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COORDENADORES:

ÉLISSON MIESSA DOS S ANTOS

Procurador do Trabalho (PR T - 15ª R egião) Professor de Direito Processual do Trabalho dos cursos CA MAT, Complexo de Ensino R enato S araiva e GEMT. Co-autor do livro “S úmulas e Orientações Jurisprudenciais do TS T comentadas e organizadas por assuntos”. Editora Juspodivm. elissonmiessa@hotmail.com

HENRIQUE CORREIA

Procurador do Trabalho (PR T - 15ª R egião) Professor exclusivo de Direito do Trabalho do Praetorium e LFG A utor e Coordenador de diversos livros de direito e para concursos públicos Co-autor do livro “S úmulas e Orientações Jurisprudenciais do TS T comentadas e organizadas por assuntos”. Editora Juspodivm. www.henriquecorreia.com.br | henrique_constitucional@yahoo.com.br @profcorreia

ESTUDOS APROFUNDADOS MPT Ministério Público do Trabalho
ESTUDOS
APROFUNDADOS
MPT
Ministério Público do Trabalho

2012

@profcorreia ESTUDOS APROFUNDADOS MPT Ministério Público do Trabalho 2012 www.editorajuspodivm.com.br

www.editorajuspodivm.com.br

AUT ORES:

L UÍS ANTÔNIO CAM ARGO DE MELO

Procurador-Geral do Trabalho.

OTÁVIO BRITO L OPES

S ubprocurador-Geral do Trabalho. Ex-Procurador Geral do Trabalho.

SEBASTIÃO VIEIRA CAIXETA

Procurador do Trabalho da 10ª R egião. É especia- lista em Direito e Processo do Trabalho; Professor de Direito do Trabalho e Processo do Trabalho; Presidente da A ssociação Nacional dos Procura- dores do Trabalho (AN PT).

ILEANA NEIVA MOUSINH O

Procuradora do Trabalho na 21ª R egião – R io Gran- de do Norte. Mestre em Direito Constitucional.

RAIM UNDO SIM ÃO DE MELO

Procurador R egional do Trabalho. Mestre e Dou- tor em Direito pela PUC/S P. Professor de Direito e de Processo do Trabalho. Membro da A cademia Nacional de Direito do Trabalho e da Escola supe- rior do Ministério Público da União

HEILER IVENS DE SOUZA NATALI

Procurador do Trabalho. Coordenador do Projeto Nacional de A dequação das Condições de Traba- lho em Frigorícos.

SANDRO E DUARDO SARDÁ

Procurador do Trabalho. Gerente do Projeto Na- cional de A dequação das Condições de Trabalho em Frigorícos.

JOS É FERNANDO RUIZ MATURANA

Procurador do Trabalho, Pós-Graduado em Direito do Trabalho pela Universidade Federal do Amazo- nas.

CRISTIANO L OURENCO RODRIGUES

Graduado pela US P. Ex-Procurador Federal do I NSS . Especializando em Direito do Trabalho da US P. Procurador do Trabalho na PR T-15 R egião (Presidente Prudente, S P).

RA FAEL DE ARAÚJO GOM ES

Procurador do Trabalho. Membro da Coordenado- ria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do MPT.

RONALDO L IM A DOS SANTOS

Procurador do Trabalho da PR T/2ª R egião - S ão Paulo. Professor Doutor de Direito e Processo do Trabalho da Faculdade de Direito da Universidade de S ão Paulo – US P. Mestre e Doutor em Direito do Trabalho pela Faculdade de Direito da Universi- dade de S ão Paulo (US P).

REGINA D UARTE DA SILVA

Procuradora do Trabalho, R epresentante da Coor- dinfância na PR T-15ª R egião e Professora do Curso C A MAT – Curso Avançado para Magistratura do Trabalho.

RA FAEL D IAS MARQUES

Procurador do Trabalho da PR T 8ª R egião. Coorde- nador Nacional da Coordinfância.

CINTH IA PASSARI VON AMM ON

Procuradora do Trabalho da Procuradoria do Tra- balho no Município de R ibeirão Preto-S P

JOS É CLAUDIO MONTEIRO DE BRITO FILH O

D outor em D ireito das R elações S ociais pela PUC/ S P. Professor Titular da Universidade da A mazônia. Professor Colaborador do Programa de Pós-Graduação em D ireito da Universidade Federal do Pará. Procurador R egional do Traba- lho aposentado.

VALESCA DE MORAIS DO MONTE Procuradora do Trabalho (PR T 10ª R egião).

RICARDO JOSÉ MACEDO DE BRITTO PEREIRA

Procurador R egional do Trabalho. Coordenador da Coordenadoria Nacional de Promoção da Li- berdade S indical. Mestre pela Universidade de Brasília. Doutor pela Universidade Complutense de Madri. Pesquisador vinculado ao programa de pós-graduação da Faculdade de Direito da Univer- sidade de Brasília

CRISTIANO PAIXÃO

Procurador R egional do Trabalho (PR T-10ª R e- gião). Membro da Câmara Editorial Geral da Es- cola S uperior do Ministério Público da União. Conselheiro da Comissão de A nistia (Ministério da

Justiça). Professor adjunto da Faculdade de Direi- to da Universidade de Brasília. Professor visitante do Mestrado em Direito Constitucional da Univer- sidade de S evilha (2010-2011). Líder dos Grupos de Pesquisa “Direito e história: políticas de memória

e

justiça de transição” (UnB, Direito e História)

e

“Percursos, Narrativas e Fragmentos: História

do Direito e do Constitucionalismo” (UnB-UFS C). Concluiu estágio pós-doutoral em História Moder- na na S cuola Normale S uperiore di Pisa. Doutor em Direito Constitucional pela Universidade Fede- ral de Minas Gerais e mestre em Teoria e Filoso- a do Direito pela Universidade Federal de S anta Catarina.

GISELE SANTOS FERNANDES GÓES

Doutora (PUC/S P). Mestre (UFPA ). Procuradora do Trabalho da 8ª R egião. Professora da UFPA e de Cursos de Pós-Graduação. Membro do IBDP e Instituto Ibero-americano de derecho procesal.

ALPINIANO DO PRADO L OPES

Procurador do Trabalho lotado na PR T 18ª R egião – Coordenador Nacional da Coordenadoria Nacio- nal de Combate às Fraudes Trabalhistas na A dmi- nistração Pública – CONAP.

JOÃO BATISTA MARTINS CÉSAR

Procurador do Trabalho, lotado na PR T 15ª – Cam- pinas/S P. É o representante da R egional junto à C ONAP. Cursando Mestrado em Direito na Uni- versidade Metodista de Piracicaba (www.unimep. br) – área de concentração Direitos Funda- mentais Coletivos e Difusos”, tendo como linha de pesquisa Direito dos A tores Coletivos Glo-

bais”, orientadora: Profa. Dra. Mirta Gadys L. M. Misailidis. A utor do livro Tutela Coletiva – Inqué- rito Civil – Poderes Investigatórios do Ministério Público – Enfoques Trabalhistas. S ão Paulo: LTr,

2006.

GUSTAVO FILIPE BARBOSA GAR CIA

Livre- Docente pela Faculdade de Direito da Uni- versidade de S ão Paulo. Doutor em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de S ão Pau- lo. Procurador do Trabalho do Ministério Público do Trabalho da 2ª R egião. Ex-Juiz do Trabalho das 2ª, 8ª e 24ª R egiões, Ex-A uditor Fiscal do Trabalho. Professor Universitário em Cursos de Graduação e Pós-Graduação em Direito

SILVIO BELTRAM ELLI NETO

Procurador do Trabalho da 15ª R egião, lotado em Campinas/S P. Doutorando em Direito do Trabalho pela Faculdade de Direito da Universidade de S ão Paulo. Mestre em Direito pela Universidade Me- todista de Piracicaba e especialista em Direito e Processo do Trabalho pela Pontifícia Universida- de Católica de Campinas. Professor da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de Campinas.

X ISTO TIAGO DE MEDEIROS NETO

Procurador R egional do Trabalho. Mestre em Di- reito Público e Especialista em Direito Constitucio- nal e Direito do Trabalho. Professor do curso de Direito da Universidade Federal do R io Grande do Norte – UFRN (graduação e pós-graduação) e da Escola S uperior do Ministério Público da União – ESMPU

CLARISSA RIBEIRO SCH INESTSCK Procuradora do Trabalho na 15ª R egião. Ex-juíza do Trabalho substituta do TR T da 2a R egião. Es- pecialista em Processo Civil pela Universidade do

Vale do R io dos S inos. Mestre em Direitos Difusos

e Coletivos pela Pontifícia Universidade Católica

de S ão Paulo. Doutoranda em Direito do Trabalho pela Universidade de S ão Paulo.

JULIANO ALEXANDRE FERREIRA

Procurador do Trabalho. A dvogado (2005-2010).

Pós-graduado em Direito do Trabalho e Processu-

al do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católi-

ca de S ão Paulo – PUC-S P/C O GEAE. Pós-graduado

em Direito Empresarial pela Universidade Cândido Mendes – UCA M/DI EX.

E NOQUE RIBEIRO DOS SANTOS

Procurador do Trabalho do Ministério Público do Trabalho – PR T 9ª. R egião. Professor A ssociado da Faculdade de Direito da Universidade de S ão Paulo. Mestre (UNESP), Doutor e Livre Docente em Direito do Trabalho pela Faculdade de Direito da US P.

CLÁUDIO D IAS L IM A FILH O

Mestre em Direito Público pela Universidade Fe- deral da Bahia (UFBA ). Procurador do Trabalho com lotação na Procuradoria R egional do Traba-

lho da 5ª R egião (S alvador/B A ), onde desempenha

a função de Coordenador do Núcleo de Estágio

A cadêmico (NEA). Professor de Direito Processual do Trabalho da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC). Membro associado ao IGT (Instituto Goiano de Direito do Trabalho) e ao IPEAT RA (Instituto de Pesquisas e Estudos Avançados da Magistratura e do Ministério Público do Trabalho).

SUM ÁR I O

Sumário

Apresentação

17

 

Capítulo I Regime Jurídico do Ministério Público do Trabalho

Uma visão do Ministério Público do Trabalho Luís Antônio Camargo de Melo

1

21

1. Introdução

21

2. Estrutura Orgânica

22

 

2.1. Conselho S uperior

22

2.2. Câmara de Coordenação e R evisão

23

3. Coordenadorias Nacionais

24

 

3.1. Coordinfância

24

3.2. CONAET E

30

3.3. Coordigualdade

36

3.4. C ONAF RE T

40

3.5. C ONAP

45

3.6. CODEMA T

52

3.7. CONATP A

58

4. Coordenadoria de R ecursos Judiciais – CR J

63

2

Órgãos diretivos do Ministério Público do Trabalho

67

Otávio Brito Lopes

1. Introdução

67

2. A Lei Complementar nº 75/93 (Estatuto do Ministério Público da União)

71

3. O Ministério Público do Trabalho e seus órgãos diretivos

73

4. O Procurador-Geral do Trabalho e os membros do MPT

74

5. O Conselho S uperior do Ministério Público do Trabalho

78

6. A Câmara de Coordenação e R evisão do Ministério Público do Trabalho

79

7. A Corregedoria do Ministério Público do Trabalho

79

3

Garantias, prerrogativas e vedações dos membros do Ministério Público

81

Sebastião Vieira Caixeta

1. Introdução

81

2. O Ministério Público como garante do regime democrático, da ordem

 

jurídica e dos interesses sociais e, consequentemente, como cláusula pétrea

82

3. Garantias e prerrogativas

87

 

3.1. Independência funcional

89

3.2. Vitaliciedade

92

3.3. Inamovibilidade

94

3.4. Irredutibilidade de subsídios

94

3.5. A ssento à direita dos juízes

97

3.6. Intimação pessoal

99

3.7. Foro por prerrogativa de função

99

ÉLI SSON M I ESSA DOS S AN TOS E HENR I Q U E CORRE I A

 

3.8. Poder requisição

100

3.9. Outras prerrogativas

101

4. Vedações

 

102

 

4.1. Exercício da advocacia

103

4.2. Exercício de outra função pública, salvo uma de magistério

103

4.3. Exercício de atividade político-partidária

104

4.4. Outras vedações

104

5. Conclusões

 

105

6. Bibliograa

107

Capítulo II Principais temas de atuação do Ministério Público do Trabalho

I. MEIO AMBIENTE DO TRABALHO

 

4

O Ministério Público do Trabalho e a atuação para a efetividade

do direito fundamental à saúde do trabalhador

111

Ileana Neiva Mousinho Introdução

111

PAR T E 1 – A atuação do Ministério Público do Trabalho em face das empresas. Concretização da ecácia horizontal do direito à saúde do trabalhador

113

1.

A e cácia horizontal do direito fundamental à saúde

113

2.

A atuação do Ministério Público do Trabalho no contexto

da e cácia horizontal do direito à saúde do trabalhador

116

2.1. Direito fundamental à saúde do trabalhador

e

prorrogação da jornada de trabalho

116

2.2. Direito fundamental à saúde e segurança do trabalhador

e

substituição de máquinas e equipamentos da empresa

120

P AR T E 2 A atuação do ministério público do trabalho na implementação de políticas públicas de saúde do trabalhador

121

Estado democrático de direito e a participação social

123

 

Estado democrático de direito e administração pública democrática

125

Políticas públicas e controle social

127

A rede nacional de saúde do trabalhador e o controle social

130

A atuação extrajudicial e judicial do Ministério Público

do Trabalho na implementação de políticas públicas

132

O

chamado procedimento promocional e a implementação de políticas públicas

135

Bibliograa

 

135

5

Responsabilidade civil do empregador pelos danos

ao meio ambiente do trabalho e à saúde do trabalhador

137

Raimundo Simão de Melo

1. Introdução

 

137

2. Evolução do Direito A mbiental

138

3. Evolução do Direito A mbiental no Brasil

138

4. meio ambiente do trabalho

O

139

5. meio ambiente do trabalho como aspecto do meio ambiente

O

139

6. Evolução da responsabilidade civil

140

7. Pressupostos clássicos da responsabilidade civil

141

8. R esponsabilidade civil por danos ao meio ambiente do trabalho

142

9. R esponsabilidade civil por danos à saúde do trabalhador

144

SUM ÁR I O

 

9.1.

Interpretação e aplicação do inc. XXVIII do art. 7º da Constituição Federal

146

9.1.1. Nas doenças ocupacionais

147

9.1.2. Nos acidentes em atividades de risco

147

9.1.3. Nos acidentes em transporte fornecido pelo empregador

150

9.1.4. Nos acidentes de trabalho de servidores públicos

151

9.1.5. Nos acidentes de trabalhadores terceirizados

152

10. Ônus da prova nos acidentes de trabalho

154

11. Conclusões

155

6

Trabalhe trabalhe trabalhe mas não esqueça: vírgulas representam pausas

157

Heiler Ivens de Souza Natali Sandro Eduardo Sardá

1. Introdução

157

2. O Meio A mbiente de Trabalho

158

3. O enfrentamento da realidade

161

4. nálise dos principais fatores de risco

A

163

5. s diretrizes do Projeto Nacional de A dequação das Condições

A

 

de Trabalho em Frigorícos para atuação em juízo e fora dele

169

6. Laudos Periciais

173

7. resposta do Poder Judiciário

A

175

8. s expectativas para o futuro

A

180

7

Prevenção da fadiga dos trabalhadores rurais do corte de cana-de-açúcar

e outras considerações.sobre o risco calor na atividade rural José Fernando Ruiz Maturana

183

a)

Contextualização

183

b)

A

spectos Gerais de Direito

187

c)

Das Condições Gerais S obre S aúde e S egurança do Trabalho no Meio A mbiente

R

ural e do Fator Climático na A tividade de Corte Manual de Cana

188

d)

Pausas para descanso x “Pagamento por produção”

195

e)

Da Tutela Coletiva do Direito à S aúde dos Trabalhadores R urais

196

f)

A

spectos de Direito Individual

199

g)

Conclusão

200

R eferências Bibliográcas

200

8

Considerações sobre a Temática dos Agrotóxicos os Instrumentos

de Combate ao Problema – Perspectivas Jurídicas e Extrajurídicas

201

Cristiano Lourenço Rodrigues

1.

Generalidades

201

2.

A

proteção legal do meio ambiente do trabalho e a temática dos agrotóxicos

203

2.1. Os riscos dos agrotóxicos e a legislação

210

2.2. A s normas legais trabalhistas de proteção

223

2.3. A s possibilidades de atuação do Ministério Público do Trabalho

237

3.

Considerações nais

242

R eferências bibliográcas

242

II. TRABALHO ESCRAVO

9

Trabalho escravo e abuso do poder econômico:

da ofensa trabalhista à lesão ao direito de concorrência Rafael de Araújo Gomes

245

ÉLI SSON M I ESSA DOS S AN TOS E HENR I Q U E CORRE I A

1. O trabalho escravo que alguns preferem não ver

245

2. Trabalho escravo e cadeias produtivas

249

3. R elevância do trabalho na ordem econômica insculpida pela Constituição Federal

253

4. Trabalho escravo e redução arbitrária dos custos do trabalho como caso de infração da ordem econômica

257

5. Considerações em torno de um exemplo ilustrativo

262

6. Conclusão

269

III. FRAUDES TRABALHISTAS

10

Morfologia da fraude nas relações de trabalho

271

Ronaldo Lima dos Santos

1. A natureza ambivalente do direito do trabalho

271

2. A fraude objetiva nas relações de trabalho

275

3. Morfologia da fraude nas relações de trabalho

276

3.1. Fraude por meio de contratos civis

276

3.2. Fraudes nas relações especiais de trabalho

278

 

3.2.1. Estágio

278

3.2.2. Trabalho Temporário

280

3.3. Cooperativas intermediadoras de mão de obra

284

3.4. “Pejotização” de empregados

288

3.5. “ S ocialização” de empregados

293

4. A transcendência da fraude: danos sociais e concorrência

297

5. Bibliograa

299

IV. CRIANÇA E ADOLESCENTE

11

Trabalho infantil: atualidades e perspectivas

301

Rafael Dias Marques Regina Duarte da Silva

1. Considerações Iniciais

301

2. A Ordem Jurídica e as Normas de Proteção

304

2.1. A Ordem Externa

304

2.2. A Ordem Interna

311

3. A Doutrina e o Princípio da Proteção Integral e o Trabalho Precoce

313

4. Novas perspectivas de enfrentamento

317

4.1. O trabalho infantil na perspectiva dos direitos humanos

318

4.2. A perspectiva da cominação de políticas públicas de combate ao trabalho

 

infantil: a atuação do Ministério Público do Trabalho e da Justiça do Trabalho

336

5. Conclusões

346

R eferências bibliográcas

348

12

Estágio no Ensino Médio: previsão na Lei n. 11.788/2008

e uma nova concepção de educação Cinthia Passari von Ammon

349

1. Introdução

349

2. Evolução Legislativa das Modalidades de Estágio

350

3. Nova concepção de educação e o estágio em nível médio regular

351

4. De nição e Finalidade do estágio

353

5. Dos sujeitos e das obrigações das partes envolvidas no estágio

354

SUM ÁR I O

6. R equisitos formais e materiais

 

357

6.1.

R equisitos formais

358

6.1.1. Matrícula e frequência comprovada

358

6.1.2. Celebração de Termo de Compromisso

358

6.1.3. Previsão no projeto pedagógico da instituição de ensino

359

6.2.

R equisitos materiais

359

6.2.1. Compatibilidade entre as atividades no estágio

e aquelas previstas no termo de compromisso

359

6.2.2. A companhamento do estágio por professor orientador

361

7. A gentes de integração

 

362

8. Da proteção social reconhecida aos estagiários

362

9. Limitação do número de estagiários

366

10. Considerações nais

366

V. PROMOÇÃO DA IGUALDADE

 

13

Ação afirmativa: alternativa eficaz para a busca da diversidade

 

no trabalho pelo Ministério Público do Trabalho José Claudio Monteiro de Brito Filho

 

369

1. Generalidades

369

2. Discriminação

373

2.1. A discriminação e os fenômenos que lhe dão causa

373

2.2. Classicação da discriminação quanto à forma

 

375

2.3. Modelos de combate à discriminação

376

3. A tuação do Ministério Público do Trabalho no combate à discriminação:

possibilidade de ampliação das medidas de ação armativa

378

3.1. Proteção do trabalho da mulher e inclusão das pessoas com deciência ou reabilitadas

378

3.2. Formação superior para integrantes de povos indígenas

382

3.3. O Programa de Promoção da Igualdade de Oportunidades para Todos

385

4. Conclusão

 

389

14

O desafio do Ministério Público do Trabalho no combate

à revista íntima visual nas bolsas e demais pertences Valesca de Morais do Monte

pessoais dos empregados

391

1. Introdução

391

2. O desao do Ministério Público do Trabalho no combate à revista íntima nos pertences pessoais dos trabalhadores

392

3. R evista íntima visual nos pertences pessoais dos empregados

394

4. O tema revista íntima visual nos pertences dos empregados nos tribunais trabalhistas

 

398

5. Conclusão

400

R eferências Bibliográcas

401

VI. LIBERDADE SINDICAL

 

15

Novas perspectivas do direito coletivo do trabalho no Brasil

403

Ricardo José Macedo de Britto Pereira

 

1. A presentação e justicativa do tema

 

403

2. A inuência do direito internacional do trabalho no Direito Coletivo do Trabalho do Brasil

407

3. Esgotamento do modelo baseado na unicidade e contribuição obrigatória

410

ÉLI SSON M I ESSA DOS S AN TOS E HENR I Q U E CORRE I A

4. Desaos à autonomia sindical

414

5. A utonomia a registro sindical

417

6. Financiamento do movimento sindical

418

7. Práticas antissindicais

421

8. A utonomia sindical como reconhecimento

425

9. A relação do Ministério Público do Trabalho com outros atores do mundo do trabalho

428

10. A Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade S indical (CONALI S )

431

16

O direito de greve e a atuação do Ministério Público do Trabalho

437

Cristiano Paixão

1. Constituição e Ministério Público no Brasil: mudança paradigmática

437

2. A greve e a atuação do MPT: riscos e desaos

444

2.1. A tuação extrajudicial

446

2.2. A tuação judicial

448

3. Observações conclusivas

449

4. R eferências bibliográcas

450

VII. TRABALHO PORTUÁRIO E AQUAVIÁRIO

17

Retrocessos e perspectivas do modelo portuário brasileiro: ênfase nas

requisições da capatazia, bloco e vigia portuário fora do sistema do OGMO Gisele Santos Fernandes Góes

453

 

1. Intróito

453

2. A spectos da lei 8630/93

454

3. Lei 9719/98

456

4. A lguns percalços e perspectivas no e sobre o sistema portuário brasileiro

456

4.1. O problema social

456

4.2. Crescente uso de trabalhadores com vínculo empregatício permanente pelos operadores portuários, em especial os relativos à capatazia e bloco e requisitados fora dos avulsos registrados no OGMO

457

4.3. Evasão do sistema OGMO – operadores portuários não têm requisitado mão de obra no sistema: questão dos vigias portuários

460

4.4. OGMOs de citários, incremento de reclamações trabalhistas e ausência de diálogo

466

5. Conclusões: perspectivas do sistema portuário brasileiro

467

R eferências bibliográcas

467

VIII. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

18

Atuação do Ministério Público do Trabalho em face da administração

pública – meio ambiente do trabalho Alpiniano do Prado Lopes

469

I. Introdução

469

II. A tuação do MPT relativamente ao meio ambiente do trabalho e competência da Justiça do Trabalho

471

III. Da responsabilidade do empregador pelo meio ambiente do Trabalho

480

IV. Conclusões

484

19

A atuação do Ministério Público do Trabalho no combate às fraudes

na contratação de pessoal pela administração pública João Batista Martins César

485

SUM ÁR I O

1. O novo perl do Ministério Público

485

2. O MPT e as contratações irregulares na administração pública

488

2.1. Princípio do Concurso público

488

2.2. Das fraudes e da não observância do princípio do concurso público

490

 

2.2.1. Da abrangência da lesão aos interesses metaindividuais

492

2.2.2. Das Orientações da CONAP

493

3. A competência para conhecer das ações civis públicas que combatem

às fraudes na contratação de pessoal pela administração pública

495

4. Da mudança de mentalidade do operador do direito

511

5. Conclusões

514

 

Bibliograa

515

Capítulo III Instrumentos de atuação do Ministério Público do Trabalho

20

Constitucionalização do processo do trabalho:

O Direito Processual do Trabalho sob o enfoque constitucional

519

Gustavo Filipe Barbosa Garcia

1. Introdução

519

2. Pacicação social dos conitos

520

3. Direito material e Direito processual

522

4. Institutos fundamentais do Direito processual

523

5. Direito processual e Direito Processual do Trabalho

525

6. Teoria Geral do Processo e Direito Processual do Trabalho

528

7. Direito Processual do Trabalho no contexto do Direito Constitucional

531

 

8. Conclusão

534

9. Bibliograa

534

21

Inquérito civil no âmbito no Ministério Público do Trabalho:

reflexões a partir de um novo perfil institucional

537

Silvio Beltramelli Neto Introdução

537

1. Pano de fundo: os conitos trabalhistas massicados e seu tratamento coletivo

538

2. Constituição Federal de 1988: os contornos originais do Ministério Público e do inquérito civil na nova ordem jurídica

542

3. O movimento de reavaliação do perl de atuação do Ministério Público

545

4. O tratamento do tema no âmbito do MPT

548

Considerações nais

553

R eferências bibliográcas

554

22

A prova na ação civil pública trabalhista

557

Xisto Tiago de Medeiros Neto

1. Considerações iniciais

557

2. A amplitude dos poderes instrutórios do juiz nas ações civis públicas

560

3. A s provas colhidas no Inquérito Civil e nos demais

procedimentos de investigação do Ministério Público do Trabalho

566

3.1. R egistro Introdutório

566

3.2. A presunção de veracidade e legitimidade das provas obtidas

570

3.3. A importância dos meios probatórios utilizados

574

ÉLI SSON M I ESSA DOS S AN TOS E HENR I Q U E CORRE I A

4. A impossibilidade da ocorrência de conssão do membro do Ministério Público

578

5. O valor dos indícios e presunções em face do conteúdo das ações civis públicas trabalhistas

581

6. A prova judicial do dano moral coletivo

584

7. A inversão do onus probandi

587

8. A insuciência probatória como causa da improcedência do pedido

593

9. R eferências bibliográcas

596

 

23

A eficácia probatória dos elementos informativos do inquérito civil

na perspectiva do processo justo e equânime Clarissa Ribeiro Schinestsck

599

1. Introdução

599

2. O devido processo legal como direito fundamental a um processo justo e equânime

600

3. Os poderes investigatórios do Ministério Público como corolários do direito à adequada tutela dos direitos transindividuais

603

4. R evisitando o direito à plenitude de defesa a partir da concepção do direito ao processo justo

605

5. A tensão entre os direitos à adequada tutela jurisdicional e à plenitude de defesa

609

6. Considerações nais

612

7. R eferências bibliográcas

613

 

24

Evolução Dogmática da Tutela dos Interesses Individuais Homogêneos

na Justiça do Trabalho: da substituição processual à sentença genérica

617

Ronaldo Lima dos Santos

1. Direitos individuais homogêneos nas relações de trabalho

617

2. Direitos individuais homogêneos e substituição processual na Justiça do Trabalho

621

3. Tutela coletiva dos direitos individuais homogêneos no Código de Defesa do Consumidor e a revogação da S úmula n. 310 do TS T

629

4. S entença genérica nas ações coletivas

630

5. Coisa julgada nas ações coletivas fundamentadas em direitos individuais homogêneos: coisa julga erga omnes e coisa julgada secundum eventum litis

632

6. Intervenção Individual nas A ções Coletivas

637

7. Concomitância de ações coletivas e individuais

638

8. Conclusões

641

 

25

Direitos individuais homogêneos: pressuposto(s) para sua identificação

643

Juliano Alexandre Ferreira

1.

Introdução

643

2.

S istema Único de Tutela Coletiva no Direito brasileiro

644

2.1. Evolução da tutela coletiva

644

2.2. A tutela coletiva e o nascimento de um novo ramo no direito processual: o direito processual coletivo

651

2.3. Direitos ou interesses difusos, coletivos e individuais homogêneos

653

3.

Pressuposto(s) identicador(es) dos direitos individuais homogêneos

654

3.1. A “origem comum” como único pressuposto para a identicação dos direitos individuais homogêneos

660

3.2. A nálise da Jurisprudência do Tribunal S uperior do Trabalho

677

5.

Conclusão

680

6.

R eferências Bibliográcas

682

SUM ÁR I O

26

Dissídio coletivo de trabalho

685

Enoque Ribeiro dos Santos

1. Introdução

685

2. Conceito e desenvolvimento

686

2.1. Negociação coletiva de trabalho

689

2.2. A Emenda Constitucional n. 45/2004 e reexos no poder normativo

693

2.3. O “comum acordo” (§ 2º. do art. 114 da Constituição Federal)

693

2.4. Limites do poder normativo pelos Tribunais do Trabalho

699

2.5. Limite mínimo

699

2.6. Limite máximo

701

2.7. O papel do Ministério Público do Trabalho nos dissídios coletivos

702

2.8. Dissídio coletivo ajuizado pelo Ministério Público do trabalho

706

2.9. S entença normativa

707

2.10. Dissídio coletivo de greve de servidores públicos estatutários

711

2.11. A ntecipação dos efeitos da tutela

717

2.12. Coisa julgada formal e material na sentença normativa

719

 

3. Conclusão

723

27

Impactos da atuação judicial do Ministério Público do Trabalho

quanto à expedição da certidão negativa de débitos trabalhistas (CNDT)

725

Cláudio Dias Lima Filho

1. Introdução

725

2. Inadimplemento de obrigações estabelecidas em decisão transitada em julgado

726

3. Inadimplemento de obrigações decorrentes de execução de acordos rmados perante o Ministério Público do Trabalho

ou comissão de conciliação prévia

732

4. R epercussão da atuação judicial do MPT no que se refere à expedição da CNDT

736

4.1. A tuação do MPT como órgão interveniente

736

4.2. A tuação do MPT como autor de demanda coletiva

739

4.3. A tuação do MPT como exequente

743

5. Conclusões

746

 

R eferências

747

AP RESEN TAÇÃO

Apresentação

O Ministério Público do Trabalho, como instituição permanente, es-

sencial à função jurisdicional do Estado, incumbido da defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais in- disponíveis, é composto por um quadro de prossionais extremamente selecionado e qualicado para cumprir seu mister: tutelar os direitos fun- damentais dos trabalhadores.

Diante disso, surgiu a ideia de desenvolver a presente obra coletiva,

a ser escrita, exclusivamente, por membros do Ministério Público do Tra-

balho, levando ao público jurídico interno e externo os conhecimentos de seus membros.

Seu desao é desenvolver e examinar com profundidade a estrutura desse ramo ministerial, trazendo a público os temas mais recorrentes de sua atuação, inclusive no campo judicial e indicar a visão mais completa

dessa instituição. Tem como objetivo, ainda, aprofundar temas inovadores

e também poucos debatidos na doutrina, criando maior re exão entre os operadores do direito.

E para alcançar seu escopo, ele foi dividido em três grandes partes.

A primeira, destinada ao estudo do regime jurídico do Ministério Pú-

blico do Trabalho, passa por seus órgãos até chegar às prerrogativas de seus membros.

A segunda, direcionada a estudar a função precípua do Ministério Pú-

blico do Trabalho, dedica diversos artigos aos temas: meio ambiente do trabalho, trabalho análogo ao de escravo, fraudes nas relações do traba- lho, trabalho infantil, discriminação, direito sindical, administração pública, portuários e aquaviários.

A terceira parte é dedicada a analisar os principais instrumentos de

atuação do Ministério Público do Trabalho, tais como o termo de ajusta- mento de conduta, o inquérito civil, a ação civil pública, a ação civil coleti- va, dissídio coletivo, dentre outros.

Buscamos, com a referida divisão, dar ao leitor a visão orgânica do Ministério Público do Trabalho a qual ainda não havia sido trazida pela doutrina atual. A obra vem já no seu nascedouro (Volume I), agraciada por grandes nomes do Ministério Público do Trabalho, esclarecendo-se que, anualmente, se buscará a elaboração de novos volumes.

ÉLI SSON M I ESSA DOS S AN TOS E HENR I Q U E CORRE I A

Uma obra desta dimensão é fruto de um trabalho coletivo, com a aju- da de muitos, motivo pelo qual gostaríamos de agradecer pessoalmente a cada um dos colegas colaboradores pela recepção da ideia, pelo com- prometimento e pelo grau de aprofundamento dos temas tratados nos artigos.

Agradecemos, ainda, à editora JusPodivm, em nome do Ricardo Didier, pela con ança depositada na obra.

Por m, em relação ao leitor, esperamos que a obra contribua para es- timular, ainda mais, o estudo das matérias atinentes ao Ministério Público do Trabalho, sempre observando seu papel principal, que é a tutela dos direitos fundamentais dos trabalhadores.

18

Ribeirão Preto, março de 2012.

Élisson Miessa dos Santos

Henrique Correia

(Organizadores)

CAPÍTULO I do Regime Jurídico Ministério Público do Trabalho 1. Uma visão do Ministério Público
CAPÍTULO I
do Regime
Jurídico
Ministério
Público
do Trabalho
1. Uma visão do Ministério Público do Trabalho.
Luís Antônio Camargo de Melo
2. Órgãos diretivos do Ministério Público do Trabalho.
Otávio Brito Lopes
3. Garantias, prerrogativas e vedações dos membros do Ministério Público.
Sebastião Vieira Caixeta
CAPÍTULO II Principais temas de atuação do Ministério Público do Trabalho I. Meio ambiente do
CAPÍTULO II
Principais temas de
atuação do Ministério
Público do Trabalho
I. Meio ambiente do trabalho
4. O ministério Público do Trabalho e a
atuação para a efetividade do direito
fundamental à saúde do trabalhador.
Ileana Neiva Mousinho
12. Estágio no Ensino Médio: Previsão na
Lei n. 11.788/2008 e uma Nova Con-
cepção de Educação. Cinthia Passari
von Ammon
V. Promoção da Igualdade
5. Responsabilidade civil do empregador
pelos danos ao meio ambiente do tra-
balho e à saúde do trabalhador. Rai-
mundo Simão de Melo
13. Ação afirmativa: alternativa eficaz
para a busca da diversidade no tra-
balho pelo ministério público do traba-
lho. José Cláudio Monteiro de Brito Filho
6. Trabalhe trabalhe trabalhe mas não
esqueça: vírgulas representam pau-
sas. Heiler Ivens de Souza Natali e San-
dro Eduardo Sardá.
14. O desafio do Ministério Público do
Trabalho no combate à revista íntima
visual nas bolsas e demais pertences
pessoais dos empregados. Valesca de
Morais do Monte
7. Prevenção da fadiga dos trabalhado-
res rurais do corte de cana-de-açú-
car e outras considerações sobre o
risco calor na atividade rural.
José Fernando Ruiz Maturana
VI. Liberdade sindical
15. Novas perspectivas do direito coletivo
do trabalho no Brasil. Ricardo José Ma-
cedo de Britto Pereira
8. Considerações sobre a Temática dos
Agrotóxicos. Os Instrumentos de Com-
bate ao Problema - Perspectivas Ju-
rídicas e Extrajurídicas. Cristiano Lou-
renco Rodrigues
16. O direito de greve e a atuação do Mi-
nistério Público do Trabalho.
Cristiano Paixão
VII. Trabalho portuário e aquaviário
II. Trabalho escravo
9. Trabalho escravo e abuso do poder
econômico: da ofensa trabalhista à le-
são ao direito de concorrência. Rafael
de Araújo Gomes
17. Retrocessos e perspectivas do mode-
lo portuário brasileiro: ênfase nas re-
quisições da capatazia, bloco e vigia
portuário fora do sistema do OGMO.
Gisele Santos Fernandes Góes
VIII. Administração Pública
III. Fraudes trabalhistas
10. Morfologia da fraude nas relações de
trabalho. Ronaldo Lima dos Santos
18. Atuação do Ministério Público do Tra-
balho em face da Administração Pú-
blica – Meio Ambiente do Trabalho.
Alpiniano do Prado Lopes
IV. Criança e adolescente
11. Trabalho infantil: atualidades e pers-
pectivas. Rafael Dias Marques e Regina
Duarte da Silva
19. A atuação do Ministério Público do Tra-
balho no combate às fraudes na con-
tratação de pessoal pela administra-
ção pública. João Batista Martins César
CAPÍTULO III Instrumentos de atuação do Ministério Público do Trabalho 20. Constitucionalização do processo do
CAPÍTULO III
Instrumentos de
atuação do Ministério
Público do Trabalho
20. Constitucionalização do processo do trabalho: o direito processual do tra-
balho sob o enfoque constitucional. Gustavo Filipe Barbosa Garcia
21. Inquérito civil no âmbito no Ministério Público do Trabalho: reflexões a partir
de um novo perfil institucional. Silvio Beltramelli Neto
22. A prova na ação civil pública trabalhista. Xisto Tiago de Medeiros Neto
23. A eficácia probatória dos elementos informativos do inquérito civil na pers-
pectiva do processo justo e equânime. Clarissa Ribeiro Schinestsck
24. Evolução Dogmática da Tutela dos Interesses Individuais Homogêneos na
Justiça do Trabalho: da substituição processual à sentença genérica. Ronal-
do Lima dos Santos
25. Direitos individuais homogêneos: pressuposto(s) para sua identificação. Ju-
liano Alexandre Ferreira
26. Dissídio coletivo de trabalho. Enoque Ribeiro dos Santos
27. Impactos da atuação judicial do ministério público do trabalho quanto à
expedição da certidão negativa de débitos trabalhistas (CNDT). Cláudio Dias
Lima Filho