valor Contábil Se Valor da Alienação > Valor Contábil Se Valor da Alienação < Valor Contábil Lançamentos: I – Determinação do Custo do Bem (Valor Contábil do Bem): Débito: Depreciação Acumulada (Ativo Não Retificadora) Crédito: Bem (Ativo Não Circulante Imobilizado) II – Alienação do Bem: à vista ou a prazo.6.67 Prof.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 Período = de 30/07/2002 até 28/02/2003 = 8 meses (incluindo o mês de aquisição) Depreciação Acumulada = 20% x 8/12 x 40.000 = 5.000. I – Cálculo do valor contábil do bem na data da alienação Custo de Aquisição = 40.33 Valor Contábil = 40.Imobilizado) Exemplo: Considere os dados abaixo: Conta: Veículos Data de Aquisição: 30/07/2002 Valor de Aquisição: R$ 40.00 Taxa de Depreciação: 20% ao ano Venda à vista em 28/02/2003: R$ 30.pontodosconcursos. Moraes Junior www. Moraes Junior 5.1.33 = 34.000.000 – 5. o resultado desta alienação pode ser um ganho de capital. Débito: Caixa ou Títulos a Receber (Ativo Circulante) Crédito: Outras Receitas (Receita) III – Baixa do Bem: Débito: Outras Despesas (Despesa) Crédito: Bem (ANC .666.br 41 Circulante Imobilizado – ⇒ Ganho de Capital ⇒ Perda de Capital .00 Determine se houve ganho ou perda de capital na data da alienação.333. quando o valor da alienação é maior que o valor contábil do bem. ou pode ser uma perda de capital. quando o valor da alienação é menor que o valor contábil do bem. Resultado = Valor da alienação .

00 46.000.00 46.000.00 35.00 12.00 35. quando esses veículos foram vendidos.00 10.750.00 42 www.67) Já caiu em prova! (AFRFB-2009-Esaf) A empresa Revendedora S.00 42.00 7.500.00 29.666.000.00 18.750.000.00 47.00 35.com.000. Moraes Junior 29. a vista.500. A empresa atualiza o desgaste de seus bens de uso em períodos mensais.000.000.500. tendo entrado no balanço de 2007 com saldo de R$ 25.000.00 e depreciação acumulada de 55%.00 35. Em 30 de setembro de 2008. por R$ 29.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 6. O primeiro desses carros já era da empresa desde 2005. alienou dois veículos de sua frota de uso.000.00 25.000 (34.500.00 13.00 17.000.pontodosconcursos.666.750.000.67) (4.A.00.00. O segundo veículo foi comprado em primeiro de abril de 2008 por R$ 10. não tendo participado do balanço do referido ano de 2007.500.000.00 42.500.00 11.500.00 29.br . a empresa registrou seus ganhos ou perdas de capital com o seguinte lançamento de fórmula complexa: a) Diversos a Diversos Caixa Perdas de Capital a Veículo “A” a Veículo “B” b) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital c) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital d) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital Prof.750.00 47.00 29.00 35. Moraes Junior II – Cálculo do Ganho ou Perda de Capital: Valor da Venda (-) Valor Contábil Perda de Capital 30.500.000.000.

000 = 1.00 30/09/2008 Alienação de Dois Veículos = 29.000 = 9.000 Valor Contábil (Veículo 2) = Custo de Aquisição – Dep.00 Sabe-se que a vida útil de um veículo é igual a 5 anos Taxa de Depreciação = 1/5 = 20% ao ano I – Cálculo do Valor Contábil do Veículo 1: Veículo 1 (registrado no balanço em 2007) = 25.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000.000 III – Apuração do ganho ou perda de capital: Valor da Alienação dos dois Veículos (-) Valor Contábil do Veículo 1 (-) Valor Contábil do Veículo 2 Ganho de Capital Prof.000 – 17.000 ⇒ Depreciação Acumulada (Veículo 1) = (55% + 15%) x 25.500 Valor Contábil (Veículo 1) = Custo de Aquisição – Dep.000.000.00 19.000 = 17. Acumulada ⇒ Valor Contábil (Veículo 1) = 25.000 (7.com.00 48. Acumulada ⇒ Valor Contábil (Veículo 2) = 10.000 Período = de abril a setembro = 6 meses/12 meses = 0.00 35.000.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Veículo 2) = 10% x 10.00 48. Moraes Junior e) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital 29.75 ano Depreciação Acumulada (Veículo 1 até 31/12/2007) = 55% Depreciação Acumulada = (55% (até 2007) + 20% x 0.br ⇒ ⇒ ⇒ 29.000) 12.000.500 II – Cálculo do Valor Contábil do Veículo 2: Veículo 2 (comprado em 01/04/2008) = 10.500 = 7.pontodosconcursos.500) (9.000 Período = anterior a 2008 + 9 meses/12 meses ⇒ Período = anterior a 2008 + 3/4 ano = anterior a 2008 + 0.000. Moraes Junior www.500 43 .75) x 25.000 – 1.000.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Veículo 1) = 70% x 25.00 13.5 ano Depreciação Acumulada = 20% x 0.5 x 10.

000) 35.500 + 1. considerada em relação à primeira instalação para utilização do bem.500 – 9.500 Depreciação Acumulada (ANC – Imobilizado – Retificadora) a Veículos (ANC – Imobilizado) 1. 29.5.000 Depreciação Acumulada (ANC – Imobilizado – Retificadora) a Veículos (ANC – Imobilizado) 17. Moraes Junior www.Metade da vida útil do bem adquirido novo.000 (17.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.500 47.500 (17.000 18.500 35.000) Diversos a Diversos Caixa (Ativo Circulante) Depreciação Acumulada (ANC .500 + 9.Imobilizado) a Ganho de Capital (Receita) a Veículos (ANC – Imobilizado) A alternativa “b” é a correta.br 44 .500 12. Prof. Moraes Junior Venda à vista: Caixa (Ativo Circulante) a Outras Receitas (Receita) 29.000 – 7.000 18.1.000 29.500 + 1. e II .500 (29.000 + 7.6. Depreciação de Bens Adquiridos Usados No caso de bens adquiridos usados a taxa anual de depreciação será determinada considerando-se o maior entre os seguintes prazos: I .000) 12.Restante da vida útil.000 Baixa dos Veículos (pelo valor contábil): Outras Despesas (Despesa) a Veículos (ANC – Imobilizado) Outras Despesas (Despesa) a Veículos (ANC – Imobilizado) Lançamento consolidado: Diversos a Diversos Caixa (Ativo Circulante) Depreciação Acumulada (ANC) a Ganho de Capital (Receita) a Veículos (ANC – Imobilizado) 7.500 5.500 9.000 47.pontodosconcursos.com.

Utiliza-se o método linear (método de quotas constantes) para cálculo das taxas de amortização. Prof.Intangível – Retificadora) A taxa de amortização é função do número de exercícios sociais em que deverão ser usufruídos os benefícios das despesas diferidas. Como sabemos. o Patrimônio Líquido poderá estar expresso em "termos contábeis". individualmente. Contudo. Representa. Kaprisma para o referido bem? Metade da Vida Útil do Equipamento = 2 anos O equipamento estaria totalmente depreciado em fevereiro de 2008. a preços de mercado.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.. Moraes Junior Exemplo: A Cia J4M2 adquiriu um equipamento novo em 10/03/2004. Fundo de Comércio: é o que uma empresa tem de valor acima do seu patrimônio líquido avaliado a preço de mercado. 183. Moraes Junior www. ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado.pontodosconcursos. agora usado. depender diretamente dos valores contabilizados para cada Ativo e para cada Passivo. a Cia J4M2 vendeu este equipamento.2. Lançamento: Despesas ou Encargos de Amortização (Despesa) a Amortização Acumulada (Ativo Não Circulante . para a empresa Kaprisma. Em 25/11/2006.br 45 . Qual será a taxa anual de depreciação utilizada pela Cia. então. b. com tempo de vida útil estimado em 4 anos.6. da Lei das S. ou seja. aquilo que um Patrimônio Líquido consegue ter de valor. § 2o. o Patrimônio Líquido de uma empresa é a diferença entre seus Ativos e seus Passivos Exigíveis. o "goodwill".com. Tempo de Vida Útil Restante = 2 meses (11 e 12/2006) + 1 ano (2007) + 2 meses (01 e 02/2008) Tempo de Vida Útil Restante = 1 ano e 4 meses Portanto. a amortização corresponde à perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada. se negociada a empresa como um todo. acima do que seria obtido com a negociação de cada Ativo. Amortização De acordo com o art. prevalecerá o tempo de 2 anos ⇒ ⇒ Taxa de Depreciação Anual = 1/2 anos = 50% ao ano 5.A.

direitos autorais.Direitos sobre bens que. autorizações ou concessões. restaurações.Patentes de invenção.Custo das construções ou benfeitorias em bens locados ou arrendados. .com. reformas em bens de propriedade de terceiros. licenças.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. nos termos da lei ou contrato que regule a concessão de serviço público.As marcas serão amortizadas por quem adquiriu o direito de uso. fórmulas e processos de fabricação. quando não houver direito ao recebimento de seu valor em restituição. As benfeitorias em bens de terceiros são construções. Moraes Junior www. . seria o “goodwill”. As benfeitorias em bens de terceiros somente se sujeitam à amortização caso sejam atendidas as seguintes condições cumulativas: o contrato de locação. Prof. Contudo. - Caso o contrato seja por prazo indeterminado. a diferença entre o valor negociado e o Patrimônio Líquido. serão computados os encargos de depreciação.br 46 . não haja direito de indenização das benfeitorias edificadas por ocasião do término do prazo contratual estabelecido. Moraes Junior Exemplo: Suponha que o Patrimônio Líquido da J4M2 seja de dois bilhões de reais. arrendamento ou cessão seja celebrado por prazo determinado. caso a J4M2 fosse vendida. devem reverter ao poder concedente. Ou seja. .As patentes serão amortizadas pelo prazo restante de proteção do direito de privilégio . inclusive de exploração de fundo de comércio. sem indenização. . recebidos pela empresa a título de locação ou empréstimo.pontodosconcursos. existiriam compradores interessados em pagar cinco bilhões de reais.Custo de aquisição. de três bilhões de reais. prorrogação ou modificação de contratos e direitos de qualquer natureza. ou em bens de terceiros. Bens sujeitos à amortização: . ao fim do prazo de concessão.

000 = 5. (B) seis anos. cujo valor será revertido ao proprietário do imóvel no final do contrato de locação. Moraes Junior Caso haja direito a restituição do valor gasto com as benfeitorias em imóveis de terceiros.decorrente da natureza do bem.00 (R$ 66.000. (C) cinco anos e meio. pode-se concluir que. Exemplo: A empresa J4M2 adquiriu uma patente de invenção em 01/10/2006 por R$ 50.br 47 .com. Maracanã efetuou uma benfeitoria em imóvel alugado de terceiros. (E) quatro anos e meio.00) R$ 54.000. ⇒ Prof.000 ⇒ ⇒ Período = 66. Tempo utilizado no cálculo da amortização: .000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. e .000 = 10% x Período x 120. . Moraes Junior www.00 Já caiu em prova! (TRT–18R–Analista Judiciário-Área Contabilidade– 2008–FCC) A Cia.00.000.fixado no contrato por intermédio do qual foi adquirido o bem incorpóreo.000. em relação a 31-12-2007.000/12. com duração de 10 anos.00 Sabendo que o contrato de locação é de 10 anos. (D) cinco anos e três meses.5 anos A alternativa “c” é a correta. o início da amortização ocorreu há (A) seis anos e quatro meses.estabelecido em lei que regule os direitos do bem incorpóreo. elas devem ser registradas no ativo circulante ou no ativo não circulante realizável a longo prazo. Taxa de Amortização Anual = 1/10 anos = 10% ao ano Amortização Anual = 10% x 50. O valor contábil da benfeitoria está assim demonstrado em seu balanço patrimonial levantado em 31-12-2007: Custo da benfeitoria (−) Amortização acumulada (=) Valor contábil R$ 120. quando sua existência ou duração seja limitada.000 = R$ 5.pontodosconcursos. Contrato de Locação = 10 anos Taxa de Amortização = 1/10 anos = 10% ao ano Amortização Acumulada = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ 66.

opcionalmente. A Legislação do Imposto de Renda estabeleceu que a quota de depreciação... c.As máquinas e equipamentos de extração mineral opcionalmente. ou bens aplicados nessa exploração. Moraes Junior www. 5. § 2o.00 Prof. .pontodosconcursos.6.00 Prazo da concessão = 20 anos Taxa de Exaustão Anual = 1/20 anos = 5% ao ano Despesa de Exaustão (anual) = 5% x 200.com.A. Exaustão De acordo com o art. os bens aplicados na exploração de recursos minerais e florestais estão sujeitos à exaustão. cujo período de exploração total seja inferior ao tempo de vida útil desses bens. ao invés de exauridos.6.000. a exaustão corresponde à perda de valor.A. de direitos cujo objeto seja recursos minerais ou florestais. ou florestal. podem ser depreciados.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 = R$ 10. dos bens aplicados exclusivamente nas minas.1.br 48 . registrável em cada período de apuração. Exaustão de Recursos Minerais Há dois métodos para o cálculo de exaustão de recursos minerais: Método 1: Exaustão em função do prazo de concessão (utilizado para fins fiscais) Exemplo: Custo da concessão = R$ 200. decorrente de sua exploração. .3. poderá ser determinada. 183.3. da Lei das S.Somente se sujeitam à exaustão as minas que estejam sob regime de concessão.000. Lançamento: Débito: Despesas ou Encargos de Exaustão (Despesa) Crédito: Exaustão Acumulada (Ativo Não Circulante Imobilizado – Retificadora) De acordo com a Lei das S. jazidas e florestas. ou ainda. do volume de produção de cada período de apuração e sua relação com a possança conhecida da mina ou dimensão da floresta explorada. Moraes Junior 5. em função do prazo de concessão ou do contrato de exploração. A exploração de recursos minerais sob a forma de arrendamento ou licenciamento não pode ser objeto de exaustão.

deveria ser adotado o cálculo do método 1. classificado no imobilizado.000 Taxa anual de depreciação = 100% ÷ 5 anos = 20% ao ano Período = 2 anos Exaustão acumulada = 20% x 2 anos x 5.pontodosconcursos. pois o prazo de concessão (20 anos) é menor que o tempo previsto para esgotamento dos recursos (50 anos). o referido ativo. no caso dos dois exemplos supracitados.000 ⇒ Valor Contábil da mina (na data do balanço) = R$ 3.000 m3 = 50 anos Taxa de Exaustão Anual = 2.000 m3 Produção do Ano = 2.000/100.500.000. Ou seja.000.000 = R$ 4.000 = 2.00 Possança Conhecida = 100.000 m3/2.000. a exaustão deverá ser calculada em função do prazo de concessão.000 – 2.000 Taxa anual de exaustão = 30% ÷ 2 anos = 15% ao ano Período = 2 anos Exaustão acumulada = 15% x 2 anos x 5. deverá estar avaliado no balanço da empresa por R$ 3 milhões.000.000. se tiverem sido extraídos 30% da possança da mina.000.000 Valor Contábil da mina (na data do balanço) = 5.000. Nesse caso.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 ⇒ Método 2: Exaustão em função da relação entre a produção do período e a possança conhecida da mina (utilizado para fins contábeis) Custo de aquisição da mina = 5.000 Valor Contábil da mina (na data do balanço) = 5.000 = 1. Moraes Junior www.000 ⇒ Valor Contábil da mina (na data do balanço) = R$ 3. Moraes Junior Método 2: Exaustão em função da relação entre a produção do período e a possança conhecida da mina (utilizado para fins contábeis) Exemplo: Custo da Concessão = R$ 200.000.000 – 1. Já caiu em prova! (Agente-Polícia Federal-2009-Cespe) Suponha que uma empresa mineradora tenha adquirido os direitos de exploração de uma mina por R$ 5 milhões. após dois anos de exploração.500.000 Prof. por meio de um contrato com cinco anos de vigência.000.com. Método 1: Exaustão em função do prazo de concessão (utilizado para fins fiscais) Custo de aquisição da mina = 5.000.00 Se o prazo de concessão for menor que o prazo previsto para esgotamento dos recursos.000.br ⇒ 49 .500.000 ou 1/50 anos = 2% ao ano Despesa de Exaustão Anual = 2% x 200.000 m3 Tempo Previsto para Esgotamento da Mina = 100.

quando este for superior. e IV – Os projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos sujeitam-se à depreciação. ação da natureza ou obsolescência. quando corresponder à perda de valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. c) exaustão. e não como exaustão. a perda de valor será contabilizada como exaustão.2. a perda de valor será contabilizada como exaustão.com.br 50 .6. quando corresponder à perda por ajuste ao valor provável de realização. Exploração de Recursos Florestais (hipóteses): I – Quando o prazo contratual for inferior ao período previsto para esgotamento dos recursos florestais. e) amortização. a perda de valor será contabilizada como amortização. pois antes do esgotamento dos recursos. O erro da questão está na classificação na classificação dos “direitos de exploração de uma mina” que pertencem ao ativo não circulante intangível. b) depreciação.pontodosconcursos. quando corresponder à perda de valor. III – Quando o prazo de exploração dos recursos florestais for indeterminado. quando corresponder à perda do valor de capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial. 5. Prof. a exaustão deveria ser calculada em função do prazo de concessão. Moraes Junior Como o prazo de concessão (5 anos) é menor que o prazo previsto para o esgotamento da mina (6. calculada com base na vida útil estimada dos recursos florestais objeto da exploração. quando este for inferior. ou bens aplicados nessa exploração. O item está errado. II – Quando o esgotamento dos recursos estiver previsto para ocorrer antes do fim do prazo contratual. Moraes Junior www. só haverá exaustão de recursos florestais quando o esgotamento dos recursos estiver previsto para terminar antes do término do prazo contratual ou quando o prazo de exploração de recursos for indeterminado.67 anos).3. Já caiu em prova!(AFRFB-2009-Esaf) A diminuição do valor dos elementos do ativo será registrada periodicamente nas contas de: a) provisão para perdas prováveis. quando corresponder à perda pelo ajuste do custo de aquisição ao valor de mercado. d) provisão para ajuste ao valor de mercado. decorrente da exploração de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. Exaustão de Recursos Florestais De acordo com o Regulamento do Imposto de Renda. o direito de exploração terá terminado.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.

Para as alternativas “b”. sem custo para a companhia. A alternativa está CORRETA. c) exaustão. quando corresponder à perda do valor de capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial. quando corresponder à perda por ajuste ao valor provável de realização. ou bens aplicados nessa exploração. 183. quando corresponder à perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada. da Lei no 6. quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. do art. e que não será modificado em razão do recebimento. ressalvado o disposto nos artigos 248 a 250 (investimentos avaliados pela Equivalência Patrimonial). “c” e “e”: De acordo com o § 2o. De acordo com os incisos III e IV. Moraes Junior Análise das alternativas: a) provisão para perdas prováveis. b) amortização.br 51 . os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios: III . decorrente da sua exploração. quando este for inferior.pontodosconcursos. quando corresponder à perda do valor. quando este for inferior. b) depreciação. ação da natureza ou obsolescência. pelo custo de aquisição.os demais investimentos.com. da Lei no 6.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. IV .os investimentos em participação no capital social de outras sociedades.404/76: Art. ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado. No balanço. Prof. ou para redução do custo de aquisição ao valor de mercado. deduzido de provisão para atender às perdas prováveis na realização do seu valor.404/76: § 2o A diminuição do valor dos elementos dos ativos imobilizado e intangível será registrada periodicamente nas contas de: a) depreciação. ⇒ é amortização. Moraes Junior www. 183. A alternativa está INCORRETA. do art. 183. de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. quando essa perda estiver comprovada como permanente. deduzido de provisão para perdas prováveis na realização do seu valor. de ações ou quotas bonificadas. pelo custo de aquisição.

produtos em fabricação e bens em almoxarifado. Moraes Junior www. deduzido de provisão para ajustá-lo ao valor de mercado. As mudanças de práticas contábeis e as retificações de erros obrigam a empresa a refazer as demonstrações contábeis anteriores. ⇒ é depreciação. 5. A alternativa está INCORRETA. não são retificações de erros. ação da natureza ou obsolescência. A Deliberação CVM no 592/09 e a Resolução CFC no 1. Correção de erros. as bases. Práticas Contábeis. quando corresponder à perda de valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso.br 52 . decorrente da exploração de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. do art. portanto. As alterações nas estimativas contábeis decorrem de nova informação ou inovações e. ou nos montantes relativos ao consumo periódico de ativo. A alternativa está INCORRETA. 183. ou bens aplicados nessa exploração. Prof. A alternativa “a” é a correta. quando corresponder à perda de valor. as regras e as práticas específicas aplicados pela entidade na elaboração e na apresentação de demonstrações contábeis.1. ⇒ é exaustão.7.404/76: II . Mudança na estimativa contábil: é um ajuste nos saldos contábeis de ativo ou de passivo. 5. assim como matérias-primas. pelo custo de aquisição ou produção. De acordo com os incisos III e IV. Moraes Junior c) exaustão.com.7. quando este for superior.pontodosconcursos.os direitos que tiverem por objeto mercadorias e produtos do comércio da companhia. e) amortização. além da divulgação das demonstrações contábeis alteradas. Definições Políticas contábeis: são os princípios. A alternativa está INCORRETA. que decorre da avaliação da situação atual e das obrigações e dos benefícios futuros esperados associados aos ativos e passivos. a menos que não seja possível. da Lei no 6. mudança de estimativa e retificação de erro.179/09 aprovaram o Pronunciamento Técnico CPC 23 que dispõe sobre políticas contábeis. O objetivo deste procedimento. de modo a adotar as práticas contábeis atuais ou como se nunca tivesse ocorrido o erro.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Mudanças nas estimativas. quando este for inferior. as convenções. d) provisão para ajuste ao valor de mercado. é manter a comparabilidade entre as demonstrações de períodos diferentes. quando corresponder à perda pelo ajuste do custo de aquisição ao valor de mercado. Mudanças de estimativas e correção de erros: Mudanças nas práticas contábeis.

individual ou coletivamente. Para um período anterior em particular.a aplicação retrospectiva ou a reapresentação retrospectiva exigir estimativas significativas de valores e se for impossível identificar objetivamente a informação sobre essas estimativas que: Prof. Aplicação retrospectiva: é a aplicação de nova política contábil a transações. ou a combinação de ambas. ou uso incorreto.pontodosconcursos. erros na aplicação de políticas contábeis. como se essa política tivesse sido sempre aplicada.br 53 . Moraes Junior www. da mensuração e da divulgação de valores de elementos das demonstrações contábeis. descuidos ou interpretações incorretas de fatos e fraudes. . de informação confiável que: . Reapresentação retrospectiva: é a correção do reconhecimento. influenciar as decisões econômicas que os usuários das demonstrações contábeis tomam com base nessas demonstrações. ou .pudesse ter sido razoavelmente obtida e levada em consideração na elaboração e na apresentação dessas demonstrações contábeis. Moraes Junior Omissão material ou incorreção material: é a omissão ou a informação incorreta que puder. Aplicação impraticável de requisito: ocorre quando a entidade não pode aplicá-lo depois de ter feito todos os esforços razoáveis nesse sentido. A dimensão ou a natureza do item. é impraticável aplicar retrospectivamente a mudança em política contábil ou fazer a reapresentação retrospectiva para corrigir um erro se: . Tais erros incluem os efeitos de erros matemáticos. e .a aplicação retrospectiva ou a reapresentação retrospectiva exigir premissas baseadas no que teria sido a intenção da Administração naquele momento passado.com. A materialidade depende da dimensão e da natureza da omissão ou da informação incorreta julgada à luz das circunstâncias às quais está sujeita.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. como se um erro de períodos anteriores nunca tivesse ocorrido. Erros de períodos anteriores: são omissões e incorreções nas demonstrações contábeis da entidade de um ou mais períodos anteriores decorrentes da falta de uso. pode ser o fator determinante.os efeitos da aplicação retrospectiva ou da reapresentação retrospectiva não puderem ser determinados.estava disponível quando da autorização para divulgação das demonstrações contábeis desses períodos. a outros eventos e a condições.

mensurados ou divulgados. Interpretação ou Orientação especificamente exija ou permita a classificação de itens para os quais possam ser aplicadas diferentes políticas.relevante para a tomada de decisão econômica por parte dos usuários. outro evento ou condição. outros eventos e condições a que se aplicam.2.estaria disponível quando as demonstrações contábeis desse período anterior tiveram autorização para divulgação. e . a outros eventos e a condições que ocorram após a data em que a política é alterada. o desempenho financeiro e os fluxos de caixa da entidade. a administração exercerá seu julgamento no desenvolvimento e na aplicação de política contábil que resulte em informação que seja: .com.reflitam a essência econômica de transações.pontodosconcursos. Prof. Aplicação prospectiva de mudança em política contábil e de reconhecimento do efeito de mudança em estimativa contábil representa. e . isto é. Essas políticas não precisam ser aplicadas quando o efeito da sua aplicação for imaterial.a aplicação da nova política contábil a transações. e . Na ausência de Pronunciamento.o reconhecimento do efeito da mudança na estimativa contábil nos períodos corrente e futuro afetados pela mudança. Políticas Contábeis Os Pronunciamentos. Moraes Junior www. A entidade deve selecionar e aplicar suas políticas contábeis uniformemente para transações semelhantes. Interpretações e Orientações estabelecem políticas contábeis que o CPC concluiu resultarem em demonstrações contábeis. 5.confiável. contendo informação relevante e confiável sobre as transações.sejam neutras. Moraes Junior . de tal modo que as demonstrações contábeis: .br 54 . respectivamente: .sejam completas em todos os aspectos materiais. outros eventos e condições.sejam prudentes. e .representem adequadamente a posição patrimonial e financeira. Interpretação ou Orientação que se aplique especificamente a uma transação.7. meramente a forma legal. que estejam isentas de viés. a menos que Pronunciamento. .proporciona evidências das circunstâncias que existiam à data em que esses valores deviam ser reconhecidos. não. .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. outros eventos e condições e. .

ou .a adoção de nova política contábil para transações.2. e .vida útil de ativos depreciáveis ou o padrão esperado de consumo dos futuros benefícios econômicos incorporados nesses ativos. Por exemplo.créditos de liquidação duvidosa. A estimativa pode necessitar de revisão se ocorrerem alterações nas circunstâncias em que a estimativa se baseou ou em consequência de novas informações ou de maior experiência. . do desempenho ou dos fluxos de caixa da entidade.7. Interpretação ou Orientação. A estimativa envolve julgamentos baseados na última informação disponível e confiável.com.a adoção de política contábil para transações. e . outros eventos ou condições acerca da posição patrimonial e financeira.7. podem ser exigidas estimativas de: . Dada a sua natureza.br 55 . Moraes Junior 5. outros eventos ou condições que não ocorriam anteriormente ou eram imateriais. Moraes Junior www. muitos itens nas demonstrações contábeis não podem ser mensurados com precisão. Não constituem mudanças nas políticas contábeis: .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.obsolescência de estoque. . Prof. Mudança nas estimativas contábeis Como consequência das incertezas inerentes às atividades empresariais.2. O uso de estimativas razoáveis é parte essencial da elaboração de demonstrações contábeis e não reduz sua confiabilidade.resultar em informação confiável e mais relevante nas demonstrações contábeis sobre os efeitos das transações.pontodosconcursos. a revisão da estimativa não se relaciona com períodos anteriores nem representa correção de erro.obrigações decorrentes de garantias.2. 5. . outros eventos ou condições que difiram em essência daqueles que ocorriam anteriormente.for exigida por Pronunciamento.1.valor justo de ativos financeiros ou passivos financeiros. Mudança nas políticas contábeis A entidade deve alterar uma política contábil apenas se a mudança: . podendo apenas ser estimados.

do desempenho ou dos fluxos de caixa da entidade. As demonstrações contábeis não estarão em conformidade com os Pronunciamentos. se a mudança afetar todos eles. Moraes Junior www. ou . do passivo ou do patrimônio líquido no período da mudança.7. os erros materiais. Prof. 5. Quando for difícil distinguir uma mudança na política contábil de uma mudança na estimativa contábil.com. A entidade deve corrigir os erros materiais de períodos anteriores retrospectivamente no primeiro conjunto de demonstrações contábeis cuja autorização para publicação ocorra após a descoberta de tais erros: . Interpretações e Orientações deste CPC se contiverem erros materiais ou erros imateriais cometidos intencionalmente para alcançar determinada apresentação da posição patrimonial e financeira. incluindo-o nos resultados do: .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Retificação de erro Erros podem ocorrer no registro.período da mudança e futuros períodos. e esses erros de períodos anteriores são corrigidos na informação comparativa apresentada nas demonstrações contábeis desse período subsequente. ou . ou relacionar-se a componente do patrimônio líquido. na mensuração. não são descobertos até um período subsequente.período da mudança.br 56 . Se a mudança na estimativa contábil resultar em mudanças em ativos e passivos. se a mudança afetar apenas esse período. Os potenciais erros do período corrente descobertos nesse período devem ser corrigidos antes de as demonstrações contábeis serem autorizadas para publicação. Contudo.se o erro ocorreu antes do período anterior mais antigo apresentado.pontodosconcursos.3. na apresentação ou na divulgação de elementos de demonstrações contábeis. O efeito de mudança na estimativa contábil que não seja uma mudança à qual se aplique ao próximo parágrafo deve ser reconhecido prospectivamente. da reapresentação dos saldos de abertura dos ativos. Moraes Junior A mudança na base de avaliação é uma mudança na política contábil e não uma mudança na estimativa contábil. ela deve ser reconhecida pelo ajuste no correspondente item do ativo. por vezes. dos passivos e do patrimônio líquido para o período anterior mais antigo apresentado. a mudança é tratada como mudança na estimativa contábil.por reapresentação dos valores comparativos para o período anterior apresentado em que tenha ocorrido o erro.

As estimativas contábeis. por sua natureza. passivos e patrimônio líquido relativa a períodos anteriores à data em que a retificação do erro foi praticável. Dessa forma. o ganho ou a perda reconhecida no momento do desfecho de contingência. Limitação à reapresentação retrospectiva Um erro de período anterior deve ser corrigido por reapresentação retrospectiva. anteriormente.3.com. não constitui retificação de erro. Moraes Junior www. Quando for impraticável determinar o montante do erro (por exemplo. ignorará a parcela da retificação cumulativa de ativos. passivos e patrimônio líquido para o período mais antigo para o qual seja praticável a reapresentação retrospectiva (que pode ser o período corrente). não podia ser estimada com precisão. Quando for impraticável determinar os efeitos de erro em um período específico na informação comparativa para um ou mais períodos anteriores apresentados. deve ser retificada para períodos tão antigos quanto for praticável.br 57 . a entidade deve retificar os saldos de abertura de ativos.1. que. A retificação de erro de período anterior deve ser excluída dos resultados do período em que o erro é descoberto. Por exemplo. de erro em todos os períodos anteriores. salvo quando for impraticável determinar os efeitos específicos do período ou o efeito cumulativo do erro. a entidade deve retificar a informação comparativa para corrigir o erro prospectivamente a partir da data mais antiga praticável. Prof. Um erro de período anterior deve ser corrigido por reapresentação retrospectiva. incluindo qualquer resumo histórico de dados financeiros. As correções de erro distinguem-se de mudanças nas estimativas contábeis. a entidade retifica a informação comparativa prospectivamente a partir da data mais antiga praticável. são aproximações que podem necessitar de revisão à medida que se conhece informação adicional. salvo quando for impraticável determinar os efeitos específicos do período ou o efeito cumulativo do erro. Quando for impraticável determinar o efeito cumulativo.7. erro na aplicação de política contábil) para todos os períodos anteriores. no início do período corrente.pontodosconcursos.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 5. Qualquer informação apresentada sobre períodos anteriores.

de direitos cujo objeto Prof.com. não fazem a reversão da provisão que não foi utilizada e constituem a provisão para o ano seguinte somente pelo valor da diferença entre o valor da provisão calculada e o saldo atual da provisão.o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade. ação da natureza ou obsolescência. Este resultado é que servirá de base de cálculo para a taxa de depreciação.pontodosconcursos.br 116 117 118 119 120 121 122 123 58 . ou . ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado.uma obrigação possível que resulta de eventos passados e cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob controle da entidade. Amortização: perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada. Nos últimos anos. Taxa de Depreciação (Método Linear) = 1/Vida Útil do Bem Alienação de Bens do Ativo Não Circulante: Se Valor da Alienação > Valor Contábil ⇒ Ganho de Capital Se Valor da Alienação < Valor Contábil ⇒ Perda de Capital Depreciação: perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. decorrente da sua exploração.não é provável que uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos seja exigida para liquidar a obrigação. Moraes Junior www. Moraes Junior 5. Caso o valor residual seja diferente de ZERO. ou .uma obrigação presente que resulta de eventos passados. ou seja. deverá ser subtraído do valor do custo de aquisição do bem a ser depreciado. Bizu da Prova Questão 114 115 Bizu Descontos Ativos = Descontos Obtidos = Receita Descontos Passivos = Descontos Concedidos = Despesa Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: As bancas costumam adotar o método da complementação. Valor Residual: valor provável da realização do bem após ser totalmente depreciado. mas que não é reconhecida porque: . utilize o método linear. as questões da Esaf sobre PCLD (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) sempre adotaram o método da complementação (sem fazer a reversão). Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante. Quando a questão não informar o método de depreciação. Passivo contingente é: . Custo de Aquisição do Bem (+) Gastos com instalação (+) Acréscimos Posteriores (-) Valor Residual Base de Cálculo da Depreciação ou Valor Depreciável Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante.8.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Exaustão: perda do valor.

) a Reversão de Provisão (Receita) Baixa por perdas de créditos do próprio ano ⇒ se as perdas são do próprio exercício. tendo em vista que a PCLD é constituída justamente baseando-se em estimativas de possíveis não pagamentos de clientes. Moraes Junior 124 125 sejam recursos minerais ou florestais. Os projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos sujeitam-se à depreciação. utilize o método linear. ou pode ser uma perda de capital. houve o pagamento mas as despesas ainda não foram incorridas. Quando bens do ativo não circulante imobilizado são alienados.br 126 127 128 129 130 131 132 133 Prof. são referentes a créditos que não faziam parte do saldo final de “Duplicatas a Receber” no exercício anterior. Constituição da Provisão: Despesa com Provisão (Despesa) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif. pois não houve provisão para estas perdas.com. www. Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante. ou seja. ou seja.pontodosconcursos. calculada com base na vida útil estimada dos recursos florestais objeto da exploração. Quando a questão não informar o método de depreciação. o resultado desta alienação pode ser um ganho de capital. Moraes Junior 59 .Imobilizado) II – Alienação do Bem: à vista ou a prazo. devem ser consideradas diretamente como despesa (Perdas com Clientes).) Perda Consumada: Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif.) I – Determinação do Custo do Bem (Valor Contábil do Bem): Depreciação Acumulada (ANC . Taxa de Depreciação (Método Linear) = 1/Vida Útil do Bem A constituição de provisão para crédito de liquidação duvidosa (PCLD) faz com que as contas a receber sejam avaliadas de acordo com o critério do valor provável de realização. Caixa ou Títulos a Receber (Ativo Circulante) a Outras Receitas (Receita) III – Baixa do Bem: Outras Despesas (Despesa) a Bem (ANC . Não é admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda.) a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) Reversão da Provisão: Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif. quando o valor da alienação é maior que o valor contábil do bem. Aquisição de Bem de Uso: o ICMS nas compras não será recuperável e fará parte do custo das compras. Constituição da Provisão: Despesa com Provisão (Despesa) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Retif.Imobilizado – Retificadora) a Bem (ANC .Imobilizado) Despesas Pagas Antecipadamente: despesas cujo fato gerador ainda não ocorreu pelo princípio da competência. ou bens aplicados nessa exploração.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. quando o valor da alienação é menor que o valor contábil do bem.

Imobilizado – Conta Retificadora) II . . não fazem a reversão da provisão que não foi utilizada e constituem a provisão para o ano seguinte somente pelo valor da diferença entre o valor da provisão calculada e o saldo atual da provisão. pois antes do esgotamento dos recursos.pontodosconcursos.Provisão para Férias.Provisão para a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. calculada com base na vida útil estimada dos recursos florestais objeto da exploração. a perda de valor será contabilizada como exaustão. as “provisões” do Passivo (ou “provisões passivas”) não são contas retificadoras e sim contas representativas de obrigações. e não como exaustão. que sofrem depreciação.Provisão para o Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro: Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão de IR ou Contribuição Social (Passivo Circulante) “Provisões” do Passivo: Como as provisões são sempre contas de natureza CREDORA. Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante. e IV – Os projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos sujeitam-se à depreciação. .Encargos de Depreciação: Despesas com Depreciação (Despesa – Conta de Resultado) a Depreciação Acumulada (ANC . Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: As bancas costumam adotar o método da complementação. .br 135 136 137 138 139 140 141 142 143 Prof. III – Quando o prazo de exploração dos recursos florestais for indeterminado. Moraes Junior 134 I . de natureza credora Exploração de Recursos Florestais (hipóteses): I – Quando o prazo contratual for inferior ao período previsto para esgotamento dos recursos florestais.com. Moraes Junior 60 . Percentual de PCLD = PCLD/ Valores a Receber “Provisão para Ajuste a Valor de Mercado”: não é aplicável a bens do ativo não circulante imobilizado. www. a perda de valor será contabilizada como amortização. o direito de exploração terá terminado. São exemplos: . Custo de Aquisição do Bem (+) Gastos com instalação (+) Acréscimos Posteriores (-) Depreciação Acumulada Valor Contábil do Bem Depreciação Acumulada = Taxa x Período x Valor Depreciável Provisão para Férias: conta do Passivo Circulante. a perda de valor será contabilizada como exaustão. II – Quando o esgotamento dos recursos estiver previsto para ocorrer antes do fim do prazo contratual. ou seja.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. em virtude da apropriação pelo regime de competência.Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante ou ANC Realizável a Longo Prazo – Conta Retificadora) III . . Quanto a questão não for explícita quando à data de utilização do bem.Provisão para Contingências. também chamadas de “Provisões para Pagamentos”.Provisão para o Imposto de Renda.Provisão para Décimo-Terceiro Salário.

000 = 6. II .000 = 12.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000. Terceiro Ano ⇒ Depreciação = (2/10) x 30.Restante da vida útil.pontodosconcursos. 146 147 148 149 150 Prof.Soma-se os algarismos que compõem o número de anos da vida útil do bem. Portanto.000.000 = 12.00.000.Multiplica-se o valor a ser depreciado a cada ano pela fração cujo denominador é a soma calculada acima (subitem I). e o numerador. Exemplo: Depreciação de um veículo adquirido por R$ 30.00.000. ou seja.Soma-se os algarismos que compõem o número de anos da vida útil do bem. sem valor residual (Suponha uma vida útil de 4 anos). considerada em relação à primeira instalação para utilização do bem. Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante. Caso contrário. quando o numerador será igual a 1. e o numerador. Método de Cole Crescente: I . Terceiro Ano ⇒ Depreciação = (3/10) x 30. Segundo Ano ⇒ Depreciação = (2/10) x 30. que será retificadora da conta de Estoques. Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 = 10 Primeiro Ano ⇒ Depreciação = (4/10) x 30. Segundo Ano ⇒ Depreciação = (3/10) x 30.000 = 9.000. para o terceiro ano é “n-2”.000 = 3.Metade da vida útil do bem adquirido novo.000. deverá ser feita uma Provisão p/ Ajuste ao Valor de Mercado. é o tempo de vida útil do bem (n). Moraes Junior 144 145 considera-se que o bem começou a ser utilizado na data de sua aquisição.000. para o primeiro ano é “1”. e II . Depreciação de Bens Adquiridos Usados No caso de bens adquiridos usados a taxa anual de depreciação será determinada considerando-se o maior entre os seguintes prazos: I . Provisão para Ajuste a Valor de Mercado de Estoques: Caso o valor de aquisição seja menor que o valor de mercado.000. Encargos de Depreciação = Despesas de Depreciação (conta de despesa) Depreciação Acumulada = conta retificadora do ativo não circulante. Utiliza-se esta metodologia até o último ano de vida útil. para o segundo ano é “n-1”. para o primeiro ano.000. e Quarto Ano ⇒ Depreciação = (4/10) x 30. quando o numerador será igual a via útil. também fazem parte da base de cálculo da “Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa”.000 = 3.000 = 6. para o segundo ano é “2”.br 61 . se o valor de aquisição seja maior que o valor de mercado. Duplicatas Protestadas: também são duplicatas a receber que não foram pagas no vencimento e foram protestadas pela empresa. Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 = 10 Primeiro Ano ⇒ Depreciação = (1/10) x 30.000.000 = 9. Exemplo: Depreciação de um veículo adquirido por R$ 30.com. Ganho de Capital: Valor da Alienação do Bem > Valor Contábil do Bem Método de Cole Decrescente: I . Moraes Junior www. nenhuma provisão deverá ser feita. II . sem valor residual (Suponha uma vida útil de 4 anos). Utiliza-se esta metodologia até o último ano de vida útil. para o terceiro ano é “3”. e Quarto Ano ⇒ Depreciação = (1/10) x 30.Multiplica-se o valor a ser depreciado a cada ano pela fração cujo denominador é a soma calculada acima (subitem I).

a entidade tem uma obrigação presente (legal ou não formalizada) como consequência de um evento passado.br 62 . mas não existe estimativa confiável. cumulativamente.com. Obrigação Presente: indica que é mais provável ocorrer do que não ocorrera a obrigação. e . Provisão: saída de recursos provável. Importante: Provisões são contabilizadas. Memorize para a Prova Provisões em Geral: Uma provisão deve ser reconhecida quando atender.é provável a saída de recursos para liquidar a obrigação. Moraes Junior www. Passivo Contingente: Probabilidade de ocorrência do desembolso Obrigação presente Mensurável por meio de provável estimativa confiável Não mensurável por inexistência de estimativa confiável Possível (mais provável que não tenha saída de recursos do que sim) Remota Tratamento contábil Uma provisão é reconhecida e é divulgado em notas explicativas Divulgação em notas explicativas (passivo contingente) Divulgação em notas explicativas (passivo contingente) Não divulga em notas explicativas Passivo: saída de recursos praticamente certa.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Passivo Contingente Divulgado em Notas Explicativas: saída de recursos possível ou saída de recursos provável. mas existe a divulgação em notas explicativas (ativo contingente).pontodosconcursos. passivos contingentes não. . Moraes Junior 5.pode ser feita estimativa confiável no montante da obrigação.9. Passivo Contingente Não Divulgado: saída de recursos remota. Nenhum ativo é reconhecido e não divulga em notas explicativas. um ativo é reconhecido. Não é provável Prof. Ativo Contingente: Probabilidade de Ocorrência de Entrada de Recursos Praticamente certa Provável. Nenhum ativo é reconhecido. as seguintes condições: . mas não praticamente certa Tratamento Contábil O ativo não é contingente.

Exemplos: .atendem aos Princípios da Competência. .Critério das Perdas Prováveis: taxa sobre uma base de cálculo formada por um montante da conta “Duplicatas a Receber”. .com. Moraes Junior www.Provisão para a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.Provisão para Contingências.são sempre contas de natureza CREDORA Provisões do Ativo: contas redutoras do Ativo. desde que estejam relacionadas às atividades operacionais da empresa. “Provisões” do Passivo: contas representativas de obrigações. Constituição da Provisão: Despesas com Provisão (Despesa) a Provisão (Ativo – Retificadora Passivo) Perda Consumada: Provisão (Ativo – Retificadora) a Conta com base na qual ela foi constituída (Ativo) Reversão da Provisão: Provisão (Ativo – Retificadora) a Reversão da Provisão (Receita) Exemplos: Provisão p/ Ajuste ao Valor de Mercado.pontodosconcursos. . Moraes Junior Provisões em Geral: .br 63 . Provisão p/ Perdas Prováveis na Realização de Investimentos.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Oportunidade e Prudência. Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa . cujos montantes podem ser previamente conhecidos e/ou calculados.Provisão para Férias.Provisão para Décimo-Terceiro Salário. . Prof. . Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa. .Provisão para o Imposto de Renda.valores estimados que cobrem perdas prováveis ou representam a existência de exigibilidades.

Bens que aumentam de valor com o tempo. como despesa ou custo do período.br 64 .Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem.alcança bens materiais (tangíveis) classificados no Ativo Não Circulante Imobilizado e bens de renda classificados no subgrupo de Investimentos do Ativo Não Circulante. uma parte do valor gasto na compra de bens de consumo durável utilizados nas atividades da empresa.Valor Contábil do Bem: corresponde à diferença entre o custo de aquisição do bem e a depreciação acumulada. qualquer que seja o dia.pontodosconcursos.Terrenos.Bens para os quais sejam registradas cotas de amortização ou exaustão. Custo de Aquisição do Bem (+) Gastos com instalação (+) Acréscimos Posteriores (-) Valor Residual Base de Cálculo da Depreciação Prof.com. Moraes Junior Depreciação: . . colocado em serviço ou esteja em condições de produzir. . o imóvel alugado será classificado no imobilizado.Bens móveis ou imóveis que não estejam intrinsecamente relacionados à produção ou comercialização de bens e serviços. . Moraes Junior www.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Para empresas que não possuem como atividade o aluguel de imóveis. como antiguidades e obras de arte. ou seja. independentemente do dia do mês. . Lançamento: Despesas de Depreciação ou Encargos de Depreciação (Despesa) a Depreciação Acumulada (Ativo Não Circulante – Imobilizado – Retificadora) . e IV . conta-se o primeiro mês integralmente.considerar. como no caso de imóvel alugado por uma empresa cuja atividade é o aluguel de imóveis. III . salvo em relação a benfeitorias e construções.Vedações à depreciação de acordo com a Legislação do Imposto de Renda: I . II .o bem poderá ser depreciado a partir da data em que for instalado.Valor Residual: valor provável da realização do bem após ser totalmente depreciado. .

é o tempo de vida útil do bem (n). Moraes Junior Métodos Mais Utilizados de Depreciação: Método das Quotas Constantes ou Método Linear ou Método da Linha Reta: depreciação acumulada é diretamente proporcional ao tempo. . Utiliza-se esta metodologia até o último ano de vida útil. Edificações: o valor das edificações deve estar destacado do valor do custo de aquisição do terreno. para o terceiro ano é “n-2”. e o numerador. quando o numerador será igual a 1. para o segundo ano é “n-1”. e II .com. Método da Soma dos Dígitos ou Método de Cole (decrescente): I .Depreciação Normal: turno de 8 horas diárias.0 1. Amortização Perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada.0 Coeficiente (Legislação Fiscal) 1.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Lançamento: Despesas de Amortização ou Encargos de Amortização (Despesa) a Amortização Acumulada (Ativo Não Circulante .Depreciação Acelerada: mais de turno de 8 horas diárias.Intangível – Retificadora) Prof. para o primeiro ano. Tipos de Depreciação: .Restante da vida útil.Soma-se os algarismos que compõem o número de anos da vida útil do bem.5 2.Multiplica-se o valor a ser depreciado a cada ano pela fração cujo denominador é a soma calculada acima (subitem 1). considerada em relação à primeira instalação para utilização do bem. ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado.o maior entre os seguintes prazos: I .0 3.Metade da vida útil do bem adquirido novo.0 Bens Adquiridos Usados: a taxa anual de depreciação . II . Moraes Junior www. admitindo-se o destaque baseado em laudo pericial.pontodosconcursos. Turnos 1 turno (8 horas) 2 turnos (16 horas) 3 turnos (24 horas) Coeficiente (Legislação Societária) 1.0 2.br 65 .

Moraes Junior Bens sujeitos à amortização: . fórmulas e processos de fabricação.custo das construções ou benfeitorias em bens locados ou arrendados. ou em bens de terceiros. Exaustão Corresponde à perda de valor. prorrogação ou modificação de contratos e direitos de qualquer natureza. Método 1 (fiscal): Exaustão em função do prazo de concessão Método 2(contábil): Exaustão em função da relação entre a produção do período e a possança conhecida da mina Prof. sem indenização. decorrente de sua exploração. autorizações ou concessões. devem reverter ao poder concedente. inclusive exploração de fundo de comércio.direitos sobre bens que. Lançamento: Despesas de Exaustão ou Encargos de Exaustão (Despesa) a Exaustão Acumulada (Ativo Não Circulante – Imobilizado – Retificadora) Exploração de recursos florestais: Primeira Hipótese: Prazo Contratual < Período previsto p/ esgotamento dos recursos florestais (amortização) Segunda Hipótese: Prazo Contratual > Período previsto p/ esgotamento dos recursos florestais (exaustão) Terceira Hipótese: Prazo indeterminado de exploração dos recursos (exaustão) Quarta Hipótese: Projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos (depreciação) Exploração de recursos minerais: sempre exaustão. quando não houver direito ao recebimento de seu valor em restituição.br 66 . ao fim do prazo de concessão. licenças.custo de aquisição.patentes de invenções. direitos autorais. .pontodosconcursos. nos termos da lei ou contrato que regule a concessão de serviço público.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.com. Moraes Junior www. de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. . ou bens aplicados nessa exploração. .

estava disponível quando da autorização para divulgação das demonstrações contábeis desses períodos. ou uso incorreto. que decorre da avaliação da situação atual e das obrigações e dos benefícios futuros esperados associados aos ativos e passivos. Um erro de período anterior deve ser corrigido por reapresentação retrospectiva. salvo quando for impraticável determinar os efeitos específicos do período ou o efeito cumulativo do erro.pontodosconcursos. influenciar as decisões econômicas que os usuários das demonstrações contábeis tomam com base nessas demonstrações.br 67 . ou a combinação de ambas. A entidade deve selecionar e aplicar suas políticas contábeis uniformemente para transações semelhantes. ou nos montantes relativos ao consumo periódico de ativo. a menos que Pronunciamento. as bases. A dimensão ou a natureza do item. Omissão material ou incorreção material: é a omissão ou a informação incorreta que puder. portanto. não são retificações de erros. Moraes Junior Políticas contábeis: são os princípios. outros eventos e condições. As alterações nas estimativas contábeis decorrem de nova informação ou inovações e. e . as regras e as práticas específicas aplicados pela entidade na elaboração e na apresentação de demonstrações contábeis.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior www. Mudança na estimativa contábil: é um ajuste nos saldos contábeis de ativo ou de passivo. Prof. A materialidade depende da dimensão e da natureza da omissão ou da informação incorreta julgada à luz das circunstâncias às quais está sujeita. Interpretação ou Orientação especificamente exija ou permita a classificação de itens para os quais possam ser aplicadas diferentes políticas. as convenções. Erros de períodos anteriores: são omissões e incorreções nas demonstrações contábeis da entidade de um ou mais períodos anteriores decorrentes da falta de uso. pode ser o fator determinante.pudesse ter sido razoavelmente obtida e levada em consideração na elaboração e na apresentação dessas demonstrações contábeis. de informação confiável que: . individual ou coletivamente.com.

380.00.00 2.00 2.800.00 2.800.00 420.800.10. é o que segue abaixo: a) Diversos a Caixa Duplicatas a Pagar Descontos Ativos b) Caixa a Diversos a Duplicatas a Pagar a Descontos Ativos c) Diversos a Duplicatas a Pagar Caixa Descontos Passivos d) Duplicatas a Pagar a Diversos a Caixa a Descontos Ativos e) Duplicatas a Pagar a Diversos a Caixa a Descontos Passivos 2. com descontos de 15%.br 68 .(Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) O lançamento contábil apropriado para registrar o pagamento de duplicatas no valor de R$ 2.380.00 2. Moraes Junior 5.00 2.00 2.00 2.800.com.00 2.00 420. Moraes Junior www.pontodosconcursos.380.00 420.800.00 2.00 420.800.380.00 420.380. Exercícios de Fixação 114.00 Prof.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.

116.00 foram comprados em abril de 2008.000. A empresa utiliza contabilização mensal dos encargos de depreciação e uma taxa anual de 12%.00.com. na Demonstração do Resultado do Exercício. A nova provisão deverá ser contabilizada à razão de 3% dos créditos sob risco. c) R$108. Entre os equipamentos.(Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) A empresa “X”.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00. Ao encerrar o ano de 2009.00. das Máquinas S/A faz seus balanços considerando um exercício coincidente com o ano calendário. a conta Máquinas e Equipamentos apresenta um saldo devedor de R$ 900.00.000.800.000. d) R$ 240. b) R$ 360.00. e) R$ 2.000.00.00. No seu livro Razão há um saldo remanescente da Provisão para Devedores Duvidosos no valor de R$ 1. R$ 400.br 69 . e) R$ 60. o valor de a) R$ 450. Deve.000.(Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) Uma máquina adquirida em abril de 2010 por R$ 3. deverá ser computado como encargo de depreciação. 117.770. neste balanço.pontodosconcursos.00.000. e) R$ 180. no montante de R$ 60.00 foram comprados em abril de 2009 e o restante.00. em relação a essa máquina.00.00. R$ 300. Nesse exercício. b) R$ 800.00.(Fiscal de Rendas-Rio de Janeiro-RJ-Esaf-2010) A Cia. o que. sem garantias específicas de recebimento.000. instalada para funcionar em julho do mesmo ano. Prof.000.00. b) R$121.000. considerando-se um valor residual de 20%.000.00. Moraes Junior 115. com expectativa de vida útil estimada em 10 anos. os encargos de depreciação com esses equipamentos terão o valor de a) R$144. tem depreciação contabilizada. fará a empresa suportar uma despesa no valor de a) R$ 770. em 31 de dezembro. c) R$ 300. d) R$ 1.00. para os cálculos. No balanço referente ao exercício social de 2011.800.000. em agosto de 2009. portanto.00. d) R$ 85. constituir uma provisão para risco de crédito.00. tem créditos normais. Moraes Junior www.00.00. c) R$ 1.

A vida útil econômica dos veículos foi estimada em cinco anos e o seu valor residual foi estimado em 5%. A conta Depreciação Acumulada. Ao contabilizar uma nova provisão no exercício de 2008. o contador deverá constituir para o balanço um saldo de Prof. na forma como segue: em outubro de 2008 em junho de 2009 em abril de 2010 R$ 33.000. um passivo deve ser classificado como Passivo Contingente quando satisfizer o seguinte critério entre outros: a) o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade. Ao registrar na contabilidade os encargos de depreciação do exercício de 2010. conseguindo um acordo judicial à base de 68%.00 na conta Veículos.com. nessa data.00.00.br 70 .000. R$ 25. dos quais R$ 20.00.(Analista do Mercado de Capitais-CVM-2010-Esaf) A empresa ARPEC S/A. d) deverá ser liquidado num período até doze meses após a data do balanço. Moraes Junior www.00 e) R$ 10.900. a empresa tinha créditos a receber no valor de R$ 180. Durante o ano de 2008 a empresa baixou créditos incobráveis no valor de R$ 7.00 119.000. dispensando-se os centavos. já tinha saldo de R$ 20.800. O método de cálculo da depreciação utilizado é o linear.00 e teve comprovada a experiência de perdas no recebimento de créditos.00 d) R$ 11. apresenta um saldo de R$ 84.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 c) R$ 14. b) espera-se que seja liquidado durante o ciclo operacional normal da entidade. c) está detido essencialmente para a finalidade de ser negociado. R$ 22. Moraes Junior 118.A.000.00.00 b) R$ 16.00. Em 31/12/2008. em 31 de dezembro de 2010. 120.650. data de encerramento do exercício social.000. a empresa Previdente S. para uso. Os veículos foram adquiridos e incorporados ao patrimônio. antes de se contabilizar os encargos do exercício. em média de 4%.500. a empresa vai encontrar o valor de a) R$ 26.200.(Analista do Mercado de Capitais-CVM-2010-Esaf-Adaptda) De acordo com as Normas Internacionais de Contabilidade.000.(AFRFB-2009-Esaf-Adaptada) No balanço patrimonial encerrado em 31/12/2007. ocorrida nos últimos três anos.pontodosconcursos.210. após o arredondamento matemático.00.000.00 eram devidos por uma firma que abriu concordata.900. apresentava a conta Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa com saldo de R$ 13. e) a entidade não tem um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo durante pelo menos doze meses após a data do balanço.

já contabilizada. d) R$ 320.00. em decorrência da aquisição.800.00.00 47. O primeiro desses carros já era da empresa desde 2005. quando esses veículos foram vendidos. Moraes Junior 29.00. nessa data.600.000.500.000.00 12.500.000. a vista. tendo entrado no balanço de 2007 com saldo de R$ 25. O segundo veículo foi comprado em primeiro de abril de 2008 por R$ 10.00 35. 121.00.000.00 35. c) R$ 325.00 a Veículo “A” 25.00 a Veículo “B” 10.00. o saldo da conta de bens depreciáveis havia saltado para R$ 1. os bens depreciáveis eram apresentados com saldo de R$ 800.000. d) R$ 6. em 31/12/2008.000.000.A. Entretanto. podemos dizer que no balanço patrimonial a ser encerrado em 31 de dezembro de 2008 o saldo da conta Depreciação Acumulada deverá ser de a) R$ 340.(AFRFB-2009-Esaf) Na Contabilidade da empresa Atualizadíssima S. com saldo de R$ 200.A.00 35.000. no valor de R$ 300. alienou dois veículos de sua frota de uso.br .000.000.000.000. 122.00 Perdas de Capital 6. b) R$ 5. Moraes Junior a) R$ 12.00.500.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. por R$ 29. com uma Depreciação Acumulada.00 47.pontodosconcursos.00 18. Em 30 de setembro de 2008.00. e) R$ 290.00. A empresa atualiza o desgaste de seus bens de uso em períodos mensais.00 71 www. em primeiro de abril. c) R$ 7. de outros bens com vida útil de 5 anos.800.00.000.00.00.00.00 b) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital Prof.500.00 e depreciação acumulada de 55%.000.00.00 em 31/03/2008. não tendo participado do balanço do referido ano de 2007.00.200.(AFRFB-2009-Esaf) A empresa Revendedora S.000.000. Considerando que todo o saldo anterior é referente a bens depreciáveis à taxa anual de 10%.00.000.600.com.100.000.000. a empresa registrou seus ganhos ou perdas de capital com o seguinte lançamento de fórmula complexa: a) Diversos a Diversos Caixa 29.000. e) R$ 19. b) R$ 305.

750.750.000.00 29.00 42.000.00 7. quando este for inferior.500. quando corresponder à perda de valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. e) amortização. Moraes Junior c) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital d) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital e) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital 29.000.00 46.500. d) provisão para ajuste ao valor de mercado.pontodosconcursos. quando corresponder à perda por ajuste ao valor provável de realização. b) depreciação. decorrente da exploração de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais.00 123.00 17.000.00 13.000.00 35.00 35.750.000.750.00 48. Prof.br 72 .000.00 13. quando corresponder à perda do valor de capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial. quando corresponder à perda pelo ajuste do custo de aquisição ao valor de mercado.00 11.500.00 19. ou bens aplicados nessa exploração. quando corresponder à perda de valor.000.00 42.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 29.com. quando este for superior.00 35.(AFRFB-2009-Esaf) A diminuição do valor dos elementos do ativo será registrada periodicamente nas contas de: a) provisão para perdas prováveis.00 46. ação da natureza ou obsolescência. c) exaustão. Moraes Junior www.500.00 48.000.000.

em primeiro de outubro de 2008.(ATRFB-2009-Esaf) A empresa Hélices Elíseas S. c) R$ 5.2007.800.(AFRFB-2009-Esaf) A firma comercial Alvorada Mineira Ltda.00.12.00.A.500.000. o seu valor contábil será de a) R$ 22.(ATM-Natal/RN-2008-Esaf) A empresa Fastfood Ltda.500.000.000. d) R$ 5.600.000.000.00 e mais outra.br 73 . por R$ 6. igual às perdas efetivas ocorridas no recebimento de créditos nos últimos três exercícios.com.000. tinha também uma conta de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa com saldo remanescente de R$ 13. Moraes Junior www. em primeiro de abril de 2008.. Sabendo-se que a vida útil desses equipamentos é de apenas dez anos.400.000. adquiriu um bem de uso por R$ 6.00. b) R$ 13.00. e) R$ 20. e) R$ 3. por R$ 8. 125. c) R$ 21.00.00.00.00.00. por R$ 10. c) R$ 11.00.00. no balanço de 31 de dezembro de 2008.000.280.00.000. d) R$ 21.300. em 31.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. 126.00.00.00.780. d) R$ 24. Ao ser contabilizada a operação acima. Feitos os lançamentos cabíveis.00. a empresa levará ao resultado do exercício uma despesa provisionada de: a) R$ 15.000. podemos dizer que. já tinha máquinas e equipamentos adquiridos em outubro de 2007. quando comprou outra. b) R$ 22. o patrimônio da firma Alvorada evidenciará um aumento no ativo no valor de: a) R$ 6. b) R$ 4.00.5%. com contas a receber no valor de R$ 800.00. Moraes Junior 124.000. mandou fazer nova provisão baseada numa estimativa de perdas de 3.220. A operação foi tributada com ICMS de 12%. e) R$ 28. pagando uma entrada de 25% em dinheiro e financiando o restante em três parcelas mensais e iguais.00.00. No encerramento do exercício de 2007. Prof.pontodosconcursos.720.

2007. e) R$ 7.900.12. que já tem Depreciação Acumulada no valor de R$ 240. como custo ou despesa operacional. b) R$ 150. Moraes Junior www.pontodosconcursos. e) R$ 208. d) R$ 198.00.(AFC-STN-Áres:Contábil-Financeira-2008-Esaf) opção que contém uma afirmativa falsa.00.000.000.500.00.07. perdas com créditos de liquidação duvidosa no valor de a) R$ 2.00.00.12. d) R$ 7. Assinale abaixo a a) A quota de depreciação registrável na escrituração.00. na produção de seus rendimentos.000. c) A taxa anual de depreciação será fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem pelo contribuinte.100.00. e adquiridas em julho de 2008: R$ 60. ou dele baixado.12. 129.(AFC-STN-Áres:Contábil-Financeira-2008-Esaf) A empresa Dúbias Cobranças S/A tinha créditos no valor de R$ 160. Durante o exercício de 2007.600.000. d) Será admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda. b) A quota anual de depreciação será ajustada proporcionalmente no caso de período-base com duração inferior a doze meses.00 em 31.00.000.com. A vida útil das máquinas é estimada em 5 anos e a depreciação é contabilizada anualmente.800. será de: a) R$ 18. Com base nessas informações. Prof.00 e deverá ir a balanço em 2007 com saldo equivalente a 3% dos créditos cabíveis. 128. houve a baixa de perdas no valor de R$ 3. pode-se dizer que a despesa de depreciação.000. em 31. no exercício de 2007.(ATM-Natal/RN-2008-Esaf) A empresa Meireles S.200.00 na conta Máquinas e Equipamentos.300. Moraes Junior 127. Após a contabilização dos ajustes para o balanço de 2007..Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.100.br 74 .00 em 31. A conta provisão para créditos de liquidação duvidosa foi a balanço em 2006 com saldo de R$ 4. no curso do período-base.A.00. tem um saldo de R$ 900. será determinada mediante a aplicação da taxa anual de depreciação sobre o custo de aquisição dos bens depreciáveis. referente a créditos de 2007.00. c) R$ 191. pode-se dizer que essa empresa contabilizou.00.800. c) R$ 3. adquiridas em abril de 2008: R$ 80.000. referente a créditos já existentes em 2006 e de R$ 1.000.00. A composição das máquinas é a seguinte: adquiridas até 2006: R$ 770.06 e de R$ 110.000.000. e de bem acrescido ao ativo. adquiridas em abril de 2007: R$ 130.00.00.000.000.00. b) R$ 3.00. no exercício social de 2008.00.

O lançamento adequado para contabilizar essa operação de venda deverá considerar o seguinte mecanismo de débito e crédito: a) débito de Contas a Receber crédito de Máquinas e Equipamentos débito de Contas a Receber crédito de Máquinas e Equipamentos crédito de Lucro na Alienação débito de Contas a Receber débito de Prejuízo na Alienação crédito de Máquinas e Equipamentos débito de Contas a Receber débito de Depreciação Acumulada crédito de Máquinas e Equipamentos crédito de Lucro na Alienação R$ 38.000. em 31. o Contador deverá mandar fazer na conta Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa um registro de a) R$ 1.000. inclusive edifícios e construções e projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos.00 b) c) d) R$ 49.000. no livro Razão.pontodosconcursos.400. a prazo.00.000.00 R$ 8.280.00.600. com saldo anterior de R$ 520. 130. por R$ 38.12.00.(ENAP-Contador-2006-ESAF) A firma Dadivo S/A vendeu. comprovada em 4% nos últimos três exercícios sociais. a crédito. Moraes Junior www.00 R$ 11. d) R$ 520. precisa mandar constituir uma provisão para devedores duvidosos.000.000.00. e com experiência de perda efetiva no recebimento de itens dessa espécie.(SUSEP-2006-Esaf) A empresa Comércio Limitado.000.00 R$ 29. a débito. tendo créditos a receber no valor de R$ 32.400.00.400.00.00. a débito.000.00 Prof. R$ 38.000. a crédito.000. a crédito. Considerando que. e) R$ 440.com.00.br 75 . e que a empresa quer contabilizar o evento com um único lançamento no livro Diário.05.00. Moraes Junior e) Podem ser objeto de depreciação todos os bens sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas naturais ou obsolescência normal.00 R$ 42. uma máquina usada.00. antes de elaborar o seu balanço anual.000.00.400.00.00 R$ 38. 131. não utilizado.400.00 R$ 4. mas já estava depreciado em 30%. R$ 38.00 R$ 42.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. já existe uma conta de provisão com essa finalidade. b) R$ 960. Referido equipamento fora comprado por R$ 42.00. R$ 38. R$ 49. c) R$ 760.00 R$ 7.

Em decorrência dos fatos informados. e outra. c) R$ 3.e) Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 por mês.00. b) R$ 5.600. b) R$ 6. c) R$ 6. já havia sido paga a manutenção dos meses de janeiro e fevereiro de 2006.900. e) R$ 7.00 R$ 50. a R$ 250. cuja ocorrência verificou-se durante o ano inteiro. e) R$ 3. por quanto poderá ser vendida no mês de setembro de 2006.625.00 crédito de Lucro na Alienação R$ 8. sem causar ganhos nem perdas contábeis? Referido bem. locada de Ferragens S/A. ao contrário do aluguel que só fora pago até o mês de outubro de 2005.00.000.400.00.00.900.000. no valor de R$ 8. sendo uma de sua propriedade.com.000.00.00.00.000.600. 133. d) R$ 3. d) R$ 6.00 débito de Depreciação Acumulada R$ 12.400. depreciável. Prof. e em observância aos princípios contábeis de Competência e da Entidade. Moraes Junior www.00.(IRB-2006-Esaf) A empresa Domesticação Ltda.00 cada uma.000. sendo que.600..000.600.br 76 .300.pontodosconcursos. em 31 de dezembro de 2005.200. utiliza duas máquinas em seu processo produtivo. essa empresa deverá apresentar despesas no valor de a) R$ 5.00 crédito de Máquinas e Equipamentos R$ 42.00. nas condições acima indicadas e sem considerar implicações de ordem tributária ou fiscal.00 em março de 1999 e instalada no mesmo dia com previsão de vida útil de dez anos e valor residual de 20%.00. poderá ser vendido por a) R$ 5. adquirida por R$15.(TRF-2006-Esaf) Uma máquina de uso próprio.00 R$ 50. 132.200.00. Em manutenção mensal essas máquinas consomem despesas fixas de R$ 100.00.00. Moraes Junior débito de Contas a Receber R$ 38.640. no valor de R$ 10. Ambas as máquinas têm vida útil estimada em dez anos.

000. Observando as informações acima. no valor de R$ 17.00. mantinha a conta Máquinas e Equipamentos representando três máquinas em utilização na empresa. foi adquirida por R$ 10.br 77 .(IRB-2006-Esaf) Possuindo. Prof.262.000.350.00.600.000. há três anos e meio.725.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00.00. A segunda. a empresa Onetwoelen S/A. uma máquina comprada por R$ 120.00. a Contabilidade apresentou depreciação acumulada no valor de a) R$ 4. um lucro no valor de a) R$ 17. iniciada em outubro de 2004. pelo método da linha reta. A empresa faz a apropriação das despesas com desgaste dos bens em lançamentos anuais.000.00 e tem vida útil de 10 anos.000. também com vida útil de 10 anos. máquina Celta. nesta operação de venda.000.600.000. máquina Alfa.000.50. máquina Beta. A terceira. pode-se dizer que a empresa obteve. iniciada em abril de 2003.00. em 2005.50. e) R$ 2.00. e da provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro. foi adquirida por R$ 6. e) R$ 7.(ENAP-Contador-2006-Esaf) A empresa Sem Mércio S/A. logrando obter margem bruta de lucro de 25%. A primeira delas. a empresa Javeli S/A promoveu a contabilização do encargo de depreciação do exercício. no valor de R$ 7. enquanto que a máquina Alfa foi baixada do ativo imobilizado.00.00. d) R$ 9. d) R$ 29.000.00.pontodosconcursos. Sobre a máquina Celta é mantido um valor residual de 15% de seu custo histórico. a prazo.00.162.00. iniciada em agosto de 2002.000. d) R$ 2. Ao elaborar as demonstrações relativas ao exercício de 2005. por alienação. foi adquirida por R$ 4. 136.00. b) R$ 19.200. e) R$ 36. encerrado em 31 de dezembro.000.(TRF-2006-Esaf) No encerramento do exercício de 2005.00. da provisão para créditos de liquidação duvidosa. no valor de R$ 12. visando a uma possível reintegração.00.00 e depreciada com base linear em vida útil de 5 anos e valor residual de 20%.00. Com o registro contábil dos fatos indicados a empresa teve seu ativo patrimonial diminuído em a) R$ 12. c) R$ 12. c) R$ 2.com.000.662. 135.00 e tem vida útil de 8 anos. promoveu sua alienação. Moraes Junior 134. c) R$ 24.000.50. b) R$ 13.200. b) R$ 3. Moraes Junior www.

00. desde que sobrasse um valor residual de 20% do custo de aquisição. c) R$ 48.000. Considerando que a apropriação da folha de férias é feita em 30% para custo dos estoques e 70% para despesas administrativas e que de tudo que se fabrica no mês.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Se a empresa utiliza o método da linha reta para depreciar tal equipamento.00.100.00. devem ser estornados do custo das mercadorias vendidas.500. contabilizou a folha de provisão para férias do mês de outubro de 2005 com erro. em 31 de dezembro de 2005 ele deverá apresentar valor contábil de a) R$ 35.(IRB-2006-Esaf) A empresa Almeiderson S/A adquiriu por R$ 67. contra a provisão de férias.A. registrados nos estoques devem ser estornados. b) 70% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados das despesas administrativas. 138.875. indique qual estorno abaixo representa um ajuste necessário. incorporou a seu ativo imobilizado. estimando sua vida útil em dez anos. Foram provisionados em duplicidade o equivalente a 20% dos duodécimos. d) 6% dos 20% dos duodécimos da folha de provisão de férias de outubro de 2005.br 78 . d) R$ 54.00.00. da folha de férias de outubro de 2005. Moraes Junior www. b) R$ 43.com. Moraes Junior 137. Prof. contabilizados a maior.(AFRF-2005-Esaf) A empresa Divergências S. uma vez que o referido lançamento só foi constatado na conciliação feita no mês seguinte.pontodosconcursos.00 um equipamento industrial que. e) 30% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados do custo dos estoques contra a provisão de férias. em junho de 2002. se vende 50%.500. a) 3% do total dos duodécimos contabilizados em duplicidade. e) R$ 67. c) 14% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados dos estoques.600.

Ao fim do 5º ano de exploração bem-sucedida.290. e) R$ 25.000.500.00.00.000.12. c) R$ 16. a empresa deverá contabilizar uma provisão.br 79 . Considerando-se que está comprovada a expectativa de perda provável de 3% dos créditos a receber.03. referente ao exercício de 2003.000. assinale abaixo a única assertiva que não é verdadeira. b) A taxa de exaustão será de 10% do custo total por ano. Moraes Junior www. aliado às outras informações constantes do enunciado.500. No balanço patrimonial. 140. b) R$ 9. tem no livro razão uma conta intitulada “Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa” com saldo credor de R$ 9. mantendo-se o residual de proteção de 20% da capacidade produtiva. d) Ao fim do 5º ano.500. custara R$ 300. mas tinha capacidade estimada em 500 mil metros cúbicos de minério e foi instalada com capacidade de exploração em 8 anos. c) A taxa de exaustão será de 12.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.(ICMS-MG-2005-Esaf) A mina Etereal. a exaustão acumulada será de 50% do custo da mina. a mina foi alienada por R$ 200. d) R$ 16. respectivamente.00. que será elaborado com data de 31.00. após a aquisição e instalação. a empresa deverá demonstrar as contas “Duplicatas a Receber” e “Clientes”.(ICMS-RN-2005-Esaf) A firma Linhas de Comércio Ltda.00. oriundo do balanço patrimonial de 2002.00. Prof. com quitação em vinte duplicatas mensais. a) A exploração anual será de 50 mil m³ de minério.com. Moraes Junior 139. seja reduzido no valor de a) R$ 7. fará com que o lucro da empresa. Analisando essas informações.5% ao ano.00 aos cofres da nossa empresa.000. e) O custo a ser baixado no ato da venda será de R$ 90. mas que permanece inalterado ao final do exercício de 2003.00.00. Este fato. com saldo devedor de R$ 350 mil e R$ 200 mil.pontodosconcursos.

000. Ao findar o ano com novos saldos no valor de R$ 42. e) R$ 1. b) R$ 5.br 80 .00 142.000. trimestralmente.600. Com base nessas informações.00 01/07/2003 cinco anos 31 de dezembro No exercício de 2004 o aludido bem de uso vai gerar encargos de depreciação no valor de a) R$ 5. em 31/12/x4 tinha valores a receber com saldo no valor de R$ 27.00 c) R$ 450.00 d) R$ 1.00. a empresa adotou procedimento igual ao anterior. mandando provisionar seus créditos para fins de balanço.(ICMS-RN-2005-Esaf) Considere os seguintes dados e informações sobre determinado bem de uso. em primeiro de abril de 1998. e seu valor tem sido atualizado. referente ao exercício de 2005. 143.00 R$ 21. nos outros 40%.com.00 b) R$ 1.000.260.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.746. por depreciação feita com base em vida útil estimada de 10 anos e saldo residual de 20% do custo.00 R$ 20. Moraes Junior 141. devidamente contabilizada vai-nos mostrar que o preço de venda obtido na alienação foi de Prof. •valor de mercado na data da compra •valor de mercado em 31/12/2004 •valor de aquisição •valor residual estimado •data de aquisição •vida útil estimada: •data de encerramento de exercício social R$ 25. provocará na Demonstração do Resultado do Exercício uma redução do lucro final no valor de a) R$ 774.00 e) R$ 936.(AFC-STN-2005-Esaf) Em 20 de outubro de 2004.00..00.(ICMS-MG-2005-Esaf-Adaptada) A empresa ACD Ltda. por não recebimento.00. A operação.400.00.pontodosconcursos.000.00 R$ 2.000.00.00. auferindo um lucro da ordem de 20% sobre o preço obtido na alienação.800. Durante o exercício de x5 a empresa recebeu e deu quitação a 60% desses créditos e mandou dar baixa. d) R$ 3.00 e mandou fazer provisão para créditos de liquidação duvidosa no valor de R$ 810.000. c) R$ 4.000.000.000. Moraes Junior www. a empresa Milícias S/A mandou contabilizar a baixa por venda de uma máquina de uso. Referida máquina fora comprada por R$ 150. podemos dizer que a contabilização da provisão para créditos de liquidação duvidosa.00.

00 e outras descontadas em Bancos.00 144.00. por R$ 45.000.200.00 d) R$ 86.00.720.. em abril de 2002. Moraes Junior www.00 c) R$ 65.625. com utilização imediata. algumas ainda a vencer. no valor de R$ 112. Para fins de apropriar o desgaste físico. já protestadas.000. nós consideramos a vida útil de 10 anos e 5 anos. com base em 4% dos devedores duvidosos.00 c) R$ 7. Feitas as provisões e contabilizadas corretamente.000.com.400.500.000.00 b) R$ 6.00 e) R$ 5. encontramos diversas duplicatas a receber. O encargo de depreciação contabilizado no exercício social de aquisição (2002) foi no valor de a) R$ 4. mais algumas em fase de cobrança.00 b) R$ 9. outras já vencidas.00.00 e) R$ 90.280.00 e) R$ 12.000.00 d) R$ 5.br 81 .(AFRF-2003-Esaf) Ao examinarmos a carteira de cobrança da empresa Gaveteiro S/A.00 145.00 c) R$ 8.400.00 b) R$ 63.800. sendo correto um provisionamento deste porte. com valor residual de 20%. no valor de R$ 120.pontodosconcursos.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.600. no valor de R$ 111. Moraes Junior a) R$ 52.00.00 Prof.500.00. Pelo conhecimento que temos da empresa e de sua carteira de cobrança.00.000. no valor de R$ 98.640.(AFC-CGU-2004-Esaf) O nosso Ativo Imobilizado consta apenas de Equipamento adquirido por R$ 60. respectivamente. sabemos que a experiência de perda com esses créditos tem sido de cerca de 4%.000.500.000. Também havia uma Provisão para Créditos Incobráveis com saldo credor de R$ 4. é correto dizer que a Demonstração do Resultado do Exercício conterá como despesa dessa natureza o valor de a) R$ 9.760.000. e Veículo comprado em julho do mesmo ano.00 d) R$ 8.

00 em 01/10/2001 e a máquina BETA foi comprada pelo mesmo preço.000.00.(AFRF-2003-Esaf-Adaptada) Em primeiro de novembro a Nossa Firma adquiriu cinco conjuntos de mesas com quatro cadeiras.00.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.12.250.00.2-Esaf) Em primeiro de outubro de 2001. e) R$ 22.22 e) R$ 10.pontodosconcursos. no comprador.00 c) A operação de compra deu ao vendedor um lucro de R$ 4.00.750.250.55 148.44 d) R$ 10. pagando 60% à vista. Moraes Junior www. pode-se afirmar que: a) A conta Depreciação Acumulada desse veículo terá saldo de R$ 5.555. 147.000. que no Balanço Patrimonial os cinco conjuntos em epígrafe contribuirão com um custo de a) R$ 9.00. sendo R$ 1. em relação ao referido veículo.com.00 d) A operação de compra deu ao vendedor uma perda de R$ 500. em 01/04/2002. no comprador.00 por cadeira.00. podemos dizer. é de R$ 21. A depreciação considera a previsão normal do fisco para a vida útil de veículos (5 anos).00 e) O valor contábil do veículo. referente à máquina BETA. mas o proprietário falou e disse: “vou cuidar para que a depreciação dos bens de uso seja feita em 12 anos”.00 para as cadeiras.100. referente a ambas as máquinas.000.00 Prof. Moraes Junior 146.00.000. Ambas as máquinas têm durabilidade igual: deverão ser usadas durante dez anos. No dia 31 de dezembro os bens foram inventariados com base em pesquisa válida que encontrou preço líquido de mercado de R$ 900.850.(AFRF-2003-Esaf) A máquina ALFA foi comprada por R$ 130. referente à máquina ALFA.00 para as mesas e de R$ 300. Segundo o costume usual os móveis brasileiros têm expectativa de vida útil de dez anos.br 82 .888.88 c) R$ 9.22 b) R$ 9. e contabilizado com valor residual de R$ 12. a Ameriflores Ltda adquiriu um veículo usado por R$ 23. O preço total foi R$ 10.750.02.022.450. O carro fora comprado novo pelo ora vendedor pela quantia de R$ 27. O desgaste físico desses bens deverá ter contabilização anual.00 por mesa e R$ 250.000. Em 31 de dezembro do mesmo ano.000. b) R$ 9. referente à máquina ALFA. elaborada em 31.644. para pagamento em 60 dias. há um ano e meio.(TRF-2002.00.00. na Demonstração de Resultado do Exercício de 2002.00 b) O valor contábil do veículo. referente à máquina BETA.650. A empresinha da questão usa como mobília dois dos conjuntos adquiridos e os outros três foram destinados à revenda. com certeza. c) R$ 13.622. é e R$ 22. adotando-se os critérios legais de avaliação de ativos. Assim sendo. d) R$ 16. Com base nestes dados e informações. constarão Encargos de Depreciação no valor de a) R$ 3.000.

00 e o trator fora comprado por R$ 35. podemos afirmar que a alienação narrada acima deu origem. efetivamente. Submetendo-se esse bem à depreciação.00 b) R$ 21. dependendo do valor residual Prof. Quando da aquisição da mina. Considerando que a contabilização estimada da amortização desses ativos tem sido feita normalmente.000. Moraes Junior 149. 20 toneladas. o imposto de renda seria o mesmo em ambas as hipóteses a depreciação.com.br 83 . pelos Métodos da Linha Reta e da Soma dos Dígitos dos Anos. a capacidade total foi estimada em 40 toneladas de minérios com extração prevista para dez anos.000. O trator vendido tem sido depreciado pelo método linear.000. pode-se afirmar que.00 c) R$ 20.000. não afetaria o imposto de renda o imposto de renda seria maior.2-Esaf) A empresa Desmontando S/A vendeu o seu ativo imobilizado.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.(AFC-STN-2000-Esaf) Um direito sobre bens do ativo permanente tem vida útil de 7 (sete) anos. já passados quatro anos. a ganhos de capital no valor de: a) R$ 10.00 150. com vida útil prevista em dez anos. Dele constavam apenas uma mina de carvão e um trator usado. na verdade.200. num ou noutro método. por R$ 100.00 d) R$ 13. em termos líquidos.200. Moraes Junior www. há exatos quatro anos. verificamos que forma extraídas. no quarto ano da vida útil. com valor residual de 20%. à vista.(AFRF-2002. a) b) c) d) e) o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da linha reta o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da soma dos dígitos dos anos coincidentemente.00.00 e) R$ 24.000. comparativamente.00. Agora. durante a vida útil. A mina teve custo original de R$ 110.pontodosconcursos.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior GABARITO: 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – D B D D C A D B B A B B A D A D C E C A B E A C A E A A D E C A E C E A C

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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 5.11. Resolução dos Exercícios de Fixação 114.(Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) A empresa “X”, em 31 de dezembro, tem créditos normais, sem garantias específicas de recebimento, no montante de R$ 60.000,00. Deve, portanto, constituir uma provisão para risco de crédito. No seu livro Razão há um saldo remanescente da Provisão para Devedores Duvidosos no valor de R$ 1.000,00. A nova provisão deverá ser contabilizada à razão de 3% dos créditos sob risco, o que, neste balanço, fará a empresa suportar uma despesa no valor de a) R$ 770,00. b) R$ 800,00. c) R$ 1.770,00. d) R$ 1.800,00. e) R$ 2.800,00. Resolução I - A empresa “X”, em 31 de dezembro, tem créditos normais, sem garantias específicas de recebimento, no montante de R$ 60.000,00. Deve, portanto, constituir uma provisão para risco de crédito. Portanto, como há créditos normais, sem garantias de recebimento, será constituída uma provisão para créditos de liquidação duvidosa (ou provisão para devedores duvidosos) considerando a base de cálculo de R$ 60.000,00. II - No seu livro Razão há um saldo remanescente da “Provisão para Devedores Duvidosos” no valor de R$ 1.000,00. A nova provisão deverá ser contabilizada à razão de 3% dos créditos sob risco, o que, neste balanço, fará a empresa suportar uma despesa no valor de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) = 3% x 60.000 = R$ 1.800,00 Saldo Remanescente da “Provisão para Devedores Duvidosos” = R$ 1.000,00 Método da Complementação: Valor a Ser Constituído da PDD = 1.800 – 1.000 = 800 Lançamento: Débito: Despesas com Provisões (Despesa) 800 Crédito: Provisão para Devedores Duvidosos (Ativo Circulante-Retificadora)800 GABARITO: B

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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 115.(Analista de Comércio Exterior–MDIC–Grupo 1–2012–Esaf) Uma máquina adquirida em abril de 2010 por R$ 3.000,00, instalada para funcionar em julho do mesmo ano, com expectativa de vida útil estimada em 10 anos, tem depreciação contabilizada, considerando-se um valor residual de 20%. No balanço referente ao exercício social de 2011, deverá ser computado como encargo de depreciação, em relação a essa máquina, o valor de a) R$ 450,00. b) R$ 360,00. c) R$ 300,00. d) R$ 240,00. e) R$ 180,00. Resolução I - Uma máquina adquirida em abril de 2010 por R$ 3.000,00, instalada para funcionar em julho do mesmo ano, com expectativa de vida útil estimada em 10 anos, tem depreciação contabilizada, considerando-se um valor residual de 20%. Data de Aquisição da Máquina = abril/2010 Valor de Aquisição = R$ 3.000,00 Entrada em Funcionamento da Máquina = julho/2010 Vida Útil Estimada = 10 anos Valor Residual = 20% x Valor de Aquisição = 20% x 3.000 = R$ 600,00 II - No balanço referente ao exercício social de 2011, deverá ser computado como encargo de depreciação, em relação a essa máquina, o valor de... Como a questão não definiu o método, devemos considerar o método linear de depreciação. Vida Útil Estimada = 10 anos Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/10 = 0,10 = 10% ao ano Repare que estamos falando de encargo de depreciação, ou seja, é a despesa de depreciação de 2011. Vamos calcular: Custo de Aquisição do Bem (-) Valor Residual Base de Cálculo da Depreciação ou Valor Depreciável (x) Período (1 ano = de janeiro a dezembro de 2011) (x) Taxa de Depreciação Despesas com Depreciação = 2.400 x 1 x 10% 3.000 (600) 2.400 1 10% 240

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b) R$121. Entre os equipamentos. mas não é a resposta correta. R$ 300.00 foram comprados em abril de 2009 e o restante.000.A Cia. Moraes Junior Na questão. Resolução I .000. d) R$ 85.(Fiscal de Rendas-Rio de Janeiro-RJ-Esaf-2010) A Cia.000.00 foram comprados em abril de 2008. A empresa utiliza contabilização mensal dos encargos de depreciação e uma taxa anual de 12%. Nesse exercício.00. das Máquinas S/A faz seus balanços considerando um exercício coincidente com o ano calendário.5 10% 360 Repare que havia resposta (alternativa “b”).000 (600) 2.5 ano = de julho de 2010 a dezembro de 2011) (x) Taxa de Depreciação Despesas com Depreciação = 2.400 x 1. Moraes Junior www. Para calcular a depreciação acumulada temos que considerar todo o período de operação da máquina até a data do balanço referente ao exercício social de 2011.000. não estamos falando de depreciação acumulada. c) R$108.000.000.5 x 10% 3. Ao encerrar o ano de 2009.00.000.00.00. na Demonstração do Resultado do Exercício.00. GABARITO: D 116. Exercício coincidente com o ano calendário (de 01/01 a 31/12) Prof. a conta Máquinas e Equipamentos apresenta um saldo devedor de R$ 900.000. Vamos calcular a depreciação acumulada para que você perceba a diferença.pontodosconcursos.400 1. para os cálculos. em agosto de 2009.com. e) R$ 60.5 ano Custo de Aquisição do Bem (-) Valor Residual Base de Cálculo da Depreciação ou Valor Depreciável (x) Período (1. os encargos de depreciação com esses equipamentos terão o valor de a) R$144. das Máquinas S/A faz seus balanços considerando um exercício coincidente com o ano calendário.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00. R$ 400. Período = de julho/2010 (entrada em funcionamento da máquina) a dezembro/2011 = 18 meses = 1.br 87 .

00 Contabilização Mensal dos Encargos de Depreciação Taxa Anual de Depreciação = 12% ao ano Taxa Mensal de Depreciação = 12% ao ano/12 meses = 1% ao mês III .com.br 88 .000 (400. R$ 300.pontodosconcursos. Vamos aos cálculos: I – Equipamentos comprados em abril de 2008: Período = de janeiro de 2009 a dezembro de 2009 = 1 ano = 12 meses Encargos de Depreciação = Taxa Mensal x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação = 1% x 12 meses x 400.000) 200.000 = 10.000) (300. Moraes Junior II .000 = 48.000 ⇒ ⇒ ⇒ Total de Encargos de Depreciação (2009) = 48.00 foram comprados em abril de 2008.000 III – Equipamentos comprados em agosto de 2009: Período = de agosto de 2009 a dezembro de 2009 = 5 meses Encargos de Depreciação = Taxa Mensal x Período x Base de Cálculo ⇒ Encargos de Depreciação = 1% x 5 meses x 200.000 A questão pergunta sobre os encargos de depreciação (conta de despesa) em 2009 e não sobre a depreciação acumulada (conta patrimonial).Entre os equipamentos.00 Saldo da Conta “Máquinas e Equipamentos” no Exercício (-) Comprados em abril de 2008 (-) Comprados em abril de 2008 (=) Comprados em agosto de 2009 900.000. a conta Máquinas e Equipamentos apresenta um saldo devedor de R$ 900.000.000 II – Equipamentos comprados em abril de 2009: Período = de abril de 2009 a dezembro de 2009 = 9 meses Encargos de Depreciação = Taxa Mensal x Período x Base de Cálculo ⇒ Encargos de Depreciação = 1% x 9 meses x 300.000 + 27.000 ⇒ Total de Encargos de Depreciação (2009) = R$ 85.00 Comprados em abril de 2009 = R$ 300. Saldo da Conta “Máquinas e Equipamentos” = R$ 900.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000.00 GABARITO: D Prof.00.Nesse exercício. R$ 400.000 = 27.000. Moraes Junior www.000. A empresa utiliza contabilização mensal dos encargos de depreciação e uma taxa anual de 12%. para os cálculos. Data de compra das máquinas e dos equipamentos: Comprados em abril de 2008 = R$ 400.00 foram comprados em abril de 2009 e o restante.000.000 + 10. em agosto de 2009.

A vida útil econômica dos veículos foi estimada em cinco anos e o seu valor residual foi estimado em 5%.000. o valor informado já é o valor depreciável.br 89 . A conta Depreciação Acumulada.pontodosconcursos.900. Moraes Junior www.000 (adquirido em outubro de 2008) Veículo 2 = 25. dispensando-se os centavos.650. na forma como segue: em outubro de 2008 em junho de 2009 em abril de 2010 R$ 33.00 Resolução Veículos = 84.210. Moraes Junior 117.000 + 22.00.210 = 4.00 d) R$ 11.000.00 na conta Veículos.500 (encargos contabilizados até 31/12/2009) Período: Veículo 1 (adquirido em outubro de 2008) = 2 anos e 3 meses Veículo 2 (adquirido em junho de 2009) = 1 ano e 7 meses Veículo 3 (adquirido em abril de 2010) = 9 meses Prof. para uso.00 c) R$ 14.000 = 80. R$ 22.50 Valor Depreciável dos Veículos = Custo de Aquisição – Valor Residual ⇒ ⇒ Valor Depreciável dos Veículos = 84.000 (adquirido em junho de 2009) Veículo 3 = 22.00.000 Ou seja. Ao registrar na contabilidade os encargos de depreciação do exercício de 2010. A depreciação acumulada em 31/12/2010 era: Depreciação Acumulada = 20.000.00 b) R$ 16.210.00 e) R$ 10. a empresa vai encontrar o valor de a) R$ 26. após o arredondamento matemático.(Analista do Mercado de Capitais-CVM-2010-Esaf) A empresa ARPEC S/A.000.000 + 25.00. nessa data.50 ⇒ ⇒ Valor Depreciável dos Veículos = 80. apresenta um saldo de R$ 84.210 – 4. antes de se contabilizar os encargos do exercício.500.210.800.000 (desprezando-se os centavos) Repare que o valor depreciável informados para os veículos: corresponde justamente aos valores Veículo 1 = 33. em 31 de dezembro de 2010.900.210 Valor Residual Estimado = 5% ⇒ ⇒ Valor Residual Estimado = 5% x 84.000 (adquirido em abril de 2010) Soma = 33.00.com. R$ 25. já tinha saldo de R$ 20.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. O método de cálculo da depreciação utilizado é o linear. Os veículos foram adquiridos e incorporados ao patrimônio.

Depreciação = 20% x 1 ano x 25.000 = 3. chamo a sua atenção.com.pontodosconcursos. a depreciação em 2010 ocorrerá ao longo dos 12 meses (de janeiro a dezembro de 2010). a depreciação em 2010 ocorrerá ao longo dos 12 meses (de janeiro a dezembro de 2010). um passivo deve ser classificado como Passivo Contingente quando satisfizer o seguinte critério entre outros: a) o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade. e) a entidade não tem um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo durante pelo menos doze meses após a data do balanço.000 ⇒ ⇒ Depreciação = 20% x 25. Prof.000 ⇒ ⇒ Depreciação = 20% x 33. pois estamos calculando a despesa de depreciação (encargos de depreciação) em 2010. b) espera-se que seja liquidado durante o ciclo operacional normal da entidade. pois estamos calculando a despesa de depreciação (encargos de depreciação) em 2010. Portanto.000 ⇒ ⇒ Depreciação = 20% x 3/4 x 22.300 = 14. d) deverá ser liquidado num período até doze meses após a data do balanço.(Analista do Mercado de Capitais-CVM-2010-Esaf-Adaptda) De acordo com as Normas Internacionais de Contabilidade. Moraes Junior www.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.br 90 . c) está detido essencialmente para a finalidade de ser negociado.000 = 6.000 III – Veículo adquirido em abril de 2010: como o veículo foi comprado em abril de 2010 e a questão não mencionou a data em que entrou em operação.600 II – Veículo adquirido em junho de 2009: Mais uma vez. deve-se considerar que foi no mês da aquisição. como o veículo foi comprado em 2008. como o veículo foi comprado em 2009. Portanto.000 = 5. Depreciação = 20% x 1 ano x 33.600 + 5.300 Encargos de Depreciação (2010) = 6.900 GABARITO: C 118. Período = de abril a dezembro = 9 meses = 9 meses/12 meses = 3/4 ano Depreciação = 20% x 3/4 ano x 22. Moraes Junior Cálculo dos encargos de depreciação em 2010 (de acordo com a questão o método de depreciação utilizado é o linear): Vida Útil dos Veículos = 5 anos Taxa de depreciação anual = 1/5 anos = 20% ao ano I – Veículo adquirido em outubro de 2008: Chamo a sua atenção.000 + 3.

Moraes Junior Resolução Passivo contingente é: . Conforme visto acima. b) espera-se que seja liquidado durante o ciclo operacional normal da entidade.espera-se que seja liquidado durante o ciclo operacional normal da entidade. A alternativa está correta.com. ou IV . Portanto.o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade.uma obrigação possível que resulta de eventos passados e cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob controle da entidade. mas que não é reconhecida porque: .está detido essencialmente para a finalidade de ser negociado.uma obrigação presente que resulta de eventos passados.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Prof. esta alternativa identifica um passivo circulante. III . II . Ou seja. Todos os outros passivos devem ser classificados como não circulantes.a entidade não tem um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo durante pelo menos doze meses após a data do balanço. A alternativa está errada. Um passivo deve ser classificado como circulante quando satisfizer qualquer dos seguintes critérios: I .não é provável que uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos seja exigida para liquidar a obrigação. ou . esta característica identifica um passivo contingente. Vamos analisar as alternativas: a) o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade. ou .br 91 .pontodosconcursos. os passivos contingentes ou contingências passivas são caracterizados como possíveis para não prováveis saídas de recursos (a probabilidade maior é que não ocorra a saída de recursos). Moraes Junior www.deverá ser liquidado num período até doze meses após a data do balanço.

a empresa Previdente S. Moraes Junior c) está detido essencialmente para a finalidade de ser negociado.600.00.00. e) a entidade não tem um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo durante pelo menos doze meses após a data do balanço. ocorrida nos últimos três anos. Ao contabilizar uma nova provisão no exercício de 2008.000. A alternativa está errada.200 Média de Perdas = 4% Prof.00.000 13. apresentava a conta Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa com saldo de R$ 13.200.800.000 PCLD 7. data de encerramento do exercício social. em média de 4%.00. GABARITO: A 119.Retificadora) a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) 7.A.br 92 . dos quais R$ 20.00. c) R$ 7.200 6. A alternativa está errada.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00. e) R$ 19. Esta alternativa identifica um passivo circulante. o contador deverá constituir para o balanço um saldo de a) R$ 12.800. Resolução Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) = 13. Em 31/12/2008. Durante o ano de 2008 a empresa baixou créditos incobráveis no valor de R$ 7.000 Lançamento da perda consumada (baixa de créditos incobráveis): Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante . A alternativa está errada. d) R$ 6.200. Esta alternativa identifica um passivo circulante. a empresa tinha créditos a receber no valor de R$ 180. b) R$ 5. Esta alternativa identifica um passivo circulante.00.00 eram devidos por uma firma que abriu concordata. conseguindo um acordo judicial à base de 68%. Moraes Junior www.com.00 e teve comprovada a experiência de perdas no recebimento de créditos.pontodosconcursos.000.200 Baixa de Créditos incobráveis = 7.600.(AFRFB-2009-Esaf-Adaptada) No balanço patrimonial encerrado em 31/12/2007.000. d) deverá ser liquidado num período até doze meses após a data do balanço.

600 Lançamento: Despesas com Provisões (Despesa) a PCLD (Ativo Circulante – Retificadora) GABARITO: D 6. Moraes Junior 31/12/2008 ⇒ Créditos a Receber = 180. Ou seja.000) = 4% x 160.400 + 6.800 (calculado) – 6.000 Um ponto importante da questão é: R$ 20. conseguindo um acordo judicial à base de 68%.000 13. (*) Em 2008.600 Prof.com.000. Vamos primeiramente a calcular a PCLD referente a parte geral.000. somente entrarão os 32% não cobertos pelo acordo.800 Nos últimos anos.00 será recebido devido um acordo judicial. vamos calcular a PCLD referente ao acordo judicial. teríamos o seguinte saldo da PCLD: PCLD 7. mas não interfere na resolução da questão.400 = 12.br 93 .000 = 6.400 PCLD (total) = 6.pontodosconcursos.000 – 20.200 6.200 Constituição da PCLD por complementação: PCLD = 12.400 Agora. Cálculo da PCLD (concordata) = (1 – 68%) x 20.00 do acordo judicial: Cálculo da PCLD (geral) = 4% x (180. ou seja. Moraes Junior www. pois somente o valor referente a 68% de R$ 20.000 = 6. sem considerar os R$ 20. as questões da Esaf sobre PCLD sempre adotaram o método da complementação (sem fazer a reversão). não havia mais concordata e sim recuperação judicial. Neste caso.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 = 32% x 20. Nesse caso.00 (diferença em 100% e 68%) ficarão sem previsão de recebimento. 32% de R$ 20.200 (saldo atual da PCLD) = 6.000.00 eram devidos por uma firma que abriu concordata (*).000.

00. no valor de R$ 300.A.00.com. em decorrência da aquisição. Bens Depreciáveis 2 = R$ 300.00 Depreciação Acumulada = R$ 200. no valor de R$ 300. c) R$ 325.000. com uma Depreciação Acumulada.00.000.00 Taxa de Depreciação = 10% ao ano Repare que a questão não informou o método de depreciação: portanto.000. Considerando que todo o saldo anterior é referente a bens depreciáveis à taxa anual de 10%. A questão pede a “Depreciação Acumulada”. conta patrimonial. nessa data.000.100. Moraes Junior 120.000.00).000.00. d) R$ 320. de outros bens com vida útil de 5 anos. o saldo da conta de bens depreciáveis havia saltado para R$ 1.00 em 31/03/2008. que vai acumulando os saldos das despesas com depreciação de todos os períodos.pontodosconcursos.00 Taxa de Depreciação = 1/5 ano = 20% ao ano I – Cálculo da Depreciação Acumulada em 31/12/2008: I. em 01/04.1 – Bens Depreciáveis 1: como a depreciação acumulada já foi calculada até 31/03/2008. 31/12/2008: Bens Depreciáveis (Total) = R$ 1.000. com saldo de R$ 200.000. Resolução 31/03/2008: Bens Depreciáveis I = R$ 800. podemos dizer que no balanço patrimonial a ser encerrado em 31 de dezembro de 2008 o saldo da conta Depreciação Acumulada deverá ser de a) R$ 340. Entretanto. b) R$ 305.00. Moraes Junior www.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000. e) R$ 290.00.(AFRFB-2009-Esaf) Na Contabilidade da empresa Atualizadíssima S.00 (aquisição.000. de outros bens com vida útil de 5 anos. em primeiro de abril.000.000. Taxa de Depreciação = 10% ao ano Prof. já contabilizada. em 31/12/2008. deve ser adotado o método linear.100. temos que calcular até o final do ano.br 94 .000.00.00. os bens depreciáveis eram apresentados com saldo de R$ 800.

por R$ 29.br 95 .000.000 GABARITO: B ⇒ ⇒ 121. a empresa registrou seus ganhos ou perdas de capital com o seguinte lançamento de fórmula complexa: a) Diversos a Diversos Caixa Perdas de Capital a Veículo “A” a Veículo “B” 29.000 (não há valor residual) Depreciação Acumulada (Bens 1) = Depreciação Acumulada (até 31/03) + Taxa x Período x Base de Cálculo (de 31/03 a 31/12) ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 1) = 200.75 ano Base de Cálculo da Depreciação = 300. Moraes Junior www.000.000 = 260.000 I.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 1) = 200. não tendo participado do balanço do referido ano de 2007. Moraes Junior Período = de 01/04/2008 a 31/12/2009 = 9 meses = 9 meses/12 meses ⇒ ⇒ Período = 3/4 ano = 0.75 x 300. A empresa atualiza o desgaste de seus bens de uso em períodos mensais.pontodosconcursos.00 35.000. Taxa de Depreciação = 20% ao ano Período = de 01/04/2008 a 31/12/2009 = 9 meses = 9 meses/12 meses ⇒ Período = 3/4 ano = 0.000.00 25.000.000.com.A.00 6. a depreciação acumulada já está calculada) Base de Cálculo da Depreciação = 800.75 x 800.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Bens 2) = 45.000.2 – Bens Depreciáveis 2: como não foi informada a data de entrada em operação dos bens. quando esses veículos foram vendidos.00 10.00 Prof.000 + 10% x 0. tendo entrado no balanço de 2007 com saldo de R$ 25.000 Depreciação Acumulada Total = 260. O segundo veículo foi comprado em primeiro de abril de 2008 por R$ 10.000. alienou dois veículos de sua frota de uso. O primeiro desses carros já era da empresa desde 2005.000.000 (não há valor residual) Depreciação Acumulada (Bens 2) = Taxa x Período x Base de Cálculo Depreciação Acumulada (Bens 2) = 20% x 0.00.75 ano (até 31/03/2008.00 e depreciação acumulada de 55%.(AFRFB-2009-Esaf) A empresa Revendedora S.00 35. a vista.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Em 30 de setembro de 2008.000 + 60.000 + 45. considera-se que é a data de aquisição (abril/2008).000 = 305.00.

00 35.000.000.00 7.000.750.00 46.00 42.000.00 11.500.75 ano Prof.000.500.00 13.000.00 13.00 35.000. Moraes Junior b) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital c) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital d) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital e) Diversos a Diversos Caixa Depreciação Acumulada a Veículos a Ganhos de Capital Resolução 30/09/2008 Alienação de Dois Veículos = 29.000.000.500.00 46.000.00 12.br 29.00 19.00 35.00 47.750.00 17.750.pontodosconcursos.000.00 29.00 48.00 29.00 48.00 47.00 42.00 18.500.750.00 96 .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.500.00 Sabe-se que a vida útil de um veículo é igual a 5 anos Taxa de Depreciação = 1/5 = 20% ao ano Se nada foi informado: depreciação linear I – Cálculo do Valor Contábil do Veículo 1: Veículo 1 (registrado no balanço em 2007) = 25.00 35.00 29.000.000. Moraes Junior www.000 Período = anterior a 2008 + 9 meses/12 meses ⇒ Período = anterior a 2008 + 3/4 ano = anterior a 2008 + 0.com.500.500.500.

Venda à Vista: Caixa (Ativo Circulante) a Outras Receitas (Receita) 29. Moraes Junior Repare que a questão informa a depreciação acumulada em termos percentuais.br 97 .Vamos fazer os lançamentos: IV.000 – 1. 55% do valor depreciável do veículo 1 já foi depreciado até 31/12/2007.000 III – Apuração do ganho ou perda de capital: Valor da Alienação dos dois Veículos (-) Valor Contábil do Veículo 1 (-) Valor Contábil do Veículo 2 Ganho de Capital IV . Acumulada ⇒ Valor Contábil (Veículo 2) = 10.1 .000 – 17.000 (não há valor residual) Depreciação Acumulada (Veículo 1 até 31/12/2007) = 55% Depreciação Acumulada (em 2008 – Percentual) = Taxa x Período ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (em 2008 – Percentual) = 20% x 0.com.000 Período = de abril a setembro = 6 meses/12 meses = 0. ou seja. Valor Depreciável = 25.000 Valor Contábil (Veículo 2) = Custo de Aquisição – Dep.pontodosconcursos.5 x 10. Moraes Junior www.000 (7.000) 12.500 II – Cálculo do Valor Contábil do Veículo 2: Veículo 2 (comprado em 01/04/2008) = 10.000 Prof.75 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (em 2008 – Percentual) = 15% Depreciação Acumulada Total (Percentual) = 55% + 15% = 70% ⇒ Depreciação Acumulada (Veículo 1) = 70% x 25.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.5 ano Depreciação Acumulada = 20% x 0.000 = 9.500) (9. Acumulada ⇒ Valor Contábil (Veículo 1) = 25.500 Valor Contábil (Veículo 1) = Custo de Aquisição – Dep.500 ⇒ ⇒ 29.000 = 1.500 = 7.000 ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada (Veículo 2) = 10% x 10.000 = 17.

500 (II.2 – Apuração do Valor Contábil: Depreciação Acumulada (ANC – Imobilizado – Retificadora) a Veículos (ANC – Imobilizado) 17.com.500 (II.2) 7.3.500 7.1) 17.000 0 Outras Receitas 29.500 Depreciação Acumulada (ANC – Imobilizado – Retificadora) a Veículos (ANC – Imobilizado) 1.000 (II.000 Em razonetes.500 (II.4 – Portanto.pontodosconcursos.2) 0 Outras Despesas 7. teríamos: Caixa Saldo Inicial 29.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 (I) SI + 29.1) 9.000 (III. o ganho de capital será (refazendo com base nos razonetes): Outras Receitas (-) Outras Despesas Ganho de Capital Lançamento consolidado: 29.000 17.1) 9.2) 16.1) 10.1) 10.2) 16.000 (II.Baixa dos Veículos (pelo valor contábil): Outras Despesas (Despesa) a Veículos (ANC – Imobilizado) Outras Despesas (Despesa) a Veículos (ANC – Imobilizado) Em razonetes. Moraes Junior www.000 (I) 29.500 9.000 (III.500 Depreciação Acumulada 17.000 1.500 (III.500 Prof.500) 12.000 1.2) 1.000 IV.br 98 .000 17.000 (II.500 (III. teríamos: Veículos 25.000 (16.000 IV.500 1. teríamos: Veículos 25. Moraes Junior Em razonetes.000 IV.

de ações ou quotas bonificadas. c) exaustão. da Lei no 6. quando este for superior. ou bens aplicados nessa exploração.000 + 7. quando este for inferior. quando este for inferior.br 99 . deduzido de provisão para perdas prováveis na realização do seu valor.500 + 1.500 47. 183.os investimentos em participação no capital social de outras sociedades.000 18. Moraes Junior www. quando corresponder à perda de valor.pontodosconcursos.000 (17.(AFRFB-2009-Esaf) A diminuição do valor dos elementos do ativo será registrada periodicamente nas contas de: a) provisão para perdas prováveis.000) Diversos a Diversos Caixa (Ativo Circulante) Depreciação Acumulada (ANC . b) depreciação. os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios: III . quando corresponder à perda por ajuste ao valor provável de realização. Prof.500 35. quando corresponder à perda de valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. quando corresponder à perda pelo ajuste do custo de aquisição ao valor de mercado. sem custo para a companhia. ressalvado o disposto nos artigos 248 a 250 (investimentos avaliados pela Equivalência Patrimonial). De acordo com os incisos III e IV.500 122.500 (17.000 – 7.500 (29.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. quando corresponder à perda do valor de capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial. No balanço.000) 12.com. Resolução Vamos analisar as alternativas: a) provisão para perdas prováveis. do art.000) 35. 183. quando essa perda estiver comprovada como permanente. pelo custo de aquisição. e) amortização.500 + 1. ação da natureza ou obsolescência. Moraes Junior Diversos a Diversos Caixa (Ativo Circulante) Depreciação Acumulada (ANC) a Ganho de Capital (Receita) a Veículos (ANC – Imobilizado) 29. d) provisão para ajuste ao valor de mercado. decorrente da exploração de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais.500 – 9.404/76: Art.500 12. quando corresponder à perda por ajuste ao valor provável de realização.Imobilizado) a Ganho de Capital (Receita) a Veículos (ANC – Imobilizado) GABARITO: B 29.000 18.000 47. e que não será modificado em razão do recebimento.500 + 9.

os direitos que tiverem por objeto mercadorias e produtos do comércio da companhia. ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado. e) amortização. pelo custo de aquisição. 183. deduzido de provisão para ajustá-lo ao valor de mercado. produtos em fabricação e bens em almoxarifado. ⇒ é exaustão. quando corresponder à perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada. ação da natureza ou obsolescência. A alternativa está incorreta.br 100 . da Lei no 6.os demais investimentos.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.pontodosconcursos. d) provisão para ajuste ao valor de mercado. Para as alternativas “b”. quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. ⇒ é depreciação. quando corresponder à perda de valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso. De acordo com os incisos III e IV. ou bens aplicados nessa exploração. quando corresponder à perda de valor. c) exaustão. A alternativa está incorreta. “c” e “e”: De acordo com o § 2o. 183.404/76: § 2o A diminuição do valor dos elementos dos ativos imobilizado e intangível será registrada periodicamente nas contas de: a) depreciação. do art. ou bens aplicados nessa exploração. de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. ou para redução do custo de aquisição ao valor de mercado. assim como matérias-primas. do art.404/76: II . quando corresponder à perda pelo ajuste do custo de aquisição ao valor de mercado. Moraes Junior IV . A alternativa está incorreta. quando corresponder à perda do valor de capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial.com. GABARITO: A Prof. quando este for inferior. A alternativa está incorreta. A alternativa está correta. ação da natureza ou obsolescência. deduzido de provisão para atender às perdas prováveis na realização do seu valor. quando corresponder à perda do valor. quando este for superior. b) amortização. quando este for inferior. ⇒ é amortização. da Lei no 6. decorrente da sua exploração. b) depreciação. pelo custo de aquisição ou produção. c) exaustão. decorrente da exploração de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. Moraes Junior www.

pagando uma entrada de 25% em dinheiro e financiando o restante em três parcelas mensais e iguais.500 (três parcelas mensais e iguais) ICMS = 12% (imposto por dentro ⇒ já está embutido no preço) – como foi adquirido um bem de uso. c) R$ 5.00.500 Financiamento = 4.br 101 .500 (I) 4. Lançamento: Bem de Uso (ANC) a Diversos a Caixa (Ativo Circulante) 1.500. Moraes Junior www.780.500 Prof.280. Resolução Bem de uso = 6.000 (I) 6. Moraes Junior 123.500 a Financiamento a Pagar (Passivo Circulante) 4. d) R$ 5.00.500) ⇒ crédito na conta “Caixa” 4. adquiriu um bem de uso por R$ 6.00. b) R$ 4.00.00. o patrimônio da firma Alvorada evidenciará um aumento no ativo no valor de: a) R$ 6.500 Aumento no Ativo Bem de Uso (-) Pagamento à vista Aumento do Ativo GABARITO: B 6.500 (I) SI Financiamentos a Pagar 4.720. e) R$ 3. ou seja.000 = 1. teríamos: Bens de Uso 6.pontodosconcursos.000 Entrada = 25% x 6.00.000 ⇒ débito na conta “Bem de Uso” (1. Ao ser contabilizada a operação acima. A operação foi tributada com ICMS de 12%.220.(AFRFB-2009-Esaf) A firma comercial Alvorada Mineira Ltda.000.000 6. o ICMS não será recuperável.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 Caixa Saldo Inicial 1.500 Em razonetes. fará parte do custo de aquisição do bem.com.

000 Depreciação Acumulada = 10% x 0.pontodosconcursos. Resolução Máquinas e Equipamentos (adquiridos em outubro de 2007) = 8.00.550 Prof.00.500.000 (abril/2008) Compra da Máquina 2 = 10.75 x 6.br 102 .400. Sabendo-se que a vida útil desses equipamentos é de apenas dez anos.000 = 1. no balanço de 31 de dezembro de 2008.000 ⇒ Depreciação Acumulada = 10% x 1. no balanço de 31/12/2008: Depreciação Acumulada = Taxa x Período x Base de Cálculo Taxa = 10% ao ano Período = de abril/2008 a dezembro/2008 = 9 meses = 9/12 = 3/4 = 0.000 – 1.00.000 (outubro/2008) Vida Útil = 10 anos Taxa de Depreciação = 1/10 = 10% ao ano Nada foi informado: método linear de depreciação I – Cálculo do valor contábil das maquinas adquiridas em outubro de 2007. Moraes Junior 124.000 II – Cálculo do valor contábil das maquinas adquiridas em abril de 2008.000 Compra da Máquina 1 = 6.300.00. Moraes Junior www.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. já tinha máquinas e equipamentos adquiridos em outubro de 2007.(ATRFB-2009-Esaf) A empresa Hélices Elíseas S.00. por R$ 8.000 – 450 = 5. podemos dizer que. por R$ 6.600. Acumulada Valor Contábil (Máquinas e Eqptos) = 8. Acumulada Valor Contábil (Máquina 1) = 6. e) R$ 20. em primeiro de abril de 2008.A.com.000. d) R$ 21.00.25 ano Base de Cálculo = 8.00. c) R$ 21.75 ano Base de Cálculo = 6. por R$ 10. quando comprou outra.000 = 450 Valor Contábil (Máquina 1) = Custo de Aquisição – Dep. no balanço de 31/12/2008: Depreciação Acumulada = Taxa x Período x Base de Cálculo Taxa = 10% ao ano Período = de outubro/2007 a dezembro/2008 = 1 ano e 3 meses Período = 1 ano + 3/12 ano = 1.000.000 = 7. o seu valor contábil será de a) R$ 22.000.25 x 8. b) R$ 22.00 e mais outra. em primeiro de outubro de 2008.000 Valor Contábil (Máquinas e Eqptos) = Custo de Aquisição – Dep.800.

Contas a Receber = 800.000 = 28.000 Provisão para 2008: 3. Moraes Junior III – Cálculo do valor contábil das maquinas adquiridas em outubro de 2008.. b) R$ 13.00.000. mandou fazer nova provisão baseada numa estimativa de perdas de 3.5% x 800.000 – 13.00.550 9. Resolução A constituição de provisão para crédito de liquidação duvidosa (PCLD) faz com que as contas a receber sejam avaliadas de acordo com o critério do valor provável de realização.5%.000.000 – 13.000 Depreciação Acumulada = 10% x 0.000. tendo em vista que a PCLD é constituída justamente baseando-se em estimativas de possíveis não pagamentos de clientes. d) R$ 24. a empresa levará ao resultado do exercício uma despesa provisionada de: a) R$ 15. no balanço de 31/12/2008: Depreciação Acumulada = Taxa x Período x Base de Cálculo Taxa = 10% ao ano Período = de outubro/2008 a dezembro/2008 = 3 meses = 3/12 = 0. em 31. Feitos os lançamentos cabíveis.00. c) R$ 11.br 103 .000. Acumulada Valor Contábil (Máquina 2) = 10.00.25 x 10.2007. igual às perdas efetivas ocorridas no recebimento de créditos nos últimos três exercícios.5% Despesas com Provisões = 3.000 GABARITO: A Prof.750 22. Moraes Junior www. e) R$ 28. com contas a receber no valor de R$ 800.00. No encerramento do exercício de 2007.000 = 250 Valor Contábil (Máquina 2) = Custo de Aquisição – Dep.750 IV – Valor contábil total: Valor Contábil (Máquinas e Eqptos) Valor Contábil (Máquina 1) Valor Contábil (Máquina 2) Valor Contábil Total GABARITO: B 7.(ATM-Natal/RN-2008-Esaf) A empresa Fastfood Ltda.300 125.000 5.00.25 ano Base de Cálculo = 10.000 – 250 = 9.000. tinha também uma conta de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa com saldo remanescente de R$ 13.12.000 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (31/12/2007) = 13.000.000 ⇒ ⇒ Despesas com Provisões = 15.pontodosconcursos.com.00.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.

00..00.A. A composição das máquinas é a seguinte: adquiridas até 2006: R$ 770.000.500. e adquiridas em julho de 2008: R$ 60. b) R$ 150. em 31.000.000 Depreciação Acumulada = 240.000 GABARITO: D Prof.00. c) R$ 191.000 = 18.000.000 (seis meses até 31/12/2008) Vida Útil das Máquinas = 5 anos Taxa de Depreciação = 1/5 anos = 20% ao ano Depreciação contabilizada anualmente Nada foi informado: método linear de depreciação I – Cálculo da despesa com depreciação em 31/12/2008: I.000. Moraes Junior www. Com base nessas informações.00 + 18.000.000 abril de 2007 = 130.000 = 900.com.00. Moraes Junior 126.00.000 x 20% = 180.000 Despesas com Depreciação em 2008 = 180. adquiridas em abril de 2008: R$ 80. no exercício social de 2008.000 = 198.000 + 130.2 – Máquinas adquiridas em 2008: Despesas com Depreciação em 2008 (2) = 20% x 9/12 meses x 80.000 I.000 Despesas com Depreciação em 2008 (2) = 12.000 Despesas com Depreciação em 2008 (1) = 900.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00.00.000 + 20% x 6/12 meses x 60.000 (nove meses até 31/12/2008) julho de 2007 = 60. que já tem Depreciação Acumulada no valor de R$ 240.00.000.00.00 na conta Máquinas e Equipamentos. adquiridas em abril de 2007: R$ 130. e) R$ 208.000 abril de 2008 = 80.br 104 .1 – Máquinas adquiridas até dezembro/2007 Máquinas adquiridas até dezembro/2007 = 770.(ATM-Natal/RN-2008-Esaf) A empresa Meireles S.12. ter um saldo de R$ 900.000 + 6.000.000.00.000. pode-se dizer que a despesa de depreciação.000.2007. será de: a) R$ 18. Resolução Máquinas e Equipamentos = 900. A vida útil das máquinas é estimada em 5 anos e a depreciação é contabilizada anualmente. d) R$ 198.pontodosconcursos.000 Máquinas Máquinas Máquinas Máquinas adquiridas adquiridas adquiridas adquiridas em em em em 2006 = 770.

ou seja.600 Baixa por perdas de créditos de 2007 em 2007 = 1.pontodosconcursos.300.00 em 31. Moraes Junior www.200 = 1.07. e) R$ 7.00. perdas com créditos de liquidação duvidosa no valor de a) R$ 2.00.000.00.00 e deverá ir a balanço em 2007 com saldo equivalente a 3% dos créditos cabíveis. referente a créditos de 2007. referente a créditos já existentes em 2006 e de R$ 1.00.200 Saldo de PDD (31/12/2007) = 4.300 – 1. d) R$ 7.100 ⇒ repare que. no exercício de 2007. Durante o exercício de 2007.100 2. c) R$ 3.100. devem ser consideradas diretamente como despesa.12.800 105 .900.000 = 3. são referentes a créditos que não faziam parte do saldo final de “Duplicatas a Receber” em 2006.12. pode-se dizer que essa empresa contabilizou. pois não houve provisão para estas perdas.600 (+) Perdas com Clientes (2007) Perdas com Créditos de Liq.00. Moraes Junior 127.800 – 3. Após a contabilização dos ajustes para o balanço de 2007.(AFC-STN-Áres:Contábil-Financeira-2008-Esaf) A empresa Dúbias Cobranças S/A tinha créditos no valor de R$ 160.800. houve a baixa de perdas no valor de R$ 3. A conta provisão para créditos de liquidação duvidosa foi a balanço em 2006 com saldo de R$ 4.700 Constituição de PDD = 3. se as perdas são do próprio exercício.200 PDD a Duplicatas a Receber 3.200. Resolução Duplicatas a Receber = 160.br ⇒ 1.800.600 ⇒ Constituição da PDD (31/12/2007) por Complementação = 1.000.300 Constituição da PDD (31/12/2007) por Complementação = 3.700 1.00.00 em 31.800 (3% dos créditos) Baixa por perdas de créditos de 2006 em 2007 = 3.300 – 1. Perdas com Clientes a Duplicatas a Receber 1. b) R$ 3. Duvidosa GABARITO: A Prof.000 (31/12/2007) PDD (31/12/2007) = 3% x 110.00.com.600.100 Duplicatas a Receber = 110.06 e de R$ 110.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 (31/12/2006) PDD (31/12/2006) = 4.100.

br 106 .pontodosconcursos. na produção de seus rendimentos.(AFC-STN-Áres:Contábil-Financeira-2008-Esaf) Assinale abaixo opção que contém uma afirmativa falsa. c) A taxa anual de depreciação será fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem pelo contribuinte. a a) A quota de depreciação registrável na escrituração. teríamos: Valor Depreciável = Custo de Aquisição – Valor Residual ⇒ ⇒ Valor Depreciável = Custo de Aquisição – 0 = Custo de Aquisição Período = 1 ano Depreciação (anual) = Taxa Anual x 1 ano x Custo de Aquisição ⇒ Depreciação (anual) = Taxa Anual x Custo de Aquisição Lançamento: Encargos de Depreciação (Custo ou Despesa Operacional) a Depreciação Acumulada A alternativa está correta.com. será determinada mediante a aplicação da taxa anual de depreciação sobre o custo de aquisição dos bens depreciáveis. nesta alternativa. e) Podem ser objeto de depreciação todos os bens sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas naturais ou obsolescência normal. inclusive edifícios e construções e projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos. ⇒ Prof. que o período é igual a 1 ano e que não há valor residual (não foi informado). Moraes Junior www. como custo ou despesa operacional. no curso do período-base. d) Será admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda. Neste caso. ou dele baixado.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. será determinada mediante a aplicação da taxa anual de depreciação sobre o custo de aquisição dos bens depreciáveis. Cálculo da Depreciação Anual: Depreciação = Taxa x Período x Valor Depreciável A banca considerou. b) A quota anual de depreciação será ajustada proporcionalmente no caso de período-base com duração inferior a doze meses. e de bem acrescido ao ativo. Moraes Junior 128. Resolução Vamos analisar as alternativas: a) A quota de depreciação registrável na escrituração. como custo ou despesa operacional.

e) Podem ser objeto de depreciação todos os bens sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas naturais ou obsolescência normal. A alternativa está incorreta. na produção de seus rendimentos. na produção de seus rendimentos. d) Será admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda. Moraes Junior www. Não é admitida quota de depreciação referente a prédios ou construções não alugados nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados a revenda. c) A taxa anual de depreciação será fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem pelo contribuinte. A alternativa está correta. Os projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos sujeitam-se à depreciação. calculada com base na vida útil estimada dos recursos florestais objeto da exploração. e de bem acrescido ao ativo. Moraes Junior b) A quota anual de depreciação será ajustada proporcionalmente no caso de período-base com duração inferior a doze meses. no curso do período-base. ou dele baixado. GABARITO: D Prof. Período com duração inferior a doze meses: Depreciação = Taxa Anual x Período x Custo de Aquisição Período = Número de Meses/12 meses Exemplo: Um bem comprado e utilizado a partir de setembro de 2005 terá o seguinte período: Período = 4 meses (de setembro a dezembro)/12 meses = 1/3 do ano A alternativa está correta. A alternativa está correta.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.com.br 107 .pontodosconcursos. do prazo durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem pelo contribuinte. inclusive edifícios e construções e projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos. A taxa anual de depreciação é fixada em função da vida útil do bem. ou seja.

000.00.00. c) R$ 760.00. houve um crédito na conta de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa de R$ 760.05 Experiência de perda efetiva no recebimento de itens dessa espécie = 4% nos últimos três exercícios sociais Provisão para devedores duvidosos (saldo anterior) = R$ 520. Moraes Junior www.000. em 31.280.280 II – Lançamento da diferença entre o saldo anterior = 1.00.12.00. b) R$ 960. O lançamento adequado para contabilizar essa operação de venda deverá considerar o seguinte mecanismo de débito e crédito: a) débito de Contas a Receber crédito de Máquinas e Equipamentos R$ 38. já existe uma conta de provisão com essa finalidade. d) R$ 520.00.(ENAP-Contador-2006-ESAF) A firma Dadivo S/A vendeu.12. e) R$ 440.000 = 1. a débito.com. e que a empresa quer contabilizar o evento com um único lançamento no livro Diário.00 A empresa quer contabilizar o evento com um único lançamento no livro Diário I – Cálculo da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 4% x 32. o Contador deverá mandar fazer na conta Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa um registro de a) R$ 1. a prazo. uma máquina usada.00. antes de elaborar o seu balanço anual. no livro Razão.(SUSEP-2006-Esaf) A empresa Comércio Limitado.pontodosconcursos.000. comprovada em 4% nos últimos três exercícios sociais. com saldo anterior de R$ 520.00.000.00.000. não utilizado. por R$ 38. mas já estava depreciado em 30%. Resolução Duplicatas a Receber = R$ 32. a crédito.br 108 .00.00. Moraes Junior 129.000.05. precisa mandar constituir uma provisão para devedores duvidosos.00. a crédito. GABARITO: C 130. Referido equipamento fora comprado por R$ 42. Considerando que.00 R$ 38.280 – 520 = 760 (por complementação) Despesas com Provisões a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 760 Logo. a crédito. Prof. a débito. em 31.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. e com experiência de perda efetiva no recebimento de itens dessa espécie. tendo créditos a receber no valor de R$ 32.

Resolução Empresa: Dadivo S/A Valor da Venda a prazo de Máquina Usada = R$ 38.400 Valor Contábil = 42.000.400.00 R$ 42.00 Valor de Aquisição da Máquina = R$ 42. o valor contábil do bem é igual a R$ 29.600 II – Dados Iniciais: Máquinas 42.00 R$ 38.000.000.000 12.00 R$ 42.400.400.00 R$ 42.000.000 – 12.00 R$ 11.00 R$ 7.00 crédito de Máquinas e Equipamentos R$ 29.00 Depreciação Acumulada = 30% I – Cálculo da Depreciação Acumulada: Depreciação Acumulada = 30% x 42.00.600 12.400 Logo.b) Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.00 R$ 50.600. Prof. R$ 38.600 (III) 12.Imobilizado – Retificadora) a Máquina (ANC . débito de Contas a Receber débito de Prejuízo na Alienação crédito de Máquinas e Equipamentos débito de Contas a Receber débito de Depreciação Acumulada crédito de Máquinas e Equipamentos crédito de Lucro na Alienação débito de Contas a Receber débito de Depreciação Acumulada crédito de Máquinas e Equipamentos crédito de Lucro na Alienação R$ 38.00 R$ 8.600.000.00.600 29.com.00.000.600 = 29.000.00 R$ 4.600.000.400.000. R$ 49.pontodosconcursos.00 c) d) R$ 49.00.00 e) R$ 50.600.600 III – Determinação do Valor Contábil do Bem: Depreciação Acumulada (Ativo Não Circulante .00 crédito de Lucro na Alienação R$ 8.600 Máquinas Depreciação Acumulada 42.600. Moraes Junior www.br 109 .00.000.400. Moraes Junior débito de Contas a Receber R$ 38.00 R$ 12.000 Depreciação Acumulada 12.400.000 = 12.Imobilizado) 12.

000 12. 29. (38. O Lançamento consolidado de toda a operação.600 Conta a Receber (Ativo Circulante) a Lucro na Alienação (Conta de Resultado) Lucro na Alienação (Conta de Resultado) a Máquinas (ANC . após a venda da máquina usada. Conta a Receber (Ativo Circulante) a Receita na Alienação (Receita – Conta de Resultado) 38.000 2.00 R$ 8.pontodosconcursos.600.400 Prof. seria o seguinte: Depreciação Acumulada (ANC .400 (3) Contas a Receber 38.400 29.000.600 + 29. Moraes Junior www.400) crédito de Lucro Alien.600.000 (2) 38.600.000 (1) 38.600 Como a conta Lucro/Prejuízo na Alienação ficou.br 110 .000.400 (3) 38.600. sem a utilização da conta Receita na Alienação.00 R$ 42.com.Imobilizado) Receita na Alienação 38. haveria os seguintes débitos e créditos: débito de Contas a Receber débito de Depreciação Acumulada crédito de Máquinas (12.600.00.000 Lucro/Prejuízo na Alienação 29. com um saldo credor de R$ 8. houve um Ganho de Capital (Valor da Alienação maior que o Valor Contábil do Bem) – Outras Receitas.Imobilizado) Ou seja.00 R$ 50.000 – 29.Imobilizado – Conta Retificadora) a Máquina (ANC .000 3.600 (III) 29.000 29. Receita na Alienação a Lucro/Prejuízo na Alienação (Conta de Resultado) Lucro/Prejuízo na Alienação (Conta de Resultado) a Máquinas (ANC .00 38.00 R$ 12.400 Máquinas 42.00 R$ 50. Moraes Junior IV – Lançamento da Operação de Venda: 1.400) GABARITO: E R$ 38.Imobilizado) 12.000 (2) 8.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.

000.200.00 cada uma. não devem ser consideradas como despesas do período.com. e.00. no valor de R$ 8.Máquina 1 (pertencente à empresa): R$ 10.00. Moraes Junior www.640. .000.br 111 . I. Ambas as máquinas têm vida útil estimada em dez anos. Em manutenção mensal essas máquinas consomem despesas fixas de R$ 100. ocorre o fato gerador da despesa de aluguel.000. passou o mês e a empresa usufruiu do bem alugado.Despesas fixas mensais de manutenção: R$ 100. a R$ 250.400. locada de Ferragens S/A. ao contrário do aluguel que só fora pago até o mês de outubro de 2005. e outra.00.200.pontodosconcursos. por isso. já havia sido paga a manutenção dos meses de janeiro e fevereiro de 2006. e) R$ 7. d) R$ 6.00 por mês. utiliza duas máquinas em seu processo produtivo. foi considerado o valor contábil do bem e nem a sua depreciação). sendo que. ou seja. Moraes Junior 131. c) R$ 6. cuja ocorrência verificou-se durante o ano inteiro. no valor de R$ 10. pois são despesas pagas antecipadamente – o fato gerador das despesas.00 (Vida Útil: 10 anos – Depreciação: 10% ao ano)..00 por mês (pelo Princípio da Entidade.00. e em observância aos princípios contábeis de Competência e da Entidade.300.00. Despesas Pagas Antecipadamente = = 2 máquinas x 2 meses (jan e fev) x 100 = 400 Despesas Pagas Antecipadamente (Ativo Circulante) a Bancos (Ativo Circulante) 400 Prof.00. Resolução Empresa: Domesticação Ltda . . pelo regime de competência. b) R$ 6. em 31 de dezembro de 2005. essa empresa deverá apresentar despesas no valor de a) R$ 5. esta máquina não é propriedade da empresa. sendo uma de sua propriedade.(IRB-2006-Esaf) A empresa Domesticação Ltda.Máquina 2 (aluguel): R$ 250.Paga a manutenção dos meses de janeiro e fevereiro de 2006: Pelo Regime de Competência.00.00 por máquina. Em decorrência dos fatos informados.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. ainda não ocorreu em 2005. O fato gerador da despesa de aluguel ocorre ao final de cada mês de aluguel.

400 2 – Depreciação da máquina I = 10% x 10.00. nas condições acima indicadas e sem considerar implicações de ordem tributária ou fiscal.pontodosconcursos.000 = 1.000.br 112 . adquirida por R$15. adquirida por R$15. III. por quanto poderá ser vendida no mês de setembro de 2006. b) R$ 5. Moraes Junior II.900. mas a ocorrência se verificou durante o ano inteiro (Regime de Competência: como o fato gerador ocorreu. quando o valor da alienação é menor que o valor contábil do bem. c) R$ 3.000 3 – Aluguel da máquina II = 12 meses x 250 = 3.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.Despesas do Período (jan/05 a dez/05) – Princípio da Competência 1 – Manutenção das duas máquinas = 2 máquinas x 12 meses x 100 = 2.000.000. Moraes Junior www.400. depreciável. ou pode ser uma perda de capital. sem causar ganhos nem perdas contábeis? Referido bem.00. o resultado desta alienação pode ser um ganho de capital.00.625. poderá ser vendido por a) R$ 5. quando o valor da alienação é maior que o valor contábil do bem.000 + 3.000 Total de Despesas (jan/05 a dez/05) = 2.Valor Contábil Se Valor da Alienação > Valor Contábil ⇒ Ganho de Capital Se Valor da Alienação < Valor Contábil ⇒ Perda de Capital Se Valor da Alienação = Valor Contábil ⇒ Não ganho e nem perda de capital. depreciável. Resultado = Valor da alienação .400 + 1.000 = 6. Máquina de uso próprio.00 em março de 1999 e instalada no mesmo dia.com. Resolução Quando bens do ativo não circulante imobilizado são alienados. d) R$ 3.20 Prof.(TRF-2006-Esaf) Uma máquina de uso próprio.Aluguel da máquina 2: só foi pago até outubro de 2005.400 GABARITO: C 132. Vida Útil = 10 anos Valor Residual = 20% = 0.00 em março de 1999 e instalada no mesmo dia com previsão de vida útil de dez anos e valor residual de 20%.00.00. considera-se a despesa incorrida durante todo o ano de 2005).900. e) R$ 3.

e) R$ 36.000.10 ao ano II – Base de Cálculo da Depreciação = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ Valor de Cálculo da Depreciação = 15. Moraes Junior www.000. b) R$ 19. no valor de R$ 12.1 = 9.00. no valor de R$ 7.000.00. c) R$ 24.000 x 91/12 x 0.com. da provisão para créditos de liquidação duvidosa.000.2 x 15. Com o registro contábil dos fatos indicados a empresa teve seu ativo patrimonial diminuído em a) R$ 12.000 = 12.900 GABARITO: A 133. no valor de R$ 17.br ⇒ ⇒ 113 .00. d) R$ 29.00.000 II – Cálculo da depreciação acumulada: março/1999 a dezembro/1999 = 10 meses (março também entra.000 – 0.000.900 IV – Venda sem causar ganhos nem perdas: Valor da Venda = Valor Contábil do Bem Valor da Venda = 5. Prof.00. a empresa Javeli S/A promoveu a contabilização do encargo de depreciação do exercício. e da provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro.00.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000.(TRF-2006-Esaf) No encerramento do exercício de 2005.000. pois a máquina foi adquirida em março e instalada no mesmo dia) janeiro/2000 a dezembro/2000 = 1 ano janeiro/2001 a dezembro/2001 = 1 ano janeiro/2002 a dezembro/2002 = 1 ano janeiro/2003 a dezembro/2003 = 1 ano janeiro/2004 a dezembro/2004 = 1 ano janeiro/2005 a dezembro/2005 = 1 ano janeiro/2006 a setembro/2006 = 9 meses Período = 6 anos e 19 meses = 7 anos e 7 meses = 7 anos + 7/12 anos Período = 91/12 anos Depreciação Acumulada = Base de Cálculo da Deprec. sem causar ganhos nem perdas contábeis? I – Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem = 1/10 = 0.000 – 9.100 III – Valor Contábil do Bem = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ Valor Contábil do Bem = 15.00.00.000. Moraes Junior Por quanto poderá ser vendida no mês de setembro de 2006.pontodosconcursos. x Período x Taxa de Depreciação ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada = 12.100 ⇒ ⇒ Valor Contábil do Bem = 5.

000 7.br 114 .00.Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa: Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante ou ANC Realizável a Longo Prazo – Conta Retificadora) III .000.Provisão para o Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro: Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão de IR ou Contribuição Social (Passivo Circulante) Vamos à resolução da questão: Empresa: Javeli S/A (Exercício de 2005) Depreciação do exercício = R$ 12.pontodosconcursos. e Provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro = R$ 17. Ativo patrimonial diminuiu em? I – Depreciação do Exercício Despesas com Depreciação (Despesa – Conta de Resultado) a Depreciação Acumulada (ANC .000.Imobilizado – Conta Retificadora) II .Encargos de Depreciação: Despesas com Depreciação (Despesa – Conta de Resultado) a Depreciação Acumulada (ANC .com.000 17.00.00.000 Prof. Provisão para créditos de liquidação duvidosa = R$ 7.Imobilizado – Conta Retificadora) II – Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante – Conta Retificadora) III – Provisão para IR e Contribuição Social sobre o Lucro Despesa com Provisão (Despesa – Conta de Resultado) a Provisão de IR ou Contribuição Social (Passivo Circulante) 12. Moraes Junior www. Vamos a eles: Lançamentos: I .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior Resolução O importante nesta questão é conhecer os lançamentos que serão efetuados em caso de despesas com depreciação e despesas com provisões.000.

c) R$ 2.000 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 7.50.br 115 . d) R$ 2. máquina Celta. máquina Beta. Prof. a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.00 e tem vida útil de 8 anos.000 + 7. foi adquirida por R$ 4.000 = 19. Moraes Junior www.262.725.00.000 GABARITO: B 134.000 Total da Diminuição do Ativo Patrimonial = 12. “Provisões” do Passivo Como as provisões são sempre contas de natureza CREDORA. encerrado em 31 de dezembro.Provisão para para para para para o Imposto de Renda. mantinha a conta Máquinas e Equipamentos representando três máquinas em utilização na empresa.000.Provisão . iniciada em outubro de 2004. foi adquirida por R$ 10. pelo método da linha reta.000.pontodosconcursos. as “provisões” do Passivo (ou “provisões passivas”) não são contas retificadoras e sim contas representativas de obrigações. Ao elaborar as demonstrações relativas ao exercício de 2005.50.00 e tem vida útil de 10 anos. máquina Alfa. a Contabilidade apresentou depreciação acumulada no valor de a) R$ 4. Sobre a máquina Celta é mantido um valor residual de 15% de seu custo histórico. Férias.662. e) R$ 2.Provisão . foi adquirida por R$ 6.350. b) R$ 3. visando a uma possível reintegração. iniciada em abril de 2003. A terceira.(ENAP-Contador-2006-Esaf) A empresa Sem Mércio S/A. A segunda. Décimo-Terceiro Salário.Provisão .162. enquanto que a máquina Alfa foi baixada do ativo imobilizado.com.00. Moraes Junior A provisão para IR ou Contribuição é conta do passivo circulante. também chamadas de “Provisões para Pagamentos”. São exemplos: .Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000. assim como as provisões abaixo. A primeira delas.Provisão .50. IV – Valores que diminuíram o Ativo Patrimonial: correspondem aos créditos nas duas contas retificadoras do ativo. A empresa faz a apropriação das despesas com desgaste dos bens em lançamentos anuais. em 2005. Depreciação Acumulada = 12. iniciada em agosto de 2002. Contingências. por alienação. em virtude da apropriação pelo regime de competência. também com vida útil de 10 anos.00.

1 x 2.562.00 (vida útil = 8 anos. iniciada em agosto de 2002).000 x 0.000.00 (vida útil = 10 anos.42 = 2.000. iniciada em abril de 2003). por alienação. Máquina Beta = R$ 4. iniciada em outubro de 2004) Depreciação: Método da linha reta.100 III – Máquina Celta: (i) Período de Depreciação: De outubro/2004 a dezembro/2005 = 1 ano e 3 meses ⇒ ⇒ Período de Depreciação = 1 ano + 3/12 ano = 1.25 ano (ii) Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem = 1/10 = 0.Imobilizado) 2. Depreciação Acumulada em 31/12/2005 = ? I – Máquina Alfa: (i) Período de Depreciação: De agosto/2002 a dezembro/2005 = 3 anos e 5 meses ⇒ ⇒ Período de Depreciação = 3 anos + 5/12 ano = 3. Logo.br 116 . Máquina Celta: valor residual de 15% Máquina Alfa: baixada do ativo imobilizado (ativo não circulante). Máquina Celta = R$ 10. de acordo com o seguinte lançamento: Depreciação Acumulada – Alfa (ANC .50 II – Máquina Beta: (i) Período de Depreciação: De abril/2003 a dezembro/2005 = 2 anos e 9 meses ⇒ ⇒ Período de Depreciação = 2 anos + 9/12 ano = 2.000.562.75 = 1.75 anos (ii) Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem = 1/10 = 0.com.1 = 10% a a Prof. Moraes Junior www.1 = 10% a a (iii) Depreciação Acumulada (Beta) = 4.Imobilizado – Conta Retificadora) a Máquinas e Equipamentos – máquina Alfa (ANC . a conta Depreciação Acumulada foi encerrada para calcular o valor contábil da máquina.00 (vida útil = 10 anos.000 x 1/8 x 3.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.pontodosconcursos.42 anos (ii) Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Bem = 1/8 ao ano (iii) Depreciação Acumulada (Alfa) = 6. Moraes Junior Resolução Máquinas e Equipamentos: Máquina Alfa = R$ 6.50 (iv) Esta máquina foi baixada do Ativo Não Circulante Imobilizado por alienação.

d) R$ 9. b) R$ 13.25 = 1. nesta operação de venda. ou seja.200 Prof.br 117 .000 – 24. a empresa Onetwoelen S/A.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.500 (iv) Valor utilizado no cálculo da depreciação = 10.00. uma máquina comprada por R$ 120.200.(IRB-2006-Esaf) Possuindo.062. Observando as informações acima. Moraes Junior (iii) Valor Residual = 15% x 10. Moraes Junior www.500 x 0. Resolução Máquina = R$ 120.200. e) R$ 7.5 anos x 20% ao ano x 96.50 IV – Determinação da Depreciação Acumulada Total: Depreciação Acumulada Total = Depreciação Acumulada (Beta + Celta) ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada Total = 1.1 x 1.5 anos Depreciação Linear Vida Útil = 5 anos Valor Residual = 20% Margem Bruta de Lucro na alienação = 25% (a empresa teve 25% de lucro na alienação.600.50 = R$ 2.000.000 = 24. I – Valor Residual = 20% x 120.00. há três anos e meio.000.00.162. c) R$ 12. um lucro no valor de a) R$ 17. logrando obter margem bruta de lucro de 25%.000 II – Base de Cálculo da Depreciação = 120.00 Tempo de uso = 3.com.500 = 8.000 = 67.100 + 1. promoveu sua alienação.500 (v) Depreciação Acumulada (Celta) = 8.000 – 1.000 = 1. 25% do preço de venda é lucro).00.000 = 96. a prazo.50 GABARITO: E 135.600.pontodosconcursos.00 e depreciada com base linear em vida útil de 5 anos e valor residual de 20%.000 III – Depreciação Linear (Vida Útil = 5 anos) ⇒ Taxa de Depreciação = 1/5 = 20% ao ano IV – Depreciação Acumulada = 3.062.000.00. pode-se dizer que a empresa obteve.

75 x Preço de Venda = Valor Contábil ⇒ ⇒ Preço de Venda = 52.600 GABARITO: A ⇒ 136.500 – 13.br 118 . estimando sua vida útil em dez anos.800 = 17. Se a empresa utiliza o método da linha reta para depreciar tal equipamento.(IRB-2006-Esaf) A empresa Almeiderson S/A adquiriu por R$ 67.00. em 31 de dezembro de 2005 ele deverá apresentar valor contábil de a) R$ 35.000. em junho de 2002. c) R$ 48.00. II – Base de Cálculo da Depreciação = 67. e) R$ 67.00 (incorporado ao ativo imobilizado em junho de 2002) Vida Útil = 10 anos Valor Residual = 20% do custo de aquisição Depreciação = método da linha reta Valor contábil em 31/12/2005 = ? I – Valor Residual = 20% x 67.pontodosconcursos. Moraes Junior V – Valor Contábil da Máquina Custo de Aquisição do Bem (+) Gastos com instalação (+) Acréscimos Posteriores (-) Depreciação Acumulada Valor Contábil do Bem 120.00.500 = 54.500.com. Moraes Junior www. desde que sobrasse um valor residual de 20% do custo de aquisição. incorporou a seu ativo imobilizado.000 0 0 (67. III – Depreciação Linear (Vida Útil = 10 anos) ⇒ Taxa de Depreciação = 1/10 = 10% ao ano.500.500 = 13.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.25 x Preço de Venda ⇒ 0.000.500. b) R$ 43. Prof.875.400 VII – Lucro na Alienação = 70.00.400 – 52.75 = 70.200) 52.600. Resolução Equipamento Industrial = R$ 67.500.100. d) R$ 54.00.800/0.800 VI – Margem Bruta de Lucro na Alienação = 25% ⇒ ⇒ Preço de Venda – Valor Contábil = 0.00 um equipamento industrial que.

contra a provisão de férias.583 + 1 + 1 + 1 = 3.58 anos. De janeiro/2003 a dezembro/2003 = 1 ano. Moraes Junior www. Considerando que a apropriação da folha de férias é feita em 30% para custo dos estoques e 70% para despesas administrativas e que de tudo que se fabrica no mês. d) 6% dos 20% dos duodécimos da folha de provisão de férias de outubro de 2005. c) 14% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados dos estoques.500 – 19. uma vez que o referido lançamento só foi constatado na conciliação feita no mês seguinte.350 V – Valor Contábil da Máquina = 67. Resolução Provisão natureza credora) Lançamento: para Férias (conta do Passivo Circulante. c.br 119 .A. contabilizados a maior. a) 3% do total dos duodécimos contabilizados em duplicidade. Total em Anos = 0. devem ser estornados do custo das mercadorias vendidas. IV – Depreciação Acumulada = 3. se vende 50%. De janeiro/2005 a dezembro/2005 = 1 ano.583 ano b.pontodosconcursos. Foram provisionados em duplicidade o equivalente a 20% dos duodécimos. contabilizou a folha de provisão para férias do mês de outubro de 2005 com erro.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. registrados nos estoques devem ser estornados. b) 70% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados das despesas administrativas. Moraes Junior IV – Período de tempo entre a aquisição (junho/2002) e o dia 31/12/2005 a. indique qual estorno abaixo representa um ajuste necessário.150 (não há resposta correta.(AFRF-2005-Esaf) A empresa Divergências S. e d.350 = 48. da folha de férias de outubro de 2005.58 anos x 10% ao ano x 54. De janeiro/2004 a dezembro/2004 = 1 ano. A resposta que mais se aproxima é a alternativa “c”) GABARITO: C 137.com. de Despesa com Provisão de Férias (Despesa) a Provisão para Férias (Passivo Circulante) Prof. e) 30% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados do custo dos estoques contra a provisão de férias. De junho/2002 a dezembro/2002 = 7 meses = 7/12 ano = 0.000 = 19.

Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior Empresa: Divergências S.A. Provisão para férias: contabilização do mês de outubro de 2005 com erro (provisionados em duplicidade o equivalente a 20% dos duodécimos) Apropriação da folha de férias = 30% para custo dos estoques e 70% para despesas administrativas. Tudo que se fabrica no mês, se vende 50%, Portanto, de acordo com a questão: Provisão para Férias (Mensal) = = 30% x Custo dos Estoques + 70% x Despesas Administrativas Qual o estorno considerando o referido lançamento só foi constatado na conciliação feita no mês seguinte? I – Provisão para férias: ocorreu um erro na contabilização e foi provisionado a mais (em duplicidade) 20% do valor mensal (duodécimo). Provisão para Férias referente ao Estoque: deve ser estornado somente o valor correspondente à parcela vendida (50%) Estorno em relação ao Estoque = 20% x 30% x 50% = 3% (a) 3% do total dos duodécimos contabilizados em duplicidade, da folha de férias de outubro de 2005, devem ser estornados do custo das mercadorias vendidas, contra a provisão de férias. – A alternativa está correta. (c) 14% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados dos estoques. – A alternativa está incorreta. (d) 6% dos 20% dos duodécimos da folha de provisão de férias de outubro de 2005, contabilizados a maior, registrados nos estoques devem ser estornados. – A alternativa está incorreta. (e) 30% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados do custo dos estoques contra a provisão de férias. – A alternativa está incorreta. Provisão para Férias referente às Despesas Administrativas: deve ser estornada a parcela integral (a despesa administração é lançada integralmente para o cálculo do resultado do exercício, independentemente da quantidade vendida). Estorno em relação às Despesas Administrativas = 20% x 70% = 14% (b) 70% da folha de provisão de férias de outubro de 2005 devem ser estornados das despesas administrativas. – A alternativa está incorreta. GABARITO: A

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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior 138.(ICMS-MG-2005-Esaf) A mina Etereal, após a aquisição e instalação, custara R$ 300.000,00 aos cofres da nossa empresa, mas tinha capacidade estimada em 500 mil metros cúbicos de minério e foi instalada com capacidade de exploração em 8 anos, mantendo-se o residual de proteção de 20% da capacidade produtiva. Ao fim do 5º ano de exploração bem-sucedida, a mina foi alienada por R$ 200.000,00, com quitação em vinte duplicatas mensais. Analisando essas informações, assinale abaixo a única assertiva que não é verdadeira. a) A exploração anual será de 50 mil m³ de minério. b) A taxa de exaustão será de 10% do custo total por ano. c) A taxa de exaustão será de 12,5% ao ano. d) Ao fim do 5º ano, a exaustão acumulada será de 50% do custo da mina. e) O custo a ser baixado no ato da venda será de R$ 90.000,00. Resolução Mina Etereal Custo de aquisição: R$ 300.000,00 Capacidade estimada (possança) = 500 mil metros cúbicos de minério Capacidade de exploração = 8 anos Residual de proteção = 20% da capacidade produtiva. Fim do 5º ano de exploração bem-sucedida: a mina foi alienada por R$ 200.000,00, com quitação em vinte duplicatas mensais. I – Cálculo da Taxa de Exaustão: Residual de Proteção = 20% x Capacidade Estimada = 20% x 500.000 m3 = Residual de Proteção = 100.000 m3 Exploração Anual = (Capacidade Estimada – Residual de Proteção)/Cap. de Explor. ⇒ ⇒ Exploração Anual = (500.000 – 100.000)/8 = 50.000 m3 de minério Taxa de Exaustão 1 = Exploração Anual/Capacidade 50.000/500.000 = 0,1 ⇒ ⇒ Taxa de Exaustão = 10% do custo total por ano Estimada =

Entretanto, também é possível o cálculo da taxa de exaustão utilizando somente a sua capacidade de exploração (vida útil da mina). Neste caso, a taxa de exaustão seria; Taxa de Exaustão 2 = 1/8 anos = 0,125 = 12,5% ao ano Vamos analisar as alternativas: (a) A exploração anual será de 50 mil m³ de minério. – A alternativa está correta.
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Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior (b) A taxa de exaustão será de 10% do custo total por ano. – A alternativa está correta. (c) A taxa de exaustão será de 12,5% ao ano. – A alternativa está correta. II – Cálculo da exaustão acumulada na data da alienação: Período de exploração até a alienação = 5 anos Exaustão Acumulada = Taxa de Exaustão x Período x Custo de Aquisição da Mina ⇒ ⇒ Exaustão Acumulada = 10% x 5 x Custo de Aquisição da Mina ⇒ ⇒ Exaustão Acumulada = 50% x Custo de Aquisição da Mina ⇒ ⇒ Exaustão Acumulada = 50% x 300.000 = 150.000 (d) Ao fim do 5º ano, a exaustão acumulada será de 50% do custo da mina. – A alternativa está correta. III – Cálculo do valor contábil da mina na alienação: Valor Contábil da Mina = Custo de Aquisição – Exaustão Acumulada ⇒ Valor Contábil da Mina = 300.000 – 150.000 = 150.000

(e) O custo a ser baixado no ato da venda será de R$ 90.000,00. – A alternativa está incorreta. GABARITO: E 139.(ICMS-RN-2005-Esaf) A firma Linhas de Comércio Ltda. tem no livro razão uma conta intitulada “Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa” com saldo credor de R$ 9.000,00, oriundo do balanço patrimonial de 2002, mas que permanece inalterado ao final do exercício de 2003. No balanço patrimonial, que será elaborado com data de 31.12.03, a empresa deverá demonstrar as contas “Duplicatas a Receber” e “Clientes”, com saldo devedor de R$ 350 mil e R$ 200 mil, respectivamente. Considerando-se que está comprovada a expectativa de perda provável de 3% dos créditos a receber, a empresa deverá contabilizar uma provisão. Este fato, aliado às outras informações constantes do enunciado, fará com que o lucro da empresa, referente ao exercício de 2003, seja reduzido no valor de a) R$ 7.500,00. b) R$ 9.000,00. c) R$ 16.290,00. d) R$ 16.500,00. e) R$ 25.500,00.

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000.500 Despesas com Provisões (Despesa) a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante) ⇒ ⇒ 7.500 – 9. referente ao exercício de 2003.000 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 3% x Base de Cálculo ⇒ Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 3% x 550.500) 7.br 123 . Moraes Junior Resolução Empresa: Linhas de Comércio Ltda Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = R$ 9.500 III – Apuração do resultado em 31/12/2003 (somente em relação à provisão): (-) Despesas com Provisões (Despesa) Redução do lucro (7.pontodosconcursos. mas que permanece inalterado ao final do exercício de 2003).500 II – Fazendo a constituição da provisão por complementação: Provisão a ser Constituída no Período = 16.com.000 + 200.00. GABARITO: A Prof.00 (balanço patrimonial de 2002.500 Logo. no valor de R$ 7.000 (saldo da provisão) ⇒ Provisão a ser Constituída no Período = 7. Balanço Patrimonial (31. será reduzido no valor de = ? I – Cálculo da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa em 31/12/2003: Base de Cálculo da Provisão = Duplicatas a Receber + Clientes ⇒ ⇒ Base de Cálculo da Provisão = 350.03) Duplicatas a Receber = R$ 350 mil Clientes = R$ 200 mil Comprovada a expectativa de perda provável de 3% dos créditos a receber Contabilizar uma provisão Lucro da empresa.500. Moraes Junior www.000 ⇒ ⇒ Base de Cálculo da Provisão = 550.000 ⇒ ⇒ Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = 16.12. em virtude da constituição dessa provisão.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. haverá uma redução do lucro do exercício.

000.00 e) R$ 936.Retificadora) 810 Prof. Moraes Junior www. provocará na Demonstração do Resultado do Exercício uma redução do lucro final no valor de a) R$ 774.03 = 3% Lançamento: Despesas com Provisão (Despesa) a Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante.000. por não recebimento.pontodosconcursos.00 b) R$ 1.. Ao findar o ano com novos saldos no valor de R$ 42. nos outros 40%.000 = 0. podemos dizer que a contabilização da provisão para créditos de liquidação duvidosa. provocará na Demonstração do Resultado do Exercício uma redução do lucro final no valor de = ? I – Cálculo do percentual adotado pela empresa para a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PDD): Em 31/12/x4: Percentual = PDD/ Valores a Receber = 810/27.(ICMS-MG-2005-Esaf-Adaptada) A empresa ACD Ltda.00. mandando provisionar seus créditos para fins de balanço. Com base nessas informações.260. por não recebimento. Exercício de x5: a empresa recebeu e deu quitação a 60% desses créditos e mandou dar baixa. em 31/12/x4 tinha valores a receber com saldo no valor de R$ 27. a empresa adotou procedimento igual ao anterior. 31/12/x5: Valores a Receber = R$ 42.00 c) R$ 450.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.br 124 . referente ao exercício de 2005.000.00 e mandou fazer provisão para créditos de liquidação duvidosa no valor de R$ 810.00 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa = R$ 810.00 d) R$ 1. 31/12/x4: Valores a Receber = R$ 27. Moraes Junior 140.00 A empresa adotou procedimento igual ao anterior. Durante o exercício de x5 a empresa recebeu e deu quitação a 60% desses créditos e mandou dar baixa. nos outros 40%.00.00 Resolução Empresa: ACD Ltda.000. Contabilização da provisão para créditos de liquidação duvidosa.com. mandando provisionar seus créditos para fins de balanço.00. referente ao exercício de 2005.746.

00.600.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.br 125 .00. Moraes Junior www.00. •valor de mercado na data da compra R$ 25.260 Como ainda há um saldo da provisão para créditos de liquidação duvidosa de R$ 486.com.00 •valor residual estimado R$ 2.000.00 •data de aquisição 01/07/2003 •vida útil estimada: cinco anos •data de encerramento de exercício social 31 de dezembro No exercício de 2004 o aludido bem de uso vai gerar encargos de depreciação no valor de a) R$ 5.00 GABARITO: A 141. d) R$ 3.400.Retificadora) 774 III – Cálculo da redução do Lucro final em x5 pela contabilização da PDD: Redução no Lucro = Despesa com Provisão = R$ 774.00 •valor de aquisição R$ 20.000.00.800. e) R$ 1.260 – 486 = 774 Despesas com Provisão (Despesa) a Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante.000.00 •valor de mercado em 31/12/2004 R$ 21.pontodosconcursos.00. Moraes Junior II – Lançamentos no Exercício de x5: Quitação de 60% da Provisão = 60% x 810 = 486 Perda Consumada de 40% (empresa mandou dar baixa) = 40% x 810 = 324 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (Ativo Circulante) a Duplicatas a Receber (Ativo Circulante) Final de x5: Valores a Receber = 42.00. b) R$ 5.000.(ICMS-RN-2005-Esaf) Considere os seguintes dados e informações sobre determinado bem de uso. por complementação teríamos: Lançamento por complementação = 1.000. c) R$ 4.000. 324 Prof.000 Cálculo da Provisão em x5: Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa = 3% x 42.000 = 1.

Referida máquina fora comprada por R$ 150.00 c) R$ 65.00 e) R$ 90. todo o ano de 2004.600 Apesar de ter sido informado o valor de mercado do bem e 31/12/2004 (R$ 21.000 ⇒ III – Cálculo dos Encargos de Depreciação em 2004: Como o bem foi adquirido em 2003. devidamente contabilizada vai-nos mostrar que o preço de venda obtido na alienação foi de a) R$ 52. Moraes Junior www. que sofrem depreciação.625.br 126 .(AFC-STN-2005-Esaf) Em 20 de outubro de 2004. não que se falar em “Provisão para Ajuste a Valor de Mercado”.2 = 20% II – Determinação da Base de Cálculo da Depreciação: Valor de Aquisição = 20.000.00 d) R$ 86.000.000 Valor Residual = 2. trimestralmente.pontodosconcursos. GABARITO: D 142.000 = 3. em primeiro de abril de 1998. auferindo um lucro da ordem de 20% sobre o preço obtido na alienação.000 – 2. que não é aplicável a bens do ativo não circulante imobilizado. Encargos de Depreciação = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação = 20% x 1 ano x 18.00).000.00 b) R$ 63. a empresa Milícias S/A mandou contabilizar a baixa por venda de uma máquina de uso.500. Moraes Junior Resolução I – Cálculo da Taxa de Depreciação: Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/5 anos = 0. Prof.com. para fins de depreciação. auferindo um lucro da ordem de 20% sobre o preço obtido na alienação. considera-se.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 Base de Cálculo (Valor Depreciável) = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ Base de Cálculo = 20. e seu valor tem sido atualizado.000 = 18.00. A operação. por depreciação feita com base em vida útil estimada de 10 anos e saldo residual de 20% do custo.00 Resolução Empresa: Milícias S/A Data: 20 de outubro de 2004 Venda de uma máquina de uso.400.

000 ⇒ ⇒ Base de Cálculo da Depreciação = 80% x 150.com. mas.1 Base de Cálculo da Depreciação = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ Base de Cálculo da Depreciação = 150. a depreciação é trimestral). Normalmente.00.1 x 6. Moraes Junior www.5 anos x 120. considera-se que Máquina começou a ser utilizada na data de sua aquisição: 01/04/1998.pontodosconcursos.000 Prof. Período Total: 01/04/1998 a 31/12/1998 = 9 meses (começa exatamente no início do segundo trimestre) 1999 a 2003 = 5 anos 01/01/2004 a 20/10/2004 = 9 meses (o período a ser considerado será apenas até 30/09/2004.000 – 20% x 150. Essa era a “pegadinha” da banca examinadora. como foi informado no enunciado.Imobilizado) a Caixa (Ativo Circulante) 150.5 anos III – Cálculo da Depreciação Acumulada Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil da Máquina = 1/10 = 0. Preço da Venda = ? I – Aquisição da Máquina (supondo que a aquisição foi a vista) Lançamento: Máquina (ANC .000 IV – Cálculo do valor contábil da Máquina em 20/10/2004 Valor Contábil = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ Valor Contábil = 150.br ⇒ ⇒ 127 .000. nesse caso. a banca informa que a depreciação é mensal. informou que é trimestral. em 01/04/1998 Depreciação trimestral Vida útil da Máquina (estimada) = 10 anos Saldo residual = 20% do custo.000 ⇒ ⇒ Valor Contábil = 72.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Moraes Junior Máquina: comprada por R$150. pois. Período Total = 5 anos e 18 meses = 6 anos e 6 meses = 6.000 II – Cálculo do período de utilização da Máquina até a venda Como nada foi dito.000 Depreciação Acumulada = Taxa x Período Total x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada = 0.000 = 78.000 ⇒ ⇒ Base de Cálculo da Depreciação = 120.000 – 78.

por R$ 45.400.000 ⇒ ⇒ Valor da Alienação = 72. nós consideramos a vida útil de 10 anos e 5 anos.br 128 .000.00 (adquirido em abril de 2002) Vida Útil = 10 anos Veículo = R$ 45.000/0. Moraes Junior V – Cálculo do valor da alienação da Máquina Lucro Obtido na Alienação = 20% x Valor da Alienação ⇒ ⇒ Lucro Obtido na Alienação = 0.pontodosconcursos. com utilização imediata.2 x Valor da Alienação = Valor da Alienação – 72.000.000 GABARITO: E ⇒ 143.000 (b) (a) = (b) ⇒ 0.00 c) R$ 7.00 b) R$ 6.8 ⇒ ⇒ Valor da Alienação = 90.1 ao ano Taxa de Depreciação (Veículo) = 1/Vida Útil = 1/5 anos = 0.600.2 x Valor da Alienação (a) Lucro obtido na alienação = Valor da Alienação – Valor Contábil ⇒ ⇒ Lucro obtido na alienação = Valor da Alienação – 72.com.000 ⇒ 0.00.2 ao ano Prof. Moraes Junior www.00. em abril de 2002.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. respectivamente.00 d) R$ 8.(AFC-CGU-2004-Esaf) O nosso Ativo Imobilizado consta apenas de Equipamento adquirido por R$ 60.500.500. Para fins de apropriar o desgaste físico.8 x Valor da Alienação = 72.00 (adquirido em julho de 2002) Vida Útil = 5 anos Valor residual = 20% Encargos de Depreciação em 2002 = ? I – Cálculo da Taxa de Depreciação: Taxa de Depreciação (Equipamento) = 1/Vida Útil = 1/10 anos = 0.00 e) R$ 12. O encargo de depreciação contabilizado no exercício social de aquisição (2002) foi no valor de a) R$ 4. com valor residual de 20%.000. e Veículo comprado em julho do mesmo ano.200.000.00 Resolução Equipamento = R$ 60.

5 x 36. algumas ainda a vencer. Pelo conhecimento que temos da empresa e de sua carteira de cobrança. com base em 4% dos devedores duvidosos. no valor de R$ 98. Feitas as provisões e contabilizadas corretamente.200 GABARITO: C 144. no valor de R$ 120.000 = 3.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.600 Encargos de Depreciação (2002) = 3.. outras já vencidas. (Equipamento) = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação (Equipamento) = 0.600 = 7.00.(AFRF-2003-Esaf) Ao examinarmos a carteira de cobrança da empresa Gaveteiro S/A.600 + 3.75 x 48. sabemos que a experiência de perda com esses créditos tem sido de cerca de 4%. já protestadas. encontramos diversas duplicatas a receber.com.000. sendo correto um provisionamento deste porte.8 x 45.1 x 0.000 ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Equipamento) = 48. Também havia uma Provisão para Créditos Incobráveis com saldo credor de R$ 4.75 ano Período Total (Veículo) = de julho/2002 a dezembro/2002 ⇒ ⇒ Período Total (Veículo) = 6 meses = 6/12 ano = 0.000.2 x 0. é correto dizer que a Demonstração do Resultado do Exercício conterá como despesa dessa natureza o valor de ⇒ Prof.000.00.00 e outras descontadas em Bancos.600 Encargos de Dep.000 = 3. no valor de R$ 112.00.000 Base de Cálculo (Veículo) = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Veículo) = Valor de Aquisição – 20% x Valor de Aquisição ⇒ Base de Cálculo (Veículo) = 80% x Valor de Aquisição ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Veículo) = 0.5 ano Encargos de Dep. Moraes Junior II – Determinação da Base de Cálculo: Base de Cálculo (Equipamento) = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Equipamento) = Valor de Aquisição – 20% x Valor de Aquisição ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Equipamento) = 80% x Valor de Aquisição ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Equipamento) = 0.br 129 . (Veículo) = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação (Veículo) = 0. no valor de R$ 111.8 x 60. mais algumas em fase de cobrança.000 III – Cálculo dos Encargos de Depreciação em 2002: Período Total (Equipamento) = de abril/2002 a dezembro/2002 ⇒ Período Total (Equipamento) = 9 meses = 9/12 ano ⇒ ⇒ Período Total (Equipamento) = 3/4 ano = 0.00. Moraes Junior www.000.000 ⇒ ⇒ Base de Cálculo (Veículo) = 36.pontodosconcursos.000.

000 Duplicatas Protestadas (Ativo Circulante) também são duplicatas a receber que não foram pagas no vencimento e foram protestadas pela empresa.00 e) R$ 5.640.00 d) R$ 5.00 c) R$ 8.com.000.000 343.00.720. .br 130 . o valor da despesa com essa Provisão no exercício será de R$ 9. Moraes Junior a) R$ 9.Duplicatas Protestadas = R$ 111.000. Moraes Junior www.00.000.720. Provisão p/ Créditos Incobráveis = saldo credor de R$ 4.000.00) – Método da Complementação.00 – R$ 4.000.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.720 Como já havia um saldo credor de R$ 4.000 112.720 Prof.800. Provisão p/ Créditos Incobráveis = 4% x 343.Duplicatas Vencidas = R$ 112. .000 111.00. .pontodosconcursos.Duplicatas a Vencer = R$ 120.00 (R$ 13.000. Perda com esses créditos = estimada em 4% Provisão p/ Créditos Incobráveis = ? I – Determinação da Base de Cálculo da Provisão p/ Créditos Incobráveis: Duplicatas a Receber a Vencer Duplicatas a Receber Vencidas Duplicatas Protestadas Base de Cálculo da Provisão p/ Créditos Incobráveis 120.Duplicatas Descontadas = R$ 98.00 Resolução Empresa Gaveteiro S/A Duplicatas a receber: .280.000 = 13.00 na conta Provisão p/ Créditos Incobráveis.760.00 b) R$ 9. Lançamento: Despesa com Provisão p/ Créditos Incobráveis a Provisão p/ Créditos Incobráveis GABARITO: A 9.00.000. também fazem parte da base de cálculo da “Provisão p/ Créditos Incobráveis”. Portanto.720.00.

250. Ambas as máquinas têm durabilidade igual: deverão ser usadas durante dez anos.750. Depreciação (ALFA) + Enc.000.pontodosconcursos. na Demonstração de Resultado do Exercício de 2002.02.3 – Encargos de Depreciação em 2002: Enc.00 em 01/10/2001.250.750 II.000.00.000.00. Assim sendo.1 = 10% ao ano II – Determinação dos Encargos de Depreciação em 2002: II.1 – Máquina ALFA: adquirida em 01/10/2001 Período = jan/2002 a dez/2002 = 1 ano Base de Cálculo = Valor de Aquisição = 130.000 = 13.00 em 01/10/2001 e a máquina BETA foi comprada pelo mesmo preço.750 GABARITO: E Prof.000 = 9. Moraes Junior www.750 = 22.12.com. referente à máquina ALFA. elaborada em 31.br 131 .75 ano x 130. Vida Útil das Máquinas = 10 anos (desgaste físico desses bens deverá ter contabilização anual) Demonstração de Resultado do Exercício de 2002: Encargos de Depreciação = ? I – Determinação da Taxa de Depreciação: Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/10 anos = 0. e) R$ 22.000 Encargos de Depreciação (BETA) = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação (BETA) = 10% x 0. Moraes Junior 145. O desgaste físico desses bens deverá ter contabilização anual. d) R$ 16. Depreciação (2002) = Enc. Depreciação (2002) = 13.75 ano Base de Cálculo = Valor de Aquisição = 130. c) R$ 13. b) R$ 9.00.00.000 Encargos de Depreciação (ALFA) = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Encargos de Depreciação (ALFA) = 10% x 1 ano x 130. Máquina BETA: Valor de Aquisição = R$ 130.000.(AFRF-2003-Esaf) A máquina ALFA foi comprada por R$ 130. referente à máquina ALFA.000 + 9.000 II.750. Resolução Máquina ALFA: Valor de Aquisição = R$ 130. referente à máquina BETA.00. em 01/04/2002.00. constarão Encargos de Depreciação no valor de a) R$ 3. em 01/04/2002.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. referente à máquina BETA. referente a ambas as máquinas. Depreciação (BETA) ⇒ ⇒ Enc.2 – Maquina BETA: adquirida em 01/04/2002 Período = abril/2002 a dez/2002 = 9 meses = 9/12 ano =3/4 ano = 0.

22 b) R$ 9. I. Segundo o costume usual os móveis brasileiros têm expectativa de vida útil de dez anos.888.Adquiriu 5 conjuntos de mesas com 4 cadeiras (pagamento em 60 dias). mas o proprietário falou e disse: “vou cuidar para que a depreciação dos bens de uso seja feita em 12 anos”. Balanço Patrimonial: os cinco conjuntos contribuirão com um custo = ? I – Aquisição dos Conjuntos (01/nov): 2 conjuntos para uso e 3 conjuntos para revenda (pagamento em 60 dias) I.vida útil = 10 anos.00.(AFRF-2003-Esaf-Adaptada) Em primeiro de novembro a Nossa Firma adquiriu cinco conjuntos de mesas com quatro cadeiras. sendo R$ 1.000 (mesa) + 4 x 250 (cadeiras) = 2. Moraes Junior www.Bens foram inventariados: preço de mercado de R$ 900.00 (R$ 1.br 132 .000.Outros três: destinados à revenda. Moraes Junior 147.55 Resolução Nossa Firma 01/novembro: .00 para as mesas e de R$ 300.644.Proprietário falou e disse: “a depreciação dos bens de uso será feita em 12 anos”.1 – O pagamento ocorrerá em 01/janeiro. A empresinha da questão usa como mobília dois dos conjuntos adquiridos e os outros três foram destinados à revenda. No dia 31 de dezembro os bens foram inventariados com base em pesquisa válida que encontrou preço líquido de mercado de R$ 900.00 por mesa e R$ 250.000.pontodosconcursos.Preço total = R$ 10. .00 para as mesas e de R$ 300.00 para as cadeiras.022.com.00 por cadeira).00 por cadeira. O preço total foi R$ 10. .22 e) R$ 10. que no Balanço Patrimonial os cinco conjuntos em epígrafe contribuirão com um custo de a) R$ 9.00 para as cadeiras.000.Costume usual: Móveis brasileiros .000.000 Prof. adotando-se os critérios legais de avaliação de ativos.622.00 por mesa e R$ 250. .555. . 31/dezembro: . para pagamento em 60 dias. .44 d) R$ 10.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.2 – Valor do Conjunto: Valor do Conjunto = 1. Com base nestes dados e informações. com certeza. podemos dizer.88 c) R$ 9.Usa como mobília: dois dos conjuntos adquiridos.

000 Móveis e Utensílios (ANC-Imobilizado) – 2 conjuntos 4. 183.1 – Costume usual: Vida Útil = 10 anos Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/10 = 0. Moraes Junior I. de acordo com o art.com.br 10. para Ajuste ao Valor de Mercado = 3 conjuntos x (1. deve ser realizada uma provisão para ajuste ao valor de mercado das mesas colocadas para revenda. pois.3 – Lançamentos: Diversos a Duplicatas a Pagar (Passivo Circulante) Mercadorias (Ativo Circulante) – 3 conjuntos 6.pontodosconcursos. III – Cálculo dos Encargos de Depreciação: só os 2 conjuntos de mesas e cadeiras destinados ao uso sofrerão depreciação (os 3 conjuntos destinados à revenda não sofrem depreciação). indica maior valor de imposto e maior arrecadação). O valor das cadeiras não sofrerá provisão.000 II – Determinação da Taxa de Depreciação: II. a empresa pode utilizar essa taxa de depreciação. E maior lucro.56 Lançamento: Encargos de Depreciação (Despesa) a Depreciação Acumulada (ANC-Imobilizado) 55.1 = 10% ao ano II.404/76.000 133 .000 Encargos de Depreciação = Período x Taxa de Depreciação x Base de Cálculo ⇒ Encargos de Depreciação = 1/6 x 1/12 x 4. Período: 01/nov a 31/dez = 2 meses = 2/12 meses = 1/6 ano Base de Cálculo = Valor de Aquisição = 4. os encargos de depreciação por ano serão menores – custo menor gera um maior lucro ou um menor prejuízo.2 – Proprietário da Empresa: Vida Útil = 12 anos Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil = 1/12 ao ano (poderá ser utilizada esta taxa de depreciação. pois o valor de mercado é maior: Prov.56 IV – Determinação das Provisões: Em 31/dezembro: Valor de Mercado das Mesas = 900 Valor de Mercador das Cadeiras = 300 Logo. da Lei no 6.000 = 55. apesar de não ser o costume usual.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 – 900) = 300 Prof. Moraes Junior www. Portanto.

há um ano e meio.700 + 3.2 – Conjuntos destinados ao uso: Valor Contábil = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ Valor Contábil = 4.com. A depreciação considera a previsão normal do fisco para a vida útil de veículos (5 anos).44 = 9.00 c) A operação de compra deu ao vendedor um lucro de R$ 4.2-Esaf) Em primeiro de outubro de 2001. Prof.644.000 – 55. é e R$ 22.Restante da vida útil.000 – 300 = 5.44 300 ⇒ Valor Contábil Total dos Conjuntos = 5.00. Moraes Junior www.44 GABARITO: C 148.00 b) O valor contábil do veículo.450. 01/outubro/2001: Adquiriu um veículo usado por R$ 23.Metade da vida útil do bem adquirido novo.00.000.944.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. O carro fora comprado novo pelo ora vendedor pela quantia de R$ 27. no comprador. pode-se afirmar que: a) A conta Depreciação Acumulada desse veículo terá saldo de R$ 5.100. a Ameriflores Ltda adquiriu um veículo usado por R$ 23. e II .56 = 3.700 V.00 d) A operação de compra deu ao vendedor uma perda de R$ 500. Empresa: Ameriflores Ltda. Moraes Junior Lançamento: Despesas com Provisão (Despesa) a Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado (Ativo Circulante) V – Custo dos conjuntos no Balanço Patrimonial: V.000. em relação ao referido veículo.000.00.br 134 .pontodosconcursos. considerada em relação à primeira instalação para utilização do bem.(TRF-2002.850.00 Resolução No caso de bens adquiridos usados a taxa anual de depreciação será determinada considerando-se o maior entre os seguintes prazos: I . é de R$ 21. Em 31 de dezembro do mesmo ano.650.944. no comprador.00 e) O valor contábil do veículo.1 – Conjuntos destinados à revenda: Valor Contábil = Valor de Aquisição – Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado ⇒ Valor Contábil = 6. e contabilizado com valor residual de R$ 12. pagando 60% a vista.000.00. pagando 60% à vista.

5 anos = 3.000 Período Total = 1.br 135 .pontodosconcursos.2 x 1.000 – 4.500 = 22.000 – 12.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000.00.000 – 22.00.5 anos Base de Cálculo = Valor de Aquisição – Valor Residual ⇒ Base de Cálculo = 27.5 anos = 2/7 ao ano Entretanto.000 = 15.500 ⇒ ⇒ Ganho de Capital = 500 ⇒ ⇒ II – Empresa Ameriflores Ltda (compradora do veículo): II.500 Valor da Alienação do Veículo = 23. há um ano e meio.5 anos Logo. Moraes Junior www.000 = 4.000 Ganho de Capital = Valor da Alienação – Valor Contábil ⇒ Ganho de Capital = 23. Moraes Junior O carro fora comprado novo pelo ora vendedor pela quantia de R$ 27.1 – Determinação da Taxa de Depreciação: Metade da Vida Útil do Veiculo Novo = 5 anos/2 = 2. Taxa de Depreciação = 1/3.com.000.5 x 15. de acordo com a questão: A depreciação considera a previsão normal do fisco para a vida útil de veículos (cinco anos). “Pegadinha” da banca examinadora! Prof. Em 31 de dezembro do mesmo ano = ? I – Empresa Vendedora do Veículo: Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Veículo = 1/5 = 0. e contabilizado com valor residual de R$ 12.500 Valor Contábil do Veículo = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ Valor Contábil do Veículo = 27. a taxa de depreciação utilizada será a vida útil restante do veículo.000 ⇒ Depreciação Acumulada = Taxa de Depreciação x Período Total x Base de Cálculo ⇒ ⇒ Depreciação Acumulada = 0. visto que a vida útil restante é maior que a metade da vida útil do veículo.5 anos Vida Útil Restante do Veículo = 5 anos – 1.2 = 20% ao ano Valor de Aquisição do Veículo = 27. A depreciação considera a previsão normal do fisco para a vida útil de veículos (cinco anos).

Dele constavam apenas uma mina de carvão e um trator usado. Moraes Junior Logo.00.000.200. com valor residual de 20%.000.000.000.00 c) R$ 20.000. efetivamente.000 Depreciação Acumulada = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ Depreciação Acumulada = 0. podemos afirmar que a alienação narrada acima deu origem.00.00 e o trator fora comprado por R$ 35.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Considerando que a contabilização estimada da amortização desses ativos tem sido feita normalmente.pontodosconcursos. Agora. com vida útil prevista em dez anos. a capacidade total foi estimada em 40 toneladas de minérios com extração prevista para dez anos.000 (como nada foi dito para o comprador. em termos líquidos.00 e) R$ 24.850 GABARITO: E ⇒ 149. Quando da aquisição da mina.00 Prof. 20 toneladas.br 136 . A mina teve custo original de R$ 110.2 x 0.25 anos ⇒ Valor de Aquisição = 23.25 x 23.000.3 – Determinação do Valor Contábil do Veículo em 31/12/2001: Valor Contábil do Veículo = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada ⇒ Valor Contábil do Veículo = 23. O trator vendido tem sido depreciado pelo método linear. à vista. verificamos que forma extraídas.2 ao ano II. já passados quatro anos. deve ser (a banca examinadora não considerou o fato de o veículo ter sido adquirido já com uma utilização de 1. conforme o enunciado.2-Esaf) A empresa Desmontando S/A vendeu o seu ativo imobilizado.200. a ganhos de capital no valor de: a) R$ 10. não há valor residual) Base de Cálculo = Valor de Aquisição = 23.com.00 d) R$ 13. há exatos quatro anos.5 anos): Taxa de Depreciação = 1/5 anos = 0. Moraes Junior www.000 – 1.150 ⇒ II. a taxa de depreciação para o veículo comprado usado.2 – Determinação da Depreciação Acumulada em 31/12/2001: Período Total = de 01/10/2001 a 31/12/2001 = 3 meses ⇒ Período Total = 3/12 anos = 0. por R$ 100.00 b) R$ 21.(AFRF-2002.150 = 21.000 = 1.

com. Total x Custo de Aquis. 20 toneladas.00 (comprados há exatos quatro anos) Aquisição da mina: Capacidade total foi estimada em 40 toneladas de minérios com extração prevista para dez anos.000 Valor Contábil da Mina = Valor de Aquisição – Exaustão Acumulada do Período ⇒ Valor Contábil da Mina = 110.000. Logo. da Mina ⇒ ⇒ Exaustão Acumulada do Período = 0.00 (Mina de carvão e um trator usado) Mina (custo original) = R$ 110. do Período = Taxa de Exaustão x Per. esta informação era desconhecida.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof. Taxa de Exaustão da Mina = 1/Período de Extração = 1/10 anos ⇒ Taxa de Exaustão da Mina = 0.1 x 4 x 110. pois. em termos líquidos. ou seja. a ganhos de capital = ? I – Cálculo do Valor Contábil da Mina na Data da Alienação: Para o cálculo da taxa de exaustão da mina em questão. Agora.pontodosconcursos.br ⇒ 137 . Moraes Junior www. deve ser observado o fato que a contabilização da exaustão estimada foi realizada durante todo o período. verificamos que foram extraídas.000.000 II – Cálculo do Valor Contábil do Trator na Data da Alienação: Taxa de Depreciação = 1/Vida Útil do Trator = 1/10 = 0. a exaustão utilizada desde a aquisição da mina foi a estimada. após quatro anos.000. já passados quatro efetivamente.00 Trator = R$ 35.1 = 10% ao ano Período Total = 4 anos Exaustão Acum. com valor residual de 20% A alienação narrada acima deu origem. foram extraídas 20 toneladas de minério não deve ser considerada no cálculo da exaustão.000 – 44.000 = 66. anos. até então.1 = 10% ao ano Período Total = 4 anos Prof.000 = 44. a informação de que. Trator vendido tem sido depreciado pelo método linear com vida útil prevista em dez anos. Moraes Junior Resolução Empresa: Desmontando S/A Venda do Ativo Imobilizado = R$ 100.

000 – 20% x 35. Moraes Junior www.000 Depreciação Acumulada do Período = Taxa x Período x Base de Cálculo ⇒ Depreciação Acumulada do Período = 0. no quarto ano da vida útil. pelos Métodos da Linha Reta e da Soma dos Dígitos dos Anos. no quarto ano de vida útil. a despesa com depreciação seria igual para os dois métodos (Custo do Bem/7) e.800 III – Cálculo do Ganho de Capital na Alienação: Ganho de Capital = Valor da Venda – Valor Contábil da Mina – Valor Contábil do Trator ⇒ ⇒ Ganho de Capital = 100.000 – 66. Submetendo-se esse bem à depreciação. comparativamente. pode-se afirmar que. o imposto também seria igual. o imposto de renda seria o mesmo em ambas as hipóteses a depreciação.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.000 = 28. Prof. não afetaria o imposto de renda o imposto de renda seria maior.(AFC-STN-2000-Esaf) Um direito sobre bens do ativo permanente tem vida útil de 7 (sete) anos.000 = 11.000 = 0.8 x 35. na verdade.200 ⇒ Valor Contábil do Trator = Valor de Aquisição – Depreciação Acumulada do Período ⇒ ⇒ Valor Contábil do Trator = 35.000 – 11. num ou noutro método.pontodosconcursos. durante a vida útil.200 = 23.000 – 23. Moraes Junior Base de Cálculo = Valor de Aquisição do Trator – Valor Residual ⇒ ⇒ Base de Cálculo = 35. a) b) c) d) e) o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da linha reta o imposto de renda seria maior se fosse utilizado o método da soma dos dígitos dos anos coincidentemente.1 x 4 x 28. conseqüentemente.br 138 .com.200 GABARITO: A 150. dependendo do valor residual Resolução Vida Útil do Bem = 7 anos I – Método da Linha Reta de Depreciação Taxa Anual de Depreciação = 1/7 anos No quarto ano de vida útil do bem: Despesas com Depreciação = Custo do Bem x Taxa = Custo do Bem/7 II – Método de Cole de Depreciação Soma dos Dígitos = 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7 = 28 Quarto Ano ⇒ Depreciação = (4/28) x Custo do Bem = Custo do Bem/7 Logo.800 = 10.

também não faria diferença utilizar o Método de Cole Crescente ou Decrescente. 3a Edição.Contabilidade Geral e Avançada – Teoria e Exercícios AFRFB Prof.br Normas do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). pois. Contabilidade Geral. José Jayme. www. Moraes Junior www. www.941/09. São Paulo.br FIPECAFI.com.org.com.pontodosconcursos. Normas do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 2010. GABARITO: C Bons estudos. Rio de Janeiro.638/07 e pela Lei no 11. www. Moraes Junior Nesta questão. Elsevier Editora. no quarto ano.cfc. (aplicável a todas as MORAES JUNIOR. a depreciação seria igual para os dois métodos.br 139 . 2011. Moraes Junior moraesjunior@pontodosconcursos.br Bibliografia Lei das Sociedades Anônimas com as alterações trazidas pela Lei n o 11.org.cvm. Editora Atlas.gov. Manual de Contabilidade Societária sociedades).cpc.br Normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Prof.

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