UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

DIMENSIONAMENTO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO

Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br

2011/1

ESTRUTURAS DE CONCRETO I (EST01058) - ESTRUTURAS DE CONCRETO II (EST01059) PROGRAMA 1 - INTRODUÇÃO 2 - ESTADOS LIMITES 3 - AÇÕES 4 - MATERIAIS 5 - DURABILIDADE 6 - VIGA 6.1 - VIGA - ANÁLISE 6.2 - VIGA - DIMENSIONAMENTO NO ESTADO LIMITE ÚLTIMO (ELU) 6.2.1 - VIGA - DIMENSIONAMENTO À MOMENTO FLETOR (ELU-M) 6.2.2 - VIGA - DISPOSIÇÃO DA ARMADURA PARA MOMENTO FLETOR 6.2.3 - VIGA - DIMENSIONAMENTO À FORÇA CORTANTE (ELU-V) 6.2.4 - VIGA - DISPOSIÇÃO DA ARMADURA PARA FORÇA CORTANTE 6.2.5 - VIGA - DIMENSIONAMENTO À MOMENTO TORÇOR (ELU-T) 6.2.6 - VIGA - DISPOSIÇÃO DA ARMADURA PARA MOMENTO TORÇOR 6.3 - VIGA - VERIFICAÇÂO NO ESTADO LIMITE DE SERVIÇO (ELS) 6.3.1 - VIGA - VERIFICAÇÃO DE FLECHA (ELS-DEF) 6.3.2 - VIGA - VERIFICAÇÃO DE ABERTURA DE FISSURA (ELS-W) 6.4 - VIGA - EXEMPLOS 7 - LAJE 7.1 - LAJE - DEFINIÇÕES 7.2 - LAJE - ANÁLISE 7.3 - LAJE - DIMENSIONAMENTO NO ESTADO LIMITE ÚLTIMO (ELU) 7.3.1 - LAJE - DIMENSIONAMENTO À MOMENTO FLETOR (ELU-M) 7.3.2 - LAJE - DIMENSIONAMENTO À FORÇA CORTANTE (ELU-V) 7.3.3 - LAJE - DIMENSIONAMENTO À PUNÇÃO 7.4 - LAJE - VERIFICAÇÂO NO ESTADO LIMITE DE SERVIÇO (ELS) 7.4.1 - LAJE - VERIFICAÇÃO DE FLECHA (ELS-DEF) 7.4.2 - LAJE - VERIFICAÇÃO DE ABERTURA DE FISSURA (ELS-W) 7.5 - LAJE - EXEMPLOS 7.5.1 - LAJE MACIÇA - EXEMPLOS 7.5.1 - LAJE NERVURADA - EXEMPLOS 8 - PILAR 8.1 - PILAR - DEFINIÇÕES 8.2 - PILAR - ANÁLISE 8.3 - PILAR - DIMENSIONAMENTO 8.4 - PILAR - DISPOSIÇÃO DA ARMADURA 8.5 - PILAR - EXEMPLOS 9 - FUNDAÇÃO 9.1 - FUNDAÇÃO - DEFINIÇÕES 9.2 - FUNDAÇÃO - ANÁLISE E DIMENSIONAMENTO 9.3 - FUNDAÇÃO - DISPOSIÇÃO DA ARMADURA 10 - PROJETO ESTRUTURAL DO EDIFÍCIO DA ENGENHARIA CIVIL 10.1 - ARQUITETURA DO EDIFÍCIO 10.2 - CONSIDERAÇÕES BÁSICAS DO PROJETO ESTRUTURAL 10.3 - VISTA 3D DA ESTRUTURA E PROJETO DE FORMA DO EDIFÍCIO 10.4 - ANÁLISE, DIMENSIONAMENTO E ARMAÇÃO DE LAJES 10.5 - ANÁLISE, DIMENSIONAMENTO E ARMAÇÃO DE VIGAS 10.6 - ANÁLISE, DIMENSIONAMENTO E ARMAÇÃO DE PILARES 10.7 - ANÁLISE, DIMENSIONAMENTO E ARMAÇÃO DE BLOCOS SOBRE ESTACAS 10.8 - ANÁLISE, DIMENSIONAMENTO E ARMAÇÃO DA ESCADA

AVALIAÇÕES EST01058 - ESTRUTURAS DE CONCRETO I - P1 (06/05); P2 (21/06); PF (08/07) EST01059 - ESTRUTURAS DE CONCRETO II - P1 (05/05); P2 (20/06); PF (07/07) Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 2

ESTRUTURAS DE CONCRETO I (EST01058) - ESTRUTURAS DE CONCRETO II (EST01059) BIBLIOGRAFIA 1 – [MUSSO] MUSSO JUNIOR, F. Dimensionamento de Estruturas de Concreto Armado. Departamento de Engenharia Civil, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2011. 2 – [ARAUJO] ARAÚJO, J. M. Curso de Concreto Armado. v. 1 a 4. 2a ed. Rio Grande: Dunas, 2003. 3 – [MONTOYA] MONTOYA, P. J.; MESEGUER, A. G.; CABRÉ, F. M. Hormigón Armado: ábacos para el calculo de secciones em el estado ultimo de agotamiento. tomo II.10a ed. Barcelona: Gustavo Gili, 1981. 4 – [LEONHARDT] LEONHARDT, F.; MÖNNIG, E. Construções de Concreto. v. 1 a 6. 1a ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1977. 5 – [MOSLEY] MOSLEY, B.; BUNGEY, J.;HULSE, R. Reinforced Concrete Design to Eurocode 2. 6a ed. New York: Palgrave Macmillan, 2007. 6 – [FAVRE] FAVRE, R.; JACCOUD, J.; BURDET, O.; CHARIF, H. Dimensionnement des Structures em Béton: Aptitude au Service et Elements de Structures. Traité de Génie Civil. v. 8. Lausanne: Pressses Polytechniques Universitaires Romandes, 2004. 7 – [BARES] BARES, R. Tablas para el Cálculo de Placas y Vigas Pared. 2a ed. Barcelona: Gustavo Gili, 1981. 8 – [CZERNY] CZERNY, F. Tafeln fur Rechtekplatten. Beton-Kalender. Teil I. Berlin: Ernst & Sohn, 1996. 9 – [EISENBIEGLER] EISENBIEGLER, G.; LIEB, H. Schnittgrossen und Verformungen von Pilzdecken mit Stutzenkopfverstarkungen infolge Gleichlast. Beton-und Stahlbetonbau. n. 74, p. 219-224, 1979. 10 – [GRASSER] GRASSER, E.; THIELEN, G. Hilfsmittel zur Berechnung der Schnittgroβen und Formanderungen von Stahlbetontragwerken. Deutscher Ausschuss fur Stahlbeton. n. 240, Berlin: Beuth, 1991. 11 – [NBR 6118] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto de Estruturas de Concreto Procedimento: NBR 6118. Rio de Janeiro, 2007. 12 – [NBR 6120] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Cargas para o Cálculo de Estruturas de Edificações - Procedimento: NBR 6120. Rio de Janeiro, 1980. 13 – [NBR 6122] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto e Execução de Fundações: NBR 6122. Rio de Janeiro, 2010. 14 – [NBR 6484] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Solo – Sondagens de Simples Reconhecimento com SPT – Método de Ensaio: NBR 6484. Rio de Janeiro, 2001. 15 – [NBR 7480] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Aço destinado a Armaduras para Estruturas de Concreto Armado - Especificação: NBR 7480. Rio de Janeiro, 2007. 16 – [NBR 8681] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Ações e Segurança nas Estruturas Procedimento: NBR 8681. Rio de Janeiro, 2003. 17 – [EUROCÓDIGO 2] COMITÉ EUROPEU DE NORMALIZAÇÃO. Eurocódigo 2: Projecto de Estruturas de Betão – Parte 1-1: Regras Gerais e Regras para Edifícios: EN 1992-1-1. Bruxelas, 2004. 18 – [FTOOL] MARTHA, L. F. FTOOL212.EXE: Ftool – Two-Dimensional Frame Analysis Tool. Versão 2.12. Departamento de Engenharia Civil, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2008. 19 – [VIGA] MUSSO JUNIOR, F. VIGA-2011-1.XLS: Dimensionamento de Viga de Concreto Armado. Versão 2011-1. Departamento de Engenharia Civil, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2011. 20 – [LAJE] MUSSO JUNIOR, F. LAJE-2011-1.XLS: Dimensionamento de Laje de Concreto Armado. Versão 2011-1. Departamento de Engenharia Civil, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2011. 21 – [PILAR] MUSSO JUNIOR, F. PILAR-2011-1.XLS: Dimensionamento de Pilar de Concreto Armado. Versão 2011-1. Departamento de Engenharia Civil, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2011. 22 – [SAPATA] MUSSO JUNIOR, F. SAPATA-2011-1.XLS: Dimensionamento de Sapata de Concreto Armado. Versão 2011-1. Departamento de Engenharia Civil, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2011. 23 – [BLOCO] MUSSO JUNIOR, F. BLOCO-2011-1.XLS: Dimensionamento de Bloco de Concreto Armado. Versão 2011-1. Departamento de Engenharia Civil, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2011. 24 – [CYPECAD]

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1 - INTRODUÇÃO

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ELEMENTOS ESTRUTURAIS BÁSICOS Classificação dos Elementos Estruturais Tipo Definição Elemento Esquema o comprimento longitudinal é maior ou igual a três vezes a maior dimensão da seção transversal

Definição

Viga

elemento linear preponderante

em

que

a

flexão

é

Pilar

Linear

elemento linear de eixo reto, usualmente disposto na vertical, em que a força normal de compressão é preponderante; a maior dimensão da seção transversal é menor ou igual a 5 vezes a menor dimensão

Tirante

elemento linear de eixo reto em que a força normal de tração é preponderante

Arco

elemento curvo em que a força normal de compressão é preponderante, agindo ou não com flexão

uma dimensão, usualmente chamada espessura, é relativamente pequena em face das demais

Laje

elemento de superfície plana sujeito principalmente a ações normais a seu plano; o lado menor é maior ou igual a 5 vezes a espessura elemento de superfície plana sujeito principalmente a ações contidas em seu plano; o comprimento é menor que três vezes a maior dimensão da seção transversal

Superfície

Viga-parede

Casca

elemento de superfície não plana

Pilar-parede

elemento de superfície plana ou casca cilíndrica, usualmente disposto na vertical, em que a força normal de compressão é preponderante; a maior dimensão da seção transversal é maior que 5 vezes a menor dimensão

três dimensões são significativas

Volume

Sapata

elemento de volume usado para transmitir ao solo as cargas de fundação

Bloco sobre estacas

elemento de volume usado para transmitir às estacas as cargas de fundação

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2 - ESTADOS LIMITES

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6

ESTADOS LIMITES DE UMA ESTRUTURA

[NBR 8681] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 7

3 - AÇÕES

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8

AÇÕES NOS ELEMENTOS ESTRUTURAIS Classificação das Ações

[NBR 8681] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 9

Peso Específico dos Materiais de Construção

[NBR 6120] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 10

Valores Mínimos de Cargas Verticais Acidentais em Lajes

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Valores Mínimos de Cargas Verticais Acidentais em Lajes

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4 - MATERIAIS

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PROPRIEDADES DO CONCRETO Ecs 4760fck1/2 MPa módulo de elasticidade secante do concreto fcd fck/1,4 resistência de cálculo do concreto à compressão fck fctk fctd resistência característica do concreto à compressão aos 28 dias 0,7fctm resistência característica do concreto à tração fctk/1,4 resistência de cálculo do concreto à tração

fctm Gc αc ν ρc

0,3fck2/3 (fck em MPa) resistência média do concreto à tração 0,4Ecs módulo de elasticidade transversal do concreto 10-5/oC coeficiente de dilatação térmica do concreto 0,2 coeficiente de poisson do concreto 2400 kg/m3 concreto simples 2500 kg/m3 concreto armado massa específica do concreto C50 50 35,71 4,072 2,850 2,036 33658 13463 equação fck/1,4 0,3fck2/3 0,7fctm fctk/1,4 4760fck1/2 0,4Ecs

Propriedades de Cálculo do Concreto em Função de sua Classe Classe C15 C20 C25 C30 C35 C40 C45 fck MPa 15 20 25 30 35 40 45 fcd MPa 10,71 14,29 17,86 21,43 25,00 28,57 32,14 fctm MPa 1,825 2,210 2,565 2,896 3,210 3,509 3,795 fctk MPa 1,277 1,547 1,795 2,028 2,247 2,456 2,657 fctd MPa 0,912 1,105 1,282 1,448 1,605 1,754 1,898 Ecs MPa 18435 21287 23800 26072 28161 30105 31931 Gc MPa 7374 8515 9520 10429 11264 12042 12772 Obs.: C20 ou superior – concreto armado (C15 só para fundações e obras provisórias) C25 ou superior – concreto protendido Diagrama σ-ε Parabólico do Concreto comprimido para Estado Limite Último (ELU)

Diagrama σ-ε Simplificado Retangular do Concreto comprimido para Estado Limite Último (λ = 0,8; η = 0,85)

{NBR 6118] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 14

Diagrama σ-ε do Concreto comprimido para Estado Limite de Serviço (ELS)

σc

Ecs 1 εc
Coeficiente de Fluência e Deformação de Retração do Concreto

[NBR 6118] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 15

PROPRIEDADES DO AÇO Es 210000 MPa 10-5/oC αs módulo de elasticidade do aço coeficiente de dilatação térmica do aço fyd fyk/1,15 fyd/Es εyd resistência de cálculo de escoamento do aço à deformação de escoamento do aço tração fyk resistência característica de escoamento do aço à 7850 kg/m3 ρs massa específica do aço tração Resistência de Cálculo e Deformação de Escoamento do Aço em função de sua Categoria Categoria CA-25 CA-50 CA-60 equação fyk MPa 250 500 600 fyd MPa 217,4 434,8 521,7 fyk/1,15 fyd/Es εyd 0,1035% 0,2070% 0,2484% Diagrama σ-ε do Aço para Estado Limite Último (ELU)

σs fyd

Es 1 εyd
Diagrama σ-ε do Aço para Estado Limite de Serviço (ELS)

10‰

εs

σs

Es 1 εs
Relação entre Coeficiente de Conformação η (NBR 7480) e Coeficiente de Conformação η1 (NBR 6118)

[NBR 6118] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 16

Classificação do Aço das Armaduras

Comprimento de Barras e Fios

Diâmetro, Massa, Área da Seção e Perímetro de Barras e Fios

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Propriedades Mecânicas de Barras e Fios

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Configuração Geométrica de Barras e Fios

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5 - DURABILIDADE

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DIRETRIZES DE DURABILIDADE DAS ESTRUTURAS DE CONCRETO Exigências de Durabilidade

Classes de Agressividade Ambiental

Correspondência entre Classe de Agressividade e Qualidade do Concreto

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Correspondência entre Classe de Agressividade e Cobrimento Nominal dos Elementos Estruturais

Correspondência entre Classe de Agressividade e Abertura de Fissura

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6 - VIGA

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6.1 - VIGA - ANÁLISE

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VIGA - VÃO EFETIVO DE VIGA

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VIGA - MOMENTO FLETOR, FORÇA CORTANTE, MOMENTO TORÇOR E FLECHA Momento Fletor (α = a/L; β = b/L) Sistema Carga Mmáx; xo/L pL2 ; 0,5 8 pL2 ; 0,577 9 3
pL2 9 3 ; 0,423

Mmáx; xo/L 9pL2 ; 0,375 128 pL2 ; 0,447 15 5
pL2 ; 0,329 23,65

Mdir pL2 − 8 pL2 − 15

− 7pL2 120

Mmáx; xo/L pL2 ; 0,5 24 pL2 ; 0,548 46,64
pL2 ; 0,452 46,64 PL ; 0,5 8
2α 2β 2PL; α

Mesq pL2 − 12 pL2 − 30

− pL2 20 PL 8

Mdir pL2 − 12 pL2 − 20

− pL2 30 PL 8

Mesq pL2 − 2 pL2 − 3

− pL2 6 PL 2

5PL ; 0,5 32 3−β 2 a b αβ PL; α αβ PL; α 2 Força Cortante (α = a/L; β = b/L)

L/2

PL ; 0,5 4

3PL 16 1− α2 − αPL 2

− αβ 2PL

− α 2β PL

−αPL

Sistema Carga Vesq pL 2 pL 6 pL 3 P 2
βP

L/2 a b

Vdir pL − 2 pL − 3 pL − 6 P − 2
−αP

Vesq 3pL 8 pL 10 11pL 40 5P 16 3−β 2 βP 2

Vdir 5pL − 8 2pL − 5 9pL − 40 11P − 16 3 − α2 − αP 2

Vesq pL 2
0,15pL 0,35pL P 2 (3 − 2β)β 2P

Vdir pL − 2
−0,35pL −0,15pL − P 2

Vesq
pL pL 2 pL 2 P P

− (3 − 2α )α 2P

Momento Torçor (α = a/L; β = b/L) Carga Sistema Tesq tL 2 Tdir tL − 2 Tesq tL 6 Tdir tL − 3 Tesq tL 3 Tdir tL − 6

L/2
Tesq T 2 Tdir T − 2

a
Tesq
βT

b
Tdir

− αT Tesq
T

Tesq
tL

Tesq tL 2

Tesq tL 2

Tesq
T

Flechas (α = a/L; β = b/L)

Sistema Carga Δmáx; xo/L 5pL4 ; 0,5 384EI
0,00652
0,00652

Δmáx; xo/L pL4 ; 0,422 184,6EI
pL4 ; 0,447 419,3EI pL4 ; 0,402 328,1EI PL3 48 5EI ; 0,447

Δmáx; xo/L pL4 ; 0,5 384EI
pL4 ; 0,525 764,2EI pL4 ; 0,475 764,2EI PL3 ; 0,5 192EI

Δdir pL4 8EI
11pL4 120EI
pL4 30EI 5PL3 48EI (3 − α )α 2PL3 6EI

pL4 ; 0,519 EI
pL4 ; 0,481 EI

L/2 a b

PL3 ; 0,5 48EI (3 − 4α )αPL ; α ≤ 0,5 48EI
2 3

-

-

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VIGA - FLECHAS EM DIVERSOS SISTEMAS COM DIFERENTES CARREGAMENTOS

[GRASSER]

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6.2 - VIGA - DIMENSIONAMENTO NO ESTADO LIMITE ÚLTIMO (ELU)

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VIGA - DIMENSÕES LIMITES DE VIGAS

[NBR 6118]

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6.2.1 - VIGA - DIMENSIONAMENTO À MOMENTO FLETOR (ELU-M)

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VIGA - FORMULÁRIO DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÂO RETANGULAR À MOMENTO FLETOR (ELU-M) As área da seção da armadura longitudinal fyk resistência característica de escoamento do aço tracionada h altura da seção transversal A′ 1,4(MG + MQ) momento fletor de cálculo área da seção da armadura longitudinal Md s comprimida Md,lim momento fletor de cálculo máximo com As,mín área mínima da seção da armadura longitudinal armadura simples tracionada MG momento fletor da ação permanente G As,lim área da seção da armadura tracionada MQ momento fletor da ação variável Q correspondente a Md,lim T força de tração na armadura longitudinal b largura da seção transversal x profundidade da linha neutra no estádio 3 (ELU) C força de compressão no concreto xlim profundidade máxima da linha neutra para d altura útil da seção transversal ruptura dúctil da seção (ruptura com aviso) distância do centróide da armadura tracionada à z braço de alavanca (braço do binário) encurtamento da fibra extrema de concreto borda comprimida da seção transversal εc fyd/Es deformação de escoamento do aço distância do centróide da armadura comprimida d′ εyd alongamento da armadura tracionada à borda comprimida da seção transversal εs ′ ε d′′ h-d encurtamento da armadura comprimida s dlim altura útil mínima com armadura simples x/d profundidade da linha neutra adimensional ξ Es 210000 MPa módulo de elasticidade do aço 0,8 coeficiente de redução da altura comprimida λ fcd fck/1,4 resistência de cálculo do concreto à da seção (diagrama retangular x parabólico) compressão 0,85 coeficiente de redução da resistência de η fck resistência característica do concreto à cálculo do concreto à compressão compressão aos 28 dias Md/(bd2ηfcd) momento fletor adimensional μ σ′ fyd fyk/1,15 resistência de cálculo de escoamento tensão de compressão na armadura longitudinal sd do aço A – Momento fletor de cálculo máximo com Modelo resistente à momento fletor no estado limite armadura simples (dados b, d e fck, obter Md,lim) último fck < 35 MPa > 35 MPa Armadura simples (seção com As; Md < Md,lim; x < xlim) xlim 0,5d 0,4d A1 b ηfcd 0,272bd 2 fcd 0,22848bd 2 fcd Md,lim A2 ηfcd
0,34bdf cd / f yd 0,272bdf cd / f yd As,lim B – Altura útil mínima da seção com armadura simples (dados Md e b, obter dlim) fck < 35 MPa > 35 MPa

A3

x hd
LN

λx Md

C = bλxηfcd z = d − λx / 2

dlim

Md 0,272bfcd

Md 0,22848bfcd

B1

C - Dimensionamento da armadura longitudinal (dados Md, b, d, fck e fyk, obter As e As’) Armadura simples (seção com As; Md < Md,lim; x < xlim) ⎡ ⎤ Md x = 1,25d⎢1 − 1 − ⎥ C1 0,425bd 2 fcd ⎥ ⎢ ⎣ ⎦ A s = 0,68bxfcd / fyd C2
A s,mín = máximo 0,15%; 0,035 fcd / fyd bh

T = Asfyd d′′ (a) Md = Cz = f ( x ) = bλxηfcd (d − λx / 2) (b) T = A s f yd = C = bλxηfcd ou A s = bλxηfcd / fyd
(a) ÷ bd2 ηfcd :
Md bd ηfcd
2

As

=

λx ⎛ λx ⎞ ⎜1 − ⎟ ou d ⎝ 2d ⎠

μ = λξ(1 − λξ / 2) = (λξ ) − (λξ )2 / 2 ∴ (λξ )2 / 2 − (λξ ) + μ = 0 (c ) λξ = 1 − 1 − 2μ ou x = f (Md ) = M d⎡ ⎢1 − 1 − 2 2 d λ⎢ bd ηfcd ⎣ ⎤ ⎥ ⎥ ⎦

(

)

fck MPa As,mín/(bh)

20 0,150%

25 0,150%

30 0,173%

C3 35 0,201%
ε′ s x lim − d′ = 3,5‰ x lim

Armadura dupla (seção com As e A ′ s ; Md > Md,lim; x = xlim)

Armadura dupla (seção com As e A ′ s ; Md > Md,lim; x = xlim)
M − Md,lim A s = A s,lim + d fyd (d − d′)

C4
C5

d′ εc = 3,5‰ d
ε′ s

b
A′ s

d′ xlim Md
d′′

ηfcd
A ′s σ′sd λxlim

ηfcd

′ A′ s σ sd

xlim εs

A′ s =

Md − Md,lim σ′ sd (d − d′)

d

LN

As

=
Asfyd

+
Md,lim

d-d´
′ A′ s σ sd

ΔM

σ′ sd = f yd se ε′ s ≥ ε yd ; σ′ sd = E s ε′ s se ε′ s < ε yd

C6 C7 C8

As,limfyd

fck < 35 MPa > 35 MPa ′ ε′ 0 , 007 ( 0 , 5 − d / d ) 0 , 00875 (0,4 − d′ / d) s fyk 250 MPa 500 MPa 600 MPa 1,035‰ 2,070‰ 2,484‰ εyd [MUSSO]

(d) Md = Md,lim + ΔM ou ΔM = Md − Md,lim

(e) ΔM = A ′ s σ′ sd ( d − d′) ou A ′ s = ΔM /[σ′ sd ( d − d′)] (f) A s fyd = A s,lim fyd + A ′ s σ′ sd ou A s = A s,lim + A ′ s σ′ sd / f yd

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VIGA - PARÂMETROS ADIMENSIONAIS DE DIMENSIONAMENTO A MOMENTO FLETOR

[MUSSO]

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VIGA - GRÁFICO DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À MOMENTO FLETOR

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VIGA - TABELA DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À MOMENTO FLETOR

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VIGA - DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO T À MOMENTO FLETOR (ELU-M) (hf < λxlim ; λ = 0,8 ; η = 0,85)
A - Momento fletor resistido pela mesa comprimida (MRf) B - Momento fletor máximo com armadura simples (Md,lim)

bf h f x λ x = hf hd
LN

ηfcd

bf C = bf hfηfcd z = d - hf /2 T = Asfyd hd a w a
LN

ηfcd hf x lim Md,lim λxlim

As bw

MRf

As

Ca = (bf - bw)hf ηfcd Cw = bwλxlimηfcd za = d - hf /2 zw = d - λxlim /2 T = As,limfyd

bw

MRf = Cz = b f h f ηfcd (d − h f / 2)

C - Profundidade limite da linha neutra (xlim) D - CASO 1 – Seção T com Md < MRf (parte da mesa comprimida)

= (b f − b w )h f ηfcd (d − h f / 2) + b w λx limηfcd (d − λx lim / 2) xlim = 0,4d se fck > 35 MPa xlim = 0,5d se fck < 35 MPa
G - Armadura mínima para seção T (As,mín)

A1

Md,lim = Ma + Mw,lim = Ca z a + C w z w =

B1 C1

armadura simples
bf hf h d Md

seção retangular com Md e b = bf
bf λx d Md

A s,mín = máximo(0,15%; 0,024 fcd / fyd ) A

fck MPa As,mín/A

20 0,15%

25 0,15%

30 0,15%

G1 35 0,15% G2

A = (b f − b w )h f + b w h (área da seção T)

As bw
As

As

H - Tensão na armadura comprimida (σ′ sd ) σ′ H1 sd = f yd ( ε′ s ≥ ε yd ) ; σ′ sd = E s ε′ s ( ε′ s < ε yd )

fck
⎡ Md x = 1,25d⎢1 − 1 − 0,425b f d2 fcd ⎢ ⎣
A s = 0,68b f xfcd / fyd ≥ A s,mín

⎤ ⎥ ⎥ ⎦

D1 D2

ε′ s

< 35 MPa d′ ⎞ ⎛ 0,007⎜ 0,5 − ⎟ d⎠ ⎝
250 MPa 1,035‰

> 35 MPa H2

fyk εyd

d′ ⎞ ⎛ 0,00875⎜ 0,4 − ⎟ d⎠ ⎝ 500 MPa 600 MPa
2,070‰ 2,484‰

H3

E - CASO 2 - Seção T com MRf < Md < Md,lim (toda mesa e parte da alma comprimidas)

armadura simples bf hf h d Md

Superposição de efeitos (abas comprimidas + parte da alma comprimida) abas (seção retangular com Ma e b = bf - bw) alma (seção retangular com Mw e b = bw) Ma = Ca z a = (b f − b w )h f ηfcd (d − h f / 2) Mw = Md − Ma E1 E4 b f - bw bw hf d Ma d Aa E2 E3 Mw Aw E5 E6 λx

As bw
x=

As = Aa + A w

hf = 1,25h f λ

A a = 0,68(b f − b w )xfcd / fyd

⎡ ⎤ Mw x = 1,25d⎢1 − 1 − ⎥ 2 0,425b w d fcd ⎥ ⎢ ⎣ ⎦ A w = 0,68b w xfcd / fyd

F - CASO 3 - Seção T com Md > Md,lim (toda mesa e parte da alma comprimidas)

armadura dupla

bf
A′ s

Superposição de efeitos (abas comprimidas + parte da alma comprimida) abas (seção retangular com Ma e b = bf - bw) alma (seção retangular com Mw e b = bw) Ma = Ca z a = (b f − b w )h f ηfcd (d − h f / 2) M w = M d − Ma F1 F4 bw b f - bw bwλxlimηfcd d′ ′ A′ s σ sd hf d Ma d Aa Mw Aw
A′ s

hf
d′

λxlim

h d

Md

As bw

= M

w,lim

Aw,limfyd

+ ΔM

d-d´
′ A′ s σ sd

Mw,lim = b w λx limηfcd (d − λx lim / 2) x= hf = 1,25h f λ

F5 F6 F7 F8

As = Aa + A w A′ s

F2
A′ s =

A w,lim = 0,68b w x lim fcd / fyd

A a = 0,68(b f − b w )xfcd / fyd

F3

ΔM ; ΔM = Mw − Mw,lim ( σ′ sd d − d′) A w = A w,lim + A ′ s σ′ sd / f yd

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VIGA - LARGURA COLABORANTE DA MESA DE SEÇÃO T

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VIGA - TABELA DE MOMENTO DE INÉRCIA E POSIÇÃO DO CENTRO DE GRAVIDADE DE SEÇÃO T

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6.2.2 - VIGA - DISPOSIÇÃO DA ARMADURA PARA MOMENTO FLETOR

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VIGA - TAXA MÍNIMA DE ARMADURA LONGITUDINAL DE TRAÇÂO Ac área da seção transversal de concreto fyd fyk/1,15 resistência de cálculo de escoamento do aço à tração As área da seção da armadura longitudinal de fyk resistência característica de escoamento do tração aço à tração As,mín área da seção mínima da armadura longitudinal h altura da seção transversal de tração b largura da seção transversal As/Ac ρ taxa geométrica de armadura longitudinal de tração Asfyd/(Acfcd) fcd fck/1,4 ω resistência de cálculo do concreto à taxa mecânica de armadura longitudinal de compressão tração fck resistência característica do concreto à compressão aos 28 dias

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VIGA - DISPOSIÇÃO DA ARMADURA LONGITUDINAL A NÍVEL DE SEÇÃO dc ah distância do centróide da armadura máximo(20 mm; φ; 1,2dag) espaçamento livre mínimo horizontal entre tracionada ao centro da armadura da barras da armadura longitudinal primeira camada d’ distância do centróide da armadura av máximo(20 mm; φ; 0,5dag) espaçamento livre mínimo vertical entre barras comprimida à borda comprimida da seção da armadura longitudinal transversal As área da seção da armadura longitudinal d” distância do centróide da armadura tracionada tracionada à borda tracionada da seção As’ área da seção da armadura longitudinal transversal comprimida fcd fck/1,4 As,mín máximo(0,15%; 0,035fcd/fyd)bh resistência de cálculo do concreto à área da seção mínima da armadura compressão longitudinal (seção retangular) fck resistência característica do concreto à As,máx As + As’ < 4%bh compressão aos 28 dias área da seção máxima da armadura fyd fyk/1,15 longitudinal resistência de cálculo de escoamento do As,pele 0,10%bh (por face lateral ; se h > 60 cm) aço à tração área da seção da armadura de pele fyk resistência característica de escoamento do b largura da seção transversal aço à tração ct cobrimento de concreto da armadura h altura da seção transversal transversal diâmetro da barra da armadura longitudinal φ diâmetro da barra da armadura transversal d altura útil da seção transversal φt distância do centróide da armadura tracionada à borda comprimida da seção transversal dag diâmetro do agregado graúdo 9,5 mm (brita 0) 19 mm (brita 1) 25 mm (brita 2)

b d’ As’

ct

> φt < d/3 < 20 cm

h

d

As,pele > 0,10%bh (se h > 60 cm)

2ª camada φ d” dc < 10%h As

5 mm < φt < b/10

av > máximo(20 mm; φ; 0,5dag) ah > máximo(20 mm; φ; 1,2dag)

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VIGA - DISPOSIÇÃO DA ARMADURA LONGITUDINAL A NÍVEL DE SEÇÃO T1 - Área da seção transversal de Q barras longitudinais (cm2)
Q 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 5 0,20 0,39 0,59 0,79 0,98 1,18 1,37 1,57 1,77 1,96 2,16 2,36 2,55 2,75 2,95 3,14 3,34 3,53 3,73 3,93 4,12 4,32 4,52 4,71 6,3 0,31 0,62 0,94 1,25 1,56 1,87 2,18 2,49 2,81 3,12 3,43 3,74 4,05 4,36 4,68 4,99 5,30 5,61 5,92 6,23 6,55 6,86 7,17 7,48 8 0,50 1,01 1,51 2,01 2,51 3,02 3,52 4,02 4,52 5,03 5,53 6,03 6,53 7,04 7,54 8,04 8,55 9,05 9,55 10,05 10,56 11,06 11,56 12,06 Diâmetro da barra (mm) 10 12,5 16 0,79 1,23 2,01 1,57 2,45 4,02 2,36 3,68 6,03 3,14 4,91 8,04 3,93 6,14 10,05 4,71 7,36 12,06 5,50 8,59 14,07 6,28 9,82 16,08 7,07 11,04 18,10 7,85 12,27 20,11 8,64 13,50 22,12 9,42 14,73 24,13 10,21 15,95 26,14 11,00 17,18 28,15 11,78 18,41 30,16 12,57 19,63 32,17 13,35 20,86 34,18 14,14 22,09 36,19 14,92 23,32 38,20 15,71 24,54 40,21 16,49 25,77 42,22 17,28 27,00 44,23 18,06 28,23 46,24 18,85 29,45 48,25 ah = MÁXIMO(2 cm; φ; 1,2dag) Largura da seção (cm) 20 25 30 5 6 8 5 6 8 5 6 8 4 6 8 4 6 8 4 6 7 4 6 7 4 6 7 4 6 7 4 5 7 4 5 7 4 5 7 4 5 6 4 5 6 4 5 6 3 5 6 3 4 6 3 4 6 3 4 6 3 4 5 3 4 5 3 4 5 3 4 5 3 4 5 20 3,14 6,28 9,42 12,57 15,71 18,85 21,99 25,13 28,27 31,42 34,56 37,70 40,84 43,98 47,12 50,27 53,41 56,55 59,69 62,83 65,97 69,12 72,26 75,40 ct cm 35 10 10 9 9 9 9 9 9 8 8 8 8 8 7 7 7 7 7 7 7 6 6 6 6 40 11 11 11 11 11 10 10 10 10 10 10 9 9 9 9 9 8 8 8 8 7 7 7 7 2,5 45 13 13 13 13 12 12 12 12 11 11 11 11 10 10 10 10 9 9 9 9 8 8 8 8 22 3,80 7,60 11,40 15,21 19,01 22,81 26,61 30,41 34,21 38,01 41,81 45,62 49,42 53,22 57,02 60,82 64,62 68,42 72,23 76,03 79,83 83,63 87,43 91,23 dag mm 50 15 14 14 14 14 14 13 13 13 13 12 12 11 11 11 11 10 10 10 10 9 9 9 9 25 4,91 9,82 14,73 19,63 24,54 29,45 34,36 39,27 44,18 49,09 54,00 58,90 63,81 68,72 73,63 78,54 83,45 88,36 93,27 98,17 103,08 107,99 112,90 117,81 19 ah cm 2,28

T2 - Número máximo de barras por camada (estribo de 2 ramos)
nb,máx = INT[1+(b-2ct-2φt-φ)/(ah+φ)] φ mm 8 φt mm 5 6,3 8 10 5 6,3 8 10 5 6,3 8 10 5 6,3 8 10 5 6,3 8 10 5 6,3 8 10 10 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 12 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 15 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2

10

2,28

12,5

2,28

16

2,28

20

2,28

25

2,50

obs.: φt é o diâmetro da armadura transversal (estribos) ct é o cobrimento de concreto da armadura transversal T3 - Número máximo de camadas
nc,máx = INT[1+(2x10%h)/(av+φ)] φ mm 8 10 12,5 16 20 25 30 3 3 2 2 2 2 35 3 3 3 2 2 2 40 3 3 3 3 3 2 45 4 4 3 3 3 3 av = MÁXIMO(2 cm; φ; 0,5dag) Altura da seção (cm) 50 55 60 70 80 4 4 5 6 6 4 4 5 5 6 4 4 4 5 5 3 4 4 4 5 3 3 4 4 5 3 3 3 4 4 dag mm 90 7 7 6 6 5 5 100 8 7 7 6 6 5 19 av cm 2,0 2,0 2,0 2,0 2,0 2,5

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VIGA - DISPOSIÇÃO DA ARMADURA LONGITUDINAL A NÍVEL DE ELEMENTO Zona de boa e má aderência para as armaduras

30 h armaduras h < 30 cm h 30 < h < 60 cm 30 h h > 60 cm

zona boa zona má

Resistência de aderência de cálculo - fbd (fyk = 500 MPa; φ < 32 mm e γc = 1,4)
fbd,boa = 2,25[ fctd ] = 2,25[0,7(0,3fck
2/3

) / 1,4] = 0,3375 fck

2/3

(1); fbd,má = 0,7fbd,boa = 0,2363 fck

2/3

( 2)

(MPa )

concreto C20 C25 C30 C35 C40 C45 zona boa 2,487 2,886 3,259 3,611 3,947 4,270 zona má 1,741 2,020 2,281 2,528 2,763 2,989 Comprimento de ancoragem básico - lb,bás (fyk = 500 MPa, φ < 32 mm, γs = 1,15 e γc = 1,4) fbd lb,bás φ
A s f yd

C50 4,581 3,206

l b,bás πφ = A s f yd mas A s = φf yd πφ 2 (3 ) log o l b,bás = 4fbd 4

concreto C20 C25 C30 C35 zona boa 43,7φ 37,7φ 33,4φ 30,1φ zona má 62,4φ 53,8φ 47,7φ 43,0φ Deslocamento lateral do diagrama de momentos fletores - al C o o V V M1 1 θ zcotθ 2 V
z

C40 27,5φ 39,3φ

C45 25,5φ 36,4φ

C50 23,7φ 33,9φ

V z T1 1 θ zcotθ M2

M2

M2 = M1 + Vzcotθ (a)

M2 = T1z + 0,5Vzcotθ (b)

(a) em (b): T1z = M1 + 0,5Vzcotθ ou T1z = M1 + V.al = M1 + ΔM onde: al = 0,5zcotθ e ΔM = V.al Conclusão: o momento fletor na seção 1 (T1z) é igual a M1 acrescido de V.al o que é equivalente a uma translação lateral al do diagrama de momentos fletores (ver fig. abaixo)

Comprimento das barras da armadura longitudinal e ancoragem da armadura inferior nos apoios

armadura de montagem gancho 5φ se φ < 20mm φp 8φ se φ > 20mm φp aço CA-50

armadura negativa

Md β
al

Mint

deslocamento lateral do diagrama de momentos al = 0,5zcotθ; z = 0,9d (4) θ = 30º θ = 45º al 0,78d 0,45d θ = inclinação da biela

lb,bás 10φ

> 8φ

A

A

lb,bás 10φ tanβ = V = ΔM/al

B

B

φ
Md deslocado de al

ΔM M1

apoio externo
Mvão

lb,nec > lb,mín
lb,nec= α1lb,bás
Vd cot θ 2f yd A s,ext

M1 al ΔM β B 10φ

apoio interno

B 10φ lb,bás A A lb,bás As,vão

>10φ

α1 1,0(ancoragem reta) 0,7(ancor. com gancho) lb,mín = máx(0,3lb,bás; 10φ; 10cm) As,ext > As,vão/3
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armadura positiva

As,int > As,vão/3 se lMintl<Mvão/2 As,int > As,vão/4 se lMintl>Mvão/2

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VIGA - TIPOS DE ANCORAGEM DA ARMADURA LONGITUDINAL

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VIGA - EMENDAS DA ARMADURA LONGITUDINAL POR TRASPASSE

[NBR 6118]

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6.2.3 - VIGA - DIMENSIONAMENTO À FORÇA CORTANTE (ELU-V)

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VIGA - FORMULÁRIO DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÂO RETANGULAR À FORÇA CORTANTE (ELU-V) Asw área da seção da armadura transversal h altura da seção transversal Asw,mín área mínima da seção da armadura transversal Md momento fletor de cálculo b largura da seção transversal s espaçamento longitudinal entre estribos C força de compressão nas bielas de concreto 100 cm (para obter Asw em cm2/m) Vc d altura útil da seção transversal força cortante resistida por outros mecanismos distância do centróide da armadura tracionada Vd 1,4(VG + VQ) força cortante de cálculo à borda comprimida da seção transversal VRd,máx força cortante de cálculo máxima resistida por fcd fck/1,4 resistência de cálculo do concreto à compressão diagonal das bielas de concreto compressão VG força cortante da ação permanente G fck resistência característica do concreto à VQ força cortante da ação variável Q compressão aos 28 dias Vsw força cortante de cálculo resistida pela fctd fctk/1,4 resistência de cálculo do concreto à armadura transversal tração z braço de alavanca fctk 0,7fctm resistência característica do concreto à ângulo da tensão principal de tração β tração 0,6(1 – fck/250) (fck em MPa) coeficiente de ν fctm 0,3fck2/3 (fck em MPa) resistência média do redução da resistência do concreto fissurado concreto à tração por força cortante tensão principal de compressão fyd fyk/1,15 resistência de cálculo de escoamento σc tensão principal de tração do aço σt fyk resistência característica de escoamento do aço tensão tangencial da força cortante τ Fc força de compressão no concreto ângulo das bielas de concreto comprimidas θ Fs força de tração na armadura longitudinal Analogia de treliça

τ τ
tração compressão

τ τ σc
2β σ t

σt σ σc

σc β σt

b a

τ

b

a

A – Verificação da compressão diagonal do concreto (dados b, d e fck, obter VRd,máx; Vd < VRd,máx) simplificado refinado cálculo θ (45o) θ (30o a 45o) 0,45bdνf cd 0,45bdνf cd sen2θ VRd,máx A1 fck MPa 20 25 30 35 0,552 0,540 0,528 0,516 ν o VRd,máx /(bd) θ (45o) 0,355 0,434 0,509 0,581 θ (30 ) 0,307 0,376 0,441 0,503
obs.: VRd,máx/(bd) em kN/cm2

Modelo resistente à força cortante no estado limite último Compressão diagonal das bielas de concreto (corte a-a)

b VRd,máx h d Asw

bielas

Fc

zcosθ

θ θ

Md fissuras

C = b(zcosθ)νfcd z = 0,9d θ Fs

B – Dimensionamento da armadura transversal (dados Vd, b, d, fck e fyk, obter Asw) simplificado refinado cálculo θ (45o) θ (30o a 45o) ( Vd − Vc )s ( Vd − Vc )s Asw 0,9df yd 0,9df yd cot θ
Vd ≤ Vo Vc
Vo

(a) VRd,máx = Csenθ = bzνfcd cos θsenθ = 0,45bdνfcdsen2θ Tração transversal dos estribos (corte b-b) B1 b estribos Vd B2 B3 B4 h d Asw Md Fs zcotθ s Fc z = 0,9d fissuras

Vd > Vo
⎡ VRd,máx − Vd ⎤ ⎢ ⎥ Vo ⎢ ⎣ VRd,máx − Vo ⎥ ⎦

Vo

Vo
0,6bdfctd

θ

Vc

Asw,mín fck MPa fctm MPa fctd MPa Vo /(bd)
A sw,mín /(bs)

0,2bsfctm / fyk

Vsw = (zcotθ/s)Aswfyd

20 2,210 1,105 0,0663 0,088%
2

25 2,565 1,282 0,0769 0,103%

30 2,896 1,448 0,0869 0,116%

35 3,210 1,605 0,0963 0,128%

número de estribos em zcotθ (b) Vd = Vsw + Vc ou Vsw = Vd − Vc A A (c) Vsw = z sw f yd cot θ = 0,9d sw f yd cot θ s s ( Vd − Vc )s (b) em (c): A sw = 0,9df yd cot θ

obs.: Vo/(bd) em kN/cm e Asw,mín/(bs) para fyk = 500 MPa

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VIGA - GRÁFICO DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À FORÇA CORTANTE

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VIGA - TABELA DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À FORÇA CORTANTE - SIMPLIFICADO

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VIGA - TABELA DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À FORÇA CORTANTE - REFINADO

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6.2.4 - VIGA - DISPOSIÇÃO DA ARMADURA PARA FORÇA CORTANTE

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50

VIGA - DISPOSIÇÃO DA ARMADURA TRANSVERSAL A NÍVEL DE SEÇÃO T1 - Área da seção transversal de estribos de 2 ramos (cm2/m)
s cm 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 s cm 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 s cm 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Diâmetro da barra (mm) 5 6,3 8 5,61 8,91 14,36 4,91 7,79 12,57 4,36 6,93 11,17 3,93 6,23 10,05 3,57 5,67 9,14 3,27 5,20 8,38 3,02 4,80 7,73 2,80 4,45 7,18 2,62 4,16 6,70 2,45 3,90 6,28 2,31 3,67 5,91 2,18 3,46 5,59 Diâmetro da barra (mm) 5 6,3 8 8,41 13,36 21,54 7,36 11,69 18,85 6,54 10,39 16,76 5,89 9,35 15,08 5,35 8,50 13,71 4,91 7,79 12,57 4,53 7,19 11,60 4,21 6,68 10,77 3,93 6,23 10,05 3,68 5,84 9,42 3,46 5,50 8,87 3,27 5,20 8,38 Diâmetro da barra (mm) 5 6,3 8 11,22 17,81 28,72 9,82 15,59 25,13 8,73 13,85 22,34 7,85 12,47 20,11 7,14 11,34 18,28 6,54 10,39 16,76 6,04 9,59 15,47 5,61 8,91 14,36 5,24 8,31 13,40 4,91 7,79 12,57 4,62 7,33 11,83 4,36 6,93 11,17 10 22,44 19,63 17,45 15,71 14,28 13,09 12,08 11,22 10,47 9,82 9,24 8,73 12,5 35,06 30,68 27,27 24,54 22,31 20,45 18,88 17,53 16,36 15,34 14,44 13,64 s cm 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 s cm 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 s cm 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Diâmetro da barra (mm) 5 6,3 8 2,07 3,28 5,29 1,96 3,12 5,03 1,87 2,97 4,79 1,78 2,83 4,57 1,71 2,71 4,37 1,64 2,60 4,19 1,57 2,49 4,02 1,51 2,40 3,87 1,45 2,31 3,72 1,40 2,23 3,59 1,35 2,15 3,47 1,31 2,08 3,35 Diâmetro da barra (mm) 5 6,3 8 3,10 4,92 7,94 2,95 4,68 7,54 2,80 4,45 7,18 2,68 4,25 6,85 2,56 4,07 6,56 2,45 3,90 6,28 2,36 3,74 6,03 2,27 3,60 5,80 2,18 3,46 5,59 2,10 3,34 5,39 2,03 3,22 5,20 1,96 3,12 5,03 Diâmetro da barra (mm) 5 6,3 8 4,13 6,56 10,58 3,93 6,23 10,05 3,74 5,94 9,57 3,57 5,67 9,14 3,41 5,42 8,74 3,27 5,20 8,38 3,14 4,99 8,04 3,02 4,80 7,73 2,91 4,62 7,45 2,80 4,45 7,18 2,71 4,30 6,93 2,62 4,16 6,70 10 8,27 7,85 7,48 7,14 6,83 6,54 6,28 6,04 5,82 5,61 5,42 5,24 12,5 12,92 12,27 11,69 11,16 10,67 10,23 9,82 9,44 9,09 8,77 8,46 8,18

T2 - Área da seção transversal de estribos de 3 ramos (cm2/m)
10 33,66 29,45 26,18 23,56 21,42 19,63 18,12 16,83 15,71 14,73 13,86 13,09 12,5 52,59 46,02 40,91 36,82 33,47 30,68 28,32 26,30 24,54 23,01 21,66 20,45 10 12,40 11,78 11,22 10,71 10,24 9,82 9,42 9,06 8,73 8,41 8,12 7,85 12,5 19,38 18,41 17,53 16,73 16,01 15,34 14,73 14,16 13,64 13,15 12,70 12,27

T3 - Área da seção transversal de estribos de 4 ramos (cm2/m)
10 44,88 39,27 34,91 31,42 28,56 26,18 24,17 22,44 20,94 19,63 18,48 17,45 12,5 70,12 61,36 54,54 49,09 44,62 40,91 37,76 35,06 32,72 30,68 28,87 27,27 10 16,53 15,71 14,96 14,28 13,66 13,09 12,57 12,08 11,64 11,22 10,83 10,47 12,5 25,84 24,54 23,37 22,31 21,34 20,45 19,63 18,88 18,18 17,53 16,93 16,36

VIGA - ESPAÇAMENTO LONGITUDINAL E TRANSVERSAL MÁXIMOS Espaçamento longitudinal máximo entre estribos Espaçamento transversal máximo entre ramos

sl,máx

mín(0,6d; 30 cm); se Vd ≤ 0,67 VRd,máx mín(0,3d; 20 cm); se VSd > 0,67 VRd,máx

st,máx

mín( d; 80 cm); se Vd ≤ 0,20 VRd,máx mín(0,6d; 35 cm); se Vd > 0,20 VRd,máx

φt

> 5 mm < b/10

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VIGA - TIPOS DE ANCORAGEM DA ARMADURA TRANSVERSAL

[NBR 6118]

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52

6.2.5 - VIGA - DIMENSIONAMENTO À MOMENTO TORÇOR (ELU-T)

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VIGA - FORMULÁRIO DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À MOMENTO TORÇOR (ELU-T) A bh área da seção transversal Fs força de tração na armadura longitudinal Ae xeye área limitada pela linha média da seção h altura da seção transversal vazada s espaçamento longitudinal entre estribos As área da seção da armadura longitudinal 100 cm (para obter Asw em cm2/m) tracionada te máximo(A/u; 2c1); < b/2; < h/2 espessura da As,mín área mínima da seção da armadura longitudinal parede da seção vazada no perímetro ue Td 1,4(TG + TQ) momento torçor de cálculo Asw área da seção da armadura transversal TRd,máx momento torçor de cálculo máximo resistido por Asw,mín área mínima da seção da armadura transversal compressão diagonal das bielas de concreto b largura da seção transversal TG momento torçor da ação permanente G c t + φ t + φ / 2 ≈ 5 cm c1 momento torçor da ação variável Q TQ ct cobrimento do estribo u 2(b + h) perímetro da seção transversal d altura útil da seção transversal ue 2(xe + ye) perímetro da área Ae fcd fck/1,4 resistência de cálculo do concreto à xe b – te largura da área Ae compressão ye h – te altura da área Ae fck resistência característica do concreto à diâmetro da armadura longitudinal φ compressão aos 28 dias diâmetro da armadura transversal φt 0,5(1 – fck/250) (fck em MPa) coeficiente de fctm 0,3fck2/3 (fck em MPa) resistência média do κ concreto à tração redução da resistência do concreto fissurado fyd fyk/1,15 resistência de cálculo de escoamento por momento torçor do aço tensão tangencial do momento torçor τ fyk resistência característica de escoamento do aço ângulo das bielas comprimidas de concreto θ Seção vazada de cálculo com espessura te Modelo resistente à momento torçor no estado limite último seção ( τt e ) = fluxo de torção seção Compressão diagonal e tração longitudinal (1 parede) de cálculo real V1 = ( τt e )y e ; V2 = ( τt e )x e V2 b Td = 2V1x e / 2 + 2V2 y e / 2 biela yecosθ Fs/2 T y Rd , máx e = ( τ t ) y x + ( τ t ) x y e e e e e e Td Td θ ye V1 2A e V1 Td C = te(yecosθ)κfcd Td = 2( τt e )A e ∴ ( τt e ) = h d θ te ye te 2A e Td y e θ Ae V2 Tx Ty 2A e V1 = d e ; V2 = d e xe Fs/2 = (As/ue)yefyd/2 (xeye) 2A e 2A e fissura A Ae, ue s A, u armadura longitudinal na parede ye A – Verificação da compressão diagonal do concreto (dados b, h e fck, obter TRd,máx; Td < TRd,máx) T y (a) Rd,máx e = Csenθ = t e y e κfcd cos θsenθ simplificado refinado 2A e cálculo θ (45o) θ (30o a 45o) ou TRd,máx = A e t e κfcdsen2θ A e t e κf cd A e t e κf cd sen2θ TRd,máx A1 (b) C cos θ = 2(Fs / 2) = ( A s / ue )y e fyd fck MPa 20 25 30 35 0,460 0,450 0,440 0,430 Ty A κ (c) d e = Csenθ = (C cos θ) tan θ = s y e fyd tan θ o 2A e ue TRd,máx /( A e t e ) θ (45o) 0,657 0,804 0,943 1,075 θ (30 ) 0,569 0,696 0,817 0,931 Tdue ou A s = obs.: TRd,máx/(Aete) em kN/cm2 2A e f yd tan θ B – Dimensionamento da armadura transversal (dados Td, b, h e fyk, obter Asw por parede) simplificado refinado Tração transversal (1 parede) cálculo θ (45o) θ (30o a 45o) yecotθ b estribos Td s Td s Asw B1 2A e f yd 2A e f yd cot θ Td y e s T d 2 A 0,2t e sfctm / fyk ye Asw,mín B2 e h d te C – Dimensionamento da armadura longitudinal θ fissuras (dados Td, b, h e fyk, obter As total no perímetro ue) simplificado refinado (yecotθ/s)Aswfyd Asw cálculo Ae, ue θ (45o) θ (30o a 45o) A, u número de estribos em yecotθ Tdu e Tdu e As C1 2A e f yd 2A e f yd tan θ Tds (d) Td y e = y e cot θ A sw fyd ou A sw = 2A e f yd cot θ 0,2t eue fctm / fyk 2A e s As,mín C2 [MUSSO]

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VIGA - DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À M. TORÇOR, M. FLETOR E FORÇA CORTANTE A bh área da seção transversal A – Verificação da compressão diagonal do concreto Ae xeye área limitada pela linha média da seção (dados Vd, Td, b, h e fck: Vd/ VRd,máx + Td/ TRd,máx < 1) simplificado refinado vazada cálculo o o o A área da seção da armadura longitudinal θ (45 ) θ (30 a 45 ) s,M 0,45bdνf cd 0,45bdνf cd sen2θ VRd,máx A1 tracionada para Md fck MPa 20 25 30 35 As,T área da seção da armadura longitudinal 0,552 0,540 0,528 0,516 tracionada para Td ν simplificado refinado Asw,T área da seção da armadura transversal para Td cálculo Asw,V área da seção da armadura transversal para Vd θ (45o) θ (30o a 45o) A e t e κf cd A e t e κf cd sen2θ TRd,máx A2 b largura da seção transversal c t + φ t + φ / 2 ≈ 5 cm fck MPa 20 25 30 35 c1

0,460 0,450 0,440 0,430 κ Superposição de força cortante e momento torçor Vd Td + ≤1 A3 VRd,máx TRd,máx
B – Dimensionamento da armadura transversal (dados Vd, Td, b, d, h, fck e fyk, obter Asw,total) simplificado refinado cálculo θ (45o) θ (30o a 45o) ( Vd − Vc )s ( Vd − Vc )s Asw,V 0,9df yd 0,9df yd cot θ
Vd ≤ Vo Vc Vo Vo Vd > Vo

ct d fcd fck fctd fctk fctm fyd

cobrimento do estribo altura útil da seção transversal fck/1,4 resistência de cálculo do concreto à compressão resistência característica do concreto à compressão aos 28 dias fctk/1,4 resist. de cálculo do concreto à tração 0,7fctm resist. característica do concreto à tração 0,3fck2/3 (fck em MPa) resistência média do concreto à tração fyk/1,15 resist. de cálculo de escoamento do aço resistência característica de escoamento do aço altura da seção transversal 1,4(MG + MQ) momento fletor de cálculo momento fletor de cálculo máximo com armadura simples espaçamento longitudinal entre estribos 100 cm (para obter Asw em cm2/m) máximo(A/u; 2c1); < b/2; < h/2 espessura da parede da seção vazada 1,4(TG + TQ) momento torçor de cálculo momento torçor de cálculo máximo resistido por compressão diagonal das bielas de concreto 2(xe + ye) perímetro da área Ae 2(b + h) perímetro da seção transversal força cortante resistida por outros mecanismos 1,4(VG + VQ) força cortante de cálculo força cortante de cálculo máxima resistida por compressão diagonal das bielas de concreto b – te largura da área Ae h – te altura da área Ae profundidade da linha neutra no estádio 3 (ELU) profundidade máxima da linha neutra para ruptura dúctil da seção (ruptura com aviso) diâmetro da armadura longitudinal diâmetro da armadura transversal 0,5(1 – fck/250) (fck em MPa) coeficiente de redução da resist. do concreto fissurado por Td 0,6(1 – fck/250) (fck em MPa) coeficiente de redução da resist. do concreto fissurado por Vd ângulo das bielas comprimidas de concreto 55

B1

⎡ VRd,máx − Vd ⎤ ⎢ ⎥ Vo ⎢ ⎣ VRd,máx − Vo ⎥ ⎦

B2

fyk h Md Md,lim s te Td TRd,máx ue u Vc Vd VRd,máx xe ye x xlim

0,6bdfctd B3 fck MPa 20 25 30 40 fctd MPa 1,105 1,282 1,448 1,605 2 Vo /(bd) kN/cm 0,0663 0,0769 0,0869 0,0963 simplificado refinado cálculo o θ (45 ) θ (30o a 45o) Asw,T Td s Td s B4 por 2 A f 2 A e yd e f yd cot θ parede

Vo

Superposição de armaduras transversais A sw,total = A sw,V + 2A sw,T

B5

C – Dimensionamento da armadura longitudinal (dados Md, Td, b, d, h, fck e fyk, obter As por face) fck < 35 MPa > 35 MPa xlim 0,5d 0,4d C1 2 2 Md,lim 0,272bd fcd 0,22848bd fcd C2 Armadura simples (seção com As; Md < Md,lim; x < xlim)
⎡ Md x = 1,25d⎢1 − 1 − 0,425bd 2 fcd ⎢ ⎣ ⎤ ⎥ ⎥ ⎦

C3 C4

A s,M = 0,68bxfcd / fyd (face tracionada)

cálculo
em ue

As,T

simplificado θ (45o) Tdu e 2A e f yd

refinado θ (30o a 45o) Tdu e 2A e f yd tan θ

C5

φ φt κ ν θ

Superposição de armaduras longitudinais A s,face comprimida por M = A s,T x e / ue
A s,cada face lateral = A s,T y e / ue A s,face tracionada por M = A s,M + A s,T x e / ue

C6 C7 C8

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VIGA - TABELA DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À MOMENTO TORÇOR - SIMPLIFICADO

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VIGA - TABELA DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À MOMENTO TORÇOR - REFINADO

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6.2.6 - VIGA - DISPOSIÇÃO DA ARMADURA PARA MOMENTO TORÇOR

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VIGA - DISPOSIÇÃO DA ARMADURA LONGITUDINAL E TRANSVERSAL A NÍVEL DE SEÇÃO T1 - Área da seção transversal de Q barras longitudinais (cm2)
Q 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 s cm 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 s cm 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 5 0,20 0,39 0,59 0,79 0,98 1,18 1,37 1,57 1,77 1,96 2,16 2,36 2,55 2,75 2,95 3,14 3,34 3,53 3,73 3,93 4,12 4,32 4,52 6,3 0,31 0,62 0,94 1,25 1,56 1,87 2,18 2,49 2,81 3,12 3,43 3,74 4,05 4,36 4,68 4,99 5,30 5,61 5,92 6,23 6,55 6,86 7,17 8 0,50 1,01 1,51 2,01 2,51 3,02 3,52 4,02 4,52 5,03 5,53 6,03 6,53 7,04 7,54 8,04 8,55 9,05 9,55 10,05 10,56 11,06 11,56 Diâmetro da barra (mm) 10 12,5 16 0,79 1,23 2,01 1,57 2,45 4,02 2,36 3,68 6,03 3,14 4,91 8,04 3,93 6,14 10,05 4,71 7,36 12,06 5,50 8,59 14,07 6,28 9,82 16,08 7,07 11,04 18,10 7,85 12,27 20,11 8,64 13,50 22,12 9,42 14,73 24,13 10,21 15,95 26,14 11,00 17,18 28,15 11,78 18,41 30,16 12,57 19,63 32,17 13,35 20,86 34,18 14,14 22,09 36,19 14,92 23,32 38,20 15,71 24,54 40,21 16,49 25,77 42,22 17,28 27,00 44,23 18,06 28,23 46,24 s cm 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 s cm 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 20 3,14 6,28 9,42 12,57 15,71 18,85 21,99 25,13 28,27 31,42 34,56 37,70 40,84 43,98 47,12 50,27 53,41 56,55 59,69 62,83 65,97 69,12 72,26 22 3,80 7,60 11,40 15,21 19,01 22,81 26,61 30,41 34,21 38,01 41,81 45,62 49,42 53,22 57,02 60,82 64,62 68,42 72,23 76,03 79,83 83,63 87,43 25 4,91 9,82 14,73 19,63 24,54 29,45 34,36 39,27 44,18 49,09 54,00 58,90 63,81 68,72 73,63 78,54 83,45 88,36 93,27 98,17 103,08 107,99 112,90

T2 - Área da seção transversal de estribos de 1 ramo (cm2/m)
Diâmetro da barra (mm) 5 6,3 8 2,80 4,45 7,18 2,45 3,90 6,28 2,18 3,46 5,59 1,96 3,12 5,03 1,78 2,83 4,57 1,64 2,60 4,19 1,51 2,40 3,87 1,40 2,23 3,59 1,31 2,08 3,35 1,23 1,95 3,14 1,15 1,83 2,96 1,09 1,73 2,79 Diâmetro da barra (mm) 5 6,3 8 5,61 8,91 14,36 4,91 7,79 12,57 4,36 6,93 11,17 3,93 6,23 10,05 3,57 5,67 9,14 3,27 5,20 8,38 3,02 4,80 7,73 2,80 4,45 7,18 2,62 4,16 6,70 2,45 3,90 6,28 2,31 3,67 5,91 2,18 3,46 5,59 10 11,22 9,82 8,73 7,85 7,14 6,54 6,04 5,61 5,24 4,91 4,62 4,36 12,5 17,53 15,34 13,64 12,27 11,16 10,23 9,44 8,77 8,18 7,67 7,22 6,82 Diâmetro da barra (mm) 5 6,3 8 1,03 1,64 2,65 0,98 1,56 2,51 0,93 1,48 2,39 0,89 1,42 2,28 0,85 1,36 2,19 0,82 1,30 2,09 0,79 1,25 2,01 0,76 1,20 1,93 0,73 1,15 1,86 0,70 1,11 1,80 0,68 1,07 1,73 0,65 1,04 1,68 Diâmetro da barra (mm) 5 6,3 8 2,07 3,28 5,29 1,96 3,12 5,03 1,87 2,97 4,79 1,78 2,83 4,57 1,71 2,71 4,37 1,64 2,60 4,19 1,57 2,49 4,02 1,51 2,40 3,87 1,45 2,31 3,72 1,40 2,23 3,59 1,35 2,15 3,47 1,31 2,08 3,35 10 4,13 3,93 3,74 3,57 3,41 3,27 3,14 3,02 2,91 2,80 2,71 2,62 12,5 6,46 6,14 5,84 5,58 5,34 5,11 4,91 4,72 4,55 4,38 4,23 4,09

T3 - Área da seção transversal de estribos de 2 ramos (cm2/m)
10 22,44 19,63 17,45 15,71 14,28 13,09 12,08 11,22 10,47 9,82 9,24 8,73 12,5 35,06 30,68 27,27 24,54 22,31 20,45 18,88 17,53 16,36 15,34 14,44 13,64 10 8,27 7,85 7,48 7,14 6,83 6,54 6,28 6,04 5,82 5,61 5,42 5,24 12,5 12,92 12,27 11,69 11,16 10,67 10,23 9,82 9,44 9,09 8,77 8,46 8,18

VIGA - ESPAÇAMENTO LONGITUDINAL E DISTRIBUIÇÃO DA ARMADURA LONGITUDINAL Espaçamento longitudinal máximo entre estribos Distribuição da armadura longitudinal

sl,máx

mín(0,6d; 30 cm); se mín(0,3d; 20 cm); se

TSd V + Sd ≤ 0,67 TRd2 VRd2 TSd V + Sd > 0,67 TRd2 VRd2

45o

< 35 cm

φ > φt

φt

> 5 mm < b/10 (b < h)
59

[MUSSO]

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6.3 - VIGA - VERIFICAÇÃO NO ESTADO LIMITE DE SERVIÇO (ELS)

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60

6.3.1 - VIGA - VERIFICAÇÃO DE FLECHA (ELS-DEF)

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VIGA - VERIFICAÇÃO DE FLECHA EM VIGA DE SEÇÃO RETANGULAR (ELS-DEF) As área da seção da armadura longitudinal Lbal comprimento do balanço tracionada MG momento fletor da ação permanente G A′ momento fletor da ação variável Q área da seção da armadura longitudinal MQ s comprimida MQP MG + ψ2MQ momento fletor da ação quase b largura da seção transversal permanente pQP (momento positivo no vão; d altura útil da seção transversal momento no engaste, no caso de balanço) distância do centróide da armadura tracionada Mr Wcfctf momento fletor de fissuração à borda comprimida da seção transversal n Es/Ecs razão entre os módulos de elasticidade distância do centróide da armadura comprimida do aço e do concreto d′ à borda comprimida da seção transversal pQP G + ψ2Q ação quase permanente h-d Q ação variável d′′ Ecs 4760fck1/2 MPa módulo de elasticidade secante x2 profundidade da linha neutra no estádio 2 do concreto xc profundidade da linha neutra da seção bruta Es 210000 MPa módulo de elasticidade do aço distância do centróide da seção bruta à fibra fck resistência característica do concreto à extrema comprimida compressão aos 28 dias t tempo que se deseja calcular a flecha (meses) t fctf idade do concreto ao entrar em carga (meses) αfctm resistência do concreto à tração na flexão o fctm 0,3fck2/3 (fck em MPa) resistência média do yt h - xc distância do centróide da seção bruta à concreto à tração fibra extrema tracionada fdiferida flecha do efeito da fluência do concreto Wc Ic/yt (bh2/6 para seção retangular) felástica flecha obtida com p = pQP, E = Ecs e I = Ic módulo resistente da seção bruta 1,0 (EC2); 1,5 seção retangular (NBR 6118) fimediata flecha da viga ao entrar em carga α coeficiente para levar em conta a fluência do flimite flecha máxima para limitar efeito visual αf desagradável concreto no cálculo da flecha diferida 0,3 para edifícios residenciais ftotal fimediata + fdiferida flecha total ψ2 G ação permanente 0,4 para edifícios comerciais, de escritórios, h altura da seção transversal estações e edifícios públicos I2 momento de inércia da seção no estádio 2 0,6 para bibliotecas, oficinas e garagens Ic bh3/12 para seção retangular fator de redução da ação variável para momento de inércia da seção bruta combinação de ação quase permanente As’/(bd) taxa geométrica de armadura Ie momento de inércia efetivo da seção ρ’ L vão entre apoios longitudinal comprimida A – Flecha elástica F - Parâmetros auxiliares f elástica 20 25 30 35 fck MPa A1 (ver flechas em diversos sistemas) fctm MPa 2,210 2,565 2,896 3,210 fctf MPa 3,316 3,847 4,345 4,815 B – Flecha imediata E MPa 21287 23800 26072 28161 cs I fimediata = f elástica c B1 n = Es/Ecs 9,865 8,824 8,055 7,457 Ie G – Seção equivalente (seção fissurada – estádio 2) seção fissurada (MQP > Mr) seção real seção equivalente 3 3 de concreto ⎡ ⎛ M ⎞ ⎤ ⎛ Mr ⎞ B2 r ⎟ ⎥ b ′ d b ⎢ d′ ⎜ ⎟ ⎜ Ie = ⎜ ⎟ Ic + ⎢1 − ⎜ M ⎟ ⎥ I 2 (BRANSON) QP ⎠ ⎝ M QP ⎠ ⎝ ⎣ ⎦ x2 A′ x2 s (n-1) A ′ s seção não fissurada (MQP < Mr) LN d LN B3 d I e = Ic d-x2 As C – Flecha diferida nAs f diferida = α f f imediata C1
αf = ξ( t ≤ 70 meses ) ξ( t > 70 meses ) ξ( t ) − ξ( t o ) 1 + 50ρ' 0,68(0,996 t )t 0,32

C2

x 2 = [ −a 2 + a 2 − 4a1a 3 ] /(2a 1 )
a1 = b / 2 a 2 = nA s + (n − 1)A ′ s a 3 = −nA s d − (n − 1)A ′ s d′

2

G1 G2 G3 G4 G5

2

C3 > 70 2,00 D1 E1 I2 =

t meses 1 3 6 12 0,68 0,95 1,18 1,44 ξ(t) D – Flecha total f total = f imediata + f diferida ≤ flim ite E – Flecha limite L (L = 2Lbal, no caso de balanço) flim ite = 250 [MUSSO]
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bx 2 2 + nA s (d − x 2 ) 2 + (n − 1)A ′ s ( x 2 − d′) 3

3

profundidade da l. neutra x= xiA i Ai

momento de inércia
I=

∑ (I + A Δ
i

i i

2

)

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VIGA - GRÁFICO DE PROFUNDIDADE DA LINHA NEUTRA DE SEÇÃO RETANGULAR NO ESTÁDIO 2

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VIGA - GRÁFICO DE MOMENTO DE INÉRCIA DE SEÇÃO RETANGULAR NO ESTÁDIO 2

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VIGA - GRÁFICO DE MOMENTO DE INÉRCIA EFETIVO DE SEÇÃO RETANGULAR - BRANSON

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6.3.2 - VIGA - VERIFICAÇÃO DE ABERTURA DE FISSURA (ELS-W)

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VIGA - VERIFICAÇÃO DE ABERTURA DE FISSURA EM VIGA DE SEÇÃO RETANGULAR (ELS-W) Momento Fletor de Cálculo MF Momento de Fissuração Mr,w É o valor do momento fletor que produz na seção bruta (secão de concreto desprezando armadura) uma tensão igual a fct,f na fibra extrema tracionada Mr,W = W c f ct,W (2)

MF = MGk + ψ1MQ1k + nψ2jMQjk (1) (combinação freqüente) parcela permanente MGk parcela variável principal ψ1MQ1k
nψ2jMQjk demais parcelas variáveis Tabela 1 – Coeficientes Ψ1 e Ψ2 Finalidade da Estrutura ψ1 edifício residencial 0,4 edifício comercial 0,6 biblioteca; oficina; garagem 0,7

ψ2 0,3 0,4 0,6

Wc módulo resistente da seção bruta em relação a fibra extrema tracionada = Ic / y t (3) Ic momento de inércia da seção bruta yt distância do centróide à fibra ext. tracionada fct,W resistência do concreto à tração na flexão (módulo de ruptura) (MPa) = 1,05f ctm (seção re tan gular ) (NBR 6118) (4a) = 0,84f ctm (seção T ) (NBR 6118) (4b) = f ctm (EC2) (4c)

Sim
Seção não Fissurada (Estádio 1) wk = 0 Área de Envolvimento Acr

MF < Mr,w ?

Não

Seção Fissurada (Estádio 2) ⎞ σ φ φ σs ⎛ 4 s 3σ s ⎜ + 45 ⎟ w1 = (5); w 2 = ⎜ ⎟ ( 6) 12,5η1 E s f ctm 12,5η1 E s ⎝ ρ r ⎠

h d

Acr

y φ b

< h/2

Acr = mín[(y+7,5φ); h/2].b (10)

wk φ η1 σs Es fctm ρr As Acr

w k = mínimo ( w 1; w 2 ) (7) abertura de fissura característica diâmetro da barra da armadura longitudinal coeficiente de conformação superficial da barra tensão no aço tracionado no estádio 2 módulo de elasticidade do aço resistência média do concreto à tração = 0,3fck2/3 (MPa) (8) taxa de armadura As na região de envolvimento Acr = As/Acr (9) área de aço da armadura longitudinal tracionada área da região de envolvimento

Módulo de Elasticidade do Aço Es e Módulo de Elasticidade Secante do Concreto Ecs 1/ 2 1/ 2 aço Æ Es = 210.000 MPa (11) concreto Æ E cs = 0,85E ci = 0,85(5600 )f ck = 4760 f ck MPa (12) Tensão no Aço Tracionado na Seção Fissurada σs (Estádio 2 puro) M σ s = nσ c = n F (d − x 2 ) (14) I2 n razão Es/Ecs (13) MF momento fletor para combinação frequente I2 momento de inércia da seção no estádio 2 d altura útil da seção x2 profundidade da linha neutra no estádio 2 Tabela 2 - Coeficiente de Conformação Superficial η1 Tipo de Barra η1

7,5φ

lisa (CA-25) entalhada (CA-60) alta aderência (CA-50)
Verificação da Segurança ELS-W wk < wlim (15)

1,00 1,40 2,25

x2; I2 (ver ELS-DEF)

Tabela 3 - Abertura de Fissura Limite wlim

Classe de Agressividade Ambiental I II III IV
[MUSSO]

Agressividade fraca moderada forte muito forte

Tipo de Ambiente rural ou submerso urbano marinho ou industrial indústrias químicas ou respingos de maré

wlim (mm) 0,4 0,3 0,2

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67

6.4 - VIGA - EXEMPLOS

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68

VIGA BIAPOIADA - (b = 20 cm; C25)

[MUSSO]

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69

VIGA MONOENGASTADA - (b = 20 cm; C25)

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VIGA BIENGASTADA - (b = 20 cm; C25)

[MUSSO]

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71

VIGA EM BALANÇO - (b = 20 cm; C25)

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72

7 - LAJE

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7.1 - LAJE - DEFINIÇÕES

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LAJE - SISTEMAS ESTRUTURAIS DE LAJES MACIÇAS E LAJES NERVURADAS

Lajes Maciças

Lajes Nervuradas

Laje maciça com vigas

Laje nervurada com vigas

Laje maciça lisa

Laje nervurada com capitel Laje cogumelo nervurada

Laje maciça com capitel Laje cogumelo maciça [MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br

Laje nervurada com vigas integradas

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7.2 - LAJE - ANÁLISE

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LAJE - VÃO EFETIVO DE LAJES

[NBR 6118] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 77

LAJE - CRITÉRIO SIMPLIFICADO DE ENGASTAMENTO DE LAJES CONTÍNUAS COM APOIOS LINEARES Esquema 1

L1 a1 < a2

L2 a2

Engastar L1 em L2 Engastar L2 em L1 se 0,8a2 < a1
Esquema 2

L1 a1 < a2
x

L2
y

L3 a3
laje em balanço

a2

vazio

Engastar L1 em L2 Engastar L2 em L1 se 0,8a2 < a1 e x > 2y/3 Engastar L3 em L2 Exemplo

5m

6m

4m

7m

L1

L2

L3 5m

L4 1m
laje em balanço

vazio

[MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 78

LAJE - ÁREAS PARA FORÇA CORTANTE EM LAJES COM CARGA UNIFORME E APOIOS LINEARES 1/2 b/a > 1 b/a < (31/2+1)/2 a b/a > (3 +1)/2 a

1

2a

2b

45o

a/2

a/2

[ab-(31/2+1)a2/4]/2

[ab-(31/2+1)a2/4]/2

a2/4

45

o

45o (31/2-1)b2/4

(31/2-1)b2/4

[ab-a2/2]/2

[ab-a2/2]/2

b

b

b

a /4 45o a/2 45o

2

a/2

31/2a2/4

30o

[(3-31/2)ab30o (2.31/2-3)b2]/2 (31/2-1)b/2 a 30o

60o a/2

60o a/2 b/a < 31/2 a

3a
60 [ab-31/2a2/2]/2
o

a
1/2 2

a/2 b/a > 31/2 60
o

(31/2-1)b/2

3b

4
[(3-31/2)ab-(2.31/2-3)a2]/2

b/a > 31/2-1 (31/2-1)a/2 a/2 45o a/2 79 a/2 [ab-a2/2]/2 b/2 b/2 (31/2-1)a/2

[ab-31/2a2/2]/2

b/2

30o 31/2b2/12 b

[ab-31/2b2/6]/2

30o

31/2a2/4 60
o

o 30o [ab-31/2b2/6]/2 30

60 a/2 a

o

a/2

31/2b/6 b/a > 1 (31/2-1)a/2

31/2b/6 a b/a > 3-31/2 (3-31/2)a/2

(31/2-1)a2/4 45o 30 1/2 1/2 (3-3 )a/2 (3 -1)a/2
o

5
30o (3-31/2)[ab/2-a2/4]

6a
45o [(3-31/2)ab-3(2-31/2)a2]/2

6b
45o b2/4

b/a < 3-31/2 a [ab-(31/2+3)b2/12]/2 30o 31/2b2/12 31/2b/6 a 45o a /4
2

[(31/2-1)ab-(2.31/2-3)a2]/2

45o 1/2 2 (3 -1)a /4 (31/2-1)[ab/2-a2/4]

60o (3-31/2)a2/4

b

b

(3-31/2)a/2

(3-31/2)a/2

b

(3-31/2)a2/4 45o (3-31/2)a/2

(3-31/2)a2/4 45o

60o (31/2-1)a/2

60o

30o 45o [ab-(31/2+3)b2/12]/2 b/2

(3-31/2)a/2

(31/2-1)a/2

7
30o [ab-31/2a2/6]/2

a 31/2a2/12

b/a > 31/2/3 31/2a/6 30o [ab-31/2a2/6]/2

8
30o [ab-(31/2+3)a2/12]/2

1/2 a b/a > (3 +3)/6

9

[ab-(31/2+3)a2/12]/2

31/2a2/12

31/2a/6

30o

45o

31/2a/6

30o a/2 [MUSSO]

31/2a2/12

a2/4
o

a/2

[ab-a2/2]/2

b

b

b

30o a/2

45

45 a/2

o

45

o

a2/4

a/2

a/2

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[(3 -1)ab-(2-3 )a ]/2

3 a /4

31/2a/2

45o (31/2-1)a2/4

31/2b2/12

b

31/2a/2

b/2

b

1/2

1/2

2

b/a > 1

(3-31/2)b/2

31/2a/2

(31/2-1)b/2

a2/4

45o

45

o

45o

a [(31/2-1)ab(2-31/2)b2]/2

LAJE - FORÇA CORTANTE EM LAJES COM CARGA UNIFORME E APOIOS LINEARES (β = b/a) 1/2 β>1 β < (31/2+1)/2 a β > (3 +1)/2 a

1

2a

2b

pa[1-(31/2+1)/(4β)]/2

a/2

pa[1-(31/2+1)/(4β)]/2

pa[1-1/(2β)]/2

pa[1-1/(2β)]/2

45

o

45o pa(31/2-1)β/4

pa(31/2-1)β/4

b

b

b

a/2

30o

45o a/2

pa/4

45o a/2 β > 31/2 60o 31/2a/2 pa[1-31/2/(2β)]/2 30 b

60o a/2

pa31/2/4 60o a/2 β < 31/2 a

o pa[(3-31/2)β- 30 1/2 2 (2.3 -3)β ]/2

(31/2-1)b/2

(31/2-1)b/2 a β > 31/2-1 (31/2-1)a/2 a/2 a/2 pa/4 45o a/2 b/2 80 b/2 (31/2-1)a/2

3a
60o pa[1-31/2/(2β)]/2

a pa31/2/4

3b

4
30o pa[(3-31/2)-(2.31/2-3)/β]/2

pa31/2β/12

pa31/2β/12

b/2

o

30o

31/2a/2

60o a/2

pa3 /4

1/2

30o

30o pa[β-31/2β2/6]/2 31/2b/6 a

60o a/2 β>1 (31/2-1)a/2

31/2b/6

pa(31/2-1)/4 o 45 30o 1/2 1/2 (3-3 )a/2 (3 -1)a/2 a

5
30o pa(3-31/2)[1/2-1/(4β)]

a 45o pa(3 -1)/4
1/2

6a
pa[(3-31/2)-3(2-31/2)/β]/2

β > 3-31/2 (3-31/2)a/2

6b
45o paβ/4

β < 3-31/2 pa[β-(3 +3)β2/12]/2 30o pa31/2β/12 31/2b/6 a 45o pa[1-1/(2β)]/2 pa/4 45o pa[1-1/(2β)]/2 a/2 β>1
1/2

pa[(31/2-1)-(2.31/2-3)/β]/2

pa(31/2-1)[1/2-1/(4β)]

45o 60o pa(3-31/2)/4

b

b

(3-31/2)a/2

(3-31/2)a/2

b

45o

pa(3-3 )/4 o 60 (31/2-1)a/2

1/2

45o

pa(3-3 )/4 60o

1/2

30o 45o pa[β-(31/2+3)β2/12]/2 b/2

(3-31/2)a/2

(3-3 )a/2

1/2

(31/2-1)a/2

7
30o pa[1-31/2/(6β)]/2

a pa31/2/12

β > 3 /3 31/2a/6 30o pa[1-31/2/(6β)]/2

1/2

8
pa[1-(31/2+3)/(12β)]/2

1/2 a β > (3 +3)/6

9

pa[1-(31/2+3)/(12β)]/2

b

31/2a/6

30o pa31/2/12 30o

b

30o [MUSSO]

pa31/2/12

31/2a/6

30o a/2

45o a/2

pa/4

45o a/2

a/2

b

45o

a/2

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pa[(31/2-1)-(2-31/2)/β]/2

pa[β-31/2β2/6]/2

45o pa(31/2-1)/4

b

b/2

b

(3-31/2)b/2

31/2a/2

(31/2-1)b/2

45o

pa/4

45o

45

o

pa/4

45o a/2

a pa[(31/2-1)β(2-31/2)β2]/2

LAJE - ESFORÇOS E FLECHAS EM LAJE RETANGULAR COM APOIOS LINEARES (ν = 0,2)

multiplicar

[MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 81

LAJE - ESFORÇOS E FLECHAS EM LAJE RETANGULAR COM APOIOS LINEARES (ν = 0,2)

dividir

[MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 82

LAJE - ESFORÇOS E FLECHAS EM LAJE RETANGULAR COM APOIOS LINEARES - (ν = 0,0)

[CZERNY] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 83

LAJE - ESFORÇOS E FLECHAS EM LAJE RETANGULAR COM APOIOS LINEARES - (ν = 0,15)

[BARES] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 84

LAJE - INFLUENCIA DO MÓDULO DE POISSON

[BARES] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 85

LAJE - INFLUENCIA DO MÓDULO DE POISSON

[BARES] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 86

LAJE - INFLUENCIA DO MÓDULO DE POISSON

[BARES] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 87

LAJE - MOMENTOS E FLECHAS EM LAJE COM APOIOS INTERNOS PONTUAIS - PAINEL DE CANTO

[EISENBIEGLER] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 88

7.3 - LAJE - DIMENSIONAMENTO NO ESTADO LIMITE ÚLTIMO (ELU)

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89

LAJE - DIMENSÕES LIMITES DE LAJES

[NBR 6118] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 90

7.3.1 - LAJE - DIMENSIONAMENTO À MOMENTO FLETOR (ELU-M)

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LAJE - FORMULÁRIO DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÂO RETANGULAR À MOMENTO FLETOR (ELU-M) As área da seção da armadura longitudinal fyk resistência característica de escoamento do aço tracionada h altura da seção transversal A′ área da seção da armadura longitudinal Md 1,4(MG + MQ) momento fletor de cálculo s comprimida Md,lim momento fletor de cálculo máximo com As,mín área mínima da seção da armadura longitudinal armadura simples tracionada MG momento fletor da ação permanente G As,lim área da seção da armadura tracionada MQ momento fletor da ação variável Q correspondente a Md,lim T força de tração na armadura longitudinal b largura da seção transversal x profundidade da linha neutra no estádio 3 (ELU) C força de compressão no concreto xlim profundidade máxima da linha neutra para d altura útil da seção transversal ruptura dúctil da seção (ruptura com aviso) distância do centróide da armadura tracionada à z braço de alavanca (braço do binário) borda comprimida da seção transversal encurtamento da fibra extrema de concreto εc d′ fyd/Es deformação de escoamento do aço distância do centróide da armadura comprimida εyd à borda comprimida da seção transversal alongamento da armadura tracionada εs ε′ d′′ encurtamento da armadura comprimida h-d s dlim altura útil mínima com armadura simples x/d profundidade da linha neutra adimensional ξ Es 210000 MPa módulo de elasticidade do aço 0,8 coeficiente de redução da altura comprimida λ fcd fck/1,4 resistência de cálculo do concreto à da seção (diagrama retangular x parabólico) compressão 0,85 coeficiente de redução da resistência de η fck resistência característica do concreto à cálculo do concreto à compressão compressão aos 28 dias Md/(bd2ηfcd) momento fletor adimensional μ σ′ tensão de compressão na armadura longitudinal fyd fyk/1,15 resistência de cálculo de escoamento sd do aço A – Momento fletor de cálculo máximo com Modelo resistente à momento fletor no estado limite armadura simples (dados b, d e fck, obter Md,lim) último fck < 35 MPa > 35 MPa Armadura simples (seção com As; Md < Md,lim; x < xlim) xlim 0,5d 0,4d A1 b ηfcd ηfcd A2 Md,lim 0,272bd2 fcd 0,22848bd2 fcd

0,34bdf cd / f yd 0,272bdf cd / f yd As,lim B – Altura útil mínima da seção com armadura simples (dados Md e b, obter dlim) fck < 35 MPa > 35 MPa
dlim
Md 0,272bf cd

A3

x
hd
LN

λx Md

C = bλxηfcd
z = d − λx / 2

As
B1

Md 0,22848bfcd

T = Asfyd

d′′ (a) Md = Cz = f ( x ) = bλxηfcd (d − λx / 2)

C - Dimensionamento da armadura longitudinal (dados Md, b, d, fck e fyk, obter As e As’) Armadura simples (seção com As; Md < Md,lim; x < xlim) ⎡ ⎤ Md x = 1,25d⎢1 − 1 − ⎥ C1 0,425bd 2 fcd ⎥ ⎢ ⎣ ⎦ A s = 0,68bxfcd / fyd C2

(b) T = A s f yd = C = bλxηfcd ou A s = bλxηfcd / fyd

(a) ÷ bd2 ηfcd :

Md bd ηfcd
2

=

λx ⎛ λx ⎞ ⎜1 − ⎟ ou d ⎝ 2d ⎠
M d⎡ ⎢1 − 1 − 2 2 d λ⎢ bd ηfcd ⎣ ⎤ ⎥ ⎥ ⎦

μ = λξ(1 − λξ / 2) = ( λξ) − (λξ)2 / 2 ∴ (λξ)2 / 2 − (λξ) + μ = 0 (c ) λξ = 1 − 1 − 2μ ou x = f (Md ) =

A s,mín = máximo 0,15%; 0,035fcd / fyd bh
fck MPa As,mín/(bh) 20 0,150% 25 0,150% 30 0,173%

(

)

C3 35 0,201%
ε′ s x lim − d′ = 3,5‰ x lim

Armadura dupla (seção com As e A ′ s ; Md > Md,lim; x = xlim)

Armadura dupla (seção com As e A ′ s ; Md > Md,lim; x = xlim)

M − Md,lim A s = A s,lim + d fyd (d − d′)
A′ s = Md − Md,lim σ′ sd ( d − d′)

C4 C5

d′ εc = 3,5‰ d
ε′ s

b
A′ s

d′

ηfcd
A ′s σ′sd λxlim

ηfcd

′ A′ s σ sd

xlim εs

xlim Md
d′′

d

LN

As

=
Asfyd

+
Md,lim

d-d´
′ A′ s σ sd

ΔM

σ′ sd = fyd se ε′ s ≥ ε yd ; σ′ sd = E s ε′ s se ε′ s < ε yd
fck < 35 MPa > 35 MPa ′ ε′ 0 , 007 ( 0 , 5 − d / d ) 0 , 00875 (0,4 − d′ / d) s fyk 250 MPa 500 MPa 600 MPa 1,035‰ 2,070‰ 2,484‰ εyd [MUSSO]
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C6 C7 C8

As,limfyd

(d) Md = Md,lim + ΔM ou ΔM = Md − Md,lim (e) ΔM = A ′ s σ′ sd ( d − d′) ou A ′ s = ΔM /[ σ′ sd ( d − d′)] (f) A s fyd = A s,limfyd + A′ s σ′ sd ou A s = A s,lim + A ′ s σ′ sd / fyd

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LAJE - PARÂMETROS ADIMENSIONAIS DE DIMENSIONAMENTO A MOMENTO FLETOR

[MUSSO]

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LAJE - GRÁFICO DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À MOMENTO FLETOR

[MUSSO]

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LAJE - TABELA DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À MOMENTO FLETOR

[MUSSO]

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LAJE - DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO T À MOMENTO FLETOR (ELU-M) (hf < λxlim ; λ = 0,8 ; η = 0,85)
A - Momento fletor resistido pela mesa comprimida (MRf) B - Momento fletor máximo com armadura simples (Md,lim)

bf hf x λx = hf hd
LN

ηfcd

bf C = bf hfηfcd z = d - hf /2 T = Asfyd A1 hd a w a
LN

ηfcd hf x lim Md,lim λxlim

As bw

MRf

As

Ca = (bf - bw)hf ηfcd Cw = bwλxlimηfcd za = d - hf /2 zw = d - λxlim /2 T = As,limfyd B1 C1

bw

= (b f − b w )h f ηfcd ( d − h f / 2) + b w λx lim ηfcd ( d − λx lim / 2) C - Profundidade limite da linha neutra (xlim) xlim = 0,5d se fck < 35 MPa xlim = 0,4d se fck > 35 MPa D - CASO 1 – Seção T com Md < MRf (parte da mesa comprimida) G - Armadura mínima para seção T (As,mín) A s,mín = máximo(0,15%; 0,024fcd / fyd ) A armadura simples seção retangular com Md e b = bf

MRf = Cz = b f h f ηfcd (d − h f / 2)

Md,lim = Ma + Mw,lim = Ca z a + C w z w =

bf hf h d Md d As bw
As

bf λx Md

fck MPa As,mín/A

20 0,15%

25 0,15%

30 0,15%

G1 35 0,15% G2

A = (b f − b w )h f + b w h (área da seção T)

As

H - Tensão na armadura comprimida (σ′ sd ) σ′ H1 sd = fyd (ε′ s ≥ ε yd ) ; σ′ sd = E s ε′ s (ε′ s < ε yd )

fck
⎡ Md x = 1,25d⎢1 − 1 − 0,425b f d2 fcd ⎢ ⎣ ⎤ ⎥ ⎥ ⎦

D1 D2

ε′ s

< 35 MPa d′ ⎞ ⎛ 0,007⎜ 0,5 − ⎟ d⎠ ⎝ 250 MPa 1,035‰

> 35 MPa H2

fyk εyd

d′ ⎞ ⎛ 0,00875 ⎜ 0,4 − ⎟ d⎠ ⎝ 500 MPa 600 MPa

A s = 0,68b f xfcd / fyd ≥ A s,mín

2,070‰

2,484‰

H3

E - CASO 2 - Seção T com MRf < Md < Md,lim (toda mesa e parte da alma comprimidas)

armadura simples bf hf h d Md

Superposição de efeitos (abas comprimidas + parte da alma comprimida) abas (seção retangular com Ma e b = bf - bw) alma (seção retangular com Mw e b = bw) Ma = Ca z a = (b f − b w )h f ηfcd (d − h f / 2) Mw = Md − Ma E1 E4 bf - bw bw hf d Ma d Aa E2 E3 Mw Aw E5 E6 λx

As bw
x=

As = Aa + A w

hf = 1,25h f λ

⎡ ⎤ Mw x = 1,25d⎢1 − 1 − ⎥ 2 0,425b w d fcd ⎦ ⎢ ⎥ ⎣

A a = 0,68(b f − b w )xfcd / fyd
armadura dupla

A w = 0,68b w xfcd / fyd

F - CASO 3 - Seção T com Md > Md,lim (toda mesa e parte da alma comprimidas)

bf
A′ s

Superposição de efeitos (abas comprimidas + parte da alma comprimida) abas (seção retangular com Ma e b = bf - bw) alma (seção retangular com Mw e b = bw) Ma = Ca z a = (b f − b w )h f ηfcd (d − h f / 2) Mw = Md − Ma F1 F4 bw bf - bw d′ bwλxlimηfcd ′ A′ s σ sd hf d Ma d Aa Mw Aw
A′ s

hf
d′

λxlim

h d

Md

As bw

= M

w,lim

Aw,limfyd

+ ΔM

d-d´
′ A′ s σ sd

Mw,lim = b w λx lim ηfcd (d − λx lim / 2)

F5 F6 F7 F8

As = Aa + A w A′ s

x=

hf = 1,25h f λ

F2
A′ s =

A w,lim = 0,68b w x limfcd / fyd
ΔM ; ΔM = M w − M w ,lim σ′ sd ( d − d′)

A a = 0,68(b f − b w )xfcd / fyd
[MUSSO]

F3

A w = A w,lim + A ′ s σ′ sd / f yd

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LAJE - LARGURA COLABORANTE DA MESA DE SEÇÃO T

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LAJE - TABELA DE MOMENTO DE INÉRCIA E POSIÇÃO DO CENTRO DE GRAVIDADE DE SEÇÃO T

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LAJE - TAXA MÍNIMA DE ARMADURA LONGITUDINAL DE TRAÇÂO Ac área da seção transversal de concreto fyd fyk/1,15 resistência de cálculo de escoamento do aço à tração As área da seção da armadura longitudinal de fyk resistência característica de escoamento do tração aço à tração As,mín área da seção mínima da armadura longitudinal h altura da seção transversal de tração b largura da seção transversal As/Ac ρ taxa geométrica de armadura longitudinal de tração fcd fck/1,4 Asfyd/(Acfcd) ω resistência de cálculo do concreto à taxa mecânica de armadura longitudinal de compressão tração fck resistência característica do concreto à compressão aos 28 dias

[NBR 6118]

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99

LAJE - DISTRIBUIÇÂO DA ARMADURA LONGITUDINAL T1 - Área da seção transversal de barras longitudinais por metro de laje (cm2/m) EspaçaDiâmetro da barra (mm) - φ < h/8 mento 5 6,3 8 10 12,5 16 20 22 25 7 2,80 4,45 7,18 11,22 17,53 28,72 44,88 54,30 70,12 8 2,45 3,90 6,28 9,82 15,34 25,13 39,27 47,52 61,36 9 2,18 3,46 5,59 8,73 13,64 22,34 34,91 42,24 54,54 10 1,96 3,12 5,03 7,85 12,27 20,11 31,42 38,01 49,09 11 1,78 2,83 4,57 7,14 11,16 18,28 28,56 34,56 44,62 12 1,64 2,60 4,19 6,54 10,23 16,76 26,18 31,68 40,91 13 1,51 2,40 3,87 6,04 9,44 15,47 24,17 29,24 37,76 14 1,40 2,23 3,59 5,61 8,77 14,36 22,44 27,15 35,06 15 1,31 2,08 3,35 5,24 8,18 13,40 20,94 25,34 32,72 16 1,23 1,95 3,14 4,91 7,67 12,57 19,63 23,76 30,68 17 1,15 1,83 2,96 4,62 7,22 11,83 18,48 22,36 28,87 18 1,09 1,73 2,79 4,36 6,82 11,17 17,45 21,12 27,27 19 1,03 1,64 2,65 4,13 6,46 10,58 16,53 20,01 25,84 20 0,98 1,56 2,51 3,93 6,14 10,05 15,71 19,01 24,54 21 0,93 1,48 2,39 3,74 5,84 9,57 14,96 18,10 23,37 22 0,89 1,42 2,28 3,57 5,58 9,14 14,28 17,28 22,31 23 0,85 1,36 2,19 3,41 5,34 8,74 13,66 16,53 21,34 24 0,82 1,30 2,09 3,27 5,11 8,38 13,09 15,84 20,45 25 0,79 1,25 2,01 3,14 4,91 8,04 12,57 15,21 19,63 26 0,76 1,20 1,93 3,02 4,72 7,73 12,08 14,62 18,88 27 0,73 1,15 1,86 2,91 4,55 7,45 11,64 14,08 18,18 28 0,70 1,11 1,80 2,80 4,38 7,18 11,22 13,58 17,53 29 0,68 1,07 1,73 2,71 4,23 6,93 10,83 13,11 16,93 30 0,65 1,04 1,68 2,62 4,09 6,70 10,47 12,67 16,36 31 0,63 1,01 1,62 2,53 3,96 6,49 10,13 12,26 15,83 32 0,61 0,97 1,57 2,45 3,83 6,28 9,82 11,88 15,34 33 0,59 0,94 1,52 2,38 3,72 6,09 9,52 11,52 14,87 T2 – Taxa mínima de armadura longitudinal ρmín = As,mín/(bh) e espaçamento máximo das barras fck MPa 20 25 30 35 40 45 50 0,150% 0,150% 0,173% 0,201% 0,230% 0,259% armadura negativa 0,150% emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h de laje armada em < 20 cm < 20 cm < 20 cm < 20 cm < 20 cm < 20 cm < 20 cm duas direções armaduras 0,101% 0,101% 0,116% 0,135% 0,154% 0,173% 0,101% positivas de laje emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h armada em duas < 20 cm < 20 cm < 20 cm < 20 cm < 20 cm < 20 cm < 20 cm direções armadura negativa 0,150% 0,150% 0,173% 0,201% 0,230% 0,259% 0,150% de laje armada em emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h < 20 cm < 20 cm < 20 cm < 20 cm < 20 cm < 20 cm < 20 cm uma direção armadura positiva 0,150% 0,150% 0,173% 0,201% 0,230% 0,259% 0,150% principal de laje emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h emáx = 2h armada em uma < 20 cm < 20 cm < 20 cm < 20 cm < 20 cm < 20 cm < 20 cm direção armadura positiva 0,075% 0,075% 0,086% 0,101% 0,115% 0,129% 0,075% secundária de laje >0,2As,princ >0,2As,princ >0,2As,princ >0,2As,princ >0,2As,princ >0,2As,princ >0,2As,princ armada em uma emáx=33cm emáx=33cm emáx=33cm emáx=33cm emáx=33cm emáx=33cm emáx=33cm direção obs.: 1 – valores acima válidos para fyk = 500 MPa (aço CA-50) 2 – laje armada em uma direção é a laje cuja razão entre o comprimento do lado maior e o comprimento do lado menor > 2 3 – laje armada em duas direções é a laje cuja razão entre o comprimento do lado maior e o comprimento do lado menor < 2 4 – independente da laje ser definida como armada em uma ou duas direções, toda laje possui armadura longitudinal disposta nas duas direções 5 – armadura negativa é aquela colocada próxima a face superior da laje (resiste a tração superior causada por momento fletor negativo) 6 – armadura positiva é aquela colocada próxima a face inferior da laje (resiste a tração inferior causada por momento fletor positivo) [MUSSO]

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LAJE - TELA SOLDADA NERVURADA GERDAU

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7.3.2 - LAJE - DIMENSIONAMENTO À FORÇA CORTANTE (ELU-V)

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LAJE - VERIFICAÇÃO DA RESISTÊNCIA À FORÇA CORTANTE SEM ARMADURA TRANSVERSAL (ELU-V) As área da seção da armadura longitudinal tracionada k1 1,6 – d > 1 d em m parâmetro k1 Vd b largura da seção transversal 1,4(VG + VQ) 100 cm no caso de laje maciça força cortante solicitante de cálculo 100bn/en no caso de laje nervurada bn largura da nervura, no caso de laje nervurada VRd1 força cortante resistente de cálculo por tração diagonal do concreto d altura útil da seção transversal VRd2 força cortante resistente de cálculo máxima distância do centróide da armadura tracionada à por compressão diagonal das bielas de borda comprimida da seção transversal concreto en espaçamento entre nervuras, no caso de laje VG força cortante da ação permanente G nervurada fcd fck/1,4 VQ força cortante da ação variável Q resistência de cálculo do concreto à compressão fck resistência característica do concreto à 0,6(1 – fck/250); fck em MPa ν coeficiente de redução da resistência do compressão aos 28 dias concreto fissurado por força cortante fctd fctk/1,4 As/(bd) < 0,02 ρ1 resistência de cálculo do concreto à tração taxa geométrica de armadura longitudinal tracionada fctk 0,7fctm 0,25fctd τRd resistência característica do concreto à tração tensão resistente de cálculo do concreto ao cisalhamento fctm 0,3fck2/3 (fck em MPa) ângulo das bielas comprimidas de concreto θ resistência média do concreto à tração h altura da seção transversal A – Força cortante resistente de cálculo por tração do concreto (dados b e d, obter VRd1; Vd < VRd1) VRd1 = τ Rd k 1 (1,2 + 40ρ1 )bd A1 VRd1

τRd k1 ρ1

0,25 f ctd = 0,0375 f ck

2/3

(fck em MPa)

A2 A3

1,6 − d ≥ 1 d em m

As ≤ 0,02 A4 bd fck MPa 20 25 30 35 40 fctm MPa 2,210 2,565 2,896 3,210 3,509 fctk MPa 1,547 1,795 2,028 2,247 2,456 fctd MPa 1,105 1,282 1,448 1,605 1,754 τRd MPa 0,2763 0,3206 0,3621 0,4012 0,4386 B – Força cortante resistente de cálculo por compressão do concreto (dados b e d, obter VRd2; Vd < VRd2) mod simplificado (θ = 45o) refinado (θ = 30o-45o) 0,45bdνf cd 0,45bdνf cd sen2θ B1 VRd2 fck MPa 20 25 30 35 40 0,552 0,540 0,528 0,516 0,504 ν VRd2 45o 0,355 0,434 0,509 0,581 0,648 bd VRd2 30o 0,307 0,376 0,441 0,503 0,561 bd
obs.: VRd2/(bd) em kN/cm2

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7.3.3 - LAJE - DIMENSIONAMENTO À PUNÇÃO

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LAJE - ESTADO LIMITE ÚLTIMO DE RESISTÊNCIA À PUNÇÃO (ELU-PUNÇÃO) O que é punção? Punção é a ruptura local por cisalhamento, resultante de uma força concentrada (carga ou reação) atuando em uma área relativamente pequena, chamada de “área carregada” Ruptura por punção de laje em concreto armado

Sistemas estruturais de lajes onde se deve verificar a resistência à punção

Laje maciça lisa Ensaio de resistência à punção

Laje nervurada com capitel

Laje maciça com capitel

1908 Modelo para verificação da resistência à punção

2006

Corte Perímetros básicos u1 típicos em torno de áreas carregadas

Planta

O perímetro básico u1 geralmente é definido a uma distância 2d da área carregada e deve ser construído de modo a minimizar seu comprimento [MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 105

LAJE - ESTADO LIMITE ÚLTIMO DE RESISTÊNCIA À PUNÇÃO - COMPARAÇÂO ENTRE NORMAS

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7.4 - LAJE - VERIFICAÇÃO NO ESTADO LIMITE DE SERVIÇO (ELS)

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7.4.1 - LAJE - VERIFICAÇÃO DE FLECHA (ELS-DEF)

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LAJE - VERIFICAÇÃO DE FLECHA EM LAJE DE SEÇÃO RETANGULAR (ELS-DEF) As área da seção da armadura longitudinal Lbal comprimento do balanço tracionada MG momento fletor da ação permanente G A′ área da seção da armadura longitudinal M momento fletor da ação variável Q s Q comprimida MQP MG + ψ2MQ momento fletor da ação quase b largura da seção transversal permanente pQP (momento positivo no vão; d altura útil da seção transversal momento no engaste, no caso de balanço) distância do centróide da armadura tracionada Mr Wcfctf momento fletor de fissuração à borda comprimida da seção transversal n Es/Ecs razão entre os módulos de elasticidade d′ distância do centróide da armadura comprimida do aço e do concreto à borda comprimida da seção transversal pQP G + ψ2Q ação quase permanente d′′ h-d Q ação variável Ecs 4760fck1/2 MPa módulo de elasticidade secante x2 profundidade da linha neutra no estádio 2 do concreto xc profundidade da linha neutra da seção bruta Es 210000 MPa módulo de elasticidade do aço distância do centróide da seção bruta à fibra fck resistência característica do concreto à extrema comprimida compressão aos 28 dias t tempo que se deseja calcular a flecha (meses) fctf idade do concreto ao entrar em carga (meses) to αfctm resistência do concreto à tração na flexão fctm 0,3fck2/3 (fck em MPa) resistência média do yt h - xc distância do centróide da seção bruta à concreto à tração fibra extrema tracionada fdiferida flecha do efeito da fluência do concreto Wc Ic/yt (bh2/6 para seção retangular) felástica flecha obtida com p = pQP, E = Ecs e I = Ic módulo resistente da seção bruta fimediata flecha da viga ao entrar em carga 1,0 (EC2); 1,5 seção retangular (NBR 6118) α flimite flecha máxima para limitar efeito visual coeficiente para levar em conta a fluência do αf desagradável concreto no cálculo da flecha diferida ftotal fimediata + fdiferida flecha total 0,3 para edifícios residenciais ψ2 G ação permanente 0,4 para edifícios comerciais, de escritórios, h altura da seção transversal estações e edifícios públicos I2 momento de inércia da seção no estádio 2 0,6 para bibliotecas, oficinas e garagens Ic bh3/12 para seção retangular fator de redução da ação variável para momento de inércia da seção bruta combinação de ação quase permanente Ie momento de inércia efetivo da seção A ρ’ s’/(bd) taxa geométrica de armadura L vão entre apoios longitudinal comprimida A – Flecha elástica F - Parâmetros auxiliares f elástica fck MPa 20 25 30 35 A1 (ver flechas em diversos sistemas) fctm MPa 2,210 2,565 2,896 3,210 fctf MPa 3,316 3,847 4,345 4,815 B – Flecha imediata E MPa 21287 23800 26072 28161 cs I fimediata = f elástica c B1 n = Es/Ecs 9,865 8,824 8,055 7,457 Ie G – Seção equivalente (seção fissurada – estádio 2) seção fissurada (MQP > Mr) seção real seção equivalente 3 3 de concreto ⎡ ⎛ M ⎞ ⎤ ⎛ Mr ⎞ B2 r ⎟ ⎥ ′ b d b ⎢ d′ ⎜ ⎟ ⎜ Ie = ⎜ ⎟ Ic + ⎢1 − ⎜ M ⎟ ⎥ I 2 (BRANSON) QP ⎠ ⎝ M QP ⎠ ⎝ ⎣ ⎦ x2 A′ x2 s (n-1) A ′ s seção não fissurada (MQP < Mr) LN d LN B3 d Ie = Ic d-x2 As C – Flecha diferida nAs f diferida = α f f imediata C1 ξ( t ) − ξ( t o ) 2 αf = G1 C2 x 2 = [ −a 2 + a 2 − 4a 1a 3 ] /( 2a 1 ) 1 + 50ρ'
ξ( t ≤ 70 meses ) ξ( t > 70 meses )

0,68(0,996 t )t 0,32
2

C3 > 70 2,00 D1 E1
I2 =

a1 = b / 2 a 2 = nA s + (n − 1)A ′ s a 3 = −nA s d − (n − 1)A ′ s d′
bx 2 2 + nA s ( d − x 2 ) 2 + (n − 1)A ′ s ( x 2 − d ′) 3
3

G2 G3 G4 G5

t meses 1 3 6 12 0,68 0,95 1,18 1,44 ξ(t) D – Flecha total f total = fimediata + f diferida ≤ f lim ite E – Flecha limite L flim ite = (L = 2Lbal, no caso de balanço) 250 [MUSSO]

profundidade da l. neutra x= xiA i Ai

momento de inércia

I=

∑ (I + A Δ
i

i i

2

)

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LAJE - GRÁFICO DE PROFUNDIDADE DA LINHA NEUTRA DE SEÇÃO RETANGULAR NO ESTÁDIO 2

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LAJE - GRÁFICO DE MOMENTO DE INÉRCIA DE SEÇÃO RETANGULAR NO ESTÁDIO 2

[MUSSO]

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LAJE - GRÁFICO DE MOMENTO DE INÉRCIA EFETIVO DE SEÇÃO RETANGULAR - BRANSON

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7.4.2 - LAJE - VERIFICAÇÃO DE ABERTURA DE FISSURA (ELS-W)

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LAJE - VERIFICAÇÃO DE ABERTURA DE FISSURA (ELS-W) Momento Fletor de Cálculo MF Momento de Fissuração Mr,w É o valor do momento fletor que produz na seção bruta (secão de concreto desprezando armadura) uma tensão igual a fct,f na fibra extrema tracionada Mr,W = W c f ct,W (2)

MF = MGk + ψ1MQ1k + nψ2jMQjk (1) (combinação freqüente) MGk parcela permanente parcela variável principal ψ1MQ1k
nψ2jMQjk demais parcelas variáveis Tabela 1 – Coeficientes Ψ1 e Ψ2 Finalidade da Estrutura ψ1 edifício residencial 0,4 edifício comercial 0,6 biblioteca; oficina; garagem 0,7

ψ2 0,3 0,4 0,6

Wc módulo resistente da seção bruta em relação a fibra extrema tracionada = Ic / y t (3) Ic momento de inércia da seção bruta yt distância do centróide à fibra ext. tracionada fct,W resistência do concreto à tração na flexão (módulo de ruptura) (MPa) = 1,05f ctm (seção re tan gular ) (NBR 6118) (4a) = 0,84f ctm (seção T ) (NBR 6118) (4b) = f ctm (EC2) (4c)

Sim
Seção não Fissurada (Estádio 1) wk = 0 Área de Envolvimento Acr

MF < Mr,w ?

Não

Seção Fissurada (Estádio 2) ⎞ σ φ φ σs ⎛ 4 s 3σ s ⎜ w1 = (5); w 2 = + 45 ⎟ ⎟ ( 6) ⎜ 12,5η1 E s f ctm 12,5η1 E s ⎝ ρ r ⎠

h d

Acr

y φ b

< h/2

Acr = mín[(y+7,5φ); h/2].b (10)

wk φ η1 σs Es fctm ρr As Acr

w k = mínimo ( w 1; w 2 ) (7) abertura de fissura característica diâmetro da barra da armadura longitudinal coeficiente de conformação superficial da barra tensão no aço tracionado no estádio 2 módulo de elasticidade do aço resistência média do concreto à tração = 0,3fck2/3 (MPa) (8) taxa de armadura As na região de envolvimento Acr = As/Acr (9) área de aço da armadura longitudinal tracionada área da região de envolvimento

Módulo de Elasticidade do Aço Es e Módulo de Elasticidade Secante do Concreto Ecs 1/ 2 1/ 2 = 4760f ck MPa (12) aço Æ Es = 210.000 MPa (11) concreto Æ E cs = 0,85E ci = 0,85(5600)f ck Tensão no Aço Tracionado na Seção Fissurada σs (Estádio 2 puro) M σ s = nσ c = n F (d − x 2 ) (14) I2 n razão Es/Ecs (13) MF momento fletor para combinação frequente I2 momento de inércia da seção no estádio 2 d altura útil da seção x2 profundidade da linha neutra no estádio 2 Tabela 2 - Coeficiente de Conformação Superficial η1 Tipo de Barra η1

7,5φ

lisa (CA-25) entalhada (CA-60) alta aderência (CA-50)
Verificação da Segurança ELS-W wk < wlim (15)

1,00 1,40 2,25

x2; I2 (ver ELS-DEF)

Classe de Agressividade Ambiental I II III IV
[MUSSO]

Tabela 3 - Abertura de Fissura Limite wlim

Agressividade fraca moderada forte muito forte

Tipo de Ambiente rural ou submerso urbano marinho ou industrial indústrias químicas ou respingos de maré

wlim (mm) 0,4 0,3 0,2

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7.5 - LAJE - EXEMPLOS

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7.5.1 - LAJE MACIÇA - EXEMPLOS

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LAJE MACIÇA COM APOIOS SIMPLES

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LAJE MACIÇA COM DOIS APOIOS ADJACENTES ENGASTADOS E DOIS APOIOS SIMPLES

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LAJE MACIÇA COM APOIOS ENGASTADOS

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7.5.2 - LAJE NERVURADA - EXEMPLOS

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LAJE NERVURADA COM APOIOS SIMPLES

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LAJE NERVURADA COM DOIS APOIOS ADJACENTES ENGASTADOS E DOIS APOIOS SIMPLES

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LAJE NERVURADA COM APOIOS ENGASTADOS

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8 - PILAR

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124

8.1 - PILAR - DEFINIÇÕES

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PILAR - DEFINIÇÕES

[EUROCÓDIGO 2] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 126

8.2 - PILAR - ANÁLISE

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Pilar - Comprimento Equivalente de Pilares

[NBR 6118] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 128

PILAR - SOLICITAÇÕES DE CÁLCULO EM PILARES CONTRAVENTADOS DE SEÇÃO RETANGULAR
Ac cx, cy e1x/cx e1y/cy fcd fck Lx, Ly Jx, Jy M1dx,A M1dy,A M1dx,B M1dy,B M1dx,mín M1dy,mín M1dx,inf M1dy,inf M2dx,sup M2dy,sup cxcy área da seção transversal do pilar dimensão da seção transversal do pilar nas direções x e y excentricidade relativa de 1ª ordem na seção central do pilar nas direções x e y fck/1,4 resistência de cálculo do concreto à compressão resist. caract. do concreto à compressão aos 28 d comprimento de flambagem do pilar nas dir. x e y momento de inércia da seção transversal do pilar nas direções x e y maior valor absoluto do momento fletor de 1ª ordem de cálculo ao longo do pilar nas direções x e y menor valor do momento fletor de 1ª ordem de cálculo ao longo do pilar (negativo se tracionar face oposta do pilar) nas direções x e y momento fletor mínimo de 1ª ordem de cálculo do pilar nas direções x e y momento fletor de 1ª ordem de cálculo na seção inferior do pilar nas direções x e y momento fletor de 2ª ordem de cálculo na seção superior do pilar nas direções x e y M1dx,cen M1dy,cen M2dx,cen M2dy,cen M1kx,inf M1ky,inf M1kx,sup M1ky,sup Nd Nk (1/r)x (1/r)y αbx, αby γf λ1x, λ1y λx, λy ν momento fletor de 1ª ordem de cálculo na seção central do pilar nas direções x e y momento fletor de 2ª ordem de cálculo na seção central do pilar nas direções x e y momento fletor de 1ª ordem característico na seção inferior do pilar nas direções x e y momento fletor de 1ª ordem característico na seção superior do pilar nas direções x e y força normal de cálculo do pilar força normal característica do pilar curvatura aproximada da seção central do pilar nas direções x e y coeficiente para cálculo do momento fletor de 1ª ordem na seção central e para obtenção do índice de esbelte limite nas direções x e y coeficiente de majoração das solicitações

índice de esbeltez limite do pilar nas direções x e y índice de esbeltez do pilar nas direções x e y força normal de cálculo adimensional

direção x y O – Solicitações de 1ª ordem características nas seções superior e inferior do pilar nas direções x e y Nk Nk M1k,sup M1kx,sup M1ky,sup M1k,inf M1kx,inf M1ky,inf A – Índice de esbeltez λ do pilar nas direções x e y c cx cy L Lx Ly J λ

O1 O2 O3 A1 A2 A3 A4

c y c x / 12
L x / Jx / A c = L x 12 / c x

3

c x c y / 12
L y / Jy / A c = L y 12 / c y

3

B – Coeficiente de majoração das solicitações γf, momentos fletores M1d,A , M1d,B e M1d,mín e parâmetro αb SE[MÍNIMO(cx; cy) > 19 cm; 1,4; 1,4(1,95 – 0,05.MÍNIMO(cx; cy))] (cx e cy em cm) B1 γf M1d,A B2 γf.MÁXIMO(ABS(M1kx,sup); ABS(M1kx,inf)) γf.MÁXIMO(ABS(M1ky,sup); ABS(M1ky,inf)) γf.MÍNIMO(ABS(M1kx,sup); ABS(M1kx,inf)) γf. MÍNIMO (ABS(M1ky,sup); ABS(M1ky,inf)) M1d,B B3 (-) negativo SE(M1kx,sup.M1kx,inf < 0) (-) negativo SE(M1ky,sup.M1ky,inf < 0) (+) positivo SE(M1kx,sup.M1kx,inf > 0) (+) positivo SE(M1ky,sup.M1ky,inf > 0) M1d,mín B4 γf.Nk(0,015 + 0,03cx) cx em m γf.Nk(0,015 + 0,03cy) cy em m SE[M1dy,A < M1dy,mín; 1; SE[M1dx,A < M1dx,mín; 1; B5 αb MÁXIMO(0,6 + 0,4M1dx,B/M1dx,A; 0,4)] MÁXIMO(0,6 + 0,4M1dy,B/M1dy,A; 0,4)] C – Solicitações de 1ª ordem de cálculo nas seções superior, central e inferior do pilar nas direções x e y Nd C1 γf.Nk M1d,sup C2 γfABS(M1kx,sup) γfABS(M1ky,sup) M1d,cen C3 αbxM1dx,A αbyM1dy,A M1d,inf C4 γfABS(M1kx,inf) γfABS(M1ky,inf) D – Índice de esbeltez limite λ1 do pilar nas direções x e y (se λ < λ1; pilar curto; pilar moderadamente esbelto) e1/c MÁXIMO[(M1dx,cen/Nd)/cx; (M1dx,mín/Nd)/cx)] MÁXIMO[(M1dy,cen/Nd)/cy; (M1dy,mín/Nd)/cy)] D1 D2 λ1 MÁXIMO[(25 + 12,5e1x/cx)/αbx; 35] MÁXIMO[(25 + 12,5e1y/cy)/αby; 35] E – Solicitações de 2ª ordem de cálculo na seção central pelo método da curvatura aproximada (λ1 < λ < 90) Nd/(Acfcd) E1 ν 1/r MÍNIMO[(0,005/(cx(ν + 0,5)); 0,005/cx] (cx em m) MÍNIMO[(0,005/(cy(ν + 0,5)); 0,005/cy] (cy em m) E2 M2d,cen E3 SE[λx < λ1; 0; Nd(1/r)xLx2/10] SE[λy < λ1; 0; Nd(1/r)yLy2/10] F – Hipóteses de cálculo nas seções superior, central e inferior do pilar nas direções x e y Mdx MÁXIMO(M1dx,sup; M1dx,mín) Mdy M1dy,sup 1 sup Nd F1 γf.Nk Mdx M1dx,sup Mdy MÁXIMO(M1dy,sup; M1dy,mín) F2 2 sup Nd γf.Nk M MÁXIMO(M ; M )+M M M N 3 cen F3 γf.Nk d dx 1dx,cen 1dx,mín 2dx,cen dy 1dy,cen Mdx M1dx,cen Mdy MÁXIMO(M1dy,cen; M1dy,mín )+M2dy,cen F4 4 cen Nd γf.Nk Mdx MÁXIMO(M1dx,inf; M1dx,mín) Mdy M1dy,inf Nd 5 inf F5 γf.Nk Mdx M1dx,inf Mdy MÁXIMO(M1dy,inf; M1dy,mín) Nd F6 6 inf γf.Nk Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 129

PILAR - SOLICITAÇÕES DE CÁLCULO EM PILARES CONTRAVENTADOS DE SEÇÃO RETANGULAR Ac cxcy M1dx,cen momento fletor de 1ª ordem de cálculo na área da seção transversal do pilar M1dy,cen seção central do pilar nas direções x e y cx, cy dimensão da seção transversal do pilar nas M2dx,cen momento fletor de 2ª ordem de cálculo na M2dy,cen seção central do pilar nas direções x e y direções x e y e1x/cx excentricidade relativa de 1ª ordem na seção M1kx,inf momento fletor de 1ª ordem característico na e1y/cy M1ky,inf central do pilar nas direções x e y seção inferior do pilar nas direções x e y fcd fck/1,4 resistência de cálculo do concreto à M1kx,sup momento fletor de 1ª ordem característico na M1ky,sup seção superior do pilar nas direções x e y compressão fck resistência característica do concreto à Nd força normal de cálculo do pilar compressão aos 28 dias Lx, Ly comprimento de flambagem do pilar nas Nk força normal característica do pilar direções x e y Jx, Jy momento de inércia da seção transversal do (1/r)x curvatura aproximada da seção central do pilar (1/r)y pilar nas direções x e y nas direções x e y M1dx,A maior valor absoluto do momento fletor de 1ª αbx, αby coeficiente para cálculo do momento fletor de M1dy,A ordem de cálculo ao longo do pilar nas 1ª ordem na seção central e para obtenção do direções x e y índice de esbelte limite nas direções x e y M1dx,B menor valor do momento fletor de 1ª ordem de coeficiente de majoração das solicitações γf M1dy,B cálculo ao longo do pilar (negativo se tracionar face oposta do pilar) nas direções x e y M1dx,mín momento fletor mínimo de 1ª ordem de cálculo λ1x, λ1y índice de esbeltez limite do pilar nas direções M1dy,mín do pilar nas direções x e y xey M1dx,inf momento fletor de 1ª ordem de cálculo na índice de esbeltez do pilar nas direções x e y λx, λy M1dy,inf seção inferior do pilar nas direções x e y M2dx,sup momento fletor de 2ª ordem de cálculo na força normal de cálculo adimensional ν M2dy,sup seção superior do pilar nas direções x e y direção x y O – Solicitações de 1ª ordem características nas seções superior e inferior do pilar nas direções x e y Nk O1 M1k,sup O2 M1k,inf O3 A – Índice de esbeltez λ do pilar nas direções x e y c A1 L A2 J A3 A4 λ B – Coeficiente de majoração das solicitações γf, momentos fletores M1d,A , M1d,B e M1d,mín e parâmetro αb B1 γf M1d,A B2 M1d,B B3 M1d,mín B4 B5 αb C – Solicitações de 1ª ordem de cálculo nas seções superior, central e inferior do pilar nas direções x e y Nd C1 M1d,sup C2 M1d,cen C3 M1d,inf C4 D – Índice de esbeltez limite λ1 do pilar nas direções x e y (se λ < λ1; pilar curto; pilar moderadamente esbelto) e1/c D1 D2 λ1 E – Solicitações de 2ª ordem de cálculo na seção central pelo método da curvatura aproximada (λ1 < λ < 90) E1 ν 1/r E2 M2d,cen E3 F – Hipóteses de cálculo nas seções superior, central e inferior do pilar nas direções x e y 1 sup Nd Mdx Mdy F1 2 sup Nd Mdy F2 Mdx 3 cen Nd Mdy F3 Mdx 4 cen Nd Mdy F4 Mdx 5 inf Nd Mdy F5 Mdx 6 inf Nd Mdy F6 Mdx Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 130

8.3 - PILAR - DIMENSIONAMENTO

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PILAR - DIMENSÕES LIMITES DE PILARES

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PILAR - DIAGRAMA DE INTERAÇÃO FORÇA NORMAL x MOMENTO FLETOR Hipóteses básicas σs
fyd = fyk/γs
-3,5‰ -εyd α tanα = Es

σ-ε aço
x
εyd = fyd/Es 10‰ Es = 210 GPa

σ-ε concreto
λx
linha neutra

−ηfcd

Seção

Deformações εsup N
d ys y ε ψ εinf (+)

Domínios de Deformações
B

M

3h/7

εs

h

C b

2 4 5 4a 3 εyd

1

a A

fcd = fck/γc

As b

-fyd

retangular parábola retângulo η=0,85; λ=0,8

-3,5‰ -2‰ 0

10‰

εs

Força normal e momento fletor resistentes Distribuição de Deformações ε − ε sup ε inf − ε sup Da figura : = y d ε inf − ε sup Fazendo Ψ = (curvatura da seção ) d ε = ε sup + yΨ Ordenada da Linha Neutra ε = 0 ∴ y = y n = −ε sup / Ψ Esforços resistidos pelo Concreto Altura comprimida da seção λx = se[ λy n < 0; 0; mínimo (λy n ; h)] Tensão σ c = −ηf ck / γ c Força Normal e Momento Fletor (eixo S) N c = σ c bλ x ; M c = N c λ x / 2 Exemplo de aplicação Esforços resistidos pelo Aço Deformação da armadura na ordenada ys ε s = ε sup + y s Ψ Tensão na armadura na ordenada ys σ s = sin al(ε s ) * mínimo [abs(E s ε s ); f yk / γ s ] Força Normal e Momento Fletor (eixo S) Ns = σ s A s ; Ms = Ns y s

Esforços Resistentes Totais Aplicados na parte superior da seção N = Nc + Ns

M = Mc + M s Aplicados no centróide da seção No = N
Mo = M − N(h / 2)

Pilar de 30x30 cm com 4 barras de 16 mm submetido a NSd= -750 kN, MSdx = 60 kNm e MSdy = 30 kNm. fck = 25 MPa, fyk = 500 MPa, Es = 210 GPa, ys1 = 3,8 cm, As1 = 4,02 cm2, ys2 = 26,2 cm e As2 = 4,02 cm2
reta a 1-2 2-3 3-4 4-4a 4a-5 reta b reta a 1-2 2-3 3-4 4-4a 4a-5 reta b εsup 9,99‰ 0 -3,5‰ -3,5‰ -3,5‰ -3,5‰ -2‰ Ns kN 349,7 297,3 44,6 0,0 -174,8 -212,3 -337,8 εinf 10‰ 10‰ 10‰ fyd/Es 0 -3,5‰(h-d)/h -1,99‰ Ms kNm 52,5 50,5 40,9 39,2 -6,6 -16,5 -50,7 ψ cm 3,82E-15 3,82E-04 5,15E-04 2,13E-04 1,34E-04 1,17E-04 3,82E-15
-1

εs1 ‰ 10,00 1,45 -1,54 -2,69 -2,99 -3,06 -2,00

σs1 kN/cm 43,48 30,46 -32,38 -43,48 -43,48 -43,48 -42,00 Mc kNm 0,0 0,0 -6,7 -39,5 -100,0 -131,1 -204,9

2

Ns1 kN 174,8 122,5 -130,2 -174,8 -174,8 -174,8 -168,9

Ms1 kNm 6,6 4,7 -4,9 -6,6 -6,6 -6,6 -6,4

εs2 ‰ 10,00 10,00 10,00 2,07 0,00 -0,44 -2,00

σs2 kN/cm 43,48 43,48 43,48 43,48 0,00 -9,31 -42,00

2

Ns2 kN 174,8 174,8 174,8 174,8 0,0 -37,4 -168,9

Ms2 kNm 45,8 45,8 45,8 45,8 0,0 -9,8 -44,2

λx cm 0,00 0,00 5,43 13,17 20,96 24,00 30,00

Nc kN 0,0 0,0 -247,4 -599,7 -954,4 -1092,9 -1366,1

No kN 349,7 297,3 -202,8 -599,7 -1129,3 -1305,1 -1703,9

Mo kNm 0,0 5,9 64,6 89,6 62,7 48,2 0,0

Verificação da Segurança
⎛ M Sdx ⎜ ⎜M ⎝ Rdxx ⎞ ⎟ ⎟ ⎠
1,2

⎛ M Sdy +⎜ ⎜ MRdyy ⎝

⎞ ⎟ ⎟ ⎠

1,2

≤1

Diagrama de Interação NRd x MRdx
100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 -2000 -1000 0 1000
M Sdx; 60,0 M Rdxx; 82,0

Diagrama de Interação NRd x MRdy
100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 -2000 -1000 0 1000
M Sdy; 30,0 M Rdyy; 82,0

Diagrama de Interação MRdx x MRdy
90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 0 50 Momento Fletor x (kNm)
M Rdxx 60,0; 30,0 M Rdyy

100

Força Normal (kN) + tração

Força Normal (kN) + tração

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PILAR - DIAGRAMA DE INTERAÇÃO FORÇA NORMAL E MOMENTO FLETOR - FLEXÃO OBLÍQUA

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8.4 - PILAR - DISPOSIÇÃO DA ARMADURA

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PILARES - DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS DAS ARMADURAS a espaçamento livre mínimo entre barras da dag diâmetro do agregado graúdo armadura longitudinal As área total da seção da armadura longitudinal fcd fck/1,4 resistência de cálculo do concreto à compressão As,mín área da seção mínima da armadura longitudinal fck resistência característica do concreto à compressão aos 28 dias As,máx área da seção máxima da armadura longitudinal fyd fyk/1,15 resistência de cálculo de escoamento do aço à tração Asw Área da seção da armadura transversal fyk resistência característica de escoamento do aço à tração ct cobrimento de concreto da armadura Nd força normal solicitante de cálculo transversal cmín menor dimensão do pilar sl,máx espaçamento longitudinal máximo da armadura transversal cx dimensão do pilar na direção x diâmetro da barra da armadura longitudinal φ cy dimensão do pilar na direção y diâmetro da barra da armadura transversal φt Disposição das armaduras longitudinal e transversal na seção

cx Aço CA-50 cx – 2ct cmín = mín(cx; cy) As > As,mín
A s,mín = 0,15 Nd fyd

grampos envolvem só As

3,5φt 5φt > 5 cm

cx – 2ct φt 3,5φt 5φt > 5 cm

ct φ > 10 mm φ < cmín/8

φt >

5 mm φ/4

a > máx(20 mm; φ; 1,2dag) a > máx(20 mm; φ; 1,2dag) sl,máx < 20 cm mín(cx; cy) 12φ (aço CA-50)

dag

9,5 mm (brita 0) 19 mm (brita 1) 25 mm (brita 2)

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uso de 2 estribos

cy

grampo envolve As e Asw

< 2cmín < 40 cm

As < As,máx As,máx = 8%cxcy (na emenda)

grampos envolvem As e Asw

φt

≥ 0,4%c x c y

20φt

PILAR - DISTRIBUIÇÂO DA ARMADURA LONGITUDINAL NA SEÇÃO Área da seção transversal de Q barras longitudinais (cm2)
Q 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 10 0,785 1,57 2,36 3,14 3,93 4,71 5,50 6,28 7,07 7,85 8,64 9,42 10,21 11,00 11,78 12,57 13,35 14,14 14,92 15,71 16,49 17,28 18,06 18,85 19,63 20,42 21,21 21,99 22,78 23,56 24,35 25,13 25,92 26,70 27,49 28,27 29,06 29,85 30,63 31,42 32,20 32,99 33,77 34,56 35,34 36,13 36,91 37,70 38,48 39,27 40,06 40,84 41,63 42,41 43,20 43,98 44,77 45,55 46,34 47,12 47,91 48,69 49,48 50,27 12,5 1,227 2,45 3,68 4,91 6,14 7,36 8,59 9,82 11,04 12,27 13,50 14,73 15,95 17,18 18,41 19,63 20,86 22,09 23,32 24,54 25,77 27,00 28,23 29,45 30,68 31,91 33,13 34,36 35,59 36,82 38,04 39,27 40,50 41,72 42,95 44,18 45,41 46,63 47,86 49,09 50,31 51,54 52,77 54,00 55,22 56,45 57,68 58,90 60,13 61,36 62,59 63,81 65,04 66,27 67,50 68,72 69,95 71,18 72,40 73,63 74,86 76,09 77,31 78,54 Diâmetro da barra (mm) 16 20 2,011 3,142 4,02 6,28 6,03 9,42 8,04 12,57 10,05 15,71 12,06 18,85 14,07 21,99 16,08 25,13 18,10 28,27 20,11 31,42 22,12 34,56 24,13 37,70 26,14 40,84 28,15 43,98 30,16 47,12 32,17 50,27 34,18 53,41 36,19 56,55 38,20 59,69 40,21 62,83 42,22 65,97 44,23 69,12 46,24 72,26 48,25 75,40 50,27 78,54 52,28 81,68 54,29 84,82 56,30 87,96 58,31 91,11 60,32 94,25 62,33 97,39 64,34 100,53 66,35 103,67 68,36 106,81 70,37 109,96 72,38 113,10 74,39 116,24 76,40 119,38 78,41 122,52 80,42 125,66 82,44 128,81 84,45 131,95 86,46 135,09 88,47 138,23 90,48 141,37 92,49 144,51 94,50 147,65 96,51 150,80 98,52 153,94 100,53 157,08 102,54 160,22 104,55 163,36 106,56 166,50 108,57 169,65 110,58 172,79 112,59 175,93 114,61 179,07 116,62 182,21 118,63 185,35 120,64 188,50 122,65 191,64 124,66 194,78 126,67 197,92 128,68 201,06 22 3,801 7,60 11,40 15,21 19,01 22,81 26,61 30,41 34,21 38,01 41,81 45,62 49,42 53,22 57,02 60,82 64,62 68,42 72,23 76,03 79,83 83,63 87,43 91,23 95,03 98,83 102,64 106,44 110,24 114,04 117,84 121,64 125,44 129,25 133,05 136,85 140,65 144,45 148,25 152,05 155,85 159,66 163,46 167,26 171,06 174,86 178,66 182,46 186,27 190,07 193,87 197,67 201,47 205,27 209,07 212,87 216,68 220,48 224,28 228,08 231,88 235,68 239,48 243,28 25 4,909 9,82 14,73 19,63 24,54 29,45 34,36 39,27 44,18 49,09 54,00 58,90 63,81 68,72 73,63 78,54 83,45 88,36 93,27 98,17 103,08 107,99 112,90 117,81 122,72 127,63 132,54 137,44 142,35 147,26 152,17 157,08 161,99 166,90 171,81 176,71 181,62 186,53 191,44 196,35 201,26 206,17 211,08 215,98 220,89 225,80 230,71 235,62 240,53 245,44 250,35 255,25 260,16 265,07 269,98 274,89 279,80 284,71 289,62 294,52 299,43 304,34 309,25 314,16

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8.5 - PILAR - EXEMPLOS

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174

PILAR - PLANILHA DE DIMENSIONAMENTO DE PILAR - SEÇÃO RETANGULAR - PILAR INTERNO

[MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 175

PILAR - PLANILHA DE DIMENSIONAMENTO DE PILAR - SEÇÃO RETANGULAR - PILAR DE BORDA

[MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 176

PILAR - PLANILHA DE DIMENSIONAMENTO DE PILAR - SEÇÃO RETANGULAR - PILAR DE CANTO

[MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 177

9 - FUNDAÇÃO

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178

9.1 - FUNDAÇÃO - DEFINIÇÕES

Fernando Musso Junior

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FUNDAÇÃO - DEFINIÇÕES

[NBR 6122:2010] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 180

FUNDAÇÃO - DEFINIÇÕES

[NBR 6122:2010] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 181

FUNDAÇÃO - ÍNDICE DE RESISTÊNCIA À PENETRAÇÃO DO SPT (N)

[NBR 6484] FUNDAÇÃO - PRESSÃO ADMISSÍVEL – PRESCRIÇÃO DE BOLSO OU 1º GRAU DE APROXIMAÇÃO Podemos dizer que são empregados como valores de pressão admissível (kg/cm2) na prática profissional inconfessada, essencialmente sem distinção de solo, algo como as duas prescrições abaixo, praticamente coincidindo na gama de variação dos dados disponíveis, 4 < N < 16:
σ adm ≈ N 5

ou
σ adm ≈ N − 1

[MELLO] MELLO, V. F. B. Deformações como Base Fundamental de Escolha de Fundação. Geotecnia. n. 5(12), p. 55-75, 1975. Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 182

FUNDAÇÃO - PRESSÃO ADMISSÍVEL

[NBR 6122:1996] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 183

FUNDAÇÃO - PRESSÃO ADMISSÍVEL

[NBR 6122:1996] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 184

9.2 - FUNDAÇÃO - ANÁLISE E DIMENSIONAMENTO

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185

FUNDAÇÃO - SAPATAS - CONCEITO, COMPORTAMENTO E MODELO DE CÁLCULO

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FUNDAÇÃO - BLOCOS - CONCEITO, COMPORTAMENTO E MODELO DE CÁLCULO

[NBR 6118] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 187

FUNDAÇÃO RÍGIDA - FUNDAÇÂO FLEXÍVEL (SEGUNDO EHE-2008] cx; cy dimensão da seção do pilar nas dir. x e y Lx; Ly dimensão da base da fundação nas dir. x e y H altura total da fundação junto à face do pilar Sx; Sy espaçamento entre estacas nas dir. x e y SAPATA Altura Variável c A

Altura Constante c A

H

H

L

L

A máximo (L x − c x ; L y − c y ) (1) = 2 4 A máximo (L x − c x ; L y − c y ) sapata flexível: A > 2H ∴ H < = (2) 2 4 BLOCO SOBRE ESTACAS

sapata rígida: A ≤ 2H ∴ H ≥

c

A

H

S

A máximo (S x − c x ; S y − c y ) (3) = 2 4 A máximo (S x − c x ; S y − c y ) bloco flexível: A > 2H ∴ H < (4) = 2 4 MÉTODO DE BIELAS E TIRANTES

bloco rígido: A ≤ 2H ∴ H ≥

Nas fundações rígidas, a distribuição de deformações a nível de seção não é linear, e, portanto, a teoria geral de flexão não se aplica. Neste caso, o método geral de análise mais adequado é o de bielas e tirantes. Este método consiste em substituir a estrutura, ou parte da estrutura, por uma estrutura de barras articuladas, geralmente plana ou em alguns casos espacial, que representa seu comportamento. As barras comprimidas são denominadas bielas e representam a compressão do concreto. As barras tracionadas são denominadas tirantes e representam as forças de tração das armaduras.

[EHE-2008 - Instrucción de Hormigón Estructural - Espanha] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 188

FUNDAÇÃO - DIMENSIONAMENTO DE SAPATA RETANGULAR - MÉTODO DE BIELAS E TIRANTES Asx; Asy área da armadura longitudinal nas direções x e y VRd,máx força cortante de cálculo máxima resistida por dimensão da seção do pilar nas direções x e y compressão diagonal das bielas de concreto cx; cy d altura útil da sapata Tx; Ty tração característica nas direções x e y fcd fck/1,4 resistência de cálculo do concreto à Txd; Tyd tração de cálculo nas direções x e y compressão V volume da sapata fyd fyk/1,15 resistência de cálculo de escoamento xx; xy profundidade da linha neutra nas dir. x e y do aço à tração inclinação da face superior da sapata nas βx; βy ho altura da sapata na extremidade direções x e y H altura total da sapata junto à face do pilar 0,6(1 – fck/250) (fck em MPa) coeficiente de ν dimensão da base da sapata nas direções x e y redução da resistência do concreto fissurado Lx; Ly N força normal característica do pilar por força cortante PP peso próprio da sapata tensão limite (admissível) do solo σlim uo 2(cx + cy) no caso de pilar retangular perímetro da seção transversal do pilar A - Definição da geometria da sapata Planta da sapata Elevação da sapata N

cy cx

Ly

H

β

PP ho σlim

Lx
N + PP = σlim (limitação da tensão no solo) L xL y

A1 A2

H≥

máximo(L x − c x ; L y − c y ) 3

(sapata rígida)

A5 A6 A7 A8 A9

L x − c x = L y − c y (sapata com balanços iguais)
(A1) em (A2): L x + (c y − c x )L x −
Lx = − a 2 + a 2 − 4a 1a 3 2a 1
2 2

ho ≥ H / 3 ≥ 25 cm β x = ATAN (H − h o ) ≤ 30 o (L x − c x ) / 2
(H − h o ) ≤ 30 o (L y − c y ) / 2

N + PP =0 σlim a3 Lx

; Ly = −
N + PP σlim

A3 A4

β y = ATAN V = L xL yho +

(H − ho ) [( 2L x + c x )L y + ( 2c x + L x )c y ] 6 B - Dimensionamento da armadura longitudinal - Método das bielas e tirantes Tração Tx na armadura longitudinal (direção x) Tração Ty na armadura longitudinal (direção. y)

a1 = 1; a 2 = c y − c x ; a3 = −

N/2

N/2

C
θ

N d 2

N/2

N/2

C

θ

N d 2

Tx d C Tx N/2 Lx/4
N(L x − c x ) 8d

cx/4

Lx − c x 4 Lx − c x Tx 4 = N d 2

d

C Ty N/2 Ly/4

cy/4

Ty Ly − c y

4
Ty = N 2

Ly − cy 4 d

Tx = A sx =

B1 B2
A sy = Tyd f yd =

Ty = 1,4Ty f yd

N(L y − c y ) = 8d 1,4N(L y − c y ) 8df yd ≥ A sy,mín

B3 B4

Txd 1,4Tx 1,4N(L x − c x ) = = ≥ A sx,mín f yd f yd 8df yd

C - Verificação da ruptura do concreto por compressão diagonal (Vd < VRd,máx) 1,4N ≤ 0,45u o dνf cd [MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado

C1

189

FUNDAÇÂO - DIMENSIONAMENTO DE BLOCO SOBRE ESTACAS - MÉTODO DE BIELAS E TIRANTES 2φ 3φ 4φ 5φ e e e e 2 b

e
e 2

e A e G B C
e 3 3 e 3 B 6

e A e G D e C D
e 2 2 B e 2

e 2

A

e G e 2

B

A

e

G e

C

N d C C d C TAG N/3 d C TAG N/4 N/5 d C TAG

TAG N/2 N/2 C
θ

N d 2

C
θ

N d 3

C
θ

N d 4

C
θ

TAG

TAG
(e 3 ) / 3 e 3 TAG = 3 N d 3
TAG = TBG = TCG =
30
o

N d 5

TAG
(e 2 ) / 2 e 2 TAG = 2 N d 4
Ne 3 9d

TAG e
TAG e = N d 5

e/2
e TAG = 2 N d 2 TAG = Ne 4d

TAG = TBG = TCG = TDG =
45
o

Ne 2 8d

TAG = TBG = TCG = TDG =
45
o

Ne 5d

TAB TAG

TAB TAG
TAB = TAC sen30
o

TAB

90

o

TAB

90

o

120

o

TAC
30
o

TAG

TAD
45
o

TAG

TAD
45
o

=

TAG sen120
o

TAG TAB = TAD = o sen 45 sen90 o

TAG TAB = TAD = o sen 45 sen90 o

TAB = TAG TAB =

TAB = TAC = TAG

3 3

TAB = TAD = TAG

2 2
Ne 8d

TAB = TAD = TAG

2 2
Ne 2 10d

Ne Ne TAB = TBC = TAC = 9d 4d Considerações práticas N = 2E N = 3E e = 2,5φ a 3φ e = 2,5φ a 3φ

TAB = TBC = TCD = TAD =

TAB = TBC = TCD = TAD =

N = 4E e = 2,5φ a 3φ
d = (e 2 / 2)tgθ ; se:

N = 5E e = 2,5φ a 3φ
d = (e)tgθ ; se: tgθ = 2 / 2; θ = 35,3 o

d = (e / 2)tgθ ; se: tgθ = 2 ; θ = 54,7 o

d = (e 3 / 2)tgθ ; se: tgθ = 6 / 2; θ = 50,8 o

tgθ = 1 ; θ = 45 o d = e 2 / 2 = 0,71e
A s,AB = A s,BC = A s,CD = A s,AD = 1,4TAB / f yd

d = e 2 / 2 = 0,71e

d = e 2 / 2 = 0,71e

d = e 2 / 2 = 0,71e
A s,AB = A s,BC = A s,CD = A s,AD = 1,4TAB / f yd 1,4( 4E) ≤ 0,45u o dνf cd

Armadura de tração entre estacas A s,AB A s,AB = A s,BC = A s,AC
= 1,4TAB / f yd = 1,4TAB / f yd

Verificação da ruptura do concreto por compressão diagonal (Vd < VRd,máx) 1,4(E) ≤ 0,45bdνf cd 1,4(3E) ≤ 0,45u o dνf cd 1,4( 4E) ≤ 0,45u o dνf cd

E - capacidade de carga da estaca; φ - diâmetro da estaca; e -espaçamento entre estacas; d - altura útil do bloco N - compressão no pilar; T - tração no tirante; C - compressão na biela; As - armadura de tração entre estacas b - largura do bloco sobre 2 estacas; uo - perímetro da seção transversal do pilar; ν = 0,6[1 – fck/250] (fck em MPa)
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[MUSSO]

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191

9.3 - FUNDAÇÃO - DISPOSIÇÃO DA ARMADURA

Fernando Musso Junior

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192

FUNDAÇÃO - SAPATA - DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS DAS ARMADURAS

FUNDAÇÃO - BLOCO SOBRE ESTACAS - DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS DAS ARMADURAS

[NBR 6118]

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193

FUNDAÇÃO - BLOCO SOBRE ESTACAS - ARMAÇÃO 1φ
Q1N1cE1 N2 Q1N1cE1 N1 N1 N2-Q2φD2-C2
(0,2%Ac2/face)

Q3N3cE3 N4 Q1N1 N3 L4b N1 N2 Q2N2cE2 N4-2xQ4φD4-C4
(2x12,5%As,AB)

L2a

L2b

L4a

L2a
Ac1

N4 N2 N3 Q4N4cE4 Q4N4cE4 N3-Q3φD3-C3
(25%As,AB)

N1 N1 Q2N2cE2

N1-2xQ1φD1-C1
(0,2%Ac1/face)

N2-Q2φD2-C2
(12,5%As,AB)

L1c

L3c

L1b

L3b

L1b

L2b

L2a N1-Q1φD1-C1
(As,AB)

Ac2

L1a

L3a N1

L1a


Q1N1 Q3N3cE3 Q2N2cE2 Q1N1 Q2N2 Q1N1 N4 cE2 N4 N2 N3 N1 N2 N3 Q1N1 N4 Q2N2cE2 Q3N3cE3 N1 Q1N1 N1 N3 Q2N2cE2 N4 Q1N1 N4 N1 N1


Q2N2 cE2 Q1N1 Q1N1 N4 N4 Q1N1 Q2N2 Q1N1 N4 cE2 N1 N1


Q2N2 cE2 Q1N1

Q3N3cE3

N2 N3

N1

Q3N3cE3

N2 N3

N1

N2

N2 N3 N1

N2 N3 N1

Q3N3cE3

N4

Q3N3cE3

N4

L4b

L4b

(3x25%As,AB)

(4x25%As,AB)

L4b

N4-3xQ4φD4-C4 L4a N3 N3

N4-4xQ4φD4-C4 L4a N3 N3

N4-4xQ4φD4-C4
(4x25%As,AB)

L4a N3 N3 Q4N4cE4 Q4N4cE4 Q4N4cE4 N1

Q4N4cE4

Q4N4cE4

N2

Q4N4cE4

N2

N2

N1

N2

N1

N1

N2

N1

N1

N2

L1b

L1b

N1-3xQ1φD1-C1
(3x87,5%As,AB)

N1-4xQ1φD1-C1
(4x87,5%As,AB)

L1b

N1-4xQ1φD1-C1
(4x87,5%As,AB)

L1a N3-3xQ3φD3-C3
(3x25%As,AB)

L1a N3-2xQ3φD3-C3
(2x25%As,AB)

L1a N3-2xQ3φD3-C3
(2x25%As,AB)

L3b

L3b

L2b

L2b

N2-3xQ2φD2-C2
(3x25%As,AB)

N2-2xQ2φD2-C2
(2x25%As,AB)

L2b

L3b

L3a

L3a

L3a N2-2xQ2φD2-C2
(2x25%As,AB)

L2a

L2a

L2a

As,AB - armação de tração entre estacas para cada bloco (ver Dimensionamento de Blocos sobre Estacas) [MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 194

Q3N3cE3

N4

10 - PROJETO ESTRUTURAL DO EDIFÍCIO DA ENGENHARIA CIVIL

Fernando Musso Junior

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194

10.1 - ARQUITETURA DO EDIFÍCIO

Fernando Musso Junior

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195

EDIFÍCIO DA ENGENHARIA CIVIL - ARQUITETURA O Edifício da Engenharia Civil tem pé direito igual a 315 cm (escada com 18 espelhos de 17,5 cm) e é composto de 2 pavimentos com salas de aula, laboratório de informática, biblioteca setorial, auditório, salas administrativas, banheiros, escada, plataforma elevatória para acessibilidade e reservatório de água superior.

[MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 196

PLATAFORMA ELEVATÓRIA PARA ACESSIBILIDADE - MONTELE

[www.montele.com.br] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 197

TELHA DE FIBROCIMENTO CANALETE 49 - ETERNIT

[www.eternit.com.br] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 198

10.2 - CONSIDERAÇÕES BÁSICAS DO PROJETO ESTRUTURAL

Fernando Musso Junior

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Estruturas de Concreto Armado

199

CONSIDERAÇÕES BÁSICAS DO PROJETO ESTRUTURAL Descrição da Estrutura A estrutura da edificação é convencional composta de lajes maciças, vigas, pilares e blocos de fundação. As fundações da estrutura são compostas de blocos sobre estacas pré-moldadas de concreto. Classe de Agressividade Ambiental CAA II - Agressividade moderada - Ambiente urbano Cobrimento da Armadura Laje: 2,0 cm; Viga: 2,5 cm; Pilar: 2,5 cm; Bloco: 5,0 cm Resistência de Materiais da Estrutura Concreto fck = 25 MPa Aço CA-50 fyk = 500 MPa Estacas pré-moldadas de concreto com diâmetro de 23 cm e capacidade de carga à compressão de 550 kN Peso Específico de Materiais de Construção Concreto armado = 25 kN/m3 Tijolo furado para alvenaria = 13 kN/m3 Argamassa de cimento e areia para revestimento de piso = 21 kN/m3 Ações nas Lajes da Estrutura Lajes do Térreo e Piso Superior: Ação permanente constituída pelo seu peso próprio, revestimento (0,75 kN/m2) e alvenaria (0,75 kN/m2) Ação variável constituída pela carga acidental em sala de aula de escola (3 kN/m2) Lajes da Cobertura: Ação permanente constituída pelo seu peso próprio, revestimento (0,75 kN/m2) e telhado (0,75 kN/m2) Ação variável constituída pela carga acidental em forro sem acesso a pessoas (0,5 kN/m2) Tampa do Reservatório Superior: Ação permanente constituída pelo seu peso próprio e revestimento (0,75 kN/m2) Ação variável constituída pela carga acidental em forro sem acesso a pessoas (0,5 kN/m2) Fundo do Reservatório Superior: Ação permanente constituída pelo seu peso próprio e revestimento (0,75 kN/m2) Ação variável constituída pela ação de 1 m de água (10,0 kN/m2) Escada: Ação permanente constituída pelo seu peso próprio e revestimento (0,75 kN/m2) Ação variável constituída pela carga acidental em escada com acesso ao público (3 kN/m2) Características das Barras das Armaduras

[NBR 6118; NBR 6120; NBR 7480] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 200

Classes de Agressividade Ambiental

Correspondência entre Classe de Agressividade e Qualidade do Concreto

Correspondência entre Classe de Agressividade e Cobrimento Nominal dos Elementos Estruturais

[NBR 6118] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 201

Valores Mínimos de Cargas Verticais Acidentais em Lajes (kN/m2)

[NBR 6120] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 202

10.3 - VISTA 3D DA ESTRUTURA E PROJETO DE FORMA DO EDIFÍCIO

Fernando Musso Junior

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203

EDIFÍCIO DA ENGENHARIA CIVIL - VISTA 3D DA ESTRUTURA

[CYPECAD] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 204

EDIFÍCIO DA ENGENHARIA CIVIL - FUNDAÇÃO - FORMA

[MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 205

EDIFÍCIO DA ENGENHARIA CIVIL - TÉRREO - FORMA

[MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 206

EDIFÍCIO DA ENGENHARIA CIVIL - PISO SUPERIOR - FORMA

[MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 207

EDIFÍCIO DA ENGENHARIA CIVIL - COBERTURA - FORMA

[MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 208

EDIFÍCIO DA ENGENHARIA CIVIL - RESERVATÓRIO SUPERIOR - FORMA E CORTE TRANSVERSAL

[MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 209

10.4 - ANÁLISE, DIMENSIONAMENTO E ARMAÇÃO DE LAJES

Fernando Musso Junior

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210

TABELA DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À MOMENTO FLETOR (b = 100 cm)

[LAJE] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 211

TABELA DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À MOMENTO FLETOR (b = 21,67 cm)

[LAJE] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 212

PISO SUPERIOR - LAJE L1 - SOLUÇÃO EM LAJE MACIÇA - DIMENSIONAMENTO E ARMAÇÃO

[LAJE] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 213

PISO SUPERIOR - LAJE L1 - SOLUÇÃO EM LAJE NERVURADA - DIMENSIONAMENTO E ARMAÇÃO

[LAJE] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 214

FORMAS PARA LAJE NERVURADA - ROMANIO - DADOS TÉCNICOS

[www.romanio.com.br] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 215

PISO SUPERIOR - LAJE L8 - DIMENSIONAMENTO E ARMAÇÃO

[LAJE] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 216

COBERTURA - LAJE L1 - DIMENSIONAMENTO E ARMAÇÃO

[LAJE] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 217

10.5 - ANÁLISE, DIMENSIONAMENTO E ARMAÇÃO DE VIGAS

Fernando Musso Junior

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218

PISO SUPERIOR - VIGA INTERNA V11 (viga: 30x60 cm; pilar: 30x30 cm) - ANÁLISE Carga Permanente (G = 2xGL + PP + PA = 2x12,48 + 0,30x0,60x25 + 0,14x2,55x13 = 34,10 kN/m) e Reações

Diagrama de Momentos Fletores da Carga Permanente (kNm)

Diagrama de Forças Cortantes da Carga Permanente (kN)

Carga Variável (Q = 2xQL = 2x7,13 = 14,26 kN/m) e Reações

Diagrama de Momentos Fletores da Carga Variável (kNm)

Diagrama de Forças Cortantes da Carga Variável (kN)

GL – reação permanente da laje; PP – peso próprio da viga; PA - peso de alvenaria; QL - reação variável da laje [FTOOL] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 219

PISO SUPERIOR - VIGA INTERNA V11 (viga: 30x60 cm; pilar: 30x30 cm) - ANÁLISE NO ELU E ELS Carga no Estado Limite Último (Pd = 1,4G + 1,4Q = 1,4 x 34,10 + 1,4 x 14,26 = 67,70 kN/m)

Diagrama de Momentos Fletores no Estado Limite Último - Md (kNm)

Diagrama de Forças Cortantes no Estado Limite Último - Vd (kNm)

Carga no Estado Limite de Serviço (PQP = G + 0,4Q = 34,10 + 0,4 x 14,26 = 39,80 kN/m)

Diagrama de Momentos Fletores no Estado Limite de Serviço - MQP (kNm)

Flecha Elástica (felástica = 4,014 mm a 3,35 m dos apoios externos)

G - carga permanente; Q - carga variável [FTOOL] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 220

PISO SUPERIOR - VIGA DE BORDA V1 (viga: 15x60 cm; pilar: 30x30 cm) - ANÁLISE Carga Permanente (G = GL + PP + PA = 7,21 + 0,15x0,60x25 + 0,14x2,55x13 = 14,10 kN/m) e Reações

Diagrama de Momentos Fletores da Carga Permanente (kNm)

Diagrama de Forças Cortantes da Carga Permanente (kN)

Carga Variável (Q = QL = 4,12 kN/m) e Reações

Diagrama de Momentos Fletores da Carga Variável (kNm)

Diagrama de Forças Cortantes da Carga Variável (kN)

GL - reação permanente da laje; PP - peso próprio da viga; PA - peso de alvenaria; QL - reação variável da laje [FTOOL] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 221

PISO SUPERIOR - VIGA V12 (viga: 20x60 cm; pilar: 30x30 cm) - ANÁLISE C. Permanente (G = GL1 + GL2 + PP + PA = 7,21 + 5,62 + 0,2x0,6x25 + 0,14x2,55x13 = 20,47 kN/m) e Reações

Diagrama de Momentos Fletores da Carga Permanente (kNm)

Diagrama de Forças Cortantes da Carga Permanente (kN)

C. Variável (Q = QL1 + QL2 = 4,12 + 4,81 = 8,93 kN/m) e Reações

Diagrama de Momentos Fletores da Carga Variável (kNm)

Diagrama de Forças Cortantes da Carga Variável (kN)

GL - reação permanente da laje; PP - peso próprio da viga; PA - peso de alvenaria; QL - reação variável da laje [FTOOL] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 222

COBERTURA - VIGA INTERNA V11 (viga: 30x60 cm; pilar: 30x30 cm) - ANÁLISE Carga Permanente (G = 2xGL + PP = 2x11,29 + 0,30x0,60x25 = 27,08 kN/m) e Reações

Diagrama de Momentos Fletores da Carga Permanente (kNm)

Diagrama de Forças Cortantes da Carga Permanente (kN)

Carga Variável (Q = 2xQL = 2x1,19 = 2,38 kN/m) e Reações

Diagrama de Momentos Fletores da Carga Variável (kNm)

Diagrama de Forças Cortantes da Carga Variável (kN)

GL - reação permanente da laje; PP - peso próprio da viga; PA - peso de alvenaria; QL - reação variável da laje [FTOOL] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 223

COBERTURA - VIGA DE BORDA V1 (viga: 15x60 cm; pilar: 30x30 cm) - ANÁLISE Carga Permanente (G = GL + PP + PA = 6,52 + 0,15x0,60x25 + 0,14x1,00x13 = 10,59 kN/m) e Reações

Diagrama de Momentos Fletores da Carga Permanente (kNm)

Diagrama de Forças Cortantes da Carga Permanente (kN)

Carga Variável (Q = QL = 0,69 kN/m) e Reações

Diagrama de Momentos Fletores da Carga Variável (kNm)

Diagrama de Forças Cortantes da Carga Variável (kN)

GL - reação permanente da laje; PP - peso próprio da viga; PA - peso de alvenaria; QL - reação variável da laje [FTOOL] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 224

TABELA DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À MOMENTO FLETOR (b = 15 cm)

[VIGA] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 225

TABELA DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À MOMENTO FLETOR (b = 20 cm)

[VIGA] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 226

TABELA DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À MOMENTO FLETOR (b = 30 cm)

[VIGA] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 227

TABELA DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À FORÇA CORTANTE (b = 15 cm)

[VIGA] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 228

TABELA DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À FORÇA CORTANTE (b = 20 cm)

[VIGA] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 229

TABELA DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À FORÇA CORTANTE (b = 30 cm)

[VIGA] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 230

PISO SUPERIOR - VIGA INTERNA V11 - DIMENSIONAMENTO

[VIGA] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 231

PISO SUPERIOR - VIGA DE BORDA V1 - DIMENSIONAMENTO

[VIGA] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 232

PISO SUPERIOR - VIGA V12 - DIMENSIONAMENTO

[VIGA] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 233

PISO SUPERIOR - VIGA INTERNA V11 - COMPRIMENTO DAS BARRAS LONGITUDINAIS

[MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 234

PISO SUPERIOR - VIGA INTERNA V11 - ARMAÇÃO

[MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 235

10.6 - ANÁLISE, DIMENSIONAMENTO E ARMAÇÃO DE PILARES

Fernando Musso Junior

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236

PILAR P8 - 30x30 cm - PILAR INTERNO - ESFORÇOS POR PISO Nk (kN) COBERTURA (CO) G 2 x 238,7 Q 2 x 21,0 PP 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15 TOTAL PISO SUPERIOR (PS) G Q PP TOTAL G Q PP TOTAL 2 x 289,9 2 x 121,2 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15

477,4 42,0 7,1 526,5 579,8 242,4 7,1 829,3 579,8 242,4 7,1 829,3

Mkx (kNm) 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

Mky (kNm) 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

TÉRREO (TE)

2 x 289,9 2 x 121,2 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15

PILAR P2 - 30x30 cm - PILAR DE BORDA - ESFORÇOS POR PISO Nk (kN) COBERTURA (CO) G 90,2 + 83,8 174,0 Q 5,9 + 7,4 13,3 PP 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15 7,1 TOTAL 194,4 PISO SUPERIOR (PS) G Q PP TOTAL G Q PP TOTAL 115,3 + 110,8 33,7 + 46,3 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15 226,1 80,0 7,1 313,2 226,1 80,0 7,1 313,2

Mkx (kNm) 38,3 3,4 0 41,7 37,4 15,7 0 53,1 37,4 15,7 0 53,1

Mky (kNm) 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

TÉRREO (TE)

115,3 + 110,8 33,7 + 46,3 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15

PILAR P1 - 30x30 cm - PILAR DE CANTO - ESFORÇOS POR PISO Nk (kN) COBERTURA (CO) G 2 x 34,3 Q 2 x 2,2 PP 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15 TOTAL PISO SUPERIOR (PS) G Q PP TOTAL G Q PP TOTAL 2 x 48,1 2 x 14,0 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15

68,6 4,4 7,1 80,1 96,2 28,0 7,1 131,3 96,2 28,0 7,1 131,3

Mkx (kNm) 22,8 1,5 0 24,3 21,1 6,2 0 27,3 21,1 6,2 0 27,3

Mky (kNm) 22,8 1,5 0 24,3 21,1 6,2 0 27,3 21,1 6,2 0 27,3

TÉRREO (TE)

2 x 48,1 2 x 14,0 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15

Fernando Musso Junior

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237

PILAR P8 - 30x30 cm - PILAR INTERNO DO 1º PAVIMENTO - ANÁLISE E DIMENSIONAMENTO

[PILAR] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 238

PILAR P8 - 30x30 cm - PILAR INTERNO DO 2º PAVIMENTO - ANÁLISE E DIMENSIONAMENTO

[PILAR] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 239

PILAR P2 - 30x30 cm - PILAR DE BORDA DO 1º PAVIMENTO - ANÁLISE E DIMENSIONAMENTO

[PILAR] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 240

PILAR P1 - 30x30 cm - PILAR DE CANTO DO 1º PAVIMENTO - ANÁLISE E DIMENSIONAMENTO

[PILAR] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 241

PILAR P8 - PILAR INTERNO - ARMAÇÃO

[MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 242

10.7 - ANÁLISE, DIMENSIONAMENTO E ARMAÇÃO DE BLOCOS SOBRE ESTACAS

Fernando Musso Junior

musso@npd.ufes.br

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243

PILAR P8 - 30x30 cm - PILAR INTERNO - ESFORÇOS POR PISO Nk (kN) COBERTURA (CO) G 2 x 238,7 Q 2 x 21,0 PP 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15 TOTAL PISO SUPERIOR (PS) G 2 x 289,9 Q 2 x 121,2 PP 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15 TOTAL TÉRREO (TE) G 2 x 289,9 Q 2 x 121,2 PP 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15 TOTAL

477,4 42,0 7,1 526,5 579,8 242,4 7,1 829,3 579,8 242,4 7,1 829,3

Mkx (kNm) 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

Mky (kNm) 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

BLOCO B8 - 120x120x60 cm - BLOCO INTERNO - ESFORÇOS TOTAIS Nk (kN) FUNDAÇÃO CO+PS+TE 526,5 + 829,3 + 829,3 2185,1 PP 1,2 x 1,2 x 0,6 x 25 21,6 TOTAL 2206,7 PILAR P2 - 30x30 cm - PILAR DE BORDA - ESFORÇOS POR PISO Nk (kN) COBERTURA (CO) G 90,2 + 83,8 Q 5,9 + 7,4 PP 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15 TOTAL PISO SUPERIOR (PS) G 115,3 + 110,8 Q 33,7 + 46,3 PP 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15 TOTAL TÉRREO (TE) G 115,3 + 110,8 Q 33,7 + 46,3 PP 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15 TOTAL

4 ESTACAS φ = 23 cm

4 x 550 kN = 2200 kN

174,0 13,3 7,1 194,4 226,1 80,0 7,1 313,2 226,1 80,0 7,1 313,2

Mkx (kNm) 38,3 3,4 0 41,7 37,4 15,7 0 53,1 37,4 15,7 0 53,1

Mky (kNm) 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

BLOCO B2 - 120x50x60 cm - BLOCO DE BORDA - ESFORÇOS TOTAIS Nk (kN) FUNDAÇÃO CO+PS+TE 194,4 + 313,2 +313,2 820,8 PP 1,2 x 0,5 x 0,6 x 25 9,0 TOTAL 829,8 PILAR P1 - 30x30 cm - PILAR DE CANTO - ESFORÇOS POR PISO Nk (kN) COBERTURA (CO) G 2 x 34,3 Q 2 x 2,2 PP 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15 TOTAL PISO SUPERIOR (PS) G 2 x 48,1 Q 2 x 14,0 PP 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15 TOTAL TÉRREO (TE) G 2 x 48,1 Q 2 x 14,0 PP 0,3 x 0,3 x 25 x 3,15 TOTAL

2 ESTACAS φ = 23 cm

2 x 550 kN = 1100 kN

68,6 4,4 7,1 80,1 96,2 28,0 7,1 131,3 96,2 28,0 7,1 131,3

Mkx (kNm) 22,8 1,5 0 24,3 21,1 6,2 0 27,3 21,1 6,2 0 27,3

Mky (kNm) 22,8 1,5 0 24,3 21,1 6,2 0 27,3 21,1 6,2 0 27,3

BLOCO B1 - 50x50x60 cm - BLOCO DE CANTO - ESFORÇOS TOTAIS Nk (kN) FUNDAÇÃO CO+PS+TE 80,1 + 131,3 +131,3 342,7 PP 0,5 x 0,5 x 0,6 x 25 3,8 TOTAL 346,5 Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br

1 ESTACA φ = 23 cm

1 x 550 kN = 550 kN 244

Estruturas de Concreto Armado

PERFIL DE SONDAGEM GEOTÉCNICA

[AREIA BRANCA ENGENHARIA] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 245

ESTACAS - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

[www.incopre.com.br] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 246

BLOCOS SOBRE ESTACAS - ANÁLISE E DIMENSIONAMENTO

[FUNDAÇÃO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 247

BLOCO SOBRE ESTACAS - ARMAÇÃO 1φ23 - 50 x 50 x 60 cm
5N1c.10 N2 5N1c.10 N1 N1 N2-5φ10-180
(0,2%Ac2/face)

2φ23 - 120 x 50 x 60 cm
7N3c.18 N4

10

7N1

40

N3

30

N1 N2

4N2c.13

N4-2x4φ8-170
(2x12,5%As,AB)

110

40
Ac1

N4 N2 N3 4N4c.15 4N4c.15 N3-7φ8-190
(25%As,AB)

N1 N1 5N2c.10

N1-2x5φ10-180
(0,2%Ac1/face)

N2-4φ8-160 10
(12,5%As,AB)

10

40

45

45

25

108 N1-7φ16-200
(As,AB)

Ac2

38

38 N1

108

3φ23 - VAR x VAR x 60 cm
4N1 7N3c.16 5N2c.12 N4 N2 N3 N1 N2 N3 4N1 N4 5N2c.12 7N3c.16 N1 4N1 6N1 N4 N1 N3 N2 5N2c.12 N4 6N1

4φ23 - 120 x 120 x 60 cm
6N1 N4 N1 N1 N2 N3 N1 2N2 c.10 6N1

7N3c.16

2N2 c.10

N2 N3 N1

7N3c.18

N4

L4b

30

N4-3x5φ8-C4
(3x25%As,AB)

N4-4x4φ10-170
(4x25%As,AB)

L4a N3 N3 5N4c.11 5N4c.11 4N4c.15

110 N3 N3 4N4c.15 N1

N2

N2

N1

N2

N1

N1

N2

45

N1-3x4φ16-C1
(3x87,5%As,AB)

45

N1-4x6φ16-200
(4x87,5%As,AB)

7N3c.18

N4

L1a N3-3x7φ6,3-var
(3x25%As,AB)

NOTAS: 1 – concreto fck = 25 MPa 2 – aço fyk = 500 MPa 3 – medidas em cm 4 – cobrimento das barras = 5 cm

108 N3-2x7φ8-160
(2x25%As,AB)

25

45

45

25

var N2-3x5φ8-var
(3x25%As,AB)

108 N2-2x2φ16-200
(2x25%As,AB)

var

108

As,AB – armação de tração entre estacas para cada tipo de bloco (blocos sobre estacas - método das bielas e tirantes) [MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 248

10.8 - ANÁLISE, DIMENSIONAMENTO E ARMAÇÃO DA ESCADA

Fernando Musso Junior

musso@npd.ufes.br

Estruturas de Concreto Armado

249

ESCADA - ANÁLISE Geometria e Espessura Média dos Degraus 27,5 17,5 10/cosθ = 11,9 θ θ 10 Espessura Média = [(17,5 + 11,9) + 11,9]/2 = 20,6 cm 32,6

cosθ = (27,5)/(32,6) Carga Permanente (PP + PR), Diagrama de Momentos Fletores e Reações G1 = 25 x 0,206 + 0,75 = 5,90 kN/m (5,90 x 2,20 = 4,79 x 2,71); G2 = 25 x 0,10 + 0,75 = 3,25 kN/m

Carga Variável, Diagrama de Momentos Fletores e Reações Q1 = 3,0 kN/m (3,0 x 2,2 = 2,44 x 2,71); Q2 = 3,0 kN/m

Momento Fletor de Cálculo Md = 1,4(MG + MQ) = 1,4(9,7 + 6,0) = 21,98 kNm/m PP - peso próprio da escada; PR - peso de revestimento [FTOOL] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 250

TABELA DE DIMENSIONAMENTO DE SEÇÃO RETANGULAR À MOMENTO FLETOR

[LAJE] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 251

ESCADA - ARMAÇÃO

[MUSSO] Fernando Musso Junior musso@npd.ufes.br Estruturas de Concreto Armado 252

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