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Aula – Diagrama Fe - C

ra

utaerpmTe

 Metal Puro
 Metal Puro

Para um metal puro, a curva de resfriamento a partir do estado líquido é dada por:

T F
T
F

Acima da temperatura de fusão o material se encontrará no condição de líquido e abaixo dessa temperatura na condição de sólido. O ponto T F corresponde ao ponto de transformação.

Líquido

(1 fase)

Sólido

(1 fase)

Tv

Tf

de transformação. Líquido (1 fase) Sólido (1 fase) Tv Tf Resfriamento do líquido Transformação de fase

Resfriamento do líquido

(1 fase) Sólido (1 fase) Tv Tf Resfriamento do líquido Transformação de fase (Liberação de calor

Transformação de fase (Liberação de calor latente)

Transformação de fase (Liberação de calor latente) Resfriamento do sólido Tf é chamada de Temperatura de
Transformação de fase (Liberação de calor latente) Resfriamento do sólido Tf é chamada de Temperatura de

Resfriamento

do sólido

de fase (Liberação de calor latente) Resfriamento do sólido Tf é chamada de Temperatura de fusão

Tf é chamada de Temperatura de fusão

de fase (Liberação de calor latente) Resfriamento do sólido Tf é chamada de Temperatura de fusão

Tempo

 Diagrama de Equilíbrio: Ligas Binárias
 Diagrama de Equilíbrio: Ligas Binárias

Liga binária: metal puro (componente A) ao qual será adicionada uma certa quantidade de um elemento de liga (componente B). A curva de resfriamento partindo de uma temperatura T V , será dada por:

Resfriamento do líquido Tv Transformação de fase (sólido + líquido) Tl Resfriamento do sólido Ts
Resfriamento do líquido
Tv
Transformação de fase
(sólido + líquido)
Tl
Resfriamento
do sólido
Ts
Liga binária:
Metal base (solvente) - A
Metal de liga (soluto) - B
traepemT aru

Tempo

Diagrama de fases
Diagrama de fases
T L T S
T L
T S

Líquido

(1 fase)

Sólido +

Líquido

Sólido (1 ou + fases)

T L - Temperatura liquidus T S - Temperatura solidus
T L - Temperatura liquidus
T S - Temperatura solidus
 Diagrama de Equilíbrio: Construção
 Diagrama de Equilíbrio: Construção

Para diferentes teores de soluto B no solvente A, diferentes curvas de resfriamento serão obtidas:

Limite das Temperaturas liquidus A+10%B A+70%B 100% A Limite das Temperaturas solidus A+50%B A+90%B 100%
Limite das
Temperaturas liquidus
A+10%B
A+70%B
100% A
Limite das
Temperaturas solidus
A+50%B
A+90%B 100% B
A+30%B
traepemT aru

Tempo

Curvas térmicas e levantamento das temperaturas de transformação de fase
Curvas térmicas e levantamento das
temperaturas de transformação de fase
Temperaturas de transformação versus teor de soluto
Temperaturas de transformação versus
teor de soluto
Limite das Temperaturas liquidus Tf B Liquido Líquido + Sólido Limite das Temperaturas solidus Tf
Limite das
Temperaturas liquidus
Tf B
Liquido
Líquido
+
Sólido
Limite das
Temperaturas solidus
Tf A
Sólido
100%A
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100% B
%B
traepemT aru
 Diagrama de Equilíbrio: Linhas
 Diagrama de Equilíbrio: Linhas

Um diagrama de equilíbrio (ou diagrama de fases) completo, deve apresentar como informações as temperaturas de transformação de fase, os campos de fases e as solubilidades envolvidas:

Liquido (1 fase) Tf B Linha Tf A Solidus Linhas Liquidus β + L α
Liquido (1 fase)
Tf B
Linha
Tf A
Solidus
Linhas Liquidus
β + L
α + L
α
β
Ca
Ce
Cb
Sólido (2 fases)
Linha Solvus
α + β
100% A
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100% B
%B
utraepmTe
ar
Definição e Conceitos Fundamentais:
Definição e Conceitos Fundamentais:
 Componente:
 Componente:

Define um metal puro, e/ou os componentes individuais que formam uma liga

(Cu puro, Al puro, Au puro, etc)
(Cu puro, Al puro, Au puro, etc)
 Sistema:
 Sistema:

Define todo o espectro de possibilidades de mistura de componentes

(Al-Cu, Fe-C, Sn-Pb, Ti-Ni, etc)
(Al-Cu, Fe-C, Sn-Pb, Ti-Ni, etc)
 Fase:
 Fase:
de componentes (Al-Cu, Fe-C, Sn-Pb, Ti-Ni, etc)  Fase: Define uma porção homogênea de um sistema.
de componentes (Al-Cu, Fe-C, Sn-Pb, Ti-Ni, etc)  Fase: Define uma porção homogênea de um sistema.

Define uma porção homogênea de um sistema. (Fase α, Fase β,

Fase θ, Fase eutética)
Fase θ, Fase eutética)
 Formação das Fases:
 Formação das Fases:
 Formação das Fases: SOLIDIFICAÇÃO Componente A Componente B Líquido Estrutura desorganizada apresentando uma
SOLIDIFICAÇÃO
SOLIDIFICAÇÃO
 Formação das Fases: SOLIDIFICAÇÃO Componente A Componente B Líquido Estrutura desorganizada apresentando uma

Componente A Componente B
Componente BComponente A

das Fases: SOLIDIFICAÇÃO Componente A Componente B Líquido Estrutura desorganizada apresentando uma única
das Fases: SOLIDIFICAÇÃO Componente A Componente B Líquido Estrutura desorganizada apresentando uma única

Líquido Estrutura desorganizada apresentando uma única fase

Estrutura desorganizada apresentando uma única fase Sólido - Condição 1 Estrutura cristalina organizada

Sólido - Condição 1 Estrutura cristalina organizada apresentando duas fases

1 Estrutura cristalina organizada apresentando duas fases Sólido - Condição 2 Estrutura cristalina organizada
1 Estrutura cristalina organizada apresentando duas fases Sólido - Condição 2 Estrutura cristalina organizada
1 Estrutura cristalina organizada apresentando duas fases Sólido - Condição 2 Estrutura cristalina organizada

Sólido - Condição 2 Estrutura cristalina organizada apresentando uma fase formada por diferentes componentes

fases Sólido - Condição 2 Estrutura cristalina organizada apresentando uma fase formada por diferentes componentes
 Solução Sólida:
 Solução Sólida:

Ao se adicionar pequenas quantidades de sal ou açúcar na água, estes se dissolvem a ponto de se manter diluídos na água. Nesse caso temos uma solução líquida.

diluídos na água. Nesse caso temos uma solução líquida. O termo Solução Sólida , tem a

O termo Solução Sólida, tem a mesma idéia, entretanto refere-se a materiais no estado sólido.

Um componente B pode formar uma solução sólida com um componente A, se o componente B se misturar a estrutura do componente A (de modo intersticial ou substitucional ) de tal forma a manter uma condição de fase única.

) de tal forma a manter uma condição de fase única. Componente solvente Componente soluto Solução

Componente solvente

Componente soluto
Componente soluto

Solução sólida Substitucional

solvente Componente soluto Solução sólida Substitucional FASE ÚNICA Componente solvente Solução sólida
FASE ÚNICA
FASE
ÚNICA
Componente solvente Solução sólida Intersticial Componente soluto
Componente solvente
Solução sólida
Intersticial
Componente soluto
 Constituição de uma liga:
 Constituição de uma liga:
 Constituição de uma liga:  As fases que se encontram presentes ;  A composição

As fases que se encontram presentes;

de uma liga:  As fases que se encontram presentes ;  A composição de cada

A composição de cada fase;

encontram presentes ;  A composição de cada fase ;  A proporção de cada fase

A proporção de cada fase;

de cada fase ;  A proporção de cada fase ;  As propriedades mecânicas de
de cada fase ;  A proporção de cada fase ;  As propriedades mecânicas de

As propriedades mecânicas de um material dependem do arranjo da microestrutura.

Outros fatores de importância nas propriedades serão:

A ESCALA da fase ESCALA da fase

Fase A (Matriz)

nas propriedades serão: A ESCALA da fase Fase A (Matriz) Fase B (Precipitado) A MORFOLOGIA da

Fase B (Precipitado)

A ESCALA da fase Fase A (Matriz) Fase B (Precipitado) A MORFOLOGIA da fase Fase A
A ESCALA da fase Fase A (Matriz) Fase B (Precipitado) A MORFOLOGIA da fase Fase A
A ESCALA da fase Fase A (Matriz) Fase B (Precipitado) A MORFOLOGIA da fase Fase A
A ESCALA da fase Fase A (Matriz) Fase B (Precipitado) A MORFOLOGIA da fase Fase A

A MORFOLOGIA da fase

Fase A (Matriz) Fase B (Precipitado)
Fase A (Matriz)
Fase B (Precipitado)
Contorno de Grãos
Contorno de Grãos

Materiais policristalinos são formados por unidades cristalinas (grãos) com diferentes orientações cristalográficas.

A fronteira entre os grãos é uma região de defeitos:

Contornos de Grão > deformação associada > maior energia.

No interior do grão todos os átomos estão arranjados segundo a célula unitária típica.

do grão todos os átomos estão arranjados segundo a célula unitária típica.  Controle do Tamanho

Controle do Tamanho de Grão:

Ligas Ferro- Carbono: Aço e Ferro Fundido

Diagrama de Equilíbrio Fe-C

Ligas Ferro- Carbono: Aço e Ferro Fundido Diagrama de Equilíbrio Fe-C

Ligas Ferro-Carbono: Aço e Ferro Fundido

Transformações apresentadas pelo ferro durante o aquecimento:

Ligas Ferro-Carbono: Aço e Ferro Fundido Transformações apresentadas pelo ferro durante o aquecimento:

DECOMPOSIÇÃO DA AUSTENITA RESFRIAMENTO DE UM AÇO EUTETÓIDE

o

912 C

o

727 C

γ

RESFRIAMENTO DE UM AÇO EUTETÓIDE o 912 C o 727 C γ γ γ γ γ

γ

γ γ γ γ γ γ γ + α γ + Fe 3 C α
γ γ
γ
γ γ
γ
γ + α
γ + Fe
3 C
α
0,0218% de C = α
Ferrita
α
+
Fe C
Cementita
3
0,77%C Perlita
0,77%C
Perlita

C

C

C

C

C

C

C

C

zoom
zoom
DIFUSÃO DO C
DIFUSÃO
DO C

C

C

C

C C C

C

C

C

C

C

Empobrecido para

0,0218% de C

C C C C

C

C

C

C

C

C

Enriquecido com

6,67% de C

C

Empobrecido para

0,0218% de C

6,67% de C = Fe C 3
6,67% de C = Fe C
3

ANÁLISE DO RESFRIAMENTO DE UM AÇO HIPOEUTETÓIDE

C é expulso do contorno para o centro Ponto 1 Formação de Ferrita no contorno
C é expulso do
contorno para o centro
Ponto 1
Formação de
Ferrita no contorno
de grão
γ
γ
γ
γ
γ
o
γ γ
912
C
γ
Pto 1
Ponto 2
C continua a
migrar para o
centro
Pto 2 - Temperatura T
o
Pto 3 - T = 728 C
0,77%C
o
727
C
α
o
Pto 4 - T = 726 C
Ponto 4
Núcleo do grão
enriquecido com
0,77% de C
Ferrita
Ponto 3
%C na Austenita
(Ex. 1040 = 0,4%C) Perlita
0,77%C
0,77%C
0,77%C
%C na
primeira Ferrita
%C na Ferrita
na temperatura T
%C na Austenita
na temperatura T
ANÁLISE DO RESFRIAMENTO DE UM AÇO HIPEREUTETÓIDE C é expulso do centro para o contorno
ANÁLISE DO RESFRIAMENTO DE UM AÇO HIPEREUTETÓIDE
C é expulso do
centro para o contorno
Ponto 1
Formação de
Cementita no contorno
de grão (6,67%C)
γ γ γ γ γ γ 1148 C o γ γ 2,11 %C Pto 1
γ
γ
γ
γ
γ γ
1148 C
o
γ
γ
2,11 %C
Pto 1
0,77%C
α
Cementita
%C na Austenita
(Ex. 1,3%C)
Perlita
o 912 C Ponto 2 C continua a migrar para o contorno o o Pto
o
912
C
Ponto 2
C continua a
migrar para o
contorno
o
o
Pto 3 - T = 728 C
727
C
Ponto 3
Núcleo do grão
empobrecido com
0,77% de C
0,77%C 0,77%C 0,77%C
0,77%C
0,77%C
0,77%C
do grão empobrecido com 0,77% de C 0,77%C 0,77%C 0,77%C Pto 2 - Temperatura T o
do grão empobrecido com 0,77% de C 0,77%C 0,77%C 0,77%C Pto 2 - Temperatura T o

Pto 2 - Temperatura T

o Pto 4 - T = 726 C Ponto 4
o
Pto 4 - T = 726 C
Ponto 4

%C na Austenita na temperatura T

Microestruturas de Aços Carbono com diferentes teores de C

Aço 1005
Aço 1005
AÇO SAE 1035 - TREFILADO
AÇO SAE 1035 - TREFILADO
Aço 1020
Aço 1020
Aço 1045
Aço 1045

Diagramas TTT

O resfriamento rápido de ligas Fe-C, a partir da região austenítica, pode conduzir à formação de microestruturas refinadas de equilíbrio e até estruturas fora do equilíbrio dependendo da velocidade de resfriamento imposta.

refinadas de equilíbrio e até estruturas fora do equilíbrio dependendo da velocidade de resfriamento imposta.

Tratamentos Térmicos

Têmpera: É um processo para a obtenção de estrutura metaestável de elevada dureza. Consiste em aquecer a peça acima da zona crítica, manter por tempo suficiente para que toda estrutura se transforme em austenita e resfriar rapidamente, em água ou óleo, obtendo-se a martensita (metaestável)

Revenido: Uma operação geralmente realizada após a têmpera para melhorar a relação entre a dureza e a ductilidade da peça. Consiste em aquecer a peça a uma temperatura abaixo do limite inferior da zona crítica e mantê-la por um certo tempo.

Normalização: consiste em aquecer a peça a uma temperatura acima da zona crítica , manter o tempo suficiente para que toda estrutura se transforme em austenita e resfriar no ar. A estrutura final é composta por perlita fina e ferrita primária.

Recozimento: Consiste em elevar a temperatura da peça acima da zona crítica, mantê-la por um tempo suficiente e resfriá-la lentamente.

em elevar a temperatura da peça acima da zona crítica, mantê-la por um tempo suficiente e

Martensita grosseira - aumento 75x

Martensita grosseira - aumento 75x

A adição de Silício à composição química dos ferros fundidos,

favorece a decomposição

da cementita que

é um composto

metaestável:

Fe 3 C 3Fe + C

O carbono na forma de grafita assume a a morfologia de veios,

formando o que se denomina de ferro fundido cinzento.

A adição de magnésio ou cério, ao invés do silício, favorece a

formação de nódulos de grafita dando origem ao ferro-fundido nodular.

O resfriamento rápido do ferro-fundido inibe a decomposição da cementita, dando origem ao ferro fundido branco, conhecido assim pelo aspecto esbranquiçado de sua fratura.

RESFRIAMENTO DE UM FERRO FUNDIDO BRANCO EUTÉTICO

RESFRIAMENTO DE UM FERRO FUNDIDO BRANCO EUTÉTICO No diagrama ignorou-se o peritético por questões didáticas LIQUIDO

No diagrama ignorou-se o peritético por questões didáticas

LIQUIDO Líquido L + Fe L + γ 3 C o 1148 C o o
LIQUIDO
Líquido
L + Fe
L + γ
3 C
o
1148 C
o
o
γ 2,11 %C
Ponto 1 - 1147 C
912
C
4,3%C
Ponto 2 - T
0,77%C
γ + Fe
3 C
o
727
C
α
o
Ponto 3 - 726 C
α + Fe
3 C
% C na Austenita
na temperatura T
Ponto 1
C
C
Ponto 3
C
Empobrecido para
AUSTENITA
C
C
C C
2,11% de C
C
C
C
C
C C
Enriquecido com
CEMENTITA
C
C C
C C C
6,67% de C
DIFUSÃO
C
C
Perlita
C C
C C
C
C
DO C
Empobrecido para
C
2,11% de C
LEDEBURITA
C
C

RESFRIAMENTO DE UM FERRO FUNDIDO BRANCO HIPOEUTÉTICO

No diagrama ignorou-se o peritético por questões didáticas

diagrama ignorou-se o peritético por questões didáticas o 912 C o C 727 Ponto 2 Ponto

o

912

C

o

C

727

Ponto 2
Ponto 2
Ponto 1 - Formação dos primeiros cristais sólidos de Austenita
Ponto 1 - Formação dos
primeiros cristais sólidos de
Austenita
Líquido LIQUIDO Pto 2 - Temperatura T L + γ L + Fe 3 C
Líquido
LIQUIDO
Pto 2 - Temperatura T
L + γ
L + Fe
3 C
4,3%C
γ 2,11 %C
Ponto 3 - 1147
o C
%C na Austenita
no resfriamento
o
γ +
Ponto 4 - 728 C
0,77%C
Fe C
3
α
α + Fe
3 C
P.ex.: Fe - 3,5 %C

Dendritas

de Austenita

%C na Austenita em solidificação

%C no líquido remanescente

Ledeburita

(Fe C + γ)

3

Ponto 3
Ponto 3

o

1148 C

γ

RESFRIAMENTO DE UM FERRO FUNDIDO BRANCO HIPEREUTÉTICO

No diagrama ignorou-se o peritético por questões didáticas

diagrama ignorou-se o peritético por questões didáticas o 912 C o C 727 Ponto 2 Líquido

o

912

C

o

C

727

Ponto 2
Ponto 2
peritético por questões didáticas o 912 C o C 727 Ponto 2 Líquido Ponto 1 -
Líquido Ponto 1 - Formação dos primeiros cristais sólidos de Cementita LIQUIDO Pto 2 -
Líquido
Ponto 1 - Formação dos
primeiros cristais sólidos
de Cementita
LIQUIDO
Pto 2 - Temperatura T
L + γ
L + Fe
C
3
4,3%C
γ
2,11 %C
Pto 3 - 1147
o C
%C na Austenita
no resfriamento
0,77%C
γ + Fe
3 C
α
α + Fe
3 C

o

1148 C

Fe C

3

Agulhas de

 

Cementita

Líquido

remanescente

%C no líquido remanescente

Ledeburita

(Fe C + γ)

3

Ponto 3
Ponto 3
RESUMO DO DIAGRAMA Fe-Fe 3 C No diagrama ignorou-se o peritético por questões didáticas AÇOS
RESUMO DO DIAGRAMA Fe-Fe 3 C No diagrama ignorou-se o peritético por questões didáticas
RESUMO DO DIAGRAMA Fe-Fe
3 C
No diagrama ignorou-se o peritético por questões didáticas
AÇOS FERRO FUNDIDO BRANCO Líquido γ L + Fe C L + 3 2,11 %C
AÇOS
FERRO FUNDIDO BRANCO
Líquido
γ
L + Fe
C
L +
3
2,11 %C
4,3%C
γ
γ
+ Fe
C
3
0,77%C
Linha que define
o aparecimento
da CEMENTITA
α
α
+ Fe
C
3
Hipoeutético
Hipereutético
Perlita +
Fe C + Ledeburita
3
Ledeburita
Eutetóide
100% Perlita
Eutético
100% Ledeburita
(α + Fe
C )
3
Fe
Fe C + Perlita
3
3
Hipereutetóide
(
α
)
+ Fe
C
3
α
+ Perlita
Fe C + Perlita
3
(α + Fe 3 C )
(α + Fe
3 C )
+ Fe C 3 α + Perlita Fe C + Perlita 3 (α + Fe 3

Fe C

o

1148 C

o

912 C

o

727 C

Hipoeutetóide (α + Fe 3 C )
Hipoeutetóide
(α + Fe
3 C )
RESUMO DO DIAGRAMA Fe-Fe 3 C No diagrama ignorou-se o peritético por questões didáticas
RESUMO DO DIAGRAMA Fe-Fe
3 C
No diagrama ignorou-se o peritético por questões didáticas
diagrama ignorou-se o peritético por questões didáticas AÇOS FERROS FUNDIDOS BRANCO Líquido γ L + Fe
AÇOS FERROS FUNDIDOS BRANCO Líquido γ L + Fe C L + 3 o 1148
AÇOS
FERROS FUNDIDOS BRANCO
Líquido
γ
L + Fe
C
L +
3
o
1148 C
2,11 %C
4,3%C
o
γ
912 C
γ
+ Fe
C
3
0,77%C
Linha que define
o aparecimento
da CEMENTITA
o
727 C
α
α
+ Fe
C
3
Material Hiper Duro
Material Muito Duro
450 < HB < 550
300 < HB < 450
HB ≅ 80
HB ≅ 550
Eutético
100% Ledeburita
Fe
Fe C
Fe C + Perlita
3
3
Eutetóide
(
α
)
+ Fe
C
Material Ductíl
100 < HB < 240
100% Perlita
(α + Fe
Material Duro
240 < HB < 300
3
C )
3

Dados de dureza para condições normais de solidificação

Ferro Fundido Nodular com matriz de ferrita + perlita Ferro Fundido Cinzento com matriz ferrítica
Ferro Fundido Nodular com matriz de ferrita + perlita Ferro Fundido Cinzento com matriz ferrítica

Ferro Fundido Nodular com matriz de ferrita + perlita

Ferro Fundido Cinzento com matriz ferrítica

+ perlita Ferro Fundido Cinzento com matriz ferrítica Ferro Fundido branco Ferro Fundido Nodular com matriz
+ perlita Ferro Fundido Cinzento com matriz ferrítica Ferro Fundido branco Ferro Fundido Nodular com matriz

Ferro Fundido branco

Ferro Fundido Nodular com matriz ferrítica

Porosidade
Porosidade

Exemplo: compactado de pó de ferro,

compactação uniaxial em matriz de duplo

efeito, a 550 MPa

compactação uniaxial em matriz de duplo efeito, a 550 MPa Exemplo: compactado de pó de ferro

Exemplo: compactado de pó de ferro após

sinterização a 1150 o C, por 120min

Segunda Fase
Segunda Fase

Micro-estrutura composta por veios de grafita sobre uma matriz perlítica.

composta por veios de grafita sobre uma matriz perlítica. por fases: ferrita (ou ferro- α )
composta por veios de grafita sobre uma matriz perlítica. por fases: ferrita (ou ferro- α )
composta por veios de grafita sobre uma matriz perlítica. por fases: ferrita (ou ferro- α )

por

fases:

ferrita (ou ferro-α) e cementita (ou carboneto de ferro).

Grão

lamelas

de

perlita:

é

constituído

de

duas

alternadas

Microestruturas de Ferro Fundido com conteúdos crescentes de Mg

Microestruturas de Ferro Fundido com conteúdos crescentes de Mg