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vivência da sexualidade é um aspecto essencial da vida do ser humano. E não é porque uma pessoa se descobriu soropositiva que deve deixar sua sexualidade de lado. A diferença é que o sexo deverá ser sempre com camisinha. Esse cuidado é para não transmitir o HIV, vírus causador da aids, e para evitar uma nova infecção pelo vírus e por outras doenças sexualmente transmissíveis. A reinfecção provoca aumento na carga viral e risco de adquirir outras mutações virais. Com isso, a eficácia do tratamento com os remédios antirretrovirais pode ser comprometida. Por isso, é preciso usar a camisinha sempre! As dificuldades em usar o preservativo também podem estar presentes por diversos motivos: a falta de hábito de usá-lo antes da descoberta da infecção, a sensação de que a camisinha atrapalha a relação, o esquecimento ou mesmo a crença de que não precisa usar preservativo quando ambos os parceiros são soropositivos. É fundamental encontrar formas de superar essas dificuldades e construir alternativas prazerosas e seguras para que as pessoas continuem se relacionando afetiva e sexualmente. Conheça as formas de contágio da aids e outras doenças sexualmente transmissíveis e saiba como se prevenir.

Sexualidade é um termo amplamente abrangente que engloba inúmeros fatores e dificilmente se encaixa em uma definição única e absoluta.

Teoricamente, a sexualidade assim como a conhecemos, inicia-se juntamente à puberdade ou adolescência, o que deve ocorrer por volta dos 12 anos de idade (Art. 2º - Estatuto da Criança e do Adolescente). Entretanto, em prática, sabemos que não se configura exatamente desta forma.

O termo “sexualidade” nos remete a um universo onde tudo é relativo, pessoal e muitas vezes paradoxal. Pode-se dizer que é traço mais íntimo do ser humano e como tal, se manifesta diferentemente em cada indivíduo de acordo com a realidade e as experiências vivenciadas pelo mesmo.

A noção de sexualidade como busca de prazer, descoberta das sensações proporcionadas pelo contato ou toque, atração por outras pessoas (de sexo oposto e/ou mesmo sexo) com intuito de obter prazer pela satisfação dos desejos do corpo, entre outras características, é diretamente ligada e dependente de fatores genéticos e principalmente culturais. O contexto influi diretamente na sexualidade de cada um.

Muitas vezes se confunde o conceito de sexualidade com o do sexo propriamente dito. É importante salientar que um não necessariamente precisa vir acompanhado do outro. Cabe a cada um decidir qual o momento propício para que esta sexualidade se manifeste de forma física e seja compartilhada com outro indivíduo através do sexo, que é apenas uma das suas formas de se chegar à satisfação desejada. Sexualidade é uma característica geral experimentada por todo o ser humano e não necessita de relação exacerbada com o sexo, uma vez que se define pela busca de prazeres, sendo estes não apenas os explicitamente sexuais. Pode-se entender como constituinte de sexualidade, a necessidade de admiração e gosto pelo próprio corpo por exemplo, o que não necessariamente signifique uma relação narcísica de amor incondicional ao ego.

Existem diferentes abordagens do tema que variam de acordo com concepções e crenças convenientes a cada um. Em alguns lugares pode-se encontrar visões preconceituosas sobre o assunto. Em outros, é discutido de forma livre e com grande aceitação de diferentes olhares ao redor do termo. Algumas vertentes da psicologia, como a psicanálise Freudiana, consideram a existência de sexualidade na criança já quando nasce. Propõe a passagem por fases (oral ,anal, fálica) que contribuem ou definem a constituição da sexualidade adulta que virá a desenvolver-se posteriormente.

Seja qual for a sua visão íntima sobre o assunto, é interessante que se possa manter uma relação de compreensão e aceitação de sua própria sexualidade. O esclarecimento de dúvidas e a capacidade de se sentir vontade com seus desejos e sensações, colabora imensamente ao amadurecimento desta, o que gera sensação de conforto e evita conflitos internos provenientes de dúvidas e medos, gerando uma experiência positiva e saudáve

Os anticoncepcionais ou métodos contraceptivos consistem em um ou mais meios ou substâncias utilizados com o objetivo de impedir a ovulação feminina, para que assim a mulher possa se prevenir de uma possível gestação. Este controle de natalidade pode incluir pílulas que são consumidas persistentemente durante 28 dias, no caso da progesterona, ou durante 21 dias, se houver uma mistura de estrogênio e progestagênio. Estes medicamentos são produzidos com hormônios femininos sintéticos.

Embora estas substâncias intervenham na regularidade do ciclo menstrual, elas não suspendem a menstruação; assim que a mulher cessa o uso destes comprimidos o seu fluxo

retoma sua periodicidade mensal. É importante ter consciência de que somente o ginecologista pode receitar o melhor método para cada caso.

Atualmente a recorrência aos métodos anticoncepcionais é essencial para que os casais possam elaborar o imprescindível planejamento familiar. A questão do controle de natalidade é ainda muito delicada e polêmica, principalmente no interior de determinadas culturas e opções religiosas. Há os mais diversos estágios de resistência ao uso dos contraceptivos, desde os que não aceitam forma alguma de prevenção, até os que apenas não desejam que se impeça a instalação de um ser vivo já fertilizado no útero, propiciando o princípio da gestação.

Por outro lado, os que defendem a adoção destes métodos alegam que a redução dos nascimentos pode ajudar a refrear o aquecimento do Planeta e também evitar os riscos da superpopulação, o temido boom demográfico. Alguns ativistas crêem que é mais prático e menos dispendioso doar preservativos para a população do que concretizar os planos mais recentes de domínio da emissão de gás carbônico na atmosfera.

O ponto de vista sobre esta questão varia de uma religião para outra. A Igreja Católica tolera apenas o planejamento familiar não artificial; enquanto isso os protestantes estão divididos, pois alguns apoiam levemente os métodos contraceptivos, e outros não endossam essa prática. Entre os judeus há também uma diversidade de opiniões, desde a mais conservadora, defendida pelos ortodoxos, até a mais tolerante, admitida pelos reformistas. Os muçulmanos aceitam os anticoncepcionais se eles não lesarem o equilíbrio orgânico nem provocarem a esterilidade, mas sempre que podem desestimulam seu uso. Já os hindus utilizam amplamente os métodos, tanto os naturais quanto os artificiais.

A atual posição do clero católico se fundamenta nas decisões da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, adotadas por seu líder, o cardeal dom Geraldo Majella, em

maio de 2007. Neste documento os religiosos rejeitam o programa de educação sexual empreendido pelo Estado, pois do seu ângulo de visão o projeto incentivaria o despertar prematuro da sexualidade em crianças e adolescentes. Enquanto isso, o Papa Bento XVI considera o uso de contraceptivos um perigo para as nações da América Latina.

Sobre o

comportamento sexual do brasileiro, segundo pesquisas recentes, cerca de 86% dos jovens relataram que já “ficaram” uma

vez na vida e somente 20% estavam realmente namorando "firme". Entre os mais jovens o namoro tem sido de duração mais curta,

durando em média três meses.

Em 2002, segundo uma pesquisa GRAVAD (gravidez na adolescência) realizada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e pelas federais do Rio Grande do Sul e Bahia, a iniciação sexual do brasileiro não tem ocorrido de maneira tão precoce como se pensa.

A pesquisa, na época, entrevistou 4.634 jovens de 18 a 24 anos das cidades do Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador. Em média, os homens nessa faixa etária iniciaram a vida sexual aos 16,2 anos e as mulheres aos 17,8 anos.

Segundo dados da pesquisa, 29% das mulheres disseram conhecer casos de gravidez na adolescência. A maioria dos jovens entrevistados disseram ser usuários de camisinha desde a primeira relação, mas o hábito no uso do preservativo cai conforme o relacionamento se estabiliza.

Entre as garotas, cerca de 70 % tiveram relações sexuais com parceiros fixos e entre os rapazes, 57% relataram ter experiências com mais de uma parceira. Além da camisinha, devido à falta de informação e imaturidade, somente 38% utilizaram método anticoncepcional.

Em 1986, somente 9% dos jovens usavam preservativo na primeira relação sexual. No ano de 2005, entre os jovens de 16 a 19 anos, essa taxa subiu para 65%, e 32,7% no grupo de faixa etária de 20 a 24 anos. Enquanto que as doenças sexualmente transmissíveis era mais comum entre os homens na década de 80, nos dias atuais o DST se apresenta em ambos os sexos.

Na questão referente a gravidez precoce, o Brasil ainda mantém o índice de 10% de adolescentes grávidas contra 1% de países como Holanda e França. A melhor maneira de educar a sexualidade dos jovens é implementar a educação sexual nas escolas. Meninas com menor grau de instrução e sem oportunidade profissional tendem a iniciar a vida sexual de modo arriscado e a engravidarem antes da hora planejada.

Acima do uso de álcool, drogas e da baixa informação, a desagregação familiar é um dos principais fatores da falta de prevenção sexual entre os mais jovens. Discute-se ainda na sociedade se o modismo e as interferências das mídias não têm desequilibrado o comportamento sexual do jovem brasileiro.

Fontes:

http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/inteligencia/pesquisas/sexualidade-do-jovem-brasileiro-tema-de-pesquisa.html

http://www.agencia.fapesp.br/materia/6010/entrevistas/aprendizado-da-sexualida

Orientação Sexual

Nas escolas a orientação sexual é tratada como tema transversal e não como disciplina. Ela contribui em diversas áreas, como

antropologia, história, economia, sociologia, biologia, medicina, psicologia e outras mais.

Tema transversal diz respeito à possibilidade de se estabelecer, na prática educacional, uma inclusão entre estudar conhecimentos

teoricamente sistematizados (aprender com a realidade) as questões da vida real (aprender na realidade e da realidade).

A orientação sexual entrou nos currículos escolares através dos PCN’s (parâmetros curriculares nacionais), por haver uma necessidade de

maior orientação aos adolescentes dentro das escolas.

Esse tema age em conjunto com várias matérias, cabe ao professor ter orientação e discernimento para ministrá-lo de forma coerente,

mostrando aos jovens a importância de conhecer os seus próprios limites.

Ela orienta o adolescente a respeito de prevenções de doenças sexualmente transmissíveis, uma possível gravidez indesejável englobando

o aborto e o mais importante ela vem para mostrar como é importante respeita e conhecer seu próprio corpo, sua sexualidade.

A sexualidade está estampada diariamente na vida dos alunos, pois ela não constitui apenas a parte biológica, mas também aspectos

históricos e culturais que criam os valores.

A escola agrega valores aos seus alunos, e junto com os educadores tenta mostrar de forma delicada e sutil, que essa sexualidade deve

agir em prol deles e não contra eles. E essa escola não pode só ditar o que é certo e errado, deve também ouvir esses adolescentes, saber

o que eles pensam.

A sexualidade ainda é vista como tabu, pois ainda para alguns adolescentes ela vem acompanhada de dúvidas, repreensões ou traumas. E

o trabalho da orientação sexual é exatamente esse proporcionar aos jovens a possibilidade do exercício de sua sexualidade de forma

responsável e prazerosa.

“A orientação sexual não pode ser uma matéria escolar, por que a sexualidade faz parte da vida, é uma matéria dinâmica do cotidiano e

não dos livros, do quadro de giz ou sessões de vídeo”(Laura Monte Serrat – Revista Construir Noticia- nº 25-dez/2005)

Na passada aula de 8 de Fevereiro de 2012 para abordar o tema " Educação Sexual " acabamos de visualizar

A orientação sexual entrou nos currículos escolares através dos PCN’s (parâmetros curriculares nacionais), por haver umaprofessor ter orientação e discernimento para ministrá-lo de forma coerente, mostrando aos jovens a importância de conhecer os seus próprios limites. Ela orienta o adolescente a respeito de prevenções de doenças sexualmente transmissíveis, uma possível gravidez indesejável englobando o aborto e o mais importante ela vem para mostrar como é importante respeita e conhecer seu próprio corpo, sua sexualidade. A sexualidade está estampada diariamente na vida dos alunos, pois ela não constitui apenas a parte biológica, mas também aspectos históricos e culturais que criam os valores. A escola agrega valores aos seus alunos, e junto com os educadores tenta mostrar de forma delicada e sutil, que essa sexualidade deve agir em prol deles e não contra eles. E essa escola não pode só ditar o que é certo e errado, deve também ouvir esses adolescentes, saber o que eles pensam. A sexualidade ainda é vista como tabu, pois ainda para alguns adolescentes ela vem acompanhada de dúvidas, repreensões ou traumas. E o trabalho da orientação sexual é exatamente esse proporcionar aos jovens a possibilidade do exercício de sua sexualidade de forma responsável e prazerosa. “A orientação sexual não pode ser uma matéria escolar, por que a sexualidade faz parte da vida, é uma matéria dinâmica do cotidiano e não dos livros , do quadro de giz ou sessões de vídeo”(Laura Monte Serrat – Revista Construir Noticia- nº 25-dez/2005) Na passada aula de 8 de Fevereiro de 2012 para abordar o tema " Educação Sexual " acabamos de visualizar "JUNO", um filme relata a história de uma adolescente de 16 anos - Juno MacGuff (Ellen Page) - que após descobrir estar grávida de Paulie Bleeker (Michael Cera), um colega de liceu, pondera várias soluções à sua situação. A princípio ela opta pelo aborto, mas uma decisão de última hora faz com que mude de ideias, decidindo-se pela adopção. Com a ajuda da sua melhor amiga, Leah (Olivia Thirlby), Juno procura nos classificados de um jornal pais adoptivos que lhe pareçam ideais. Juntamente com o seu pai, Mac (J.K. Simmons), visita os possíveis pais adoptivos da criança, Mark e Vanessa Loring (Jason Bateman e Jennifer Garner). Com o passar do tempo, Mark e Juno acabam por se tornar amigos com diversos interesses em comum. Complicações surgem, desde a sua vida na escola, passando pela sua vida familiar até sua vida amorosa ... " id="pdf-obj-6-41" src="pdf-obj-6-41.jpg">

"JUNO", um

filme relata a história de uma adolescente de 16 anos - Juno MacGuff (Ellen Page) - que após descobrir estar grávida de Paulie Bleeker (Michael Cera), um colega de liceu, pondera várias soluções à sua situação. A princípio ela opta pelo aborto, mas uma decisão de última hora faz com que mude de ideias, decidindo-se pela adopção. Com a ajuda da sua melhor amiga, Leah (Olivia Thirlby), Juno procura nos classificados de um jornal pais adoptivos que lhe pareçam ideais. Juntamente com o seu pai, Mac (J.K. Simmons), visita os possíveis pais adoptivos da criança, Mark e Vanessa Loring (Jason Bateman e Jennifer Garner). Com o passar do tempo, Mark e Juno acabam por se tornar amigos com diversos interesses em comum. Complicações

surgem, desde a sua vida na escola, passando pela sua vida familiar até sua vida amorosa ...

Ouvi, certa vez, a experiência de uma jovem solteira que matou o filho horas após o seu nascimento. Ela escondera a gravidez durante os

nove meses. Quando o bebê nasceu, no banheiro de sua residência, ela o asfixiou com suas próprias mãos. A criança deu um pequeno

gemido e morreu logo em seguida. O crime foi descoberto, e a jovem, ao ser presa, estava em profunda depressão e angústia. Declarou

que não conseguia deixar de ouvir o gemido de seu filho ao morrer.

História verídica, história que nos choca. Histórias iguais a essa, no entanto, estão sendo escritas diariamente por senhoras, jovens e

adolescentes que, ao se verem diante de uma gravidez não planejada, matam seus bebês antes mesmo de completarem-se os nove meses

de gestação, mediante a prática do aborto.

É claro que você conhece, assim como eu conheço, mulheres que guardam profundo sentimento de culpa por terem praticado o aborto em

alguma época de sua vida. Os anos passam, mas elas não conseguem apagar da memória a vida que geraram, mesmo que ela tenha vivido

só por algumas semanas em seu ventre.

De um modo geral, elas carregam marcas pelo resto da vida, tanto de ordem física, quanto mental, emocional e espiritual.

Por ser uma prática ilegal, o aborto é feito em clínicas clandestinas, às escondidas, sem qualquer condição mínima de higiene e por

profissionais sem ética, ou até mesmo por pessoas leigas no assunto.

Quem pratica o aborto sempre tenta apresentar uma boa justificativa: Ela era jovem demais para ser mãe e teria sua vida estragada. Ela

enfrentaria dificuldade para se casar se já tivesse filho. Ela perderia o namorado, que jamais assumiria a criança. Ela não teria recursos

financeiros para sustentar um filho. Ela não poderia contar com a compreensão dos pais. Ela seria marginalizada por vizinhos, parentes e

amigos.

Quando não se enquadra num dos casos permitidos por lei – estupro, risco de morte da gestante ou de vir a ter sérios problemas de saúde

– o aborto é considerado um crime. E, quando for um caso legal, só um médico competente e ético pode tomar a decisão de interromper a

gravidez inviável. Por outro lado, devido ao avanço da medicina, estão ficando cada vez mais raros os casos em que a gestante corre risco

de morte ou de vir a ter problemas de saúde.

A vida é uma dádiva de Deus. É ele quem a dá. Sendo assim, só ele pode tirá-la. Ao praticar o aborto, a pessoa está transgredindo a

vontade de Deus, que é soberana em qualquer situação. E transgredir a vontade de Deus significa pecar.

Políticos, feministas e defensores do aborto afirmam ser ele uma simples opção da mulher, uma vez que ela tem liberdade de fazer o que

quer com o seu próprio corpo. Mas será que a mulher, ao abortar, não está violando o corpo de um outro ser, absolutamente incapaz de se

defender? Geralmente, a gravidez é confirmada após um mês de fecundação, quando já existe dentro da mulher um feto, uma vida com

um corpo, mesmo que este não tenha forma ainda.

Os métodos abortivos são vários, inclusive os mais primários que se possa imaginar, mas todos eles, e até mesmo aqueles orientados por

médicos, trazem conseqüências perigosas para a gestante. Todos eles oferecem mais riscos do que vantagens. Sei de muitas adolescentes,

por exemplo, que fizeram aborto e não puderam mais engravidar quando adultas.

Diante de tudo isso, você não acha que este assunto é sério demais para ser tratado da maneira irresponsável como é tratado? Para as

adolescentes, eu recomendo: Previna-se, para que você nunca chegue a pensar em fazer um aborto. Para os rapazes, a minha

recomendação é a mesma: Previna-se, para que você nunca se torne o responsável por um aborto. E, quando digo que você precisa se

prevenir, não estou lhe sugerindo que use preservativos (eles também falham). Falo de você ter cuidado com a maneira como namora.

Respeite-se e respeite o seu par. Evite certas intimidades e carícias que, conforme Deus planejou, são permitidas dentro do casamento

apenas.

O desejo sexual é uma bênção de Deus para o casamento. Quando ele é satisfeito fora do casamento, ocorrem prejuízos de ordem física

(como a AIDS e outras doenças, que têm interrompido muitas vidas ainda na adolescência), emocional (como traumas, conflitos no

comportamento sexual, auto-rejeição, falta de auto-estima) e espiritual (como o sentimento de culpa e a falta de capacidade em aceitar o

perdão e o amor de Deus).

Geralmente, o aborto é a conseqüência de uma relação sexual precipitada, que aconteceu em decorrência da falta de controle sexual. Em

decorrência de um momento de prazer fora do tempo planejado por Deus, muitos adolescentes estão vivenciando experiências amargas,

que, se não forem resolvidas, irão marcar suas vidas para sempre. São poucos os casais que conseguem assumir as conseqüências de um

aborto. Não tente experimentar. Não vale a pena.

Lembre-se sempre desta advertência bíblica:

“O Senhor Deus vê o que acontece em toda parte; ele está observando todos, tanto os bons como os maus.” Provérbios 15.3 – NTLH

Rosângela Velasco Bresciani

Psicóloga – Rio de Janeiro – RJ

mulher passa por diversas etapas psicológicas na sua relação com seu filho não nascido conforme avança sua gravidez, e esse é um fato que se costuma passar por alto no debate do aborto, afirma Theresa Burke, fundadora do Rachel's ineyard Ministries, um ministério de retiros de fim de semana curativos após um aborto.

Qual é a natureza da relação psicológica entre uma mulher e seu filho não nascido, na medida em que a gravidez se desenvolve?

Burke: A gravidez não é uma enfermidade. É um acontecimento natural que aconteceu durante milhares de anos, em cada geração. Os corpos das mulheres estão programados de modo instintivo para nutrir e sustentar a vida. A relação psicológica entre a mãe e seu filho não nascido é posta em funcionamento por mudanças físicas e hormonais, mas também por um sistema de apoio à mulher e por uma cultura.

Para a maioria das mulheres, o primeiro trimestre é uma época de antecipação e entusiasmo pela gravidez, ou cólera e medo se se trata de uma gravidez não planejada.

mulher passa por diversas etapas psicológicas na sua relação com seu filho não nascido conforme avança

O aborto é uma experiência de morte. É o falecimento do potencial humano, da relação, da responsabilidade, do apego maternal, da conectividade e da inocência. Tal perda raramente se experimenta sem conflito e ambivalência.

São comuns as sensações ambivalentes: a mãe se maravilha do fato misterioso de que seu corpo seja capaz de produzir vida; contudo, também pode sentir-se apreensiva pela responsabilidade de cuidar de outro ser humano.

Conforme a gravidez avança, a mãe pode ter tanto sensações positivas como negativas sobre as mudanças na forma de seu corpo. O terceiro trimestre pode incluir ansiedade sobre o nascimento, preocupações pela saúde de seu bebê; preocupações sobre como se adaptará seu casal ao novo membro da família, assim como preocupações econômicas.

Ao mesmo tempo, a mulher sente excitação e antecipação pelo nascimento próximo de seu bebê e pelo começo de uma fase completamente nova em sua vida.

No momento do nascimento, quando se coloca a criança nos braços de sua mãe, o mistério, a maravilha, tudo culmina em um poderoso processo de vinculação porque a mãe dá as boas-vindas ao mundo a uma nova e preciosa vida.

Poderíamos dizer que as mulheres também necessitam de cada um dos nove meses de gravidez para empreender o processo emocional e psicológico que acompanha a maternidade. Juntos, mãe e filho passam através de uma transformação de desenvolvimento dramática e rápida.

Que papel desempenham outros fatores, especialmente as pressões das famílias e dos companheiros, mais os problemas econômicos, na decisão de abortar de uma mulher?

Burke: Quando consideramos a retórica da opção, podemos perguntar-nos de modo mais honesto: de que escolha se trata?

Uma pesquisa recente indica que 95% dos casos o ente masculino , o pai, desempenha um papel fundamental na decisão de abortar.

Outros estudos, como o informe de julho de 2005 da Post Abortion Review do Elliot Institute, revelam que mais de 80% das mulheres dariam à luz se tivessem apoio.

Um antigo guarda de segurança em uma clínica abortiva testificou em Massachussets que as mulheres normalmente eram ameaçadas ou sofriam abusos dos homens que as levavam às clínicas.

Demasiado com freqüência, o aborto é a escolha de outra pessoa, mas escutamos que a maioria das mulheres diz que não restava outra opção senão abortar.

De fato, o assassinato é a principal causa de morte entre as mulheres grávidas. Os homens condenados pelo assassinato de suas companheiras grávidas citavam não querer pagar o sustento da criança como motivo primário.

Estas terríveis estatísticas nacionais indicam claramente que há um alto nível de coação que conduz as mulheres a abortos não queridos.

Sem um apoio sólido do pai de seu bebê ou de sua própria família, muitas mães temem não ter recursos para proporcionar a seu filho. Dados os índices de pobreza nos progenitores solteiros e os desafios enfrentados, este é um verdadeiro problema.

Em muitos casos, detrás de cada mulher que teve um aborto se pode encontrar a presença de pessoas

que estão muito envolvidas em sua «escolha» e com freqüência manipulam de forma persuasiva.

Estes podem ser os pais de uma jovem que a ameaçam retirar-lhe seu amor ou inclusive expulsá-la de casa se não abortar; o profissional de saúde mental ou sanitária que utiliza o poder de sua posição para fazer que o aborto pareça decisão racional, madura e a única que tem sentido dadas as circunstâncias.

Isto é especialmente problemático quando há indícios de algum problema de saúde na criança não nascida. Nestes casos, a pressão para abortar costuma ser realmente dura.

Para as mulheres que fazem frente a graves deformidades fetais, 95% daquelas às quais se lhes dá acolhida pré-natal elegerão esta forma de apoio como o fato mais humano e emocionalmente mais desejável. Isto evita a pena acrescentada que trazem consigo os abortos em uma etapa avançada, que resulta uma experiência horrorosa tanto para a mãe como para o bebê.

O que acontece com a relação psicológica quando uma mulher aborta? E há diferenças com os efeitos de um aborto espontâneo?

Burke: Quando uma mãe é desconectada de seu filho de modo precipitado e violento, há um trauma natural. Ela experimenta uma morte não natural.

Em muitos casos, ela viola sua ética moral e seus instintos naturais. Dá-se um golpe terrível a sua imagem de «mãe» que nutre, protege e sustenta a vida. Aconselhei milhares de mulheres cujas vidas se haviam quebrado com o trauma do aborto, que experimentaram como um procedimento cruel e degradante. Há pena, tristeza, angústia, culpabilidade, vergonha e cólera.

Aprenderam a calar-se com o álcool e as drogas, ou a dominar seu trauma através de repeti-lo. Algumas renovam a dor de seu aborto através da promiscuidade e de voltar a abortar, presas em ciclos traumáticos de abandono e rejeição. Outras relegam sentimentos através de desordens alimentares, ataques de pânico, depressão mental, ansiedade e idéias de suicídio. Algumas sofreram danos físicos e reprodutivos permanentes que as fazem incapazes de ter filhos no futuro.

O aborto é uma experiência de morte. É o falecimento do potencial humano, da relação, da responsabilidade, do apego maternal, da conectividade e da inocência. Tal perda raramente se experimenta sem conflito e ambivalência.

Seríamos curtos de mente se pensássemos que pode realizar-se sem complicações. Em meu livro «Forbiden Grief: The Unspoken Pain of Abortion» (Esquecer a Pena: A Dor não expressada do Aborto), com David C. Reardon, convidamos o leitor ao coração íntimo da experiência humana, ao lugar onde o debate do aborto rara vez penetra.

Quando se põem diante das polêmicas, as marchas, as políticas de liberdade e direitos, há aspectos emocionais do aborto que desafiam as palavras.

A agonia psicológica e espiritual do aborto é silenciada pela sociedade, ignorada pelos meios de comunicação, rejeitada pelos profissionais da saúde mental, e desprezada pelo movimento de mulheres.

O trauma pós-aborto é uma enfermidade grave e devastadora, que não tem nenhum porta-voz famoso, nem um filme para a televisão, nem nenhum show televisivo que sirva de plataforma para falá-lo.

O aborto toca três temas centrais do próprio conceito de mulher: sua sexualidade, moralidade e identidade maternal. Também implica a perda de um filho, ou ao menos a perda de uma oportunidade de ter um filho. Em todo caso, esta perda deve enfrentar-se, processar-se, chorar-se.

Em um aborto natural, a mãe também sofre a perda de um filho. A diferença está no nível de culpabilidade e vergonha que experimenta as mulheres depois de ter abortado por uma decisão deliberada e consciente de acabar com a vida; contra um aborto natural, que ocorre devido a causas naturais. Com o aborto, sua perda é um segredo. Não há apoio nem consolo social dos amigos ou da família.

É importante observar que há também um alto aumento dos abortos naturais após um aborto provocado. Quando uma mulher perde um filho querido pela experiência de um aborto, as mulheres freqüentemente falam de uma culpa e depressão complexas, porque crêem que seu aborto natural é um «castigo de Deus».

Quais são os riscos de depressão que surgem da culpabilidade por um aborto?

Burke: Posto que o aborto seja legal, presume-se que deverá ser seguro. De fato, costuma identificar- se como um “direito” da mulher.

Supõe-se que este direito, ou privilégio, liberta as mulheres da carga da gravidez não querida. Supõe- se que lhes proporciona alívio - não sofrimento nem depressão.

Um dos grandes problemas é que quando as mulheres se vêem assaltadas por suas próprias reações

naturais ante a perda não entendem o que é que vai mal.

Muitas mulheres vão a tratamentos para depressão, ansiedade, vícios, mas simplesmente não compreendem as raízes de sua enfermidade. Em muitos casos, são narcotizadas e é dado a elas um diagnóstico, mas nunca são colocadas no caminho da cura e da recuperação.

A lembrança e os sentimentos sem resolver sobre o aborto convertem-se em fontes de pressão que podem surgir anos depois em formas inesperadas. As emoções sem resolver demandarão atenção cedo ou tarde, com freqüência através do desenvolvimento de perturbações emocionais ou de comportamento.

O professor David Fergusson, um pesquisador na Escola de Medicina Christchurch, da Nova Zelândia, quis provar que o aborto não tinha conseqüências psicológicas.

Surpreendeu-se ao descobrir que as mulheres que haviam tido abortos tinham uma probabilidade 1,5 vez maior de sofrer alguma enfermidade mental, e duas ou três vezes maior de abusar do álcool e/ou das drogas.

Fergusson acompanhou 500 mulheres desde seu nascimento até a idade de 25 anos. “As que haviam tido um aborto tinham como conseqüência elevados índices de problemas de saúde mental, incluindo a depressão (46% de aumento), a ansiedade, os comportamentos suicidas e abuso de substâncias”, diz o informe publicado na Journal of Child Psychiatry and Psychology.

O aborto é responsável de fato por toda uma série de problemas profundos:

  • - 160% de aumento nos índices de suicídio nos Estados Unidos, segundo os Arquivos de «Women's Mental Health», em 2001;

  • - Um aumento de 225% nos índices de suicídio na Grã-Bretanha, segundo o British Medical Journal, em

1997;

  • - Um aumento de 546% nos índices de suicídio na Finlândia, segundo os Acta Obstétrica et Ginecologia Scandinavia, em 1997.

No total, o aumento na média do risco de suicídio nestes três estudos é de 310%.

O alto índice de suicídios como conseqüência do aborto refuta claramente o mito de que pôr termo a uma gravidez é mais seguro que dar à luz.

Outro estudo revela que inclusive quatro anos depois do aborto o índice de admissões psiquiátricas permanecia 67% mais alto que o das mulheres que não haviam abortado.

Em mulheres que abortam se costuma diagnosticar reações às mudanças, psicoses depressiva e desordens neuróticas e bipolares, segundo os Archives of Women's Mental Health, de 2001.

O risco de depressão pós-parto e psicose durante os nascimentos desejados também se costuma ligar a um aborto prévio.

Até oito anos de média após os abortos, as mulheres casadas sofrem um risco 138% maior de depressão clínica em comparação com as mulheres solteiras que levaram até o final sua primeira gravidez não desejada. Isto segundo a British Medical Journal de 19 de janeiro de 2002.

Na categoria de abuso de drogas e álcool, vemos muitas mulheres que após o aborto tentam fazer frente a seu conflito e dor internos através de um risco de abuso de substâncias 4,5 vezes maior.

E isto se baseia só em informações sobre abuso de substâncias. Deve-se pensar em todas aquelas pessoas que pensam que beber oito copos de vinho cada noite é só uma forma de “relaxar”. Informou- se deste aspecto na «American Journal of Drug and Alcohol Abuse», no ano 2000.

Os resultados do primeiro estudo internacional no longo prazo dirigido pelo Dr. Vincent Rue revelam impressionantes evidências de desordens de estresse pós-traumático.

As estatísticas recolhidas na América do Norte revelam o seguinte:

55% das mulheres que haviam abortado informaram de pesadelos e preocupação com o aborto;

73% descrevem situações de voltar a revivê-lo;

58% das mulheres informam de pensamentos suicidas que elas relacionam diretamente com seus abortos.

68% revela que se sentem mal consigo mesmas;

79% informam de culpabilidade, com incapacidade para perdoar a si mesmas;

63% têm medo com respeito a suas futuras gestações e a maternidade; 49% têm problemas ao estarem próximas de bebês;

67% se descrevem como “emocionalmente adormecidas”.

Uma exaustiva revisão de muitos outros estudos e a experiência clínica indica que para muitas mulheres o início de disfunções sexuais e desordens alimentares, o aumento do tabagismo, as desordens de pânico e ansiedade, junto com relações de abuso se tornam formas de vida comuns como conseqüência de sua experiência com o aborto.

Há alguma razão científica ou política para não esperar que se estude a relação entre aborto e depressão, o que fez que a pesquisa não se tenha realizado?

Burke: Como sociedade, sabemos debater sobre o aborto como um tema político, mas não sabemos como falar dele no plano íntimo e pessoal.

Não há normas sociais na hora de tratar um aborto. Em seu lugar, tentamos ignorá-lo.

Uma das razões pela qual não queremos falar do sofrimento das mulheres e homens que tiveram um aborto é que nós, como sociedade, estamos profundamente preocupados com o tema do aborto. Enquanto a grande maioria crê que o aborto deverá estar disponível legalmente, à maioria também preocupa moralmente.

Segundo uma importante pesquisa, 77% do público crêem que o aborto é tirar uma vida humana; 49% dizem que é igual ao assassinato.

Só 16% afirmam crer que o aborto é só “um procedimento cirúrgico para tirar tecido humano”. Inclusive um terço de quem se diz estar muito a favor do aborto admite crer que o aborto é tirar uma vida humana. Isto é o que afirma James Davison Hunter em seu livro de 1994 “Before the Shooting Begins: Searching for Democracy in America's Cultural War” (Antes de começar o tiroteio: buscando a Democracia na Guerra Cultural da América).

Estes resultados sugerem que a maioria dos norte-americanos deixam “suspensas” suas próprias crenças sobre o aborto para respeitar o “direito” da mulher de escolher”.

Como sociedade, escolhemos tolerar as mortes das crianças não-nascidas com o propósito de melhorar as vidas das mulheres. Este compromisso moral, não obstante, vê-se alterado quando as mulheres se queixam por seus corações quebrados após o aborto. Fazem que seus ouvintes se sintam incômodos e confusos.

A depressão após um aborto força-nos a contemplar não só a dor de um indivíduo, mas a angústia de nossa sociedade. É um tema profundamente complexo e preocupante. A maioria de nós não quer pensar nisso com muita profundidade.

Os defensores do aborto costumam vacilar na hora de reconhecer a realidade da dor pós-aborto porque temem que isto possa minar de alguma maneira a argumentação política que serve de apoio ao aborto legal.

Ignorando todas as evidências contrárias, a maioria dos que aconselham as mulheres dirá a elas que as reações psicológicas do aborto são raras e inclusive inexistentes. Evita-se qualquer coisa que possa despertar mal-estar ou intranqüilidade.

Tais fatos, temem eles, podem “persuadi-las a não dar seu consentimento para abortar”.

Na essência, faz-se a escolha por ela, para protegê-la de qualquer informação que possa dissuadi-la de sua opinião. A colisão de ignorância e negação comete um abuso e uma negligência com as mulheres, facilitando o potencial para um trauma profundo e que deixará cicatriz.

A senhora acredita que seria um elemento de dissuasão, na hora das mulheres considerarem o aborto, saber dos riscos de depressão que advém depois do aborto?

Burke: Isso espero. As mulheres têm o direito de saber as marcas que enfrentam quando tomam a decisão de abortar.

Qualquer medicamento ou procedimento médico que “escolhamos” tomar requer por lei um consentimento informado. Isto significa que sabemos o que implica, que procedimento é, e que marcas

têm no curto e longo prazo. Esta informação é vital.

À luz da preocupante estatística sobre marcas para a saúde mental, a maior marca de câncer de mama,

etc

, reprodutiva e psicológica das mulheres.

...

resulta óbvio que sejam necessárias restrições e regulamentações para a proteção da saúde

Considero importante que as mulheres e homens que sofreram a perda de um filho pelo aborto necessitam saber que há esperança e cura. Necessitam saber que não estão sós.

Em 1989, uma equipe de especialistas reunidos pela American Psychological Association concluiu de modo unânime que o aborto legal “não cria perigos psicológicos para a maioria das mulheres que se submetem ao procedimento”.

A equipe observou que se fossem comuns as reações emocionais graves haveria uma epidemia de mulheres buscando tratamento psicológico. A equipe indicou que não havia evidencias de tal epidemia. Desde 1989, não houve mudanças significativas neste ponto de vista.

Parece óbvio que não acompanharam o crescimento do nosso Rachel's Vineyard Ministries!

Em 2006, nossa organização proporcionará 450 retiros de fim de semana para curas após o aborto. Em cada retiro haverá entre 12 e 25 participantes.

Isto significa que entre 5.400 e 11.250 pessoas se apresentarão para tratamento durante este ano.

Nosso ministério cresce 40% cada ano. Nos últimos sete anos, milhares de mulheres e homens buscaram ajuda, enquanto que Rachel's Vineyard se estendeu a África, Taiwan, Rússia, Inglaterra, Escócia, Espanha, Portugal, América do Sul, Canadá e através dos Estados Unidos.

Há centenas de outros ministérios pós-aborto que surgem por todas partes. Sem importar o que pense a American Psychological Association, aqueles de nós que estão neste ministério sabem a verdade. Há uma epidemia que foi infelizmente ignorada, mal diagnosticada e não tratada.

Entrevista com Theresa Burke das Rachel's Vineyard Ministries

Publicado no Portal da Família em 06/02/2007

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