METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO

Estrutura de Um Trabalho Acadêmico
Capa ( * ) Folha de Rosto Folha de Aprovação( * ) Dedicatória ( * ) Agradecimentos ( * ) Sumário Texto: Introdução Texto: Desenvolvimento Texto: Conclusão Texto: Anexos ou Apêndices ( * ) Referências Bibliográficas Glossário ( * ) Contra - Capa( * ) ( * ) Itens Não Obrigatórios

ABNT (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS) MONOGRAFIA METODOLOGIA DE ARTIGO CIENTÍFICO NORMAS GERAIS PARA REDAÇÃO NORMAS GERAIS DE REVISÃO NORMAS PARA REDAÇÃO DE MONOGRAFIAS NORMAS PARA REDAÇÃO DE DISSERTAÇÕES NORMAS PARA REDAÇÃO DE TESES NORMAS DA ABNT REGRAS DA ABNT TRABALHO ESCOLAR TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

CAPA
DEVE CONTER
Nome do autor (margem superior, fonte 14) Título do trabalho (fonte 16, maiúsculo, negrito, centralizado) Instituição onde o trabalho foi executado (fonte 14, só as primeiras letras maiúsculas, negrito, centralizada) Cidade e ano de conclusão do trabalho (fonte 14, negrito, maiúsculo e minúsculo, centralizado)

Modelo de uma Capa OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida

FOLHA DE ROSTO
DEVE CONTER
As mesmas informações contidas na Capa: Nome do autor (margem superior, fonte 14)

Título do trabalho (fonte 16, maiúsculo, negrito, centralizado) As informações essenciais da origem do trabalho: -Instituição onde o trabalho foi executado (fonte 14, só as primeiras letras maiúsculas, negrito, centralizada) Cidade e ano de conclusão do trabalho (fonte 14, negrito, maiúsculo e minúsculo, centralizado)

Modelo de uma Folha de Rosto

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.

FOLHA DE APROVAÇÃO
DEVE CONTER
Nome do Autor TÍTULO Objetivo Nome do autor NOME DA INSTITUIÇÃO Curso Área de Concentração Data de aprovação: __ de _____ de 20__ Título (e subtítulo, se houver) do trabalho Natureza Objetivos Nome da instituição Área de concentração Data da aprovação Nome do Professor _______________________ Titulação Nome, titulação, assinatura dos componentes da banca e as instituições a que fazem parte.

Nome do Professor _______________________ Titulação

Nome do Professor _______________________ Titulação Modelo de uma Folha de Aprovação

DEDICATÓRIA
Tem a finalidade de se dedicar o trabalho a alguém, como uma homenagem de gratidão especial.

DEVE CONTER

(tamanho12 – negrito – podendo ser itálico alinhado a 3 tab (3,75 cm) da margem esquerda e 1 cm da margem direita – espaçamento simples digitado acima da margem inferior – sem aspas

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.

AGRADECIMENTOS
Os AGRADECIMENTOS não obedecem às normas nem têm caráter científico. Mas devem obedecer ao bom senso. Procure redigir de forma explícita o agradecimento a todas as pessoas que ajudaram você em seu trabalho. Inicie agradecendo a seu orientador, não se esquecendo de referir-se a quem emprestou material para a pesquisa, assim como àqueles que participaram da coleta de dados. O estilo deve ser objetivo, uma vez que se trata de um trabalho acadêmico, não devendo misturar os agradecimentos profissionais com as questões pessoais

DEVE CONTER

Agradeço...
(tamanho12 – negrito – podendo ser itálico alinhado a 3 tab (3,75 cm) da margem esquerda e 1 cm da margem direita – espaçamento simples digitado acima da margem inferior – sem aspas

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.

SUMÁRIO O SUMÁRIO oferece ao leitor uma visão global do estudo realizado. folha de epígrafe. Digitado em negrito. OBS. Não constam no sumário: folha de rosto. dedicatórias ou agradecimentos. .: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. Inclui todos os títulos principais e suas subdivisões. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos. pontilhados e números receberão tamanhos de letras distintos. Os números deverão ser ligados à última palavra dos respectivos títulos por uma linha de pontos. que recebem numeração própria. O tamanho das letras. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição. conforme especificações indicadas na Figura. Seus elementos deverão ser devidamente alinhados entre si. a coluna de numeração deverá ser sempre alinhada obedecendo à margem direita. sempre obedecendo à margem esquerda.

: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. deve descrever a relevância do tema e o porquê de sua escolha. Desenvolvimento do Texto O corpo do trabalho é onde o tema é discutido pelo autor As hipóteses a serem testadas devem ser claras e objetivas.4) OBS. Independente do assunto abordado nos trabalhos acadêmicos é importante que os alunos sejam orientados para buscarem um referencial teórico.TEXTO: INTRODUÇÃO A INTRODUÇÃO é a parte inicial do texto. Este é o momento em que o autor do trabalho se posiciona. TEXTO: DESENVOLVIMENTO O item DESENVOLVIMENTO agrega: Referencial Teórico e Procedimentos Metodológicos (em casos de pesquisa de campo. abrindo o trabalho propriamente dito. OBS. p. abordando as contribuições acadêmicas e aplicadas.4). Para Salomon (2001). por sua vez. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição. na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos do trabalho. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos. considerar . argumentando e dando encaminhamento para a conclusão do trabalho. brevidade e personalidade.2 e NBR 14724-01 p. objetivos e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho. TEXTO: CONCLUSÃO A CONCLUSÃO é a parte final do texto. Não apresenta indicação numérica por se tratar de texto introdutório ao trabalho.Resultados e Análise de Dados). É a parte principal do texto. justificando sua imperiosa necessidade de se realizar tal empreendimento. é a defesa de projeto. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos. justificativa. Cada um destes itens deve iniciar uma página. Contribui com um novo conhecimento ou reformula conhecimentos existentes. Deve-se mencionar a importância do trabalho. Deve constar o tema tratado. (NBR6024-89. É o fecho do trabalho. Devem ser apresentados os objetivos do trabalho. faz crítica. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição. que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Deve ser bem explicada toda a metodologia adotada para se chegar às conclusões. Com base nestes itens. Estes resultados muitas vezes não advêm de pesquisa de campo. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição. OBS. A justificativa. A revisão de literatura deve resumir as obras já trabalhadas sobre o mesmo assunto. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos. a exposição de interesses envolvidos: os teóricos. (NBR 14724-01 p. mas de um levantamento bibliográfico.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. apresenta as suas contribuições e traz sua marca pessoal. problema de pesquisa. aprender a analisar os resultados. definirem o procedimento metodológico a ser desenvolvido no trabalho e que o mesmo tenha resultados. . Recapitulam-se sinteticamente os resultados do trabalho elaborado.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. As principais características de uma conclusão são: essencialidade. os pessoais e os da equipe de pesquisadores.

A competitividade das universidade particulares à luz de uma visão baseada em recursos. p. Encontros HANASHIRO. Anais dos Resumos dos trabalhos. roteiro de entrevista ou observação.. Dissertação (Mestrado em Administração de Empresas).Darcy M. ano 3. 1.1. HEWLETT-PACKARD. Programa de Pós.97-114. Reynaldo C. BERNARDES. 139. 1993. Vânia M. São Paulo. 1999. Revista de Administração Mackenzie./dez. 2002. 1998.Graduação em Administração de Empresas. M. Catálogos UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE. Modelo de Referências Bibliográficas Livros ANTUNES..M. Tese (Doutorado em Engenharia). Dicionário jurídico. jul. Test & measurement catalog 1998. São Paulo. Darcy. Teoria Geral da administração.São Paulo.. 2001. 312 p. Maria Thereza P. RAUNHEITTE. São Paulo : Saraiva . TEIXEIRA. M. 3. Revista Mackenzie de Engenharia e Computação. 1999. Ricardo T. 2000. Capital intelectual. Periódicos Revista Científica considerada no todo (coleção) REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO MACKENZIE. São Paulo: Atlas. São Paulo. Padrão JPEG de compactação de imagens. Universidade Presbiteriana Mackenzie. 1. Dissertações e Teses ÁVILA. Mackenzie. 218 p. Um modelo de procedimento para a avaliação da produtividade na administração dos materiais. . Roberto G.152. Maria Luisa Mendes . MOORI. Os papéis desempenhados pelos profissionais de recursos humanos contribuem para a vantagem competitiva sustentável? In: ENANPAD 2001. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.São Paulo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Trata-se da relação das obras consultadas e mencionadas no trabalho. São Paulo: Ed. Semestral. 2000. Cyro. Dicionários DINIZ. OBS. A pressão pela redução de preços nos novos produtos das autopeças e a inovação em automações industriais. Deve seguir a NBR 6023/agosto/2000. p. Maria Helena. uma lei discutida no corpo do texto etc). 152p. 2001 -. ISSN 1518-6776 Artigos de revista Científica NASSIF. HANASHIRO. Congressos. HU. Osvaldo R. J. São Paulo. Catálogo de dissertações e teses: resumos. 2001.M. v. Englewood: Hewlett-Packard Press. 198 p.TEXTO: ANEXOS E APÊNDICES ANEXOS OU APÊNDICES é todo material suplementar de sustentação ao texto (itens do questionário aplicado. 2000. Luís Tadeu. Campinas. n. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição. São Paulo: Saraiva. Seminários. ed. T. n. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos. Hotel Royal..: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. 668 p. MARCONDES. 2001.

Súmula nº14. v. Três.º3. v. Ltda. N. 28 jun. de 9 de novembro de 1995. Constituição (1988). Brasil. God’s last word to man: studies in hebrews. Conjuntura Econômica. Disponível em: BIBUNIVERSITARIAS@E-GROUPS. 1999. Artigo e matéria de Revistas e Boletins AS 500 maiores empresas do Brasil. Contábeis e Administrativas da Universidade Presbiteriana Mackenzie.n.).]. Código civil. 25 abr. 1996. MORSAN. J. 64 x 84 cm.l: s.. Desenvolvido pelo Diretório Acadêmico da Faculdade de Ciências Econômicas. n./dez. São Paulo. Parte de livros e artigos ROMANO. P. 1995. MP fiscaliza com autonomia total. Sâo Paulo: Editora Revista dos Tribunais. Acesso em: 03 abr. Lista de Discussão BIBLIOTECAS Universitárias. SCHIMIDT. [1729?]. Decreto BRASIL. 65. 1994. Emenda constitucional nº 9. . de 27 de dezembro de 2000. Gabinete “paga” campanha de vereador. 18 Artigo de reportagem e resenhas LEAL. Acesso em: 03 abr. [1992-1996?].1966. Morsan & Scott. Súmulas. Cidade. . Rio de Janeiro. Edmond. n. Apresenta informações acadêmicas dos cursos da universidade. out. Ed. Acesso em 03 abr. Rio de Janeiro. e dá outras providências. Jurisprudência BRASIL. História dos jovens 2.59. Coordenação de Maurício Antonio Ribeiro Lopes. Roberto. Legislação BRASIL.COM. Projeção transversa de Mercator.Decreto n. (Org. São Paulo: Ed. Parte de Revistas e Boletins DINHEIRO: revista semanal de negócios.2001. 6.9. São Paulo: Emplasa. p. Home Page Institucional DIRETÓRIO Acadêmico Eugênio Gudin (DAEG). 2001. 6.Artigo de Jornal FONSECA. 2000.704. Meridiano Central 45º Microficha MARTENE. 1984. London. In: ______.16. Lex: legislação federal e marginalia.3. São Paulo. p. George Campell. v. Escala 1:2000. Meios Eletrônicos Banco de Dados PROQUEST: banco de dados. 2001. [1972?]. Jornal do Brasil. Código BRASIL. In: LEVI.12. L. Caderno A. Mapa Sistema cartográfico metropolitano da Grande São Paulo: levantamento aerofotogramétrico: Consolação. v. Disponível em: . p. Veterum scriptorum et monumentorum historicorum. Giovanni. Imagens da juventude na era moderna.7-16. 148. LEX – Coletânea de Legislação e Jurisprudência: Legislação Federal e Marginalia. Edição especial. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil. P. Altera a Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM) e as alíquotas do imposto de importação dos produtos que menciona. G. [S. 2001. 2001. São Paulo. 9 maio 2001. Supremo Tribunal Federal. set. Microficha. São Paulo: Companhia das Letras. Microficha. Lista mantida pela FEBAB. Disponível em : . 38. 1 mapa. Jornal da Tarde. 98p.

nov. 1998. Documento cartográfico PERCENTAGEM de imigrantes em São Paulo. HOUAISS. Consultas Online ALVES.1998. Enciclopédio e dicionário digital 98. Informe Técnico. São Paulo. [S.com. Direção geral de André Koogan Breikman. Disponível em: http://www. Secão Ponto de Vista. ago. Rio de Janeiro. E-mail ASCOLI. São Paulo: Delta: Estadão. 1999.1998.br/sma/entendendo/atual. .org.1999. 1 mapa. Acesso em: 28 nov. Ives Gandra da.1998. Base de dados FIS.O Estado de São Paulo. Disponível em: http://www.htm.br/contexts/brasilrevistas.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. color. Partes de Livros/Monografias SÃO PAULO (Estado). Windows 98.]: Virtual Books.org/pena_morte_nascituro. Disponível em: http://www. Anais.bdt. Antonio (Ed. R. Castro.2. 10. V.. M. Mensagem recebida por biblio. 1998. Fortaleza. Escala indeterminável. Acesso em: 19 set. Secretaria do Meio Ambiente.. Navio Negreiro.I. International Tax Review.br/virtualbooks/freebook/port/Lport2/navionegreiro.1 disquete.1999. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos. 1920.). Artigo e matéria de jornal SILVA.. 1 CD-ROM.fceca@mackenzie. London. 5CD-ROM. Acesso em: 10 jan.htm . 19 set. 1998. Brazil reforms cut planning opportunities. André. n. Pena de morte para o nascituro. 31/2. Acesso em:8 mar. inverno 1994.Arquivo em Disquete PETROBRÁS. 16:30:30 Revista e Boletim SILVA. Crimes da era digital. São Paulo. Rio de Janeiro. M. 1998. Neo Interativa.br em 08 mar.Fortaleza: Tec Treina. OBS. M.brazilnet. Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico GUNCHO.htm.providafaília. In: ________. Livros/Monografias no todo KOOGAN. Raymond. 1 CD-ROM. Entendendo o meio ambiente. Disponível em: Acesso em : 9 maio 2001.2002. Disponível em: http:///www. 1.com.2001. Nov. L. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição.Net. A educação à distância e a biblioteca universitária.htm.. 2000. Tratados e organizações ambientais em matéria de meio ambiente. 1999. Artigo de Revista em Meio Eletrônico NELIO. Rio de Janeiro.terra.

Experimento: Situação provocada com o objetivo de observar a reação de determinado fenômeno. Análise: É o trabalho de avaliação dos dados recolhidos. sistemático. Bibliografia: É a lista de obras utilizadas ou sugeridas pelo autor do trabalho de pesquisa. Depende da formação moral e das crenças de cada indivíduo. Capa: Serve para proteger o trabalho e dela deve constar o nome do autor. Amostra: É uma parcela significativa do universo pesquisado ou de coleta de dados. exato e verificável da realidade. Citação: É quando se transcreve ou se refere o que um outro autor escreveu. Deve ter a característica de ser curto e objetivo. Depende de investigação metódica. Conhecimento Filosófico: É fruto do raciocínio e da reflexão humana. Corpo do Texto: É o desenvolvimento do tema pesquisado. Conhecimento Empírico (ou conhecimento vulgar): É o conhecimento obtido ao acaso. Busca e aplica leis. ultrapassando os limites formais da ciência. Coleta de Dados: É a fase da pesquisa em que se reúnem dados através de técnicas específicas. Ciência: É um conjunto organizado de conhecimentos relativos a um determinado objeto conquistados através de métodos próprios de coleta de informação. É verificável. Sem ela não há relatório de pesquisa. capítulos ou itens. Apêndice: O mesmo que Anexo. avaliando os resultados obtidos. Transcende aos fatos. Capítulo: É uma das partes da divisão do relatório de pesquisa. o título do trabalho e a instituição onde a pesquisa foi realizada. 1979: 24-30). Dedicatória: Parte opcional que abre o trabalho homenageando afetivamente algum indivíduo. o conhecimento adquirido através de ações não planejadas. Conclusão: É a parte final do trabalho onde o autor se coloca com liberdade científica. É aberto. . Conhecimento Teológico: Conhecimento revelado pela fé divina ou crença religiosa. gerando conceitos subjetivos. Fichamento: São as anotações de coletas de dados registradas em fichas para posterior consulta. Conhecimento Científico: É o conhecimento racional. Pode fazer predições. É o conhecimento especulativo sobre fenômenos. ser confirmado ou negado. Entrevista: É um instrumento de pesquisa utilizado na fase de coleta de dados. Sua origem está nos procedimentos de verificação baseados na metodologia científica. Nele deve constar o material que contribui para melhor esclarecer o texto do relatório de pesquisa. após inúmeras tentativas. ou seja. É útil" (Galliano. Lembrando que o primeiro capítulo será a Introdução e o último as Conclusões do autor. Podemos então dizer que o Conhecimento Científico: "É racional e objetivo. Não pode. grupos de pessoas ou outras instâncias. Atém-se aos fatos. É explicativo. Busca dar sentido aos fenômenos gerais do universo. Entre eles o texto da pesquisa. Anexo: É uma parte opcional de um relatório de pesquisa.GLOSSÁRIO Palavras Utilizadas em Pesquisas Agradecimento: É a manifestação de gratidão do autor da pesquisa às pessoas que colaboraram no seu trabalho. É analítico. Requer exatidão e clareza. excluindo-se a Introdução e a Conclusão. por sua origem. dividido em partes. É comunicável. propondo soluções e aplicações práticas.

Napoleão "citado por" Loi et al. ipsis verbis: Significa "pelas mesmas palavras". PALAVRAS OU EXPRESSÕES LATINAS UTILIZADAS EM PESQUISA apud: Significa "citado por". Monografia: É um estudo científico. de nomes de pessoas citadas. Ex. utilizando-se de um instrumental apropriado. acompanhadas de definição. Metodologia: "Methodo" significa caminho. no nosso caso. Glossário: São as palavras de uso restrito ao trabalho de pesquisa ou pouco conhecidas pelo virtual leitor. "logia" significa estudo. Método: A palavra método deriva do grego e quer dizer caminho. opus citatum ou op. Gráfico: É a representação gráfica das escalas quantitativas recolhidas durante o trabalho de pesquisa. Por isso. na busca de uma verdade ou para se chegar a um determinado fim. Hipótese: É a suposição de uma resposta para o problema formulado em relação ao tema. 1998: 106-107) Tópico: É a subdivisão do assunto ou do tema. Ex. de um tema bem determinado e limitado. Universo: É o conjunto de fenômenos a serem trabalhados. Helena et al. que venha contribuir com relevância à. Utilizado quando a obra foi executada por muitos autores.: Numa obra escrita por Helena Schirm. Maria Cecília Rubinger de Ottoni e Rosana Velloso Montanari escreve-se: SCHIRM.Folha de Rosto: É a folha seguinte a capa e deve conter as mesmas informações contidas na Capa e as informações essenciais da origem do trabalho. É a dúvida inicial que lança o pesquisador ao seu trabalho de pesquisa. "literalmente". É o estudo dos caminhos a serem seguidos para se fazer ciência. Pesquisa: É a ação metódica para se buscar uma resposta. Instrumento de Pesquisa: Material utilizado pelo pesquisador para colher dados para a pesquisa. "textualmente". ciência.cit. Introdução: É o primeiro capítulo de um relatório de pesquisa. é a ordenação de um conjunto de etapas a serem cumprias no estudo de uma ciência. apesar do nome Introdução. com a indicação da(s) página(s) no texto onde aparecem.: Significa "obra citada" . busca. onde o pesquisador irá apresentar.: (Napoleão apud Loi) ou seja. Problema: É o marco referencial inicial de uma pesquisa. Índice (ou Índice Remissivo): É uma lista que pode ser de assuntos. Método então. in: Significa "em". Resenha: É uma descrição minuciosa de um livro. definido como critério global da pesquisa. Nas citações é utilizada para informar que o que foi transcrito de uma obra de um determinado autor na verdade pertence a um outro. investigação. Técnica: É a forma mais segura e ágil para se cumprir algum tipo de atividade. ibid ou ibdem: Significa "na mesma obra". é a última parte a ser escrita pelo autor. Utiliza-se para expressar que o texto foi transcrito com fidelidade. Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou sic. idem ou id: Significa "igual a anterior". em linhas gerais. As proposições de uma teoria são consideradas leis se já foram suficientemente comprovadas e hipóteses se constituem ainda problema de investigação" (Goldenberg. Teoria: "É um conjunto de princípios e definições que servem para dar organização lógica a aspectos selecionados da realidade empírica. (et alli): Significa "e outros". mesmo que possa parecer estranho ou esteja reconhecidamente escrita com erros de linguagem. de uma apostila ou qualquer outro documento. de um artigo. de um capítulo de um livro ou de parte deste livro. o que o leitor encontrará no corpo do texto. com tratamento escrito individual. A Hipótese pode ser confirmada ou negada. ipsis litteris: Significa "pelas mesmas letras". Alguns autores referem-se a Índice como o mesmo que Sumário e Índice como Índice Remissivo.

OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não determina a disposição destes dados na folha.passim: Significa "aqui e ali". CONTRA . . supra: Significa "acima". é opcional e permanece em branco. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição. OBS. sic: Significa "assim". É utilizada quando a citação se repete em mais de um trecho da obra. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição.CAPA Serve para proteger a última folha do trabalho. para uniformização de seus trabalhos acadêmicos. referindo-se a nota imediatamente anterior. Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou ipsis verbis.

que permita a impressão e leitura. ii. Recomenda-se a utilização da fonte arial ou times new roman. ESTRUTURA A estrutura do trabalho científico deve apresentar as seguintes etapas: Capa Errata Página de Rosto Ficha Catalográfica (verso da página de rosto) Epígrafe (opcional) Dedicatória (opcional) Agradecimentos (opcional) Sumário Listas de Ilustrações (figuras. sem traços. Em se fazendo tal opção. que não deve apresentar saliências e reentrâncias. ocupando apenas o anverso da página. através de documento digitado em espaço dum e meio (1. Havendo anexos. em algarismos arábicos. Margens do Documento As margens devem permitir encadernação e reprodução corretas. iv. pontos ou parênteses. no canto superior direito.0 cm Numeração das Páginas do Documento As páginas devem ser numeradas sequencialmente a partir da Introdução.NORMAS ABNT Digitação do Documento Os trabalhos devem ser apresentados de modo legível. não deve ser numerada. Caso sejam numeradas.5) (exceto as referências bibliográficas. de boa qualidade.0 cm Margem direita : 2. tamanho 12. utilizar algarismos romanos representados por letras minúsculas (i. hífens. material e método.0 cm Margem inferior : 2. Margem esquerda: 3. desenvolvimento e conclusão) Para trabalhos de peso acadêmico (dissertações de mestrado e teses de doutorado) ou para alguns tipos de projetos: introdução. travessões. discussão dos resultados e conclusão) . não devem ser usados barras. iniciando-se a numeração na página seguinte (página ii). asteriscos e outros sinais gráficos na margem lateral direita do texto. a página de rosto (página i). tabelas e quadros) Lista de Símbolos e Abreviaturas Resumo em Português (de acordo com a Norma ABNT/NBR-6028) Texto (introdução. resultados.). revisão de literatura. suas páginas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento a do texto principal. Tipos itálicos são usados para nomes científicos e expressões estrangeiras. A numeração das páginas preliminares (a partir da página de rosto até a última folha antes do texto) é opcional. que devem ter espaço um (1). iii. Impressão do Documento A impressão deve ser feita exclusivamente em papel branco formato A4. Alinhamento do Documento Para efeito de alinhamento.0 cm Margem superior : 3. etc.

indicação da disciplina ou área de concentração (dissertações de mestrado.Errata Página de Rosto Elementos necessários para identificação do documento. Autor Título Local Data FIGURA 1 . separado do título por dois pontos (quando for explicativo) ou ponto e vírgula (quando se tratar de subtítulo complementar).Abstract (resumo em inglês) opcional para alguns tipos de trabalho Anexos e Apêndices Glossário (opcional) Referências bibliográficas (de acordo com a Norma ABNT/NBR-6023) No caso de haver algum documento a ser referenciado. acrescido ao volume depois de impresso. ou seja: nome completo do autor.Capa Errata Lista de erros de natureza tipográfica ou não com as devidas correções. dispostos a critério do autor. dissertações e teses). A inclusão de outros elementos é opcional. local e data. Bibliografia (opcional) Índice (opcional) Capa Deve constar autoria. serão necessárias adaptações que o profissional bibliotecário de sua Unidade ou da Biblioteca Central poderá vir a orientar.). local e data. título do trabalho e subtítulo quando houver. Impressa quase sempre em retalho de papel avulso ou encartado. teses de doutorado ou livre docência. nome do orientador (monografias. ERRATA Onde se lê Leia-se Página Parágrafo Linha Material de referência conclusão 132 1 3 Pretextuais pré-textuais 156 2 1 FIGURA 2 . nome da instituição e departamento. indicando-se as páginas e/ou linhas em que aparecem. título do trabalho. Logotipo da universidade Autor Título Trabalho referente a disciplina . etc. que a Norma não contemple.

de___________ do_____ período do Curso de___________da "sua universidade" Orientado professor(a)______________ Realizado pelo(s) aluno(s)___________ Local Data FIGURA 3 .BAE .Página de rosto Ficha Catalográfica Localizada no verso da página de rosto e na parte inferior da mesma. Outros dados como notas. etc.UNICAMP Velásquez Alegre. 2. Universidade de Engenharia Elétrica e de Computação. SP: [s. nome completo e local para assinatura dos membros da banca examinadora. Orientadora: Wu Shin-Ting Dissertação (mestrado) .Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba. Interação homem-máquina. Universidade Estadual de Campinas. II. Wu Shin-Ting. objetivando a padronização das entradas de autor.]. Título.. Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação. Formaram parte da Banca: . / Delia Perla Patricia Velásquez Alegre.Ficha catalográfica Folha de Aprovação Deve conter data de aprovação. Deverá ser elaborada pelo profissional bibliotecário de sua Unidade ou da Biblioteca Central.n. III. I. 1997. orientador e definição dos cabeçalhos de assunto à partir de índices de assuntos reconhecidos internacionalmente. podem der incluídos nesta página a critério da instituição. Interfaces gráficas de usuário (Sistema de computador). FICHA CATAL0GRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA DA ÁREA DE ENGENHARIA . 1. FIGURA 4 . Delia Perla Patricia V541t Técnicas básicas para interações 3D através do mouse.-Campinas. pareceres.

"A luta contra o erro tipográfico tem algo de homérico. Durante a revisão os erros se escondem.UNICAMP FIGURA 5 . tendo um texto. Mas assim que o livro sai.Instituto de Ciências Matemáticas de São Carlos ." (Monteiro Lobato) FIGURA 6 . tendo uma citação de um pensamento que.• Maria Cristina Ferreira de Oliveira ICMSC . no qual o autor presta alguma homenagem ou dedica o seu trabalho a alguém.. também. de certa forma.Epígrafe Dedicatória (opcional) Página opcional. . tornam-se visibilíssimos.UNICAMP Wu Shin-Ting Universidade Estadual de Campinas . fazem-se positivamente invisíveis. Pode ocorrer. no início de cada capítulo ou partes principais. geralmente curto..Folha de aprovação Epígrafe (opcional) Esta página é opcional. embasou ou inspirou o trabalho.USP • • Léo Pini Magalhães Universidade Estadual de Campinas .

......... Este trabalho é para Susana......................1 Material ................ 9 4................ Havendo subdivisão nos capítulos.. Rachel.............A todos os médicos veterinários que trabalham no meio rural..... sempre em número arábico.......1 Psicológicos ........................................................... Não deve ser usado algarismo romano.... 8 4 RESULTADOS ............................2 Pedagógicos ..... FIGURA 8 ............. Vera Lúcia e Albertina que colaboraram com a realização deste.. 12 ...............................Dedicatória Agradecimentos (opcional) Página opcional. 7 3 MATERIAL E MÉTODO.... a partir da Introdução até as Referências Bibliográficas........................... 10 4........................ 8 3................ desenvolvendo a pecuária e aumentando sobremaneira a produção de alimentos......................... 5 2 REVISÃO DE LITERATURA....... com a página inicial de cada capítulo... de acordo com a Norma ABNT/NBR-6024..................... 11 5 DISCUSSÃO .. ii RESUMO ..... nem letra................. 12 6 CONCLUSÕES ...... podendo ser incluídas aqui referências a Instituições ou pessoas que subvencionaram o trabalho... Deve ser elaborado de acordo com a Norma ABNT/NBR-6027............................. deve ser adotada a numeração progressiva...... iv 1 INTRODUÇÃO ........................................................ na ordem em que aparecem no texto........ FIGURA 7 .... SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS ...................... incentivando-me.........Agradecimentos Sumário Consiste na enumeração dos capítulos do trabalho........ Os capítulos devem ser numerados em algarismos arábicos..........................................

.na obra citada Loc.. ....... gráficos.... Dependendo das características do documento podem ser incluídas as seguintes listas: lista de ilustrações ......................seguinte ou que se segue Passim ... 8 6 O cursor skitter e os jacks .. 6 3 Correspondência entre movimentos .relação de sinais convencionados........... em vários trechos ou passagens Cf..........Sumário Listas Rol de elementos ilustrativos ou explicativos.... .... escritas por extenso................no lugar citado Et seq........ Deve ressaltar o objetivo......... 13 8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ....... ..... Item a: LISTA DE FIGURAS 1 Curvatura do movimento ........ antes da lista de referências bibliográficas..... gravuras...... 11 8 Manipulação direta .............. figuras (desenhos... 7 5 O cursor tridimensional ........na mesma obra Idem ou Id...relação de tabelas. mapas.... na mesma ordem em que são citadas no texto........ fotografias). o resultado e as conclusões do trabalho............. lâminas.. em linguagem clara...... lista de notações ...... o resumo deve ser a síntese dos pontos relevantes do texto........... concisa e direta.. lista de abreviaturas e siglas ..confira Resumo em Português Deve ser precedido de referência bibliográfica do autor e elaborado de acordo com a Norma ABNT/NBR-6028........ ........ 7 4 Representações gráficas ......................do mesmo autor Op.. fórmulas. porém a tradução para o inglês "Abstract" deve ser inserido logo após o texto................ O resumo redigido na língua original do trabalho precede o texto......relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto.........aqui e ali..... seguidos dos respectivos significados.................... cit .. cit ......... 10 7 Controladores virtuais .... ......... utilizados no texto........... 5 2 Vistas ortogonais ....... Redigido pelo próprio autor do trabalho... 15 FIGURA 9 ............... 12 Item b: Ibidem ou Ibid....7 ANEXOS E APÊNDICES .... assim como o método e a técnica empregada em sua elaboração....... seguidas das palavras a que correspondem................ com indicação da página onde estão localizadas........

ALMEIDA. ou seja. esclarecimentos sobre o ponto de vista sob o qual o assunto será tratado. [Cervical esophagus reconstruction in dogs]. se os métodos empregados já forem conhecidos. objetivos e finalidades da pesquisa. Discussão . A especificação e origem do material utilizado poderá ser feita no próprio texto ou em nota de rodapé. sem interpretações pessoais. a proposição poderá ser apresentada em capítulo à parte. justificativa sobre a escolha do tema e métodos empregados. Os testes estatísticos empregados e o nível de significância adotado também devem ser referidos neste capítulo. E. a organização do texto deve obedecer a uma sequência. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia.Departamento de Cirurgia. Utiliza-se comumente a seguinte estrutura : Introdução Nesta primeira parte do texto o autor deve incluir: apresentação geral do assunto do trabalho. tabelas. Resultados É a apresentação. definição sucinta e objetivo do tema abordado. Revisão de Literatura É a apresentação do histórico e evolução científica do aspecto do trabalho. Introdução. Material e Método É a descrição precisa dos métodos. 1996. Técnicas e equipamentos novos devem ser descritos com detalhes. dividindo-se em capítulos conforme a natureza do assunto. L. através da citação e de comentários sobre a literatura considerada relevante e que serviu de base à investigação. Reconstrução do esôfago cervical de cães. Todos os autores citados na revisão de literatura ou em qualquer das partes do trabalho deverão constar da listagem final das Referências Bibliográficas.Resumo em português Texto Como todos os trabalhos científicos. com especificação dos aspectos que serão ou não abordados. mapas e figuras. entretanto. Desenvolvimento e Conclusão. Tese (Doutorado em Medicina Veterinária) . de modo a permitir a repetição dos ensaios por outros pesquisadores. delimitação precisa das fronteiras da pesquisa em relação ao campo e períodos abrangidos. relacionamento do trabalho com outros da mesma área. em ordem lógica. materiais e equipamentos utilizados. será suficiente a citação de seu autor. TEXTO DO RESUMO FIGURA 10 . Universidade de São Paulo. 71 p. Podem ser acompanhados por gráficos. dos resultados obtidos. São Paulo.

Refere-se à introdução. de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de materiais. contendo deduções lógicas e correspondentes. RESUMO . significados e razões para concordância ou discordância com outros autores. A discussão deve fornecer elementos para as conclusões. Apêndices constituem suportes elucidativos e ilustrativos. porém não essenciais à compreensão do texto. ou seja. RESENHA .ANEXO 3 ou APÊNDICE 3 No texto . Como exemplo ver item 2. o título em português. Em geral é realizada por um especialista que domina o assunto. citar primeiramente o título em inglês e. fechando-se sobre o início do trabalho. os resultados da pesquisa são analisados e comparados com os já existentes sobre o assunto na literatura citada.Pessoa a quem cabe a responsabilidade principal pela criação do conteúdo intelectual ou artístico de uma obra. posteriormente. GLOSSÁRIO AUTOR . de sentido obscuro ou de uso muito restrito. tendo como ressalva na referência bibliográfica a inversão do título. Alto da página . Quando existe a necessidade. seguido do número correspondente em algarismo arábico.Apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto.Anotações colocadas ao pé da página.2). no todo ou em parte.Menção de uma informação obtida em outra fonte.Síntese ou comentário sobre uma obra científica. NOTAS DE RODAPÉ . mas destacados deste para evitar descontinuidade na sequência lógica das idéias. etc. No texto devem ser citados entre parênteses. São discutidas suas possíveis implicações. CITAÇÃO . Para a elaboração das referências bibliográficas utilizar a norma ABNT/NBR 6023.(ANEXO 3) ou (APÊNDICE 3) Glossário (opcional) Lista de palavras pouco conhecidas.Glossário. FIGURA 11 . no trabalho.Neste capítulo. literária. cada um deles deve ter no alto da página a indicação em letras maiúsculas . A tradução do resumo para o inglês "Abstract" deve ser inserido logo após o texto e precedido de referência bibliográfica do autor. Referências Bibliográficas São o conjunto de elementos que permitem a identificação. Índice (opcional) . acompanhadas de definição. de vários anexos ou apêndices. Conclusões Devem ser fundamentadas nos resultados e na discussão. Anexos e Apêndices Anexos são partes integrantes do texto. em número igual ou superior aos objetivos propostos. entre colchetes. Constituem suportes elucidativos e ilustrativos para a compreensão do texto. com a finalidade de transmitir informações que não foram incluídas no texto. Pode limitar-se a uma exposição objetiva do texto resenhado ou tecer comentários úteis e interpretativos. Abstract (Resumo em inglês) Opcional para alguns tipos de trabalho. As referências bibliográficas são apresentadas em forma de listagem de acordo com um sistema de chamada adotado (ver item 3.11.

fórmulas científicas. quer na presença da hipersensibilidade específica detectada pelo PPD" b. 149 BANDEIRA. sistemático . regulamentos. 94 FIGURA 12 ... Iêda Muniz de. 65 ALMEIDA. b. Marília Amaral Mendes. Rubens Borba de.quando as entradas são ordenadas alfabeticamente. Veleida Ana. cronológico . 596-598 MORAIS. c. em bloco recuado das margens laterais. FIGURA 13 . 65 BLANK. Valendo-se de várias hipóteses. decretos. ÍNDICE DE AUTORES ABATH. quer na ausência. Pode ser direta. entre aspas duplas. De acordo com as conclusões de SINHORINI (1983). 167 CABRAL.quando as entradas são ordenadas de acordo com um sistema de classificação de assunto. "O BCG induz à formação de lesão granulomatosa.quando as entradas são ordenadas cronologicamente. O índice deve ser elaborado de acordo com a norma ABNT/NBR 6034. O arranjo do índice pode ser classificado em: a.o granuloma tuberculoso é constituído por dois sistemas independentes: o macrofágico que controlaria tanto o escape . Suelena Pinto. até três linhas deve ser incorporada ao parágrafo. Anna Maria Rezende. Eliane e Rita ÍNDICE SISTEMÁTICO MONTAGEM Ver Arte-final MONTAGEM DO LIVRO processo de. indireta e citação de citação. Marina dos Santos. palavras ou trechos de outro autor). 27. 399 BORGES.Índice sistemático. 31 NEOLOGISMO uso do. citação mais longa deve figurar abaixo do texto. Citação Direta É a cópia exata ou transcrição literal de outro texto (leis. Stella Maris. alfabético . segundo determinado critério. ORIENTAÇÕES TÉCNICAS Apresentação de informação no texto Citação É a menção no texto de uma informação colhida de outra fonte. Rachel Joffily. 553 CARIBÉ. 27 ALVES. 73-74 NORMALIZAÇÃO Abreviaturas. 357 ALMEIDA. que localiza e remete para as informações contidas no texto.Índice de autores. O tamanho de uma citação determina sua localização no texto da seguinte forma: a.Lista de entradas ordenadas. SINHORINI (1983) constata que ".

1981). Citação de Citação É a mensão de um documento ao qual não se teve acesso. 1956) As entidades coletivas podem ser citadas pelas respectivas siglas. Esse procedimento pressupõe que a listagem bibliográfica já possua numeração definitiva. em estudo sobre o atendimento aos menores em São Paulo. Esse tipo de citação só deve ser utilizado nos casos em que realmente o documento original não pode ser recuperado (documento muito antigo. quanto o crescimento bacteriano na mesma. desde que na primeira vez em que forem mencionadas apareçam por extenso.. dispensando o uso de aspas duplas.do antígeno da lesão.. Citação Indireta É a expressão da idéia contida na fonte citada. NOBREGA. JONES.). Dinamarca e Finlândia (GLAZEBROOK et al. CAMPOS (15) destacou. na Inglaterra. Pode ser citado na lista final de referências bibliográficas ou em nota de rodapé.WHO (1985) O documento original não consultado também pode ser citado em nota de rodapé.. e o imunocompetente. representado pela hipersensibilidade e expresso morfologicamente pelo halo de células jovens. seguido da data e da expressão apud e do sobrenome do(s) autor(es) da referência fonte. Noruega.. ou . 1948). Holanda. vários casos têm sido descritos em países como Canadá. World Health Organization .". No texto deve ser indicado o sobrenome do(s) autor(es) do documento não consultado. Observação: A indicação da fonte entre parênteses pode suceder a citação. NOBREGA (1956) chegou às mesmas conclusões. uma vez que inserções posteriores exigem mudança em toda a numeração. etc. sem transcrição. 1973.. Após esse primeiro isolamento. para evitar interrupção na sequência do texto. .5° C (RIECK & LEE. (MUELLER. 1858 apud REIS. Pode-se simplificar a citação. sendo obrigatória a indicação da página de onde foi extraída a informação. A hipertermia em bovinos Jersey foi constatada quando a temperatura ambiente alcançava 29. MUELLER (1858) apud REIS. mencionando-se apenas o número recebido pelo documento na listagem bibliográfica. dados insuficientes para a localização do material. . que as creches comunitárias expressam uma relação diferente dos orfanatos..

De acordo com a ENCICLOPÉDIA de Tecnologia. Título .M. devem-se incluir duas entradas na listagem bibliográfica: uma relacionando o documento não consultado seguido da expressão "apud" e os dados do documento efetivamente consultado. devem ser usadas reticências. anotações de aulas. etc.Conforme os dados do ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO BRASIL (1973).. M. Se o título for muito longo. simplifica e facilita a maneira de conduzir a investigação. seminários..S. simpósios.. Observação: Quando não se usa a nota de rodapé. (Apresentado à Conferência Anual da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária. na forma em que se apresentam na lista de referências bibliográficas. A pesquisa em ciências humanas. ou de Autoria Coletiva Documentos cuja entrada no texto é pelo título (obras anônimas. eventos considerados no todo. congressos.K. 1980... HAGIWARA. São Paulo. SILVA (1983) afirma que o calor se constitui. Na listagem bibliográfica deve-se incluir os dados completos do documento efetivamente consultado. OU (ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO BRASIL.. outra entrada será feita relacionando apenas os dados da fonte consultada. apud MARCONI & LAKATOS (1982).) a citação deve ser feita com as primeiras palavras deste título.No SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS.. Entidades . como comunicações pessoais. Belo Horizonte : Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais. Petrópolis : Vozes. ____________________________ SILVA. R. etc. Eletroforese em acetato de celulose das proteínas séricas de cães com ascite. eventos não impressos (conferências. sendo bem delimitado. apresenta a formulação do problema como uma fase de pesquisa.. (1972).) devem ser mencionadas em nota de rodapé. Comunicação pessoal. 1983. 1979). FUKUSHIMA. que. ou tiver subtítulo. 34. o número de brasileiros cursando o segundo grau não alcançou os índices esperados. . H. Pedro. Citação de Informações Quando obtidas através de canais informais. 1973) c) Evento . palestras. Documentos Considerados no Todo. (1990). Documentos Anônimos. HAGIWARA (1979) realizaram o estudo do proteinograma..MARINHO1 . __________________________ 1MARINHO. FUKUSHIMA.

1965. Marcelo Lima. 1948) c. 1973) . KING. (1965) ou (JARDIM et al. A opção por qualquer dos critérios deverá ser seguida uniformemente.. Apresentação de Autores no Texto Deve obedecer os seguintes critérios: a. Três ou mais autores Indicação do primeiro autor. seguido da expressão et al. 1973) aconselha a medicação D. b. População regional.2). THOMAS. Na citação de vários trabalhos de diferentes autores. RIECK & LEE (1948) ou (RIECK & LEE.Unicamp. b. seguido da data.Trabalhos não Publicados Trabalhos não publicados e em fase de elaboração devem ser mencionados apenas em nota de rodapé. com a informação (No prelo) precedendo o título do periódico. separados pelas notações do sistema de chamada adotado (ver item 3. Um autor Indicação do SOBRENOME do autor em maiúsculas. JARDIM et al. THOMAS (1973) Ou (ATANASIU. Trabalhos comprovadamente em fase de impressão devem ser mencionados na lista final de referências bibliográficas. LIRONS (1955).. 1965) d. _________________________________ *FIGUEIRA. quando citados em bloco no texto. volume. São Paulo : Faculdade de Educação . KING (1965). acrescidos da data. FIGUEIRA (1977)* estudando a ação dos universitários. LIRONS.. mencionam-se todos os autores. HAFEZ (1973) aconselha a medicação D. OU Em pesquisa anterior (HAFEZ. Dois autores Indicação dos dois autores unidos por "&". número e ano. em toda a matéria. acrescido da data. A citação de vários autores poderá obedecer a ordem alfabética ou cronológica. 1967. ORDEM ALFABÉTICA ATANASIU (1967). 1977. 1955.

1967.7 A lista final de referências bibliográficas deve ter arranjo numérico. e sem espacejamento. KING (1965). A lista final de referências bibliográficas deve ter arranjo alfabético. 1973) Sistema de Chamada para Apresentação de Citações no Texto O método escolhido para a identificação das citações deve ser observado ao longo de todo o trabalho. 1955. a) CARRARO (1973a) ou (CARRARO. são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas do alfabeto após a data. As chamadas no texto recebem o número respectivo dessa ordem pré-estabelecida. publicados em um mesmo ano. não ser mencionado. Sistema alfanumérico Neste sistema. 1965b) Quando houver coincidências de autores com o mesmo sobrenome e data. THOMAS. em alguns casos. O nome do autor pode. . 1965a) VOLKMAN & GOWANS (1965b) ou (VOLKMAN & GOWANS. É citada apenas a idéia ou pensamento. R. seguido da data de publicação do trabalho.. (1958) ou (BARBOSA. N. seguindo a ordem em que as citações aparecem no texto. (1958) ou (BARBOSA. Os sistemas podem ser: Sistema alfabético (autor-data) As citações devem ser indicadas pelo SOBRENOME do autor. a) BARBOSA. acrescentar as iniciais de seus prenomes. THOMAS (1973) Ou (LIRONS.. as referências bibliográficas são alfabetadas e numeradas previamente. ATANASIU (1967). seguido da indicação numérica da citação.. KING. 1958) b) BARBOSA. ATANASIU. De acordo com CERVO & BERVIAN "documento é toda base de conhecimento fixado materialmente". N. 1973a) CARRARO (1973b) ou (CARRARO. As citações de diversos documentos de um mesmo autor.ORDEM CRONOLÓGICA LIRONS (1955). LUCCI et al (1976) constata que a ingestão de alimentos.. 1973b)b) VOLKMAN & GOWANS (1965a) ou (VOLKMAN & GOWANS. 1965. R. 1958) Sistema numérico As citações dos documentos devem ser indicadas por chamadas numéricas colocadas meia entrelinha acima do texto.

Explicativas Quando se referem a comentários e/ou observações pessoais do autor. São separadas do texto por um traço contínuo de 4cm e datilografadas em espaço simples e com caracteres menores do que o usado para o texto. 1979) e Normas de Apresentação Tabular (Conselho Nacional de Estatística. Notas de Rodapé As notas de rodapé destinam-se a prestar esclarecimentos ou tecer considerações que não devam ser incluídas no texto para não interromper a sequência lógica da leitura. acompanhada do número de ordem. Por exemplo. data da publicação e outros dados para localização da parte citada. gráficos.. Essa orientação aplica-se também a artigos de publicações periódicas. na entrelinha superior sem parênteses. pode-se adotar uma sequência numérica única para todo o texto. tabelas e gráficos) A apresentação de quadros e tabelas está regida pelas "Normas de Apresentação Tabular" (IBGE. etc. Figuras São desenhos. Em alguns casos é preferível repetir tantas vezes quantas forem necessárias as indicações bibliográficas. Apresentação de Ilustrações (figuras. para indicar textos relacionados com as afirmações contidas no trabalho. . não sendo aconselhável reuní-las todas no fim de capítulos ou da publicação. concordando com AZEVEDO¹ e BARBOSA² . uma vez que dificultam a leitura. evitando-se recomeçar a numeração a cada página. encontramos em fontes não oficiais conceitos que podem auxiliar na elaboração destes elementos e que julgamos úteis. concessão de bolsas e auxílios financeiros para realização de pesquisa. com numeração consecutiva para cada capítulo ou parte. Entretanto. expressões e abreviaturas latinas. entre si. nomes de instituições. Essas expressões só podem ser usadas quando fizerem referência às notas de uma mesma página ou em páginas confrontantes. No texto devem ser indicados pela abreviatura Fig. Para se fazer a chamada das notas de rodapé. seguido do número de ordem em algarismo romano. usam-se algarismos arábicos.. com os respectivos títulos precedidos da palavra FIGURA e do número de ordem em algarismo arábico. endereços. A identificação se fará com o nome do elemento QUADRO. títulos do autor e outros. remeter o leitor a outras partes do mesmo trabalho ou outros trabalhos para comparação de resultados e para incluir a tradução de citações feitas em língua estrangeira ou indicar a língua original de citações traduzidas. para cuja compreensão não seria necessária qualquer elaboração matemático-estatística. São também usadas para indicar dados relativos a comunicação pessoal.. Apresentação As notas de rodapé se localizam na margem inferior da mesma página onde ocorre a chamada numérica recebida no texto.. Quando as notas forem em número reduzido.GOMES³ . ampliando nossa busca bibliográfica. fotografias. 1958). quadros. embora as mesmas devam ser evitadas. Essas notas devem ser reduzidas ao mínimo e situar-se em local tão próximo quanto possível do texto. É muito comum o uso de termos. Há dois tipos de notas de rodapé: Bibliográficas São em geral utilizadas para indicar fontes bibliográficas permitindo comprovação ou ampliação de conhecimento do leitor. Notas Bibliográficas As notas de indicação bibliográfica devem conter o sobrenome do autor. Usa-se espaço duplo para separar as notas. mas citadas pelo autor. Quadros Denomina-se quadro a apresentação de dados de forma organizada. fotomicrografias. a trabalhos não publicados e a originais não consultados.

Gráficos Depois de sintetizados em tabelas.com. com a finalidade de proporcionar ao interessado uma visão rápida do comportamento do fenômeno. Expressam as variações qualitativas e quantitativas de um fenômeno. associados a um fenômeno. constituído de uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos. com o título voltado para a margem esquerda da folha. 1 DA ESTRUTURA DA MONOGRAFIA A estrutura de uma monografia compreende as seguintes partes: a) elementos pré-textuais. Em outras palavras. bem como para explicar como é feita a divisão do texto em capítulos. onde devem constar a delimitação do assunto tratado. Lendo a introdução. objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho. deve ser colocada em posição horizontal. não ultrapassando 500 palavras. A finalidade básica da tabela é resumir ou sintetizar dados de maneira a fornecer o máximo de informação num mínimo de espaço. tornando claros os fatos que poderiam passar despercebidos em dados apenas tabulados. logo abaixo. deve ser continuado na página seguinte. a seguir apresentar-se-á comentários sobre a metodologia utilizada. Na apresentação de uma tabela devem ser levados em consideração os seguintes critérios: toda tabela deve ter significado próprio. das palavras representativas do conteúdo do trabalho. Neste caso o final não será delimitado por traço horizontal na parte inferior e o cabeçalho será repetido na página seguinte. Como forma de esclarecer nossos clientes a respeito do trabalho desenvolvido por nossa equipe. os dados podem ser apresentados em gráficos. não devem ser apresentadas tabelas nas quais a maior parte dos casos indiquem inexistência do fenômeno.br REGRAS DA ABNT RESUMO Elemento obrigatório. dispostos numa determinada ordem de classificação. Serve para representar qualquer tabela de maneira simples. INTRODUÇÃO A introdução é a apresentação sucinta e objetiva do trabalho.Tabelas São conjuntos de dados estatísticos. conforme a NBR 6028. métodos e procedimentos seguidos. o leitor deve sentir-se esclarecido a respeito do tema do trabalho como do raciocínio a ser desenvolvido. Se a tabela ou quadro não couber em uma página. sua importância e sobre como foi elaborado: objetivo. que fornece informações sobre sua natureza. a tabela deve ser colocada em posição vertical. seguido. para facilitar a leitura dos dados.1 Elementos pré-textuais São chamados pré-textuais todos os elementos que contém informações e ajudam na identificação e na utilização da monografia. é a parte inicial do texto. 1.admbrasil. Fonte: www. c) elementos pós-textuais. dispensando consultas ao texto. que segue rigorosamente os padrões estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). isto é. palavraschave e/ou descritores. seções e subseções. No caso em que isso seja impossível. legível e interessante. b) elementos textuais. São considerados elementos pré-textuais de uma monografia: .

1. 4) Dedicatória (opcional). pode-se colocar uma lei de importância fundamental para o entendimento do texto. 6) Epígrafe (opcional). descrevendo com detalhes a pesquisa e como foi desenvolvida. que fixa a ordem dos elementos das referências e estabelece convenções para transcrição e apresentação da informação originada do documento e/ou outras fontes de informação. São considerados fundamentais os seguintes elementos: 1) Introdução: é a apresentação sucinta e objetiva do trabalho. digitados em uma só face da folha. 5) Agradecimentos (opcional). métodos e procedimentos seguidos. Dentre os elementos pós-textuais. 7) Resumo em Língua Vernácula (obrigatório). o anexo. o índice. 2) Anexo(s) (opcional): é um texto não elaborado pelo autor.1) Capa (obrigatório). o apêndice.1 Formato e margens Os trabalhos devem ser digitados em papel branco A4 (210 mm x 297 mm). As referências bibliográficas das monografias devem seguir o padrão NBR 6023. Dentre os elementos pós-textuais temos as referências. 2) Contra-capa (obrigatório). para torná-lo menos denso e não prejudicá-lo. o projeto gráfico é de responsabilidade do autor do trabalho. as monografias desenvolvidas por nossa equipe são elaboradas conforme os elementos apresentados supra. fornecendo informações sobre sua natureza. 8) Resumo em Língua Estrangeira (obrigatório). comprovação e ilustração para a monografia. mas que.3 Elementos pós-textuais São os elementos que tem relação com o texto. 2) Desenvolvimento: parte principal do texto. 1. Em monografias jurídicas. 2. No que se refere aos elementos pré-textuais.2 Elementos textuais Parte do trabalho em que é exposto o conteúdo da monografia. 2 DA APRESENTAÇÃO GRÁFICA A seguir está descrito o padrão recomendado pela ABNT (NBR 14724). sua importância e sobre como foi elaborado: objetivo. costumam vir apresentados após a parte textual. o glossário. De acordo com a NBR 14724. 3) Conclusão: é a síntese dos resultados do trabalho e tem por finalidade recapitular sinteticamente os resultados da pesquisa elaborada. que foi elaborado para facilitar a apresentação formal dos trabalhos acadêmicos. Sua organização é determinada pela natureza do trabalho. . por exemplo. retirados de documentos. 9) Sumário (obrigatório). 3) Folhe de Aprovação (obrigatória). que serve de fundamentação. de forma e permitir sua identificação individual. destacam-se: 1) Referências (obrigatório): conjunto padronizado de elementos descritivos.

a utilização de fonte tamanho 12 para o texto e tamanho menor para citações de mais de três linhas. 2. Os títulos sem indicativo numérico. notas de rodapé. 2. deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto. não ultrapassando a subdivisão quinária.1 Seção terciária – (Título 3) 1. De acordo com a NBR 14724 (AGO 2002). As referências. 3 DAS CITAÇÕES Esta seção aborda o assunto das citações.4. alinhado à esquerda. dedicatória. devem iniciar em folha distinta. separado por um espaço de caractere.3 Notas de rodapé As notas devem ser digitadas dentro das margens.1 Seção quinária – (Título 5) Na numeração das seções de um trabalho devem ser utilizados algarismos arábicos. sem subdividir demasiadamente as seções. abstract. Exemplo: 1 Seção Primária – (TÍTULO 1) 1. paginação. itálico ou grifo e redondo. recomenda-se. interpretá-lo. devem ser separadas entre si por espaço duplo. nas notas de rodapé. por serem as principais divisões de um texto. a partir da margem esquerda. entre outros elementos. nas referências no final do trabalho e na ficha catalográfica. e de 2 cm à direita e na parte inferior. utilizando-se os recursos de negrito. ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de 3 cm.1 Seção quartenária – (Título 4) 1. notas de rodapé. 2.1. para digitação.1. que os títulos das seções primárias – por serem as principais seções de um texto. e outro. no sumário e de forma idêntica.1. a utilização de fonte tamanho 12 para o texto e tamanho menor para citações de mais de três linhas. 2. podendo reproduzi-lo literalmente (citação direta).4 Indicativos de seção O indicativo numérico de uma seção precede seu título. Os títulos das seções primárias.1. devem iniciar em folha distinta. paginação e legendas das ilustrações e tabelas. também. como agradecimentos. de uma informação extraída de outra fonte. Destacam-se gradativamente os títulos das seções. no texto. ao final do trabalho. conforme a NBR 6024. devem ser centralizados. .1. referências e outras. caixa alta ou versal.Recomenda-se. a folha deve apresentar margem de 3 cm à esquerda e na parte superior. que trata-se da menção.2 Espacejamento Todo o texto deve ser digitado com espaço duplo. Importante ressaltar.1 Seção Secundária – (TÍTULO 2) 1. no texto. resumo. exceto nas citações diretas separadas do texto (quando com mais de três linhas).1 Numeração Progressiva Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho. para digitação. Com relação às margens. Os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede por dois espaços duplos. ou extrair uma informação de uma fonte intermediária.1. O autor utiliza-se de um texto original para extrair a citação. resumi-lo ou traduzi-lo (citação indireta).

na qual se encontram os princípios jurídicos fundamentais da tributação. deverá constar a referência completa da seguinte forma: MACHADO. para construir o Direito. 30) com muita propriedade nos lembra. Portanto. Conforme visto supra. deve-se observar apenas o recuo de 4 cm da margem esquerda. se encontram na NBR 10520 (AGO 2002).2 Citações indiretas Citações indiretas (ou livres) são a reprodução de algumas idéias. exige que os indivíduos lhe forneçam os recursos de que necessita. As notas de rodapé podem ser conforme as notas de referência (ver tópico 3. deve-se utilizar o sistema autor-data para as citações do texto e o numérico para notas explicativas. A seguir. No entanto. instituindo tributos. deve ser fiel ao sentido do texto original. A seguir. no final da monografia. de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas e com fonte menor. diferentemente da citações diretas. Curso de direito tributário. Importante observar que nas citações indiretas deve-se colocar o sobrenome do autor (em letra maiúscula). Na lista de referências: BOBBIO. abaixo da primeira letra da primeira palavra. As citações diretas. p. sem que haja transcrição literal das palavras do autor consultado. as regras referentes à citações. Hugo de Brito. nas citações indiretas. que os “juristas medievais justificaram formalmente a vaidade do direito romano ponderando que este era o direito do Império Romano que tinha sido reconstituído por Carlos Magno com o nome de Sacro Império Romano”. ao comentar esta situação. 2001. Por outro lado.1 Citações diretas Para citações diretas com mais de três linhas. bastante para fazer as regras de conduta. . Exemplos: _____________________ 1 Veja-se como exemplo desse tipo de abordagem o estudo de Netzer (1976). Dessa necessidade nasceu o Estado. 1995.6 da NBR 14724 orienta que “as citações devem ser apresentadas conforme a NBR 10520”. o Estado. alguns exemplos de citações indiretas: De acordo com Machado (2001). devendo ser feita conforme os termos estabelecidos na Constituição Federal brasileira. 19. cuja noção se pressupõe conhecida de quantos iniciam o estudo do Direito Tributário. em grande parte do estudo de Rahner (1962). no exercício de sua soberania. de até três linhas. a instituição do tributo é sempre feita mediante lei. 2001. devem estar contidas entre aspas duplas. Apesar de ser livre. São Paulo: Ícone.5) e devem ser alinhadas. Não necessita de aspas. que podem ser diretas ou indiretas. 31). 3. no texto. ed. 3. As aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação. 2 Encontramos esse tipo de perspectiva na 2ª parte do verbete referido na nota anterior. ou seja. Norberto. A citação ficaria da seguinte forma: Para viver em sociedade. o ano da publicação da obra e o número da página onde foi retirado o texto.O item 5. não é necessário colocar o número da página onde o texto foi escrito. p. necessitou o homem de uma entidade com força superior. de acordo com a NBR 10520. na lista de referências bibliográficas. a partir da segunda linha da mesma nota.3 Notas de rodapé No que se refere a notas de rodapé. O positivismo jurídico: lições de Filosofia do Direito. (MACHADO. 3. temos o exemplo deste tipo de citação: Bobbio (1995. São Paulo: Malheiros.

em diversas passagens. Os elementos essenciais são estritamente vinculados ao suporte documental e variam. em nota de rodapé. Não se inicia a numeração a cada página. Exemplo: No rodapé da página: _____________________ 8 FARIA. Sua numeração é feita em algarismos arábicos. As citações subseqüentes da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada. únicos e consecutivos e não se inicia a numeração a cada página. As expressões com abreviaturas são as seguintes: a) apud – citado por. Direitos humanos. d) sequentia ou et. – seguinte ou que se segue. – o mesmo autor. b) idem ou Id. sucintas e claras. conforme o tipo. – na obra citada.5 Notas explicativas Notas explicativas são as usadas para a apresentação de comentários. Sérgio Pimentel.1 Elementos essenciais São as informações indispensáveis à identificação do documento. A primeira citação de uma obra. direitos sociais e justiça. deve ter sua referência completa. que deverá ser feita por algarismos arábicos. Entende-se por referências o conjunto padronizado de elementos descritivos. devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. São Paulo: Malheiros. c) ibidem ou Ibid. opere citato ou op. devendo ser breves. – na mesma obra. Rio de Janeiro: Cultura Médica. g) loco citato ou loc. a primeira citação de uma obra. seq.). podendo ser adotadas expressões para evitar repetição desnecessária de títulos e autores em nota de rodapé. confronte. deve ter sua referência completa. cit. 3. esclarecimentos ou considerações complementares que não possam ser incluídas no texto. e) opus citatum. . 1994. 4 DAS REFERÊNCIAS Elemento obrigatório e imprescindível da monografia. de forma a permitir sua identificação individual.4 Notas de referência Ao fazer as citações. Odontologia preventiva especializada. 1. ed. cit. retirados de documentos. Conforme visto supra. 1994. – no lugar citado. As referências podem ser identificadas por duas categorias de componentes: elementos essenciais e elementos complementares. obrigatoriamente.3. o autor do texto pode fazer a opção de colocar notas de referência. 4. – confira. elaborado de acordo com a NBR 6023. Exemplo: STORINO. f) cf. José Eduardo (Org. portanto. h) passim – aqui e ali.

permitem melhor caracterizar os documentos. com exclusão de artigos (definidos e indefinidos) e palavras monossilábicas. Teresina. set.3. CURTY. ou de responsabilidade.3 Regras Gerais Os elementos essenciais e complementares da referência devem ser apresentados em seqüência padronizada. boletim etc. Exemplo: CRUZ.1 Livro CURTY. Marlene Gonçalves. 8. NOTA – É opcional apresentar os desdobramentos relativos à importância. BIBLIOGRAFIA .4 Documento jurídico em meio eletrônico BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Disponível em: <http://www1. em meio eletrônico MARQUES. repercussão. 4. 4. sugerindo novas abordagens a serem consideradas em trabalhos semelhantes.3. projeção. em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo. 4. Acesso em: 20 set. ed. dissertações e teses: (NBR 14724/2002). n. 6. na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos e hipóteses. Alguns elementos indicados como complementares podem tornar-se essenciais.3 Artigo e/ou matéria de revista. Isto não se aplica às obras sem indicação de autoria. MENDES. Em outras palavras. O recurso tipográfico (negrito. cujo elemento de entrada é o próprio título. Aspectos do comércio eletrônico aplicados ao Direito Brasileiro. 2003. O autor poderá manifestar seu ponto de vista sobre os resultados obtidos. 2001. já destacado pelo uso de letras maiúsculas na primeira palavra.asp?id=2467>. Quando isso não for possível. Anamaria da Costa. alguns exemplos de referências usadas mais comumente em nossas monografias. desde que sua utilização contribua para a identificação do documento. CONCLUSÃO Parte final do texto.3. a conclusão é a síntese dos resultados da monografia. Os modelos de referências estão exemplificados na NBR 6023. Tem por finalidade recapitular sinteticamente os resultados da pesquisa elaborada. 15-21. 2002. Maria Tereza Reis. aos objetivos e à hipótese apresentada.jus. 2. indicando-se os dados assim obtidos entre colchetes. a. p. v. 52. 4. Jus Navigandi. 1997. nov. 3.2 Elementos complementares São as informações que. Anamaria da Costa. A seguir. bem como sobre o seu alcance. Maringá: Dental Press. São Paulo: Revista dos Tribunais. encaminhamento e outros. Política e Administração. CRUZ.2 Artigo de revista GURGEL. NOTA – Os elementos essenciais e complementares são retirados do próprio documento. Maringá: Dental Press. 2003. Marlene Gonçalvez. Maria Tereza Reis. utilizamse outras fontes de informação. Renata Ribeiro. Na conclusão. Publicações periódicas científicas impressas: NBR 6021 e 6022. acrescentadas aos elementos essenciais. o autor deve apresentar os resultados mais importantes e sua contribuição ao tema. grifo ou itálico) utilizado para destacar o elemento título deve ser uniforme em todas as referências de um mesmo documento. C. MENDES. 2002. 4. n. Apresentação de trabalhos acadêmicos.3. síntese. RT Legislação. Reforma do Estado e segurança pública. As referências são alinhadas somente à margem esquerda do texto e de forma a se identificar individualmente cada documento.com. Rio de Janeiro.4.br/doutrina/texto.

de acordo com ISO/IEC Guia 62/1997. 2002. As Normas Técnicas propiciam o correto suprimento das necessidades práticas dos produtores e consumidores e são fundamentais para a eliminação de desperdícios de tempo. fatores que alimentam o ciclo motor do desenvolvimento social. pois elas permitem que haja consenso entre produtores. melhoria da qualidade e redução de preços e custos. Rio de Janeiro. fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. 2002. 21. É membro fundador da ISO (International Organization for Standardization). por escrito.monografia. É uma entidade privada. processo ou serviço que está em conformidade com os requisitos especificados. NBR 14724: informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. serviço ou processo deve cumprir. ed. em relação a problemas existentes ou potenciais. garantindo um processo reconhecido e seguro. estrangeiros ou internacionais. que determinado produto. ABNT como Organismo de Certificação A ABNT é um Organismo Nacional que oferece credibilidade internacional. e as auditorias são realizadas atendendo às normas ISO 10011 e 14011. NBR 10520: informação e documentação – citações em documentos – apresentação. O que é Normalização Atividade que estabelece. Apresentação de trabalhos acadêmicos. permitindo uma perfeita ordenação e a globalização dessas atividades ou produtos. Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. CRUZ. Marlene Gonçalves. o que resulta em crescimento do mercado. Fonte: www. reconhecida como Fórum Nacional de Normalização – ÚNICO – através da Resolução n. Certificação É um conjunto de atividades desenvolvidas por um organismo independente da relação comercial com o objetivo de atestar publicamente. Estes requisitos podem ser: Nacionais. governo e consumidores. As Normas são fatores vitais para que a evolução tecnológica nacional acompanhe com sucesso o processo de globalização mundial.08. O Que são Normas Técnicas Norma é o documento técnico que estabelece as regras e características mínimas que determinado produto. garantindo maior rapidez e confiança nos certificados. CURTY. sem fins lucrativos. Rio de janeiro. ampl. A ABNT conta ainda com um quadro de técnicos capacitados e treinados para realizar avaliações uniformes. NBR 6023: informação e documentação – referências – elaboração. 2000. rev.1992.net ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) Fundada em 1940. Maringá: Dental Press. MENDES. prescrições destinadas à utilização comum e repetitiva com vistas à obtenção do grau ótimo de ordem em um dado contexto. Rio de Janeiro. de 24. ______. Isso facilita o intercâmbio comercial e aumenta a produtividade e as vendas não só no mercado interno como também no mercado externo. 2000. Maria Tereza Reis.º 07 do CONMETRO.. dissertações e teses: (NBR 14724/2002). a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – é o Órgão responsável pela normalização técnica no país. São Paulo: Cortez. Anamaria da Costa. ______. Todo nosso processo de certificação está estruturado em padrões internacionais. SEVERINO. 2002. matéria-prima e mão-de-obra.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. da COPANT (Comissão Panamericana de Normas Técnicas) e da AMN (Associação Mercosul de Normalização). é possivel trabalhar com um padrão tecnológico. Com as normas. . pois ficam eliminadas as barreiras técnicas criadas pela existência de regulamentos conflitantes sobre produtos e serviços em diferentes países.

1.7 SUMÁRIO: relação das principais divisões do trabalho na ordem em que aparecem no texto. então. teses de mestrado e doutorado. . é feito o pedido à ABNT.1 CAPA: é a proteção externa do trabalho.Relaciona figuras. 1. normalmente padronizada pelos curso. a síntese de alguns conceitos sobre a estrutura obrigatoria.6 AGRADECIMENTO: é interessante que sejam feitos agradecimentos a pessoas e instituições 1. . para quem for escrever um trabalho acadêmico. Este resumo é indicado. como para atender às exigências do Comitê Técnico OMC – Organização Mundial do Comércio. Apresentamos. Usar uma nova página para cada lista (NB – 14:08.3 VERSO DA FOLHA DE ROSTO: ficha catalográfica.9 LISTA DE SIGLAS. Afinal. nome do orientador.. temos serviço de SEDEX. o título e a página onde se encontram (Anexo C). e no prazo máximo em 5 (cinco) dias úteis é entregue ao interessado ou se preferir receber com mais urgência. 1.com. as atividades de Normalização precisam ser intensificadas em rítmo acelerado. 1. 1. de acordo com ISO/IEC Guia 62/1997.No Brasil. indicando o número. fica muito difícil formatar um texto acadêmico sem um conhecimento básico do conteúdo da norma.creapa. pesquisas.2 FOLHA DE ROSTO: é a folha que apresenta os elementos essenciais à identificação do trabalho (anexo A e B) 1.. e as auditorias são realizadas atendendo às normas ISO 10011 e 14011. com um *acréscimo já estipulado. 1. principalmente. não só pelo crescente desenvolvimento do mercado. 1.5 DEDICATÓRIA: a critério do autor. monografia. Se houver poucas ilustrações de cada tipo. O interessado. Estrutura do trabalho Estrutura do trabalho científico e acadêmico. O trabalho apresentado a seguir é apenas uma visão do básico contido nas normas técnicas da ABNT. Fonte: www. Em seguida mediante comprovante de pagamento. seguidas de seus significados. pode ser utilizadas não somente para trabalhos acadêmicos.8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES: localiza-se após o sumário. Claro. também. quadros e gráficos. Seria uma forma de. se precisar pode também solicitar proposta orçamentária que após autorizada pelo mesmo. todas podem ser colocadas em uma página só. título.4 FOLHA DE APROVAÇÃO: autor. Utilize o que for conveniente para o seu trabalho. fax ou internet. 1. mas. banca examinadora. na ordem em que aparecem no texto. Todo nosso processo de certificação está estruturado em padrões internacionais. tabelas. Como adquiri-las? A solicitação pode ser feita através de nossos telefone. ABREVIATURAS E SÍMBOLOS: devem ser ordenadas alfabeticamente. dissertações.001). ou por depósito bancário nas agências do Banco do Brasil S/A. por estudantes do ensino fundamental e médio que queiram familiarizar-se com esses conceitos ao preparar suas pesquisas. garantindo um processo reconhecido e seguro. antecipar a sua preparação para um futuro academico mais promissor. em página própria.05.br ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) As normas da ABNT A ABNT é um Organismo Nacional que oferece credibilidade internacional. aprovado em . é expedido um boleto bancário a ser pago nas agências dos CORREIOS.

Nome do autor. deve ser evidenciada sua subordinação ao título principal. 4. não excedendo 500 palavras.1 . .Título principal do trabalho: deve ser claro e preciso. na seguinte ordem: .Nome do autor: responsável intelectual do trabalho.Título.1. Capa (obrigatório) Folha de rosto (obrigatório) Errata (opcional) Folha de aprovação (obrigatório) Dedicatória (opcional) Agradecimentos (opcional) Epígrafe (opcional) Resumo em língua vernácula (obrigatório) Resumo em língua estrangeira (obrigatório) Sumário (obrigatório) Lista de ilustrações (opcional) Lista de abreviaturas e siglas (opcional) Lista de símbolos (opcional) Textuais Introdução Desenvolvimento Conclusão Pós-textuais Referências (obrigatório) Apêndice (opcional) Anexo (opcional) Glossário (opcional) A. .1] Obrigatório.1. deve constar em cada capa a especificação do respectivo volume). .Ano do depósito (entrega). os resultados e as conclusões do trabalho. . o método. . precedido de dois pontos (:). . 4. clara e concisa do texto. .Local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado.10 RESUMO: é a apresentação resumida. destacando-se os aspectos de maior interesse e importância.Subtítulo: se houver.2] Os elementos devem figurar na seguinte ordem: .Elementos pré-textuais Capa [NBR 14724. para proteção externa e sobre o qual se imprimem informações que ajudam na identificação e utilização do trabalho. O resumo deve ressaltar o objetivo.11 ABSTRACT: é a tradução para uma língua estrangeira do resumo. deve constar em cada folha de rosto a especificação do respectivo volume).Número de volumes (se houver mais de um. Folha de rosto (Anverso) [NBR 14724.Número de volumes (se houver mais de um.Subtítulo. identificando o seu conteúdo e possibilitando a indexação e recuperação da informação. 1.1. se houver. Deve ser redigida de forma impessoal. . .1.

se houver. por exemplo). 4. 4.1. 4.1. Lista de figuras e de tabelas [NBR 14724. Sumário [NBR 14724. Os agradecimentos são dirigidos apenas àqueles que contribuíram de maneira relevante à elaboração do trabalho.6] Opcionais. .2] Deve constar da ficha catalográfica.CCAA2. do co-orientador. acompanhado do respectivo número da página. não ultrapassando 500 palavras. nome da instituição a que é submetido. Resumo na língua vernácula [NBR 14724. Resumo em língua estrangeira [NBR 14724. Deve ser seguido das palavras representativas do conteúdo do trabalho. que contem autor. que consiste na enumeração das principais divisões. das palavras representativas do conteúdo do trabalho. título por extenso e subtítulo.Local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado.Nome do orientador e. constitui-se em uma seqüência de frases concisas e objetivas. nome.4] Elemento obrigatório. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano .9] Elemento obrigatório. na mesma ordem e grafia em que a matéria nele sucede. 4. com o devido significado.8] Elemento obrigatório. palavras-chave e/ou descritores. local e data de aprovação.13] Elemento opcional. Consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto.1. que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto. Dedicatória e Agradecimentos [NBR 14724.1. dissertação e outros) e objetivo (aprovação em disciplina. assinatura e instituição dos membros componentes da banca examinadora. na língua. área de concentração.1. e não de uma simples enumeração de tópicos.11] Opcionais.1. Folha de aprovação [NBR 14724. conforme [NBR 6028]. seções e outras partes do trabalho.Ano de depósito (entrega). 4. 4. com cada item acompanhado do respectivo número da página.5 e 4. que consiste na apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto.12] Opcional. 4.1. . seguido. em castelhano Resumen. . em francês Résumé.Natureza (tese.1.10] Obrigatório.1. logo abaixo. Lista de símbolos [NBR 14724. se houver. . 4. 4. seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso. palavras-chave e/ou descritores. isto é.1. isto é. grau pretendido e outros). Folha de rosto (Verso) [NBR 14724. que consiste em uma versão do resumo em idioma de divulgação internacional (em inglês Abstract. Lista de abreviaturas e siglas [NBR 14724.. elaborados de acordo com a ordem apresentada no texto.

A.1.2 - Elementos textuais
Parte do trabalho em que é exposta a matéria. Deve conter três partes fundamentais: introdução, desenvolvimento e conclusão.

A.1.3 - Elementos pós-textuais

Apêndice
[NBR 14724, 4.3.2] Elemento opcional, que consiste em um texto ou documento elaborado pelo autor, a fim de complementar sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Exemplo: Obs.: O exemplo não é corretamente formatado na versão HTML. Favor olhar na versão DVI ou PS. APÊNDICE A - Avaliação numérica de células inflamatórias totais aos quatro dias de evolução. APÊNDICE B - Avaliação de células musculares presentes nas caudas em regeneração.

Anexo
[NBR 14724, 4.3.3] Elemento opcional, que consistem em um texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Exemplo: ANEXO A - Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas em regeneração - Grupo de controle I ANEXO B - Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas em regeneração - Grupo de controle II.

Glossário
[NBR 14724, 4.3.4] Opcional, que consiste em uma lista em ordem alfabética de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acompanhadas das respectivas definições.

Índice remissivo
Nada consta sobre o índice remissivo nesta norma, nem ao menos em que posição do texto este deve ser posto, quando presente. Sua confecção está determinada na norma [NBR 6034], da qual infelizmente não temos acesso até o presente momento.

A.1.4 - Formas de apresentação

Formato
[NBR 14724, 5.1] O texto deve estar impresso em papel branco, formato A4 (21,0 cm x 29,7 cm), no anverso da folha, excetuando-se a folha de rosto.

Projeto gráfico
[NBR 14724, 5.1] O projeto gráfico é de responsabilidade do autor.

Fonte
[NBR 14724, 5.1] Recomenda-se, para digitação, a utilização de fonte de tamanho 12 para o texto e tamanho 10 para citações longas e notas de rodapé.

Margens
[NBR 14724, 5.2] As folhas devem apresentar margem esquerda e superior a 3 cm; direita e inferior de 2 cm.

Espacejamento
[NBR 14724, 5.3] Todo o texto deve ser digitado com 1,5 de entrelinhas; as citações longas, as notas, as referências e os resumos em vernáculo e em língua estrangeira devem ser digitados ou datilografados em espaço simples.

Numeração das seções
[NBR 14724, 5.3.2] O indicativo numérico de uma seção precede seu título, alinhado à esquerda, separado por um espaço de caractere. Nos títulos sem indicativo numérico, como lista de ilustrações, sumário, resumo, referências e outros, devem ser centralizados, conforme[NBR 6024]. [NBR 14724, 5.5] Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho, deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto. Os títulos das seções primárias (capítulos), por serem as principais divisões do texto, devem iniciar em folha distinta. Destacam-se gradativamente os títulos das seções, utilizando-se os recursos de negrito, itálico ou grifo e redondo, caixa alta ou versal, ou outro, conforme [NBR 6024].

Paginação
[NBR 14724, 5.4] Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas seqüencialmente, mas não numeradas. A numeração é colocada, a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. No caso de o trabalho ser constituído de mais de um volume, deve-se manter uma única seqüência de numeração das folhas, do primeiro ao último volume. Havendo apêndice e anexo, as suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.

Equações e fórmulas
[NBR 14724, 5.8] Aparecem destacadas no texto, de modo a facilitar sua leitura. Na seqüência normal do texto, é permitido usar uma entrelinha maior para comportar seus elementos (expoentes, índices e outros). Quando destacadas do parágrafo são centralizadas e, se necessário, deve-se numerá-las. Quando fragmentadas em mais de uma linha, por falta de espaço, devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição, subtração multiplicação e divisão.

Figuras
[NBR 14724, 5.9.1] Qualquer que seja seu tipo (gráfico, fotografia, quadro, esquema e outros), sua identificação (caption) aparece na parte inferior precedida da palavra `Figura', seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto em algarismos arábicos, do respectivo título e/ou legenda explicativa da fonte, se necessário. As legendas devem ser breves e claras, dispensando consulta ao texto. Devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem.

Tabelas
[NBR 14724, 5.9.2] Têm numeração independente e consecutiva; o título (caption) é colocado na parte superior, precedido da palavra `Tabela' e de seu número de ordem em algarismos arábicos; nas tabelas, utilizam-se fios horizontais e verticais para separar os títulos das colunas no cabeçalho e fechá-las na parte inferior, evitando-se fios verticais para separar colinas e fios horizontais para separar linhas; as fontes citadas, na construção de tabelas, e notas eventuais aparecem no rodapé (da tabela) após o fio de fechamento; caso sejam usadas tabelas reproduzidas de outros documentos, a prévia autorização do autor se faz necessária, não sendo mencionada na mesma; devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem; se a tabela não couber em uma folha, deve ser continuada na folha seguinte e, nesse caso, não é delimitado por traço horizontal na parte inferior, sendo o título e o cabeçalho repetidos na folha seguinte.

A.2 - Outras normas
Seções
[NBR 6024, 2.2] As seções primárias são as principais divisões do texto, denominadas "capítulos"; As seções primárias podem ser divididas em seções secundárias; as secundárias em terciárias, e assim por diante.

[NBR 6024, 2.3] São empregados algarismos arábicos na numeração; o indicativo de uma seção precede o título ou a primeira palavra do texto, se não houver título, separado por um espaço; o indicativo da seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária que a precede seguido do número que lhe foi atribuído na seqüência do assunto e separado por ponto. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções; na leitura, não se lê os pontos (exemplo: 2.1.1 lê-se `"dois um um") [NBR 6024, 4] Os indicatios devem ser citados no texto de acordo com os seguintes exemplos: ... na seção 4... ou ... no capítulo 2...... ver 9.2 ... em 1.1.2.2 parág. 3º ou ... 3º parágrafo de 1.1.2.2 [NBR 6024, 5] Os títulos das seções são destacados gradativamente, usando-se racionalmente os recursos de negrito, itálico ou grifo, e redondo, caixa alta ou versal, etc.; Quando a seção tem título, este é colocado na mesma linha do respectivo indicativo, e a matéria da seção pode começar na linha seguinte da própria seção ou em uma seção subseqüente.

Sumário
[NBR 6027, 4.1.d] A paginação deve vir sobre uma das seguintes formas: número da primeira página (p.ex.: p.27); número das páginas em que se distribui o texto; número das páginas extremas (p.ex.: p.71-143).

Referências bibliográficas
A norma [NBR 6023] é tão complicada e tão extensa (19 páginas) que a melhor forma de garantir que suas referências sejam formatadas corretamente é aprendendo a usar o bibTeX e aplicar um dos estilos bibTeX feitos pelo abnTeX: para citação numérica por ordem de citação ou citação por ordem alfabética.

Citações
Se você vai fazer uso freqüente de citações, é melhor dar uma olhada na norma [NBR 10520], que é um pouco complexa. Você pode encontrá-la em bibliotecas de algumas universidades.

METODOLOGIA DE ARTIGO CIENTÍFICO
1. Tipo de fonte ARIAL. 2. Papel formato A4: 210mm X 297mm. 3. Margens: 3.1 Superior 3cm; 3.2 Inferior 2cm; 3.3 Esquerda 3cm; 3.4 Direita 2cm. 4. Espacejamento: entre linhas e entre parágrafos é 1,5; 5. Parágrafos: justificados; 6. Numeração de páginas: no canto superior direito iniciando na introdução do trabalho; 7. Estruturas de parágrafos: iniciar sempre o parágrafo com uma tabulação para indicar o início (apor um recuo no começo do parágrafo). 8. Tamanho da fonte:

8.1 No título do artigo (em letras maiúsculas) = 12; 8.2 No nome do(s) autor(es) = 10; 8.3 Na titulação (nota de rodapé) 10; 8.4 No resumo = 10; 8.5 Nas palavras-chave = 12; 8.6 Na redação do texto (introdução, desenvolvimento e conclusão) = 12; 8.7 Nas citações longas = 10 8.8 Nas referências = 12. 9. Citação: 9.1 Destacar a fonte em negrito itálico, quando citação breve de até três linhas no mesmo parágrafo; 9.2 Utilizar um recuo maior do parágrafo, quando citação longa, com tamanho da fonte 10, aplicar espaço simples no parágrafo (não é necessário negrito nem itálico) no parágrafo; 9.3 Atentar para NBR 10520/2002; 9.4 Apor o sobrenome do autor, ano da publicação da obra e número da página. Título do Artigo (Modelo de estrutura) (APOR O NOME DO TEMA ABORDADO; CENTRALIZADO EM LETRAS MAIÚSCULAS; TAMANHO DA FONTE 12) Apor dois espaços 1,5 Resumo: elaborar um resumo para convidar o leitor para a leitura do artigo, um parágrafo estruturado de cinco a dez linhas, sobre o tema indicando os objetivos do estudo desenvolvido com espaço entre linha simples; tamanho da fonte 10; com parágrafo justificado. Apor dois espaços 1,5 Palavras-chave: escolher entre três e cinco palavras importantes sobre o tema que foi desenvolvido, e apor como palavras-chave do artigo (fonte 12; espaço entre linhas 1,5; parágrafo justificado). Apor dois espaços 1,5 Iniciar a redação sobre o tema com estruturação de parágrafos, introdução, desenvolvimento e conclusão de forma clara e ortograficamente correta. (tamanho da fonte 12; espaço entre linhas 1,5; parágrafos justificado). Apor dois espaços 1,5 Iniciar em ordem alfabética as Referências, conforme modelo e adaptação da NBR 6023/2002. O artigo é uma pequena parcela de um saber maior, cuja finalidade, de um modo geral, é tornar pública parte de um trabalho de pesquisa que se está realizando. São pequenos estudos, porém completos, que tratam de uma questão verdadeiramente científica, mas que não se constituem em matéria para um livro.

Estrutura do Artigo 1. PRELIMINARES
- Cabeçalho – Título (subtítulo) do trabalho - Autor(es) - Crédito dos autores (formação, outras publicações)

São Paulo: Atlas.Conclusões e comentários – dedução lógica 5. explicação e demonstração do material. Salvatore. 2001 Finalidade de um Artigo Científico Comunicar os resultados de pesquisas. ed. 4a. Fundamentos de metodologia científica. idéias e debates de uma maneira clara. concisa e fidedigna. Eva Maria. É um bom veículo para clarificar e depurar suas idéias. provar uma teoria (tese.2. Registrar. PARTE REFERENCIAL . MARCONI. ed. analisam ou resumem informações já publicadas. trabalho científico). Servir de medida nas decisões referentes a contratação. objetivos. Levar os resultados do teste de uma hipótese.ed. RESUMO DO TEXTO 3. elementos textuais e elementos pós-textuais. O Artigo Científico requisitado pelo curso de Psicanálise à Distância do CAEEP deve conter entre 3 a 4 páginas. Servir para rever o estado de um dado campo de pesquisa.Referências bibliográficas .Introdução – apresentação do assunto. 2001 SANTOS. Formam a seção principal em periódicos especializados e devem seguir as normas editoriais do periódico a que se destinam.Corpo do Artigo – texto. ESTRUTURA A estrutura de um artigo de periódico é composta de elementos pré-textuais. no máximo. Metodologia do trabalho intelectual. Servir de medida da produtividade (qualitativa e quantitativa) individual dos autores e das intituições a qual servem. Serve de meio de comunicação e de intercâmbio de idéias entre cientistas da sua área de atuação. Deve ser redigido em fonte arial 12. avaliação dos resultados . com a finalidade de divulgar a síntese analítica de estudos e resultados de pesquisas. Os artigos podem ser de dois tipos: a) originais. escritos por um ou mais autores. Antônio Raimundo dos. num certo período de tempo. quando apresentam abordagens ou assuntos inéditos. Marina de Andrade. 2000. b) de revisão. Rio de Janeiro: DP&A. quando abordam. ARTIGOS DE PERIÓDICO Artigos de periódico são trabalhos técnico-científicos. ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS .. metodologia . transmitir algumas observações originais. 4a. 1.Apêndices ou anexos Obs. exposição. Metodologia científica: a construção do conhecimento. São Paulo: Atlas. LAKATOS. PALAVRAS-CHAVE 4. Um artigo reflete a análise de um dado assunto. CORPO DO ARTIGO . promoção e estabilidade no emprego. Referências: D’ONOFRIO. 2a.

no máximo. e) empregar termos geralmente aceitos e não apenas os de uso particular. résumé. MODELO DE PRIMEIRA PÁGINA DE ARTIGO (EXEMPLO) QUALIDADE NA SEGURANÇA DO ACERVO NA BIBLIOTECA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – ESTUDO DE CASO Angela Pereira de Farias Mengatto1 Eliane Maria Stroparo1 Eutália Cristina do Nascimento Moreto1 Luzia Glinski2 Sílvia Dambroski Marcon2 . O resumo é denominado abstract. l) elaborar o resumo com. deve-se: a) apresentar o resumo precedendo o texto. d) redigir com frases completas e não com seqüência de títulos.1 Cabeçalho O cabeçalho é composto de: a) título do artigo. que pode aparecer no cabeçalho ou em nota de rodapé. g) dar preferência ao uso da terceira pessoa do singular. em italiano e Zusammenfassung em alemão. b) nome do(s) autor(es). em francês.2 Agradecimentos Agradecimentos são menções que o autor faz a pessoas ou instituições das quais eventualmente recebeu apoio e que concorreram de maneira relevante para o desenvolvimento do trabalho. que deve ser centralizado e em negrito. f) expressar na primeira frase do resumo o assunto tratado. c) breve currículo do(s) autor(es). 1. Os agradecimentos aparecem em nota de rodapé na primeira página do artigo ou no final deste. Não deve ser confundido com o sumário. resumen. b) incluir obrigatoriamente um resumo em potuguês.3 Resumo Resumo é a apresentação concisa do texto. os resultados e as conclusões do trabalho. situando-o no tempo e no espaço. c) redigir em um único parágrafo. os métodos. e escrito na mesma língua deste. com alinhamento à direita. 1. sem recuo de parágrafo. no caso de artigos em língua estrangeira publicados em periódicos brasileiros. em espanhol. riassunto. em entrelinhamento menor. 250 palavras. destacando seus aspectos de maior relevância. h) evitar o uso de citações bibliográficas. em inglês. a critério do editor. Na elaboração do resumo. caso o título do artigo não seja suficientemente explícito.1. i) ressaltar os objetivos.

1 Introdução A introdução expõe o tema do artigo. desenvolvimento e conclusão. Curitiba. 1 INTRODUÇÃO Este trabalho propõe-se a relatar a experiência de implantação de um sistema de segurança na Biblioteca de Ciência e Tecnologia (BCT). 2000. 2.com. Deve permitir a repetição do experimento ou estudo com a mesma exatidão por outros pesquisadores. 2. relaciona-o com a literatura consultada. e que aparecem obrigatoriamente depois do resumo. ELEMENTOS TEXTUAIS São os elementos que compõem o texto do artigo. a fundamentação lógica do trabalho.2 Desenvolvimento ou Corpo O desenvolvimento ou corpo. apresenta os objetivos e a finalidade do trabalho.br 1. como parte principal e mais extensa do artigo./jun. 2. tabelas. Podem ser ilustrados com quadros. existe a necessidade de se subdividir o desenvolvimento nas etapas que seguem. 2.2 Resultados Resultados são a apresentação dos dados encontrados na parte experimental. v. Instalada em 1965. Bibliotecas – Medidas de segurança. . jan. em essência. 2 Bibliotecária Autônoma. 2.1.paratexto. Palavras-chave: Livros – Furto. Dependendo do assunto tratado.636 títulos de periódicos e multimeios. possuindo um acervo de 49. precedidos da expressão Palavras-chave. p. fotografias.1. 1 Bibliotecária do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Paraná – UFPR.216 volumes de livros e 3.2. integrante do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Bibliotecas – Furto de livros. a adoção de outras medidas.2. materiais. sendo necessário. porém. Através da metodologia aplicada constatou-se que houve redução significativa da perda de livros e nos custos.Tania de Barros Bággio1 RESUMO Demonstra a experiência de implantação do Sistema de Segurança “3M Tatte-Tape” na Biblioteca de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do Paraná. Inf. 1999 fonte: http://www.1 Metodologia Metodologia é a descrição precisa dos métodos. para que se possa estabelecer um nível satisfatório no item “Qualidade na Segurança do Acervo”. técnicas e equipamentos utilizados. Dividem-se em introdução.4 Palavras-chave Descritores (ou palavras-chave) são termos ou frases representativas dos assuntos tratados no artigo. apresentados em uma relação de até sete palavras. entre outros recursos. É. Trata-se do elemento explicativo do autor para o leitor.12-27. a biblioteca atende atualmente a treze cursos de graduação e onze de pós-graduação. n. visa a expor as principais idéias. Recomenda-se a consulta a tesaur de áreas específicas.

que reproduzem de forma resumida os documentos originais. O conteúdo do artigo é organizado de acordo com a ordem natural do tema e a organização/hierarquização das idéias mais importantes. mas também disciplinam e direcionam o pensamento do autor coerentemente a um objetivo determinado. Esse processo dinâmico de produção científica pode dar-se a nível regional. observações ou aditamentos ao texto feitos pelo autor. estudos avançados e resultados de pesquisa. a comunicação científica.2. havendo uma melhor compreensão do leitor. periódicos. 3. comunicabilidade e consistência. sendo redigido com regras específicas. entrevistas. debates. Fonte: paginas.3 Discussão Restringe-se aos resultados do trabalho e ao confronto com dados encontrados na literatura. o artigo é uma publicação pequena.3 Conclusão A conclusão destaca os resultados obtidos na pesquisa ou estudo.2. INTRODUÇÃO O cientista. tradutor ou editor. o paper. e principalmente mundial.br METODOLOGIA DE ARTIGO CIENTÍFICO Resumo O objetivo deste trabalho é orientar acadêmicos e bolsistas de iniciação científica sobre a elaboração de artigos científicos. anais. para divulgação de novos conhecimentos e como meio para adquirir notoriedade e respeito dentro da comunidade científica. seguidas de outras secundárias. desenvolvimento e considerações finais. O texto ou parte principal do trabalho inclui introdução. textuais e pós. redacionais e gráficas. Com uma organização e normatização própria. investiga. bem como aqueles provenientes de publicações de natureza didática.2 Notas de Rodapé Notas de rodapé são indicações bibliográficas. o resumo.. .1 Citações Citação é a menção no texto de informação extraída de outra fonte para esclarecer. O estilo e as propriedades da redação técnico-científica envolvem clareza. proporcionando relações. comparações. A utilização de normas textuais.terra. 2. que possui elementos pré. entre outros). metodologia e trabalho acadêmico 01. Atualmente esse formato de publicação científica é maciçamente utilizado pela maioria dos pesquisadores e grupos de pesquisa no mundo. ELEMENTOS DE APOIO AO TEXTO 3. As citações são diretas (transcrição literal de um texto ou parte dele) ou indiretas (redigidas pelo autor do trabalho com base em idéias de outros autores) e podem ser obtidas de documentos ou de canais informacionais (palestras. Deve ser breve.com. As fontes de que foram extraídas as citações são indicadas no texto pelo sistema da ABNT. nacional. Entre os procedimentos mais eficazes e rápidos para a divulgação dos resultados de uma pesquisa. o grupo de pesquisa ou o estudioso. o review. exigindo do cientista dedicação e atualização permanente. Palavras-chave: Artigo científico. experimenta e produz constantemente conhecimentos na sua área de estudo e outras áreas correlatas. colaborando com o avanço da ciência. Devem ser evitadas citações referentes a assuntos amplamente divulgados. rotineiros ou de domínio público. ilustrar ou sustentar o assunto apresentado. tais como apostilas e anotações de aula. 3. refutações entre conceitos e teorias. a academia utiliza principalmente o artigo científico. etc. iniciação científica. ou mesmo para o debate acerca de uma teoria ou idéia científica. muito utilizados para divulgação de idéias. São veiculados em publicações especializadas como revistas e jornais científicos. conferências. com componentes e características específicas. impressos ou eletrônicos no mundo todo. precisão. não só padronizam o artigo científico. podendo incluir recomendações ou sugestões para outras pesquisas na área.

que provoca a seu termo. uma série de revoluções desracionalizantes. os saberes e conhecimentos de outros autores. procurando ordena-lo conforme sua linha de raciocínio e acrescentando algumas considerações pessoais. muitos artigos acadêmicos são teóricos. é apropriar-se de um elemento revolucionário. que depois se há de jogar fora. No início da criatividade há treinamento. 02. atingindo simultaneamente todo o meio científico. não é aprender a aprender. utilizando inúmeros recursos estatísticos disponíveis. observa-se um grau acentuado de dificuldade. . Executar uma pesquisa com rigor científico pressupõe que você escolha um tema e defina um problema para ser investigado. dissertações e teses. sendo facilmente publicáveis em periódicos ou similares.18) “esses artigos são publicados. “artigos de periódicos são trabalhos técnico-científicos. Todavia. contribuir para o avanço do conhecimento. em diversos contextos. inserção de citações durante a elaboração do texto. até 20 páginas. com uma abordagem mais “enxuta” do tema em questão. o artigo científico não é extenso. conhecer a natureza. sua redação. dispersos na literatura acerca da elaboração do artigo científico. etc. recomenda-se uma determinada normatização para essas publicações. 2. a estrutura e os mecanismos básicos utilizados na elaboração de artigos. este aprender que apenas imita. principalmente acadêmicos de graduação. sendo depois analisadas as características e organização do texto. p. organização conceitual. com a exposição dos procedimentos metodológicos e discussão dos resultados nas pesquisas de campo. os artigos científicos objetivam publicar e divulgar os resultados de estudos: “a) originais. dependendo de vários fatores (área do conhecimento. [. A maneira mais simples de aprender. para o progresso da ciência. Nesse contexto o presente artigo tem por objetivo orientar os interessados na elaboração de artigos científicos. É importante apresentar a contribuição da pesquisa para o meio científico. num sentido genérico. é imitar. colocação das idéias. Inicialmente são discutidos. também começa do começo. a criatividade e a originalidade da produção de conhecimentos. Portanto. quando apresentam abordagens ou assuntos inéditos. natureza da pesquisa. em revistas jornais ou outro periódico especializado que possua agilidade na divulgação (grifo meu)”. ficando o texto final com um percentual elevado de idéias extraídas de várias fontes (que devem ser obrigatoriamente citadas). caso seja necessário a repetição da mesma por outros pesquisadores (LAKATOS e MARCONI.1. Como diz Tafner et al. 2002). racional e intuitiva ao mesmo tempo. diferenciando-se em vários aspectos das monografias. 1997. SANTOS. escritos por um ou mais autores. que constituem os principais trabalhos acadêmicos.]. bem como suas principais características. nova racionalização. (1999. cada uma. Este começo é normalmente a cópia. seus componentes e o estilo redacional recomendado. subdivisão dos assuntos. mesmo sendo assuntos bem específicos. MEDEIROS. (2003. O ARTIGO CIENTÍFICO Elaborar um artigo científico é. que. Por isso. que pretende colaborar na aprendizagem dos cientistas que iniciam e possuem diversas dúvidas sobre a elaboração e organização desse tipo de publicação. por parte do pesquisador iniciante. Conceito e finalidade De acordo com a UFPR (2000b). No início.29) É necessário darmos os primeiros passos nesse processo de construção da atitude científica. que transforma paradigmas científicos. o conceito. facilitando o acesso e expondo alguns conceitos e orientações. consolida-se a autoria. Além disso. A uniformização gráfica não está contemplada em função dos objetivos aqui propostos.. Por esse motivo. Com o exercício contínuo da pesquisa e da investigação científica. p. tipo de publicação. em geral. totalizando normalmente entre 5 e 10 páginas. estudantes de pós-graduação e bolsistas de iniciação científica. p. Se o texto em questão (com determinadas características para ser científico) for o relatório final de uma pesquisa de campo ou laboratório. principalmente em relação a estrutura e organização do texto. como sempre. como também na redação e organização do conteúdo. Como afirma Demo: A elaboração própria implica processo complexo e evolutivo de desenvolvimento da competência. terá uma estrutura mais centrada na metodologia. com a finalidade de divulgar a síntese analítica de estudos e resultados de pesquisas” (p. como diz Kuhn (Apud MORIN. e porque varia muito de acordo com as normas específicas da instituição ou do orgão que realiza a publicação. Em geral. a produção científica tende a aproveitar em grande medida. as diferentes classificações e os fins pelos quais são elaborados artigos científicos.2). e por sua vez.15).No entanto. podendo alcançar. Portanto é muito mais um texto didático. 2000). Mas. Conforme afirma Ramos et al. por exemplo. entre outros. As dificuldades para elaboração de um artigo científico podem ser minimizadas se o autor organizar-se e estiver convencido que o trabalho deve possuir rigor científico. (2002. Consistem em publicações mais sintéticas. normas do periódico. utilização de certos termos. bem como enriquecendo aspectos sobre as finalidades do artigo. A definição dependerá dos objetivos que se pretende alcançar. ordenação temática. Possuem mais versatilidade que os livros. exposição metódica de informações científicas. que a abordagem temática seja o mais completa possível. Nesta etapa você elabora um plano de trabalho e. é não imitar. após deverá explicitar se os objetivos foram alcançados. como tabelas e gráficos. bem como a síntese de novos saberes. apesar da relativa profundidade na sua análise.. na apresentação e discussão dos resultados. 1991. tanto na estrutura básica quanto na uniformização gráfica.). na organização e redação dos primeiros artigos técnico-científicos. que é antes de tudo uma postura crítica. garantindo-se em todos os casos. pode-se também dizer que a maneira mais simples de aprender a aprender. e o(s) autor(es) preocupa-se mais com a sua fundamentação referencial.

2. sem a formalidade de enquadrar o conteúdo numa metodologia de estudo de caso. são amplamente flexíveis. Já nas Ciências Humanas e Sociais. principalmente artigos e monografias. desde que resguardadas as preocupações relativas a cientificidade dos resultados. . a elaboração de artigos técnico-científicos é mais complexa que outros trabalhos acadêmicos.estrutura básica. Observa-se. onde há maior liberdade na apresentação e exposição do tema. . Na maioria dos casos. sem dúvida. idéias. p.1. Nesse ponto. comunitária.uniformização redacional. Uma dos recursos amplamente utilizados atualmente em artigos de periódicos. possui ampla abordagem na literatura relacionada a metodologia científica. sendo comum outras abordagens não mencionadas anteriormente. Apesar da “flexibilidade” ser pertinente na elaboração e organização de artigos científicos. são normalmente redigidos e apresentados com vários aspectos da organização gráfica e redacional semelhantes. de maneira mais informal. que pode ser mais superficial ou bem aprofundada. Em função do tamanho reduzido recomendado para o artigo científico.2. serão apresentados apenas os assuntos referentes a estrutura básica e uniformização redacional do artigo científico. O relato de experiência é a descrição. muitas vezes. o artigo científico é utilizado para os mais diversos fins. que é essencial na produção científica. quando abordam. seja na abordagem de teorias ou idéias. pelo contrário.relato de caso ou experiência (profissional. e sem o rigor exigido na apresentação de resultados de pesquisa.uniformização gráfica. etc. procurando manter a profundidade do tema.abordagem bibliográfica e pessoal sobre um tema. que pode ser apresentada da seguinte forma: . É a ordenação coerente dos itens e dos conteúdos ao longo da sua redação geral. abordagens e teorias. Observa-se muitas vezes a utilização de ambas as situações na elaboração dos artigos. podendo ser reconhecidos em todo o mundo científico. . durante a elaboração do texto científico. dependendo da área do conhecimento e da natureza do estudo. que posteriormente é transformada em ato criativo. é necessário que esses textos possuam certas normas.b) de revisão. . podendo na elaboração do artigo científico. que nas Ciências Naturais o artigo científico é quase que exclusivamente utilizado para apresentação e análise de resultados de pesquisas experimentais. em função dos objetivos propostos inicialmente. explícitas/implícitas. o artigo científico possui uma organização e normatização própria. são acrescidas em função das regras e normas recomendadas pela academia. Mas como sempre acontece com o potencial humano. onde incluem-se informações inéditas. que gradualmente incorporam-se na atitude científica do pesquisador. mais vida e significado para leitura do que se fosse apenas um texto analítico. da primeira a última página. encontram-se artigos priorizando a divulgação de: . .procedimentos e resultados de uma pesquisa científica (de campo). o “relato de experiência”. independentes do tamanho. A uniformização gráfica. serem utilizadas de forma conjugada. podendo no início haver um certo embaraço na atenção e na ordenação das idéias. que se incorpora no texto e dá. tais como resultados de pesquisa. podendo ser facilmente encontrada. o exercício e a prática continuada de determinada ação proporciona a destreza.2. cujas normas variam conforme a instituição que publica. Estrutura básica A estrutura básica do artigo científico é a forma como o autor organiza os componentes do texto. considerando um demasiado apego à forma externa. Independente do tipo ou objetivo Medeiros (1997) afirma que a elaboração de “um artigo científico exige o apoio das próprias idéias em fontes reconhecidamente aceitas” (p. Organização e normatização Assim como em todo trabalho acadêmico. principalmente nas ciências humanas e sociais é. assim como a própria ciência. Os estudos e publicações científicas. juntamente com uma fundamentação teórica baseada em conhecimentos publicados anteriormente por outros ou pelo mesmo autor. sejam artigos ou outros trabalhos. que tornaria o trabalho bem mais oneroso. 2. 2000a. inclusive.) pessoal e/ou grupal com fundamentação bibliográfica. em detrimento do fundo (conteúdo e informações). a economia e a objetividade são fundamentais na exposição das informações. enriquecendo a fundamentação teórica do texto com a própria vivência profissional ou pessoal do autor. seja na análise de resultados de pesquisa e sua discussão.2). É a maneira como estruturam-se as partes objetivas/subjetivas. Neste trabalho. em função do alto nível de aprofundamento do tema e compleitude na sua abordagem.revisão bibliográfica de um tema. . acerca dos mais diferentes temas que caracterizam o pensamento científico. educacional. analisam ou resumem informações já publicadas” (UFPR. e o review. por exemplo. É importante considerar que essas abordagens não se excluem. também conhecida como review. Muitos acadêmicos que iniciam na elaboração de trabalhos de pesquisa reclamam do excesso de normas e dos detalhes minuciosos com que devem ser redigidos.44). De certa maneira deve-se concordar que as dificuldades para o iniciante em trabalhos técnico-científicos. normalmente é assinado por cientistas conhecidos tradicionalmente na área ou linha de pesquisa em questão.

sendo sempre citado ou referenciado afrente dos demais. Deve ser uma composição de originalidade e coerência.1. compõe-se das informações iniciais necessárias para uma melhor caracterização e reconhecimento da origem e autoria do trabalho. que certamente provocará o interesse pela leitura. necessárias. A preocupação do autor na escolha dos termos mais apropriados. não deve ser longo a ponto de tornar-se confuso. Após. 2. QUADRO 1 – Distribuição dos itens que compõe o artigo científico em relação aos elementos da estrutura básica Elementos Pré-textuais ou parte preliminar Componentes Título Sub-título (quando for o caso) Autor (es) Crédito(s) do(s) autor(es) Resumo Palavras-chave ou descritores Abstract (quando for o caso) Key-words (quando for o caso) Textuais ou corpo do artigo Introdução Desenvolvimento Conclusão Pós-textuais ou referencial Referências Cada um desses elementos. Quando é mais de um autor. são relacionadas de 3 a 6 palavras-chave que expressem as idéias centrais do texto. podendo ser termos simples e compostos. ou 1° autor. Apesar da especificidade que deve ter. elementos textuais e elementos póstextuais. elaborado após o autor já ter avançado em boa parte da redação final.1. numa ordem em que a abordagem temática principal seja facilmente captada. O resumo indica brevemente os principais assuntos abordados no artigo científico. resumo. Em seguida.2. utilizam-se em grande escala esses dois elementos pré-textuais. ou expressões características. é por onde a leitura começa. encerrando com breves considerações finais do pesquisador. é imprescindível na composição do artigo. Também podem ser citados outros dados relevantes. assim como o interesse pelo texto. . ficando isto a critério do autor ou da instituição que publica. da Associação Brasileira de Normas Técnicas (1987). O título do artigo científico deve ser redigido com exatidão. o nome do autor vai imediatamente seguido dos créditos. sendo o mesmo composto de vários itens. metodologia e análise de resultados (nas pesquisas de campo) ou idéias principais.No artigo científico. Por isso deve ser estratégico. sendo muito importante não omiti-los. possui uma normatização completa para a elaboração de resumos. revelando objetivamente o que o restante do texto está trazendo. estando com bastante segurança sobre a abordagem e o direcionamento que deu ao tema. Título e sub-título são portas de entrada do artigo científico. iniciando com os objetivos do trabalho. apresentando informações e dados fundamentais para a compreensão do trabalho como um todo. com seus componentes subdivididos de acordo com o Quadro 1. descrevendo também. A Norma Brasileira Registrada (NBR) 6028. somente quando for para melhorar a compreensão do tema. também chamados de parte preliminar ou ante-texto. utilizando-se tanto quanto possível de termos simples. e seus respectivos componentes. e distribuídos em elementos pré-textuais. o conhecimento e o domínio pelo autor da estrutura básica padrão. algumas informações importantes para os interessados numa análise mais detalhada do tema (título. Elementos pré – textuais Os elementos pré-textuais. constituindo-se do nome da instituição onde leciona ou trabalha e da sua titulação. O sub-título é opcional e deve complementar o título com informações relevantes. normalmente o primeiro nome é o autor principal. Deve-se evitar qualquer tipo de citação bibliográfica. palavras-chave). é muito importante para a elaboração do trabalho. sucinta e objetivamente. No levantamento bibliográfico feito através de softwares especializados ou pela internet. deve-se ao fato dos leitores identificarem prontamente o tema principal do artigo lendo o resumo e palavras-chave.

sendo a etapa onde “o assunto é apresentado e desenvolvido” (UFPR. não deve estampar a palavra “desenvolvimento” nem “corpo do trabalho”. as principais considerações decorrentes da análise dos resultados. no caso das pesquisas de campo. TABELA 1 – Proporcionalidade de cada elemento textual em relação ao tamanho total do corpo ou parte principal do artigo científico n. o final da introdução também é utilizado pelo autor para explicar a seqüência dos assuntos que serão abordados no corpo do trabalho. De acordo com Bastos et al. destacando a relevância e a natureza do problema. técnica para coleta de dados. análise dos resultados. sendo redigidos de acordo com algumas regras gerais. nem os freqüentes exageros na linguagem determinística. Elementos textuais Considerada a parte principal do artigo científico. Comumente chamado de “Considerações finais”. relatos de casos. sendo escolhido um título geral que englobe todo o tema abordado na seção. p. Como em qualquer outro trabalho acadêmico. Sugere-se que cada componente dos elementos textuais em um artigo científico tenham um tamanho proporcional em relação ao todo. [.º 01 02 03 Introdução Desenvolvimento Elemento textual Proporção 2 a 3/ 10 6 a 7/ 10 ½ a 1/ 10 10/ 10 Conclusão ou Considerações finais Total . conforme o tipo e objetivo da pesquisa. p. quando for utilizado. Muitas vezes pode ser utilizada a subdivisão do tema em seções e subseções.2. (2000) organização do conteúdo deve possuir uma ordem seqüencial progressiva. entre outros. tabelas e figuras. O autor deve ter amplo domínio sobre o tema abordado. é onde são detalhados itens como: tipo de pesquisa. 2000a. população e amostragem.28). conforme explicitado na Tabela 1.27) “o desenvolvimento ou corpo. etc. (1999) a conclusão “deve explicitar as contribuições que o trabalho alcançou. os elementos textuais subdividem-se em introdução. etc. p. sem detalhes” (UFPR. A conclusão é parcial e a última parte dos elementos textuais de um artigo. que são o resumo e as palavras-chave traduzido para o idioma inglês. em revistas ou periódicos especializados de grande penetração nos centros científicos. inclusive a recentes pesquisas. tanto mais estruturado e completo (dir-se-á “amadurecido”) será o texto. como parte principal e mais extensa do artigo. que uma vez detectada. sem os “delírios conclusivos” comuns dos iniciantes..1. instrumentação. caracterizado pelo aprofundamento e análise pormenorizada dos aspectos conceituais mais importantes do assunto. sem muitas polêmicas ou controvérsias. podendo ser enriquecido com gráficos.] deve limitar-se a um resumo sintetizado da argumentação desenvolvida no corpo do trabalho. determina a ordem a ser adotada. sensibilizar os leitores sobre fatos importantes.2. tratamento estatístico.28). sugerir decisões urgentes ou práticas mais coerentes de pessoas ou grupos. visa expor as principais idéias.27) e por esse motivo é chamado corpo do trabalho. Conforme a UFPR (2000b. “como um todo. O título dessa seção. Em alguns textos. em função da lógica inerente a qualquer assunto. O desenvolvimento ou parte principal do artigo. incluir no texto algumas recomendações gerais acerca de novos estudos.Quando o artigo científico é publicado. em função da maior flexibilidade do próprio termo. É nessa parte que o autor indica a finalidade do tema. nas pesquisas de campo. O elemento textual chamado desenvolvimento é a parte principal do artigo científico. Na introdução o tema é apresentado de maneira genérica. incluindo. O autor pode nessa parte. 2. É [. sendo abordadas com maior profundidade nas etapas seguintes do artigo. e deve guardar proporções de tamanho e conteúdo conforme a magnitude do trabalho apresentado. Como lembram Tafner et al. esse item deve limitar-se a explicar brevemente as idéias que predominaram no texto como um todo.. 2000a. numa abordagem que posicione bem o assunto em relação aos conhecimentos atuais. 2000a. compõe-se do texto propriamente dito.] devem estar todas fundamentadas nos resultados obtidos na pesquisa” (p. [. pois quanto maior for o conhecimento a respeito. e subdividido conforme a necessidade..46). “Trata-se do elemento explicativo do autor para o leitor” (UFPR. apresentando os objetivos e os argumentos principais que justificam o trabalho. A introdução deve criar uma expectativa positiva e o interesse do leitor para a continuação da análise de todo artigo. apresentados os procedimentos metodológicos e análise dos resultados em pesquisas de campo.] a fundamentação lógica do trabalho”. inclui-se na parte preliminar o abstract e key-words.. que promovem maior clareza e melhor apresentação das informações contidas no texto.. É onde são amplamente debatidas as idéias e teorias que sustentam o tema (fundamentação teórica).. p. desenvolvimento e conclusão ou considerações finais.

Com características e normas específicas.91) Sugerindo a utilização de outros recursos. QUADRO 2 – Descrição dos princípios básicos da redação técnico-científica segundo Bastos et al. Máttar Neto (2002) sugere que não seja realizada a etapa inicial de livre associação de idéias.175) Qualquer conteúdo que se queira divulgar por intermédio de um artigo científico.(2000) Característica Clareza Precisão - Descrição não deixa margem a interpretações diversas. vale lembrar que. comunicabilidade e consistência” (p. em função do espaço pequeno para o desenvolvimento das idéias. que consiste no “conjunto padronizado de elementos que permitem a identificação de um documento no todo ou em parte” (UFPR. Do nosso ponto de vista. compreendem aqueles componentes que completam e enriquecem o trabalho.89) Da mesma forma como se faz o fichamento e o esquema na leitura técnica.2.. “A redação inicia-se pela ‘limpeza’ (seleção) dos dados. que colaboram para o desempenho eficiente da redação científica. precisão. 2. ..] método do sumário tende a preservar tanto a possibilidade da livre associação quanto da ordenação. seja o resultado de uma pesquisa. as listas de assuntos. faz-se a hierarquização das idéias importantes. e. a grande maioria dos pesquisadores e estudiosos que elaboram textos científicos. baseando-se em três referências bibliográficas que tratam do tema. apresentados em diversas obras. o estilo da redação científica possui certos princípios básicos. através de técnicas apropriadas. Apêndices. evitando-se adjetivos inúteis. rodeios. Bastos et al. precisa. etc. o brainstorming. Existem normas para utilização de ambas.2. coerente. 2000a. a publicitária” (UFPR. os elementos pós-textuais.3. 2000c.2. onde são apresentados todos os documentos citados pelo autor. 2002. mas sim utilizado o sumário nos processadores de textos no computador (Microsoft Word. até o final do processo [. disciplinadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.37). que utiliza predominantemente as notas de rodapé na própria página onde o documento foi citado. universais. Organização do texto científico “Considerada por muitos uma etapa extremamente difícil. as principais informações e princípios básicos sobre o estilo da redação técnico-científico. por exemplo). desde o início. principalmente eletrônicos. Com maior freqüência é utilizada a lista de referências por ordem alfabética (sistema alfabético) no final do artigo. Agora as informações estão prontas para serem redigidas. uma revisão. Por isso. como no brainstorming. Com fins didáticos. o caos deve estar pré-ordenado. p. a linguagem correta. como a literária. também pode-se optar pela notação numérica. sendo alguns opcionais. evitando o caos na fase inicial da redação. uma teoria. Redação técnico-científica O estilo da redação utilizada em artigos científicos é chamado técnico-científico. e periodicamente atualizadas..]. com o sumário. para escrever textos técnicos. pois dessa forma. p. o espaço para o caos fica preservado. conforme afirma Medeiros (1997) não se repetem idéias e nem deixa-se nada importante de lado. utilizam-se previamente de um planejamento ou esquema (esqueleto) montado a partir de leituras. cada palavra traduz exatamente o que o autor transmite.2. 2.” (SANTOS. No artigo científico utiliza-se obrigatoriamente a Referência. repetições.2. p. objetiva. explicações desnecessárias.15). na redação do texto científico. segue-se a organização dos blocos de idéias. 2000.” (SANTOS. Anexos. Glossário. concisa. Elementos pós – textuais Na elaboração de qualquer trabalho acadêmico. Entre eles destacam-se: Referências. como o fichamento. p.. Índice remissivo. segue-se basicamente o mesmo raciocínio utilizado para sua leitura. observações e reflexões.2. variando de acordo com a necessidade. a jornalística. A organização coerente desse plano de conteúdos deve respeitar os objetivos do trabalho e a ordenação natural do tema. Menos comum. do começo ao final da redação do texto. etc. [.1).2. Medeiros (2000) sugere que a apresentação do texto deve ser clara.2. “diferindo do utilizado em outros tipos de composição. evita falta de ordem na apresentação das idéias. será apresentado em forma de quadro explicativo. termos desnecessários ou ambíguos. Bibliografia de apoio ou recomendada.. 2000. (2000) estruturam os princípios básicos da uniformização redacional em quatro itens indispensáveis: “clareza. simples.1. possui um certo grau de dificuldade. não utiliza linguagem rebuscada. (MÁTTAR NETO. Uniformização redacional 2. p. principalmente textos de metodologia científica.2.1.

numa enumeração de 3 itens.ordem na apresentação de capítulos. vocabulário preciso (evita linguagem rebuscada e prolixa). de seqüência . usa termos correntes e aceitos. enumerando várias características importantes para cada tipo. sem envolvimento pessoal.é violada quando. de categoria . abreviaturas. pessoa gramatical. QUADRO 3 – Descrição dos princípios básicos da redação técnico-científica segundo UFPR(2000c) Característica Objetividade e coerência Clareza e precisão Imparcialidade Uniformidade Descrição abordagem simples e direta do tema. . A UFPR (2000c) descreve as características da redação técnico-científica em diversos princípios básicos. uso preferencial da forma impessoal dos verbos. sendo os principais apresentados no Quadro 4. seções e subseções do trabalho. uso correto do pronome relativo "que". o 1° é substantivo. números. títulos de seções). Conjugação Santos (2000) estabelece o estilo e as propriedades da redação científica. visão objetiva dos fatos. uniformidade ao longo de todo texto (tratamento. QUADRO 4 – Descrição dos princípios básicos da redação técnico-científica segundo Santos(2000) Tipo Característica Consistência Impessoalidade - Descrição afirmativas compactas e claras..Comunicabilidade Consistência abordagem direta e simples dos assuntos. evita substantivos abstratos e sentenças vagas. não opinativo. uso criterioso da pontuação. de expressão gramatical . o 2º uma frase e o 3º um período completo. evita comentários irrelevantes e redundantes. Estilo da redação Brevidade Concretude usa linguagem precisa (correspondência entre a linguagem e o fato comunicado). evita idéias pré-concebidas. por ex.equilíbrio existente nas seções de um capítulo ou subseções de uma seção. sendo os principais apresentados no Quadro 3. não faz prevalecer seu ponto de vista. nomenclatura aceita no meio científico. lógica e continuidade no desenvolvimento das idéias. seqüência lógica e ordenada de idéias. coerência e progressão na apresentação do tema conforme objetivo proposto. conteúdo apoiado em dados e provas. siglas.

que resulte de pesquisa: dissertações científicas. possibilitando a compreensão exata e objetiva por parte do leitor e a economia de espaço. os college papers das universidades americanas. comunicabilidade e consistência. Seu sentido etimológico significa: mónos (um só) e graphein (escrever): dissertação a respeito de um assunto único. de mestrado. a um só problema. abordam temas teóricos de pesquisa. A estrutura básica do artigo científico é composta dos elementos pré-textuais. são fundamentais para construção gradativa do pensamento científico do autor. estabelecendo parâmetros individuais seguros na abordagem e análise de temas e problemas científicos.Precisão texto sem complicações e explicações longas. A elaboração e o desenvolvimento do texto no artigo científico requer a definição e o entendimento exato do tema e sua ordenação natural. A origem histórica da palavra MONOGRAFIA vem da especificação. da sua fundamentação e da autoria do trabalho. indica o caminho que vai seguir (unidade de pensamento). A utilização de normas e diretrizes para elaboração e apresentação de artigos científicos. textuais e pós-textuais. subdivididos em vários componentes e contendo informações imprescindíveis para o entendimento do tema. . Simplicidade Propriedades do Clareza texto Coerência Direção Objetividade Seletividade redação clara. A redação técnico-científica desenvolvida no texto do artigo possui características de estilo e propriedade próprias. onde a reflexão é a tônica (está entre o ensaio e a tese e nem sempre se origina de outro tipo de pesquisa que não seja a bibliografia e a de documentação). que somadas formam o conjunto de normas recomendadas para este tipo de publicação. sem perder a qualidade na comunicação das idéias. A elaboração de qualquer artigo deve respeitar uma organização própria. as partes do texto são interligadas. ou seja a redução da abordagem a um só assunto. e a compreensão acerca da necessidade de uma linguagem simples e concisa devido ao tamanho pequeno recomendado para o artigo. CONSIDERAÇÕES FINAIS O artigo científico. revisões bibliográficas. constituída de uma estrutura básica. precisão. 03. Les Ouvriers eurpéens. por Le Play (1806-1882). a organização e a hierarquização interna das idéias principais e secundárias. de maneira descritiva e analítica. os informes científicos ou técnicos e obviamente a própria monografia no sentido acadêmico. prioriza conteúdos importantes. compreendida na 1ª leitura. Ela tem dois sentidos: O estrito. as antigas exercitações e tesinas. E o Lato. uma uniformização redacional e uma gráfica. pesquisas de campo. como clareza. MONOGRAFIA COMO ELABORAR UMA MONOGRAFIA A primeira monografia foi publicada em 1855 (embora já viesse empregando o método desde 1830). O autor descreve com minúncias o gênero de vida dos operários e o orçamento de uma família-padrão daquela classe. que se identifica com a tese: tratamento escrito de um tema específico que resulte de pesquisa científica com o escopo de apresentar uma contribuição relevante ou original e pessoal à ciência. ou seja o tratamento escrito aprofundado de um só assunto. e tem a finalidade de comunicar ao mundo científico os conhecimentos elaborados a partir dos critérios da ciência. memórias científicas. que identifica com todo trabalho científico de primeira mão. assim como outros tipos de trabalhos acadêmicos. imparcialidade na redação. além de padronizar o formato geral e a organização do texto.

talvez por medo de que seu trabalho não seja compreendido ou aceito pelo público. o Desenvolvimento e a Conclusão de sua monografia. evitando o colóquio excessivamente familiar e vulgar. 2)Exposição clara. A crítica é um juízo de valor sobre determinado material científico. crítica.Introdução. sem cair no hermetismo. a maquete. a importância e o valor histórico de um documento.. construção.. O Aluno na busca da elaboração de sua monografia passará por algumas fases: escolha do assunto. artigos.. bibliográfica e críticas pessoais). 4)Preocupação em se redigir com simplicidade. Existem. etc. 3)Cuidado em se evitar períodos extensos. Após o longo trabalho de documentação e crítica. Projeto de Monografia: Folha de rosto com dados gerais de identificação. a fase de pesquisa bibliográfica. considerado em si mesmo e em função do trabalho que está sendo elaborado. O aluno deverá. Desenvolvimento e Conclusão. Capítulo introdutório com a caracterização clara do problema a ser investigado. 5)Linguagem direta. É um início de uma realização profissional. a ironia causticante. e circunstâncias de composição de um escrito) e a da proveniência do documento (origem da obra). o pesquisador terá diante de si. tríplice fichário de documentação (fontes.. rascunho.Antes da elaboração da monografia de conclusão do curso de graduação. a da autenticidade (autor. o trabalho monográfico vem sendo redigido. documentação. trabalhos científicos. planejamento. De qualquer maneira. só se pode esperar êxito quando o assunto é escolhido ou marcado de acordo com as tendências e aptidões do aluno. redação. de lógica e até de estilo. devido a ansiedade. um professor/orientador. O auto Décio V. concisa. Deve ser um tema selecionado dentro das matérias que mais lhe interessam durante o curso e que atendam às suas inclinações e possibilidades. Desde a fase de sua construção. além de uma revisão preliminar da literatura. Abrange a crítica do texto (saber se o texto não sofreu alterações com o tempo. pós-graduação. o aluno deve desenvolver um "projeto de monografia". uma resistência do pesquisador em redigir. data. É uma das operações mais delicadas e difíceis para o pesquisador por ter que atentar para normas de documentação. e para tal deve ter em mente um "assunto" que deseja dissertar assim como um acompanhante. A escolha do "assunto" é o ponto de partida da investigação e consequentemente da própria monografia. por exemplo). objetiva. dentro do processo de elaboração da monografia. junto ao seu orientador buscar a bibliografia que possa ser consultada (livros. delimitação do estudo e definição de termos. b) Redação Definitiva: Consta das 3 partes da construção da monografia. no mínimo. pesquisa bibliográfica. os recursos retóricos. que aceitará as responsabilidades e atribuições descritas nas normas para elaboração de monografias da Escola. A documentação é a parte mais importante da dissertação. Salomão sugere recursos pra facilitar a tarefa de redigir: a) Redacão Provisória: fazer primeiramente um esboço. revistas. A escolha do assunto segue naturalmente. 6)Precisão e rigor com o vocabulário técnico. Pode ser externa e interna. A monografia é um trabalho escrito. consiste em coligir o material que nos vai fornecer a solução do problema estudado.) para a elaboração de seu projeto de Monografia e consequentemente a Monografia. Externa é a que se faz sobre o significado. etc. é o objeto de pesquisa. É preciso escolhê-lo com acerto. condizente com a redação científica. objetivos claramente definidos. a Introdução. c) Estrutura Material da Monografia: a monografia deve agradar ao público e também o serviço de documentação (obedecer as normas técnicas elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas) * ver abaixo d) Linguagem Científica: existe a tendência em se descuidar da linguagem quando se redige um trabalho científico. São necessários: 1)Correção gramatical. Tempo de Compromisso do orientador. Ele irá construir a partir desses dados. Unir toda a bibliografia encontrada e elaborar a informação ao trabalho da pesquisa (poderá ser feito através de fichas). . requisitos de comunicação.

embaixo a cidade e data. 20) Glossário. frase.. Normatização geral para sites dentro do número 17 (contribuição do Prof. Lista de referências Estrutura Material da Monografia: 1) Capa: na parte superior o nome da instituição (Universidade e Escola).br/capoeira. Belo Horizonte. 10) Objetivo. número de inscrição. etc. Orientador.. 17) Referências Bibligráficas em ordem alfabética. webmaster como o autor do site.cdof. In: Cooperativa do Fitness . e logo abaixo vem o orientador.com. Acessado em: 10 de Agosto de 2002. 11) Revisão de Literatura: todo o conteúdo apresentado de bibliografia sobre o assunto. embaixo vem a cidade e ano (o ideal é que seja sóbria sem desenhos). ou página destinada a um pensamento. o nome do autor. o curso e modalidade (ex: E. Disponível em: <http://www.com. Belo Horizonte. Título da obra. exemplo da capoeira: MATARUNA DOS SANTOS.F. L. Disponível em: <http://www. Histórico da Capoeira. 8) Introdução: Justificativa e Definição do problema. seguido do nome da escola.) .CDOF. Exemplo: PRIMO. no meio vem o título em letra maiúscula. 5) Índice Completo (de todos os capítulos e suas seções) ou Sumário (enumeração das partes principais) com a indicação das páginas iniciais dos capítulos ou partes destacadas (anexos).abaixo vem a assinatura do orientador. Acessado em: 10 de Agosto de 2002. 18) Índice de autores citados em ordem alfabética. Brasil. 21) Uma ou duas páginas em branco antes da contra-capa. Jun. 3) Capa 2: na parte superior o nome da escola. caso haja. Brasil.htm>. em seguida vem o nome do Coordenador do Colegiado. 19) Índice de assuntos em ordem alfabética. data). ordenados de acordo com o desenvolvimento e ditados pela conveniência e clareza da exposição do corpo do trabalho. / Licenciatura). 4) Página de Dedicatória: se houver. Ou Referência do autor do artigo. e no final um pequeno dizer: À tal departamento para registro e arquivo . produtor ou até mesmo. e vem abaixo um pequeno rol que deverá se preenchido pelo professor ao final (resultado.deve ser colocado no canto direito e no meio do papel. 16) Apêndices ou anexos. se o autor achar conveniente.data.Detalhamento da metodologia a ser utilizada. como fosse o autor de livro.J. F. nome do aluno. 2000. 6) Agradecimentos.br/capoeira. Minas Gerais. Leonardo Maturana): coloca-se o nome do editor.cdof. Minas Gerais. Cronograma. 7) Prefácio. 14) Metodologia: discussão e análise dos resultados. 15) Conclusão e Sugestões. como o aluno vai provar o problema e também o procedimento. 2) Dorso: o mesmo de cima embora no lugar do nome do autor vem uma orientação ex: monografia apresentada ao curso X da Universidade Y como requisito parcial a obtenção do título Z (ex: Licenciado em E. que irá receber a monografia e a assinatura dele. D.htm>. nota. Cooperativa do Fitness . tabelas e gráficos (podem ser colocadas em meio aos assuntos).CDOF.. . conceito. caso se julgue importante.

Sumário (obrigatório) . 1 ESTRUTURA DA MONOGRAFIA A estrutura da monografia estabelece a seqüência em que devem ser dispostos os elementos que a compõem.Conclusão Pós-textuais . Mesmo assim. Via de regra. mediante revisão de publicações de outros autores e também próprias. é exigida na pós-graduação em nível lato-sensu. como trabalho final ou de conclusão de cursos de graduação.Lista de abreviaturas.Folha de avaliação (obrigatória) .Capa (obrigatório) .Introdução . O objetivo da monografia é reunir vários trabalhos e analisá-los comparativamente. no verso da folha de rosto .Apêndice(s) (opcional) .Referências (obrigatório) . siglas ou símbolos (opcional) (ii) Textuais . ao menos. Largamente utilizada como trabalho de conclusão de cursos. colocar na página dos artigos ou matérias. que será a autoridade acadêmica a validar ou não os argumentos utilizados e a mostrar caminhos bibliográficos para o andamento da pesquisa. a data em que elas foram ao ar.1 Elementos pré-textuais: .Resumo na língua vernácula (obrigatório) .Agradecimentos (opcional) . Disposição dos elementos: Pré-textuais . para que na referência dos artigos.Ficha catalográfica (obrigatória).Anexo(s) (opcional) . com o fim de se promover a atualização de um dado tema.Dedicatória (opcional) . o mês de disponibilização.Glossário (se necessário) 1.Obs: Não esquecer dos termos "disponível em:" (para localização do endereço do link) e "Acessado em:" (para a data de acesso).Desenvolvimento . possam ser compreendidos os dados referentes ao ano de veiculação daquele assunto.Lista de ilustrações (se existirem gráficos ou tabelas) (i) .Citação ou epígrafe (opcional) . NORMAS PARA REDAÇÃO DE MONOGRAFIAS Monografias Documento investigativo e minucioso que apresenta o resultado de trabalho de atualização de conhecimentos sobre um tema específico e geralmente restrito.Folha de rosto (obrigatório) . a monografia é constituída sob a supervisão de um especialista no assunto (professor ou pesquisador). torna-se importante. ou.

Deve ser escrito em um único parágrafo. de agosto de 2002. A folha deverá ser digitada em fonte Arial 12. todo em letras maiúsculas. o local da sede da mesma. Na porção inferior da página grafam-se o nome da unidade acadêmica em fonte Arial 16 e. precedido da respectiva referência bibliográfica da monografia de acordo com a ABNT NBR 6023. pontos relevantes e as conclusões do trabalho. colocada após a folha de aprovação e deve estar em página própria. colocado após a dedicatória. as unidades acadêmicas dispõem de um serviço de biblioteca que é encarregado de orientar os usuários em procedimentos técnicos exigidos na produção do trabalho acadêmico. (Anexo C). excetuando-se a inicial dos nomes próprios. Folha de rosto Deve permitir maior número de informações sobre a monografia. em no máximo de cinco palavras. um espaço duplo. (Confeccionada pela biblioteca). ex. Concluído o resumo.: CD (Cirurgião Dentista). conforme cada exigência. a 6cm da margem inferior. em folha própria. o autor deverá identificar sua mais alta qualificação acadêmica. em negrito e centralizado. Prof. as quais não deverão constar no título da monografia. contendo no máximo 500 palavras. Ficha catalográfica Deverá ser confeccionada. na parte superior da folha. à direita da página. inferior e direita. a exigência que motivou sua produção em fonte Arial 12. A margem superior deve ser de 4cm. Caso a tenha. em negrito. em página distinta. O nome do autor deve aparecer no auto da folha. com letras minúsculas.Capa Capa é a proteção externa do trabalho. Deverá vir alinhada à margem direita. (Professor). entre o título e a identificação da unidade acadêmica. ou apenas: Orientador: nome. seguido do ano da conclusão do trabalho. Folha de avaliação da monografia Deverá conter a identificação e a exigência que motivou o trabalho. deverá haver dois espaços duplos e as palavras-chave. São necessárias três palavras-chave. colocado após a dedicatória.(Anexo D) . apresentando de forma concisa. O nome do orientador do trabalho será digitado em letras maiúsculas Arial 12. Centralizam-se todos os parágrafos e as letras da capa serão maiúsculas e negritadas. com o verbo na voz ativa. compondo-se de uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de enumeração de tópicos Não deve incluir citações bibliográficas. logo abaixo. o autor. Deverá vir alinhado à margem direita. acrescenta-se. a 6cm da margem inferior. seguindo as normas vigentes da ABNT e normalmente. Deverá vir alinhada à margem direita. digitado em fonte Arial 14. Deve ser redigido na terceira pessoa do singular. (Anexo B). etc. Todos os elementos da folha de rosto deverão estar centralizados com exceção da descrição do trabalho. em negrito e apenas a primeira letra em maiúscula (Palavras-chave). a 6cm da margem inferior. dados para serem avaliados. A palavra Orientador e as demais que permitem identificar sua qualificação acadêmica têm somente as primeiras em maiúsculas. Resumo na língua vernácula Trata-se de uma resenha do trabalho escrito. p. O título da monografia e subtítulo. parte inferior. Além dos elementos constantes da capa. se houver. ocuparão a região central da folha em fonte Arial 16. Citação ou epígrafe Elemento opcional. Dr. O título AVALIAÇÃO DA MONOGRAFIA deve ser digitado em Arial 14. a entidade em que foi produzida e a data de sua conclusão. Dedicatória(s) É opcional. 3cm e a esquerda 3. as quais não devem constar no título e subtítulo. Agradecimento(s) Elemento opcional. logo abaixo. devendo conter os elementos essenciais para que se possa identificar o trabalho. Virá no verso da folha de rosto. (Doutor). fonte Arial 14. Ao rodapé deverá constar o comitê de orientação. que deverá ser colocada à altura dos dois terços. (Anexo A).5cm. Abaixo do título RESUMO.

. tais como leis.3 Pós-textuais Referências bibliográficas Relação das referências bibliográficas das publicações citadas no texto. devendo conter número. Lista de abreviaturas. jurisprudências. Os itens devem ser digitados em Arial 12. justificativa e suas aplicações práticas. (Anexo E) Lista de ilustrações Relação de gráficos ou tabelas apresentadas no texto. recebendo paginação em algarismos romanos e iniciando com a numeração “i”. Relação alfabética das abreviaturas. deve ser centralizado no alto da página e digitado em Arial 14. Os itens listados no sumário poderão ter subdivisões. como parte do trabalho. Apêndice e/ou anexo Suportes elucidativos úteis à compreensão do texto.Sumário Refere-se à indicação e enumeração das páginas que contêm as divisões do trabalho. seguidos das palavras. p. na NBR 10520 de agosto 2002. As páginas do sumário não devem ser numeradas e os itens deverão estar na mesma margem.2 Elementos textuais Introdução É a apresentação do trabalho como um todo. siglas ou símbolos utilizados no texto. ou de forma resumida na NBR 6023 de agosto 2002.ex. 1. O título SUMÁRIO. A introdução pode referir-se aos tópicos principais fornecendo a ordem de apresentação dos mesmos. problemáticas. a critério do autor. Glossário . ou seja. Todo documento analisado deve constar na listagem bibliográfica e ser referenciado conforme a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). (Anexo H). 1. Os nomes dos autores de todas as contribuições citadas deverão. normas. transmite a idéia clara do tema. Lista própria para cada tipo. Vêm imediatamente após as referências bibliográficas e não podem ser de arquivos colados. em letras maiúsculas. O desenvolvimento da monografia deverá ter no mínimo quarenta laudas. APÊNDICE A. Trata-se de um texto explicativo. expressões correspondentes ou significados. constar das Referências Bibliográficas. metodologia utilizada. Coloca-se logo após o sumário. legenda e página. obrigatoriamente. devem ser digitados nas mesmas regras da monografia. por extenso. Desenvolvimento Trata-se da apresentação do trabalho. de acordo com a ABNT –NBR 6023 de agosto de 2002 (modelos em Anexo H). atendendo aos objetivos propostos na introdução. sem indentação. Os apêndices e/ou anexos Identificados por letras maiúsculas consecutivas. objetivos. propriamente dito. cópias de documentos e outros que acrescentam conteúdo ao trabalho. É um elemento em que são incluídas matérias suplementares. Deve-se listar obrigatoriamente todos os itens que vierem após o sumário e nenhum item que estiver antes do mesmo pode nele constar. siglas ou símbolos É opcional. Está dividido em três ou quatro capítulos (média de 10 a 15 laudas/capítulo). (Anexo F). Conclusão Apresentação dos alcances que os resultados da pesquisa permitiram obter. onde o autor define o assunto. ou seja. Deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto. estatísticas. ANEXO A.

tamanho 12 para o texto. Após um espaço duplo. cujas inclusões no texto interromperiam a seqüência lógica da leitura. Iniciar o texto após dois espaços. 3. tamanho 9 em caso de notas de rodapé. direita: 2. digitada em cor preta apenas no anverso das folhas. ii. Os títulos dos capítulos deverão ser em caixa alta (CA).5cm.).. a fonte no tipo Arial. utilizam-se as expressões abaixo. São enumerados com algarismos romanos (CAPÍTULO I). Entre um título ou subtítulo e o texto deverá haver um espaço antes e um depois.25cm da margem esquerda. d) Confira. Todo parágrafo deve iniciar com tabulação equivalente a 1.5cm. c) Opus citatum. a palavra CAPÍTULO deverá estar a cinco centímetros da margem superior (3cm da margem + 5cm de espaço). 2. utilizando o sistema de numeração progressiva. devendo o texto ser justificado. de cerca de um terço da linha. (Anexo G). 2. A introdução corresponderá à página 1. em negrito. não recebe numeração. inferior: 2. abreviadas quando for o caso: a) Idem – mesmo autor – Id. As notas de rodapé devem ser separadas do texto por um traço contínuo. esquerda: 3. Os itens e subitens devem aparecer gradativamente. centralizada..5 cm.2 Digitação Utilizar caracteres tipo Arial. mas o número é omitido. tabelas longas.. . tamanho nove. Da introdução em diante. siglas ou símbolos (se houver). opere citado – obra citada – op. Espaço simples deve ser usado apenas em resumo. espaço simples entre linhas. tendo apenas a primeira letra da primeira palavra em maiúscula (exceto se for nome próprio). em negrito.4. usar algarismos romanos minúsculos (i.Opcional e elaborado em ordem alfabética. de abreviaturas. Após o título e subtítulo não colocar ponto final.4 Notas de rodapé Têm a finalidade de prestar esclarecimentos ou inserir no trabalho considerações complementares. notas de fim de texto.. Quanto às notas bibliográficas. b) Ibidem – na mesma obra – Ibid. iii. Utilizar espaço um e meio entre linhas.. As margens devem ser: superior: 3cm. confronte – Cf. em negrito e centralizados. Para as subseqüentes citações da mesma obra. Arial 10. adotar um dos sistemas previstos pela ABNT (alfabético ou numérico) para fazer citações de obras consultadas. alinhados à margem esquerda.. de boa qualidade. usar algarismos arábicos (1. estilo normal. 2. cit. o título do capítulo... A primeira página de toda a divisão principal.3 Paginação A numeração deve ser colocada no centro inferior da página. São de dois tipos: bibliográficas ou de referências (informam ao leitor a fonte da citação feita) e explicativas (fazem um comentário marginal ao texto).7cm). Apenas para os elementos preliminares: lista de ilustrações. em página nova. Os subtítulos em CA. devendo ser única e consecutiva. 2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA E FORMALIDADES 2. 2. embora contada. ou seja. Alinhamento justificado para notas explicativas. Arial 12. notas de rodapé. em letras maiúsculas. Para iniciar um novo capítulo. Se a opção for pelo alfabético. Arial 14. localizada de modo que a base superior do número esteja a 12mm da borda inferior do texto (última linha). Os algarismos que numerarem os títulos e subtítulos não virão acompanhados de ponto ou traço. . seguindo a numeração correspondente e alinhados à margem esquerda. em nota de rodapé. Mas caso a opção tenha sido pelo sistema numérico. 2. Maiores detalhes consultar a NBR 10 520 de agosto de 2002. . títulos com mais de uma linha e nas referências bibliográficas. separados por um espaço de caractere. deve ter sua referência completa. A numeração das notas se faz por algarismos arábicos. formato A4 (21cm x 29.1 Formato A monografia deve ser impressa em papel branco.1 Notas de referência A primeira citação de uma obra. as referências finais aparecem na mesma ordem numérica crescente. conservando o espaçamento um e meio entre linhas.). as referências devem ser ordenadas no final do artigo em uma única ordem alfabética.

seiscentos milhões.centenas redondas: duzentos. utiliza-se o termo em latim apud. As citações longas. tamanho 11 e com recuo da margem esquerda igual ao dos parágrafos (1. cujo significado é junto a ou em ou a expressão citado por. ao final menciona-se: grifo do autor. min (minuto).: O (oxigênio). No caso de ocorrer várias fórmulas e equações. entre parênteses.de zero a nove: cinco. m (metro).25cm) e espaçamento simples. f) Numerais: em algarismos arábicos.5 Citações As citações podem ser transcrições literais (citação direta) ou uma síntese do trecho que se quer citar (citação indireta).. concisa e de consistência gramatical e seqüencial. p. palavras e frases em língua estrangeira. e) Fórmulas e equações: devem aparecer bem destacadas do texto. dois milhões. . As citações diretas que ultrapassarem três linhas devem vir em um parágrafo especial. elas são identificadas por números consecutivos. quarenta milhões.6 Normatização textual a) Redação: a monografia deve ser escrita na terceira pessoa. Obs. Fundamentos de metodologia científica. utilizando a expressão: grifou-se. mas por extenso nos seguintes casos: .] b) interpolações.. Na primeira vez em que forem mencionadas no texto. em linguagem clara. quatrocentos mil. de mais de três linhas.Seqüência: autor (sobrenome em maiúsculas). . como p. capítulos médios (de dez a 15 laudas). . ao final da redação.. f) Loco citado – no lugar citado – loc. devem ser indicadas: a) supressões: [. . cm (centímetro). data da publicação e página. Nas páginas seguintes.. A citação de citação vem entre aspas simples. sem aspas. pode-se fazer a referência reduzida a seus elementos essenciais. indicar a alteração. colocados entre parênteses na extrema direita da linha. precedidas da sua forma por extenso. usar aspas simples. ex. Porém. com uma das seguintes formas: . (Anexo G). . sem aspas. logo após a menção do artigo. 2. sete mil. trinta mil. acréscimos ou comentário: [ ] c) ênfase ou destaque: negrito. E. cit.: LAKATOS. estilo normal. incorporadas ao texto.: LAKATOS. . a) Destaque e diferenciação de palavras: nomes científicos. Ex. se o destaque já constar no original. g) Sequentia – seguinte ou que se segue – et seq.. As citações devem ser apresentadas conforme a NBR 10520 ou de forma reduzida na NBR 6023. não se admitindo transcrições sem a devida referência. frases simples e curtas (média de trinta palavras). separadas do parágrafo anterior e posterior por uma linha a mais. fonte do tipo Arial. usar negrito. emprega-se itálico. c) Abreviaturas e siglas: devem ser utilizadas na forma recomendada por organismos de padronização nacional ou internacional ou órgãos científicos de competências de cada área. em diversas passagens – passim. data da publicação e página.: as expressões constantes nas alíneas a). c) e d) só podem ser usadas na mesma página da citação a que se referem. 2. . 1991. Conforme a seguir. títulos de capítulos ou de poemas vêm entre aspas. Se tratar de citação de citação direta.. pois já se menciona a Lei ou Código pertinente.. dispensando-se as aspas. b) Aspas: vão entre aspas duplas as citações de até três linhas. Tanto num caso como no outro. Para dar ênfase a um trecho de citação. Para citação de citação..dezenas redondas: vinte. d) Símbolos: são as reduções de termos científicos de forma gráfica invariável. devem aparecer entre parênteses. b). títulos de obras (livros e periódicos). para dar destaque a um termo. 136. parágrafos médios (oito a 15 linhas). Ex.e) Passim – aqui e ali.. Deve ser evitada e só usar quando for indispensável e não tiver possibilidade de acesso ao original. Nas citações de artigos de lei não se insere a fonte na nota de rodapé.Seqüência: autor (sobrenome em maiúsculas e nome abreviado).: Código de Processo Penal (CPP). sem ponto final ou desinência de gênero ou número. Ex. p. M. as fontes devem estar indicadas. são em bloco destacado do texto. para as subseqüentes citações da mesma obra.. 136.

segundo a causa atribuída Causa atribuída Alcoolismo Dificuldade financeira Doença mental 263 198 700 Freqüência 13. 12 abr. Se retiradas de material consultado.06.. 3ª-feira. excetuando-se o mês de maio.. reis. é possível recorrer a dois procedimentos: . m) Horas: a norma manda: 3h20min e não a forma usual: 3:20 (em horários). imperadores. Ex. sucedidos do símbolo próprio (5%. . de mesmo nome.. quando ocorrem frações. dia. abreviados por meio das três primeiras letras.. As figuras devem ser designadas e mencionadas no texto pela palavra Fig.ex.: 23. ano de publicação e a página). exceto quando ambos os elementos se situam de um a dez (um terço. e pospostos. com numeração própria e progressiva (Figura 1 . i) Ordinais: escritos por extenso de primeiro a décimo. 2. n) Datas: Quando por extenso.. 4ª-feira. grandes divisões das forças armadas.6 milhões.7. 6ª-feira. gráficos... 16.. Na indicação numérica.. 12 ABR 1972.: 1972.26 9. acompanhada do respectivo símbolo (R$ 15.05. h) Porcentagens: sempre indicadas por algarismos. p.: 12 de abril de 1972. dinastias reais.5.. Ex. enquanto que o da figura. quadros.35).as classes separam-se por espaços..25). seguem o uso internacional: ano. entretanto. sáb.C.Suicídios ocorridos no Brasil em 1986. dom. 1972.ex. repetidos periodicamente. sendo indicadas no texto ou final do período.30 Percentagem . 5/12). seguida do número de ordem ou localizar-se entre parênteses no final da frase. papas. Devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem. l) Algarismos romanos: usados normalmente nos seguintes casos: séculos.: Segundo milênio antes da era cristã = II milênio a . gravuras. mapas. organogramas. indicar a fonte (sobrenome do autor. no caso dos milênios. A indicação dos dias da semana pode ser feita abreviadamente. desenhos e outros. Ex. cardinalmente. as frações decimais são escritas com algarismos (0. Com exceção de tabelas e quadros. esquemas. fotografias. porém os demais na forma numérica (quinto. ainda.1 Tabelas e Figuras Têm a finalidade de resumir ou sintetizar dados.. todavia. Exemplo: Tabela 1 . século vinte = século XX.7 Ilustrações As ilustrações aparecem no trabalho para explicar ou complementar o texto. registra-se a quantia exclusivamente de forma numérica. usam-se algarismos romanos antepostos. quando indicadas numericamente. O ano deve ser indicado numericamente por todos os algarismos e não apenas pela dezena final. Acima do milhar.. seguidas de ponto quando minúsculas.desdobramento dos dois termos numéricos. a indicação dos milênios deve ser feita ordinalmente e a dos séculos.. 25%). da seguinte forma: 2ª-feira. fluxogramas. as ilustrações são nomeadas como figuras. São as tabelas. quando maiúsculas. Pode usar espaçamento e fontes de letras com tamanhos menores que os do texto. no caso de séculos. O título da tabela ou quadro deve ser colocado acima da mesma (Tabela 1 . 247 320 e não 247 mil e trezentos e vinte. mês. quando a matéria nelas contidas exigir esclarecimentos. Devem ser construídas de acordo com as diretivas da NBR 14 724 de agosto de 2002. 15º). . fornecendo o máximo de informação num mínimo de espaço..). porém mencionadas no texto pela palavra Tab.. mas 13 700 e não 13 mil e 11 setecentos. Os meses são indicados por extenso ou em algarismos arábicos ou. O mesmo ocorre com as tabelas. e. 5ª-feira. p. As datas. e sem ponto.aproximação do número fracionário. As ilustrações são numeradas em algarismos arábicos e em seqüência própria. As tabelas são auto-explicativas e pode-se fazer uso de notas e chamadas colocadas no seu rodapé.98 35. abaixo da mesma. que é escrito por extenso.). 2. acontecimentos.. Para títulos longos de tabelas ou figuras deve-se empregar espaçamento simples...: 3 milhões e 535 mil g) Frações: indicadas por algarismos. em todos os casos só se usam palavras quando não houver nada nas ordens ou classes inferiores: 13 mil. entre parênteses. j) Quantias: de um a dez se escrevem por extenso (cinco reais). reuniões.

Manual de monografía jurídica: como se faz uma monografía. Rio de Janeiro: ABNT. 282 p. ago. 29 e 30. com letras em dourado (conforme padrão). HENRIQUES. Belo Horizonte: UFMG. 261 p. 2004. Antonio. Apostila. 2003. 2002. rev. a gente só se refere à administração de fulano. Os passos da pesquisa científica.br NORMAS GERAIS PARA REDAÇÃO ADMINISTRAÇÃO Esta palavra nunca é nome próprio. sicrano ou beltrano. 7. MEDEIROS. Rio de Janeiro: ABNT.98 10. São Paulo: Saraiva.10 Encadernação Após a apresentação da monografia e efetuadas as eventuais correções. João Augusto. 2. Claúdia Servilha. o semestre e ano da apresentação.9 Orientador De acordo com o Regulamento para a elaboração da monografia do Instituto Machadense de Ensino Superior (IMES).53 20. Portanto. São Paulo: Thomson. depois de concluída a monografia.8 Revisão de português Sugere-se ao aluno que. Antonio Joaquim. . NBR 14724: Informação e documentação. 3. Belo Horizonte: [s. São Paulo: Saraiva. rev. Luiz Antonio. 329 p. MEZZAROBA. juntamente com seu orientando. Na lombada deverão ser impressos na parte superior. 2003. 2002.Outro tipo de doença Desilusão amorosa Outros Fonte: IBGE (1988) 189 416 217 9. ed. uma tese. o plano de trabalho e cronograma de execução das atividades registrando-as na ficha de controle de orientações. ago.Rizzatto. Técnicas de comunicação científica. Luiz Cláudio Vieira de. apresentação. OLIVEIRA. de cor vermelha para a Faculdade de Direito e em azul para a Faculdade de Administração. 2001. 220 p. Monografia no curso de direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa. BIBLIOGRAFIA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. São Paulo: Atlas. longitudinalmente o título da monografia. 2002. Apostila de introdução aos estudos da educação. SEVERINO. NBR 10520: Informação e documentação. deverá ser entregue um exemplar encadernado em capa dura. 2002. e na parte inferior o nome do autor (SOBRENOME.com. 1999. Metodologia científica na era da informática. ed. aum. da escolha do assunto à apresentação gráfica. ______. iniciais do nome). MONTEIRO. Metodologia científica aplicada ao direito. uma dissertação. trabalhos acadêmicos. 2004. ______. ed. OLIVEIRA. João Bosco. 4. VASCONCELLOS. 2. em sua versão final. nos seus art. jan. Júnia Lessa. faça uma revisão de português. FRANÇA. MÁTTAR NETO. Sílvio Luiz de. cuja capa será exatamente igual à falsa folha de rosto. Ana Cristina. ago. 2003. Fonte: www. São Paulo: FEUSP.fumesc.]. Orides.94 2./jun. Rio de Janeiro: ABNT. NUNES. colocando o termo em letras minúsculas. estabelecer. apresentação de citações em documentos. compete ao professor orientador cumprir todas as etapas de avaliação e critérios previstos no regulamento e. NBR 6023: Referências bibliográficas. ed. Manual de metodologia da pesquisa no direito. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 2.n. São Paulo: Saraiva.

palavras. mas os sites de jornais e bancos nos informam com precisão. 4 marcam as expressões. "que se pode tomar em mais de um sentido".. para não prejudicar títulos: "O jornalista dA Gazeta é Pedro. vocábulos. consulte sempre o dicionário. revistas ou outras. apelidos e outros: Eles passaram as férias no navio de turismo "Princesa Isabel". têm que ser citados obrigatoriamente. DATAS E ENDEREÇOS Usamos sempre os dois recursos em nossos textos.assinalam as transcrições textuais: Caxias disse: "Sigam-me os que forem brasileiros!" 2 . Verinha. DINHEIRO Sempre que a gente fala de moeda estrangeira. secretário. avistei vários animais" (ambigüidade provocada pelo gerúndio. é preciso converter o valor para o Real pela cotação do dia. teve aqui. para ajudar o leitor que lê o Vitória On Line. Ambigüidades ocorrem quando: há ausência de vírgulas. Alguns exemplos: "Gols de bandeja" (o jornal queria se referir a um torneio de futebol disputado por garçons). 2 . Paulo. discursos. etc. do Rio de Janeiro. há sucessão inadequada de termos. intervenções da Prefeitura. etc..AMBIGÜIDADE Tente ao máximo não usar textos ou formas ambíguas. "Estamos liquidando pijamas para homens brancos" (má disposição das palavras na frase). pau-d'arco. Evidentemente. No caso do dólar é mais fácil. vereador. 3 caracterizam nomes. Tanto datas (terça-feira (15)) quanto endereços corretos e completos de locais de solenidades. têm alguns empregos específicos. combinações das preposições. em casos de transcrição de documentos. dele ou dela?) APÓSTROFO Sinal que indica supressão de letras e seu uso é restrito a poucos casos. em palavras compostas ligadas de preposição: estrela-d'alva. o princípio não se aplica. Em caso de dúvida. o Diário de Vitória ou nossos impressos destinados à imprensa. usamos o itálico: A notícia do escândalo foi publicada por "O Globo". Não se usa apóstrofo em combinações pronominais. declarações textuais devem ser usadas quando o que a pessoa diz tem muito impacto.supressão de letra em versos por exigência de métrica: co'este.. exemplificadas no contexto de uma frase: Encerrou as despedidas com um "até breve" cheio de esperanças. formas aglutinadas e antes de maiúsculas. 1 . que provoca queimaduras graves se ingerido). prefeito. também chamados de vírgulas-dobradas. pois às vezes as regras da língua portuguesa consagram algumas formas como nomes próprios. "Cachorro faz mal à moça" (a personagem teve indigestão ao comer um cachorro quente com salsicha estragada). 3 . Nos casos das demais moedas é mais difícil. mãe-d'água e poucas mais. Isso é um defeito grave. etc. esp'rança. No caso de jornais. Basta escrever. "Ele pensava no antigo amor e julgava que a sua agressividade teria contribuído para o término do romance" (ambigüidade ocasionada pelo emprego de um pronome que é válido tanto para 'ele' como para 'ela'. e trata muito bem da questão. 5 . etc. etc. "Vendem-se cobertores para casal de lã (ambigüidade provocada por troca da ordem das palavras).separam os chamados estrangeirismos. quando se abusa da preposição 'de'. "Eu noivaria com você. olho-d'água. neologismos ou quaisquer palavras que soem estranhas ao contexto: O ideal é substituir o "petit pois" pelo brasileiríssimo ervilha.realçam os nomes das obras de arte ou de publicações. literalmente. o 'que' foi colocado em outra posição que não logo depois do nome que substitui e. títulos honoríficos. professor. pois induz o leitor ao erro.apócope da vogal e. diretor. etc. DECLARAÇÃO TEXTUAL Há um velho princípio jornalístico que diz o seguinte: quanto menos se usa esse tipo de recurso. Neste último caso. "Hoje é proibido ficar doente" (a notícia falava de greve em hospitais). mais valor ele tem. o adjunto adverbial foi colocado no lugar errado. letras." DIVISÃO SILÁBICA . 1 . Ou então o manual de normas de redação da Folha de S. Quem subia a serra?)." (ambigüidade do pronome relativo 'que')." ASPAS Estes sinais. finalmente. sejam elas livros. ministro. "A ordem do ministro que vai de Brasília. Mas tome cuidado com isso.pronúncias populares: tá. se tivesse um pouco de dinheiro" (ambigüidade ocasionada por omissão de termos.. "Comeu a mãe e foi parar no hospital" (um menino colocou na boca um animal de nome 'mãe d'água'. CARGOS Escreva sempre em letras minúsculas: presidente. eu ou você?).. por exemplo: "A venda foi feita por US$ 200 mil (R$ 397 mil). "Subindo a serra. Portanto. Somos prestadores de serviços. Ambíguo quer dizer.

a língua portuguesa registra as seguintes: 1) nunca se partem ditongos nem tritongos: flui-do. não perto mas não muito longe. Esta mesma regra serve para "neste". ter-ra. ESSE. deve ser feita pelas sílabas pronunciadas. porque se assim fosse não estaria no jornal. licor.Só quando a pessoa estiver dizendo uma coisa que ninguém ainda sabia. a natureza. con-vic-ção. para este. por favor!" Antes de enumeração: "Comprou diversas bebidas no supermercado: Uísque. Aquele está longe: "Aquele lápis é de alguém aqui?".Deve ser evitado ao máximo.Acima. cir-cuns-cre-ver. 2) encontros de duas consoantes que não sejam iniciais ou isoladas: as-sar." Antes de complementação: "O fígado só tem uma ideologia: cuidado com as imitações. recomenda-se utilização quando a afirmação for enfática: '"Não sou corrupto". "O gastroenterologista Fulano de Tal vai dirigir o programa da Semus. Só que. Deve ser usado homeopaticamente e jamais em títulos. Ecologia estuda a relação homem-ambiente. sa-guôes. de complementação e de conclusão. ih. cerveja e até refrigerante. FALA DO ENTREVISTADO Para abrir aspas e deixar o entrevistado falar. de explicação.Significa o mesmo que "relata". . com-prar. RELATA . e não por elementos morfológicos. REVELA .Fica nas proximidades do "informa". Pode-se fazer citação deste termo apenas quando for necessário dizer que uma determinada pessoa fez doutorado. Exemplos: Antes de citação: "E o homem disse: . etc. encontros consonantais iniciais e perfeitos terminados em i ou r. herói-co. mas apenas contra o ambiente. formam sílaba com a vogal seguinte: ba-se.Pode ser usado em quaisquer circunstâncias. etecétera. cin-qüen-ta.Igualmente. e vai por aí. Já o ambientalismo é um movimento. não será preciso repetir aquele que sai no início da linha seguinte. a-guar-dar. 4) consoantes iniciais e isoladas. AQUELE Este é algo que está próximo. quer dizer "e mais outros".. segurando seu próprio lápis.". AFIRMA . caso coincida um hífen com a repartição da palavra. dl. paradisíacas: vamos de qualquer maneira. apontando o final da sala. INFORMA . separam-se as letras pelas síladas e nunca partindo o que se pronuncia no mesmo impulso da voz. de enumeração. Como orientações finais. principalmente quando se trata de relato de algum fato que a fonte esteja fazendo ao jornalista. nunca parta o vocábulo de tal forma que no final ou no início da linha apareça uma palavra obscena ou ridícula e." DOUTOR Desnecessário dizer que jornalisticamente usa-se sempre a profissão da pessoa. "Este lápis é meu". ao nosso lado. você perguntaria à pessoa da mesa ao lado. As exceções são bl. Por princípio geral." Antes de explicação: "Fiquei feliz quando a vi: sabia que ela ia se recuperar. qu. Antes de conclusão: "O lugar é lindo e as praias.Para escansão silábica ou no fim da linha.Não atire. aqui vai um recado: ninguém comete crime contra a ecologia. 3) encontros de mais de duas consoantes são partidos antes da última ou antes de encontro consonantal perfeito: ist-mo. gu. O mesmo que "conta". Os que normalmente antecedem as vírgulas são estes: DIZ . "nesse" e "naquele"." (esta é de Luís Fernando Veríssimo. ch. ECOLOGIA Como usamos muito este termo. DOIS PONTOS Usam-se dois pontos em cinco hipóteses: antes de citação. CONFIDENCIA . "Esse lápis é seu?".".. Pode ser usado em quaisquer circunstâncias. você diria. ESCLARECE . nh. ESTE. CONTA . Em todas as outras quatro hipóteses. Pode-se usar apenas da seguinte forma: "Segundo Paulo Maluf confidenciou a Celso Pitta. era preciso ter jogado fora os computadores da prefeitura. br. o que a segue é letra minúscula.Deve ser usado quando a pessoa estiver tornando pública uma informação ainda não conhecida e referente a um fato de interesse público. Esse está ao largo da pessoa. com a diferença de que só deve ser usado quando houver alguma dúvida relacionada a algo. qualquer um de nós perguntaria. O mesmo princípio aplica-se a "mestre" e "mestrado". Antes de citação a pontuação vem seguida de letra maiúscula. afirmou o prefeito Celso Pitta'. EXPLICA .Só quando o entrevistado estiver explicando dados relacionados com alguma coisa. Como normas particulares. é preciso tomar cuidado com o verbo ou outro termo a ser usado. ETC Este termo.

às vezes não gostam de revelar suas idades. pois há restrições a seu uso". FRASE/ORAÇÃO/PERÍODO/PARÁGRAFO Como a gente erra muito nas construções de textos. do Brasil. das 18 horas às 24 horas. Ela banaliza e pode até confundir o texto. AVALIA . e daí por diante. a gente usa 12h45 ou então 15h24. pode ser chamada de oração: 'Deus é luz. IDENTIFICAÇÃO ." Quando isso constranger a pessoa.Usa-se quando alguém destaca um ou mais pontos ligados a uma informação.O mesmo que o anterior. sobretudo juízo de valor. a noite. RESSALTA . das 6 horas às 12 horas (também podemos dizer meio-dia).Este. vamos transcrever o que o manual da Folha fala sobre isso.Também de uso livre. De dois para cima. usam-se gírias somente em transcrições de declarações de terceiros. evite períodos muito longos. usa-se corretamente quando o entrevistado estiver fazendo algum julgamento.' Toda oração tem verbo ou locução verbal. etc. É o melhor manual para explicar o item: "Frase designa qualquer enunciado capaz de comunicar alguma coisa a alguém. quando houver diferença de fuso horário. quando apresenta estrutura sintática. Mesmo assim. Ou que tenha relação com o conceito. De parágrafos que se ligam. basta seguir a receita que dá tudo certo. ou seja. Quando for absolutamente necessário dar esta informação. destacando-os. Um texto completo é uma série de elos. HORÁRIO Vamos uniformizar nosso texto. GÍRIA Evite-a ao máximo. ponto ou detalhe do todo. É simples (uma única oração) ou composto (com mais de uma oração): 'Padre Teófilo disse que Deus é luz. E quem faz mais gols em um campeonato deve ser chamado de 'artilheiro'. com outra idéia ou pensamento. Ela mostra de forma clara como se dá o encadeamento das palavras que acabam formando o que a gente escreve. Pode ser desde uma simples palavra ('Obrigado!') ao mais complexo período proustiano. diga "às 21 horas de Paris (16 horas de Brasília)". esteve ontem. evite. Normalmente. "Maria do Socorro. como os de uma corrente. Tempos marcados são indicados assim: 2h10min36s356. das 12 horas às 18 horas. No nosso caso. governo estadual. Período é o nome que se dá a frases constituídas de uma ou mais orações. Já o parágrafo deve conter pensamento completo. e assim por diante. a tarde.Recurso que torna o uso livre. Ele se liga a um outro. Uma idéia pronta e acabada. A madrugada vai de 0 hora às 6 horas. a manhã. IDADE Quando for necessário informar. Finalmente. tudo bem.. O dia começa à 0 hora e termina às 24 horas. O melhor é desprezar o 'informa'. do Espírito Santo. SEGUNDO INFORMA FULANO . GORDO Evite. SEGUNDO FULANO . Pessoas idosas.Melhor usar quando o entrevistado estiver falando de fato ocorrido há muito tempo.. FOLCLORE A gente jamais usa com sentido de ridículo. Quando a frase afirma ou nega alguma coisa. escreva.No caso deste verbo. folclore é tudo o que faz parte da cultura popular de nossa cidade. é melhor usar este verbo quando o entrevistado estiver destacando algum fato. ou use o peso exato da pessoa ou o termo 'obeso'.O mesmo que o anterior: LEMBRA . GOVERNO Escreva sempre com minúsculas: governo federal. Em horas quebradas. sobretudo mulheres.' Em textos noticiosos. mesmo que às vezes um deles não esteja expresso. de14 anos." Portanto. DESTACA . DE ACORDO COM . Conferências e congêneres duram sempre "quatro horas e 35 minutos". é sempre bom usar o bom senso.ENFATIZA . GOLEADOR Esta é para quem escreve sobre esporte: não se deve usar este termo para quem marca apenas um gol numa partida.

verbo e predicado).J. condição ou profissão. esteve ontem. sempre que possível. sendo palavra que o português tirou do inglês. Como na Prefeitura de Vitória nós lidamos quase sempre com informações de natureza fatual. sete. IRONIA Evite sempre. Pode ajudar a tornar o texto didático. Notícia Agora. etc. Mas evitemos as já desgastadas pelo excesso de uso: aurora da vida. por exemplo. para tornar mais leve o texto. E o intertítulo deve ter uma única palavra. página virada e outras. Mídia impressa são os meios de comunicação impressos. um ramo da biologia. Mas pode ter seis e.Pessoas devem ser identificadas pelo cargo. função. onde e por quê?" na redação das aberturas de matérias jornalísticas. primeiramente pelo cargo. revista e outros impressos. Nós fazemos notícia. secretarias ou outros organismos. E sempre que possível esse cargo deve anteceder o nome. O ideal é que tenha cinco linhas. JORNAIS E OUTROS Sempre que a gente tiver que escrever nomes de jornais. não fazemos editoriais. sempre respeitadas as normais que obrigam a citação do nome da Prefeitura.). como. responder a essas questões na abertura da notícia é o melhor caminho para produzir um bom texto. é imperioso usar o recurso para introduzir o leitor no texto e prender sua atenção. há muita gente que contesta o princípio do uso do "o quê. Mídia eletrônica identifica os meios de comunicação eletrônicos como o Diário de Vitória.. noticiosas.. quando. Luiz Paulo Vellozo Lucas. Quando se tratar de servidor municipal. INTERTÍTULOS Devemos usar um por lauda. usa-se para designar jornal. em situações extremas. INICIAIS O ideal é evitar abreviar nomes próprios. Também é preciso que seja escrito em ordem direta (sujeito. uma síntese da notícia. Valente soldado do fogo. Aliás. O ideal é que o primeiro venha logo após o segundo parágrafo. esta palavra quer dizer "conduzir". que é uma disciplina. luz no fim do túnel. Nem "imprensa falada" porque é errado. quando for o caso. O primeiro parágrafo deve ser. Atualmente. silêncio sepulcral. A legislação brasileira vigente proíbe a publicação de nome de criança ou adolescente a que se atribuam infrações. usemos o recurso do itálico.L. MÍDIA Designa os meios de comunicação. que. Deve dar ao leitor informações suficientes para que ele se sinta informado. Quando não houver alternativa. até porque as pessoas costumam ser notícia em função de suas atividades. MENOR Evite o termo para se referir a criança ou adolescente. é o fim da picada. Use as iniciais como explicado em "INICIAIS". LEAD Em inglês. não coloque espaço entre as iniciais: (B. MEIO AMBIENTE Não usemos como sinônimo de ecologia. Daí para a frente. Não existe "imprensa escrita" porque é pleonasmo. "liderar". um a cada 25/30 linhas. Ainda assim. Nunca mais do que isso. devemos dizer "meios de comunicação". Portanto. Quando a designação abranger a todos. A Gazeta. METÁFORA Figura de linguagem na qual o significado imediato de uma palavra é substituído por outro. citar o cargo da pessoa é indispensável. . TV Tribuna. Exemplo: "O prefeito de Vitória." IMPRENSA Imprensa é meio de comunicação escrita.

use-o em lugar da grafia original (Nova York em lugar de New York). escrevemos os algarismos. confronto de dados. É sinal de prolixidade incompatível com o jornalismo. bichos e plantas morrem mesmo. As pessoas desta raça jamais devem ser chamadas de pretas ou de qualquer outra designação preconceituosa. Na segunda menção à pessoa em um mesmo texto. idade. NOMES PRÓPRIOS Escreva de acordo com o registro original ou com a forma usada profissionalmente pela pessoa. MORTE Não use falecimento.MINORIA Este conceito não é usado apenas por critério quantitativo. Pessoas. Evidentemente. Jornalismo crítico não depende da opinião de quem escreve. nas aberturas de texto. prefeitinhos. Evite. sexuais. além de cem e mil. sempre que uma autoridade nova ingressar no serviço municipal. Em casos de nomes próprios provenientes de línguas com outros alfabetos. ela deve ser consultada sobre como gosta de ser chamada. Preto. quando não for obrigatório. Nomes próprios não seguem regras ortográficas. por seu nome completo: "Luiz Paulo Vellozo Lucas". Deve-se usar tal princípio para citar todas as autoridades da Prefeitura: secretários. Em caso de dúvida. NOMES ESTRANGEIROS Respeite a grafia original. trespasse ou outro tipo de eufemismo. é uma cor. azul. políticas. identifique-a pelo sobrenome ou então pela designação com a qual ela é mais conhecida. não devemos usar apelidos. informações e opiniões alheias podem ser muito mais contundentes do que a opinião de um jornalista. Da seguinte forma: Homo sapiens (espécie humana). peça à pessoa para soletrar seu nome. NOMES CIENTÍFICOS Escreva em itálico. Quando o nome tiver um correspondente consagrado em língua portuguesa. etc. o uso de algarismos romanos. mas também político. quando possível. NARIZ-DE-CERA Parágrafo introdutório que retarda a entrada no assunto específico do texto. cargo e. NUMERAIS A maioria dos jornais escreve por extenso números inteiros de zero a dez. etc. . a não ser que sejam consagrados no lugar do nome. Nas seqüências das matérias. passamento. NEGRO Significa raça. vermelho. MULHERES Trate mulheres que são personagens de notícia da mesma forma que os homens. ideológicas ou de qualquer outro tipo devem ser tratadas sem preconceitos. Minorias étnicas. O PREFEITO O prefeito deve ser sempre citado. religiosas. por sinal. Depois do dez. o ideal é transliterar de acordo com a pronúncia aproximada. com o gênero em maiúscula e a espécie em minúscula. Assim como amarelo. Ninguém gosta de ver o nome escrito errado. com o nome pelo qual é chamado normalmente: "Luiz Paulo". OPINIÃO Jornalistas devem se abster de opinar ou emitir juízo de valor ao redigir uma notícia. Informe profissão. mas ignore toda a espécie de sinais que não tenham correspondentes em português. um registro. raciais. E para não haver erros ou reclamações. sejam cardinais ou ordinais.

que a gente escreve como sutiã. Palácio Anchieta. por intermédio da Secretaria da Saúde (Semus). virgem e bela. Emoção.". Palácio Domingos Martins." PAÍS Com maiúscula.. advérbio + particípio: bem-feito. PALAVRAS ESTRANGEIRAS Só use se não houver correspondente em português. Petit pois. Congresso é a palavra mais comum para designar a reunião de duas câmaras em regimes presidencialistas. anuncia hoje. citamos os órgãos que são subordinados à Prefeitura. Por isso. advérbio + adjetivo: meio-morto. O nível do jornalismo deve ser sempre preservado. só os professores de francês. Isso servia aos interesses dos jornais. PIRÂMIDE INVERTIDA Técnica de redação jornalística que remete as informações mais importantes para o início do texto e as demais. e que se referia a uma garota que cometera suicídio: "Tinha 17 anos. etc. em seguida. devemos unir os dois na citação da procedência.. é resultado de fatos narrados e não de estilo.. era costume dizer que pé de matéria e pé de galinha tinham sido feitos para cortar. mesmo assim.ÓRGÃOS SUBORDINADOS Em muitos textos. que às vezes precisavam cortar as matérias pelo "pé". A propósito. Há exceções. Palácio da Alvorada. substantivo + de + substantivo: água-de-colônia. Congresso. PIEGUICE A função do jornalismo é informar e não comover. o "P" tem que vir maiúsculo pois está substituindo o cargo: "o titular da Pasta (ministro da Fazenda) viajou ontem para Brasília". é mais comum que "porta-seios". portanto. adjetivo + adjetivo: amarelo-escuro. ele deve ser escrito só com a primeira letra seguida de três pontinhos." Ou então: "A Secretaria da Saúde (Semus) da Prefeitura de Vitória anuncia hoje.. soutien. Aqui no Brasil. Oh!. dependendo do palavrão. Trata-se de uma palavra que foi aportuguesada. vale a pena lembrar um texto publicado por um grande jornal de São Paulo. Ervilha todo mundo sabe o que é. Nestes casos. advérbio + advérbio: menos-mal. Mesmo quando o vulgar é usado pelo entrevistado. PARLAMENTO/CONGRESSO Não são sinônimos. ainda. outras combinações bem mais complexas: deus-nosacuda. na década de 30. forma verbal + forma verbal: corre-corre. PASTA Quando este termo significar o cargo que a pessoa exerce. mas há uma tendência da língua de reservar o termo para assembléias de países com regime parlamentarista. substantivo + adjetivo: amor-perfeito. Secretarias. em jornalismo. PALAVRAS COMPOSTAS As palavras compostas podem ser estruturadas destas maneiras: substantivo + substantivo: navio-fantasma. Não temos este problema no . e foi embora o poeta de redação com seus lamentos infindáveis. destino implacável. embora pareça. Há. administrações regionais. Palácio do Governo.. O uso de expressões chulas vulgariza o trabalho jornalístico. etc. pois designa sede de poder. na flor da mocidade. A menos que a notícia só exista em unção disso. Parlamento é conceito mais geral... PALÁCIO Este sempre vem em letras maiúsculas. PALAVRÃO Nem pensar. Exemplo: "A Prefeitura de Vitória. deve ser suprimido.. principalmente quando se referir ao Brasil. E. Morreu como morrem as flores nas campinas. chove-não-molha. forma verbal + substantivo: porta-estandarte. Nós somos um país que tem regime bicameral e. O termo Paço Municipal também deve ser grafado com maiúsculas. em hierarquização decrescente. adjetivo + substantivo: belas-artes.

os diz-que-diz. use minúscula: os servidores da prefeitura estão fazendo vários cursos de aperfeiçoamento. temos que citá-la logo no lead. Quando há dois adjetivos. O ideal é usar população ou sociedade. Um dia. azulmarinho e azul-celeste. mas sem sucesso. casos especiais . nem pensar. se quiser parar antes do final. Quando a primeira palavra é um adjetivo e a segunda um substantivo.semprevivas. Exemplos: dois termos variáveis . devemos fazê-lo também em caixa alta. Quando usarmos apenas Prefeitura. Outros casos: adjetivos. é intolerável: "O alpinista João da Cruz subiu para cima da montanha"." . Também se usa o porque (junto) nas interrogativas em que a resposta já é sugerida: Você não veio porque estava viajando? Há. PLURAL DE PALAVRAS COMPOSTAS A regra prática é esta: flexione os elementos variáveis (substantivos e adjetivos) e não flexione os que não forem (verbos. castanho-claros. Preços só podem ser altos ou baixos. Não temos problemas étnicos." PREFEITURA Nós trabalhamos para a Prefeitura de Vitória. como vício. Este último teve um destino trágico. POVO Deve-se evitar o termo em sociedades nacionais organizadas em estruturas complexas como a nossa.. POR OUTRO LADO E VIA DE REGRA Evite ao máximo esse cacoete de linguagem.. POR QUE/PORQUE Usa-se por que (separado) em frases interrogativas. mal-educados. Sempre que for ser feita uma segunda menção. destacou em vermelho o cacoete e escreveu ao lado: "Meu filho. marcada por vírgula: Ela não chegou ainda por quê?. Há menos que estejamos falando de forma genérica: "Há prefeitura que não acaba mais no Brasil!" PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA . Ele tem o principal logo no início da leitura e. Pegou o jornal. PREÇO É praxe dizer que o preço está caro ou barato. Por que ela não chegou? Também se usa separado em frases afirmativas quando significam a razão pela qual: Ele não disse por que não veio. PLANALTO Nome do palácio que serve como sede do governo brasileiro. mas a técnica é a ideal.". escreva com maiúscula quando fizer parte de nome completo: Prefeitura de Vitória.político-sociais. formas por quê e porquê. Mas é errado. Portanto. via de regra é b. os bota-fora. Não sei por quê. nenhum varia . No geral. mas acho. determinado repórter tinha o hábito de usá-lo. curtas-metragens. O diretor de redação já havia implorado ao moço para parar de escrever assim. só o segundo vai para o plural . então. no máximo no sub-lead. Se for impossível.cirurgiões-dentistas. ele não suportou mais.. o adjetivo composto não tem forma especial de plural: vestidos verde-musgo. Já o porquê (junto) é substantivo: "Não entendo o porquê de sua indiferença". Usa-se porque (junto) quando se dá explicação ou causa: Ele não veio porque não quis. E citá-la como "Prefeitura de Vitória". o primeiro variável . canetas-tinteiro. finalmente.os louva-a-deus. Conta-se que em um jornal do Rio de Janeiro. "Via de regra". os dois últimos invariáveis. As exceções são três: surdos-mudos. pois ajuda o leitor. Não é preciso dizer "Prefeitura Municipal de Vitória". Deve ser sempre escrito em maiúscula. o segundo variável .os leva-e-traz.pés-de-moleque. os bem-te-vis. mas ela está muito cara.Diário de Vitória. não perderá nada de muito importante. Caras e baratas são as mercadorias: "Eu ia comprar aquela camisa. ou de atos dos quais ela participe direta ou indiretamente. em Brasília. PLEONASMO É a redundância de termos. salas cor-de-rosa. Usa-se por quê (acentuado) em final de frase ou quando se quer enfatizar ainda mais uma pausa forte. "O marido de Joana entrou para dentro do quarto". E nunca devemos dizer "PMV". os bem-me-queres e os malmequeres. advérbios e prefixos). Em texto jornalístico. em todos os textos em que falamos de realizações dela.

QUE Evite o excesso. Sul do País. O "quê" acentuado existe da mesma forma que o "por quê" com acento: "Ela tem um quê de Sônia Braga". médico. embora alguns puristas façam isso: Ambos concordaram (em) que essas idéias não tinham senso comum (Machado de Assis). Norte do Estado. se forem oficiais: Triângulo Mineiro. C) . PRIMEIRO MUNDO Escrever com maiúsculas. Exemplos: "O Presidente da República viajou ontem. político ou cívico". Não há uma norma absoluta para tal procedimento." Ou então: "O presidente Fernando Henrique Cardoso esteve ontem. para tornar o texto mais leve. E que provoca muitos erros.não omita preposições necessárias.. Fantástico. com o uso do dicionário ou livros à disposição. OBS: note que. REGÊNCIA Eis um dos mais extensos e difíceis capítulos da sintaxe. Assim como Terceiro e Quarto Mundo. como a Áustria. país entrou com "P" maiúsculo porque substitui o nome "Brasil". o correto é: Gostei do poema e o recitei. O termo refere-se a Estado. quando referentes a partes de um território: Região Sul do Espírito Santo. PROPAGANDA Definição de mestre Aurélio Buarque de Holanda: "atividade que visa a influenciar o homem com objetivo religioso. Não escreva: Gostei e recitei o poema. a presidente." PRESIDENTE Usar sempre como substantivo comum-de-dois: o presidente. sanitarista. ele se transforma em substantivo. Este mesmo princípio se aplica a regiões geográficas. mas só é usado em alguns países da Europa. Região Norte... mas é assim que acontece na maioria dos casos e é recomendado por professores da língua portuguesa. PRESIDENTE E OUTROS Deve-se usar o cargo em letras maiúsculas quanto ele substitui o nome.. Em minúsculas quando não acontece isso." Isso se aplica a governador. deve-se usar publicidade.. Mesmo quando o termo vier simplificado: "o candidato à Presidência. Vale do Canaã. PROFISSÕES Escreva sempre com minúsculas: jornalista. "Português Instrumental".evite construções com infinitivo precedido das contrações do e da. (veja bibliografia) tem bom capítulo sobre o assunto. . PROVÍNCIA Jamais usar com conotação preconceituosa. A palavra "município" segue a mesma regra. prefeito e aos nomes das unidades da federação (estados). utilize ponto e divida o período em dois ou três. Se for necessário o uso de muito "que".não ligue duas ou mais palavras com regimes diferentes a um mesmo complemento. no penúltimo exemplo. Vamos dar só três regras básicas: a) . B) . escritor. PROGRAMA DE TV Escreva sempre os nomes dos programas sem aspas e com maiúsculas no início de cada palavra: Jornal Nacional.. O certo é: Já é hora de o ministro se demitir. REGIÕES GEOGRÁFICAS Com maiúsculas. dúvidas têm que ser tiradas caso a caso. Neste caso.Sempre em maiúsculas. Como a maioria das gramáticas aborda só em parte o tema. Jornal da Manchete. Tendo finalidade comercial. Não escreva: Já é hora do ministro se demitir.

Pode levar as pessoas a não entenderem o que se está querendo dizer. O mesmo acontece com salva: salva de palmas. SÃO/SANTO Informação aos agnósticos e protestantes de maneira geral: são. Ele pode ter nove funções diferentes.índice de indeterminação do sujeito (sujeito indeterminado): aqui passeia-se muito. não. para os começados com vogal: "são Tomás de Aquino". as críticas jamais devem ser agressivas. "santo André". basta tirar a partícula e os textos ficam corretos. SALTO Salto com vara. Senão deve ser usado nos demais casos: Corre. Como os nossos textos são todos assinados. A confusão tornou difícil se perceber quem estava por perto.REGIONALISMO O mesmo que bairrismo. finalmente. De qualquer forma. O termo também costuma causar problemas em mais dois tipos de construção. Nestes casos. Ou então quando introduzir oração como conjunção integrante: Perguntou se não era tarde demais. REVISTA Escreva os nomes por extenso. os sujeitos são casas e aumentos. salto-mortal. etc. REIS E DEMAIS SOBERANOS Sempre com minúscula: O rei da Espanha. Nos dois casos. cessão quer dizer o ato de ceder: fazer cessão de seus direitos. é errado dizer: aluga-se casas. Não podemos ficar chamando o advogado de jurista. b) . doutor ou causídico. Até porque "jabá". RESENHA A gente faz muito. é melhor repetir o termo. SE NÃO/SENÃO Se não deve ser usado quando a expressão puder ser substituída por caso não ou quando não. SEÇÃO/SESSÃO/CESSÃO Eis nova fonte de erros: seção quer dizer parte. sobretudo em artes e espetáculos.partícula apassivadora (voz passiva): alugam-se casas (casas são alugadas). para que o leitor tenha idéia do conteúdo da obra. salto ornamental. Então. em jornalismo. O emprego de vocabulário amplo enriquece o texto jornalístico. pois alguns têm hífen e outros. santo. divisão: seção de pessoal. Por se falar nisso. os verbos têm que concordar com eles: alugam-se casas. não se podia evitar os aumentos". . etc. Catarina foi imperatriz da Rússia. mas jamais será sujeito. Portanto. Época. não se podiam evitar os aumentos. Deve ser bem informativa. Mas exige emissão de opinião. por exemplo. Veja. Isto É. O mesmo se aplica a outras classificações. Mas cuidado com uma armadilha: o uso de muitos sinônimos pode levar à imprecisão. é pecado mortal. Cuidado. REPETIÇÃO DE PALAVRAS É sumamente necessário evitar sempre. para os nomes começados com consoante. Tomem cuidado também com construções onde o se é perfeitamente dispensável e até absurdo: É possível se dizer que a língua é difícil. A menos que o texto seja sobre isso. Caras. Neste caso. problema nenhum. sem aspas: Manchete. autor. SE É preciso ter cuidado aqui. como reitor. a) . salva-vidas. Ou abóbora com carne seca de jerimum com jabá. sessão significa tempo de duração de alguma coisa: sessão de cinema. senão a polícia te pega. por exemplo. um camelô de marreteiro. evite chamar.

SIGLA Geralmente elas criam dificuldades para o leitor. Se formar uma palavra. Praça do Índio." VÁLIDO Vamos usar apenas no sentido de ter validade ou vigência. TACHAR/TAXAR Tacha é um tipo de prego. não vamos usar para designar pessoa. Quando se tratar de político. O termo também significa mancha. E consultar livros sobre o assunto sempre que houver dúvidas a esse respeito. Praia da Costa. TODO DIA/TODO O DIA Sem artigo significa diariamente. Tudo abrindo com letras maiúsculas. Portanto.. Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos. TÍTULOS DE OBRAS Escrevam os nomes das obras e espetáculos sem aspas e com maiúsculas no início de cada palavra: E o Vento Levou. é preciso não esquecer que os tempos verbais obedecem a regras de correlação. TRANSCRIÇÃO Transcrições literais de trechos de obras devem ser feitas sempre entre aspas. O ideal é dizer a idade. rua General Osório. Com o artigo. No segundo. "Luiz Paulo". por não ter este cuidado. quando se tratar de termos não pronunciáveis como palavras. Praia de Camburi e outras formam um nome composto. pode-se usar idoso. defeito. TEMPOS VERBAIS É preciso tomar cuidado com o uso correto dos tempos verbais. a gente deve colocá-la logo adiante do nome completo: Secretaria Municipal de Esportes (Semesp). Esta regra tem uma única exceção: ONU. Não sendo possível. nódoa.. É que a sigla foi assim registrada pela organização. TRATAMENTO DO LEITOR Sempre no singular: Leia matéria no site da Secretaria de Cultura. O desfalque teria sido grande. o personagem da notícia deve ser citado apenas pelo sobrenome ou nome pelo qual é mais conhecido. Muitas vezes a gente tenta escrever uma coisa e escreve outra. o tratamento deve ser igual ao das demais pessoas. somente se for consagrada. o mundo inteiro. Já taxa é uma e espécie de imposto. No primeiro caso a gente está fazendo uma afirmação. e nunca "Vellozo Lucas". Região da Grande São Pedro cabe na explicação que fala das regiões geográficas. Bairro da Penha. VIAS E LOGRADOUROS Escreva sempre com minúsculas: avenida Beira Mar. Da segunda menção em diante. Não devemos escrever "Leiam. Sem o artigo significa todos. alto e baixo. praticamente duvidando da informação. Além disso. Portanto. como já foi dito. Note o exemplo: O desfalque foi grande. O vereador foi tachado de corrupto. Mas isso não é regra geral. a não ser que seja uma sigla consagrada (PMDB. . todas as letras devem vir em caixa alta. TRATAMENTO DE PESSOA Depois de identificado pela primeira vez na matéria. E idosas são pessoas com mais de 60 anos. O Inspetor Geral. E usadas homeopaticamente. é necessário dizer o cargo. o partido e o Estado. Com ele. durante o dia inteiro. Coisa parecida acontece com todo mundo e todo o mundo. Da mesma forma. Sigla em título. por exemplo). VELHO Como isso geralmente significa deteriorado pelo tempo.

a Prefeitura de Vitória visa a devolver a Vitória a paisagem urbana que a caracteriza como uma das mais antigas cidades do Brasil. a não ser que sejam de uso corrente na área de conhecimento em questão. aspiro a ele. com quatro letras ou mais – Escreve-se apenas a primeira letra. CEE). Celg. transcrevendo-se maiúsculas. Exemplo: "Com o projeto. É que o verbo visar pode ter as seguintes predicações verbais: 01) Verbo transitivo direto.a . O atirador visou o alvo demoradamente. Sempre visou a ter muito dinheiro. Siglas não-silabáveis – Escrevem-se as iniciais. Veja alguns exemplos: Ele visa a uma vaga em Medicina. CNPq. O2.° AGRADECIMENTOS – Preferencialmente. Veja alguns exemplos: A professora visou o garoto mais peralta da turma com um olhar de censura. Escreve-se o nome por extenso e depois a sigla entre parênteses. VOZ PASSIVA Evite. DOI-Codi). quando significar ter por fim ou objetivo. maiúscula (Ipea. ser assim escrita: Projeto de deputada está no Senado e visa a combater a evasão escolar. ALMEJAR. silabáveis ou não – Escrevem-se as iniciais. A professora visou todos os trabalhos dos alunos. Siglas de até três letras. Tira a ênfase do noticiário jornalístico. sem tradução. minúsculas. acentos e pontos (MAer. mesmo que o elemento que surgir à frente do verbo seja outro verbo no infinitivo. 02) Verbo transitivo indireto. não admitirá o uso do pronome lhe como objeto indireto. Siglas silabáveis..o . devem ser traduzidas. Quando o verbo aspirar for transitivo indireto. a ela. . e não em página própria. sim. FMI. deve vir dentro do texto de apresentação ou do prefácio. Por exemplo: Ao cargo de diretor. ASPIRAR Há normas específicas para as transições direta e indireta de verbo. maiúsculas e sem pontos. maiúsculas e sem pontos (ONU. almejar. Prof. quando significar dirigir a vista ou o olhar a algo. ou seja. DNOCS). A frase apresentada deve. a elas. UnB. Profa. Sr. Ilmo. a eles. apontar arma de fogo contra alguém ou pôr o sinal de visto em algo.VISAR. com a preposição a. exceto nos casos de uso consagrado.. n. então. Dra.. 1. O texto não está correto. verbo sem preposição alguma." O certo/errado é feito da seguinte maneira: Em projeto de deputada está no senado e visa combater a evasão escolar.. Abreviaturas de locuções técnicas e comerciais – Usam-se apenas as iniciais. Exmo. Petrobras. Abreviaturas ou siglas estrangeiras – Usa-se a forma original. Abreviaturas com corpo elevado ou rebaixado – 1. Unicef). Deveremos usar as formas analíticas a ele. cm³ .. no caso de "visar". Sra. Siglas oficiais – Usa-se a grafia convencionada.. Prefira sempre a voz ativa NORMAS GERAIS PARA REVISÃO ABREVIATURAS OU SIGLAS Na primeira citação no texto.. Abreviaturas com redução do vocábulo – Dr. RFFSA. maiúsculas e sem pontos (INPS.

Sumário. Suplemento ou adendo.Conjunto de exemplares de um livro. sem modificações no conteúdo ou na forma de apresentação. São identificadas pelo nome do autor em maiúsculas e minúsculas. mesmo depois de dois pontos. ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS – Posfácio. o ponto vem no final da frase. escrevem-se os nomes. ainda que iniciado por minúscula. ilustrações). notas de rodapé. COORDENADOR – Trabalha junto com os autores. conferindo e padronizando todos os seus componentes: capa. apresentação. CITAÇÕES – Marcadas com aspas. falsa folha de rosto. coordena a edição e também escreve. fecham depois do ponto final. Nas citações dentro do texto. Em caso de tradução. evitar o uso de negrito. Elementos de apoio ( notas. realces e citações com menos de três linhas.ª edição. participando da obra como autor. verso da folha de rosto. exceto as correções de erros de composição ou impressão. notas de final de capítulo e sua marcação no texto. impressos a partir de uma mesma matriz. Apêndices e anexos.03. Tiragem . em obras de autoria coletiva. ou com margem recuada e corpo um ponto menor. figuras. seja por modificações feitas no conteúdo ou na forma de apresentação do livro (edição revista. CORPO DO TEXTO – Atualmente não é menor que 11 (11/12 ou 11/13). após as aspas. contracapa.Quantidade de exemplares de cada edição. Texto vazado não deve ter serifas. arejar ou ampliar a página ou aumentar o número de páginas. CONTRACAPA – Texto opcional rápido e objetivo. para resguardar o direito autoral. Quando indicadas numericamente em publicações internacionais: 1986. Não se abre parágrafo nas citações recuadas. títulos e intertítulos de capítulos. quando dentro do texto. COPYRIGHT © – Deve constar na parte superior do verso da folha de rosto. entre parênteses. Preferir aspas ou itálico (que deve ser empregado com moderação). orelha. seguidos de dados pessoais. usam-se as formas abreviadas do mês: mar. no final da citação (evitar remeter para nota de rodapé ou notas de final de capítulo). destaques. Lista de ilustrações. Cada reedição recebe um número de ordem: 2. Para identificar os autores. epígrafe.Primeira publicação de um original. Dupla – Usadas em empréstimos. quando tiverem mais de três linhas. em decorrência de contrato. CRIVO – Verificação final da obra. referências. corpos e fontes. Lista de quadros e tabelas. ampliada. fórmulas. Índices. prefácio. ASTERISCOS – Devem ser evitados. atualizada etc. Define os temas. Nos textos com maiúsculas. seja por mudança de editor. Em notas e nas referências. APRESENTAÇÃO – O próprio autor ou outra pessoa apresenta o livro ou fatos relativos a ele. 3. Agradecimentos. Dedicatória. Quando as reticências estão no meio da citação. no rodapé da página inicial. Colofão. tudo que não é do autor vem entre colchetes. verso da falsa folha. com ISBN próprio.Nova impressão de um livro. Não pode repetir o texto da orelha. ELEMENTOS TEXTUAIS – Texto. Referências. gráficos e quadros. Prefácio. uso de negrito. ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS – Falsa folha de rosto. fecham antes do ponto final ou vírgula. agradecimentos. Nas citações com margem recuada. o ponto final vem após os parênteses. EDITORAÇÃO Edição . ímpar. no corpo do texto: 2 de março de 1986 (preferencialmente) ou 2/3/1986.ALINHAMENTO – O normal é não haver um espaço maior entre os parágrafos. DATAS – Quando completas. tabelas e quadros. não após os parênteses. lombada. DÉCADAS – Década de 1940 (preferencialmente) ou anos 40. a edição mencionada deve corresponder à da obra traduzida e não à do original. quando encerram texto citado de terceiro. ficam entre colchetes. Glossário. Folha de rosto. A leitura fica melhor em corpo com serifas. folha de rosto. tabelas. Na citação. DESTAQUE – Para destaques nos textos. 1986. Reedição . DEDICATÓRIA – Opcional.02. a não ser como recurso proposital para dar mais destaque a cada parágrafo. redondo. Quando se indicam apenas mês e ano: março de 1986. usar small. Reimpressão . itálico e aspas. citações. sumário. quando esta não tem margem recuada. quando completam texto do autor. ASPAS Simples – Usam-se para citação dentro da citação. Utilizar o CheckList da Editora. Epígrafe. em página própria. .ª edição etc. não no final da frase. usam-se corpos 10/10 ou 10/11. Nos destaques com maiúsculas.Edição diferente da anterior. ano de publicação e página citada. grafias das palavras. Lista de reduções.). a critério da editora. Primeira edição .

DVDs. nomes de embarcações. (Paullinia cupana H. o título vem em baixo. FOLHA DE ROSTO (VERSO) – Traz copyright. de economia. o subtítulo (diferenciado tipograficamente). Obs. não serão grifados os termos estrangeiros considerados peculiares à terminologia técnica da especialidade a que se dedica a publicação em questão. versos (uso clássico) e citações textuais (transcrições de períodos em sua íntegra). coordenador ou organizador da obra. Os nomes próprios podem ser classificados em: Acepção especial – Usam-se sempre maiúsculas nos seguintes casos: .) Ducke – guaraná. de antropologia. ISSN – Sigla de International Standard Serial Number. endereço da Editora e ano de publicação. introduz o leitor ao texto. LEGENDA – Frase explicativa de foto ou ilustração. QUADRO e GRÁFICO – No texto. ESTILO – Desvio da norma. tradutor. relacionada com a matéria tratada no corpo do livro. Obs. que já está implícito na abreviatura. Nas tabelas e quadros. INTRODUÇÃO – Feita pelo autor. sem ponto final. Tabela 9 etc. título e subtítulo diferenciados tipograficamente). sorbilis (Mart. discos. Em biologia. CDs.EMPATIA – Evitar postura de simpatia ou antipatia em relação ao texto que está sendo revisado. a espécie e a subespécie.: Em publicações especializadas. pinturas e esculturas. filmes. para destacar instruções do autor (rubricas). FIGURA. B. INTERTÍTULOS – Preferir a hierarquização gráfica dos títulos das partes componentes do capítulo. K. com indicação de autoria. de artes. de medicina. FALSA FOLHA (VERSO) – Numinata (expediente da UFG e da Editora). Jargão profissional e redação pessoal não são o mesmo que estilo. Quadro apresenta dados comparativos.: Para realce de palavras ou expressões. com maiúsculas e minúsculas e com algarismos arábicos: Figura 1. Deve ser recorrente em toda a obra. tabelas e quadros são abertos nas laterais. Palavras ou frases em língua estrangeira (em relação à utilizada no texto). ETC. eventualmente. Nas figuras. vocábulos a que o autor deseja dar destaque especial ou palavras iniciais de parágrafos. Indicativo numérico utilizado internacionalmente para identificação de publicações seriadas. em maiúsculas e minúsculas. evitar envolvimento emocional. caso existente. porém. Em textos teatrais. óperas. ao longo do texto. FOLHA DE ROSTO – Traz elementos da capa (autor. situada antes da folha de rosto. para prender o miolo às capas duras. trabalhos monográficos. FOLHAS DE GUARDA – Folhas dobradas ao meio e coladas no começo e no fim do livro. O revisor deve ter isenção. revistas. capa e ilustração da capa. . exceto em comentários com mais de um período. Pode constar das páginas capitulares. Hil. Tabela é uma relação de dados. local e data. de animais e plantas da classificação sistemática. LOMBADA – O título deve vir de cima para baixo. peças musicais e teatrais. os termos que não façam parte dessa terminologia específica devem ser grifados. Destaque de palavra ou frase. com intenção estética. ficha catalográfica (sem título) com o ISBN. Destaque para o fato de que uma determinada palavra está grafada propositadamente de modo não-convencional. n. Escreve-se a legenda com corpo claro e redondo. em uma fala. como revistas técnicas. Os nomes da família e do autor vêm em corpo normal. escrever por extenso. reserva de direitos. Não tem ponto final. FALSA FOLHA DE ROSTO –Opcional.. Deve-se citar a fonte e evitar excesso de traços. Também chamadas guardas. períodos. De preferência. nem o “e”.) Radlk – pitomba). Talisia esculenta (St. logotipo da Editora da UFG. EPÍGRAFE – Citação.º da edição e ano. Indicativo numérico utilizado internacionalmente para identificação de livros. ITÁLICO – Recurso usado para destaque nos seguintes casos: Títulos de livros. Deve intervir no texto apenas no que está objetivamente errado. para escrever o gênero. programas de rádio e tv. ISBN – Sigla de International Standard Book Number. A tendência atual é não usar vírgula antes do termo. que o interlocutor acentua com certa ênfase. coleção. var. o título vem em cima. Traz o título da obra e. usam-se também aspas duplas. em que se supõe a familiaridade do leitor com os termos estrangeiros usados normalmente na forma original como expressões correntes da nomenclatura específica do assunto tratado. MAIÚSCULAS – Usam-se para nomes próprios. TABELA. junto com a legenda. jornais. Destaque e atenção especial para um termo ou expressão a que se atribui particular importância no contexto. a ponto de identificar o autor. como revistas e jornais. etc. – Forma abreviada de et coetera (“e outras coisas mais”).

Santo e outras expressões hagiológicas (são. Virgem e Mártir. o Oeste. Pintura. os nomes da classificação sistemática costumam vir em latim. Nomes de nações indígenas são grafados com maiúsculas e sempre no singular (os Xavante. Nomes de instituições religiosas (Igreja. quando designa o conjunto de poderes políticos de uma nação (golpe de Estado. Oriente e Ocidente). Personagens literários fictícios (Pierrô. Revolução Cubana. Belzebu. Lúcifer). curso de Direito. Consolidação das Leis do Trabalho etc. Escreve-se a palavra Virgem. Sua Excelência Reverendíssima). quando substitui Brasil (presidente da República). Região Nordeste. de zoológico e domésticos de estimação. Quando não se trata da personagem em si. econômico ou político (Oriente Próximo. os Cardosos). Reverência – Usam-se maiúsculas para tratamento de reverência nos seguintes casos: Tratamento direto ou indireto a soberanos (Vossa Majestade. satélites. Sudoeste Goiano). publicações periódicas. famílias e gêneros. Fundação Nacional do Índio). devem-se usar minúsculas (Valente como um dom quixote). crateras da Lua e fases da lua. República. subclasses. o Navegador. Semana Santa). Sinagoga). períodos e épocas geológicas (era Cenozóica. os antonomásticos devem ser escritos com minúsculas (As águias de Haia não sobrevoam o cerrado). Quaresma. Fatos históricos – Escrevem-se com maiúsculas as datas. Lei do Uso do Solo). São Paulo. os Apache. Sua Alteza). Escrevem-se com maiúsculas também Estado. com maiúsculas. Nomes de documentos e atos do poder público. período Pré-Cambriano. Tratamento ao papa. Quando usados como simples formas retóricas. Leis e decretos escrevem-se com minúsculas. religiosas e tradicionais (Natal. usam-se minúsculas ( A dinastia dos carolíngios). Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. João do Rio).Nomes de eras. Jeová. Antropônimos – Nomes e sobrenomes (Jorge Benjor.). Em textos científicos. Vossa Alteza. esportivas e religiosas. são grafadas com minúsculas (bacanais. e entidades míticas (Zeus. Festividades – Escrevem-se com maiúsculas os nomes das festas e comemorações civis. profeta etc. em botânica e zoologia. sereias). São João Evangelista). Congresso. bem como nos apelidos de alguns deles (São João Batista. beato. Dia das Mães. em textos oficiais (Estatuto da Microempresa. com minúsculas. Regiões – Escrevem-se com maiúsculas as regiões em que o país e as unidades federativas estão divididos (Região Sul. a mesma regra vale para regiões importantes do ponto de vista histórico. Em livros de antropologia e etnologia há regras específicas para a grafia de nomes. Santa Sé. diâmetro da Terra e viagem por terra. aula de História). de circo. Disciplinas de currículo acadêmico (Música. Ricardo Coração de Leão). Estado de direito). ninfas. Santa Mãe de Deus). Êxodo. Hermes. Cognomes (Henrique. Antonomásticos (Patriarca da Independência. Intitulativos – Escrevem-se com maiúsculas os nomes de empresas e estabelecimentos comerciais. Carnaval. porém. planetas. Alcunhas e apelidos (Zezé. Extremo Oriente. o Apóstolo dos Gentios). constelações e galáxias. Designação de reinos. Química. grafam-se diferentemente: eclipse do Sol e banho de sol. cardeais e bispos (Vossa Santidade.260. mas do seu significado simbólico. venerável. que devem ser usadas com critério em textos que não pertençam a essas áreas. Abolição da Escravatura). nomes de cavalos de corrida. eras e fatos históricos notáveis (7 de Setembro. trabalhos avulsos e partes de um trabalho. Águia de Haia). ordens. a não ser que tenham um nome ou número (Lei 4. sociais. Assim. Nossa Senhora. Festas populares e pagãs. Idade Média.) vêm grafados com maiúsculas quando precedem imediatamente o nome que qualificam (Santa Maria. Vossa Eminência Reverendíssima. Lei Afonso Arinos. bumba-meu-boi. . o Pai. Era Vitoriana. Usam-se maiúsculas nas expressões antonomásticas referentes aos santos (Santa Catarina. Leste Europeu. sempre que designam entidades siderais. bancários. Entidades astronômicas – Escrevem-se com maiúsculas os nomes de estrelas. Pseudônimos (Tristão de Athayde. Edu Lobo). Negrinho do Pastoreio. animais de raça. Queda da Bastilha. escreve-se o Leste. congada). o Pleistoceno). associações de classes e repartições públicas. Nomes dinásticos (os Braganças. entretanto. marcas comerciais patenteadas e nomes atribuídos a veículos. anjos bons e maus (Gabriel. São Paulo. tratamento com terramicina). industriais. divisões. Dia do Trabalho. no sentido de poder central. nomes de obras literárias ou artísticas. Nomes de instituições públicas (Executivo. Cristo. roupa de tergal. Escrevem-se. Oriente Médio. Profeta Elias). Em nomes que designam dinastias em formas adjetivas. também nos EUA. Entidades míticas – Escrevem-se sempre com maiúsculas as expressões que designam a divindade (Deus. Dom Quixote). os Zulu). associação dos estados federativos (estados da União). médicos e educacionais. classes. União. culturais. em todas as expressões que designam a mãe de Jesus. Ministério da Saúde. Buda. entidades políticas. Xangô). Tonho. cometas. o TodoPoderoso). Usam-se minúsculas com as marcas comerciais já tornadas substantivos comuns (dose de martini. os nomes de entidades mitológicas coletivas (faunos. Miguel. o mesmo vale para todas as expressões similares (Maria Santíssima. Sete-Dedos).

US$ 5 milhões Os sinais que expressam porcentagens ou unidades de medida de temperatura serão grafados sempre juntos com os algarismos que os antecedem. separando horas de minutos por dois pontos. elemento controverso nos meios editoriais. Substantivos próprios tornados comuns. monsenhor. volumes ou tomos de livros. Quarta Zona Aérea. Essa regra não vale para a indicação de anos do calendário ou páginas de publicações. juízes . Títulos nobiliários. colocar algarismos. canções. artísticas e literárias (marxismo. senadores. de artes plásticas ou de episódios históricos. os antigos exércitos brasileiros e os atuais comandos aéreos regionais (Comar). deve seguir as normas adotadas até o limite do bom senso. Escrevem-se os algarismos de 1. ou de sua forma escrita. impressionismo). NUMERAIS – A escrita dos numerais. além do uso opcional em denominação de capítulos de livros ou de séculos. Moura).Tratamento ao presidente da República. quando têm a função de vírgula ou travessão (Deus! ó Deus! onde estás que não respondes?. dom. Vossa Senhoria). Fórmulas respeitosas informais (senhor. reitores. NEGRITO – Deve ser usado com moderação. Normalmente. respeitar a utilização estética do algarismo. inclusive os nomes compostos ligados por hífen (Uma eva sedutora. Nomes dos pontos cardeais. MINÚSCULAS – Usam-se iniciais com letras minúsculas nos seguintes casos: Doutrinas. a princesa Anne. pelo autor. No caso de divisões das Forças Armadas. conde. os cardinais e os ordinais devem ser escritos por extenso. Excelentíssimo Senhor. Para indicar horas. sem nenhum espaço de separação. porcentagens e valores semelhantes. em determinados casos e sem exagero. príncipe. sem abreviações (h. usam-se somente algarismos. técnico ou didático. dona. o bloco comunista. Cabo Frio. comendador. assim como os ordinais. administrativas e urbanas. catolicismo. uma odisséia no espaço. para indicar localização. porém. são grafados por extenso. NUMERAÇÃO – A contagem das páginas começa pela falsa folha de rosto. governadores. grafam-se os numerais com algarismos. Valores monetários são grafados com algarismos arábicos acompanhados dos respectivos símbolos das moedas – R$ 20. Acidentes geográficos ou topográficos e vias ou logradouros públicos escrevem-se com maiúsculas (Lagoa Santa. evitando-se interferências ao eficaz entendimento do texto. Depois de pontos de interrogação e exclamação. poesia. por outro lado. Sr. Excetuam-se os casos em que o número representa data ou qualquer outra expressão normalmente escrita em algarismos. por exemplo. Antonio.) são grafados com maiúsculas somente quando o título acompanhar o nome pelo qual a pessoa é conhecida (Visconde de Taunay. Hélio. grafa-se a expressão toda com maiúsculas (Segunda Região Militar. os reinos europeus. Quando expressam dados de problemas estatísticos e matemáticos. Na designação das profissões e dos ocupantes de cargos (O professor Hélio. sem espaçamento entre os números. deputados. Topônimos – Locais da geografia política. Mata Atlântica. Não são numeradas a folha de rosto e a falsa folha (anverso e verso). locais históricos e sítios arqueológicos. deverão ser grafados em algarismos arábicos quando estiverem acompanhados do respectivo símbolo de medida. segundo sua natureza e a situação em que estão sendo empregados. Ao autor é permitido. eclesiásticos e honoríficos (senhor. No rodapé da página. palma-de-santa-rita). para facilitar a leitura. religiões. min e s. se houver essa página. quando expressos por uma só palavra. não utilizá-lo ou lançar mão de aspas ou itálico. Escrevem-se. . para não carregar demasiadamente o texto. ministros. Algarismos romanos são usados apenas para designar reis e papas. Números fracionários. Duque de Caxias. Sexto Distrito Naval). escreve-se o distrito naval. bem como as páginas da epígrafe e da dedicatória e as capitulares. cubismo. divisões territoriais. ? Entendeste-me? disse ela). usam-se minúsculas (alto Nilo. Praça da República). No caso de expressões adjetivas acrescentadas aos nomes de acidentes geográficos. NOTAS – Usar corpo menor que o do texto. No mesmo parágrafo. nomes oficiais de clubes ou associações. a região militar do Rio etc. 1984). salvo em publicações de caráter científico. sir. Magnífico Reitor. altas patentes militares e demais cargos da hierarquia civil e militar (Vossa Excelência. sobretudo em textos de cunho literário. os títulos são grafados com minúsculas. altamente formais (convites e participações relativos a acontecimentos sociais). a zona aérea. Deve-se. dogmáticos.000 em diante com pontos de três em três casas decimais. utilizá-lo como recurso estilístico. a Europa ocidental. Alpes franceses). lorde. doutor. medições específicas e de caráter preciso expressas em unidades de padrão internacional. literatura requintada. República Popular da China ou China Comunista. Em textos hieráticos. Dom Sebastião). jurisdição política ou outra característica. integrando textos de caráter científico. sultão etc. Andes equatorianos. min) ou as palavras "horas" e "minutos" ? (14:30). professor) são grafadas com maiúsculas apenas nas formas abreviadas (Dr. devem ser grafados por extenso. portanto. são escritos sempre com maiúsculas. Não se inicia frase com algarismo.00 . Reino do Afeganistão. mas sim com o número por extenso. Meritíssimo Juiz. solenes. secretários estaduais. parágrafos e alíneas. quando não indicam regiões (De norte a sul). quando houver números expressos por uma palavra e por mais de uma. A abreviatura min só é necessária quando houver especificação dos segundos. Normalmente. Os cardinais. cardeal. Depois de dois pontos que não precedem citação direta (Digo e repito: não sou candidato). ou quando se trata de títulos assim grafados pelos que os cunharam (Revolução de 9 de Julho. 2001. deve-se usar h. de preferência. Na dúvida. as repúblicas socialistas. títulos de obras literárias. correntes e escolas filosóficas. Em caso de leis e seus artigos. mas escrevem-se. Nas horas quebradas. Prof. o presidente Itamar). castanha-do-pará.

PREFÁCIO – Texto de apresentação da obra.br NORMAS PARA REDAÇÃO DE DISSERTAÇÕES 1. atualizar. Após a aprovação da dissertação pela Banca Examinadora. usar maiúsculas nas iniciais de todas as palavras. siglas. REFERÊNCIAS – Relação das obras consultadas e citadas pelo autor. versando sobre a obra e o autor. A dissertação é de responsabilidade do Candidato. que serão assim distribuídas: uma cópia para o Professor Orientador. desde que solicitada pela instituição conveniada. de artigos.ufg. de capítulos de livros. O PPGCB encarregar-se-á de encaminhar cópias da versão eletrônica para o Professor Orientador e para os órgãos conveniados com a UNIMONTES. árias ou trechos de óperas. nas referências. em geral.3. a quem competirá determinar alterações na forma. Os nomes de foguetes espaciais não costumam ser grifados. Capítulos numerados. No texto. que é uma relação de obras a ser consultadas pelo leitor. cópia adicional impressa deverá ser apresentada. por serem nomes técnicos. Em caso contrário. O Candidato também apresentará ao PPGCB a versão final de sua dissertação em meio eletrônico (Arquivo em formato PDF ou PS). tratar como edição do autor . seriados e informais (Apolo XII. (Obs. só a inicial da primeira palavra é grafada com maiúsculas – Sargento Getúlio. Fonte: www.ORELHA – Texto rápido e objetivo. "As tartarugas do Araguaia".4. na linguagem e no conteúdo. reportagens. jornais.2. obras de artes plásticas e nomes de navios e embarcações. Não confundir com Bibliografia. conferências. PADRONIZAÇÃO – Uniformidade no projeto gráfico. notícias. No caso da existência de convênios financiadores da dissertação (bolsas de estudo. reportagem de O Popular). corpo e fonte dos títulos. As dissertações constituem o produto final de pesquisas desenvolvidas em cursos de Mestrado. é preferível recorrer a recursos gráficos. quando tratar-se de obras publicadas pela Imprensa Universitária da UFG. A orelha deve valorizar a obra e atrair o leitor. UFG. usar maiúsculas e minúsculas. não por este. e uma cópia para arquivo na Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas. idêntica à versão impressa.editora. revistas. escrito por uma pessoa convidada pelo autor. para Ed. evitando usar números. Apresenta a relação dos capítulos. Alinhado pela esquerda. Discovery).1. tabelas etc. em Elegia poética. Dados pessoais do autor ficam melhor dentro do livro. com informação direta. Esqueceram de mim). Inglês ou Espanhol. o Candidato apresentará à Secretaria do Programa de PósGraduação em Ciências Biológicas (PPGCB) quatro cópias impressas. SUMÁRIO – Delimita a parte pré-textual do livro da parte textual. só em livros didáticos. filmes. os pontos têm corpo menor que o do texto. . em Os sertões. porque já estão relacionadas em ordem alfabética. Normas gerais 1. caso tenha interesse em aprofundar-se no assunto em questão. 1. Nos títulos de periódicos. "Crepúsculo".: Maiúsculas só em caso de nomes próprios. Evitar redundâncias nos títulos. bem como o título de quaisquer trabalhos intelectuais ou artísticos ("O homem". shows. 1. peças teatrais. podendo incluir a relação de quadros e tabelas no final. peças musicais que constituem obras completas. da Comissão Orientadora e da Banca Examinadora. Evitar usar números para hierarquizar títulos e subtítulos de capítulos. A dissertação poderá ser redigida em Português. figuras. Nos títulos de livros. 1. Deve-se usar as aspas para destacar o título de artigos de jornais e revistas. 1. TÍTULOS DE OBRAS Usar o itálico para caracterizar títulos de livros. a critério da Comissão Orientadora. grafia das palavras. custeio de trabalhos de campo e de laboratório e outros). de partes de obras literárias e musicais e. escrever o nome do autor entre parênteses.5. No caso de obras editadas pelo Cegraf da UFG. uma cópia para o acervo de consulta da Biblioteca Central. uma cópia para o arquivo da Pro-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação. notas de críticas. As referências não devem ser numeradas. Exigem investigações próprias à área de especialização e métodos específicos. ORGANIZADOR – Coordena a preparação da obra de autoria coletiva mas não participa como autor.

3. §3o.2. 2.3. abreviatura do título acadêmico obtido. aceitos. (ii) título da dissertação.3. §4o. Folha(s) em que conste(m) o resumo em Português e o abstract em Inglês. a ficha catalográfica. 2.1. Estrutura 2. 3.4. título da dissertação (exatamente como aparece na página de rosto). Recomenda-se utilizar papel A4 (210 × 297 mm) branco. (ii) Revisão Bibliográfica (opcional). acrescidas da identificação do respectivo volume. §1o. Capítulos. A capa deverá conter a autoria. (iii) Material e Métodos. de acordo com as normas internacionais.3. 2. A nomenclatura científica deverá ser diferenciada contextualmente. 2. Artigos científicos. Folha(s) de conteúdo (“índice”). figuras. 2.4.4. 2. No caso da inclusão de artigo(s) previamente publicado( s) no corpo da dissertação. .5. §2o. 2. desde que respeitado o disposto em 3. A organização interna de cada capítulo poderá obedecer o disposto no item 2. o(s) mesmo(s) poderá(ão) ser reproduzido(s) do(s) originais. 3. (vi) Conclusões (opcional) e (vii) Bibliografia. Admitir-se-ão artigos com formatações diferentes na mesma dissertação. e suficientemente opaco para leitura normal. Notação científica e medidas. (iii) corpo da dissertação propriamente dito e. dando visibilidade ao nível (Mestrado) e à UNIMONTES. (ii) capítulos. Os artigos terão formatação livre. O corpo da dissertação em “capítulos” será composto das seções: (i) Introdução Geral. Segunda folha interna. As capas das dissertações encadernadas em mais de um volume deverão conter as mesmas informações. por extenso. mês e ano da aprovação da dissertação. seguido de seus demais nomes. opcionalmente.4. serão dispensadas a Introdução Geral e as Conclusões Gerais.5. Primeira folha interna (página de rosto). poderão ser incluídas páginas adicionais contendo: (i) dedicatória. 2.1. O corpo da dissertação poderá ser organizado de três formas alternativas: (i) texto corrido. avaliado e aprovado pela Banca Examinadora.4. A Bibliografia poderá aparecer ao final de cada seção ou capítulo. publicados. contendo as três primeiras partes do item anterior. (iv) Resultados. Opcionalmente.3. Os itens iv e v poderão ser fundidos numa única seção. ou submetidos para publicação. Ambas as faces do papel poderão ser utilizadas. 2. mencionando o Programa de Pós-Graduação.1.á a apresentação de cópias xerográficas.1. contendo: (i) autoria. Constará. Admitir-se-ão artigos redigidos em idiomas diferentes na mesma dissertação.4. local e ano da aprovação da dissertação. As dissertações deverão ser impressas em forma permanente e legível. Os títulos das referidas seções serão definidos pelo Professor Orientador.2. ou como bibliografia única ao final da dissertação. e (iv) local e ano de aprovação da dissertação.2.3. com caracteres de alta definição e de cor preta. (ii) Capítulos e (iii) Conclusões Gerais. Recomenda-se que a margem referente ao bordo de encadernação não seja inferior a 40 mm e as outras margens.1. As páginas pré-textuais serão compostas de: 2.4.2. (v) Discussão. Papel.3. (iii) nota explicativa de que se trata de um trabalho de dissertação. para o cumprimento do item 1. Editoração 3.3. (iii) biografia do autor e (iv) lista de símbolos. Admitir-se-á a composição da dissertação na forma mista de capítulos e artigos científicos. no verso desta folha. título da dissertação. As unidades métricas deverão seguir o padrão do Sistema Internacional de Unidades.3. ou (iii) artigos científicos pertinentes ao trabalho da dissertação.2. O corpo da dissertação em “texto corrido” será composto das seções: (i) Introdução. A dissertação deverá ser composta de: (i) capa. (ii) páginas prétextuais. e os nomes e as assinaturas dos participantes da Banca Examinadora. 2. Admitirse. nome da instituição que conferiu o título (Universidade Estadal de Montes Claros). Composição tipográfica. desde que a legibilidade não fique comprometida.4. Texto corrido. O corpo da dissertação em “artigos científicos” será composto: de (i) Introdução Geral.3. 3. Em caso de redação da dissertação na forma de artigo único. a data de aprovação da dissertação. (iv) anexo (páginas póstextuais). O anexo (páginas pós-textuais) conterá material pertinente e suplementar à dissertação. Ambos os textos serão precedidos por um cabeçalho contendo: sobrenome do Candidato. (ii) Artigo(s) Científico(s) e (iii) Conclusões Gerais. O corpo da dissertação conterá todo o trabalho impresso. não inferiores a 20 mm. e os nomes completos do Professor Orientador e dos Coorientadores. (ii) agradecimento( s). a Universidade e o grau pretendido (Mestrado). quadros e tabelas. 2. Margens. A Introdução Geral e as Conclusões Gerais poderão conter suas respectivas bibliografias. desde que seja adotada uma consistência interna.

Estrutura 2. 2. Exigem investigações próprias à área de especialização e métodos específicos. mencionando o Programa de Pós-Graduação. opcionalmente.3. páginas em branco e outros. a ficha catalográfica.3. (ii) título da dissertação. 1.4 deverá conter um conjunto completo dos materiais complementares anexados.4.e.3. a quem competirá determinar alterações na forma. uma cópia para o arquivo da Pro-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação. Ambos os textos serão precedidos por um cabeçalho contendo: sobrenome do Candidato. Segunda folha interna. a Universidade e o grau pretendido (Mestrado). A dissertação é de responsabilidade do Candidato. e (iv) local e ano de aprovação da dissertação.6. 1. no verso desta folha. 2.1. Constará.2. custeio de trabalhos de campo e de laboratório e outros). (iii) corpo da dissertação propriamente dito e.2. É admitido o uso de cores nas figuras e ilustrações. No caso da existência de convênios financiadores da dissertação (bolsas de estudo..5. desde a página da Introdução (texto corrido). que serão assim distribuídas: uma cópia para o Professor Orientador. A dissertação poderá ser redigida em Português.3. 1.3. Opcionalmente. diagramas. seguido de seus demais nomes. ou da Introdução Geral (capítulos ou artigos) do primeiro volume até a última página do último volume. a data de aprovação da dissertação. com algarismos romanos minúsculos. 2.2. Primeira folha interna (página de rosto).4. da Comissão Orientadora e da Banca Examinadora. poderão ser incluídas páginas adicionais contendo: (i) dedicatória. local e ano da aprovação da dissertação. Fotografias e outras ilustrações deverão ser montadas de forma definitiva e incluídas no corpo da dissertação. quadros e tabelas. na linguagem e no conteúdo. dando visibilidade ao nível (Mestrado) e à UNIMONTES. (iii) biografia do autor e (iv) lista de símbolos.5. Contribuições complementares ou outros materiais isolados poderão ser anexados à dissertação. A seqüência deverá incluir tudo que estiver no(s) volume(s). seqüencialmente. 1. idêntica à versão impressa. A dissertação deverá ser composta de: (i) capa. uma cópia para o acervo de consulta da Biblioteca Central. Em nenhuma circunstância dever-se-á empregar fita adesiva ou material similar para afixação de ilustrações no corpo da dissertação. 3. contendo: (i) autoria. abreviatura do título acadêmico . de forma a resultar em dimensões inferiores ao tamanho do papel adotado. Inglês ou Espanhol.3. a critério da Comissão Orientadora. (ii) páginas prétextuais. O PPGCB encarregar-se-á de encaminhar cópias da versão eletrônica para o Professor Orientador e para os órgãos conveniados com a UNIMONTES. em algarismos arábicos. As dissertações constituem o produto final de pesquisas desenvolvidas em cursos de Mestrado.1. título da dissertação. 2. As páginas pré-textuais poderão ser numeradas. As capas das dissertações encadernadas em mais de um volume deverão conter as mesmas informações. Ilustrações. O Candidato também apresentará ao PPGCB a versão final de sua dissertação em meio eletrônico (Arquivo em formato PDF ou PS). o Candidato apresentará à Secretaria do Programa de PósGraduação em Ciências Biológicas (PPGCB) quatro cópias impressas. Todas as páginas textuais e póstextuais deverão ser numeradas em seqüência contínua. Normas gerais 1. Paginação.1. Folhas de tamanho superior ao formato adotado na dissertação serão aceitáveis. i. (iv) anexo (páginas póstextuais). figuras. As páginas pré-textuais serão compostas de: 2.3. 3. e os nomes e as assinaturas dos participantes da Banca Examinadora.1. Serão dobradas. (ii) agradecimento( s). (iii) nota explicativa de que se trata de um trabalho de dissertação. NORMAS PARA REDAÇÃO DE DISSERTAÇÕES 1. Folha(s) em que conste(m) o resumo em Português e o abstract em Inglês.6. desde que solicitada pela instituição conveniada. Após a aprovação da dissertação pela Banca Examinadora. por extenso. cópia adicional impressa deverá ser apresentada. Cada cópia da dissertação referida no item 1. 2. acrescidas da identificação do respectivo volume.3. contendo as três primeiras partes do item anterior. e uma cópia para arquivo na Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas. 2. A capa deverá conter a autoria. como mapas.

Folha(s) de conteúdo (“índice”). aceitos. O corpo da dissertação poderá ser organizado de três formas alternativas: (i) texto corrido. 3.obtido. 2. avaliado e aprovado pela Banca Examinadora.2. seqüencialmente.e.1.4. As dissertações deverão ser impressas em forma permanente e legível. título da dissertação (exatamente como aparece na página de rosto).3. ou da Introdução Geral (capítulos ou artigos) do primeiro volume até a última página do último volume. É admitido o uso de cores nas figuras e ilustrações.6. 3. (iv) Resultados. serão dispensadas a Introdução Geral e as Conclusões Gerais. 3. ou submetidos para publicação. (ii) Revisão Bibliográfica (opcional). O processo de elaboração de um trabalho escolar é uma vivência que precisa ser criativa possibilitando uma interação rica com pessoas.1. 3. para o cumprimento do item 1. o(s) mesmo(s) poderá(ão) ser reproduzido(s) do(s) originais. 3. ou como bibliografia única ao final da dissertação. Papel. fontes e recursos diversos. Os itens iv e v poderão ser fundidos numa única seção. (ii) Artigo(s) Científico(s) e (iii) Conclusões Gerais. Em caso de redação da dissertação na forma de artigo único. 3.1.2. Capítulos. §4o. Recomenda-se que a margem referente ao bordo de encadernação não seja inferior a 40 mm e as outras margens. desde que respeitado o disposto em 3. 2. O corpo da dissertação em “capítulos” será composto das seções: (i) Introdução Geral. a fim de atingir maior autonomia com relação à forma de aprender e construir conhecimentos. 2. A nomenclatura científica deverá ser diferenciada contextualmente. publicados. TRABALHO ESCOLAR O trabalho escolar é um documento que representa o resultado de um estudo/pesquisa sobre um assunto.4 deverá conter um conjunto completo dos materiais complementares anexados. Paginação. diagramas. mês e ano da aprovação da dissertação. Admitir-se-á a composição da dissertação na forma mista de capítulos e artigos científicos. No caso da inclusão de artigo(s) previamente publicado( s) no corpo da dissertação. As unidades métricas deverão seguir o padrão do Sistema Internacional de Unidades. em algarismos arábicos. Os artigos terão formatação livre. Ilustrações.4.5. A Bibliografia poderá aparecer ao final de cada seção ou capítulo. (ii) Capítulos e (iii) Conclusões Gerais. i. como mapas. 3. desde que a legibilidade não fique comprometida. Os títulos das referidas seções serão definidos pelo Professor Orientador. A organização interna de cada capítulo poderá obedecer o disposto no item 2. Sua produção pode envolver um ou mais alunos e. . §3o. O corpo da dissertação em “artigos científicos” será composto: de (i) Introdução Geral. Artigos científicos. Em nenhuma circunstância dever-se-á empregar fita adesiva ou material similar para afixação de ilustrações no corpo da dissertação. 2. Cada cópia da dissertação referida no item 1. 2. O anexo (páginas pós-textuais) conterá material pertinente e suplementar à dissertação. Todas as páginas textuais e póstextuais deverão ser numeradas em seqüência contínua.5.4. Notação científica e medidas. Admitirse. páginas em branco e outros.4. nome da instituição que conferiu o título (Universidade Estadal de Montes Claros). desde que seja adotada uma consistência interna. com algarismos romanos minúsculos.3. (v) Discussão. e os nomes completos do Professor Orientador e dos Coorientadores.. Recomenda-se utilizar papel A4 (210 × 297 mm) branco. §2o.4. A Introdução Geral e as Conclusões Gerais poderão conter suas respectivas bibliografias. e suficientemente opaco para leitura normal. Admitir-se-ão artigos com formatações diferentes na mesma dissertação. necessariamente deverá ter a coordenação de um orientador. (vi) Conclusões (opcional) e (vii) Bibliografia. de forma a resultar em dimensões inferiores ao tamanho do papel adotado. desenvolvendo uma visão mais crítica e ampliada.á a apresentação de cópias xerográficas. A seqüência deverá incluir tudo que estiver no(s) volume(s). Ambas as faces do papel poderão ser utilizadas. Editoração 3.4. Folhas de tamanho superior ao formato adotado na dissertação serão aceitáveis. Fotografias e outras ilustrações deverão ser montadas de forma definitiva e incluídas no corpo da dissertação. (iii) Material e Métodos. Serão dobradas.4. Contribuições complementares ou outros materiais isolados poderão ser anexados à dissertação. Texto corrido. de acordo com as normas internacionais.5. O corpo da dissertação conterá todo o trabalho impresso. (ii) capítulos. Margens. §1o. Composição tipográfica. não inferiores a 20 mm.6. Admitir-se-ão artigos redigidos em idiomas diferentes na mesma dissertação. ou (iii) artigos científicos pertinentes ao trabalho da dissertação. 2.3.1. O corpo da dissertação em “texto corrido” será composto das seções: (i) Introdução. desde a página da Introdução (texto corrido). As páginas pré-textuais poderão ser numeradas. com caracteres de alta definição e de cor preta.

Exemplo de numeração progressiva de um trabalho escolar 1 SEÇÃO PRIMÁRIA 1.1 Seção quaternária 1. com indicativo numérico alinhado à esquerda e separado por um espaço. h) numeração Progressiva – para melhor organização e apresentação do trabalho.1..1 Seção secundária 1. versal) (texto) . g) parágrafo – 2cm da margem esquerda.1 Seção terciária 1. Destacam-se gradativamente os títulos das seções. deve-se adotar a numeração progressiva das seções do texto. A numeração é colocada a partir da introdução. c) paginação – as folhas do trabalho devem ser contadas seqüencialmente desde o sumário.fonte tamanho 12. Os títulos das seções primárias (capítulos). b) escrita – digitado com tinta preta e somente um lado da folha. negrito.1. f) letra – tipo de letra Times New Roman ou Arial tamanho 12 e para citação direta usar fonte tamanho 10. caixa alta) (texto) 2.1.1.1 Produção de mudas (subtítulo considerado como seção secundária . margeado à esquerda.1 Seção quinária 1 INTRODUÇÃO (título considerado como seção primária ou capítulo .deve localizar-se no início de página. mas não numeradas.1. d) margem . O número localiza-se a 2 cm da borda superior do papel. negrito ou. por serem as principais divisões de um texto.deve localizar-se no início de página. preferencialmente nas dimensões 297x210 mm (A4).fonte tamanho 12. devem iniciar em folha distinta. itálico. resumo e relatório) deve ser realizada conforme indicações abaixo: a) tipo de papel – deve ser utilizado o papel branco.1. .superior e esquerda = 3 cm inferior e direita = 2 cm. utilizando-se os recursos de caixa alta ou versal. caixa alta) (texto) 2 CULTURA DA MAÇÃ (título considerado como seção primária ou capítulo . e) espaçamento – todo texto deve ser digitado com espaçamento 1. margeado à direita. fonte tamanho 12.deve estar margeado à esquerda. digitado em negrito.5 de entrelinhas. digitado em negrito. .1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO A apresentação escrita de um trabalho (trabalho escolar. margeado à esquerda.

deve estar margeado à esquerda. caixa alta.não são numerados e devem aparecer na página de forma centralizada. tamanho12. b) Título do trabalho: no centro da folha. e as páginas em que se encontram. d) Local. Indica as partes do trabalho. centralizado. centralizado. c) Nome do aluno/série: abaixo do título 5 cm. negrito] (texto) Os títulos . NBR 6027. centralizado a 3 cm da borda superior com o texto iniciando 2 cm abaixo. 2.1 Enxertia (subtítulo considerado como seção terciária . letras maiúsculas. mês e ano: centralizado. título sem indicativo numérico. anexo). com letras maiúsculas.2 Sumário Iniciar em folha distinta.Sumário. 2003) . Anexos . 2 ESTRUTURA BÁSICA DE UM TRABALHO ESCOLAR A estrutura básica de um trabalho escolar deverá compreender: elementos pré-textuais (capa. a 3cm da borda inferior e as primeiras letras maiúsculas.1 Capa Deve ser de papel consistente ou simples.2. composta de: a) Cabeçalho: nome da Instituição responsável.1. desenvolvimento. tamanho 12. Deve ser centralizado à margem superior. tamanho 12. 2. com subordinação até o nível do professor. tamanho 16. sem ilustração ou " embelezamento".início de página . espaçamento entre linhas simples.fonte tamanho 12. textuais (introdução. capítulos. Referências. itens e subitens. sumário). itálico. fonte tamanho 12. (ABNT. conclusão) e pós-textuais (referência. versal) (texto) 3 CONCLUSÃO [título considerado como seção primária (capítulo) .

O conteúdo pode ser subdividido em capítulos. situá-lo no tempo e espaço. deve apresentar o detalhamento da pesquisa realizada e comunicar seus resultados. 2. dentro de uma estrutura lógica com que o tema foi desenvolvido.1 A Semente do Algodão 2. alinhado à esquerda.1. pesquisa de laboratório.5 Conclusão Iniciar em folha distinta apresentando um indicativo numérico. A parte introdutória abre o trabalho propriamente dito. Deve-se iniciar pelos títulos mais importantes do plano e subdividir cada um segundo o material disponível.3 Introdução Iniciar em folha distinta apresentando o indicativo numérico (1). anunciando o assunto a ser abordado. mostrar a sua importância e apontar a metodologia empregada (pesquisa bibliográfica. alinhado à margem esquerda. Esta divisão servirá de base para a realização do sumário.1 Variedades 2. . em itens e subitens. indicar o ponto de vista sob o qual será tratado.2 Técnicas de produção 2. Na seqüência é necessário delimitá-lo. a 3cm de borda superior e o texto deve iniciar 2cm abaixo.2. Exemplo: 2 ALGODÃO 2. etc). adotando uma numeração progressiva até o final do trabalho.4 Desenvolvimento Também chamado corpo do trabalho. isto é.

produzida pela ABNT. Rio de Janeiro. baseadas no desenvolvimento. KRAEMER." (ABNT. Essa descrição deve ser elaborada seguindo a normalização nacional descrita na NBR 6023:2002. deve apresentar a resposta ao tema anunciado na introdução. color. Word for windows 6. 2002. textos ou documentos não elaborados pelo autor. margeadas à esquerda e separadas entre si por espaço duplo. que permita identifica-lo de forma única. esclarecer ou fundamentar melhor o trabalho.doc. Rio de Janeiro. Brasília. 132 p. Petrópolis: Vozes.TCC O que é o TCC? . fotografias. 2. 19 maio 1998. 2. fita de vídeo. Ministério corta pagamento de 46.com. ( ABNT. Não é apropriado iniciar afirmando que vai concluir. isto é.7 Anexo(s) Sugere-se apresentação em folha distinta. home-page. NBR 14724.bu.. NBR 14724.5 mil professores. p. sem indicação numérica.oglobo. CD-ROM. 1987.ufsc. título. CD-ROM. ed. 1996. 1 arquivo (605 bytes). O Globo. TAVES. Disponível em:<http://www. 1. SANTOS. elemento obrigatório. José Dermeval Saraiva.br/>. Disquete 3 1/2. Fonte: www. Ressalta-se que no corpo do trabalho deve-se fazer citação referente ao material colocado anexo.IBICT. digitadas em espaço simples. 5) Exemplo: ANEXO A – Tabela de classificação de sementes. "Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. local e ano de publicação) sobre o documento. editora. Poderão fazer parte do item "Anexos". Viçosa: CPT. Centro de Produções Técnicas (MG). Curitiba. elemento opcional. Antonio. 2002) Todas as fontes de informação (livro. Apostila. NBR 6028: resumos. Ligia Leindorf Bartz.6 Referências Apresenta-se em folha distinta. 1 videocassete (65min): VHS/NTSC. Construções com bambu: opção de baixo custo. Fazer a referência de uma obra significa reunir um conjunto de dados (tais como autoria. LOPES. 3 p DINA. Rogério Leite dos. [1998]. título centralizado. Rodrigo França. São exemplos de anexos: leis. Bases de dados em Ciência e Tecnologia. son. ponto de chegada das deduções lógicas. A fábrica automática e a organização do trabalho.Constitui o ponto de chegada. revista. que venham contribuir para ilustrar. A conclusão não é uma idéia nova ou um resumo marcante dos argumentos principais. título centralizado. travessão e pelos respectivos títulos.br TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO . 2. plantas etc. INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA . 13 maio 1995. etc) utilizadas na elaboração do trabalho devem ser arroladas alfabeticamente em uma lista. FORMATO DE APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS ABNT. n. Acesso em: 19 maio 1998. é síntese interpretativa dos elementos dispersos pelo trabalho.0. mapas. 1990.Associação Brasileira de Normas Técnicas.

professores e demais interessados.). assim como as técnicas e instrumentos a serem utilizados.bibliográfica ou de campo .O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é o resultado do esforço de síntese. Por que a apresentação do TCC é uma atividade acadêmica pública ? De acordo com o Projeto Pedagógico do Curso. 4) Objetivos da pesquisa: explicitação dos aspectos a serem investigados/analisados na pesquisa. aberta a alunos. deve-se descrever e justificar a abordagem metodológica da pesquisa. bem como sua finalidade em termos de contribuição técnica. É importante também descrever a abordagem de análise dos dados . . Obs: O TCC é um dos resultados acadêmicos desenvolvidos no eixo curricular de "prática e pesquisa em educação". Análise dos resultados: Ressaltar as evidências que esclareçam cada questão levantada através de análise quantitativa e/ou qualitativa das informações e dados obtidos. de todas as obras apresentadas como referências bibliográficas. extraindo do texto apenas as idéias principais e relacionadas ao tema.aspectos teóricos do trabalho pedagógico: relativa à área de Fundamentos da Educação. bem como os recursos – materiais e humanos . fazendo a ligação entre a bibliografia pesquisada e o problema que está sendo estudado. Estrutura de Apresentação do TCC Introdução: a introdução não deve parafrasear ou repetir o resumo.7) Documentação Bibliográfica: identificação das obras de referência e as de caráter específico. a apresentação do TCC ocorre em sessão pública.e não de uma única disciplina . A primeira. no caso de pesquisa qualitativa. O trabalho deverá apresentar alguma contribuição para o esclarecimento ou enriquecimento de informações sobre o assunto tratado. ou seja. Caracteriza-se. Finalmente. testar as hipóteses formuladas.. 3) Delimitação do problema: definição clara do problema a ser pesquisado.ao longo do processo de formação dos concluintes do curso de Pedagogia. As fontes bibliográficas devem permitir o posicionamento claro do objeto de pesquisa a partir do ponto de vista dos autores consultados. detalham-se os objetivos do trabalho e as hipóteses iniciais. O aluno deverá fazer o fichamento bibliográfico sob a forma de resumo. a saber:. em duas etapas: No 5° semestre: elaboração do projeto de pesquisa (como exigência da disciplina "Seminários de Pesquisa I). científica e social. revistas científicas. seu objeto. seus critérios de avaliação de qualidade devem ser conhecidos e apreciados pelo corpo discente e docente. o problema de pesquisa e o seu objeto. Informações úteis para a realização do TCC Passos para o Desenvolvimento do Projeto de Pesquisa 1) Escolha do tema: o tema escolhido deverá ser pertinente a uma das três linhas de pesquisa abaixo relacionadas. . etc. Em face dos dados levantados. cuja participação é computada como A. por diferentes razões. Esta bibliografia deve ser apresentada de acordo com as normas técnicas da ABNT . dando ênfase à relevância do tema proposto. abrangência e profundidade. cujos fundamentos iniciais são trabalhados na disciplina de Metodologia Científica.gestão educacional e do trabalho pedagógico: ligada à área de gestão do trabalho pedagógico. Em seguida.Docência. realizado pelo aluno. também deverá ser descrito o plano para o desenvolvimento da pesquisa. O autor (aluno) deve construir uma moldura conceitual do tema. No caso de pesquisa quantitativa.prática docente e processo ensino-aprendizagem: relativa à área de Formação para . Referencial teórico e metodológico: neste item são mostradas e comentadas as referências bibliográficas que oferecem a sustentação conceitual/operacional do tema. Não se trata de um rol de citações. sob orientação de um professor responsável. mostrando as últimas informações disponíveis a seu respeito.. Evidenciar os .Associação Brasileira de Normas Técnicas.5) Metodologia: descrição e fundamentação dos métodos e técnicas que serão utilizados a fim de atingir os objetivos propostos.6) Bibliografia Básica: elaboração de uma lista bibliográfica que contenha obras referentes aos pressupostos teóricos do tema (livros.C.e redação final do trabalho (como exigência da disciplina "Seminários de Pesquisa II). as técnicas qualitativas.indispensáveis à execução do trabalho. Desenvolvimento: apresentação e apreciação dos dados da pesquisa propriamente dita. educacional e social. as técnicas estatísticas. O TCC pode ser feito individualmente ou em grupo. Quando o aluno começa a realizar o TCC? O TCC é realizado no último ano do curso. periódicos. relativas aos eixos curriculares do curso de Pedagogia. No 6° semestre: desenvolvimento da pesquisa . mas de todos os demais alunos da Pedagogia. porque o momento de apresentação dos TCC significa a culminância do trabalho desenvolvido por todo o corpo docente . estabelecendo relações nítidas entre o objeto do trabalho e o referencial teórico utilizado para análise dos dados. porque deve obedecer ao princípio de transparência. 2) Justificativa: tendo em vista sua relevância científica.C.A. A segunda razão é que o TCC não é apenas uma atividade acadêmica dos seus autores. devem ser expostas as justificativas e razões para elaboração do trabalho. isto é. Após caracterizar o objeto e sujeitos de pesquisa. para articular os conhecimentos teóricos adquiridos ao longo do curso com o processo de investigação e reflexão acerca de um tema de seu interesse.

ressaltar as possíveis conclusões/considerações possibilitadas pelo processo de investigação. sinteticamente.smarcos. práticas para implementação (intervenção) a partir dos resultados conseguidos. As notas atribuídas são individuais e terão valor de zero a dez . composta por dois professores. Será considerado aprovado o aluno que obtiver a média final 7 (sete). Considerações Finais: após retomar. A consistência dos dados e da fundamentação teórica e do trabalho. o problema e os aspectos analisados no desenvolvimento do trabalho. Critérios de Avaliação do TCC O TCC deverá ser entregue na 15ª semana do 6º semestre letivo. juntamente com o professor orientador.: Os trabalhos honrados com mérito poderão ser publicados pela Instituição. Bibliografia: trata-se de parte essencial do trabalho. Na avaliação do TCC serão levados em consideração os seguintes aspectos: O caráter científico do trabalho. A nota final do TCC resultará na média composta pelas notas de apresentação oral e escrita. se autorizados pelo autor (aluno) e pelo professor orientador. sugerir pesquisas adicionais. Caso conveniente. fará a avaliação do trabalho. A apresentação sistematizada do trabalho final de acordo com as normas indicadas. Fonte: www. sempre que possível. Serão eliminados os alunos que faltarem à apresentação sem justificativa legal por escrito. terá nota final zero. Isto o impedirá de colar grau no curso. Obs. Com apoio do referencial teórico consultado. Recomendar.br . sob o título "Bibliografia Recomendada". A banca examinadora. Caso haja conveniência de referenciar material bibliográfico sem alusão no texto. dar significado aos resultados obtidos. sendo reprovado. Não devem ser referenciadas fontes bibliográficas que não foram citadas no texto. As referências bibliográficas devem seguir as normas da ABNT . somadas e divididas pelo número de julgadores. em três vias encadernadas em espiral e uma cópia em disquete. O aluno que não entregar o TCC em tempo hábil.resultados em atenção aos objetivos propostos. Respeito ao tempo de apresentação. nas exposições previamente marcadas para as 17ª e 18ª semanas do 6º semestre letivo. A clareza da exposição e coerência argumentativa do aluno. isto deve ser feito em sequência à bibliografia.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful