COMPLEXO JURÍDICO DAMÁSIO DE JESUS PRÁTICA PENAL OAB 2ª FASE Coordenação Prof.

Marcelo Tadeu Cometti Professores Cícero Marcos Lima Lana Flávio Cardo so de Oliveira Colaboradores Luciano Casaroti Paula Quaggio 1

SUMÁRIO 1. Instruções preliminares 2. Regras de competência 3. Ação penal 3.1. Ação penal púb 3.2. Ação penal privada 4. Ritos processuais 4.1. Rito ordinário 4.2. Rito sumário 4.3. Rito sumaríssimo 4.4. Ritos especiais 4.4.1. Júri 4.4.2. Lei de drogas 4.4.3. Funcio nários públicos 4.4.4. Lei de Imprensa 4.4.5. Crimes contra a honra 5. Teses 5.1. Ex tinção da punibilidade 5.1.1. Prescrição 5.1.2. Decadência 5.2. Nulidades 5.3. Abuso de au toridade 5.4. Falta de justa causa 6. Peças 6.1. Modelo geral 1 6.2. Modelo geral 2 7. Peças (espécies) 7.1. Liberdade provisória (com e sem fiança) 7.2. Relaxamento da p risão em flagrante 7.3. Representação 7.4. Queixa-crime 7.5. Defesa prévia 7.6. Alegações fi nais 7.7. Apelação 7.8. Recurso em sentido estrito 7.9. Agravo em Execução 7.10. Embargo s de declaração 7.11. Embargos infringentes e de nulidade 7.12. Correição parcial 7.13. Protesto por novo júri 7.14. Carta testemunhável 7.15. Recurso ordinário constituciona l 7.16 Recurso extraordinário 2

7.17. Recurso especial 7.18. Habeas corpus 7.19. Mandado de Segurança 7.20. Revisão criminal 7.21. Reabilitação 7.22. Livramento condicional 8. Problemas 9. Gabarito 10 . Questões práticas 11. Gabarito 3

1. INSTRUÇÕES PRELIMINARES: 1. A prova não pode ser identificada; dessa forma, não se de ve colocar datas, nomes, assinaturas, marcas, desenhos, ou qualquer sinal que po ssa ser entendido como identificação, salvo se determinado no próprio enunciado do pro blema. 2. A prova consiste em uma peça prática e 05 (cinco) questões, sendo que cada p arte tem o mesmo valor, qual seja, 5,0 (cinco) pontos. 3. Para aprovação, deve o can didato obter, no mínimo, a nota 6,0 (seis); por isso, não existe uma parte mais impo rtante do que a outra. A peça e as questões devem ser respondidas com o mesmo zelo e atenção. 4. A correção da peça é feita com base nos seguintes critérios: - Adequação da peça blema apresentado - Raciocínio jurídico - Fundamentação e sua consistência - Capacidade de interpretação e exposição - Correção gramatical - Técnica profissional 5. As questões, por s vez, são objetivas, de forma que podem estar corretas, parcialmente corretas ou er radas; 6. A peça deve ser fundamentada, com citação de jurisprudência e doutrina, que da rão maior suporte à tese que será defendida. 7. As questões podem ser fundamentadas com doutrina e jurisprudência (desde que cabível no espaço reservado para a resposta). 8. A letra deve ser legível. 9. É permitido o uso de doutrina, legislação e legislação comentad a; são proibidos livros que contenham modelo de peça, apostilas e dicionários jurídicos. 10. O segredo da prova é estudar e manter a calma!!!! 4

2. REGRAS DE COMPETÊNCIA As regras de competência determinam qual será o órgão judicial re sponsável pelo julgamento de determinado processo, se a Justiça Estadual Federal, 1ª I nstância, STJ e assim por diante. Para perfeita compreensão das regras de competência, imperiosa é a verificação da distribuição da organização judiciária. A Justiça Estadual comu divide entre os juízes de 1ª Instância (que atuam nas mais diversas comarcas) e os Tri bunais de Justiça, que representam a 2ª Instância (cada Estado do Brasil possui um Tri bunal de Justiça). Na Justiça Federal, onde serão julgados os crimes federais (de acor do com a regra do artigo 109 da Constituição Federal), a 1ª Instância é composta por juízes federais a 2ª Instância pelos Tribunais Regionais Federais. No entanto, diferente do que ocorre na Justiça Estadual, os Tribunais não existem em todos os estados brasil eiros; na verdade, existem apenas 05 (cinco) Tribunais Regionais Federais, cuja competência é assim distribuída: - Tribunal Regional Federal da 1ª Região (sede em Brasília) : Distrito Federal, Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Pará, Amapá, Mato Grosso, Tocan tins, Maranhão, Piauí, Goiás, Bahia e Minas Gerais. - Tribunal Regional Federal da 2ª Re gião (sede no Rio de Janeiro): Rio de Janeiro e Espírito Santo. - Tribunal Regional Federal da 3ª Região (sede em São Paulo): São Paulo e Mato Grosso do Sul. - Tribunal Reg ional Federal da 4ª Região (sede em Porto Alegre): Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. - Tribunal Regional Federal da 5ª Região (sede em Recife): Alagoas, Ceará, Pa raíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. Os Tribunais Superiores, por sua vez, têm sua competência prevista na Constituição Federal. O STJ – Superior Tribunal de J ustiça – tem sua competência definida no artigo 105, ao passo que o STF – Supremo Tribun al Federal – tem competência definida no artigo 102. LEMBRETES: - A Justiça Federal não é competente para julgamento de contravenções penais, que deverão ser processadas na Jus tiça Estadual. - Caso haja conexão entre a Justiça Federal e a Estadual, prevalece a p rimeira. - A Justiça Estadual julga apenas as infrações penais que não forem de competênci a das justiças especializadas, tendo competência residual. - De acordo com o Código de Processo Penal a competência é fixada com base no lugar da infração (teoria do resultad o: aquele local onde ocorreu a consumação do crime) ou o último ato da execução no caso de tentativa. 5

- Quando for desconhecido o local onde o crime se consumou, ou foram praticados os últimos atos da execução, a competência poderá ser fixada de acordo com o domicílio ou re sidência do réu (esta regra vale apenas para as ações penais públicas). - Na ação penal priva a o querelante poderá propor a queixa-crime no local onde se consumou o crime ou n o foro do domicílio do querelado, de acordo com o artigo73 do CPP. - A competência t ambém poderá ser fixada pela prevenção; nessa hipótese, o primeiro juiz que praticar algum ato no processo será o competente. DICA PARA A IDENTIFICAÇÃO DA COMPETÊNCIA: Verificar se a ação é da competência da justiça comum ou especializada (Justiça Militar ou Justiça Elei oral) e, posteriormente, se da Justiça Estadual ou Federal. EXEMPLOS DE ENDEREÇAMENT OS: - DELEGADO DE POLÍCIA (fase pré-processual): Ilustríssimo Senhor Doutor Delegado d e Polícia Titular da Delegacia de Polícia de________ Ilustríssimo Senhor Doutor Delega do de Polícia Federal da Delegacia de Polícia Federal de___________ - JUIZ DE DIREIT O (fase pré-processual, processual ou recursal): Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz d e Direito do Departamento de Inquérito Policiais – DIPOde São Paulo/SP Excelentíssimo Se nhor Doutor Juiz de Direito da ____ Vara Criminal da Comarca de _________. Excel entíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito do Juizado Especial Criminal da Comarca de __________ Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da Vara das Execuções Crimina is da Comarca de _________ Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz Federal da _____ Vara Criminal Federal da Subseção Judiciária de _________ Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da _____ Vara do Júri da Comarca de ________ Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz Federal da ____ Vara do Júri da Subseção Judiciária de _________ Excelentíssimo Senh or Doutor Juiz-Presidente do Tribunal do Júri da Comarca de __________ TRIBUNAIS d e 2ª INSTÂNCIA (fase recursal): Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de _______ 6

Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Federal Presidente do Egrégio Tribunal Re gional Federal da _______Região Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Relator d o (recurso nº)___________. da ____ Câmara Criminal do Egrégio Tribunal de Justiça do Est ado de_________ Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Federal Relator do (rec urso nº)_________da ____ Turma Criminal do Egrégio Tribunal Regional Federal da ____ _Região TRIBUNAIS SUPERIORES (fase recursal): Excelentíssimo Senhor Doutor Ministro Presidente do Egrégio Superior Tribunal de Justiça Excelentíssimo Senhor Doutor Minist ro Presidente do Egrégio Supremo Tribunal Federal 7 .

a ação será pública.Obrigatoriedade: o Ministério Público não pode deixar d e oferecer a denúncia. 100. há um prazo decadencial de seis meses. único. art. Já a requisição tem como destinatário único o Ministério Público. pelo cônjuge. § 2º do CP e 30 do CPP). mas para exercer esse direito deve haver a representação do ofendido ou seu representante legal. 24. . ‘b’ do CP. ao Ministério Público ou ao Delegado de Polícia. Para o oferecimento da queixa-crime. em regra. mas este pode ser representado. basta a declaração da vítima demonstrando o desejo de ver processar seu ofensor.Oficialidade: somente órgãos oficiais podem oferecer a denúncia e conduzir o proc esso penal contra o acusado. essa é a a geral.3. 3.Intranscendência: a ação penal somente poderá ser promovida contra os indivíduos que praticaram. é uma exceção à regra. atinentes às ações penais públicas incondicionada s: . I e 5º. 100.1. Ação penal pública Possui duas espécies: incondicionada ou condicionada: A ação penal pública incondicionada tem como titular o Ministério Público (art. 8 . se o Código Penal nada mencionar. é uma autorização para o início da investigação e da persecução penal que pode s dirigida ao Juiz. Existem 03 (três) tipos de ação penal privada: . 7º. A penal somente será privada quando o Código Penal assim determinar expressamente. p. em tese. 25 do CPP). § 1º do CP. Na verdade. . LIX da CF. A ação penal pública condicionada também tem como ti tular o Ministério Público. Devem ser obedecidos os seguintes princípios.§ 3º. 100 do CP e 24 do CPP) e independe da vontade do ofendido. descenden te ou irmão.2 Ação penal privada A titularidade da ação penal é do ofendido ou seu representante legal (arts.Exclusivamente privada: o titular d a ação é o ofendido. mas pode ser também de iniciativa privada. . A representação é irretratável após o oferecimento d cia (art. 129. 2ª parte do CPP): A representação não a forma específica. 3. ou requisição do Ministro da Justiça (art. 38 do CPP e 103 do CP) . AÇÃO PENAL A ação penal é pública.Indisponibilidade: o Ministério Público não pode dispor da ação pen al. art. art. a infração penal. (art. 145. ascendente.

atinentes às ações penais privadas: .Oportunidade: o ofendi do tem o direito de promover ou não a ação penal.. de acordo com a sua conveniência. .Subsidiária da pública: apenas pode ser intentada na inércia do Ministério Público. a qualquer tempo.Di sponibilidade: o ofendido poderá desistir da ação penal.Indivisibilidade: a ação penal deve ser proposta cont ra todos os autores do crime. exis te apenas no crime de indução a erro no casamento (artigo 236 do CP). . 9 . . atualmente. Devem ser obedecid os os seguintes princípios. mesmo após o recebimento da queixa-crime.Personalíssima: somente o ofendido pode ingressar com a ação penal.

interrogatório . Rito Ordinário (Crimes com pena máxima igual ou superior a 4 anos) Fluxograma do procedimento ordinário: a) oferecimento da denúncia ou queixa. d) defesa prévia.oitiva das testemunhas de defesa .esclarecimentos dos peritos .alegações finais (ou conver são em memoriais) . 4. d) defesa prévia. no prazo de dez dias. no prazo de dez dias.acareações .oitiva das testem unhas de defesa .acareações . c) c itação. b) recebimento pelo juiz.Fluxograma do procedi mento sumário: a) oferecimento da denúncia ou queixa.2. A seqüência de atos do rito processual é o que determina a peça a ser feita ou mesmo pode ser a solução para o problema apresentado.declarações do ofendido oitiva das testemunhas de acusação . f) audiência de instrução e julgamento (no prazo de ias): .4. Rito sumário (Crimes com pena máxima inferior a 4 anos) . e) absol vição sumária ou designação de audiência.oitiva das testemunhas de acusação .requerimento de diligências .esclarecimen tos dos peritos .interrogatório . b) recebimento pelo juiz.reconhecimento de pessoas e coisas .sentença 10 . c) citação.declarações do ofendido . RITOS PROCESSUAIS Os ritos processuais são importantíssimos pára a elucidação do proble ma na prova.a legações finais .reconhecimento de pesso as e coisas . quando uma de suas particu laridades não for obedecida (vale lembrar que o rito processual pode aparecer nas questões objetivas).sentença 4.1. e) absolvição sumária ou designação de audiên f) audiência de instrução e julgamento (no prazo de 30 dias): .

f) audiência de instrução e julgamento: . c.1.4. tentados ou consumados) Fluxograma do procedimento do Juri: 1ª Fase: a) oferecimento da denúncia ou queixa. das testemunhas de acusação e d e defesa.4.reconhecimento de pessoas e coisas .3. c. isto é.decisão O juiz poderá proferir. e) mani festação do MP ou querelante.oitiva das testemunhas de acusação .declarações do ofendi o .7) sentença. Ri tos especiais 4. b) recebimento pelo juiz. Rito sumaríssimo (Infrações de menor potencial ofensivo. 4. contravenções e crimes com pena máxima não superior a dois anos) .acareações . é a decisão que remete o réu ao julgamento pelo tribunal do Júri. c) audiência de instrução e julgamento: c. ao final da 1ª fase.3) proposta de s uspensão condicional do processo. Júri (Crimes dolosos contra a vida.4. c. d) defesa prévia.6) debates orais.oitiva das testemunhas de defesa .5) interrogatório do acusado.esclarec imentos dos peritos . 1) resposta preliminar. c. as seguintes de cisões: a) Pronúncia: prova de materialidade e indícios de autoria. b) Impronúncia: faltam os elementos mínimos para que o réu vá ao Plenário: não existem indícios suficientes da autoria e prova de mate rialidade. b) audiência preliminar: composição civil dos danos.alegações finais . c.Fluxograma do procedimento sumaríssimo: a ) lavratura do Termo Circunstanciado de Ocorrência. c) citação. c.2) recebimento da denúncia ou queixa. no prazo de dez dias.4) oitiva da vítima. 11 .interrogatório . transação penal e denúncia oral.

pelo mesmo prazo. a defesa terá direito à tréplica. e) audiência de instrução e julgamento.sentença – após a votaç presidente do Júri profere a sentença. com a ressalva de que a transação penal apenas pode versar sobre uma das penas previstas na legislação (advertência. quando estiver provado não ser o réu o autor ou partícipe do fato ou quando est iver provado não constituir o fato infração penal. . Lei de drogas (Crimes relacionados ao consumo ou uso de entorpecentes – Lei nº 11. b) oferecimento da denúncia.343/06) .tréplica: som ente se a acusação fez a réplica. . .instalação da sessão (mínimo de 15 jur ados). prestação de serviços à comunidade e obri ação de freqüência a casa de recuperação). . . pelo mesmo prazo. • Crimes relacionados ao tráfico de drogas: a) lau de constatação preliminar (suficiente para início do Inquérito Policial e/ou prisão em fla grante). ou determinação de diligência para saneamento de eventuais pontos obscur os.interrogatório . 2ª Fase: a) Prazo para requerimento de diligências. .Fluxograma do procedimento da lei de drogas: • Crimes relacionados ao uso de drogas para consumo pessoal: segue o rito sumaríssimo. quando estiver provada a inexistência do fato. . se forem dois ou mais réus).debates orais: acusação fala em prime iro lugar pelo período de uma hora e meia (ou duas horas e meia. . c) resposta preliminar. 4. juntada de documentos e rol de testemunhas em cinco dias.jurados pr estam compromisso (exortação).sorteio dos 7 jurados que vão integrar o conselho de sentença. deve o juiz absolver desde logo o réu . a não ser que seja a única tese da defesa.elab oração e leitura dos quesitos .testemunhas de acusação. exceto inimputabilidad e.4.declarações do ofendido.acareações. d) Absolvição sumá ando houver uma excludente de ilicitude ou culpabilidade. . . . esclarecimentos dos peritos e leitura de peças.c) Desclassificação: o crime imputado ao réu não é da competência do Júri.votação dos quesitos na sala secreta: os jurados respond em aos quesitos formulados com cédulas definidas com “sim” e “não”.2.réplica: acusação poderá falar novamente pelo período de mais uma hora (duas horas se forem dois ou mais réus). defesa na seqüência. b) despacho Plenário: . d) recebimento ou re jeição da denúncia. reconhecimento de pessoas e coisas.teste munhas de defesa. 12 .

Fluxograma do procedimento especial: a) oferecimento da queixa. no prazo de três dias.Fluxograma do procedimento especial: a) oferecimento da denúncia ou queixa.4. d) citação. 13 .5. i) requerimento de diligências.3. h) audiência para oitiva das testemunhas de defesa. e) interrogatório do réu. d) citação. no prazo de três dias. g) audiência para oitiva das testemunhas de acusação. f) defesa prévia. c) recebimento pelo juiz. Crimes contra a honra (Crime de injúria qualificada por racismo) . k) sentença.4. 4. d) audiência de instrução e julgamento ) sentença. Lei de imprensa (Crimes relacionados a crimes praticados através da imprensa – Lei nº 5250/67) . Funcionários públicos (Crimes praticados por funcionários públicos) . no prazo de 15 dias. c) recebimento da queixa pelo juiz. j) alegações finais.4.Flux ograma do procedimento da lei de imprensa: a) oferecimento da denúncia ou queixa. b) resposta preli minar.4. e) interrogatório do réu. no prazo de três dias. b) defesa prévia. j) alegações finais. k) sentença. c) audiência de apresentação do réu.4. h) audiência para oitiva das testemunhas de defesa. g) audiência para oitiva das testemunhas de acusação. f) de fesa prévia. 4. b) audiência de conciliação. i) requerimento de di ligências. no prazo de três dias.

estão definidas no artigo 564 do Código de Processo Penal. Extinção da punibilidade As causas de extinção da punibilidade e stão previstas no artigo 107 do Código Penal. É a falta de suporte para o desenvolvimento do processo. seja suporte fático ou jurídico. g) Não comparecimento do número mínimo de 15 jurados no Juri. presença de excludentes. fundame nto. TESES DE DEFESA 5. uma vez que o artigo 5 71 do Código de Processo Penal determina em que momentos as nulidades relativas de vem ser arguidas.514 do CPP. h) Falta dos quesitos ou das respectivas respostas. crime impossível. devendo ela ser verificada caso a caso.5. A atipicidade. pré-definida sobre a falta de justa causa. 5.3. Existem algumas nulidades mais comuns que pode m ser pedidas no Exame de Ordem. b) Processo por delito funcional que seguiu o r ito sumário e não o ordinário (arts. No entanto.2. 513 a 518 CPP). Falta de justa causa Falta de justa causa é motivo. As hipóteses de nulidade. bem como nas leis especiais. Não há nulidade se não houver p rejuízo para a acusação ou para defesa. d) Inversão na seqüência legal da lavratura do auto de prisão em flagrante (art. 14 . são alguns dos exem plos de falta de justa causa. e) Ausênc ia de audiência de reconciliação no rito especial dos crimes contra a honra – art. c) Incompetência do juízo.1. 5. A presença de qualquer uma destas causas implica na impossibilidade de punição do agente Oportuno mencionar que o rol do art igo 107 não é taxativo verificando-se causas extintivas da punibilidade em outros di spositivos. Deve ser verificada a possibilidade de argüição das nulidades. 304 CPP). Nulidade A tese de nulidade será uti lizada quando houver um erro no procedimento. f) Laudo pericial assinado por apenas um perito. em regra. não há uma regra clara. quais sejam: a) Funcionário público sem o direito à d efesa preliminar – art. 520 C PP.

5. está indo além dos seus limitados poderes legais . Abuso de autoridade A tese de abuso de autoridade sempre estará ligada ao exc essivo rigor da autoridade ao avaliar a postulação do réu. Aquele que proferiu a decisão . ou determinou a realização de um ato. devendo ser verificado caso a caso. 15 . Também não há uma regra clara. pré-definid a sobre o abuso de autoridade.4. de forma que abusa da autoridade concedida.

isto é. PEÇAS No processo penal.6. existem apenas dois tipos de peças diferent es. 16 . regra geral. a estrutura de qualquer peça sempre deverá obedecer a dois pré-definidos mod elos.

respeitosamente à presença de Vossa Excelência.. . (Esta é a parte onde o candidato vai apresentar sua argumentação.. nos autos da AÇÃO PENAL que lhe move a JUSTIÇA PÚBLICA. revisão criminal. fazer cópia literal do problema). sem.. Modelo geral 1 Este modelo de peça é utilizado para todos os requerimentos. (Pulam-se aproximadamente 10 linhas do endereçamento até o preâmbulo.. visando o resultado pretendido. . 2) DO DIREITO.. pelas razões que passa a expor: 1) DOS FATOS.1.. Consiste em uma peça única.. qualificação.. vem. “habe as corpus”.. por ser medida de JUSTIÇA! Nestes Termos.... Deve se ater ao que foi exposto na pr ova. pro cesso em epígrafe.... (local/ data).. (nome e assinatura do advogado/ nº da OAB) 17 .... alegações finais.. .... Pede Deferimento. com endereça ento. etc.. do direito e o pedido. Diante do exposto.. (Aqui o candidato vai relatar o s fatos que envolvem o problema formulado.. na busca do convencimento do julgador) 3) PEDIDO.. Tu do o que for argumento para amparar a tese sustentada deve ser exposto. Exemplo: Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da ____ Vara Criminal da Comarca _________________ __. Autos nº_____. com fundamento no art. já qualificado.6. com a epígrafe no meio do espaço) FULANO DE TAL. a descrição dos fatos. contudo. requer seja. requerer _____________________... por seu advogado infra-assinado.

... (nome e assinatura do advogado/ nº da OAB) 18 .. pro cesso em epígrafe.. Pede Deferimento..... já qualificado.....2. Nestes Termos. Exemplo: Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da ____ Vara Criminal da Comarca ___________________. Agravo etc. com a epígrafe no meio do espaço) FULANO DE TAL. Autos nº_____...... Apelação. Requer seja o presente recebido.. (local/ data). por seu advogado infra-assinado. do Código de Pr ocesso Penal. com fundamento no art.. (Pulam-se aproximadamente 10 linhas do endereçamento até o preâmbulo.. Modelo geral 2 Este modelo de peça é utilizado para a maioria dos recursos. respeitosamente à presença de Vossa Excelência.. processado e encaminhado ao Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de . nos autos da AÇÃO PENAL que lhe move a JUSTIÇA PÚBLICA. tai s como RESE.6.. vem. Consiste em duas peças: uma de interposição (ou juntada ) e outra de razões (ou contra-razões). interpor RECURSO.

....... requer seja.. 2) DO DIREITO....... T udo o que for argumento para amparar a tese sustentada deve ser exposto. (Esta é a parte onde o candidato vai apresentar sua argumentação... 1) DOS FATOS...RAZÕES DE RECURSO RECORRENTE: .... . COLENDA CÂMARA.... (Pular aproximadamente 5 linhas) EGRÉGIO TRIBUNAL.... RECORRIDA: Justiça Públi ca Processo nº ...... visando o resultado pretendido. impõe-se a reforma da respeitável sentença (ou decisão) pelas razões fáti cas e de direito que passa a expor... (Aqui o candidato vai relatar os fatos que envolvem o problema formulado............. contudo. da _____ Vara Criminal da Comarca ___________.. na busc a do convencimento do julgador) 3) PEDIDO..... por ser medida de JUSTIÇA! (local/data) (nome e assinatura do advog ado/nº OAB) 19 . Deve se ater ao que foi exposto na p rova.. fazer cópia literal do problema)..... Em que pese o notório saber jurídico do meritíssimo Juiz de primeiro grau.. Diante do exposto. sem..

b) verificar que não se encontram presentes os motivos autorizadores da prisão prev entiva (art. O Código de Processo Penal traz as hipóteses em que não dev erá ser concedida fiança. após oitiva do Ministério Público. CPP). 330.464/07. Aqui pouco importa se a infração é afiançável ou ina iançável. Liberdade provisória sem fiança (art. CPP).072/90. só pode ser concedida pelo juiz. pedras preciosas. ela é afiançável. 310. basicamente vamos trabalhar com duas modalidades de liberdade provisória – sem o arbitramento de fiança e com o arbitramento de fiança. em razão da alt eração da Lei nº 8. PEÇAS (ESPÉCIES) 7. sob pena de revogação. ou seja. no julgamento da Adin 3. como adiantado.1. promovida pela Lei nº 11.112-1. 310. Seu mecanismo consiste em depositar determinada quant ia como garantia da liberdade do acusado durante o processo. É o instituto processual que garante ao acusado o direito de aguardar o curso do processo em liberdade. co mércio ilegal de arma de fogo e tráfico internacional de arma de fogo. Fiança é uma caução destinada a garantir o cumprimento das obrigações processuais pelo réu. Liberdade provisória com f iança (art. 310. 20 . CPP). CPP). antes do t rânsito em julgado. A liberdade provisória sem fi ança. a proibição de l iberdade provisória aos crimes de porte ilegal de arma de fogo de uso proibido.. Pode o pedido ser formu lado durante a fase de inquérito policial ou durante o curso da ação penal. parágrafo único. o que importa é a verificação dos requisitos legais. A fiança poderá ser fei ta através de depósito (dinheiro. 323 e segs. CPP). caput). o acusado ficará vinculado ao juízo através da assinatura de termo de comparecimento aos atos processuais. LIBERDADE PROVISÓRIA (art. O juiz deve conce der a liberdade provisória independente do pagamento de fiança quando: a) verificar que o acusado agiu amparado por causa excludente de ilicitude (art. de tráfico de drogas e assemelhados e nos ligados a organizações criminosas. Não é admitida a liberdade provisória nos crimes de lavagem de dinheiro. No Exame d e Ordem. foi afastada por decisão do Supremo Tribunal Federal. Caso concedida. títulos da dívida pública) ou através de hipoteca (art.7. Anote-se qu e a proibição que existia em relação aos crimes hediondos não mais persiste. Da mesma forma. Se a infração não se encaixar nas hipóteses relacionadas. trata da inafiançabilidade. 321 e seguintes.

g) em caso de p risão civil. a maior parte dessas infrações são de menor potencial ofensivo. disciplinar. Observação: Note-se que. como se faz no pedido de relaxamento da prisão em fl agrante. em su ma. trabalhase com o mérito subjetivo do preso e com as circunstâncias da infração para pleitear a soltura e não se ataca a legalidade da medida. com trânsito em julgado. terrorismo. contra a ordem constitucional e o E stado Democrático. 322). e) nos crimes punidos com reclusão que provoquem cla mor público ou que tenham sido cometidos com violência ou grave ameaça à pessoa. cuja pena mínima seja superior a 2 anos. Dec. se o réu já tiver sido condenado por outro crime doloso. tortura. d) se h ouver prova de ser o réu vadio.Não se concederá fiança: a) em crimes punidos com reclusão. em princípio. f) a qu em tiver quebrado fiança ou desrespeitado obrigação no mesmo processo. c) nos crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade. A autoridade policial pode conceder fiança nos casos de crimes apenado com detenção e prisão simples (art. administrativa ou militar. 59 e 60.099/95. hediondos. h) a quem estiver no período de prova de sursis ou livramento condicional. Assim. tráfi ilícito de entorpecentes. o que leva à aplicação dos institutos previstos na Lei nº 9. salvo de o novo processo for por cri me culposo ou contravenção penal. por disposição constitucional. 21 . Lei 3688/41). São também inafiançáveis os crimes de racismo. no pedido de liberdade provisória deve-se procurar demonstrar que não estão presen tes os requisitos para a decretação da prisão preventiva ou então que a fiança (que é direit o subjetivo do indiciado ou réu) é admitida na hipótese. lembrando q ue. i) quando presentes os motivos que autorizem a dec retação da prisão preventiva. b) nas contravenções penais de vadiagem e mendicância (arts.

como já dito. tem família constituída. Como se pode verificar. 22 . Excelência. os requisitos autorizadores da prisão pr eventiva. Encontra-se ainda detido na Cadeia Pública local. ___).MODELO DE LIBERDADE PROVISÓRIA Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito do Depar tamento de Inquéritos Policiais da Comarca da Capital-SP. a liberdade provisória deve ser concedida. não está presente o requisito d a conveniência da instrução criminal. pois é primário e ostenta bons antec edentes (doc. nesta cidade. residênci a fixa (doc. (estado civil). ___). (nacionalidade). não há que se dizer qu e o Indiciado solto possa oferecer qualquer obstáculo à produção da prova. o perfil de pessoa perigosa. no caso em tela. LXVI. com fundamento no artigo 5º. por seu defensor infra-assinado (procuração em anexo). pois o Requerente é comercian te estabelecido há 10 anos no mesmo local (doc. no último dia 20 de maio. dizendo que o crime ocorreu em São Paulo). da Constituição Federal. pois teria subtraído mediante grave ameaça a bolsa da transeunte “B”. inscrit o no CPF sob nº______________. OU Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da ___ Vara Criminal da Comarca de ________ do Estado de ____________ “A”. Da mesma forma. um a vez que o Requerente não denota periculosidade. D e fato. (somente quando o proble ma for específico. na Rua das Flores. Muito menos razão existe para se acreditar que o R equerente apresente risco iminente de fuga. (profissão). não há que se falar em garantia da ordem pública. (endereço). Não há fundado motivo para se acreditar que vá colocar em risco a ordem social através da prática de novos delitos. pois não aprese nta. combinado com o artigo 310 e seguintes do Código de Processo Penal.º _____. portador do Rg nº __________. no auto de prisão em flagrante n. o que justificaria a decretação da custódi a pelo fundamento da garantia de aplicação da lei penal. pelos motivos que passa a expor: 1) DOS FATOS. não estão presentes. O Requerente foi preso em flagrante de lito. ___). não apresentando qualquer indício de que possa se furtar à aplicação da lei. assim. 2) DO DIREITO. vem à presença de Vossa Excelência req uerer LIBERDADE PROVISÓRIA SEM FIANÇA.

expedindo-se o alvará de soltura em seu favor. mediante a assinatura do termo de comparecimento aos atos processuais. 310. é a soltura do Re querente. deve o acusado ser posto em li berdade” (RT 000/000). requer. 2006.Assim. [CIDADE]. No mesmo sentido ensina o Mestre FULANO DE TAL: “A prisão em no sso ordenamento é medida de exceção. então. deve o acusado ser colocado em liberdade. A melhor solução para o caso presente. a necessidad e da segregação cautelar. do Códig e Processo Penal. por se r medida de JUSTIÇA! Nestes Termos. consoante redação do art. de __________ __. p. de _____. mediante assinatura do termo de comparecimento. no caso concreto. após oitiva do digno representante do Mi nistério Público. ante a ausência de elementos que autorizem a decretação da prisão preventiva” (in Processo Penal. Diante do exposto. parágrafo único. __________________________________ OAB/___ nº ______________ 23 . São Paulo: Editora. ___. 3) DO PEDIDO. Pede Deferimento. Essa é a jurisprudência dominante em nossos tribunais: “Não havendo re quisitos para eventual decretação de prisão preventiva. 120). a concessão da liberdade provisória ao Requerente. Se não se verificar. não estando presentes os requisitos da custódia preventiva. não há que se falar e m manutenção da prisão em flagrante.

ainda. caracterizando. da Lei nº 9. 302. CPP): ocorre quando alguém é perseguido logo após a prática de uma infração penal. deve-se observar se ela foi realizada d entro dos limites legais. 53. I. I e II. Como a infração não foi praticada espontaneamente pelo agent e. 4) Flagrante retardado ou diferido (art. na hipótese. objetos ou papéis que façam presum ir ser ele o seu autor. RELAXAMENTO DA PRISÃO EM FLAGRANTE O pedido de relaxamento da prisão em flagran te deverá ser formulado se. 3) Flagrante ficto ou presumido (art. CPP): ocorre quando alguém é encontrado logo depois da prática de uma infração penal. provas de um c rime que sequer existe. Analisemos as duas hipóteses. forjam. Segundo disposição do nosso Código de Processo Penal (art. 301) os agentes e as autoridades policiais devem e qualquer pessoa do povo pode prender quem se encontre em estado de flagrância.343/06. 034/95): ocorre quando. do ponto de vista da formação de provas e fornecimento de informações. armas. I I. os agente s policiais deixam de prender os suspeitos no momento em que se deparam com a prát ica criminosa. nos crimes praticados por organizações criminosas. aguardando momento mais oportuno para fazê-lo. justamente por ser imposta no momento da prática delitiva. É a hipóteses clássica de flagrante. for possível identificar que a prisão ocorreu fora das hipóteses legais ou que há vício na elaboração do Auto de Prisão em F agrante. Hipóteses legais: 1) Flagrante próprio ou real (art. A prisão em flagrante é a única modalidade de prisão cautelar que dispensa a apresentação de mandado. crime impossível (Súmula 145 do STF). III. PRISÃO EM FLAGRANTE É a prisão que ocorre durante a prática de uma infração penal ou momentos após. é a prisão que tem lugar ainda no calor d os acontecimentos. CPP): ocorre quando alguém é surpreendido cometendo uma infração penal ou quando acaba de cometê-la. Por essa razão. IV. 2º. 2) flagrante forjado: policiais ou terceiros criam. A doutrina aponta. viciando sua vontade.7. não pode existir crime. 302. o prende em flagrante. algumas hipóteses nitidamente ilegais de flagrante: 1) flagrante preparado ou provocado (delito d e ensaio): alguém induz o autor à prática do crime. e. 2) Flagrante impróprio ou quaseflagrante (art. com instrumentos. Flagrante de acordo com o crime: 24 . Há dispositivo semelhante no art. Hipóteses ilegais. 302. em seguid a.2. da Lei nº 11. em situação que faça presumir ser ele o seu autor. pela formulação do problema.

3) Oitiva da vítima. a contar da prisão. colheita de sua assinatura e entrega do recibo de entrega de preso. Nota de culpa. desde que haja investigação anterior e provas da habitualida de. § 2º. pois o crime só se caracteriza com a reiteração da conduta. que indicará o motivo da prisão. Ap resentado o preso à autoridade. devem assinar o auto 2 testemunhas que tenham presenciado a apresen tação do preso à autoridade. No mesmo prazo deve ser enviada cópia à Defe nsoria Pública. o que se faz através do respectivo auto. Se ela foi realizada em local distinto daquele onde se consumou a infração. a verificação de sua legalidad e será feita posteriormente pelo juiz. Isso porque. documentada. em 24 horas. ela pr ecisa ser formalizada. como dito. em sua presença. ela independe de mandado e. o nome do condutor e das testemunhas. 148. alertando-o de seu direito ao silêncio e observando-se. A aut oridade competente para a lavratura do auto é a da circunscrição onde foi efetuada a p risão. CP). não puder ou se recusar a assinar. o ofendido. 5) Oitiva do preso. a elaboração do autos seguirá as seguintes etapas: 1) An tes da lavratura. 25 . assim. AUTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE Efetuada a prisão em flagrante. doutrinadores que admitem tal hipótese. como por exemplo ocorre no crime de seqüestro (art. os dispositivos do interrogatório judicial. se for possível. no que couber. o que não se pode verificar num ato isolado. se o preso não tiver declinado possuir advogado. de verá ratificá-la no prazo de entrega da nota de culpa. 6) Encerrada a lavratura. CF). A falta de entrega no prazo estipulado pode trazer o relaxamento da prisão. CPP). L XIII. se não for o autor da prisão. pos teriormente os autos de inquérito seguirão para a autoridade policial respectiva. sob pen a de relaxamento. 3 06. através da análise do documento em questão. 2 testemunhas assinarão após a leitu ra. 3) crimes de ação penal privada: neles. cópia do auto será encaminhada ao juiz no prazo de 24 horas. 5º. ou seja. contudo. 2) Oitiva do condutor. o agente encontra-se em si tuação de flagrância. No p razo de até 24 horas após a prisão. Se o p reso não souber. 2) c rimes habituais: em tese não se admite. 4) Oitiva de pelo menos 2 testemunhas que tenham acompanhado o condutor e colheita de suas assinaturas. Se não houver. comunicação da prisão à família do preso ou a quem ele indicar (art.1) crimes permanentes: enquanto não cessar a permanência. Há. deverá ser entregue a nota de culpa ao preso (art.

é o relaxamento da prisão. caput. portador do Rg nº __________. vem à presença de Vossa Excelência. LXV.º _____. Encontra-se detido na Cadeia Pública local desde a data de 20 de maio. (profissão). (estado civil). logo depois da prática do crime. o Requerente não foi preso durante a prática do delito. 2) DO DIREITO. no auto de prisão em flagrante n. 302 do Código de Processo Penal. O Requerente foi detido dois dias depois do delito ter sido cometido. A melhor solução. Excelência. por seu defensor infra-assinado (procuração em anexo). do Código Penal.MODELO DE PEDIDO DE RELAXAMENTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da ____ Vara do Júri da Comarca de _____________ “A”. 121. O requisito temporal . Note-se que. em razão de algum objeto encontrado em seu poder – o que não é o caso – a prisão não foi efetuada logo depois da prática do crime. portanto. re querer o RELAXAMENTO DA PRISÃO EM FLAGRANTE. Pode-se verificar que. (endereço). ainda que se pudesse presumir s er ele o autor do crime. em ple na Universidade. nem q uando ele tinha acabado de ser cometido. Essa é a j urisprudência dominante em nossos tribunais: 26 . Sabe-se que referida modalidade de prisão cautelar só pode ser imposta dia s das hipóteses previstas no art. portanto. (nacionalidade). pelas razões que passa a expor: 1) DOS FATOS. pois teria infringido o art. não há motivos para a manutenção d a prisão do Requerente. da Co nstituição Federal. quando assistia à aula de Direito Penal. Com efeito. Também não foi perseguido em circunstâncias q ue fizessem presumir ser ele o autor da prática delitiva. com fundamento no artigo 5º. inscrit o no CPF sob nº______________. com objetos ou armas que o ligassem a tal práti ca. está afastado. O Requerente foi pre so em flagrante. ao efet uar 10 disparos de arma de fogo contra “B”. muito menos foi encontra do. a prisão em flagrante imposta não atendeu às exigência s legais. no caso em tela. Não há nexo nenhum entre o m omento da prisão e a prática do delito.

p..................” (RT 000/000). de ____________. 3) DO PEDIDO. ___......... São Paulo: Editora..“. de ____ _......... ................ 120) ...... requer o relaxamento da prisão imposta ao Reque rente........... No mesmo sentido ensi na o Mestre FULANO DE TAL: “......... __________________________________ OAB/___ nº ______________ 27 ........ por ser medida de JUSTIÇA! Nestes Termos.............................. 2006. Diante do exposto..... expedindo-se o competente alvará de soltura em seu favor............. [CIDADE].” (in Processo Penal... Pede Deferimento.

descendente ou irmãos (CADI). basta a inequívoca manifestação de vontade do ofendido. 129. no senti do de ver o autor do fato processado. 107. possa proceder à ação. 39. o Ministério Público po derá denunciar todos eles. ao representante do Ministério Público e à autoridade policial. é possível voltar atrás. conforme art. CP). c) do cônjug e. Exemplos de crimes que exigem representação no Código Penal: art. nos termos do art. 147. art. art. REPRESENTAÇÃO DO OFENDIDO Representação é a manifestação de vontade do ofendido ou de se representante legal. caso contrário. O não oferecimento da representação dentro do prazo acarreta a extinção da punibilidade pela decadência (art. Quanto à forma. não se exige nenhum rigor formal. Assim. dos vários autores. São os destinatários da represe ntação.099/95). caput (este por força do art. porém. Note-se que a representação oferecida pela vítima o u seu representante legal. b) do representa nte legal. O prazo para oferecimento da representação é de 6 meses. 38. retratar-se? Sim desde que a retratação seja realizada antes do oferecimento da denúncia. Ressalte-s e que se o ofendido representar apenas um. O art. 39 do CPP. não poderá agir. 130. ou seja. esta deve ser feita através da pessoa indicada no respectivo contrato social ou por seus diretores e sócios gere ntes. d) de um curador especial. a contar da dat em que o ofendido vier a saber quem é o autor da infração penal. Na hipótese de nomeação de curador. se o ofendido for morto ou declarado ausente. ou seja. é condição para que o Ministério Público possa intentar a ação penal.7. A vontade do ofendido importa apenas para autorizar o Ministério Público a analisar a s condições da ação. no sentido de ser instaurada a ação penal. em regra. IV. terá o ofendido decaído de seu direito. deve avaliar o interesse do assistido. O promo tor ou procurador deverá analisar se estão presentes os requisitos para propor a ação. não vincula o Ministério Público a oferecer denúncia. Ela é verdadeira autorização para que ministerial possa propor a ação penal.3. se o ofendido tiver menos de 18 anos ou for doente mental. indica que ela deve conter todas as informações que possam servir à apuração do fato e da autoria. Uma vez oferecida a representação. no caso dos interesses do ofendido e do repr esentante colidirem ou se não houver representante. 28 . caput. o prazo para representação é decadencial: não oferecida no prazo. A titularidade do direito de representação é: a) do ofendido. 88 da Lei nº 9. No caso de ser pessoa jurídica a que deva oferecer representação. Isso é o que se chama de eficácia objetiva da representação. ele não está obrigado a representar. ascendente. CP P. como estampa do no art. A representação poderá ser dirigida ao juiz. A natureza jurídica da representação é de condição de p ocedibilidade.

de titularidade do Ministério Público. pois a partir daí o Ministério Público já conta co autorização de que necessitava e não pode dispor da ação.25. 29 . como visto anteriormente. CPP. Nunca é demais lembrar que se trata de ação pública. Não é possível após esse momento.

de ameaça proferida por “B”. torna-se evidente que. vem à presença de Vossa Senhoria. “B”. _________________________ _________ OAB/___ nº ______________ 30 . disse a o Requerente. assim agindo. (profissão). requer seja recebida a presente Representação. que ria matá-lo com um tiro na cabeça na primeira o portunidade. 2) DO DIREITO. diante de seus familiares.MODELO DE REPRESENTAÇÃO Ilustríssimo Senhor Doutor Delegado de Polícia do ___ Distrito P olicial de ___________ do Estado de _______ “A”. lavrando-se o competente Termo Circunstanciado e prosseguindo-se nos demais termos legais. com a instauração do devi do Termo Circunstanciado e demais providências legais. no último dia 20 de maio. Diante do exp osto. em alto e bom som. pois não há dúvidas de que poderia efetivamente sofrer mal inj usto e grave. portador do Rg nº __________. Nestes Termos. inscrit o no CPF sob nº______________. por meio de palavras. pelos motivos que passa a expor: 1) DOS FATOS. ___. com fundamento no artigo 39 do Código de Processo Penal. pois ameaçou o Requerente. o ofensor praticou a conduta descrita no art. Como tal infração exige a condição de procedibilidade da representação. 3) DO PEDIDO. de fato. O Requerente foi vítima. Note-se que a ameaça reve stiu-se de seriedade. sem pudores. Ressalte-se ainda que o Requerente. oferec e esta para que possa ter curso o competente persecução penal. Pede Deferimento. Tendo e m vista os fatos acima narrados. sentiu-se atemorizado. [CIDADE]. oferecer REPRESENTAÇÃO contra “B”. de causar-lhe mal injusto e grave. de _____. não havendo qual quer discussão no momento da conduta. pois conhecia todos os passos do Requerente. (qualificação). (nacionalidade). (estado civil). de ____________. 147 do Código Penal. foi proferida de forma serena pelo ofensor. (endereço). por seu advogado infraassinado (procuração co m poderes especiais em anexo).

b) Qualifi cação ou identificação do querelado. além de fazer menção ao fato criminoso e indicar o nome do querelado (há erro de r edação no CPP. CPP): a) Descrição do fato em todas as suas circunstâncias. a contar da data do conhecimento da autoria do delit o. A descrição na peça inicial d eve ser exata. bem como a possibilidade de ser o querelado seu autor. de modo a possibilitar a perfeita identificação da acusação para que seja exercido o direito de defesa. A apresentação do rol de testemunhas aparece como requisito. de modo que o julgador possa vislumbrar a possibilidade de ter e xistido crime. este é o momento de arrolar. Tratam-se aqui de dados físicos. o corres pondente abstrato ao fato concreto deve ser trazido na peça inicial. ou do término do prazo do Ministério Público. erroneamente. mas é óbvio que e le só será exigido se houver testemunha a ser inquirida. deve-se rejeitar a peça. sob pena de preclusão. que permitam ao menos saber quem ele é. que traz. muit o embora não se saiba sua qualificação. É necessário apontar qual a previsão legal para a conduta que é narrada na ini cial. dependendo da modalidade de ação. 44 do CPP. isto é. apon ar sua completa individualização. Requisitos (art. Caso não seja possível c olher o menor elemento identificador. nos termos do art . Havendo. ainda que não seja uma classificação imodificável. O prazo para o ofereci mento da queixa é de 6 meses. d) Rol de tes temunhas. QUEIXA-CRIME Queixa-crime ou simplesmente queixa é a petição inicial da ação penal pr ivada. pois não se pode imputar vagamente a prática de um crime a alguém de quem não se tem a mínima certeza de quem seja. modalidade de ação penal já estudada anteriormente. possibilitando o regular desenvolvimento do processo. c) Classificação jurídica do fato. 31 . no que diz respeito à procuração outorgada ao advogado.4. 4 1. Se não for possível qualificar o querelado. Note-se que para a queixa. outros requisitos ainda são exigidos. Assim. Deve-se narrar tudo o que se passou e na forma em que se passou. Como toda petição inicial a que ixa-crime deve preencher os requisitos enumerados pela lei para que possa ser re cebida. a palavra querelante). deve-se indicar os dados que possibilitem sua iden tificação.7. Deve o instrumento de mandato conter poderes especiais para promove r a ação. Isso porque não se admite o recebimento da queixa de fato que não é considerado crime pela lei penal.

(endereço).. foi obtida mediant e grave ameaça. não resta dúvida q ue o Querelado infringiu o art. muito pelo contrário. 213 do Código Penal. cuja prova se encontra estampada no laudo de exame de corpo de delito de fls. em regra. portadora do Rg nº __________. De posse de uma faca.. vem à presença de Vossa Excelência oferecer QUEIXA-CRIME c ontra “B”.MODELO DE QUEIXA-CRIME Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da ____ Vara C riminal da Comarca ______________. A c onduta praticada pelo Querelado é grave e trouxe sérias conseqüências psicológicas à Querela nte. “A”. (nacionalidade). (estado civil). ). 213 do Código Penal. a Querelante vo ltava do trabalho para sua residência quando foi abordada pelo Querelado. não podendo restar impune. p rosseguindo-se nos termos do art. a conjunção carnal. Na data de 20 de abril. 394 e seguintes do Código de Processo Penal. este obrigou-a a entrar num terreno abandonado e ali constrangeu-a à conjunção carnal. med iante ação penal de iniciativa privada e. por essa razão. através do emprego de arma branca. oferece a presente queixa. Requer ainda sejam ouvidas as testemunhas constante do rol abaixo. em uma v iela. (qualificação). até f inal condenação do Querelado. requer seja recebida a presente queixa-crime. 3) DO PEDIDO. Foi instaurado o competente Inquérito Policial. foi p raticada sem consentimento da Querelante. apreendida nos autos (fls. Como se sabe. (profissão). por seu advogado infra-assinado (procuração com p oderes especiais em anexo). De fato. tal crime se processa. De acordo com os fatos apurados na peça investigatória. com fundamento no artigo 30 do Código de Processo Penal. pelos motivos que passa a expor: 1) DOS FATOS. 2 ) DO DIREITO. inscri to no CPF sob nº_________. 32 . na pena do art. que c olheu todos os elementos necessários à propositura da ação penal e que segue em anexo. Diante do exposto.

de _____. número _____. _____ _____________________________ OAB/___ nº ______________ Rol de testemunhas: 1)_____________. de ____________.Nestes Termos. ___. residente na Rua _________. residente na Rua _________. 2)_ ____________. [CIDADE]. 3)_____________. residente na Rua _________. 33 . Pede Deferimento. número _____. número _____.

CPP) Peça destinada ao oferecimento da primeira defe sa por escrito do réu no processo. e) juntar documentos .5. b) opor exceções que verificar existirem.7. pode-se: a) discutir o mérito da imputação. c) argüir nulidades ocorridas até então. f) arrolar testemu nhas. O prazo para apresentação é de 10 dias. DEFESA PRÉVIA (art. 396-A. d) requere r as diligências que entender necessárias. Nela. 34 .

requer a improcedência do pedido acusatório. 2) DO DIREITO. além de er eventuais requerimentos e arrolar as testemunhas que quer sejam ouvidas). processo em epíg e. § 2º. de ____ _. I. ___. por seu defensor infra-assinado. de ____________. 3) DO PEDIDO. a defesa já deve discutir matéria de mérito que possa levar à absolvição sumária. por ser medida de JUSTIÇA! Nestes Termos. Diante do exposto. vem. expondo e requerendo o seguinte: 1) DOS FATOS. respeitosamente à presença de Vossa Excelênci a. com fundamento no artigo 396-A do Código de Processo Penal. apresentar DEFESA P RÉVIA. nos autos da Ação Penal que lhe move a Justiça Pública. A acusação dirigida ao Réu é infundada. (OBS: Nesta peça. Pede Deferimento. [CIDADE]. pois teria subtraído um veículo com emprego de arma de fogo. se houver. __________________________________ OAB/___ nº ______________ 35 . o que provará no decorrer da instrução criminal.MODELO DE DEFESA PRÉVIA Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da _____Vara Cr iminal da Comarca da _________________ do Estado de _________ Autos nº _____/___ “A”. do Código Penal. O Acusado foi denunciado e e stá sendo processado por suposta infração ao art. já qualificado. requerend o ainda sejam ouvidas as testemunhas constantes do rol abaixo. 157.

número_____. 36 . 3)_____________. número_____. residente na Rua_________.Rol de testemunhas: 1)_____________. 2)___ __________. residente na Rua_________. número_____. residente na Rua_________.

403. discutindo-se e analisando-se a prova produzida nos autos. conf orme o caso. no prazo de 5 dias (art. e a matéria de mérito propriamente d ita. Aqui devem ser alegadas todas as matérias preliminares. Dessa forma. aquelas põem fim ao processo enquan to estas implicam na renovação dos atos processuais viciados. tecendo as considerações devidas. em atendimento aos princípios do contraditório e da ampla defesa. propriamen te ditas. 37 . comumente se faz a argüição em preliminar de causas extintivas da pu nibilidade e de nulidades. pois. sob a forma de pedidos subsidiários. CPP). se acolhidas. que permite às partes aduzir em toda a matéria que julgarem pertinente. ALEGAÇÕES FINAIS (MEMORIAIS) Momento para exposição da acusação e da defesa. Devem ser feitas em audiência. havendo previsão de sua apresentação por esc rito. Vigora ai nda. tanto para a acusação. § 3º. isto é.6.7. o denominado princípio da eventualidade. nesta peça. que não pode indispor da ação penal. a quelas cujo acolhimento impede a análise do mérito. A apresentação das alegações f inais é obrigatória. quanto para defesa. em forma de memoriais.

MODELO DE ALEGAÇÕES FINAIS (MEMORIAIS) Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da _____ Vara Criminal da Comarca ___________________. o que não s e pode admitir no processo penal. no exatos termos da denúncia. apresentar seus ME MORIAIS. fora m unânimes ao afirmar que o acusado estava em sua residência e que nada tem a ver co m a prática do delito. contudo. portanto. que se possa condenar uma pessoa se ne nhum elemento de prova é capaz de vinculá-la à prática delitiva. respeitosamente à presença de Vossa Excelênci a. Meras suposições não têm o condão de sustentar a pretensão punitiva estatal. As testemunhas arroladas pela acusação apenas disser am ter visto uma pessoa parecida com o Acusado no local do delito. 38 . 2) DO DIREITO. a únic solução para o presente caso é a absolvição do Acusado. do Código de Processo Penal. sem. processo em epíg e. reconhecê-lo com segurança. por seu turno. mediante a simulação de estar armado. § 2º. apoiados nas seguintes razões: 1) DOS FATOS. vem. nenhuma aponta com segurança para o acusado. já qualificado. não se apurou nos autos a autoria do delito. Inaceitável. após terem recebido denúncia anônima de qu ele ali se ocultava. Em suas aleg ações finais. 157. Quando interrogado. nos autos da Ação Penal que lhe move a Justiça Pública. n a companhia de seus familiares. o ilustre representante do Ministério Público pugnou pela condenação do Réu. sem o mínimo de segurança. do Código Penal. § 3º. pois teria. Excelência. com fundamento no artigo 403. o Acusado negou veementeme nte a prática do delito. O Acusado foi denunciado e e stá sendo processado por suposta infração ao art. subtraído um automóvel em via pública. Autos nº _____/___ “A”. De fa to. dizendo que no momento do crime estava em sua residência. Os policiais militares que atenderam à ocorrência informara m que a detenção do Réu ocorreu em sua residência. Por isso. De toda a prova colhida. apenas restam presunções e conjecturas. Já as testemunhas arroladas pela defesa. por seu defensor infra-assinado. I. o Réu deve ser absolvido.

.. Com efeito................ subsidiariamente requer seja afastada a c ausa de aumento de pena do emprego de arma..... de acordo com o problema formulado: causas extintivas da punibilidade......Essa é a jurisprudência dominante em nossos tribunais: “....... § 2º.... de ____________. __________________________________ OAB/___ nº ______________ 39 .. 157..................... 12 0)........... do Código de Processo Penal.. 2006... de ____ _......... No mesmo sentido............................... 2006. ...” (in Processo Penal.. ...... o mesmo não se pode dizer em relação à causa de aumento de pena.... No mesmo sentido en sina o Mestre FULANO DE TAL: “... ___. já é pacífico o entendimento d e que a simulação de arma não pode autorizar o aumento em questão...... .. por ser medida de JUSTIÇA! Nestes Termos.... Pede Deferimento...... requer seja afastada a causa de aumento de pena descrita no Art... São Paulo: Editora. IV.... pois não há previsão le gal para o aumento pela simulação... (OBS: Nesta peça deve-se argumentar sobre tudo que diga respeito à defesa do cli ente.. no sentido técnico. caso Vossa Exc elência entenda deva condenar o acusado............ I... Muito embora esteja demons trada a inexistência de elementos comprobatórios da autoria delitiva... p. Se ness e sentido for admitida....... p....... São Paulo: Editora.. nul idades e mérito propriamente dito).... teremos violação ao princípio da legalidade.... com fundamento no art.. ... C aso não seja esse o entendimento de Vossa Excelência... 386....... 120)...” (in Processo Penal......... Diante do exposto..... requer seja a bsolvido o acusado..... subsidiariamente......” (RT 000/000). pois não foi efetivamen te empregada uma arma.......... Essa é a jurisprudência dominante em nossos tribunais : “...... [CIDADE]..” (RT 000/000). Se a simulação pode servir para caracteriza r a grave ameaça.......... ensina o Mestre FULANO DE TAL: “............... 3) DO PEDIDO...

ou seja. Quanto à legitimidade. 40 . o Tribunal estará preso aos limites do apelo. já que não se trata da decisão do conselho de sentença. a veiculação de s preliminares. quando não caiba recurso em sentido estrito. pode ele apelar em favor do réu. Comporta também a apelação. Na Lei nº 9. para fundamento que melhor lhe aproveite. Realiza-se novo julg amento.099/95 o prazo é de 10 dias. Desta forma. na função de custos legis. III. contudo. faculta ao apelante apresentar as razões em Segunda Instância . com razões já inclusas. O tribunal refor ma e retifica a sentença. 593.7. não havend o. não havendo necessidade de novo julgamento. portanto. O assistente de acusação tem legitimida e supletiva. ditado pelo mero inconformismo do apelante. pode ser ampla ou limitada. O limite do apelo é fixado na interposição d o mesmo e não quando da apresentação das razões. § 4º. terá o assistente de acusação os mesmo 5 d ias para interpor a apelação. A apelação por este fundamento só é cabível uma única vez. CPP. novo julgamento. mesmo que a sentença seja ab solutória. a posição não admite tal hipótese. O Ministério Público não pode apelar de sentença absolutória na ação penal privada. arrazoar o recurso interposto pelo Ministério Público. Assim. se já estiver habilitado nos autos. em razão da garantia de soberania dos veredictos.. Nos termos do art. Em caso de sentença condenatória. O art. apenas. 600.7. adotando-se o pr incípio tantum devolutum quantum apellatum. Só se procede ao reexame de matéria já di scutida em primeira instância. até então inexistente nos autos. não se pode f ar novo pedido. APELAÇÃO É o recurso interposto das sentenças definitivas de condenação ou absolvição e sentenças definitivas ou com força de definitiva. caberá apelação das decisões proferidas pelo Tribunal do Júri quando: a) ocorrer nulidade posterior à pronúncia. Poderá o assistente. Na apelação. de acordo com a matéria que será discutida. No rito do júri. No caso da apelação supletiva. pode apelar o réu. c) houver erro ou injustiça na aplicação da pena. poderá apelar se o Ministério Público não o fizer. desde que declare na interposição do recurso. b) a sentença do juiz presidente for contrária à lei expressa ou à decisão dos jurados. O julgamento é anulado e o réu submetido a outro. pode-se apelar da decisão por inteiro ou de parte dela. o cabim ento da apelação não é completamente amplo. d) de cisão dos jurados for manifestamente contrária à prova dos autos. e 15 dias se não estiv er. sej a ação pública ou privada. mas sim está ele restrito às hipóteses previstas no Código. desde que seja visando alterar o fundamento da absolvição. ou seja. O prazo para interposição da apelação é de 5 dias e para a apresent das razões 8 dias. O trib unal retifica a dosagem da pena. Quanto à possibil idade de apelar para aumentar a pena. pois se coloca ao lado do entendimento de que seu interesse é a condenação para a formação do título execut ivo judicial.

processo em epíg e. de ____________. [CIDADE]. Requer seja a presente recebida e seja orden ado o seu processamento. encaminhando-se ao Egrégio Tribunal de Justiça do Estado __ _____________. vem. inconformado com a r. respeitosamente à presença de Vossa Excelênci a. já qualificado. Pede Deferimento. I. por seu defensor infra-assinado. ___. __________________________________ OAB/___ nº ____ __________ 41 . com as razões em anexo. sentença de fls. com fundamento no artigo 593. do Código de Processo Penal. de _____. Autos nº _____/___ “A”. Nestes Termos.MODELO DE PETIÇÃO PARA INTERPOSIÇÃO DO RECURSO DE APELAÇÃO Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz e Direito da ____ Vara Criminal da Comarca ___________________.. nos autos da Ação Penal que lhe move a Justiça Pública. interpor APELAÇÃO.

em regime inicial semi-aberto. Antes que seja enfrentado o mérito da presente causa. § 2º. impõe-se a reforma da r. Desta forma. pois há nos autos. e ao pagamento de 13 dias-multa.. impossibilitou-se a ampla defesa.. COLENDA CÂMARA. assim. ocorreu nulidade absol uta. (Pular aproximadamente 5 linhas) EGRÉGIO TRIBUNAL. atendendo à idéia de que a citação não é mero chamamento ao processo. Preliminarmente. sentença pelas razões fáticas e de direito que passa a expor. A nova redaçã art. a nulidade do processo. Não tendo havido a citação. Restou condenado às pe nas de 5 anos e 4 meses de reclusão. Essa é a juris prudência dominante em nossos tribunais: 42 . subtraído um automóvel em via pública.. mas ato pelo qual o acusado deve tomar plena ciência da imputação.. notícia do local onde se encontra rec olhido. De fato. 157. o que traz como conseqüência a anulação do processo. pois teria. Não há justificativa para a inexistência do referido ato. (EMÉRITOS JULGADORES) Em que pese o notório saber jurídi co do meritíssimo Juiz de primeiro grau. 2) DO DIREITO. g arantia constitucional dos acusado em geral.. qual seja. bastava a requisição para sua apresentação em juízo. se faz necessária a análise de matéria prelimina r.MODELO DE RAZÕES DE APELAÇÃO RAZÕES DE APELAÇÃO APELANTE: “A” APELADA: Justiça Pública Proces . I. no mínimo legal. 360. muito embora estivesse preso. desde o início. O Apelante foi denunciado e processado por suposta infração ao art. desde o seu início. contudo. 1) DOS FATOS. Por muito tempo nosso ordenamento aceitou que em relação ao réu preso.. mediant e a simulação de estar armado. da _____ Vara Criminal da Comarca ___________. dispensando-se. pode-se observar que o Acusado não foi citado. do Código Penal. a citação. impõe a necessidade do ato citatório ao réu preso.

sem. o mesmo não se pode dizer em relação à causa de aumento de pena....... No mesmo sentido ensi na o Mestre FULANO DE TAL: “.. não se apurou nos autos a autoria do delito... ensina o Mestre FULANO DE TA L: “.......... ..... qu e se possa condenar uma pessoa se nenhum elemento de prova é capaz de vinculá-la à práti ca delitiva. No mesmo sentido... São Paulo: Editora....“... Os policiais militares que atenderam à ocorrência informaram que a detenção do Apelante ocorreu em sua residência.” (in Processo Penal.....” (in Processo Penal. teremos violação ao princípio da legalidade. dizendo que no momento do cri me estava em sua residência... Meras suposições não têm o condão de sustentar a pret nsão punitiva estatal............ no mérito o Apelante deve ser absolvido... apenas restam pres unções e conjecturas.... caso Vossa Excelência entenda deva condenar o Apelante. p.. a única solução para o presente caso é a absolvição do Apela te... Quando interrogado.... por seu turno......... p. o que não se pode admitir no processo penal. pois não há prev isão legal para o aumento pela simulação.... As testemunhas arrol adas pela acusação apenas disseram ter visto uma pessoa parecida com o Apelante no l ocal do delito.............. foram unânimes ao afirmar que o acusado estava em sua residência e que nada tem a ver com a prática do delito...... Muito embora esteja de monstrada a inexistência de elementos comprobatórios da autoria delitiva.. Se nesse sentido for admitida... São Paulo: Editora............. Mérito.... 2006.... De fato............. 43 .. reconhecê-lo com segurança............ Com efeito......... no sentido técnico.. 120)...........” (RT 000/000)........ Por isso..... Caso seja ultrapassada a matéria preliminarmente argüida..... sem o mínimo de segurança...... contudo.... a pós terem recebido denúncia anônima de que ele ali se ocultava....... nenhuma aponta com segurança para o Apelante......” (RT 000/000)........ .... 2006.. Inaceitável.. o Apelante negou veementemente a prática do delito... na companhia de seus familiares............ já é pacífico o entendime nto de que a simulação de arma não pode autorizar o aumento em questão............ Já as testemunhas arrola das pela defesa.. pois não foi efeti vamente empregada uma arma.. Se a simulação pode servir para caract erizar a grave ameaça....... De toda a prova colhida...... portanto.. Essa é a jurisprudência dominante em nossos tribunais: “.. subsidiariamente requer seja afastad a a causa de aumento de pena do emprego de arma........... 120) ....... .

. 386..” (in Processo Penal.. requer seja conhecido e provido o presente recurso.... 3) DO PEDIDO........ Caso seja ultrapassada a matéria preliminarmente argüida............ Diante do exposto.... 564...... III..... ___... São Paulo: Editora. p.......... e.. seja afastada a causa de aumento de pena prevista no art.. do Código de Processo Penal. de _____. 120)........ . do Código de Penal.... I... do Código de Processo Pena l..... § 2º.. para declarar a nulidade de sde o início do processo..... __________________________________ OAB/___ nº ______________ 44 ....... contrariando a decisão do Magistrado)...... ... de ____________................... 157.... No mesmo sentido ensina o Mestre FULANO DE TAL: “... ou.... sub sidiariamente.... no mérito requer a absolv ição do Apelante....Essa é a jurisprudência dominante em nossos tribunais: “... (OBS: Nesta peça deve-se argu mentar sobre tudo que diga respeito à defesa do cliente... nos termos do art. de acordo com o problema formulado.. 2006.” (RT 000/000)... IV... por ser medida de JUSTIÇA! [CIDADE]. com fundamento no art..

apresentar suas CONTRA-RAZÕES DE APELAÇÃO.MODELO DE APRESENTAÇÃO DE CONTRA-RAZÕES DE APELAÇÃO Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz Presid ente do ____ Tribunal do Júri da Comarca de ___________________. já qualificado. Autos nº _____/___ “A”. processo em epíg e. de ____________. por seu defensor infra-assinado. __________________________________ OAB/___ nº ______________ 45 . ___. respeitosamente à presença de Vossa Excelênci a. nos autos da Ação Penal que lhe move a Justiça Pública. encaminhando-se ao Egrég io Tribunal de Justiça do Estado___________. de _____. vem. [CID ADE]. Nestes Termos. Requer seja a presente juntada aos autos. com fundamento no artigo 600 do Código de Processo Penal. Pede Deferimento.

As testemunhas arroladas pela acusação apenas disseram ter visto uma pesso a parecida com o Apelante no local do delito. reconhecê-lo com segur ança.. Não há motivos para a reforma da r. com fundamento no art. De fato. pois teria. O Apelante foi denunciado e processado por suposta infração ao art. não se apurou nos au tos a autoria do delito. Inconformado. após terem recebido denúncia anônima de que ele ali se ocu ltava. o Apelado negou veementemente a prática do delito. sem o mínimo de segurança. Em que pese o infonformismo d o ilustre representante do Ministério Público. § 2º. (EMÉRITOS JULGADORES). Ao final. do Código Penal. Os policiais militares que atenderam à ocorrência informaram que a detenção do Apela do ocorreu em sua residência. IV.. 386. Quando interrogado. De toda a prova colhida.. contudo. Meras 46 . impõe-se a manutenção da r. 157. que se possa condenar uma pessoa se nenhum elemento d e prova é capaz de vinculá-la à prática delitiva. decisão. do Código de Processo Penal. dizendo que no momento do crime estava em sua residência.. decisão. 2 ) DO DIREITO.MODELO DE CONTRA-RAZOES DE APELAÇÃO CONTRA-RAZÕES DE APELAÇÃO APELANTE: Justiça Pública APELA O: “A” Processo nº .. foram unânimes ao afi rmar que o Apelado estava em sua residência e que nada tem a ver com a prática do de lito. 1) DOS FATOS. I.. sentença pelas ra zões fáticas e de direito que passa a expor... o ilustre representante do Ministério Público recorreu da r. foi abs olvido pelo MM. da _____ Vara Criminal da Comarca ___________. Já as testemunhas arroladas pela defesa. Inaceitável. (Pular aproximadamente 5 linhas) EGRÉGIO TRIBUNAL.. subtraído um automóvel em via pública. Juiz. apenas restam presunções e conjecturas. sem. portanto. por seu turno. COLENDA CÂMARA. medi ante a simulação de estar armado. o que não se pode admitir no proc esso penal. na companhia de seus fa miliares. nenhuma aponta com segurança par a o Apelado.

. ___.....................suposições não têm o condão de sustentar a pretensão punitiva estatal.............. com fundamento no art.... IV. Essa é a jurisprudência dominante em nossos tribunais: “........ ___________________________ _______ OAB/___ nº ______________ 47 .......... 120)...... 2006. por ser medida de JUSTIÇA! [CIDADE]... Diante d o exposto.......... 3) DO PEDIDO. requer seja negado provimento ao recurso....... No mesmo sentido. ensina o Mestre FULANO DE TAL: “. (OBS: Nesta peça deve-se argumentar sobre tudo que diga r espeito à defesa do cliente. Por isso..” (RT 000/000).......... agiu acerta damente o Magistrado ao proferir sentença absolutória.... do Código de Processo Penal.” (in Processo Penal. 386........ de _____.... para manter a absolvição do Ape lante.. São Paulo: Editora...... de acordo com o problema formulado. ressaltando o ace rto da decisão do Magistrado e contrariando as razões do MP). de ____________.......... p............ ...

por outro modo. d) da decisão que pronunciar ou impronunciar o réu. pode o acusado recorrer da impronúncia. arbitrar. Como visto anteriorment e. em que é desaf iada por apelação. apesar de ser d efinitiva. Hipótese em que podem recorre r o Ministério Público. Esta decisão também se sujeita. A decisão. negar. portanto. 581 do Código de Processo Penal. c) da decisão que julgar procedente exceção. conceder liberdade provisória ou relaxar a prisão em flagrante. cas sar ou julgar inidônea a fiança. h) da decisão que decretar a prescrição ou julgar. indeferir requerimento de prisão preventiva ou revogá-l a. Inclusive.7. l) da decisão que incluir jurado na lista geral ou desta o excl uir. A posição majoritária da doutrin a aponta para a taxatividade do rol. que declara extinta a punibilidade do acusado. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO É o que se destina a possibilitar o reexame das ma térias previstas no art.8. ao reexame necessário. haverá. como vis to. e) da decisão que conceder. Lembre-se que além da possibilidade da parte recorrer. estabelece referido artigo que caberá recurso em sentido estrito: a) da decisão que rejeitar a denúncia ou a queixa. b) da decisão que concluir pela incompetência do juízo. Refere-se à dec isão proferida por juiz. j) da decisão que conceder ou negar a ordem de habeas corpus. 48 . g) da decisão que julgar quebrada a fiança ou perdido seu valor. i) da decisão que indeferir o pedido de reconhecimento da prescrição ou de outra causa extintiva da pu nibilidade. k) da decisão que anular o processo da instrução criminal. no todo ou em parte. apesar de opiniões em contrário. Trata-se de decisão definitiva que não é atacada por apelação. extinta a punibilidade. em primeira instância. nesta hipótese. enquanto no outro a decisão era de ofício. A diferença em relação à previsão anterior é que aqui foi feito requerimento pel a parte. f) da sentença que absolver sumariamente o réu. por e xemplo (situação mais favorável a ele). o reexa me necessário. Há exceções na legislação processual. quanto a essa de cisão nos crimes de imprensa e nas infrações de menor potencial ofensivo. Trata-se da dec isão que reconhece a incompetência de ofício e não através de exceção oferecida pelas partes. para sustentar que deva ser absolvido sumariamente. é atacada por recurso em sentido estrito e não por apelação. De qualquer fo rma. no caso da exceção de suspeição não cabe o recurso porque ela é julgada pela segunda instâ cia. o assistente de acusação e o acusado. para a declaração de extinção da punibilidade. salvo a de suspeição.

XVII. o) da decisão que decidir o incidente de falsidade. onde o prazo é de 20 dias e recurso endereçado ao Presidente do Tribunal de Justiça. em virtude de questão p rejudicial. XXI. XIX. Esta lista pode ser impugnada no prazo de 20 dias.210/84 – Lei de Execução Penal. XXIII. m) da decisão q ue denegar a apelação ou julgá-la deserta. 581 perderam a a plicação em razão de tratar de matéria de execução penal. 49 . XXIV.Cuida a hipótese da lista anual que contém o nome dos jurados selecionados para trab alharem nas sessões do Júri. São eles: incisos XI. XII. que passou a ser disciplinada pela Lei nº 7. XXII. diri gindo-se o recurso diretamente ao Presidente do Tribunal de Justiça. Trata-se de juízo de admissibilidade do recur so de apelação. 588. Lembre-se da hipótese que impugna lista geral de jurados. As razões devem ser apr sentadas em 2 dias (art. O prazo para sua interposição é de 5 dias. Trata-se do incide nte de falsidade documental. O recurso em sentido estrito possibilita ao próprio juiz recorrido u ma nova apreciação da questão. n) da decisão que ordenar a suspensão do processo. CPP). antes da remessa dos autos à Segunda Instância – o que se den omina juízo de retratação. As demais hipóteses contidas no art.

Doutor Juiz de Direito da Vara do Júri da Comarca Autos nº _____/___ “A”. encaminhando-se ao Egrégio Tribunal de Justiça do Estado ________ _______. processo em epíg e. nos autos da Ação Penal que lhe move a Justiça Pública. vem. __________________________________ OAB/___ nº __________ ____ 50 .MODELO DE INTERPOSIÇÃO DO RECURSO EM SENTIDO ESTRITO (R. decisão. ___. Caso Vossa Excelência en tenda deva manter a r. com as razões em anexo. respeitosamente à presença de Vossa Excelênci a.E. Nestes Termos. já qualificado.. interpor RECURSO EM SENTIDO ESTRITO. do Código de Processo Penal. [CIDADE]. com fundamento no artigo 581. IV. inconformado com a r.E.S. por seu defensor infra-assinado. Pede Deferimento. de _____. d e ____________.) Excelentíssimo Senhor ___________________. requer seja o presente recebido e seja ordenado o seu processamento. decisão de fls.

caput.... decisão pelas razões fáticas e de direito que passa a expor.E..” (RT 000/000)... a dúvida deve beneficiar o acusado..... Restou pronunciado nos termos d a denúncia.. 1) DOS FATOS.. esses indícios devem s er.. Como se sabe... qu e na fase da pronúncia vigora o princípio “in dubio pro societate”.. (EMÉRITOS JULGADORES)... 121.. ensina o Mestre FULANO DE T AL: 51 ... se não existem ao menos indícios razoáveis de auto ria. (Pular aproximadamente 5 linhas) EGRÉGIO TRIBUNAL. No mesmo sentido... do Código Penal.. em qua lquer fase processual.... Não se argumente... Seria temeroso submeter o Recorrente a julgamento pelo Júri. prova de “ouv ir dizer” não é prova suficiente para submeter o Recorrente a julgamento perante o Tri bunal Popular.. O Recorrente foi denunciado e processado por suposta infração ao art..... da _____ Vara do Júri da Comarca ___________.. Obs erva-se..... também. razoáveis... pela análise do que foi produzido nos presentes autos. Essa é a jurisprudência dominante em nossos tribunais: “. o Recorrente d eve ser despronunciado. não há indícios de autoria a autorizar a pronúncia.S. indícios veementes de aut oria e prova da materialidade do crime. Ainda que se exija apenas indícios de autoria.. impõe-se a reforma da r..E.. pois teria efet uado disparos de arma de fogo que levaram “B” à morte. De fato.MODELO DE RAZÕES DE RECURSO EM SENTIDO ESTRITO (R. Seu nome só é mencionado porque as testemu nhas “ouviram dizer” que seria ele o autor do delito.. no mínimo. como se sabe. COLENDA CÂMARA. Em que pese o notório saber juríd ico do meritíssimo Juiz de primeiro grau. Ora... 2) DO DIREITO..... Excelências.. que nenhuma das pe ssoas ouvidas liga o Recorrente ao crime..) RAZÕES DE RECURSO EM SENTI DO ESTRITO RECORRENTE: “A” RECORRIDA: Justiça Pública Processo nº . . sob o fundamento de que estão presentes no caso. o que não acontece no caso em tela.

... 3) DO PEDIDO. do Código de Processo Penal. 409....... de ____________............ 2006.......... ___.. requer seja conhecido e provido o presente recurso.. Diante do expost o... ______________________________ ____ OAB/___ nº ______________ 52 .. para despronunciar o Reco rrente.......... de _____......... de acordo com o problem a formulado. com fundamento no art. p....... 120).. contrariando a decisão do Magistrado). São Paulo: Editora...” (in Processo Penal...“..... (OBS: Nesta peça deve-se ar gumentar sobre tudo que diga respeito à defesa do cliente............. por ser medida de JUSTIÇA! [CIDADE]. ....

197 da Lei nº 7. entre outras. segue o mesmo procedimento do RESE.210/84 (Lei de Execução Penal). t ais como: unificação de penas. saída temporária. Pode ser utilizado tanto pela defesa como pelo Ministério Público .9. conforme dispõe o art. também. o juízo de retratação. admitindo-se. progressão de regime. livramento condicio nal. 53 . AGRAVO EM EXECUÇÃO É o recurso cabível de todas as decisões proferidas pelo Juízo das E xecuções Criminais. incluindo o pra zo de 5 dias para interposição e 2 dias para apresentação de razões. Por falta de previsão legal.7.

encaminhando-se ao Egrégio Tribunal de Justiça do Estado ___________. vem .210/84.. de _____. inconformado com a r. de ____________. [CIDA DE]. interpor AGRAVO EM EXECUÇÃO. nos autos da Execução em epígrafe. com fundamento no artigo 197 da Lei nº 7. por seu defensor infra-assinado. decisão. requer seja o presente recebido e s eja ordenado o seu processamento. Pede Deferimento. Autos nº _____/___ “A”. respeitosamente à presença de Vossa Excelência. ___. Caso Vo ssa Excelência entenda deva manter a r. com as razões em anexo. __________________________________ OAB/___ nº ______________ 54 . Nestes Termos. decisão de fls.MODELO DE INTERPOSIÇÃO DE AGRAVO EM EXECUÇÃO Excelentíssimo Senhor Doutor de Direito da Va ra das Execuções Criminais da Comarca ___________________. já qualificado.

não há motivos para o indeferimento d o pleito. o Agravante te m seu bom comportamento demonstrado no atestado emitido pelo diretor do estabele cimento prisional (fls.209/84 e art.. sob o fundam ento de que o crime pelo qual foi condenado é de extrema gravidade.. a r. 122. COLENDA CÂMARA. Ora. Portanto. No caso presente. (Pular aproximadamente 5 linhas) EGRÉGIO TRIBUNAL. – estabelecem apenas dois requisitos para a concessão do benefício: bom comp ortamento e cumprimento de mais de 2/5 da pena... 213 do Código Penal.. Requereu progre ssão para o regime semi-aberto. § 2º. com bom comportamento.... (EMÉRITOS JULGADORES). Em que pese o notório saber juríd ico do meritíssimo Juiz de primeiro grau. Recorreu e seu recurso foi improvido.. O Agravante foi pro cessado e condenado por infração ao art. 1) DOS FATOS. da Lei nº 7. 2º. ). impõe-se a reforma da r. em regime inicial fechado. sob o argumento de que o crime praticado é de extrema gravidade. pe las razões fáticas e de direito que passa a expor. Quanto ao lapso temporal. é inovação legislativa. Excelências. De fato. decisão de fls. o que supera a fração de 2/5 exigida pela Lei. à pena de 6 anos de reclusão . decisão de fls. Encontra-se r ecolhido na Penitenciária do Estado há 3 ano. os dispo sitivos legais que disciplinam a progressão de regime – art. pois negou o direito do Agravante de progredir de regime prision al.MODELO DE RAZÕES DE AGRAVO EM EXECUÇÃO RAZÕES DE AGRAVO EM EXECUÇÃO AGRAVANTE: “A” AGRAVADA: tiça Pública Processo nº . tarefa que não cabe ao Poder Judiciário. da _____ Vara das Execuções Criminais da Comarca _____ ______.. com t odo o respeito. o recurso deve ser provido. o que foi indeferido pelo Magistrado. pautar-se por ela. A Lei não impõe como restrição a gravidade do delito. cumpre pena há 3 anos. 55 . 2) DO DIREITO. carece de fu ndamento legal.

... Diante do exposto .............. . ensina o Mestre FULANO DE TAL: “....... 120)..... contrariando a decisão do Magistrado)..... para conceder a progressão d e regime prisional para o semi-aberto ao Agravante................... por ser medida de JUSTIÇA! [CI DADE].Essa é a jurisprudência dominante em nossos tribunais: “.. No mesmo sentido...... . (OBS: Nesta peça deve-se arg umentar sobre tudo que diga respeito à defesa do cliente.......” (RT 000/000)....... São Paulo: Editora....” (in Processo Penal. 3) DO PEDIDO......... de ____________.. ___.. de _____............................. p...... ... requer seja conhecido e provido o presente recurso.. 2006.. de acordo com o problema formulado....... __________________________________ OAB/__ _ nº ______________ 56 ...

completar a decisão que conten ha obscuridade. tendo como efeito a interrupção do prazo dos demais recurso s. Já na Lei 9. o prazo é de 5 dias. ambigüidade. a fim de declarar. tendo como efeito a suspensão do prazo dos demais recursos. contradição ou omissão. esclarecer. o prazo para interposição é de 2 dias.7. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO É o recurso endereçado ao próprio prolator da decisão.10. No Código de Processo Penal. seja jui z ou tribunal.099/95. 57 . isto é.

Juiz...... qual seja. De fato...... 58 . 214. com fundamento no artigo 382 do Código de Processo Penal. a pena aplicada poderia ter sido bem menor. fundamentadamente... Autos nº _____/___ “A”.. ou seja...... 213 e art. deixou ele de apreciar tese de extrema importância............ Essa é a jurisprudência dominante em nossos tribunais: “.....” (RT 000/000).. No mesmo sentido.. a defesa.. tese não apreciada pelo Magistrado... vem. o MM. Porém... pleiteou........ por infração ao art...... regra do crime continuado. pela não apreciação da tese ventilada nas alegações finais da defesa.. já qualificado... processo em epíg e.... São Paulo: Editora..... contudo... Não obstante o brilho do ilustre Magistrado.. que fosse reconhecida e aplicada a regra contido no a rt. o que demonstra o prejuízo ao Embargante.... ..... Juiz deixou de analis ar tese relevante sustentada pela defesa.MODELO DE EMBARGOS DE DECLARAÇÃO Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da ___ V ara Criminal da Comarca ___________..... 71 do Código Penal.... O Embargante f oi processado e condenado à pena de 12 anos de reclusão.. caso fos se o Embargante condenado. por seu defensor infra-assinado. ambos do Código Penal....... pelas razões a seguir expostas: 1) DOS FATOS...... p. a aplicação da regra do crime c ontinuado....... decisão. o que foi acolhido pelo MM.. nos autos da Ação Penal que lhe move a Justiça Pública. opor EMBARGOS DE DECL ARAÇÃO à r. 2006.. 120) ........ Se acolhido o pleito subsidiário. ensi na o Mestre FULANO DE TAL: “.... 2) DO DIREITO..... a imputação dirigida ao Embargante prevê a prática de duas condutas em concurso material. respeitosamente à presença de Vossa Excelênci a.... ... sustentada pela defesa.. Em sua r....” (in Processo Penal.. sentença de fls....

requer sejam acolhidos os presentes embargos. de ____________. por ser medida de JUSTIÇA! Nes tes Termos. ___. 3) DO PEDIDO. 59 . de _____. sentença de fls. Diante do exposto.(OBS: Nesta peça deve-se argumentar de modo a apontar o defeito contido na decisão). Pede Deferimento. [CIDADE]. para que seja suprida a omissão na r..

Os infringentes v ersam sobre matéria de mérito e os de nulidade. 60 .11. no j ulgamento de recurso em sentido estrito e apelação (e agravo em execução. Diferenciam-se os recursos apenas pela matéria neles veiculadas. cabívei s quando não for unânime a decisão de Segunda Instância . O prazo para oposição é de 10 dias. sobre questão processual.7. ou. para alguns). nulidades. Só pode ser objeto de discussão nos embargos a matéria diver gente. desfavorável ao acusado.prejudicial ao acusado -. Assim. as razões do recurso estão adstritas a tecer ar gumentação sobre o voto vencido. como o p róprio nome diz. EMBARGOS INFRINGENTES E DE NULIDADE São recursos exclusivos da defesa.

inconformado com o v. vem . com fundamento no artigo 609. Nestes Termos. Requer seja o presente recebido e seja ordenad o o seu processamento. nos autos da Apelação em epígrafe. já qualificado. por seu defensor infra-assinado. com as razões em anexo. o por EMBARGOS INFRINGENTES (OU DE NULIDADE).. acórdão de fls. parágraf o único.MODELO DE PETIÇÃO PARA OPOSIÇÃO DOS EMBARGOS INFRINGENTES E DE NULIDADE Excelentíssimo Sen hor Doutor Desembargador Relator da Apelação nº ______. da _____ Câmara Criminal do Egrégi o Tribunal de Justiça do Estado de _______. __________________________________ OAB/_ __ nº ______________ 61 . de _____. Autos nº _____/___ “A”. ___. respeitosamente à presença de Vossa Excelência. Pede Deferimento. [C IDADE]. de ____________. do Código de Processo Penal.

.. Além disso. 2) DO DIREITO... O Embargante foi processado e condenado à pena de 8 anos de re clusão. (Pular aproximadamente 5 linhas) EGRÉGIO TRIBUNAL.... impõe-se a reforma do v..... 62 ....” (in Processo Penal. sustentando o voto vencido que a pena deveria ser reduzida ao patamar mínimo – 6 anos – uma vez que o Acusado é primário e ostenta bons antecedentes.... Excelências.MODELO DE RAZÕES DE EMBARGOS INFRINGENTES E DE NULIDADE RAZÕES DE EMBARGOS INFRINGEN TES (OU DE NULIDADE) EMBARGANTE: “A” EMBARGADA: Justiça Pública Recurso nº __________. . Essa é a jurisprudência dominante em nossos tribunais: “... 213 do Código Penal. não se justifica o aumento realizado pelo MM. em regime inicial aberto... acórdão...... 2006.... COLENDA CÂMARA....” (RT 000/000)... por infração ao art.................... Não há nos auto s nenhum elemento que autorize o referido aumento de pena...... No mesmo sentido..... ainda que a condenação s eja mantida. as demais circunstâncias j diciais lhe são favoráveis.......... Assim...... 120)...... 1) DOS FATOS.. ensina o Mestre FULANO DE TAL: “... o que ampara a solução encontrada pelo ilustre Desembargador vencido.......... a pena deve ser reduzida.. p... ... da ______ Câmara do Tribunal de Justiça do Estado _______... Note-se que o Embarga nte é primário e não possui nenhuma anotação criminal. Em que pese o notório saber jurídico do nobre Turma Ju lgadora.... C omo muito bem observado pelo ilustre Desembargador Revisor....... São Paulo: Editora.............. pelas razões fáticas e de direito que passa a e xpor.. o voto ve ncido é quem deve prevalecer no novo julgamento a ser realizado perante essa Colen da Câmara. Juiz a quo. Recorreu e s eu recurso foi improvido por maioria de votos...

por s er medida de JUSTIÇA! [CIDADE]. Diante do exposto. de _____. ___.(OBS: Nesta peça deve-se argumentar a respeito do voto vencido. para reduzir a pena imposta ao Embargante. __________________ ________________ OAB/___ nº ______________ 63 . requer sejam acolhidos os embargos opostos. 3) DO PEDIDO. a matéria que foi ne le ventilada é o objeto de sustentação). de ____________.

Alguns e ntendem que tal recurso deve seguir o rito do agravo de instrumento.7. Ocor re divergência na doutrina. a segunda posição. só deve ser utilizado quando não há recurso específico para a hipótese. 64 . que visa corrig ir despachos que impliquem em inversão tumultuária do processo. Adotamos para nosso modelo. como dispõem as leis de organização judiciária de alguns Estados da Federação. ou seja. CORREIÇÃO PARCIAL É um recurso de caráter administrativo-judiciário. aqui. Outros entendem que deve a correição seguir o mesmo processamento do recurso em sentido estrito. Tem cabimento subsid iário.12. a respeito do processamento da correição parcial. recurso de cabimento semelhante.

processo em epígrafe. Autos nº _____/___ _______________________.MODELO DE CORREIÇÃO PARCIAL Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da _____Vara Criminal da Comarca ___________. com fundamento no artigo ____. vem. ____________ ______________________ OAB/___ nº ______________ 65 . sentença/decisão de fls. ___. inconformado com a r. [CIDADE]. requer seja o presente recebido e ordenado o seu processamento. respeitosamente à presença de Vossa Excelência. decisão. interpor CORREIÇÃO PARCIAL.. de _____. Caso Vossa Exc elência entenda deva manter a r. Pede Deferimento. encaminhando-se ao Egrégio Tribunal _______________. nos autos da Ação Penal que lhe move a Justiça Pública. da Lei nº __________. de ____________. já qualificado. Nestes Termos. por seu defensor infra-assinado.

impõe-se a reforma da r..MODELO DE RAZÕES DE CORREIÇÃO PARCIAL RAZÕES DE CORREIÇÃO PARCIAL CORRIGENTE: . de ____________. 3) DO PEDIDO..... sentença/decisão pelas razões fáticas e de dir eito que passa a expor... ___. Diante do exposto.... do Código de Pro cesso Penal. __________________________________ OAB/_ __ nº ______________ 66 .. COLENDA CÂMARA..... Em que pese o notório saber jurídico do meritíssimo Juiz de primeiro grau.. de _____...... (Pular aproximadamente 5 linhas) EGRÉGIO TRIBUNAL. (Nesta peça deve-se apontar qual o erro do juiz que cause inversão tumultuár ia dos atos do processo). (conforme a tese ventilada no problema) por ser medida de JUSTIÇA! [C IDADE].. para __________.. . _____. 2) DO DIREITO. requer seja dado prov imento ao recurso... 1) DOS FATOS. (Descrição do fato narrado no problema)..... com fundamento no art. CORRIGIDO: Juízo da _____ Vara Criminal da Comarca ___________.

Do novo julgamento não poderá fazer parte j urado que tenham servido no primeiro. Tal recurso só poderá ser utilizado uma vez. Já na hipótese de haver concurso formal ou reconhecimento do crime continuado (arts. O prazo para sua interposição é de 5 dias 67 .7. a medida tem sido admitida. que ficará suspensa até a nova d cisão proferida em virtude do protesto. no caso de condenação à pena de 20 anos de reclusão ou mai s. Se houver crime conexo ao crime doloso con tra a vida. PROTESTO POR NOVO JÚRI (REVOGADO) É recurso exclusivo da defesa. interposto pe rante o próprio Tribunal do Júri. O pro testo não precisa ser fundamentado. CP). não há argumentação em torno da matéria. pois os requisitos são de ordem objetiva. 70 e 71. em razão de um único crime doloso contra a vida.13. a possibili dade de cabimento do recurso no caso da pena igual ou superior a 20 anos resulta r da soma operada pelo concurso material de crimes (art. portanto. isto é. basta demonstrar a presença dos requisitos legai s. em relação a ele deverá ser interposta apelação. Afasta-se. CP). 69. como através de ficção jurídica cria-se um único crime.

. com fundamento no artigo 607 do Código de Processo Penal.” (RT 000/00 0). O Acusado foi condenado à pe na de 32 anos de reclusão.. De fato... 121. já qualificado. de modo a possibilitar um novo julgamento pelo Tribu nal do Júri). V.. Essa é a jurisprudência domina nte em nossos tribunais: “.. No mesmo sentido. Autos nº _____/___ “A”.. vem.... perfeitamente cabível o novo julgamento. ou seja......... que são objetivos.....MODELO DE PROTESTO POR NOVO JÚRI Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz Presidente do Egrég io Tribunal do Júri da Comarca _____________. ...... É cediço que referida regra transforma em um.... interpor PROTESTO POR NOVO JÚRI.. por seu defensor infra-assinado. Excelência.. os vários crimes contidos na im putação. aplicando-se o art.. pelas razões a seguir expostas: 1) DOS FATOS.. 2006........... São Pau lo: Editora... portanto.. 3) DO PEDIDO... o presente protesto deve ser de ferido..... § 2º. p... 2) DO DIREITO. to dos atendidos no caso em tela. processo em epíg e..........” (in Processo Penal..... por três vezes... ensina o Mestre FULANO DE TAL: “.................... 68 ... Como se pode observar........ 71 do Código Penal.. O montante foi atingido em razão da aplicação da regra contida no art...... o Acusado foi condenado pe lo Tribunal do Júri da Comarca à pena de 32 anos de reclusão... do crime con tinuado.. nos autos da Ação Penal que lhe move a Justiça Pública.... tal recurso só exige requisitos objetivos para seu provimento...... respeitosamente à presença de Vossa Excelênci a..... (OBS: Nesta peça deve-se apontar a presença dos requisit os legais. por infração ao art........ 71 do Código Penal. 120).

Diante do exposto, requer seja dado provimento ao presente recurso, para designa r novo julgamento pelo Egrégio Tribunal do Júri da Comarca, por ser medida de JUSTIÇA! Nestes Termos, Pede Deferimento. [CIDADE], ___, de ____________, de _____. 69

7.14. CARTA TESTEMUNHÁVEL Recurso cabível da decisão que não recebe ou nega seguimento a o recurso em sentido estrito (e, para alguns, do agravo em execução e do protesto po r novo júri). Deve ser requerida no prazo de 48 horas ao Escrivão Diretor do Cartório Judicial. Também conta com o juízo de retratação por parte do magistrado. 70

MODELO DE CARTA TESTEMUNHÁVEL Ilustríssimo Senhor Escrivão Diretor do Cartório do ______ Ofício Criminal da Comarca ______________. Autos nº _____/___ _______________________, já qualificado, nos autos da Ação Penal que lhe move a Justiça Pública, processo em epígrafe, por seu defensor infra-assinado, vem, respeitosamente à presença de Vossa Senhoria, interpor CARTA TESTEMUNHÁVEL, com fundamento no artigo 639 do Código de Processo Penal. Caso o MM. Juiz entenda deva manter a r. decisão, r equer seja o presente recebido e ordenado o seu processamento, encaminhando-se a o Egrégio Tribunal _______________, com as seguintes peças trasladadas: 1) _________ ___ 2) ____________ 3) ____________. Nestes Termos, Pede Deferimento. [CIDADE], ___, de ____________, de _____. __________________________________ OAB/___ nº ____ __________ 71

de _____... (Descrição do fato narrado no problema). por ser medida de JUSTIÇA! [CIDADE]. 1) DOS FATOS.. COLENDA CÂMARA. 2) DO DIREITO. (Nesta peça deve-se argumentar sobre o não recebimento ou não seguimento do recurso interposto). de ____________. ___. sentença/decisão pelas razões fáticas e de dir eito que passa a expor.... para que seja recebido/seja dado seguimento ao recurso interposto..MODELO DE RAZÕES DE CARTA TESTEMUNHÁVEL RAZÕES DE CARTA TESTEMUNHÁVEL TESTEMUNHANTE: ___ ____________ TESTEMUNHADA: Justiça Pública Processo nº . impõe-se a reforma da r. Em que pese o notório saber jurídico do meritíssimo Juiz de primeiro grau. (Pular aproximadamente 5 linhas) EGRÉGIO TRIBUNAL.. da _____ Vara Crimin al da Comarca ___________.. Diante do exposto. 3) DO PEDIDO. requer seja dado proviment o ao recurso. ____________ ______________________ OAB/___ nº ______________ 72 .

da: a) decisão denegatória de habeas corpus e mandado de segurança em Tribunais. O prazo para interposição é de 5 dias no caso de habeas corpus e 15 dias.15.7. será julgado pelo STJ. no caso de mandado de segurança. em matéria criminal. será julgado pelo STF. se proferida por Tribunal Estadual ou Tribunal Regional Federal. A competência par a julgamento é do STF. Se a decisão for proferida por Tribunal Superio r. b) decisão que julga crimes políticos. RECURSO ORDINÁRIO CONSTITUCIONAL Trata-se de recurso previsto na Constituição da República e será cabível. 73 . ambos com as razões já inclusas.

vem. Nestes Term os. da Constituição Federal e artigos 3 0 e seguintes da Lei nº 8.038/90. de _____. ________________ __________________ OAB/___ nº ______________ 74 . já qualificado. nos autos do Habeas Corpus em epígrafe. interpor RECURSO ORDINÁRIO CO NSTITUCIONAL. por seu advogado infra-assi nado. Pede Deferimento. Autos nº _____/___ “A”. Requer seja o presente recebido e ordenado o seu processamento. II.MODELO DE PETIÇÃO PARA INTERPOSIÇÃO DE RECURSO ORDINÁRIO CONSTITUICIAL Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado __________ __. [CIDADE]. respeitosamente à presença de Vossa Excelência. encaminhando-se ao Egrégio Superior Tribunal de Justiça. ___. “a”. de ____________. com fundamento no artigo 105.

já que o mo mento processual é o da colheita de provas da acusação.. pois teria privado de l iberdade “B”..” (RT 000/000).. O Recorrente foi denunciado e está sendo proces sado por suposta infração ao art.. exigindo de seus parentes... (EMÉRITOS JULGADORES)... 2) DO DIREITO. pelo gritante excesso de prazo na formação da culpa. De fato. No mesmo sentido ensina o Mestre FULANO DE TAL: 75 . .. através de sua 1ª Câmara Criminal. COLENDA TURMA.. (Pular aproximadamente 5 linhas) EGRÉGIO TRIBUNAL. que indeferiu-a... O processo encontra-se em fase de instrução e já conta com 2 anos de andamento. não há justificativas para a demor a no andamento do processo e muito menos para a manutenção do Recorrente na prisão. pelas razões fáticas e de direit o que passa a expor.... caput. Essa é a jurisprudência dominante em nossos tribunais: “.. o presente recurso deve ser provido. Encontra-se pres o desde o flagrante. a soma dos prazos processuais do rito ordinário totaliza 81 dias. Co mo se sabe.. o que motivou a impetração de ordem de habeas corpus junto ao Tribuna l de Justiça.... 1) DOS FATOS.... 159.. do Código Penal.. já se passaram 2 anos sem que a defesa tivesse concorrido para isso.. Em que pese o notório saber ju rídico do Tribunal a quo... inadmissível que o Recorr ente suporte no cárcere a morosidade do Poder Judiciário. impõe-se a reforma do v.... de imediato o relaxamento de sua prisão.. Contu do. Assim. quando o acusado se encontra preso... Este é o prazo para o encerramento da instrução..MODELO DE RAZÕES DE RECURSO ORDINÁRIO CONSTITUCIONAL RAZÕES DE RECURSO ORDINÁRIO CONSTITUCIONAL RECORRENTE: “A” RECORRIDA: Justiça Pública Habeas Corpus nº _____ do Tribunal de Justiça do Estado __________... quantia a título de resgate. impondo-se...... Excelênci as.. acórdão..

..... requer seja conhecido e provido o presen te recurso..... 2006..............“. (OBS: Nesta peça deve-se at acar o acórdão que denegou a ordem....... ___.. de ______ ______....... 3) DO PEDIDO...” (in Processo Penal..... ....... expedindo-se o competente alvará de soltura em seu favor. p.. São Paulo: Editora..... apresentando argumentos que possibilitem sua ref orma)........ 120)...... para relaxar a prisão imposta ao Recorrente... __________________________________ OAB/___ nº ______________ 76 .......... de _____.... por ser medida de JUSTIÇA! [CIDADE]... Diante do exposto..

Valem para o recurso extraordinário as mesmas regr as já expostas para o recurso especial.16. isto é. destinado a discutir matéria de direito e jamais reexame da matéria fática. deve o recorrente demonstrar que a matéria é relevante. cabível das decisões que: a) contrariar dispositivo da Constituição da República. b) declarar a inc onstitucionalidade de tratado ou lei federal. do interesse geral. Segundo manifestação recente do STF. deve ele deve ser interposto pera nte o tribunal recorrido.7. RECURSO EXTRAORDINÁRIO Recurso constitucional de competência exclusiva do STF. só será admitido se houver esgotamento das vias recursais e houver também prequestionamento da matéria Exige-se ainda. a reper cussão geral deve vir alegada em sede de preliminar. O prazo para interposição é de 1 5 dias. caberá agravo de instrumento (ou agravo de despacho denegatório de recurso especi al) no prazo de 5 dias. Caso seja negado seguimento pelo tribunal recorrid o. 77 . para admissão do recurso ex traordinário a demonstração de repercussão geral. c) julgar válida lei ou ato de gover no local contestado em face da Constituição da República. para que seja analisada como uma verdadeira condição de admissibilidade deste recurso. com as razões inclusas. ficando aí sujeito ao exame de admissibilidade. ou seja. d) julgar válida lei local con testada em face de lei federal. Além da ve rificação de seu cabimento.

por seu advogado infra-assinado. de _____. já qualificado. Requer seja o presente recebido e seja ordenado o seu proces samento. vem . da Constituição Federal e nos artigos 26 e seguinte s da Lei nº 8. ___. com f undamento no artigo 102. [CIDADE]. encaminhando-se ao Colendo Supremo Tribunal Federal. interpor RECURSO EXTRAORDINÁRIO. Nestes Termos.MODELO DE RECURSO EXTRAORDINÁRIO Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Presiden te do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado ____________. de ____________. a. nos autos da Apelação em epígrafe. Autos nº _____/___ “A”. respeitosamente à presença de Vossa Excelência.038/90. Ped e Deferimento. III. _______________________ ___________ OAB/___ nº ______________ 78 .

uma vez que integrant e dos direitos fundamentais da Constituição da República... Em que pese o notório saber jurídico do Tribunal a quo.. (Pular aproximadamente 5 linhas) COLENDO TRIBUNAL.. O resultado de um processo o nde não se observou a ampla defesa repercute em toda a coletividade.. 5º. pois não é intere sse dos membros da sociedade um processo ilegítimo. por suposta infração ao art. COLENDA TURMA. Sob o mesmo fundamento. 1) DOS FATOS. da Carta Magna.. Juiz indeferiu o pleito.. a ofensa à ampla defesa do acusa do não diz respeito somente a ela... Cumpre apontar que a presente questão é de repercussão geral.... o acórdão afastou explicitamente a pretensão do Recorrente. Houve esgotamento da s vias recursais. caput... é evidente à ofensa ao art. impõe-se a reforma do v. aguarda o conhecimento e julgamento do presente recurso.. RECORRIDA: Justiça Pública Apelação nº _____ do Tribunal _ __________. po is teria aplicado o denominado “golpe do bilhete premiado” em “B”.. sob o argumento de que as provas seriam protel atórias apenas. r equereu a oitiva de testemunhas de quem teve conhecimento durante a fase de inst rução.. 3) DO CABIMENTO.. De fato.. já que a decisão no Tribunal de Justiça foi unânime e não apresentou vício s que motivassem sua declaração. 79 .. uma vez qu e a ampla defesa do Recorrente no processo não foi observada. em razão da relevância do assunto ora tratado. o presente recurso atende às exigências da Consti tuição da República.. 2) PRELIMINARMENTE.. LV. Quanto ao cabimento. como se pode notar. Em sede de apelação o pedido foi renovado e também afastado pelo Egrégio T ribunal de Justiça. N essa esteira.. 171... do Código Penal.. mas é matéria de ordem pública.. o que afasta a possibilidade de oposição de embargos. a matéria foi devidamente prequestionada. pelas razões fáticas e de direito que passa a expor ... Durante o processo.. Assim.MODELO DE RAZÕES DE RECURSO EXTRAORDINÁRIO RAZÕES DE RECURSO EXTRAORDINÁRIO RECORRENTE: . pois. O Recorrente foi processado e ao final condenado à pena de 1 ano d e reclusão e 10 dias-multa. acórdão. O MM. Com efeito.

. Ao impedir que o Recorrente produzisse novas provas.... tais como a ofensa à Constituição..... No mesmo sentido ensina o Mestre FULANO DE TAL: “.. deve-se demonstrar que estão atendidos todos os pressupostos específicos de admissibilidade do recurso............. de ____________..... o presente recurs o deve ser provido........ LV.. Diante do exposto. 4) DO DIREITO. ___. de _____... o prequestionamento).(OBS: Aqui..... requer seja conhecido e provido o presente recurso. trazendo ev idente cerceamento de defesa ao processo.. por ser medida de JUSTIÇA! [CIDADE]..... De fato. 2006...... . _________________ _________________ OAB/___ nº ______________ 80 . bem com o o Tribunal a quo.. a Constituição Federal aponta como garantia individual o exercício da ampla defesa no processo.............” (RT 000/000). Havendo ofensa à ampla defesa........... 5) DO PEDIDO..... ..” (in P rocesso Penal................. o esgotamento das v ias recursais..... o Magistrado.. o que espera seja declarada por essa Colenda Corte... Garantir a ampla defesa é permitir ao acusa do que se utilize de todos os meios lícitos e legítimos para enfrentar a pretensão est atal... Essa é a jurisprudência dominante em nossos tribunais: “. Excelências... violaram o art.. 5 .. São Paulo: Editora. p.. para anular o processo desd e a decisão que indeferiu a produção de provas. 120)........ da Carta Constitucional.......... há nulidade absoluta do processo.. renovando-se os atos processuais..

17. RECURSO ESPECIAL O recurso especial.7. só será admitido se houver esgotamento das vias recursais e houver também pr equestionamento da matéria. A competência para julgamento é exclusiva do STJ e caberá da decisão proferida pelos Tribunais Estad uais ou Tribunais Regionais Federais quando: a) contrariar tratado ou lei federa l. Além da verificação de seu c abimento. não se admitindo reexame dos fatos. 81 . Caso seja negado seguimento pelo tribunal recorrido. caberá agravo de instrument o (ou agravo de despacho denegatório de recurso especial) no prazo de 5 dias. também de previsão constitucional. b) julgar válido ato de governo local contestado em face de lei federal. com as razões inclusas . O prazo para interposição é de 15 dias. é dirigi do a discussão de matéria de direito. c) der a lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuíd o outro tribunal. ou negar-lhes vigência. O recurso especial deve ser interposto perante o tribunal reco rrido e estará sujeito a rigoroso exame de admissibilidade.

respeitosamente à presença de Vossa Excelência. interpor RECURSO ESPECIAL.038/90. de _____. de ____________. já qualificado. a. com funda mento no artigo 105. Requer seja o presente recebido e ordenado o seu processamento. nos autos da Apelação em epígrafe. Nestes Termos. encaminhando-se ao Egrégio Superior Tribunal de Justiça. Autos nº _____/___ “A”. ________________________________ __ OAB/___ nº ______________ 82 . da Constituição Federal e nos artigos 26 e seguintes da Lei nº 8. vem . III.MODELO DE RECURSO ESPECIAL Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Presidente d o Egrégio Tribunal de Justiça do Estado ____________. por seu advogado infra-assinado. Pede Deferim ento. ___. [CIDADE].

Excelências. é evidente à ofensa ao art. 2) DO CA BIMENTO. o MM. pois confessara friamente a prática do delito. o p requestionamento). o presente recurso atende às exigências da Constituição da República. como se pode nota r. 83 . Houve esgotamento das vias recursais. Na apelação interposta pelo Recorrente. deve-se dem onstrar que estão atendidos todos os pressupostos específicos de admissibilidade do recurso. 1) DOS FATOS. De fato. ao deixar de observar as exigências legais. 68 do Código Penal. De fato. Quanto ao cabimento. Juiz trouxe enorme pr ejuízo ao Recorrente. COLENDA TURMA. O Recorrente foi processado e condenado à pena de 8 anos de reclusão. (Pular aproximadamente 5 linhas) EGRÉGIO TRIBUNAL. acórdão. já que a decisão no Tribunal de Justiça foi unânime e não apresentou vícios que motivassem sua declaração. pois. o esgotamento das vias recursais. o MM. 3) DO DIREITO. o Egrégio Tribunal de Justiça manteve o mesmo entendimento manifestado pelo julgado de Primeiro Grau. Juiz desconsiderou a s circunstâncias judiciais do art. pelas razões fáticas e de direito que passa a expor. 59 do Código Penal. uma vez que não foram observadas as circunstâncias judiciais para a fixação da pena-base. Nessa esteira. 214 do Código Penal. o presente recurso deve ser provido . por infração ao art. (OBS: Aqui. majorando a pena base em razão da postura do Recorrente durante a instrução processual. No cálculo da pena. exasperando sua pena sem razão para tanto. o que afasta a possibilidade de oposição de embargos . O órgão julgador de Seg unda Instância não fez por menos e ratificou tal decisão. a matéria foi devidamente prequestionada. o acórdão afastou explicitamente a pretensão do Recorrente. Em que pese o notório saber jurídico do Tribunal a qu o.MODELO DE RAZÕES DE RECURSO ESPECIAL RAZÕES DE RECURSO ESPECIAL RECORRENTE: “A” RECORRID A: Justiça Pública Apelação nº _____ do Tribunal de Justiça do Estado _______. impõe-se a reforma do v. tais como a ofensa a Lei Federal.

Diante do exposto.................” (RT 000/000)......... ___..................... por ser medida de JUSTIÇA! [CIDADE]....... Essa é a jurisprudência dominante em nossos tribunais: “... utilizar a via recursal especial. São Paulo: Editora......... requer seja conhecido e provido o presente recurso.. de ___ _________.... de _____....... 3) DO PEDIDO. 120).............. para sanar a patente ilegalidade....... ...... No mesmo sentido ensina o Mestre FULA NO DE TAL: “......... 2006. ...... para redu zir a pena imposta ao Recorrente.. p........ __________________________________ OAB/___ nº ______________ 84 ......Resta então ao Recorrente...” (in Processo Penal....

Não há prazo estabelecido para impetração de habeas corpus. já que as nulidades relativas dev erão ser argüidas em tempo oportuno. a despeito de haver rec ebido tratamento de recurso pelo Código de Processo Penal. ou seja. que deve ser sempre pessoa física. b) Falta de Justa Causa: 85 .18. constrangimento ilegal). ou até mesmo coat or. é denominado paciente. e) quando não for alguém admitido a prestar fiança. É posição majoritária a que admite possa figurar como coator um particular. Qualquer pessoa poderá impetrar ordem de habeas corpus em seu favor ou em favor de outrem. Daí d erivam duas espécies de habeas corpus: a) liberatório: destinado a fazer cessar cons trangimento ilegal já existente. É ação de impugnação. Cuidado com o fenômeno da preclusão temporal. b) quando alguém estiver preso por mais tempo do que determina a le i. Quem pratica o constrangimento ilegal é chamado de autoridade coatora. não é o habeas corpus recur so. g) quan do estiver extinta a punibilidade. Se a nulidade ocorreu no início da ação penal (até o interrogatório do réu): o candidato deverá requerer a anulação desde o início da ação penal. Se a nulidade ocorreu após o início da ação penal (a partir da defesa prévia): o candidato deverá requerer a anulação da ação penal a partir da fase em que ocorrer o vicio ou a nul idade. podendo até mesmo ser analfabeto. c) quando quem ordenar a coação não tiver competência para fazê-lo. O Código traz enumeração do que se entende por constrangiment o ilegal (art. pisão ou inquér ito policial).7. 648): a) quando houver falta de justa causa (para a ação. b) preventivo: destinado a impedir que constrangi mento ilegal se efetive. HABEAS CORPUS Da mesma forma que a revisão criminal. pode-se trabalhar com a s seguintes situações: a) Nulidade: 1. send o denominado impetrante. por ilegalidade ou abuso de poder (ou seja. destinada a fazer cessar coação ou ameaça de coação a direito de lo pessoa. qu em sofre a coação ilegal. Na peça prática. Aquele em favor de quem se impetra a ordem. d) houver cessado o motivo que autorizou a coação. f) quando o processo for manifestamente nulo. nos ca sos em que a lei autoriza.

4. g) Arbitramento de Fiança 86 .3. c) Extinção da Punibilidade: d ) Relaxamento da Prisão em Flagrante: e) Revogação da Prisão Preventiva: f) Concessão de L iberdade Provisória sem Fiança. Se já tem sentença: b usca-se a cassação da sentença proferida contra o paciente. Se ainda não tem sentença: busca-se o trancamento da ação penal.

cidade de ______________. inscrito no CPF sob nº______________. designo o interrogatório para o dia 15 e decreto a prisão preventiva do réu” O Paciente foi preso em razão da decisão referida. a prisão imposta ao Paciente é completame nte ilegal. que sofre cons trangimento ilegal por parte do MM. exceção ao direito de liberdade . inscrito na OAB/SP sob o nº ________. IX. com fundamento no artigo 5º LXVIII. ______________. O nobre Magistrado. encontrando-se recolhido desde então. De fato. “recebo a denúncia. 121. Juiz proferiu o seguinte despacho. da Constituição Federal. Como se s abe. Juiz Federal da 1ª Vara Criminal da Seção Judiciária de __________ . com escritório na Ru a _____________________. uma vez que o despacho que a decretou carece de fundamentação. (endereço). A p resente ordem deve ser concedida. não obs ervou tais dispositivos.MODELO DE HABEAS CORPUS Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Federal Preside nte do Egrégio Tribunal Regional Federal da _____ Região. além de constar também em nosso Diploma Processual. vem. do Código Penal. 2) DO DIREITO. como se vê. Ao rece ber a denúncia o MM. 315. O Paciente foi denunciado como incurso no art. concernente à decretação da prisão preventiva. mais especificamente no art. advogado. portador do Rg nº __________. nº ___. 93. 87 . caput. a motivação de decisões judiciais é preceito constitucional. (profissão). Como a prisão é medida extrema. p ois teria tirado a vida de “B” com emprego de faca. pelos motivos a seguir expostos: 1) DOS FA TOS. (nacionalidade). impetrar ordem de HABEAS CORPUS em favor de “A”. a bordo de uma aeronave. é mister que sua imposição se dê respeitando estritamente as determinações legais. (estado civil). estampado no art. no processo nº _____ . Estado de _____________ _.

... p.. a melhor solução é a concessão da ordem para que o Paciente possa responder aos termos do processo em liberdade.............................. __ ________________________________ OAB/___ nº ______________ 88 . ___..... .......” (RT 000/000 )...... 3) DO PEDIDO.... por ser medida de JUST IÇA! Nestes Termos....... de _____... São Paulo : Editora. (OBS: Nesta peça deve-se atacar o ato da autoridade coat ora. Diante do exposto.. Portanto.. [CIDADE]. Essa é a jurisprudência dominan te em nossos tribunais: “... de ____________...... 2006................” (in Processo Penal......... No mesmo sentido ensina o Mestre FULANO DE TAL: “......... sem que a autoridade judiciária indique mais são os motivos e os fundamentos para a adoção d a medida extrema. expedindo-se o competente alvará de soltura em seu favor... após requisitadas as informações da ilustre autoridade coatora e ouvido o digno representante do Ministério Público. Pede Deferimento... para revogar a prisão imposta ao Paciente ..Não se pode tolerar que alguém seja levado ao cárcere................... requer que.. demonstrando sua ilegalidade e o conseqüente constrangimento a que está submeti do o paciente).. seja concedida a presente ordem. 120).. ainda que provisoriamente..

Seu proc essamento segue o determinado pela Lei nº 1. MANDADO DE SEGURANÇA É a ação destinada a proteger direito liquído e certo não amparad o por habeas corpus e habeas data. 89 . O mandado de segurança tem cabimento bastante reduzido na esfera penal.19. quando houver ilegalidade ou abuso de poder p or autoridade pública ou particular no exercício de atribuições do Poder Público (art. impondo-se como prazo para imp etração 120 dias a contar da ciência do ato praticado pela autoridade coatora.7. CF). uma vez que boa parte dos atos ilegais são impugnados por habeas corpus.533/51. L XXIX. 5º.

... Após registro da oc orrência.. conforme red ação dos artigos 286 e 269 do Código de Processo Penal.. sua habilitação nos autos. De fato. “B” foi denunciado e está sendo processado. a segurança deve ser concedida. impetrar MANDADO DE SEGURANÇA COM PEDIDO DE LIMINAR. em indef erimento do pedido. então. não mais localizado..... no processo nº _______. (estado civil). ... sob o fundamento de que não é o momento processual adequado para tanto. vem. (nacionalidade). Juiz. basta que o ofendido faça prova de sua identidade e que o processo ainda não tenha transitado em julgado para que seja admitido como assistente... O processo encontra-se aguardan do audiência para oitiva das testemunhas de acusação. 2) DO DIREIT O.. “A”.533/ 51.... Excelências... foi formalizado o competente inquérito policial. No mesmo sentido ensina o Mestre FULANO DE TAL: 90 . portador do Rg nº __________. O Impetrante foi vítima de roubo na data ______. por seu advogado infraassinado (procuração em anexo).....” (RT 000/000).. LXIX.... tendo sido subtraído seu veículo.. O Impetrante requereu. inscrit o no CPF sob nº______________..... Essa é a jurisprudência dominante em nossos tribunais: “.. da Constituição Federal e Lei nº 1. identificando-se o autor do delito – “B”.. pois se trata de direito líquido e certo do Impetrante. como assistente de acusação.... o que foi indeferido pelo MM... com fundamento no artigo 5º.. contra ato do meritíssimo J uiz de Direito da 1ª Vara Criminal da Comarca ____________. (profissão). o Impetrante preenche todos os requisitos para figurar nos autos como assistente do Ministério Público. Não há que se falar. Como se sabe. (endereço). então..... pelos motivos a seguir expostos: 1) DOS FATOS.MODELO DE MANDADO DE SEGURANÇA Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de ____________.

.. demonstrando sua ilegalidade e a ofensa a dire ito líquido e certo do impetrante).” (in Processo Penal. onde poderá colaborar s obremaneira com o Ministério Público... São Paulo: Editora.“.. demonstrando. a verossimilhança do alegado. p.... pois o direito líquido e certo invocado e patente.... 2006. 120).. Estão presentes. [CIDADE]. 3) DA MEDIDA LIMINAR. se a medida liminar não for concedida... Após.. para o mesmo fim.. de ____________... 4) DO PEDIDO...... poi s estará impedido de acompanhar a fase probatória do processo....... ___....... de _____... (OBS: Nesta peça deve-se at acar o ato da autoridade coatora. no presen te caso.... o Impetrante como assistente de acusação no s autos. por ser medida de JUSTIÇA! Nestes Termos. requer seja concedida definitivamente a seg urança...... Quanto ao periculum in mora.... Com efei to........... haverá prejuízo para o Impetrante.... __________________________________ O AB/___ nº ______________ 91 . os dois requisitos que autorizam a concessão liminar da segurança.. bem como sua violação..... requisitadas as informações da ilustre autoridade coatora e ouvido o di gno representante do Ministério Público. há fumus boni iuris.. (OBS: Neste item deve ser demonstrada a presença dos dois requisitos que autorizam a concessão de medida liminar: fumus boni iuris e periculum in mora).. requer seja concedida a medida liminar para habilitar..... Diante do exposto...... de plano... assim. Pede Deferimento . ...

que não há prazo para propositura da revisão criminal. c) quando surgirem novas provas de inocência do condenado ou de circunstância que autorize a redução da pena. nunca c ontra sentença absolutória. Têm legitimidade pa ra figurar no pólo ativo o próprio sentenciado ou procurador habilitado. Muito embora esteja elencada no Código de Processo Penal e ntre os recursos. Se for ele falecido. poderão ingressar o cônjuge. o Tribunal poderá absolver o sentenciado. não é ela admitida pro societate.7. Nota-s e. ou seja. dirigida contra sentença condenatóri transitada em julgado. b) sentença fundada em provas falsas. reduzir sua pena ou declarar a nulidade do processo . só pode ser proposta para rescindir sentença condenatória. REVISÃO CRIMINAL Ação penal de caráter rescisório. 92 . como dito. descendente ou irmão (CADI). ascendente. vigora o entendimento de que se trata realmente de ação. Acolhido o pedido revisional. então. A revisão c riminal.20. podendo ocorrer o ingre sso até mesmo após a morte do sentenciado. É admitida nas seguintes hipóteses: a) sentença contra texto expresso de lei ou contra a evidênci a dos autos.

A acusação de estupro se deu em razão de vingança contra o Peticionário. pois teria constrangido “B” à conjunção carnal.... por infração ao art.” (RT 000/000).. (nacionalidade). No mesm o sentido ensina o Mestre FULANO DE TAL: 93 ....... Após o trânsito em julgado da r. sente ... da qual nunca deveria ter sido privado. Nele.. o presente pedido de ve ser deferido.. (estado civil).. process ado e ao final condenado à pena de 6 anos de reclusão.. (endereço)... portador do Rg nº __________. encontra-se relato de “B”.. do Código de Processo Penal. inconformado com a r. o Peticionário foi condenado injustamente. (profissão).... Essa é a jurisprudência dominante em noss os tribunais: “. O Peticionário foi denunciado..... “A”. ___). Ora. conforme docu mento descoberto posteriormente à sua condenação e ora anexado para apreciação dessa Colen da Câmara. pel os motivos a seguir expostos: 1) DOS FATOS. para que o Peticionário possa resgatar sua condição de inocent e. sentença já transitada em julgado.... 213 do Código Penal.. vem.. conforme certidão em anexo (doc. onde admite que não foi forçada em nenhum mome nto e que a relação sexual foi consentida.. descobriu-se documento onde a suposta vítima admitia que não houve constrangimento e sim uma relação sexual consentida.. tal situação não pode prevalecer. respeitosamente à presença de Vossa Excelência.... III... da ____ Vara Criminal da Comarc a __________... promover pedido de REVISÃO CRIMINAL com fundamento no artigo 621. proferida no processo nº _____.. 2) DO DIREITO. inscrit o no CPF sob nº______________... Impõe-se a imediata revisão d o processo e da condenação. por seu advogado infraassinado (procuração em anexo).. Excelências.. De fato.MODELO DE REVISÃO CRIMINAL Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de __________.

. [CIDADE]. de acordo com o problem a formulado.. de _____. (OBS: Nesta peça deve-se ar gumentar sobre tudo que diga respeito à defesa do cliente.... Diante do exp osto............... de ____________. por ser medida de JUS TIÇA! Nestes Termos. 3) DO PEDIDO...... busca-se contrariar a sentença ou o acórdão)..... Pede Deferimento..... p.. 626 do Código de Processo Penal...... para absolver o Peticio nário... São Paulo: Editora.. _ _________________________________ OAB/___ nº ______________ 94 ...... Mesmo já tendo havido trânsito em julgado......... requer seja deferido o presente pedido revisional. 120)....“.. 2006......... ___.. . como nulidades e mérito propriamente dito....... com fundamento no art........” (in Processo Penal..

nem estar resp ondendo a processo penal.7. efetivamente. assegurando-lhe o sigilo dos r egistros sobre seu processo e condenação (art. salvo impossibilidade de fazê-lo. no tocante às anotações de sua folha de antecedentes. b) que o sentenciado tenha ti do domicílio no país. em qualquer das comarcas em que houver residido no pra zo após a condenação. CP): a) que já tenham transcorridos 2 anos do cumprimento da pena ou do início do período de prova do sursis ou do livramento. bom compor tamento.21. São requisitos para a concessão (art. b) atestados de autoridades policiais ou outros documentos que c omprovem ter residido nas comarcas indicadas e mantido. em seu art. 744. 94. 93. d) quaisquer outros documentos que sirvam como prova de sua regeneração. CP). que a petição que requerer a concessão da reabilitação deverá ser acompanh ada de: a) certidões comprobatórias de não ter o requerente respondido. 95 . nos últimos 2 anos. e) prova de haver ressarcido o dano causado pelo crime ou persistir a impossibi lidade de fazê-lo. d) que tenha ressarc ido a vítima. c) que durante esse prazo o condenado tenha dado demonstração efetiva de bom comportamento público e privado. Estabelece o Código de Processo Penal. REABILITAÇÃO A reabilitação tem por fim restituir o condenado à situação anterior à con ação. c) atestados de bom comportamento fornecido por pessoas a cujo serviço te nha estado.

respeitosamente à presença de Vossa Excelênc ia. Como prov a de sua boa índole. por sentença datada de ________. Autos nº _____/___ “A”. já qualificado. Não envolveu em nenhuma ocorrência policial. por seu advogado infra-assinado. pelas razões a seguir expo stas: 1) DOS FATOS. 2) DO DIREITO. nos autos da Ação Penal que lhe moveu a Justiça Pública. Essa é a ju risprudência dominante em nossos tribunais: 96 . atendidos o s requisitos impostos pela lei. por infração ao art. 129. vem. processo em epí fe.MODELO DE REABILITAÇÃO CRIMINAL Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da _____ Vara Criminal da Comarca ___________________. Cumpriu sua reprimenda em regime ab erto. mai s precisamente no mesmo endereço em que sempre residiu (doc. o Requerente morou no País desde então. com fundamento nos artigos 93 e seguintes do Código Pen al e artigos 743 e seguintes do Código de Processo Penal. o Requerente ostentou bom comportame nto. § 2º. já se passaram ma is de 2 anos desde o término do cumprimento de sua pena. ___). ____). _____). é medida de rigor a concessão da reabilitação. o Requerente ressarciu a vítima de todos os gastos com medicame ntos e tratamentos decorrentes das lesões sofridas (doc. Tanto durante a execução da pena. O Requerente foi processado e condenado à pena de 2 anos de re clusão. Assim. para a concessão da reabilitação. ____). o Requerente atende a todos os re quisitos exigidos pela lei. demonstrando que o fato pelo qual foi condenado. tendo ela sido extinta. conforme sentença do Juízo da s Execuções Criminais (doc. como posteriormente a ela. Além disso. do Código Penal. foi realmente o único desabonador em sua vida (doc. Como demonstram os documentos acostados aos autos. requerer sua REABILITAÇÃO. De fato.

..................... requer que. de ____________............ Pede Deferimento.............. ___... No mesmo sentido.... seja concedido o presente pedido de Reabilitação.... Diante do exposto.......... São Paulo: Editora.... p... ens ina o Mestre FULANO DE TAL: “. 120 )........ __________________________________ OAB/___ nº ______________ 97 ........ após a oitiva do ilustre represent ante do Ministério Público.” (RT 000/000).... .... 3) DO PEDIDO....“... por ser me dida de JUSTIÇA! Nestes Termos....... [CIDADE].......” (in Processo Penal... de _____............ 2006..........

7.22. LIVRAMENTO CONDICIONAL É a concessão, pelo Poder Judiciário, da liberdade anteci pada ao condenado, atendidos os pressupostos e condicionada a determinadas exigênc ias durante o restante da pena que deveria cumprir preso. Os pressupostos para c oncessão são: 1) Objetivos: a) condenação a pena privativa de liberdade não superior a doi s anos; b) ter o sentenciado cumprido: - mais de 1/3 da pena, se não for reinciden te em crime doloso; - mais de ½ da pena se for reincidente em crime doloso; - mais de 2/3 da pena se a condenação for por crime hediondo, desde que não seja reincidente específico. 2) Subjetivos: a) comportamento satisfatório do sentenciado durante a e xecução da pena; b) bom desempenho no trabalho que lhe foi atribuído; c) aptidão para pr over a própria subsistência mediante trabalho honesto; d) para o condenado por crime doloso, cometido com violência ou grave ameaça à pessoa, constatação de condições pessoais q e façam presumir que não voltará a delinqüir; e) reparação do dano, salvo impossibilidade de fazê-lo. Para a concessão do livramento, devem ser ouvidos o Ministério Público e o Con selho Penitenciário. Se deferido o pedido, o juiz especificará as condições a que o libe rado ficará sujeito e determinará a expedição da carta de livramento, que conterá cópia inte gral da sentença. 98

MODELO DE LIVRAMENTO CONDICIONAL Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da V ara das Execuções Criminais da Comarca ___________________. Autos nº _____/___ “A”, já qualificado, nos autos da Execução em epígrafe, por seu defensor infra-assinado, vem , respeitosamente à presença de Vossa Excelência, requerer LIVRAMENTO CONDICIONAL, com fundamento no artigo 131 da Lei nº 7.210/84 e art. 83 do Código Penal, pelos motivo s a seguir expostos: 1) DOS FATOS. O Requerente foi processado e condenado à pena de 6 anos de reclusão, por infração ao art. 33, caput, da Lei nº 11.343/06. Encontra-se preso há 4 anos e 2 meses. 2) DO DIREITO. O Requerente está recluso há 4 anos e 2 mese s, ou seja, já ultrapassou o período exigido pela Lei para a concessão do livramento, ou seja, 2/3 de sua pena. É primário, possuidor de bons antecedentes, como atestam a s certidões em anexo (doc. ____). Além disso, aprendeu ofício enquanto encarcerado, co m excelente aproveitamento (doc. ____), o que lhe possibilita exercer trabalho h onesto estando em liberdade. Inclusive, já conta com proposta para tal (doc. _____ ). Portanto, estão presentes os pressupostos subjetivos e objetivos contidos no ar t. 83 do Código Penal, fazendo jus, então, o Sentenciado, à concessão da medida. Essa é a jurisprudência dominante em nossos tribunais: “..................................... .........” (RT 000/000). No mesmo sentido, ensina o Mestre FULANO DE TAL: “......... ..........................................................................” (in Pr ocesso Penal. São Paulo: Editora, 2006, p. 120). 99

3) DO PEDIDO. Diante do exposto, requer que, após parecer do Conselho Penitenciário e manifestação do ilustre representante do Ministério Público, seja concedido o livramen to condicional ao Requerente, por ser medida de JUSTIÇA! [CIDADE], ___, de _______ _____, de _____. __________________________________ OAB/___ nº ______________ 100

pelo crime de homicídio. ap resentou a sua carteira de trabalho e declarou possuir residência fixa. não mais suportando a dor da rejeição. PR OBLEMA 4 (OAB/SP 136) Pedro Paulo e Marconi estavam sendo investigados pela auto ridade policial de distrito policial da comarca de São Paulo em razão da prática do de lito de tentativa de furto qualificado pelo concurso de pessoas. porquanto se tratava de crime permanente. que sempre trabalhou em toda a sua vida. narrou ter visto dois indivíduos de estatura mediana. através de denúncia anônima. No dia 4/11/2006. Thiago. RELAXAMENTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE PROBLEMA 1 Na data de ontem. haveria flagrante impróprio. Certo dia. Romualdo encontrava-se no interior de sua residência quando ou viu um barulho no quintal. Nessa oportunidade.3) Mar ia José. pertinente à defesa de Thiago. n. sendo dada a Thiago a nota de culpa. mas a auto ridade policial entendeu que. ainda. QUESTÃO: como advogado de Peter. Imediatamente. na hipótese. seu ex-namorado. onde permaneceu por 1 semana até que. que lhe causaram a morte. a vítima. causando sua morte. Romualdo constatou que havia matado um adolescente que lá h avia entrado por motivos que fogem ao seu conhecimento. Peter refugiou-se na casa de um amigo. cientes da assertiva de Maria José. que não pôde identificar devido à escuridão. redija a peça processual. Maria Helena. por volta das 22 horas.a vara criminal da capital. Thiago afirmou que nunca teve qualquer envolvimento com drogas e muito meno s passagem pela polícia. PROBLEMAS. solteiro. Ao registrar ocorrência policial. policiais foram ao local em que Thiago trabalhava e o prenderam. Transtornado. caminhava dentro dos limites de sua propriedade. O Delegado P lantonista. Disse. ocorrido no dia 9/6/2008. com cabelos escuros e utilizando bonés. não foi encontrado com Thiago qualquer objeto ou substância que o ligasse ao tráfico de entorpecentes. Apresentado à autoridade compete nte. policiai s surpreenderam-no. Mesmo assi m. brasileiro. e considerando que Thiago está sob custódia decorrente de prisão em flagrante . PROBLEMA 3 (UnB / CESPE – OAB –2006. realizado em 3/11/2006. prendeu-o em flagrante pelo crime de homicídio. ou quase-fla grante. Munido de um revólver.8. Ao sair do int erior de sua residência. após ouvir os fatos. adote a medida cabível. por volta das 22 h. no estacionamento do shopping Iguatemi. Romualdo dirigiu-se à Delegacia de Polícia mais próxima onde comunicou o ocorrido. em seguida. desferiu três tiros que acabaram atingindo a vítima em região letal. QUE STÃO: Elaborar a medida cabível visando a libertação de Romualdo. privativa de advogado. por suposta prát ica do crime de tráfico de drogas. como a pessoa que lhe fornecia entorpecentes. tentando subtrair o veíc ulo 101 . prendendo-o em flagrante. Com base na situação hipotética descrit a acima. aguardou-a defronte sua casa e desferiu 6 disparos de arma de fogo. abriu a janela de sua casa e per cebeu que uma pessoa. fizeram-se as comunicações de praxe. Considerando tratar-se de um ladrão. no Rio de Janeiro–RJ. em seu interrogatório extrajudicial . PROBLEMA 2 Peter Perfe ito era apaixonado por Penélope Charmosa e não era correspondido. indiciada por tráfico de drogas. bancário. O inquérito policial foi autuado e tramitava perant e a 2. residente na rua Machado de Assis. apontou.º 167. e . lavrou-se o auto de prisão em flagrante.

junto com Marconi. ci dade. Pedro Paulo foi posto em uma sala. em favor de Pedro Paulo. decide fazer com que a fil ha pratique o aborto. a fim de se submeter a reconhecimento formal. cabível à espécie. LIBERDADE PROVISÓRIA PROBLEMA 1 Candido Alegria foi preso nas ime diações de local onde vítima noticiou o roubo de seu carro. no dia do crime. juntamente com se u namorado. redija. e a testemunha Agnes. Na ocasião. porém possui residência e emprego fixos. QUESTÃO: Como advogado de Candido. inicialmente. aliás. PROBLEMA 3 (OAB/SP 135) Daniel. havia tentado furt ar o seu veículo. em que nasceu e sempre morou. Ambos são primários e não registram nenhum antecedente criminal. preso no 1º DP. no dia 9/6/2008. sabendo que sua filha Manu ela está grávida de dois meses e que seu namorado é casado. Diante desse fato. Feijão Paulistano S. declarando que Pedro Paulo era a pessoa que. conhecido empresário de São Paulo – SP. casado. no horário do crime. Quando Manuela se encontrava na clínica. e. Disse. iniciada a manobra abortiv a. bairro Paulista. A acusação é de tentativa de aborto. Ressaltou que Daniel sempre fora pessoa honesta e voltada pa ra o trabalho.º da Lei n . Pedro Pau lo não é primário. Pedro Paulo como autor do delito. ha vendo insistência. que lhe pertencia. acusa José e o médico Alfredo da intenção de p raticarem o crime. trabalha como comerciante estabelecido na cidade há 15 anos. Em seguid a. em seguida. Além disso. redigi r a peça adequada para obter sua libertação. foram feitas as comunicações de praxe. relatando que. a vítima assinou o auto de reconhecimento. o delegado a utuou Pedro Paulo em flagrante delito e recolheu-o à prisão. estava em casa. QU ESTÃO: Na condição de advogado (a) do médico Alfredo. que necessitava 102 . para que a vítima confirmasse que os ind iciados eram os autores do crime. matériasprimas o u produtos necessários ao consumo do povo”. § 2º. placa IFU 6643/SP. Contrária à prática. intencionalmente e sem autorização legal. que. tem bons antecedentes. dormindo.º 27. conforme orientação dos agentes de polícia. do CP. Manuela comparece ao Distrito Policial do bair ro onde se localiza a clínica e relata à autoridade de plantão tudo o que irá ocorrer no dia seguinte. residente e domiciliado na rua Xangai. Aduziu que a empresa do marido. iria pegar uma carona com a vítima não reconheceram. mediante grave ameaça exerci da com emprego de arma. que eles só não alcançaram êxito na empreitada criminosa por motivos alheios às suas vontades. Geiza narrou que Daniel era pai de uma criança de tenra i dade. brasi leiro.521/1951: “destruir ou inutilizar. invadem o local e prendem em flagrant e José e o médico Alfredo. Diante disso. diversa de habeas corp us.º 1. Manuela.Corsa/GM. com o fim de determinar alta de preços. Júlia. n. É primário. no sentido de ser libertado da forma ma is rápida. José marca a realização do aborto para dali a dois dias. já atuava no mercado ha via mais de 8 anos. comandados pelo delegado. procurou um advogado e lhe informou que Daniel era primário e possuía residência f ixa. Em contato com uma clínica. logo após a ocorrência do delito. por parte dos policiais. Foi entregue a Pedro Pa ulo a nota de culpa. PROBLEMA 2 José. em proveito próprio ou de terceiro. ainda. Então.. No dia 30/6/2008. Geiza. foi reconhec ido como autor do crime e autuado por infração ao art. negou a autoria do delito. a peça jurídica. Considerando a situação hipotétic presentada. visto que foram impedidos de concluí-la pelos policiais militares que estavam em patrulhamento na região. imediata e espontaneam ente. os policiais. esposa de Dani el. Na delegacia. 157. A vítima Mari a Helena. para reconhecimento. foi preso em flagrante pela suposta prática do delito tipificado no artigo 3. no auto de prisão em flagrante. Pedro Paulo foi convidado para que se f izesse presente naquela delegacia de polícia e assim o fez. I.A. de cor verde. elaborar a medida ca bível que melhor atenda a seus interesses.

bairro Casa Branca. vão. atue em seu favor. contudo. exigindo favores sexuais. João. Maria nun ca efetuou nenhuma reclamação. Considerando a situação hipotética descri ta. formule. 122. João. compareceu ao restaurante “BOM DE BOCA”. encontrando Maria aos prantos. João tranca a p orta. certidão de nascimento da filha do casal. por volta das 12 horas. mulher rica. Visivelmente alterado. nesse momento. sai rapidamente da sala. alegando que não iria efetua r o pagamento das despesas do almoço. dizendo haver bebido demais na véspera.ADAPTADO) No dia 1o de julho de 2008. Lá. brasileira. também nesta Capital. diz que vai procurar os seus direitos. QUESTÃO: Como advogado de Maria da Luz. localizado na Av. após já T r se servido do primeiro prato. QUEIXA-CRIME PROBLEMA 1 (OAB/S P 117 . ele iria demiti-la. r evoltada. Por fim. no Centro de São Paulo. ele obrigou-a a pra ticar nele sexo oral. residente a rua José Silvéiro. imediatamente. casada. QUESTÃO: Tendo sido contrata do por Anna. comprovante de residência. Temendo por seu emprego. funcionária pública. abrindo a s ala de João com a chave mestra. Júlia. onde fez uso do “self service”. DEOLICE PEREIRA. tendo em vista esta a comida “muito salgada. DEOLICE PEREIRA dirigiu-se ao garçon do cit ado estabelecimento comercial. sem qualquer incidência. informou que estava grávida e não trabalhava fora. João.04. apto 1302. e que tudo não teria passado de um mal entendido. sem qua lquer manifestação. bairro P indorama. os autos permanecem com o Ministério Público há mais de trinta dias. em seu socorro. escutando os gritos de Maria. mediante grave ameaça.08. a Sra. Quando ela na sala ingressa. Outros funcionár ios. chama Maria em sua sala. por volta das 15:00 horas. na condição de advogado(a) contratado(a) por Daniel. Sr. pede desculpas a Maria. cartão da gestante expedido pela Secretaria de Saúde de SP. de nom e Antoine e levada a um quarto vazio. exercida com uma faca. Descoberta a autoria e formalizado o inquérito policial com prova robusta de materialidade e autoria. atue em prol da constituin te. Durante a refeição. a peça — diversa de ha beas corpus — que deve ser apresentada no processo.urgentemente do retorno do pai às atividades laborais para manter-lhe o sustento. Rio Branco. u ma porcaria”. PROBLEM A 4 (OAB/MG . Geiza apresentou ao advo gado os seguintes documentos: CPF e RG de Daniel. nota de culpa e folha de antecedentes penais do indiciado. Ao dir igir-se ao banheiro para retocar a maquiagem. Maria da Luz teve seu relógio subtraído por João da Paz. nesta Capi tal. João grita com Maria. PROBLEMA 2 Anna Karenina encontrava-se em festa concorrida da cidade. A ocorrência foi registrada e a pedido de Anna foi instaurad o inquérito policial. QUESTÃO: Como advogado de Maria. FRANCISCO DA CRUZ. No dia seguinte. redija a peça mais adequada para fazer valerem os direitos de sua cliente. alta funcionária da empresa “ATR”. Maria. PROBLEMA 3 (OAB/SP 131 . 103 . já concluído com provas contundentes.23/09/2001) Na tarde do dia 29 (vinte e nove) de julho do corrente ano. que se utilizou de violência e grave ameaça.ADAPTADO) Maria. Em 20. Capital. auto de prisão em flagrante. recebe normal mente cantadas de seu superior hierárquico. foi perseguida por um garçom. prevalecendo-se de sua cond ição na empresa. dizen do que se ela não concordasse com o ato sexual. na confluênc ia das ruas Maria Paula e Genebra.

acusado de vender substância entorpecente em ruas da cidade. essa merda não presta”. combinado com o artigo 14. QUESTÃO: Como defensor de Bernar do. nesta Capital. Seguindo conselhos.. ou seja. a Sra. que se viam no interior do estabel ecimento. pois a sua proprietária é uma sem vergonha. como também tentaram acalma r a proprietária do restaurante.”. comerciante.Como advogado de "A". DEOLICE. que imediatamente foi ao encontro da fr eguesa. “vai se foder. PEDE-SE: REDIJA A PEÇA EM QUESTÃO COM TODOS OS CONTORNO S DE NATUREZA PENAL E PROCESSUAL PENAL. contudo. Você entendendo. o Sr FRANCISCO chamou a dona do restaurante “BOM DE BOCA”. MARIA CELESTE. pintada”. ALEGAÇÕES FINAIS PROBLEMA 1 (OAB/SP 106) "A" está sendo proc essado segundo denúncia que lhe imputa violação do artigo 121. da Lei nº 11. decide. solteira. nos termos da denúncia. aviar a peça com vistas à instauração da per secutio criminis in judicio.Diante do acontecido. vagabunda”. 1a.. começou a dizer que “eu não vou comer esta merda de comida. DEOLICE em não sal dar o débito contraído. QUESTÃO:. quase tend o uma crise nervosa. não querendo conversa com “você. 33. parágrafo 2o. porque teria tentado m atar "B".343/0 6. Sra. DEOLICE. caput. 213 bairro Floresta. era inócua. e nenhum havia a presentado qualquer tipo de reclamação. MARIA CELESTE ponderou que a mesma poderia servir novo prato. desandou a chorar. a comerciante lhe proc ura como advogado no último dia 21(vinte e um) de dezembro. fregueses. PROBLEMA 2 (OAB/SP 109) 104 . DEFESA PRELIMINAR PROBLEMA 1 Bernardo é pr eso em flagrante. que. pratique o ato processual adequado ao rito processual. após a devida outorga do instrumento procuratório. o juiz determina a intimação do defensor. inciso III . educadamente. postulando a pronúncia de "A" . No entant o. como dito. brasileira. residente a Rua Francisco Pedr osa. dada a notoriedade dos fatos. II do Código Penal. dirigindo-se à pessoa de MARIA CELESTE. O Ministério Público apresentou alegações finais. que aproxi madamente 500 pessoas já haviam se servido da comida naquele dia. da desnecessidade de procedimento inquisitório. de modo brusco. A inicial. DEOLICE ainda desfer iu uma “cusparada” no rosto de MARIA CELESTE. sem qualquer ônus pela substituição. redija a peça adequada. é denunciado por infração ao art. muito abalada. Não satisfeita. mediante aplicação de injeção venenosa. Após ouvir atentamente às reclamações da freguesa. o garçon disse para a Sra. O laudo do Instituto Médico Legal é taxati vo. para manifestação. não só retiraram a Sra. que. Certo é que os atos se deram na presença de inúmeras pessoas. DEOLICE interrompeu o diálogo e. sua puta. a Sra. dizendo que “eu não vou comer neste lugar nojento.. antes de ser retirada do estabelecimento co mercial por outros fregueses que ali se encontravam. é vaga e imprecisa. e ainda abalada. Oferecida a denúncia. parte. concluindo que a substância ministrada não tinha potencialidade lesiva. no prazo legal. vai tomar naquele lugar. piranha. Diante da insistência da Sra. a Sra. Con cluído o inquérito policial.

do Código Penal. para serem ouvidos. pediu emprestada a um colega de trabalho uma arma de fogo e quantidad e de balas suficiente para abastecê-la completamente. o acusado. "A" sempre negou a prática delituosa. c. ocasião em que ele con fessou. a confissão do acusa do e as declarações da vítima e do filho do acusado. Arrolou. O Juiz ouvi u-o no dia 5 de setembro de 2006. encontrando em determinado armário apenas uma cédula de i dentidade falsa. Responde o processo em liberdade. fazendo uso de uma arma de fogo. O defensor nomeado arrolou três testemunhas na def esa prévia. não atingindo a vítima. Segundo o apurado na instrução criminal. acionou o gatilho div ersas vezes. o artigo 1 4. Permanece preso. efetuaram di ligência na residência de "A". em alegações finais. a prática delituosa. requerendo a condenação do acusado nos exatos termos da denúncia. com detalhes. A vítima. sustentando que a prova é suficie nte para tanto. elabo re a peça profissional pertinente. sempre alegou que fora comprar remédi o. por isso. Dos autos consta o laudo pericial da arma apreendida. em face de ter sido a arma desmuniciada anterio rmente. tentou efetuar disparos contra seu vizinho Antônio Miranda. Seu filho. confirmou o fato e afirmou que não viu o rosto do autor do crime porque estava encoberto e. sem que o acusado percebesse r etirou todas as balas do tambor do revólver.ADAPTADO) Pedro foi acusado de roubo qualificado por denún cia do Promotor de Justiça da comarca. P ROBLEMA 5 (OAB/SP 133 . por isso. sem a presença de defensor. especialmente pelos maus antecedentes. o Ministério Público postulou a procedência da ação e condenação de "A" como incurso nas penas do artigo 304. a vítima e dois policiais militares. uma semana antes dos fatos o acusado. em razão de denúncia sobre tráfico de entorpecentes. veio a ser autuado em flagrante e foi denunciado por roubo simples. No dia seguinte. Consta d os autos que tem trâmite na 1 a Vara Criminal da Capital. sendo o acusado preso quando estava fugindo e. a quem confidenciara seu plano. pois no dia 10 de janeiro do c orrente ano. não 105 . A ação penal tem curso perante a 12a Vara Criminal da Capital. Por ser primário. Foi denunciado pelo represent ante do Ministério Público como incurso nas sanções do artigo 121 caput. Encerrada a instrução probatória. no dia seguinte. que havia sido intern ado várias vezes para tratamento. planejando ma tar Antônio.c. o Ministério Público pleiteia a condenação de Agostinho. João encontrou Antônio em um ponto de ônibus e. por volta das 10:00 horas. conforme já esperava. utilizandose de um revólver de brinqu edo. PROBLEMA 3 (OAB/S P 116) João da Silva foi preso em flagrante delito. ligaram o fato co m o do dia anterior. mas nada encontraram. sendo certo que a instrução já foi concluída e. por estar visivelmente “drogado”. Agostinho. QUESTÃO: Como advogado de Agostinho. "A" foi denunciado por us o de documento falso. que desconfiou "daquele mal encarado" e avançou contra este imo bilizando-o até a chegada da polícia. que Agostinho ingressou na farmácia de Thomás. ainda. o dia 1 de julho de 2006. Em razão desse fato. PROBLEMA 4 (OAB/SP 118) Agostinho registra gran de número de condenações por crimes contra o patrimônio e já cumpriu parte em regime fecha do. com a foto de "A". sacando da arma.Policiais Militares. não tinha condições de reconhecê-lo . Os dois policiais afirmaram que ouviram a vítima gritando que havia sido roubada . porque teria agido com “animus necandi”. desenvolva a medida judicial pertinente. houve. ao ser ouvida. guardando-a eficazmente muni ciada. o Juiz de primeir o grau concedeu ao acusado o direito de defender-se solto. outro r oubo. QUESTÃO: Como advogado de João da Silva. Afirmou. descrevendo a vítima e afirmando que o di nheiro fora utilizado na compra de drogas. Dela constou que ele subtraiu importância em dinheiro de Antônio. Estava em gozo de livramento condicional. no mesmo local. Q UESTÃO: Como advogado de "A" elabore a peça processual pertinente. As alegações finais de ac usação foram oferecidas pelo representante do Ministério Público. em fase oportuna. contudo. inciso II. ambos do Código Penal.

foi denunciado como incurso nas penas do art.c. com todo s os argumentos e pedidos cabíveis na defesa do acusado. formule. Ambos. § 4. Intimado o acusado para os fins do artigo 403. do CPP. e Vilma verificou que faltavam R$ 50. incisos I. Encontraram a bolsa.teve condições de esclarecer o fato. o acusado negou que ele ou Antônio tivessem realizado o roubo.00 e uma de R$ 10. §2. Na fase do 402 CPP. que compareceu ao local e os revistou. O advogado de Luís foi intimado. a cerca de 100 metros do local do fato. estavam dois rapazes. os objetos descri tos no Auto de Apresentação e Apreensão. Na seqüência. No interrogatório.00. onde foi lavrado o auto de flagrante. um relógio e um celular. a peça a ser apresentada no processo. Com Luís foi encontrada a importância de R$ 50. em um carro. Constituíram advogados dis tintos. pelos informes que continha. afirmando que ambos haviam per manecido em silêncio. Caminhando a cerca de 200 me tros do mesmo local. cerca de vinte minutos depois. Q uanto às penas. 1. Não portavam celular es. c. entendeu que poderiam ser aplicadas nos patamares mínimos. na ocasião. mediante vontade livre e consciente e pre viamente ajustado com Roberval. c. na condição de advogado contratado por Luís. nem relógio. A denúncia foi recebida em 14/1/2008. em uma nota de R$ 10. os quais confirmaram o roubo e o encontro do dinheiro com os acusados. QUESTÃO: Como Advogado. foram ou vidos o segurança e os dois policiais que realizaram a condução. I e IV. por volta das 1 0 h 30 min. “No dia 31/3/1998. em duas notas de R$ 20. saindo de uma festa.c art. 29. dizendo porta r uma arma de fogo.252/1954. 155. não intimado para o ato. quando caminhava na beira de uma estrada. No dia seguinte. §2. e. I e IV. os quais. sem ver os dois rapazes.º 2. menor de 18 anos. encostaram algo em suas costas e lhe ordenaram que continuas se andando. alegando que a materialidade estava provada e que a confi ssão do acusado. nada foi requerido pelas partes. Antônio acusou Luís de t er cometido o roubo. em uma nota de R$ 20. como testemunhas de acusação. o denunciado. com repartição de tarefas. confirmaram que o acusado tinha problemas com drogas e. tod os do Código Penal.º. que não portavam qualquer arma. era semp re internado. nada foi requer ido pelas partes. O Promotor de Justiça pediu a condenação. com residência f ixa e com bons antecedentes. dizendo. Eis trecho da denúncia. art. PROBLEMA 6 (OAB/SP 134) E m 3/1/2008. tendo sido encostado um dedo nas costas de Vilma. §3º.00 e uma de R$ 5. primários. nascido no dia 10/1/1978. por isso.º da Lei n.00. logo em seguida. Em 11/1/2008. para procurar os autores d a subtração.00. Vilma percebeu dois rapazes se aproximarem pelas suas costas. e diante da ausência do advogado de Luís. subtrai u. Considerando a situação hipotética descrita.00.00. do Código Penal. com participação do seu advogado somente. Vilma obedece u à ordem. mostrava ser ele o autor do crime.º. voltou à festa . Na fase prevista no artigo 402 CPP. em 5/3/2008. para manifestar-se nos autos. após escalar o muro e arrombar a porta. o total de R$ 15.00. em proveito de ambos. e lhes entregasse a bolsa. olhando apenas para frente. que se encontravam no interior da residência da 106 .00. 29. II e IV. no interrogatório de Luís. realizado em 21/1/2008. pediu auxílio a um segurança e ambos saíram. foram liberados pelo juiz. duas de R$ 10. O segurança os deteve e lig ou para a polícia. combinado com o ar t. com Antônio. As testemunhas de defesa nada disseram sobre o fato. PROBLEMA 7 (UnB / CESPE – O AB/ES –29/8/2004) Félix Silva.00 e duas de R$ 5.º. os policiais os conduziram para a delegacia. apresente a peça adequada. A vítima foi ouvida e .também. em Vitória – ES. Foram ouvidas testemunhas de defesa que atestaram o bom comp ortamento dos dois acusados. com a presença de seu advogado. Luís e Antônio foram denunciados como in cursos na prática do crime previsto no artigo 157. Luís e Antônio. Em seguida. seus pais resolveram contratar um advogado para defendê-lo. todos d o Código Penal. o Ministério Público manifestou-se pedindo a condenação de L uís e Antônio pela prática do crime previsto no artigo 157.

Roberval. que Cristiano. Lília. Em seguida. pois havia saído no momento dos fatos e. não possui antecedentes criminais. Declarou ainda ter-se casado com Félix três meses após os fatos. levando em conta que a intimação à defesa tenha sido feita no dia 26 de agosto de 2004 (quinta-feira). mas an sioso para voltar para casa para assistir ao jogo do Brasil na Copa. um rádio AM/FM e dois perfumes. referente à comunicação de ocorrência n. No inquérito. Afirmou ainda que havia visto pessoas entrando na casa. P edro. um menor infrator co m várias passagens na Delegacia da Criança e do Adolescente. profes sor. várias bijuterias. concorrendo para a real ização do delito. no entanto. que. nas p roximidades do estádio de futebol conhecido como Maracanã. não re conhecendo.vítima. apresentava boa conduta social e personalidade pacata. que os autos fossem à defesa do acusado. Consta dos autos que o denunciado. bancário. menor que praticou o fato em conjunto com o acusado. vizinho da vítima. Disse não poder asseverar se houve e scalada do muro. tendo inclusive pensado em avisar os moradores. perfazendo um total de R$ 230. colocando-os em uma mochila d e náilon. emp reendendo fuga do local após a subtração dos bens. o qual. o crime aconteceu. quais sejam: xampu. os objetos já referidos. tendo inclusive sido submetido a medida sócio-educativa. vítim a do delito. foram juntadas as folhas de antecedentes penais do acusado e do menor Roberval. PROBLEMA 8 (UnB / CESPE – OAB / 2006. Ainda chocado com o acontecido. Taciano.º 154/2006. Roberval. solteiro. Na fase prevista pelo art. Por despacho. registrase. Em face da situação hipotética acima descrita. oportunidade em que o promotor requereu a c ondenação do acusado Félix nos exatos termos da denúncia. condicionador. quando retornou. O menor corrompido.00. depois de revirar toda a residência.º 359/2006. ao prestar declarações na delegacia de polícia. causando-lhe hematomas na face. que indicaram ser Félix réu primário e Roberval. f oi agredido fisicamente por Cristiano. 107 . afirmou já ter sido processado perante a Vara da Infância e Juventude por mais de um a vez. como advogado legalmente constituído p elo acusado Félix Silva. casado.ADAPTADO) Consta do Inquérito Policial n. por volta das 13 h. Pedro não se dirigiu ao Instituto Médico Legal (IML) a fim de fazer o exame de corpo de delito. Antes que o tivesse feito. em seguida. após assistirem a uma partida de futebol. os autos fo ram ao Ministério Público para manifestação. na cidade do Rio de Janeiro – RJ. porém. sua irmã tinha providenciado tudo. foram ouvidas as te stemunhas Taciano. disse que Cristiano desferiu-lhe um soco. que o portão da residência estava aberto. escova e creme dental. Pedro. apesar de não ter reavido os bens subtraídos. brasileiro. que acabaram por confessar a prática do delito. O réu foi interrogado e constituiu ad vogado. que apresentou defesa prévia no prazo legal. o juiz ordenou. pois era viciado em drog as e precisava do dinheiro obtido com os furtos para sustentar seu vício. afirmou não saber se houvera arrombamento da porta de sua casa ou esc alada do muro. conforme Laudo de Avaliação Indireta. Pedro disse ser vi zinho de Félix. Os bens subtraídos da vítima foram loca lizados em poder dos denunciados. momentos antes dos fatos. além de ser primário e ter bons antecedentes. afirmou que havia observado. Rio de Janeiro – RJ. redija a peça processual cabível para cumprimento do despacho do juiz e a apresente no último dia do prazo. aguardava Félix do lado de fora em uma motocicleta que conduzia.” A denúncia foi recebida em 14 de abril de 2004. Lília e Pedro. no dia se guinte. brasileiro. Disse ainda que co stumava praticar furtos nas redondezas da casa da vítima. resid ente na rua José das Couves. o acusado ou o menor. Na instrução. ainda. também de propriedade da vítima. após pular o muro da casa da vítima. arrombou a porta de entrada da frente e subtraiu de seu interior. no dia 18/6/2008. residente na rua São Judas Tadeu.2 . para a manifestação no prazo lega l. 402 do Código de Processo Penal.

deu um so co em Pedro. nas cido em 21/01/1986. Em poucos instantes. em razão dos ferimentos. 129. o Ministério Público (MP) requer a citação do réu.ª Vara Criminal do Rio de Janeiro. 108 . mas havia bebid o. que. que conhecia a vítima apenas de vista. mas tem a impressão de que o acusado tinha o mesmo porte físico do assassino. o autor do disparo era al to. Em seguida. Const a na denúncia que. agindo em legítima defesa. Pedro o puxou pela camisa e c omeçou a agredir-lhe com socos. Cristiano. André Gomes. considerando-se advogado de Cristiano. que não responde a nenhum processo. em certo trecho do seu depoimento. anterior à data dos fatos e ainda em apuração. afirmou que prendeu o acusado porque ele estava próximo ao local dos fatos e suas características físicas correspondiam à descrição dada pelas pes soas que teriam presenciado os fatos. após assistir a um jogo de futebol no Maracanã. Cristiano foi regularmente citado e qualificado. mas que certamente era alto e fort e. casado. estava em uma parada de ônibus nas proximidades do estádio quand o Pedro aproximou-se fazendo piadas a respeito do seu time. No interrogatório judicial. redija uma peça processual pertine nte à próxima fase do processo.2007. que aparentemente a vítima não tinha inimigos. d isse que era amigo de Filipe. disse que a noite estava muito escura e o local não tinha iluminação pública. do Código Penal.” A denúncia foi recebida em 30 de junho pe lo juiz da 4. os autos da investigação policial foram conclusos ao Min istério Público. o juiz abriu vista às partes. no dia 10/10/2006. no dia dos fatos. Cristiano ofendeu a integridade corporal de Pedro. caput. em via pública da c idade de Brasília – DF. o acusado afirmou que. PROBLEMA 9 (CESPE/UnB . a acusação e a def esa nada requereram. o acusado teria efetuado um disparo contra a pessoa de Filip e Santos. e sua condenação na penas do art. Interrogado em juízo. brasileiro. denunciou Cristiano. testemunha comum. Cristiano afirmou que os fatos narrados na de núncia não eram verdadeiros. mesmo diante da ausência do exame de corpo de delito. os peritos do Instituto Médico Legal registraram a seguinte concl usão: “morte decorrente de anemia aguda. 121. Diante dessa situação h ipotética. motivo pelo qual o MP desis tiu de ouvi-las.Alguns dias após o incidente. conforme a exordial acusatória transcrita integralmente a seguir: “Aos 18 de junho de 2008. e ele fugiu do lo cal com medo de novas agressões. Cristiano esclareceu que não deu ouvidos a Pedro. que estava próximo da vítima. Na fase do artigo 402 do Código de Processo Penal. O M P arrolou duas testemunhas. um inquérito policial por c rime de porte de arma. que ficou ainda mais irrit ado. do CP. taxista. veio a óbito. oportunidade em que foi preso quando adentrava no bar. que. policial m ilitar. Não houve abertura de prazo para a defesa prévia. no horário dos fatos. então. No laudo de exame cadavérico aco stado aos autos. testemunha arrolada pelo Ministério Público. Quando tentou dirigir-se para longe do local. Isso posto . encontrava-se em casa com s ua esposa e dois filhos. Segundo ele.3 . devido a hemorragia interna determinada por transfixação do pulmão por ação de instrumento perfurocontundente (projétil de arma de fogo )”. pela prática de infração prevista no art. que. também arrolado pela acusação. que estava a aproximadamente cinqüenta metros de distância e não viu o rosto da pessoa que atirou em Filipe. Na instrução criminal. sob pena de revelia. Paulo Cost a.ADAPTADO) O Ministéri o Público ofereceu denúncia contra Alexandre Silva. Consta da folha de antecedentes penais de Alexandre. da mesma compleição física do acusado. que dev e ter sido um assalto. Breno Oliveira. que não foram localizadas. que havia perdido o jogo. que hoje não tem condições de reconhecer o autor dos disparos. que só saiu por volta das 22 horas para comprar refrigera nte. aproximadamente às 21 horas. pela descrição. populares separaram os dois. que não tem condições de reconhecer com certeza o ora acusado. caput.

) No dia 2 de dezembro de 2008.forte. de 20 (vinte) anos de idade. com quem mantinha um relacionamento de amizade.. convidou-a para acam par nas margens de uma cachoeira no distrito de Água Limpa. seduziu sua colega Maria Imaculada. insi ste na procedência da acusação. que no dia dos fatos Antonio de 109 . vestia calça jeans e camiseta branca. nada requer endo as partes na fase do art. aproveitando-se da situação. Após a audiência. só tendo saído para com prar refrigerante. PEDE-SE: Elabore as alegações finais. as lesões corporais qu e o levaram à morte. Durante a instrução criminal. ‘(. A perícia concluiu ser este portado r de esquizofrenia grave. que só tomou conhecimento da acusação na delegacia e. Maíra Silva. inclusive.. Duas testemunhas presenciais arroladas pela defesa afi rmaram.) a relação se deu porque eu também estava a fim”. n a qualidade de advogado de Alexandre.22/04/2001 . que regularmente aviaram a devida representação. o juiz abriu vista dos autos ao Ministério Público. que comprovam. e lá. Com base na situação hipotética apresentada. com o devido e completo encaminhamento. em se u depoimento.. do Código de Processo Penal. José da Silva. categoricamente. narrando em síntese o seguinte: “ (. arrolada pela defesa. confirmou.’” No decorrer da instrução processual. por volta das 21:00 (vinte e uma) horas. mediante uso de uma barra de ferro. ao final devendo o ora denunciado ser condenado. acha-se José da Silva incurso nas sanções do art. “(. privativa de advogado. trabalhador e excelente pai. oportunidade em que foi preso e não mais voltou para casa. 402 CPP. que ela é moça esclarecida quanto aos fatos da vida em geral. ficou patenteado por depoimentos de te stemunhas e.. estando agora os autos com vista à defesa para os fins d o art. determinou a insta uração do Incidente de Sanidade Mental do acusado. que. esposa de Alexandre. disse ao delegado que a quilo não era possível. e fl s.ADAPTADO) O representante do Ministério Público ofereceu denúncia. o juiz. até mesmo pelo depoimento da vítima. o que deixava a rua muito escura. manteve com a vítima relações sexuais que foram atestadas pelo ACD de fls. que o acusado vestia calça e camiseta cl ara no dia dos fatos. tendo noção completa do que representa manter relações sexuais na idade em que se achava.. pe rtinente à defesa do réu. Encerrada a referida instrução.) Co m tal procedimento. de ofício. na delegacia. pobre. que requereu a pro núncia do réu nos termos da denúncia. 217 do CP. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO PROBLEMA 1 (OAB/SP 113) João da Silva foi denunciado pelo Ministério Público porque teria causa do em Antonio de Souza. sendo estudante de segundo grau. moreno claro. o Promotor de Justiça.. Provado que nenhuma v iolência viu-se praticada por parte do réu e. em suas alegações. que o céu estava encobert o. mas este não acreditou. redija. a peça processual. PROBLEMA 10 (OAB/MG . de 17 (dezessete) anos. seg undo declaração expressa de seus pais. que o marido permanecera em casa a noite toda. que Alexandre é um bom marido. ne sta Comarca de Barão do Rio Branco.. Para tanto. motiv o pelo qual a denúncia deve ser recebida e. 403. §3º. segundo a própria Maria Imaculada. que a arma do crime não foi en contrada. o acusado permaneceu em silêncio. de imediato. alegando toda a matéria de natureza penal e porv entura processual aplicável ao caso proposto. principalmente porque não havia iluminação pública. a sua condição de moça virgem antes daquela relação. já qualificado. inclua a fundamentação legal e jurídica e explore a tese defensi va cabível nesse momento processual.

vítima de estelionato. e causaram-lhe a mo rte. O juiz não admitiu a apelação porque. Felício foi p rocessado em liberdade perante a 1ª Vara do Júri. pois o acusado teria assumido o risco de produzir o resultado. PROBLEMA 5 (OAB/SP 125) João foi acusado pelo Ministério Público de praticar homicídio qualificado por moti vo fútil porque disparou tiros que atingiram Pedro. acrescentou. bateu com a cabeça na guia. Encerrada a primeira fase processual. postulando. atuara no processo p or seu advogado. QUESTÃO: Elabore a peça processual conveniente. PROBLEMA 3 (OAB/SP 117) Os indivíduos Felício e Roberval.2008. após uma partida de tênis. loca lizado no município de São Paulo. Finalmente. verifiqu e o que pode ser feito em sua defesa e. em favor de "A" destina ndo-a à autoridade judiciária competente. 110 . por homicídio doloso simples. passou a d esferir-lhe socos e pontapés. em 05. ao entendimento de que houve dolo ev entual. no seu entendimento. QUESTÃO: Como advogado de João. QUESTÃO: Verifique a medida cabível e. seu amigo. pelo prazo mínimo de 02 (dois) anos. de forma fundamentada. pleiteando aumento da pena porque o condenado era reincidente. convidando-o para almoçar em sua casa e. de forma fundamentada. condenara Antonio Aparecido Almeida às penas mínimas de 1 (um) ano de reclusão e dez diasmulta. QUESTÃO: Na condição de advogado de João da Silva. QUESTÃO: N a condição de advogado de Felício. Levantando-se com dificuldade. começaram a discutir. a qualificadora da traição porque. João alcançou uma barra d e ferro que se encontrava nas proximidades e golpeou Antonio por várias vezes. ao golpea r Roberval com a raquete.Souza. elabore a peça adequada à sua defesa.12. João mentira para Pedro . consistente em internação em hospital de custódia e tratamento psi quiátrico. PROBLEMA 2 (OAB/SP 115) "A" e "B" eram amigos de infância. no seu rosto. até q ue cessasse a agressão que sofria. atingiu-o pelas costas. do C. com palavras de baixo calão. como assistente do Ministério Público e apelou de sentença condenatória que. tome a providência judicial cabíve l. Roberval desequilibr ou-se e. atingiu de lado e sem muita força a cabeça de Roberval. os b ombeiros alcançaram o lugar onde eles estavam. Na decisão de pronúncia. aplicando-lhe Medida de Segurança. aproveitando-se de momento em que ele e stava sentado à mesa. em brincadeira. não pode o ofen dido apelar de sentença condenatória para pleitear aumento de pena. ao cair ao solo. por sentença de pronúncia prolat ada há 2 dias. assim agindo porque este cuspira. Acabou pronunciado pelo magistrado. apresente a peça adequada. Ficaram perdidos durante 2 meses. c omo advogado. Felício que estava com a ra quete na mão.P. e pronunciado pelo magistrado. postule o que for de seu interesse por meio de peça adequada. deserto e com algumas cavernas. acatando o Laudo Pericial. por homicídio simples – art. 121. Processado no Juízo competente. o que for de interesse de João Alves dos Santos.ADAPTADO) João Alves dos Santos. Resolveram excursion ar por lugar extremamente perigoso. tranqüilamente assando a coxa d a perna esquerda de "B". vindo a falecer. "A" havia tirado a vida de "B" e os homens viram "A" sentado ao lado de uma fogueira. de estrutura físic a inferior à do agressor e mãos desprovidas de qualquer objeto. após provocar o acusado injustamente. o Magistr ado. Os bombeiros ficaram horrorizados e "A" foi preso em fl agrante. segundo a prova colhida. PROBLEMA 4 (OAB/S P 123 . absolveu sumariamente João da Silva. o juiz. "cap ut". A sentença de pronúncia foi prolatada há dois dias. além de admitir a qualificadora do motivo fútil. A decisão judicial foi publicada há dois dias. aind a. hostil. alcançou a libe rdade provisória.

interponha a peça pertinente. em São Paulo. pelo p rincípio in dúbio pro societate.º. na data do fato. PROBLEMA 7 (OAB/SP 131 . surgiu de repente e logo desferiu disparos em direção à vitima Antoni o. int imado da decisão. em 5. vinha conduzindo em alta velocidade. decide ir com seus amig os a seu sítio perto de Itu. o J uiz decidiu pronunciar Luiz por crime doloso na modalidade eventual. já tendo sido ex pedida a intimação da decisão de pronúncia ao defensor de Luiz. por ela reconhecido fotograficam ente na audiência. também. realizando-se a sua citação por edit al e sendo declarada a sua revelia. não podia ser o autor dos disparos. não o teri tratado adequadamente. Segundo a denúncia. decide o Promotor de Justiça denunciar Luiz por homicídio doloso na modalidade de dolo eventual. redija a peça mais adequada para sua def esa. deu ciência ao seu advogado.1. Recebida a denúncia. no dia dos fatos. PROBLEMA 8 (OAB/SP 132) Luiz. Foi-lhe nomeado Defensor Dativo. que uma simples discussão não seria motivo para um homicídio. Luiz não havia ligado a seta no instante da ultrapassagem. por ser ela pre sencial. supostamente. v ez que realizariam pescaria no período da tarde. ele não estava no Brasil e.2008. nessa fase processual. naquela hora. que apresen tou a defesa prévia.ADAPTADO) João fo i denunciado criminalmente por. A primeira. A segunda testemunha. Na quar ta-feira de cinzas. segundo consta. por não ter dado a seta para a ultrapassagem. merece crédito. QUESTÃO: Como advogado de Luiz. §2. Luiz. a qual. nos termos da denún cia. momento em que lhe defer iu disparos de arma de fogo que a levaram a óbito. o acusado. Oferecidas as alegações pelas partes. o réu alegou q ue não se encontrava. sem capacete. em atividade típica de grupo de ext ermínio. João. já que. CP. vigora o princípio in dubio pro societate. no período do Carnaval.121. PROBLEMA 9 (OAB/SP 133) 111 . Durante a instrução foram ouvidas duas testemunhas. QUESTÃO: Como defensor de João. momento em que veio a colid ir com um motociclista que. aguardou a saída de Josefa de seu local de trabalho para o utro prédio da OAB. redija a peça processual mais adequada à sua defesa. vindo o condutor da motocicleta a falecer. afir mou que conhecia João há muito tempo. a rrolada pela acusação. realiza ultrapassagem em veículo que transitava no mesmo sentido. arrolada pela defesa. causando-lhe a morte. Após a instrução probatória. No trajeto até a cidade. Luiz decide ir até a cidade de Itu a fim de comprar cerveja. fun cionária da OAB/SP. Procurado para ser citado. Mesmo apresentando testemunhas que o ter iam visto em outro local. em caso de dúvida. encaminhand o os autos para a Vara do Júri de Itu para o respectivo julgamento. Alegou. deve o acusado ser pronunciad o. João não foi encontrado. sabendo que. onde iria despachar outros processos. com o intuito de descansar do “stress” da cidade. em virtude da colisão com o carro de Luiz. já que. afirmou ter visto quando João. II. sob o fundamento de que o depoimento da testemunha da acusação.ADAPTADO) João. deveria caber aos jurados a avaliação quanto à culpa ou i nocência de João.PROBLEMA 6 (OAB/SP 127 . argumentando que ele. por meio de veículo automotor. conduzindo o veículo em velocidade compatível com o local. tendo sabido pela esposa da vítima que o motivo era discu ssão anterior em virtude de dívida. foi denunciado pelo crime de homicídio duplamente qualificado: por motivo fútil (discussão anterior por dívida de jo go) e por uso de recurso que impossibilitou a defesa (a surpresa com que agiu). João foi pronunciado por homicídio duplamente qualificado. ter causado a morte de Josefa. além do que. n o sentido oposto. e mesmo não tendo sido encontrada a arma d o crime. após diversas discussões e ameaças à funcionária. QUESTÃO: Como advogado de João. Entretanto. assumiu o risco do resultado da morte do motociclista. IV. por isso. o réu foi pronunciado como incurso no art. Instaurado o Inquérito Policial por crime de homicídio culposo .

conforme perícia juntada aos autos. em 3/1/2008. vi sto que.º. 29. mas foi liberado. em 15/1/2008. que confirmou a morte por explosão. Foi acusado. casualmente. com o que subtraíssem. na fase policial. III – emprego de explosivo. embora não fosse possível uma afirmação conclusiva. que negou ter relações com a vítima. com a intenção de subtrair coisas que nela encontrassem. então. que disseram ser este pesso a calma e dedicado pai de família. §2. Duas tes temunhas. As tes temunhas de acusação ouvidas foram os policiais que atenderam a ocorrência. ass im.º. na qual este negociava com André a morte de um a pessoa. houve uma explosão que o matou. IV – recurso que impossibilitou a defesa da vítima. na residência de Pedr o. por guardar em sua re sidência arma não registrada e sem autorização regular. nesse momento. O acusado foi intimado no dia 5 de setembro de 2007 e manifestou interesse em recorrer. Os dois eram empregados de Pedro e este não estava efetuando os pagamentos de seus salários. Mário negou a contratação e disse viver bem com a esposa. confessou o crime. 29. com os fundamentos e pedidos. IV. de duplo homicídio qualificado pela surpresa. tendo sido. I. caput. não identificada. e um perito. Como tes temunhas de defesa foram ouvidos dois amigos de Mário. se soubesse. não as teri a atingido. 112 . vingança. Mário e André foram apontados como incursos no art. porque as vítimas queriam s ubtrair bens como forma de receberem seus salários e. na pronúncia. Finda a instrução. O ad vogado apresentou alegações.c. para que ela explodisse quando a ignição do veículo fosse ligada. André foi acusado de ter instalado. as partes apresentaram suas al egações e. acolhendo integralmente a denúnci a. caput. dois policiais que afirmar am que. por denúncia do M inistério Público. Da gravação nada constava sobre a forma de execução do crime. Chegou a ser preso. desferiu disparos contra os dois. III. recurso que impossibi litou a defesa das vítimas. O acusado e seu advogado foram intimados da decisão em 5 de março de 20 08. Quando estavam no interi or da casa. em 3/3/2008. As testemu nhas de defesa afirmaram que as vítimas eram boas pessoas e nunca haviam cometido qualquer crime. por motivo torpe. como já havia sido vítima de três roubos anteriorm ente. conversa entre ele e outra pessoa . a voz da conversa interceptada era semelhante à de Mário. pronunciou o acusado. QUESTÃO: Como Advogado. Foram ouvidos em j uízo: o médico legista. ingressaram. Pedro. II – motivo fútil consisten te em ciúmes. Pretendiam.c a rt. Ele próprio chamou a polícia e solicitou uma ambulância. Ouvido.º/2/2008. marcado encontro ent re os dois. II. 121. receber o que lhes era devido. o juiz pronunciou Mário pelo art. mas d isse que não sabia que as vítimas eram seus empregados. André para matar Vítor. art. André faleceu. §2. no dia 20 de janeiro de 2007. De fato. permanecera em silêncio. declarada extinta a sua punibilidade. do Código Penal. I – mediante paga. c. cujo nome não foi mencionado. afirmando que. a havia adquirido recentemente e ainda não tivera tempo de registrá-la. que era amante d e sua esposa. assentando-se na gravação e nos depoimentos das testemunhas de acusação e afirmando que. apresente a peça mais adequada para a defesa do a cusado. ainda. O Promotor pediu a pronúncia do acusado nos termos da denúncia. na ocasião. disse que. prevalece o princíp io in dubio pro societate. Em interrogatório realizado em 1 4/2/2008. pois. e. amigos de Vítor. Os dois não traziam consigo nenhuma arma.João e Mário. juntos. prevalece o princípio in dubio pr o societate. 121. todos do Código Penal. com um r evólver. o qual declarou que. O Juiz. afirmaram que ele era amante da esposa de Mário. não tendo ele chegado a ser ouvido. antes que tivessem começado a subtrair qualquer coisa. Em 12/2/2008. c. Quanto à arma. vindo a atingi-los e causar-lhes a mort e. uma bomba no carro de Vítor. como André já era procurado pela polícia. PROBLEMA 10 (OAB/SP 134) Em 1. tendo sido. supostamente Mário. Mário foi acusado de ter contratado. e sua espo sa. uma interceptação telefônica autorizada pa ra desvendar outro crime captara. incapaz de causar mal a qualquer um. qu ando Vítor acionou o motor do carro.

ADAPTADO) Aurélio. fazendo inserir circunstâncias to talmente divorciadas da realidade. No dia 01 de fev ereiro de 1997. Centro. O Magistrado. a qualificação do indici ado. expondo o s motivos para tal. bem como do recurso inte rposto pelo Promotor de Justiça. Em face de tal decisão. ao tomar conhecimento do teor da denúncia. não oferecendo. além de narrar fato equivocado. oferece denúncia contra Agripino. o querelante foi devidamente intimado para constituir novo patrono por ter o anterior renunc iado aos poderes que lhe foram outorgados. Promotor de Justiça. O juiz da 28ª Vara Criminal da Capital julg ou procedente a ação penal. pois independente de ser iniciativ a privada. Capital. é intimado para tomar ciência da decisão do Juiz. portas e janelas do imóvel. como advogado d e Agripino. e foi informado de que aqueles objetos estavam sendo retirados por ordem expres sa de "A". para fins comerciais. expondo os motivos de seu inconformismo. sendo certo que obteve a liberdade definitiva no dia 28 de agosto de 1996. atue na defesa de Mário. o querelante de fazê-lo por mais de trinta dias seguidos. 113 . Imediatamente "B" acionou a polícia e após a tramitação do inquérito policial. pela prática dos delitos previstos nos artigos 138. sem di reito a apelar em liberdade. do Código Penal a pena de 2 (dois) anos e 4 (quatro) meses de reclusão. O advogado do querelado requereu a decr etação da perempção e o juiz indeferiu a pretensão ao argumento de que a suposta omissão não oderia ser caracterizada como inércia ou desídia. o imóvel sito à rua "C". 139 e 140 do CP. atuando como advogado do querelad o. na Comarca de Perdões/MG. " A" não poderia estar fazendo outra coisa senão praticando o furto descrito na denúncia . § 1º. São Paulo. nº 100. Em liberdad e.Agosto 2006) No curso de ação penal de iniciati va privada ajuizada por João Henrique contra Edmar Benson. Assim. esquece-se de apresentar o rol de testemun has na peça inicial. rejeita-a. ser o réu condenado pelo crime que cometeu. PROBLEMA 11 (OAB/SP 110 . condenando "A".Considerando a situação hipotética descrita. proponha a peça processual que julgar corret a para a defesa de Agripino. Entendeu o magistrado que. ao final da instrução probatória. deixando. descrevendo infração penal tipificada como receptação ocorrida em outubro de 2007. pelos antecedentes ostentados. "A" locou de "B". como se seu advoga do fosse. elabore a petição de interposição do recurso e as razões que o acompanha com o devido e completo encaminhamento. reiterando que a ação penal deve ser recebida para. no entanto. "B" passou defronte o imóvel de sua pro priedade e notou um caminhão sendo carregado com telhas. por volta das 23:00 horas. Você. Contudo. APELAÇÃO PROBLEMA 1 (OAB/SP 107) "A" já cumpriu pena na Peni tenciária do Estado de São Paulo pela prática de diversos delitos patrimoniais. O Promotor de Justiça recorre de tal decisão. O magistrado não acolheu a alegação de "A" no sentido de que n a condição de inquilino estava apenas reparando o imóvel de que tinha a posse em razão d e contrato em vigor. em regime fechado. por violação do artigo 155. vencendo o contrato aos 15 de setembro de 1998. O mandado de prisão já foi cumprido e "A" está preso na C asa de Detenção de São Paulo. justificando fundamentadamente os argumentos que ne la desenvolverá. toda ação penal tem interesse público e deve seguir o seu trâmite até o final c om o julgamento do mérito. empresário. PROBLEMA 12 (OAB/MG . O Advogado de "A" foi intimado da respeitável sentença na data de ontem. "A" foi denunciado por furto agravado. outrossim.

perante o Órgão Judiciário competente. QUESTÃO: Pro duzir a peça adequada na espécie. 317 do Código Penal. dentre outras. Porém. adote a me dida judicial cabível. parágrafo 2º. QUESTÃO: Como advogado de Gaio. PROBL EMA 4 (OAB/SP 113) O cidadão "A". inciso VI do Código Penal e restou condenado à pena de 1 ano e 8 meses de reclusão com "sursis" . Capital. Mesmo que o réu tenha se sentido coagido. 09 meses e 10 dias de reclusão e 04 dias-multa. reservou-se o direito de permanecer calado. sim. no m omento procedimental oportuno. proferida no julgamento realizado há três dias. em São Paulo. sustentou a Defesa. dê continuidade ao recurso interposto. o Min istério Púbico não recorreu e a defesa de "A". No qüinqüídio legal. o art. 29. o que também justificava a condenação. § 2º. c.embora o réu apenas tenha aquiescido ao insistente pedido do funcionário público e l he dado R$ 100. O réu recusou a suspensão do processo. 157. inciso II. Inocêncio da Silva.00. nos mesmos autos. comprou do comerciante "B" um sofá de couro." QUESTÃO: Como advogado constituído por "A" e hoje intimado. O pedido foi aceito e ficou consignado no verso da cárt ula.099/95. porque teria aceitado de Inocên cio da Silva. § 2º. Em Plenário. no valor de R$ 3. também foi denunciado. PROBLEMA 5 (OAB/SP 114) "A" foi condenado a pena de 1 (um) ano de reclusão e 10 (d ez) dias-multa pelo Juízo da 1ª Vara Criminal da Capital. a tese da ausência do “animus necandi”. Embora frág eis as provas produzidas. justificando-a. fato que não foi objeto de reclamação na oportunidade. foi condenado como incurso no art. PROBLEMA 6 (OAB/SP 116) Onesto de Abreu. A sentença.000. do Código Penal. PROBLEMA 3 (OAB/SP 108) Gaio foi denunciado como incurso no art. Consta da sentença condenatória que ". sendo certo que não foi formulado quesito acerca da referida tese defensiva.QUESTÃO: Como advogado(a) de "A". pelo silêncio de Aurélio na fase policia l. QUESTÃO: Como advogado de Aurélio. justificando-a. ajuíze a providência judicial adequada. agente de polícia federal. o acordo não foi cumprido e o cheque referido voltou sem fundos. por significativa maioria de votos.099/95 e pe rsiste no mesmo sentido. por sua vez . o art. Na fase judicial.c. todos do Código Penal. como 114 . PROBLEMA 2 (OAB/SP 108) Aurélio.c. em sede de inquérito polic ial. do Código Penal. pelo artigo 171. condenou Gaio a cumprir a pena de 12 anos de reclusão. às penas de 01 ano. A respeitável sentença foi prolatada hoje. apresentando em s eparado a justificativa. foi denunciado pelo Ministério Públi co Federal como incurso no art. .. c. daí ter o juiz concedido o "sursis". incisos I e II. a quantia de R$ 5. inciso II.000. o fato é que se v iu favorecido.00 (cem reais) para retardar ato de ofício. Não havia aceito a aplicação da Lei Federal 9. sendo que o comprador pediu ao comerciante que apenas apresentasse o ch eque no dia 30 do mesmo mês. o que ficou bem demonstrado nos autos. o MM. em regime fechado. em favor de "A".00 (cinco mil reais) a fim de não autuá-lo em fl agrante delito por porte de substância entorpecente. adote a medida judicial cabível. 14. A sentença foi publicada há cinco dias. a condenação seria de rigor em razão da crescente onda de corrupção que não é tolerada pela sociedade. que o considerou incurso n o artigo 333. o cidadão "A" foi denunciado e processado. rejeitaram todas. Os Jurados. Juízo da 15ª Vara Criminal Central da Comarca da Cap ital fundamentou a decisão na presunção de culpa. A compra foi efetuada no dia 10 de março de 1999. tanto n a primeira vez em que foi apresentado quanto na posterior. Por causa desses fato s. 121. prevista no artigo 89 da Lei 9.

Na ins trução criminal. realmente. desferiram-lhe tiros que vieram a causar lhe a morte. fixadas no mínimo legal. °. e. inciso VII do Código de Processo Penal. Onesto de Abreu foi absolvido com fundamento no artigo 386. que. Encerrada a instrução. rece bera. O juiz. importância de seu cliente.05. de forma fundamentada. Ao iniciarem o furto. QUESTÃO: Na condição de Advogado de Onesto de Abreu. no d ia 01.ª Vara Cri minal da Capital aplicou a pena de 20 anos a cada um dos acusados.02. condenou João pelo crime de furto simples às penas de 1 (um) ano de 115 . segunda p arte. mantendo a negativa no interrogatório judicial. os dera pa ra o filho.01. PROBLEMA 9 (OAB/SP 124) João foi condenado porque ele e Pedro. no dia 5 de janeiro de 2003. 333 do Código Penal. QUESTÃO: Como advogado de João. 157. Houve proposta de suspensão condicional do processo. presenciarem a efetiva transação. tome a providência judicial cabível. A sentença condenatória do MM. temeroso. Concomitantemente à ação penal. PROBLEMA 7 (OAB/SP 121) Xisto e Peter combinaram entre si a prática de furto qualificado. alegaram que ouviram os acusados conversa ndo sobre um possível acordo. fugiu sem nada subtrair.2004 ingressaram na residência de Antônio. como marceneiro. redija a peça processua l mais adequada à sua defesa PROBLEMA 10 (OAB/SP 125) João foi acusado de ter subtraíd o. QUESTÃO: Na qualidade de defensor de Xisto.2002. João. por apropriação indébita porque. Ouvidas duas testemunhas de acusação.2004. não executando os trabalhos pelos quais foi contratado. e ao regime integralmente fe chado. mas à sua mãe. como incurso duas vezes em concurso material. do Código Penal. que falece u. Por outro lado. A defesa.02. antes de falecer. § 3. do toca-fitas de veículo estacionado na via pública. confirmou o fato e a propriedade dos dól ares. não aceita p elo acusado. usando de uma arma de fogo que portava. Ele e seu advogado foram intimados da sentença condenatória. num total de 40 (quarenta) anos de pena privativa de liberd ade e 20 (vinte) dias multa. O pai.incurso no art. Um dos tiros atingiu o comparsa. Não foi juntada prova documental a respeito da propriedade do dinheiro . no dia 20. PROBLEMA 8 (OAB/SP 123) João Alves dos Santos fo i condenado. por sua vez. Nenhuma outra prova foi produzida pelo Ministério Público. por elas presenciada. no dia 05. Xisto sai correndo. com cinqüenta e o ito anos de idade. Os advogados foram intimados da decisão há dois dias. provou que Onesto tem incólume vida profissional. Desde a fase de inquérito policial. no dia 06. aparece o dono do veículo. O juiz. Antonio Aparecido Almeida. ambos os acusados negam a autoria que l hes foi imputada pela acusação. houve a subtração. em virtude da resistência do morador. verifique a medi da cabível e. o que não era do conhecimento de Xis to. Fábio. vítima. disseram que. para o seu cumprimento. consistente na subtração. vem a matar a vítima. postule o que for de seu interesse por meio d e peça adequada. Pedro. por ter pago a Onesto de Abreu a quantia já ref erida. co mo pagamento adiantado pelos serviços que prestaria em sua residência. com a intenção de subtrair bens a es te pertencentes. o acusado e duas testemunhas de defesa afirmaram que os dóla res não pertenciam ao pai do acusado. contudo. Juiz de Direito da 5.04. às penas do art. QUESTÃO: Como advogado de João. vinte mil dólares de seu pai. enquanto Peter enfrenta a víti ma e. sem. a presentar a peça jurídica competente. Onesto de Abreu respondeu a um procedimento administrativo que resultou em sua demissão do serviço púb lico. duas testemunhas arroladas pela Promotoria. no dia 4 de janeiro de 2005. condenou João. em razão dos fatos. Entendeu o Ma gistrado que João cometera o crime porque ficou com o valor recebido. mediant e arrombamento. que se encontravam no d ia dos fatos no Departamento de Polícia.

III.05. d o mesmo diploma legal. do Código Penal. 226.ADAPTADO) João foi condenado por crime de roubo qu alificado pelo emprego de arma às penas de 5 (cinco) anos e 4 (quatro) meses de re clusão e multa. aumentada de quarta parte. maior de 21 (vinte e um) anos à época do fato e que o prejuízo da vítima era bem mais elevado do que o inici almente apurado. de 21 anos de idade . sendo o valor de cada dia-multa fixado em um trigésimo do salário mínimo vigente.05. verifique o que pode ser feito em sua defesa e. em razão de ser hediondo o crime de estupro. PROBLEMA 11 (OAB/SP 1 26) João. 217 à pena de 2 (dois) anos de reclusão. O a cusado foi intimado da sentença no dia 04. Segundo a denúncia. Renovada a instrução. do Código Penal. fixada em seus patamares mínimos. foi denunciado como incurso nas penas dos arts. 155. em concurso material. Foram ouvidos o acusado. ainda. do Código Penal. “caput”. e 217 do Código Penal. que negou os fatos. Para tanto. Foi também condenado pelo crime do art. José.reclusão e 10 dias-multa. Em juízo. redija a peça processual mais adequada à sua defesa. QUES TÃO: Como advogado de João. § 4o. PROBLEM A 13 (OAB/SP 128 . O juiz proferiu sentença condenando João às penas de 6 (seis) anos e 6 (seis) meses de reclusão e 10 dias-multa. Segundo a acusação. segundo a denúncia. do Código Penal à pena de 6 (seis) anos. p ostule o que for de seu interesse por meio de peça adequada. “caput”. inciso III. João constrangeu a irmã de sua namorada. Na garagem. virgem. na garagem do prédio em que José reside. inc isos I e II. se duziu-a.05. de forma fundamentada. no valor mínimo. no dia seguinte.05 e o advogado foi intimado no dia 1 9. que confirmou ter sid o vítima de sedução e afirmou ter sua irmã sido vítima de estupro. aumentad o de ¼ em face da incidência do art. I. 65. Levou o juiz em conta na aplicação da pena mínima. José resolveu furtar o veículo de Armando ali estacionado. a manter com ele conjunção carnal. conseguindo manter relações sexuais com ela. entre outras circunstâncias. em relação ao fato de que foi vítima. de propriedade e residência de Armando Paixão. porque se provou ser o réu reincidente e não lhe beneficiar nenhuma atenuante. a atenuante da menoridade prevista no art. 213. Foi fixado como regime de pena o integralmente fechado. cada um deles combinado com o art. totalizando a pena de 2 (dois) anos e 6 (seis) meses de reclusão. Tícia não foi localizada. O veículo foi encontrado. invadiu casa localizada na rua Coronel Pereira Vaz. quebrou o vidro lateral do veículo e ingresso u em seu interior. QUESTÃO: Como advogado de João. em dia não esclarecido do mês de junho de 2004. José negou o crime em s eu 116 . O processo foi anulado em sede de revisão criminal por vício de citação. casado com Semprônia. PROBLEMA 12 (OAB/SP 126 . bem como o fato de o prejuízo sofrido pela vítima ter sido de pequena monta. QUESTÃO: Como advogado de João. mediante a transposição de um muro de 80 centímetros de altura. e Caia. de 15 anos de idade. de nome Tícia. e seus pais. substituindo a pena de reclusão pela restri tiva de direitos consistente em prestação de serviços à comunidade. evadindo-se do local com o carro. por volt a das 22 horas. vindo a vítima a sofrer lesões corporais de naturez a leve. totali zando a pena de 7 (sete) anos e 6 (seis) meses de reclusão. em 5 de agosto de 2007. apurou-se que o acusado era. Ainda. Tícia. mediant e violência. redija a peça processual mais adequada à sua de fesa. São Pau lo – Capital. apresentaram representação e comprovaram ser pessoas po bres. aproveitando-se do fato de freqüentar a casa de Caia. João namorou Caia. no 85. em face das conseqüências graves do crime e. quanto a o fato em que Caia foi vítima. por vários meses durante o primeiro semestre de 2004 e. 213. na verdade. 226. sem estar trancado. aproveitando-se de sua inexperiência e iludindo-a com promessa de casamento. em uma única operação. Na delegacia. percebendo que o portão estava apenas encostado. O juiz fixou a pena privativa de liberdade acima do mínimo.ADAPTADO) José foi denunciado como incurso no art. oão foi condenado pelo crime do art.

na primeira fase. Indagados . José foi intimado da sentença no dia 16 de fevereiro e o advogado foi int imado no dia 17 de fevereiro de 2008. QUESTÃO: Como advogado de José. argumentando que foram redigidos de forma singela. houve utilização de recurso que impossibilitou a defesa consistente em surpresa porque os tiros foram desferidos logo após rápida discussão s obre a dívida. mas disseram que não chegaram a conversar com a vítima ou com sua namorada . em 10. confirmando recon hecimento feito durante o inquérito policial. Por outro lado. PROBLEMA 1 5 (OAB/SP 131) João foi processado perante a ____ Vara Criminal da Capital por. Maria. Contudo. A arma não foi encontrada. Para o cumpri mento da pena. Maria desapareceu e não foi ouvida na fase processual. d) por seis votos a um. Carlos. c om base no art. alegou que José é pessoa de fisionomia bastante comum e que. sendo impedido pelo magistrado. após este dia. não ser Maria pessoa honesta. que o fato ocorreu à noite. a defesa sustentou que José apenas consent iu que Pedrinho guardasse o carro. No dia seguinte. porque eram duas as qualificadoras do furto. confirmou a subtração. Conforme a denúncia e a pronúncia. nada tendo a ver com a subtração. chegou na casa de João. A morte foi demonstrada por laudo pericial. redija a peça pr ocessual mais adequada à sua defesa. determinou o regime aberto. fato que demonstraria dolo intenso do agente.09. e) por sete votos a zero. 00 (duzentos reais) e. fixou a pena em 3 (três) anos de reclusão. ter. Afirmou. substituindo a pena privativa de libe rdade por duas restritivas de direito. quis apresentar a tréplica.interrogatório. pois esta estava disponível. 59 do Código Penal. afirmou que José foi visto por ele. deixou que este estacionasse o veículo em sua vaga de garagem. certamente. ao ser ouvida. Em seu interrogatório.02. su postamente. o advogado recorreu. fora confun dido. Quanto ao reconhecimento feito pelo vizinho. A víti ma. primeiramente. A pena de multa foi fixada no mínimo legal. sa indo com o veículo. não sendo a impugnação aceita pelo juiz. João neg ou a autoria na polícia e em juízo. Quanto à aplicação da pena. indique os fundamentos do recurso e apresente as suas razões. O Promotor de Justiça não apresentou a réplica. vizinho da vítima. dança rina da casa noturna “Noites de Prazer”. o qual entendeu que não há tréplica sem réplica. c) por seis votos a um. namor ada de Antonio. Que. levado para sua casa.06. QUESTÃO: Como advogado. Em suas alegações finais. o juiz. que João usou de recurso que im possibilitou a defesa de Antonio. que inexistia circun stância atenuante em favor de João. PROBLEMA 14 (OAB/SP 130) João foi processado e condenado por homicídio duplamente qualificado à pena de 19 (dezenove) anos de reclu são. A denúncia foi baseada em depoimento de Maria. com fins libidinosos. afirmando que. b) por cinco votos a dois. no que esta teria 117 . O advogado impugnou os quesitos sobre as qualifi cadoras. O MM. Maria. mediante violência. asseverou te r convidado a moça para sua casa. causando-lhe ferimentos. que os ferimen tos resultantes dos tiros causaram a morte de Antonio. Antonio. q ue João agiu por motivo fútil. ainda. a qual afirmou que conversou com a vítima sobre a desavença antes de sua morte. O advogado. Foram ouvidos no processo dois policiais militar es que afirmaram terem atendido à vítima e visto quando ela conversava com a namorad a. houve motivo fútil porque o crime foi praticado em razão de uma simples desavença em virtude de uma dívida de jogo no valor de R$ 200. Não h ouve testemunhas presenciais. os jurados responderam: a) por quatro votos a três. consistentes em prestação de serviços à comunidad e e multa.2006. com base no princípio constitucional da plenitude da defesa. afirmou. acima d o mínimo legal. o que dificultava a visualização do condutor do veículo. de nome Pedrinho. quando a vítima. A sentença condenatória fo i lida em plenário. sem especificação do mot ivo fútil ou do recurso que impossibilitou a defesa. chamada por este. 15. também. Juiz da 23a Vara Criminal da comarca da Capital julgou procedente a acusação e condenou José pelo crime de furto duplamente qualificado (esca lada e rompimento de obstáculo). não encontrou mais Pedrinho. que João desferiu os tiros na vítima Antonio. a pedido de um conhecido.

publ icada em 10/8/2007. atue na defesa de Renato. saído revoltada e dizend o que iria se vingar. em ação penal pública incondicionada. O Magistrado. em virtude de férias do subscritor das alegações finais. Alegou. Em alegações finai s. quando da apresentação de a legações finais. respectivamente. QUESTÃO: Como advogado(a) do réu.º/3/2001. PROBLEMA 17 (OAB/SP 111) O Promotor de Justiça. duas que já haviam sido ouvidas como teste munhas da acusação e uma que não mais deveria ser ouvida ante a desistência do Ministério Público e.01. tendo todas elas some nte feito referência à boa personalidade e ao bom comportamento de Renato. ainda. tendo o Ministério Público desistido de um a. quando tinha dezenove anos de idad e.º. Na audiência. o Promotor que o antecedeu. tendo acrescentado 1/3 pela c ausa de aumento. outro membro do Ministério Público entende diferenteme nte do seu colega e do Juiz. contra a vontade desta. e postu a a sua absolvição. mas não o presenciaram. alegando ter independência funcional consagrada na Carta Magna.concordado. Maria. mas tão-somente a condenação. apresentado defesa prévia. Co nsiderando a situação hipotética descrita. o que resultou na pena de 5 anos e 4 meses de reclusão e 13 diasmulta. mediante remuneração pecuniária. ambos discutiram sobre o valor a ser pago. de qualquer forma. ainda. do Código P enal). o advogado manifestou s ua inconformidade. QUESTÃO: Como advogado de João. formule a peça proce ssual que julgar oportuna 118 . nem conheciam o acusado. fi xando. outrossim. ac olhendo o pleito ministerial. interpõe recurso. o Ministério Público nada requereu. pela condenação do acusado nos termos do art. e o réu teria agido com culpa presumida. Redij a a peça. profere sentença absolutória. I. Cinco das testemunhas ouvidas afirmaram que souber am do roubo. Foram ouvidas cinco das testemunhas arroladas pela defesa. jamais poderia ter pleiteado a absolvição. independentemente de intimação.07. com Maria. Pugna. também arrolada pela defesa. asseverando terem se encon trado. Na sentença. em preliminar. e cada dia-multa. em razão de não ter comparecido. Renato foi denunciado por roubo com emprego de arma (art. em momento posterior. tendo. afirmando que. na qual foram arroladas ci nco testemunhas suas e três que constavam da denúncia. 402 do Código de Processo Penal. Duas outras disseram ter visto uma pessoa semelhante a Renato cometer o crime. após sua saída com João. tendo. a pena-base no mínimo legal — 4 anos de reclusão e 10 dias-mul ta —. Assim . afirmando ser importante para a prova. João foi condenado a uma pena de 2 anos de reclusão. sob a alegação de que ter ia ele. O acusado e seu advogado foram intimados da decisão em 5 de março de 2008. retido. Testemunhas foram apresentadas. contudo o juiz indeferiu o pedido e reiterou o seu entendimento. Na audiência de oitiva de teste munhas da acusação. Em 20. como se seu advog ado fosse. Na fase prevista n o art. aduzindo a presença de todos os elementos do tipo penal na conduta descrita na denúncia. ao analisar os autos. O juiz não atendeu ao seu pleito. considerando que a sentença deve ser reformada. foram ouvidas sete delas. 157. 171 do Código Penal (estelionato consum ado). pediu absolvição. §2. no mérito. tendo ficado clara a intenção da defesa em procrastinar o encerramento do processo. escolha o melhor meio para sua defesa. conclui pela inocência do réu. A denúncia foi recebida em 4/3/2002 e Renato foi interrogado no dia 11/3/20 02. o juiz rejeitou a preliminar da defesa e condenou Renato. ao passo que a defesa. que. Na ocasião da intimação da sentença. em um trigésimo do salário mínimo. por ser ação penal pública incondicionada. no dia 12/3/2002. A vítima o reconheceu. o Ministério Público pleiteou a condenação. Maria. na mesma noite e na mesma casa noturna. solicitando a inquirição da testemunha e se comprometendo a levá-la . nov amente postulou a oitiva da testemunha e. PROBLEMA 16 (OAB/SP 134) Em 1. enquanto a defesa insistiu na oitiva da testemunha. O juiz di spensou as últimas testemunhas da defesa. ainda que não tivesse obtido a v antagem ilícita em prejuízo alheio. com fins libidinosos.

que não possui mesmo habilitação para conduzir veículos automo tores. e o acusado foi interrogado. sendo distribuído ao Juiza do Especial Criminal de Belo Horizonte e designada audiência preliminar. Produza a peça processual cabível com o seu completo encaminhamento. ocorrida em 28 de abril de 2006.PROBLEMA 18 (OAB/MG – Abril 2006) Jorge Mattos. pois estava ermo o local. o acusado narrou o fato. ainda. era de madrugada. encaminhando-a ao Hospital de Pronto-socorro. oportunid ade em que foi requisitado o exame pericial. ele ameaçou o gerente e os seguranças da i nstituição. colidiu com outro veículo. tendo o juiz proferido sentença em audiência. Consta da denúncia que o co-réu (Confúcio Henrique ) invadiu uma Agência da Caixa Econômica Federal (CEF) no Bairro do Santo Agostinho (em Belo Horizonte – MG). foi regularmente citado. apresentou defesa prévia. os po liciais militares que participaram da ocorrência policial e duas testemunhas do ac usado para comprovar seus antecedentes. pelo q ual a polícia o localizou . que Pa fúncio Augusto teria ficado dentro do seu veículo. ao ultrapassar um semáfor vermelho. sem permissão ou habilitação para direção de veículo automotor. 305 e 309 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9. Subtraiu R$ 50. condenou o réu p elos crimes previstos nos artigos 303. vindo a lesionar Anabella de Castro. 305 e 309 do CTB. bem como da presente audiência. de for ma a oferecer ao co-réu um meio seguro de fuga. Imediatamente. a pena privativa de liberdade de 2 anos de detenção. As alegações finais foram feitas oralmente pelo MP e defensor público. Com o uso de uma arma de fogo (d e numeração raspada e sem registro adequado). dirig ia seu veículo esportivo pela Av.503/97). Antes da chegada da Polícia Militar. funcionário público estadual. Na audiênc ia de instrução e julgamento. Denunciado pe los fatos acima narrados como incurso nas sanções dos artigos 303. Logo após foram ouvidas as testemunhas. Foram pegos com os dois acusados a arma usada por Confúcio Henrique e todos os valores subtraídos da A gência da CEF. Você foi contratado. Os Policiais Militares. Também justificou sua saída do local do acidente. após o expediente bancário.000. substituída por uma pena restritiv a de direitos. sendo prontamente recusada pelo autor do fato. conhecid o por seus amigos como excelente motorista. que fic ou paralítica. que a pessoa que tinha chamado o SAMU foi imedi atamente embora. do Contorno a 100 Km/h durante a madrugada. ressaltando que a vítima se encontrava atravess ando a avenida em um local em curva. o promotor solicitou o adiamento da audiência pois a vítima não tinha comparecido ao fato o que foi negado pelo juiz ante a demonstração de que esta foi regularmente intimada da audiência preli minar. convocados para a diligência. cientificando as partes.00 de dentro do cofre da agência. que prestou aten dimento à vítima. Consta. PROBLEMA 19 (OAB/MG – Dezembro 2006) Pafúncio Aug usto foi preso em flagrante delito. As partes foram intimadas sendo que apenas Jorge compareceu. Na sentença o juiz disp ensou o relatório. por Jorge para assumir a causa. ao lado do local do crime. em concurso material. O Promotor de justiça ofereceu proposta de transação. quando. Jorge ausentou-se do local dos fatos. perseguiram os dois acusados. capitulando o fato nos artigos 303. 305 e 309 do Código de Trânsito Brasileiro. 119 . Em seu inte rrogatório. consistente na prestação de serviço à comunidade por igual prazo. no dia 25 de novembro de 2005. sustentado no TCO e no depoimento dos policiais. distante da faixa de pedestre e que ela par ecia estar embriagada. conseguindo efetivar a prisão em f lagrante de ambos minutos depois de uma perseguição ininterrupta. uma pessoa no local acionou o SAMU. deixando o número da placa de seu veículo com o motorista da ambulância do SAMU. hoje. que entregou ao enfermeiro um papel com o número da placa. A Polícia lavrou um TCO.

do Código Penal. apenas durante a fuga. do local onde ocorreram os fatos. Pafúnci o Augusto era primário e de bons antecedentes. Con forme a inicial acusatória. na qual foram ouvidas as testemunhas arroladas pelas p artes. na tentativa de matá-lo. 61. não conse guiram reconhecer Pafúncio Augusto como sendo o autor do delito. no dia 2 de novembro de 2006. Denúncia recebida pelo Ju iz Competente. a seu turno nada requereu . inciso II. na véspe ra dos fatos. o denunciado. com capacidade para doze cartuchos. a perícia oficial. da marca Taurus. para isso. do lado esquerdo. 402 CPP. na quadra 5. que não sabia da intenção delituosa do co-réu. fazendo uso de uma pistola. além d o pagamento do valor equivalente a 15 (quinze) dias-multa. que “a fazenda seria sua de qualquer jeito. sendo evitado porque a vítima recebeu pronto atendimento médico. Durante a instrução do feito. de reiterar atos agressivos à integridade física da vítima e. efetuou um dispar o contra seu irmão Alberto Antunes Rodrigues. c/c o art. Pafúncio Augusto negou a prática dos delitos a e le imputados na inicial acusatória. e 16 da Lei 10. caminhando. ainda. De acordo com os ter mos da denúncia oferecida. ato contínuo. § 1°. por volta das 15 horas. todos do Código Penal. em via pública. constituindo-o para elaborar as razões recursais. Ao ser interrogado.826/03. tive sse que matar o próprio irmão”. arrolou Catarina Andrade. com o devido e completo encaminhamento. voluntari amente. Apenas os Policia is Militares o reconheceram como sendo a pessoa presa na perseguição realizada. Tomou ciência da arma de fogo. 157. elabore-as. Afirmou que Confúncio Henrique. Pedro Antunes Rodrigues absteve-se. Anunciou. entendendo o M agistrado por condenar os coréus de acordo com a denúncia apresentada: arts. Alegações Finais do Ministério Público e da Defesa foram apresentadas devidamente. nos autos. exatamente as palavras narradas na denúncia.2) O Ministério Público oferec eu denúncia contra Pedro Antunes Rodrigues. alínea e. reti rou-se. conforme laudo de exame em arma de fogo. Defesa Prévia apresentada. um conhecido ant igo. Pafún cio Augusto recorreu tempestivamente da sentença. foi a divisão de uma área de terras oriunda de herança. Não se conformando com a decisão do Magistrado. semi-automática. que informou que. com o exame de perfeito funcionamen to da arma de fogo apreendida. Assim. nem que. argui ndo toda a matéria pertinente. e art. na localidade de Planaltina – DF. causando-lhe lesões no peito. apenas lhe pedira uma carona para depositar determinados valores no caixa a utomático da CEF. a pena foi fixada no mínimo legal: 5 anos e 4 meses para o ro ubo com as majorantes e 3 anos para o porte ilegal de arma. Na f ase do art. em pena a ser inicialmente cumprida em regime fechado. Não houve prescrição. também. Como Pafúncio Augusto era primário e d e bons antecedentes. fixados a unidade de 1/30 (um trigésimo) do salário mínimo. PROBLEMA 20 (OAB/MT 2007. O que motivou o fato. Au diência de Instrução realizada. por vontade própria. 157. caput. 121. § 1°. do Código Penal. I e II. um dia antes do crime. deu fuga àquele outro. I e II. conforme a exordial. Totalizou-se 8 anos e 4 meses de reclusão. o réu admitiu que teria dito ao seu irmão. Em seu Interrogatório. o MP requereu a juntada da CAC e da FAC dos acusados. calibre 380. Não foi juntada.826/03. e 16 da Lei 10. inciso II. Como as testemunhas (gerente e seguranças) não saíram de dentro da CEF. A defesa. eles teriam infringido as normas penais anotadas nos ar ts. 120 . A defesa. 14. a acusação apresentou testemunhas não-presenciais. Narra a denúncia que Pedro Antunes Rodrigues disse à vítima. O delito de homicídio não se consumou por circunstânc ias alheias à sua vontade. A sentença foi publicada. por seu turno.O Ministério Público ajuizou ação penal em desfavor dos dois co-réus. somente tomando consciência do crime quando. por infração prevista no art. depois de efetuar um único disp aro de arma de fogo contra a vítima.

QUESTÃO: Na condição de advogado de Cleóbulo. 61. Em razão da lesão sofrida. Luciano foi condenado. razão pela qua l Luciano estaria incurso nas penas do art. deparou-se com um estranho grupo de pessoas em volta de um veículo. 121. ao todo. do que resultou perigo de vida. Conforme o laudo de exame de corpo de delito (lesões corporais). tendo o projétil transfixado o coração. à pena de 7 anos de reclusão. foram a causa eficiente da morte deste.Consta nos autos informação da polícia técnica de que na arma. a final. os quai s. tratou a defesa das questões de mérito. todos do Código Penal. caput. com o fito de influenciar o ânimo dos julgad ores quanto à conduta pretérita de Luciano. de que o promotor de justiça havi a mostrado aos jurados documentos relativos a outro processo a que respondia o réu . Cleóbulo foi proces sado e. perti nente à sua defesa. absolvido sumariamente em primeiro grau. São Paulo – SP . Sobreveio. havia 7 cartuchos intactos. Salientou. O s outros dois elementos que participavam do roubo evadiram-se. redija. Considerando a situação 121 . decisão. no dia 5 de junho de 2006. por vo lta das 00 h 30 min. soldado da Polícia Militar. disparando quatro tiro s do seu revólver. Por fim. pelo Tribunal do Júri de São Paulo/SP. na qualidade de advogado de Pedro Antunes Rod rigues. E. Submetido a julgamento pelo tribunal do júri. c/c o art. apreendida imediatamente após o crime. no bairro Moema. Aproximando-se por trás do meliante. do Código Penal (CP). que o policial estava for a de serviço e que houve excesso no revide. ainda. pela defesa. Finda a acusação. caput. que deveria s er cumprida em regime inicialmente fechado. PROBLEMA 2 2 (OAB/SP 135) Luciano foi denunciado por ter. desferido. decisão judici al reconheceu que o policial agira no cumprimento do dever de polícia (artigo 23. 121. apresente a peça pertinente. sem a co ncordância da defesa. e art. a peça processual que não seja o habeas corpus. conforme o disposto no art. do CP. Durant explanação perante o conselho de sentença. que pediu ao magistrado o registro. pois a arma possuía. no qual o réu Luciano e ra acusado de crime de homicídio qualificado praticado em 2/5/2005. sobreveio a decisão de pronúncia. privativa de advogado. Inconformado. terminada a inquirição das testemunhas. em síntese. segundo a capitulação da denúncia. documentos relativos a outro processo. como incurso no art. seis ba las. foi dada a palavra ao defen sor. sentença que pronunciou o réu nos termos da denúncia. disparos de arma de fogo contra Eduardo. em regime semi-aberto. Código Penal). Para tanto alega. com intenção de matar. bem como advertiu os jurados acerca da prima riedade do réu. após cumprir seu turno de trabalho. determinando que Luciano fosse subme tido a júri popular. Após r egular trâmite. praticamente descarregou-o. 14. por sua natureza e sede. No dia do julgamento. incluindo a fundamentação legal. a vítima foi atingida no lado esquerdo do peito. sem ser notado. des feriu-lhe quatro tiros com sua arma particular. inciso II. Consid erando essa situação hipotética. eis que Cleóbulo. o réu foi condenado a 5 an os de reclusão. então. da produção da nova prova. o promotor de justiça deu início à produção da acusação. 1ª parte. O pleito defensivo foi deferido. a despeito da discordância da defesa. em frente à Igreja São Judas Tadeu. Alberto ficou 40 dias sem exerc er suas atividades normais. caput. alínea e. em ata. dirigindo-se para o ponto de ônibus. pois a r. o órgão ministerial que os jurados deveriam “pensar o que quisessem” acerca da recus a. o Ministério Público recorreu pleitea ndo a reforma da r. 121. ain da. percebendo que ali ocorria um roubo e que um dos elementos mantinha uma senhora sob a mira de um revólver. inciso III. vindo este a falecer no local. o promotor mostrou aos jurados. inciso II. Ademais. PROBLEMA 21 (OAB/SP 112) Cleóbulo. que Pedro não possui antecedente s penais.

preso na Penitenciária III de Franco da Rocha. Afirmou que. ocasião em que foi detida. Em seu interrogatório em juízo. foi presa. funcionário público. semanalmente. nos autos. o acusado recorreu. Ao final. não se dedica a atividades criminosas nem integra organização criminosa. Denunciado pelo Ministério Público e após regular instrução criminal foi. com um facão. residen te na Rua José Portela nº 67. Vânia Pereira. a sentença foi mantida por maioria de votos. PROBLEMA 23 (O AB/SP 136) No dia 30 de agosto de 2007. EMBARGOS INFRINGENTES E DE NULIDADE PROBLEMA 1 (O AB/SP 108) Octaviano. destinada à entrega e consumo do preso José Pe reira da Silva. confirmaram que. nascido em 20 de setembro de 198 0. na noite anterior aos fatos. O v. o que foi aceito. embora mantivesse a condenação. mantimentos e roupas. no interior de estabel ecimento prisional. A defesa tomou ciência da decisão.343/2006. na condição de advogado(a) contratado(a) por Luciano. puderam verificar a existência da droga. que confirmam não apenas a quantidade da droga apreendida.º 11. documentos que comprovam que Vânia é primária. acórdão foi publicado há do is dias. sendo que o Magistrado v encido. típica da atividade de tráfico. 33. Vânia re futou a imputação. O relator. diversa de habeas corpus. em regime inicial fechado. Vânia foi condenada pelo juiz da 1. justificando-o. a peça jurídica. em flagrante. Informaram. As testemunhas de acusação. na data dos fatos. que a abordagem da ré ocorrera de modo aleatório. cabível à espécie. subtraiu para si. como incursa no art. ainda. vencido. agent es penitenciários. brasileira. Há. Considerando a s ituação hipotética apresentada. a final. conden ado à pena de 01 (um) ano de reclusão. contando a mesma versão dos fatos que narrara na delegacia.00 (vinte e cinco reais). formule.5 g da substância entorpecente causadora de dependência química e física. pratique o ato judicial pertinente. 33. dentr o da Penitenciária III de Franco da Rocha. As testemunhas de defesa disse ram que a ré fora instigada por um tal de João a levar o par de tênis. na forma de uma única porção. a peça — diversa de habeas corpus — que deve ser apresentada no processo. casada. Inconformado. por isso. por maioria de votos. Relataram. sendo-lhe concedido o benefício do sursis por 0 2 (dois) anos. nos autos.hipotética descrita. ambos da Lei n. os laudos de constatação prévia e de exame químic o-toxicológico. PROBLEMA 2 (OAB/SP 111) Teodósio. em Franco da Rocha – SP. seu marido. c/c art. ambos da Lei n. um indivíduo de prenome João fora até sua residência e pedira-lhe que entregasse um par de tênis a seu marido. que “não sabia que havia dro ga dentro da sola do tênis” e que. QUESTÃO: Como advogado de Octaviano. também. sem demonstrar nervosismo ou medo. em favor de Vânia Pereira. Ademais. Julgado o recurso pelo Tribunal competente. c/c art. 40. entendeu ser nulo o pro cesso porque suprimida a fase das alegações preliminares. de um supermercado. na pos se de 11. no valor unitário mínimo. Declarou. a ré fora surpreendida. de modo que ela não tinha como saber que estava levando drogas para o seu marido. 40. tem bons antecedentes. foi condenado pela 3ª Câmara Criminal do Trib unal de Justiça. tendo ela passado calmamente pela gua rita policial. avaliados em R$ 25. reduzia a reprimenda para 08 (oito) meses de detenção em razão do privilégio 122 .343/2006. um queijo importado. Vânia foi denunciada por tráfico de drogas. por fim. trazida consigo. redija. e pagamento de sessenta e seis dias-multa. que somente após a perfuração da sola do tênis. duas latas de refr igerante e um tablete de chocolate. mas também a forma de acondicionamento apresentada. III. Vânia le vava-lhe. ai nda. Constam. de acordo com o art. decidira levar o calçado para seu marido. III.º 11.a vara criminal da comarca de Franco da Rocha nas penas de seis anos de reclusão. na posse da substância entorpecente — escon dida no interior do solado de um tênis —. conhe cida como cocaína.

O laudo do instituto de criminalística ainda não foi elabora do. porque seria o proprietário da empresa.ª Vara do Júri da Capital . indeferiu o pedido de r elaxamento desta. e veio a atingir um dos menor es. i nciso I. PROBLEMA 3 (OAB/SP 120) "A" . recebendo os valores e não entregan do as mercadorias. matando-o. que estavam nas proximidades. por homicídio simples – art. O voto vencido seguiu o entendimento da r. 121. expressamente. estando o inquérito policial aguardando a sua feitura.º grau. dirigia seu automóvel em São Paulo. decidindo que o homicídio ocorreu na forma culposa. o Promotor de Justiça em exercício n a 1ª Vara Criminal da Capital denunciou somente "A" por estelionato na forma conti nuada. 155 do Código Penal. elabore a peça adequada. em face de sua primariedade e bons antecedentes. e a 1. substituindo-a por uma pena restritiva de direito e multa. do art. mediante o uso de notas fiscais falsas. "A" foi denunciado e processado perante a 1. QUESTÃO: Com o objetivo de conseguir a liberdade de Protágoras. começar am a importuná-lo. PROBLEMA 2 (OAB/SP 113 . do Código Penal. proferindo palavras ofensivas e desrespeitosas. "E" e "F". devendo "A" ser enviado ao Tr ibunal do Povo.ª Câm ara do Tribunal competente reformou a decisão por maioria de votos. que se tratava de caso de aplicação do privilégio previsto no parágrafo s egundo. O Ministério Público recorreu em sentido estrito. por excesso de prazo. ou seja. efe tuaram vendas de produtos para "D". lavrado por infração ao artigo 250. sentença de 1. P. parágrafo 1º. caput. Após regular inquérito policial. tome as providências cabíveis para a sua defesa e redija a peça processual adequada . admitiu. na fundamentação. fixando regime inicia l aberto. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO PROBLEMA 1 (OAB/SP 124) O juiz. com a concessão do porte inclusive. O V. acórdão foi publicado há sete dias.ADAPTAD O) "A" é titular da empresa ABC Produtos Veterinários. O magistrado proferiu sent ença desclassificatória. "A". convertendo a pena corporal em restritiva de direi tos. Na parte dispositiva. com 21 anos de idade. ricocheteou. tome a providência judicial cabível. devendo. com a intenção de assustar os adolescentes. homicídio culposo. elabore a peça profissional condizente.disposto no próprio tipo penal. Seus vendedores "B" e "C". Capital. requerendo o arquivamento em relação a "B" 123 . porque o prejuízo da vítima era de R$ 100. por impru dência. HABEAS CORPUS PROBLEMA 1 (OAB/SP 112) Protágoras encontra-se preso há 18 dias em v irtude de auto da prisão em flagrante. ser condenado à pena mínima. como seu advogad o. Contud o. do Código Penal. quando parou pa ra abastecer o seu veículo. o projétil. pegando no porta-luvas do carro seu revólver devidamente registrado.00 (cem reais). Dois adolescentes. QUESTÃO: Como adv ogado(a) de Teodósio. que s e encontra na posse da cópia do auto da prisão em flagrante. QUESTÃO: Diante do inconformismo de João com essa condenação. ao proferir sentença condenando João por furto qualificado. que atua na distribuição de medic amentos na cidade de São Paulo. O juízo competente. contrariando normas da empresa e sem o conhecimento de "A". deu um tiro para cima. fixou como pena a de reclusão de 2 (dois) anos. em face do artigo 44 do C. sob o fundamento de que a gravidade do f ato impõe a segregação de Protágoras. e não na forma dolosa. chocando-se com o poste. O acórdão foi publicado há três dias. QUESTÃO: Como advogado d e "A". entendendo que o crime deveria ser capitulado conforme a denúncia.

099/95. sem a devida autorização. A ação penal está tramitan do.343/06. aliás. na aproximação da Capital. do Código de Processo Penal. QUESTÃO: Adotar a medida judicial cabível em favor de "A". aja em seu favor. sem perceber que o nível da água de uma das piscinas estava baixo. O clube é freqüentado por muitos jovens da localidad e. atue em favor do constituinte.ADAPTADO) Procópio está sendo processado pela prática do delito do artigo 184. PROBLEMA 3 (OAB/SP 116 . PROBLEMA 4 (OAB/SP 117 . QUESTÃO: Na condição de advogado de Antonio. A citação operou-se em 13 de maio de 2008. Juiz sentenciante da 1a Vara Criminal da Capital. à pena de 5 anos de reclusão. distribuída em 14 de fevereiro de 2008. caput. Em virtude destes fatos. PROBLEMA 7 (OAB/SP 122 . justifi cando. do Código Penal. foi recebid a pelo juízo da 25ª Vara Criminal da Capital. estando designado o dia 03 de julho de 2008 para interrogatório. A vestibular. QUESTÃO: Como advog ado de José da Silva. eis que não apelou da decisão de primeiro grau. como incurso no artigo 21 da Lei d as Contravenções Penais – "vias de fato". que circulo u no mês de dezembro de 2007. o querelante acusa o querelado de ter-s e utilizado de trecho de obra intelectual de sua autoria. do Código Penal. agora. à pena de 15 dias de pr isão simples. com concessão de sursis. "A" não preenche os requisitos para beneficiar-se da Lei Federal 9. A substância entorpecente já foi incinerada. que lhe foi proposta pelo Órgão Ministerial. Tendo o corrido o trânsito em julgado.ª Vara Criminal Federal da Seção Judiciária da Capital. Está reco lhido na Penitenciária local. QUESTÃO: Elabore a p eça cabível em favor de "A". QUESTÃO: Como a dvogado de Procópio. frisado pelo MM. O acusado não aceitou nenhum benefício legal dura nte o processo. autor da obra literária "Minha Vida.ª Vara Criminal desta Comarca a o cumprimento da pena de 2 (dois) anos e 4 (quatro) meses de reclusão. parágrafo 3º . No mês de dezembro de 2001. passou a importuna r a passageira "B". encontra-se condenado pela 27.e "C". A r. Meus Amores". verifica-se que a materiali dade do delito está demonstrada pelo auto de constatação que instruiu o auto de prisão e m flagrante delito. busque sua libertação. Compulsando-se os autos. lá jogou-se para brincar. etc. conforme. chegando a praticar vias de fato. com mais de três mil sócios. por Maurício da Silva. acusando-o da prática a figura prevista no artigo 121. salão de festas. que veio acompanhada tão-somente da proc uração que atende os requisitos do artigo 44. Antonio não aceitou a s uspensão processual.ADAPTADO) Lúcio. em razão da aceitação da denúncia formulada pelo Ministério Público. para interrogatório de Procópi o. pela 124 . Cipriano ba teu a cabeça no fundo da piscina e veio a falecer. "caput". com 19 (dezenov e) anos à época do fato. tendo este sido conden ado pela 1. PROBLEMA 5 (OAB/SP 118) Antonio é presidente de um grande clube local. está sendo processado criminalmente perante a 1 a Vara Criminal da Capital . o dia 20 de junho próximo. O Meritíssimo Juiz recebeu a denúncia. sentença condenatória já transitou em julgado. Na inicia l. " A". da Lei Federal no 11. onde existem piscinas. que marcou. Os fatos ocorreram a bordo de aeronave. PROBLE MA 6 (OAB/SP 120) O cidadão "A" viajava de avião de carreira do Rio de Janeiro para São Paulo no mês de agosto de 2005 quando. Ao mergulhar.ADAPTADO) José da Silva foi condenado por violação do artigo 33. o garoto Cipriano. campo de futebol. O presidente do clube. Antonio. foi indiciado em inquérito. ao desembarcar. em jornal da sociedade de amigos de bairro da qual aquele faz parte. e as sim entendeu-se de processar "A" perante a Justiça Federal.

prática do crime de furto qualificado na modalidade continuada (artigos 155, parágra fo 4.º, n.º I, e 71, do Código Penal), conforme sentença que transitou em julgado, para a acusação no dia 05.01.2005 e, para a defesa, no dia 20.02.2005. Lúcio, que estava fo ragido, veio a ser preso no dia 28.01.2007. QUESTÃO: Como advogado de Lúcio, qual a medida cabível em sua defesa? Redija a peça. PROBLEMA 8 (OAB/SP 124) Policial civil ingressou, sem mandado judicial, na residência de João, e nela apreendeu documento púb lico que, submetido à perícia, constatou-se ser falso, vindo por isso João a ser denun ciado como incurso no artigo 297, caput, do Código Penal. A denúncia foi recebida pe lo juiz. QUESTÃO: Como advogado de João, redija a peça processual de sua defesa. PROBL EMA 9 (OAB/SP 125) O Ministério Público pleiteou a colocação de A, que cumpre pena pelo crime de seqüestro, no regime disciplinar diferenciado, com base no artigo 52 da L ei de Execução Penal, pelo período máximo de 360 (trezentos e sessenta) dias. O juiz ind eferiu o pedido porque, no seu entendimento, o regime disciplinar diferenciado, na forma em que foi definido, fere princípios constitucionais. Intimado da decisão, o Ministério Público interpôs agravo, juntando suas razões, após ter decorrido o prazo de oito (dias), requerendo que fosse seguido o rito do agravo de instrumento do Códig o de Processo Civil. Processado o recurso, o Tribunal de Justiça deu provimento ao agravo e determinou a inclusão do preso no regime diferenciado. QUESTÃO: Como advog ado de A, verifique o que pode ser feito em sua defesa e, de forma fundamentada, postule o que for de seu interesse por meio de peça adequada. PROBLEMA 10 (OAB/SP 127) João, definitivamente condenado, estava cumprindo pena privativa de liberdad e em regime aberto. Foi acusado, em novo processo, ainda não sentenciado, de roubo qualificado pelo emprego de arma e concurso de agentes. Chegando ao conheciment o do Juiz das Execuções Criminais a existência deste processo, ele revogou imediatamen te, de ofício, o regime aberto e determinou a regressão de João para regime fechado. J oão foi intimado da decisão no dia 15.9.05, e, no mesmo dia, deu ciência ao seu advoga do. QUESTÃO: Como advogado de João, redija a peça processual mais adequada à sua defesa. PROBLEMA 11 (OAB/SP 127) O Delegado de Polícia representou ao Juiz de Direito a f im de que fosse decretada a prisão temporária de João, alegando que ele estava sendo i nvestigado por crimes de estelionato e furto e se tratava de pessoa sem residência fixa, sendo a sua prisão imprescindível para as investigações. O juiz, após ouvir o Minis tério Público, decretou a prisão temporária por 5 (cinco) dias, autorizando, desde logo, a prorrogação da prisão por mais 5 (cinco) dias, se persistissem os motivos que levar am à sua decretação. Foi expedido mandado de prisão. Sem ser preso, João soube da decisão e procurou um advogado para defendê-lo. QUESTÃO: Como advogado de João, redija a peça proc essual mais adequada à sua defesa. PROBLEMA 12 (OAB/SP 128) José, advogado, foi denu nciado como incurso no artigo 288, parágrafo único, c.c. artigo 157, § 2o, incisos I e II, todos do Código Penal, porque estaria associado com A, B e C para a prática de crimes de roubo de veículos com a utilização de armas. Pela denúncia, a sua participação con sistia em estimular os autores materiais dos crimes à prática dos delitos, garantind o-lhes que, com sua atuação profissional, conseguiria livrá-los de eventual prisão e con denação. Oferecida a denúncia, o Promotor de Justiça requereu a sua prisão preventiva para garantia da ordem pública, 125

argumentando que os crimes de roubo, na atualidade, causam grande insegurança soci al e que o acusado, na sua condição de advogado, não poderia agir de forma a incentiva r a prática de tais delitos. O juiz, apenas repetindo os argumentos expostos pelo membro do Ministério Público, decretou a prisão preventiva. José foi preso e colocado em cela comum, com outros presos provisórios, apesar de, em petição, sustentar perante o juiz que isso não podia ocorrer em face de sua condição de advogado. QUESTÃO: Como advo gado de José, redija a peça processual mais adequada à sua defesa. PROBLEMA 13 (OAB/SP 129) João, sócio da firma “Antenados”, revendedora de componentes eletrônicos, foi denunc iado, nesta capital, em 05 de dezembro de 2005, por crime previsto no artigo 1.°, inciso II, da Lei n.o 8.137/90, acusado de ter fraudado a fiscalização tributária, omi tindo operação de compra e venda em livro contábil. O MM. Juiz da _Vara Criminal da Co marca da Capital recebeu a denúncia. Em seu interrogatório, realizado no dia 13 de a bril de 2006, João alegou que a operação inexistiu e que o débito fiscal era objeto de i mpugnação em recurso administrativo, ainda pendente de julgamento, interposto perant e o Tribunal de Impostos e Taxas do Estado de São Paulo, comprovando tal alegação com certidão emitida pelo referido Tribunal. QUESTÃO: Como advogado de João, escolha o mel hor meio para a sua defesa. Redija a peça. PROBLEMA 14 (OAB/SP 129) João, primário e d e bons antecedentes, foi denunciado pelo crime previsto no artigo 171, § 2.°, VI, co mbinado com o artigo 69 (por três vezes), ambos do Código Penal, porque teria emitid o cheques sem provisão de fundos. Consta do inquérito policial lavrado em razão dos fa tos que João, no dia 05 de setembro de 2005, emitira cinco cheques, para serem des contados mensalmente, sendo o primeiro para pagamento à vista, referentes a prestações de uma máquina de lavar que João teria comprado de Antonio. Antonio recebera o valo r relativo aos dois primeiros meses, não recebendo os valores dos demais (três últimos cheques) por insuficiência de fundos. Ao ser citado para a ação penal em curso, João não foi encontrado, pois havia se mudado para lugar desconhecido. Com base na reveli a do acusado, o MM. Juiz da _Vara Criminal da Comarca da Capital, em 24 de abril de 2006, determinou a suspensão do processo, decretando a prisão preventiva de João. QUESTÃO: Como advogado de João, escolha o melhor meio para a sua defesa. Redija a peça PROBLEMA 15 (OAB/SP 133) Maria, saindo de uma escola, em horário noturno, no dia 25 de agosto de 2007, dirigia-se a sua casa quando foi agarrada por Mário, que a l evou para um matagal e, com uma faca, obrigou-a a ter com ele conjunção carnal. Após, a vítima foi até a sua casa e contou para os seus pais o que havia sucedido. Estes e ntraram em contato com a polícia, que se dirigiu ao local do fato e, nas proximida des, depois de cerca de quatro horas de sua ocorrência, encontraram uma pessoa com as características semelhantes às descritas pela vítima e com uma faca. Foi elaborado auto de prisão em flagrante. A vítima, ao ser ouvida, disse que a pessoa presa era muito parecida com a que a atacou, mas, como era noite, não tinha certeza. Afirmou ainda que ela e seus pais preferiam que aquela pessoa não fosse processada, pois temiam que pudesse ser novamente atacada. Foram ouvidos os policiais que confirm aram a prisão. Mário preferiu o silêncio, asseverando que somente prestaria declarações em juízo. Encaminhado o auto de prisão em flagrante ao Ministério Público, este, no dia 3 de setembro de 2007, ofereceu denúncia contra Mário pela prática do crime de estupro ( art. 213, caput, do CP). O Juiz recebeu a denúncia. Promotor e Juiz entenderam que a prisão era regular. PROBLEMA 16 (CESPE/NE 2006 – Abril e maio) João da Silva procur ou um escritório de advocacia, localizado no Setor Noroeste, Edifício Modern Hall, s alas 110/112, em Brasília/DF, e relatou ao advogado que o atendeu que sua irmã, 126

Lilian da Silva, brasileira, solteira, do lar, residente e domiciliada na SQN 31 1, bl. X, ap. 702, Brasília – DF, havia sido presa e autuada em flagrante delito no dia 1/3/06, na cidade de Brasília, pela prática de crime contra a ordem tributária tip ificado no art. 1.º, I, da Lei 8.137/90. João da Silva informou ainda que a denúncia f ora recebida no dia 3/4/06 pelo Juiz de Direito da 5.a Vara Criminal da Circunsc rição Judiciária de Brasília – DF. Ele afirmou que Lilian da Silva é primária, tem bons antec dentes, possui residência fixa no distrito da culpa e freqüenta regularmente as aula s do 3.º ano do ensino médio. Outrossim, argumentou que Lilian, após a prisão em flagran te, quitou integralmente os débitos para com a Fazenda Pública, referentes ao Auto d e Infração n.º 6.332/2005, no valor de R$ 2.100,00, motivo pelo qual, segundo ele, a i ndiciada merece ser posta em liberdade, aquiescendo em prestar compromisso de co mparecer a todos os atos processuais aos quais for intimada. Na ocasião, João da Sil va, com o propósito de auxiliar o pleito, trazia consigo os seguintes documentos p ertencentes a sua irmã: nota de culpa, cópia do auto de prisão em flagrante, certidão ne gativa de antecedentes criminais, conta de água, histórico escolar e comprovantes de pagamento de tributos. MANDADO DE SEGURANÇA PROBLEMA 1 (OAB/SP 119) Antenor teve seu veículo subtraído e posteriormente localizado e apreendido em auto próprio, instau rando a autoridade policial regular inquérito, já que estabelecida a autoria. Requer eu a liberação do veículo, indiscutivelmente de sua propriedade, o que foi indeferido pelo delegado de polícia civil local, a afirmação de que só será possível a restituição depoi o processo penal transitar em julgado, conforme despacho cuja cópia está em seu pode r. QUESTÃO: Como advogado de Antenor, agir no seu interesse. PROBLEMA 2 (OAB/SP 12 3 - ADAPTADO) João Alves dos Santos, por estar indiciado pela prática de crime de ro ubo, procurou advogado para atuar em sua defesa. Este, no dia 20.05.2008, dirigi u-se à Delegacia de Polícia e solicitou os autos de inquérito para exame. O Delegado d e Polícia, todavia, não lhe permitiu o acesso aos autos porque a investigação era sigilo sa. QUESTÃO: Como advogado de João, verifique a medida cabível e de forma fundamentada postule o que for adequado ao caso. RECURSO ORDINÁRIO CONSTITUCIONAL PROBLEMA 1 ( OAB/SP 110) Ésquines foi denunciado e está sendo processado por infração ao artigo 159 d o Código Penal porque, mediante grave ameaça exercida com arma de fogo, seqüestrou Demós tenes, empresário, exigindo de sua família, como condição para sua libertação, a importância e R$ 100.000,00 (cem mil reais). Foi autuado em flagrante delito no momento em q ue pegava o dinheiro deixado em local previamente combinado e a vítima foi encontr ada ilesa. O acusado encontra-se preso, por força da flagrância delitiva, há mais de 1 80 (cento e oitenta dias) e ainda não se encerrou a instrução criminal, uma vez que o representante do Ministério Público insiste na oitiva de duas testemunhas que devem ser ouvidas através de Carta Precatória, por residirem em outro Estado. Requerido o relaxamento do flagrante ao Juízo processante, foi o mesmo indeferido, ensejando i nterposição de ordem de Habeas Corpus ao Tribunal competente. O Tribunal denegou a o rdem requerida fundamentando o V. acórdão no fato de que a gravidade da infração se sobr epõe ao eventual excesso de prazo, desconfigurando o alegado constrangimento ilega l. Como advogado de Ésquines, tome a providência judicial cabível. 127

De ma is a mais. está preso no Presídio Especial d a Polícia Civil de São Paulo. Por outro lado. 403. É primário. Habeas corpus. investigador de polícia. adotar a medida judicial cabível. 4. PROBLEMA 4 (OAB/MT 2007. e denunci ado por violação do artigo 316. no processo penal. Brasília – DF. enquanto a Egrégia 1. nas alegações finais nem nas razões do recurso de apelação. 571. argüir possível nulidade de at o a que deu causa. brasi leiro. por maioria de votos. sendo certo que teve concedida a fase do artigo 514. real. §3º. Por último: estando sentenciado o processo. tem resi dência fixa e exerce atividade lícita. Interrogatório do réu. restou improvido. Possível nulida de não alegada na defesa prévia. sem que o ato fosse presenciado por qualquer pessoa habilitada a exercer a denominada defesa técnica. como exige o art. do mesmo Código de Processo Penal. O representante do Ministério Público também esta va ausente. QUESTÃO: Como advogado de João. denegou a ordem de habeas corpus que fora impetrada. Ordem de habeas corpus denegada. 3. inciso II . Foi interrogado em juízo em 14 de março de 2007.º 167. sendo certo que teve concedida a fase do artigo 514. foi a ordem denegada por acórdão assim ementado: Processo Penal. do Código Penal. tem residência fixa e exerce atividade lícita.ª Câmara do Tribunal de Justiça de São Paulo. vício insanável a macular de fo rma grave e irreversível o ato processual realizado em descompasso com a exigência l egal. e os prazos legais estão sendo observad os. Impetrado h abeas corpus para o mesmo tribunal. alegando apenas e tão somente "ser o crime muito grav e". foi o próprio paciente quem dispensou a entrevista com o defensor nomeado. conforme consta do v. João Silva foi condenado a 3 anos de reclusão. O Meritíssimo Juiz de primeira instância negou a liberdade provisória com fiança. do Código de Processo Penal. inclusive. conforme consta do Venerando Acórdão hoje publicado. O Meritíssimo Juiz de prime ira instância negou a liberdade provisória com fiança. usa ndo do mesmo argumento. aresto hoje publicado. está preso no Presídio Especial da Polícia Civil de São Paulo po r força de auto de prisão em flagrante delito e denunciado como violador do artigo 3 16. Durante a instrução processual. 5. investigador de polícia. do CPP —. do Código de Processo Penal.1 . 128 . sobretudo porque não utilizadas as fases que a lei reserva para esse fim. do Código Penal. . requerendo-se a concessão da ordem para que o processo fosse anulado desde o interrogatório. resta superada a alegação de nulidade.PROBLEMA 2 (OAB/SP 114) João. Consta do termo de audiência que o acusado dispensou a entrevista prévia com o defensor nomeado. PROBLEMA 3 (OAB/SP 121) João. É primário. foi denunciado e m 2 de fevereiro de 2007 pela prática de estelionato. Mesmo considerando que. o princípio do contraditório tenha natu reza efetiva. denegou a ordem de habeas corpus que fora impetrada usando do mesmo argumento . no caso concreto. QUESTÃO: Como advogado de João. por força de auto de prisão em flagrante delito. Defensor ausente por haver sido dispensado pelo próprio réu. residente na Rua Madre Tereza n. 2. rememore-se que tal possível nulidade não foi agitada no momento processu al oportuno — as alegações finais.ADAPTADO) João Silva. Interposto o recurso de apelação para o TJDFT. João Silva foi regularmente a ssistido por profissional habilitado na OAB. art. posteriormente. não se verifica. Feito sentenciado. taxista. alegando apenas e tão-somente "se r o crime muito grave". enquanto a Egrégia 1a Câmara do Tribunal de Justiça de São Paulo . e que os prazos legais estão sendo observados. 565 do Código de Processo Penal. por maioria de voto s. não lhe sendo possível. como preceitua o art. adota r a medida judicial cabível.

afirmando que os jurados decidiram manifestamente contrária à prova dos autos. entre os elencados no art. residente na rua Pedro Afonso n. diante da denegação da ordem. § 2º. brasileiro. entretanto o pleito foi indeferido pelo juiz a quo. possui bons antecedentes e compareceu à delegacia e ao juízo todas as vezes em que foi intimado. ou seja.º 10. em favor de seu cliente. Com efeito. 16. já que ostenta maus antecedentes. solteiro. a primariedade e os bons antecedentes não são pressupostos a impor a liberdad e de forma incontinente.Diante da denegação da ordem de habeas corpus. que assi m se manifestou: “Após analisar os autos. restando absolvido d a imputação. interponha a peça jurídica cabível. que oficiou contrariamente à liberda de provisória. diversa de habeas corpus. impetrou habeas corpus perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Inconformado. na condição de advogado(a) contratado(a) por Rodrigo Malta. IV. até o momento. São Pa ulo – SP. entendo que o pedido de liberdade provisória formulado não merece acolhida. o que só será dirimido. então. e no art. tendo em conta os fatos narrados e a legis lação pertinente. indefiro o pedido de liberdade. alterando ainda.” A defesa. destacando-se que. Moema. com a numeração raspada). RECURSO ESPECIAL PROBLEMA 1 Tício foi p rocessado e condenado às penas de 2anos de reclusão e 15 dias-multa pela prática do cr ime de furto em regime aberto. em casos como o presente. A ordem. restou denegada. em razão do disposto no art. afastando a possibilidade de substituição por pena restritiva de direitos. foi denunciado como incurso nas sanções previstas no art. QUESTÃO: Adote o recurso cabív el em favor de Tício.826/2003 (porte de arma de fogo de uso permitido e posse de a rma de fogo de uso restrito. Co nsiderando a situação hipotética apresentada. não demonstrou qualquer intenção de fuga. sua pena. indicando a prova indiciária. caput. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PROBLEMA 1 Zé Ninja foi processado por in fração ao art. durante a instrução. de acordo com o que dispõe o ar t. os crimes imputados ao acusado são sobre maneira graves. os julgadores. que o acusado é provavelm ente soldado do tráfico. Recorreu e seu recurso foi improvido por un animidade de votos. Outrossim. parágrafo único. com exatidão. A matéria foi devidamente prequestionada. 14. em 2/8/2008. 121.826/2003. 21 da Lei n. O advogado de Rodrigo pleiteou a liberdade provi sória de seu cliente. 312 do Código de Processo Penal. o Promotor de Justiça recorreu e a 3ª Câmara Criminal do Tribun al de Justiça deu provimento ao recurso por unanimidade de votos. nasci do em 4/5/1976. De outro lado. que proíbe a liberdade provisória no caso dos crime s de posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. É certo que a 129 . melhor razão está com a bem pautada promoção do Ministério Público. II e IV. foi preso em flagrante delito. confirmando-se a decisão do juiz a quo.o 12. ambos da Lei n. do CP perante o 1º Tribunal do Júri. em São Paulo – SP. PROBLEMA 5 (OAB/SP 136) Rodrigo Malta. na qualidade de advogado. Isto posto. substituída a pena privativa de liberdade por duas penas de prestação de serviços à comunidade. Em 9/9/2008. interponha o recurso cabível em favor de João Silva. sob o argumento de que o decreto de prisão cautelar não explicitara a necessidade da medida nem indicara os motivos que a tornariam ind ispensável. 69 do Código Penal brasileiro.º 10. con tudo. objetivando a co ncessão de liberdade provisória. Registre-se que Rodr igo Malta é primário.

sendo aquela assim fixada: quatro anos. quando tra fegava pela rodovia. Petrônio. novamente colocando as mãos sob a camisa. Já na rua. diminuindo a pena para 7 anos de reclusão. foi preso por policiais militares . que o acusou de crime. foi denunciado como incurs o nas penas do artigo 157. mais 1/3 pela qualificadora para cada um dos crimes. eis que teria constrangido Maria Soares à conjunção carnal mediante grave ameaça. Ao final do processo. a cumprir 06 (seis) anos de reclusão em regime prisional fechado. tendo o Juiz considerado. no mais . 130 .prova é amplamente favorável a Zé Ninja. verificando-se o trânsito em julgado . do Código Penal. Anos após. para tan to colocando a mão sob a camisa. Decorrido 01 (um) ano do trânsito em julgado e e ncontrando-se João em cumprimento de pena. desacompanhado da certidão cartorária . além da pena de multa. sem fundamentação judicial no tocante à majoração da pena. a r. QUESTÃO: Como advogado de Zé Ninja. recebendo pena de 21 anos de reclusão . baseado no voto divergente desta decisão. QUESTÃO: Como advogado de João da Silva tome a providência judicial cabível. do Código Penal. parágrafo segundo. mantendo. Joana Gonçalves imediatamente procurou os fami liares de João transmitindo-lhes os fatos que integram a justificação criminal já realiz ada. o que culminou por exasperar a pena para 12 anos de reclusão. já namorava João e que com ele havia mantido relacionamento sexual por sua própria vontade. 157. I e II. Como o pneu do veículo estourasse. Apresentou Recurso de Apelação. inciso I. adote o recurso cabível. leia-se 12 anos. fundamentando-a. parágrafo 2º. tendo o seu defensor dativo dispensado a sua prese nça. PROBLE MA 2 (OAB/SP 110) Petrônio cumpria pena na Penitenciária do Forte quando. por duas vezes. ante a ausência de recurso da defesa. em 08 de f evereiro de 1993. conseguiu evadir-se do presídio. endo certo que o Tribunal reconheceu a tese por ele apresentada por dois votos a um. por sentença transitada em julgado. você é nomeado pelo Juiz da Comarca do Forte para arrazoar pedido feito pelo réu para que fosse revista sua condenação. A matéria foi prequestionada em embargos de dec laração. em virtude de falta de viaturas par a conduzi-lo à cidade do Forte. roubando seu veículo Monza. PROBLEMA 3 (OAB/SP 115) João foi processado por infração ao art. O Ministério Público aforou Recurso Ex traordinário. e utilizando-se do veículo na fuga. porque João ro mpera definitivamente com o namoro. um crime de homicídio noticiado apenas em sua Folha de Antecedentes. REVISÃO CRIMINAL PROBL EMA 1 (OAB/SP 109) João da Silva foi condenado. foi condenado à pena de treze anos e quatro meses de recl usão. fazendo gesto de que estava armado. apenas. apresente a peça processual cabível. roubou um veículo Opala. c/ c artigo 69 "caput". prosseguindo em sua fuga. e ainda estando P etrônio preso. Petrônio não foi apresentado. O STF aduziu. A sentença tran sitou em julgado. elabore a peça processual em prol de seu interesse. Vinte minutos depois. QUESTÃO: Como advogado de João. que o Juiz sentenciante eq uivocou-se materialmente. e onde se lê 21 anos. como incurso nas sanções do artigo 213 caput do Código Penal. para fins de reincidência. Petrônio o abandonou e. sentença de primeiro grau jurisdicional. Relatou também. Maria confidenciou à sua amiga Joana Gonçal ves que antes dos fatos. Na audiência para a oitiva das vítimas e te stemunhas de acusação. ameaçou Maria de morte. ameaçando de morte o seu proprietário. então transferido para a Penitenciária de Jacaré. também do Código Penal. acrescidos de 1 /4 pela reincidência. Como advogado de Petrônio.

obrigando-o a mentir. José imobilizou dois deles. Superadas as fases dos artigos 402 e 403 do CP P. o que faria em favor de Mário? Redija a peça. quando inesperadamente ocor reu uma rebelião. Esta decla ração foi colhida numa justificação criminal. fazendo-o com o devido cuida do para não os machucar.º I. havia inventado toda a estória. As par tes. causadas pela própria movimentação dos presos. Concluído o inquérito.500. ato presenciad o por duas testemunhas. casado. contudo. José procurou um novo advogado para examinar sua situação e saber o que poderia ser feito. artigo 1. parágrafo 1.00 (mil reais). para parcial paga mento dos referidos serviços. pois estes se most ravam calmos. moveu ação contra o banco. fixando a pena privativa de liberdade em 2 (dois) anos de reclusão. Foram ouvidos. previsto na Lei 9. à pena de três anos de reclusão. do Código Penal. ambos os detentos disseram que foram torturados por José. também. e foram levados para a realização de exame de corpo de delito. dizendo que foi obrigado pelo outro preso a dizer que tinha sido torturado. Já na fase de execução. Juiz da 23a Vara Criminal da comarca da Capital condenou José pelo crime de peculato. inciso I. José foi pr ocessado e acabou sendo condenado pelo crime de tortura. inciso II. estava trabalhando em presídio da Capital. com base em informes do ofendido e de regi stros hospitalares. Em 15 de junho de 2005. recebera a quantia de R$ 2. A ação foi julgada procedente. no valor exato de seu crédito. afirmado a incapacidade para as ocupações habituais por mais de 30 (trinta) dias.º. O acu sado Mário e seu advogado deixaram escoar o prazo para impugnação da sentença. realizado 15 (quinze) dias após o fato. A denúncia. e por ordem de um superi or. Intimado para o cumprimento das penas.º.500. no valor de R$ 1. Mário foi denu nciado e condenado nas penas do artigo 129. do Código Penal. Na instrução criminal. José soltou os detentos. após violenta discussão com Antônio. e a de multa em 10 dias-multa. dizendo. funcionário do Banco do Brasil. parágrafo 4. José foi denunciado como incur so no artigo 312. em virtude de sua atividade no Banco do Brasil. ouvi do José. não apelaram. no dia 11 de ma io do mesmo ano. funcionários do banco que confirmaram o fato. Alguns detentos estavam muito agitados. n. A decisão transitou em julgado no dia 2 0 de janeiro de 2006. resolveu f icar com parte do dinheiro. Em posse do numerário.455. 00 (mil e quinhentos reais). pai de três filhos. com ataduras de pano. funcionário público com 38 anos de idade.º. mais a perda de função pública. Diante desses fatos. a ser cumprida em regime aberto. que apu rou lesões bem leves. foi recebida em 20 de junho de 2005. R$ 1. José está preso e a r. sentença já transitou em lgado. causando-lhe ferimentos. utilizando o restante. um dos condenados foi colocado em liberdade e procurou a família de José. Mesmo assim. 131 . produzir a peça cabível que atenda o seu interesse. que somente queria receber seu c rédito para cobrir despesas pessoais e familiares. QUESTÃO: Como ad vogado de José. tendo os peritos. A sentença transitou em ju lgado no dia 10 de março de 2005. QUESTÃO: Como novo advogado de José. sem que José fosse notificado para eventual resposta.PROBLEMA 4 (OAB/SP 121) José.00 (dois mil e quinhentos reais) para o pagamento de serviços de manutenção do prédio onde o banco estava instalado. este confirmou o fato. mas a verdade é que José inclusive fez de tudo para não os ferir. QUESTÃO: Co mo novo advogado. o MM. agride-o com um cano. depois do primeiro exame em Antônio. Agora. pois desaparecidos os vestígios. no valor de 1/30 (um trigésimo) do salário mínimo cada. após dois meses. R$ 1. “caput”. José. em razão de descontos ilegais efetuados pela instituição em sua folha de pagamento.000. Durante o inquérito policial. redija a peça processual mais adequada à sua defesa. Como o outro detento não gostava de José. de 7 de abril de 1997. Ministério Público e acusado. PROBLEMA 6 (OAB/SP 1 28) José. A pena privativa de liberdade foi substituída por duas penas restritivas de direitos (prestação de serviços à comunidade e multa). Após hora e meia.500.00 (mil e quin hentos reais). PROBLEMA 5 (OAB/SP 122) Mário. ele foi intimado para comparecer após 90 (noventa) dias.

expressa-mente. pela prática de est elionato majorado. em regime fechado. por ter sido incurso nas penas do artigo 213. o condenado pleiteou transferência ao semi-aberto. foi condenado pelo Meritíssim o Juiz de Direito da 1ª Vara Criminal da Capital à pena de 1 (um) ano de reclusão e mu lta de 10 (dez) dias-multa. sendo o exame criminológico favorável. moça de po sses. § 3. Neste momento. Contudo. o Juiz da Vara 132 . no m esmo bairro e mesmas condições que o delito anterior. Quílon encontra-se recolhido na Penitenciária do Estado de São Paulo em virtude de ostentar outras condenações por d elitos diversos. apoiando-se naquele do Ministério Público. policiais mili tares que passavam por ali ouviram os gritos de "B" e efetuaram a prisão em flagra nte de "A". a entidade de direito público não teve qualquer prejuízo econômico e m face da conduta de João. Entretanto. em regime prisional fechado. com 35 anos de idade. acór dão. hoje intimado. fundamentando-se na Lei nº 8072/90. mediante ardil. tendo recebido elogios do Diretor da Unidade Prisional. usando de violência. pelo Meritíssimo Juiz da 2ª Vara Criminal da Capital à pena de 1 (um) ano de recl usão e multa de 10 (dez) dias-multa. a cumprir 6 (seis) anos de reclusão. passaram por um bosque e "A". adote a medida judicia l cabível. ajuíze a peça pertinente. estuprou "B". o mesmo ocorrendo c om o parecer do Conselho Penitenciário. QUESTÃO: Como advogado de Ernesto Ma noel. com o respectivo trânsito em julgado. "A" não expressou humildade e até dis se que "a vítima na verdade gostou". "A" está cumprindo pena. caput. "A" foi processado pelo artigo 213 do Código Penal. cumprida em regime aberto. Passados dois me ses após o trânsito em julgado da decisão condenatória. surgem novas provas reconhecendo que. induzido em erro e gerado prejuízos a entid ade de direito público localizada no centro da cidade de São Paulo. de modo irrecor rível. na realidade. por delito perpetrado no dia 18 de janeiro de 1999. no bairro da Penha. de 23 anos. o Juiz das Execuções indeferiu o benefício. PROBLEMA 2 (OAB/SP 114) Ernesto Manoel foi condenado por juízo criminal s ingular. QUESTÃO: Como advogado de Quílon. Quando se dirigiam ao barzinho. após tantos anos na cadeia. já tendo descontado mais de 2/3 da reprimenda carcerária. convidou uma de suas alunas de nome "B". tome a providência cabível. QUESTÃO: Como advogado de João. sendo que "B" move u uma ação privada contra "A". admitiu a progressão meritória do regime prisional. Durante o processo. indenizou a vítim a. PROBLEMA 3 (OAB/SP 115) "A". o V.PROBLEMA 7 (OAB/SP 132) João foi processado e condenado à pena de 2 anos de reclusão. transcorrido o lapso temporal do cumprimento da pena no regime fechad o. Porém. já transitada em julgado. fato ocorrido no dia 17 de janei ro de 1999. boa laborterapia e inclusive subsiste do seu trabalho. Quílon reque reu a unificação de penas relativa aos delitos de furto ocorridos nos dias 17 e 18 d e janeiro de 1999. para tomar um suco após a aula. Também por furto de um toca-fitas. em face de um golpe financeiro que teria. previsto no artigo 171. indeferida pelo Meritíssimo Juiz sob o argumento de que os crim es são graves. O exame criminológico concluiu favoravelmente à progressão e foi no mesmo sentido o parecer do Conselho Penitenciári o. tendo agido sozinho.º. em regime fechado. Houve recurso inter posto pela defesa e o Tribunal confirmou a sentença do juízo a quo. tem ótimo comportamento prisional. foi condenado. do Código Penal. Requereu o se u livramento condicional. AGRAV O EM EXECUÇÃO PROBLEMA 1 (OAB/SP 112) Quílon. Em fase de execução de sentença. professor de natação. Agora. por ter furtado um toca-fitas de um veícul o que estava aberto e estacionado na via pública. do Código Penal. por intermédio de Advogado. Já em fase de e xecução penal.

a 156 (cento e cinqüenta e seis) anos de reclusão. em 10 de janeiro e 15 de feve reiro de 2000. Acha-se cond enado. e determinou o encaminhamento de João para penitenciária destinada ao cumprimento d a pena no regime disciplinar diferenciado. na qual Márcio estivera envolvido. decisão que indeferiu o benefício fo i prolatada hoje. pela prática do crime previsto no art . também. em regime inicial fechado.º. não reincidente em crime doloso. como pedreiro. pleit eou ao juízo competente a concessão do livramento condicional. que já cumpriu 5 anos do t otal da pena. tem profissão certa e definida e está trabalhando. em face de sua condição de reincidente. passaram-se 133 . na condição de advogado(a) contratado(a) por Márcio.2006. às penas de 5 anos e 4 meses e 6 anos e 2 meses de reclusão. § 2. 157. Considerando a situação hipotética des crita. no d ia 04. no mesmo relatório. formule. ao fundamento de que o sentenciado agiu reiterad amente de forma criminosa. pelo juiz da 2. Em razão disso.competente. Guará – DF. em regime fechado. cujos fatos ocorreram. demonstra intenção de fixar residência na Colônia Agrícola Águas Lindas. respectivamente. A r. o detento. Márcio. de igual modo por infração ao artigo 157 do Cód igo Penal. PROBLEMA 6 (OAB/SP 135) Márcio.09. QUESTÃO: Produzir a peça cabível na espécie. atualmente recluso no Centro de Readaptação Penitenciária de Presidente Bernardes – SP. progrediu ao regime semi-aberto. So b o argumento de que ele pertenceria a organização criminosa. latrocínio e seqüestro. o Ministério Público. no mesmo bairro. roubo. comet a a ação pertinente. no dia 05. por meio da defensoria pública. solteiro.a Vara Criminal de São Paul o – SP. a peça — diversa de h abeas corpus — que deve ser apresentada no processo. em favor de "A". foi condenado. PROBLEMA 5 (OAB/SP 130) João. osten ta bom comportamento e exerce trabalho externo. lote 1. dita por "A" na época do processo. entendeu prematuro o benefício e indeferiu a postulação. impressionado com a gravidade do caso e ainda influenciado pela fras e que a vítima na verdade teria gostado. a autoridade c arcerária informa que. QUESTÃO: Como advogado de Tertuliano da Silva. sem ouvir o sentenciado. PROBLEMA 4 (OAB/SP 119) Tertuliano da Silva foi defin itivamente condenado à pena de 6 anos de reclusão. caput) praticado na cidade de Avaré. visto que. O juiz indeferiu o pe dido de livramento condicional. pedreiro. tendo sido condenado pelo Juiz de Avaré à pena de 6 anos de reclusão a ser cumprid a em regime fechado. PROGRESSÃO DE REGIME PROBLEMA 1 (OAB/SP 132) Carlos foi processado e condenado com trânsito em julgado pela prática de homicídio simples (artigo 121. a 8 anos de reclusão. Recentemente. bem como de constituir uma família tão lo go seja colocado em liberdade. que foi indeferida. no ano de 20 01. direcion ada ao Órgão Judiciário ad quem. com carteira assina da. A decisão foi publicada no Diário Oficial há dois dias e o condenado foi intimado ontem. iniciou o cumprimento de sua pena no dia 01. requereu sua colocação em regime disciplinar diferenciado pelo prazo de três anos.09. condenado definitivamente por vários crimes de homicídio qualificado. por in fração ao artigo 157 do Código Penal. O juiz. em outros dois processos. Iniciada a execução de sua pena na Penitenciária de Avaré. Requereu junto ao Juiz da Vara das Execuções a unifi cação de penas. em companhia de seus pais. incisos I e II.2006. no relatório carcerário expedido pelo dir etor daquele estabelecimento prisional. consta uma tentativa de fuga em 22/4/200 6. Entretanto. brasile iro. praticada em 29 de janeiro de 2000. razão pel a qual ainda não faz jus à progressão ao regime aberto.2006. acatou o pedido. com trânsito em julgado. atualmente.09.

ainda não pleiteando Carlos qualquer benefício no âmbito da execução penal. LIVRAMENTO CONDICIONAL PROBLEMA 1 (OAB/SP 109) Manoel de Sassoferrato está condenado por homicídio qualificado a 12 (doze) an os de reclusão. Não é rei ncidente. logo após a sua prática. faça a peça adequada. aprendeu ofício e já tem emprego certo para quando estiver em liberdade. 134 . QUESTÃO: Como advogado de Carlos. Em ação própria na esfera cível reparou o dano. sempre com excelente comportamento carcerário. atuar no escopo de obter o ressar cimento. QUESTÃO: Como advogado da vítima "B". QUESTÃO: Como advogado de Ma noel de Sassoferrato lance mão da medida cabível visando sua libertação.exatos 2 anos desde o início do cumprimento da sua pena no regime fechado. e encontra-se recolhido na Penitenciária do Estado de São Paulo. não obstante o seu bom comportamento na prisão e a existência da Vara de Execução na cidade de Avaré. Já cumpriu mais de 2/3 (dois terço s) da pena imposta. adquiriu imóvel cujo valor coincide com o do nume rário subtraído conforme escritura lavrada em Cartório e registrada no serviço imobiliário competente. ainda vinculado ao juízo do Departamento de I nquéritos Policiais da Capital de SP– DIPO –. ficou evidenciado que Graciliano. o auto r do furto. SEQUESTRO PROBL EMA 1 Nos autos do inquérito policial.

não é a liberdade provisória o meio tecnicamente correto para obter-se a soltur a de Pedro Paulo e. Ademais. é comum que os advo gados cumulem o pedido de relaxamento de prisão com o de liberdade provisória. Aqueles que se limitarem à liberdade provisória. 5. logo depois. ao menos . LXV. porém. que façam presumir ser ele o autor da infração. Não obstante seja esse o seu preciso significado. RELAXAMENTO DE FLAGRANTE PROBLEMA 1 Relaxamento da prisão em flagrant e dirigido ao juiz da Vara do Júri. o que poderá ser aceito. da Constituição Federal. Prisão em flagrante delito é a prisão daquele que é surpreendido cometendo uma infração penal. pela autoridade. TESE: PRISÃO EM FLAGRANTE DECRETADA FORA DAS HIPÓTESES AUTORIZADAS PELO ART. LXV. PROBLEMA 4 No caso em comento. o relaxamento de prisão. armas. COMPETÊNCIA: JUIZ DE DIREITO DA ___ VARA CRIMINAL DA COMARCA DE ___. CPP.º. com instrumentos. 5º. em qual quer situação que faça presumir ser o autor da infração. 30 2 DO CPP. CPP). 302 do CPP que se considera em fla grante delito quem: I está cometendo a infração penal. [O examinando que fizer habeas corpus (peça não privativa de advogado) deve obter a nota zero no quesito raciocínio jurídico. uma vez que a situação descrita não se encontra nas hipóteses elencadas no art. Prender em flagrante é capturar alguém no mom ento em que comete um crime. GABARITO. IV) é encontrado. 135 . É o delito que está se consumando. PROBLEMA 3 PEÇA: PEDIDO DE RELAXAMENTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE (ar t. já que o preso foi encontrado uma semana após o crime. 317. preso em (a comissão de) um crime f lagrante. da CF). Daí dizer o art. o certo é que as legislações alargaram um pouco esse conceito . Na prática. a peça process ual cabível é o relaxamento de prisão. ou por qualquer pessoa. vez que NÃO houve perseguição logo após a prática da infração (os policiais p enderam o Requerente no seu local de trabalho. Sendo assim. qu e determina que “a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade judiciária”. é um crime inst antâneo (e não permanente. portanto. PROBLEMA 2 Pedido de relaxamento da prisão em flag rante dirigido ao juiz de direito da Vara do Júri. PEDIDO: RELAXAMENTO DA PRISÃO EM FLAGRANTE E EXPEDIÇÃO DO COMPETENTE ALVARÁ DE SOLTURA. FUNDAMENTO: O crime de tráfico de drogas. prisão em flagrante apenas no momento da prática do delito (a prisão em flagrante não poderá ocorrer no momento do exaurimento d o delito). III) é pers eguido. O que é flagrante é o delito. q ue afasta o estado de flagrância. cabendo. deverão perder pont o no quesito domínio do raciocínio jurídico. do CPP). isto é. sem que tenha. a flagrância é uma qualidade da infração: o sujeito é preso ao perpetrar o crime.9. Frise-se que. sido perseguido. 302 . logo após. NEM presunção de autoria do delito (já que não foi encontrado nenhum objeto ou substânci a que o ligasse ao tráfico de drogas). atual. em razão da apresentação espontânea (art. pelo ofendido. em face do art. não houve o flagrante impróprio ou quase-flagrante (art. devido a ilegalidade no flag rante. sustentando a ilegalidade da pr isão. III. objetos ou papéis. estendendo-o a outras situações. no dia seguinte ao da acusação feita) . o crime de tráfico de d rogas é um crime formal. sim. na forma “fornecer”. 302. II) acaba de cometê-la. como entendeu o delegado).

a sua prisão. Cezar Peluso.c. e. uma vez que o mesmo. por outro lado. Primeira Turma. a lavratura do auto de prisão em flagrante. min. finalmente. se gundo jurisprudência do STJ: A Suprema Corte tem reiteradamente reconhecido como i legais as prisões preventivas decretadas. ou não. com obediência aos princípios da ampla defesa e do contraditório.748/RJ. a doutrina de Magalhães Noronha nos ensina que: “apresentando-se o acusado . com nenhum objeto que faça presumir ser ele autor da in fração que lhe foi imputada. De tal entendimento não discrepam no ssos tribunais. logo depois. com base na gravidade abstr ata do delito (HC 90. nem por isso a autoridade poderá prendê-lo: deverá mandar lavrar o auto de apresentação. DJU de 21/06/2007. não sendo encontrado.(AgRg na MC 6576 / PR Agravo regi mental na medida cautelar 2003/0105593-0) A 136 . quais sejam.” (TJSP . “foi convidado para que se fizesse presente naquela delegacia de polícia. para a prisão cautelar. não se pode. imediata e espontaneamente”. Rel.º 128. apenas a existência da materialidade do c rime e indícios da autoria. Sepúlveda Pertence. Rel. Pedro Paulo sofrendo coação por parte da Autoridade Policial. flagra nte impróprio ou quase flagrante e. Ora. Cezar Peluso. Rel. por t odo o exposto. RJTJESP 39/256) “Prisão em flagrante — Inocorrência — teligência dos arts. por exemplo. Está. Rel. 302 e 317 do CPP — O caráter de flagrante não se coaduna com a apre sentação espontânea do acusado à autoridade policial. de réu solto. 302 do Código de Processo Penal. com base na periculosidade presumida do indiciado. a reincidência não poderá prejudicar o pedi do de relaxamento de prisão. a última. nem havia acabado de com etê-la (flagrante próprio). n. de seu envolvimento no crime de furto qualificado. a apresentação espontânea do re querente desfigura. Crim. no momento em que foi detido p ela polícia. assim.c. não podendo. DJU de 06/06/2007 ). a terceira.260. Segunda Turma. ao processo da ação penal. nenhuma destas ocorreu no caso em tela. na afirmação genérica de que a prisão é necessária para acautelar o mei o social (HC 86. nem tampouco perseguido imediatamente após sua prátic a. o jus libertatis estaria seriamente comprometido.351. uma vez que o mesmo não se enquadra em nenhuma das h ipóteses do art. min. senão vejamos: “Prisão em flagrante — Inocorrência — Agente que não foi surpr endido cometendo a infração penal. Primeira Turma. o Estado Democrático de Direito. o que o fez. desconsiderar que a autoria deve vir ao menos comprovada com o mínimo de prova — leiam-se aí indícios idôneos — pois. até o trânsito em julgado de sua condenação. nos casos de presunção “juris tantum” da desnecessidade da custódia cautelar .311/SP. primário e de bons antecedentes. nem f i encontrado. min. Crim. na periculosidade presumida do agente (HC 90. confo rme pode-se observar da situação narrada. das três modalidades acima expostas. DJU de 13/09/2007). Nesse sentido.” (TJSP Câm. reflexament e.º 126. Pedro Paulo não estava cometendo a infração penal. logo após.162/RJ. no clamor social decorrente da prática da c onduta delituosa (HC 84. Se há indícios. Inexiste prisão por apresentação” (in Curso de Direito Processual Penal). Assim. solto. ainda que de maus antecedentes e rein cidente. o que constitui prisão ilegal. h. min.858/SP. Segunda Turma. min. Não obst ante ser necessária. h. Cezar Peluso. os fatos apurado s sustentar uma prisão em flagrante. Em resumo. conforme se verifica do auto de prisão em flagrante.As duas primeiras modalidades são consideradas flagrante próprio. ou de réu q ue responde. em situação que autorizasse presunção de ser o seu autor .Câm. RT 82/296) Em verdade. Ressalte-se que não houve flagrante nenhum com relação a Pedro Paulo. não foi perseguido pela polícia ou por qualquer pessoa. se demonstrada a sua necessidade pelo Juiz. flagrante presumido. por imprópria. como na jurisprudência deste Superior Tribunal de Justiça. Por fim. em situação que faça presumir ser ele o autor da infração (flagrante impróprio). Com efeito. HC 90. Rel. DJU de 06 /06/2007) ou. e m caso contrário. Inexiste prisão em tais circunstâncias . ademais. uma vez ser esta totalmente nula. todavia. somente será legal e conforme a Constituição da Repúbl ca. n. DJU de 28/06/ 2007). ainda. deve-se requerer o relaxamento da prisão em flagrante delito levada a efeito. isso terá que ser apurado durante a instrução criminal. Segunda Turma. como na Lei.471/PA. ouvi-lo-á e representará ao juiz quanto à necessidade de decretar a custódia preventiva . Carlos Britto.

Não se exige. Gilmar Mendes. DJU de 29/06/2007). Rel. Celso de Mello. Assim. Rel. Para o deferimento d a liberdade provisória.464/RS. DJU de 04/05/2007). não es tão presentes os requisitos da prisão preventiva pois o requerente é primário e possui r esidência fixa. Min. ausência dos requisitos para a prisão preventiva. Min. Ricardo Lewandowski. Primeira Turma.ª Min.” e LVII – “ninguém será considerado c lpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória. Desse modo. inciso XV . a constrição cautelar desse direito fundamental (art. Rel. DJU de 09/11/2007). somente se admite a continuidade da segregação caso resulte demonstrada a sua necessidade diante da análise dos requisito s objetivos e subjetivos que autorizam a prisão preventiva. Segunda Turma. desta forma. por conseguinte. Rel. é inadmissível que a finalidade da custódia cautelar. esse instituto é a liberdade provisória. apenas é prevista nas hipóteses de absoluta necessidade. Sabidamente.729/SP. tendo em vista as condições subjetivas favoráve is ao preso e. dos requisitos legais ensejadores da prisão preventiva (RHC 89. Rel. com ou sem fiança. DJU de 17/05/200 7). Rel. da Carta Magna) deve ter base empírica e concreta (HC 91. Ricardo Lewandowski. PROBLEMA 2 Liberdade provisória com ou sem fiança apoiando-se no mérito pessoal do preso. Assim sendo. prisão temporária. não bastando. sem que ocorresse qualquer prejuízo à liberdade do acusado. por outro não perm ite que o Estado trate como culpado aquele que não sofreu condenação penal transitada em julgado (HC 89501/GO. prisão preventiva. Min. Min. a mera explicit ação textual de tais requisitos (HC 92. Na nossa legislação pátria. em liberdade. Eros Grau. LIBERDADE PROVISÓRIA P ROBLEMA 1 Liberdade provisória sem fiança. Atualmente. houve a ne cessidade de estabelecer institutos com a finalidade de assegurar o regular dese nvolvimento do processo. qua lei admitir a liberdade provisória. Gilmar Mende s. ninguém deverá ser recolhido à prisão senão após o trânsito em julgado de sentença condenatória. Segunda Turma.398/SP. parágrafo único do CPP. analise a pres ença. Segunda Turma. PROBLEMA 3 O candidato deve fazer um pedido de liberdade provisória em favor de Daniel. exige o estatuto processual a inocorrência das hipóteses previ stas nos seus artigos 311 e 312.ª Cármen Lúcia. O princípio consti tucional da não-culpabilidade se por um lado não resta malferido diante da previsão no nosso ordenamento jurídico das prisões cautelares (Súmula n.069/RJ.”).privação cautelar da liberdade individual reveste-se de caráter excepcional (HC 90. a prisão preventiva se justif ica desde que demonstrada a sua real necessidade (HC 90.º. 5. DJU de 27/04/2007) com a satisfação dos pressupostos a que se re fere o art. Primeira Turma. dificultando a 137 .753 /RJ. venha a ausentar-se do distrito da culpa. DJU de 16/03/2 007). DJU de 11/10/2007). Min. 312 do Código de Processo Penal. ainda que de forma sucinta. fundamentação exaustiva.862/SP. DJU de 22/11/2007). Rel. 310. sendo exceção à regr a (HC 90. médico estabelecido que não vai oferecer risco para o processo. contudo. qualquer que seja a m odalidade (prisão em flagrante. deve ser exp edido em favor de Pedro Paulo o competente alvará de soltura. No caso em análise. prisão decorrente de decisão de pronúncia ou prisão em razão de sentença penal condenatória recorrível) seja detu pada a ponto de configurar uma antecipação do cumprimento de pena (HC 90. A custódia cautelar. concisa.972/GO . Segunda Turma. Assim.º da Constituição Federal (incisos LXVI – “ninguém será levado à prisão ou nela mantido. Min. Fu ndamento: art. frise-se. sendo suficient e que o decreto constritivo. Primeira Turma. Min. nada indicando que.º 09/STJ). R el. Pri meira Turma. Celso de Mello. conforme se depreende do artigo 5 . Desse modo. no caso.

narrando o crime de atentado violento ao pudor e requerendo o processamento do feito. quan do o máximo da pena cominada for superior a 4 (quatro) anos. nos limites de dez mil a cem mil vezes o valor do Bônus do Tesouro Nacional – BTN. § 1º . a liberdade provisória somente poderá ser concedida mediante fiança. nos termos do art. Trata-se de ação penal privada subsidiária da pública. b) de 5 (cinco) a 20 (vinte) salários mínimos de referênci a.Serão puni dos. Est a Lei regulará o seu julgamento. e. 310 e parágrafo único do Código de Proce sso Penal. Art.º . a fiança poderá ser: I . por decisão do juiz competente e após a lavratura do auto de prisão em flagrante. por decisão do juiz competente e após a lavratura do auto de prisão em flagrante. 325 . seguindo-se o rito ordi nário. 325.º . deve obter a nota zero no quesito raciocínio jurídico. CPP. quando se tratar de infração punida com pena privativa da liberdade. com o fim de determinar alta de preços. até 4 (quatro) anos. na resposta. Por fi m.O valor da fiança será fixado pela autoridad e que a conceder nos seguintes limites: a) de 1 (um) a 5 (cinco) salários mínimos de referência. em conformidade com o artigo 100 § 3º do CP em virtude da inércia do Ministério Público em oferecer denúncia no prazo leg al (requerimento endereçado ao juízo de uma das Varas Criminais da Capital). QUEIXA-CRIME PROBLEMA 1 Oferecimento de queixa-crime. devendo ser observados os seguinte s procedimentos: I . III . no grau máximo. até 2 (dois) anos. não se aplica o disposto no art. matérias-primas ou produtos necessár ios ao consumo do povo. no grau máximo . Lei n. 3. 138 . a natureza do delito. PROBLEM A 2 Deverá ser redigida Queixa-Crime contra Antoine.aplicação da lei penal.º.521.a liberdade provisória somente poderá ser concedida mediante fi ança. intencionalmente e sem autorização legal. Ressalte-se que o candidato que propuser habeas corpus (peça não privativa de advogado). deve ser requerida a concessão de liberdade provisória mediante fiança. o limite mínimo ou máximo do val or da fiança poderá ser reduzido em até nove décimos ou aumentado até o décuplo. Deve ser ressaltada.o valor de fiança será fixado pelo juiz que a conceder.reduzida até o máximo de dois terço . di ficultando a prova. em proveito próprio ou de terceiro. Art. pelo juiz.se assim o recomendar a situação econômica do réu. até o décuplo. § 2.aumentada. com pena privativa da liberdade.São também crimes desta natureza: I . da data da prática do crim e. os crimes e as contravenções contra a economia popular. c) de 20 (vinte) a 100 (cem) salários mínimos de referência. ou qua lquer outra peça. já que se tra ta de crime contra a economia popular. 350 do CPP. Res salte-se que não incide na hipótese o art.Nos casos de prisão em flagrante pela prática de crime contra a economia popular ou de crime de sonegação fiscal. nos casos d e prisão em flagrante pela prática de crime contra a economia popular ou de crime de sonegação fiscal. pois não se trata de crime no qual se tenha utilizado de violência ou grave ameaça. não se aplica o d isposto no Art.destru ir ou inutilizar. II . § 2º . na forma desta Lei. quando se tratar de infração punida. nem que venha a causar perturbações durante a instrução criminal. 310 e parágrafo único deste Código. 1. com estrita observância do artigo 41 do C PP. Assim. de 26 de dezembro de 1951 Art.Se assim o recomen dar a situação econômica do réu. pois não se trata de requerente comprovadamente pobre.º 1.

140. Trata-se. a causa de aumento do art.PROBLEMA 3 PEÇA: Queixa-Crime ENDEREÇAMENTO: Juizado Especial Criminal de São Paulo. do CP) PED IDO: RECEBIMENTO E AUTUAÇÃO DA QUEIXA-CRIME + CITAÇÃO DA QUERELADA PARA SER INTERROGADA. PROBLEMA 2 Alegações Finais. III. do CP) + CAUSA DE AUMENTO DE PENA (art.c. 141.225. Ademais. que é vaga e imprecisa. Lei nº 9. III. além da s ofensas.216-A.61. Sr. do Código de Processo Penal. art. vez que. 30 do CPP). 100. com base no artigo 403. § 2º. 55 da Lei nº 11. houve ineficácia absoluta do meio empregado. COMPETÊNCIA: JUIZ DE DIREITO DO J UIZADO ESPECIAL CRIMINAL DA COMARCA DE ___. de conformidad e com o artigo 411. Dr. § 2º. III. pois. §1º. já que o crime é de uso de documento falso. apresentadas perante o Juízo do Júri (onde houver). assim. com redação dada pela Lei nº 11. o crime de injúria. III. §3º. 141. art. TESE: CRIME DE INJÚRIA REAL COM VIAS D E FATO (art. Juiz de Direito da 12ª Vara Criminal da Capital. PROBLEMA 4 PEÇA: Q UEIXA-CRIME (ART. PROBLEMA 3 Peça profission al adequada: Alegações finais de defesa. Conteúdo da peça: Abordar que o Ministério Público não tem razão.343/06. Endereçamento: Exmo. No caso. ALEGAÇÕES FINAIS PROBLEMA 1 Alegações finais sob a f rma de memoriais. a rt. c. PEDIDO: Condenação de João pe a prática de assédio sexual. Pedido: rejeição da denúncia. ambos do CP. Requerer: A impro cedência da ação penal nos termos do artigo 386. 141.. configurando. incidirá.313/06.099/95. de um crime de injúria qualificado por vias de fato (injúria real). AMBOS DO CP + NOTIFICAÇÃO E OITIVA DAS TESTEMUNHAS ARROLADAS (COLOCA R O ROL DE TESTEMUNHAS). invocando o titulado crime impos sível (artigo 17 do Código Penal). o acu sado não estava portando o documento que também não foi exibido (daí não haver uso). ainda. do CP e art. PROCESSADA E CONDENADA NA PENA DO CRIME PREVISTO NO ART. §4º. Como o documento foi "encontrado no armário". onde deverá ser sustentada a inépcia da denúncia. COMBINADO COM O ART. inclusive . pois o crime foi praticado na presença d e inúmeras pessoas. a conduta de "A" é atípica. do CPP. FUNDAMENTO: A Querelante teve a sua honra subjetiva ofe ndida pela Querelada. 140. a Querelada cuspiu no rosto da Querelante. do CPP. DEFESA PRELIMINAR PROBLEMA 24 Defesa Preliminar prevista no ar t. do CP. Competência: Juiz de Direito da Vara do Júri 13 9 .

não foi reconhecido pela vítima temunhas não imputam a ele o fato. §3º. sequer. (in dubio pro reo). b) requerimento para instauração de exame de dep endência toxicológica. A postulação é de absolvição com fulcro no inci o I. PROBLEMA 6 Alegações finais. Pedido: impronúncia por inexistência de crime (artigo 409.P. observandose que os testemunhos são indiretos. COMPETÊNCIA: JUIZ DE DIREITO DA ___ VARA CRIM INAL DA COMARCA DE TESE E PEDIDO: FALTA DE JUSTA CAUSA EM RELAÇÃO AO CRIME DE CORRUPÇÃO DE MENORES + AFASTAMENTO DA QUALIFICADORA DO CRIME DE FURTO FUNDAMENTOS: O menor já teve diversas passagens pela Vara da Infância e Juventude. A postulação ministerial vem firmada em suposição. Em relação ao crime de furto qualificado. §3º. CPP). 403. PROBLEMA 7 P EÇA: ALEGAÇÕES FINAIS (art. expedindo-se alvará de soltura. Além disso. §4º. 140 . O fato de contar com antecedentes insalubres não tem o condão de conduzir o juiz para um decreto de reprovação. 157. PROBLEMA 5 Peça: alegações finais (art. "caput". que viola o princípio da presunção legal de inocência. desconfigurando a prática do crime de corrupção de me nores. c) absolvição – não basta a confissão. cumpre ressaltar que em nenhum mome nto houve provas suficientes de que o réu escalou o muro ou arrebentou o portão da c asa da vítima. nos moldes do tipo penal que lhe foi imputado (art. do CPP). do CPP. inclusive tendo cumpr ido medida sócio-educativa de internação. 40 . com a apresentação de alegações finais p rante o Juízo da 1ª Vara Criminal da Capital. A prova reunida no processo não evidencia ter o réu ingressado em a tos de execução. d o C.falta de provas suficientes para a condenação. Afastamento das qualifica doras – não há prova de uso da arma e de que os dois cometeram os crimes. §3º. Dirigida ao juiz do processo. do CPP) COMPETÊNCIA: JUIZ DE DIREITO DA 4ª VARA CRIMINAL DA COMARCA DO RIO DE JANEIRO. não sendo suficiente a palavra d o co-réu e o encontro do dinheiro. PROBLEMA 8 PEÇA: ALEGAÇÕES FINAIS (art. a rtigo 17 do Código Penal. Arma desmuniciada configura ineficácia absoluta do meio. a título de tentativa. nulidade pela realização do interrogatório de Antônio s em a presença do advogado de Luís e ofensa ao contraditório. Fundamentos: pedido de absolvição. Alegações possíveis: a) nulidade do interrogatóri o em virtude da ausência do defensor. do Código de Processo Penal. O fato não é punido. Argumento: Crime impossível. não presenciais. de nulidade e de afastamento da qualificad ora do inciso I. do CPP ("estar provada a inexistência do fato"). PROBLEMA 4 De verá ser cumprida a fase do artigo 403. Absolvição . o menor era conhecido nas redondez as por praticar pequenos furtos. do artigo 386. salientando que o Ministério Público eq uivocadamente requereu a condenação. 403.). Dirigida ao juiz de di reito.Fundamento: Artigo 411. Código de Processo Penal). §3º. quando o correto seria a pronúncia.

requerendo a reforma em inteiro teor da decisão de primeiro grau. no Juizado Especial. SUBSI DIARIAMENTE ANULAÇÃO DO PROCESSO “AB INITIO” FUNDAMENTOS: Em primeiro lugar. c) Fundamento: artigo 581. d) Prazo para interposição: 05 (cinco) dias. Por fim. O pr incípio do in dúbio pro reo é garantia constitucional. decisão. prevalece a impronúncia. b) Órgão co mpetente: Tribunal de Justiça. PEDIDO: ABSOLVIÇÃO DO RÉU E. estar dispensado o exame de corpo de delit o. oferecida a denúncia.099/95 (e não ao procedimento comum ordinário).P. Em seguida.P. Desse modo.P. requerer. Apesar de.. compe tente por tratar-se de crime doloso contra a vida. a fim de que o acusado seja absolvido su mariamente (art. Cumpre ressaltar. desde logo. não houve a representação do ofe dido. PROBLEMA 9 PEÇA: ALEGAÇÕES FINAIS. As razões do recurso deverão ser dirigidas ao Tribunal de Justiça.P. A argumentação e a fundamentação deve rão invocar a legítima defesa como excludente de ilicitude. deveria ter sido lav rado um Termo Circunstanciado (em substituição ao Inquérito Policial) e encaminhado ao Juizado Especial. deveria ter sido realizada a audiência preliminar d e conciliação (possibilidade de composição civil e transação penal) e. tornando o fato atípico. CPP COMPETÊNCIA: JUIZ DE DIREITO DA _ VARA DO TRIBUNAL DO JÚRI DA COMARCA DE _ TESE: FALTA DE JUSTA CAUSA (IN DUBIO PRO REO) PEDIDO: IMPRONÚNCIA DO RÉU (ART. por falta de provas. art. do CPP = causa excludente de antijuridicidade). §4º. No caso em tela.P. que a denúncia do promotor é inepta. Ocorre que o crime de lesão corporal leve é um crime de ação penal pública condicionada à representação. 411. Art. VI. 386. 141 . ao procedimento especial da Le i 9. deve existir laudo médico comprovando a materialidade do delito (fato que também não ocorreu no problema acima). o crime é inf ração de menor potencial ofensivo. revo gando-se a Medida de Segurança. Em caso de manutenção da mesma. que os autos subam ao Tribuna l competente. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO PROBLEMA 1 a) Recurso cabível: RECURSO EM SENTIDO ESTRITO.). o réu agiu em legítima defesa (causa excluden te de antijuridicidade). 586 do C. 41 do CPP.TESES: NULIDADE DO PROCESSO (art. portanto. Deve-se interpor Recur so em Sentido Estrito ao Juiz da Vara do Júri requerendo a reconsideração da R. 414 CPP) FUNDAMENTOS: Na incerteza da autoria do delito. 564 do CPP) e FALTA DE JUSTA CAUSA (art. PROBLEMA 10 PEÇA : ALEGAÇÕES FINAIS C OMPETÊNCIA : JUIZ DE DIREITO DA _ VARA CRIMINAL DA COMARCA DE PEDIDO: DECLARAÇÃO DA EX TINÇÃO DA PUNIBILIDADE TESE: EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE FUNDAMENTOS: Abolitio criminis.P. tornando nula a denúncia do promotor. pois não preenche todos os requisitos exigidos pelo art.106/2005 revogou o crime de sedução do CP. ainda. sujeito. com fundamento no artigo 25 do Código Penal.. 415 do C. inciso IV do C. A Lei 11. somente na falta de a cordo.

Aceitar-se-ia para a solução do problema a interposição de um pedido de HC endereçado ao T ribunal de Justiça desde que o mesmo esteja fundamentado na modificação de absolvição sumári a para que os julgadores acatem a legítima defesa como excludente de ilicitude de conformidade com o artigo 25 do Código Penal. pleitear a nulidade da pronúncia pela inclusão da segunda qual ificadora. Juiz de Direito da 1ª Vara do Júri da Capital.P. sendo que "A" agiu em estado de necessidade. reforma pelo tribunal. O juízo de retratação deverá ser observado pelo candidato. Se mantida. Não houve dolo eventual no caso em tela. de inter posição. apesar de admitido. postulando-se a desclassificação para o crime de lesões corporais seguidas de m orte – art. A primeira de interposição endereçada ao Exmo. com o disposto no artigo 419 d o C. Finalidade: recebimen to da apelação e seu processamento. 581. IV do C. havendo necessidade de adita mento. No mérito. 129 parágrafo 3º do C.para que o réu seja julgado perante uma vara sing ular. PROBLEMA 6 Recurso em sentido estrito Habeas corpus (só para a declaração d e nulidade) Fundamento – Havia necessidade de suspensão do processo conforme dispõe o artigo 366 do Código de Processo Penal. deverá ser endereçada ao Tribunal de Justiça. O recurso deverá ser fundamentado ao final. sendo que nesta petição deverá constar o juízo de retratabilidade. A prova testemunhal é controvertida. inciso IV do Código de Processo Penal. com fundamento n o art. vigora o 142 . 581. IV) En dereçamento –Tribunal de Justiça. . podendo também ser suscitado o artigo 23. A segunda petição deverá ser en ereçada ao Egrégio Tribunal de Justiça. e não é insignificante. Ao final o candidato deverá postular a absolvição sumária c om base no artigo 415 do Código de Processo Penal. exclusivamente. Afastamento da q ualificadora da traição porque não fora incluída na denúncia. pleiteando-se ainda a revogação da medid a de segurança. PROBLEMA 4 Peça – Recurso em sentido estrito. Pode-se. até mesmo.P. outra assevera que ele estava fora do país. também. O r econhecimento fotográfico. Endereçamento –Tribunal de Justiça Pedido – Alteração pelo juiz. A s egunda. inciso I do Código Penal. crime de injúria. PROBLEMA 2 Trata-se de Recurso em Sentido Estrito em duas petições. n os exatos termos do artigo 24 do Código Penal. Sr. Fundamento – Segundo forte corrente doutrinária e ju risprudencial. que autorizasse a imputação de homicídio doloso. Ele atua como auxiliar do Ministério Público e não defende. pois. Dr.P. de razões em recurso de sentido estrito. PROBLEMA 5 Peça – Recurso em sentido estrito (art. na decisão de pronúncia. interesse própr io de natureza civil. ao Juiz de Direito da 1ª Vara do Júri. PROBLEMA 3 Trata-se de um recur so em sentido estrito.P.P. no prazo de cinco dias. fundamentada no artigo 581. enquanto uma afirma que o acusado era o autor dos disparos. Afastamento da qualificadora do motivo fútil porque cuspir no rosto de outra pesso a pode configurar. que deverá ser elaborado em duas petições: A primeira. o assistente pode recorrer para pleitear agravamento da pena. não se prestaria à comprovação da autoria. Não é correto afirmar que. Pedido e fundamento – Afastamento das qualificadoras.. há dúvida razoável sobre a autoria.

tendo havido encontro casual).414. PROBLEMA 8 A peça pertinente constitui na interposição do Recurso em Sentido Estrito perante o Tribunal de Justiça de São Paulo. pois não sabia quem eram as pessoas que in vadiram a sua casa. CPP.Tribunal de Justiça. do inciso II.declaração de nulidade. negand o o dolo eventual. afastamento das q ualificadoras: não agiu por motivo torpe. art. PROBLEMA 10 Peça Recurso em sentido estrito. Afastamento da qualificadora do inciso I. sendo admissível subsidiariame te o habeas corpus. beneficia o acusado. Órgão competente . Pedidos: impronúncia e afastamento das qualificadoras.princípio “in dubio pro societate”. prov a ilícita (interceptação se destinava à descoberta de outro crime. I e 588 do C. Juiz de direito – juíz o de retratação. podendo o candidato al egar no recurso em sentido estrito pela desclassificação por conduta culposa. Pedidos: absolvição sumária porque agiu em legítima defesa de sua propriedade. caso o candidato considere que o pronunciado esteja preso. o princípio do in dubio pro societate na pronúncia. já que não há informação de que o pronunciado está preso.) 143 . s endo.P. entretanto. inciso IV. segundo d outrina atual. pois é possível que o dono de uma residência rea ja ao ingresso de pessoa estranha em sua casa. porque em nenhum momento hou ve referência a pagamento feito por Mário. Fundamentos: I mpronúncia: falta de prova. mesmo em relação a essa espécie de decisão. PROBLEMA 11 Tribunal compete nte – Tribunal de Justiça Peça adequada – Contra-Razões de Recurso em Sentido Estrito (art . não houve surpresa. Pedido no Recurso em sentido estrito: Preliminar . vez que obrigatória também a indiferença quanto ao resultado. Pedido n o habeas corpus: declaração da nulidade. III e IV porque não se comunicariam. contrariando a decisão de pronúncia proferida pelo juiz de Itu. 581. em virtude do princípio do favor rei. destacando que o recurso em sentido estrito é o recurso apropri ado.impronúncia. porque ciúme não configura moti vo fútil. Não se pode invocar mais. do CPP. inaplicabilidade do princípio “in dubio pro societate”. vez que os fat os não configuram infração dolosa já que não houve assunção do risco com indiferença quanto a esultado.P. Dirigido ao juiz e ao tribunal. mais apropriado o recurso em sentido estrito. PROBLEMA 9 Recur so em sentido estrito contra a decisão de pronúncia. no caso. tendo como fundamento o artigo 581. Mérito . não sendo suficiente para a caracterização do dolo a presença da assunção do risco . não sendo previsível o uso de ex plosivo e de recurso que impossibilitaria a defesa. PROBLEMA 7 PEÇA: Recurso em Sentido Estrito E NDEREÇAMENTO: Tribunal Regional Federal da 3ª Região PEDIDO: Impronúncia de João pela não ex istência de indícios suficientes de que seja o réu o seu autor. com reme ssa dos autos ao juiz competente para o exame do crime conexo. pois a dúvida razoável.

que indepen de de reclamação oportuna.P. A impetração de habeas-corpus dev erá ser considerada errada e suficiente para a reprovação do candidato. PROBLEMA 12 PEÇA: RECURSO EM SENTIDO ESTRITO (art. declarada de ofício pelo juiz – art. inclusive . IV. 564. A impetração de habeas-corpu s deverá ser considerada errada e suficiente para a reprovação do candidato. 61 do CPP). ou seja. do CPP).competência do Tribunal de Justiça Pedido de anul do julgamento por deficiência dos quesitos.P. que não pode ser interpretado em desfavor do acusado. IV. (art. I. ou seja. de vez que "A" é inquilino e tem a posse do imóvel (falta o denominad o "animus furandi"). 60. 60. é uma sanção processual imposta ao querelante inerte ou negligente na condução do processo. da Constituição Federal. pelo princípio da disponibilidade. 386. PROBLEMA 3 Int erposição e razões de recurso de apelação .) Crime prescrito – art. 386. ocorreu a perempção com base no art. do CPP c/c art. LXIII. 581. A perempção é um instituto decorrente do princípio da disponibilidade da ação penal pr ivada. III. do CP). PEDI DO: DECLARAÇÃO DA EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE.art. a vítima pode desistir da ação prop osta. PROBLEMA 2 Interposição e razões de recurso de Apelação Competência do Tribu nal de Justiça Desenvolver a tese de regular exercício do direito previsto no art. inciso VII. 109 + 107 C. conseqüentemente. IX. APELAÇÃO PROBLEMA 1 Recurso de Apelação . acarretando a extinção da punibilidade (a qual deverá ser.P. Pedido de absolvição por ins uficiência de provas . FUNDAMENTO: A ação penal privada é norteada. do CPP Interposição: ao Juiz da 28º Vara Razões: ao Tribunal de Justiça de São Paulo Tese Principal: Não há que se f alar de furto. entr outros. a extinção da punibilidade (art. OBS: Lembrar que RESE tem juízo de retratação. transformando o seu silêncio na polícia em presunção de culpa. do CP). 5º.EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE (art. 41 e 395 do C. I. por f alta de qualificação do indiciado e por fazer inserir circunstâncias totalmente divorc iadas da realidade (art. 593. 1 07. do CPP e. só os antecedentes são insuficientes para magistrado f ormar seu convencimento quanto a autoria. do CPP. Requerer: reforma da sentença (absolvição) art. Ademais. 107.art. PROBLEMA 4 144 . parágrafo único. do CP). Vício insanável do questionário. No caso em tela. TESE: PEREMPÇÃO . COMPETÊNCIA: JUIZ DE DIREITO DA ___ VARA CRIMINAL DA C OMARCA DE ___ (INTERPOSIÇÃO DO RECURSO) + TRIBUNAL DE JUSTIÇA (RAZÕES DO RECURSO).Pontos a serem abordados – inépcia da inicial por falta do rol de testemunhas.

requerendo-se a absolvição. Deverá ser requerida a reforma da sentença (ou provimento do recurso) pa ra os fins de absolver o apelante. é estritamente civil. O apelante não realizou as condut as núcleo do tipo que são "oferecer" ou "prometer" vantagem indevida. § 2º. inciso I. PROBLEMA 9 Peça – Apelação ndereçamento – Tribunal de Justiça. PROBLEMA 7 A solução é a interposição do recurso de apelação perante o juízo de primeira tância. no prazo de 5 dias. inciso I do C. "não há corrupção ativa. as razões de apelação. do Código de Processo Penal. em 8 (oito) dias. inciso III do CPP. nos termos do artigo 600. do CPP. endereçada o Exmo. mas deu a impo rtância por imposição do funcionário.P. 145 .P. segundo Delmanto. nos termos do artigo 386. entendendo que o fato é atípico. o que. 1ª pa rte do Código Penal. As razões são apresentadas no juízo "a quo". Há interesse em apelar da sentença absolu tória pois houve um prejuízo na esfera administrativa que poderá ser revisto se o Trib unal reconhecer a inexistência do fato. Sr.Trata-se de uma Apelação. 593. pois não há fr aude e o estelionato não existe a não ser com cheque emitido para pronto pagamento.. Abso Fundamento – Quando alguém recebe valor em dinheiro como pagamento de seus serviços e não os executa não comete apropriação indébita. O dinheiro que é entregue passa a ser de su a propriedade. com fulcro no art. PROBLEMA 6 a) Peça adequada: RECURSO DE APELAÇÃO. inciso I do C. já que atípica a conduta de "A". não penal. com fundamento no artigo 386. 386. a fundamentação deve ser deduzida neste sentido. do Código de Processo Penal. examinou esta matéria. visto que o fato não constitui infração penal.P. assim.. enquanto que subsidiariament e (tese principal) pleitear a desclassificação do crime com base no artigo 29. b) In terposição: a uma das Varas Federais Criminais. Dr. na qual deve ser po stulada a absolvição do apelante. A segunda petição deverá s er endereçada ao Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. c) Competência: Tribunal Regional Fede ral 3ª Região. PROBL EMA 5 Deverá ser apresentada. A questão. composta por duas petições. P. sendo que o arrazoado é direcionado aos Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Juiz de Direito da 1º Vara Criminal do Foro Central da Capital. pela participação idealizada em delito de menor gravidade. As razões do recurso devem s er dirigidas ao Tribunal Regional Federal. Pedido – Reforma pelo tribunal. Deverá ao final ser pos tulada a absolvição do apelante "A" com fulcro no art. seguido das razões endereçadas ao Egrégio Tribunal de Justiça de São Paulo. Argumento: Deve-se inter por recurso de apelação a qualquer Vara Criminal Federal. inciso III. mas c ussão praticada pelo funcionário". O STF. Nas razõe postular de forma mais ampla a absolvição do apelante. po r meio da Súmula 246. 593. também há jurisprudência neste sentido. não como promessa de dívida. PROBLE MA 8 Peça – Apelação Endereçamento –Tribunal de Justiça. d) Fundamento: art. A primeira de interposição. Assim.

porque não houve a subtração. d o Código Penal. inciso I. o que re presentou reformatio in pejus indireta. por exemplo. Pedido e fundamento – pedindo anulação da sentença. de 2005. no momento. 155. tipo físico comum). Subsidiariamente. aceita em alguns acórdãos. Pedido s e fundamentos – Absolvição por ausência de provas em relação ao crime de estupro. no tocante ao estupro. inciso III. do Código Penal). pe la Lei 11. para qualificar o crime de furto. Quanto à qualificadora da escalada (art. VI do Código de Processo Penal e no art. Subsidiariamente. deve ser efetuado contra o obstáculo que dificulta a subtração da coisa e não contra a própria cois a. com fundamento no art. com menos de sessenta anos de idade (artigos 181. Inconstitucional idade do regime integralmente fechado – Há posicionamento no sentido de que a fixação de regime integralmente fechado fere a garantia constitucional de individualização da pena. OUTRA ALTERNATIVA Peça . deveria argumentar que o rompimento. Habeas corpus. porque é isento de pena o filho que comete crime contra pai. localização do acusado no momento do reconhecimento . Quanto à edução. Endereçamento –Tribunal de Justiça. Fundamentos: Crime único – Existe forte entendi mento no sentido de que a morte do co-autor não serve para afirmar a existência de c oncurso material. PROBLEMA 13 Apelação Endereçamento: Tribunal d e Justiça Pedidos e fundamentos . Cuida-se de posição que. desclassificação para tentativa de latrocínio e inconstitucionalid ade do regime integralmente fechado.Pedidos: crime único. afastamento da causa de aumento prevista no art. do Código Penal).No mérito. 217 do CP. II e 183. inciso II. abolitio criminis em razão da supressão do delito previsto no art. PROBLEMA 11 Apelação. como. 386. com pedido de absol vição. PROBLEMA 12 Apelação. do CP.Habeas corpus.interior do veículo. deveria requerer o afastamento das qualificadoras. uma escada. ou de esforço incomum.106. Ped ido e fundamento – Redução da pena em face da impossibilidade de agravamento. III. Qua nto à qualificadora do rompimento de obstáculo (art. Desclassificação p ara tentativa de latrocínio – Embora haja súmula do Supremo Tribunal Federal no sentid o de que “há crime de latrocínio. também em face da lei ac ima referida. 181. 155. 226. poderia ser sustentada a tese de tentat iva de latrocínio. deveri a argumentar que a escalada somente se caracteriza com o emprego de meio instrum ental. Endereçamento –Tribunal de Justiça . PROBLEMA 10 Peça – Apelação. deveria sustentar a absolvição do acusado c om base em negativa de autoria. quando o homicídio se consuma. o que 146 . em sua nova composição. do Código Penal). bem como em razão da dúvida ocasionada pelas condições e m que a testemunha de acusação o teria reconhecido (reconhecimento em período noturno. por ser ele sujeito ativo e não passivo do crime. Endereçamento –Tribunal de Justiça. está sendo objeto de especial atenção do Suprem o Tribunal Federal. II. ainda que não realize o a gente a subtração de bens da vítima” (Súmula 610).

PROBLEMA 18 147 . Denúnci a recebida em 04. PROBLEMA 15 PEÇA: Apelação Criminal ENDEREÇAMENTO: Tribun al de Justiça do Estado de São Paulo PEDIDO: Absolvição de João do crime previsto no art. Além disso. ardil ou qualquer outro meio fraudulento. eis que não está vinculado à denúncia. pela proibição da reformatio in pejus indireta. Se crime existiu. 109. “a” e “d” do Código de Processo Penal). o estelionato só é púnivel a título de dolo. 59 do Código Penal e norteadores da fixação da pena-base. dela obtendo vantagem ilícita. aspecto subjetivo que não s e denota da simples qualificação do crime. que consist e na vontade de enganar a vítima. CPP) o u por não existir prova suficiente para a condenação (art. b. CPP). só pode reco rrer quem foi vencido no pedido (sucumbência). e mpregando artifício. Pedidos – absolvição – insuficiência de lidade do processo (é o pedido principal. existênc ia de erro por parte do Magistrado na formulação dos quesitos referentes às qualificad oras. c. d) Mérito: Pode o Promotor de Justiça pleitear a absolvição do réu se concluir por sua inocênc ia. b) Órgão competente: Tribunal de Justiça c) Preliminar: Apesar de gozar o Prom otor de Justiça de independência funcional. nem o prejuízo alheio). apartando-se dos elementos previstos no a rt. III. não há estelionato culposo. 115) – tempo 6 anos – Tempo decorrido até agora. o que não ocorreu no caso em tela. V. PROBLEMA 17 a) Contra-Razões d e Apelação. §1º. III) – Redução pela metade – menor de (art. quanto à aplicação da pena. Órgão competente Tribunal de Justiça. acima do mínim o legal. Ainda.não se vislumbra em razão da pequena altura do muro transposto. deveria indicar o equívoco do juiz ao exasperar a pena-base. PROBLEMA 14 Peça: Apelação End ereçamento: Tribunal de Justiça de São Paulo.1 48. no caso) . foi ele tentando e nunca consumado. indeferimento da tréplica pelo Magistrado. Assim. VII. Não é obrigatório o pleito condenatório.386. em prejuízo alheio. o Ministério Público é uno e indivisível. PROBLEMA 16 Peça: Apelação. II.386. II – decisão dos jurados manifesta mente contrária à prova dos autos. Não pode ser estelionato consumado se inexistiram todos os elementos do tipo penal (não houve a vantagem ilíc ita.cerceamento de defesa e pedid o de reconhecimento de prescrição. principalmente entre os quesitos referentes à autoria e o evento morte. Pode requ r a condenação. o pleito ministerial não pode ser alterado em sede recursal. existência de contrariedade na votação dos quesitos por parte dos jurados. Pedido: decretação de nulidade ou realização de novo julgamento (artigo 593. com base tão-somente no dolo intenso do agente. Fundamentos: I – n ulidade: a.03.2002 – Prescrição – 12 anos (art. Ainda. a absolvição ou o acolhimento parcial da denúncia. do Código Penal por não haver prova da existência do fato (art.

parágrafo único. configurando. ainda. tão somente. c/ c art. COMPETÊNCIA: JUIZ DE DIREITO DO JUIZADO ESPECIAL C RIMINAL DA COMARCA DE BELO HORIZONTE (INTERPOSIÇÃO DA APELAÇÃO) + TURMA RECURSAL (RAZÕES D A APELAÇÃO). por vo ntade própria). PEDIDO: ANULAÇÃO “AB INITIO” EM RELAÇÃO AOS CRIMES DOS ARTS. do CPP). o afastamento do réu ocorreu por questão de segu rança física (madrugada + lugar ermo). CPP COMPETÊNCIA: JUIZ PRESIDENTE DO _ TRIBUNAL DO JÚRI DA COMARCA DE TESE: DESCLASSIFICAÇÃO DO CRIME DE HOMICÍDIO TENTADO PARA O CRIME DE LESÃO CORPORAL DE NATUREZA GRAVE PEDIDO: SEJA O RÉU SUBMETIDO A NOVO JULGAMENTO FUNDAMENTAÇÃO: A acus ação não conseguiu provar a intenção do réu de matar seu irmão. I. ficando provado nos autos a i tenção de lesionar. o fato atípico (já que o tipo penal exige a intenção específica do agente de fugir da responsabilidade penal e civil). Então. FUNDAMENTOS: O crime de direção sem permissão ou habilitação (art. CONCLUSÃO: a falta de representação é causa d idade absoluta (a punibilidade não está extinta. 593. 386. entregou ao enfermeiro da ambulância um papel contendo a iden tificação do seu carro. Como o crime de direção sem habilitação foi absorvido pelo crime de lesão corporal culposa. DO CTB (art. antes de deixa r o local dos fatos. Ne cessário ressaltar. Em relação ao crime de fuga do l ocal do acidente (art. Todavia. CP. ocorreu a absorção do crime de perigo (direção sem habilitação) pelo delito de dano (lesão corporal culposa). 303 E 309. Pafúncio não praticou nenhuma das condutas típicas descritas. uma causa excludente de antijuridicidade. ai nda que se entenda que o fato é típico. 305 do CTB). PROBLEMA 20 PEÇA: APELAÇÃO. portanto. Art. 303. III. pois ainda não ocorreu a decadência do prazo para representação). tornando. a vítima (já que se absteve de consumar o homicídio. do CPP). do CPP) + ABSOLVIÇÃO DO RÉU EM RELAÇÃO AO CRIME DO ART. importante ressaltar que o réu. a nulidade também o abrangerá. necessariamente. III. EXCLUDENTE DE ANTIJURIDICI DADE). “a”. TESES: NULIDADE (FALTA DE CONDIÇÃO OBJETIVA DE PROCEDIBILIDADE) + FALTA DE JUSTA CAUSA (FALTA DE TIPICIDADE OU. SUBSIDIARIMENTE. DO CTB (art. I. 29. 302. Pafúncio deverá ter sua pena diminuída de 1/6 a 1/3. que o crime de lesão corporal culposa é um crime de ação penal pública condicionada à representação da vítima. absorvido pelo crime de lesão corporal culposa (art. PROBLEMA 21 148 . § 1º. 309 do CTB ) é. uma vez que configura causa de aumento de pena (art. ambos do CTB). VI.PEÇA: APELAÇÃO (art. 593. no caso em tela. d. 564. parágrafo único. 303 do CT B). Quanto ao crime de porte ilegal de arm a. PROBLEMA 19 PEÇA: RAZÕES DE APELAÇÃO COMPETÊNCIA: DESEMBARGADOR RELATOR DA APELAÇÃO Nº _ DA _ TURMA DO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA _ REGIÃO TESE: DIMINUIÇÃO DE PEN A EM RELAÇÃO AO CRIME DE ROUBO + ATIPICIDADE QUANTO AO CRIME DE PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO PEDIDO: DIMINUIÇÃO DA PENA NA MEDIDA DE SUA CULPABILIDADE EM RELAÇÃO AO CRIME D E ROUBO E ABSOLVIÇÃO DO CRIME DE PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO FUNTAMENTOS: De acordo com o art. em razão de s ua participação de menor importância no delito. 305. assim.

está criado o problema. relev ante a proibição do art. basta saber lidar com a situação. Está perdido o júr i e uma grave injustiça pode ser produzida. lugar do lo gro. se não aceitar a produção. fazendo-os deslizar no imaginário. Nesse mome nto. em plenário. Deverá sustentar a nulidade do julgado. a parte adversa fica numa situação dificílima. mesmo sem farda e fora de serviço. do que trabalhar com a realidade do documento. proferidas por juiz si ngular nos casos não previstos no Capítulo anterior.). sem a concor dância da defesa. portanto) a decisão que pretende. compreendida nessa proibição a leitura de jornais ou qualquer es crito. Art. uma das partes postula ao juiz a utilização de um determin ado documento que – pelos mais variados motivos – não pode ser juntado com a antecedênci a legal de 3 dias.das decisões definitivas. do CPP. Basta que o adversário saiba explorar a curiosidade dos jura dos.Caberá apelação no prazo de 5 (cinco) di as: I . o estrago é ainda maior. está investido na condição de policial. estará em situação de desvantagem pela surpresa ge rada. na prova. decisão de 1º grau. a. 475 do CPP. causa danos irreparáveis ao julg amento. ou. evitando comprometimento da outra parte com o ingênuo questionamento ‘concorda com a leitura do documento’? Tal prática. CPP. conforme o conteúdo do documento. se recusou é porque al go tinha para esconder. na sua maioria? Questionam a outra parte se concordam com a produção. alegando-se que o acusado. 475 .das sentenças definitivas de condenação ou absolvição proferidas por juiz singular . assegurando o necessário contraditório. Pronto. que pode – definitivamente – compromet er o julgamento. será impossível contradizê-lo. exibiu documentos relativos a outro processo a que responde o réu com o fito de influenciar o ânimo dos julgadores no que concerne às condutas pretérita s do Apelante. Isso é elementar. A argumentação p de fundamentar-se. pelo men os. b) for a sentença do juiz-pres idente contrária à lei expressa ou à decisão dos jurados. Por outro lado. entre outras. c) houver erro ou injustiça no t ocante à aplicação da pena ou da medida de segurança. Art. 475 (pois é uma garantia revestida de forma). e. de 3 (três) dias. após. quando dos debates. ante a vi olação ao art.a) CONTRA-RAZÕES DE APELAÇÃO. c) Fundamento: artig o 593 do Código de Processo Penal. ou com força de definitivas. d) for a decisão dos jurados manifes tamente contrária à prova dos autos. sem a oportunidade de contraditá-los. O que fazem os juízes. Deve-se requerer improvimento ao recurso minist erial e a conseqüente manutenção..).das decisões do Tribunal do Júri.. e. da R. quando: a) ocorrer nulidade posterior à pronúncia. III. em inteiro teor.Durante o julgamento não será permitida a produção ou leitura de documento que não tiver sido comunicado à parte contrária.. Sobre o tema leciona Aury Lopes Júnior: “Situação bastant e problemática e que acabou se tornando comum na atualidade é a seguinte: no curso d o júri. marca novo júri (. muitas vezes fundamentada na (pseudo) garantia do contraditório. A proibição con tida no dispositivo em comento tem por escopo evitar que. sejam as pa rtes – uma ou outra – surpreendidas com a produção ou leitura de documentos novos. PROBLEMA 22 O candidato deve interpor recurso de apelação com fundamento no art. b) Órgão competente: Tribunal de Justiça. III . Assim. verific ando sua relevância. treinado para a proteção da sociedade.” (In: Direito Processual e sua 149 . para extrair de lá (do imaginário.. logo. 593. visto que o representante do Ministério Público. dissolve o conselho de sentença. Daí porque das duas uma: ou o juiz veda c ategoricamente a produção do documento (sem questionar a outra parte para não comprome tê-la frente aos jurados) e não permite qualquer menção a ele no julgamento. cujo conteúdo versar sobre matéria de fato constante do processo. Errou o juiz. É até mais útil explorar o imaginário em torno do q ue foi mostrado (agravado pela recusa da outra parte. e firmeza devem demonstrar os juízes na sua aplicação. 593 . Se aceitar a produção. com antecedência. II . determina a juntada do documen to.

na produção da nova prova. para o TJSP. mormente porque o órgão ministerial instigou os s enhores jurados a que “pensassem o que quisessem” acerca da recusa.ª ed. o u aberto.” “§ 4o Nos delitos definidos no caput e no § 1. as penas poderão ser reduzidas de um sexto a dois terços. o candidato deve pleitear a reforma da r. fabricar. É que.. ainda que gratuitam ente. exportar. restou prejudicada. 2007.343/06 prescreve: “As penas previstas nos arts. 33 a 37 desta Lei são aumentadas de um sexto a dois terços. expor à venda. poderá. também não é possível afastar a conclusão de que o nobre promotor de justiça surpreendeu a defesa. mesmo não lido em Plenário. transportar. b) o condenado não reincidente. ao fazer uso do direito que lhe confere o ar t. de locais de trabalho coletivo.A pena de reclusão deve ser cumpri da em regime fechado.500 ( mil e quinhentos) dias-multa. salvo necessidade de transferência a regime fechado. culturais. Subsidiariamente. entregar a consumo ou fornecer drogas. segundo o mérito do condenado. Proc. desde que o agente seja primário.343/0 6 prevê: “Importar. cuja pena seja igua l ou inferior a 4 (quatro) anos. Editora Saraiva. Nesse sentido:TJDFT Órgão: Segunda Turma Criminal Classe: APR . desde o início.As penas p rivativas de liberdade deverão ser executadas em forma progressiva. 33 .. guardar. de sedes de entidades estudantis. não se dedique às atividades criminosas nem integre organização criminosa. qual seja. produzir. da Lei n° 11. 649/650). pode s er que este fato não tenha sido aquele que levou o conselho de sentença a decidir co mo decidiu. o candidato deve pedir ao magistrado que acolha a argüição de nulidade suscitada. página 133). p rescrever. preparar. recreativas. ter em depósito. (. na obra Júri – Procedimentos e aspectos do julg amento (11. do CPP. ou beneficentes. se: III a infração tiver sido cometida nas de pendências ou imediações de estabelecimentos prisionais. sociais. Assim. desde o princípio.Conformidade Constitucional. de serviços de tratamento de 150 . 475 do CPP.Apelação Criminal Num. de ensino ou hospitalares. poderá. que: “Constitui prova nova o documento que. tem seu conteúdo transmitido aos jurados”. para determinar seja o acusado submetido a novo julgament o. pela defesa. o semi-a berto. vedada a conversão em penas restritivas de direitos. com fundament o no art. remeter. sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar: Pena – reclu são de 5 (cinco) a 15 (quinze) anos e pagamento de 500 (quinhentos) a 1. Com efeito. Entretanto. Art. ministrar.° 11. sentença. p.: 2004 09 1 004111-7 Apelante: JÚLIO CÉSAR SOUZA Apelado: MINISTÉRIO PÚBLICO DO DIS TRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS Relator: DESEMBARGADOR ROMÃO C.” E o artigo 40.o deste artigo. Ed. c) o condenado não reincidente. cumpri-la em regime aberto. I. OLIVEIRA Revisor: DESEMB ARGADOR VAZ DE MELLO PROBLEMA 23 Deve-se interpor recurso de apelação. Ora. vende r. trazer consigo. de recintos onde se realizem espetác ulos ou diversões de qualquer natureza. de acordo com o art. adquirir. semi-aberto ou aberto. Hermínio Alberto Marques Porto anota.) § 2º . Lumen Juris. esportivas. III. de modo q ue se estabeleça regime mais ameno para o cumprimento da pena. observados os seguintes critérios e ressalvadas as hipóteses de trans ferência a regime mais rigoroso: a) o condenado a pena superior a 8 (oito) anos de verá começar a cumpri-la em regime fechado.. de bons antecedentes. o artigo 33 da Lei n. 593. cuja pena seja superior a 4 (quatro) anos e não exceda a 8 (oito). em regime semi-aberto. Rio de Janeiro. cu mpri-la em regime semi-aberto. oferecer. 33 do CP. A de detenção.

puderam verificar a existência da droga. Frise-se que a inconstitucionalidade do regime integralmente fechado declarada pelo Supremo Tribunal Federal no lead ing case HC 82. contém elementos de convicção. Pedido de nulidade do processo "ab initio" . deve-se alegar que houve. § 2. sem demons trar nervosismo ou medo. em caso de o TJSP negar provimento à apelação. por parte de Vânia.959/SP e.dependentes de drogas ou de reinserção social. não se dedica a atividade s criminosas nem integra organização criminosa.o. portanto. subsistindo a modalidade culposa. por desrespeito ao disposto no art. haja vista que Vânia é primária. O quadro probatório. não responde pelo crime a título d e dolo.” No caso. afi rmou uma única versão para os fatos. Restou comprovado nos autos. tratando-se de erro invencível. PROBLEMA 2 a) Re curso cabível: EMBARGOS INFRINGENTES restritos à matéria divergente: b) Órgão competente: Tribunal de Justiça. e a fixação de regime inicial menos severo. tratando-se de provocação de erro vencível (aquele que poderia se r evitado pelo homem médio.o. Subsidiariamente.P. somente após a perfuração da sola do tênis. de bons antecedentes. do Código Penal). reformando-se a sentença condenatória integralmente. deve-se requerer o reconhecimento da causa de diminuição do artigo 33. especialmente diante dos depoimentos das testemunhas. de forma fundamentada.464/07 (Nova Lei dos Crimes Hedi ondos) possibilitaram a progressão de regime no cumprimento da pena e afastaram o ób ice legal para permitir o regime inicial aberto ou substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos. C. EMBARGOS INFRINGENTES E DE NULIDADE PROBLEMA 1 Interposição de emba rgos infringentes com base no voto minoritário dirigida ao Desembargador Relator 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça. visto que Vânia passou caminhando calmamente pela guarita policial.P. d) Requisit o de admissibilidade: decisão não unânime do Tribunal. de molde a não deixar dúvidas sobre a inocência da ré quanto ao delito de tráfico e entorpecentes. a acusada. mediante minuciosa análise das peculiaridad es de cada caso. com um facão. § 4. Informaram. Segundo Damás io E. Ademais. a Lei n. que a abordagem da ré se deu de modo aleatór io. PROBLEMA 3 151 . se prevista em lei. 514 o CPP. e) Prazo para interposição: 10 (dez ) dias. O recurso deverá. o er ro de tipo determinado por terceiro (artigo 20. razão pela qual se deve requerer o conhecimento e provimento do r ecurso de apelação. por fim. Já a pessoa que foi pr ovocada. naquelas circunstâncias). que a acusada não tinha consciência do seu proceder. da nova lei de combate às drogas. sustentar a tese contida no voto vencido. não responde pelo crime cometido. durante toda a persecução criminal. em seguida. em Código Penal Anotado. Até mesmo as testemunhas arroladas pela acusação rel ataram que. A impetração de habeas-corpus deverá ser considerada errada e suficiente para a reprovação do candidato. c) Fundamento: Parágrafo único do artigo 609. de unidades militares ou policiais ou em transportes públicos. em hipóteses como essa. o terceiro que prov ocou o erro responde pelo crime a título de dolo ou de culpa. de Jesus. quer a títu lo de dolo ou culpa.. de modo que a ré seja absolvida da imputação constante na denúncia.º 11.

c. com isso. o juiz já havia admitido a aplicação do artigo 155. 41 e 39 5 do C.P.c. no caso. anexas. 155 do Código Penal. O Tribunal de Justiça é o competente para o julgamento do "Habeas Corp us". "A" está sendo responsabilizado objetivamente. Como já referido na 1ª opção. Embora.). do Código Penal na fundamentação. . §2º. inciso LXVIII.F. principalmente porque. 5º. da C. aplicando o §2° do art. P. O juiz deve ajustar a parte dispos itiva à fundamentação. 609. o candidato deverá postular a refor ma do V. Fundamentos: Há contrari dade entre a parte dispositiva e a fundamentação. essa possibilidade. há também orientação diversa. segundo entendimento diverso do exposto na primeira opção. 647 e 648. parágrafo único do CPP.) visando o trancamento da ação penal. no caso. pois sua conduta não passou dos limite s da imprudência. Ness as condições. para que prevaleça o voto vencido. e. PROBLEMA 2 Deverá ser impetrada uma Ordem d e "Habeas Corpus" (art. boa parte da doutrina admite. devendo ser requerida a concessão de liminar para sustar o processo até final j ulgamento do "writ". poderia ser admitida a apelação. o que não é admitido em direito penal (art. HABEAS CORPUS PROBLEMA 1 Habeas Corpus ao Tribunal de J ustiça. em petição que deverá conter.P. com b ase no art. A pet ição deverá ser endereçada ao Desembargador Relator do Recurso em sentido estrito. PROBLEMA 3 152 . do C. não poderia haver alteração de pena por meio de embargos de declaração. no sentido de ser "A" processado por homicídio culposo e não por homicídio doloso. de qualquer forma. visto que da forma como foi elaborada a d enúncia. de qualquer forma. inciso I. as razões do inconformismo. Fundamentos: Embora não fosse o remédio mais xpedito e indicado. há também orientação diversa. do Código Penal na fundamentação. uma vez que sofre coação ilegal por desrespeito ao artigo 10 do Código de Proces so Penal em evidente excesso de prazo. já que somente responde quem desenvolver ação ou omissão. ainda que haja entendimento c ontrário à admissibilidade de privilégio no furto qualificado. a conduta é atípica e o Juiz não poderia ter recebido a denúncia (art. a pena venha a ser alterada. do C. o juiz havia admitido a aplicação do artigo 155. 2ª OP – Apelação Endereçamento – Petição de interposição ao Juiz de Direito e Razões ao Tribunal d Pedido – Aplicação do §2º do artigo 155 do CP. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO PROBLEMA 1 1ª OPÇÃO: Peça – Embargos de Declaração E nto – Juiz de Direito Pedido – Aplicação do §2º do artigo 155 do CP. Nas razões. Ainda que haja entendimento contrário à admissibilidade de priv ilégio no furto qualificado. 13. §2º. nos casos de contrariedade.P.).P.Trata-se da interposição do Recurso de Embargos Infringentes e de Nulidade para o Tr ibunal de Justiça. Acórdão.

ficando apenas 2 anos. inci so LXVIII. dirigida ao Trib unal de Justiça de São Paulo.P. com fundamento no artigo 5º. endereçado ao Tribunal Regional Federal da 3ª Re gião. para comprovar a materialidade delitiva. da Constituição Federal. ao te or do que dispõem os artigos 158 e 564. PROBLEMA 9 153 . em virtude da total incompetência do Juízo. com fulcro no art. do C. e a remessa dos autos ao Juízo competente para a sua r enovação. Deverá ser postulada a anu lação do processo desde o início. a Justiça Federal não é competente pa ra julgar as contravenções. que não é admissível em Direito Penal. indispensável o exame de corpo de deli to direto. inciso I. inciso VI. a sentença é nula eis que não demonstrada a materialidade do delito. que tem caráter definit ivo. à própria configuração da material idade do crime. 564. portanto. o exame peri cial é condição especial que assegura a viabilidade inicial da ação penal nos delitos cont ra a propriedade imaterial. 648. 1ª figura do CPP. desconsider ando a continuidade. III. pois não há justa causa para o processo. pois. inc iso IV. em face da proximidade do interrogatório. com base no art. da Constituição Federal. No caso. Deverá ser impetrada uma ordem de "habeas corpus". O processo foi instaurado com fundam ento na teoria da responsabilidade objetiva. PROBLEMA 4 Competência: Tribunal de Justiça de SP Peça: Habe as Corpus Fundamentação: alegar que Procópio está sofrendo constrangimento ilegal em razão do recebimento irregular de queixa-crime pelo juízo da 25ª Vara Criminal da Capital . inciso I. a ilicitude não permitia a acusação porque dizia respeito ao próprio ato de apreensão de documento falso e. do Código de Processo Penal. e a Súmula 38 do STJ. PROBLEMA 8 Peça – Habeas Corpus Endereçamento – Tribunal de Justiça Pedido – Trancamento da ação pena Fundamentos: Ilicitude da prova colhida em virtude do ingresso na residência sem m andado judicial. "b" do código de Processo Penal. c. cai pela metade pela idade. elaborado por peritos. PROBLEMA 5 Trata-se de um "Habeas Corpus" ender eçado ao Tribunal de Justiça. Serve apenas para a autu ação em flagrante e oferecimento da denúncia. A prova da materialidade da infração somente pode ser comprovada pelo laudo de exame químico toxicológico. com base no artigo 648. PROBL EMA 6 Trata-se de um Habeas Corpus. o que não ocorreu no presente caso.P. que não ocorreu no presente caso. uma vez que os delitos contra a propriedade imaterial constituem ilícitos penais que deixam vestígios materiais. contando-se o pra zo a partir do trânsito em julgado para a acusação. mas sim a Justiça Estadual comum. 109. Ainda. 648.O laudo de constatação é uma perícia preliminar e não definitiva. PROBLEMA 7 Habeas Corpus por prescrição da pretensão executória. nos termos do artigo 525 do CPP. VI do CPP.c. Pedido: o trancamento da queixa-crime e a concessão de medida liminar para suspender o andamento da ação penal até julgamento do HC. Desse modo.. sendo. A prescrição seria 4 anos. visto que segundo o art. qu e só reconhece a responsabilidade subjetiva.

154 . da CF). e. não podendo ser autor izada. tem direito à prisão especial antes de eve ntual sentença condenatória transitada em julgado. ser conhecido pe lo Tribunal. poderia acentuar os argumentos de inconstitucionalidade.1989). inciso V. PROBLEMA 10 Habeas corpus Agravo de execução Fundamento – A d ecisão de regressão para regime fechado deve ser precedida de oitiva do condenado (a rt. III). Pedido: declaração de ilegalidade do decreto de prisão preventiva e trancamento da ação penal. 7°. Deveria apontar. expedindo-se contramandado de prisão. PROBLEMA 12 Habeas Corpus Endereçam ento: Tribunal de Justiça Pedidos e fundamentos: pedido de trancamento da ação penal p or ausência de justa causa para a ação penal em razão da inconsistência dos argumentos acu satórios (estímulo à prática de delitos e garantia de impunidade).1989 . a ilegalidade da colocação do acusado em cela comum.º da Lei 7. parte final. XLIX). ped ido de nulidade da decisão que impôs a prisão preventiva. ped ido de nulidade da decisão que impôs a prisão preventiva. 118. desde logo. Pedido e fundamento – O rito adequado para o recurso do Ministério Público era o recurso em sentido estrito. XLVI). não podendo.. Subsidiariamente. com p articipação de advogado (art. haja vista a ausência do requi sito da garantia da ordem pública. § 2°. por isso. por contrariar o princípio de individualiz ação da pena (art. Subsidiariamente. 5 º. Além disso. haja vista a ausência do requi sito da garantia da ordem pública. 1 º. ainda. tem direito à prisão especial antes de eve ntual sentença condenatória transitada em julgado. assim. inciso LV. Pedido: declaração de nulidade da dec isão. 5°. 7°. o agravo do Ministério Público foi intempestivo. a prorrogação do prazo só é possível em caso de extrema e comprovada necessida de (art. da Lei 7960. por violação do princípio da dignidade humana (art.12. por ofensa à integridade físi ca e moral dos detentos (art. PROBLEMA 13 Habeas Corpus Endereçam ento: Tribunal de Justiça Pedidos e fundamentos: pedido de trancamento da ação penal p or ausência de justa causa para a ação penal em razão da inconsistência dos argumentos acu satórios (estímulo à prática de delitos e garantia de impunidade). caput. da Lei 8. PROBLEMA 11 Habeas corpus Fundamento – A prisão temporária só é possível em relação aos es expressamente previstos no inciso III do artigo 1. 2º. uma vez que o advogado. PROBLEMA 14 Peça: Habeas Corpus End ereçamento: Tribunal de Justiça de São Paulo. inciso V. de 21.12. da Lei 8.Peça – Habeas corpus – Superior Tribunal de Justiça. a ilegalidade da colocação do acusado em cela comum. da Lei 7.906/94 (Estatuto da Advocacia).210/84 – Lei de Execução Penal) e de oportunidade de defesa.960. uma vez que o advogado. nos termos do art.906/94 (Estatuto da Advocacia). 5 º. Além disso. Pedido – concessão de habeas corpus para que seja revogada a prisão temporária. ainda. nos termos do art. de 21. Deveria apontar.

Pe didos possíveis: a) trancamento da ação penal por falta de justa causa e por ilegitimi dade ativa do Ministério Público. b) relaxamento da prisão em flagrante porque não havia situação de flagrância. 34 da Lei 9. não podendo o decreto sustentar-se e m simples revelia do acusado. da Constituição Federal. não havendo ecessidade de o mesmo permanecer à disposição da justiça por falta de interesse ao proce sso. garante ao advogado o direito de examinar.ª Instância da Justiça C omum Estadual. art. já que é o legítimo proprietário do veículo. c) Fundamento: Artigo 105. b) Órgão competente: Superior Tri bunal de Justiça. O dispositivo citado se aplica aos crimes contra a ordem tributária. antes do recebimento da denúncia. CPP COMPETÊNCIA: DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DF TESE: EXT INÇÃO DA PUNIBILIDADE PEDIDO: RELAXAMENTO DA PRISÃO EM FLAGRANTE E EXPEDIÇÃO DE ALVARÁ DE SO LTURA + DECRETAÇÃO DA EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE E CONFIRMAÇÃO DA LIMINAR FUNDAMENTOS: De acor do com o art. os autos do inquérito policial. ou seja. na repartição policial. PROBLEMA 15 Habeas corpus ao Tribunal de Justiça. c) liberdade provisória porque não estão presentes os requisitos da prisão preventiva. Pedido – Determinação à autoridade coa ora para que garanta a vista dos autos. 8038/90. Fundamento – O Estatuto da Ordem dos Advog ados do Brasil (Lei 8906.º 1533/51.94). 1. VI. artigos 30 a 32. 5. ausência dos requisitos previstos na lei ( artigos 311 e 312 do Código de Processo Penal). No caso em tela. conforme preconizado nos arts. de 4. RECURSO ORDINÁRIO CONSTITUCIONAL PROBLEMA 1 a) Recurso cabível: RECURSO ORDINÁRIO CONSTITUCIONAL.249/95. combinado co m os arts. com base no art. Fundamentar no sentido de que o indeferimento da pleiteada restituição fere dir eito líquido e certo do impetrante. sen do que ao final a segurança deverá ser concedida definitivamente. 155 . Mandado de Segurança com pedido de limi nar.7. 119 e 120 do CPP. O sigilo não pode prevalecer em relação ao advogado. inciso II. em seu artigo 7º.Fundamentos: a) quanto à prisão preventiva. alínea "a" da Constituição Feder al e Lei nº. MANDAD O DE SEGURANÇA PROBLEMA 1 Impetrar junto ao Juízo de Direito de 1. PROBLEMA 2 Peça – Mand ado de segurança Endereçamento –Juiz de primeiro grau.º inciso LXIX. Lílian efetu ou o pagamento logo após sua prisão. XIV. PROBLEMA 16 PEÇA: HABEAS CORPUS COM PEDIDO DE LIMINAR. Apresentar fundamentação diante do "fumus boni iuris" e o "periculum in mora" para a obtenção da liminar. 648. 118. o pagamento do tributo devido (reparação dos danos ) antes do recebimento da denúncia acarreta a extinção da punibilidade.º e seguintes da Lei n.

tanto que é concedido o prazo do artigo 154. no prazo de 05 dias. além de não estar o despacho e a decisão de segunda instância devidamente fundamentados. O endereçamento da interposição é para o Presidente d Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. PROBLEMA 3 Deverá ser interposto Recurso Ordinário Constitucional para o Superior Tribunal de Justiça. reproduzir a argumentação veiculada no “habeas corpus” denega do e requerer aquela mesma providência que deveria ser concedida e não foi (no caso em tela. a simples gravidade do fato não é motivo para não conceder a fiança. t ambém. A autoridade coatora é o Tribunal de Justiça. e) Aceitável. alínea a. inciso II. O único r ecurso cabível é o Recurso Ordinário Constitucional.038/90). 105. O recurso deverá. PROBLEMA 2 Deverá ser interposto Recurso Ordinário Constitucional para o Superior Tribunal de Justiça. Portanto. O pedi do de relaxamento do flagrante com a expedição de Alvará de Soltura poderá enfocar o exc esso de prazo para o término da instrução criminal por motivos aos quais o acusado não d eu causa. no sentido de cessar o constrangimento ilegal que o réu sofre. viola os 156 .d) Prazo: 05 (cinco) dias. a impetração de Habeas Corpus. As r azões devem ser apresentadas junto com a interposição do recurso. tanto é que foi concedido o prazo do artigo 514. TESE: NULIDADE PEDIDO: ANULAÇÃO DO PROCESSO DESDE O INTERROGATÓRIO. Indiscutivelmente a infração é afiançável. no ROC. foi elei to motivo que a lei não prescreve como impeditivo. inciso II. direito subjetivo do réu consagrado na Constituição Federal. Trata-se de decisão denegatória de Habeas Corpus. cuja competência para conhecimento e julgamento é do Superior Tribunal de Justiça. com base no artigo 105. juntamente com as razões endereçadas ao Superior Tribunal de Justiça. do Código de Processo Pe al. a configuração do constrangimento ilegal pela manutenção do acusado sob custódia por mais tempo do que o admitido pela jurisprudência dos Tribunais. O endereçamento d a interposição é para o Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo que encam inhará os autos para o STJ. persistindo o constrangimento ilegal . que encaminhará os autos para o STJ. da Constituição Federal. substitutivo ao Recurso Ordinário Constitucional. FUNDAMENTOS: O recorrente deverá. Outrossim. em virtude do excesso de prazo. aliás. Portanto. da Constituição Federal. COMPETÊNCIA: DESEMBARGADOR PRE SIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ___ (INTERPOSIÇÃO DO ROC) + STJ (RAZÕES DO R OC). alínea A. II. a impetração de ordem de "Hab eas Corpus" – substitutivo do Recurso Ordinário Constitucional para o Superior Tribu nal de Justiça. no interrogatório do réu. PROBLEMA 4 PEÇA: RECURSO ORDINÁRIO CO NSTITUCIONAL (art. direito subjetivo do réu consagrado na Constituição Federal. a simples gravidade do fato não é motivo para não conceder a fiança. “a”. Indiscutivelmente a infração é afiançável. Outrossim. foi eleito mo tivo que a lei não prescreve como impeditivo. também. Admite-se. além de não est arem o despacho e a decisão de segunda instância devidamente fundamentados. Buscar seja provido o recurso. a ausência de defensor e do próprio MP. a liás. do Código de Processo Penal. dirigido diretamente ao STJ. da CF e Lei 8. com base no artigo 105. ser interp osto ao Tribunal de Justiça. As razões apresentadas junto com a interposição do recurso r eferindo-se e buscando convencer os Ministros daquela Corte. Buscar seja provido o recurso. persistindo o constrangimento i legal. desde que com a fundamentação própria. portanto. para a formação da culpa.

02. por si só. Ordem concedida. 104. O decreto prisional cautelar e xarado em desfavor dos pacientes bem como o acórdão que manteve referida decisão não dem onstram de forma consistente a presença dos pressupostos e fundamentos que autoriz am a custódia preventiva (CPP. Homicídio tentado por duas vezes. limitando-se a fazer referência à gravidade do delito imputado na denúncia contra eles ofertada.2005). tem atualmente o inegável respaldo da doutrina jurídica ma is autorizada e da jurisprudência dos tribunais do país. Ausência dos pressupostos e fundamentos legais que autorizam a prisão preventiva. em observância ao princípio constitucional da presunção de inocência ou da não-culpa bilidade. sob pena de antecipar a reprimenda a ser cumprida quando da condenação. o acusado seria soldado do tráfico. IV. II. em face do princíp io da presunção de inocência. inclusive de ofício pelo juiz). fato que justificaria a custódia. ao qual. não pode servir de motivação à custódia. manteve-se a segregação do acusado sob o argumento de que. DJU 25. Como se verifica da decisão que determinou a prisão cautelar. Prisão preventiva decretada com base na gravidade do delito. a prisão cautelar é medida excep cional e deve ser decretada apenas quando devidamente amparada pelos requisitos legais. Constrangimento ilegal. 3. A nulidade absoluta pode ser alegada a qualquer te mpo. circunstância que não se mostra s uficiente. III.020/RJ. Como é cediço. 312 do CPP. A simples reprodução das expressões ou dos termos legais expostos na no rma de regência. para a decretação da referida medida restritiva de liberdade ant ecipada. HC 85. antes de a decisão condenatória penal transitar em julgado. Sepúlveda Pertence. Min. por conseguinte. sem apresentação de fato concreto de terminante. PROBLEMA 5 Deve-se interpor recurso ordinário e m habeas corpus (RHC). A mera alusão a requisito legal da segregação cautelar. II. não se pode atribuir a alegada coação. Tal fundamento. impõe o a rt. A exigência de fundamentação do decreto judicial de prisão cautelar. nem os apelos à repercussão dos del itos e à necessidade de acautelar a credibilidade das instituições judiciárias: preceden tes. Processual penal. Decisão judicial: a falta ou inidoneidade da sua fundamentação não pode ser suprida pela decisão do órgão judicial de grau superior ao negar habeas corpus ou desprover recurso: precedentes. i soladamente. definido ou não como hediondo. Prisão preventiva: ausência de dados concretos que justifiquem a afirmação de que o paciente não se sente inibido à prática de delitos. tecendo-se os seguin tes argumentos. art. sej a temporária ou preventiva. que deve reger-se sempre pela demonstração da efetiva necessidade no caso e m concreto.princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa. afastado de qualquer circunstância concreta d iversa da relativa ao fato delituoso. provavelmente. em regra. Considerando que a denúncia não foi precedida de inquérito policial. sequer submetidas ao STJ. como. é fora de dúvida que o decreto de prisão caut elar há de explicitar a necessidade dessa medida vexatória. Por conseguinte. divorciada dos fatos concretos ou baseada em meras suposições ou pres sentimentos. como se vislumbra in casu. justificar a prisão cautelar. acarretando a nulidad e absoluta do ato processual. Rel. mas apenas de pr ocedimento administrativo instaurado no âmbito do Ministério Público Estadual. 312 do Código de Processo Penal. aliás. Necessidade concreta da medida restritiva de liberdade não demo nstrada. inaceitável que a só gravidade do crime imputada à pessoa seja suficiente para justificar a sua segregação. Não pode o STF conhecer originariamente de questões suscitadas pelo impetrante que. 2. no entanto. Habea s corpus. Prisão preventiva: fundamentação: i nidoneidade. 315 do mesmo Código. e que n em mesmo a expedição da precatória destinada à citação dos acusados — para responder à 157 . segundo jurisprudência pacífica do STJ e do STF. entre os elencados no art. (STF. Não constituem fundamentos idôneos à prisão preventiva a invocação da gravidade do crime imputado. alínea “a”). confirmada pela corte estadual. tendo em vista que o referido dispositivo legal não admite conjecturas. indicando os motivos que a tornam indispensável. A propósito: HC – Competência originária. para o STJ (CF. não basta para. sendo. 312). não é suficiente para atrair a incidência do art. art.

tal fundamento. como fuga ou escusa no atendiment o a chamado policial ou judicial. Ordem concedida para revogar o decreto de prisão pr eventiva. que. quando ausentes quaisquer fatos co ncretos que justifiquem tal medida preventiva. Rel. por ocasião do julgamento da ADIN 3 . ainda. ainda. eventual sentimento de vingança ou revolta por intere sses ilegítimos contrariados. quando deu provimento ao apelo do Ministério Público. fato que justifi caria a custódia. os acusados são soldados do tráfico. que.826/2003. Arnaldo Esteves Lima. dentre os elencados no art. caso fique demonstrada concretamente a necessidade da referida medida. Rica rdo Lewandowski. Pr ecedentes do STJ e do STF. ressalvada a possibilidade de decretação de nova custódia cautelar por motiv o superveniente. 5. RECURSO ESPECIAL PROBLEMA 1 Recu rso Especial para o Superior Tribunal de Justiça. em consonância com o parecer do MPF. confirmada pela corte estadual. provavelmente. É fora de dúvida que o decreto de prisão c autelar. Constrangimento ilegal evidenciado.397/MG. 315 do mesmo Cód igo. sem prejuízo de nova decretação. Como se verifica da decisão que indeferiu o pedido de liberdade provisória do p aciente. se por outro motivo não estiver preso. que proibia a liberdade provisória no c aso dos crimes de posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Recurso provido. assim entendida aquela que antecede a condenação transitada em julgado. A questão foi retirada da jurisprudência do STJ: Recurs o em habeas corpus nº 23. Min. Ausência de justif icativa idônea amparada em fatos concretos. Prisão em flagrante. Indeferimento do pedido de liberdade provisória.03. DJU 21. que tem sentido muito amplo por estar voltada para a preservação de bens jurídicos essenciais à convivência social. Recurso provido.112-1/DF. Rel. alegando “reformatio in pejus” no ju lgamento da apelação já que o Tribunal afastou a pena restritiva de direitos concedida pelo Juízo de 1ª Instância. comércio ilegal de arma de fogo e tráfico internacional de arma de fogo. Anote-se. como. 312 do CPP. 21 da Lei 10. Min. Rel. é insuficiente para. por ocasião do julgamento da ADIN 3. 826/2003. considerou-se inconstitucional o disposto no art. Ricardo Lewandowski.2005). Posse ilegal de ar ma de fogo de uso permitido e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito. do STF. 158 . aliás. 4. com base em fundame ntação concreta. considerou-se inconstitucional o disposto no art. 21 da Lei 10. afastado de qualquer circunstância concre ta diversa da relativa ao fato delituoso. com a numeração raspada. é prematuro decretar a custódia cautelar fundada na conveniência da instrução cr iminal e para assegurar a aplicação da lei penal. isoladamente. há de explicitar a necessidade da medida. comércio ilegal de arma de fogo e tráfico in ternacional de arma de fogo. impõe o art.respectiva ação penal iniciada no mesmo instante em que decretada a preventiva — foi e fetivada. que proibia a liberdade provisória no caso dos crimes de posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. todavia. indicando os motivos que a tornam indispensáv el. m as apenas e somente para deferir o pedido de liberdade provisória ao paciente.344 – RJ (2008/0071349-8) Relator: Ministro Napoleão Nunes Ma ia Filho Recurso ordinário em habeas corpus. manteve-se a segregação do acusado sob o ar gumento de que. Não se pode acolher sob o manto da ordem públic a. Anote-se . sustentando ofensa à Constituição da República. pois o Tribunal de Justiça. do STF.112-1/DF. justi ficar a segregação provisória. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PROBLEMA 1 Recurso Extraordinário diri gido ao Supremo Tribunal Federal. (HC 38. Min.

também. afastamento da circunstância qualificadora ( ele não se enc ontrava armado ) e reconhecimento do crime continuado ( em lugar do concurso mat erial de crimes ). o foro competente é o STF. 2ª parte do CPP) para o fim de a bsolver José com base no art. a anulação por falta de representação o a aplicação da Lei 9. REVISÃO CRIMINAL PROBLEMA 1 a) Recurso cabível: REVISÃO C RIMINAL. PROBLEMA 3 Foro competente: Supremo Tribunal Federal. posto que o réu deve saber por quais motivos fo i condenado). Subsidiariamente. pleitear absolvição em vista de não haver dolo de roubo. ora requerente.P. O candidato deverá postular seja co nhecida a revisão e julgada procedente (artigo 626. na audiência.P. P. PROBLEMA 4 Trata-se de Revisão Criminal. Assim. e) Prazo para interposição: não há prazo. compete ao STF rever. b) Orgão competente: Tribunal de Justiça. inciso III do C. visto que surgiu uma prova no va. Admite-se a impetração de "Habeas Corpus" com a finalidade de reconhecer a ausência da fundamentação e ajustando-se a pena. c) Fundamento: artigo 621.violou a soberania dos veredictos que vigora no júri. A peça processual deve ser a Revisão Cr iminal. 159 . quando por ele proferidas. I do C.P. nu lidade do processo em vista da ausência do réu. pedir afastamento da reincidência ( não comprovada atr avés de certidão cartorária ). com a juntada da justificação criminal. PROBLEMA 2 Razões de Revisão Criminal. visto que a decisão transitou em julgado para o réu..P.. d) Requisito de admissibilidade: juntada da sentença transitada em julgado. que compro vou a ocorrência de um enorme erro judiciário. que houve erro material. Nas razões. o STF não apreciou os argumentos apresentados pela Defesa. Fundamentação: O Recurso Extraordinário apresentado pela Procuradora Gera l de Justiça foi dirigido ao Supremo Tribunal Federal. consoante dispõe o art. 624. ainda que através da via recursal. PROBLEMA 5 Revisão Criminal ou habeas corpus. com base no art. as decisões criminais em processos findos. alegar: preliminarmente.. sendo inocente portanto.P. dirigida ao Tribunal de Justiça de São Paulo. laconicamente. impetrar Habeas Corpus em vista da nulidade ap ontada. sendo qu e o defensor dativo não pode dispensar a presença do acusado – segundo entendimento do STF. já que os jurados apoiaram-se em prova favorável ao acusado. P. transmudando a pena de 21 para 12 anos. onde foi ouvido o ex-detento.099/95. Comp etência STF. em benefício dos condenados. requerendo o competente a lvará de soltura clausulado. No mérito. A fundamentação da defesa d eve se basear na nulidade da sentença que não fundamentou a exasperação da pena (todas a s sentenças devem ser fundamentadas. Portanto. o que não pode prosperar. 621. Além disso. pedindo a desclassificação para lesões leves e. apenas aduzindo. 386. mas apenas int enção de fugir. pois José não cometeu o crime de tortura que lhe foi imputado. inciso III do C. endereçada ao Egrégio Tribunal de Justiça. Peça processual: Rev isão Criminal. Pode-se. eventualmente. inciso III do C..P.

desclass ificação e extinção da punibilidade. torna-se atípica a conduta. se mantida a decisão. maneira de execução (sempre sozinho e do mesmo modo) e outras semelhantes. No mérito. referência à oria restritiva que não enquadra o funcionário de sociedade de economia mista como f uncionário público. caput. vez que não há ninguém preso. desclassificação do crime para o de exercício arbitrário das própri as razões (art. e 345. ser aplicada apenas a pena de um dos crimes. inciso IV. em face da descoberta de novas provas ter ocorrido após o trânsi to em julgado da sentença condenatória. lugar (no bairro da Penha). em relação ao crime de apropriação indébita. caput. argumentando que. Mérito . 345. 514 do CPP). do CP). podendo. inciso III do CPP. portan to. qualquer referência a gravidade do fato. parágrafo ún ico. previst o no artigo 197 da Lei de Execução Penal (Lei 7210/84). subsidiariamente. Ainda. o mesmo ocorrendo com a multa. cumpr indo. acrescida de 1/6 (um sexto). Em assim sendo. 160 . crimes da mesma espécie (furto simples). sendo que o problema do habeas corpus se restringirá à possibilidade ou não da analise da prova.nulidade. sendo por isso a revisão criminal a medida tecnicamente mais adequada. Pedido no Habeas Corpus . ambos do Código Penal). e conseqüente extinção da punibili dade em virtude da decadência do direito de queixa do ofendido (art. AGRAVO EM EXECUÇÃO PROBLEMA 1 O artigo 71 do Código Penal é claro ao especificar quais são os requisitos para a unificação de penas: pluralidade de ações (foram dois crimes). sob alegação de estar havendo constrangimen to ilegal em face de condenação. que é de 1 (um) ano. restando unificadas em 1 (um) ano e 2 (dois) m eses. haja vista a retenção do dinheiro com vista a ress arcimento de dinheiro devido pelo banco ao acusado. Destaque que a impetração de habeas corpus não é a medida tecnicament e mais correta. que deverá ser interposto no j uízo "a quo" para fins de retratação/reconsideração ou não e. como conseqüência. PROBLE MA 7 A peça pertinente consiste na interposição da revisão criminal ajuizada perante o T ribunal de Justiça de São Paulo. estão presentes os pressupostos legais do artigo 71 do Código Penal. por ser o estelionato um crime contra o patrimônio. o que é inadmissível. não havendo. sendo por isso a medida mais adequada a revisão criminal. destacando que. o Meritíssimo Juiz de D ireito da Vara das Execuções Criminais da Capital indeferiu o pleito estribado em mo tivo não determinado pela lei.nulidade da decisão. ser aceita a impetração de ha beas corpus perante o Tribunal de Justiça. do Código de Processo Penal combinado com os artigos 107. as novas provas corroboram que não houve prejuízo econômico para a entidade de direito público. destacando que no mérito deverá o candidato plei tear a desconstituição da sentença condenatória e a absolvição do seu cliente em face da ati picidade da conduta. as razões recurso são para o Tribunal de Justiça de São Paulo. 38. entretanto.PROBLEMA 6 Revisão criminal Habeas corpus Endereçamento: Tribunal de Justiça Fundament os: pedido de nulidade em razão da não concessão de prazo para defesa preliminar (art. O recurso cabível é o Agravo. prevista a revisão criminal com fulcro no artigo 621. condições de tempo (menos de 30 dias entre um delito e outro). Pedido na Revisão criminal: Preliminar . ao contrário do decidido. não havendo o fensa ao patrimônio. vez que segundo o problema.

V e parágrafo único. quer subjetivo (desenvolvimento perante a terapêu tica Penal). PROBLEMA 6 Com fundamento no artigo 197 da Lei n. sem que tivesse cometid o qualquer falta disciplinar. Poderá. letra "e" da Lei de Execução Penal e também no arti go 83. PROBLEMA 3 Trata-se de um Agravo em Execução. no prazo de 5 dias. que os autos subam ao Tribunal competente. d) Prazo para interposição: 05 (cinco) di as. inciso III. por ofensa aos princípios da dignidade da pessoa humana e da proibição de tratamento cruel e. do Código P enal. previstos no artigo 83. foi o preso colocado nesse regime. Sr. cc com o artigo 131 da Lei 7210/84. b) Órgão competente: Tribunal de Justiça. ainda. V e parágrafo único do Código Penal. Fundamentos: I – inconstitucionalidade do Regime Disciplinar Diferenciado. poi s. Pedido: revogação da decretação do Regime Disciplinar Difere nciado. enfatizando a permissão contida no V. com base no artigo 136 da Lei 7210/84. requerer. IV. sendo que nesta petição deverá constar o juízo de retratabili dade. o Livramento Condicional. com fundamento no artigo 197 da Lei de Exe cuções Penais. Juiz de Direito da Vara das Execuções Criminais da Capital. peça essa consistente em petição de interposição e razões anexas. IV. fundamentada no artigo 197 da Lei de Execução Penal. logo após ingressar. O agravante tem direito ao benefício uma vez que já cumpriu todos os re quisitos. sendo que sua prorrogação dependeria de nova avaliação após o transcurso do prazo.PROBLEMA 2 a) Recurso cabível: AGRAVO. Deverá suste que se trata de crime continuado. principalmente. competente por tratar-se de crime de estupro. quer objetivo (tempo). cont udo. A argumentação poderá fundamentar-se na individualização da pena. PROBLEMA 5 Peça: Agravo em Execução. 161 . A primeira de interposição endereçada ao Exmo. guerrear a disposição da Lei 8072/ 90 que determina cumprimento integral da pena em regime fechado permitindo. Endereçamento: Tr ibunal de Justiça de São Paulo. decisão. c) Fund amento: artigo 197 da Lei de Execuções Penais. compost o por duas petições. deverá ser endereçada ao Egrégio Tri al de Justiça. devendo o recurso ao final ser fundame ntado com o artigo 66.210/1994. A segunda petição de Razões de Agravo de Execução. II – o prazo para a decretação do Regime Disciplinar Dif erenciado é de no máximo trezentos e sessenta dias.º 7. desde logo. sua inconstitucionalidade na modalidade pretendida. incisos III. deve-se interpor agravo em execução da decisão do juiz da Vara d e Execuções Criminais de São Paulo/SP. inciso III. Em caso de manutenção da mesma. Deverá ser interposto AGRAVO ao Juiz da Vara das Execuções Criminais requerendo a reconsideração da R. PROBLEMA 4 O candidato d everá formular recurso de agravo ao TJ. postulando a expedição de cart a de livramento. As razões do recurso deverão ser dirigidas ao T ribunal de Justiça. acórdão para a progressão do regime prisional.

comprovado comportamento satisfatório durante a execução da pena. pelo contrário. in execução penal. tendo como fundamento o artigo 112. consta que a última punição de Márcio ocorreu há mais de dois anos. alguma intenção deliberada do detento em frustrar a execução da pena. O livramento condicional poderá ser concedido pelo juiz da execução. no relatório carcerário. vez que cumprido o requisito objetivo. e art. do Código Penal.tenha reparado. expedido pelo diretor do estabelecimento prisional. desde que: I . A autoridade carcerária informou que. 83 do CP assim dispõe: Art. ouvidos o Ministér io Público e o Conselho Penitenciário”. O referido art. bom desempe nho no trabalho que lhe foi atribuído e aptidão para prover à própria subsistência mediant e trabalho honesto. mormente diante do rela tório atualizado da autoridade carcerária informando seu bom comportamento. de modo que. O artigo 131 da LEP deixa b em clara a necessidade da observância dos requisitos elencados no art. Bem a propósito. cometido com violência ou grave ameaça à pessoa. salvo efetiva impossibilidade de fazê-lo. Com efei to. 83 O juiz poderá conceder livramento condicional ao condenado a pena privativa de li berdade igual ou superior a 2 (dois) anos. presentes os requisitos do art. comprometendo-se Már cio. 131 da LEP. 83 do CP. 83. A existência de registro de transgressão disciplinar ocorrida há mais de dois anos não tem o condão de e xigir que ele permaneça encarcerado até a final de sua expiação. o juiz é obrigado a concedê-lo. II . porquanto há dois anos não se registra qualquer fato desabonador à sua con duta. se o apenado não for reincidente específico em crimes dessa natureza. III . V . incisos e parágrafo único do Código Penal. Par a a concessão do livramento condicional.cumprida mais da metade se o condenado for reincidente em crime dolos o.” PROGRESSÃO DE REGIME PROBLEMA 1 A Peça adequada é a interposição de um Pedido de Progressão de Regime. dev e-se requerer a concessão do benefício do LIVRAMENTO CONDICIONAL. pág. preenchi dos os seus pressupostos. desde já. o relatório favorável da autoridade carcerária. ficou na prisão ao menos 1/6 da pena de 6 anos. esta não mai s subsiste. “Ar t. 83. prática da tortura. 131. nos casos de condenação por crime hediondo. IV . tornando-se este um direito público subjetivo de liberdade. a concessão do livramento ficará também subordinada à constatação condições pessoais que façam presumir que o liberado não voltará a delinqüir. estando preenchido também o requisito 162 . Embora atribuído em caráter ex cepcional. interposto peran te o juiz da Vara de Execuções Criminais de Avaré. inciso II. o detento ostenta bom com portamento e encontra-se exercendo trabalho externo.cumprido mais de um te rço da pena se o condenado não for reincidente em crime doloso e tiver bons antecede ntes. a cumprir todas às condições que forem impostas e submeter-se a elas. o dano causado pela infração. da Lei de Execuções Penais. hoje se admite que se trata de um direito do sentenciado.No mérito. como pedreiro.cumpridos mais de dois terços da pena. no p assado. no caso já tendo cumprido 2 anos. e está trabalhando. atualmente.ª edição. destaque-se o que preleciona o mestre Júlio Fab rini Mirabete. em razão de tentativa de fuga. Frederico Marques lembra que pelo benefício é ampliado o ‘status libertatis’.Para o condenado por crime doloso. com fulcro no art. 8. é necessário que o sentenciado preencha requi sitos objetivos e subjetivos. qual seja. 302: “Ainda que nos artigos 83 do CP e 132 da LEP se afirme que o juiz ‘poderá’ conceder o livramento condicional e que a doutrin a se tenha posicionado no sentido de considerá-lo como uma faculdade do juiz. Parágrafo único . com carteira assinada. denota que se houve. Ad emais. Márcio já cumpriu 5 anos do total da pena. tráfico ilícito de entorpecentes e dro gas afins. e terrorismo. possui prof issão certa e definida. por si só.

juntando-se também a ce rtidão do Cartório onde o imóvel foi registrado. Destaque-se não ser cabível a interposição do livramento condicional porquanto ainda não p reencheu o requisito objetivo que consiste em cumprir mais de 1/3 da pena – vez qu e não cumpriu ainda mais de 1/3 da pena. 126. sendo cabível apenas o livrament o condicional. autuando-se em apartado. Nada impede que o pedido seja dirigido diretamente ao Consel ho Penitenciário. Na fundamentação deverá demonstrar que a aquisição do i móvel se deu com os proventos do delito. não preenchendo também o artigo 83. SEQUESTRO PRO BLEMA 1 Requerer junto ao DIPO o seqüestro do bem. caso tivesse cumprido mais de metade da pena. LIVRAMENTO C ONDICIONAL PROBLEMA 1 Manoel reúne os requisitos do artigo 83. a ensejar a solicitação ao juiz para passar ao regime semi -aberto. O pedido deverá ser endereçado ao Juiz da Vara das Execuções Criminais. ser concedido o livramento condicional com expe dição de carteira. Obs. 163 . tudo com base nos artigos 125. havendo o pressuposto dos indícios veemente s de sua proveniência. porquanto se trata de cliente que não ostenta bons antecedentes. inciso I. mas a decisão será do Juiz da Vara de Execuções Criminais. a corroborar ser a medida adequada o pedido de progressão de regime ao Juiz de Execução de Avaré. vez que ele foi condenado no regime fechado porquanto era reincidente. ao final. O requerimento deverá estar instruído com cópias das peças do inquéri to que demonstrem a autoria do delito e sua materialidade. já que o problema confirma que há Vara de Execução Criminal em Avaré. com a exposição do preenchime nto dos requisitos legais e o requerimento no sentido de que seja ouvido o Conse lho Penitenciário. operan do-se a inscrição no Registro de Imóveis. vez que o problema confirma que o condenado teve bom comportamento du rante os 2 anos no cárcere. para. de maneira que poderá requerer a concessão do Livramento Condicional. o que não ocorreu. inciso V do Código Pe nal. mas sim exatos 1/3 da pena. tanto que reincidente. do Código Penal.subjetivo. 128 e 12 9 todos do Código de Processo Penal.

(OAB/SP – 112) 10. O que é perd OAB/SP – 106) 3. após o dia de trabalho. João da Silva e Antonio de Souza. 59). Quando da dosimetria da pena. (OAB/SP – 107) 8. E m que peça processual são trazidas aos autos as lesões sofridas pela vítima em processocrime por infração ao artigo 129. Após isso. Quais os req uisitos para o deferimento da reabilitação? (OAB/SP – 114) 15. qual a diferença entre remição e detração? 164 . "caput" do Código Penal? (OAB/SP – 107) 5. Neste moment o. clas sifique juridicamente suas condutas. Neste caso. o Delegado de Polícia efetua sua prisão em flagrante delito para garantia da orde m pública. in terrompe fornecimento de força e luz em escola pública. Manoel dirige-se à Deleg acia. e sua mãe diz que policiais estiveram à sua procura. Se João da Silva cometeu crime. submetendo-se a intervenção de abortamento. o Magistrado fixou a pena-b ase do acusado acima do mínimo legal em decorrência de maus antecedentes. Após acalorada discussão. I). (OAB/SP – 107) 6. com vistas a elucidar não ser ele o verdadeiro autor do delito. Manoel chega e m casa. Imediatamente. Estabeleça a diferença entre a concussão e a corrupção passiva. Em Direito Penal.10. (OAB/SP – 112) 11. O que é reabilitação? (OAB/SP – 106) 2. in clusive com agressões verbais. Indique a natureza da eventual ação penal e o prazo final para sua distribuição. Indique os elementos do fato típico. Maria das Flores foi a uma clínica clan destina. aumentou a reprimenda fixada em virtud e da agravante da reincidência. João da Silva. por ostentar o réu aquela condenação anterior (CP. com o intento de não serem rea lizadas na data prevista os exames finais do ano letivo? (OAB/SP – 113) 12. classi fique juridicamente sua conduta. Que autoridade elabora o libelo crime acusatório? (OAB/SP – 106) 4. destruiu a late ral direita do veículo pertencente a Antonio. justificando. por ocasião da prolação da sentença. desentenderam-se devid o à posição de uma cerca que separa as propriedades de ambos. (OAB/SP – 107) 7. (OAB/SP – 113) 14. Quais os argumentos que podem ser invocados a favor de Manoel? Justifiq ue. QUESTÕES PRÁTICAS. se Maria e Ulisses cometeram crime. art. a duzindo ser ele a pessoa que roubou Maria. Está correto tal procedimento? Fundamente. (OAB/SP – 106) 1. Defina as notas características do instituto da perempção. (OAB/SP – 113) 13. munido de uma marreta. Em que crime estará incurso o agente que. pago por ele. 61. (OAB/SP – 112) 9. por existi r condenação anterior (CP. Cite três cri mes considerados hediondos. em 10 de abril do corrente ano. propositalmente. acompanhada de seu namorado Ulisses Gabriel. art.

(OAB/SP – 115) 19. Sabedora de que Madalena encontrava-se em precária situação financeira. Pergunta-se: Qual o critério adotado para a diminuição entre um a dois terços? Justifique. na véspera de completar dezoito anos dispara dois tiros com arma de fogo contra José Pedro. entra em uma fábrica de cigarros com o fim de subtrair tantos pacotes quantos pudesse carregar.00 (um mil reais) para votarem favoravelmente ao acusado. É possível a manutenção do averiguado em custódia. 165 . com o objetivo de matá-lo. Em outra hipótese. lhe deu voz de prisão. O artigo 14 . (OAB/SP – 117) 26. chefe das enferm eiras de hospital municipal. foi surpreendido por um segurança da empresa que. juridicamente. acusado de crime de homicídio simples. quando. Arrole argumentos hábeis à reforma de tal d ecisão. fugiu do local. morre três dias depois. (OAB/SP – 115) 2 2. Maria. diminuída de um a dois terços". Carlos. (OAB/SP – 115) 21. quando João Antônio comp letara dezoito anos. Proferida sentença absolutória. a importância de R$1. Em seguida. (OAB/SP – 114) 18. Tipifique. enfermeira a ela subordinada. presenciou outra funcionária. deixou de responsabili zá-la pelo fato. dia s após constatou-se que José e outros três jurados receberam. Quando se encontrava já no interior do edifício. Ana induziu a gestante Maria a provocar aborto em si m esma. (OAB/SP – 116) 24.(OAB/SP – 114) 16. o parágrafo único d este artigo afirma que "salvo disposição em contrário. é condenado por roubo à pena de 5 anos e 4 meses em regime fechado. é socorrido por populares. não lh e sendo facultado recorrer em liberdade. João Antônio é considerado imputável e poderá ser processado criminal mente? Justifique. com o seu consentimento. Madalena. porém. Pecuarista que tem sua propriedade margeando leito de estrada de ferro e não co loca cerca para que o gado não invada a linha férrea comete algum delito? Elabore re sposta motivada e fundamentada. produzindo-lhe lesões que resultaram perigo de vida. José Pedro. sem nada levar. Classifique juridicamente a conduta pel a qual Antônio deverá ser responsabilizado. então. Ainda. cada um. Geralda e Clementina.000. aduz que "diz-se o crime: tentado. José participou como jurado no julgament o de Américo. ferido. casado e pai de uma criança de seis meses de idade. após o esgotamento do p azo legal da prisão temporária já prorrogado? (OAB/SP – 114) 17. menor de 21 ano s e primário. Antônio de Souza. envolveu-se em luta corporal com o segurança e com uma barra de ferro desferiu-lhe vários golpes. não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente". (OAB/SP – 116) 25. Antônio. José e seus comp anheiros do Conselho de Sentença cometeram crime? Justifique fundamentadamente a r esposta. armado de revólver. iniciada a execução. (OAB/SP – 115) 20. em seu inciso II. pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado. Geralda executou aborto em Clementina. Pode o Ministério Público impetrar Habeas Corpus? Explique. (OAB/SP – 116) 23. Estaria Maria das Dores incursa em alguma figura típica? Responda e justifique. as condutas de Ana. João Antônio. durante a madrugada e median te escalada. e ela o provocou. Maria das Dores. furtando comprimidos para dor de cabeça do almoxarifado. A causa especial de aumento de pena concernente ao repous o noturno aplica-se ao furto qualificado? Explique. gestante.

(OAB/SP – 119) 35. com inauguração já programada mestre de obras participa de greve e abandona o serviço junto com seus subordinad os. depois. participa de reuniões periódicas. (OAB/SP – 118) 29. quando da dosimetria da pena. D e acordo com os arts. em regra. Dê as notas características do instituto da representação. vindo a dilacerá-lo . 166 . sentenciado por furto. dando o dispositivo legal. motivando-a. tendo em vista as circunstâncias atenuantes e agravant es. poderá estar incorrendo em algum ilícito penal previsto na legislaçã rópria? (OAB/SP – 120) 36. Pítaco. (OAB/SP – 120) 38. Quase ao término da construção de Hospital Público. (OA B/SP – 121) 40. "A revisão criminal. também conhecidas como autorizantes. arrancou do livro de registro de distribuições a folha que continha os seu s dados. É possível a tentativa de contr venção? (OAB/SP – 120) 39. (OAB/SP – 119) 33. cometeu novo furto. (OAB/SP – 117) 28. Agente que . Eliseu compareceu ao Fórum da Capital e notou afixado no local de costume o edital de citação em seu nome. É correta a afirmativa? Por quê? (OAB/SP – 118) 32. Pode o Ministério Público impetrar Habeas Corpus? Explique. Qual é o momento processual adequado para que se contradite testemunha da acusação? (OAB/SP – 120) 37. o que são normas penais permiss ivas. sob o compromisso de ocultar das autoridades a existência.(OAB/SP – 117) 27. aum entando-a em 1/3 e. destruindo-a. Arrole os direitos do inimputável sujeito à in ternação por força de medida de segurança. utiliza a reincidência para majorá-la. Explique. (OAB/SP – 118) 30. foi até o cartório onde tramita a ação penal e. Deverá ser considerado reincidente? Explicite e justifique. o objetivo e a finalidade da organização ou admi nistração da associação. cumular um terceiro: a indenização pelo erro judiciário". ainda. em razão de pretenderem justo aumento de salário e recebimento dos atrasados. com mais de cinco pessoas. Quais são estes momentos e quantas te stemunhas poderão ser arroladas em cada um? Explicite de modo detalhado. é ação com dúplice pedido. (OAB/SP – 1 18) 31. podendo. O julgamento do crime de furto. Cometeu algum delito? Oferte resposta motivada e fundamen tada. teve extinta a punibilidade pela prescrição da pretensão punitiva estatal. de alguma forma. o Magistrado considera os maus antecedentes resultantes de diversas condenações para sua fixação. pode submeterse à competência do Tribunal Popular do Júri? Dê sua posição. 59 e 68 do CP. tendo o serventuário se de scuidado. Não satisfeito. Dias após. O advogado poderá arrolar testemunhas em dois momentos proc essuais no Rito Ordinário e no Especial do Júri. Pr aticaram algum crime? Emita seu parecer de modo fundamentado. Foi aplicada a lei penal? (OAB/SP – 119) 34 .

(OAB/SP – 121) 41. se ocorreu ilícito penal . Contudo.. art.2003 a 02. (OAB/SP – 124) 54. Justifique. “A” esteve preso preventivamente no período de 02. atin gindo apenas outra pessoa que vem a falecer. não funcionário público. Como deve ser responsabilizado? (OA B/SP – 123) 51. enquadrar o acusado em dispositivo penal que prevê pena mais grave do que a imposta ao crime articulado na denúncia? Ju stifique e fundamente a resposta.º.03. é retirado do ambiente por seu amigo "B" e conduzido até o bar anexo. (OAB/SP – 124) 55. Que justiça é competente para julgar civil que. visivelmente embriagado. parágrafo 2. dando os dispositivos legais. incisos I.06. pode ser punido por crime de peculato? Explique e funda mente. (OAB/SP – 122) 47. subtrai bem pertencente a uma Sec retaria de Estado? Justifique e fundamente a resposta.02. Uma lei nova que impusesse prisão preventiva obrigatória em crimes de tráfico internacional de entorpecentes poderia ser aceita e poderia ser aplicada a processos em andamento? Por quê? Fundamente. Particular pode ser co-autor de peculato? Explicite. E m qual tipo de procedimento e em quais momentos processuais o juiz pode indeferi r pedido de juntada de documentos? Quais as razões que justificam tais regras? Fun damente. mas foi absolvido da acusação.2003. (OAB/SP – 123) 50. Qual é. apontado os seus erros e justificando a correção: 167 . c ometido em 01. O indivíduo "A". (OAB/SP – 124) 53. promove atos escandalos os no interior de freqüentado restaurante. No t ocante à pena aplicada. (OAB/SP – 122) 46. Em que hipótese o delegado de p olícia pode instaurar inquérito de ofício para a apuração do crime de estupro? Fundamente a resposta. o que poderá ser levado em conta. o conceito de infração de menor potencial ofensivo? Justifique e fundamente a respost a. é considerado crime hediondo? (OAB/SP – 122) 44.2003. III. "A". (OAB/SP – 121) 42. onde "B" e o garçom "C" l he servem uísque. em co-a utoria com policial militar estadual em serviço. 157. Qual o procedimento a ser seguido em relação ao recurso inte rposto da decisão do juiz da execução penal que indefere o livramento condicional? Fun damentar. Pode o juiz. O que pode suceder se foi recebida queixa apresentada por advogado sem estar acompanhada de procuração que faça menção ao fato criminoso? (OAB/SP – 124) 52. atualmente.P. II. Corri ja a seguinte frase. em estado de embriaguez. O crime de roubo qualificado. em benefício do condenado? F undamente. IV e V do C. (OAB/SP – 122) 45. (OAB/SP – 123) 48. O partic ular. (OAB/SP – 123) 49. na pronúncia. João atira em determinada pessoa. (OAB/SP – 121) 43. foi condenado por outro crime. mas erra o alvo. à pena de 5 (cinco) anos e 4 (quatro) meses de reclusão.

separadamente. O advogado de João. Que justiça e órgão julgam juiz de direito do Estado de São Paulo acusado de homicídio doloso ocorrido na cidade de Campo Grande – MS? 168 . tem sido questionada pela doutrina a previsão do crime de terrorismo entre nós. em caso de concurso de causas de aumento? E em caso de concurso de causas de diminuição? Justifique. ( OAB/SP – 126) 62. entre outros. trabalha e subtraiu o computad or que João. Como o artigo 5o. apesar de regularmente intimado. a pena aplicável levaria à prescrição retroativa. (O AB/SP – 126) 63. de nome Pedro. (OAB/SP – 126) 61. entr e nós. como causa excludente da tipicidade. (OAB/SP – 127) 65. Que deve fazer o juiz? Justifique. (OAB/SP – 125) 56. ser iniciado o cumprimento de pena privativa de liberdade ou de pena restritiva de direito aplicada a acusado que respondeu o processo em liberdade? Justifique. ocasiona sempre a absolvição do coat o. O que significa a adoção d esse sistema? Qual sistema o substituiu e qual o seu significado? (OAB/SP – 127) 6 4. Pergunta-se: que crimes cometeram Pedro e João? Justifique. considera. há vinte anos. em face das circunstâncias objetivas e subjetivas liga das ao fato e ao agente. Pedro e Antonio? Justifique. em plenário de julgamento pelo Júri. O Promotor de Justiça requereu arquivamento do inquérito policial porque. seu amigo. deixara sobre a sua mesa. conforme previamente combinado. Como deve o j uiz agir em face do requerimento formulado? Indique. No que consiste a teoria da actio libera in causa? É adotada no direito brasile iro? Fundamentar legalmente. sem serem cas ados. não-funcionário. XLII. da Constituição Federal. o crime de terrorismo? (OAB/SP – 125) 59. O advogado do acusado A. escondem-no em um sítio de propriedade de um amigo. crime inafiançável e insusc etível de graça ou anistia o terrorismo. as hipóteses de pena privativa e de pena restritiva. só sendo punível o coator”. durante o processament o de recurso especial. Pergunta-se: a) que artigo de lei se refere ao terrorismo como prática criminosa? b) essa disposição permite afirmar que existe. João foi condenado por crime de roubo qualificado. com uso de chave cedida por João. ingressou na re partição pública em que João. na mesma casa e tiveram três filhos. dando a este conhecimento do fato de João estar condenado. de ixou de oferecer as razões de apelação que interpusera em favor do acusado em virtude de sua condenação. Que crimes cometem Maria. Como deve proceder o juiz. O Brasil adotava o sistema do duplo binário. apesar de inexistir réplica do promotor. Qual a solução a ser adotada? Fu ndamente. (O AB/SP – 127) 66. Considere. requereu ao juiz que lhe fosse dada a oportunidade para oferecer tréplica. funcionário público. O ingresso se deu no período noturno. as alternati vas possíveis para o juiz em face das orientações divergentes a respeito do assunto.“A coação moral. Pode. chamado Antonio. Pedro. João e Maria convivem. (OAB/SP – 126) 60. na aplicação da pena. (OAB/SP – 125) 58. Maria e o pai de João. (OAB/SP – 125) 57. se for o caso.

As Comissões Parlamentares de Inquérito estaduais podem determinar a quebra de sigilo bancário de pessoas por elas investigadas? Fundamentar. (OAB/SP – 128) 68. inciso I. Foi expedido mandado de busca e apreensão para ingresso na residência de A. possa abso lver pessoa condenada pelo Tribunal do Júri. Se alguém. inciso XXXVIII.(OAB/SP – 127) 67. ao mesmo tempo. A e B. (OAB/SP – 129) 74. há necessidade de sentença condenatória transitada em julgado em relação a este crime? Fundamentar. O juiz pode receber apenas parcialmente a denúncia oferecida pelo Ministério Público? Fundamente a resposta. esclareça se são crimes próprios. estende-se a ele essa competência? Fundamente . alegando que se tratava de decisão manifestamente contrária à prov a dos autos. É ad missível essa segunda apelação? Por quê? (OAB/SP – 130) 77. ingressa com nova apelação. e. atiram. que tipo de conflito existe e qual o c ritério utilizado para resolvê-lo? (OAB/SP – 129) 76. Que é flagrante diferido ou re tardado? É possível a sua realização? Aplicase a todas as espécies de crimes? (OAB/SP – 129) 72. Neste caso. era nula. causando-lhe sofrimento físico ou mental: a) com o fim de obt er informação. O acusado apelou de uma condenação p elo Tribunal do Júri. caput. inciso I. cujo objeto era a busca e apreensão de coisas que serviriam como fontes de prova em 169 . ainda dentro do prazo. segundo a doutrina ele só será punido pelo crime de homicídio. que faleceu em virtude de ser atingid o por somente um dos projéteis. (OAB/SP – 129) 75. conforme disposto no art. em revisão criminal. Como a doutrina denomina essa situação? A e B responde riam por algum crime? Justifique. (OAB/SP – 1 29) 73. II) Art. alínea a. (OAB/SP – 128) 71. sem estarem previamente combinados. I) Art. vigilância ou auto ridade. 133. sus tentando que a decisão. d a Lei 9. 118.455/97: “ Constitui crime de tortura: I – constranger alguém com emprego de vi olência ou grave ameaça. 1o. d e forma justificada. da Constituição Federal)? (OAB/SP – 128) 69. Que é competência por prerrogativa d e função? Em relação ao co-autor particular. incapaz de defender-se dos riscos resultantes do abandono”. (OAB/SP – 130) 78. além de manifestamente contrária à prova dos autos. Que são escusas absolutórias? Fundamente e indique as suas conseqüências. declaração ou confissão da vítima ou de terceira pessoa”. 5o. No dia seguinte. fere a vítima. alínea c. Para a regressão de regime de cumprimento de pena pela prática de fato definido como crime doloso. do Código Penal: “ Abandonar pessoa que está sob seu cuidado. guarda. Verifique os crimes abaixo descritos e. para matar. por qualquer motivo. Tem-se admitido que o Tribunal de Justiça. (OAB/SP – 128) 70. da Lei de Execução Penal. em C. Como conciliar tal orientação com o princíp io constitucional da soberania dos veredictos (art.

A Constit uição Federal. fortuitamente. permite-se utilização de prova obtida com ofensa às in violabilidades constitucionais. (OAB/SP – 133) 94. entendimento de que. ser computado em pena privativa de liberdade imp osta em outro processo? Fundamentar. Por que a exigência de prisão para a pelar constitui uso anômalo da prisão processual? Fundamente a resposta. O uso de arma de brinquedo pode ser tida como qualificadora do crime de roubo (art.º. Qual é esse princípio? Quando poderá ser aplicado? (OA B/SP – 133) 93. §2. No interior da residência na da foi encontrado sobre o homicídio. em seu artigo 5.º. O que significa a expressão “detração penal”? (OAB/SP – 132) 88. O que significa a expressão “despronúncia”? (OAB/SP – 132) 91. Todos os crimes da lei de drogas (Lei n. sempre. É po sível a incidência da escusa absolutória no crime de roubo? (OAB/SP – 133) 92.° 11. 170 . com a aplicação de determinado princípio.157. Em que tipo penal se enquadra o chamado seqüestro-relâmpago? (OA B/SP – 131) 84.343/06) autorizam a prisão preventiva? Por que razão? (OA B/SP – 132) 87. O Ministério Público pode apelar de sentença absolutória proferida em processo ini ciado por queixa? Fundamente a resposta. declara a inadmissibilidade de provas obtidas p or meios ilícitos. na doutrina e na jurisprudência. Houve.investigação sobre homicídio que teria sido cometido por A. (OAB/SP – 131) 82. LVI. Qual a difer nça entre perdão judicial e perdão tácito? (OAB/SP – 132) 89. O que é tipo misto alternativo? Indique. (OAB/SP – 130) 81. (OAB/SP – 130 ) 80. indicando as diversas posições. mas os policiais acharam. tipos desse teor. Existem recursos criminais que podem ser considerados privativos da defesa? Quais? (OAB/SP – 131) 86. Quais os requisitos de admissibilidade da prisão temporária? Eles são al ternativos ou cumulativos? (OAB/SP – 131) 85. do Código Penal )? (OAB/SP – 131) 83. O tempo de prisão provisór ia em um processo pode. O que é a reforma in pejus ind ireta? (OAB/SP – 132) 90. na legislação br asileira. (OAB/SP – 130) 79. É possível crime continuado entre estupro e atentado violento ao pudor ? Explique. Pode ser o quadro apreendido? Expliqu e. um f amoso quadro que fora subtraído de um museu. I.

fundando-se na negligência provada. na realidade. Um Promotor de Justiça foi intimado de decisão do J uiz das execuções criminais e interpôs agravo no sétimo dia útil após a sua intimação. porque. Considere-se. a acusação tenha atribuído ao acusado conduta imprudente. Ela se dirigiu à delegacia d e polícia. (UnB/CESPE – OAB/SP 134) 101. durante a instrução. QUESTÃO 4 (UnB/CESPE – OAB/SP 134) 100. Que fundamen tos podem embasar essa corrente? 171 . pois ela e Carlos haviam se reconciliado e estavam vivendo em h armonia. à pena mínima. Carlos. Considere-se que. manifestando interesse em que seu marido fosse processado. causando-lhe ferimentos leves. (OAB/SP – 133) 96. Discorra sobre o que pode ou deve ser feito em face da situação apresentada . após ouvidas as partes. o juiz tenha proferido decisão condenatóri a por homicídio culposo. consistente em direção em excesso de velocidade. ele já a havia agredido outras vezes. do Código Penal. desferiu tapas e soc os em sua esposa. 129. Que é absolvição imprópria? Ela impede o ajuizamento da ação civil ex delict o? QUESTÃO 3 (UnB/CESPE – OAB/SP 134) 99. Comete crime quem coloca pontas de lança no muro de sua residência para protegê-la e causa. lesões corporais graves em uma criança de 9 (nove) anos que tentou pular o referido muro para colher frutas no quintal daquela resi dência? Explique. Considere-se. as provas demonstraram ter ocorrido. ainda. agiu corretamente o juiz? Justifique a sua resposta com base na legislação pertinent e. QUESTÃO 2 (UnB/CESPE – OAB/SP 134) 98. O recu interposto é o adequado? Foi tempestivo? (UnB/CESPE – OAB/SP 134) 97. segu ndo ela. Sônia com pareceu ao gabinete do promotor e disse que não queria mais a instauração do processo contra o marido. que. Há corrente doutrinária e jurisprudencial que entende ser inconstitucional a internação do inimputável por prazo indeterminado. que. indicando o critério de distinção. encerrada a instrução. em homicídio culposo decor rente de acidente de trânsito. em sua casa. caput. Sônia. causa da falha no funcionamento do freio.(OAB/SP – 133) 95. Depois disso. O promotor de justiça ofereceu denúncia contra Carlos por infração ao art. por fim. Nessa situação. por isso. negligência na conserv ação do veículo. Distinga crim e habitual de crime continuado.

12. demonstração efetiva e constante de bom comportamento público e pr ivado. 5. a pena imposta. com conseqüent e atribuição positiva em prol do candidato. 4. 8. nem tampouco da pre sença dos requisitos autorizadores da prisão preventiva. 61. tenha ressarcido o dano causado pelo crime ou demonstrada a absoluta impo ssibilidade de o fazer. tenha tido domicílio no País no prazo acima referido. o ofendido ou seu representante legal desiste de prosseguí-la. É causa extintiva da punibilidade.072/90 6. Conduta/ r esultado/ relação de causalidade/ tipicidade 9. acarretando a perda do direito de nela prosseguir. 11. deve-se excluir da pena-base o aumento dec orrente da circunstância judicial desfavorável. Reco nhecendo a ocorrência de "bis in idem". a partir da data em que foi extinta. Artigo 265 C.. Na concussão o agente "exige" a vantagem indevida. 172 . art. caput. 13. 1. art. enquanto que na corrupção passiva o agente "so licita" ou "recebe" a vantagem indevida. Maria das Flores comete o crime de a uto-aborto (artigo 124 do Código Penal) e Ulisses Gabriel também responde pelo mesmo crime. Co nsiderar o disposto na Lei 8. 7.P. É a restituição de qualidades e atribuições que o condenado havia perdido . que se verifica quando o querelante por inércia deixa de providenciar o andamento da ação penal privada. GABARITO. uma vez instaurada a ação penal privada. O fato que serve para justificar a a gravante da reincidência (CP. A diferença está no núcleo do tipo. durante esse tempo. 14. tenha dado. 3.. É uma causa extintiva da punibilidade e ocorre quando.11. não justifica a manutenção do fla grante.P. parágrafo único do C. até o dia do pedido. ou exiba documento que comprove renúnci a da vítima ou novação da dívida. A manutenção da prisão em flagrante só s e justifica quando presentes os requisitos ensejadores da prisão preventiva. na condição de co-autor (artigo 29. 93 a 95 CP. Resolveu-se desconsiderar a questão. nos t ermos do art. No laudo de exame de corpo de delito. I) não pode ser levado à conta de maus antecede ntes para fundamentar a fixação da pena-base acima do mínimo legal (CP. 59). decurso de dois anos. O representante do Ministério Público. 10. de qualquer modo .P. do Código Penal). sem qualquer outra demonstração de real necessidade. 310. Arts. 2. O fundamento invocado de garantia da o rdem pública.

99.P. "A causa especial de au mento do parágrafo 1º do art. 173 . pois sendo considerados funcionário s públicos para fins penais (art. Qu anto ao regime fechado. no Brasil ou no estrangeiro. 18. Cabível o recurso em liberdade ante a menoridade e primariedade do réu. Fernando Gonçalves . em seu artigo 127. descabida a sua aplicação na hipótese de delito qualificado (a rt. na pena privativa de liberdade e na medida de segurança. É possível desde que. DJU 14. Vale dizer: quanto mais o agente aproximou-se da c onsumação do crime. ficando sujeito às normas estabelecidas na legislação especial (artigo 27 do C.10. § 4º. maior deve ser a redução da pena. Demais. 21.) . de ofício . C. o artigo 69. c. Antonio deverá ser responsabilizado por tentativa de furto qualificado (m ediante escalada) em concurso material com lesão corporal de natureza grave (Artig o 155. a Constituição Federal. rel. do temp o de prisão provisória. min. nas sanções do artigo 317 do Código Penal . Porém. sendo pois. O Código Penal adotou a teoria obje tiva. (HC nº 10. 155 do CP (repouso noturno) somente incide sobre o fur to simples. do Código Penal. parágrafo 4º. inciso IV. consoante art. 33. à sua falta. A circunstância de ser casado não lhe confere maioridade penal.) 23. p.P. 17.02. 20. parte do tem po da execução da pena. João Antonio não poderá ser processado criminalmente pois era inimputável à época do fa to.Corrupção Passiva.P. Inc orreram. só estará apto a agir em nome do Ministério Público o promotor que. 19. 21. A contagem do tempo é feita a razão de um dia de pena por três de trabalho (artigo 126 e § 1º da LEP). caput. 6ª turma. mas tão-somente a ci vil. em razão do exercício de suas funções e nos limites de suas atribuições.240/RS.) Remição: é instituto pelo qual o condenado que cump re pena em regime fechado ou semi-aberto poderá remir. a outro estabele cimento adequado (Artigo 42. no regime democrático e dos interesses sociais e individuais in disponíveis". Detração é o cômputo.c. José e os demais jurados envolv idos cometeram Crime Contra a Administração Pública. todos do Código Pe nal). tiver conhecimento da ocorrência do constrangimento ou ameaça à liberdade. O pecuarista que assim agir incide nas pen as do artigo 260. v. atribui-lhe a incumbência da "defes a da ordem jurídica.327 caput do CP) receberam vantagem indevida. 22.P.O artigo 654 do Código de Processo P enal confere ao Ministério Público legitimidade para impetrar Habeas Corpus. sendo certo que o quantum da redução da pena deve ser encontrado em função das cir cunstâncias da própria tentativa. "b" do C.. cometendo o crime de perigo de desas tre ferroviário ("Impedir ou perturbar serviço de estrada de ferro: IV praticando ou tro fato de que possa resultar desastre". IV do CP). inciso II e artigo 129.15. seja decretada a prisão preventiva pelo juiz. pelo trabalho. assim.u. pode ser outorgado regime semi-aberto. inciso II. a requerimento do Ministério Público ou mediante representação da autoridade policial. 16. 24. havendo prova do crime e indício suficiente de autoria. eis que não vedado pela lei.00. 79). o de prisão administrativa e inte rnação em hospital de custódia e tratamento psiquiátrico ou. j. quanto mais distante ficou da cons umação. menor deve ser a redução da pena. 155. § 1º. parágrafo 2º.

33.. Como conseqüência. haja vista que o arti go 201 do Código Penal foi. A conduta de Maria das Dores se acomoda ao tipo penal do artigo 320. as condenações anteriores foram explicitamente invocadas na fixação da penabase. seus efeitos. inciso I. de resp onsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou quando lhe falte competência. ainda. (HC nº 76. a Doutrina entende que é uma infração atípica.. a sentença na RC rescinde a sentença anterior e determina uma das 3 p rimeiras hipóteses do 626. tentados e consumados. assim descrita:. 421 parágrafo único. enquanto que. art. Néri da Silveira. que estão previstos nos artigos 336 ("Rasgar ou. 27. Em princíp io o Tribunal do Júri detém a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida. art. min. ou seja.98. inciso VII. total ou parcialmente. até 8 testemunhas e contrar iedade ao libelo. Federal.. levar o fato ao conhecimento da autoridade competente". visando a desconstituir a sentença e substituí-la por outra.c. ambos do Código Penal).05. confiado à custódia de funcionário. O comportamento de "A" configura dois delitos. que é referida no Código de Processo Penal e m seu artigo 78. tê-las em conta para a agravante da reincidência. faz desaparecer a sentença condenatória e. até 5 testemunhas. a seguir. O reconhecimento da prescrição da pretensão punitiva. be m como. 32. "D osimetria da pena. ou inutili zar.. inutilizar ou conspurc ar edital afixado por ordem de funcionário público. Nesta hipótese. 28. da C.. não tem como influir para os fins de se reco nhecer a reincidência. que é a peça inicial da ação penal pública. 31. não foi até a presente d ata. 05. 174 . esse fato atrairá a competência. livro oficial.99. ainda que os grevistas sejam func ionários públicos. fazendo a exceção. o artigo 29. Maus antecedentes e reincidência considerados na fixação da pena-ba se e.u. Não. é possível. em tese. Assim. 30.") e 337 ("Subtrair. de qualquer forma. pois o artigo 37. Defesa prévia. cumu lar o pedido de indenização. 26. DJU 19. c. objeto de Lei Complementar. 395 do CPP. 29. Hipótese que caracteriza "bis in idem". caput.25. Conforme o 630."deixar o funcionário por indulgência. não cabia. do CPP. 34. Representação é um meio que visa provocar iniciativa do Ministério Público. nº 1. t ambém chamada de retroativa ou da ação penal. j. pois exerceram um direito. a fim d e que este ofereça a denúncia. p ortanto. Ana: é partícipe no crime de auto-aborto (artigo 124. Exclusão da agravante". Geralda: responde por crime de aborto praticado com o consentimento da gestante (artigo 126 do Código Penal). para a aplicação da agravante da reincidência. Não. ambos do Código Penal. se houver outro delito conexo.285 -6/SP. É considerada cond procedibilidade. Clementina: responde por aborto consentido (artigo 1 24 do Código Penal). Maria: responde por auto-aborto (artigo 124 caput do Código Penal)."). v. Com a RC é insta urada uma nova relação processual. revogado pelo artigo 9º da Constituição Federal. 2ª Turma..11.. CPP.185 ). Sim. rel. depois.

só estará apto a agir em nome do Ministério Público o promotor que. 408. c aput. no regim e democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis". O conceito originário da Lei 9. São. se insurgir contra a nova definição jurídica do fato. na contrariedade. 38. a condição de servidor público. "A" cometeu a contravenção penal de embriaguez (art.. A contradita deverá se r argüida após a qualificação e antes da oitiva da testemunha. e os indivíduos "B" e "C".P. atribui ao Ministério Público a incumbência da "defesa da ordem jurídica. do qual passará a constar o novo dispositivo legal. quando este conheci a a condição do mencionado funcionário. porque. 36. Não. após a pronúncia. parágrafo 4º c/c art. as causas de exclusão da ilicitude. conforme artigo 39 da lei de Contravenções Penais. o que autoriz a igualmente o delegado a instaurar inquérito em todos os casos de violência real. em que passou a estar incurso o réu. Sim. 23 do Código Penal. excluindo-lhe a ilicitude. Não. Quando o estupro fo r seguido de lesão corporal grave.C. São aquela s que permitem a prática de um fato típico. Aplica-se também no caso a súmula 608 do STF.. sujeita ou não a procedimento especial.P. onde não atue. pois press upõe o emprego da violência. pois o art. conforme o art. 40. Sim. 62). trata-se de crime de ação penal pública incondicionada. Nesse caso. Pronunciando o réu por crime mais grave (po r exemplo: homicídio ao invés de infanticídio). 63. a contravenção pena l de servir bebida alcoólica a quem já se encontre embriagado. Sim. podendo a defesa. art.259/2001) de modo que atua lmente abrange toda infração penal cuja pena máxima não seja superior a 2 anos. a Constituição Federal. conforme artigo 214. todos da L. O artigo 654 do Código de Processo Penal confere ao Ministério Público legitimida de para impetrar Habeas Corpus. 39. em virtude da relação dos crimes hediondos. II. Os direitos do internado estão previstos no artigo 99. ou cometido com abuso de pátrio poder. 41. Porém. ou morte da vítima. nem por isso o réu será julgado por fato d e que não se defendeu. art. 44. em razão do exercício de suas funções e nos limites de suas atribuições. em seu artigo 127. não pode o promotor atuante em determinada comarca impe trar Habeas Corpus por fato ocorrido em outra comarca. 175 . do Código Penal. Assim. que se comunica ao particular. 30 do C. Demais.35. Além do mais apl ica-se ao caso o art. que estabelece o recolhimento a estabelecimento dotado de caracte rísticas hospitalares e recebimento de tratamento. tiver conhecimento da ocorrência do constrangimento ou ameaça à liberdade. pois é circunstância elementar do deli to. mencionados na Lei 8072 de 25/07/90. 383 do CPP. 45.099/95 foi a mpliado pela dos Juizados Especiais Federais (Lei nº 10. 37. portanto. 4º da Lei das Contravenções Penais declara a impunibilidade da tentativa dessa espécie de ato ilícito. 43. Sim. não ter incluido o crime de roubo no elenco dos delitos considerados como tal. 42. 46. do Cód igo de Processo Penal. vem o libelo.

ou durante este. Ed. declarar extinta a punibilidade em virtude da decadênc ia. 51. impedindo-se o pleno exercício do contraditório. aplica-se ao caso o artigo 73 do Código Penal. do Código de P rocesso Penal. quando se trata de pena por outro crime anteriormente cometido. Embora o peculato se trate de crime próprio. em que logrou o réu a absolvição. poderá levar-se em conta a detração penal. Em relação à primeira. Em benefício do conden ado. 49. prevista nos artigos 42 do Código Penal (“Computam-se. não tendo.47. 50. tem-se entendido. Contudo. Segundo entendi mento jurisprudencial. Cuida-se de hipótese de erro na execução do crime. 54. não importa em unidade de processo e julgamento. se a falha for descoberta posteriormente. o tempo de p risão provisória. 125. pelo artigo 79 – I. no procedimento dos crimes da competência do Tribunal do Júri. conforme disposto no art. atualmente. para evitar surpres a às partes. praticado por funcionário público e não por particular. parágrafo 4º ). se o juiz determinar que a procuração seja regularizada ou se o próprio que relante perceber a falha. em virtude de orientação consolidada no Supremo Tribunal Federal. deve o juiz anular o processo e. Quanto à segunda.17 ). ora se afirmando que deveria ser o procedimento do agravo do Código de Processo Civil. competência para julgar processo civil. 53. Ainda. 48. e em razão da possibilidade posterior de juntada de documentos antes do julgamento em plenário. de qualquer modo colaborar para a prática do crime (art. de p risão que não tenha natureza cautelar. O juiz não deveria ter recebido a queixa. a continência. 29. a restrição é justificada em face da natur za da decisão de pronúncia. 3 º. As provas poderão ser apresentadas em qualquer fase do processo. contudo. justifica-se a proibição da apresentação de do cumentos em data muito próxima ao julgamento. 52. ou não. O recurso é o agravo previsto no artigo 197 da Lei de Execução Penal. deve ser adotado o rito do re curso em sentido estrito. 475 d o Código de Processo Penal. pois a condição de funcionário público se trata de circunstâ cia elementar do peculato. A aceitação. Assim . A tendência da doutrina é aceitar apenas a prisão 1 76 . no Brasil ou no estrangeiro. Embora houvesse anteriormente divergência doutrinária e jurisprudenci al quanto ao rito a ser seguido para esse recurso. Atlas. do Código Penal). Ainda. assim. tem-se admitido a detração por prisão ocorrida em outro processo. o de prisão administrativa e o de inter nação em qualquer dos estabelecimentos referidos no artigo anterior”). 406. de prisão preventiva obrigatória envolve a admissibilidade. com base no artigo 568. O particular pode ser punido como partíc ipe. diante do que dis põe o artigo 30 do Código Penal. o agente responde como s e tivesse praticado o crime contra a pessoa que pretendia ofender. pela Constituição Federal (art. ou não. a Justiça Militar só julga policial militar e bombeiro. §2°. atendendo-se o disposto no §. se for o caso. no caso. há duas ressalvas a essa possibilidade: a primeir a ocorre no momento das alegações previstas no art. ou seja. do Código Penal. ser possível a regularização desde que não tenha havido decadência. assinalado por Mirabete (Execução Penal. Assim. do Código de Processo Penal. Justiça Estadual Comum porque. Esta é a regra geral. e a segunda no momento do julgamento em plenário. na pena privativa de liberdade e na medida de segurança. de admissibilidade de encaminhamento da causa a julgamen to em plenário. desde que a lei não di sponha de forma contrária. este pode. Responderá pelo ilícito criminal. do artigo 20. tópico 3. ora se sustentando que d everia ser o procedimento do recurso em sentido estrito.

para melhor preservar o direito de defes a. conforme dout rina predominante e forte jurisprudência. sendo punido apenas o coator. porque. §1º). Há. Contudo. atingindo processos em andamento..170. have ria prejuízo ao Ministério Público e ofensa ao princípio do contraditório.cautelar. 5 º. praticar. as quais indicam as possíveis soluções. por sua vez. Outra posição sustenta que a defesa pode a presentar a tréplica.83. Quando irresistível. Exis tindo crime. porque a Constituição Federal garante. em face do artigo 147 da Lei de Execução Penal. contudo. encaminhando os autos ao tribunal. em momento culminante do processo.. sej a por aplicação de princípios constitucionais de proteção à liberdade. inexiste. 55. ape sar do referido princípio constitucional da presunção de inocência. como há um resquício de vontade na conduta do coato. Comunica-se a condição de funcionário público. Contudo. Parte da doutrina. não causa a exclusão da culpabilidade. Conforme essa o rientação. Decorrido o prazo. aos novos processos. ou seja. Há duas posições. sustenta q ue. O artigo 20 da Lei 7. LVII.. sustentando que o recurso esp ecial não tem efeito suspensivo. antes de decisão definitiva. Peculatosubtração (artigo 312. A coação moral pode ser irresistível ou resistível. só deveria ser aplicada aos novos crimes. pois ela pressupõe a réplica. ou. sempre. a absolvição do coato. consider a crime “. a plenitude da defesa. no sentido de que o advogado do acusado não pode oferecer a tréplica. ante a generalidade da disposição. parte da doutrina considera que. definido entre nós o cr ime de terrorismo. 56. alíne a a. A prisão preventiva obrigatória representaria simples an tecipação de pena. como boa parte da jurisprudência admite prisões não cautelares. porque elementar crime (art. seja por aplicação do igo 2° da Lei de Introdução ao Código de Processo Penal. de acordo com o artigo 22 do Código Penal. 60. or ientação jurisprudencial minoritária em sentido contrário. como c ausa excludente da culpabilidade. no artigo 5 º. contudo. o crime subsiste. c. não há que se falar em exclusão da tipicidade. ocasiona. A regra é de que a norma processual tem aplicação imediata. a coação serve apenas como atenuan te genérica prevista no art. de 14. aplicável ao caso. primeira parte. na realidade. 30 do Código Penal). 59. a c ação moral exclui a culpabilidade em relação ao coato. atos de terrorismo”. sendo o acusado tratado. pelo menos. 177 . assim. como se fosse culpado. nos casos de prisão. com tempo menor em relação ao que poderia ser utilizado. estaria sendo observado o princípio constitucional da presunção de ino cência (art. 57. segundo o rientação do STJ e do STF. Considera que há ofensa ao princípio da legalidade. Contudo. Pena restritiva de direitos – Não pode. como está envolvida a liberdade. 65. deveria ser visto se a nova disposição seria aplicável aos processos em andamento.. Por esse entendimento. A frase correta. Neste caso. o juiz deveria intimar o acusado a constit uir novo defensor para oferecer as razões no prazo. deveria nom ear defensor para o acusado. A coação resistível. 58. o juiz deveria indeferir o pedido. como dito. Nes te caso. poderia o juiz dar seguimento ao processo (ar tigo 601) sem as razões. inciso III. XXXVIII.12. só sendo pu nível o coator”. seria: “A coação moral irresistível. do Código Penal. o juiz deveria deferir o requerimento. não podendo ficar o acusado prejudicado em sua defesa devido à ausência de réplica do Ministério Público. da CF). Uma. Trata-se. a prisão que é necessária em face de circunstâncias do caso concreto. de ca usa excludente da culpabilidade. sendo o coato punido. Além do mais. Segundo o Código de Processo Penal.

mas não nas hipóte ses em o agente não quer ou não prevê que vá cometer o fato ilícito”. depende da orientação adotada. conforme orientação do STF e do STJ. Segunda alternativa – Determina o arquivamento do inquérito policial. adm itindo falta de interesse de agir pela provável prescrição da pena em concreto. os outros incidi rão sobre a pena já acrescida. seria adotado outro critério. Primeira possibilidade é a de o juiz aplicar somente a mais ampla. segundo o § 2º. embriagado. com o artigo 28 do Código Penal. Por outra orientação. Há quem sustente que se deve ado tar critérios diversos. as dim inuições são sempre aplicadas sobre a pena-base. Segundo o sistema do duplo binário. que exige ser toda prisão cautelar. por ofensa ao princípio constitucional da presunção de inocência. Pode. Concurso de causas de diminuição. porque esta depende da sentença e não está prevista no direito b rasileiro. para evitar a pena “zero”. Por outra orientação. 28 do CPP). porque mais favorável ao acusado. Antonio. no conc urso de causas de aumento. não responde pelo crime porque. “não deixa de ser imputável quem se pôs em estado de in consciência ou de incapacidade de autocontrole dolosa ou culposamente (em relação ao f ato que constitui o delito) . aplicado o primeiro aumento. as demais incidiriam sobre a pena já diminuída. quando a prática do delito era previsível. a teoria da “actio libera in causa”. vigente antes da Reforma Penal de 1984. § 3°). o de todos os acréscimos in cidirem sobre a pena-base. Inq. Por uma orientação mais rígida. 62. Segundo o Supremo Tribunal Federal. Todavia.Pena privativa de liberdade – Não pode. O pai. ela responderia porque o parágra só isenta de pena o cônjuge. os aumentos são sempre aplicados so bre a pena-base. 67. pelo menos. e nessa situação comete o crime” (Mirabete. Co ncurso de causas de aumento. Primeira possibilidade é a de o juiz aplicar somente a mais ampla. a companheira deve ser equiparada à mulher casada (art. O sistema que o substituiu foi o vicariante. Quanto a Maria. Conforme consta da Exposição d e Motivos do Código. foi adotada. segundo orientação doutrinária e em parte da juris prudência. 226. 779-RJ). No concurso de causas de diminuição. é possível que as comissões parlamentares de inquérito estaduais deter minem a quebra do sigilo bancário.7. O crime seria o pr evisto no artigo 348 do Código Penal. Por outro lado. 64. mais afinada com a vigente Constituição Federal. o qual veda a aplicação conjunta de pena e de medida de segurança. de aplicar as d iversas causas de diminuição. porque a ele não se aplica o referido parágrafo. porque o recurso esp ecial não tem efeito suspensivo e não há ofensa ao princípio constitucional da presunção de inocência. d epende da orientação adotada. o Supremo Tribunal Federal admite que as comissões federais 178 . Primeira alternativa – Encaminhar ao Procurador-Geral de Justiça (art. pela invocação do princípio federativo (STF. 61. sustentando o não cabimento do arquivamento em face de provável prescrição p ela pena em concreto. fica isento de pena o ascendente. A outra possibilidade. 5. de aplicar as diversas causas de aumento. Por essa teoria. Pedro. Escl arece o autor citado: “A explicação é válida para os casos de embriaguez preordenada ou me smo da voluntária ou culposa quando o agente assumiu o risco de. feita a primeira redução. duas i nterpretações são possíveis. 63. as outras incidirão sobre a pena já diminuída. Conforme uma orientação. comet er o crime ou.2). 65. O amigo. Por outra. equiparando-se os poderes dessas comissões aos ou torgados às comissões federais. aplicada a primeira diminuição. O juiz de dir eito é julgado pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. poderá ser punido pelo delito. Conforme uma orientação. 66. o juiz podia aplicar pe na e medida de segurança. A outra possibilidade.

port anto. pois para a sua consecução não se exige nenh uma qualidade especial do agente. pois exige "que o agente tenha especial relação de assistência com o sujeito passivo ( cuidado.°)" (Del manto. a revogação indep ende da condenação ou aplicação da sanção disciplinar" (Execução Penal. dele saiam o u nele transitem. desde que mantida sob observação e acompanhamento para que a medida legal se concretize no momento ma is eficaz do ponto de vista da formação de provas e fornecimento de informações". Como ensina Mirabete. n. 302. mediante autorização judicial. guarda. "em qualquer fase de persecução criminal são permitidos. tratando-se de delito comum. Magalhães e Scarance. 52 da LEP) e . como.455/97. comentário ao art. é próprio. art. inciso I. § 2. 13. se menciona também a infração disciplinar como causa de regressão. 68. Aplica -se o instituto. 1.determinem a quebra de sigilo bancário. os seguintes procedimentos de investigação e formação de provas: II . O art. aos procedimentos investigatórios relativos aos crimes de tóx icos. tópico 212). podendo ser cometido por qualquer pessoa. Nos termos do art.409/02. da referida lei. Ademais. que. 69. 7). comentário ao art. do Código Penal. previsto no art. ed. Código de Processo Penal Comentad o.°. Ed. Portanto. ". não é crime próprio. Código Penal Comentado. 8ª edição. a prática de crime doloso é também falta grave (art. excet o aqueles que são exclusivos do Poder Judiciário. Aplica-se às investigações referen tes a ilícitos decorrentes de ações praticadas por quadrilha ou bando ou organizações ou a ssociações criminosas de qualquer tipo (art. podendo c eder diante de norma que visa exatamente a garantir os direitos de defesa e a próp ria liberdade. em colaboração ou não com outros países. inciso II. A soberania dos veredictos. vigilância ou autoridade). Revista dos Tribunais. 118. aind a. O flagrante diferido. aliás. nos termos do art. da Lei 9. se no inciso I desse artigo. 2ª edição. quando a lei exige a condenação ou o trânsito em julgado da sen tença é ela expressa a respeito dessa circunstância. Renovar. entendimento diverso levaria à conclusão final de que essa menção é superabundan te. Deve-se entender. se m prejuízo da ação penal cabível". Ed.. sem prejuízo dos já previstos em lei. nos termos do artigo 33. o que não se coaduna com as regras de interpretação da lei. com a finalidade de. 133).034/95). Atlas. Ed. é juridicamente possível o pedido de revisão dos veredictos d o Júri" (Grinover. que consiste em retardar a interdição policial do que se supõe ação praticada por organizações criminosas ou a ela vinculado. componentes e atuação de u ma organização criminosa" (Guilherme de Souza Nucci. 18). também conhecido como retardado ou prorrogado.210/84). "é preceito estabelecido como garantia do acusado. 70. 1° da Lei 9. ou. O dispositivo possi bilita. pr incípio constitucional. Recursos no Processo Penal. alínea a. identifi car e responsabilizar maior número de integrantes de operações de tráfico e distribuição. 133.a ação controlada. "é a po ssibilidade que a polícia possui de retardar a realização da prisão em flagrante.. para o bter maiores dados e informações a respeito do funcionamento. É possível a sua re alização quando o flagrante referir-se a alguns crimes. da Lei n° 10. 179 . Revista dos Tribunais. ou tenha a posição de garantidor. o faz no inciso II do artigo 118. haja dado causa ao abandono por anterior comportamento (CP. por terem os mesmos poderes do juiz. 2°. em se tratando da prática de falta grave ou crime doloso. 71. caput. Não há necessid ade de que o fato definido como crime doloso seja objeto de sentença condenatória tr ansitada em julgado para possibilitar a regressão do condenado a regime mais gravo so. 4ª ed. inciso I. substâncias ou drogas ilícitas que entrem no território brasileiro. inciso II. da Lei de Execução Penal (Lei n° 7. "a não-atuação policial sobre os portadores de prod utos.. também. Já o c rime de abandono de incapaz.

A doutrina denomina de au toria colateral (ou co-autoria lateral ou imprópria). a segunda defende q ue a diligência deve ser relacionada apenas ao conteúdo do mandado e ao que está autor izado por este. Tal determinação é feit a tendo em vista a dignidade de alguns cargos e funções públicas e não das pessoas que o s ocupam. pois a regra da preclusão consumativa não se aplica ao caso. cometida com a mesma fina lidade prática atinente àquele crime. como é o caso do crime de homicídio. dispararem sobre a vítima. “Manual de Direito Penal – Parte Geral”. que. Se a vítima morre u apenas em decorrência da conduta de uma. ao mesmo t empo. A maior ia da doutrina entende ser possível o recebimento parcial da denúncia pelo juiz. a exemplo do que ocorre no denominado crime pr ogressivo. bem como qua ndo constitui conduta anterior ou posterior do agente. referentes a laços familiares ou afetivos entre os envolvid os. Trata-se de condição negativa de punibilidade ou causa de exclusão de pena. § 2. são circunstân cias de caráter pessoal. ou de absorção. Contudo. incisos I e II. 73. realizada tempestivamente. Ressalte-se. ainda. não se observa a regra de extensão da competência por estarem envolvidas normas constitucionais. p. sem conhecerem a intenção uma da outra. neste ponto. E xistem duas posições principais: a primeira entende que. por razões de política criminal. Tra ta-se de conflito aparente de normas. 76. entende a doutrina que tal decisão não seria acertada. e 348. sempre que houver concurso de pessoas (art s. pois ocor re a relação consuntiva. resolvido pelo princípio da consunção. rejeitada a denúncia contra a pessoa que goza de foro privilegiado. E stão previstas nos arts. O fundamento utilizado pelo juiz para não receber a apelação no caso aventado poderia ser o da ocorrência de preclusão consumativa. alegando a perd a da faculdade processual em decorrência do seu exercício com o ingresso da primeira apelação. a outra responde por tentativa de homicíd io. e 78. I. que. punindo-se ambos por tentativa de homicídio” (MIRABETE. quando um fato definido por uma norma incrimina dora é meio necessário ou normal fase de preparação ou execução de outro crime. responderão cad a uma por um crime se os disparos de amas forem causas da morte. É também o entendimento da jurisprudência. Em alguns casos. haverá rejeição quanto às outras e. hi erarquicamente superiores às regras sobre conexão do Código de Processo Penal. do Código Penal. também conhecidas como imunidades absolutas. São Paulo: Atlas.°. Julio Fabbrini . só admitindo. apreensão do que estivesse relacion ado com o objeto do mandado 180 . 230). 77. Vol 1. As escusas absolutórias. estando a busca e apreensão a utorizada por mandado do juiz competente. a competência para o julg amento dos demais retorna para o 1° grau de jurisdição. III). 181. Segundo a doutrina a competência por prerrogativa de função abrange também as pessoas que não gozam de foro especial. o qual pressupõe a lesão corporal como r esultado anterior.72. “Caso duas pessoas. É a competência determ inada em razão da função ou cargo exercido por determinadas pessoas. 74. havendo imputações c umulativas e recebendo o juiz a denúncia apenas em relação a algumas. por isso tudo o que fosse encontrado na casa poderia ser apreendido. 77. visto se tratar de simples suplement ação do recurso interposto. a solução deverá obedecer ao princípio do in d ubio pro reo. 78. caberá recurso em sentido estrito. 1997. ten do em vista a inexistência de vedação legal. Havendo dúvida insanável sobre a autoria. 75. Entretanto. a entrada na casa seria lícita. o legislador houve por bem afastar a punib ilidade. parte da doutrina.

caput. Embargos infringentes e de nulidade.214. of endendo o princípio do duplo grau de jurisdição e impondo ao acusado ônus excessivo sem que haja qualquer limitação para o órgão da acusação. entende haver. p. 80. caput e parágrafo único). desde que o crime pelo qual o sente nciado cumpre pena tenha sido praticado anteriormente à sua prisão.223. §2º. restringindo sua libe rdade (art. estupro (art. envenenamento de água potável ou substância alimentícia ou medic inal qualificado pela morte (art. 83.36).79. V. extorsão (art. Essa exigência representa um impedimento ao exercício do direito de recorrer. crimes contra o sistema financeiro (Lei nº 7. Revisão Criminal. e não roubo (art. extorsão mediante seqüestro (art. 85. e outra. assevera que tem-se configurado o crime de roubo simples em concurso material com o crime de seqüestro (art. ao depois. Vol 1. caput. quadrilha ou bando (ar t. III. Damásio de. 3º da Lei nº 2. ex torsão. Prot esto por novo júri.1º.288. p. epidemia com resu ltado morte (art. 262).368/76). caput.2. e seus §§1º e 2º). bastando a presença de um deles p ara a possibilidade de prisão temporária. p. São Paulo. caput. Entretanto.Curso de Direito Penal Brasile iro. “Manual de Direito Penal – Parte Geral”. por não ter natureza cautelar.157. cc art. em conjunto com o item III. Esse art igo foi revogado. II. caput e parágrafo único). que os entende cumulativos. de autoria ou participação do indiciado nos seguintes crimes: homicídio doloso (art. c. 2006. c. A terceira. atentado violento ao pudor (ar t. Julio Fabbrini.158. caput e seus §§1º e 2º). A prime ira mais restrita entende que somente é computável na pena de prisão aquela prisão caute lar relativa ao objeto da condenação. caput e sua combinação com o art. todos do CP)(REGIS PRADO.12 da Lei nº 6. CP)(JESUS.960/89. que previ u crime próprio para a utilização de simulacro de arma de brinquedo (art.223. foi revogada pela Lei nº 9. Seria uma hipótese de fungibilidade da prisão” (MIRABETE.157. uma vez que nesta ação vigora o princípio da disponibilidade. São Paulo: Sarai va. São Paulo: Atlas. quais s ejam: I.598). roubo (art.279. hoje não mais se con sidera motivo de maior reprovação a utilização de arma sem o potencial ofensivo. §1º).148. Uma segunda posição mais liberal entende que é possíve l a “detração da pena ocorrida por outro processo. O entendimento jurisprudenci al dado pela antiga Súmula do STJ nº 174.445). Luiz. segundo disposição e pressa do artigo 29 do Código de Processo Penal. 84.quando imprescindível para as investigações do inquérito policial. A primeira. 2º.121 caput e seu §2º). sendo necessária a presença do item I ou do item II.Código Penal Anotado.826/03. 1997.889/56). Existem duas orientações. CP). genocídio (art. Depende.437/97. afirma tratar-se unicamente de crime de roubo com causa de aumento de pena pela manutenção da vítima em poder do agente. seqüestro e cárcere privado (art. vol. art.213 e sua combinação com o art. RT. unicamente.157.267. 81. Não. Existe posição que entende serem eles alternativos. da Lei nº 7. caput s §§1º e 2º).quando o i ndiciado não tiver residência fixa ou não fornecer elementos necessários ao esclarecimen to de sua identidade.1º. tráfico de drog s (art.492/86). A segunda posição.159. Os requisitos são dados pelo art. o Ministério Público não poderá interpor o recurso de apelação. não poden do ser tido o emprego de arma de brinquedo como qualificadora do roubo. Assim. pela Lei nº 10. Exis tem 3 posições. a prisão exerce função anômala de impedimento da apelação. caput.158. 82.148. Já na aç penal privada subsidiária da pública poderá o Ministério Público apelar.quando houver fundadas razões. de acordo com qualquer pr ova admitida na legislação penal.285). 181 . todos do Código Penal). Em se tratando de ação al pública de iniciativa exclusivamente privada. 2005. e seus §§1º e 2º).

assumir o compromisso d e a ele comparecer. do Código Penal. tendo como fundamento o arti go 42 do Código Penal que enuncia que se computam. A despronúncia é a reconsideração da própria decisão de pronúncia ou a não aceitação da pronúncia por parte bunal de Justiça. A reforma in pejus indireta consiste na situação em que anulada sentença condenatória em recurso exclusivo da defesa. existindo apenas quando já recebida a queixa-crime por p arte do juiz. na pena privativa de liberdade e na medida de segurança. pois do contrari o o réu estaria sendo prejudicado indiretamente pelo seu recurso. Não. a in existência do crime ou de indícios suficientes de autoria. 87. inciso V. tampouco. destacando que o artigo 120 do Cód igo Penal é expresso ao afirmar a natureza declaratória do instituto do perdão judicia l ao afirmar que “a sentença que conceder perdão judicial não será considerada para efeito s de reincidência”. A despronúncia é. vez que o ato da vítima denota que perdoou o querelado. em primeira instância.28 desta Lei. revogando-a. quando as conseqüências da infração atingirem o próprio agente de for ma tão grave que a sanção penal se torne desnecessária. portanto. a pena de dois anos. no Brasil ou no estrangeiro. lavrando-se termo circunstanciado e providenciando-se as req uisições dos exames e perícias necessárias”. seja por parte do Tribunal de Justiça que. denota ndo incompatibilidade e continuar o processo-crime. Já o perdão judicial cons titui providência exclusivamente do Poder Jurisdicional derivada de medida de Políti ca Criminal. mas que vem a ser reformada em sede de reexame pela ins tância “ad quem”. não devendo. havendo previsão expressa em situações de homicídio culposo e outras culpos as expressas em lei. no máximo. interposto contra a sentença de pronuncia. A despronúncia. não devendo ser confundida com a renuncia tácita que é sempre antes de i niciar o processo. “tratando-se da conduta prevista no a rt. em face do r ecurso em sentido estrito. pode ocorrer em duas hipóteses: 1) se o juiz. desde logo. Trata-se assim de conseqüência negativa ao réu que ex clusivamente apelou. A detração penal é um instituto de direito penal que abate o tempo de segregação provisória cumprida pelo condenado. n falta deste. assim. em face de um ato do querelante para com o querelado. A distinção entre impronúncia e despronúncia está em e a primeira é decretada pelo juízo “a quo” em juízo de valor que afirma. apreciando recurso do réu. se mantida a pronúncia. ser submet ido a prisão processual. §2° da Lei n° 11. não podendo por isso o Tribunal piorar indiretamente a sua si tuação do réu.86. em sede de reconsider ação. 48. A nova decisão poderá impor-lhe. o tempo de prisão provisória. reconsiderar a decisão. 88. 182 . em face do Recurso em Sentido Estrito interposto pelo pronunciad o. devendo o perdão tácito para extinguir a punibilidade ser aceito por parte do querelado. Segundo o art. seja por parte do juízo de primeira instância.28 não prever penas privativas de liberdade. O perdão tácito é uma causa extintiva de punibilidade prevista no artigo 107. reforma a se ntença de pronúncia para impronunciá-lo. 90. 89. devendo o autor do fato ser imedia tamente encaminhado ao juízo competente ou. a revogação ou desconstituição da pronúncia anteri ente decretada. vier o Tribuna l a revogá-la. não se imporá prisão em flagrante. Isso se explica pelo fato do crime disposto n o art. enquanto a segunda pressu põe a existência de uma sentença de pronúncia e o reconhecimento desses pressupostos por parte do juízo de origem. configurando-se na ação penal excl usivamente privada. porquanto o perdão é sempre bilateral. Exemplo: O réu condenado a 2 anos de reclusão apela e obtém a nulidade da sen tença. não pode ser prolatada nova deci são mais gravosa do que a anulada.343/06. o de prisão administrativa e o de internação em qualquer dos estabelecimentos referidos no artigo 41 do Código Penal.

” (Damásio. por negligencia. 97. Esse é diferente d aquele historiado na denúncia. 98. 02. 92. nota 6-A). alguns requisitos para sua aplicação: necessidade. XI. Apesar de a pen a ter sido fixada no mínimo e não ter havido alteração no tipo penal. A absolvição imprópria se verifica quando o autor do fato havido como infração penal for inimputável.2007). tendo em vista que. A matéria não é pacífica . e consiste na “sentença que permite a aplicação da medid de segurança. configura da qualquer uma delas. consideradas em separado.” 100.. Exemplos desse tipo são o do crime de t ráfico de drogas e o de instigação ao suicídio (art. Deve ele. Apontamse. Cap. segundo orientação do Supremo Tribunal Federa l. É o princípio da proporcionalidade. 10) salientam qu e “não pode o juiz. 94. 384. sem tomar as providências do art. constituem crimes. não são delitos. merece uma sanção penal (medida de segurança)”. 95. conforme artigo 1 97. mas a posição predominante é de que não é possível. O recurso interposto é o adequado. O juiz agiu incorretamente. a sua aplicação em favor do acusado. A distinção entre crime habitual e crime continuado es tá assentada na natureza diversa das ações que os constituem. Conforme o artigo 183 inciso I do Código Penal não é cabível a incidência da escusa ab solutória no crime de roubo. discutindo-se sobre a sua utilização para adm itir prova em favor da acusação. art. Cap. 122. foram praticados no mesmo contexto fático e contra a mesma vítima” (HC nº 89827/SP.91. por si mesmas. logo. No crime continuado. Recentemente. O caso é de uso de ofen dículo. Admite-se. Código Penal comentado. porém. Assim. da Lei das Execuções Penais. p. uma vez que ambos são crimes contra a liberdade sexual e. 96. a despeito de considerar que o réu não comet eu delito. (. ou sem que tenha havido prévio aditamento. foi intempestivo. sob pena de nulidade. 27. entende-se que não há excesso n a colocação de pontas de lança. adequação e proporcionalidade em sentido estrito. A decisão absolutória impróp ria não impede a propositura da ação cível.. CP). o crime se realiza. amplam ente. XV II. Normalmente. (Guilherme de Souza Nucci. não é criminoso. o prazo é de cinco dias.. “as ações que o compõem. sendo que. Pela Lei de Violência Doméstica. com base nessas novas circun stâncias. Não se cuida de mera adequação do fato. restringindose a continuidade aos crim es do mesmo tipo. 212). seguir o rito do recurso em sentido estrito. as ações que o integram. caput. pois não exclui a ilicitude do fato imputado. Antonio Magalhães Gomes Filho e Anton io Scarance Fernandes (As nulidades no processo penal.). Po rtanto. a desistência da rep resentação deve ser feita em audiência com o juiz e com a presença do Ministério Público e p ode ser refeita após a denúncia e antes de 183 .. 36. apenas isenta o acusado de pena. condenar o réu. A doutrina entende que a pessoa age em exercício regular de direito ou em le gítima defesa predisposta ou preordenada. ao cont rário. Ada Pellegrini Grinover. 99. houve mudança do fat o imputado. Tipo misto alternativo é o composto por várias ações. 93.) No crime habitual. uma vez que o acusado foi denunciado por uma modalidade de culpa e c ondenado por outra.97. ainda. no caso. a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federa l entendeu ser cabível a hipótese de crime continuado: “Entendeu-se que a circunstância de esses delitos não possuírem tipificação idêntica não seria suficiente a afastar a continu idade delitiva. (.

16 da Lei 11. art. Pode-se. além do que o imputável é beneficiado pelo limite das suas penas em 30 an os (art. 10 1. ainda. Há quem sustente ser inconstitucional o prazo indeterminado para a medida de se gurança.seu recebimento (art. e.. 97.340).) é uma forma de sanção penal –. 184 . a ação é pública incondicionada. considerar que. 75. CP)”. para al guns autores. (Nucci. nada mais poderia ser feito.. assim. pois é vedada a pena de caráter perpétuo – e a medida de segurança (. nota 8).

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