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Presidente da República Luíz Inácio Lula da Silva

Ministro do Trabalho e Emprego Luiz Marinho

Secretário de Políticas Públicas de Emprego - SPPE Remígio Todeschini

Diretor do Departamento de Qualificação Profissional - DQP Antônio Almerico Biondi Lima

Coordenadora-Geral de Qualificação Profissional - CGQUA Tatiana Scalco Silveira

Coordenador-Geral de Certificação e Orientação Profissional - CGCOP Marcelo Alvares de Sousa

Coordenador-Geral de Empreendedorismo Juvenil Misael Goyos de Oliveira

© copyright 2006 - Ministério do Trabalho e Emprego

Secretaria de Políticas Públicas de Emprego - SPPE Departamento de Qualificação DEQ Esplanada dos Ministérios, Bloco F, 3º andar, Sala 306 CEP:70059-900 Brasília DF Telefones: (0XX61) 317-6239 / 317-6004 FAX: (0XX61) 224-7593 E-mail: qualificacao@mte.org.br

Tiragem: 500 exemplares (Venda Proibida)

Elaboração, Edição e Distribuição:

CATALISA - Rede de Cooperação para Sustentabilidade São Paulo - SP www.catalisa.org.br E-mail: catalisa@catalisa.org.br

Entidade Conveniada:

Instituto Educação e Pesquisa Data Brasil R. Moreira Cezar, 2715 - Sala 2B - Centro - Caxias do Sul - RS

Ficha Catalográfica:

Obs.: Os textos não refletem necessariamente a posição do Ministério do Trabalho e Emprego

.:. Segurança no Trabalho .:.

Segurança no Trabalho

Curso de Qualificação Profissional

Manual do Instrutor

SP - Junho 2006

“Esse material didático se destina à qualificação profissional e não à formação técnica”

SEGURANÇA NO TRABALHO

Manual do Instrutor

Os elevados índices de incapacidade produzidos por acidentes e doenças ocupacionais em todo o país são alarmantes, com grande ônus, não apenas para o(a)s trabalhadore(a)s e empregadore(a)s, mas também para o governo e a sociedade como um todo.

A Segurança do Trabalho estuda todos os riscos dos locais de trabalho que possam afetar fisicamente o indivíduo, diminuindo sua capacidade de trabalho. A Segurança e a Higiene do Trabalho envolvem o trabalho, o ambiente e o indivíduo. A Segurança do Trabalho decorre de um conjunto de normas, cuja observância levará à redução ou eliminação dos riscos que ameaçam a integridade física do(a) trabalhador(a).

Um aspecto importante é o caráter preventivo. Muitos acidentes no trabalho podem ser evitados com ações simples como: sinalização, passagens seguras, característica de pisos, uso adequado de escadas e andaimes, correto transporte e armazenamento de materiais e produtos químicos, etc. Uma questão de responsabilidade.

Mais que prevenir acidentes e doenças do trabalho, busca-se multiplicar o conhecimento para uma nova postura do trabalhador e da sociedade.

Devemos lembrar que por trás de qualquer máquina, equipamento ou material está o ser humano, a maior riqueza de uma nação; assim podemos refletir sobre a importância da Segurança e Medicina do Trabalho.

Dentro desse contexto, sabendo-se da importante demanda existente, com o propósito de reverter o atual quadro de falta de consciência e investimentos adequados nessa área, está sendo apresentado o material didático SEGURANÇA NO TRABALHO, desenvolvido pela CATALISA – Rede de Cooperação para Sustentabilidade (www.catalisa.org.br).

4

.:. Segurança no Trabalho .:.

O objetivo é oferecer qualificação social e profissional para quem pretende trabalhar direta- mente na área ou deseja obter conhecimentos sobre aspectos técnicos da segurança no trabalho, envolvendo também a saúde e higiene, condições ambientais e questões de ordem legal.

O processo de criação desse material didático teve como importante momento o Seminário “Projeto Trabalho Seguro” , realizado pela CATALISA no Nikkey Palace Hotel, em São Paulo, capital, sob a organização da Spot Produções e Eventos, nos dias 09 e 10 de maio de 2006. Na ocasião reuniram-se diversos especialistas e consultores da área, que deixaram relevantes contribuições. Na seqüência, o conteúdo técnico e didático foi aprofundado por meio de uma oficina de desenvol- vimento metodológico, experimentação em diversas regiões do país e validada em escala nacional, com o envolvimento de uma numerosa equipe de profissionais.

Essa publicação é resultado de um trabalho de caráter cooperativo e agradecemos em espe- cial as seguintes participações:

Coordenaçãogeral

Eduardo Coutinho de Paula

Gesualdo D´Avola Filho

Coordenaçãotécnica

Dr. Benoni de Arruda Albernet Júnior

Coordenaçãopedagógica

Maria Carlota Toledo Moraes

Seminário, SãoPaulo/SP

Benoni de Arruda Albernet Júnior

José Valter Sakamoto

Luis Augusto de Bruin

Lúcia Cristina S. Marcondes

Marcela Cavalcanti Pereira

Roberto Luckner

Susel Ferreira da Silva

Oficina Metodológica e Curso de Experimentação

Carlos Augusto Costa Santos – Camaçari/BA

Gerson Arruda da Silva – Cuiabá/MT

Gilberto Silva – Recife/PE

José Duarte de Araújo/MT

Manuel Francisco Neves de Andrade – Belo Horizonte/MG

Nelson C. Marinho – Caxias do Sul/RS

Olário Krieger – Curitiba/PR

Regiane Maria de Oliveira – São Paulo/SP

Roberta Cristina Corrêa – Santana de Parnaíba/SP

Simone de N. dos S. Marques – Belém/PA

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Suporte

Luiz Roberto Segala Gomes

.:. Segurança no Trabalho .:.

Digital Mix Ltda:

José Roberto Negrão

Paulo Cezar Barbosa Mello

Reinaldo Fonseca

Marcelo Augusto Dias

SpotProduçãoeEventos:

Fernanda de Souza Pinto

César Augusto de Bourbon

MANUAL DO INSTRUTOR: COMO USAR

O Manual do Instrutor traz a seqüência dos assuntos exatamente igual à da Apostila, sob a forma de um Plano de Aulas. Isso quer dizer que, quando o instrutor estiver dando a aula 1 do Capítulo 1, o Plano de Aulas descreve o conteúdo a ser trabalhado e, dependendo do caso, traz dicas de como fazer (caso de algumas dinâmicas de grupo, por exemplo). Sendo assim, é importante preparar-se com antecedência, usando como fonte de informações o Manual e, como guia para as aulas, o Plano de Aulas.

Há alguns critérios importantes que o instrutor deverá considerar.

Plano de Aulas – serve para orientar o instrutor em sala de aula. Ele contém 5 tópicos que se relacionam. Cada assunto trabalhado tem sua carga horária, objetivos, conteúdo, técnicas e recursos auxiliares:

· Carga horária - é contada em minutos ou horas

· Objetivos Específicos – É o que se espera que o aluno saiba ao final da atividade.

Normalmente usamos verbos que descrevam comportamentos que podemos observar, tais como: identificar, descrever, reconhecer, citar, listar, apontar, etc. Fazemos dessa forma, pois consideramos que Aprendizagem é modificação de comportamento e, portanto, observável;

· Conteúdo programático – é o TEMA principal. Muitas vezes há vários temas e sub- temas relacionados ao mesmo objetivo específico;

· Técnica – é a maneira como a aula é dada. Por exemplo: pode ser uma aula expositivo-

participativa, onde o instrutor expõe um assunto, com a participação de todos, ou um painel com debate, onde todos trocam opiniões;

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.:. Segurança no Trabalho .:.

· Recursos Auxiliares – São ferramentas que auxiliam o instrutor na apresentação do

conteúdo. Por exemplo: lousa, folhas de papel, cartolina, tesoura e cola, televisão, etc.

DicasImportantes

No primeiro encontro, sugerimos que o instrutor faça um exercício com o grupo para que todos possam se apresentar. Nesse dia não se deve dar início aos temas ainda, para que todos possam relaxar e se conhecer bem. Esse tipo de exercício é chamado de “dinâmicas”. Há outro tipo de exercícios, próprios para incentivar a cooperação entre as pessoas, facilitando os trabalhos em equipe e o relacionamento de todos. Esses são chamados de “jogos cooperativos”.

Na parte anexa desse Manual, daremos alguns exemplos de “dinâmicas” e “jogos cooperati- vos” que você poderá usar.

Há momentos no plano de aulas que incentivam o uso desses exercícios, entretanto o instru- tor é a pessoa mais indicada para saber quando são necessários, e, por esse motivo deixamos esses exercícios descritos em anexo.

O instrutor deverá, na medida do possível:

· Usar exemplos regionais para ilustrar os temas (assuntos);

· Sempre respeitar a seqüência dos temas e a carga horária;

· Utilizar os exercícios e dinâmicas como estão descritas no Manual do Instrutor e no Plano de Aulas;

· Procurar sempre criar um ambiente relaxado e de companheirismo entre as pessoas, evitando expor dificuldades pessoais dos alunos.

PrincípiosMetodológicos

Aplicamos o chamado CAV – Ciclo de Aprendizagem Vivencial (Moscovici - 1995):

a) experiência concreta por meio de uma atividade: vivência, jogo, dança, elemento lúdico (que leve o participante ao novo);

b) análise dessa experiência: relato, diálogo de reflexão, compartilhamento de observações, sentimentos e reações, com a participação de todos;

c)

busca de conceituação: processamento, pelo entendimento das semelhanças e dife-

renças e associação da vivência com padrões de comportamento e a sistematização da

experiência vivida. É respeitada a “bagagem” cultura e histórica de todos;

d) generalização: associar a experiência com o dia a dia, fazendo um paralelo com a

realidade, mantendo o foco no tema e no momento do grupo;

e) aplicação de descobertas na vida real: síntese das reflexões e aplicação ao dia a dia.

Ao fechar o Ciclo de Aprendizagem Vivencial, sendo coletiva a construção do conhecimento, o comportamento final não somente estará pautado no racional, mas também no emocional, buscando assim, resgatar o ser humano integral.

Parasabermais

- DE CICCO, Francesco. Manual sobre sistema de gestão da Segurança e Saúde no Tra- balho.?,?:????

- GONÇALVES, Edwar AbreuManual de Segurança e Saúde no Trabalho.?,?:????

- CIANCIULLI, Pedro Luiz. Incêndios florestais: Prevenção e Combate.?,?:????

- BIDIN, J. Prevenção e combate a incêndios nas áreas agrícolas e dentro das unidades produtoras .?,?:????

- SECCO, Orlando. Manual de Prevenção e Combate a Incêndios .?,?:????

-DE CICCO, Francesco. Prevenção e Controle de Perdas: Uma abordagem integrada .?,?:????

- FRANCO, José Antonio Brasileiro. Engenharia de Segurança : Tecnologia e Gerencia / Matriz de causa e efeito.?,?:????

- BIRD, Frank E. Loss control management.?,?:????

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.:. Segurança no Trabalho .:.

lousa / papel sulfite /

com software gráfico /

expositivo-participativa lousa / computadoraula

local para fixação dos

sulfite para execução

nho de peça em papel

lousa / cópia de dese-

dos exercícios propos-

trabalhos criados

dinâmica: Um desenho improvi- vide anexo

datashow

lousaaula

lousaReconhecer

tos

cotagem de desenho de acordo

exercício de detalhamento e

desenvolvimento de um esboço a partir de uma descrição verbal.

aula expositivo-participativa com

aula expositivo-participativa com

com o desenvolvimento do tema.

aula expositivo-participativa

expositivo-participativaIdentificar

Plano de Aulas - Segurança no Trabalho

sado

Conciliar desenvolvimento das

criar e transmitir idéias e formas

mentos necessários e evolução

Desenvolver a capacidade de

protótipos virtuais; estrutura de

sição de conhecimento de natu-

capacidades criativas com aqui-

Desenho Técnico - sua abran-

Descrição técnica; normas inter-

dados; movimentos, folgas e in-

cortes; dimensionamento; tole- râncias

gência, metodologias, procedi-

nacionais; detalhes; projeções;

Potencialidade das tecnologias;

Preparar para o desenho Preparação para o desenho30'

das ferramentas

reza tecnológica

terferências

a abrangência e evolução

os desafios no ensino do

Reconhecer as tecnologias de

Reconhecer a importância do pensa-

Identificação das técnicas e normali-3hs

zação de representação geométrica

1- DESENHO TÉCNICO

do Desenho Técnico

Desenho Técnico

mento criativo

modelação

3hs

2hs

20'

15'

RecursosAuxiliares

Técnicas

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

lousa / papel sulfite /

com software gráfico /

lousa / computador

putador com software

réguas ou trenas / com-

lousa, revistas, carto-

lina, tesoura, cola,

gráfico / datashow

datashow

apostilas

lousa1h

expositivo-participativa lousaaula

ler a NR 26, discuti-la, confecionar

material e recursos para criação

cartazes e apresentar. Conclusão

trabalho em subgrupos: todos irão

aula expositivo-participativa com10hs

material ( catálogos / projetos em

aula expositivo-participativa com

com aula expositivo-participativa.

CAD ) de produtos de consumo

aula expositivo-participativa

de um produto simples

produção; materiais; processos

Idealização; esboço; ferramentas

Avaliação contínua; execução

especificações; facilidades com o

Mecânica; CAD; design e

Caráter multidiciplinar da Eng a

Normas Regulamentadoras de

NR - 26 - Uso da comunicação na Segurança do Trabalho - Objeti- vos: prevenção de acidentes, identificação de equipamentos de segurança, delimitação de áreas, identificação de canalização de liquidos e gases, advertência con- tra riscos

e

Segurança no Trabalho - objeti-

prática; implantação de produ-

automação industrial; robótica;

dimensionamento; materiais;

desenvolvimento

tos, uso e aplicações

uso do CAD 3D

para

vos

Reconhecer a importância do Desenho

Identificar as aplicações do Desenho

Técnico e sua função introdutória à

Conhecer todas as normas regula-

Identificar as fases de desenvolvimen-

3- SEGURANÇA DO TRABALHO E LE-

Reconhecer a NR-26 e seus objetivos.16hs

Técnico na criação de produtos

mentadoras e sua finalidade

Engenharia Mecânica

2- COMUNICAÇÃO

to de um projeto

GISLAÇÃO

2hs

20'

RecursosAuxiliares

Técnicas

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

12

.:. Segurança no Trabalho .:.

lousa, apostila, papéis e

canetas para os gru-

vidades X áreas de ris-

lousa , quadro de ati-

vide anexoCooperação

vide anexodinâmica

lousa30'

lousa

lousa

pos.

co

todos, em subgrupos, devem ler o

para aquecimento e/ouAquecimento

conclusão com aula expositivo-

manual e apresentar para a classe.

aula expositivo-participativa

aula expositivo-participativa

aula expositivo-participativa

aula expositivo-participativa

jogo cooperativoIncentivar

participativa.

integração

Atividades profissionais X áreas

cação Nacional de Atividades

des, atividade da empresa, e

rança patrimonial, Assessoria

Setor de Segurança do Traba-

Setor de Segurança do Traba-

lho - vinculado ao Departamen-

Quadro I - Quadro de Classifi-

Econômicas: código de ativida-

lho - Responsabilidades - segu-

Segurança no Trabalho - princi-

pais decretos e leis específicas

grau de risco correspondente

e integraçãoAquecer

Jurídica, SEESMT

to Aministrativo

de risco

também regem a segurança no trabalho

Constituiçao Federal, decretos e leis que

gurança do Trabalho no organograma

Identificar os principais artigos da

Identificar a posição do Setor de Se-

fissionais e as respectivas áreas de ris-

Identificar na NR-04 o Quadro de Clas-30'

Identificar as diversas atividades pro-

pais do Setor de Segurança do Traba-

Identificar as responsabilidades princi-30'

sificação Nacional de Atividades Eco-

a Cooperação

4-ADMINISTRAÇÃO

e integrar15'

de uma empresa

nômicas

lho

co.

2hs

8hs

30'

RecursosAuxiliares

Técnicas

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

apostila/glossário

apostila/glossário

apostila/glossário

expositivo-participativa lousa / apostilaaula

expositivo-participativa lousaaula

trabalho em subgrupos - em dois

glossário de seguros e acidentes

leitura do glossário em subgrupos

ficuldades X facilidades, termos

subgrupos estudam os termos do

trabalho em subgrupos - leitura e discussão do glossário de termos. Cada subgrupo se responsabilisa por estudar uma certa quantida- de de termos e depois discutem as facilidades e dificuldades, ter- mos comuns X desconhecidos, etc, com coordenação do instrutor.

uma equipe e cada uma dirige à

ambientais. Cada subgrupo forma

com discussão posterior sobre di-

outras perguntas sobre o glossário.

estranhos, etc

Inglês - Seguros e Acidentes

Inglês Aplicado a Segurança do

cias de funcionários da Área de

SEESMT - principais responsa-

Quadro II - grau de riscoX nú-

mero de funcionários = exigên-

Principais termos técnicos em

Principais termos técnicos em

Inglês - Automação Industrial

Segurança do Trabalho

Ambientais

bilidades

Trabalho

rios de cada empresa e as respectivas

Reconhecer principais termos do inglês

cos de segurança do trabalho em inglês

Identificar no quadro II o grau de risco45'

bildidades dos profisisonais do SEESMT

correspondente X número de funcioná-

nicos de automação industrial em in-

Reconhecer os principais termos técni-

Reconhecer os principais termos téc-

Identificar as principais responsa-

aplicado à segurança do trabalho

exigências de segurança

5- INGLÊS APLICADO

glês

4hs

2hs

4hs

45'

RecursosAuxiliares

Técnicas

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

14

.:. Segurança no Trabalho .:.

vide anexo

lousa

expositivo-participativa lousaaula

lousa30'

lousa

aula expositivo-participativa com lousa

lousa

dinâmica: Formando Palavras

aula expositivo-participativa

aula expositivo-participativa

aula expositivo-participativa

aula expositivo-participativa

aula expositivo-participativa

Informática - sua importância e

ticas da formação e regulamen-

organizacional, da saúde e hospi-

Psicologia - áreas de atuação: clí-

Consolidação dos termos estu-

Psicologia - Conceito, caracterís-

capacidade de armazenamento -

etc.) monitor, teclado, mouse,

CPU (processador, drives, HD,

Psicólogo na empresa: objetivos,

Kbytes, Megabytes e Gigabytes,

nica, do esporte, escolar,

Hardware - CPU e Periféricos

talar, e psicologia do trabalho

caixas de audio e periféricos

benefícios, abrangência

tação do curso

abrangência

dados

Reconhecer componentes e operações3hs

Conceituar Hardware e identificar suas15'

Conceituar Psicologia, identificando15'

Reconhecer os principais objetivos e

Reconhecer a importância e abrangência

abrangência do trabalho do picólogo na

empresa, bem como os benefícios para

Identificar as diferentes áreas de atu-

caracteríticas da formação do profissi-

6- PSICOLOGIA DO TRABALHO

onal e regulamentação do curso.

da informática no mundoa atual

a empresa e seus funcionários.

básicas de um computador

Consolidar aprendizagem

características e funções

7-INFORMÁTICA

ação do psicólogo

3hs

15'

1h

RecursosAuxiliares

Técnicas

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

Computadores, lousa

expositivo-participativa com Computadores, lousaaula

Computadores, lousa

Computadores, lousa

Computadores, lousa

Computadores, lousa

lousa

aula expositivo-participativa com

aula expositivo-participativa com

aula expositivo-participativa com

aula expositivo-participativa com

aula expositivo-participativa

simulação em computador

simulação em computador

simulação em computador

simulação em computadorConceituar

simulação em computador

simulação em computador

Informática e Segurança do Tra- balho - Ergonomia (LER, DORT, dores de cabeça, estresse físico e psicológco).; Procedimentos bási- cosparaprevençãoecombatedos males causados pelo computador

palavras, uso de ferrramentas

Texto para internet - conteudo das

Correio eletrônico - conceito e operações: gerenciar caixa de correio, guardar, responder, retransmitir mensagens, impri- mir mensagem, estrutura de endereços eletrônicos.

tos, formatação, localização de

Windows - área de trabalho, ope-

Internet Explorer - conceito e ope- rações: www, botões do menu

gurações, abrir/salvar documen-

Word- edição de textos, confi-

(ortografia e gramática),colunas,

mensagens, dicas importantes

rações básicas, uso do mouse

tabelas, figuras, WordArt.

software e identificar suas Software - Programas

Reconhecer a relação entre Informática e Segurança do Trabalho, identificando os principais problemas de saúde cau- sados pelo mau uso do computador, bem como os procedimentos para preven- ção e combate a esses problemas

Conceituar e operar o programa

hs Reconhecer e operar o programa12

Reconhecer e operar o programa Word

Identificar melhores formas de reda-

Conceituar e operar o correio eletrôni-

ção de texto para uso em internet

características e funções

Internet Explorer

Windows

co

12hs

20hs

7hs

2hs

15'

1h

RecursosAuxiliares

Técnicas

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

16

.:. Segurança no Trabalho .:.

cartolina, papéis, cane- tas, revistas, tesoura, cola, lousa

trabalhos em sub grupos com apresentação: cada subgrupo fica responsável por alguns objetivos específicos descritos no plano (de acordo com distribuição feita pelo instrutor), discute, elabora carta- zes e apresenta. Supervisão final do instrutor.

Treinamento-PrincipaisConteúdos Transmissão de Informações Desenvolvimento de Habilidades Desenvolvimento/Modificação de Atitudes Desenvolvimento de Conceitos Treinamento - Principais Objeti- vos Objetivos Mensuráveis Objetivos Quantificados Métodos e Técnicas de treina- mento, segundo Carvalho e Nas- cimento Métodos e técnicas de treina- mento Métodos em grupo Técnicas em grupo - reunião de debates, demonstração, drama- tização, brainstorming, Estudos de Caso, Painel, Simpósio, Jogo de Empresas. Técnicas Individuais: treinamen- to no serviço, rodízio de funções, instrução programa. Treinamento à distância Método Expositivo Técnicas Expositivas: palestra, conferência.

Conhecer os principais conteúdos do treinamento de pessoas Identificar os principais objetivos do trei- namento de Pessoas Reconhecer as diferenças entre méto- dos e técnicas de treinamneto Identificar os diversos métodos e téc- nicas de treinamento em grupo e indi- viduais Identificar as diversas técnicas de trei- namento quanto ao uso Identificar as diversas técnicas de trei- namento quanto ao tempo Identificar as diversas técnicas de trei- namento quanto ao local de aplicação Reconhecer os aspectos positivos e ne- gativos do treinamento

8 - TÉCNICAS DE TREINAMENTO

16hs

RecursosAuxiliares

Técnicas

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

lousa

lousa

aula expositivo-participativa

aula expositivo-participativa

um todo, quanto às diferentes

Treinamento - aspectos positivos

negativos: quanto ao mercado

serviço, quanto à empresa como

conteúdo, orientadas para o

empresa, depois do ingresso no

dramatização,simulação,instrução

trabalho Técnicas - local de aplicação: no

Técnicas - uso: orientadas para

Técnicas - tempo: integração à

local de trabalho, fora do local

programada Origem da palavra / funções da

processo, técnicas de treinamen-

de trabalho, quanto ao pessoal em

filmes a fins, discussão em grupo,

metodologias - aulas expositivas,

Aplicações Envolvimentos

atividade Identificar ações e interações - Os 10 Princípios de ação1:30h

Responsabilidades

de trabalho

to mistas

o

e

-

-

9- TÉCNICASERGONÔMICAS

Definir Ergonomia

15'

RecursosAuxiliares

Técnicas

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

18

.:. Segurança no Trabalho .:.

cessários para montar

lousa, folhas de sulfite

lousa, folhas de sulfite

materiais diversos, ne-

ou flip chart ou cartoli-

ou flip chart ou cartoli-

na, canetas piloto,

na, canetas piloto,

o posto de trabalho.

vide anexo

apostila.

lousa

lousa-

lousa

finido pelo instrutor), devendo re- duzir ao máximo os riscos de LER / DORT, confeccionar placas infor- mando os riscos daquele posto. em seguida, o instrutor fará visita

cada subgrupo é responsável por

em seguida, síntese pelo instrutor

nar cartazes e apresentar aos

criar uma empre-

e pro-

(de-

a todos os postos com todo o gru- po para avaliação.

pesquisar um tipo de doença (de-

finido pelo instrutor), confeccio-

é respon-

com aula expositivo-participativa

com o texto de apoio (apostila),

de trabalho

aula expositivo-participativa

aula expositivo-participativa

administrativa

subgrupo

um posto

Incentivar a cooperação jogo cooperativoCooperação30'

deverá

por Cada

com área

o grupo

demais.

dutiva.

sável

sa

-Avaliação da condições ambientais

Avaliação do local de trabalho

Avaliação do posto de trabalho

características, causa, manifes-

Benefícios para empresa e fun-

Doenças : membros afetados,

Tolerâncias do corpo humano

Avaliação da organização

Check list de LER / DORT

Expansão da LER / DORT

Dados do trabalhador

Buscas da ergonomia

Analise ergonômica

Princípios aplicados

Dados da empresa

Situações de risco

Caracterização

- Conceito

Conceito

cionários

tações

-
-

-

-

-

-

-
-

-

-

-

-
-

-
-

Identificar características das LER/DORT

Apresentar e difundir relatório para

Identificar e conceituar LER / DORT

identificação de causa da lesão

Conceituar Ergonomia1:30h

15hs

10h

2hs

RecursosAuxiliares

Técnicas

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

Material de pesquisa

lousa, flip chart, cane-

rios, data show ou

nuais), lousa, formulá-

(livros, apostilas, ma-

retroprojetor com

transparências

ta pilot

lousa

formar subgrupos para efetuar

formar subgrupos para efetuar

apresentação posterior para os

aula expositivo-participativa

aula expositivo-participativa

no para implantação dos 3 con-

troles mencionados, com apresen-

pesquisas de pré requisitos e pla-

pesquisas de cada método, com

tação posterior para os demais.

aula expositivo-participativa

Norma regulamentadora NR 17 - aula expositivo-participativa

demais.

de sistemas

Ergonomia de 117.000-7 à 117.036-8/13 - estabelecimen- to de parâmetros para adapta- ção Do item 17.1 ao 17.6.4

Evolução das ações preven-

Comparativo Heinrich x Bird

- Abordagem e visão sistêmica

descrição da atividade definição / caracterização regulamentação

total das perdas

Métodos e características

Incidentes Críticos

- - Envolvimentos Controle de danos

. de segurança

Comportamental

Conscientização

Epidemiológico

trabalhadores

metodologias

patrimônio

Sistemas

Controle

- Técnicas

Métodos

Quadro 1

cionistas

a

- Eng

-

-

-

-

-
-

-

-

-

-

-

-
-

adaptação das condições de trabalho

Identificar métodos de investigação

às caracteristicas psicofisiológicas do

Citar norma regulamentadora para

Reconhecer a importância da preven-30'

hs Identificar ,étodos de estudo dos ris-12

10- PREVENÇÃO E CONTROLE DE PER-

dos acidentes de trabalho

ção e controle de perdas

trabalhador NR 17

DAS

cos

4hs

7 h

RecursosAuxiliares

Técnicas

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

20

.:. Segurança no Trabalho .:.

lousa, apostila, papeis e

canetas para os sub

priados, data show ou

lousa, formulários apro-

priados, data show ou

lousa, formulários apro-

com

com

retroprojetor

retroprojetor

transparências

transparências

vide anexoAquecer

grupos

lousa

dinâmica de aquecimento/

formar subgrupos para efetuar

formar subgrupos para efetuar

apresentação posterior para os

subgrupo é responsável por

em seguida, síntese pelo instrutor

cionar cartazes e apresentar aos

apresentação posterior para os

pesquisar um trecho da NR-23

trabalhos em sub grupos: com o

- conteúdo principal aula expositivo-participativa,ondeNR-23

todos dirigem suas dúvidas para

aula expositivo-participativa

texto de apoio (apostila), cada

aula expositivo-participativa

(definido pelo instrutor), confec-

simulações de cada técnica com

simulações de cada técnica com

com aula expositivo-participativa

o instrutor

integração

demais.

demais.

demais.

Norma regulamentadora NR 23

Ações propostasTécnicas e Ca-

- Análise de risco (APR, AMFE,

Introdução ao prevencionismo

de proteção contra incêndios

Aquecimento e integração

racterística (quadro 2)

Considerações finais

TIC, AAF)

Reconhecer e descrever outros meios

Consolidar aprendizagem sobre NR - 2330'

h Conhecer técnicas para identificação de4

teção conta incêndios previstas na

Identificar ações obrigatórias de pro-

11 - PREVENÇÃO E COMBATE A SI-

para identificação de riscos

e integrar

NISTROS

NR-23

riscos

15hs

4 h

30'

RecursosAuxiliares

Técnicas

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

vide anexo

expositivo-participativa lousaaula

lousa

e integração dinâmica de aquecimento/Aquecimento

aula expositivo-participativa

integração

de dos trabalhadores frente aos

PPRA - estabelecido na NR-09

logia de ação que garanta a pre-

Conceito: Programa de preven-

servação da saúde e integrida-

PPRA e PCMSO - devem coexis-

Objetivos: estabelecer metodo-

com implementação articula-

sar danos à saude dos trabalha-

Agentes de riscos: físicos, quí-

Definição- riscos capazes de cau-

riscos do ambiente de trabalho.

Programa de ação contínua

ção de riscos ambientais

Obrigatório por lei

micos e biológicos

Riscos ambientais

papel da CIPA

dores

das

tir

O

Conceituar PPRA, identificando seus3hs

Definir riscos ambientais, identifican-

12 - MEIO AMBIENTE E AVALIAÇÃO

objetivos e características principais

do os principais agentes de risco

Aquecer e integrar

AMBIENTAL

30'

30'

RecursosAuxiliares

Técnicas

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

22

.:. Segurança no Trabalho .:.

soura e revistas para

canetas para cada gru-

po com sulfite, cola, te-

lousa, cartolina ou pa-

péis, canetas piloto,

de aquecimento/ vide anexodinâmica

dinâmica de aquecimento/ vide anexo

recortes.

lousa8hs

ao final apresentação para todos

grama de melhoria de qualidade

aula expositivo-participativa e

ta e justificativa), bem como sua

ponsável por pesquisar e apre-

sentação: cada subgrupo fica res-

trabalhos em grupos com apre-

divulgação elaborada em materi-

subgrupos deverão criar um pro-

de vida no trabalho (com propos-

sentar um trecho da NR-07, com

trabalhos em subgrupos em

com conlusões do intrutor.

supervisão do instrutor.

al para apresentação.

integração

integração

Qualidade de Vida e Qualidade de Vida no trabalho Definição Desafios Estrutura dos Programas Progra- mas a serem desenvolvidos

Aquecimento e integração

Aquecimento e integração

Saúde Ocupacional

primeiros socorros

desenvolvimento

Composição

diretrizes

estrutura

objetivos

PCMSO

de vida no trabalho, identificando seus

Definir qualidade de vida e qualidade

desafios, estruturas de programas a

serem desenvolvidos, métodos de di-

Conceituar NR-07 - PCMSO, identifican-

do seus objetivos, diretrizes, estrutura,

desenvolvimento, primeiros socorros

13 - SAÚDE OCUPACIONAL

Aquecer e integrar

Aquecer e integrar30'

vulgação

6hs

30'

RecursosAuxiliares

Técnicas

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

lousa, apostila

lousa, apostila

expositivo-participativa lousaaula

lousa

lousa

lousaaula

leitura em grupos da apostila e

leitura em grupos da apostila e

aula expositivo-particiaptiva

expositivo-participativaImpactos

aula expositivo-participativaidentificar

aula expositivo-participativa30'

aula expositivo-particiaptiva

PPRA e LTCAT - diferenças

positivos e negativos

PPP Perfil Profissiográfico

Preenchimento do formulário

Funções dos Profissionais

da Revolução Industrial

Indicadores de Saúde

Ciência - importância

Mercado de Trabalho

Ciências ambientais

Obrigatoriedade

Previdenciário

Abrangência

abrangência

importância

conceituais

Legislação

Formação

Objetivos

dores de saúde e mercado de trabalho

e

gativos da Revolução Industrial sobre

Identificar as diferenças entre PPRA e

as importância da ciência

Definir Saúde Ocupacional, identifican-

do sua composição, formação, legisla-

ção, funções dos profissionais, indica-

Identificar os impactos positivos e ne-

objetivos,

preenchimento,

14 - CIÊNCIAS DO MEIO AMBIENTE

abrangência das ciências ambientais

importância

seus

obrigatoriedade,

a

o meio ambiente

PPP,

para o planeta

Reconhecer

abrangência

Definir

LTCAT

2hs

2hs

15'

30'

1h

RecursosAuxiliares

Técnicas

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

24

.:. Segurança no Trabalho .:.

lousa, folhas de sulfite

lousa, flip chart, cane-

na, canetas piloto e de-

mais materiais neces-

ou flip chart ou cartoli-

sários para montagem

lousa, folhas de sulfite

da instalação proposta.

ou flip chart ou cartoli-

na, canetas piloto,

tas piloto

apostila.

expositivo-participativa lousaaula

aula expositivo-participativa. cada subgrupo deverá criar e projetar as instalações de uma empresa in- dustrial fictícia (sugerida pelo ins-

trutor) dentro dos padrões e nor- mas regulamentadora.Ao final, o instrutor, junto com todo o grupo, fará visita a todas as instalações para avaliação.

aula expositivo-participativa. cada subgrupo deverá pesquisar sobre riscos à saúde nos diversos segmentos da indústria (plástica, metalúrgica, borracha, química, petróleo, cimento, etc.), deven- do confeccionar placas informan- do os riscos daquela atividade.

aula

com

expositivo-participativa

brainstorming

Educação Ecológica - reconhecer

de de ao Trabalho parâmetros

Desenvolvimento e evolução do

ConteúdoProgramático Problemas sócio-ambientais da atualidade Crescimento demográfico Pobreza e desigualdades Superexploração dos recursos Mudanças climáticas Buraco na camada de ozônio Espécies ameaçadas Acesso à água Erosão do solo

Norma regulamentadora NR 24 - Condições Sanitárias e de Confor-

-definição do equipamento ou instala-

para

os princípios básicos da ecolo-

Riscos à saúde e suas fontes Cui-

gia e viver de acordo com eles.

124.157-5/I

-regulamentação / dimensões

/ caracterização

124.000-5

estabelecimento

adequação.

Locais

-descrição

trabalho

item

to nos

dados

para

ção

Do

Identificar os mais graves problemas

Citar norma regulamentadora NR 24

Reconhecer a importância da educação

das Condições Sanitárias e de Confor-

Conceituar e identificar higiene e saú-

ecológica para o futuro próximo

sócio ambientais da atualidade

15 - HIGIENE DO TRABALHO

to nos Locais de Trabalho

de no trabalho

12hs

8 h

30'

1h

RecursosAuxiliares

Técnicas

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

papéis e canetas para

as equipes, apostila.

lousa,apostila

vide anexo

dinâmica de aquecimento/ vide anexo

dinâmica de aquecimento/30'

todos devem estudar o capítulo e

discussão com toda a classe e

lançar perguntas à equipe

instrutor assume papel de juiz

marca os pontos de cada equi-

integração leitura da apostila em grupos com

competição: em duas equipes,

pe e corrige os erros ao final.

supervisão do instrutor.

adversária.

integração

o

e

Conteúdos aprendidos no obje-

Aquecimento e integração PPRA Objetivos Diretrizes Estrutura Abrangência Elaboração e implementação Medidas de controle Registro de dados Responsabilidades do emprega- dor e dos empregados informação/divulgação interna

Aquecimento e integração

tivo anterior

abrangência, elaboração, implementação

Conceituar NR-09- PPRA, identificando

Consolidação dos conteúdos aprendi-

responsabilidades, informação/divulga-

,medidas de controle, registro de dados,

seus objetivos, diretrizes, estrutura,

- LEVANTAMENTO AMBIENTAL

- SEGURANÇA APLICADA

Aquecer e integrar

Aquecer e integrar

ção interna

dos

16

17

3hs30'

4hs

30'

RecursosAuxiliares

Técnicas

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

26

.:. Segurança no Trabalho .:.

pos, outros materiais

usados na composição

lousa, apostila, papéis e

lousa, apostila, papéis e

canetas para os gru-

canetas para os sub gru-

das situações dra-

apostila, papéis e cane-

tas para todos

vide anexoIncentivar

matizadas.

aula expositivo-participativa lousaCIPA

pos.

Técnicas leitura em sub grupos seguida de dramatização:a cada grupo é solici- tado criar situações e dramatizar trechos do conteúdo da apostila (das pag 01 a 11,escolhidos e dis- tribuídos pelo instrutor ), de forma que todos compreendam os concei- tos trabalhados. Orientações e con- clusão do instrutor

leu para os

leitura em sub grupos. Cada grupo lê um trecho. Em seguida, cada ele- mento do grupo forma um novo grupo comparticipantes dos outros grupos (de forma a ficar cada gru-

simulação: em sub grupos devem criar uma empresa fictícia e ela- borar seu mapa de risco de acor- do com todos os conteúdos já aprendidos. Ao final apresentação para todos.

outros.Conclusão com aula expositivo-participativa.

gru-

de con-

elemento

elementos

diversos). de Cada

o que

jogo cooperativoCooperação

po composto

ta sobre

pos

Leisqueregulamentamenorma- tizam ações ao meio ambiente:

Constituição Federal Constituição EstadualLeis Decretos Portarias Instruções normativas Medidas provisórias Resoluções

Segurança do trabalho

Composição da equipe

MAPA DE RISCO

Abrangência

Abrangência

Composição

Atribuições

Objetivos

Objetivos

Conceito

Decretos, Portarias, Instruçoes

Reconhecer o papel da CIPA e sua

Identificar os principais artigos da11hs

Conceituar segurança do trabalho, iden-

soluções concernetes ao meio ambien-

Normativas, Medidas Provisórias e Re-

Identificar a finalidade do mapa de ris-4hs

co, iedntificando os diversos riscos (fí-

sicos, químicos, mecanicos e biológicos)

Constituiçao Federal e Estadual, Leis,

tificando seus objetivos, abrangência,

18-LEGISLAÇÃOAMBIENTAL

a Cooperação

importância na empresa

composição da equipe.

te.

7hs

30'

30'

RecursosAuxiliares

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

lousa, flip-chart com

canetas

lousa

lousa

expositivo-participativa lousaaula

aula

aula expositivo-participativa

aula expositivo-participativa

com

expositivo-participativa

brainstorming

Saneamento - objetivos Contenção de doenças Economia no uso dos recursos hídricos do município Ações de sanemaneto - medidas preventivas que garantem a adequda ocupação do solo urba- no Abrangência Responsabilidades

Estrutura Porosidade Profundidade - rasos, com afloramento de rocha, profundos Capacidade de uso - erosão cau- sadora de problemas para o solo: físicos, químicos, biológi- cos, econômicos, sociais

Textura - arenosa, média, argilosa

Resultados da ação do homem

Solo - principais constituintes:

Tecnologias de baixo custo

Tratamento

Resultados

Definição

Esgotos

Coleta

Solo

Reconhecer os principais constituintes

Definir solo e conhecer problemas do solo2hs

Conhecer procedimentos adequados de coleta e tratamento de esgotos

e

abrangência, bem como as responsa-

Definir “ações de saneamento” e re-2hs

- ECOLOGIA E MECANISMOS DO SOLO

como decorrentes da atividade humana

importância

- SANEAMENTO AMBIENTAL

bilidades do poder público

sua

conhecer

do solo

19

20

2hs

2hs

RecursosAuxiliares

Técnicas

ConteúdoProgramático

ObjetivosEspecíficos

CargaHorária

28

.:. Segurança no Trabalho .:.

ANEXO

DESCRIÇÃO DAS TÉCNICAS DE SALA DE AULA

AULA EXPOSITIVO-PARTICIPATIVA

Essa técnica é a mais utilizada, pois serve para expor uma informação nova que precisa ser explicada pelo instrutor. Deve-se expor os assuntos de forma interessante, utilizando sempre exemplos, gesticulando, falando em voz alta e pausada, usando palavras conhecidas das pessoas, fazendo um bom uso da lousa ou flip-chart (cavalete com bloco de papel em tamanho grande), etc.

Isso é importante, caso contrário a aula fica cansativa e as pessoas param de prestar aten-

ção.

Deve-se sempre pedir a participação das pessoas com idéias e exemplos. É interessante começar a aula com perguntas do tipo:

- alguém já ouviu falar em

?,

ou - quem sabe o que significa

?

Assim, a aula fica interessante para todos, inclusive para o instrutor!

BRAINSTORMING

Esse nome complicado na verdade significa “tempestade de idéias” e o exercício é feito da seguinte forma: o instrutor deve dar uma aula expositiva com a participação de todos. Deve pedir para que pensem no assunto em questão e anota tudo o que é dito na lousa ou flip chart (sem censura). Ao final coordena a discussão, esclarecendo quais respostas fazem sentido e quais devem ser descartadas.

DINÂMICAS DE GRUPO E JOGOS COOPERATIVOS

São exercícios que exigem a participação das pessoas e ensinam algo novo através da prá- tica. O mais importante é que o instrutor faça comentários ao final, mostrando a relação do exercí- cio com o assunto tratado. As dinâmicas sugeridas aqui têm como objetivo maior integrar e aque- cer, preparando as pessoas para as aulas teóricas. Desse modo, muitas aulas não trazem propostas de dinâmica no plano de aulas, pois considera-se mais adequado deixar para o instrutor a opção de utilizá-la ou não, dependendo da necessidade.

Salienta-se, entretanto, que dinâmicas de grupo e jogos cooperativos favorecem um ambi- ente relaxado e de acolhimento, o que propicia a aprendizagem e a troca entre os participantes.

Dinâmicasparaoprimeirodia

Apresentação

- Objetivo: Apresentação dos participantes, aquecimento e levantamento de expectativas.

Pedir para que todos fiquem de pé e façam uma roda de modo que possam se ver. Dar alguns segundos para todos se observarem. Pedir a cada pessoa que escolha em segredo uma pessoa que não conhece e que gostaria de conhecer. Peça para que cada um escolha uma segunda opção. Depois de todos terem escolhido (sem contar a ninguém!), o instrutor avisa que quando disser “já” cada um deve correr para apanhar o par que escolheu. Não vale rejeitar o colega, pois é só uma brincadeira! Pode acontecer de a pessoa ser escolhida antes de escolher e nesse caso deve aceitar o par! Caso a pessoa que escolheu já ter sido “pega” por outro, partir para a segunda escolha. A pessoa tem que ser rápida se quiser ficar com o par escolhido!

Após a definição dos pares (caso alguém sobre, agrupar formando um trio, sem problemas), pedir para que as duplas conversem entre si, entrevistando um ao outro, perguntando para o colega o que quiser, porém necessariamente deverão perguntar sobre:

30

.:. Segurança no Trabalho .:.

· Alguns itens pessoais que o colega queira revelar

· O que espera deste curso

· Qual contribuição traz para o curso

· O que não gostaria que acontecesse no curso

Ao final das entrevistas em duplas, todos deverão contar sobre o colega que entrevistou (em

trios, cada um entrevista um, de forma que ninguém precise apresentar a si mesmo). Ao término

das apresentações, o instrutor se apresenta e conta um pouco sobre como será o curso.

Essa atividade é muito boa, pois descontrai as pessoas, faz com que se conheçam, conheçam

o instrutor e revelem suas expectativas sobre o programa.

Um desenho improvisado – dinâmica a ser utilizada no capítulo “Desenho Técnico”

Os jogadores receberão papel e caneta. O papel deverá ser dobrado em três partes na vertical.

Cada jogador deverá iniciar um desenho na primeira parte do papel tendo o cuidado de

utilizar também a primeira linha da segunda parte do papel (obs. o desenho não deve ser completo,

é apenas o início de um). O tempo para o desenho é de um minuto.

Quando terminar o desenho, deverá dobrar a folha e esconder o desenho da 1ª parte.

Em seguida, cada participante entregará sua folha dobrada (na posição em que apareça só a

2ª parte) para o jogador à sua direita, que deverá continuar o desenho iniciado na 1ª folha e que

teve exposto só um pedaço na 1ª linha dessa 2ª parte. Lembrar que eles deverão desenhar até a

1ª linha da parte (mais 1 minuto).

Para finalizar, os jogadores deverão dobrar as folhas deixando aparecer só a 3ª parte e

passar as folhas para o colega da direita terminar o desenho (1 minuto).

Quando todos terminarem o desenho, pedir para mostrarem as obras primas que surgiram.

Obs. Essa dinâmica pode ser usada em outros temas, como por exemplo, as coisas absurdas que aparecem quando as pessoas trabalham sem estarem integradas; quando atuam sem terem os mesmos objetivos; quando as instruções são mal dadas; quando faltam informa- ções para solucionar problemas.

Formando Palavras – dinâmica a ser utilizada no capítulo “Inglês Aplicado”

Os coordenadores deverão escolher, antecipadamente, 40 palavras do vocabulário que está na apostila, escrever cada uma em um pedaço de papel, e dividir os papéis em 4 grupos de 10 palavras.

Essas 10 palavras deverão ser entregues a cada um dos grupos, que inventará uma situação em que as palavras sejam utilizadas no diálogo. A dramatização de cada grupo deverá ser apresentada aos demais, que tentarão adivinhar o significado das palavras utilizadas.

FolhasVerdes

- Objetivo: Favorecer o levantamento de expectativas (pode ser usado no meio do curso, ao iniciar um tema novo).

- Material: Um tronco de árvore feito de cartolina marrom, faixa com o nome do curso (aula/ tema) e folhas verdes recortadas.

-Procedimento:

1- Afixar numa parede o tronco da árvore com o nome do curso no centro.

2- Cada participante recebe um pedaço de cartolina verde em forma de folha, onde registra- rá com uma palavra o que espera do curso (ou aula/tema a ser estudado) e escreve o seu nome.

3- Falar da expectativa afixando a folha próxima ao tronco para ir formando a copa da árvore.

4- O facilitador faz o fechamento falando do curso (aula/tema) associado às expectativas levantadas.

32

.:. Segurança no Trabalho .:.

OUTRAS DINÂMICAS

EntrevistaSurpresa

- Objetivo: Permitir maior conhecimento entre os participantes, diagnosticando o grau de confiança do grupo.

- Material: Tiras de papel, pincéis atômicos, sacos de presente com uma etiqueta fixada.

-Procedimento

1- Distribuir no centro da sala os sacos de presente para que cada participante escolha um e coloque seu nome na etiqueta.

2- O coordenador distribui aos participantes tiras de papel, onde deverão ser escritas per- guntas direcionadas aos demais integrantes do grupo, sobre algo que gostariam de saber sobre ele.

3- As perguntas devem ter a identificação do entrevistador e ser colocadas no envelope do destinatário.

4- Após todas as perguntas terem sido distribuídas nos respectivos envelopes, cada partici- pante pega o seu envelope e responder pordem de preferência.

5- Os participantes poderão escolher as perguntas a que irão responder, não sendo obrigató- rio responder a todas.

6- Abrir para discussão e comentários sobre a vivência.

7- Fechamento da vivência.

Porta-Retrato

- Objetivo: Reforçar o processo de auto conhecimento dos integrantes de um grupo que esteja em funcionamento.

- Material: Desenho de um porta-retrato com espaço para duas fotos, pincéis atômicos.

-Procedimento

1- Cada participante recebe um porta-retrato, onde deverá construir sua auto-imagem refe- rente ao início do curso e no momento atual.

2- Apresentar o auto-retrato para o grupo composto pelas duas imagens.

3- Abrir para comentários sobre a vivência.

Flash do dia

- Objetivo: Trocar estímulos para favorecer o fortalecimento das relações, facilitando a memorização dos nomes dos participantes.

- Material: Nome dos participantes.

-Procedimento

1- Cada participante sorteia o nome de um dos colegas e verbaliza para o grupo como foi viver com ele a experiência ao longo do dia.

2- Identificar um flash, ou seja, destacar algo referente a algum momento que tenha sido significativo em relação a esse colega.

3- Fechamento da vivência.

ARodaEnrodilhada

- Finalidade: Descontração, aproximação pelo toque.

34

.:. Segurança no Trabalho .:.

- Características: Equilíbrio, espírito de equipe, autocontrole, ritmo.

-Descrição

O grupo forma uma fila corpo a corpo. Em seguida a fila toma forma de círculo. Vagarosamen- te as pessoas vão tentando sentar nos joelhos do colega de trás sem deixar desmoronar a roda.

Conseguindo o intento, podem andar, bater palmas, etc.

ChãoEnfeitiçado

- Finalidade: Aguçar a imaginação.

- Características: Imaginação, tato, reflexo, controle emocional.

-Descrição

Os participantes andam pela sala, de preferência descalços, e, ao comando do monitor, rea- gem com a mudança da textura e temperatura do chão. Inúmeras variações: terra, pedra, areia,

asfalto, barro, areia movediça, água

e ainda: quente, frio, gelada, pelando, normal

Três em Um

- Finalidade: Entrosamento grupal.

- Características: Espírito de equipe, habilidade, coordenação corporal.

-Descrição

Todos andando desordenadamente pela sala, ao som de palmas ritmadas. A um sinal do monitor, todos se equilibram em apenas um pé, tendo que encostar cada mão e outro pé em três companheiros diferentes em qualquer parte do corpo.

Nesse estado de equilíbrio, o monitor confere com a ajuda de todos se realmente as regras estão sendo respeitadas.

Repete-se várias vezes.

JOGOS COOPERATIVOS

Sardinha e Golfinhos (Jogo Infinito)

A proposta da brincadeira é o exercício do livre arbítrio, da tomada de decisão, da iniciativa

para correr riscos e da aventura de compartilhar a liberdade.

- Objetivo: Pegar e escapar / salvar quem foi pego, ou não / decidir continuar o jogo ou terminar com ele.

- Participação: Um grande grupo.

- Espaço: Espaço amplo, dividido por uma linha central.

- Material: Sem material.

-Desenvolvimento

Esse jogo está baseado no pega-corrente.

Começa com todos os participantes ( menos 1 ) agrupados numa das extremidades do espa- ço. Esse é o “cardume de sardinhas”.

O membro separado das “sardinhas”, será o “golfinho” e ficará sobre uma linha transversal

demarcada bem no centro do espaço. Ele somente poderá se mover lateralmente e sobre essa

linha.

O objetivo das “sardinhas” é passar para o outro lado do oceano (linha central) sem serem

pegas pelo “golfinho”. Esse, por sua vez, tem o propósito de pegar o maior número possível de

sardinhas (bastando tocá-las com uma das mãos).

36

.:. Segurança no Trabalho .:.

Toda “sardinha” pega, transforma-se em “golfinho” e fica junto com os demais golfinhos sobre a linha central, lado a lado e de mãos dadas, formando uma “corrente de golfinhos”.

Na “corrente de golfinhos” somente as extremidades podem pegar.

O jogo prossegue assim até que a “corrente de golfinhos” ocupe toda a linha central. Quando isso acontecer, a “corrente” poderá sair da linha e se deslocar por todo o “oceano” para pescar as sardinhas.

OBS.: Quando a “corrente de golfinhos” for maior que a quantidade de “sardinhas” res- tantes, propõe-se a seguinte ação:

Agora as “sardinhas” poderão SALVAR os “golfinhos” que desejarem ser salvos. Como? Basta a “sardinha” passar por entre as pernas do “golfinho”.

Daí o “golfinho” solta-se da “corrente” e vira “sardinha”, de novo.

-Re-Creação

. Formar mais de uma “corrente de golfinhos” pode dinamizar a atividade.

. Experimentar diferentes formas para SALVAR os “golfinhos”: coçar a cabeça dele, dar um abraço, etc.

- Dicas

. Observar o cuidado com a integridade física uns dos outros, particularmente, quando

as “sardinhas” tentam passar pelo meio da “corrente de golfinhos”. Ajude os participan- tes a descobrir formas saudáveis para jogar.

. Decidir salvar um “golfinho” é uma grande aventura de confiança. Estimular o exercício da solidariedade, cumplicidade e altruísmo nos jogos pode nos ajudar a viver essas e outras competências cooperativas em outros “oceanos” da vida.

Pessoa Pra Pessoa (jogo cooperativo sem perdedores)

- Objetivo: Despertar a atenção e tempo de recreação / diminuir a distância entre as pessoas e promover o contato / desfazer preconceitos e incentivar a criatividade / exercitar a liderança circular.

- Participação: Joga-se com um único grupo e com participação ilimitada.

- Espaço : Espaço aberto ou fechado, compatível com o número de participantes e livre de obstáculos.

- Material : Sem material.

-Desenvolvimento

. Inicia-se incentivando as pessoas a caminhar livre e criativamente pelo ambiente (andar

com passo de gigante; de formiga; andar como se o chão estivesse pegando fogo; com um tique nervoso; etc.).

. Depois de alguns poucos minutos, fala-se em voz bem alta duas partes do corpo (mão na testa; dedo no nariz; orelha com orelha; cotovelo na barriga; etc.).

. A esse estímulo, todos deverão formar uma dupla e tocar, um no outro, as partes faladas

pelo Instrutor, o mais rápido possível! Por exemplo: - “Mão na testa”. Cada pessoa deverá encontrar

um par e tocar sua mão na testa do outro e vice-versa.

. Quando todos estiverem em dupla e tocando as partes faladas, o Instrutor reinicia o pro- cesso, propondo a caminhada livre e criativa

. Após duas ou três dessas combinações o Instrutor pode dizer em voz alta o nome do jogo:

“Pessoa pra pessoa”.

. Nesse momento, todos – inclusive o Instrutor – devem formar uma nova dupla e abraçar um ao outro, bem agarradinho para garantir o encontro.

. Com a entrada do Instrutor diretamente no jogo, haverá um desequilíbrio numérico: al- guém irá ficar sem par. “E o que a gente faz com quem sobra?”

. Diferente dos Jogos tradicionais, aquele que sobra não será castigado, nem excluído. Quem

sobrou vira Instrutor e reinicia o Jogo servindo ao grupo, ao invés de ser servido por ele.

38

.:. Segurança no Trabalho .:.

-Re-Creação

. Propor contatos em trios, quartetos ou em grupos maiores pode tornar o jogo mais desafiante e muito divertido.

- Dicas

. Esse Jogo trata de 2 aspectos fundamentais da Cooperação: Contato (toque) e Lide-

rança. Trabalha a questão do Poder de um modo lúdico e muito eficaz, propondo exerci- tar a aproximação e a empatia num ritmo gradativo e que respeita a integridade pessoal e grupal.

Navegar é (im)Possível

Para Todos (jogo cooperativo sem perdedores)

- Objetivo: Navegar do “porto seguro” para o “ponto futuro”

todos juntos!

- Participação: O Grupo é organizado em pequenos Times (“barcos”) com aproximadamente o mesmo número de participantes. Idealmente, 4 Times.

. Cada Time é formado por “tripulantes” (pessoas), sentadas cada um numa cadeira (“parte do barco”), lado a lado.

. Os Times formados são posicionados como lados de um grande quadrado (“porto seguro”).

Porém, deixando os cantos mais espaçados. Isto é, um “barco” não encosta no outro. Todos os

barcos voltados para o centro do quadrado.

-

Espaço: Um salão amplo ou ao ar livre, suficiente para acolher todo o Grupo.

-

Material:

.

Uma cadeira (sem braço e em boas condições) para cada participante.

.

Aparelho de som.

-Desenvolvimento

É importante criar uma atmosfera lúdica desde o início. Para isso, pode-se criar um enredo, um cenário adequado ao momento. Por exemplo, imaginando um grupo de velejadores sendo desafiados a realizar diferentes manobras para aperfeiçoar suas co-opetências de navegação.

1 o Desafio:

. Cada barco deverá sair de seu “porto seguro” (posição de partida) e chegar no “ponto

futuro”. Isto é, navegar para o outro lado do quadrado, imediatamente à frente de cada respectivo barco. Todos os tripulantes devem chegar levando o próprio barco (as próprias cadeiras).

. Quando todos os barcos alcançarem o “ponto futuro”, o desafio é vencido por todos.

Condições de Navegação:

. Imaginando que todo o piso do ambiente corresponde às águas de um oceano muito frio e povoado por tubarões, todos os barcos deverão navegar respeitando 2 condições:

a) Nenhuma parte do corpo pode tocar a água (o piso). Incluindo calçados, roupa e

qualquer outro tipo de material. Afinal, a água é muuuuito fria e cheia de TUBARÕES!!!

b) O barco (as cadeiras) não pode ser arrastado.

2 o Desafio:

.Depois de todos os barcos terem alcançado o “ponto futuro” e celebrado essa conquista, o

respeitando as

grupo é desafiado, como um único time, a se posicionar em ordem alfabética mesmas condições de navegação!!!

Comemoração:

. Um aspecto fundamental do jogo cooperativo é a comemoração de cada pequena-grande

realização do grupo. Ao final do 2 o desafio, convidamos todos os “tripulantes” (que a essa altura,

provavelmente, estarão em pé sobre a cadeira) a darem as mãos e “mergulharem” no oceano agora com as águas aquecidas pelo calor compartilhado durante toda a navegação (im)possível.

40

.:. Segurança no Trabalho .:.

-Re-Creação

Existem muitas variações para esse jogo para torná-lo mais desafiador e divertido. Vão desde a colocação de alguns obstáculos (“rodamoinhos”, “piratas”, “furacões”, etc.), até a implementação de diferentes características de “tripulação” (vendar, amordaçar ou amarrar braços e pernas).

. Para facilitar o desafio para grupos mais jovens ou, na falta de cadeiras, podemos substituir as mesmas, por folhas de jornal abertas e estendidas no chão.

. Durante o jogo é muito interessante também utilizar músicas relacionadas ao tema

(ex.: “Como uma onda no mar” – Lulu Santos). Até porque, depois de uma boa navega- ção cooperativa, provavelmente, “nada do que foi será do jeito que já foi um dia”!

- Dicas

Essa “navegação (im)possível” desafia as pessoas a sair do seu “porto seguro” e partir na direção do “ponto futuro”. É um jogo cooperativo muito potente, porque estimula a

romper a inércia provocada pelo comodismo ou pela resignação. Esse é um desafio que pode nos impulsionar na direção da realização de nossas mais essenciais aspirações e do

alcance de metas aparentemente (im)possíveis pela bússola da cooperação.

desde que naveguemos orientados

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SOBRE JOGOS COOPERATIVOS

BROTTTO, Fábio Otuzi – Jogos cooperativos – O jogo e o esporte como um exercício de convivência – Editora Projeto Cooperação, Santos: 2002

MACRUZ, Fernanda - Jogos de cintura - Editora Vozes, Petrópolis: 2002.

TATAGIBA, Maria Carmem – Vivendo e aprendendo com grupos – Uma metodologia monstrutivista de dinâmica de grupo – Editora DP&A, Rio de Janeiro: 2001

A CATALISA – Rede de Cooperação para Sustentabilidade - é uma organização da socieda- de civil sem fins lucrativos e tem por missão “catalisar, implementar e difundir práticas inovadoras da síntese Cooperação e Sustentabilidade para grupos, organizações públicas e privadas e comuni- dades, por meio de oficinas, cursos de qualificação, programas de assessoria, desenvolvimento de projetos e materiais educativos”.

Temos por linha de atuação a Qualificação Social e Profissional, o fomento à Economia Solidá- ria, a Educação Ambiental e a Sustentabilidade e a Gestão de Grupos. Nossos principais instrumen- tos metodológicos são: os jogos cooperativos, a liderança compartilhada, a trimembração e a gestão de diferenças.

Contamos com uma equipe transdisciplinar de profissionais e estamos voltados ao público meio, com foco na difusão e multiplicação do conhecimento, e ao público fim, objetivando a aplicação, prova e contínua aprendizagem de nossas metodologias e técnicas. Nossa orientação pedagógica busca ampliar a consciência dos envolvidos, na criação conjunta da ética da cooperação e da cultura solidária, com metas de crescimento da participação cidadã, do processo democrático e da inserção social e econômica.

A CATALISA já realizou diversos trabalhos ligados ao desenvolvimento da dimensão social e educacional.

Informações completas podem ser obtidas no site: www.catalisa.org.br

42

.:. Segurança no Trabalho .:.

CRÉDITOS DESTA EDIÇÃO

CoordenaçãoeExecução:

CATALISA – Rede de Cooperação para Sustentabilidade

Parceria:

Instituto de Educação e Pesquisa Data Brasil

Apoio:

FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador

Produção:

PNQ – Plano Nacional de Qualificação

Ministério do Trabalho e Emprego

PROGRAMAÇÃO VISUAL

PROGRAMAÇÃO VISUAL Digital Mix Produções Ltda www.digitalmix.com.br D IREÇÃO G ERAL : José Roberto Negrão R

Digital Mix Produções Ltda www.digitalmix.com.br

DIREÇÃO GERAL:

José Roberto Negrão

REDAÇÃO:

MagnusCastanheira

DIAGRAMAÇÃO:

Paulo Cezar Barbosa Mello / Reinaldo Fonseca

ILUSTRAÇÃO:

Marcelo Coelho (Malusco) e Ana Paula Ricotta

COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA

MariaCarlotaToledoMoraes

.:. Segurança no Trabalho .:.