Fanuc Série oi - TC

MANUAL DE OPERAÇÃO

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MEDIDAS DE SEGURANÇA

Esta seção descreve as medidas de segurança relativas à utilização de unidades CNC. É essencial que estas medidas de precaução sejam observadas pelo usuário, para garantir uma operação segura das máquinas equipadas com uma unidade CNC (todas as descrições incluídas nesta seção assumem esta configuração). Ter em atenção que algumas das precauções se referem apenas a funções específicas, podendo não ser aplicáveis a certas unidades CNC. Os usuários devem também observar as medidas de segurança relativas à máquina, descritas no manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Antes de tentar operar a máquina ou criar um programa para controlar a operação da mesma, o operador terá de familiarizar-se por completo com o conteúdo do presente manual e do manual fornecido pelo respectivo fabricante da máquina-ferramenta.

Conteúdo
1. DEFINIÇÃO DE AVISO, CUIDADO E NOTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . m--2 2. AVISOS E CUIDADOS GERAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . m--3 3. AVISOS E CUIDADOS RELATIVOS À PROGRAMAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . m--5 4. AVISOS E CUIDADOS RELATIVOS AO MANUSEAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . m--7 5. AVISOS RELATIVOS À MANUTENÇÃO DIÁRIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . m--9

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MEDIDAS DE SEGURANÇA

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DEFINIÇÃO DE AVISO, CUIDADO E NOTA

O presente manual inclui medidas de segurança destinadas a proteger o usuário e a evitar danos na máquina. As medidas de precaução são classificadas como Aviso e Cuidado em função do seu grau de segurança. Como Nota são classificadas as informações suplementares. Leia atentamente os Avisos, Cuidados e Notas, antes de tentar colocar a máquina em funcionamento.

AVISO
Aplica-se quando há perigo de ferimentos para o usuário e/ou de danificação do equipamento, caso o procedimento prescrito não seja observado.

CUIDADO
Aplica-se quando há perigo de danificação do equipamento, caso o procedimento prescrito não seja observado.

NOTA
A Nota serve para indicar informações suplementares, não se tratando, porém, de Avisos nem de Cuidados.

` Ler atentamente o presente manual e guardá-lo em um lugar seguro.

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AVISOS E CUIDADOS GERAIS

AVISO
1. Nunca proceder à usinagem de uma peça, sem verificar primeiro o funcionamento da máquina. Antes de iniciar um ciclo de produção, verificar se a máquina está trabalhando corretamente, executando um teste de funcionamento, por exemplo, com a função de bloco único, override da velocidade de avanço ou bloqueio da máquina, ou operando a máquina sem qualquer ferramenta ou peça montada. Não se controlando o funcionamento correto da máquina, a mesma poderá comportar-se de forma imprevista, podendo eventualmente causar uma danificação da peça e/ou da própria máquina, ou ferimentos ao usuário. 2. Antes de colocar a máquina em funcionamento, verificar cuidadosamente os dados introduzidos. Se a máquina for operada com dados especificados incorretamente, a mesma poderá comportar-se de forma imprevista, podendo eventualmente causar uma danificação da peça e/ou da própria máquina, ou ferimentos ao usuário. 3. Verificar se a velocidade de avanço especificada é adequada à operação pretendida. Geralmente, cada máquina possui uma velocidade de avanço máxima permitida. A velocidade de avanço apropriada varia em função da operação desejada. A velocidade de avanço máxima permitida é indicada no manual fornecido com a máquina. Se a máquina não for operada com a velocidade correta, a mesma poderá comportar-se de forma imprevista, podendo eventualmente causar uma danificação da peça e/ou da própria máquina, ou ferimentos ao usuário. 4. Ao usar uma função de compensação da ferramenta, verificar cuidadosamente a direção e a quantia da compensação. Se a máquina for operada com dados especificados incorretamente, a mesma poderá comportar-se de forma imprevista, podendo eventualmente causar uma danificação da peça e/ou da própria máquina, ou ferimentos ao usuário. 5. Os parâmetros do CNC e do PMC são definidos pelo fabricante, não sendo, normalmente, necessário alterá-los. Sendo, contudo, inevitável alterar algum dos parâmetros, é imprescindível compreender inteiramente a sua função antes de se proceder a qualquer alteração. Se algum dos parâmetros for definido incorretamente, a máquina poderá comportar-se de forma imprevista, podendo eventualmente causar uma danificação da peça e/ou da própria máquina, ou ferimentos ao usuário. 6. Imediatamente após a ligação da máquina, não acionar nenhuma das teclas do painel MDI, antes que a indicação da posição ou a tela de alarme apareça na unidade CNC. Algumas das teclas do painel MDI destinam-se à manutenção ou a outras operações especiais. Pressionando-se alguma dessas teclas, a unidade CNC poderá ser colocada fora de seu estado normal. Se a máquina for operada nesse estado, a mesma poderá comportar-se de forma imprevista. 7. Os manuais de operação e de programação fornecidos com a unidade CNC incluem uma descrição geral das funções da máquina, bem como de algumas funções opcionais. Ter em atenção que as funções opcionais variam em função do modelo da máquina, de forma que algumas das funções descritas nos manuais poderão não estar disponíveis em determinados modelos. Em caso de dúvida, consultar a descrição da máquina.
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AVISO
8. Algumas das funções podem ter sido implementadas a pedido do fabricante da máquina-ferramenta. Ao usar estas funções, consultar o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta a fim de obter informações mais detalhadas sobre a sua utilização e as eventuais medidas de precaução.

NOTA
Os programas, parâmetros e variáveis das macros são armazenados na memória não volátil da unidade CNC, ficando guardados mesmo quando a máquina é desligada. Contudo, esses dados poderão ser apagados inadvertidamente, ou poderá ser necessário apagar todos os dados da memória não volátil para proceder à recuperação de um erro. Como medida de precaução e para assegurar uma rápida recuperação dos dados apagados, é recomendável fazer uma cópia de segurança de todos os dados vitais, guardando-a em lugar seguro.

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AVISOS E CUIDADOS RELATIVOS À PROGRAMAÇÃO

Esta seção descreve as principais medidas de segurança relacionadas com a programação. Antes de proceder à programação, ler atentamente o manual de operação e o manual de programação fornecidos, de forma a ficar inteiramente familiarizado com seus conteúdos.

AVISO
1. Definição de um sistema de coordenadas Se um sistema de coordenadas for definido incorretamente, a máquina poderá comportar-se de forma imprevista, visto que o programa edita um comando que, de outro modo, seria válido. Essa operação inesperada poderá danificar a ferramenta, a própria máquina ou a peça, ou causar ferimentos ao usuário. 2. Posicionamento por interpolação não linear Ao executar um posicionamento por meio da interpolação não linear (posicionamento através de um movimento não linear entre os pontos inicial e final), é necessário verificar cuidadosamente o caminho da ferramenta, antes de se proceder à programação. O posicionamento implica um deslocamento rápido. Uma colisão da ferramenta com a peça poderá danificar a ferramenta, a própria máquina ou a peça, ou causar ferimentos ao usuário. 3. Funções com um eixo de rotação Ao programar uma interpolação de coordenada polar ou um controle de direção normal (perpendicular), prestar especial atenção à velocidade do eixo de rotação. Uma programação incorreta pode fazer com que a velocidade do eixo de rotação se torne excessivamente elevada. Se a peça não estiver bem segura, a placa de fixação poderá soltá-la devido à força centrífuga resultante do excesso de velocidade. Um acidente deste tipo poderá danificar a ferramenta, a própria máquina ou a peça, ou causar ferimentos ao usuário. 4. Conversão polegadas/unidades métricas A alternância entre entradas em polegadas e em unidades métricas não converte as unidades de medição dos dados, tais como a correção da origem da peça, os parâmetros e a posição atual. Por isso, antes de ligar a máquina, verificar as unidades de medição que estão sendo usadas. Se a máquina for ligada com dados incorretamente especificados, isso poderá danificar a ferramenta, a própria máquina ou a peça, ou causar ferimentos ao usuário. 5. Controle da velocidade de corte constante Quando um eixo sujeito a um controle de velocidade de corte constante se aproxima do ponto de origem do sistema de coordenadas da peça, a velocidade do fuso pode tornar-se excessivamente elevada. Por isso, é necessário especificar a velocidade máxima permitida. Uma especificação incorreta da velocidade máxima permitida poderá causar uma danificação da ferramenta, da própria máquina ou da peça, ou causar ferimentos ao usuário.
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AVISO
6. Controle de curso Após a ligação da máquina, executar um retorno manual ao ponto de referência, em caso de necessidade. Não é possível proceder ao controle de curso, antes de ser executado o retorno manual ao ponto de referência. Ter em atenção que quando o controle de curso se encontra desativado, não é acionado nenhum alarme mesmo que o limite de curso seja excedido, podendo isso provocar uma danificação da ferramenta, da própria máquina ou da peça, ou causar ferimentos ao usuário. 7. Modo absoluto/incremental Se um programa criado com valores absolutos for processado no modo incremental ou vice-versa, a máquina poderá comportar-se de forma inesperada. 8. Seleção de plano Se for especificado um plano incorreto para a interpolação circular, interpolação helicoidal ou ciclo fixo, a máquina poderá comportar-se de forma inesperada. Para obter informações mais detalhadas, consultar as descrições das respectivas funções. 9. Salto do limite de torque Quando se pretende executar um salto do limite de torque, é necessário especificar primeiro um valor para o limite de torque. Especificando-se um salto do limite de torque sem que o limite de torque tenha sido primeiro definido, o respectivo comando de movimento será executado sem salto. 10. Função de compensação Se um comando baseado no sistema de coordenadas da máquina ou um comando de retorno ao ponto de referência for executado no modo de compensação, a função de compensação é temporariamente cancelada, provocando um comportamento imprevisto da máquina. Por isso, cancelar sempre o modo de compensação antes de executar qualquer dos comandos acima mencionados.

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AVISOS E CUIDADOS RELATIVOS AO MANUSEAMENTO

Esta seção descreve as medidas de segurança referentes ao manuseamento de máquinas-ferramentas. Antes de colocar a máquina em funcionamento, ler atentamente o manual de operação e o manual de programação fornecidos, de forma a ficar inteiramente familiarizado com seus conteúdos.

AVISO
1. Operação manual Ao operar a máquina manualmente, controlar a posição atual da ferramenta e da peça, e verificar se o eixo de deslocamento, a direção e a velocidade de avanço foram especificados corretamente. Uma operação incorreta da máquina poderá provocar uma danificação da ferramenta, da própria máquina ou da peça, ou causar ferimentos ao usuário. 2. Retorno manual ao ponto de referência Após a ligação da máquina, executar um retorno manual ao ponto de referência, em caso de necessidade. Se a máquina for operada sem que seja primeiro executado o retorno manual ao ponto de referência, a máquina poderá comportar-se de forma imprevista. Não é possível proceder ao controle de curso, antes de ser executado o retorno manual ao ponto de referência. Uma operação imprevista da máquina poderá provocar uma danificação da ferramenta, da própria máquina ou da peça, ou causar ferimentos ao usuário. 3. Avanço por manivela No processo de avanço por manivela, ter em atenção que a ferramenta e a mesa se movimentam rapidamente quando a manivela é girada com um grande fator de escala, como p. ex. 100, Um manuseamento descuidado da manivela poderá provocar uma danificação da ferramenta e/ou da máquina, ou causar ferimentos ao usuário. 4. Override desativado Se o override for desativado (de acordo com a especificação de uma variável de macro) durante a abertura de rosca, o rosqueamento rígido com macho ou outro tipo de rosqueamento com macho, a velocidade passa a ser imprevista, podendo provocar uma danificação da ferramenta, da própria máquina ou da peça, ou causar ferimentos ao operador. 5. Pré-seleção do ponto de origem Por princípio, nunca executar uma pré-seleção do ponto de origem sempre que a máquina esteja sendo operada sob o controle de um programa. Caso contrário, a máquina poderá comportar-se de forma imprevista, podendo provocar uma danificação da ferramenta, da própria máquina ou da peça, ou causar ferimentos ao usuário.
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AVISO
6. Deslocamento do sistema de coordenadas da peça Qualquer intervenção manual, bloqueio da máquina ou espelhamento, pode provocar um deslocamento do sistema de coordenadas da peça. Antes de pôr a máquina a trabalhar sob o controle de um programa, verificar cuidadosamente o sistema de coordenadas. Se a máquina for operada sob o controle de um programa, sem que sejam definidas tolerâncias para um eventual deslocamento do sistema de coordenadas da peça, a máquina poderá comportar-se de forma imprevista, podendo provocar uma danificação da ferramenta, da própria máquina ou da peça, ou causar ferimentos ao operador. 7. Painel de operação por software e chaves de menu Usando-se o painel de operação por software e as chaves de menu em combinação com o painel MDI, é possível definir operações não suportadas pelo painel de operação da máquina, tais como mudança de modo, alteração dos valores de override e comandos de avanço em modo jog. Ter, contudo, em atenção que se as teclas do painel MDI forem acionadas inadvertidamente, a máquina poderá comportar-se de forma imprevista, podendo provocar uma danificação da ferramenta, da própria máquina ou da peça, ou causar ferimentos ao usuário. 8. Intervenção manual Procedendo-se a uma intervenção manual durante a operação programada da máquina, o caminho da ferramenta poderá alterar-se quando se reiniciar a máquina. Por isso, antes de reiniciar a máquina, após uma intervenção manual, controlar sempre a configuração das chaves absoluto manual, dos parâmetros e do modo de comando absoluto/incremental. 9. Bloqueio de avanço, override e bloco único O bloqueio de avanço, override da velocidade de avanço e funções bloco a bloco podem ser desativados usando a variável do sistema de macros de usuário #3004. Tenha cuidado ao trabalhar com a máquina neste caso. 10. Funcionamento em vazio Normalmente, o funcionamento em vazio serve para controlar o funcionamento da máquina. Durante o funcionamento em vazio, a máquina funciona à velocidade de funcionamento em vazio, a qual difere da velocidade de avanço programada correspondente. Ter em atenção que a velocidade de funcionamento em vazio poderá ser, ocasionalmente, superior à velocidade de avanço programada. 11. Compensação do raio da ponta da ferramenta no modo MDI Prestar especial atenção aos caminhos das ferramentas especificados por meio de um comando no modo MDI, uma vez que a compensação do raio da ponta da ferramenta não é aqui aplicada. Depois de introduzir no MDI um comando para a interrupção da operação automática no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta, prestar particular atenção ao caminho da ferramenta ao ser retomada, subseqüentemente, a operação automática. Para obter informações mais detalhadas, consultar as descrições das respectivas funções. 12. Edição de programas Se a máquina for parada para a edição do programa de usinagem (modificação, introdução ou exclusão), a máquina poderá comportar-se de forma imprevista se a usinagem for retomada sob o controle desse programa. Por princípio, nunca modificar, introduzir ou apagar comandos do programa de usinagem durante a sua execução.
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AVISOS RELATIVOS À MANUTENÇÃO DIÁRIA

AVISO
1. Substituição das baterias de manutenção da memória Para proceder à substituição das baterias de manutenção da memória, deixar a máquina (CNC) ligada e ativar uma parada de emergência da máquina. Visto que este trabalho é executado com a máquina ligada e o armário de distribuição aberto, o mesmo só poderá ser executado por pessoal especializado que possa comprovar ter freqüentado um curso sobre segurança e manutenção. Ao substituir as baterias, ter cuidado para não tocar nos circuitos de alta tensão (marcados com e protegidos com um revestimento isolante). Tocando em circuitos de alta tensão desprotegidos, corre-se o risco de apanhar um choque elétrico extremamente perigoso.

NOTA
O CNC está equipado com baterias a fim de preservar o conteúdo de sua memória, uma vez que tem de guardar dados, tais como programas, correções e parâmetros, mesmo que a tensão de rede esteja desligada. Quando se verifica uma queda da carga das baterias, é visualizado um alarme correspondente no painel de operação da máquina ou na tela. Quando surgir esse alarme, substituir as baterias no prazo de uma semana. Não o fazendo, o conteúdo da memória do CNC ficará perdido. Para obter informações mais detalhadas sobre o processo de substituição das baterias, consultar a seção de manutenção deste manual.

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AVISO
2. Substituição das baterias dos codificadores de pulsos absolutos Para proceder à substituição das baterias de manutenção da memória, deixar a máquina (CNC) ligada e ativar uma parada de emergência da máquina. Visto que este trabalho é executado com a máquina ligada e o armário de distribuição aberto, o mesmo só poderá ser executado por pessoal especializado que possa comprovar ter freqüentado um curso sobre segurança e manutenção. Ao substituir as baterias, ter cuidado para não tocar nos circuitos de alta tensão (marcados com e protegidos com um revestimento isolante). Tocando em circuitos de alta tensão desprotegidos, corre-se o risco de apanhar um choque elétrico extremamente perigoso.

NOTA
Os codificadores de pulsos absolutos estão equipados com baterias a fim de preservarem a sua posição absoluta. Quando se verifica uma queda da carga das baterias, é visualizado um alarme correspondente no painel de operação da máquina ou na tela. Quando surgir esse alarme, substituir as baterias no prazo de uma semana. Não o fazendo, os dados relativos à posição absoluta, guardados pelo codificador, ficarão perdidos. Para obter informações mais detalhadas sobre o processo de substituição das baterias, consultar o manual de manutenção do MOTOR SERVO FANUC da série αi.

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MEDIDAS DE SEGURANÇA

AVISO
3. Substituição de fusíveis Em determinadas unidades, o processo de substituição dos fusíveis é descrito no manual de operação e no manual de programação, no capítulo ”Manutenção Diária”. No entanto, antes de se proceder à substituição de um fusível queimado, é necessário localizar e eliminar a respectiva causa. Por esse motivo, este trabalho só poderá ser executado por pessoal especializado que possa comprovar ter freqüentado um treinamento sobre segurança e manutenção. Ao substituir os fusíveis com o armário de distribuição aberto, ter cuidado para não tocar nos circuitos de alta tensão (marcados com e protegidos com um revestimento isolante). Tocando em circuitos de alta tensão desprotegidos, corre-se o risco de apanhar um choque elétrico extremamente perigoso.

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Índice

MEDIDAS DE SEGURANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . m-1

I. ASPECTOS GERAIS
1. ASPECTOS GERAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
1.1 1.2 1.3 PROCESSO GERAL DE OPERAÇÃO DA MÁQUINA- FERRAMENTA CNC . . . . . . . . . . . . . . NOTAS SOBRE A LEITURA DESTE MANUAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . NOTAS SOBRE VÁRIOS TIPOS DE DADOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

3
6 8 8

II. PROGRAMAÇÃO
1. ASPECTOS GERAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
1.1 1.2 1.3 MOVIMENTO DA FERRAMENTA AO LONGO DOS CON- TORNOS DA PEÇA - INTERPOLAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . AVANÇO - FUNÇÃO DE AVANÇO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . DESENHO DA PEÇA E MOVIMENTO DA FERRAMENTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
1.3.1 1.3.2 1.3.3 Ponto de Referência (Posição Específica da Máquina) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Sistema de Coordenadas do Desenho da Peça e Sistema de Coordenadas Especificado pelo CNC . . . . Como Indicar Dimensões de Comando para Movimentar a Ferramenta - Comandos Absolutos/Incrementais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

11
12 14 15
15 16 19

1.4 1.5 1.6 1.7 1.8 1.9

VELOCIDADE DE CORTE - FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SELEÇÃO DA FERRAMENTA PARA AS DIVERSAS FASES DE USINAGEM - FUNÇÃO DA FERRAMENTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . COMANDO PARA OPERAÇÕES DE MÁQUINA - FUNÇÃO MISCELÂNEA . . . . . . . . . . . . . . CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . FAIXA DE MOVIMENTO DA FERRAMENTA - CURSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

21 22 22 23 26 27

2. EIXOS CONTROLÁVEIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
2.1 2.2 2.3 2.4 EIXOS CONTROLÁVEIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . NOMES DOS EIXOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SISTEMA INCREMENTAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CURSO MÁXIMO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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29 29 30 31

3. FUNÇÃO PREPARATÓRIA (FUNÇÃO G) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8 4.9 POSICIONAMENTO (G00) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . INTERPOLAÇÃO LINEAR (G01) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . INTERPOLAÇÃO CIRCULAR (G02, G03) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . INTERPOLAÇÃO HELICOIDAL (G02, G03) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . INTERPOLAÇÃO DE COORDENADAS POLARES (G12.1, G13.1) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . INTERPOLAÇÃO CILÍNDRICA (G07.1) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ROSCA DE PASSO CONSTANTE (G32) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ABERTURA DE ROSCA DE PASSO VARIÁVEL (G34) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ABERTURA DE ROSCA CONTÍNUA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

32 37
38 40 41 45 46 50 54 58 59

i- 1

Índice

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4.10 4.11 4.12 4.13

ABERTURA DE ROSCA MÚLTIPLA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . FUNÇÃO DE SALTO (G31) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SALTO MULTI- ETAPAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SALTO DO LIMITE DE TORQUE (G31 P99) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

60 62 64 65

5. FUNÇÕES DE AVANÇO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
5.1 5.2 5.3 5.4 ASPECTOS GERAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . DESLOCAMENTO RÁPIDO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . AVANÇO DE CORTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PAUSA (G04) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

67
68 69 70 72

6. PONTO DE REFERÊNCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
6.1 RETORNO AO PONTO DE REFERÊNCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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7. SISTEMA DE COORDENADAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
7.1 7.2 SISTEMA DE COORDENADAS DA MÁQUINA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SISTEMA DE COORDENADAS DA PEÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
7.2.1 7.2.2 7.2.3 7.2.4 7.2.5 Definição do Sistema de Coordenadas da Peça . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Seleção de um Sistema de Coordenadas da Peça . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Alteração do Sistema de Coordenadas da Peça . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Predefinição do Sistema de Coordenadas da Peça (G92.1) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Deslocamento do Sistema de Coordenadas da Peça . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

77
78 79
79 81 82 84 86

7.3 7.4

SISTEMA DE COORDENADAS LOCAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SELEÇÃO DE PLANO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

87 89

8. DIMENSÃO E VALOR DAS COORDENADAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
8.1 8.2 8.3 8.4 PROGRAMAÇÃO ABSOLUTA E INCREMENTAL (G90, G91) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CONVERSÃO POLEGADAS/MILÍMETROS (G20, G21) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PROGRAMAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PROGRAMAÇÃO DO DIÂMETRO E DO RAIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

90
91 92 93 94

9. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
9.1 9.2 9.3 9.4 9.5 ESPECIFICAÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO COM UM CÓDIGO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ESPECIFICAÇÃO DIRETA DO VALOR DA VELOCIDADE DO FUSO (COMANDO S DE 5 DÍGITOS) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CONTROLE DA VELOCIDADE DE CORTE CONSTANTE (G96, G97) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . FUNÇÃO DE SUPERVISÃO DA OSCILAÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO (G25, G26) . . . . FUNÇÃO DE POSICIONAMENTO DO FUSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
9.5.1 9.5.2 9.5.3 Orientação do Fuso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Posicionamento do Fuso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Cancelamento do Posicionamento do Fuso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

95
96 96 97 101 104
104 104 106

10.FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 107
10.1 10.2 SELEÇÃO DA FERRAMENTA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . GESTÃO DA VIDA ÚTIL DAS FERRAMENTAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
10.2.1 10.2.2 Programa dos Dados de Vida Útil da Ferramenta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Contagem da Vida Útil da Ferramenta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

108 109
109 112

i- 2

. . . . . . . ESPELHAMENTO PARA CABEÇOTE DUPLO DE TORNO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CONFIGURAÇÃO DA SEÇÃO DE PROGRAMA . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ciclo de Retificação por Oscilação (G73) . . . . . . . . . . . . . . . . . Ciclo de Rosqueamento Frontal (G84) / Ciclo de Rosqueamento Lateral (G88) .5 13. . . . . . . . . . . . . . .CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . .G76) . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO . . . . .2. .3 . . . . . . . . . . . . . . . . . 189 189 190 190 i. . . . . . . ROSQUEAMENTO RÍGIDO COM MACHO . . . . . . . . 188 14. . . . . . . . Ciclo de Mandrilagem Frontal (G85) / Ciclo de Mandrilagem Lateral (G89) . . . . . . .1 13. . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . .6 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ciclo de Acabamento (G70) . . . . . . .4. . . . . . . . . PROGRAMAÇÃO DIRETA DAS DIMENSÕES DO DESENHO . . . . . . . . . . . . . Notas Sobre a Repetição de Ciclo (G70-G76) . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . VÁRIOS COMANDOS M NO MESMO BLOCO . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . .8. . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 13. . . . . . . . 132 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .B-64114PO/01 Índice 10. .3 OUTRAS COMPONENTES DO PROGRAMA ALÉM DAS SEÇÕES DE PROGRAMA . . . . . . . . . . . . . . . G94) . . . . . . . .4 13. .2. Como Usar Ciclos Fixos (G90. . . .2 13. . . . . . . . . . . . . .3 Especificação do Grupo da Ferramenta no Programa de Usinagem . . . .FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO . . . .2 13. . . . .FUNÇÃO AUXILIAR . . . . . . . . . .5 159 163 166 168 169 170 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . Medidas de Precaução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1.4. . . . . . . .3 13. . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8 CHANFRAGEM E CANTO R . . . . . . . . . . Cancelamento do Ciclo Fixo de Perfuração (G80) . . Remoção de Material por Faceamento (G72) . . . . . . . . . . . . . . . Ciclo de Perfuração Frontal (G83) / Ciclo de Perfuração Lateral (G87) . . . Repetição de Padrões (G73) . . . . . . . .3 CICLO FIXO DE PERFURAÇÃO (G80. . . . . . .2 13. . . . . . . . . . . . . . . . . .1 13. FUNÇÕES AUXILIARES SECUNDÁRIAS (CÓDIGOS B) . . . . . . . . . . . . . . .2 Ciclo de Rosqueamento Rígido Frontal com Macho (G84) / Ciclo de Rosqueamento Rígido Lateral com Macho (G88) . . .1. . . . .3 Correção da Geometria da Ferramenta e Correção do Desgaste da Ferramenta . . . . . . . . . . 113 11. . .1 CORREÇÃO DA FERRAMENTA . . . . . . 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SUBPROGRAMA (M98. . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13. . . . . . . . . . . Remoção de Material por Torneamento (G71) . . . . .8. . . . . . . . .8 143 143 147 148 149 152 153 154 158 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Código T para a Correção da Ferramenta . . . . . . . . . . . .7 13. . . . . . . Ciclo de Torneamento da Superfície Final (G94) . . . G92. . . . . . . . . . . . . . . . . . .G89) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13. . . . . .4 Ciclo de Corte do Diâmetro Exterior/Interior (G90) .4 171 171 172 173 174 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . G92. . . . . . . . . . .2 11. . . . . . .1. . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . .2. . . . . . .3 13. . . . . .1 CICLO FIXO (G90. . . . . . . . . . . .2 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ciclo de Abertura de Rosca (G92) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . M99) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133 133 135 138 141 13. . . 115 116 117 12. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14. . . . . . .4 CICLO FIXO DE RETIFICAÇÃO (PARA A RETIFICADORA) . . 118 12. . . . . . Ciclo de Abertura de Rosca Múltipla (G76) . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 12. . . .1. G94) . . . . . . .2 13. . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . Ciclo de Retificação Transversal (G71) . . . . . . . . . . . . . 13. . . . . . . . . . . . . . . . 120 123 129 13. . . . . . . . . . . . . . . . G69) . . . . . . . . . . . .2 12. . .7 13. . . . . . . .1 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 REPETIÇÃO DE CICLO (G70. . . . . . . Ciclo Direto de Retificação por Oscilação e Dimensões Fixas . . . . . . . . . . . . . . . . . Seleção da Ferramenta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . .2. . . . . . . . . . . . .3 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ciclo Direto de Retificação Transversal e Dimensões Fixas (G72) .REVÓLVER (G68. .6 13. . . . . . . .3 FUNÇÃO AUXILIAR (FUNÇÃO M) . . . . . . . . . . . . . 175 178 179 184 185 187 14. . . . . . . . . . . . . . .1 11. . . Cancelamento do rosqueamento rígido com macho (G80) . . . Ciclo de Perfuração Profunda da Superfície Final (G74) . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 13. . . . . . . . . . .5 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ciclo de Perfuração do Diâmetro Exterior/Interior (G75) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 15. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 14. .5 VARIÁVEIS . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 Método de Especificação .1 15. . . Aspectos gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . .1. . . . . . . . . . . . Programa Exemplificativo . . . . . . . . . . Verificação de Interferências . . . . Comando de Entrada Através do Painel MDI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 Compensação da Ferramenta e Número de Compensação da Ferramenta . . . . . . . . . .2 15.3 PORMENORES DA COMPENSAÇÃO DO RAIO DA PONTA DA FERRAMENTA . . . . . . . . . . . . . . .8 15. Movimento da Ferramenta Aquando do Cancelamento do Modo de Correção . 14. . . . . . . .4 14. . . . . . . . . . . . 14. . . . . . . . . . . . . . . .6 15. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . LIMITAÇÕES . 249 249 250 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .9 14. . . . . . . . . . . . . . . . . Chamada de Subprogramas Através de um Código M . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 14. . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . .7 14. . . . . . . . . . Posição de Trabalho e Comando de Movimento . .3 15. . . . . Chamada de Macro Através de um Código G . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6. . . . . . MACROINSTRUÇÕES E INSTRUÇÕES NC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 15. . . . . . . . . . . . DESVIO E REPETIÇÃO . . . . NÚMERO DE VALORES DE COMPENSAÇÃO E INTRODUÇÃO DE VALORES A PARTIR DO PROGRAMA (G10) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 14. . . . . . . . . Chamada de Subprogramas Através de um Código T . . . . . .6 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Desvio Condicional (Instrução IF) . . . . . . . . . . . . . . . . .10 COMANDOS DE SAÍDA EXTERNOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Pormenores das Funções . . . . . .Índice B-64114PO/01 14. . . . . . . . . . Ponta Imaginária da Ferramenta . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15. . . Comandos G53. . . . . . . . . . . . . . Notas Sobre a Compensação do Raio da Ponta da Ferramenta . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . .6 CHAMADA DE MACRO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6. . . . . . .6. . . . .4 VALORES DE COMPENSAÇÃO DA FERRAMENTA. . . REGISTRO DE PROGRAMAS DE MACROS DE USUÁRIO . . . . . . . . . Movimento da Ferramenta no Modo de Correção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 . . . . . .11 MACRO DE USUÁRIO DO TIPO INTERRUPÇÃO . . . . . . . . . . . . . . .5 15. . . . . . . . . . . . . . . .6. .3 Desvio Incondicional (Instrução GOTO) . . . . .11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Precauções Gerais Para as Operações de Correção . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . 190 191 194 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Correção . . . . . . . . . . . . .2 15. . . .9 PROCESSAMENTO DE MACROINSTRUÇÕES . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254 15. . . . . . . . . 16. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Correção na Chanfragem e Arcos de Canto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251 15. . . . . . Número de Correção e Valor de Correção . . . . . .4 15. . . . . . . . . Chamada Modal (G66) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . VARIÁVEIS DO SISTEMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 15. . . . .10 210 210 212 214 227 230 235 236 238 239 240 14. . . . . Movimento da Ferramenta Aquando da Partida . . . . . . . . . .2 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . .2 VISÃO GERAL DA COMPENSAÇÃO DO RAIO DA PONTA DA FERRAMENTA . . . . .6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . .MACROS DE USUÁRIO . . . . . . Alteração do Valor de Correção da Ferramenta . . . . . . . . . . . . . .3 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 15. . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 14. . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . Chamada Simples (G65) . . OPERAÇÃO ARITMÉTICA E LÓGICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 14. . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . 290 292 293 294 298 299 300 15. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . Repetição (Instrução WHILE) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . G28 e G30 no Modo de Compensação do Raio da Ponta da Ferramenta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 14. . . . . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 307 i. . . . . . . . . . . . . .6 Número de Correção . . . . . . . Chamada de Macro Através de um Código M . .5 197 197 199 200 202 207 14. Comandos G53. . . . . . . Sentido da Ponta Imaginária da Ferramenta . . . . . . . . . . . . .3. . . . 15. . . . . . Corte Excessivo Devido à Compensação do Raio da Ponta da Ferramenta . . . . . . . . . . . . . . . . .4 14. . . . . . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . G37) . . . . . . . . . . . . . .1 15. . . . . . . . . . . . . . .2. .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 255 259 266 271 272 272 273 274 15. . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . .7 15. . . . . . . . . . . . .1 14.1. . . . . . . 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . G28 e G30 Quando é Aplicada a Correção da Posição da Ferramenta . .ENTRADA DE PARÂMETROS PROGRAMÁVEIS (G10) . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . .7 277 278 282 284 285 286 287 288 15. . . . . . . . . . . . . . . .5 14. . . . . . . . . . . .11. .5 CORREÇÃO AUTOMÁTICA DA FERRAMENTA (G36. . . . . . . . . . .1 15. . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . . .1 1.4 OPERAÇÃO MANUAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 17. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . i. . . . . . . CONTROLE EM TANDEM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7. . . . . . . . . . . . . . . . FORMATOS PARA OS CICLOS FIXOS DE PERFURAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 19. . . . . . . . . . .7. . . . . . .6 ENDEREÇOS E FAIXA DE VALORES ESPECIFICÁVEL PARA O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11 . MOVIMENTO DA FERRAMENTAPOR PROGRAMAÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 17. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 TORNEAMENTO POLIGONAL . . . . .FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO . . . . . . . . . .7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 361 362 365 365 366 366 367 367 1. . . . . . . . . .3 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 17. . . . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . VISUALIZAÇÃO . . . . . . . . . . . . .7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 339 20. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CONTROLE DE UM EIXO ANGULAR / CONTROLE DE UM EIXO ANGULAR ARBITRÁRIO . . .2 17. . . . . . . . 321 18. . . . . . .FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 UNIDADES DE ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO . . . . . . . . .6 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11 . . . . 354 356 357 359 359 360 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 Teste durante o Funcionamento da Máquina . . . . . . . Indicação da Contagem de Peças. . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . .1 20. . . . . . . . . . . . . . .3 VISUALIZAÇÃO DO MENU PADRÃO . . . . . . . VISUALIZAÇÃO DOS DADOS PADRÃO . . . . . . . . . REPETIÇÃO DO CICLO FIXO DE TORNEAMENTO . . . . . . .5 17. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 310 17. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Indicação da Posição Atual . .1 CONTROLE AVANÇADO POR ANTECIPAÇÃO (G08) . 328 333 334 336 337 20. . . . . . . . . . . . . . Visualização de Gráficos (Ver Seção III-12) . . . . . . . . . . . . . . . ROLL. . . . . . . . . . . . . . . . 322 19. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 1. . . . . . 353 1. . . . . 369 2. Tela de Alarmes . . . . . . . . . . . . . . . . CICLO FIXO . . . . . . . . . OPERAÇÃO 1. . . . . . . . . . . . . . . . 368 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 19. . . . . . . . . . . . . . . 340 344 348 III. Indicação do Tempo de Execução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . VISUALIZAÇÃO E ESPECIFICAÇÃO DE DADOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7 EDIÇÃO DE UM PROGRAMA DE PEÇAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . TESTAR UM PROGRAMA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .OPERAÇÃO AUTOMÁTICA . . . . . . . . . . . . . .B-64114PO/01 Índice 17. . . . . . . . . . . . . . . . . .FUNÇÕES DE CORTE A ALTA VELOCIDADE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 Visualização do Programa .4 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 19. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . OPERAÇÃO AUTOMÁTICA .5 370 . . . . 311 312 313 314 315 317 18. . ASPECTOS GERAIS .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CARACTERES E CÓDIGOS PARA A FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO . . . .2 20. . . . . CHAMADA DO SUBPROGRAMA . . . . . . . . . . .8 SAÍDA DE DADOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .OVER DO EIXO DE ROTAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Como Visualizar a Mudança da Indicação da Posição sem Colocar a Máquina em Funcionamento . 327 19. . . . . ABERTURA DE ROSCAS DE PASSO CONSTANTE . . . . . . . . . . . . . . . .7. . . . . . . . . .1 1. . . . . . . . . DISPOSITIVOS OPERACIONAIS . . . . . .4 19. . . . CONTROLE SIMPLES DE SINCRONIZAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371 372 373 374 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6 4. . 4. . . . . . . . . .3 EXPLICAÇÃO DOTECLADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 375 377 377 378 379 395 396 2. . . . . . . . . . . . . . . . .5 RETORNO MANUAL AO PONTO DE REFERÊNCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4”. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .9 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 2. . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . .10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 417 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ABSOLUTO MANUAL ON E OFF . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 Operações Gerais de Tela . . . . . . . . . . . . Tela Visualizada ao Energizar . . . . . . . . . . . . . . . . . . AVANÇO EM MODO JOG . . Entrada por Teclas e Buffer de Entrada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Arquivo Handy FANUC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 403 3. . . . . .1 4. . . . . . . . . . . . .10 OPERAÇÃO DE MEMÓRIA . . Parâmetro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . OPERAÇÃO AUTOMÁTICA . . . . . . . . . . . . . . . . .5. Ligar o Equipamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 397 399 LIGAR/DESLIGAR . .10. . . . . . . . . . . . .5 DISPOSITIVOS EXTERNOS DE E/S . . . . . . . . . . . . . . . FUNÇÃO DE PLANEJAMENTO . . .1 2. . . . . ESPELHAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . TECLAS DE FUNÇÃO E SOFT KEYS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . a cores (tipo horizontal) . . . .2”. . . .Índice B-64114PO/01 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . AVANÇO INCREMENTAL . .6 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10. . . . . . . . . .1. . . Localização das teclas no MDI (unidade LCD/MDI do tipo vertical) . . . . . . . . . . 453 5. . .1 Operação DNC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 5. . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . INTERVENÇÃO MANUAL E RETORNO . . . . . . . . . . . . .1 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 Especificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Limitação e Notas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. . . . . . Desenergização . . . . . . . . . . . .3. . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Procedimento para Fixar o Cartão de Memória . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 2. . . . . . . . . .1 3. . . . . 454 456 457 i. . . . . . .4 Unidade LCD/MDI de 7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 418 421 424 426 434 439 441 444 446 448 448 449 449 450 451 451 451 4. . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . .2”. . . . .3. . . . . . . . . 404 406 408 409 412 4. . . . . . . . . . Localização das teclas no MDI (unidade LCD/MDI de tipo horizontal) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . a cores (tipo vertical) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 2. . . . . . . . . . . . Operações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 3. . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . .4”. . .3 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . OPERAÇÃO DE TESTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10. . . . . . .2 Chamada de Subprograma (M198) . .1 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 2. . . .2 3. . . . . AVANÇO POR MANIVELA . .5 4. . . . . . Mensagens de Aviso . . . . . FUNÇÃO DE CHAMADA DE SUBPROGRAMA (M198) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10. . . . .5. . .10. . . . . . . . . . . . . . . . . .2 5. . . . . . . . .10. . . . . . . . OPERAÇÃO DNC COM CARTÃO DE MEMÓRIA . . . . . . . . . 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . .2 2. . . . . . .4 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . OPERAÇÃO MDI . . . . . . . . . . . . . . Unidade LCD/MDI de 7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . OVERRIDE DA VELOCIDADE DE AVANÇO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . OPERAÇÃO DNC .4 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . monocromática/8. . . . . . . . . . . . . . . Teclas de Função . . . . . . . . . . . . . REINÍCIO DO PROGRAMA . . . . . . .2 2. . . . . .2 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . INTERRUPÇÃO POR MANIVELA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . .4 4. . . . . . . monocromática/8. . . . . . . . . . . . . . . . OVERRIDE DO DESLOCAMENTO RÁPIDO . . . . . . . . . . . .3 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400 400 401 402 3. . . . . . . . . . . . . . . . . OPERAÇÃO MANUAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Soft Keys . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 2. . . . . . . . . . . . . .3 BLOQUEIO DA MÁQUINA E BLOQUEIO DA FUNÇÃO AUXILIAR . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CONTROLE DE FIM DE CURSO ANTES DE EXECUTAR UM MOVIMENTO . . .10. . . . . . . . . . . . .2 8. . . . . . . . . . . . . . . . 486 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Entrada de Dados de Compensação de Erro de Passo . . . . . .1 8. . . . . . .6 Definição de parâmetros de entrada/saída . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 499 499 500 501 502 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Entrada de Variáveis Comuns de Macro de Usuário . . . . . . Visualização do Diretório . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 458 459 6.4 8. Saída dos Dados de Compensação de Erro de Passo . . .5 FUNCIONAMENTO EM VAZIO . . . . . . .6 ENTRADA E SAÍDA DE PARÂMETROS E DE DADOS DE COMPENSAÇÃO DE ERRO DO PASSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6. .3 6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10. . . . . . . .8. . . . . . .11 ENTRADA/SAÍDA DE DADOS ATRAVÉS DE UM CARTÃO DE MEMÓRIA . . . . . . . . . 8. . .1 8. . . . . . . . . . . . . . . . .8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 8. .3 TELA DE ALARMES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ENTRADA/SAÍDA DE DADOS NA TELA TUDO E/S . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . .4 Entrada de Parâmetros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10. . . . . . . . . . . . .1 8. . . . . . . . . Saída de Programas . . . . . . . .5. . BARREIRAS DA PLACA DE FIXAÇÃO E DO BARREIRA DO CABEÇOTE MÓVEL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PESQUISA DE ARQUIVOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .DIAGNÓSTICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 505 506 509 510 511 8. . . .7. . . . . . . . . . . . . . . . . 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8 VISUALIZAÇÃO DO DIRETÓRIO DO DISQUETE . 530 i. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6.2 7. . . . . . Saída de um Programa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Apagar Arquivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 462 6.4 6. . . .10 TRANSMISSÃO DE UMA LISTA DE PROGRAMAS PARA UM DETERMINADO GRUPO . . . . . VISUALIZAÇÃO DO HISTÓRICO DE ALARMES . . . . . . . . . . . . FUNÇÕES DE SEGURANÇA . . . Leitura de Arquivos . . . . . . . . . . . . . .10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6. CONTROLE DO CURSO ARMAZENADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8. . . . . . . . . . . . .10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . .2 Entrada de um Programa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10. . . . . . . . . . . . BLOCO ÚNICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .9 8. . . . . . . . . . . . . . . . . .7. . . . . . . . . . .2 497 497 498 8. .8. . . . . . . Saída de variáveis comuns de macros de usuário . ENTRADA/SAÍDA DE PROGRAMAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO . . . 513 514 515 516 520 522 524 525 8. . . . . . . . . . . . . . . . .4 ARQUIVOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 8. . . . . . . . . . . . .3 8. . . . . . . . . . .4 5. . . . . . . . . . . . . . . . . 8. . . . . . APAGAMENTO DE ARQUIVOS . . Saída de Parâmetros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7 ENTRADA/SAÍDA DE VARIÁVEIS COMUNS DE MACRO DE USUÁRIO . . .1 8. . Saída de Dados de Correção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ULTRAPASSAGEM DE CURSO . . .1 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8. . . 480 482 483 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 8. . . . . . . . . . . . . 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Entrada e Saída de Dados de Correção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 487 489 491 492 492 495 8. . . . . . . . . . . . 463 464 465 469 476 7. . . . . . . . . . . . . . . . . .5 PARADA DE EMERGÊNCIA . . . . . . . .3 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ENTRADA/SAÍDA DE DADOS . . .B-64114PO/01 Índice 5. . . . . . . . Entrada e saída de arquivos em disquetes . Entrada e saída de parâmetros . . . . . . . . . . . Saída de Variáveis Comuns de Macro de Usuário . . . . . . . . . . . . . 8. . . . . . . . . . . Entrada e saída de programas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 503 503 504 8. . . . . . . . . . . . . 479 7. . . . . . . .5 ENTRADA E SAÍDA DOS DADOS DE CORREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . Entrada de Dados de Correção . . . . . . . .2 8. . VERIFICAÇÃO ATRAVÉS DA TELA DE AUTO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 8. . . . .2 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Indicação da Posição Global . . . . . . . . .2. .. . . . . . . . . . . Mover Parte de um Programa . . . . . . . . . . . . .1 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tela da Posição no Sistema de Coordenadas Relativas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . APAGAR PROGRAMAS . . . . . . . . . . . . . . . .4 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 9.1. . . . . . . . . . . . . . . . . . 9. . . . .3 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 Tela do Conteúdo do Programa . . . . . .1 9. . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . .ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS . . . . .. . . . . .. . . . . . Tela do Bloco Seguinte . . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9. . . . . . .2. . . . 600 600 601 602 603 604 i. . . . . . . . . Apagar Mais de Um Programa Especificando uma Faixa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . .1. . . . . . . . . . .4 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . EDIÇÃO DE PROGRAMAS . . . . . . . . . . . . . . . . . Explicações Suplementares para as Operações de Copiar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . 581 11.1. . . . 543 544 546 547 548 549 9. . .1 9. . . . . . . . . . . . . . . . . Copiar um Programa Inteiro . . . . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . . . . . .3 9. . . . . . . . . . . . . .Índice B-64114PO/01 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . Visualização do Monitor de Operação . . . . . . . . . . . . .5 9. . . . . .6 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Apagar um Bloco . . . . . .3 11. . . . . . . .4 11.7 9. . . . . . . . . . . . . . .5 PESQUISA DO NÚMERO DO PROGRAMA . . . .. . . . . . . Substituição de Palavras e de Endereços . . . . . . . . . . .2 550 550 551 9. . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 552 553 555 555 555 556 9. . . . Visualização do Tempo de Trabalho e da Contagem das Peças .. . Inserção de Palavras . . . . . . . .2 10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . FUNÇÃO DE SENHA . . . . . . . . . . . . . Tela do Bloco Atual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 9. .1. . . . . . . . .6. . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . PESQUISA DO NÚMERO DE SEQÜÊNCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 9. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tela do Programa para a Operação MDI .1 INSERIR. . . . . . . . . .9 EDIÇÃO DE MACROS DE USUÁRIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 542 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .2. . . . . . . . . . CRIAÇÃO DE PROGRAMAS NO MODO APRENDER (REPRODUÇÃO) . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . Copiar Parte de um Programa . . . EDIÇÃO SIMULTÂNEA . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . .6. .5 11. .6 557 558 559 560 561 562 564 9. . . . . . . . . . . . . .2 9. . . . . . . . . .8 . . . . . .. . . . . 9. . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . .. . . . . . . .. 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Tela da Velocidade de Avanço Real . . . . . . . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . 590 590 591 593 594 595 597 598 Indicação da Posição no Sistema de Coordenadas da Peça .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 9.1 11. . . . . . . . . . .1 10. . . . . . . . . . . .. . . .CRIAÇÃO DE PROGRAMAS . .4 CRIAÇÃO DE PROGRAMAS USANDO O PAINEL MDI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 9. . . . . Apagar Todos os Programas . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . 570 10. . . . 571 572 574 577 11. . . . . . Predefinição do Sistema de Coordenadas da Peça . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 10. . . . . . . . . . . . . . . . .1 TELAS MOSTRADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO 11. . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . .2 11. . Apagar Palavras . . . . . . . . PROGRAMAÇÃO VERBAL COM FUNÇÃO GRÁFICA . . . . . . . . . . . INSERÇÃO AUTOMÁTICA DE NÚMEROS DE SEQÜÊNCIA . . . . . . . . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . Intercalar um Programa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 APAGAR BLOCOS . . . . . . . Mover e Intercalar . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . 11. . . .2 TELAS VISUALIZADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO (NO MODO MEMÓRIA OU MODO MDI) . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . Tela de Verificação do Programa . . . . . . . . . . . . .7 . .3 Apagar Um Programa . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ALTERAR E APAGAR UMA PALAVRA . . . . . . . . . .2. . . . . .8 9. . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .6 FUNÇÃO AMPLIADA DE EDIÇÃO DE UM PROGRAMA DE PEÇAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Apagar Vários Blocos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Alteração de Palavras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 Pesquisa de Palavras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Salto para o Início do Programa . . 566 567 568 10. . . . . . . . . . . .1. .. . . 11.

. . . . . .FUNÇÃO DE AJUDA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . .4. . . . . . .4. . . . . . . . .. . .1 11. . . . . . . . . .4. . . . . . .2 VISUALIZAÇÃO DE GRÁFICOS . . . . . . . . .. . . . MANUAL GUIDE 0i 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..4 TELAS MOSTRADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO 11. . . . . .. . . . . . . . . . . .. . .4. . . . . . .6 VISUALIZAÇÃO DO NÚMERO DO PROGRAMA. .. . . 656 661 13. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . Contagem de Peças e Duração . . . . . .. . . . . . . . Entrada Direta do Valor de Correção da Ferramenta . . . . .. . . . Visualização e Definição dos Dados de Gestão da Vida Útil das Ferramentas . . . . . . . . . . . . Desativar a Visualização da Tela CRT . . . . . . . . .4. . . .. . . . .4. . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .4.. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . 11. . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . .1 11. . . . . . . . Visualização e Definição do Tempo de Trabalho. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . 673 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 667 IV. . . . . . . . Visualização dos Dados Padrão e do Menu Padrão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . Visualização e Definição dos Dados de Compensação de Erro do Passo . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . i. . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . .14 11. . . . . . . . .8. .2 . . . . . .. . . . . . . . . . . . GRÁFICO DINÂMICO . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . .. . . .. . . . . Visualização e Entrada de Dados de Definição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 11. . . . Entrada Direta da Correção da Ferramenta em B . . . . . . . .3 TELAS VISUALIZADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO (NO MODO EDIÇÃO) . . . . .11 11. . . . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .9 11. . . . . . .. . . OPERAÇÕES DE CRIAÇÃO DE UM PROGRAMAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10 11. 653 653 654 12. . . . .. . . . . . . . . Visualização do Estado e Avisos para a Especificação de Dados ou a Operação de Entrada/Saída . . . . . . . . . DO NÚMERO DE SEQÜÊNCIA E DO ESTADO E MENSAGENS DE AVISO PARA OPERAÇÃO DE ESPECIFICAÇÃO DOS DADOS OU ENTRADA/SAÍDA . .. 662 14. . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . 648 648 649 11. . . . . . . . . .5 11. . . ..2 Tela da Memória Usada e Lista de Programas .. . . . . . .13 11. . . ..3 APRESENTAÇÃO GERAL . 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..2 Visualização do Número do Programa e do Número de Seqüência . . . . . . . . .. . . . . MANUAL GUIDE 0i . . . . . . Entrada Direta dos Valores Medidos de Correção do Ponto de Origem da Peça . . 651 651 Tela do Histórico de Mensagens Externas do Operador . . . . . . . . . . . . . . . . Visualização e Definição de Variáveis Comuns de Macro de Usuário . . .8.. . . . . . . . . . . .1 11. . . . . . . . . . . . . . . . . .9 674 675 676 . . . .. . . . . . . . . . .2 .. . . . . .1 11. . . . . . . . . . . . . .1 11. . . . . . . . . . . . . . .B-64114PO/01 Índice 11. . . . . . . . . . . . .. . . . .7. . . . . . . Visualização de uma Lista de Programas para um Determinado Grupo .2 1. . . . . . .. . . .2 11. 642 643 645 Visualizar e Especificar Parâmetros . . . . . . . . .. . . . . . . . .. . . . .7 11. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4.. . . . . . Definição da Quantidade de Deslocação do Sistema de Coordenadas da Peça . . . . . . . . . INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . .FUNÇÃO GRÁFICA . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . APAGAR A TELA . . . .3 11. . . . . .4. . . . . . . . 611 612 615 617 619 620 622 625 627 629 631 632 634 635 637 639 Especificação e Visualização do Valor de Correção da Ferramenta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . Comparação e Parada do Número de Seqüência . . .4. . . . . . . . . ..5. . . . . . . . .8 TELAS MOSTRADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO 11. . . . . . . . . . 605 605 608 11. . . . .5 TELAS MOSTRADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO 11. . . . . . . . . . .1 11. . . . . ... . . . . . . . . 11. . . .. . .12 11. . . . . . . . . . . . . . . .. Correção do Eixo Y . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . Ativação Automática do Protetor de Tela . . . . . .7 11. . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . .6 11. . . . . . . . . ... . . . . . . 11. . . ... . . . . .3. . . . . . Visualização e Definição do Valor de Correção do Ponto de Origem da Peça . . . . Entrada do Valor de Correção em o Contador . . . . . . . . . . . . . . .. . . . Visualização e Definição do Painel de Operação por Software . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 1. . . .. . . . . . . . . . . . . ..8 11. . . .. . . . . . .1 12. . . . . . . . . . .. .HARDCOPY DA TELA . . .15 . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . 655 12. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6. . . . . . . . .

. . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . Dados para Cada Ciclo Fixo .1. . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 687 688 690 690 691 691 692 693 693 694 695 696 1. . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 697 698 698 699 700 704 705 707 707 707 708 708 709 709 712 716 717 718 719 720 720 721 726 728 730 730 731 731 1.4. . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . .2. . . . . . . . . . 1. . . . . . . .1 Cálculo de dados de entrada . . . . . .5. . . . .6 1. . . .5 1. . . . . . . . . . . . . . . . . .3 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . Bloco de figura de ranhurar no torneamento . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. .5. . . . . . . . . . . .3. . . . . . .4. . . . . . . 1. . . . . . . . . . . .3 Prestar atenção às notas no programa de perfis . . . . . . . . . . . . . Partida . . . 676 677 678 680 682 685 1. . Verificação das Figuras de Perfis .4 USINAGEM DE CICLO FIXO . . . . . . . . . . . .7 PARÂMETRO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . 1. . . .10 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1. 1. . .3. . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . .3. . . . . . . . . .4. Criação de um Novo Programa de Peças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. .2. . . . . . . . . . . . . . . Bloco do tipo de usinagem de acabamento de ranhuras no torneamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . .5. . . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 Linha . . . . . 1. . .5 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 PROGRAMAÇÃO DE PERFIS . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 1. . . . . . . . . . . .1 Aspectos gerais . . . Arco em Contato com Linhas e Arcos em Cruzamento . . . . . . . . . . . . .Índice B-64114PO/01 1.8 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1. Operação . . . .5. . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . .9 Bloco do tipo de usinagem de remoção de material por torneamento . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . 1. . . . .4. . . . . . . . . . . .5 Conversão para Programa NC . . . .4 1. . . . . . . . . . Detalhes do Cálculo de contorno . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . .1 Bloco do tipo de usinagem de perfuração com torno mecânico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . Arco em Contato com Linhas e Arcos Não em Cruzamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 1. . . . . . . . . . Bloco de figura de remoção de material por torneamento e acabamento . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . Detalhes dos Dados da Figura de Perfil . . . . . . . . . 1. . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 1. . . . . . . . . . . . . . . .4 Selecione Ponto de Cruzamento da Figura . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . 732 739 i. . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 1. . . . .2 1. . . . . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . .2 1. . . . . . . . ALARMES . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Assistência código G . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . .2. . . .6 Partida . . . . . . . . . . . Bloco do tipo de usinagem de acabamento por torneamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Assistência no processo . 1. . . . .6 Arco em Contato com 2 arcos Não em Cruzamento . . . . . . . . . . . . . Prestar atenção às notas no executor de macros .1. . . . . Linha . . . . . Assistência código M . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . .3 1. .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . 1. .5. . . . . . . . . . . . .1 Arco . . . . . Linha tangencial a dois arcos . . .4 1. . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6 1. . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 1. . . . . . . . . . .1 Chamada da Tela de Programação de Perfis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1. Outros . . . . . . . . . Bloco do tipo de usinagem de abertura de rosca . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 1. . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 1. . . . . . . .4. . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4.2. . . . . . . . . . . .3. . . . . . . .2 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 Ponto inicial . . . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . .2 Seleção do Método de Edição do Programa de Perfis .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . .4. . . . . . . .5. . . . . . . . . . . Detalhes do Cálculo Auxiliar . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . Bloco de figura de abertura de rosca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Chanfragem . . .2. . . . . . . . .2 1. . . . . .1 1. .4 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 1. . . . . . .5. . .5 Arco . . . . . . . . . . . . . . .1 Operações da Programação de Perfis . . . . . . .5.5. . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 Canto R . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . Entrada no Programa de Perfis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 Arco . . . . . . . . . . Bloco do tipo de usinagem de desbaste de ranhura no torneamento . . . . . . . . . . . . . . . . .7 1.3.

. . 764 D. . . . . . . . . . . . . . MANUTENÇÃO 1. . . . . . . . . TABELA DE CORRESPONDÊNCIA CARACTERE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 765 767 769 772 E. . . . . . . . 775 G. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . FAIXAS DO VALOR DE COMANDO . . . . . . . . . . . . . . .3 BATERIA PARA BACKUP DA MEMÓRIA (3 VDC) . . . . . MÉTODO DE SUBSTITUIÇÃO DA BATERIA . . . . . . . . . CAMINHO DA FERRAMENTA NOS CANTOS . . . . . LISTA DE FUNÇÕES E FORMATO DE FITA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 761 D. .CÓDIGO . . . . . . . . . . ESTADO DURANTE A ENERGIZAÇÃO. . . .2 1. . . . 744 748 749 ANEXOS A. . . . . . .2 D. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 743 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 D. . . . . . . . . . . . .3 D. . . . . . . .11 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .B-64114PO/01 Índice V. . . 776 i. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . CÁLCULO SIMPLES DO COMPRIMENTO DE PASSO INCORRETO . LISTA DOS CÓDIGOS DA FITA . . . . . .1 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 756 C. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . A ANULAÇÃO E O RESET .4 COMPRIMENTO DE PASSO INCORRETO . . NOMOGRAMAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 753 B. . . . . . . . LISTA DE ALARMES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . BATERIA PARA CODIFICADORES DE PULSOS ABSOLUTOS INDEPENDENTES (6 VDC) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ERRO DE DIREÇÃO DO RAIO NO CORTE CIRCULAR . . . . . 773 F. . . . . . . BATERIA PARA CODIFICADORES DE PULSOS ABSOLUTOS INTEGRADOS NO MOTOR (6 VDC) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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ASPECTOS GERAIS .I.

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consultar o manual DESCRIÇÕES (B-64112EN). ANEXO Apresenta uma lista de códigos de fitas perfuradas. ASPECTOS GERAIS 1 ASPECTOS GERAIS Acerca deste manual Este manual engloba os seguintes capítulos: I. PROGRAMAÇÃO Descreve todas as funções: o formato utilizado para a programação de funções na linguagem NC. Algumas das funções descritas neste manual poderão não ser aplicáveis a certos produtos. III.B-64114PO/01 ASPECTOS GERAIS 1. Os parâmetros não são descritos detalhadamente neste manual. OPERAÇÃO Descreve a operação manual e automática da máquina. bem como para a edição de programas. os manuais com eles relacionados. ASPECTOS GERAIS Descreve a organização dos capítulos. consultar o manual de parametrização (B-64120EN). caraterísticas e restrições. MANUTENÇÃO Descreve os procedimentos para a substituição de baterias. procedimentos para a entrada e saída de dados. mencionando os modelos aplicáveis. de faixas de dados válidas e de códigos de erro. Para informações mais detalhadas sobre os parâmetros mencionados no presente manual. II. IV. Os modelos abrangidos por este manual e as respectivas abreviaturas são: Nome do produto FANUC Série 0i--TC 0i--TC Abreviaturas Série 0i 3 . V. O presente manual descreve todas as funções opcionais. bem como notas para a leitura deste manual. Para obter informações mais detalhadas. MANUAL GUIDE 0i Descreve o MANUAL GUIDE 0i. As opções integradas em seu sistema podem ser consultadas no manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.

Este manual utiliza os seguintes símbolos: Indica uma combinação de eixos. tal como X__ Y__ Z (usada na PROGRAMAÇÃO). Corresponde. ao código ISO LF ou ao código EIA CR. Indica o fim de um bloco. A tabela seguinte apresenta uma lista dos manuais relacionados com a série 0i-C e 0i Mate-C. Nome do manual DESCRIPTIONS CONNECTION MANUAL (HARDWARE) CONNECTION MANUAL (FUNCTION) MANUAL DE OPERAÇÃO da série 0i--TC Series 0i--MC OPERATOR’S MANUAL Series 0i Mate--TC OPERATOR’S MANUAL Series 0i Mate--MC OPERATOR’S MANUAL MAINTENANCE MANUAL PARAMETER MANUAL MANUAL DE PROGRAMAÇÃO Macro Compiler/Macro Executor PROGRAMMING MANUAL FANUC MACRO COMPILER (For Personal Computer) PROGRAMMING MANUAL PMC PMC Ladder Language PROGRAMMING MANUAL PMC C Language PROGRAMMING MANUAL Rede Profibus--DP Board OPERATOR’S MANUAL Ethernet Board/DATA SERVER Board OPERATOR’S MANUAL FAST Ethernet Board/FAST DATA SERVER OPERATOR’S MANUAL DeviceNet Board OPERATOR’S MANUAL CNC ABERTO FANUC OPEN CNC OPERATOR’S MANUAL (Basic Operation Package (For Windows 95/NT)) FANUC OPEN CNC OPERATOR’S MANUAL (Operation Management Package) B--62994EN B--63214EN B--62924EN B--63354EN B--63644EN B--63404EN B--61863E B--61863E--1 B--61803E--1 B--66102E Número de especificação B--64112EN B--64113EN B--64113EN--1 B--64114PO B--64124EN B--64134EN B--64144EN B--64115EN B--64120EN * Manuais afins da série 0i -C/0i Mate-C 4 . Este manual é indicado por um asterisco (*). de fato.1. ASPECTOS GERAIS ASPECTOS GERAIS B-64114PO/01 Símbolos especiais D IP_ D .

B-64114PO/01 ASPECTOS GERAIS 1. ASPECTOS GERAIS Manuais afins de motores servo da série αis/αi/βis A tabela seguinte apresenta uma lista dos manuais relacionados com os motores servo da série αis/αi/βis. Nome do manual FANUC AC SERVO MOTOR αis/αi series DESCRIPTIONS FANUC AC SERVO MOTOR βis series DESCRIPTIONS FANUC AC SERVO MOTOR αis/αi/βis series PARAMETER MANUAL Número de especificação B--65262EN B--65302EN B--65270EN FANUC AC SPINDLE MOTOR αi series DESCRIPTIONS B--65272EN FANUC AC SPINDLE MOTOR βi series DESCRIPTIONS FANUC AC SPINDLE MOTOR αi/βi series PARAMETER MANUAL FANUC SERVO AMPLIFIER αi series DESCRIPTIONS FANUC SERVO AMPLIFIER βi series DESCRIPTIONS FANUC AC SERVO MOTOR αis/αi series FANUC AC SPINDLE MOTOR αi series FANUC SERVO AMPLIFIER αi series MAINTENANCE MANUAL FANUC AC SERVO MOTOR βi series FANUC AC SPINDLE MOTOR βi series FANUC SERVO AMPLIFIER βi series MAINTENANCE MANUAL B--65312EN B--65280EN B--65282EN B--65322EN B--65285EN B--65325EN 5 .

Ferramentas de corte e condições de corte Decida o método de corte em cada fase de corte. 2) Em seguida. a máquina por meio do programa. em seguida. Ferramentas de corte 3. A forma de operar o sistema CNC é descrita no capítulo III. F Fase d de corte Processo de corte 1. OPERAÇÃO. preparar primeiro o programa e operar. fazer o plano de usinagem para trabalhar a peça. ASPECTOS GERAIS ASPECTOS GERAIS B-64114PO/01 1. o programa para operar a máquina-ferramenta CNC é preparado a partir do desenho da peça a trabalhar. executar a usinagem propriamente dita. Condições de corte : Velocidade de avanço Profundidade de corte 4. 1) Primeiro. PROGRAMAÇÃO CAPÍTULO III. Seqüência de usinagem em cada fase de corte 4. PROGRAMAÇÃO. Plano de usinagem 1. A forma de preparar o programa é descrita no capítulo II. Por fim. Determinação da faixa de usinagem de peças 2. Método de montagem das peças na máquina-ferramenta 3. Desenho da peça Programação da peça CNC CNC CAPÍTULO II. montar as peças e ferramentas na máquina e operar as ferramentas de acordo com o programa. o programa terá de ser lido para o sistema CNC. Caminho da ferramenta 1 Corte da superfície final 2 Corte do diâmetro externo 3 Ranhurar 6 .1 PROCESSO GERAL DE OPERAÇÃO DA MÁQUINAFERRAMENTA CNC Para usinar uma peça com uma máquina-ferramenta CNC. OPERAÇÃO Antes de proceder à programação propriamente dita. Depois.1. Método de corte : Grosseiro Semi Acabamento 2.

para cada fase de corte.B-64114PO/01 ASPECTOS GERAIS 1. 7 . ASPECTOS GERAIS Ranhurar Corte do diâmetro externo Corte da superfície final Peça Preparar. de acordo com o contorno da peça. o programa do caminho da ferramenta e das condições de corte.

o painel de operação. descrever todas as funções. para obter informações mais detalhadas sobre uma determinada máquina--ferramenta CNC. É impossível. 2 Os tópicos de leitura situam--se na margem esquerda para facilitar ao leitor um acesso rápido às informações necessárias. Para localizar a informação necessária. 8 . Contudo. A fim de possibilitar uma rápida recuperação de dados nestes casos. a programação e a operação referentes a todas as combinações possíveis. devido a uma operação incorreta ou no decurso de uma eliminação de erros. Este manual descreve--as. é recomendável fazer previamente uma cópia de segurança destes dados. porém. 1. Seria demasiado complexo descrever aqui o funcionamento. parâmetros.1. mas da combinação da máquina--ferramenta com seu armário de distribuição magnético. é preferível não efetuar combinações de operações que não se encontrem aqui descritas. Normalmente. variáveis.3 NOTAS SOBRE VÁRIOS TIPOS DE DADOS CUIDADO Os programas de usinagem. em geral. o leitor poderá economizar tempo procurando--a através destes tópicos.. encontram--se armazenados na memória interna não volátil da unidade CNC. ASPECTOS GERAIS ASPECTOS GERAIS B-64114PO/01 1. armazenados na memória não volátil. Em caso de dúvida. o conteúdo desta memória não se perde ao ligar ou desligar a tensão da máquina. Assim.2 NOTAS SOBRE A LEITURA DESTE MANUAL CUIDADO 1 O funcionamento de uma máquina--ferramenta com controle CNC depende não só do próprio sistema CNC. etc. 3 O presente manual descreve o maior número possível de variações para a aplicação do equipamento. consultar o manual fornecido pelo fabricante da máquina--ferramenta. opções e comandos que não deveriam ser combinados. o sistema servo. o CNC. etc. do ponto de vista do sistema CNC. o qual deveria ter prioridade em relação a este manual. poderá ser necessário apagar dados importantes.

PROGRAMAÇÃO .II.

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ASPECTOS GERAIS 1 ASPECTOS GERAIS 11 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1.

.1. ASPECTOS GERAIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 1. ou G03X . Peça Z D Movimento da ferramenta ao longo de um arco Fig. Peça Z Fig.. ... Z .1 (b) Movimento da ferramenta ao longo de uma linha cônica X Ferramenta Programa G02X . Z.1 (c) Movimento da ferramenta ao longo de um arco 12 . R . X Ferramenta Programa G01 Z.1 (a) Movimento da ferramenta ao longo de uma linha reta paralela ao eixo Z X Ferramenta Programa G01 X ... 1. 1.. 1. . R . Z ..1 MOVIMENTO DA FERRAMENTA AO LONGO DOS CONTORNOS DA PEÇA INTERPOLAÇÃO Explicações D Movimento da ferramenta ao longo de uma linha reta A ferramenta movimenta-se ao longo de linhas retas e de arcos correspondentes aos contornos da peça (ver II-4). . Peça Z Fig............

G02. X Ferramenta Programa G32Z----F----. Fig. pela forma acima descrita. 1..1 (e) Abertura de rosca reta 13 . chamam-se função preparatória e especificam o tipo de interpolação executada na unidade de controle. em um programa. 1. Os símbolos dos comandos programados G01. (a) Movimento ao longo de uma linha reta G01 Z__. D Abertura de rosca As roscas podem ser cortadas movendo-se a ferramenta em sincronização com a rotação do fuso. X----Z--------. a função de abertura de rosca através de G32. mas neste manual parte--se do princípio de que as ferramentas são movimentadas em direção às peças. Peça Z F Fig. .1 (d) Função de interpolação NOTA Algumas máquinas movimentam as peças (fuso) em vez das ferramentas. através da qual a ferramenta se move ao longo de uma linha reta ou de um arco.. Unidade de controle Eixo X Interpolação Eixo Y a) Movimento ao longo de uma linha reta b) Movimento ao longo de um arco Movimento da ferramenta (b) Movimento ao longo de um arco G03X----Z----.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1. ASPECTOS GERAIS O termo ’interpolação’ refere-se à operação. Especifique.

o seguinte comando pode ser usado para fazer a ferramenta avançar 2 mm. dá-se o nome de função de avanço (ver II-5). 1.1 (f) Abertura de rosca cônica 1. 1.1.2 AVANÇO - O movimento da ferramenta a uma velocidade definida para cortar a peça.0 À função de especificar a velocidade de avanço. 14 . é designado como avanço.2 Função de avanço As velocidades de avanço podem ser especificadas por meio de valores numéricos correspondentes. enquanto a peça dá uma volta: F2. Placa de fixação Ferramenta FUNÇÃO DE AVANÇO Peça Fig. Por exemplo. ASPECTOS GERAIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 X Ferramenta Programa G32X----Z----F----. Peça Z F Fig.

por meio de um botão. 1.1 Ponto de referência Explicações A ferramenta pode ser deslocada para o ponto de referência de duas formas: 1. são executadas nesta posição.3. o retorno manual ao ponto de referência. posteriormente descritas.3 DESENHO DA PEÇA E MOVIMENTO DA FERRAMENTA 1.1 Ponto de Referência (Posição Específica da Máquina) A máquina-ferramenta CNC possui uma posição fixa. a fim de proceder a uma substituição posterior da ferramenta. Unidade porta--ferramenta Placa de fixação Ponto de referência Fig. Quando se pretende deslocar a ferramenta para o ponto de referência. 15 . primeiro. Retorno automático ao ponto de referência (ver II-6) Geralmente.3. Retorno manual ao ponto de referência (ver III-3.1) O retorno ao ponto de referência é executado manualmente. a substituição da ferramenta e a programação do ponto zero absoluto. Esta posição é designada como ponto de referência. 2.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1. logo após a energização. se executa. utiliza-se a função de retorno automático ao ponto de referência. Normalmente. ASPECTOS GERAIS 1.

3.1. são utilizados os valores de coordenadas deste sistema. é programada a distância entre a posição atual da ferramenta e o ponto zero do sistema de coordenadas a ser definido. Para tal.2 (b) Sistema de coordenadas especificado pelo CNC 16 . Como dados do programa. ASPECTOS GERAIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 1. X 230 2.2 (a) Sistema de coordenadas Explicações D Sistema de coordenadas Os dois sistemas de coordenadas seguintes são especificados em locais diferentes: (Ver II-7) 1. Sistema de coordenadas especificado pelo CNC O sistema de coordenadas é preparado na máquina-ferramenta que está sendo usada. Posição atual da ferramenta 300 Ponto zero do programa Distância até o ponto zero do sistema de coordenadas a ser definido Z Fig. Sistema de coordenadas do desenho da peça O sistema de coordenadas é escrito no desenho da peça. 1.3.3. 1.2 Sistema de Coordenadas do Desenho da Peça e Sistema de Coordenadas Especificado pelo CNC X Programa X Z Z Sistema de coordenadas Desenho da peça Comando CNC X Peça Z Máquina-ferramenta Fig.

o seguinte método: 1.3. para que o contorno da peça definido no desenho possa ser corretamente cortado. normalmente. Portanto. 1. ASPECTOS GERAIS A ferramenta movimenta-se dentro do sistema de coordenadas especificado pelo CNC. 1. Se o ponto zero da coordenada for definido na parte frontal da placa de fixação X Peça 60 40 Z 40 150 Fig. especificadopelo CNC (de forma a coincidir com o sistema de coordenadas do desenho da peça) 17 .3. de acordo com o programa de comando elaborado com base no sistema de coordenadas do desenho da peça. e corta a peça com o contorno especificado no desenho.2 (c) Coordenadas e dimensões do desenho da peça X Peça Z Fig. D Métodos para definir os dois sistemas de coordenadas na mesma posição Para definir dois sistemas de coordenadas na mesma posição. os dois sistemas de coordenadas têm de ser definidos na mesma posição.2 (d) Sistema de coordenadas do torno mecânico. usa-se.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1.

2 (f) Sistema de coordenadas do torno mecânico. especificado pelo CNC (de forma a coincidir com o sistema de coordenadas do desenho da peça) 18 . X 60 Peça 30 30 Z 80 100 Fig. Se o ponto zero da coordenada for definido na face final da peça. 1. ASPECTOS GERAIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 2.2 (e) Coordenadas e dimensões do desenho da peça X Peça Z Fig.3.1. 1.3.

3.3 Como Indicar Dimensões de Comando para Movimentar a Ferramenta Comandos Absolutos/ Incrementais Explicações D Comando absoluto Os métodos de comando para o deslocamento da ferramenta podem ser indicados através de uma especificação absoluta ou incremental (ver II-8.0Z70. isto é. Ferramenta A X Peça φ30 B Z 70 110 Comando para o deslocamento do ponto A para o ponto B G90X30.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1. ASPECTOS GERAIS 1. 1.0. A ferramenta desloca-se para um ponto situado à “distância programada em relação ao ponto zero do sistema de coordenadas”.3 (a) Comando absoluto 19 . Coordenadas do ponto B Fig.1).3. para a posição correspondente aos valores das coordenadas.

X B Peça φ40 φ30 A Z 60 80 Valores das coordenadas dos pontos A e B A (30. 1.0 Distância e direção para o movimento ao longo de cada eixo Fig.0W-40.0) Fig. Programação do diâmetro Para a programação do diâmetro.3 (b) Comando incremental D Programação do diâmetro / Programação do raio As dimensões do eixo X podem ser definidas por meio do diâmetro ou do raio.1.0).3 (c) Programação do diâmetro 20 .3.3.0. 1. B (40.0. 80. 1. ASPECTOS GERAIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Comando incremental Especificação da distância entre a posição anterior da ferramenta e a próxima posição da ferramenta. 60. A programação do diâmetro e a programação do raio são aplicadas independentemente em cada máquina. Ferramenta A X φ60 B Z φ30 40 Comando para o deslocamento do ponto A para o ponto B U-30. use o valor do diâmetro indicado no desenho. para especificar o valor do eixo X.

Nas máquinas com controle CNC. 80. Programação do raio Para a programação do raio. a uma velocidade de corte de 300 m/min. aproximadamente.0. 1.3. para especificar o valor do eixo X. use a distância em relação ao centro da peça. Os comandos relacionados com a velocidade do fuso são designados como função da velocidade do fuso (ver II-9).3 (d) Programação do raio 1.0).FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO A velocidade da ferramenta em relação à peça que está sendo cortada. A velocidade de corte v (m/min) também pode ser especificada diretamente por meio do valor da velocidade. isto é.3). X B 20 A 15 Peça Z 60 80 Valores das coordenadas dos pontos A e B A (15. 478 rpm e obtém-se a partir de N=1000v/πD. > A velocidade do fuso é de. ASPECTOS GERAIS 2.4 Velocidade de corte Exemplos <Quando se pretende usinar uma peça de 200 mm de diâmetro.0) Fig. é necessário o seguinte comando: S478 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1. 21 .4 VELOCIDADE DE CORTE . A esta função dá-se o nome de função de controle da velocidade de corte constante (ver II-9. o CNC adapta a velocidade do fuso de forma que a velocidade de corte permaneça constante. Mesmo que o diâmetro da peça se altere. em rpm. 60. chama-se velocidade de corte. Ferramenta V: Velocidade de corte v m/min N rpm Peça φD Fig. 1.0. B (20. o valor do raio. a velocidade de corte pode ser especificada através da velocidade do fuso. Sendo assim.

há que controlar as operações de ativação/desativação do motor do fuso e da válvula do líquido refrigerante (ver II-11). ASPECTOS GERAIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 1. Para tal. esta função é especificada por meio de um código M. Por exemplo.1. 22 . A seleção da respectiva ferramenta efetua-se atribuindo um número a cada ferramenta e indicando no programa o número desejado.FUNÇÃO MISCELÂNEA Quando se inicia o processo de usinagem.6 COMANDO PARA OPERAÇÕES DE MÁQUINA .5 SELEÇÃO DA FERRAMENTA PARA AS DIVERSAS FASES DE USINAGEM FUNÇÃO DA FERRAMENTA Para perfurar. Número da ferramenta 01 02 03 04 06 05 Unidade porta--ferramenta Fig. o fuso roda no sentido dos ponteiros do relógio. Abrir/fechar placa de fixação Líquido refrigerante ON/OFF Peça Rotação do fuso em sentido horário Fig. 1. 1. abrir roscas. Geralmente. a mesma poderá ser selecionada especificando T0101. A este processo dá-se o nome de função da ferramenta (ver II-10). é necessário girar o fuso e introduzir líquido refrigerante. à velocidade previamente definida. chama-se função miscelânea. é necessário selecionar uma ferramenta adequada. mandrilar. se for especificado o código M03.6 Comando para operações de máquina A função destinada às operações de ativação/desativação de diversos componentes da máquina. 1.5 Ferramentas usadas nas diversas fases de usinagem Exemplos <Quando o nº 01 é atribuído a uma ferramenta de desbastar> Quando a ferramenta é armazenada na posição 01 da unidade porta-ferramenta. fresar ou executar outras operações afins.

em um grupo de blocos para uma série de ciclos de usinagem. portanto. Ao número atribuído a cada bloco chama-se número da seqüência e ao número atribuído a cada programa chama-se número do programa (ver II-12). Bloco Bloco Bloco Programa Bloco ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ Seqüência de movimentos da ferramenta Bloco Fig. O deslocamento da ferramenta ao longo de uma linha reta ou de um arco. são executados por meio dos comandos especificados.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1.7 CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA A um grupo de comandos introduzidos no CNC para a operação da máquina dá-se o nome de programa. Os comandos são introduzidos no programa na seqüência dos movimentos efetivos da ferramenta. 23 . ASPECTOS GERAIS 1. 1. ou a ativação/desativação do motor do fuso.7 (a) Configuração do programa A um grupo de comandos introduzidos para cada um dos passos da seqüência dá-se o nome de bloco. O programa consiste.

7 (b) Configuração do bloco Cada bloco começa com um número de seqüência que o identifica e termina com um código de fim de bloco. (LF no código ISO e CR no código EIA). no início do programa. 24 . Número Função preda paratória seqüência Palavra de dimensão Função Função Funçã misdo fuso o da celânea ferramenta Fim do bloco Fig.).f Zfff. 1. e o código de fim do programa (M02 ou M30) é especificado no final do programa. Número do programa Bloco Bloco Bloco ⋅ ⋅ ⋅ Fim do programa ⋅ ⋅ ⋅ M30 . 1. Fig. Este manual indica o código de fim de bloco por .1. o número do programa é especificado após o código de fim de bloco (. Offff. D Programa . Neste manual.f M ff S ff T ff . O conteúdo da palavra de dimensão depende da função preparatória.7 (c) Configuração do programa Normalmente. a seção da palavra de dimensão poderá ser representada por IP_. ASPECTOS GERAIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Bloco O bloco e o programa possuem a seguinte configuração: 1 bloco N fffff G ff Xff.

Depois de terminada a execução do subprograma.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1. ao qual se dá o nome de subprograma. ASPECTOS GERAIS D Programa principal e subprograma Quando surge o mesmo padrão de usinagem em várias partes de um programa. é criado um programa para esse padrão. Por outro lado. ao programa inicial dá-se o nome de programa principal. durante a execução do programa principal. Os comandos do subprograma são executados sempre que surge um comando de execução do subprograma. a seqüência regressa ao programa principal. Programa principal ⋅ ⋅ M98P1001 ⋅ ⋅ ⋅ M98P1002 ⋅ ⋅ ⋅ M98P1001 ⋅ ⋅ ⋅ M99 M99 Subprograma #1 O1001 Programa para o furo #1 Subprograma #2 O1002 Programa para o furo #2 25 .

deve medir-se previamente o comprimento de cada uma das ferramentas necessárias. Estabelecendo-se a diferença entre o comprimento da ferramenta padrão e o comprimento de cada ferramenta no CNC (exibição de dados e definição : ver III-11).8 FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO Explicações D Usinagem com o fim da ferramenta de corte Função de compensação do comprimento da ferramenta Normalmente. A esta função dá-se o nome de compensação do comprimento da ferramenta. seria muito trabalhoso alterar o programa de acordo com cada uma delas.1. 1. ASPECTOS GERAIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 1. são necessárias várias ferramentas para a usinagem de uma peça. a usinagem pode ser realizada sem alterar o programa.para ranmento hurar Ferramenta para abertura de Peça Fig.8 Correção da ferramenta 26 .menta menta para corte padrão grosseiro FerraFerramenta menta de acaba. FerraFerra. Uma vez que essas ferramentas possuem comprimentos diferentes. mesmo quando a ferramenta é trocada. Por isso.

A faixa dentro da qual se movimentam as ferramentas tem o nome de curso.3) 27 . é possível usar também os dados em memória para definir uma área para a qual as ferramentas não possam ser deslocadas. A esta função dá-se o nome de controle de curso.9 FAIXA DE MOVIMENTO DA FERRAMENTA CURSO As extremidades de cada eixo da máquina estão equipadas com chaves de fim de curso a fim de se evitar que as ferramentas se desloquem para lá das extremidades. Além dos limitadores de curso. (Ver III-6. o operador também pode definir uma área em que as ferramentas não podem entrar. Além dos cursos definidos com as chaves fim de curso.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 1. servindo-se de um programa ou de uma memorização de dados. ASPECTOS GERAIS 1. Esta área é definida por meio de uma memorização de dados ou de um programa. Motor Chave fim de curso Mesa Ponto zero da máquina Distâncias a especificar As ferramentas não podem entrar nesta área.

EIXOS CONTROLÁVEIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 2 EIXOS CONTROLÁVEIS 28 .2.

um número máximo de seis eixos controláveis). EIXOS CONTROLÁVEIS 2. só fica operacional o primeiro eixo ao qual esse nome é atribuído. B e C D Sistema de códigos G B/C: Y. Para poder usar as letras U. Portanto. Y e Z. no máx. Se o parâmetro especificar um nome de eixo várias vezes. NOTA 1 Quando se usa o sistema A de códigos G.º 1020. (incluídos no Cs) Número de eixos básicos 2 eixos simultaneamente controláveis Ampliação dos eixos simultaneamente 4 eixos. portanto. U. as letras U. porque estas letras são usadas como comandos incrementais para X. A. portanto. 2. avanço incremental ou avanço por manivela) é de 1 ou 3 eixos (1 quando o bit 0 (JAX) do parâmetro 1002 possui o valor 0 e 3 quando possui o valor 1). não sendo.º 1020. o sistema não consegue operar no modo MEM ou MDI. Da mesma forma. V e W não podem ser usadas como nomes de eixos (havendo. W.2 NOMES DOS EIXOS Os nomes dos dois eixos básicos são sempre X e Z.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 2. B e C Cada nome do eixo é determinado de acordo com o parâmetro n. Os nomes de eixos adicionais podem ser opcionalmente selecionados abaixo usando o parâmetro n. permitido aplicar os comandos incrementais.1 EIXOS CONTROLÁVEIS Item Número de eixos básicos controlados 0i -TC 2 eixos Ampliação de eixos controláveis (total) 4 eixos.C” e “. deveria usadar--se “. é necessário usar o sistema B ou C de códigos G. no máx. Se o parâmetro especificar 0 ou qualquer outra coisa além das nove letras. controláveis (total) NOTA O número de eixos simultaneamente controláveis para a operação manual (avanço em modo jog.A” de acordo com o bit 4 (CCR) do parâmetro nº 3405. V e W como nomes de eixos. Quando é usado um nome de eixo por omissão (1 a 4). A. a letra H é usada como comando incremental para C. essas letras não poderão ser usadas como comando do ângulo de uma linha reta para a chanfragem ou a programação direta da dimensão do desenho. Usando--se C ou A como nome de um eixo. o nome do eixo assume um valor por omissão igual a um número entre 1 e 4. o endereço A de um bloco especifica o ângulo da ponta da ferramenta e não um comando para o eixo A. Limitações D Nome de eixo por omissão D Atribuição dupla de um nome de eixo 29 . V. se a letra A ou B for usada como nome de um eixo. D Sistema A de códigos G: Y. 2 Em G76 (abertura de rosca múltipla).

0.0001 mm (diâmetro) 0. polegadas ou graus. 0.º 1004 para selecionar qual o sistema incremental deve ser usado. Defina o bit 1 (ISC) do parâmetro n.º 1004 é aplicada a todos os eixos. (raio) 0.0001 mm (diâmetro) 0.001 mm (raio) 0. 0.001 mm 0.2. (diâmetro) 0.0001 pol.001 graus 0.0001 mm 0.0001 graus 0.0001 graus 0. (raio) 0.0001 pol. No sistema incremental faz-se a distinção entre IS-B e IS-C (tabelas 2.0001 graus 0.0001 mm (raio) 0.0001 pol.0001 graus 0.00005 mm 0.0001 mm (raio) 0. 0. 0.001 graus 0. Por exemplo.00001 pol.00005 pol. Ambos os incrementos são representados em mm. 0.001 mm (raio) 0.00001 pol.0001 mm 0.000005 pol.0005 mm 0.00005 pol.001 graus Tabela 2. (diâmetro) 0.0001 pol.00001 poleg. Tabela 2.3 (a): Sistema incremental IS-B Menor incremento de Menor incremento de comentrada ando Máquina Entrada com sissis em mm tema métrico entrada em polegadas Máquina Entrada com sissis em mm tema inglês entrada em polegadas 0.001 graus 0.001 graus 0. A definição do bit 1 (ISC) do parâmetro n.00001 pol.00001 pol. o sistema incremental para todos os eixos é IS-C.001 mm (diâmetro) 0.0005 mm 0.001 mm 0.0001 pol. (raio) 0. (raio) 0.0001 pol. quando é selecionado IS-C.3 (b): Sistema incremental IS-C Menor incremento de Menor incremento de comentrada ando Máquina Entrada com sissis em mm tema métrico entrada em polegadas Máquina Entrada com sissis em mm tema inglês entrada em polegadas 0.0001 graus 0.00001 poleg.3(a) e 2.001 graus 0. (diâmetro) 0.001 graus 0.0001 graus 0.00005 mm 0.0001 graus 30 . (diâmetro) 0. 0.3 SISTEMA INCREMENTAL O sistema incremental é constituído pelo menor incremento de entrada (para a entrada) e pelo menor incremento de comando (para a saída).001 graus 0.001 mm (diâmetro) 0. O menor incremento de entrada é o incremento mais pequeno para a programação da distância percorrida.3(b)). 0.000005 pol. EIXOS CONTROLÁVEIS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 2. O menor incremento de comando é o incremento mais pequeno para o deslocamento da ferramenta na máquina.0001 graus 0.

2 Não é possível especificar um comando que exceda o curso máximo. 31 .9999 mm 9999. O incremento deve ser selecionado previamente. depende da máquina. Um eixo do sistema métrico não pode ser usado juntamente com um do sistema inglês ou vice-versa.4: Cursos máximos Sistema incremental Máquina com sistema métrico Máquina com sistema inglês Máquina com sistema métrico Máquina com sistema inglês Cursos máximos 99999. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina. Além disso. de acordo com a especificação do parâmetro INM (nº 1001#0). EIXOS CONTROLÁVEIS Se o menor incremento de comando é medido em milímetros ou em polegadas.99999 polegadas 9999. É possível usar um código G (G20 ou G21) ou especificar um parâmetro para comutar entre a entrada em milímetros e a entrada em polegadas do menor incremento de comando.999 graus 9999.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 2.999 mm 99999. 3 O curso efetivo depende da máquina--ferramenta.999 graus 9999. certas características. tais como a interpolação circular e a compensação do raio da ponta da ferramenta. 2.9999 polegadas 99999. Para obter informações sobre a unidade a ser selecionada. não podem ser usadas para ambos os eixos em unidades diferentes.9999 graus 999.9999 graus IS -B ISB IS -C ISC NOTA 1 As unidades da tabela representam um valor do diâmetro para a programação do diâmetro e um valor do raio para a programação do raio.4 CURSO MÁXIMO O curso máximo controlado por esse CNC é mostrado na tabela abaixo: Curso máximo = Menor incremento de comando99999999 Tabela 2.

G01X_.3. Tipo Significado Código G de ação O código G só é eficaz no bloco em que foi especifisimples cado. FUNÇÃO PREPARATÓRIA (FUNÇÃO G) PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 3 FUNÇÃO PREPARATÓRIA (FUNÇÃO G) O número que se segue ao endereço G especifica o significado do comando para o respectivo bloco. G00Z_. Z_ . Selecione um sistema de códigos G usando os bits 6 (GSB) e 7 (GSC) do parâmetro 3401. X_ . Código G modal O código G é eficaz até que seja especificado outro código G do mesmo grupo.B e C (tabela 3). 32 . G01 é eficaz dentro desta faixa Existem três sistemas de códigos G: A. excepto quando o item descrito só pode usar o sistema B ou C de códigos G. se descreve o uso do sistema B ou C de códigos G. (Exemplo) G01 e G00 são códigos G modais. este manual descreve o uso do sistema A de códigos G. Em esses casos. De um modo geral. Os códigos G podem subdividir-se em dois tipos.

Z/W. Se forem especificados no mesmo bloco vários códigos G pertencentes ao mesmo grupo. 2. mas com uma palavra de endereço (X/U. 33 . (1) Os códigos G assinalados com (2) Se o sistema for anulado devido à energização ou a um reset. Y/V) (ver II-8.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 3. o ciclo fixo será cancelado. Os códigos G do grupo 00. Quando se usa o sistema A de códigos G. (3) Através do bit 7 do parâmetro nº 3402. a programação absoluta ou incremental não é especificada com um código G (G90/G91). G20 ou G21 . desde que pertençam a grupos diferentes. Se for especificado um código G não incluído na lista de códigos G ou sem opção correspondente. Os códigos G são apresentados de acordo com o número do grupo. 7.conforme o especificado . é possível determinar através do bit 3 (G91) do parâmetro 3402 se será ativado o código G90 ou G91. É possível especificar no mesmo bloco vários códigos G. excepto G10 e G11. são ativados. só é válido o último código G especificado. determina-se se é ativado o código G00 ou G01. Quando se usa o sistema A de códigos G para um ciclo de perfuração. 5. no ponto de retorno só está disponível o nível inicial. Os códigos G do grupo 01 não são afetados pelos códigos G especificados para um ciclo fixo.1). Se o CNC entrar no estado de anulação (ver bit 6 (CLR) do parâmetro 3402) quando a máquina é ligada ou for reinicializado. FUNÇÃO PREPARATÓRIA (FUNÇÃO G) Explicações 1. após a energização. (4) Através do bit 0 (G01) do parâmetro 3402. C/H. 6. (5) Quando se usa o sistema B ou C de códigos G. é ativado um alarme P/S (nº 010). 3. são códigos G de ação simples.permanece eficaz. Se um código G do grupo 01 for especificado em um ciclo fixo. pode especificar-se se deverá ser selecionado G22 ou G23. 4. A reposição do CNC no estado de anulação não afeta a seleção de G22 ou G23. os códigos G modais alteram-se da seguinte forma: na Tabela 3. tal como acontece quando se especifica um comando G80.

3º e 4º ponto de referência Função de salto Abertura de rosca Abertura de rosca com passo variável Compensação automática da ferramenta -. à direita Definição do sistema de coordenadas ou especificação da velocidade máx.2 (G251) C G00 G01 G02 G03 G04 G07.2 (G250) G51. à esquerda Compensação do raio da ponta da ferramenta.1 (G112) G13.2 (G250) G51.1 (G113) G17 G18 G19 G20 G21 G22 G23 G25 G26 G27 G28 G30 G31 G33 G34 G36 G37 G40 G41 G42 G92 G92.X Compensação automática da ferramenta -. do fuso Predefinição do sistema de coordenadas da peça Cancelamento da rotação poligonal 34 .1 (G107) G08 G10 G11 G12.1 (G113) G17 G18 G19 G70 G71 G22 G23 G25 G26 G27 G28 G30 G31 G33 G34 G36 G37 G40 G41 G42 G92 G92.3.2 (G250) G51. FUNÇÃO PREPARATÓRIA (FUNÇÃO G) PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Tabela 3: Lista de códigos G (1/3) Código G A G00 G01 G02 G03 G04 G07.1 G50.1 (G113) G17 G18 G19 G20 G21 G22 G23 G25 G26 G27 G28 G30 G31 G32 G34 G36 G37 G40 G41 G42 G50 G50.1 (G112) G13.2 (G251) 20 Rotação poligonal 00 07 01 00 00 06 09 08 16 21 00 01 Grupo Função Posicionamento (deslocamento rápido) Interpolação linear (avanço de corte) Interpolação circular em SH ou interpolação helicoidal em SH Interpolação circular em SAH ou interpolação helicoidal em SAH Pausa Interpolação cilíndrica Controle avançado por antecipação Entrada de dados programável Cancelamento da entrada de dados programáveis Modo de interpolação de coordenadas polares Modo de cancelamento da interpolação de coordenadas polares Seleção de plano XpYp Seleção de plano ZpXp Seleção de plano YpZp Entrada em polegadas Entrada em mm Função de controle do curso armazenado ON Função de controle do curso armazenado OFF Supervisão da oscilação da velocidade do fuso OFF Supervisão da oscilação da velocidade do fuso ON Controle do retorno ao ponto de referência Retorno ao ponto de referência Retorno ao 2º.2 (G251) B G00 G01 G02 G03 G04 G07.Z Cancelamento da compensação do raio da ponta da ferramenta Compensação do raio da ponta da ferramenta.1 (G107) G08 G10 G11 G12.1 (G112) G13.1 (G107) G08 G10 G11 G12.3 G50.1 G50.

FUNÇÃO PREPARATÓRIA (FUNÇÃO G) Tabela 3: Lista de códigos G (2/3) Código G A G52 G53 G54 G55 G56 G57 G58 G59 G65 G66 G67 G68 G69 G70 G71 G72 G73 G74 G75 G76 G71 G72 G73 G74 G80 G83 G84 G86 G87 G88 G89 G90 G92 G94 G96 G97 B G52 G53 G54 G55 G56 G57 G58 G59 G65 G66 G67 G68 G69 G70 G71 G72 G73 G74 G75 G76 G71 G72 G73 G74 G80 G83 G84 G86 G87 G88 G89 G77 G78 G79 G96 G97 C G52 G53 G54 G55 G56 G57 G58 G59 G65 G66 G67 G68 G69 G72 G73 G74 G75 G76 G77 G78 G72 G73 G74 G75 G80 G83 G84 G86 G87 G88 G89 G20 G21 G24 G96 G97 02 01 10 01 00 00 12 04 14 Grupo 00 Função Especificação do sistema de coordenadas locais Definição do sistema de coordenadas da máquina Seleção do sistema de coordenadas 1 da peça Seleção do sistema de coordenadas 2 da peça Seleção do sistema de coordenadas 3 da peça Seleção do sistema de coordenadas 4 da peça Seleção do sistema de coordenadas 5 da peça Seleção do sistema de coordenadas 6 da peça Chamada de macro Chamada modal de macros Cancelamento da chamada modal de macros Espelhamento para cabeçotes duplos de torno--revólver ON Espelhamento para cabeçotes duplos de torno--revólver OFF Ciclo de acabamento Remoção de material por rotação Remoção de material por faceamento Repetição de padrões Perfuração profunda da superfície final Perfuração do diâmetro exterior/interior Ciclo para rosca múltipla Ciclo de retificação transversal (para a retificadora) Ciclo direto de retificação transversal e dimensão constante (para a retificadora) Ciclo de retificação por oscilação (para a retificadora) Ciclo direto de retificação por oscilação e dimensão constante (para a retificadora) Ciclo fixo para cancelar perfuração Ciclo para perfuração de superfície plana Ciclo para rosqueamento de superfície plana Ciclo para mandrilagem de superfície plana Ciclo para perfuração lateral Ciclo de rosqueamento rígido lateral Ciclo para mandrilagem lateral Ciclo de corte do diâmetro exterior/interior Ciclo de abertura de rosca Ciclo de rotação da superfície final Controle da velocidade de corte constante Cancelamento do controle da velocidade de corte constante 35 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 3.

3. FUNÇÃO PREPARATÓRIA (FUNÇÃO G) PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Tabela 3: Lista de códigos G (3/3) Código G A G98 G99 − − − − B G94 G95 G90 G91 G98 G99 C G94 G95 G90 G91 G98 G99 Grupo 05 03 11 Avanço por minuto Avanço por rotação Programação absoluta Programação incremental Retorno ao nível inicial Retorno ao nível do ponto R Função 36 .

FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO 4 FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO 37 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4.

é programado o valor das coordenadas do ponto final. D Posicionamento por interpolação linear O caminho da ferramenta é igual ao da interpolação linear (G01). pelo fabricante da máquina-ferramenta. O bloco seguinte é executado. a distância a ser percorrida pela ferramenta. a uma velocidade correspondente à velocidade de deslocamento rápido de cada eixo. Esta faixa é determinada pelo fabricante da máquina-ferramenta através da especificação do parâmetro nº 1826. depois de confirmada a posição correta.4. contudo. para um comando incremental. No comando incremental. e é desacelerada no fim do bloco. Formato G00IP_. especificada por meio de um comando absoluto ou incremental. o mesmo da interpolação linear (G01). No modo de posicionamento ativado pelo comando G00. Explicações Cada um dos seguintes caminhos da ferramenta pode ser selecionado de acordo com o bit 1 (LRP) do parâmetro nº 1401. O caminho da ferramenta não é. “Posição correta” significa que o motor de avanço se encontra dentro da faixa especificada. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4. IP_: Para um comando absoluto.1 POSICIONAMENTO (G00) O comando G00 movimenta uma ferramenta a uma velocidade de deslocamento rápido para a posição do sistema de coordenadas da peça. D Posicionamento por interpolação não linear A ferramenta é posicionada individualmente. 38 . no início de um bloco. Posição inicial Posicionamento por interpolação linear Posição final Posicionamento por interpolação não linear A velocidade de deslocamento rápido programada através do comando G00 é definida individualmente para cada eixo no parâmetro nº 1420. a ferramenta é acelerada para uma velocidade predefinida. No comando absoluto. as coordenadas da posição final. O caminho da ferramenta é normalmente retilíneo. é programada a distância a ser percorrida pela ferramenta. à velocidade de deslocamento rápido de cada eixo. A ferramenta é posicionada no mais curto período de tempo possível.

D G53 39 . FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO Exemplos X 56. preste atenção para que a ferramenta não colida com a peça. o posicionamento por interpolação não linear é executado nos casos seguidamente indicados.0 .0 φ40.0Z56. Mesmo que o posicionamento por interpolação linear se encontre especificado. Por isso.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. (comando absoluto) G00U--60.0W--30.0 30.0 Z < Programação do raio > ou G00X40.5. D G28 especifica um posicionamento entre a posição de referência e a posição intermediária.(comando incremental) Restrições A velocidade de deslocamento rápido não pode ser especificada no endereço F.5 30.

A velocidade de avanço definida em F é eficaz até que seja especificado um novo valor.4.0 φ20. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4. β ×f L α Velocidade de avanço da direção α do eixo : Fα = L × f Velocidade de avanço da direção β do eixo : L = α 2 + β2 Fβ = Exemplos D Interpolação linear < Programação do diâmetro > G01X40.1F20 . parte-se do princípio que a velocidade de avanço é igual a zero.2 As ferramentas podem ser deslocadas ao longo de uma linha. IP_: Para um comando absoluto. a distância a ser percorrida pela ferramenta.0W--25.0 Ponto final φ40. a velocidade de avanço para o movimento ao longo de cada eixo é calculada da seguinte forma: G01ααββ Ff . (comando incremental) X 20. para um comando incremental.0Z20.9F20 .1 46.0 Z Ponto inicial 40 . INTERPOLAÇÃO LINEAR (G01) Formato G01 IP_F_. (comando absoluto) ou G01U20. à velocidade de avanço definida em F. No modo de avanço por minuto com controle simultâneo de 2 eixos. Se o código F não for programado. Não é necessário especificá-la individualmente para cada bloco. as coordenadas do ponto final. A velocidade de avanço programada por meio do código F é medida ao longo do caminho da ferramenta. Velocidade de avanço da ferramenta (velocidade de avanço) F_: Explicações As ferramentas deslocam-se ao longo de uma linha para a posição especificada.

INTERPOLAÇÃO CIRCULAR (G02.3 O comando abaixo movimenta a ferramenta ao longo de um arco circular. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO 4.3: Descrição do formato do comando Comando G17 G18 G19 G02 G03 Xp_ Yp_ Zp_ I_ J_ k_ R_ F_ Descrição Especificação de um arco no plano XpYp Especificação de um arco no plano ZpXp Especificação de um arco no plano YpZp Interpolação circular no sentido horário (SH) Interpolação circular no sentido anti--horário (SAH) Valores de comando do eixo X ou de seu eixo paralelo (especificado através do parâmetro nº 1022) Valores de comando do eixo Y ou de seu eixo paralelo (especificado através do parâmetro nº 1022) Valores de comando do eixo Z ou de seu eixo paralelo (especificado através do parâmetro nº 1022) Distância do eixo Xp entre o ponto inicial e o centro de um arco com sinal.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. valor do raio Distância do eixo Yp entre o ponto inicial e o centro de um arco com sinal. valor do raio Raio do arco sem sinal (sempre com o valor do raio) Velocidade de avanço ao longo do arco 41 . G03) Formato Arco no plano XpYp G17 G02 G03 Xp_Yp_ I_ J_ R_ F_ Arco no plano ZpXp G18 G02 G03 Xp_Zp_ I_K_ R_ F_ Arco no plano YpZp G19 G02 G03 Yp_ Zp_ J_ K_ R_ F_ Tabela 4. valor do raio Distância do eixo Zp entre o ponto inicial e o centro de um arco com sinal.

V e W (paralelos ao eixo básico) podem ser usados com os códigos G do tipo B e C. J ou K é. sendo sempre especificado como valor incremental. na qual o centro do arco é visto em relação ao ponto inicial. uma componente vetorial. 42 . é especificada a distância entre o ponto inicial do arco e o ponto final. como se mostra abaixo. Se a diferença entre o raio do ponto inicial e o do ponto final exceder o valor do parâmetro (nº 3410). de acordo com G90 ou G91. contudo. J e K. independentemente de G90 e G91. e é expresso como valor absoluto ou incremental.y) y x i Ponto inicial j Centro Centro x Z k Ponto inicial i Centro Ponto final (z. Ver figura abaixo. D Programação de um círculo inteiro Se Xp. Para o valor incremental. I. Explicações D Direção da interpolação circular O “sentido horário”(G02) e o “sentido anti-horário”(G03) no plano XpYp (plano ZpXp ou YpZp) são definidos quando o plano XpYp é visto da direção positiva para a negativa do eixo Zp (eixo Yp ou eixo Xp. Yp e Zp. Yp e Zp forem omitidos (o ponto final é igual ao ponto inicial) e o centro for especificado com I.z) I0. é ativado um alarme P/S (nº 020). O centro do arco é especificado pelos endereços I. J0 e K0 podem ser omitidos. respectivamente. Yp G03 G02 G17 Xp G02 G18 Xp G03 G02 G19 Zp G03 Yp Zp D Distância percorrida em um arco O ponto final de um arco é especificado por meio do endereço Xp.4. Ponto final (x. J e K têm de ser dotados de um sinal de acordo com a direção. O valor numérico que se segue a I.x) Z y j Ponto inicial k D Distância do ponto inicial ao centro do arco Ponto final (y. respectivamente). J e K para os eixos Xp. no sistema de coordenadas cartesianas. Yp ou Zp. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 NOTA Os eixos U. será especificado um arco de 360° (círculo).

esta velocidade de avanço é medida ao longo do arco. 43 D Diferença do raio entre o os pontos inicial e final .0 . J e K. (a ferramenta de corte não se desloca.) Para o arco (1) (menor do que 180°) G02 W60.0 F300. Por exemplo.0 U10. Se o ponto final não ficar situado no arco. K e R forem especificados simultaneamente. Yp e Zp forem omitidos. a velocidade de avanço é igual à velocidade especificada por meio do código F e a velocidade de avanço ao longo do arco (a velocidade de avanço tangencial do arco) é controlada de forma a corresponder à velocidade de avanço especificada. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO D Raio do arco A distância entre um arco e o centro do círculo que contém esse arco pode ser especificada. Restrições D Especificação simultânea de R. depois de aplicada a compensação do raio da ponta da ferramenta. colocando-se o ponto final na mesma posição do ponto inicial e selecionando-se R. programa-se um arco de 0° G02R . (2) r = 50mm Ponto final (1) Ponto inicial r = 50mm X Z D Velocidade de avanço Na interpolação circular. depois de ter alcançado o ponto final. A diferença entre a velocidade de avanço nominal e a velocidade de avanço real da ferramenta é de ±2% ou inferior.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. se considera que um arco é inferior a 180° e que o outro é superior a 180°. J e K D Especificação de um eixo fora do plano especificado Se os endereços I. se o plano ZX for especificado no código G do tipo B ou C. Porém. Não é possível especificar um arco com um ângulo de setor igual ou superior a 180°. Se Xp. é ativado o alarme P/S nº 020. Se a diferença do raio entre os pontos inicial e final do arco exceder o valor especificado no parâmetro nº 3410. a especificação do eixo X ou do eixo U (paralelo ao eixo X) ativa o alarme P/S nº 028.0 R50. Se um eixo for programado fora do plano especificado. Para o arco (2) (maior do que 180°) Um arco com um ângulo de setor de 180°ou maior não pode ser especificado dentro de um bloco único. utilizando-se o raio R do círculo. Neste caso. o arco definido por meio do endereço R tem prioridade e os outros são ignorados. a ferramenta desloca-se em linha reta ao longo de um dos eixos. J. é emitido um alarme. em vez de I. I.

0F0. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Especificação de um semicírculo com R Se um arco com um ângulo central de aproximadamente 180 graus for especificado com R. 44 . Z G02X_Z_I_K_F_.0 Z R25.F0.0 50. Ponto final Eixo X G03X_Z_I_K_F_. o cálculo das coordenadas centrais poderá produzir um erro.0F0. Exemplos D Comando para a interpolação circular X. J e K.3ou G02X50.0I25.0R25.0 (Programação do diâmetro) G02X50.0W--20. G02U20.3 ou G02U20.0 30. especifique o centro do arco com I.0I25.4.3.3.0 W--020.0F0.0R25. Ponto final Eixo X (Programação do diâmetro) Ponto inicial R Centro do arco Centro do arco (Programação do diâmetro) Ponto inicial K Ponto final Eixo X (Programação do diâmetro) Ponto inicial Eixo Z X Z X X Z Eixo Z Z Eixo Z K (Programação absoluta) (Programação absoluta) (Programação absoluta) X 15.0Z30.0Z30. Nesse caso. G02X_Z_R_F_.0 φ50.0 10.

mais dois eixos.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. G02 Explicações Este método de comando permite acrescentar simplesmente ou posteriormente um eixo do comando de movimento não pertencente aos eixos de interpolação circular. por meio de comandos circulares. Para tal. β: J_ K_ α_(β_)F_. no máximo. A velocidade de avanço ao longo de um arco circular é especificada por meio de um comando F. no máximo. Limitações D A compensação do raio da ponta da ferramenta só é aplicada a um arco circular.4 INTERPOLAÇÃO HELICOIDAL (G02. mais dois eixos que se movimentam em sincronia com a interpolação circular. D A correção da ferramenta e a compensação do comprimento da ferramenta não podem ser usadas nos blocos em que se encontre programada uma interpolação helicoidal. Em sincronia com o arco do plano YpZp G19 α. poderá utilizar o bit 0 (HFC) do parâmetro nº 1404. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO 4. Yp_ Zp_ G03 R_ Qualquer eixo em que não se encontre aplicada a inter polação circular. Em sincronia com o arco do plano XpYp G17 G02 G03 Xp_Yp_ I_ J_ R_ α_(β_)F_. G03) Formato A interpolação helicoidal para um movimento executado em espiral é ativada através da especificação de. Sendo assim. Z Caminho da ferramenta X Y A velocidade de avanço ao longo da circunferência de dois eixos interpolados circularmente corresponde à velocidade de avanço especificada. Podem ser especificados. 45 . Em sincronia com o arco do plano ZpXp G18 G02 G03 Xp_Zp_ I_ K_ R_ α_(β_)F_. a velocidade de avanço do eixo linear é a seguinte: F× Comprimento do eixo linear Comprimento do arco circular Determine a velocidade de avanço de forma que a velocidade de avanço do eixo linear não exceda nenhum dos valores limite.

Explicações D Plano de interpolação de coordenadas polares G12. Cancela o modo de interpolação de coordenadas polares (para que a interpolação de coordenadas polares não seja executada) Pode usar--se G112 e G113 em vez de G12.1 e G13. G13. G18 ou G19.1 e G13. servindo--se das coordenadas de um sistema de coordenadas cartesianas composto de um eixo linear e de um eixo de rotação (eixo virtual).1 inicia o modo de interpolação de coordenadas polares e seleciona um plano para a execução da interpolação de coordenadas polares (fig.5 Plano de interpolação de coordenadas polares.1 em blocos separados. Inicia o modo de interpolação de coordenadas polares (ativa a interpolação de coordenadas polares) Especifique uma interpolação linear ou circular. Este método é apropriado para o corte de superfícies frontais e para a retificação de árvores de cames num torno mecânico.1) Formato D Especifique G12. 46 . G13. a interpolação de coordenadas polares é cancelada e passa a ser utilizado o plano especificado por meio de G17. Quando é feito o reset do sistema.1 .4.1).1 . Eixo de rotação (eixo virtual) (unidade:mm ou polegadas) Eixo linear (unidade: mm ou polegadas) Ponto de origem do sistema de coordenadas da peça Fig 4. a interpolação de coordenadas polares é cancelada (G13.5). A interpolação de coordenadas polares é uma função que executa o controle de contornos por meio da conversão de um comando programado no sistema de coordenadas cartesianas. 4. G12.1. Os eixos linear e de rotação. no movimento de um eixo linear (movimento de uma ferramenta) e no movimento de um eixo de rotação (rotação de uma peça). A interpolação de coordenadas polares é executada neste plano.1.1 (plano selecionado por meio de G17.1 (cancelamento da interpolação de coordenadas polares) for especificado. para a interpolação de coordenadas polares. CUIDADO O plano utilizado antes de se especificar G12.5 INTERPOLAÇÃO DE COORDENADAS POLARES (G12. Quando se liga a máquina ou se reinicializa o sistema. G18 ou G19) é cancelado e só volta a ser retomado quando G13. respectivamente. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4. têm de ser previamente definidos por meio dos parâmetros (nº 5460 e 5461).

especifique a velocidade de avanço como uma velocidade (velocidade relativa entre a peça e a ferramenta) tangencial em relação ao plano de interpolação de coordenadas polares (sistema de coordenadas cartesianas). independentemente da interpolação de coordenadas polares. G42 . . . . .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. Servindo-se de F. . . NOTA Os eixos U. . . . . D J e K no plano Yp-Zp. .) G65. 47 . . . . FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO D Distância percorrida e velocidade de avanço para a interpolação de coordenadas polares A unidade para as coordenadas do eixo hipotético é igual à unidade do eixo linear (mm/polegadas) A unidade para a velocidade de avanço é mm/min ou polegadas/min No modo de interpolação de coordenadas polares. apresentada com base nas coordenadas do plano de interpolação de coordenadas polares (coordenadas cartesianas). . G67 . se o eixo linear for o eixo Z ou um eixo paralelo ao eixo Z. . .1 se encontrar especificado. assumindo um ângulo de 0 para a posição da ferramenta se G12. G02. imediatamente após a especificação de G12. G99 . O endereço do eixo de rotação é usado como endereço para o segundo eixo (eixo virtual) do plano. Avanço por minuto. porém. A restante distância a percorrer em um bloco é. . . D Interpolação circular no plano de coordenadas polares D Movimento ao longo de eixos que não estão no plano de interpolação de coordenadas polares D Indicação da posição atual no modo de interpolação de coordenadas polares A ferramenta movimenta-se normalmente ao longo desses eixos. . . . V e W (paralelos ao eixo básico) podem ser usados com os códigos G do tipo B e C. Comando de macro de usuário G98. G01 . . . depende exclusivamente do eixo de rotação. . . . avanço por rotação Os endereços para a especificação do raio de um arco para a interpolação circular (G02 ou G03) no plano de interpolação de coordenadas polares. . . os comandos do programa são especificados com coordenadas cartesianas no plano de interpolação de coordenadas polares. . se o eixo linear for o eixo X ou um eixo paralelo ao eixo X. São apresentadas as coordenadas atuais. O raio de um arco também pode ser especificado com um comando R. . . . . . . . dependem do primeiro eixo do plano (eixo linear). D K e I no plano Zp-Xp. . G40. .1. G41. . D Códigos G que podem ser especificados no modo de interpolação de coordenadas polares Interpolação linear Interpolação circular Pausa Compensação do raio da ponta da ferramenta (A interpolação de coordenadas polares é aplicada ao caminho da ferramenta após a compensação da ferramenta de corte. Se deverá ser especificado um diâmetro ou um raio para o primeiro eixo do plano. G03 . . se o eixo linear for o eixo Y ou um eixo paralelo ao eixo Y. . . D I e J no plano Xp-Yp. O eixo virtual encontra-se na coordenada 0. . . G04 . . A interpolação polar é iniciada. G66.

definido para uma figura programada em um sistema de coordenadas cartesianas. na prática poderá ser necessário utilizar um valor ligeiramente inferior ao valor teórico. na interpolação de coordenadas polares. etc. D Reinício do programa D Velocidade de avanço de corte para o eixo de rotação AVISO ∆X θ1 θ2 θ3 L 1 L 2 L 3 L : Distância (em mm) entre o centro da ferramenta e o centro da peça. Nesse caso. Para evitar que a componente do eixo C exceda a velocidade máxima de avanço de corte definida para esse eixo.1. No modo G12. a componente da velocidade de avanço do eixo C aumenta. quando o centro da ferramenta se encontra tão próximo quanto possível do centro da peça R :Velocidade máxima de avanço de corte (graus/min) do eixo C Assim. L2 e L3.4. A fórmula fornece um valor teórico. o ângulo em que a ferramenta se desloca por unidade de tempo -.correspondente a ∆X no sistema de coordenadas cartesianas -. O modo de interpolação de coordenadas polares não pode ser ativado nem desativado (G12. podendo exceder a velocidade máxima de avanço de corte definida para o eixo C (no parâmetro (nº 1422)). no qual o sistema de coordenadas tenha origem no centro do eixo de rotação. A componente C da velocidade de avanço poderá exceder a velocidade máxima de avanço de corte definida para o eixo C. ∆X é a distância percorrida pela ferramenta por unidade de tempo. o sistema de coordenadas não pode ser alterado (G92.1 têm de ser especificados no modo de cancelamento da compensação do raio da ponta da ferramenta (G40).). 48 . reduza a velocidade de avanço especificada através do endereço F ou crie um programa que impeça que a ferramenta (centro da ferramenta. Por outras palavras.1) no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta (G41 ou G42). À medida que a ferramenta se aproxima do centro da peça.aumenta de θ1 paraθ 2 para θ3. é ativado um alarme (ver figura abaixo). no movimento que a ferramenta deverá executar no eixo de rotação (eixo C) e no eixo linear (eixo X). O programa não pode ser reinicializado nos blocos que se encontrem no modo G12. G53. pode ser calculada por meio da fórmula abaixo. quando se encontra aplicada a compensação do raio da ponta da ferramenta) se aproxime do centro da peça. devido a um eventual erro de cálculo. F < L× R × π 18 0 (mm/min) D Programação do diâmetro e do raio A programação do raio é aplicada ao eixo de rotação (eixo C). FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Restrições D Sistema de coordenadas para a interpolação de coordenadas polares D Comando de compensação do raio da ponta da ferramenta Antes da especificação de G12. A interpolação de coordenadas polares converte o movimento da ferramenta. reposição das coordenadas relativas. é necessário definir um sistema de coordenadas da peça. À medida que a ferramenta se desloca de L1 para L2 e para L3. mesmo que a programação do diâmetro seja utilizada no eixo linear (eixo X). dado que o movimento da ferramenta no sistema de coordenadas cartesianas foi convertido no movimento da ferramenta para o eixo C e o eixo X. a velocidade a ser especificada com o endereço F.1. Considere as linhas L1. Especifique a velocidade permitida com base na fórmula. G52.1. a uma velocidade de avanço definida com o endereço F no sistema de coordenadas cartesianas.1 ou G13. G12. a componente da velocidade de avanço do eixo C aumenta à medida que a ferramenta se aproxima do centro da peça. G54 através de G59.1 ou G13.

0 .0 . (programa baseado nas coordenadas N0206 G03 X--20. N0202 C10.0 C20. N0208 C0 .0 . Programa geométrico N0205 C--10.0 I10.0 F _ .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. Início da interpolação de coordenadas polares N0201 G42 G01 X40. O0001. eixo C com programação do raio. N0210 G13.0 C0 Z _ . Posicionamento na posição inicial N0200 G12. baseado no eixo X (eixo linear) e no eixo C (eixo de rotação) C’ (eixo hipotético) Eixo C Caminho da ferramenta após a compensação do raio da ponta da ferramenta Caminho programado N204 N205 N203 N202 N208 N201 N200 Ferra-menta Eixo X N206 N207 Eixo Z Eixo X com programação do diâmetro.1. N0400 X __C __ . N010 T0101 N0100 G00 X120. N0204 G01 X--40.0 J0 .0 . plano X--C’) N0207 G01 X40.0 .0 .0 R10. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO Exemplos Exemplo de um programa para a interpolação de coordenadas polares. 49 .0 C--20. N0203 G03 X20.1 . N0900M30 . Cancelamento da interpolação de coordenadas plares N0300 Z __ . N0209 G40 X120.

1 IP r . É possível utilizar G107 em vez de G07. se o eixo de rotação for um eixo paralelo ao eixo X. é convertida internamente. Explicações D Seleção de plano (G17. 50 . A função de interpolação cilíndrica permite desenvolver o lado de um cilindro na programação. G19) Utilize o parâmetro nº 1002 para especificar se o eixo de rotação é o eixo X. G17 terá de especificar um plano Xp-Yp que é um plano definido pelo eixo de rotação e pelo eixo Y ou por um eixo paralelo ao eixo Y.1 IP 0 . a criação de programas destinados.1 IP r . NOTA Os eixos U. ou um eixo paralelo a um desses eixos. assim.1.6 INTERPOLAÇÃO CILÍNDRICA (G07. uma só vez. programada por meio de um ângulo. Inicia o modo de interpolação cilíndrica (ativa a interpolação cilíndrica). G07. IP : Endereço para o eixo de rotação r : Raio do cilindro Formato Especifique G07. G18. Y ou Z. Por exemplo. em blocos separados. facilitando. e G07. : : : G07. Especifique o código G para selecionar um plano para o qual o eixo de rotação corresponda ao eixo linear definido.1 IP 0. de maneira a que a interpolação linear ou circular possa ser executada com outro eixo. D Velocidade de avanço A velocidade de avanço especificada no modo de interpolação cilíndrica corresponde à velocidade válida na superfície cilíndrica desenvolvida. O modo de interpolação cilíndrica é cancelado. por exemplo. V e W (paralelos ao eixo básico) podem ser usados com os códigos G do tipo B e C.1) A distância percorrida em um eixo de rotação. Após ter sido executada a interpolação. à usinagem cilíndrica de cames. essa distância é reconvertida na distância percorrida no eixo de rotação. Só é possível definir um eixo de rotação para a interpolação cilíndrica. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4.4. em uma distância de um eixo linear ao longo da superfície externa.

o raio do arco não pode ser especificado com o endereço de palavra I. poderá ocorrer um erro pela razão acima descrita. G03) No modo de interpolação cilíndrica. essa distância é reconvertida em um ângulo. a distância real percorrida pode divergir da distância especificada. G02 (G03) Z__C__R__. deve especificar-se 5 (eixo paralelo ao eixo X). G02 (G03) Z__C__R__. 51 . o comando para a interpolação circular é: G18 Z__C__. 2×2πR Distância real = MOVIMENTO/ROT × Valor es. Após a interpolação. o comando para a interpolação circular é: G19 C__Z__. Neste caso. cancele qualquer compensação do raio da ponta da ferramenta que se encontre em curso. programada por meio de um ângulo.4. Conseqüentemente. em uma distância de um eixo linear na superfície externa. porém. J ou K. é convertida internamente. No modo de interpolação cilíndrica. Em seguida.× pecificado percorrida MOVIMENTO/ROT 2×2πR MOVIMENTO : ROT R Distância percorrida por cada rotação do eixo de rotação (valor especificado no parâmetro nº 1260) D Compensação do raio da ponta da ferramenta D Precisão da interpolação cilíndrica : Raio da peça : Arredondado para o menor incremento de entrada Restrições D Especificação do raio do arco no modo de interpolação cilíndrica D Interpolação circular e compensação do raio da ponta da ferramenta No modo de interpolação cilíndrica. O raio R é utilizado nos comandos da mesma forma descrita na seção 4. Este erro não é. se um cilindro possuir um raio pequeno. contudo. a distância percorrida em um eixo de rotação. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO D Interpolação circular (G02. inicie e cancele a compensação do raio da ponta da ferramenta dentro do modo de interpolação cilíndrica.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. Neste caso. a interpolação circular não é executada corretamente no modo de interpolação cilíndrica. antes de iniciar o modo de interpolação cilíndrica. Para o eixo C do parâmetro nº 1022 também pode introduzir-se 6 (eixo paralelo ao eixo Y). Se o modo de interpolação cilíndrica for iniciado quando já se encontra aplicada a compensação do raio da ponta da ferramenta. Para executar a compensação do raio da ponta da ferramenta no modo de interpolação cilíndrica. uma só vez. a interpolação circular pode ser executada com o eixo de rotação e com um outro eixo linear. Para a conversão. < Exemplo: Interpolação circular entre o eixo Z e o eixo C > Para o eixo C do parâmetro nº 1022. a distância percorrida é arredondada para o menor incremento de entrada. acumulativo. Se no modo de interpolação cilíndrica for executada uma operação manual com ”absoluto manual” ativado. O raio não é expresso em graus mas em milímetros (para a entrada em mm) ou em polegadas (para a entrada em polegadas). de maneira a que a interpolação linear ou circular possa ser executada com outro eixo.

No modo de interpolação cilíndrica. No modo de interpolação cilíndrica. G80 através de G89). não é possível fazer o reset do modo de interpolação cilíndrica. não é possível especificar operações de posicionamento (incluindo as operações que produzem os ciclos de deslocamento rápido. não podem ser especificados durante o modo de interpolação cilíndrica. É necessário cancelar primeiro o modo de interpolação cilíndrica. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Posicionamento No modo de interpolação cilíndrica. é necessário cancelar o modo de interpolação cilíndrica. A interpolação cilíndrica (G07. não é possível especificar um sistema de coordenadas G50 da peça.1) não pode ser executada no modo de posicionamento (G00). Os ciclos fixos de perfuração. Antes de se poder especificar o posicionamento. G81 a G89. D Definição de um sistema de coordenadas D Especificação do modo de interpolação cilíndrica D Ciclo fixo para perfurar durante o modo de interpolação cilíndrica D Espelhamento para cabeçote duplo de torno-revólver 52 . O espelhamento para cabeçote duplo de torno-revólver (G68 e G69) não pode ser especificado durante o modo de interpolação cilíndrica. tais como G28.4. antes de se proceder ao seu reset.

1 C0 . N06 G03 Z90. Z mm 120 110 90 70 60 N0 5 N06 N11 N07 N08 N09 N10 N12 N13 C Z R 0 30 60 70 150 190 230 270 360 C Graus 53 .0 .0 .0 R75. N10 G02 Z70.0 C190. N12 G03 Z120.0 C270. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO Exemplos Exemplo de um Programa de Interpolação Cilíndrica O0001 (INTERPOLAÇÃO CILÍNDRICA ).0 .0 R10. N04 G01 G42 Z120. N08 G02 Z60.0 .0 R75. N07 G01 Z70.0 . N03 G07. N14 G40 Z100.0 C230. N09 G01 C150.0 R30.0 C0 . N16 M30 .0 . N11 G01 Z110.0 .1 H57299 . N13 G01 C360.0 D01 F250 . N05 C30. N02 G01 G18 W0 H0 .0 . N01 G00 Z100.0 C70.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4.0 .0 C60. N15 G07.0 .

7 (b) Rosca cônica Fig. A velocidade do fuso é lida pelo codificador de posição do fuso em tempo real e convertida na velocidade de avanço de corte (no modo de avanço por minuto). é possível cortar roscas cônicas e em espiral. Não sendo assim. 4.7 ROSCA DE PASSO CONSTANTE (G32) Utilizando-se o comando G32. então. 4. o passo da rosca é incorreto. movimentada. 54 . 4. Uma vez que a abertura de rosca é iniciada quando o codificador de posição instalado no fuso transmite um sinal para 1 volta. o processo de abertura de rosca é iniciado em um ponto fixo e o caminho da ferramenta na peça não é alterado durante as repetidas aberturas de rosca. L L L Fig.4. IP_: Ponto final F_: Passo do eixo longo (sempre em programação do raio) Eixo X Ponto final X δ2 Z α δ1 Ponto inicial 0 L Eixo Z Fig.7 (a) Rosca reta Fig. desde o corte grosseiro até o corte de acabamento de um parafuso. 4. a abertura da rosca é repetida ao longo do mesmo caminho da ferramenta.7 (c) Rosca em espiral Formato G32IP_F_. bem como roscas de passo reto. Ter em atenção que a velocidade do fuso tem de permanecer constante desde o corte grosseiro até o corte de acabamento. à qual a ferramenta será. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4.7 (d) Exemplo da abertura de rosca Explicações Em geral.

999999 polegadas p g 55 . A Tabela 4.7 (e) LZ e LX de uma rosca cônica Geralmente.000001 a 9. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO X Rosca cônica LX α Z LZ passo α≦45° é LZ passo α≧45° é LX Fig.7 apresenta as faixas permitidas para a especificação do passo de rosca. 4. etc.7: Faixas de dimensões permitidas para os passos de rosca Menor incremento de comando Entrada em mm Entrada em polegadas de 0. provoca passos de rosca ligeiramente incorretos nos pontos inicial e final de uma abertura de rosca. Tabela 4.. Para compensar esta situação. o comprimento da abertura de rosca deveria ser especificado com um valor um pouco maior do que o necessário.0000 mm de 0.0001 a 500. o atraso do sistema servo.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4.

G00 U62. U--64. Z 72.0 Z29. Abertura de rosca reta Na programação.0 . programação do diâmetro) δ1 0 φ14 Eixo Z G00 X 12.5 F4. W74.0 .0 .5mm na direção do eixo Z δ1=2mm δ2=1mm Profundidade de corte na direção do eixo X é 1mm (corte duplo) (Entrada em milímetros.5mm Profundidade de corte :1mm (corte duplo) (Entrada em milímetros. Z 72.0 .5 .0 . são usados os valores seguintes : Passo de rosca : 3. W74. G32 X 41. (No segundo corte.0 . G00 X 50.0 . Eixo X φ50 φ43 δ2 30 40 56 .0 . cortar mais 1 mm) G32 W--74.5 .0 F3.0 Z72.4. programação do diâmetro) G00 U--62.0 Z29.0 . (No segundo corte. são usados os valores seguintes : Passo de rosca :4mm δ1=3mm δ2=1.5 . FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Explicações 1.0 .5 .0 . cortar mais 1 mm) G32 X 39. Abertura de rosca cônica Na programação. G00 X 50. G00 U64. X 10. Eixo X 30 mm δ2 δ1 Eixo Z 70 2.0 . G32 W--74.

) G32 . 11 A função de retração do ciclo de abertura de rosca não é eficaz para G32. mesmo que o bloco atual seja um bloco de abertura de rosca. Use. não use o controle da velocidade de corte constante durante a abertura de rosca. sem esperar pela deteção do sinal de 1 rotação. Se o botão de bloqueio de avanço for pressionado durante a abertura de rosca. tal como se tivesse sido premido o botão BLOCO ÚNICO. 57 . quando o modo é alterado de um modo de operação automática para outro. a ferramenta pára após a execução de um bloco em que não se encontre especificada a abertura de rosca. a ferramenta pára depois da execução do bloco não especificando a abertura de rosca como para o modo de bloco único da nota 4. Assim que a ferramenta pára. G32Z _ F_ . a ferramenta pára no primeiro bloco não especificando a abertura de rosca como quando o botão de bloqueio de avanço é carregado conforme mencionado na nota 3. G97. (O sinal de 1 rotação não é detetado antes deste bloco. a lâmpada se apaga (estado de parada de bloco único). e a velocidade do fuso for alterada. a ferramenta pára após a execução do primeiro bloco que não inclua a abertura de rosca. a função de bloqueio de avanço não é eficaz durante a abertura de rosca. (Considerado como um bloco de abertura de rosca. Z _. se o botão de BLOQUEIO DE AVANÇO for acionado no painel de comando da máquina. A lâmpada de bloqueio de avanço (lâmpada SPL) acende. porém. No entanto. 6 Se o bloco anterior for um bloco de abertura de rosca.(O sinal de 1 rotação também não é detetado.) Z_ F_ . o corte será imediatamente iniciado. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO AVISO 1 A correção da velocidade de avanço encontra--se ativa (fixada a 100%) durante a abertura de rosca.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. 4 Se a abertura de rosca for executada no estado de bloco único. 8 O bloco de deslocamento precedente ao bloco de abertura de rosca não pode incluir comandos de chanfragem nem de canto R. 10 A função de override da velocidade do fuso está desativada durante a abertura de rosca.) 7 Se o controle da velocidade de corte constante estiver ativo durante a abertura de rosca em espiral ou de rosca cônica. Por isso. a ferramenta pára no bloco que não inclui a abertura de rosca. imediatamente após o bloco de abertura de rosca. 3 Se o botão de BLOQUEIO DE AVANÇO continuar premido ou for novamente premido no primeiro bloco que não inclui a abertura de rosca. 9 Um bloco de abertura de rosca não pode incluir comandos de chanfragem nem de canto R. em vez disso. o passo de rosca poderá não ser cortado corretamente. Portanto. 2 É muito perigoso parar o avanço da ferramenta de abertura de rosca sem parar primeiro o fuso. A velocidade do fuso está fixada para 100%. 5 Quando o modo é alterado de operação automática para operação manual durante a abertura de rosca. pois isso iria aumentar subitamente a profundidade do corte.

8: Faixa de valores permitidos para K Entrada em mm Entrada em polegadas De 0. De 0. o valor máximo do passo é ultrapassado como resultado do aumento ou diminuição por K ou o passo possui um valor negativo. permite a execução da abertura de rosca com passo variável.4. por exemplo.999999 pol/rot.8. Fig.0000 mm/rot. quando K tem um valor que excede o que é apresentado na Tabela 4. 4. 58 .8 ABERTURA DE ROSCA DE PASSO VARIÁVEL (G34) A especificação de um aumento ou diminuição do passo de rosca por cada rotação da hélice.0 F8.3 . FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4. IP : Ponto final F : Passo de rosca no sentido do eixo longitudinal.3 mm/rotação G34 Z-72. AVISO A “Retração do Ciclo de Abertura de Rosca” não é eficaz para G34.000001 a  9.8 apresenta a faixa de valores que podem ser especificados como K. exceto K. Tabela 4. são iguais aos da abertura de rosca reta/cônica com G32. O alarme P/S (nº 14) é acionado. A Tabela 4.0 K0.8 Hélice de passo variável Formato G34 IP_F_K_.0001 a 500. no ponto inicial K : Incremento e decremento do passo por rotação do fuso Explicações Todos os endereços.0 mm Aumento do passo de rosca: 0. Exemplos Passo de rosca no ponto inicial: 8.

que o sincronismo com o fuso seja perturbado durante a transição entre blocos. se torna possível executar operações especiais de abertura de rosca.9 ABERTURA DE ROSCA CONTÍNUA Na função de rosqueamento contínuo. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO 4. 2 A sobreposição de blocos não é eficaz em blocos extremamente pequenos. nas quais o passo de rosca e o contorno se alteram a meio caminho. são eliminadas. 59 .9 Abertura de rosca contínua Mesmo que seja repetida a mesma seção para a abertura de rosca. Dado que o sistema é controlado de forma a impedir. enquanto a profundidade de corte é alterada. NOTA 1 A sobreposição de blocos também é eficaz para o comando G01. este sistema permite uma usinagem correta sem prejudicar a rosca. as seções de usinagem descontínuas. produzindo uma superfície com um acabamento excelente. Explicações G32 G32 G32 Fig. Assim. sobrepõem-se com o próximo movimento para o processamento e saída de pulsos (sobreposição de blocos). devido à interrupção do movimento durante os blocos de usinagem contínua. os pulsos fracionários emitidos para a transição entre blocos de movimento. 4. permitindo um comando contínuo do bloco que contém as instruções para a abertura de rosca.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. tanto quanto possível.

Se não for especificado nenhum valor. Use sempre o formato de fita FS15 para o comando de abertura de rosca múltipla G76.10 ABERTURA DE ROSCA MÚLTIPLA Através do endereço Q é possível especificar um ângulo entre o sinal de 1 rotação do fuso e o início da abertura de rosca. tendo.000. G32 IP_ Q_ . Formato (Rosca de passo constante) G32 IP_ F_ Q_ . assim. Se for especificado um valor superior a 360000 (360 graus). visto que este valor contém um ponto decimal. O incremento do ângulo inicial (Q) é de 0. Exemplo: Para um ângulo de deslocamento de 180 graus.001 graus. Não é possível especificar Q180. especifique Q180000. o programa assume o valor 0. IP_: Ponto final F_: Passo na direção longitudinal Q_ : Ângulo inicial da abertura de rosca Explicações D Comandos permitidos para a abertura de rosca G32: G34: G76: G92: Abertura de rosca de passo constante Abertura de rosca de passo variável Ciclo de abertura de rosca múltipla Ciclo de abertura de rosca Limitações D Ângulo inicial O ângulo inicial não é um valor de ação contínua (modal). Hélices de rosca múltipla.4. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4. O ângulo inicial (Q) pode ser especificado entre 0 e 360000 (em unidades de 0. que não é possível especificar um ponto decimal. 60 D Incremento do ângulo inicial D Faixa permitida para o ângulo inicial D Abertura de rosca múltipla (G76) . possível produzir facilmente hélices de rosca múltipla. Torna-se. o mesmo será arredondado para 360000 (360 graus). de ser especificado sempre que é usado. portanto. Ter em atenção.001 graus). e deslocar o ângulo de início da abertura de rosca.

0 . G32 W. W38.0 Q0 . G00 X72. X40.0 F4.0 Q180000 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. G00 X72. 61 .0 .0 .0 F4.38. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO Exemplos Programa para hélices de rosca dupla (com ângulos iniciais de 0 e 180 graus) G00 X40.0 .0 .0 . G32 W. W38.38.

é ativado o alarme P/S nº 035. Para mais informações sobre a utilização desta função.11 FUNÇÃO DE SALTO (G31) A interpolação linear pode ser programada através da especificação de um movimento axial a seguir ao comando G31. override da velocidade de avanço. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4. A função de salto é usada quando o fim da usinagem não está programado. G31: Código G de ação simples (eficaz apenas no bloco em que foi especificado) Explicações Quando o sinal de salto está ativo. Para ativar estas funções.4. 62 . os valores das coordenadas podem ser utilizados em uma macro de usuário. da seguinte forma: #5061 Valor da coordenada do eixo X #5062 Valor da coordenada do eixo Z #5063 Valor da coordenada do 3º eixo #5064 Valor da coordenada do 4º eixo AVISO Para aumentar a precisão da posição da ferramenta quando é introduzido o sinal de salto. defina o bit 7 (SKF) do parâmetro n. dado que se encontram memorizados nas variáveis #5061 a #5068 do sistema de macros de usuário. 2 No salto rápido. funcionamento em vazio e aceleração/desaceleração automática são ativadas para a função de salto. NOTA 1 Se o comando G31 for emitido enquanto a compensação do raio da ponta da ferramenta estiver ativa. o funcionamento em vazio e a aceleração/desaceleração automática são desativados para a função de salto se a velocidade de avanço for especificada como um valor de avanço por minuto. a execução do comando é interrompida e o bloco seguinte executado. mas é especificado por meio de um sinal da máquina. consulte o manual publicado pelo fabricante da máquina-ferramenta. Cancele a compensação da ferramenta com o comando G40. Esta função também pode ser usada para medir as dimensões de uma peça.º 6200 para 1. é ativado um alarme P/S (nº 211). independentemente da definição do bit SKF. Se for introduzido um sinal de salto externo durante a execução deste comando. se G31 for executado no modo de avanço por rotação. o override da velocidade de avanço. Formato G31 IP_ . durante a retificação. por exemplo. Se a velocidade de avanço for especificada como um valor de avanço por rotação. antes de especificar o comando G31. tal como G01.

0 Movimento efetivo Movimento sem sinal de salto Fig.11 (b) O bloco seguinte é um comando absoluto para 1 eixo D O bloco a seguir a G31 é um comando absoluto para 2 eixos G31 G90X200.11 (a) O bloco seguinte é um comando incremental D O bloco a seguir a G31 é um comando absoluto para 1 eixo G31 Z200.0 X W100 100.11 (c) O bloco seguinte é um comando absoluto para 2 eixos 63 . X O sinal de salto é introduzido aqui 10 0 (300.0 Z Movimento efetivo Movimento sem sinal de salto Fig. 4. X100.0 F100.0. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO Exemplos D O bloco a seguir a G31 é um comando incremental G31 W100. 4.00 F100.0 O sinal de salto é introduzido aqui 50.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. X300.0 Z100.0 F100.0.100) Movimento efetivo Movimento sem sinal de salto 100 200 300 Z Fig 4. X100. U50.0 O sinal de salto é introduzido aqui X200.0. U50.

Q4 Explicações O salto multi-etapas é programado através da especificação de P1. P)_ : Tempo de pausa Q_ : Q1 . A especificação não está limitada à correspondência de um a um. P)__ (Q__) . P2. 2. a função de salto multi-etapas armazena coordenadas em uma variável de macro de usuário quando um sinal de salto (4 pontos ou 8 pontos. mesmo que Q não seja especificado. usinagem semi-fina. CUIDADO A pausa não é ignorada se não for especificado Qn e definidos os parâmetros DS1--DS8 (nº 6206#0--#7). 8 pontos quando um sinal de salto rápido é usado) é ligado. é possível executar automaticamente uma série de operações. Q2.3.4. Formato Comando de movimento G31 IP __ F __ P __ . para saltar os programas que estão sendo executados. Os parâmetros nº 6202 a 6205 podem ser utilizados para definir se será aplicado um sinal de salto de 4 ou de 8 pontos (se for utilizado um sinal de salto rápido). por exemplo. bem como para corresponder a um Pn ou Qn na base de um para um. É possível especificar que um sinal de salto corresponda a dois ou mais Pn ou Qn (n=1. usinagem fina ou de retificação fina sejam terminadas. X(U.2. A seleção (de Q1. desde a usinagem grosseira até à retificação fina. IP_ : Ponto final F_ : Velocidade de avanço P_ : P1-P4 Pausa G04 X (U. Na retificação de perfis.12 SALTO MULTI-ETAPAS Num bloco especificando P1 a P4 após G31. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 4. P3 ou P4) é explicada no manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Especificando-se Q1. tal como acontece quando se especifica G31. D Correspondência dos sinais de salto 64 . A seleção (de P1. Podem utilizar-se os parâmetros nº 6202 a nº 6205 para selecionar um sinal de salto de 4 ou de 8 pontos (se for utilizado um sinal de salto rápido). Q2. É possível servir-se de um sinal de salto emitido pelo equipamento. tal como um instrumento de medição de dimensões fixas. é possível ignorar a pausa. aplicando-se um sinal de salto sempre que as operações de usinagem grosseira. 4). Os bits 0 (DS1) a 7 (DS8) do parâmetro nº 6206 também podem ser utilizados para especificar uma pausa. Q3 ou Q4 em G04 (comando de pausa). Q3 ou Q4) é explicada no manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.4). Pode ocorrer um salto. 3. Um sinal de salto pode ser definido de forma a corresponder a vários Pn ou Qn (n=1. P2. P3 ou P4 em um bloco G31.

Apenas um eixo pode ser controlada em cada bloco com G31 P98/99. depois de finalizado. as variáveis de macros de usuário contêm as coordenadas existentes no final do salto. (Ver seção 4. um sinal de SALTO pode originar um salto. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO 4. G31: Código G de ação simples (eficaz apenas no bloco em que foi especificado) Formato Explicações D G31 P99 Se o limite de torque do motor for alcançado ou for recebido um sinal de SALTO durante a execução de G31 P99. O salto é efetuado quando é emitido um sinal que indica que o limite do torque foi alcançado (devido à pressão aplicada ou por qualquer outro motivo).9.13 SALTO DO LIMITE DE TORQUE (G31 P99) Com o torque do motor limitado (por exemplo. não ocorre um salto mesmo se for atingido um limite de torque. Com G31 P99. é possível produzir o mesmo tipo de avanço de corte como com G01 (interpolação linear). A introdução de um sinal de SALTO durante a execução de G31 P98 não provoca um salto. Se o sinal que indica o alcance do limite de torque for introduzido durante a execução de G31 P99/98 e a quantidade de erros do servo for superior a 32767. G31 P98 IP_ F_ . consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. G31 P99 IP_ F_ . o alarme P/S nº 015 é gerado. Quando G31 P99/98 é especificado.) Se um sinal de SALTO der origem a um salto com G31 P99. Para mais informações sobre a utilização desta função. as variáveis do sistema de macros de usuário contêm as coordenadas baseadas no sistema de coordenadas da máquina. mas não as coordenadas existentes no momento em que o sinal de SALTO foi introduzido. o comando de movimento atual é cancelado e o bloco seguinte executado.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 4. através de um comando de movimento a seguir a G31 P99 (ou G31 P98). o comando de movimento continua. é ativado o alarme P/S nº 244. O sinal de SALTO <X0004#7/Unidade porta-ferramenta 2 X0013#7> não exerce qualquer influência sobre G31 P98. Se não for especificado um limite de torque antes da execução de G31 P99/98. por um comando de limite de torque emitido através da janela do PMC). Se dois ou mais eixos forem especificados para serem controlados em esses blocos ou se não ocorrer um comando de eixo. mas não um salto rápido. D G31 P98 D Comando de limite de torque D Variável do sistema de macros de usuário Limitações D Comando de eixos D Erro do servo D Salto rápido 65 . o comando de movimento atual é cancelado e o bloco seguinte executado. Se o limite de torque do motor for alcançado durante a execução de G31 P98.

nos comandos de salto G31. FUNÇÕES DE INTERPOLAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Sincronização simplificada e controle de eixo angular D Controle da velocidade G31 P99/98 não pode ser aplicado aos eixos submetidos a uma sincronização simplificada. caso contrário G31 P99/98 permitirá a execução de comandos de movimento. nem aos eixos X ou Z. sem originar um salto. : % O limite de torque é especificado através da janela do PMC. Portanto. NOTA Se G31 for ativado durante a compensação do raio da ponta da ferramenta. execute G40 para cancelar a compensação do raio da ponta da ferramenta. é ativado o alarme P/S nº 035. : : Mjj . F500 . : : M30 . override e aceleração ou desaceleração automática. antes de ativar G31. : : MDD . D Comandos consecutivos AVISO Especifique sempre o limite de torque antes do comando G31 P99/98. F100 . : G01 X100. Comando de salto do limite de torque Comando de movimento ao qual é aplicado o limite de torque Limite de torque cancelado pelo PMC 66 . G31 P99/98 não pode ser usado em blocos consecutivos. se os mesmos se encontrarem sob um controle de eixo angular. : : G31 P99 X200.4. Exemplos O0001. É necessário definir o bit 7 (SKF) do parâmetro nº 6200 para desativar as funções de funcionamento em vazio.

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 5. FUNÇÕES DE AVANÇO 5 FUNÇÕES DE AVANÇO 67 .

Estão disponíveis as duas funções de avanço seguintes: 1. D Aceleração/ Desaceleração automática Para evitar um choque mecânico. 5. FUNÇÕES DE AVANÇO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 5.1 (a)). Velocidade de deslocamento rápido FR FR : Velocidade de des- T R: Constante de locamento rápido 0 tempo de aceleração/desaceleração para a velocidade de deslocamento rápido Tempo TR Velocidade de avanço TR FC FC : Velocidade de avanço T C : Constante de tempo de aceleração/ desaceleração para a velocidade de avanço de corte Tempo 0 TC TC Fig.1 (a) Aceleração/desaceleração automática (exemplo) 68 .1 ASPECTOS GERAIS D Funções de avanço As funções de avanço controlam a velocidade de avanço da ferramenta. a aceleração/desaceleração é aplicada automaticamente no momento em que a ferramenta inicia e termina o seu movimento (Fig. a ferramenta se move à velocidade de deslocamento rápido programada no CNC (parâmetro nº 1420). Deslocamento rápido Quando se especifica o comando de posicionamento (G00). D Override O override pode ser aplicado à velocidade de deslocamento rápido ou à velocidade de avanço de corte. pressionando-se o respectivo botão no painel de operação da máquina. 5. 2. Avanço de corte A ferramenta se move à velocidade de avanço de corte programada.5.

Os seguintes overrides podem ser aplicados à velocidade de deslocamento rápido. poderá obter-se um caminho de canto arredondado (Fig. 5. 5. 5. Portanto. não sendo.1 (c) Exemplo do desvio radial na interpolação circular O caminho de canto arredondado ilustrado na Fig. é necessário controlar a velocidade de avanço para que a ferramenta se movimente da forma programada. X Caminho programado Caminho real da ferramenta 0 Z Fig. 50. 25. 5. durante o avanço de corte. 5.2 DESLOCAMENTO RÁPIDO Formato G00 IP_ .1 (b) e o desvio radial ilustrado na Fig. Para informações mais detalhadas. dependem da velocidade de avanço. necessário programar uma velocidade de avanço rápido. No deslocamento rápido. A velocidade de deslocamento rápido é definida para cada eixo por meio do parâmetro nº 1420. G00: Código G (grupo 01) para o posicionamento (deslocamento rápido) IP_.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 5. X ∆r:Erro Caminho programado Caminho real da ferramenta r 0 Z Fig.1 (b)). FUNÇÕES DE AVANÇO D Caminho da ferramenta em avanço de corte Se a direção do movimento for alterada entre os blocos programados.1 (b) Exemplo do caminho da ferramenta entre dois blocos Na interpolação circular ocorre um desvio radial (Fig. assim.1 (c)). pressionando-se o respectivo botão no painel de operação da máquina: F0. Palavra de dimensão para o ponto final Explicações O comando de posicionamento (G00) posiciona a ferramenta por meio do deslocamento rápido. 5. o bloco seguinte é executado depois da velocidade de avanço especificada passar para 0 e do motor servo alcançar uma determinada faixa definida pelo fabricante da máquina-ferramenta (controle da posição). consulte o manual aplicável do fabricante da máquina-ferramenta. 100% F0: Permite que uma velocidade de avanço fixa seja definida para cada eixo pelo parâmetro nº 1421. 69 .1 (c). 5.

especificando um número depois de F.3 AVANÇO DE CORTE A velocidade de avanço da interpolação linear (G01). consulte o manual correspondente fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. é programada com números após o código F. FUNÇÕES DE AVANÇO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 5. se especifica o valor de avanço da ferramenta por minuto. o valor de avanço da ferramenta por minuto deve ser definido diretamente.. Formato Avanço por minuto G98 . etc. G98 é válido até que seja especificado G99 (avanço por rotação). Quando se liga a máquina. fica ativo o modo de avanço por rotação. Depois de selecionado. interpolação circular (G02. É possível aplicar ao avanço por minuto uma correção de 0% a 254% (em passos de 1%). Avanço por rotação (G99) Após F. 2. o bloco seguinte é executado de forma a minimizar a alteração da velocidade de avanço em relação ao bloco precedente. por meio do respectivo botão do painel de operação da máquina. Estão disponíveis dois modos de especificação: 1. Para informações mais detalhadas. G03). G98 é um código modal.5. F_ .3 (a) Velocidade de avanço tangencial (F) D Avanço por minuto (G98) Após a especificação de G98 (no modo de avanço por minuto). G99 . Avanço por minuto (G98) Após F. Código G (grupo 05) para o avanço por minuto Comando da velocidade de avanço (mm/min ou polegadas/min) Código G (grupo 05) para o avanço por rotação Comando da velocidade de avanço (mm/rotação ou polegadas/rotação) Avanço por rotação Explicações D Controle da constante da velocidade tangencial O avanço de corte é controlado de forma que a velocidade de avanço tangencial corresponda sempre à velocidade de avanço especificada. 5. X X Ponto inicial F Centro Z Interpolação linear Interpolação circular Ponto final Z Ponto final F Ponto inicial Fig. se especifica o valor de avanço da ferramenta por rotação do fuso. F_ . 70 . No avanço de corte.

Quanto menor for o número de rotações do fuso.3 (c) Avanço por rotação CUIDADO 1 Se o fuso trabalhar a uma velocidade baixa. é possível especificar os comandos de avanço por rotação. à abertura de rosca.3 (b) Avanço por minuto AVISO Não é possível aplicar um override a alguns dos comandos. 5. D Avanço por rotação (G99) Após a especificação de G99 (no modo de avanço por rotação). como p. D Fixação da velocidade de avanço de corte Pode definir-se um limite superior comum na velocidade de avanço de corte ao longo de cada eixo com o parâmetro nº 1422. tanto mais freqüentemente ocorrerão flutuações na velocidade de avanço. 2 Não é possível aplicar um override a alguns dos comandos. (O CNC converte os comandos de avanço por rotação em comandos de avanço por minuto. Se uma velocidade real de avanço de corte (com um override aplicado) exceder um limite superior especificado. ex. Se o bit 0 (NPC) do parâmetro nº 1402 for definido com 1. como p. ex. poderão verificar--se flutuações na velocidade de avanço.) F Quantidade de avanço por rotação do fuso (mm/rot ou pol/rot) Fig. Depois de selecionado.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 5. à abertura de rosca. ela é fixada para o limite superior. FUNÇÕES DE AVANÇO F Quantidade de avanço por minuto (mm/min ou pol/min) Fig. É possível aplicar ao avanço por rotação uma correção de 0% a 254% (em passos de 1%). especificando um número depois de F. por meio do respectivo botão do painel de operação da máquina. 5. 71 . consulte o manual correspondente fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. o valor de avanço da ferramenta por rotação do fuso deve ser definido diretamente. G99 é um código modal. G99 é válido até que seja especificado G98 (avanço por minuto). Para informações mais detalhadas. mesmo que não seja usado um codificador de posição.

durante o estado estável: D Referência A faixa de velocidades de avanço especificáveis pode ser consultada no Anexo C. ou G04 P_ . X_ : Especifique o tempo (são permitidos números decimais) U_ : Especifique o tempo (são permitidos números decimais) P_ : Especifique o tempo (são permitidos números decimais) Explicações Quando se especifica uma pausa.4 (a): Faixa de valores de comando do tempo de pausa (comando X ou U) Sistema incremental IS--B IS--C Faixa de valores de comUnidade do ando tempo de pausa de 0.4 (b): Faixa de valores de comando do tempo de pausa (comando P) Sistema incremental IS--B IS--C Faixa de valores de comUnidade do ando tempo de pausa de 1 a 99999999 de 1 a 99999999 0. contudo.0001 s ou rot. para a aceleração/desaceleração. Tabela 5.0001 a 9999.999 de 0. rot Tabela 5.001 a 99999. O bit 1 (DWL) do parâmetro nº 3405 pode definir uma pausa para cada rotação no modo de avanço por rotação (G99).4 PAUSA (G04) Formato Pausa G04 X_ . 5. 0.5.9999 s ou rot. ou G04 U_ . Mais precisamente. a execução do bloco seguinte é adiada pelo tempo especificado. O cálculo do CNC poderá implicar um erro da velocidade de avanço de +2% em relação ao valor especificado. FUNÇÕES DE AVANÇO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 NOTA O limite superior é especificado em mm/min ou em polegadas/min. Esse erro não é válido. 72 .001 s ou rot. esse erro é provocado pela medição do tempo de que a ferramenta necessita para se deslocar 500 mm ou mais.

normalmente. 73 . Essa posição é designada como ponto de referência. PONTO DE REFERÊNCIA 6 PONTO DE REFERÊNCIA Qualquer máquina-ferramenta CNC possui uma posição especial na qual. como se descreve mais tarde.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 6. a ferramenta é substituída ou o sistema de coordenadas definido.

PONTO DE REFERÊNCIA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 6. como uma posição na qual as ferramentas são substituídas automaticamente. Y 2º ponto de referência 3º ponto de referência Ponto de referência 4º ponto de referência X Ponto zero da máquina Fig.6. por exemplo. O ponto de referência é utilizado. definindo-se coordenadas no sistema de coordenadas da máquina.1 (a) Ponto zero da máquina e pontos de referência 74 .1 RETORNO AO PONTO DE REFERÊNCIA D Ponto de referência O ponto de referência é uma posição fixa na máquina-ferramenta. através dos parâmetros (nº 1240 a 1243). 6. para a qual a ferramenta pode ser facilmente deslocada por meio da função de retorno ao ponto de referência. É possível especificar um total de quatro pontos de referência.

acende-se a lâmpada do respectivo eixo. IP_: Comando que especifica o ponto de referência (comando absoluto/incremental) 75 . como especificado no programa. acende-se a lâmpada que indica que o retorno foi concluído.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 6. 6. PONTO DE REFERÊNCIA D Retorno ao ponto de referência As ferramentas são deslocadas automaticamente para o ponto de referência passando por uma posição intermediária ao longo de um eixo especificado Quando o retorno ao ponto de referência está concluído. X Posição intermediária Ponto de referência Z Fig.1 (b) Retorno ao ponto de referência D Controle do retorno ao ponto de referência A função de controle do retorno ao ponto de referência (G27) verifica se a ferramenta regressou corretamente ao ponto de referência. Retorno ao 3º ponto de referência G30 P4 IP _ . Retorno ao 2º ponto de referência G30 P3 IP _ . Retorno ao 4º ponto de referência IP_: Comando que especifica a posição intermediária (comando absoluto/incremental) D Controle do retorno ao ponto de referência G27 IP _ .) G30 P2 IP _ . Se a ferramenta tiver regressado corretamente ao ponto de referência ao longo do eixo especificado. Formato D Retorno ao ponto de referência G28 IP _ . Retorno ao ponto de referência (P2 pode ser omitido.

O comando G27 posiciona a ferramenta à velocidade de deslocamento rápido.1). D Retorno ao 2º. Normalmente. o comando G30 só é utilizado se a posição do dispositivo automático de substituição da ferramenta (ATC) diferir do ponto de referência. Quando a ferramenta alcança o ponto de referência. No entanto. só é possível utilizar as funções de retorno ao segundo. portanto. o movimento a partir do ponto intermediário é igual ao do retorno manual ao ponto de referência. por motivos de segurança. é ativado um alarme (nº 092). se a posição alcançada pela ferramenta não corresponder ao ponto de referência. mesmo que seja especificado um comando G27. A posição intermediária tem. a posição a ser alcançada pela ferramenta com o comando G27 é obtida adicionando o valor de correção à posição especificada. as correções têm de ser canceladas antes de se ativar o comando G27. Se o sistema da máquina-ferramenta for um sistema inglês em que foram feitas entradas em milímetros. a ferramenta desloca-se na direção especificada no parâmetro ZMIx (bit 5 do parâmetro nº 1006) para o retorno ao ponto de referência. a lâmpada de retorno ao ponto de referência acende-se. se a posição definida através da adição do valor de correção não corresponder ao ponto de referência. Por isso. a lâmpada de retorno ao ponto de referência poderá acender-se mesmo que a posição programada tenha sido deslocada do ponto de referência pelo menor incremento de entrada. mesmo que a ferramenta tenha regressado automaticamente ao ponto de referência. Isso deve-se ao fato do menor incremento de entrada da máquina ser inferior ao seu menor incremento de comando. Ver III-3. Neste caso. 3º e 4º ponto de referência (G30) D Controle do retorno ao ponto de referência (G27) Restrições D Bloqueio da máquina ligado D Primeiro retorno ao ponto de referência após a energização (sem um detetor de posição absoluta) D Controle do retorno ao ponto de referência no modo de correção D Lâmpada acesa quando a posição programada não corresponde ao ponto de referência Referência D Retorno manual ao ponto de referência 76 . a lâmpada não se acende mas é ativado um alarme. a compensação do raio da ponta da ferramenta e a correção da ferramenta deveriam ser canceladas antes da execução deste comando. Assim. Neste caso. terceiro e quarto ponto de referência depois de se efetuar o retorno ao ponto de referência (G28) ou o retorno manual ao ponto de referência (ver III-3. não é efetuado o controle de retorno da ferramenta ao ponto de referência. PONTO DE REFERÊNCIA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Retorno ao ponto de referência (G28) O deslocamento para a posição intermediária ou para os pontos de referência é executado à velocidade de deslocamento rápido de cada eixo. No modo de correção. Em sistemas sem um detetor de posição absoluta.1. Se o comando G28 for especificado sem que o retorno manual ao ponto de referência tenha sido executado após a energização. de ser especificada de forma a possibilitar o retorno ao ponto de referência.6. Normalmente. A lâmpada que indica a conclusão do retorno não se acende se o bloqueio da máquina estiver ligado.

neste manual. as palavras de dimensão são representadas. As coordenadas são especificadas por meio dos eixos do programa.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 7. por IP_. Se forem utilizados os dois eixos do programa. Essa posição da ferramenta é representada em um sistema de coordenadas. isto é. 7 Posição da ferramenta especificada por XαZβ As coordenadas são especificadas em um dos três sistemas de coordenadas seguintes: (1) Sistema de coordenadas da máquina (2) Sistema de coordenadas da peça (3) Sistema de coordenadas locais O número de eixos do sistema de coordenadas varia de máquina para máquina. Por isso. X β α Z Ponto zero Fig. SISTEMA DE COORDENADAS 7 SISTEMA DE COORDENADAS A ferramenta pode ser deslocada para a posição pretendida. introduzindo essa posição no CNC. os eixos X e Z. 77 . as coordenadas são especificadas da seguinte forma: X_Z_ A este comando dá-se o nome de palavra de dimensão.

Sempre que especificar o comando G53.1 SISTEMA DE COORDENADAS DA MÁQUINA O ponto específico de uma máquina. que funciona como referência da mesma. O comando G53 tem de ser especificado através de valores absolutos. imediatamente após a energização. o sistema de coordenadas da máquina não é alterado até que a máquina seja desligada. SISTEMA DE COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 7. ex. O sistema de coordenadas da máquina é determinado quando se executa o retorno manual ao ponto de referência. a posição de substituição da ferramenta. dá-se o nome de sistema de coordenadas da máquina. eficazes no bloco que contém G53. após a energização (ver III-3. β). Restrições D Cancelamento da função de compensação D Especificação de G53 imediatamente após a energização Referência Sistema de coordenadas da máquina Ponto zero β α Ponto de referência 78 .7. Não será necessário fazê-lo. usado para selecionar o sistema de coordenadas da máquina. Quando se executa um retorno manual ao ponto de referência após a energização. Palavra de dimensão absoluta Formato Explicações D Seleção do sistema de coordenadas da máquina (G53) Quando uma posição é especificada como um conjunto de coordenadas da máquina. Se pretender deslocar a ferramenta para uma posição específica da máquina. por isso. A um sistema de coordenadas. Todos os comandos baseados no sistema de coordenadas da máquina selecionado só são. cancele a compensação do raio da ponta da ferramenta e a correção da ferramenta. programe o movimento no sistema de coordenadas da máquina ativado com G53. o comando G53 é ignorado. o sistema de coordenadas da máquina é definido de forma que o ponto de referência corresponda aos valores de coordenadas (α. como p. G53 IP _ . cujo ponto de origem coincide com o ponto zero da máquina. especificados por meio do parâmetro nº 1240. um retorno manual ou automático ao ponto de referência através do comando G28. é um código G de ação simples. IP _ . Uma vez que o sistema de coordenadas da máquina tem de ser definido antes de se especificar o comando G53. a ferramenta desloca-se para essa posição por meio do deslocamento rápido. Sendo especificados valores incrementais. é designado como ponto zero da máquina. O ponto zero de cada máquina é programado pelo respectivo fabricante da máquina-ferramenta. é necessário executar.1). G53. caso se encontre instalado um detetor de posição absoluta. Uma vez determinado. pelo menos.

Se IP for um valor de comando incremental. 7.2. (3) Introdução através do painel MDI Realize definições para definir previamente seis sistemas de coordenadas da peça através do painel MDI (ver Parte III-11. especificando um valor após G50. SISTEMA DE COORDENADAS 7. O sistema de coordenadas da peça é definido pelo programa de usinagem utilizado (seleção de um sistema de coordenadas da peça). Sendo utilizado um comando absoluto. durante a correção. É possível alterar um sistema de coordenadas da peça já definido.4.2 SISTEMA DE COORDENADAS DA PEÇA O sistema de coordenadas utilizado para a usinagem de uma peça é designado como sistema de coordenadas da peça. use comandos do programa G54 a G59 para selecionar qual o sistema de coordenadas da peça que deve ser usado. ex. no qual a posição anterior à correção corresponda à posição especificada em G50. o sistema de coordenadas da peça terá de ser especificado de uma das formas acima descritas. Se o sistema de coordenadas for definido por meio de G50. fique situado nas coordenadas especificadas.10).B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 7. o sistema de coordenadas da peça é definido automaticamente quando o retorno manual ao ponto de referência é executado (ver Parte III-3. Depois. será definido um sistema de coordenadas. a ponta da ferramenta. O sistema de coordenadas da peça tem de ser previamente definido através do NC (definição de um sistema de coordenadas da peça). o sistema de coordenadas de trabalho será definido de forma que a posição atual da ferramenta corresponda ao resultado da adição do valor incremental especificado às coordenadas da posição anterior da ferramenta. deslocando o seu ponto de origem (alteração do sistema de coordenadas da peça). O sistema de coordenadas da peça pode ser definido por meio de três métodos: (1) Com G50 O sistema de coordenadas da peça é definido. 79 .1). como p. no programa. (2) Definição automática Se o bit 0 do parâmetro nº 1201 for previamente ativado.1 Definição do Sistema de Coordenadas da Peça Formato D Definição do sistema de coordenadas da peça com G50 G50 IP_ Explicações O sistema de coordenadas da peça é definido de forma que um determinado ponto da ferramenta.

comando (designação do diâmetro) X 700.1 φ128. SISTEMA DE COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Exemplos Exemplo 1 Definição do sistema de coordenadas através de G50X128.0 Z Z 375.7.7Z375.0 Ponto inicial (ponto padrão) Ponto inicial φ1200.1. comando (designação do diâmetro) X Exemplo 2 Ponto básico Definição do sistema de coordenadas através de G50X1200.0Z700.0.7 Ponto zero 80 .

7.1. Z=40.2. é possível selecionar um dos sistemas 1 a 6 de coordenadas da peça. X Sistema 2 de coordenadas da peça (G55) 100. o posicionamento refere-se às posições (X=100. Isto destina-se a evitar que o usuário confunda sistemas de coordenadas.0 Neste exemplo.0 Z40. Se o bit 2 (G50) do parâmetro nº 1202 for definido com 1. após a energização. (2) Seleção de um dos seis sistemas de coordenadas da peça definidos com o painel MDI Especificando um código G de G54 a G59. é selecionado o sistema de coordenadas G54. Exemplos G55 G00 X100. G54 Sistema 1 de coordenadas da peça G55 Sistema 2 de coordenadas da peça G56 Sistema 3 de coordenadas da peça G57 Sistema 4 de coordenadas da peça G58 Sistema 5 de coordenadas da peça G59 Sistema 6 de coordenadas da peça Os sistemas 1 a 6 de coordenadas da peça são definidos depois do retorno ao ponto de referência. (Para informações detalhadas sobre os métodos de definição.0) do sistema 2 de coordenadas da peça. ver subseção II-7.0 .2.2 81 .0 Z Fig. 40.0. os comandos absolutos trabalham com o sistema de coordenadas da peça. Quando se procede à energização.2 Seleção de um Sistema de Coordenadas da Peça Estão à disposição os sistemas de coordenadas da peça abaixo descritos.2.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 7. a execução do comando G50 faz com que seja ativado o alarme P/S nº 10. SISTEMA DE COORDENADAS 7.) (1) G50 ou definição automática do sistema de coordenadas da peça Uma vez selecionado um sistema de coordenadas da peça.

(1) Introdução por meio do painel MDI (ver III-11. SISTEMA DE COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 7.4. 82 .3 Alteração do valor externo de correção do ponto zero da peça ou do valor regularde correção do ponto zero da peça Formato D Alteração por meio de G10 G10 L2 Pp IP _. 7.2. Sistema 1 de coordenadas da peça (G54) Sistema 2 de coordenadas da peça (G55) ZOFS2 Sistema 3 de coordenadas da peça (G56) Sistema 4 de coordenadas da peça (G57) ZOFS1 ZOFS3 ZOFS4 ZOFS5 Sistema 5 de coordenadas da peça (G58) Sistema 6 de coordenadas da peça (G59) EXOFS Ponto zero EXOFS : Valor externo de correção do ponto zero da peça ZOFS1 a ZOFS6 : Valor de correção do ponto zero da peça ZOFS6 Fig. alterando-se um valor externo de correção do ponto zero da peça ou o valor de correção do ponto zero da peça. Para um comando incremental (G91). D Alteração por meio de G50 G50 IP _. consulte o manual correspondente publicado pelo fabricante da máquina-ferramenta.3 Alteração do Sistema de Coordenadas da Peça É possível alterar os seis sistemas de coordenadas da peça especificados com G54 a G59. a correção do ponto zero da peça em cada eixo. p=0 : Valor externo de correção do ponto zero da peça p=1 a 6 : O valor de correção do ponto zero da peça corresponde aos sistemas 1 a 6 de coordenadas da peça IP : Para um comando absoluto (G90).7. Existem três métodos para alterar o valor externo de correção do ponto zero da peça ou o valor de correção do ponto zero da peça. Para mais informações.2. o valor a ser adicionado à correção do ponto zero da peça em cada eixo (a soma corresponde à nova correção).10) (2) Programação por meio de G10 ou G50 (3) Através da função de entrada de dados externos O valor externo de correção do ponto de origem da peça pode ser alterado enviando um sinal ao CNC.

Z Sistema original de coordenadas da peça coordenadas em um dos paletes. desde que a relação X relativa entre os sistemas de coordenadas da peça G54 e G55 Z’ 600. o valor de deslocamento do sistema de coordenadas é adicionado a todos os valores de correção do ponto zero da peça. Suponha X também que os paletes são Z Z’ carregados em duas posições 1200.0. provoca o mesmo deslocamento B : Valor de correção do ponto zero da peça em G54 do sistema de coordenadas no outro C : Valor de correção do ponto zero da peça em G55 palete. 83 . Isso significa que todos os sistemas de coordenadas da peça são submetidos a um deslocamento igual. (Deslocamento do sistema de coordenadas) Em seguida. definir. Isso significa que as peças dos dois paletes podem ser usinadas com o mesmo programa. com A : Valor de correção criado por G50 G50. Especificando-se G50IP_.Z’ Novo sistema de coordenadas da peça G55. SISTEMA DE COORDENADAS Explicações D Alteração por meio de G10 D Alteração por meio de G50 Com o comando G10. é possível alterar individualmente cada um dos sistemas de coordenadas da peça.0 (figura à esquerda) em (600. o sistema de coordenadas da peça (selecionado com um código de G54 a G59) é deslocado para um novo sistema de coordenadas da peça de forma que a posição atual da ferramenta corresponda às coordenadas especificadas (IP_). Z’ Z Novo sistema de coordenadas da peça 60 A 100 100 200 Sistema original de coordenadas da peça <G54 sistema de coordenadas da peça > Suponha que foi especificado um sistema de coordenadas da peça G54. Posição da ferramenta 160).0 A G50X600. o sistema de coordenadas de trabalho será definido de forma que a posição atual da ferramenta corresponda ao resultado da adição do valor incremental especificado às coordenadas da posição anterior da ferramenta. Se a relação relativa entre B os sistemas de coordenadas dos A Z paletes. Se IP for um valor de comando incremental. será criado o sistema 1 de coordenadas da peça (X’ -. tratando os C sistemas de coordenadas como sistema de coordenadas da peça G54 e sistema de coordenadas da peça X’ -. 12000.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 7. por X’ meio do seguinte comando.0). então. Será possível. no modo G54. um <G55 sistema de coordenadas da sistema de coordenadas da peça G55 peça > com o círculo preto da ferramenta X’ 600. o deslocamento do sistema de X -.0 tenha sido corretamente definida: 1200.. for programado quando a ferramenta se encontra posicionada em (200.0.0 diferentes. especifi-cando apenas G54 ou G55. nas duas posições.0Z1200. tiver sido corretamente definida.Z’) deslocado em função do vetor A. Exemplos X 160 100 X′ Sistema de coordenadas da peça G54 Se G50X100Z100.

4).1.2. é lida pelo detetor de posição absoluta e a posição atual. SISTEMA DE COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 7. no momento da energização. visualização da posição global (III G92. Um dos métodos serve-se de um comando programado (G92.1 IP 0 . para o sistema A de códigos G) IP 0 . Neste caso.11. tendo seu ponto zero deslocado do ponto zero da máquina pelo valor de correção do ponto zero da peça G54. a distância do ponto zero do sistema de coordenadas da peça ao ponto de referência representa a posição atual no sistema de coordenadas da peça.7. O último sistema é deslocado do ponto zero da máquina por um valor de correção do ponto zero da peça. Os eixos que não forem especificados não se encontram sujeitos à operação de predefinição. (G50. A posição da máquina. é definida subtraindo da posição da máquina o valor de correção do ponto zero da peça em G54. Suponha que o retorno manual ao ponto de referência é executado quando o sistema de coordenadas da peça é selecionado com G54. o ponto zero do sistema de coordenadas da peça definido automaticamente após a energização encontra-se deslocado do ponto zero da máquina em função do valor de correção do ponto zero da peça em G54.3 P0 .1) A função de predefinição do sistema de coordenadas da peça serve para definir previamente um sistema de coordenadas da peça deslocado por intervenção manual para o sistema de coordenadas da peça previamente deslocado.4 Predefinição do Sistema de Coordenadas da Peça (G92. um sistema de coordenadas da peça é automaticamente definido. Sistema de coordenadas da peça G54 Valor G54 de correção do ponto zero da peça Ponto de referência Ponto de referência Retorno manual ao ponto de referência Se estiver instalado um detetor de posição absoluta. de visualização da posição relativa e de . (a) Intervenção manual executada com o sinal absoluto manual desligado (b) Comando de deslocamento executado no estado de bloqueio da máquina (c) Movimento com interrupção por manivela (d) Operação com a função de espelhamento (e) Definição do sistema de coordenadas locais com G52 ou deslocamento do sistema de coordenadas da peça com G92 84 . Formato Explicações Quando se executa um retorno manual ao ponto de referência no estado de reset. o sistema de coordenadas da peça é deslocado do ponto zero do sistema de coordenadas da máquina em função do valor de correção do ponto zero da peça. O sistema de coordenadas da peça definido por meio destas operações é deslocado do sistema de coordenadas da máquina através dos comandos e operações apresentados na página seguinte. A função de predefinição do sistema de coordenadas da peça pode ser utilizada de duas maneiras. O outro se serve das operações MDI nas telas de visualização da posição absoluta. no sistema de coordenadas da peça.1). Especifica os endereços dos eixos sujeitos à operação de predefinição do sistema de coordenadas da peça.

o sistema de coordenadas da peça é deslocado em função da distância percorrida durante a intervenção manual. antes da intervenção manual Valor de correção do ponto zero da peça WZo Po Distância percorrida durante a intervenção manual Pn Ponto zero da máquina WZn Sistema de coordenadas da peça G54. assim como coordenadas absolutas. 85 . SISTEMA DE COORDENADAS No caso (a). pode ser predefinido através de um código G ou da operação MDI. a especificação de um código G ou a operação MDI faz com que o ponto zero WZn do sistema de coordenadas da peça retorne ao ponto zero original WZo.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 7. A função de predefinição do sistema de coordenadas da peça não é executada durante o reinicio do programa. após a intervenção manual Na operação acima. um sistema de coordenadas da peça já deslocado. compensação do comprimento da ferramenta. Sistema de coordenadas da peça G54. como um sistema de coordenadas da peça deslocado do ponto zero da máquina em função do valor de correção do ponto zero da peça. compensação do comprimento da ferramenta e correção da ferramenta Se a função for executada sem cancelar primeiro estes modos. correção da ferramenta D Reinício do programa Para usar a função de predefinição do sistema de coordenadas da peça. Restrições D Compensação do raio da ponta da ferramenta. Obtém-se o mesmo resultado quando o retorno manual ao ponto de referência é executado em um sistema de coordenadas da peça que já foi deslocado. O bit 3 (PPD) do parâmetro nº 3104 especifica se deverão ser predefinidas coordenadas relativas (RELATIVA). Neste exemplo. os vetores de compensação são cancelados temporariamente. cancele os modos de compensação: Compensação do raio da ponta da ferramenta. servindo a distância entre WZo e Pn para representar a posição atual no sistema de coordenadas da peça.

Explicações x X X--Z: Sistema de coordenadas usado no programa x--z : Sistema de coordenadas atualmente definido. o sistema de coordenadas definido poderá ser deslocado (ver III-3. 7. 86 .5 da Parte III para obter informações sobre como especificar a distância de deslocamento do sistema de coordenadas de trabalho.4.7.2.2.1). com um valor de deslocamento igual a 0 (sistema de coordenadas a ser deslocado) O’ Deslocamento Z O Z Introduza na memória de deslocamento do sistema de coordenadas de trabalho a quantidade de deslocamento de O’ para O. Introduza a quantidade de deslocamento desejada na memória de deslocamento do sistema de coordenadas de trabalho.5 Deslocamento do Sistema de Coordenadas da Peça Se o sistema de coordenadas atualmente definido através do comando G50 ou da definição automática do sistema divergir do sistema de trabalho programado. SISTEMA DE COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 7.5 Deslocamento do sistema de coordenadas da peça Ver seção 11. Fig.

7. é necessário fazer coincidir o ponto zero do sistema de coordenadas local com o do sistema de coordenadas da peça. pode definir-se um sistema derivado de coordenadas da peça para facilitar a programação. especificando-se o comando G52 com o ponto zero de um novo sistema de coordenadas locais no sistema de coordenadas da peça. G52 IP_ . é possível definir um sistema de coordenadas locais em todos os sistemas de coordenadas da peça (G54 a G59). SISTEMA DE COORDENADAS 7. IP_ (Sistema de coordenadas locais) (G54 : Coordenada da peça nadas da peça) G55 G56 G57 G58 IP_ (Sistema de coordenadas locais) (G59 : Sistema de coordenadas da peça 6) (Sistema de coordenadas da máquina) Origem do sistema de coordenadas da máquina Ponto de referência Fig.. Para cancelar o sistema de coordenadas local e especificar o valor de coordenadas no sistema de coordenadas da peça.. as suas coordenadas são usadas em um comando de deslocamento do eixo. G52 IP 0 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 7.3 SISTEMA DE COORDENADAS LOCAIS Formato Quando se cria um programa em um sistema de coordenadas da peça. O sistema de coordenadas locais pode ser alterado.3 Definição do sistema de coordenadas local 87 .. Uma vez definido o sistema de coordenadas local. Definição do sistema de coordenadas locais . A esse sistema de coordenadas derivado dá-se o nome de sistema de coordenadas locais.. Cancelamento do sistema de coordenadas locais IP_ : Ponto de origem do sistema de coordenadas locais Explicações Especificando-se G52IP_.. O ponto de origem de cada um dos sistemas de coordenadas locais é definido na posição especificada por IP_ no sistema de coordenadas da peça..

6 Se o retorno manual ao ponto de referência cancela ou não. O sistema de coordenadas locais é cancelado em caso de reset. 3 G52 cancela temporariamente a correção para a compensação do raio da ponta da ferramenta. isso depende da definição de ZCL (bit 2 do parâmetro nº 1201). se o bit 6 (CLR) do parâmetro nº 3402 ou o bit 3 (RLC) do parâmetro nº 1202 possuir o valor 1. Se as coordenadas forem especificadas para qualquer um dos eixos do sistema de coordenadas local. o sistema de coordenadas locais não será alterado se as coordenadas não forem especificadas para todos os eixos do sistema de coordenadas locais. o mesmo será cancelado. SISTEMA DE COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 AVISO 1 A definição do sistema de coordenadas locais não altera os sistemas de coordenadas da peça nem da máquina. 2 Quando se utiliza G50 para definir um sistema de coordenadas de trabalho. 88 . 5 O cancelamento do sistema de coordenadas locais em caso de reset depende dos parâmetros especificados. 4 Os comandos de deslocamento ativados imediatamente após o bloco G52 têm de ser comandos absolutos.7. o sistema de coordenadas locais.

O parâmetro nº 1022 serve para especificar se os diversos eixos são eixos básicos (eixo X. 2 As funções de programação direta da dimensão do desenho. Quando se procede à energização. 89 . parte-se do princípio de que são omitidos os endereços dos três eixos básicos. O plano não foi alterado (plano ZX) G17 . Plano XY G18 . chanfragem. A tabela seguinte apresenta uma lista de códigos G e dos planos correspondentes. Plano XY G17U_Y_. será ativado o alarme P/S nº 212. NOTA 1 Os eixos U. o eixoY se movimenta independentemente do plano.4: Códigos G e planos correspondentes Plano selecionado Plano Xp Yp Plano Zp Xp Plano Yp Zp Eixo X ou um Ei eixo paralelo Eixo Y ou um Ei eixo paralelo Eixo Z ou um Ei eixo paralelo Xp Yp Zp Xp. é selecionado G18 (plano ZX). O plano não é alterado nos blocos em que não se encontre programado G17. G17X_Y_. SISTEMA DE COORDENADAS 7. Plano UY G18X_Z_. Plano ZX X_Y_. Plano ZX. repetição de ciclo fixo e ciclo fixo simples só são ativadas no plano ZX. G18 ou G19. Exemplos Seleção de plano quando o eixo X é paralelo ao eixo U. rotação do sistema de coordenadas e perfuração é feita por meio do código G. Se estas funções forem especificadas para outros planos. Se no bloco G17.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 7. Plano UY G18Y_ . A instrução de movimento é irrelevante para a seleção de planos. canto R. Explicações Código G G17 G18 G19 Tabela 7. Yp. G18 ou G19 for omitido o endereço de um eixo. G18 ou G19. eixo Y ou eixo Z) ou eixos paralelos aos eixos básicos. Zp são determinados pelo endereço do eixo existente no bloco em que se encontra programado G17.4 SELEÇÃO DE PLANO A seleção dos planos para a interpolação circular. V e W (paralelos a um eixo básico) podem ser usados com os códigos G do tipo B e C. compensação do raio da ponta da ferramenta. Plano ZX G17 U_ .

1 8.8. G21) PROGRAMAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS PROGRAMAÇÃO DO DIÂMETRO E DO RAIO 90 . G91) CONVERSÃO POLEGADAS/UNIDADES MÉTRICAS (G20.2 8.4 PROGRAMAÇÃO ABSOLUTA E INCREMENTAL (G90.3 8. DIMENSÃO E VALOR DAS COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 8 DIMENSÃO E VALOR DAS COORDENADAS Este capítulo contém os seguintes tópicos: 8.

Os comandos absoluto e incremental são programados.0 Z50. No comando incremental.0 W--400.0 W--400. Sistema B ou C do código G G90 X400. DIMENSÃO E VALOR DAS COORDENADAS 8. respectivamente. é programada a distância a percorrer da posição propriamente dita. só é eficaz o que for especificado por último. G91 Comando incremental U W V H Formato D Sistema A do código G D Sistema B ou C do código G Comando absoluto Comando incremental Exemplos D Movimento da ferramenta do ponto P para o ponto Q (programação do diâmetro para o eixo X) Comando absoluto Comando incremental X Sistema A do código G X400. pode especificar--se o seguinte comando: X400. os comandos incrementais não podem ser usados se os nomes dos eixos forem A e B.0 . G91 X200.0 . 3 Quando se encontra selecionado o sistema A do código G. Ver as tabelas seguintes. 50) P (200.0 . B ou C G90. No comando absoluto. U200.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 8. 91 . Q (400. 2 Se X e U ou W e Z forem usados no mesmo bloco. é programado o valor das coordenadas da posição final. 450) φ400 Φ200 Z 50 450 NOTA 1 Os comandos absolutos e incrementais podem ser usados simultaneamente no mesmo bloco. No exemplo acima. Sistema do código G Método de comando A Palavra de endereço Comando absoluto Comando de movimento do eixo X Comando de movimento do eixo Z Comando de movimento do eixo Y Comando de movimento do eixo C X Z Y C G90 IP_ .0 Z--400. A programação absoluta ou incremental são utilizadas em função do comando usado.0 Z50.1 PROGRAMAÇÃO ABSOLUTA E INCREMENTAL (G90.0 .0 . o comando absoluto e o comando incremental. G91) Existem duas formas de comandar o deslocamento da ferramenta. por meio de G90 e G91. G91 IP_ .

G20 . se o bit 0 (OIM) do parâmetro 5006 possuir o valor 1. é necessário proceder a um reset do valor de compensação da ferramenta de acordo com o menor incremento de entrada. o erro máximo corresponde a metade do menor incremento de comando. antes da definição do sistema de coordenadas no início do programa. No entanto.3). como especificado através do bit 5 (ZMI) do parâmetro nº 1006. AVISO 1 G20 e G21 não podem ser comutados durante a execução do programa. os valores de compensação da ferramenta são convertidos automaticamente. CUIDADO O movimento a partir do ponto intermediário é o mesmo do retorno manual ao ponto de referência. pode selecionar-se uma entrada em polegadas ou em milímetros.8. DIMENSÃO E VALOR DAS COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 8. o código G é igual ao que havia antes de a desligar. Entrada em polegadas Entrada em mm Este código G tem de ser especificado em um bloco separado. A unidade de entrada de dados para os graus não é alterada. G21) Formato Com o código G correspondente. 2 A comutação entre a entrada em polegadas e a entrada em milímetros também pode ser efetuada por meio da especificação de dados (III--11.7). G21 . A direção em que a ferramenta se move a partir do ponto intermediário é igual à do retorno ao ponto de referência. a unidade da entrada de dados é comutada para o menor incremento de entrada em milímetros ou de entrada em polegadas do sistema incremental IS-B ou IS-C (seção II-2. NOTA 1 Se o sistema do menor incremento de entrada não for igual ao do menor incremento de comando. Este erro não é acumulativo.4. Os sistemas unitários dos seguintes valores são alterados após a conversão polegadas/milímetros: Velocidade de avanço comandada por um código F Comando de posicionamento Valor de correção do ponto zero de trabalho Valor de compensação da ferramenta Unidade de escalonamento para o gerador de pulsos manual Curso em avanço incremental Alguns parâmetros Quando a tensão de serviço é ligada.2 CONVERSÃO POLEGADAS/MILÍMETROS (G20. 92 . 2 Quando se comuta da entrada em polegadas (G20) para a entrada em milímetros (G21) e vice--versa. não sendo necessário proceder a um reset. Depois de especificado o respectivo código G para a conversão polegadas/ milímetros.

93 . parte-se do princípio que esses valores são especificados em menores incrementos de entrada. V. Equivalente a G04 X1000. Processado como X1.23456.3 PROGRAMAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS Explicações Os valores numéricos podem ser introduzidos com casas decimais.0. Y. Exemplos: X1. o número de dígitos é também verificado em função do menor incremento de entrada. antes de introduzir um valor. As casas decimais podem ser utilizadas para introduzir uma distância. G04 X1. R e F. C. NOTA 1 As frações inferiores ao menor incremento de entrada são truncadas. parte-se do princípio que os valores sem casas decimais são especificados em milímetros. DIMENSÃO E VALOR DAS COORDENADAS 8. se o menor incremento de entrada for de 0. após a conversão para um valor inteiro. Selecione a notação tipo calculadora ou a notação decimal padrão através do bit DPI (bit 0 do parâmetro 3401).001 mm. o valor é convertido para o número inteiro 123456700. I. Dentro de um programa. é acionado um alarme P/S 003. A ferramenta faz uma pausa de um segundo.001 mm) 1000mm Unidade : mm AVISO O código G tem de ser especificado no mesmo bloco. A posição do ponto decimal poderá depender do comando. um tempo ou uma velocidade. Este comando é equivalente a G04 X10000. Arredondado para X1.2345. Quando se introduz um valor com casas decimais.0 1000mm Valor de comando com Unidade : mm casas decimais 1mm Unidade : menor incremento de entrada (0.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 8. 2 Se forem especificados mais de oito dígitos. B. Entrada em polegadas X1. Devido ao facto de o número inteiro ter mais de oito dígitos. Quando se utiliza a notação decimal tipo calculadora. os valores podem ser especificados com e sem ponto decimal. é acionado um alarme.001 mm. O alarme P/S 003 é acionado por terem sido especificados mais de oito dígitos.0 é considerado como sendo uma distância e processado como X10000. Comando do programa Programação de casas decimais tipo calculadora de bolso Programação de casas decimais tipo padrão Exemplos X1000 1000mm Valor de comando sem Unidade : mm casas decimais X1000.0001 polegadas. Z. A. Exemplos: X1.7. A ferramenta faz uma pausa de 10 segundos. X1.234 se o menor incremento de entrada for de 0.0 G04. K.23456789. X123456. W. Se o menor incremento de entrada for 0. Sendo utilizada a notação decimal padrão. Há dois tipos de notação decimal: A notação tipo calculadora e a notação padrão. podendo ser especificadas com os seguintes endereços: X. Exemplos: G20. U. J.

4 PROGRAMAÇÃO DO DIÂMETRO E DO RAIO Dado que.Especifica um valor de coordenada com nadas (G50) um valor de diâmetro Componente do valor de correção O valor do diâmetro ou do raio é determida ferramenta nado por um parâmetro (nº 5004#1) Parâmetros do ciclo fixo.4. DIMENSÃO E VALOR DAS COORDENADAS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 8. tenha em atenção as condições apresentadas na Tabela 8. a profundidade de corte ao longo do eixo X. Para a programação do diâmetro. especifica D2 menos D1 para o caminho da ferramenta de B para A. I. as suas dimensões podem ser especificadas de duas maneiras: Diâmetro e raio Quando é especificado o diâmetro. Indicação da posição do eixo Indicada como valor do diâmetro 94 . (R) Designação do raio na interpo. ou altereixo ação do raio/min. na programação do controle de um torno mecânico CNC. chama-se programação do diâmetro. A B D1 D2 R1 R2 Eixo X D1.8. Especifica o valor do raio ex.Especifica o valor do raio lação circular (R. quando é especificado o raio. etc. como p. a seção transversal da peça é normalmente circular. D2 : Programação do diâmetro R1. R2 : Programação do raio Eixo Z Explicações D Notas sobre a programação do diâmetro/programação do raio para os diferentes comandos A programação do raio ou do diâmetro pode ser especificada através do parâmetro DIA (nº 1006#3). chama-se programação do raio.4: Notas sobre a especificação do valor do diâmetro Item Comando do eixo X Comando incremental Notas Especificado com o valor do diâmetro Especificado com o valor do diâmetro Na figura acima.) Velocidade de avanço ao longo do Especifica alteração do raio/rev. Tabela 8. K. Definição do sistema de coorde.

G26) 9. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO 9 FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO A velocidade do fuso pode ser controlada especificando um valor após o endereço S. G97) 9. Este capítulo contém os seguintes tópicos. o fuso pode ser girado em função de um ângulo especificado.3 CONTROLE DA VELOCIDADE DE CORTE CONSTANTE (G96.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 9.5 FUNÇÃO DE POSICIONAMENTO DO FUSO 95 . 9. Além disso.4 FUNÇÃO DE SUPERVISÃO DA OSCILAÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO (G25.1 ESPECIFICAÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO COM UM CÓDIGO 9.2 ESPECIFICAÇÃO DIRETA DO VALOR DA VELOCIDADE DO FUSO (COMANDO S DE 5 DÍGITOS) 9.

consulte o manual correspondente fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Um bloco só pode incluir um código S. são enviados para a máquina sinais de código e de strobe.2 ESPECIFICAÇÃO DIRETA DO VALOR DA VELOCIDADE DO FUSO (COMANDO S DE 5 DÍGITOS) A velocidade do fuso pode ser especificada diretamente através do endereço S seguido de um valor de cinco dígitos (rpm). Para informações mais detalhadas. A unidade para a especificação da velocidade do fuso pode variar em função do fabricante da máquina-ferramenta.9.1 ESPECIFICAÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO COM UM CÓDIGO Quando se especifica um valor a seguir ao endereço S. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 9. os sinais são utilizados para controlar a velocidade do fuso. 96 . Na máquina. para obter informações mais detalhadas. tal como o número de dígitos de um código S ou a ordem de execução quando se encontram no mesmo bloco um comando de movimento e um comando com código S. Consulte o manual correspondente fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. 9.

A velocidade do fuso é controlada de forma que a velocidade de corte permaneça constante. G96 Sfffff .3 CONTROLE DA VELOCIDADE DE CORTE CONSTANTE (G96. D Comando de cancelamento do controle da velocidade de corte constante G97 Sfffff . D Fixação da velocidade máxima do fuso G50 S_ .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 9. ↑ Velocidade de corte (m/min ou pés/min) Nota : A unidade da velocidade de corte pode variar de acordo com a especificação do fabricante da máquina--ferramenta. G97) Formato D Comando de controle da velocidade de corte constante A velocidade de corte (velocidade relativa entre a ferramenta e a peça) é especificada a seguir a S. A velocidade máxima do fuso (rpm) é indicada a seguir a S. independentemente da posição da ferramenta. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO 9. ↑ Velocidade do fuso (rpm) Nota : A unidade da velocidade de corte pode variar de acordo com a especificação do fabricante da máquina--ferramenta. 97 .

FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Comando de controle da velocidade de corte constante (G96) G96 (comando de controle da velocidade de corte constante) é um código G modal.9. No modo G96. Quando é aplicado um controle da velocidade de corte constante. 9. (velocidade máxima do fuso) é fixada na velocidade máxima do fuso. No momento da energização. O comando G96 tem de especificar o eixo ao longo do qual é aplicado o controle da velocidade de corte constante. Velocidade do fuso (rpm) A velocidade do fuso (rpm) é quase igual à velocidade de corte (m/min) a aprox. a velocidade máxima do fuso não se encontra ainda especificada e a velocidade não é limitada. Fig. a velocidade do fuso e a velocidade de corte D Definição do sistema de coordenadas da peça para o controle da velocidade de corte constante Para que o controle da velocidade de corte constante possa ser executado. Um comando G97 cancela o modo G96. os comandos S (velocidade de corte) são adotados como S = 0 (a velocidade de corte é igual 0) até que surja no programa M03 (rotação do fuso na direção positiva) ou M04 (rotação do fuso na direção negativa). 160 mm (raio).3 (a) Relação entre o raio da peça. uma velocidade do fuso superior ao valor especificado em G50S_. X Z 0 Fig. Depois de especificado um comando G96. 9. é necessário definir o sistema de coordenadas de trabalho de forma que o eixo Z (eixo a que será aplicado o controle da velocidade de corte constante) obtenha o valor zero.3 (b) Exemplo de um sistema de coordenadas da peça para o controle da velocidade de corte constante 98 . o programa entra no modo de controle da velocidade de corte constante (modo G96) e os valores S especificados são adotados como velocidade de corte.

FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO D Velocidade de corte especificada no modo G96 Modo G96 Especificação da velocidade de corte em m/min (ou pés/min) Comando G97 Modo G97 Memorização da velocidade de corte em m/min (ou pés/min) Especificado Comando para a velocidade do fuso A velocidade do fuso especificada (rpm) é aplicada Não especificado A velocidade de corte (m/min ou pés/min) é convertida na velocidade do fuso (rpm) Outros comandos que não G96 Comando G96 Especificado A velocidade de corte especificada é aplicada Comando para a velocidade de corte Não especificado A velocidade de corte memorizada (m/min ou pés/min) é aplicada. Por isso. visto que qualquer atraso na resposta do sistema servo resultante da alteração da velocidade do fuso poderá não ser considerado. 99 . Se não tiver sido memorizada uma velocidade de corte. antes de se iniciar a abertura de rosca em espiral e a abertura de rosca cônica. é recomendável desativar o controle da velocidade de corte constante com o comando G97. é adotado o valor 0. Restrições D Controle da velocidade de corte constante para abertura de rosca O controle da velocidade de corte constante também é eficaz durante a abertura de rosca.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 9.

(que não corresponde ao centro do cabeçote de torno revólver.0F1000 . (velocidade de corte 200m/min) N14 G01 Z 700. mas calculando-se a velocidade de corte com base na posição da ferramenta no ponto final do bloco de deslocamento rápido. o controle da velocidade de corte constante não é efetuado calculando-se a velocidade de corte para uma alteração transitória da posição da ferramenta.0 . (designação da velocidade máxima do fuso) N13 G96S200 . N15 X600. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Controle da velocidade de corte constante para o deslocamento rápido (G00) Em um bloco de deslocamento rápido especificado através de G00.9. No ponto final N15 do exemplo acima. N12 G50S3000 . O CNC calcula a velocidade do fuso que é proporcional à velocidade de corte especificada na posição do valor de coordenada programado no eixo X.0 . 100 .0Z1400. Esse valor não corresponde ao valor calculado de acordo com a coordenada do eixo X após a correção. N16 Z … . sob a condição de não ser executada qualquer usinagem durante o deslocamento rápido.0 .0 Z1050. N9 T33 . Valor do raio Caminho programado X Caminho da ferramenta após a correção 2 1 4 N16 N16 N11 N15 N14 N15 N14 N11 3 700 675 600 500 400 375 300 200 100 φ600 Z 300 400 500 600 700 800 900 1000 1050 1100 1200 1300 1400 1500 1475 Exemplo N8 G00 X1000.0 Z400. a velocidade a 600 dia. mas sim à ponta da ferramenta) é de 200 m/min. Se o valor da coordenada do eixo X for negativo. o CNC usa o valor absoluto. quando a correção é válida. N11 X400.

Em seguida. Mesmo que G25 tenha sido especificado. r= 1 − velocidade que pode causar × 100 sobreaquecimento velocidade do fuso especificada A função de supervisão da oscilação da velocidade do fuso é ativada por G26 e desativada por G25. Esta função é útil. q : Tolerância (%) da velocidade nominal do fuso q= 1 − velocidade do fuso efetiva × 100 velocidade do fuso especificada Se a velocidade do fuso especificada se encontrar dentro desta faixa. G26 ativa a supervisão da oscilação da velocidade do fuso. G26 Pp Qq Rr . G25 desativa a supervisão da oscilação da velocidade do fuso.4 FUNÇÃO DE SUPERVISÃO DA OSCILAÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO (G25. a velocidade do fuso é verificada nessa altura. para evitar o emperramento da bucha de guia. Quando se atinge uma velocidade especificada dentro do período de tempo P. G26) Formato Com esta função é acionado um alarme de sobreaquecimento (nº 704) sempre que a velocidade do fuso divirja da velocidade especificada devido às condições de usinagem. 101 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 9. se considera que foi alcançado o valor nominal. q e r não são anulados. por exemplo. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO 9. r : Oscilação da velocidade do fuso (%) à qual a velocidade real do fuso é tão elevada que poderá dar origem a um sobreaquecimento. é controlada a velocidade efetiva do fuso. p. Supervisão da oscilação do fuso ON Supervisão da oscilação do fuso OFF p : Tempo (em ms) entre a emissão de um novo comando de rotação do fuso (comando S) e o início da supervisão da velocidade do fuso para verificar se é tão elevada que possa dar origem a um sobreaquecimento. G25 .

q : (Tolerância porcentual para iniciar a supervisão)×(Velocidade nominal) r : (Oscilação porcentual detetada como condição de alarme)× (Velocidade especificada) d : Oscilação detetada como alarme (especificada no parâmetro 4913) O alarme é acionado se a diferença entre a velocidade especificada e a velocidade efetiva for superior a r e d. Quando é ativado um alarme antes de alcançada a velocidade do fuso especificada Velocidade do fuso r q q d d r Velocidade especificada p Supervisão Sem controle Super visão Velocidade efetiva Especificação de Início do controle ALARME outra velocidade Velocidade especificada: Tempo (Velocidade especificada através do endereço S e de um valor de cinco dígitos)× (Correção do fuso) Velocidade real : Velocidade detetada com um codificador de posição p : Tempo decorrido entre a alteração da velocidade especificada e o início do controle. 102 .9. Quando é ativado um alarme depois de alcançada a velocidade do fuso especificada Velocidade do fuso q q d d r Velocidade especificada r Supervisão Sem controle Velocidade efetiva Supervisão Início do controle Tempo Especificação de outra velocidade ALARME 2. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Explicações A oscilação da velocidade do fuso é detetada da seguinte forma: 1.

o alarme voltará a ser acionado se a causa não tiver sido eliminada.1% como as unidades dos valores q e r especificados. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO NOTA 1 Quando é acionado um alarme durante a operação automática. ocorre uma parada de bloco a bloco. é possível definir uma faixa de oscilação permitida da velocidade. Se a especificação de p. 103 . Este sinal é anulado durante o reset. 2 Mesmo que se execute um reset após o acionamento do alarme. p : Parâmetro nº 4914 q : Parâmetro nº 4911 r : Parâmetro nº 4912 6 O bit 0 (FLR) do parâmetro nº 4900 pode ser usado para especificar 0. é chamado o valor definido no parâmetro correspondente. se a velocidade real detetada for igual a 0 rpm. q e r especificados no bloco G26 são definidos nos seguintes parâmetros. No entanto. O alarme de sobreaquecimento do fuso é indicado na tela CRT e é emitido o sinal de alarme “SPAL” (com o valor 1 em caso de presença de um alarme). 5 Os valores de p. 3 A supervisão não é efetuada durante o estado de parada do fuso (*SSTP = 0).B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 9. 4 Através do parâmetro (nº 4913). será acionado um alarme um segundo mais tarde. de forma a suprimir o acionamento de um alarme. q ou r for omitida.

O valor β tem de ser previamente especificado no parâmetro nº 4963. O sentido de rotação é especificado no parâmetro IDM (bit 1 do parâmetro 4950). Para um fuso analógico. A função de orientação permite parar o fuso em uma posição pré-determinada. O fuso é posicionado no eixo C. Posicionamento do fuso no modo de posicionamento do fuso 3.5 FUNÇÃO DE POSICIONAMENTO DO FUSO Durante a rotação. por sua vez. A função de posicionamento do fuso gira o fuso conetado ao respectivo motor para um determinado ângulo. A orientação é direcionada pelo código M definido no parâmetro nº 4960. Os ângulos de posicionamento correspondentes aos valores entre Mα e M(α+5) são apresentados na lista abaixo. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 9. A função de posicionamento do fuso involve as três operações que se seguem: 1. é necessário proceder à orientação do fuso. Código M Mα M(α+1) M(α+2) M(α+3) M(α+4) M(α+5) Ângulo de posicionamento β 2β 3β 4β 5β 6β (Ex. O valor especificável pode ser um de seis valores entre Mα e M(α+5).9.)β=30° 30° 60° 90° 120° 150° 180° Especifique o comando com valores incrementais.1 Orientação do Fuso Quando o posicionamento do fuso é executado pela primeira vez depois do motor do fuso ter sido usado para uma operação normal do fuso ou após uma interrupção do posicionamento do fuso. O valor α tem de ser previamente especificado no parâmetro nº 4962. 104 . Cancelamento do modo de rotação do fuso e ativação do modo de posicionamento do fuso (orientação do fuso) 2. A direção da orientação pode ser definida com um parâmetro. o sentido da orientação é especificado em ZMIx (bit 5 do parâmetro 1006). O endereço M é seguido de um número de 2 dígitos. a fim de posicionar a peça montada no fuso em um determinado ângulo. 9. o fuso conetado ao motor do fuso é girado a uma determinada velocidade para girar.5. é definido em RETRN (bit 5 do parâmetro 4005).2 Posicionamento do Fuso D Posicionamento com um ângulo semi-fixo especificado através de um código M O fuso pode ser posicionado com um ângulo arbitrário ou com um ângulo semi-fixo.5. Cancelamento do modo de posicionamento do fuso e ativação do modo de rotação do fuso 9. a peça montada no fuso. No caso do fuso serial.

através do endereço H.0=C35 graus D Ponto de referência do programa A posição para a qual o fuso é orientado é adotada como ponto de referência do programa. 105 . através do endereço C. o ponto final também pode ser especificado com uma distância entre o ponto inicial e o ponto final (no modo incremental). C180.C G90C90. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO D Posicionamento com um ângulo especificado através do endereço C ou H Especifique a posição através do endereço C ou H seguido de um valor numérico (ou de valores numéricos) assinalado(s). Os endereços C e H têm de ser especificados no modo G00. G91. (Exemplo) C-1000 H4500 O ponto final tem de ser especificado com uma distância em relação ao ponto de referência do programa (no modo absoluto). O ponto de referência do programa pode ser alterado por meio da definição de um sistema de coordenadas (G50) ou da definição automática de um sistema de coordenadas.0 . (Exemplo) C35.C G90C180. Especifique uma distância do H ponto inicial ao ponto final.0 . G90. D Velocidade de avanço para o posicionamento Ponto de referência do programa 90° A 180° B Código G do tipo A Formato do comando Endereç o usado Código G do tipo B e C Endereç Comando Comando o usado A--B na A--B na e código figura acima figura acima G Comando absoluto Especifique o ponto final com uma distância do C ponto de referência do programa. O valor tem de ser especificado em graus. Comando incremental H90.0 . Como alternativa.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 9. Os valores numéricos podem ser introduzidos com casas decimais.0.

50%. 3 A função de controle do contorno para o eixo Cs do fuso serial e a função de posicionamento do fuso não podem ser usadas simultaneamente. no sistema de coordenadas da máquina. A aceleração/desaceleração linear é executada.9. 106 . os códigos M entre M00 e M05 não funcionam corretamente. é necessário especificar o código M definido no parâmetro nº 4961. bloqueio da máquina e bloqueio da função auxiliar não podem ser executadas durante o posicionamento do fuso. NOTA 1 Especifique o posicionamento do fuso em um bloco separado. Para retomar o posicionamento. 4 O eixo para o posicionamento do fuso é indicado em pulsos. FUNÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Velocidade de avanço durante o posicionamento A velocidade de avanço durante p posicionamento é igual à velocidade de deslocamento rápido especificada no parâmetro nº 1420. mesmo que não seja executado um posicionamento com um ângulo semi--fixo especificado em um código M. comece com o passo de orientação. Estando ativadas ambas as funções.5. D Velocidade durante a orientação 9. Não é possível especificar no mesmo bloco comandos de movimento para o eixo X ou Z.3 Cancelamento do Posicionamento do Fuso Para se comutar do modo de posicionamento do fuso para a rotação normal do fuso. Se o parâmetro não for definido. até que seja alcançada uma velocidade suficiente para a orientação. Depois de alcançada esta velocidade. 2 O parâmetro nº 4962 tem de ser definido. a orientação é executada à velocidade especificada no parâmetro nº 1425. 2 Se durante o posicionamento do fuso for acionada uma parada de emergência. o posicionamento do fuso é interrompido. funcionamento em vazio. A ferramenta desloca-se à velocidade de deslocamento rápido especificada no parâmetro nº 1420. a função de posicionamento do fuso tem prioridade. AVISO 1 As funções de bloqueio de avanço. À velocidade especificada pode ser aplicada uma correção de 100%. 25% e F0 (parâmetro nº 1421).

FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) 10 FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) Estão disponíveis duas funções da ferramenta. 107 . Uma é a função de seleção da ferramenta e a outra é a função de gestão da vida útil das ferramentas.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 10.

Quando um comando de movimento e um código T se encontram especificados no mesmo bloco. Uma parte dos valores também é usada como número de correção. Algumas máquinas utilizam valores de 1 dígito para especificar a seleção da ferramenta.10. Consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta para obter informações sobre a correspondência entre o código T. são transmitidos para a máquina-ferramenta um sinal de código e um sinal de strobe. Consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta para obter informações mais detalhadas sobre o número de dígitos programáveis com o endereço T e sobre a correspondência entre os códigos T e as operações da máquina. T ffffff ff Número de correção da ferramenta Seleção da ferramenta Explicações O valor a seguir ao código T indica a ferramenta desejada. A seleção de uma ou de outra seqüência depende das especificações do fabricante da máquina-ferramenta. 1. Só pode ser programado um código T por cada bloco. 2. FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 10. principalmente. Estes sinais são usados. 3 e valor de correção nº13) N3X400Z1050. T fffffff f Número de correção da ferramenta Seleção da ferramenta 2. 108 . Execução dos comandos da função T imediatamente após terminada a execução do comando de movimento. Exemplo(T2+2) N1G00X1000Z1400 N2T0313. a ferramenta e a quantidade de dígitos para especificar a seleção da ferramenta. Os dois últimos dígitos do código T designam o número de correção. Execução simultânea do comando de movimento e dos comandos da função T. (Seleção da ferramenta nº. Para informações mais detalhadas. consulte o manual de instruções fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. os comandos são executados de uma destas formas: 1. para selecionar ferramentas na máquina. O último dígito do código T designa o número de correção.1 SELEÇÃO DA FERRAMENTA Especificando-se um valor numérico de 2 dígitos/4 dígitos a seguir ao endereço T. indicando a quantidade de compensação para a correção da ferramenta.

2 GESTÃO DA VIDA ÚTIL DAS FERRAMENTAS As ferramentas são classificadas em diversos grupos. a gestão da vida útil das ferramentas é efetuada separadamente para cada unidade porta-ferramenta. consulte a subseção III-11. No controle de 2 caminhos.. M02(M30). 109 . G10L3. Significado Número do programa Início da especificação dos dados de vida útil da ferramenta P___ : Número do grupo (de 1 a 128) L___ : Vida útil da ferramenta (de 1 a 9999) (1) T:____ Número da ferramenta (2) As ferramentas são selecionadas de (n) (1) a (2) a ..1 (a): Formato do programa de gestão da vida útil Formato de fita O_ _ _ _ .2. é utilizada a ferramenta seguinte.2.1 Programa dos Dados de Vida Útil da Ferramenta Formato As ferramentas usadas seqüencialmente em cada grupo e suas vidas úteis são registradas no CNC com o formato de programa apresentado na Tabela 10. previamente determinada no mesmo grupo.14. T_ _ _ _ . o tempo de utilização da ferramenta é acumulado. A esta função dá-se o nome de função de gestão da vida útil das ferramentas. Sempre que uma ferramenta é usada. Fim da especificação dos dados de vida útil da ferramenta Fim do programa Para obter informações sobre o método de registro dos dados de vida útil da ferramenta no CNC. A vida útil da ferramenta (tempo ou freqüência de uso) é especificada para cada um dos grupos. Tabela 10.4. 10. FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) 10. T_ _ _ _ . G11. Quando a vida útil da ferramenta é esgotada. os dados de gestão da vida útil das ferramentas também são definidos individualmente para cada unidade porta-ferramenta. Do mesmo modo. T_ _ _ _ T_ _ _ _ .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 10. a (n). P_ _ _ L_ _ _ _ . Dados para o próximo grupo P_ _ _ L_ _ _ _ . .1 (a).2.

Sendo usada a opção para 128 grupos de controle da vida útil da ferramenta. não use os parâmetros de correção da posição da ferramenta. LD1 e LGN (bits 0 e 1 do parâmetro nº 5002). Para alterar a combinação. o número máximo de ferramentas registráveis é de 512 ou 256. definir GS1 = 0 e GS2 = 0. T ff ff Número de correção da ferramenta Seleção da ferramenta Se usar a função de controle da vida útil da ferramenta. o código poderá possuir. 110 . normalmente. FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Especificação em função do tempo ou da freqüência de uso da ferramenta D Número máximo de grupos e de ferramentas A vida útil da ferramenta é especificada ou em função do tempo de uso (em minutos) ou em função da freqüência de uso. dependendo. com até 16 ferramentas em cada grupo. Uma das três combinações é definida através do parâmetro nº 6800#0. Para até 32 grupos. de seguida. Tabela 10. de um número máximo de quatro dígitos. Sempre que o parâmetro for alterado. isto é.10. com até 8 ferramentas em cada grupo. O número de grupos a serem registrados e o número de ferramentas registradas em cada grupo podem ser combinados de três formas. o programa de definição é executado com a combinação do grupo da ferramenta antiga definido no NC. Se a opção não for usada.2. no máximo. alterar o parâmetro e. Para a vida útil da ferramenta. definir GS1 = 0 e GS2 = 1. O código T para o registro de ferramentas é composto. de a opção para 128 grupos de controle da vida útil da ferramenta ser ou não usada. um número máximo de seis dígitos. respectivamente. o programa de definição de grupos terá de ser novamente executado.1 (b): Número máximo de grupos e de ferramentas registrável GS2 ( ) (nº 6800#1) GS1 ( ) (nº 6800#0) Número máximo de grupos e de ferramentas sem função opcional para 128 pares de ferramentas Número do grupo 0 0 1 1 0 1 0 1 16 32 64 16 Número da ferramenta 16 8 4 16 Em todos os casos acima mencionados. D Registro de ferramentas com o código T O mesmo número de ferramenta pode surgir no programa de dados de vida útil da ferramenta em qualquer posição e um número de vezes qualquer. porém. podem ser especificados. dependendo da especificação do parâmetro nº 6800#2 (LTM). 4300 minutos como tempo de uso e 9999 vezes como freqüência de uso.#1(GS1 e GS2). defina os parâmetros da seguinte forma: Para até 16 grupos.

T0209. proceda da seguinte forma: Formato de fita Significado P004L0500. os números (2) de correção são selecionados pela seguinte ordem: Tools (1): 01→05→08 (3) Tools (2): 06→03→02→09 Tools (3): 04→09 111 . T0105. T0061. T0203. no mesmo processo. P001L0150 . T0202 . T0309. As ferramentas do grupo 4 são usadas de (1) a (2) a (3). Se este grupo for especificado três vezes em um processo. G10L3. Para usar dois ou mais números de correção para a mesma ferramenta. P002L1400 . não tendo também de ser atribuídos a todos os grupos. T0108. Dados do grupo 1 Dados do grupo 2 Dados do grupo 3 Explicações Os números de grupo especificados em P não têm de ser necessariamente consecutivos. T0134. T0206. FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) Exemplo O0001 . T0304. G11.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 10. T0074. P003L0700 . (1) Cada ferramenta é usada 500 vezes (ou 500 minutos). T0068 . M02 . T0012. T0101 . T0202 . P005L1200. T0241 . T0405. T0011 . T0132 .

pausa e espera FIN é ignorado. em um programa de usinagem. o tempo durante o qual a ferramenta é usada no modo de corte é contado em intervalos de 4 segundos. Os contadores dos grupos de ferramentas usados em um processo avançam 1 unidade. Se a vida útil for especificada segundo a freqüência de uso. O tempo decorrido durante a parada de bloco único.10. D Especificação da vida útil da ferramenta em função da freqüência de uso 112 . A contagem é iniciada em cada um dos processos acionados pelo início do ciclo de um programa de usinagem e terminada quando o reset do NC é ativado pelo comando M02 ou M03. É possível especificar um total de 9999 vezes para a vida útil de uma ferramenta. É possível especificar um total de 4300 minutos para a vida útil de uma ferramenta.2 Contagem da Vida Útil da Ferramenta Explicação D Especificação da vida útil da ferramenta segundo o tempo de uso (em minutos) Entre T∆∆99 (∆∆ = número do grupo da ferramenta ) e T∆∆88. Mesmo que o mesmo grupo seja especificado mais de uma vez em um processo. deslocamento rápido. o contador só avança 1 unidade. A contagem da vida útil da ferramenta é efetuada individualmente para cada grupo.2. FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 10. O conteúdo dos contadores da vida útil não é apagado quando o CNC é desligado. bloqueio de avanço. aplique um sinal de reset externo (ERS) ao CNC quando for executado o comando M02 ou M30.

”99” serve para distinguir esta especificação das especificações normais. Sele ciona o nº de ferramenta 05 e o nº de correção 08. Tnn88. M02(M300). Finaliza o programa de usinagem. Cancela a correção da ferramenta do grupo em causa ”88” serve para distinguir esta especificação das especificações normais. FUNÇÃO DA FERRAMENTA (FUNÇÃO T) 10. será selecionado o segundo número de correção. T0188. Caso contrário. 113 . Termina a utilização da ferramenta do grupo 01. T0299. T0199. Finaliza o uso da ferramenta do grupo 02 e começa a usar a ferramenta do grupo 01. Cancela a correção da ferramenta número 05.2.3 Especificação do Grupo da Ferramenta no Programa de Usinagem Nos programas de usinagem. Significado Finaliza o uso da ferramenta anterior e começa a usar a ferramenta do grupo 01. os códigos T são usados para especificar os grupos das ferramentas da seguinte forma: Formato de fita Tnn99. Se for especificado mais do que um número de correção para a ferramenta. Explicações Formato de fita T0199. será usado o número de correção anterior. Finaliza o uso da ferramenta número 05 e começa a usar a ferramenta do grupo 02.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 10. T0508. Cancela a correção da ferramenta do grupo 01. Significado Finaliza o uso da ferramenta atual e começa a usar a o grupo ∆∆. T0500.

consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. fim do programa. etc. os comandos são executados de uma destas formas: i) Execução simultânea do comando de movimento e dos comandos de função miscelânea. a função miscelânea (código M) para a especificação do início de funcionamento do fuso. ii) Execução dos comandos de função miscelânea após terminada a execução do comando de movimento.. A seleção de uma ou de outra seqüência depende das especificações do fabricante da máquina-ferramenta. FUNÇÃO AUXILIAR PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 11 FUNÇÃO AUXILIAR Há dois tipos de funções auxiliares. parada do fuso.11. Quando um comando de movimento e a função miscelânea se encontram especificados no mesmo bloco. Para mais informações. e a função auxiliar secundária (código B). 114 .

exceto os códigos M98. Este sinais são usados para ligar e desligar a máquina. A correspondência entre os códigos M e as funções depende do fabricante da máquina-ferramenta. a unidade de controle regressa ao programa principal. mais dez códigos M que impedem que o bloco subseqüente seja lido 3411 a 3421). Após a execução de um bloco que especifica o fim do programa. Os códigos M apresentados em seguida têm significados especiais. M198. Quando o programa é interrompido. Através dos parâmetros (nº 3411 a 3420). é possível especificar. D M01 (Parada opcional) D M98 (Chamada de subprograma) D M99 (Fim do subprograma) D M198 (Chamada de um subprograma) Este código indica o fim de um subprograma. ”Subprograma”. Isso varia conforme o fabricante da máquina-ferramenta. consulte a seção II-13. ”Subprograma”. ativando a operação cíclica. Em geral.1 FUNÇÃO AUXILIAR (FUNÇÃO M) Explicações D M02. consulte a descrição da função de chamada de subprograma (III-4. Os sinais de código e de strobe não são transmitidos. Indica o fim do programa principal. Para informações mais detalhadas sobre estes códigos M. Isso varia conforme o fabricante da máquina-ferramenta. contudo. M01.M03 (Fim do programa) D M00 (Parada do programa) Quando o endereço M é especificado seguido de um número. Consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. 115 . são transmitidos para a máquina um sinal de código e um sinal de strobe. M02 ou M03 não é memorizado no buffer intermediário. Para informações mais detalhadas. Para informações mais detalhadas. consulte a seção II-13. Todos os códigos M são processados na máquina. A operação automática é interrompida e é executado um reset no CNC. a operação automática é interrompida após a execução de um bloco que inclua M01. todas as informações modais permanecem inalteradas. Este código serve para chamar um subprograma. a unidade de controle volta ao início do programa. na função de entrada/saída externa. NOTA O bloco imediatamente a seguir a um bloco que contenha M00. consulte o manual de instruções fornecido pelo fabricante da máquina--ferramenta. A operação automática pode ser reiniciada.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 11. Este código só produz efeito se tiver sido pressionado o botão de parada opcional no painel de operação da máquina. M99. os códigos M para a chamada de um subprograma (parâmetros nº 6071 a 6079) e os códigos M que se destinam à chamada de macros de usuário (parâmetros nº 6080 a 6089).3. Através da execução de M99. A operação automática é interrompida após a execução de um bloco que inclua M00. Para informações mais detalhadas. O bit 5 do parâmetro nº 3404 (M02) ou o bit 4 do parâmetro nº 3404 (M03) pode ser utilizado para impedir que M02 ou M03 ative o regresso da unidade de controle ao início do programa.3. possível especificar um total de três códigos M no mesmo bloco (embora não seja possível fazê-lo em algumas máquinas). só é válido ucódigos M M por cada bloco.5). FUNÇÃO AUXILIAR 11. Os sinais de código e de strobe não são transmitidos. do mesmo modo. Este código serve para chamar um subprograma de um arquivo. Tal como acontece com M00. sendo.

em comparação com o método convencional de um único comando M por cada bloco. M30. M01. trata-se de códigos M para chamar os números de programa 9001 a 9009 e de códigos M para desativar a leitura prévia (memorização temporária) dos blocos subseqüentes. M98. Contudo.º 3404 for definido para 1. G28G91X0Z0 . há alguns códigos M que não podem ser especificados simultaneamente. O CNC permite programar um total de três códigos M no mesmo bloco. M00. Mais precisamente. M02. G28G91X0Z0 . Para informações mais detalhadas sobre as restrições de ordem mecânica inerentes à especificação simultânea de vários códigos M no mesmo bloco. : : : Vários comandos M no mesmo bloco M40M50M60 . Até três códigos M especificados em um bloco são simultaneamente enviados para a máquina. só podem ser especificados simultaneamente no mesmo bloco os códigos M que levem o CNC unicamente a transmitir os próprios códigos M para a máquina (sem executar operações internas). cada um desses códigos M tem de ser especificado em um bloco único. além de transmitir os próprios códigos M para a máquina. M60 . FUNÇÃO AUXILIAR PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 11.11. M30. Estes códigos M incluem os que levam o CNC a executar operações internas. Explicações Exemplos Um comando M por cada bloco M40 . : : : : : 116 . M99 e M198 não podem ser especificados junto com outros códigos M. Podem ser especificados até três códigos M em um único bloco único quando o bit 7 (M3B) do parâmetro n. Alguns códigos M que não M00. Isso significa que.2 VÁRIOS COMANDOS M NO MESMO BLOCO Até agora só têm sido referidos blocos que contêm apenas ucódigos M M. M98. devido a restrições de ordem mecânica. M99 ou M198 não podem ser especificados juntamente com outro código M. se pode obter uma usinagem com um tempo de ciclo mais curto. consulte o manual fornecido pelo respectivo fabricante da máquina-ferramenta. Portanto. M02. M50 . M01.

Comando Valor de saída DPI igual a 1: B1 1000 DPI igual a 0: B1 1 3. sendo DPI=1. é desativado o endereço B que especifica o movimento do eixo. Comando Valor de saída AUX igual a 1:B1 10000 AUX igual a 0:B1 1000 De 0 a 99999999 Restrições Quando são utilizadas estas funções. Para mais informações.3 FUNÇÕES AUXILIARES SECUNDÁRIAS (CÓDIGOS B) A indexação da mesa é executada através do endereço B e de um número subseqüente de 8 dígitos. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 11. se o ponto decimal for omitido. Através do parâmetro DPI (nº 3401#0). é possível alterar o fator de escalonamento de B (1000 ou 1). 117 . 10000 B10 10 2. É possível utilizar números decimais para a entrada. Através do parâmetro AUX (nº 3405#0). A relação entre os códigos B e a indexação correspondente varia conforme o fabricante da máquina-ferramenta. é possível alterar o fator de escalonamento de B (1000 ou 10000) se o ponto decimal for omitido no sistema de entrada em polegadas. Explicações D Faixa de valores de comando D Método de comando 1. FUNÇÃO AUXILIAR 11. Comando Valor de saída B10.

Dos programas principais memorizados. se o programa principal incluir um comando de chamada de um subprograma. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 12 Aspectos gerais CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA D Programa principal e subprograma Há dois tipos de programa: o programa principal e o subprograma. o CNC trabalha de acordo com o programa principal. 118 . Contudo.12. o controle passa novamente para o programa principal. 12 (a) Programa principal e subprograma A memória CNC pode armazenar um total de 200 programas principais e subprogramas. Quando aparece no subprograma um comando que especifica o regresso ao programa principal. Normalmente. o controle passa para o subprograma. consulte as o capítulo III-9 e III-10. Para obter informações sobre os métodos de registro e seleção de programas. pode selecionar-se um para operar a máquina. Programa principal Instrução 1 Instrução 2 Subprograma Instrução 1′ Instrução 2′ Seguir as instruções do subprograma Instrução n Instrução n+1 Regresso ao programa principal Fig.

12 (b) Configuração do programa D Configuração da seção de programa Uma seção de programa é composta de vários blocos. etc. Seção de programa seção de programa Número do programa Bloco 1 Bloco 2 : Bloco n Fim do programa Configuração da O0001 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 12. no início de um bloco. M30 . Um bloco contém informações necessárias para a usinagem. 119 .0 Y80. começando com o número do programa e terminando com um código de fim do programa. Início do programa Seção de programa (COMENTÁRIO) Seção de comentários M30 . Especificando-se um valor após uma barra (/). N1 G91 G00 X120. é possível desativar a execução de alguns blocos (ver “Salto opcional de bloco” na seção II-12. % Fim da fita Fig. O0001 . tais como comandos de movimento ou comandos de ativação/desativação do líquido refrigerante.0 . Símbolo que indica o início de um programa Comandos para a usinagem Comentários ou instruções para o operador Símbolo que indica o fim de um arquivo do programa Seção inicial Início da fita % TÍTULO .0 H01 .2). N2 G43 Z--32. : Nn Z0 . CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA D Componentes do programa Um programa é constituído pelas seguintes componentes: Tabela 12: Componentes de um programa Componentes Início da fita Seção inicial Início do programa Seção de programa Seção de comentários Fim da fita Descrições Símbolo que indica o início de um arquivo do programa Utilizada para o título de um arquivo do programa.

Geralmente. este código pode ser introduzido pressionando a tecla de return. Tabela 12. Esta indicação torna-se desnecessária. normalmente. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 12. os cabeçalhos dos arquivos. ex.1 (a): Código de início da fita Nome Início da fita Códig Códig o ISO o EIA % ER Notação neste manual % D Seção inicial D Início do programa A seção inicial é constituída pelos dados introduzidos no arquivo antes dos programas. consulte a seção II-12. as informações contidas nas seções iniciais são. 12. Tabela 12. No estado de ignorar rótulo identificativo. encontra-se. Seção de programa (COMENTÁRIO) Seção de comentários M30 . ativo o estado de ignorar rótulo identificativo que é ativado através da ligação da máquina ou do reset do sistema. Quando a usinagem é iniciada. a função de ignorar rótulo identificativo permite que as seções iniciais sejam ignoradas. No SISTEMA P ou em PCs normais.1 (b): Código de início do programa Nome Início do programa Códig Códig o ISO o EIA LF CR Notação neste manual . Início do programa O0001 . No entanto. imediatamente antes da seção de programa. Este código indica o início de um programa e é sempre necessário para desativar a função de ignorar rótulo identificattivo. se os programas forem lidos através do SISTEMA P ou de PCs normais.1 OUTRAS COMPONENTES DO PROGRAMA ALÉM DAS SEÇÕES DE PROGRAMA Aqui são descritas as outras componentes do programa que não as seções de programa. isto é. 120 . Para informações sobre as seções de programa.12. p.. Sendo assim. a seção inicial pode conter qualquer código exceto o código EOB. são ignoradas todas as informações até que seja lido o código de fim de bloco. A indicação não aparece na tela do programa. se o arquivo for editado. Quando um arquivo é lido para a unidade CNC por meio de um dispositivo de E/S. a indicação é automaticamente editada no início do arquivo.1 Configuração do programa Explicações D Início da fita A expressão ’início da fita’ indica o início de um arquivo que contém programas CNC. % Fim da fita Fig. Quando a seção inicial é ignorada. o controle de paridade não é realizado.2. Seção inicial Início da fita % TÍTULO. O código de início do programa tem de ser introduzido imediatamente após a seção inicial.

CUIDADO Se no meio de uma seção de programa aparecer uma longa seção de comentários. portanto. em atenção que os códigos que não se encontram incluídos na tabela de códigos do anexo F são ignorados. instruções para o operador. se o programa precedente terminar com %. não sendo. são ignoradas todas as seções de comentários. mas lidas também para a memória. A função de controle TV pode ser utilizada para seções de comentários. o movimento ao longo de um eixo poderá ser suspendido por um período de tempo mais prolongado. lidos para a memória. a expressão ”início do programa” é necessária no início do programa. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA NOTA Se um arquivo contiver vários programas. Conseqüentemente. Tabela 12.1 (c): Códigos de controle-in e de controle-out Nome Controle-out Controle--in Códi go ISO ( ) Códig o EIA 2--4--5 2--4--7 Notação neste manual ( ) Significado Início da seção de comentários Fim da seção de comentários Quando um programa é lido para operações de memória. Se o programa que se encontra nesta memória for editado em um dispositivo de entrada/saída externo (ver seção III-8). porém. editados nem apresentados. definindo-se o parâmetro CTV (bit 1 do parâmetro nº 0100) de forma correspondente. as eventuais seções de comentários não são ignoradas. O usuário pode introduzir aqui cabeçalhos. Os códigos que tiverem sido ignorados durante a leitura para a memória não são. suas seções de comentários são também apresentadas. Durante as operações de memória ou as operações DNC. o primeiro é ignorado. as seções de comentários devem ser sempre introduzidas em pontos que permitam a ocorrência de uma suspensão do movimento ou que não impliquem movimentos. o código EOB para a operação de ignorar o rótulo identificativo não pode surgir antes do segundo número do programa ou do número do programa subseqüente.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 12. 121 . Se o programa for apresentado na tela. A seção de comentários não possui um comprimento limitado. No entanto. Tenha. contudo. todos os comentários são igualmente editados. devido a essa seção de comentários. comentários. NOTA 1 Se for lido um código de controle--in sem um código de controle--out correspondente. 2 O código EOB não pode ser utilizado em comentários. etc. D Seção de comentários Todas as informações contidas entre os códigos de controle-out e de controle-in são consideradas como sendo comentários e ignoradas pelo CNC.

Tabela 12. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Fim da fita O código de fim da fita tem de ser introduzido no final do arquivo de programas NC. No entanto. a indicação é automaticamente editada no fim do arquivo. não é necessário introduzir esta indicação.1 (d): Código de fim da fita Nome Fim da fita Código Código ISO EIA % ER Notação neste manual % 122 . Se os programas forem introduzidos por meio do sistema de programação automática. A indicação não aparece na tela de exibição CRT. Quando se tenta executar % sem que M02 ou M03 se encontrem dispostos no final do programa. é acionado um alarme P/S (nº 5010).12. se o arquivo for editado.

é registrado como número do programa o número de programa imediatamente anterior acrescentado de 1. se for utilizada a opção para números de programa de 8 dígitos. % Fig.. NOTA Os números de programa entre 8000 e 9999 poderão ser reservados pelo fabricante da máquina--ferramenta. portanto. especifique oito dígitos para o número do programa (ver seção II.2 (a) Configuração do programa D Número do programa A cada programa registrado inicialmente na memória é atribuído um número de programa constituído pelo endereço O seguido de um número de quatro dígitos.12. para o identificar. o número de seqüência (N. Se forem utilizados números de seqüência de quatro dígitos.4 ou 10..). ser utilizados pelo usuário. Para informações sobre as outras componentes do programa. 123 .1. Tenha. Se não for especificado nenhum número de programa no início do programa. podem ser usados os dois pontos ( : ) em vez de O. O0001 .1 na Parte III.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 12.4). No entanto. contudo. % TÍTULO . Caso não haja nenhum número de programa nem de seqüência no início do programa. em atenção que N0 não pode ser utilizado em números de programa.2 CONFIGURAÇÃO DA SEÇÃO DE PROGRAMA Aqui são descritos os elementos de uma seção de programa.) que se encontra no início do mesmo é adotado como número do programa. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA 12.. Se os quatro dígitos mais baixos forem todos 0. o número do programa terá de ser especificado através do painel MDI. Seção de programa (COMENTÁRIO) Número do programa Número de seqüência Fim do programa M30 . no momento em que o programa é arquivado na memória (ver seção 8. No código ISO. não podendo. N1 … . 12. os quatro dígitos mais baixos são registrados como número do programa. consulte a seção II-12.

12. D Controle TV (controle da paridade vertical ao longo da fita) Os blocos de uma fita de entrada são submetidos a um controle de paridade vertical. portanto. ser incluído em um número de seqüência que deva ser registrado como número de programa.2 (b) Número de seqüência e bloco (exemplo) NOTA Não é possível utilizar N0 por motivos de compatibilidade do arquivo com outros sistemas CNC. O número de seqüência está sublinhado. No entanto. no máximo.2 (a): Código EOB Nome Fim do bloco (EOB) Código Código ISO EIA LF CR Notação neste manual . quando é necessário substituir uma ferramenta por outra e a usinagem passa para uma nova superfície com indexação da mesa). Um bloco é separado de outro por meio de um código EOB (código de fim do bloco).).0 . é acionado um alarme P/S (nº 002). Tabela 12. Fig. deverão ou não ser contados ao obter o número de caracteres para o controle TV. escritos entre “(” e “)”. N300 X200. 0 não pode ser utilizado como número de programa. Os números de seqüência podem ser atribuídos a todos os blocos do programa ou apenas aos blocos desejados.12. Só não são submetidas ao controle TV as áreas que são ignoradas devido à função de ignorar rótulo identificativo. Os números de seqüência podem ser especificados pela ordem desejada. sendo possível saltar quaisquer números.4. em sintonia com os passos de usinagem (por exemplo. Se algum dos blocos possuir um número ímpar de caracteres (começando no código imediatamente a seguir ao EOB e terminando no EOB seguinte).0 Z300. 124 . CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Número de seqüência e bloco Um programa é composto de vários comandos. A função de controle TV pode ser ativada e desativada através da unidade MDI (ver subseção 11. No cabeçalho de um bloco pode introduzir-se um número de seqüência constituído por um endereço N seguido de um número de.7 na Parte III. geralmente é conveniente atribuir os números de seqüência por ordem crescente. A uma unidade de comando dá-se o nome de bloco. pode especificar-se se os caracteres constituintes dos comentários. cinco dígitos (de 1 a 99999). não podendo. Através do bit 1 (CTV) do parâmetro nº 0100.

) X. Comando de movimento do eixo de W. C coordenadas I.2 (b) apresenta os endereços mais freqüentes e seus significados. é usada uma das letras (A a Z). J. arco. V. etc. A. dependendo da especificação da função preparatória. podem também ser usados os dois pontos ( : ) como o endereço de um número do programa. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA D Configuração do bloco (palavra e endereço) Um bloco consiste em uma ou mais palavras.misratória menta celânea do fuso Fig.2 (c) 1 Bloco (exemplo) 125 .dimensão de avanço velocidade da ferra. 12. B.2 (b): Funções e endereços principais Função Número do programa Número da seqüência Função preparatória Palavra de dimensão Endereço O (1) N G Significado Número do programa Número da seqüência Especifica um modo de deslocamento (linear. Uma palavra consiste em um endereço seguido de um número de vários dígitos. U P P P. A Tabela 12. Tabela 12. um endereço define o significado de um número que se segue a um endereço. (Um número pode ser precedido de um sinal de mais (+) ou de menos (-). X. Velocidade de avanço por rotação Velocidade do fuso Número da ferramenta Controle ON/OFF da máquina--ferramenta Indexação da mesa. O mesmo endereço poderá ter significados diferentes.) Palavra = Endereço + Número (exemplo : X-1000) Para um endereço. N_ G_ X_ Z_ F_ S_ T_ M_ . Y.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 12. U. etc. Tempo de pausa Número do subprograma Função de avanço Função da velocidade do fuso Função da ferramenta Função auxiliar F S T M B Pausa Designação do número de um programa Número de repetições Parâmetro P. Q Número de repetições do subprograma Parâmetros do ciclo fixo NOTA No código ISO. K R Coordenada do centro do arco Raio do arco Velocidade de avanço por minuto. Função da Função Função Número da Função Palavra de Função seqüência prepa. Z.

De 0 a 20000 De 0 a 99999999 De 0 a 99999999 De 0 a 99999999 De 0 a 99999.999 s De 0 a 99999.2 (c): Endereços principais e faixas dos valores de comando Função Número do programa Número da seqüência Função preparatória Palavra Sistema de di. 100 m (entrada em milímetros) ao longo do eixo X. Contudo. U Endereço O (1) N G Entrada em mm 1--9999 1--99999 0--99 Entrada em polegadas 1--9999 1--99999 0--99 De --9999. enquanto que a máquina-ferramenta não permite mais de 3 m/min.9999 s De 0 a 9999. para tomar conhecimento das restrições concernentes à programação. W.9999 pol/rot. o usuário deveria ler atentamente tanto os manuais da máquina-ferramenta como o presente manual. o curso real ao longo do eixo X poderá ser limitado a 2 m em certas máquinas-ferramentas. X.9999 a +9999. +99999. De --9999. J.0001 a 9.01 a 9600. I J I. os quais são completamente diferentes dos valores limites no lado da máquina-ferramenta.incremental mensão IS--B Sistema incremental IS--C Avanço por minuto Sistema incremental IS--B Sistema incremental IS--C Avanço por rotação Função da velocidade do fuso Função da ferramenta Função auxiliar Pausa Sistema incremental IS--B Sistema incremental IS--C Designação do número do programa Número de repetições P P F S T M B P.9999 F de 1 a 240000 mm/min de 1 a 100000 mm/min de 0.00 mm/rot. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Endereços principais e faixas dos valores de comando Os endereços principais e as faixas dos valores especificados para os endereços são apresentados abaixo.01 a 4000.01 a 500.999 A.12. V. o CNC poderá permitir uma velocidade máxima de avanço de corte de 240 m/min.9999 a +9999. ao todo.99999 a +999. De 0 a 20000 De 0 a 99999999 De 0 a 99999999 De 0 a 99999999 X. Z.999 s De 0 a 9999.00 polegadas/min de 0. por exemplo. De --99999.999 a U.99999 de 0. Tenha em atenção que estes números representam valores limites no lado CNC. B. Tabela 12. Para desenvolver um programa. C. que a ferramenta se desloque. K K.00 pol/min De 0. R R.9999 De --999.9999 s De 1 a 9999 De 1 a 999 De 1 a 9999 De 1 a 999 126 . Do mesmo modo. O CNC permite. Y.

independentemente da posição das chaves de salto opcional de bloco. D Salto opcional de bloco Se no cabeçalho de um bloco for especificada uma barra seguida de um número (/n (n=1 a 9)) e a chave n (para o salto opcional de bloco) estiver na posição ON. a não ser que sejam utilizadas no mesmo bloco duas ou mais chaves de salto opcional de bloco. tal como acontece quando a chave se encontra na posição OFF. /1/3 G00X10. Se a chave n.0. Exemplo) (Errado) (Certo) //3 G00X10. Dependendo da máquina-ferramenta.correspondente à chave número n . a informação contida entre a barra e o código EOB é ignorada. CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA NOTA No código ISO. os blocos já lidos não são ignorados. mesmo que alguma das chaves se encontre na posição ON. as seções ignoradas são submetidas aos controles TH e TV. 2 Desativação de uma chave de salto opcional de bloco A operação de salto opcional de bloco é executada no momento em que os blocos são lidos da memória ou da fita para o buffer. a informação contida no bloco em que foi especificado /n é válida. AVISO 1 Posição da barra A barra (/) tem de ser introduzida no início do bloco. Após a leitura dos blocos para o buffer.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 12. Consulte o manual do fabricante da máquina-ferramenta para informações mais detalhadas a este respeito. É possível omitir o número 1 para /1. no painel de operação da máquina. Se a barra for introduzida em outra posição. Os programas arquivados na memória podem ser editados. para o salto opcional de blocos. estiver na posição OFF. poderá não ser possível utilizar todas as chaves (de 1 a 9) de salto opcional de blocos. 127 . os dois pontos (:) também podem ser utilizados como endereço de um número de programa.é ignorada nas operações de fita ou de memória. independentemente da posição da chave de salto opcional de bloco. Esta função é ignorada quando os programas são carregados na memória. NOTA Controle TV e TH Quando uma chave de salto opcional de bloco se encontra na posição ON. a informação contida no bloco em que foi especificado /n .0. A função de salto opcional de bloco também é eficaz durante a operação de procura de números de seqüência. Os blocos com /n também são arquivados na memória. Isso significa que o operador poderá decidir se o bloco em que /n foi especificado deverá ou não ser ignorado.

. /M30 .2 (d): Código de fim do programa Código M02 M30 M99 Para o subprograma Significado Para o programa principal Se um dos códigos de fim do programa for lido durante a execução do programa. Se for lido o código de fim do subprograma. se a chave de salto opcional de bloco no painel de operação da máquina estiver definida para ativada. o controle regressa ao programa em que foi chamado o subprograma. AVISO Um bloco contendo um código de salto opcional de bloco. . tal como /M02 .12. (Ver item “Salto opcional de blocos”. ou /M99 . não é tido em consideração no fim de um programa.) 128 . CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Fim do programa O fim de um programa é indicado. transmitindo um dos seguintes códigos no final do programa: Tabela 12. o CNC termina a execução do programa e passa para o estado de reset.

Exemplo) X100. opcionalmente. M98P2000 . chamar outros subprogramas. Subprograma O4000 . Subprograma O2000 . através de um único comando de chamada. O subprograma chamado também pode. Os subprogramas podem ser incluídos.0 Y100. 129 . O número de seqüência após N é registrado como número do subprograma. no primeiro bloco. M98P1000 . Por uma questão de compatibilidade com os sistemas de programação automática. para simplificar o programa. no máximo. o subprograma é chamado apenas uma vez. Item de referência Consulte o capítulo 10. no caso do código ISO) Fim do programa M99 . M98P3000 . como seguidamente ilustrado. M99 não tem de formar um bloco separado. M98 P fff ffff . essa seqüência ou padrão pode ser arquivado na memória como subprograma. Número do subprograma (ou dois pontos (:). CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA 12. Subprograma O3000 . M99 . D Chamada do subprograma (M98) ↑ ↑ Número do Número de vezes que o subprograma subprograma deverá ser chamado repetidamente Se não for indicado o número de repetições. na Parte III. M99 . Explicações Quando o programa principal chama um subprograma. M99 . em quatro níveis. O subprograma pode ser chamado a partir do programa principal. pode utilizar-se Nxxxx. M99 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 12. em vez de um número de subprograma a seguir a O (ou :). M98P4000 . esta operação é considerada como chamada de subprogramas do nível um. Subprograma O1000 . para obter informações mais detalhadas sobre os métodos de registro de subprogramas. (Inclusão de nível quatro) (Inclusão de nível um) (Inclusão de nível dois) (Inclusão de nível três) Um subprograma pode ser chamado repetidamente 9999 vezes. Um subprograma O jjjj . por sua vez.3 SUBPROGRAMA (M98. Programa principal O0001 . ao todo. M99) Formato D Configuração de um subprograma Se um programa contiver uma seqüência fixa ou padrões freqüentemente repetidos.0 M99 . Como abaixo indicado. M30 .

Subprograma O0010 … .12. N1060 M99 . Programa principal N0010 … . N1050 … . N0060 . N0030 M98 P21010 . N1020 . N1040 … . Este método é muito mais demorado do que o método de regresso normal ao programa principal. N0040 … . N0050 M98 P1010 . O1010 . N1040 . N1050 . da mesma forma que um programa principal chama um subprograma. mas ao bloco com o número de seqüência especificado em P. Utilização especial D Especificação do número de seqüência para o destino de retorno ao programa principal Se P for utilizado para especificar um número de seqüência no final de um subprograma. 2 Não sendo possível encontrar o número do subprograma especificado pelo endereço P. N1060 M99 P0060 .0 M98 P1200 . Um subprograma pode chamar outro subprograma. L X1000. é acionado um alarme (nº 078). em atenção que P é ignorado. contudo.” Um comando de chamada de subprograma (M98P_) pode ser especificado no mesmo bloco que um comando de movimento. N0060 … . N1030 . Tenha. N0020 … . Neste exemplo. a unidade de controle não regressa ao bloco a seguir ao bloco de chamada. N0030 M98 P1010 . N1020 … . sempre que o programa principal não esteja operando no modo de operação de memória. o subprograma (número 1200) é chamado após um movimento do eixo X. N0020 . N0040 . L Seqüência de execução de subprogramas chamados por um programa principal Subprograma Programa principal 1 2 3 N0010 . CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 NOTA 1 Os sinais M98 e M99 não são transmitidos para a máquina--ferramenta. Exemplos L M98 P51002 . 130 . N0050 … . Este comando especifica “Chamar o subprograma (número 1002) cinco vezes seguidas. N1030 … .

se for executado um bloco que contenha M99. Salto opcional de bloco ON 131 . o controle regressa ao início do programa principal. a unidade de controle não regressa ao início do programa principal. N0070 … . Se /M99Pn . consulte a seção 9. M99 pode ser executado colocando /M99 . a chave tem primeiro de ser definida para ativada. / N1050 M99 P1020 .3 na Parte III. for especificado.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 12. o bloco /M99 . N0050 … . o controle regressa ao início do programa principal e a execução é repetida desde o início do programa. Pra cancelar este programa. tem de se colocar um bloco contendo /M02 . Salto opcional de bloco OFF Salto opcional de bloco ON D Usando apenas um subprograma Um subprograma pode ser executado tal como um programa principal. N0080 M02 . CONFIGURAÇÃO DO PROGRAMA D Usando M99 no programa principal Se M99 for executado no programa principal. A execução é repetida enquanto a função de salto opcional de blocos estiver desativada. N0010 … . o controle regressa ao bloco do subprograma com o número de seqüência n. localizando-se o seu início através do MDI. (Para mais informações sobre as operações de localização. N1030 … . Após a execução de M99. o regresso ao número de seqüência n dura mais tempo. Se for executado um bloco que contenha M99Pn. / N0060 M99 P0030 . N0040 … . tendo de se definir a chave de bloco opcional para desativada . N1010 … . para uma execução repetida. num local adequado do programa principal e definindo a função do salto opcional de bloco para desativada ao executar o programa principal.) Neste caso. Por exemplo. Neste caso. Se a função do salto opcional de bloco estiver definida para ativada. N0020 … . N0030 … . ou /M30 . em um local adequado. o controle regressa ao início do subprograma para uma execução repetida. a unidade de controle passa ao bloco seguinte para continuar a execução. é ignorado . N1040 M02 . N1020 … . mas ao número de seqüência n.

G94) REPETIÇÃO DE CICLO (G70 .G89) CICLO FIXO DE RETIFICAÇÃO (PARA A RETIFICADORA) CHANFRAGEM E CANTO R ESPELHAMENTO PARA CABEÇOTE DUPLO DE TORNO-REVÓLVER (G68.3 13.5 13. G92.7 13. Na programação do raio.13.4 13. U/2 é substituído por U e X/2 por X. 132 . FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13 Aspectos gerais FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO Este capítulo aborda os seguintes temas: 13.6 13.1 13.G76) CICLO FIXO DE PERFURAÇÃO (G80 . G69) PROGRAMAÇÃO DIRETA DAS DIMENSÕES DO DESENHO ROSQUEAMENTO RÍGIDO COM MACHO NOTA Os diagramas explanatórios incluídos neste capítulo utilizam a programação do diâmetro no eixo X.2 13.8 CICLO FIXO (G90.

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

13.1

CICLO FIXO (G90, G92, G94) 13.1.1
Ciclo de Corte do Diâmetro Exterior/Interior (G90)
D Ciclo de corte reto

Estão à disposição três ciclos fixos: o ciclo fixo para corte do diâmetro exterior/interior (G90), o ciclo fixo de abertura de rosca (G92) e o ciclo fixo de torneamento da superfície final (G94).

G90X (U)__Z (W)__F__ ;
Eixo X Z 3(F) W 4(R) 2(F) 1(R)

R……Deslocamento rápidose F……Especificado com um código F

U/2 X/2 Eixo Z

Fig. 13.1.1 (a) Ciclo de corte reto

Na programação incremental, o sinal dos números que se seguem aos endereços U e W depende da direção dos caminhos 1 e 2. No ciclo da Fig. 13.1.1(a), os sinais de U e W são negativos. No modo de bloco único, as operações 1, 2, 3 e 4 são executadas presssionando-se uma vez o botão de início de ciclo.

133

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

D Ciclo de corte cônico
G90X(U)__ Z(W)__ R__ F__ ;
Eixo X 4(R) U/2 3(F) 1(R) 2(F) X/2 Z Eixo Z W R R…Deslocamento rápido F…Especificado com um código F

Fig. 13.1.1 (b) Ciclo de corte cônico

D Sinais dos números especificados no ciclo de corte cônico
1. U < 0, W < 0, R < 0 X Z 4(R) U/2 3(F)

Na programação incremental, existe a seguinte relação entre os sinais dos números a seguir ao endereço U, W e R e os caminhos da ferramenta:
2. U > 0, W < 0, R > 0 X Z W 2(F) 1(R) 4(R) 4. U > 0, W < 0, R<0 em | R | ≦ |U | 2 X R

1(R) R W U/2 3(F)

2(F)

3. U < 0, W < 0, R > 0 em | R | ≦ | U | 2 X Z 4(R) U/2 3(F) 2(F) W 1(R) R

Z

W R 1(R) 4(R)

U/2

3(F)

2(F)

134

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

13.1.2
Ciclo de Abertura de Rosca (G92)
G92X(U)__ Z(W)__ F__ ; Passo (L) é especificado.
Eixo X Z W 4(R) 1(R) 2(F) X/2 Eixo Z R…… Deslocamento rápido F…… Especificado com um código F L (Na figura à esquerda, o ângulo chanfrado é de 45 graus ou menor, devido ao atraso do sistema servo.)

3(R)

Aprox. 45° r

Pormenor da rosca chanfrada

Fig. 13.1.2 (a) Abertura de rosca reta

Na programação incremental, o sinal dos números que se seguem aos endereços U e W depende da direção dos caminhos 1 e 2. Isto é, se a direção do caminho 1 for a negativa ao longo do eixo X, o valor de U é negativo. As faixas admissíveis para os passos de rosca, limite da velocidade do fuso, etc., são as mesmas de G32 (abertura de rosca). Neste ciclo de abertura de rosca, é possível executar a chanfragem de rosca, que é iniciada através de um sinal da máquina-ferramenta. O percurso de chanfragem é especificado dentro de uma faixa de 0.1L a 12.7L, em incrementos de 0.1L, através de um parâmetro (nº 5130). (Na expressão acima, L representa o passo de rosca.) No modo de bloco único, as operações 1, 2, 3 e 4 são executadas presssionando-se uma vez o botão de início de ciclo.
135

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

AVISO As notas referentes à abertura de rosca em G32 são válidas também para este tipo de abertura de rosca. No entanto, uma parada pelo bloqueio de avanço é como se segue; parada após o término do caminho 3 do ciclo de abertura de rosca.

CUIDADO A ferramenta é retraída durante a chanfragem e retorna ao ponto inicial do eixo X e, em seguida, do eixo Z, assim que o status do bloqueio de avanço seja ativado durante a abertura de rosca (movimento 2).
Ciclo normal Movimento durante o bloqueio de avanço Ponto de parada

Deslocamento rápido

O bloqueio de avanço é ativado aqui.

Durante a retração, não é possível executar outro bloqueio de avanço. A distância chanfrada é igual à existente no ponto final.

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B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

D Ciclo de abertura de rosca cônica
G92X(U)__ Z(W)__ R__ F__ ; Passo (L) é especificado.
Eixo X Z W 4(R) U/2 3(R) 2(F) R X/2 Eixo Z (R) 0Deslocamento rápido 1(R) (F) 0Especificado com um código F

L

(Na figura à esquerda, o ângulo chanfrado é de 45 graus ou menor, devido ao atraso do sistema servo.) Aprox. 45°

r

Detalhe da rosca chanfrada Fig. 13.1.2 (b) Ciclo de abertura de rosca cônica

137

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

13.1.3
Ciclo de Torneamento da Superfície Final (G94)
D Ciclo de corte frontal
G94X(U)__ Z(W)__ F__ ;
Eixo X
(R)……Deslocamento rápido (F)……Especificado com um código F

1(R)

U/2

2(F) 3(F)

4(R)

0

X/2 X/2 Z

W

Eixo Z

Fig. 13.1.3 (a) Ciclo de corte frontal

Na programação incremental, o sinal dos números que se seguem aos endereços U e W depende da direção dos caminhos 1 e 2. Isto é, se a direção do caminho for a direção negativa do eixo Z, o valor de W é negativo. No modo de bloco único, as operações 1, 2, 3 e 4 são executadas presssionando-se uma vez o botão de início de ciclo.

138

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

D Ciclo de corte cônico frontal
Eixo X 1(R) (R) Deslocamento rápido (F) Especificado através do código F 4(R) 3(F) X/2 Z R W Eixo Z

U/2

2(F)

Fig. 13.1.3 (b)

D Sinais dos números especificados no ciclo de corte cônico
1. U < 0, W < 0, R < 0 X Z U/2 1(R)

Na programação incremental, existe a seguinte relação entre os sinais dos números a seguir ao endereço U, W e R e os caminhos da ferramenta:

2. U > 0, W < 0, R < 0 X Z

R

W

2(F) 3(F) R W

4(R) U/2 2(F)

3(F) 4(R) 1(R)

3. U < 0, W < 0, R > 0 em  R  ≦  W  X Z 1(R) U/2 2(F) 3(F) W 4(R) X Z

4. U > 0, W < 0, R<0 em  R  ≦  W 

R

W 3(F) U/2 2(F) 1(R) R 4(R)

139

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO

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NOTA

1 Uma vez que os dados de X (U), Z (W) e R são modais durante o ciclo fixo, os valores previamente especificados para X (U), Z (W) ou R permanecem válidos, desde que não sejam novamente programados. Assim, se a distância a percorrer no eixo Z não for alterada, tal como no exemplo abaixo, o ciclo fixo pode ser repetido, especificando apenas os comandos de movimento para o eixo X. Estes dados são, porém, apagados se for programado um código G de ação simples, exceto G04 (pausa), ou um código G do grupo 01, exceto G90, G92 e G94. (Exemplo) Eixo X
66

4 8 12

16

Peça Eixo Z O ciclo ilustrado na figura acima é executado pelo seguinte programa: N030 G90 U--8.0 W--66.0 F0.4 ; N031 U--16.0 ; N032 U--24.0 ; N033 U--32.0 ;
0 2

Podem ser executadas as seguintes aplicações: (1) Quando se especifica um comando EOB ou comandos sem movimento no bloco que se segue ao que contém a especificação de um ciclo fixo, se obtém a repetição do mesmo ciclo fixo. (2) Quando se especifica a função M, S ou T durante o modo de ciclo fixo, o ciclo fixo e a função M, S ou T podem ser executados simultaneamente. Se isso for inconveniente, cancele o ciclo fixo (especificando G00 ou G01) uma vez, como nos programas exemplificativos apresentados abaixo, e execute o comando M, S ou T. Após concluída a execução de M, S ou T, comande novamente o ciclo fixo. (Exemplo) N003 T0101 ; : : N010 G90 X20.0 Z10.0 F0.2 ; N011 G00 T0202 ; N012 G90 X20.5 Z10.0 ;

140

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PROGRAMAÇÃO

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

13.1.4
Como Usar Ciclos Fixos (G90, G92, G94)
D Ciclo de corte reto (G90)

O ciclo fixo apropriado é selecionado de acordo com o contorno do material e do produto.

Contorno do material

Contorno do produto

D Ciclo de corte cônico (G90)

Contorno do material

Contorno do produto

141

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO

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D Ciclo de corte frontal (G94)

Contorno do material

Contorno do produto

D Ciclo de corte cônico frontal (G94)

Contorno do material

Contorno do produto

142

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PROGRAMAÇÃO

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

13.2

REPETIÇÃO DE CICLO (G70-G76)

Existem vários tipos de ciclos fixos predefinidos que facilitam a programação. Os dados para o contorno da peça acabada descrevem, por exemplo, o caminho da ferramenta para a usinagem grosseira. Além disso, estão à disposição ciclos fixos para a abertura de rosca.

13.2.1
Remoção de Material por Torneamento (G71)
D Tipo I

Há dois tipos de remoção de material por torneamento : tipo I e II.

Se um programa especificar um contorno de acabamento de A para A’ para B, como na figura abaixo, a área especificada é removida em função de ∆d (profundidade de corte), deixando uma tolerância de acabamento ∆u/2 e ∆w.
C B (F) 45, (R) (R) e (F) A ∆d

Comando do programa (F) : Avanço de corte (R) : Deslocamento rápido A’ ∆w ∆u/2

G71 U (∆d) R (e) ; G71 P (ns) Q (nf) U (∆u) W (∆w) F (f ) S (s ) T (t)
N (ns)⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅ ⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅ F____ S____ T____ N (nf)⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅; O comando de movimento entre A e B é especificado nos blocos situados entre os números de seqüência ns e nf.

∆d : Profundidade de corte (designação do raio) Designação sem sinal. A direção de corte depende da direção AA’. Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. Este valor também pode ser especificado através de um parâmetro (nº 5132) que, por sua vez, pode ser alterado por meio de um comando do programa. e : Quantidade de escape Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. Este valor também pode ser especificado através de um parâmetro (nº 5133) que, por sua vez, pode ser alterado por meio de um comando do programa. ns : Número de seqüência do primeiro bloco para o programa do contorno de acabamento. nf : Número de seqüência do último bloco para o programa do contorno de acabamento. ∆u : Distância e direção da tolerância de acabamento na direção X (designação do diâmetro / raio). ∆w : Distância e direção da tolerância de acabamento na direção Z. f,s,t : Qualquer função F, S ou T contida nos blocos ns a nf do ciclo é ignorada, sendo eficaz a função F, S ou T deste bloco G71.

Fig. 13.2.1 (a) Caminho de corte na remoção de material por torneamento (tipo I)

143

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO

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NOTA 1 Apesar de ∆d e ∆u serem especificados através do endereço U, seu significado é determinado pela presença dos endereços P e Q. 2 O ciclo de usinagem é executado através do comando G71 com a especificação de P e Q. As funções F, S e T especificadas no comando de movimento entre os pontos A e B são ineficazes, sendo apenas eficazes as funções especificadas no bloco G71 ou no bloco precedente. Se a opção de controle da velocidade de corte constante for selecionada, o comando G96 ou G97 especificado no comando de movimento entre os pontos A e B é ineficaz, sendo eficaz o comando especificado no bloco G71 ou no bloco precedente. Seguidamente são ilustrados quatro padrões de corte. Todos estes ciclos de corte são executados paralelamente ao eixo Z e os sinais de ∆u e ∆w são os seguintes:
+X

+Z B U(+)…W(+) A A U(+)…W(--)

A’ A’ A’ A’

É possível executar tanto a interpolação linear como a circular
U(--)…W(--)

U(--)…W(+) A A

O caminho da ferramenta entre A e A’ é especificado no bloco com o número de seqüência “ns” e que inclui G00 ou G01. Neste bloco, não é possível especificar nenhum comando de movimento no eixo Z. No caminho da ferramenta entre A’ e B, o padrão tem de aumentar ou diminur continuamente no eixo X e no eixo Z. Se o caminho da ferramenta entre A e A’ for programado com G00/G01, o corte ao longo de AA’ é executado no modo G00 ou G01, respectivamente. 3 Não é possível chamar um subprograma a partir do bloco situado entre os números de seqüência “ns” e “nf”.

144

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PROGRAMAÇÃO

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

D Tipo II

O tipo II difere do tipo I nos seguintes pontos: o perfil não tem de apresentar um aumento ou diminuição uniforme ao longo do eixo X e pode ter, ao todo, 10 concavidades (bolsas). Se forem especificadas 11 ou mais concavidade é ativado um alarme P/S (nº 068).

10

......

3

2

1

Fig. 13.2.1 (b)

Número de bolsas na remoção de material por torneamento (tipo II)

Tenha em atenção que o perfil terá de apresentar, porém, um aumento ou diminuição uniforme ao longo do eixo Z. O seguinte perfil não pode ser usinado:

A alternância uniforme não é observada ao longo do eixo Z

Fig. 13.2.1 (c)

Contorno que não pode ser usinado na remoção de material por torneamento (tipo II)

A primeira seção cortada não precisa ser vertical; é premitido qualquer perfil se uma alternância uniforme for mostrada ao longo do eixo Z.

Fig. 13.2.1 (d)

Contorno que pode ser usinado (alternância uniforme) na remoção de material por torneamento (tipo II)

Após o torneamento, surge uma distância originada pelo corte ao longo do perfil da peça.
145

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

e (definido através de um parâmetro)

Fig. 13.2.1 (e) Chanfragem na remoção de material torneamento (tipo II)

A distância e (especificada em R) a ser originada após o corte, também pode ser especificada através do parâmetro nº 5133. Abaixo é mostrado um caminho de corte exemplificativo:
30 5 2 25 6 7 28 27 26 1

4 3 13 12 23 11 19 17 16 22 21 20 15 29 14 10 9 8 24

18

Fig. 13.2.1 (f) Caminho de corte na remoção de material por faceamento

A correção do raio da ponta da ferramenta não é adicionado às tolerâncias de acabamento ∆u e ∆w. Na remoção de material por torneamento, a correção do raio da ponta da ferramenta é igual a zero. W=0 tem de ser especificado ; de contrário, a ponta da ferramenta pode cortar em um lado da parede. No primeiro bloco de uma seção repetitiva, é necessário especificar dois eixos: X (U) e Z (W). W0 também é especificado quando não é executado qualquer movimento no eixo Z. D Distinção entre o tipo I e o tipo II Quando é especificado apenas um eixo no primeiro bloco de uma seção repetitiva Tipo I Quando são especificados dois eixos no primeiro bloco de uma seção repetitiva Tipo II Quando o primeiro bloco não inclui qualquer movimento no eixo Z e se pretende usar o tipo II, é necessário especificar W0. (Exemplo) TIPO I TIPO II
G71 V10.0 R5.0 ; G71 V10.0 R5.0 ; G71 P100 Q200....; G71 P100 Q200........; N100X (U)___; N100X (U)___ Z(W)___;

: :
N200..............;

: :
N200.........................;

146

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PROGRAMAÇÃO

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

13.2.2
Remoção de Material por Faceamento (G72)

Tal como ilustrado na figura abaixo, este ciclo é semelhante a G71, excetuando que o corte é feito paralelamente ao eixo X.
∆d A’ A Caminho da ferramenta (F) e (R) (R) 45° C

(F) Comando do programa B ∆w ∆u/2

G72 W(∆d) R(e) ; G72 P(ns) Q(nf) U(∆u) W(∆w) F(f) S(s) T(t) ;

Os significados de ∆d, e, ns, nf, ∆u,∆w, f, s e t são como em G71.

Fig. 13.2.2 (a) Caminho de corte na remoção de material por faceamento

D Sinais dos números especificados

Seguidamente são ilustrados quatro padrões de corte. Todos estes ciclos de corte são executados paralelamente ao eixo Z e os sinais de ∆u e ∆w são os seguintes:
+X B B U(--)…W(+)… A’ A’ U(+)…W(+)… B B Fig. 13.2.2 (b) Sinais dos números especificados com u e w na remoção de material por faceamento A A A A U(--)…W(--)… A’ A’ É possível efetuar tanto a interpolação linear como a circular

+Z

U(+)…W(--)…

O caminho da ferramenta entre A e A’ é especificado no bloco com o número de seqüência “ns” que inclui G00 ou G01. Neste bloco, não é possível especificar nenhum comando de movimento no eixo X. No caminho da ferramenta entre A’ e B, o padrão tem de aumentar ou diminur continuamente no eixo X e no eixo Z. Se o corte ao longo de AA’ deverá ser executado no modo G00 ou G01, depende do comando programado entre A e A’, como descrito no ponto 13.2.1.
147

13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

13.2.3
Repetição de Padrões (G73)

Esta função permite repetir um padrão de corte fixo, sendo o padrão deslocado ponto por ponto. Neste ciclo de corte é possível usinar eficientemente peças já usinadas grosseiramente, forjadas, fundidas, etc.
∆k+∆w ∆w C

D
∆u/2 ∆i+∆u/2

A
(R) B ∆u/2 A’ ∆w

Padrão programado:
A→A’→B G73 U (ni) W (nk) R (d) ;

G73 P (ns) Q (nf) U (nu) W (nw) F (f ) S (s ) T (t) ;
N (ns)⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅ ⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅ F____ S____ T____ N (nf)⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅;
∆i

O comando de movimento entre A e B é especificado nos blocos situados entre os números de seqüência ns e nf.

∆k

d

ns nf nu nw f,s,t

: Distância e direção da descarga na direção do eixo X (designação do raio). Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5135 que, por sua vez, pode ser alterado por meio de um comando do programa. : Distância e direção da descarga na direção do eixo Z. Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5136 que, por sua vez, pode ser alterado por meio de um comando do programa. : Divisor Este valor é o mesmo da contagem repetitiva para o corte grosseiro. Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5137 que, por sua vez, pode ser alterado por meio de um comando do programa. : Número de seqüência do primeiro bloco para o programa do contorno de acabamento. : Número de seqüência do último bloco para o programa do contorno de acabamento. : Distância e direção da tolerância de acabamento na direção X (designação do diâmetro/raio). : Distância e direção da tolerância de acabamento na direção Z. : Qualquer função F, S ou T contida nos blocos situados entre os números de seqüência “ns” e “nf” é ignorada, sendo eficaz a função F, S ou T deste bloco G73.

Fig. 13.2.3 Caminho de corte na repetição de padrões

148

13. a ferramenta regressa ao ponto inicial e o bloco seguinte é lido. S e T especificadas no bloco G71.4 Ciclo de Acabamento (G70) Formato Depois do corte grosseiro com G71. 149 . sendo eficazes apenas as que foram especificadas em G70 entre os números de seqüência “ns” e “nf”. Preste atenção aos sinais de ∆u. (nf) : Número de seqüência do último bloco para o pro grama do contorno de acabamento. G72. seu significado é determinado pela presença dos endereçso P e Q no bloco G73. o acabamento é executado com o seguinte comando: G70P (ns) Q (nf) . 2 Quando o ciclo de usinagem é terminado com G70. G72 ou G73. Seguidamente são ilustrados quatro padrões de corte. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO NOTA 1 Apesar dos valores ∆i e ∆k ou ∆u e ∆w serem especificados através do endereço U e W. ∆w. respectivamente. (ns) : Número de seqüência do primeiro bloco para o programa do contorno de acabamento. 2 O ciclo de usinagem é executado através do comando G73 com a especificação de P e Q. G73 não são eficazes. 3 Não é possível chamar nenhum subprograma a partir dos blocos situados entre “ns” e “nf”. Se P e Q não forem especificados no mesmo bloco. Depois de concluído o ciclo de usinagem. os endereços U e W indicam ∆u e ∆w. NOTA 1 As funções F. respectivamente. ∆k e ∆i. de G70 a G73.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. respectivamente. os endereços U e W indicam ∆i e ∆k. a ferramenta regressa ao ponto A. Se P e Q forem especificados no mesmo bloco.2.

0 .0 R1.0 Z190. N018 W20.0 F0. N020 G70 P014 Q019 .0 W10.0 . N015 G01 X120. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Exemplos Remoção de material por faceamento (G72) Eixo X 7 Ponto inicial 88 110 φ160 φ120 φ80 Eixo Z φ40 40 10 10 10 20 190 20 2 (Programação do diâmetro. N016 W10. N011 G00 X176.15 .13.0 .3 S550 .0 . 150 . N012 G72 W7. N013 G72 P014 Q019 U4.0 F0.0 . entrada em milímetros) N010 G50 X220.0 . N014 G00 Z58.0 S700 .0 W12. N019 X36.0 W22.0 W2.0 Z132.0 . N017 X80.

0 S0280 .0 . 151 .0 R20. N012 G73 U14. N015 G01 W--20.0 F0.0 R3 .3 S0180 . N017 W--20.0 Z220.0 F0. N011 G00 X220.0 W--40.0 W--10. N020 G70 P014 Q019 .0 .0 . FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO Repetição de padrões (G73) 16 B Eixo X 16 110 2 14 130 0 φ180 φ160 φ120 φ80 Eixo Z 2 14 20 220 (Programação do diâmetro.0 . N019 G01 X180. N018 G02 X160.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13.0 W--20. N013 G73 P014 Q019 U4.0 S0400 .0 W14.15 S0600 .0 W2. entrada em milímetros) N010 G50 X260. N014 G00 X80.0 Z160.

2. seu significado é determinado pela presença do endereço X (U).13. 152 . 13. ∆k’ Dd ∆k ∆k ∆k ∆k A ∆i [0<∆k’≦∆k] C (R) (F) (R) (F) (R) (F) (R) (R) (F) (F) (R) U/2 ∆i ∆i’ X [0<∆i’≦∆i] B W Z e G74R (e) . usado para a perfuração.2. se o endereço X (U) e ∆i forem omitidos. X : Componente X do ponto B U : Quantidade aumentada de A para B Z : Componente Z do ponto C W : Quantidade aumentada de A para C ∆i : Quantidade de movimento na direção X (sem sinal) ∆k : Profundidade de corte na direção Z (sem sinal) ∆d : Quantidade de descarga da ferramenta na base de corte. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5139 que. G74X(U)_ Z(W)_ P(ni) Q(nk) R(nd) F (f ) . Sendo especificado X(U). e : Quantidade de retorno Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. a direção de descarga pode ser especificada com o sinal desejado. por sua vez.5 Caminho de corte no ciclo de perfuração profunda da superfície final NOTA 1 Apesar de e end serem especificados através do endereço R.5 Ciclo de Perfuração Profunda da Superfície Final (G74) O caminho de corte ilustrado na Fig. é utilizado nd.5 é gerado pelo programa seguinte. as operações só poderão ser executadas no eixo Z. Neste ciclo é possível executar a quebra de aparas. 13. f : Velocidade de avanço Fig. pode ser alterado por meio de um comando do programa. Se X (U) e P forem omitidos. Contudo. como se mostra abaixo. 2 O ciclo de usinagem é executado através do comando G74 com a especificação de X (U).2. O sinal de ∆d é sempre positivo (+).

(R) (F) (R) (F) (R) (F) (R) (F) (R) (F) ∆d e A ∆i U/2 ∆k Z W X G75R (e) . 13. Este ciclo permite a execução de quebra de aparas. G75X(U)_ Z(W)_ P(∆i) Q(∆k) R(∆d) F(f) . à exceção de X que é substituído por Z. W e Q são omitidos). 13. Estão previstos quatro padrões simétricos. Fig. Z. 153 . FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13. permitindo uma descarga automática da ferramenta.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13.6 é gerado pelo programa seguinte. respectivamente.2.2. Ele é equivalente a G74.6 Caminho de corte no ciclo de perfuração do diâmetro exterior/interior G74 e G75 são usados para ranhurar e perfurar.6 Ciclo de Perfuração do Diâmetro Exterior/Interior (G75) O caminho de corte ilustrado na Fig. ranhurar no eixo X e perfuração profunda no eixo X (neste caso.2.

7 (a) Caminho de corte no ciclo de corte para múltiplas roscas 154 .7 (a). como ilustrado na Fig. 13.2.13.2.7 Ciclo de Abertura de Rosca Múltipla (G76) O ciclo de abertura de rosca é programado através do comando G76.13.2. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. E (R) A U/2 (F) (R) B ∆d k r C i X D Z W Fig.

∆d --1) for inferior a este valor limite. por sua vez. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5143 que. em incrementos de 0. (Exemplo) Se m=2. 29° e 05).2L. 30°. a especificação é feita da seguinte forma (L é o passo de rosca): P 02 12 60 m r a ∆dmin : Profundidade mínima de corte (especificada pelo valor do raio) Se a profundidade de corte de uma operação cíclica (d -. pode ser alterado por meio de um comando do programa. Contagem repetitiva na fase de acabamento (de 1 a 99) Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. r a m. Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. r=1. de 00 a 90). a profundidade de corte é fixada com este valor. pode ser alterado por meio de um comando do programa. especificando--o com um número de 2 dígitos. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5142 que. pode ser alterado por meio de um comando do programa.9L. por sua vez. i : Diferença do raio da rosca. k : Altura da rosca Este valor é especificado pelo valor do raio. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5130 que. pode ser alterado por meio de um comando do programa. 13.2. m . o valor de L pode ser especificado de 0.7 (b) Detalhe do corte 155 . Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. por sua vez.0L a 9. r e a são especificados simultaneamente por meio do endereço P. pode ser alterado por meio de um comando do programa. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5140 que. d : Tolerância de acabamento Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor. : Quantidade de chanfragem Quando o passo de rosca é expresso por L. a=605. Se i = 0. Este valor também pode ser especificado através do parâmetro nº 5141 que. Esta designação é modal e não se altera até que seja designado outro valor.1L (número de 2 dígitos. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO Ponta da ferramenta B a 1º 2º 3º Enésimo ∆d ∆ pn k d G76P (m) (r) (a) Q (∆d min) R(d). : Ângulo da ponta da ferramenta É possível selecionar um de seis tipos de ângulos (80°. por sua vez. 55°. 60°. Fig. por sua vez. nd : Profundidade de corte no 1º corte (valor do raio) L : Passo de rosca (igual a G32). é possível executar uma abertura normal de rosca reta.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. G76X (u) _ Z(W) _ R(i) P(k) Q(∆d) F(L) .

NOTA 1 O significado dos dados especificados através do endereço P. W : Menos (determinado pela direção do caminho AC e CD da ferramenta.º ciclo 2.º ciclo enésimo ciclo ponto inicial do ciclo de abertura de rosca ponto inicial do enésimo ciclo 6 Se o ponto inicial do ciclo de abertura de rosca estiver perto de uma peça. é o seguinte: U. a ferramenta pode interferir com a peça durante o ciclo de retração por que se passa ao longo do percurso do ciclo de retração descrito na nota 5.2. a velocidade de avanço entre C e D é especificada através do endereço F.) P: Mais (sempre) Q: Mais (sempre) 3 As notas referentes à abertura de rosca com G32 e G92 também se aplicam aqui. Quando o início do ciclo é acionado. 5 A ferramenta retorna ao ponto de início de ciclo (profundidade de corte ndn) assim que o statuts de bloqueio de avanço for ativado durante a abertura de rosca. (ndn : profundidade de corte no enésimo corte) Ciclo normal ndn Ciclo de retração topo da rosca ndn fundo da rosca k 1. Com este ciclo é executado o corte de uma extremidade e a carga da ponta da ferramenta é reduzida. 156 .) R: Menos (determinado pela direção do caminho AC da ferramenta. Ver notas do ponto 13. a ferramenta é retraída rapidamente. Q R é determinado pela presença de X (U) e X (W). na figura acima. 4 O comando de chanfragem também é eficaz no ciclo de abertura de rosca G92. o ponto inicial do ciclo de abertura de rosca tem de estar afastado pelo menos o valor k (altura da rosca) do topo da rosca. no outro caminho ela corresponde à velocidade de deslocamento rápido. Por isso. Se o primeiro caminho possuir uma profundidade de corte nd e o enésimo caminho ndn.13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Retração do ciclo de abertura de rosca Se o bloqueio de avanço for aplicado durante a abertura de rosca no ciclo de abertura de rosca múltipla (G76). O sinal das dimensões incrementais. É possível executar a abertura de rosca interna.º ciclo 3. Na figura acima.1. A ferramenta regressa ao ponto inicial do ciclo. o ciclo de abertura de rosca múltipla é reiniciado. a quantidade de corte por ciclo é mantida constante. Estão previstos quatro padrões simétricos correspondentes ao sinal do respectivo endereço. 2 O ciclo de usinagem é executado através do comando G76 com a especificação de X (U) e Z (W). tal como sucede na chanfragem executada no final do ciclo de abertura de rosca.

Exemplo: G76 X60640 Z25000 K3680 D1800 F6. será executado um corte com uma ferramenta. G76 X60640 Z25000 P3680 Q1800 F6. a abertura irregular de rosca pode ser executada com uma profundidade de corte constante. Para a abertura irregular de rosca.8 ϕ60.8 3.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. com um valor constante. Ponta da ferramenta (2⋅4) D/2 Hn ( 4⋅ 6) D/2 a 2⋅D 2 H1 2⋅D 4⋅D H2 H3 H4 H5 H6 H8 H9 H7 6⋅D K α (tolerância de acabamento) Abertura irregular de rosca com profundidade de corte constante 157 .64 Eixo Z 1. use sempre o formato de fita FS15 (ver Seção 17. D Abertura irregular de rosca Especificando P2. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO Exemplos Repetição de ciclo (G76) Eixo X 0 ϕ68 1.0 .68 6 25 105 G76 P011060 Q100 R200 . Se não for especificado um comando P que defina o método de corte ou se for especificado um comando diferente de P2.0 A60 P2. ela será fixada em ∆dmin.5). Se a profundidade de corte for inferior a dmin (especificado através do parâmetro nº 5140) em um dos ciclos.

A repetição de ciclo não pode ser executada durante a operação DNC. antes de se reiniciar a operação cíclica.8 Notas Sobre a Repetição de Ciclo (G70-G76) 1. G71. G72 nem G73. G72 ou G73 são programados.A repetição de ciclo não pode ser executada durante o modo de controle avançado por antecipação. é ativado o alarme P/S nº 67. G01. 13.A macro de usuário do tipo interrupção não pode ser executada durante a repetição de ciclo. 11. G72 ou G73. os endereços P. Nos blocos situados entre os números de seqüência especificados por meio de P e Q. não é possível programar G70. G74. a ferramenta deveria ser recolocada na posição em que a operação cíclica foi interrompida. G75 e G76 podem ser programados no modo MDI. 10. exceto G04 (pausa) ⋅Código G do grupo 01. G72. 7. G73. 8.13. é possível parar o ciclo e executar uma operação manual. G74. Na repetição de ciclo. G71. Nesse caso. Q.2. Quando G70. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. 3. P#1 é eqüivalente a P2500. é necessário programar o grupo G00 ou G01.A compensação do raio da ponta da ferramenta não pode ser aplicada a G71. No modo MDI. não é possível programar M98 (chamada do subprograma) nem M99 (fim do subprograma). Se a operação cíclica for reiniciada sem que a ferramenta seja recolocada na posição da interrupção. 5. 4. Nos blocos que contenham G70. não podem ser programados através das funções de “programação direta das dimensões do desenho” ou de “chanfragem e canto R”. Não o fazendo. o movimento da operação manual é somado ao valor absoluto e o caminho da ferramenta é deslocado no correspondente à quantidade de movimento da operação manual. exceto G00. os blocos entre os números de seqüência especificados por P e Q. 158 .Quando #1 = 2500 é executado usando uma macro de usuário. G75. Contudo. G02 e G03 ⋅Código G do grupo 06 ⋅M98 / M99 6. 9. G71. Durante a execução da repetição de ciclo (G70AG76). Nos blocos com comandos para a repetição de ciclo. Se algum deles for programado. W e R têm de ser especificados corretamente para cada bloco. U. 12. o número de seqüência especificado por meio do endereço P e Q não pode ser especificado mais de uma vez no mesmo programa. G76 ou G78. 2. No bloco especificado por meio do endereço P de G71. G75 e G76 também não suportam a entrada de casas decimais para P e Q. 2500. 14. é ativado o alarme P/S nº 65. Z. não é possível especificar os seguintes comandos: ⋅Código G de ação simples. Os menores incrementos de entrada são as unidades usadas para especificar a distância a percorrer e a profundidade de corte. X. G72 ou G73 e entre os números de seqüência especificados por meio de P e Q.000 é atribuído a #1. G74.

dado que reúne em um só bloco com código G uma operação de usinagem programada em vários blocos.3 Seqüência de operações de um ciclo de perfuração 159 .3 CICLO FIXO DE PERFURAÇÃO (G80-G89) Código G G80 G83 G84 G85 O ciclo fixo de perfuração simplifica.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. o programa.3 (a): Ciclos fixos Operação na posição da base do furo _____ _____ Pausa Pausa→Fuso SAH _____ ___ Deslocamento rápido Avanço de corte Avanço de corte Cancelamento Ciclo de perfuração frontal Ciclo de rosqueamento frontal Ciclo de mandrilagem frontal Ciclo de perfuração lateral Ciclo de rosqueamento rígido lateral Ciclo de mandrilagem lateral Eixo de perfuração ____ Eixo Z Eixo Z Eixo Z Operação de usinagem de furos (sentido -) Operação de retração (sentido +) Aplicações Avanço de corte / intermitente Avanço de corte Avanço de corte G87 G88 G89 Eixo X Eixo X Eixo X Avanço de corte / intermitente Avanço de corte Avanço de corte Pausa Pausa→Fuso SAH Pausa Deslocamento rápido Avanço de corte Avanço de corte Em geral. o ciclo de perfuração é composto das seis seqüências de operações seguintes: Operação 1 Operação 2 Operação 3 Operação 4 Operação 5 Operação 6 Posicionamento do eixo X (Z) e do eixo C Deslocamento rápido até o nível do ponto R Usinagem de furos Operação na base de um furo Retração até o nível do ponto R Deslocamento rápido até o ponto inicial Operação 1 Nível inicial Operação 6 Operação 2 Nível do ponto R Operação 5 Operação 3 Operação 4 Deslocamento rápido Avanço Fig. normalmente. 13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13. Tabela de ciclos fixos: Tabela 13.

Como eixos de posicionamento são utilizados os eixos C e X ou Z. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Eixo de posicionamento e eixo de perfuração Um código G de perfuração especifica os eixos de posicionamento e um eixo de perfuração. D Modo de perfuração G83 a G85 / G87 a 89 são códigos G modais e permanecem ativos até que sejam cancelados. Os dados de perfuração especificados no modo de perfuração. Especifique todos os dados de perfuração necessários no início dos ciclos fixos. é usado como eixo de perfuração. eixo C Eixo Z. G85 G87. deverá somente especificar modificações dos dados. como ilustrado abaixo.13. Uma velocidade de avanço de corte com um código F é mantida mesmo depois de o ciclo de perfuração ser cancelado. Para os blocos que requeiram um código Q. a mesma função. Enquanto estiverem ativos. tem de se especificar um código Q para cada um dos blocos. respectivamente. o estado atual é o modo de perfuração. os códigos M de fixação e anulação da fixação do eixo C funcionam em modo modal e são cancelados por G80. G84. eixo C Eixo de perfuração Eixo Z Eixo X G83 e G87. neste capítulo será utilizado apenas o termo ”perfuração” para designar as operações executadas nos ciclos fixos. G84 e G88 e G85 e G89 possuem. Uma vez especificados. Tabela 13. quando os ciclos fixos estão sendo executados. 160 . O eixo (X ou Z) que não for utilizado como eixo de posicionamento. Apesar de os ciclos fixos incluirem tanto ciclos de rosqueamento como de mandrilagem e de perfuração. exceto nos eixos especificados como eixos de posicionamento e eixo de perfuração.3 (b): Eixo de posicionamento e eixo de perfuração Código G G83. G88. são guardados até que sejam alterados ou cancelados. G89 Plano de posicionamento Eixo X.

mas a perfuração não é executada. especifique o número de repetições em K_.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. os dados de perfuração são armazenados. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO D Nível do ponto de retorno G98/G99 No sistema A de códigos G. No sistema B ou C de códigos G. O nível inicial não é alterado. A ferramenta faz uma pausa durante o tempo especificado no parâmetro nº 5111. a perfuração é executada uma vez. Para cancelar um ciclo fixo. a perfuração é repetida na mesma posição. utilize G80 ou um código G do grupo 01. o CNC emite o código M para fixar o eixo C depois de a ferramenta ter sido posicionada e antes de ser movimentada em deslocamento rápido para o nível do ponto R. a ferramenta regressa da base de um furo ao nível inicial. a ferramenta regressa da base de um furo ao nível inicial quando se especifica G98 e regressa da base de um furo ao nível do ponto R quando se especifica G99. Se K0 for especificado com o parâmetro K0E (parâmetro nº 5102 #4) colocado em 1. Códigos G do grupo 01 G00 : Posicionamento (deslocamento rápido) G01 : Interpolação linear G02 : Interpolação circular (SH) G03 : Interpolação circular (SAH) 161 D Cancelar . mesmo que a perfuração seja executada no modo G99. O CNC também emite o código M para soltar o eixo C (código M para fixar o eixo C +1) depois de a ferramenta ser retraída para o nível do ponto R. Especifique a posição do primeiro furo no modo incremental. K só é eficaz no bloco em que for especificado. D Código M para fixar/soltar o eixo C Quando se programa um código M especificado no parâmetro nº 5110 para fixar/soltar o eixo C. Geralmente. Sendo especificada no modo absoluto. A figura seguinte ilustra o movimento da ferramenta especificado através de G98 ou G99. G99 é utilizado para a primeira operação de perfuração e G98 para a última operação de perfuração. Número de repetições K Valor máximo de comando = 9999 Se K0 for especificado com o parâmetro K0E (parâmetro nº 5102 #4) colocado em 0. G98 (Retorno ao nível inicial ) G99 (Retorno ao nível do ponto R Nível inicial Nível do ponto R D Número de repetições Se pretender repetir a perfuração para executar furos situados a intervalos regulares.

porém. C). 2 No sistema B ou C de códigos G. C ou Z. Z_ ou X_ (distância entre o ponto R e a base do furo) são.13.) Mα M (α+1) Emissão do código M para soltar o eixo C CUIDADO 1 Nos ciclos fixos. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Símbolos usados nas figuras Nas seções seguintes são descritos os diversos ciclos fixos. G90 e G91 podem ser usados para selecionar um comando incremental ou absoluto para a especificação dos dados de posição do furo (X. R_ (distância entre o nível inicial e o ponto R) é sempre tratado como um raio. da distância entre o ponto R e a base do furo (Z ou X) e da distância entre o nível inicial e o nível do ponto R (R). dependendo da especificação. 162 . As figuras inseridas nestas explicações incluem os seguintes símbolos: Posicionamento (deslocamento rápido G00) Avanço de corte (interpolação linear G01) Avanço manual P1 P1 Pausa especificada no programa Pausa especificada no parâmetro nº 5111 Emissão do código M para fixar o eixo C (O valor de a é especificado com o parâmetro nº 5110. tratados ou como um diâmetro ou como um raio.

X_ C_ ou Z_ C_ : Dados de posição do furo Z_ ou X_ : Distância entre o ponto R e a base do furo R_ : Distância entre o nível inicial e o nível do ponto R Q_ : Profundidade de corte por cada avanço de corte P_ : Tempo de pausa na base do furo F_ : Velocidade de avanço de corte K_ : Número de repetições (se necessário) M_ : Código M para fixar o eixo C (se necessário) G83 ou G87 (modo G98) G83 ou G87 (modo G99) Mα Nível inicial Mα Ponto R q d M (α+1) P2 Ponto R q d M (α+1). é usado o ciclo de perfuração normal. P2 Ponto R q d q d q q P1 Mα M (α+1) P1 P2 d : : : : : Ponto Z P1 Ponto Z Código M para fixar o eixo C Código M para soltar o eixo C Pausa especificada no programa Pausa especificada no parâmetro nº 5111 Distância de retração especificada no parâmetro nº 5114 163 . bit 2 do parâmetro n. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13.3. Se não for especificada a profundidade de corte para cada perfuração. a broca remove as aparas do furo.1 Ciclo de Perfuração Frontal (G83) / Ciclo de Perfuração Lateral (G87) D Ciclo rápido de perfuração profunda (G83. G87) (parâmetro RTR (nº 5101#2) =0) Formato É usado o ciclo de perfuração profunda ou ciclo rápido de perfuração profunda dependendo da definição em RTR. A broca repete o ciclo de perfuração intermitentemente até a base do furo. G83 X(U)_ C(H)_ Z(W)_ R_ Q_ P_ F_ K_ M_ .º 5101. à velocidade de avanço de corte e com uma retração correspondente à distância de retração especificada. Este ciclo executa uma perfuração profunda a alta velocidade.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. ou G87 Z(W)_ C(H)_ X(U)_ R_ Q_ P_ F_ K_ M_ . Durante a retração.

0 . Modo de indexação do eixo C OFF NOTA Se não for programada a profundidade de corte por cada avanço de corte (Q).0 M31 .) 164 .0 M31 .0 Q5000 F5. (Ver a descrição do ciclo de perfuração. Modo de indexação do eixo C ON M3 S2000 . Cancelamento do ciclo de perfuração e parada da rotação da broca M50 . FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Ciclo de perfuração profunda (G83. Posicionamento da broca ao longo dos eixos X e C G83 Z-40. Furo 2 C180. X_ C_ ou Z_ C_ : Dados de posição do furo Z_ ou X_ : Distância entre o ponto R e a base do furo R_ : Distância entre o nível inicial e o nível do ponto R Q_ : Profundidade de corte por cada avanço de corte P_ : Tempo de pausa na base do furo F_ : Velocidade de avanço de corte K_ : Número de repetições (se necessário) M_ : Código M para fixar o eixo C (se necessário) G83 ou G87 (modo G98) G83 ou G87 (modo G99) Mα Ponto R q Nível inicial M (α+1).0 M31 . Furo 4 G80 M05 . Furo 3 C270. será executada a perfuração normal.0 R-5. Furo 1 C90.0 C0. P2 d Mα Ponto R q d q d q M (α+1). Rotação da broca G00 X50. P2 Ponto R q d q Ponto Z P1 Ponto Z P1 Mα M (α+1) P1 P2 d : : : : : Código M para fixar o eixo C Código M para soltar o eixo C Pausa especificada no programa Pausa especificada no parâmetro nº 5111 Distância de retração especificada no parâmetro nº 5114 Exemplos M51 .13. G87) (parâmetro nº 5101#2 =1) Formato G83 X(U)_ C(H)_ Z(W)_ R_ Q_ P_ F_ K_ M_ .0 M31 . ou G87 Z(W)_ C(H)_ X(U)_ R_ Q_ P_ F_ K_ M_ .

X_ C_ ou Z_ C_ : Dados de posição do furo Z_ ou X_ : Distância entre o ponto R e a base do furo R_ : Distância entre o nível inicial e o nível do ponto R P_ : Tempo de pausa na base do furo F_ : Velocidade de avanço de corte K_ : Número de repetições (se necessário) M_ : Código M para fixar o eixo C (se necessário) G83 ou G87 (modo G98) G83 ou G87 (modo G99) Mα Nível inicial Nível do ponto R M (α+1). Posicionamento da broca ao longo dos eixos X e C G83 Z-40. Furo 2 C180. ou G87 Z(W)_ C(H)_ X(U)_ R_ P_ F_ K_ M_ .0 M31 . P2 Mα Nível do ponto R M (α+1).0 P500 F5. P2 P1 Ponto Z P1 Ponto Z Mα M (α+1) P1 P2 : : : : Código M para fixar o eixo C Código M para soltar o eixo C Pausa especificada no programa Pausa especificada no parâmetro nº 5111 Exemplos M51 .0 M31 .0 M31 .0 R-5. Furo 4 G80 M05 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13.0 M31 . Furo 3 C270. será usado o ciclo de perfuração normal. A ferramenta é. Modo de indexação do eixo C ON M3 S2000 .0 . depois.0 C0. Furo 1 C90. Cancelamento do ciclo de perfuração e parada da rotação da broca M50 . Formato G83 X(U)_ C(H)_ Z(W)_ R_ P_ F_ K_ M_ . Rotação da broca G00 X50. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO D Ciclo de perfuração (G83 ou G87) Se não for especificada a profundidade de corte para cada perfuração. retraída da base do furo em deslocamento rápido. Modo de indexação do eixo C OFF 165 .

As correções da velocidade de avanço são ignoradas durante o rosqueamento. o fuso é girado em sentido inverso quando a base do furo é alcançada.13. a máquina não pára antes que a operação de retorno tenha sido concluída. Mesmo que o botão de bloqueio de avanço seja acionado. Neste ciclo de rosqueamento.3.2 Ciclo de Rosqueamento Frontal (G84) / Ciclo de Rosqueamento Lateral (G88) Formato Este ciclo serve para executar o rosqueamento. X_ C_ ou Z_ C_ : Dados de posição do furo Z_ ou X_ : Distância entre o ponto R e a base do furo R_ : Distância entre o nível inicial e o nível do ponto R P_ : Tempo de pausa na base do furo F_ : Velocidade de avanço de corte K_ : Número de repetições (se necessário) M_ : Código M para fixar o eixo C (se necessário) G84 ou G88 (modo G98) G84 ou G88 (modo G99) Mα Nível inicial Mα Fuso SH M (α+1). o fuso é girado no sentido inverso para a retração. P2 Ponto R Ponto Z P1 Fuso SAH P1 Ponto Z Fuso SAH Explicações O rosqueamento é executado através da rotação do fuso em sentido horário. Esta operação produz roscas. ou G88 Z(W)_ C(H)_ X(U)_ R_ P_ F_ K_ M_ . Quando a base do furo é alcançada. P2 Nível do ponto R Ponto R Fuso SH M (α+1). G84 X(U)_ C(H)_ Z(W)_ R_ P_ F_ K_ M_ . FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. 166 .

0 M31 . Exemplos M51 .0 M31 . pode especificar--se se o comando de parada do fuso (M05) deverá ser emitido antes do sentido de rotação do fuso ser especificado com M03 ou M04. Furo 2 C180.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. Modo de indexação do eixo C OFF 167 .0 P500 F5. Modo de indexação do eixo C ON M3 S2000 .0 . FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO NOTA Através do bit 6 (M5T) do parâmetro nº 5101.0 M31 . Posicionamento da broca ao longo dos eixos X e C G83 Z-40. Rotação da broca G00 X50. Furo 4 G80 M05 .0 C0. Cancelamento do ciclo de perfuração e parada da rotação da broca M50 . Furo 1 C90. Furo 3 C270. consulte o manual de operação fornecido pelo fabricante da máquina--ferramenta. Para mais informações.0 R-5.0 M31 .

Modo de indexação do eixo C OFF Exemplos 168 . Cancelamento do ciclo de perfuração e parada da rotação da broca M50 . Furo 4 G80 M05 .0 M31 .0 M31 .3.3 Ciclo de Mandrilagem Frontal (G85) / Ciclo de Mandrilagem Lateral (G89) Formato Este ciclo serve para mandrilar um furo. Furo 3 C270. Furo 1 C90.0 . P2 Ponto R Nível do ponto R Mβ. P2 Ponto Z P1 P1 Ponto Z Explicações Após o posicionamento. A perfuração é executada do ponto R para o ponto Z.0 R-5.0 P500 F5. é executado um deslocamento rápido para o ponto R. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. Modo de indexação do eixo C ON M3 S2000 . Furo 2 C180. G85 X(U)_ C(H)_ Z(W)_ R_ P_ F_ K_ M_ .0 M31 . a ferramenta regressa ao ponto R a uma velocidade de avanço correspondente ao dobro da velocidade de avanço de corte.0 M31 . Rotação da broca G00 X50. ou G89 Z(W)_ C(H)_ X(U)_ R_ P_ F_ K_ M_ .13. X_ C_ ou Z_ C_ : Dados de posição do furo Z_ ou X_ : Distância entre o ponto R e a base do furo R_ : Distância entre o nível inicial e o nível do ponto R P_ : Tempo de pausa na base do furo F_ : Velocidade de avanço de corte K_ : Número de repetições (se necessário) M_ : Código M para fixar o eixo C (se necessário) G85 ou G89 (modo G98) G85 ou G89 (modo G99) Mα Nível inicial Mα Ponto R Mβ. Posicionamento da broca ao longo dos eixos X e C G83 Z-40. Depois de alcançar o ponto Z. M51 .0 C0.

0 .0 M31 .0 M31 . G80 . Explicações O ciclo fixo de perfuração é cancelado para se executar uma operação normal. Furo 3 C270. Furo 2 C180. Rotação da broca G00 X50. Furo 1 C90. Modo de indexação do eixo C ON M3 S2000 . Modo de indexação do eixo C OFF Exemplos 169 .4 Cancelamento do Ciclo Fixo de Perfuração (G80) Formato G80 cancela o ciclo fixo. Furo 4 G80 M05 .0 C0. O ponto R e o ponto Z são anulados.3.0 R-5. Cancelamento do ciclo de perfuração e parada da rotação da broca M50 . M51 .0 P500 F5. Posicionamento da broca ao longo dos eixos X e C G83 Z-40.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13.0 M31 .0 M31 . FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13. Todos os outros dados de perfuração são também cancelados (anulados).

A operação pára no ponto final das operações 1. 2. se a repetição for conservada. a operação pára sob condições de parada. tendo isto em mente. na Fig. esta operação é iniciada 3 vezes para perfurar um furo. o override da velocidade de avanço é de 100%. a operação pára no ponto final das operações 1. 2.3 (a). Se o ciclo de perfuração for executado com bloco único. em outros casos.5 Medidas de Precaução D Reset e parada de emergência O modo de perfuração e os dados de perfuração são salvos.13. Durante a operação com G84 e G88. por isso. Se o “Bloqueio de Avanço” for aplicado entre as operações 3 e 5 através de G84/G88. a lâmpada de bloqueio de avanço acende-se imediatamente se o bloqueio de avanço for novamente aplicado à operação 6. D Bloco único D Bloqueio de avanço D Override 170 . 6. A operação pára sob condições de bloqueio de avanço no ponto final da operação 6. com a lâmpada de bloqueio de avanço ON. mesmo que o controlador seja parado devido a um reset ou a uma parada de emergência no decurso do ciclo de perfuração. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. Conseqüentemente. 13. reinicie a operação.3.

1 Ciclo de Retificação Transversal (G71) Formato G71 A_ B_ W_ U_ I_ K_ H_ .001 a 240000 mm/min de 0.4 CICLO FIXO DE RETIFICAÇÃO (PARA A RETIFICADORA) Estão à disposição quatro ciclos fixos de retificação: o ciclo de retificação transversal (G71).B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13.4. 13. o ciclo de retificação por oscilação e o ciclo direto de retificação por oscilação e dimensões fixas. X W (1) (I) A B (2) U (pausa) (3) (K) (4) (I) (6) (K) (5) (Pausa) Z A : Primeira profundidade de corte B : Segunda profundidade de corte W : Faixa de retificação U : Tempo máximo de pausa: 99999.00001 a 9 polegadas/rotação A. A=B=0 dá origem a uma retificação fina.0001 a 9600 polegadas/min (para 1 µm/0. Nas máquinas-ferramentas que permitam a execução de ciclos fixos de retificação. 4. não é possível utilizar a repetição de ciclo fixo de torneamento. B e W têm de ser especificados no modo incremental. 5 e 6 são executadas com uma só operação de início de ciclo. No caso de bloco único.999 segundos I : Velocidade de avanço de A e B K : Velocidade de avanço de W H : Valor para o número de repetições: De 1 a 9999 Explicações Faixas de especificação e unidades para o ciclo fixo de retificação: Comando de movimento. 171 .0001 polegadas Velocidade de avanço Faixa Avanço por minuto: de 0. Faixa : ±8 dígitos Unidades : 1 µm/0. o ciclo direto de retificação transversal e dimensões fixas. as operações 1. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13.0001 polegadas) Avanço por rotação: de 0. 2. 3.00001 a 500 mm/rotação de 0.

a ferramenta regressa . é válido o sinal de salto convencional. Se o sinal de salto for introduzido quando a ferramenta se desloca ao longo do eixo Z para retificar uma peça. D Operação no momento de entrada do sinal de salto (Término) (Sinal de salto) (Término) (Sinal de salto) 2. a ferramenta interrompe o corte imediatamente e regressa à coordenada Z em que o ciclo foi iniciado. (Término) (Sinal de salto) (Sinal de salto) (Término) 3. As notas referidas para G71 são válidas também aqui.999 segundos I : Velocidade de avanço de A e B K : Velocidade de avanço de W H : Valor para o número de repetições: de 1 a 9999 Explicações Quando se utiliza a operação de salto multi-etapas. 1.depois de alcançar o fim da área de retificação especificada .2 Ciclo Direto de Retificação Transversal e Dimensões Fixas (G72) Formato G72 P_ A_ B_ W_ U_ I_ K_ H_ . não sendo afetado pelos parâmetros DS1 a DS8 (nº 6206#0 a #7).4. Se a operação de salto multi-etapas não for utilizada. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13.13. 172 . Se o sinal de salto for introduzido quando a ferramenta está cortando uma peça ao longo do eixo X. O sinal de salto é válido durante a pausa. exceto no que respeita à especificação do número do calibre. pode especificar-se o número do calibre.à coordenada Z em que o ciclo foi iniciado. O método de especificação do número do calibre é idêntico ao método utilizado para a função de salto multi-etapas. A pausa é imediatamente interrompida e a ferramenta regressa à coordenada do eixo Z em que o ciclo foi iniciado. P : Número do calibre (de 1 a 4) A : Primeira profundidade de corte B : Segunda profundidade de corte W : Faixa de retificação U : Tempo máximo de pausa: 99999.

Aqui. B e W têm de ser especificados no modo incremental. Z W (1) A (B) U (pausa) (2) (K) U (pausa) (3) (4) (K) X A : Profundidade de corte B : Profundidade de corte W : Faixa de retificação U : Tempo de pausa K : Velocidade de avanço H : Valor para o número de repetições: 1A9999 Explicações A. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13.3 Ciclo de Retificação por Oscilação (G73) Formato G73 A_ (B_) W_ U_ K_ H_ . B não está relacionado com B do ciclo G71 ou G72.4. 173 . 3 e 4 são executadas com uma só operação de início de ciclo. B só é válido no bloco para que for especificado. as operações 1. 2.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. No caso de bloco único.

NOTA 1 Em um ciclo fixo.4. a ferramenta regressa . pode especificar-se o número do calibre.depois de alcançar o fim da área de retificação especificada . é válido o sinal de salto convencional. Se o sinal de salto for introduzido quando a ferramenta se desloca ao longo do eixo Z para retificar uma peça. I e K são valores modais para G71 a G74. As notas referidas para G73 são válidas também para os outros itens. B. Se a operação de salto multi-etapas não for utilizada. Os dados A. U. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13.4 Ciclo Direto de Retificação por Oscilação e Dimensões Fixas Formato G74 P_ A_ (B_) W_ U_ K_ H_ . Sinal de salto Sinal de salto (Término) D Operação no momento de entrada do sinal de salto (Término) 2. 2 No modo de ciclo fixo não é possível especificar nenhum código B. I e K são apagados se for especificado qualquer código G de ação simples que não G04.à coordenada Z em que o ciclo foi iniciado. O método de especificação do número do calibre é idêntico ao método utilizado para a função de salto multi-etapas. W.13. não sendo afetado pelos parâmetros DS1 a DS8 (nº 6206#0 a #7). P : Número do calibre (de 1 a 4) A : Profundidade de corte B : Profundidade de corte W : Faixa de retificação U : Tempo de pausa K : Velocidade de avanço de W H : Valor para o número de repetições: De 1 a 9999 Explicações Quando se utiliza a operação de salto multi-etapas. ou um código G do grupo 01 que não G71 a G74. os dados A. 174 . O sinal de salto é válido durante a pausa. W. A pausa é imediatamente interrompida e a ferramenta regressa à coordenada do eixo Z em que o ciclo foi iniciado. B. 1.

13.5 (a) Chanfragem (Z→X) D Chanfragem X → Z Formato Movimento da ferramenta Ponto inicial a G01 X(U) _ K (C) ±k .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. Especifica o movimento para o ponto b com um comando absoluto ou incremental (na figura à direita).5 (b) Chanfragem (X→Z) D Canto R Z→X Formato Movimento da ferramenta +x r c a Ponto inicial -r d b c G01 Z(W) _ R ±r .5 CHANFRAGEM E CANTO R D Chanfragem Z→X É possível inserir uma chanfragem ou um canto entre dois blocos que se intersetem em um ângulo reto: Formato Movimento da ferramenta +x G01 Z(W) _ I (C) ±i . -r) Fig. a→d→c Move-se como -x (para o movimento -X. 45° a Ponto inicial 45° d i b -i c c a→d→c Move-se como -x (para o movimento -X.5 (c) Canto R (Z→X) 175 . Especifica o movimento para o ponto b com um comando absoluto ou incremental (na figura à direita). -i) Fig. 13. 13. Especifica o movimento para o ponto b com um comando absoluto ou incremental (na figura à direita). FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13. a→d→c Move-se como 45° -z d 45° +z c b -k k (-k para o movimento -Z) c Fig.

5 (d) Canto R (X→Z) Explicações O movimento para a chanfragem ou para o canto R tem de ser um movimento único ao longo do eixo X ou Z. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Canto R X→Z Formato Movimento da ferramenta Ponto inicial a Move-se como G01 X(U) _ R ±r . Especifica o movimento para o ponto b com um comando absoluto ou incremental (na figura à direita).0 270. Na programação incremental.0R6. Tenha em atenção que o ponto inicial. N2X860. não é o ponto c mas o ponto b. como ilustrado nas figuras 13. N3Z0. I ou K e R especificam sempre um valor do raio.13. perpendicular ao bloco precedente.0K--3.5 (a) a (d).0. no modo G01. Exemplos X 530. O bloco seguinte tem de ser um movimento único ao longo do eixo X ou Z. para um comando especificado no bloco a seguir ao bloco de chanfragem ou de canto R.0. (-r para o movimento -x) a→d→c -r -z d b c r +z c Fig. 13. N2 R6 N1 Z φ860 φ268 176 . especifique a distância em relação ao ponto b.0 N3 C3 N1Z270.

177 . 4 C pode ser usado.4 (a) e (d). nas Fig. 6 Nem a chanfragem nem a usinagem do canto R podem ser especificados na programação direta das dimensões do desenho. como endereço para a chanfragem. 2 Um bloco único pára no ponto c. em vez de I ou K. (Alarme P/S nº 055). é ativado o alarme P/S nº 053. defina o parâmetro CCR nº 3405#4 com 1. 5 Se C e R forem especificados em conjunto em um bloco com G01. em sistemas que não utilizem C como nome de um eixo. 052) 4) Se forem especificados vários I. Para utilizar C como endereço para a chanfragem. 1) Se I.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO NOTA 1 Os comandos seguintes provocam um alarme. no bloco em que foi especificada a chanfragem e o canto R. (Alarme P/S nº 051. e não no ponto d. 3) Se o bloco a seguir ao bloco em que foi especificada a chanfragem e o canto R não incluir o comando G01. K ou R for programado quando os eixos X e Z são especificados através de G01. 13. K e R em G01. (Alarme P/S nº 054). 3 A chanfragem e o canto R não podem ser aplicados a um bloco de abertura de rosca. é válido o último endereço especificado. 2) Se a distância percorrida em X ou Z for inferior ao valor da chanfragem e do canto R.

Para usar esta função. Se G68 for especificado. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. X120.0 Z120. Posicionar o cabeçote de torno--revólver B em (2) G69 . Exemplos D Programação para cabeçote duplo de torno-revólver X Valor de correção da unidade porta-ferramenta A Unidade porta--ferramenta A (3) 60 180 (2) 120 120 80φ 40φ (1) Z 120φ Valor de correção da unidade porta-ferramenta B Unidade porta-ferramenta B X40.0 Z180. X80.13. defina a distância entre os dois cabeçotes de torno-revólver no parâmetro (nº 1290). o sistema de coordenadas é deslocado para o lado oposto da torre e o sinal do eixo X do comando programado é invertido para a execução de um corte simétrico. Deslocar o sistema de coordenadas em função da distância de A a B (120mm) e ativar o espelhamento. Posicionar o cabeçote de torno--revólver A em (3) 178 .0 T0101 .6 ESPELHAMENTO PARA CABEÇOTE DUPLO DE TORNO-REVÓLVER (G68. G69) Formato G68 : Espelhamento para cabeçote duplo de torno-revólver em G69 : Cancelamento do espelhamento Explicações O espelhamento pode ser aplicado ao eixo X com um código G. Posicionar o cabeçote de torno--revólver A em (1) G68 . Deslocar o sistema de coordenadas em função da distância de B a A e cancelar o espelhamento.0 T0202 .0 T0101 .0 Z60.

2 X (X3 . ou . valores para o arredondamento de cantos e outros valores dimensionais dos desenhos de usinagem podem ser programados diretamente.A1_ . A2_ . Tabela 13. X (X3 . ou . R1_ . Z1) 4 X2_ Z2_.7 PROGRAMAÇÃO DIRETA DAS DIMENSÕES DO DESENHO Formato Os ângulos de linhas retas. C1_ .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13. A2_ . valores de chanfragem. 1 A (X1 .A1_. X3_ Z3_ . Z1) Z 3 X2_ Z2_. R1_ . Z2) A1 (X1 . Z3) A2 (X2 .A1_. Z3) A2 C1 (X2 . Z3) A2 (X2 . Z2) Movimento da ferramenta . X3_ Z3_. C1_ . X3_ Z3_. Z2) A1 (X1 .7 Tabela de comandos Comandos X2_ (Z2_). Além disso. A_ . X3_ Z3_ . Z1) Z 179 . X3_ Z3_. A2_ . X (X3 . Z2) R 1 A1 Z (X1 . Esta programação só é válida no modo de operação de memória. a chanfragem e o arredondamento de cantos podem ser inseridos entre linhas retas com um ângulo opcional. Z1) Z X (X2 .

X3_ Z3_. Z3) A2 R 1 7 (X2 .13. A2_. C1_ . Z2) 1 A1 Z (X1 . Z1) Z X X2_ Z 2_ . X4_ Z4_ .A1_. Z4) R2 5 X2_ Z 2_ . X3_ Z3_.A1_. Z3) A2 C1 (X2 . (X4 . X4_ Z4_ . X3_ Z 3_ . C2_ . X4_ Z4_ . R1_ . C2_ . Z4) (X3 . R1_ . Z4) (X3 . A2_. X4_ Z4_ . Z1) 6 X2_ Z 2_ . Z3) A2 (X2 . ou . C2_ . X4_ Z4_ .A1_. Z3) A2 R (X2 . R2_ . X3_ Z 3_ . Z2) A1 (X1 . Z1) Z 8 R2 C1 180 . R1_ . Z1) Z X X2_ Z 2_ . C2 (X4 . C1_ . X C2 (X4 . ou . C1_ . X4_ Z4_ .A1_. ou . Z2) A1 (X1 . A2_. ou . X4_ Z4_ . FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Comandos X Movimento da ferramenta (X4 . R2_ . X3_ Z3_. (X3 . R1_ . Z2) A1 (X1 . A2_. Z4) (X3 . C1_ . C2_ . X3_ Z 3_ . R2_ . X3_ Z 3_ . R2_ . X3_ Z3_. X4_ Z4_ .

Z e A. C (c1) . 13.7 Desenho de usinagem (exemplo) Para programar uma linha reta. os graus de uma linha reta ou o valor para a chanfragem ou o canto R podem ser programados sem vírgula (. R (r2) . z2) c1 +Z a1 (x1. X (x4) Z (z4) .7: +X X (x2) Z (z2) . Para programar o ângulo de uma linha reta ou o valor para a chanfragem ou o canto R. a linha reta terá de ser definida primeiro por um comando. R (r2) . r2 a3 (x3. no sistema em que A e C não são utilizados como nomes de eixos. X (x3) Z (z3) . z1) Ponto inicial Fig.): . Especificando apenas um dos valores. no bloco seguinte. C (c1) . 3405#4 com 1. C_ . z4) o . R_ Definindo o parâmetro CCR nº. z3) a2 (x2. A_ .): A_ C_ R_ 181 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. 13. X (x4) Z (z4) .Au (a1) . A (a2) . (x4. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO Explicações Programa de usinagem ao longo da curva ilustrada na Fig. especifique um ou dois dos valores de X. X (x3) Z (z3) . introduza uma vírgula (.

2) G02. A_. se o ângulo formado pelas 2 linhas for de +15. tem de se especificar a instrução de ângulo no bloco nº 3.) 1) X_ . 4 Se o ponto final do bloco precedente for determinado no bloco seguinte de acordo com os comandos seqüenciais da entrada direta das dimensões do desenho.13. 2 O arredondamento de cantos não pode ser inserido em blocos de abertura de rosca. A_ .) 182 . A_ .) 6 Será ativado um alarme. no programa abaixo. N3 X_ Z_. 3 A chanfragem e o canto R com entrada direta das dimensões do desenho não podem ser usados simultaneamente com a chanfragem e o canto R. 5 A tolerância de ângulo para o cálculo do ponto de interseção. G03. é necessário especificar tanto um comando dimensional (programação absoluta) como uma instrução de ângulo. 7 A chanfragem ou o canto R são ignorados. é ativado o alarme P/S nº 057. 1) Códigos G (exceto G04) do grupo 00. (Se. for especificado um valor dentro da faixa de 0°±1°ou 180°±1°. se o ângulo formado pelas 2 linhas for de +15. 8 No bloco a seguir ao bloco que inclui apenas uma instrução de ângulo. para a instrução de ângulo. (Dado que a distância a percorrer que deverá ser calculada é demasiado grande. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 NOTA 1 Os seguintes códigos G não podem ser aplicados a um bloco que já inclua uma programação direta das dimensões do desenho. ao calcular o ponto de interseção. que definam contornos seqüenciais. A_ . mas o bloqueio de avanço é executado no ponto final do bloco precedente. é de +15. (Além do comando dimensional. N2. nem entre blocos de programação direta das dimensões do desenho. a parada de bloco único não é executada. (Exemplo) N1 X_. G92 e G94 do grupo 01. (Se. G90.) 2) Z_ . R_ . para a instrução de ângulo. A_ . for especificado um valor dentro da faixa de 90°±1°ou 270°±1° é ativado o alarme P/S nº 057.

0 . A180.0.0 .0. . 183 . G01 X60. A90.0 . R6. A180. A112.0.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. X300. C1.0.0 F80 .0. Z--230.0 .0. entrada em mm) N001 N002 N003 N004 N005 N006 N007 : : G50 X0. A90. R15.0.0 Z0.A170.0. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO Exemplos X R20 R15 R6 φ 300 φ 100 φ 60 10° 30 180 22° 1×45° Z (Especificação do diâmetro.0. Z--30. R20.0 . X100.0 Z--180.0 .

assim.8 ROSQUEAMENTO RÍGIDO COM MACHO Os ciclos de rosqueamento frontal (G84) e os ciclos de rosqueamento lateral (G88) tanto podem ser executados no modo convencional como no modo de rosqueamento rígido. Isso significa que o rosqueamento rígido com macho não exige a utilização de machos deslizantes. 184 . o fuso é girado ou parado em sincronia com o movimento ao longo do eixo de rosqueamento. O mesmo se aplica à aceleração/desaceleração. é possível utilizar o segundo fuso para o rosqueamento rígido com macho. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 13. através da aplicação da compensação ao movimento ao longo do eixo de rosqueamento e ao movimento do fuso. No modo convencional. o motor do fuso é controlado de forma semelhante à de um motor de controle. cada rotação do fuso corresponde a uma certa quantidade de avanço (passo) ao longo do eixo do fuso. de acordo com as funções miscelânea M03 (rotação do fuso em sentido horário). como acontece no modo convencional.13. Se a função opcional de controle de fusos múltiplos estiver ativada. possibilitando. No modo de rosqueamento rígido. um rosqueamento de alta velocidade e de alta precisão. M04 (rotação do fuso em sentido anti-horário) e M05 (parada do fuso). No rosqueamento rígido com macho.

possibilita um rosqueamento de alta velocidade. 5200. é retraído para o ponto R. 5211 (RGOVR).1 Ciclo de Rosqueamento Rígido Frontal com Macho (G84) / Ciclo de Rosqueamento Rígido Lateral com Macho (G88) Formato O controle do motor do fuso de forma semelhante à de um motor servo. Depois. o bit 3 (OVU) do parâmetro nº 5201 e o bit 4 (DOV) do parâmetro nº. Para a retração (operação 5). X_ C_ ou Z_ C_ : Dados de posição do furo Z_ ou X_ : Distância entre o ponto R e a base do furo R_ : Distância entre o nível inicial e o nível do ponto R P_ : Tempo de pausa na base do furo F_ : Velocidade de avanço de corte K_ : Número de repetições (se necessário) M_ : Código M para fixar o eixo C (se necessário) G84 ou G88 (modo G98) G84 ou G88 (modo G99) Parada do fuso Nível inicial Operação 1 Operação 2 Fuso SH Ponto R Operação 3 P Parada do fuso Operação 6 P Parada do fuso Fuso SH Ponto R Parada do fuso P Nível do ponto R Operação 5 Ponto Z P Ponto Z Parada do fuso Fuso SAH Operação 4 Parada do fuso Fuso SAH Explicações D Modo de rosqueamento rígido Depois de concluído o posicionamento no eixo X (G84) ou no eixo Z (G88). no modo de rosqueamento rígido. é adotada um override da velocidade de avanço e um override do fuso de 100%. definindo o parâmetro nº.8.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. G84 X(U)_ C(H)_ Z(W)_ R_ P_ F_ K_ M_ . O modo de rosqueamento rígido pode ser especificado através de um dos seguintes métodos: D Especificando M29S***** antes de um bloco de rosqueamento D Especificando M29S***** em um bloco de rosqueamento D Tratando G84 ou G88 como um código G para rosqueamento rígido com macho (definindo o bit 0 (G84) do parâmetro nº 5200 com 1. O rosqueamento é executado do ponto R para o ponto Z. o fuso é movimentado para o ponto R à velocidade de deslocamento rápido. o fuso pára e cumpre um tempo de pausa. é possível. aplicar um override fixo de até 2000%. ou G88 Z(W)_ C(H)_ X(U)_ R_ P_ F_ K_ M_ . Em seguida. pára de girar e se desloca para o nível inicial em deslocamento rápido.) 185 . o fuso inicia a rotação no sentido oposto. porém. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO 13. Durante o rosqueamento.

não poderá ser arquivado como dado modal. será ativado um alarme P/S nº 203. a velocidade máxima do fuso durante o rosqueamento rígido com macho é a seguinte: Para um fuso analógico (4095×1000÷8×60)÷4095 = 7500 (rpm) Para um fuso serial (32767×1000÷8×60)÷4095 = 60012 (rpm) [Nota: Valor ideal] O comando S. No entanto. G00 a G03 (códigos G do grupo 01) não podem ser especificados em blocos que incluam G84 ou G88. No caso de um fuso analógico. O código M usado para especificar o modo de rosqueamento rígido com macho é normalmente definido no parâmetro nº 5210. é apagado com o comando cancelar rosqueamento rígido com macho e a condição é a mesma que se S0 fosse programado. D Comandos F D M29 Se. No entanto. Se M29 for especificado durante o ciclo de rosqueamento. Se for especificado um comando S ou um movimento do eixo entre M29 e M84. D Código M para o rosqueamento rígido com macho D Desvio máximo de posição durante o movimento ao longo do eixo de rosqueamento D R D Cancelamento D Correção da posição da ferramenta 186 . o passo de rosca é igual à velocidade de avanço dividida pela velocidade do fuso. equipado com um detetor com uma resolução de 4095 pulsos por rotação. for especificado um valor que exceda o limite superior. o passo de rosca é igual à velocidade de avanço. para definir um valor superior a 255 use o parâmetro nº 5212. especificado no rosqueamento rígido com macho. use o parâmetro nº 5314. se um comando for especificado de forma a serem gerados mais de 4095 pulsos durante 8 ms (unidade de deteção). No modo de avanço por rotação. O valor R tem de ser especificado em um bloco destinado à execução da perfuração. é ativado o alarme P/S nº 202. é ativado o alarme P/S nº 200. O desvio de posição máximo durante o movimento ao longo do eixo de rosqueamento em um modo de rosqueamento rígido com macho é normalmente definido no parâmetro nº 5310. No modo de ciclo fixo é ignorada qualquer correção da posição da ferramenta. para o avanço de corte. será ativado o alarme P/S nº 201. será ativado o alarme P/S nº 204. Se forem especificados. <Example> No caso de um motor integrado. para definir um valor superior a 32767. G84 ou G88 será cancelado. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Passo de rosca No modo de avanço por minuto. No caso de um fuso serial. Limitações D Comandos S Se for especificado um valor superior à velocidade máxima de rotação. é ativado o alarme P/S nº 202.13. para a engrenagem que está sendo usada. conforme a resolução do detetor sendo usado. pois se for especificado em blocos que não executem a perfuração. se um comando for especificado de forma a serem gerados mais de 32767 pulsos durante 8 ms (unidade de deteção). por exemplo.

0 . Posicionamento M29 S1000 .0 F1000 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 13. Posicionamento M29 S1000 . Por favor. não pode ser usado em blocos depois do cancelamento do rosqueamento rígido com macho. o comando S. Para mais informações sobre o cancelamento deste ciclo.0 F1.01 mm/rotação Entrada em polegadas Comentário 0.0 . especificado para rosqueamento rígido com macho. volte a especificar o comando S depois do cancelamento do rosqueamento rígido com macho.0 mm <Programação para o avanço por minuto> G98 .) Por isso.01 polegadas/ Ponto decimal permitido min 0. Rosqueamento rígido com macho <Programação para o avanço por rotação> G99 .8. consulte II-13.0 R-20. Comando do modo de rosqueamento rígido G84 Z-100.3. 187 .0 . o comando S usado para o rosqueamento rígido com macho também é apagado. Rosqueamento rígido com macho 13.0 R-20.0001 polegaPonto decimal permitido das/rotação Exemplos Velocidade de avanço do eixo de rosqueamento: 1000 mm/min Velocidade do fuso: 1000 rpm Passo de rosca: 1.2 Cancelamento do rosqueamento rígido com macho (G80) O ciclo de rosqueamento rígido com macho é cancelado. Comando do modo de rosqueamento rígido G84 Z-100. (É o mesmo que se o S0 fosse programado. Comando de avanço por minuto G00 X100. Comando de avanço por rotação G00 X100.4 NOTA Quando o cancelamento do rosqueamento rígido com macho é programado. se necessário. FUNÇÕES PARA SIMPLIFICAR A PROGRAMAÇÃO D Unidades para F Entrada em mm G98 G99 1 mm/min 0.

1 CORREÇÃO DA FERRAMENTA 14.2 VISÃO GERAL DA COMPENSAÇÃO DO RAIO DA PONTA DA FERRAMENTA 14. NÚMERO DE VALORES DE COMPENSAÇÃO E INTRODUÇÃO DE VALORES A PARTIR DO PROGRAMA (G10) 14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14 FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO Este capítulo descreve as seguintes funções de compensação: 14.5 CORREÇÃO AUTOMÁTICA DA FERRAMENTA (G36.3 PORMENORES DA COMPENSAÇÃO DO RAIO DA PONTA DA FERRAMENTA 14.14. G37) 188 .4 VALORES DE COMPENSAÇÃO DA FERRAMENTA.

utilizada na programação (geralmente. para compensar o desgaste da ponta da ferramenta.1 Correção da geometria da ferramenta e correção do desgaste da ferramenta 189 .1. 14. Ferramenta padrão Ferramenta real Quantidade de correção no eixo X Quantidade de correção no eixo Z Fig. a ferramenta padrão).1 Correção da ferramenta Nesta unidade não existe um código G para especificar a correção da ferramenta. 14.1 Correção da Geometria da Ferramenta e Correção do Desgaste da Ferramenta A correção da ferramenta compreende dois tipos de correção: A correção da geometria da ferramenta. 14.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.1. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14. Ponto no programa Ferramenta imaginária Valor de correção da geometria no eixo X Valor de correção do desgaste do eixo X Valor de correção do desgaste do eixo Z Ferramenta real Valor de correção da geometria no eixo Z Fig. para compensar a forma ou a posição de montagem da ferramenta. A correção da ferramenta é especificada pelo código T.1 CORREÇÃO DA FERRAMENTA A correção da ferramenta serve para compensar quaisquer diferenças entre a ferramenta efetivamente usada e a ferramenta imaginária. e a correção do desgaste da ferramenta.

4 Número de Correção . o bit Quando LGN.metria da ferramenta é especifi. O número de correção tem dois significados. Significado do código T D O menor dígito do código T especifica o número de correção do desgaste e o número com o maior dígito especifica o número de seleção da ferramenta e o número de correção da geometria Tabela 14.2 (a) Tipo de código T Comando de 2 dígitos Definição de parâmetros para especificar o nº de correção Quando LD1.1. o número de correção da geome. dos para uma dede Quando LD1. tal como mostram as Tabelas 14. é colocado 5002.correção do desgaste da ferratria da ferramenta menta é especifiSeleção da fercado com os dois ramenta últimos dígitos de um código T. Especifica a distância de correção correspondente ao número selecionado para dar início à função de correção. A relação entre o número de seleção da ferramenta e a própria ferramenta é explicada no manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.metria da ferratria da ferramenta menta é especifi. o bit Tff 0 do parâmetro nº 1 do parâmetro nº 5002. o número de em 0. é colocado Desgaste da ferramenta e número de em 1. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14. o número de correção da geome.menta e o número cado com o último de correção do dígito de um desgaste da ferramenta especificacódigo T. o número de correção do des.14.2 (a) e 14.correção da geogaste da ferra. o bit terminada ferra0 do parâmetro nº menta são idên5002. Tabela 14.2 (b) Tipo de código T Comando de 2 dígitos Significado do código T Tff Número de correção do da ferramenta Seleção da ferramenta e número de correção da geometria da ferramenta T ff ff Número de correção do da ferramenta Seleção da ferramenta e número de correção da geometria da ferramenta Definição de parâmetros para especificar o nº de correção Quando LD1. dos para uma dede Comando T ff ff Quando LD1.correção do des. o número de correção do desgaste da ferramenta é especificado com os dois últimos dígitos de um código T. em 0. é colocado em 1.1. é colocado ticos.2 (b).2 Código T para a Correção da Ferramenta Formato D O menor dígito do código T especifica a geometria e o número de correção do desgaste Existem dois métodos para especificar um código T.1.1. 190 14. o bit terminada ferrade 4 dígi0 do parâmetro nº menta são idêntos 5002.1. Um número de correção da ferramenta igual a 0 ou 00 indica que o valor de correção é 0 e a correção é cancelada.1.1. o bit 0 do parâmetro nº 1 do parâmetro nº 5002. Desgaste da ferramenta e número de em 0.3 Seleção da Ferramenta A seleção da ferramenta é feita através da especificação do código T correspondente ao número da ferramenta. Comando de 4 dígitos 14. o número de em 0. o bit Quando LGN. é colocado ticos. é colocado 5002.correção da geogaste da ferra.menta e o número Seleção da ferracado com o último de correção do menta dígito de um desgaste da ferramenta especificacódigo T.

0 .1. Y e Z. 14.5 (b) Movimento de correção (2) Quando o parâmetro LVC (nº 5003#6) está colocado em 1. O caminho da ferramenta é corrigido pelos valores de correção do desgaste X.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. 14.0 T0200 . 14.0 Z250. Z (vetor de correção) Fig.1.5(a).0 T0202 . N1 X50. A correção é cancelada quando 0 ou 00 são selecionados como número de correção do código T. O parâmetro LVC (nº 5003#6) pode ser definido de forma que a correção não seja cancelada quando se pressiona a tecla de reset ou quando é emitido um sinal de reset. A distância de correção correspondente ao número especificado pelo código T é somada ou subtraída à posição final de cada bloco programado. N3 X100. 3) Se for enviado um sinal de reset da máquina para o CNC. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14. em relação ao caminho programado. a correção é cancelada: 1) Durante o tempo inicial após a energização.1. Cria o vetor de correção correspondente ao número de correção 02 N2 X200. o vetor com os corretores X.1. A compensação é igual ao vetor de correção. O vetor de correção passa a ser 0 no final do bloco cancelado.0 Z100. Caminho da ferramenta após a correção N2 Caminho programado N1 Fig.5 (a) Movimento de correção (1) D Vetor de correção D Cancelamento da correção Na Fig. Caminho da ferramenta após a correção Este bloco contém o comando de correção com o código T Caminho programado Compensação pelo corretor X. Y e Z chama-se vetor de correção. 191 . 2) Se for pressionada a tecla de reset na unidade MDI. A especificação do número de correção 00 apaga o vetor de correção.5 Correção Explicações D Correção do desgaste da ferramenta Existem dois tipos de correção: A correção do desgaste da ferramenta e a correção da geometria da ferramenta.

a correção da geometria da ferramenta também poderá ser cancelada por um reset. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Apenas o código T Quando é especificado apenas um código T em um bloco. o número de correção 0 também poderá ser usado para cancelar a correção da geometria da ferramenta. 00 ou 0000 cancela a correção. Quando um código T com o número de correção 0 ou 00 é especificado por si só. é especificado a ferramenta não se desloca.14. a quantidade de correção correspondente ao número designado com o código é adicionada ou subtraída da posição atual. 14. a ferramenta é deslocada pelo valor de correção do desgaste sem um comando de movimento. é executado um movimento para cancelar a correção. 192 .1. a correção da geometria da ferramenta não será cancelada por um código T especificado que possua o número de correção 2.5 (c) Movimento de correção da geometria da ferramenta NOTA A ferramenta pode ser compensada tanto pela correção do desgaste como pela especificação do parâmetro LGT (nº 5002#4). É definido o sistema de coordenadas em que o valor da coordenada relativa à posição da ferramenta é (X. Por outras palavras. D Cancelamento da correção A especificação do número de correção 0. NOTA Quando o número de correção da geometria da ferramenta é especificado com um valor igual ao do número de correção do desgaste da ferramenta (parâmetro nº 5002#1 (LGN) colocado em 0). Em outros modos é executar com a velocidade de avanço. No entanto.Z). O movimento é executado com uma velocidade de deslocamento rápido no modo G00. D Correção da geometria da ferramenta Com a correção da geometria da ferramenta. Z (vetor de correção) Comando absoluto Caminho da ferramenta após a correção Caminho programado antes do deslocamento do sistema de coordenadas de trabalho Fig. Se o parâmetro TGC (nº 5003#7) estiver colocado em 1. se o parâmetro nº 5002#5 (LGC) estiver ativado. a fim de adicionar ou subtrair o ponto final programado de cada bloco. A posição da ferramenta é obtida através da subtração do valor de do desgaste correspondente ao número de correção especificado no código T. Y e Z. Caminho programado após o deslocamento do sistema de coordenadas de trabalho Quantidade de correção através da correção da geometria da ferramenta no eixo X. AVISO Quando G50 X_Z_T_ . o sistema de coordenadas de trabalho é deslocado pelos valores de correção da geometria X.

0 Z250. está colocado em 1).B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. Cancela a correção Caminho programado após o deslocamento do sistema de coordenadas de trabalho Correção N3 N2 N1 Caminho da ferramenta após a correção Cancelamento da correção 193 . FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO Exemplos 1. Cancela a correção Comando absoluto Cancelamento N3 Caminho proda correção gramado após N2 o deslocaN1 mento do sistema de coorCaminho da ferramenta após a correção denadas de trabalho Correção 2. o bit 1 do parâmetro nº 5002.0 Z100. N3 X100.0 T0202 .0 T0202 . está colocado em 0): N1 X50.0 T0000 .0 Z250. Suponha que a correção da geometria não é cancelada com o nº de correção 0 (quando LGN. o bit 1 do parâmetro nº 5002. Especificação do número de correção da geometria da ferramenta e do número de correção do desgaste da ferramenta com os dois últimos dígitos de um código T (quando LGN.0 T0200 . N1 X50. N3 X100.0 . Número de seleção da ferramenta (número de correção da geometria da ferramenta 02 especificado) N2 Z200.0 Z100.0 . Especifica o número de correção 02 N2 Z200.

FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14. a indicação da posição absoluta é a seguinte. As coordenadas são mostradas como se a correção tivesse sido temporariamente cancelada. são mostradas na tela da posição absoluta). deslocadas de acordo com a compensação da geometria da ferramenta. NOTA O bit 6 (DAL) do parâmetro nº 3104 é colocado em 0 (as posições reais.6 Comandos G53. de acordo com a definição do bit 4 (LGT) do parâmetro nº 5002. às quais é aplicada a correção da posição da ferramenta. Bloco seguinte Compensação do desgaste da ferramenta O vetor não é considerado. LGT = 0 (A compensação da geometria da ferramenta baseia-se no deslocamento do sistema de coordenadas. As coorponto de referência ou o denadas são mostradas como se a comando G53 correção tivesse sido temporariamente cancelada. As coordenadas são mostradas como se a correção tivesse sido temporariamente cancelada. São mostradas as coordenadas O vetor é considerado. Contudo. 194 .) Compensação da geometria da ferramenta Tela das coordenadas de posição absoluta Bloco para o retorno ao O vetor não é considerado. G28 e G30. Bloco seguinte O vetor é considerado. São ponto de referência ou o mostradas as coordenadas deslocacomando G53 das de acordo com a compensação da geometria da ferramenta. Explicações D Retorno ao ponto de referência (G28) e comando G53 quando é aplicada a correção da posição da ferramenta A execução do retorno ao ponto de referência (G28) ou de um comando G53. Compensação do desgaste da ferramenta O vetor não é considerado.) Compensação da geometria da ferramenta Tela das coordenadas de posição absoluta Bloco para o retorno ao O deslocamento é considerado. O vetor é considerado. retorno manual ao ponto de referência e cancelamento da correção da posição da ferramenta com um comando T00. LGT = 1 (A compensação da geometria da ferramenta baseia-se no movimento da ferramenta. quando é aplicada a correção da posição da ferramenta.1.14. G28 e G30 Quando é Aplicada a Correção da Posição da Ferramenta Esta seção descreve as operações seguintes em que a correção da posição da ferramenta é aplicada: comandos G53. não cancela o vetor de correção da posição da ferramenta.

a indicação da posição absoluta é a seguinte: LGT = 0 (A compensação da geometria da ferramenta baseia-se no deslocamento do sistema de coordenadas. O vetor é considerado.Após o retorno manual ao O vetor não é considerado.) Compensação da geometria da ferramenta Tela das coor.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. NOTA O bit 6 (DAL) do parâmetro nº 3104 é colocado em 0 (as posições reais.) Compensação da geometria da ferramenta Tela das coor.ponto de referência mostradas as coordenadas deslocasição absoluta das de acordo com a compensação da geometria da ferramenta. a execução do retorno manual ao ponto de referência não cancela o vetor de correção da posição da ferramenta. As coordenadas são mostradas como se a correção tivesse sido temporariamente cancelada. LGT = 1 (A compensação da geometria da ferramenta baseia-se no movimento da ferramenta. 195 . As coordenadas são mostradas como se a correção tivesse sido temporariamente cancelada. Compensação do desgaste da ferramenta O vetor não é considerado. Bloco seguinte Compensação do desgaste da ferramenta O vetor não é considerado. são mostradas na tela da posição absoluta). Contudo. às quais é aplicada a correção da posição da ferramenta. São mostradas as coordenadas O vetor é considerado. As coordenadas de po. deslocadas de acordo com a compensação da geometria da ferramenta.ponto de referência denadas são mostradas como se a sição absoluta correção tivesse sido temporariamente cancelada. São denadas de po.Após o retorno manual ao O deslocamento é considerado. dependendo da definição do bit 4 (LGT) do parâmetro nº 5002. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Retorno manual ao ponto de referência quando é aplicada a correção da ferramenta Quando é aplicada a correção da ferramenta. Bloco seguinte O vetor é considerado.

2 Quando LGT=1. LWM (nº 5002#6) A correção da posição ferramenta é aplicada: 0 : Através do código T 1: Através do movimento ao longo do eixo LGT=1 LWM=0 LWM=1 da Cancelado Cancelada Não cancelada NOTA 1 Quando LGT=0. mesmo que LGN = 0. LGN = 1 LGN (nº 5002#1) LGT (nº 5002#4) LGC (nº 5002#5) Resultado O número de correção da A compensação da geometria é A correção da geometria: geometria é: aplicada: 0 : Não é cancelada com T00 0 : Igual ao número de correção 0 : Com base no deslocamento 1: É cancelada com T00 do sistema de coordenadas do desgaste 1: Com base no movimento 1: Igual ao número de seleção da ferramenta da ferramenta LGT=0 LGT=0 LGC não tem referência. LWM não tem referência. depende das definições dos seguintes parâmetros: LGN = 0 LGT (nº 5002#4) LGC (nº 5002#5) Resultado A compensação da geometria é A correção da geometria: aplicada: 0 : Não é cancelada com T00 0 : Com base no deslocamento 1: É cancelada com T00 do sistema de coordenadas 1: Com base no movimento da ferramenta LGT=0 LGC=0 LGC=1 LWM (nº 5002#6) A correção da posição ferramenta é aplicada: 0 : Através do código T 1: Através do movimento ao longo do eixo LGT=1 LWM=0 LWM=1 da Não cancelada Cancelada Cancelada Não cancelada NOTA 1 Quando LGT=0. 2 Quando LGT=1.14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Cancelamento da correção da posição da ferramenta com T00 LGN (nº 5002#1) O número de correção da geometria é: 0 : Igual ao número de correção do desgaste 1: Igual ao número de seleção da ferramenta LGT=0 Se a especificação apenas de T00. LGC não tem referência. 196 . LGC não tem referência. cancela ou não a correção. LWM não tem referência. enquanto é aplicada a correção da posição da ferramenta.

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. o raio da ponta da ferramenta não precisa ser considerado para efeitos de programação quando é utilizada a ponta imaginária da ferramenta. Peça Caminho da ferramenta sem compensação Caminho da ferramenta com compensação Ponta da ferramenta Profundidade de corte insuficiente R Contorno processado sem compensação do raio da ponta da ferramenta Fig. A relação entre as posições.2.1 Ponta Imaginária da Ferramenta A ponta da ferramenta na posição A da figura seguinte não existe. A ponta imaginária da ferramenta é necessária. A função de compensação do raio da ponta da ferramenta compensa automaticamente os erros atrás mencionados. 14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14.2 VISÃO GERAL DA COMPENSAÇÃO DO RAIO DA PONTA DA FERRAMENTA É difícil efetuar a compensação necessária para fabricar peças exatas quando se utiliza apenas a função de correção da ferramenta.1 (a) Centro do raio da ponta da ferramenta e ponta imaginária da ferramenta 197 . A Posição inicial Quando programada em função do centro da ponta da ferramenta Posição inicial Quando programada em função da ponta imaginária da ferramenta Fig.2. é mostrada na figura seguinte. na realidade. quando a ferramenta é definida para a posição inicial.2 Caminho da ferramenta na compensação do raio da ponta da ferramenta 14. em virtude da curvatura da ponta da ferramenta no corte cônico ou no corte circular. 14. Além disso. porque é geralmente mais difícil definir o centro do raio da ponta da ferramenta real na posição inicial do que a ponta imaginária da ferramenta (Nota).

A distância entre esta posição padrão e o centro do raio da ponta ou a ponta imaginária da ferramenta é definida como o valor de correção da ferramenta. Partida Caminho do centro da ponta da ferramenta Partida Caminho programado Caminho programado Fig. do que entre a posição padrão e o centro do raio da ponta da ferramenta. ex. sobre a posição inicial. é possível colocar uma posição padrão.1 (c) Caminho da ferramenta ao programar com base no centro da ponta da ferramenta Sem a compensação do raio da ponta da ferramenta.2. Caminho da ponta imaginária da ferramenta Com a compensação do raio da ponta da ferramenta. 14.14.2. OFX (Correção da ferramenta no eixo X) OFZ (Correção da ferramenta no eixo Z) Definição da distância entre a posição padrão e o centro da ponta da ferramenta como valor de correção da ferramenta OFX (Correção da ferramenta no eixo X) OFZ (Correção da ferramenta no eixo Z) Definição da distância entre a posição padrão e o centro da ponta imaginária da ferramenta como valor de correção da ferramenta A posição inicial é colocada sobre o centro da ponta A posição inicial é colocada sobre a ponta imaginária da ferramenta da ferramenta Fig.1 (d) Caminho da ferramenta ao programar com base na ponta imaginária da ferramenta 198 . como p.1 (b) Valor de correção da ferramenta quando o centro do cabeçote de torno revólver é colocado sobre a posição inicial O caminho do centro da ponta da ferramenta é o mesmo do caminho programado. o centro do cabeçote de torno--revólver. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 CUIDADO Em uma máquina com pontos de referência. Para definir o valor de correção. 14. o caminho da ponta da ferramenta imaginária é igual ao caminho programado. é executado um corte preciso.2. A definição da distância entre a posição padrão e o centro do raio da ponta da ferramenta como valor de correção equivale a colocar o centro do raio da ponta da ferramenta sobre a posição inicial. Caminho do centro da ponta da ferramenta Se for utilizada a compensação do raio da ponta da ferramenta. é geralmente mais fácil medir a distância entre a posição padrão e a ponta imaginária da ferramenta. 14. é executado um corte preciso. enquanto que a definição da distância entre a posição padrão e a ponta imaginária da ferramenta equivale a colocar a ponta imaginária da ferramenta sobre a posição padrão. Caminho da ponta imaginária da ferramenta Partida Partida Caminho programado Caminho programado Fig. a menos que seja executada a compensação do raio da ponta da ferramenta.

2.2. tal como os valores de correção. visto a partir do centro da ponta da ferramenta.2 ilustra a relação entre a ferramenta e a posição inicial. O sentido da ponta imaginária da ferramenta pode ser selecionado entre as oito especificações mostradas abaixo. As especificações seguintes aplicam-se em caso de seleção da opção de correção da geometria da ferramenta e de correção do desgaste da ferramenta. 14.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. X Z Ponta imaginária da ferramenta número 1 Ponta imaginária da ferramenta número 2 Ponta imaginária da ferramenta número 3 Ponta imaginária da ferramenta número 4 Ponta imaginária da ferramenta número 5 Ponta imaginária da ferramenta número 6 Ponta imaginária da ferramenta número 7 Ponta imaginária da ferramenta número 8 Fig.2.2 Sentido da ponta imaginária da ferramenta 199 .2 Sentido da Ponta Imaginária da Ferramenta O sentido da ponta imaginária da ferramenta. A Fig 14. é determinado pelo sentido da ferramenta durante o corte. 14.2. pelo que deve ser definido antecipadamente. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14.2. na Fig. juntamente com os respectivos códigos.

14. Para a ponta virtual da ferramenta 0 ou 9. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 As pontas das ferramentas imaginárias com os números 0 a 9 são utilizadas quando o centro da ponta da ferramenta coincide com a posição inicial.20 : : : OFT (Sentido da ponta imaginária da ferramenta) OFGY (Quantidade de correção da geometria no eixo Y) 70.2. a compensação é aplicada nos dois planos G17 e G19.3 (a) Correção da geometria da ferramenta Número OFGX de (Quanticorreçã dade de o da correção geome. deverá ser determinado pelo número de correção da geometria da ferramenta ou pelo número de correção do desgaste da ferramenta. Defina o número da ponta imaginária da ferramenta no endereço OFT para cada número de correção.da geometria tria no eixo X) G01 G02 G03 G04 G05 : 10.3 Número de Correção e Valor de Correção Explicações D Número de correção e valor de correção Valor de compensação do raio da ponta da ferramenta (valor do raio da ponta da ferramenta) Tabela 14.14.020 30.030 0 : : : OFGR (Valor de correção da geometria do raio da ponta da ferramenta) 0 0 0. O bit 7 (WNP) do parâmetro nº 5002 é usado para determinar se o sentido da ponta virtual da ferramenta para a compensação do raio da ponta da ferramenta.060 0 : : : OFGZ (Quantidade de correção da geometria no eixo Z) 50.020 90.040 20.2. Ponta imaginária da ferramenta número 0 a 9 Limitações D Seleção de plano Os sentidos 1 a 8 da ponta virtual da ferramenta só podem ser usados no plano G18 (Z-X).030 0 : : : 1 2 6 : : : 200 .

9999 polegadas de 0 a 99. só é válido o sentido indicado por último. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO Tabela 14. OFR=OFGR+OFWR D Sentido da ponta imaginária da ferramenta D Comando do valor de correção O sentido da ponta imaginária da ferramenta pode ser definido tanto para a correção da geometria como para a correção do desgaste.999 mm de 0 a 999.030 0 : : : 1 2 6 : : : 0. NOTA Quando o número de correção da geometria é especificado igual ao da seleção da ferramenta. D Faixa de definição do valor de correção A faixa do valor de correção é a seguinte: Sistema incremental IS--B IS--C Sistema métrico de 0 a 999.040 0. O número de correção é especificado com um código T igual ao que é usado para a correção da ferramenta.20 : : : OFT (Sentido da ponta imaginária da ferramenta) OFGY (Quantidade de correção do desgaste no eixo Y) W01 W02 W03 W04 W05 : 0. Nenhum valor de correção pode ser definido para o número de correção 0.010 0. através da definição do parâmetro LGT (nº 5002#1). especificado pelo número de correção da geometria.2. a direção especificada pelo número de correção do desgaste é ativado dependendo da definição do parâmetro WNP (Nº 5002#7).3 (b) Correção do desgaste da ferramenta Número de correçã o do desgaste OFGX (Quantidade de correção do desgaste no eixo X) OFGZ (Quantidade de correção do desgaste no eixo Z) OFGR (Valor de correção do desgaste do raio da ponta da ferramenta) 0 0 0. é válido o sentido da ponta imaginária da ferramenta. No entanto. ver subseç.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. II-14.99999 polegadas O valor de correção correspondente ao número de correção 0 é sempre 0. cujos números de correção da geometria e de correção do desgaste são diferentes.020 0. Para mais pormenores.2.060 0 : : : 0.9999 mm Sistema inglês de 0 a 99. e é designado um código T. Exemplo) T0102 OFR=RFGR01+OFWR02 OFT=OFT01 No entanto.020 0 : : : D Compensação do raio da ponta da ferramenta O valor de compensação do raio da ponta da ferramenta durante a execução é a soma da correção da geometria e da correção do desgaste.1. 201 .

FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14. G40 G40 Ponta imaginária da ferramenta número 1 a 8 Ponta imaginária da ferramenta número 0 202 .14.2.4 Posição de Trabalho e Comando de Movimento Na compensação do raio da ponta da ferramenta. Código G G40 G41 G42 Posição da peça (Cancelar) Lado direito Lado esquerdo Caminho da ferramenta Movimento ao longo do caminho programado Movimento à esquerda do caminho programado Movimento à direita do caminho programado A ferramenta é corrigida para o lado oposto ao da peça. é necessário especificar a posição da peça em relação à ferramenta. G42 Eixo X Eixo Z Peça G41 A ponta imaginária da ferramenta está no caminho programado.

Não especifique G41 enquanto estiver no modo G41. não especifique G42 durante o modo G42. a posição da peça altera--se. (G42) (G42) (G42) (G42) (G42) (G42) Diagrama ampliado 203 . Os blocos dos modos G41 ou G42. são representados por (G41) ou (G42). D Movimento da ferramenta quando a peça não muda de posição Quando a ferramenta se desloca. como mostrado abaixo. G42 (a peça está no lado direito) G40.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. Pela mesma razão. G41 e G42 são modais. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO A posição da peça pode ser alterada através da definição do sistema de coordenadas. em que não são especificados G41 ou G42. Eixo Z G41 (a peça está no lado esquerdo) Eixo X Peça Nota Se o valor de compensação do raio da ponta da ferramenta for negativo. a compensação não funcionará devidamente. Caso contrário. respectivamente. a ponta da ferramenta mantém contato com a peça.

C A Posição da peça G41 G42 Posição da peça A G41 B G42 C B Embora a peça não exista no lado direito do caminho programado no caso acima. o caminho da ferramenta não seria igual ao que é mostrado. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Movimento da ferramenta quando a peça muda de posição A posição da peça em relação à ferramenta muda no canto do caminho programado.14. (Bloco de partida) No bloco de partida. A posição da peça não pode ser alterada no bloco subseqüente ao bloco de partida. No bloco a seguir ao bloco de partida. G40 (G42) G42 (Partida) 204 . se o bloco que especifica o movimento de A para B fosse o bloco de partida. No exemplo acima. D Partida O bloco em que o modo muda de G40 para G41 ou G42 é chamado bloco de partida. pressupõe-se a existência da peça no movimento de A para B. o centro da ponta da ferramenta é colocado perpendicularmente ao caminho programado para esse bloco na posição inicial. a ferramenta executa movimentos de transição para a correção. G40 _ . como mostra a figura a seguir. G41 _ .

Posição final G40 (G42) D Especificação de G41/G42 no modo G41/G42 Quando é especificado de novo no modo G41/G42.0 U--500. O posicionamento do centro da ponta da ferramenta não é executado no bloco que primeiro especifica G41/G42. (Bloco de cancelamento da correção) O centro da ponta da ferramenta se movimenta para uma posição perpendicular ao caminho programado no bloco anterior ao bloco de cancelamento. na posição final do mesmo. o centro da ponta da ferramenta é colocado perpendicularmente ao caminho programado do bloco anterior. a ferramenta é colocada na posição final. 205 . de forma a cancelar a compensação do raio da ponta da ferramenta no final da usinagem do primeiro bloco representado na figura abaixo.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. especifique o seguinte: G40 X(U) _ Z(W) _ I _ K _ .0 . G41 _ . W Sentido de deslocação da ferramenta G40 G42 G40 U_ W_ I_ K_ . (G42) (G42) (G42) G42 W--500. No bloco de cancelamento da correção (G40). FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Cancelamento da correção O bloco em que o modo muda de G41 ou G42 para G40 é chamado bloco de cancelamento da correção. K U. como mostrado abaixo. sendo I e K a direção da figura vazia do bloco seguinte. I. tendo se ser especificados no modo incremental. D Movimento da ferramenta quando o sentido de deslocação da ferramenta no bloco que inclui um comando G40 é diferente do sentido de deslocação da peça Se desejar retrair a ferramenta no sentido especificado por X(U) e Z(W). G40 _ .

) Exemplos X (3) (1) (2) φ300 200 120 0 φ60 Z 30 150 (Modo G40) 1. I e/ou K será ignorado. 2. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 A posição da peça especificada através dos endereços I e K é a mesma do bloco precedente.14.0 I40.0 K-30. Os valores numéricos a seguir a I e K devem ser sempre especificados como valores de um raio. Modo de cancelamento da correção (I e k são ineficazes. G40 G01 X_ Z_ .0 W150. G40 G01 X_ Z_ I_ K_ .0 W-150.G42 G00 X60.0 .0 F10 . G40 X_ Z_ I_ K_ . G40 G02 X_ Z_ I_ K_ .G40 G00 X300.0 .G01 X120. 206 . Compensação do raio da ponta da ferramenta Interpolação circular Se I e/ou K for especificado com G40 no modo de cancelamento. 3.

6 3. 5. 7.0 . 6 Caminho programado 3. o centro da ponta da ferramenta passa para uma posição perpendicular ao caminho programado do bloco anterior.G01 U0 . 7 4 5 7 1 1. 3 Caminho do centro da ponta da ferramenta 5. 2 1. se o comando de movimento for o do ponto 4. 8.2.M05 . Emissão do código M Emissão do código S Pausa Distância de avanço igual a zero Somente código G Alteração da correção Se dois ou mais blocos. o movimento da ferramenta acima é obtido somente com um bloco. 5 6 2 1. 6.0 R0.G98 .5 Q2 . Caminho do centro da ponta da ferramenta D Compensação do raio da ponta da ferramenta com G90 ou G94 A compensação do raio da ponta da ferramenta com G90 (ciclo de corte do diâmetro exterior/interior) ou G94 (ciclo de torneamento da superfície final) é a seguinte: 1.G10 P01 X10.0 Z20. 4.0 . 2 1 6 2 8. 2. geralmente.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. 6.0 W1000. 7. 5 Em todo o caso Caminho programado 8. G90 4.S210 . 2 Em todos os casos 1. 7 8 0 3 7 G94 4 5 Caminho do centro da ponta da ferramenta 4. paralelo ao caminho programado. 0. 0. Caminho programado N6 N7 N8 N9 (Modo G42) N6 W1000. no final do mesmo. dos acima indicados. 2 207 . 3. N8 M04 . 0. 0. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14.G04 X1000 . 6.5 Notas Sobre a Compensação do Raio da Ponta da Ferramenta Explicações D Movimento da ferramenta quando dois ou mais blocos sem um comando de movimento não devem ser programados consecutivamente 1. U9 U--1000. 4. 4. N7 S21 . No entanto. Movimento de acordo com os números da ponta imaginária da ferramenta Em todos os caminhos do ciclo. 3 0 8 3 5. o caminho do centro da ponta da ferramenta é. 8. forem especificados consecutivamente.

G90 G94 D Compensação do raio da ponta da ferramenta com G71 a G76 ou G78 Quando é especificado um dos ciclos seguintes.14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 2. Sentido da correção O sentido de correção indicado na figura abaixo é independente do modo G41/G42. D Compensação do raio da ponta da ferramenta ao executar a chanfragem (G42) Caminho programado (G41) D Compensação do raio da ponta da ferramenta ao inserir um arco do canto O movimento executado após a compensação é mostrado abaixo. Durante o ciclo. (G42) Caminho programado (G41) 208 . o ciclo é desviado por um vetor de compensação do raio da ponta da ferramenta. G71 (Remoção de material por torneamento ou ciclo de retificação transversal) G72 (Remoção de material por faceamento ou ciclo direto de retificação transversal e dimensão constante) G73 (Repetição de padrões ou ciclo de retificação por oscilação) G74 (Perfuração profunda da superfície final) G75 (Perfuração do diâmetro exterior/interior) G76 (Ciclo de rosca múltipla) G78 (Ciclo de abertura de rosca) O movimento executado após a compensação é mostrado abaixo. não é executado qualquer cálculo de interseção.

209 . não é executada a compensação do raio da ponta da ferramenta.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Compensação do raio da ponta da ferramenta quando o bloco é especificado a partir do painel MDI Neste caso.

G03 ou G33 para especificar um modo de movimento da ferramenta (correção). G28 e G30 no raio da ponta da ferramenta Modo de compensação 14.14.) No modo de cancelamento. igual ao valor de correção especificado no código T.3. G42 D Modo de cancelamento G41 e G42 especificam um modo de correção. O programa deve terminar no modo de cancelamento.2 14. Este vetor é apagado pelo reset. Este vetor de correção (seguidamente denominado. O vetor acompanha sempre a ferramenta à medida que esta avança.9 Precauções gerais para as operações de correção 14.3.5 Verificação de interferências 14. é essencial para obter uma programação precisa. 210 . o vetor é colocado em zero e o caminho do centro da ponta da ferramenta coincide com o caminho programado.4 Aspectos gerais Movimento da ferramenta aquando da partida Movimento da ferramenta no modo de correção Movimento da ferramenta aquando do cancelamento do modo de correção 14. de vetor) é criado internamente pela unidade de controle.3.3.1 Aspectos gerais D Vetor de correção do centro do raio da ponta da ferramenta O vetor de correção do centro do raio da ponta da ferramenta é um vetor bidimensional. a ferramenta não pode ser colocada no ponto final e pára em uma posição afastada do ponto final. como for necessário para uma correção adequada e para calcular um caminho da ferramenta com uma correção exata (através do raio da ponta da ferramenta) a partir do caminho programado. Se terminar no modo de correção. de acordo com o movimento da ferramenta. O sistema aciona o modo de cancelamento imediatamente após a energização.3 14.1 14.3. ao longo do comprimento do vetor. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14.3.10Comandos G53. enquanto G40 especifica o cancelamento da correção. simplesmente. Estes códigos são usados em conjunto com G00.8 Comando de entrada através do painel MDI 14. Leia a descrição apresentada a seguir sobre como criar devidamente os vetores. G40.7 Correção na chanfragem e arcos de canto 14. G41.6 Corte excessivo devido à compensação do raio da ponta da ferramenta 14. G02. (O sistema pode não acionar o modo de cancelamento.3. quando é pressionado o botão de RESET no MDI ou quando um programa é intencionalmente finalizado através da execução de M02 ou M30.2. e é calculado no CNC. Código G G40 G41 G42 Função Cancelamento da compensação do raio da ponta da ferramenta Correção esquerda ao longo do caminho da ferramenta Correção direita ao longo do caminho da ferramenta Posição da peça Nenhuma Direita Esquerda D G40. Sua dimensão se altera bloco a bloco. Um conhecimento adequado sobre as funções do vetor.3. Esta seção é composta pelas seguintes subseções: 14.3.3 PORMENORES DA COMPENSAÇÃO DO RAIO DA PONTA DA FERRAMENTA Esta seção explica de forma pormenorizada o movimento da ferramenta para a compensação do raio da ponta da ferramenta. dependendo da máquina-ferramenta.3. descrita na seção 14. G41 ou G42 é usado para apagar ou gerar vetores. G01.3.

O controle durante esta operação é denominado partida.C indica que a ferramenta se move ao longo de um arco. D Lado interno e lado externo Quando um ângulo de interseção criado por caminhos da ferramenta especificados com comandos de movimento para dois blocos exceder 180°. é feita a leitura antecipada de dois blocos. . são lidos dois blocos e o primeiro deles é executado. O controle durante esta operação é denominado partida. . No modo de bloco único. Nas operações subseqüentes. não é permitido um comando circular (G02 ou G03). . D O movimento de X ou Z é especificado no bloco e a distância a percorrer não é igual a zero. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Partida Quando um bloco que satisfaz todas as condições seguintes é executado no modo de cancelamento.” Quando um ângulo estiver entre 0° e 180°.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. . . D O número de correção para a compensação do raio da ponta da ferramenta não é 00. 211 . é denominado “lado externo. depois de terem sido deslocados de acordo com o valor r.Uma interseção é uma posição na qual os caminhos programados de dois blocos se intersetam. é denominado “lado interno. Durante a partida são lidos dois blocos.S indica uma posição na qual um bloco único é executado uma só vez. . o sistema aciona o modo de correção. . é acionado o alarme P/S (PS34).SS indica uma posição na qual um bloco único é executado duas vezes.SSS indica uma posição na qual um bloco único é executado três vezes. Na partida.indica indica o centro do raio da ponta da ferramenta.r indica o valor de compensação do raio da ponta da ferramenta. pelo que o CNC tem o bloco atualmente em execução e os dois blocos seguintes. seguindo-se a parada da máquina. Se este for especificado. D G41 ou G42 está incluído no bloco ou foi especificado para que o sistema acione o modo de correção.” Lado interno Lado externo Caminho programado Peça Caminho programado 180°≦α 0°≦α<180° α Peça α D Significado dos símbolos Os símbolos seguintes são usados nas figuras subseqüentes: . O primeiro bloco é executado e o segundo bloco é inserido no buffer da compensação do raio da ponta da ferramenta.L indica que a ferramenta se move ao longo de uma linha reta.

14. a ferramenta se move como ilustrado abaixo (partida): Linear→Linear α Peça Caminho programado G42 L Posição inicial Linear→Circular α r S L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta G42 r S Peça C L Posição inicial Caminho do centro do Caminho programado raio da ponta da ferramenta D Movimento da ferramenta em torno do exterior de canto de um ângulo obtuso (90°≦α<180°) Linear→Linear Posição inicial G42 L r S Interseção L L r Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta α Peça Caminho programado Linear→Circular Posição inicial G42 α L r S r Peça C L Interseção L Caminho do centro do Caminho programado raio da ponta da ferramenta 212 .2 Movimento da Ferramenta Aquando da Partida Explicações D Movimento da ferramenta em torno de um canto interno (180°≦α) Quando se muda do modo de cancelamento da correção para o modo de correção. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14.3.

0 .3. N7 G41 U0 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. 213 . : N6 U100.0 .0 W100.3.0 . ver a subseção II--14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Movimento da ferramenta em torno do exterior de um ângulo agudo (α<90°) Linear→Linear S L r L G42 α r L L Posição inicial Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L Linear→Circular S L r L G42 α r Posição inicial L L C Peça Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado D Movimento da ferramenta em torno do exterior de um ângulo agudo inferior a 1 grau. G91 G40 … . N7 SS N6 N8 r Caminho do centro do S raio da ponta da ferramenta N9 Caminho programado NOTA Sobre a definição de blocos que não movimentam a ferramenta. N8 U--100. o vetor de correção não será criado. linear→linear (α<1°) S r L G41 L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado Posição inicial G41 Inferior a 1 grau D Bloco sem comando de movimento da ferramenta aquando da partida Se o comando for especificado aquando da partida. N9 U--100.0 W100.

3. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14. a ferramenta se move como abaixo ilustrado: Linear→Linear α Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta S Interseção L L Linear→Circular α Peça Interseção L S C Caminho do centro Caminho programado do raio da ponta da ferramenta Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Circular→Linear α S C Interseção L Circular→Circular α Interseção C S C Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta 214 .14.3 Movimento da Ferramenta no Modo de Correção Explicações D Movimento da ferramenta em torno do interior de um canto (180°≦α) No modo de correção.

linha reta para arco e arco para arco. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Movimento da ferramenta em torno do lado interno (α<1°) com um vetor extremamente longo. linear → linear Interseção r Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado r S Interseção r O leitor pode também adotar o mesmo procedimento no caso de arco para linha reta.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. 215 .

14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Movimento da ferramenta em torno do canto externo de um ângulo obtuso (90°≦α<180°) Linear→Linear α L Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L S Interseção Linear→Circular α L S L Interseção r C Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Circular→Linear α Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L r C S Interseção L Circular→Circular α Caminho programado r C SL Caminho do centro do raio da ponta da ferraL Interseção menta r Peça C 216 .

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Movimento da ferramenta em torno do canto externo de um ângulo agudo (α<90°) Linear→Linear L Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L L S L r r L α Linear→Circular L L S L r r α Peça L C Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Circular→Linear Caminho programado C S L r r L L Circular→Circular α Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L C S L r r L L C Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta α Peça Caminho programado 217 .

como mostra a figura abaixo. por engano. como o fim desse arco. 218 . Com base nessa suposição. O caminho do centro do raio da ponta da ferramenta resultante é diferente daquele criado pela aplicação da compensação do raio da ponta da ferramenta no caminho programado em que a linha conducente ao arco é considerada como uma linha reta.14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Exceções S A posição final do arco não está sobre o arco Se o fim de uma linha conducente a um arco for programado. o sistema cria um vetor e executa a compensação. Linha conducente ao arco Círculo imaginário Fim do arco Peça Caminho programado r r S C Centro do arco L L L r Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta A mesma descrição se aplica ao movimento da ferramenta entre dois caminhos circulares. o sistema assume que a compensação do raio da ponta da ferramenta foi executada com base em um círculo imaginário que tem o mesmo centro que o arco e ultrapassa a posição final especificada.

o alarme P/S (nº 038) é visualizado e a ferramenta pára na posição final do bloco anterior. Esta interseção não ocorre. um alarme P/S (nº 33) é ativado no final do bloco anterior e a ferramenta pára.0 I0 J0 . Quando esta situação é prevista. A interseção P pode não ocorrer se for especificado um valor excessivamente grande para a compensação do raio da ponta da ferramenta.0 . N6 G02 W100. N7 G03 U--100. os caminhos do centro do raio da ponta da ferramenta ao longo dos arcos A e B cruzam-se em P quando é especificado um valor suficientemente pequeno para a compensação do raio da ponta da ferramenta. No exemplo mostrado abaixo. O alarme (nº 038) é ativado e a ferramenta pára Caminho do centro do raio da r ponta da ferramenta N5 Caminho programado (G41) N5 G01 W100. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO S Não existe interseção interna Se o valor de compensação do raio da ponta da ferramenta for suficientemente pequeno. O alarme (nº 033) é ativado e a ferramenta pára Quando o valor de compensação do raio da ponta da ferramenta é elevado Quando o valor de compensação do raio da ponta da ferramenta é baixo Centro do arco B r Caminho programado Arco A P Centro do arco A r Arco B S O centro do arco é idêntico à posição inicial ou à posição final Se o centro do arco for idêntico à posição inicial ou ao ponto final. os dois caminhos circulares do centro do raio da ponta da ferramenta feitos após a compensação cruzam-se em uma posição (P).0 I--100.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. se for especificado um valor excessivamente grande. N6 N7 219 .0 .

Não é possível. contudo. da seguinte forma: Sinal do valor de correção Código G G41 G42 + Correção do lado esquerdo Correção do lado direito -Correção do lado direito Correção do lado esquerdo O sentido da correção pode ser alterado no modo de correção. realizar a alteração no bloco de partida e no bloco que se lhe segue. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Alteração do sentido de correção no modo de correção O sentido de correção é determinado pelos códigos G (G41 e G42) para o raio da ponta da ferramenta e para o sinal do valor de compensação do raio da ponta da ferramenta. Se o sentido da correção for alterado em um bloco.14. 220 . é gerado um vetor na interseção do caminho do centro do raio da ponta da ferramenta desse bloco e no caminho do centro do raio da ponta da ferramenta de um bloco anterior.

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO S Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta com uma interseção Linear→Linear Peça G42 Caminho programado r L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta S L r G41 Peça Linear→Circular C Peça G42 Caminho programado r Peça L S Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Circular→Linear Peça Caminho programado G42 r G41 r Caminho do centro do C raio da ponta da ferramenta S r G41 Peça Circular→Circular Peça G42 Caminho programado r C Caminho do centro do S raio da ponta da ferramenta Peça r G41 C L 221 .

se não for necessária uma interseção com o caminho da correção. o vetor normal do bloco B é criado no ponto inicial do bloco B. Linear→Linear S Peça G42 Caminho programado r L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado G42 G41 Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L Linear→Circular S L L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado A G41 r S Circular→Circular C S Um arco cuja posição final não está no arco C Caminho programado G42 r C r L SL Centro Centro (G42) r G41 G42 B S (G42) L A Peça r G41 B L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta 222 .14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 S Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta sem uma interseção Ao alterar o sentido de correção do bloco A para o bloco B com os comandos G41 e G42.

relativamente a cada eixo ao longo do qual foi executado o retorno ao ponto de referência. Se o vetor ainda existir depois do retorno da ferramenta ao ponto de referência. G28 r S Posição intermediária S G00 r S S Ponto de referência (G42 G00) S Código G de compensação do raio da ponta da ferramenta no modo de correção O vetor de correção pode ser definido de modo a formar um ângulo reto no sentido de deslocação do bloco anterior. as componentes do vetor são repostas a zero. o modo de correção é temporariamente cancelado.3. sendo depois automaticamente restaurado. 14. o modo de correção é cancelado em uma posição intermediária. não se obterá o movimento circular correto. G42) no modo de correção. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Cancelar temporariamente a compensação do raio da ponta da ferramenta S Especificação de G28 (retorno automático ao ponto de referência) no modo de correção Se o comando subseqüente for especificado no modo de correção. O modo de correção pode ser cancelado e iniciado como descrito nas subseções II-14. Linear→Linear Modo G42 r Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Circular→Linear L Um bloco especificado por G42 L S Interseção Um bloco especificado por G42 Modo G42 C r S Interseção L Caminho programado 223 . G42). através da programação separada do código G de compensação do raio da ponta da ferramenta de corte (G41. independentemente de se usinar o lado interno ou externo.4.3.3. consultar ”Alteração do sentido de correção no modo de correção” na subseç.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.2 e -14. Se G28 for especificado no modo de correção. Caso se pretenda que o sentido de correção seja alterado pela programação do código G de compensação do raio da ponta da ferramenta (G41.3. Se o código for especificado em um comando circular.

o vetor de correção é cancelado temporariamente.0 . FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Comando para cancelar temporariamente o vetor de correção Se se programar G50 durante o modo de correção.0 . D Definição do sistema de coordenadas da peça (G50) Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L S L N6 S N7 Bloco G92 L N8 S L N5 Caminho programado (G41) N5 G91 G01 U700. N6 U600.14. Neste caso.0 W--60. sem o movimento de cancelamento de correção. 224 .0 W--80. N7 G90 U--60. G94) e II-14.0 W50.1 (G90.0 R--30. D Ciclos fixos (G90.0 . a ferramenta move-se diretamente do ponto de interseção para o ponto programado. G92.0 . N9 r N8 S S r S N7 N6 (G42) N5 Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado (G42) N5 G01 U50. depois disso. Quando o modo de correção é restaurado.0 .0 Z400. G92. N6 W--80. G94) e repetição de ciclos (G71 a G76) Ver as seções II-14. N9 W50. o modo de correção é retomado automaticamente.0 W--300.2 (G70 a G76) sobre a compensação do raio da ponta da ferramenta e respectivos ciclos fixos.0 .0 W300. N8 G01 U120.0 . N8 G01 X800. a ferramenta se move também diretamente para o ponto de interseção.0 Z100.0 . N7 G50 X200. onde o vetor de correção é cancelado.0 .

0 . N6 G91 U100. Este bloco é executado no ponto de parada de bloco único. N6 U100. a ferramenta não se moverá mesmo quando acionada a compensação do raio da ponta da ferramenta. A distância a percorrer é zero. G04 X10. N6 N7 N8 Caminho programado N7 N8 Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L SSS L L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Os blocos N7 e N8 são executados aqui. Os comandos 1 a 6 não são de movimento.0 . Somente código G 7. S21. X0 . quando a distância a percorrer é zero mesmo que o bloco seja programado isoladamente. M05 . Neles.0 . definição do valor de compensação do raio da ponta da ferramenta 5. (G17) Z200.0 . N8 U100. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Bloco sem movimento da ferramenta Os blocos seguintes não produzem qualquer movimento da ferramenta.0 W100. Emissão do código M 2.0 .0 . N7 S21 . G10 P01 X10 Z20 R10. No entanto.0 . 225 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.0 .0 W100. N8 G04 X10. Emissão do código S 3. Esta situação será descrita mais adiante. Comando de movimento não incluído no plano de correção 6. N9 W100.0 . o vetor e o caminho do centro do raio da ponta da ferramenta são iguais aos existentes quando o bloco não é programado. 1. S Bloco sem especificação do movimento da ferramenta no modo de correção Quando um bloco único sem movimento da ferramenta é especificado no modo de correção. o movimento da ferramenta torna--se o mesmo de quando é feita a programação de mais de um bloco sem movimento da ferramenta. G98 . Pausa 4. . N7 G04 Z100. N6 SS L O bloco N7 é executado aqui.

O limite ∆V é especificado previamente no parâmetro (nº 5010). “Absoluto manual ON e OFF”. Caso esses vetores não coincidam. a ferramenta é movida no modo G01. consulte a seção III-3. 226 . Se esses vetores forem quase coincidentes entre si. Este movimento pertence ao último bloco. A este movimento dá-se o nome de movimento de canto. a ferramenta se move linearmente de um vetor para outro. G02 ou G03. o último vetor é ignorado. Este movimento pertence ao bloco N7 e. a ferramenta é movida no modo G00. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Movimento de canto Quando são gerados dois ou mais vetores no fim de um bloco. o movimento de canto não é executado e o último vetor é ignorado. é gerado um movimento em torno do canto. se estiver no modo G01. portanto. Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta r r nVx nVY Este vetor é ignorado. se ∆Vx≦limite ∆V e ∆VY≦limite ∆V Caminho programado Se ∆Vx≦ limi<e ∆V e ∆Vy≦ limi<e ∆. Se o bloco N7 estiver no modo G00. a velocidade de avanço é igual à do bloco N7. S N6 N7 D Interrupção da operação manual Para a operação manual durante a compensação do raio da ponta da ferramenta.5.14.

4 Movimento da Ferramenta Aquando do Cancelamento do Modo de Correção Explicações D Movimento da ferramenta em torno de um canto interno (180°≦α) Linear→Linear Peça Caminho programado r L S Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta G40 L α Circular→Linear α r Peça S G40 Caminho programado L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta C D Movimento da ferramenta em torno do exterior de um ângulo obtuso (90°≦α<180°) Linear→Linear Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L S Interseção Circular→Linear G40 α L r Peça C S r α G40 L r Caminho programado L Interseção L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta 227 .3. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.

FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Movimento da ferramenta em torno do exterior de um ângulo agudo (α<90°) Linear→Linear L Peça Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta r L Circular→Linear L α r L r Peça C Caminho programado S L L L S G40 α r S L L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta D Movimento da ferramenta em torno do exterior de um ângulo agudo inferior a 1 grau. é gerado um vetor cujo comprimento é igual ao valor de correção.0 W100. linear→linear (α<1°) S r L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta L G42 G40 Caminho programado 1°ou menor D Bloco sem movimento da ferramenta especificado juntamente com o cancelamento da correção Quando um bloco sem movimento da ferramenta é programado juntamente com um cancelamento da correção. Caminho programado N6 SS L Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta N7 N8 L 228 . N8 U0 W100.14. O vetor é cancelado no comando de deslocação seguinte.0 . N6 G91 U100. na direção normal relativamente ao movimento da ferramenta do bloco anterior.0 . N7 G40 .

o centro do raio da ponta da ferramenta se movimenta E.J). O sentido da compensação é igual ao do bloco anterior. No bloco N1. e um vetor determinado por (I.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. J) Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Quando não se pode obter uma interseção. no final do bloco anterior. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Bloco com G40 e I_J_K_ S O bloco anterior contém G41 ou G42 Se um bloco com G41 ou G42 preceder um bloco em que são especificados G40 e I_. a ferramenta vai para a posição normal. No bloco N2. tenha em atenção que o CNC consegue uma interseção do caminho da ferramenta. b) (I. J) G40 Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta 229 . o centro do raio da ponta da ferramenta se movimenta para P. determinada pelo bloco anterior. J) N2 r P S r (G40) Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta N1 (G42) Peça Caminho programado Neste caso. E X S r (G42) r Caminho programado (I. E (a. K_. N1 (modo G42) .K).K) ou (J. o sistema presume que o caminho foi programado como decorrendo entre a posição final. J_. N2 G40 Xa Yb I_ J_ . E G40 X S r Caminho programado r (G42) (I. independentemente de a usinagem especificada ser interna ou externa. (I.

Explicações D Critérios para a deteção de interferências (1) O sentido do caminho do raio da ponta da ferramenta é diferente daquele do caminho programado (de 90 a 270 graus entre esses caminhos). A função de verificação de interferências verifica com antecedência a possibilidade de execução de um corte excessivo.5 Verificação de Interferências O corte excessivo executado pela ferramenta é chamado de interferência. 230 .3. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14. A verificação de interferências é executada mesmo que não seja executado um corte excessivo. Todavia. nem todas as interferências podem ser verficadas por esta função. Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado As direções destes dois caminhos são diferentes (180°). Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado As direções destes dois caminhos são diferentes (180°).14.

0) (Valor de compensação da ferramenta correspondente a T2 : r2 = 600. o arco é colocado nos quatro quadrantes.0 T2 . 231 .0 K-200.0 . N6 G02 U-160. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO (2) Além da condição (1). o ângulo entre o ponto inicial e o ponto final no caminho do centro do raio da ponta da ferramenta difere bastante daquele entre o ponto inicial e o ponto final no caminho programado na usinagem circular (mais de 180 graus).0 W320.0 W800. N7 G01 U-500.0 W200. o arco do bloco N6 fica situado em um quadrante. Mas após a compensação do raio da ponta da ferramenta.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.0 I-800. (Valor de compensação da ferramenta correspondente a T1 : r1 = 200.0 T1 . Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta r2 r1 N5 Caminho programado N6 N7 Centro (G41) N5 G01 U200.0) No exemplo acima.

será gerado um movimento linear em caso de interferências nos vetores. B e C e são criados os vetores V1. V3 e V4 entre os blocos A a B. Mas se os vetores a ignorar devido à interferência forem os últimos vetores do canto. Verificação entre os vetores V4 e V5 Interferência: V4 e V5 são ignorados Verificação entre V3 e V6 Interferência: V3 e V6 são ignorados Verificação entre V2 e V7 Interferência: V2 e V7 são ignorados Verificação entre V1 e V8 Interferência: V1 e V8 não podem ser ignorados Se. são ignorados. V5 : Interferência V3. os vetores mais próximos são verificados primeiro. (Exemplo 1) A ferramenta move-se linearmente de V1 para V8 Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta V1 r V6 V V S 7 2 V8 S V3 r C C Caminho programado A V5 R V4 C V4. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Correção antecipada de interferências (1) Remoção do vetor que causa a interferência Quando a compensação do raio da ponta da ferramenta é executada no blocos A. V7 e V8 entre os blocos B e C. V8 : Sem interferência O1 O2 232 .14. V6 : Interferência V2. V7 : Interferência V1. os vetores subseqüentes não são verificados. durante a verificação. V6. Se o bloco B for um movimento circular. e os vetores V5. for detetado um vetor sem interferência. não será possível ignorá-los. V2. Se ocorrer alguma interferência.

a ferramenta é parada com um alarme. V5 : Interferência V3. Se o bloco for executado por meio da operação bloco a bloco. Se a interferência ocorrer após a correção (1) ou se existir apenas um par de vetores desde o início da verificação e os vetores interferirem. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO (Exemplo 2) A ferramenta move-se linearmente de V1. 233 . O alarme é visualizado e a ferramenta pára. Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Ferramentada parada Caminho programado C A V1 V6 V5 V2 B Após ignorar os vetores V2 e V5 devido a uma interferência.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. o alarme P/S (nº 41) é mostrado e a ferramenta pára imediatamente após a execução do bloco anterior. a ferramenta pára no fim do bloco. V7 : Sem interferência (2) Se a interferência ocorrer após a correção (1). também ocorre uma interferência entre os vetores V1 e V6. V2. V6 : Interferência V2. V7 para V8 Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta V1 r V6 V2 S V7 S V3 V8 C r C A Caminho programado V5 V4 R C O1 O2 V4.

embora esta não ocorra (1) Depressão menor do que o valor de compensação do raio da ponta da ferramenta Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Ferramentada parada A B C Não há qualquer interferência real. o sentido é inverso no bloco B.14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Quando se presume a existência de interferência. (2) Ranhura mais pequena do que o valor de compensação do raio da ponta da ferramenta Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Ferramentada parada A B C Tal como (1) . mas uma vez que o sentido programado no bloco B é oposto ao do caminho após a compensação do raio da ponta da ferramenta. a ferramenta pára e é mostrado um alarme P/S (nº 041). 234 .

porque a correção interna da ferramenta de corte levaria à execução de um corte excessivo.3. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14.6 Corte Excessivo Devido à Compensação do Raio da Ponta da Ferramenta Explicações D Usinagem de um canto interno com um raio inferior ao da ponta da ferramenta Quando o raio de um canto é menor do que o raio da ferramenta. é executado um corte excessivo D Usinagem de uma ranhura inferior ao raio da ponta da ferramenta Será executado um corte excessivo. Na operação bloco a bloco. é ativado um alarme e o CNC pára no início do bloco. na operação bloco a bloco Se o CNC não parar. o corte excessivo é gerado devido à parada da ferramenta após a execução do bloco.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. Neste caso. Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado Peça É acionado um alarme e a operação é interrompida É acionado um alarme e a operação é interrompida aqui. uma vez que a compensação do raio da ponta da ferramenta força o caminho do centro da ferramenta a se mover no sentido inverso ao programado. Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado Peça É ativado um alarme e a operação é interrompida Corte excessivo se a operação não fosse interrompida 235 . é ativado um alarme e o CNC pára no início do bloco.

Se a usinagem não estiver no modo de bloco único. a compensação não pode ser executada no bloco de partida ou quando se muda o sentido de correção. se o valor da chanfragem ou o valor do arco do canto for inferior ao valor do raio da ponta da ferramenta. O alarme não é acionado se o ângulo for igual ou inferior a 1 grau. Se o passo for linear.7 Correção na Chanfragem e Arcos de Canto Na chanfragem ou arco do canto.14. A operação bloco a bloco é interrompida neste ponto. o primeiro vetor é ignorado e a ferramenta se move linearmente à posição do segundo vetor. de modo que não seja acionado o alarme P/S (nº 52. a operação do ciclo continua. No modo de cancelamento da correção. é mostrado um alarme P/S (nº 39) e a ferramenta pára. pois seria executado um corte excessivo. Na chanfragem interna ou arco de canto interno. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Usinagem de um passo inferior ao raio da ponta da ferramenta Quando a usinagem do passo é programada por meio de usinagem circular no caso de um programa contendo um passo menor do que o raio da ponta da ferramenta.3. permanecerá um resto por cortar. a ferramenta move--se linearmente. Contudo. o caminho do centro da ferramenta com a correção normal torna-se inverso ao sentido programado. No entanto. 236 . será executado um corte excessivo. a compensação do raio da ponta da ferramenta só pode ser executada se existir uma interseção normal no canto. não será acionado nenhum alarme e o corte será feito corretamente. nesse caso. a ferramenta é detida com um alarme P/S (nº 39). 14. Movimento linear O primeiro vetor é ignorado Posição de parada após a execução de um único bloco Caminho do centro do raio da S ponta da ferramenta Caminho programado Centro da usinagem circular Peça Se o primeiro vetor não for ignorado. Neste caso. Parou aqui Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado Parou aqui Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho programado O ângulo de inclinação válido do caminho programado nos blocos antes e após o canto é igual ou inferior a 1 grau. 54) gerado pelo erro de cálculo da compensação do raio da ponta da ferramenta.

a ferramenta se encontra em 1 (a ponta da ferramenta é tangente à linha L).5_ ℓ2 Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta r Caminho program. Assim. será executado um corte insuficiente. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO D Quando a faixa de usinagem se mantém ou é acionado um alarme O exemplo seguinte mostra uma faixa de usinagem que não pode ser suficientemente cortada. com chanfragem Faixa de usinagem restante ℓ1 Na chanfragem interna. 22.5° (r : raio da ponta da ferramenta) Vista ampliada da restante faixa de usinagem 1 2 3 ℓ2 Embora devesse estar posicionada em 2. O alarme P/S nº 52 ou 55 é ativado nos seguintes casos: Limite do caminho programado com chanfragem O alarme é ativado neste caminho P1 Caminho programado Caminho do centro do raio da ponta da ferramenta Caminho do centro da ponta da ferramenta com chanfragem Ponto inicial Ponto final P2 Caminho do centro da ponta da ferramenta sem chanfragem 237 . a faixa 3 não é usinada. na figura acima. se a seção do caminho programado que não faz parte da chanfragem (ℓ1 ou ℓ2 na figura acima) se encontrar na faixa seguinte. 0≦ℓ1 ou ℓ2<r⋅tang.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. r 22.

PB e PC são programadas em um comando absoluto.3. O caminho da ferramenta é o seguinte: Neste caso.14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Na chanfragem exterior com correção. O caminho durante a chanfragem coincide com os pontos de interseção P1 ou P2 sem chanfragem. entre o bloco PB-PC e PC-PD. VC1’ VB2 VB1 PB Comando para o MDI VB2’ VB1’ PA PB’ PD VC1 VC2 PC Quando as posições PA. o ponto final do caminho do centro da ferramenta com chanfragem coincide com o ponto de interseção (P2) do bloco seguinte sem chanfragem. a compensação do raio da ponta da ferramenta é executada com precisão a partir do bloco depois do seguinte. quando a operação automática realizada com comandos absolutos é interrompida temporariamente pela função bloco a bloco. como o vetor VB2 não é calculado novamente. a ferramenta é parada pela função bloco a bloco. 14. os vetores na posição inicial do bloco seguinte são convertidos e os outros vetores são gerados pelos dois blocos seguintes. Os vetores VB1 e VB2 são convertidos para VB1’ e VB2’ e os vetores de correção são recalculados para VC1 e VC2. a compensação é executada com precisão a partir da posição PC.8 Comando de Entrada Através do Painel MDI A compensação do raio da ponta da ferramenta não é executada para os comandos introduzidos através do MDI. o alarme P/S nº 52 ou 55 será ativado. sendo a operação automática iniciada em seguida. a operação MDI é executada. Todavia. após executar o bloco de PA a PB. e é deslocada pela operação MDI. Assim. Se o valor da chanfragem for superior ao valor limite especificado. Todavia. é imposto um limite ao caminho programado. 238 . Na figura acima. pelo que a chanfragem exterior é limitada.

Em geral. o vetor no ponto final dos blocos atuais é calculado através do valor de correção do bloco N6. o vetor de correção da ponta da ferramenta é invertido. o programa é executado para a figura criada através da substituição de G41 por G42 ou G42 por G41 na folha do processo. o vetor no ponto final do bloco é calculado para o novo valor de correção. Quando é especificado um valor de correção negativo. Calculado a partir do valor de correção no bloco N6 Calculado a partir do valor de correção no bloco N7 N7 N6 N8 Caminho programado D Polaridade da quantidade de correção e caminho do centro da ponta da ferramenta Quando alguns vetores são criados entre os blocos N6 e N7. Quando um programa especifica um caminho da ferramenta como mostrado em 1. a usinagem do CNC é programada assumindo um valor de correção positivo. o valor de correção é modificado no modo de cancelamento ou durante a troca das ferramentas. se for especificada uma correção negativa. a ferramenta se deslocarà como mostrado em 2.3.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. mas o sentido da ponta imaginária da ferramenta não se altera. 1 Caminho programado 2 AVISO Se o sinal do valor de correção for invertido. A seguir é mostrado um exemplo. o sinal do valor de correção não deve ser invertido quando se inicia a usinagem com a ponta imaginária da ferramenta no ponto inicial. A ferramenta em 2 se deslocarà como mostrado em 1. 239 .9 Precauções Gerais Para as Operações de Correção D Alteração do valor de correção Em geral. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14. Por este motivo. Uma ferramenta que usine um perfil interno usinará um perfil externo e uma ferramenta que usine um perfil externo usinará um perfil interno. Se o valor de correção for alterado no modo de correção. se o sinal do valor de correção for invertido.

. G28 e G30 no Modo de Compensação do Raio da Ponta da Ferramenta D Quando um comando G53 é executado no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta.Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 Partida r (G41 G00) O×××× . D Quando um comando G28 ou G30 é executado no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta. Quando um comando G53 é executado no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta. no final do bloco precedente.10 Comandos G53. : s G53 s G00 r s G00 Explicações D Comando G53 no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta S Comando G53 no modo de correção . ou do tipo FS16 quando esse mesmo bit é colocado em 0. ou do tipo vetor de interseção (tipo FS15) quando esse mesmo bit é colocado em 1.3. sendo automaticamente restaurado por um comando de movimento subseqüente.Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1 [Tipo FS15] r (G41 G00) s G53 s G00 s G00 240 . o vetor de compensação do raio da ponta da ferramenta é cancelado automaticamente antes do retorno automático ao ponto de referência. o vetor de compensação do raio da ponta da ferramenta é cancelado automaticamente antes do posicionamento. O vetor de correção é restaurado automaticamente quando a ferramenta se desloca de acordo com o comando seguinte. O vetor de correção é cancelado quando a ferramenta se desloca para uma posição especificada de acordo com o comando G53. A temporização e o formato para cancelar e retomar o vetor de compensação do raio da ponta da ferramenta são do tipo FS15 quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1. : G53 X_ Z_ .14. sendo retomado automaticamente através de um comando de movimento subseqüente. G41 G00_ . perpendicularmente ao sentido em que a ferramenta se desloca. O formato para retomar o vetor de compensação do raio da ponta da ferramenta é do tipo partida quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0. é criado um vetor com um comprimento igual ao da correção. ou do tipo FS15 quando esse mesmo bit é colocado em 1. O formato para recuperar o vetor de compensação do raio da ponta da ferramenta é do tipo FS16 quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14.

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1 [Tipo FS15] r (G41 G00) s G53 G00 s G00 S Comando G53 não especificando qualquer movimento no modo de correção . G53 X20. G41 G00_ . . G90 G41_ . .Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 Partida r r (G41 G00) O×××× . FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO S Comando G53 incremental no modo de correção .Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 Partida r r (G41 G00) O×××× . : s G53 G00 s G00 . Y20.Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1 [Tipo FS15] r (G41 G00) s G53 G00 s G00 241 . : s G53 G00 s G00 . Y20. : G00 X20. : G53 U_ W_ .

Exemplo 1) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem valor 0 e é aplicado o bloqueio de todos os eixos r (G41 G00) s G53 G00 s G00 Exemplo 2) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem valor 1 e é aplicado o bloqueio de todos os eixos [Tipo FS15] r (G41 G00) s G53 G00 s G00 Exemplo 3) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem valor 1 e é aplicado o bloqueio de cada eixo [Tipo FS15] r (G41 G00) s G53 G00 s G00 242 . FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 AVISO 1 Quando um comando G53 é executado no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta durante um bloqueio de todos os eixos.14. Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 ou é acionado o bloqueio de cada eixo. o vetor de correção é cancelado. o posicionamento não é executado para os eixos bloqueados e o vetor de correção não é cancelado.

os vetores para os outros eixos de compensação também são cancelados. (O FS15 cancela apenas o vetor para o eixo especificado.) Exemplo) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem sinal 0 [Tipo FS15] s (G41 X_ Z_) s r G53 Z_ s G00 G00 243 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO AVISO 2 Quando um eixo de compensação é especificado em um comando G53 no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta. Isto também se aplica quando o bit 2 (CCN) do parâmetro n.º 5003 é definido para 1. Tenha em atenção que o cancelamento do tipo FS15 é diferente da especificação de FS15 neste ponto.

No bloco seguinte. Exemplo) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem sinal 0 G53 Y_ r (G41 G00 X_Z_) s G00 s r G00 s G00 Partida 2 Quando um comando G53 é especificado como bloco de partida. G30 no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta Quando um comando G28 ou G30 é executado no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta. 244 . O vetor de correção é cancelado quando a ferramenta se desloca da posição intermediária para o ponto de referência. Exemplo) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem sinal 0 G00 s G41 G53 s G00 Partida r s G00 D Comando G28. de fato. Contudo.14. o modo de correção é retomado automaticamente (do mesmo modo em que são executados consecutivamente dois ou mais blocos sem qualquer comando de movimento). É criado um vetor de interseção no final do bloco precedente e um vetor perpendicular na posição intermediária. o bloco de partida. O vetor de correção é restaurado como vetor de interseção pelo bloco seguinte. o bloco seguinte cria um vetor de interseção. quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1. a fase de usinagem especificada no comando é executada de acordo com o formato FS15 se o bit 2 (CCN) do parâmetro n.º 5003 for definido para 1. o bloco seguinte passa a ser. é criado um vetor perpendicular ao sentido de deslocação da ferramenta no final do bloco precedente e a ferramenta não se move. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 NOTA 1 Quando um eixo não incluído no plano de compensação do raio da ponta da ferramenta é especificado em um comando G53.

s G91 G41_ .Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1 [Tipo FS15] s Posição intermediária G28/30 s G00 s r G01 (G42 G01) s Ponto de referência S Comando G28 ou G30 no modo de correção (sem realização do movimento para uma posição intermediária) .Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1 [Tipo FS15] r (G41 G01) Posição intermediária G28/30 s G00 G01 s s Ponto de referência 245 . : Posição intermediária s G28/30 s G00 s r G01 (G42 G01) s Ponto de referência . Z0 . : . Ponto de referência : G28 X0 Y0 . G91 G41_ . : G28 X40. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO S Comando G28 ou G30 no modo de correção (com movimento para uma posição intermediária e uma posição de referência) .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14.Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 O×××× .Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 Partida r r G01 s s (G41 G01) G00 Posição intermediária G28/30 O×××× .

Y--40.Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 Partida r (G41 G01) O×××× . : G00 Partida r s G01 Ponto de referência=posição intermediária .Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1 [Tipo FS15] G28/30 (G41 G01) r s G00 s G01 Ponto de referência=posição intermediária 246 . : s r s G00 G01 G28/30 s Ponto de referência=posição intermediária . : G28 X40.14. G91 G41_ . . FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 S Comando G28 ou G30 no modo de correção (sem realização do movimento para um ponto de referência) . .Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 1 [Tipo FS15] (G41 G01) s r s G00 G01 G28/30 s Ponto de referência=posição intermediária S Comando G28 ou G30 no modo de correção (sem movimento) . G91 G41_ . : G28 X40. Y--40.Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 G28/30 (G41 G01) r s O×××× .

o vetor de correção é cancelado. Exemplo 1) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem sinal 1 [Tipo FS15] (G42 G01) s G28 s G01 s s Posição intermediária r Ponto de referência= posição intermediária G01 Exemplo 2) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem valor 0 e é aplicado o bloqueio de todos os eixos [Tipo FS15] (G42 G01) s G28 s G01 s s Posição intermediária r Ponto de referência= posição intermediária G01 2 Quando um eixo de compensação é especificado em um comando G20 ou G30 no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta. Neste caso.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. é criado um vetor perpendicular à direção de deslocação da ferramenta na posição intermediária.º 5003 é definido para 1. os vetores para os outros eixos de compensação também são cancelados. Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 é colocado em 0 ou é acionado o bloqueio de cada eixo. (O FS15 cancela apenas o vetor para o eixo especificado.) s [Tipo FS15] s (G41 G00 X_Z_) G28 Z_ r s G00 G00 Posição intermediária Ponto de referência= posição intermediária 247 . Isto também se aplica quando o bit 2 (CCN) do parâmetro n. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO AVISO 1 Quando um comando G28 ou G30 é executado durante um bloqueio de todos os eixos. a ferramenta não se desloca para o ponto de referência e o vetor de correção não é cancelado. Tenha em atenção que o cancelamento do tipo FS15 é diferente da especificação de FS15 neste ponto.

14. Exemplo) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem sinal 1 [Tipo FS15] G28(30)Y_ r (G41 G01 X_ Z_) s G01 s G01 s G01 2 Quando um comando G28 ou G30 é especificado como bloco de partida. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 NOTA 1 Quando um eixo não incluído no plano de compensação do raio da ponta da ferramenta é especificado em um comando G28 ou G30. O bloco seguinte cria um vetor de interseção. No bloco seguinte. é criado um vetor perpendicular à direção de deslocação da ferramenta no final do bloco precedente e a ferramenta não se move. o modo de correção é retomado automaticamente (do mesmo modo em que são executados consecutivamente dois ou mais blocos sem qualquer comando de movimento). Exemplo 1) Quando o bit 2 (CCN) do parâmetro nº 5003 tem sinal 1 [Tipo FS15] G01 s s G42 G28 r s s Ponto de referência= posição intermediária G01 G01 Posição intermediária 248 . O vetor é cancelado no ponto de referência. é criado um vetor perpendicular à direção de deslocação da ferramenta na posição intermediária.

FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14.2 para mais pormenores. 14.9999 pol. 249 .4.999 mm de --99. 14.4.1.4 VALORES DE COMPENSAÇÃO DA FERRAMENTA. 14.1 Compensação da Ferramenta e Número de Compensação da Ferramenta D Faixa permitida dos valores de compensação da ferramenta A Tabela 14. II-14. de --999.1 mostra a faixa permitida para a entrada dos valores de compensação da ferramenta. NÚMERO DE VALORES DE COMPENSAÇÃO E INTRODUÇÃO DE VALORES A PARTIR DO PROGRAMA (G10) Os valores de compensação da ferramenta incluem valores de compensação da geometria da ferramenta e de compensação do desgaste da ferramenta (Fig.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. Ponto no programa Ferramenta imaginária Valor de correção da geometria no eixo X Valor de correção do desgaste do eixo X Ferramenta real Valor de correção da geometria no eixo Z Valor de correção do desgaste do eixo Z Fig.9999 mm de --99. D Número da compensação da ferramenta A memória pode salvar 64 valores de compensação da ferramenta.4). O valor é usado para a correção da ferramenta ou para a compensação do raio da ponta da ferramenta.9999 a +99.9999 a +999. Tabela 14.1: Faixa permitida dos valores de compensação da ferramenta Sistema inin cremental IS--B IS--C Valor de compensação da ferramenta Entrada em mm Entrada em polegadas de --999.99999 pol. Um valor de compensação da ferramenta é selecionado da memória do CNC.999 a +999.4.99999 a +99.4 Correção da geometria da ferramenta e correção do desgaste da ferramenta Os valores de compensação da ferramenta podem ser introduzidos na memória do CNC a partir do painel MDI ou a partir de um programa. quando o código correspondente é especificado em um programa após o endereço T. O valor máximo de compensação do desgaste da ferramenta pode ser alterado através da definição do parâmetro nº 5013. Ver subseç.

2 Usando--se este comando em um programa.4. U.14. Este comando também pode ser usado para introduzir os valores de correção individualmente. Z e R são definidos como o valor de correção correspondente ao número de correção especificado pelo endereço P. o valor especificado nos endereços U. V. W e C é somado ao valor de correção atual. Em um comando incremental. ou G10 P_ U_ V_ W_ C_ Q_ . a partir de um programa. V e W podem ser especificados no mesmo bloco. a ferramenta poderá ser movimentada pouco a pouco. NOTA 1 Os endereços X.2 Alteração do Valor de Correção da Ferramenta Formato Os valores de correção podem ser introduzidos por um programa através do seguinte comando: G10 P_ X_ Y_ Z_ R_ Q_ . Y. os valores especificados nos endereços X. em vez de os introduzir individualmente a partir da unidade MDI. correspondente ao número de correção. Z. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 14. 250 . P : Número de correção 0 : Comando valor de deslocamento do sistema de coordenadas de trabalho 1--64 : Comando do valor de correção do desgaste da ferramenta O valor do comando é igual ao número de correção 10000+(1--64) : Comando do valor de correção da geometria da fer ramenta (1--64) : Número de correção X : Valor de correção no eixo X (absoluto) Y : Valor de correção no eixo Y (absoluto) Z : Valor de correção no eixo Z (absoluto) U : Valor de correção no eixo X (incremental) V : Valor de correção no eixo Y (incremental) W: Valor de correção no eixo Z (incremental) R : Valor de correção do raio da ponta da ferramenta (absoluto) R : Valor de correção do raio da ponta da ferramenta (incremental) Q : Número da ponta imaginária da ferramenta Em um comando absoluto. Y.

5 CORREÇÃO AUTOMÁTICA DA FERRAMENTA (G36. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO 14. este mede automaticamente a diferença entre o valor atual da coordenada e o valor da coordenada da posição de medição do comando e usa-o como valor de correção para a ferramenta. a mesma é deslocada para a posição de medição com esse valor de correção. o valor de correção atual é novamente corrigido. Valor de correção x = valor de correção atual x+(α-xa) Valor de correção z = valor de correção atual z+(β-za) xa : Ponto de medição programado para o eixo X za : Ponto de medição programado para o eixo Z Estes valores de correção também podem ser alterados via o painel de operação MDI.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. A execução deste comando efetua o deslocamento rápido dessa ferramenta para a posição de medição. em seguida. reduz a velocidade de avanço a meio do percurso e. O valor atual de correção da ferramenta continua sendo corrigido através da diferença entre o valor da coordenada (α ou β) quando a ferramenta atinge a posição de medição e o valor de xa ou za especificado em G36Xxa ou G37Zza. consulte o manual de instruções fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.) O movimento para a posição de medição é executado através da especificação seguinte no MDI ou no modo MEM : G36 Xxa . (O sistema de coordenadas de trabalho para a programação é comum. que pára a ferramenta. Neste caso. D Movimento para a posição de medição D Correção 251 . o instrumento de medição envia um sinal de alcance da posição de medição ao CNC. Se a ferramenta já tiver sido corrigida. Para informações mais detalhadas. G37) Quando uma ferramenta é movimentada para a posição de medição através da execução de um comando introduzido no CNC. Quando a ponta da ferramenta atinge a posição de medição. Se o CNC considerar que é neccessário proceder a uma nova correção depois de calcular a diferença entre os valores das coordenadas da posição de medição e os valores das coordenadas programadas. a posição de medição deverá ser xa ou za (comando absoluto). ou G37 Zza . continua a movimentá-la até o dispositivo de medição emitir o sinal final. Explicações D Sistema de coordenadas O sistema de coordenadas deve ser definido antecipadamente para movimentar a ferramenta para a posição de medição.

γz) e desloca-se.1 e G37. Se o sinal final de aproximação for ativado durante o movimento através da faixa B.0 Z0 Valor de correção (Após a medição) 98. Em seguida. G37. |za --zs| U (xa. zs) T B C ε γ D ε Posição inicial |xa --xs|. Posição de medição prevista FR X. Exemplos Número de ferramenta T1 300 Ponto zero programado Posição de medição no eixo Z 100 800 Posição de medição no eixo X 380 50 Valor de correção (Antes da medição) X 100. Especifica a ferramenta T1. a ferramenta pára . Z FP U V A S(xs. à velocidade de avanço de no ponto T (xamedição definida pelo parâmetro (nº 6241) através das faixas B.0 . Se o sinal final de aproximação não for ativado antes do ponto V e a ferramenta parar no ponto V. é acionado um alarme. za) FR : Velocidade de deslocamento rápido FP : Velocidade de avanço de medição (definida pelo parâmetro(nº 6241)) Fig.5 Velocidade de avanço e alarme D Código G Se o bit 3 (G36) do parâmetro nº 3405 tiver sido colocado em 1. Programação do ponto zero absoluto (Definição do sistema de coordenadas) S01 M03 T0101 . a ferramenta é deslocada à velocidade de deslocamento rápido através da faixa A. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Velocidade de avanço e alarme Ao movimentar-se da posição inicial para a posição de medição prevista através de xa ou za em G36 ou G37.0 Z1100. C e D. 14.γx ou za. respectivamente.2 são usados como códigos G para a compensação automática da ferramenta nos eixos X e Z.0 4. o número de correção 1 e a rotação do fuso 252 .14. é acionado o alarme P/S (nº 080).0 G50 X760.

4 O valor de correção da ferramenta é determinado tem em conta o valor da ponta da ferramenta R.0=-2. γ : nº 6251. mas o valor de correção da ferramenta é determinado pressupondo que a ferramenta se move para o ponto C em função do valor do raio da ponta da ferramenta. o valor de correção é alterado em 198. γ e ε são definidas como parâmetros (Fp : nº 6241. 2 Quando um código T é especificado no mesmo bloco que G36 ou G37. como a posição de medição correta é 200 mm. o valor de correção é alterado através de 804. AVISO 1 Velocidade de medição(Fp). reponha a ferramenta na posição de reinício antes de inserir o movimento manual. é acionado o alarme P/S nº 81. Desloca-se para a posição de medição do eixo Z.0 . T0101 . Refrata-se um pouco ao longo do eixo X. 2 Cancela a compensação do raio da ponta da ferramenta antes de G36.0-800. Certifique--se de que o valor do raio da ponta da ferramenta está corretamente programado. 3 Quando um movimento manual é inserido à velocidade de avanço de medição. FUNÇÃO DE COMPENSAÇÃO G36 X200.0 . NOTA 1 Quando não existe qualquer comando de código T antes de G36 ou G37. O novo valor de correção torna-se válido quando o código T é especificado de novo. para que γ>ε.0-200.0 . a ferramenta se desloca do ponto A para o ponto B. A Movimento real Movimento considerando o valor do raio da ponta da ferramenta B Valor do raio da ponta da ferramenta C Posição de medição Na verdade.0mm. ε : nº 6254) pelo fabricante da máquina--ferramenta. ε têm de ser números positivos.0. 253 . G00 X204.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 14. Se a ferramenta já tiver atingido a posição de medição em X804. é acionado o alarme P/S nº 82. Move-se para a posição de medição se a ferramenta tiver atingido a posição de medição em X198. G37.0=4.0 . Exemplo) Quando o centro da ponta da ferramenta coincide com o ponto inicial. Correções subseqüentes através da diferença. G37 Z800.0mm.

Um programa de usinagem pode chamar uma macro de usuário com um simples comando. operações aritméticas e lógicas e desvios condicionais para um desenvolvimento simples de programas gerais. Macro de usuário O9010 . como fresagem de bolsas e ciclos fixos definidos pelo usuário. G02 X#1 Z--#1 R#1 .0 L2 . : : : G65 P9010 R50. Programa de usinagem O0001 .15. 254 .3 . exatamente como um subprograma. : : : M99 . G01 X#1 Z#1 F0. : : M30 . a função de macro de usuário também permite o uso de variáveis. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15 MACROS DE USUÁRIO Apesar de os subprogramas serem úteis na repetição da mesma operação. #1=#18/2 .

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15.1 VARIÁVEIS Um programa de usinagem comum especifica diretamente um código G e a distância percorrida através de um valor numérico.gravar uma variedade de itens de dados NC.#199 #500 -. MACROS DE USUÁRIO 15. D Faixa de valores das variáveis As variáveis locais e comuns podem ter valor 0 ou um valor incluído nas seguintes faixas: -10. tema tais como a posição atual e os valores de compensação da ferramenta. Os dados armazenados nas variáveis #500 a #999 são conservados. mas esta possibilidade não está disponível para as macros de usuário. as variáveis locais são inicializadas com o valor zero. Quando é usado um número de variável. #1=#2+100 . #1 -. o valor da variável pode ser alterado por um programa ou através do painel de operação MDI. G01 X#1 F0. As variáveis comuns podem ser compartilhadas pelos diferentes macroprogramas.#999 Variáveis comuns #1000 - Variáveis As variáveis do sistema são usadas para ler e do sis.#33 #100 -. Quando o equipamento é desligado. por exemplo. Exemplo: #[#1+#2-12] D Tipos de variáveis As variáveis são classificadas em quatro tipos. As macros de usuário permitem a especificação de valores numéricos de forma direta ou através de um número de variável. Exemplo: #1 Pode-se usar uma expressão para especificar um número de variável. Explicação D Representação de variáveis Para especificar uma variável. Tabela 15. Quando uma macro é chamada.3 . Não se pode atribuir nenhum outro valor a esta variável. de acordo com os números de variável. as variáveis #100 a #199 são inicializadas com zero. é acionado um alarme P/S nº 111.1: Tipos de variáveis Número da variável #0 Tipo de variável Sempre zero Variáveis locais Função Esta variável tem sempre o valor zero.0. a expressão deve ser especificada entre colchetes.29 a +1047 Se o resultado do cálculo for inválido. As variáveis locais apenas podem ser usadas dentro do escopo de uma macro de armazenamento de dados. introduza uma cerquilha (#) seguida por um número de variável. G100 e X100.29 de -1047 a 0 de +10. As linguagens genéricas de programação permitem que seja atribuído um nome a uma variável. Quando o equipamento é desligado. são atribuídos argumentos às variáveis locais. Neste caso. mesmo quando o equipamento é desligado. 255 . tais como os resultados das operações.

a variável é ignorada até a próxima palavra de endereço. é executado em um 1/1000-mm CNC com 12. Para inverter o sinal do valor de uma variável chamada. Exemplo: Quando se define #1=123. Exemplo: Quando o valor da variável #1 é 0 e o valor da variável #2 é nulo.. resulta em G00X0. Exemplo: G00X-#1. mas pode ser lida. D Variável não definida Quando o valor de uma variável não é definido. o valor real da variável #1 é 123. introduza o sinal menos (-) antes de #. a execução de G00X#1Z#2. Não se lhe pode atribuir nenhum valor. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Omissão do ponto decimal Ao definir uma variável em um programa. Quando uma expressão é usada para especificar uma variável. D Chamada de variáveis Para chamar o valor de uma variável em um programa. A variável #0 é sempre uma variável nula.346. coloque-a entre colchetes. essa variável é denominada de variável ”nula”. especifique um endereço de palavra seguido pelo número da variável. Um valor de variável chamado é automaticamente arredondado de acordo com o menor incremento de entrada do endereço. podem omitir-se as casas decimais. o próprio endereço também é ignorado. Quando #1 = < vazio > G90 X100 Y#1 # G90 X100 Quando #1 = 0 G90 X100 Y#1 # G90 X100 Y0 256 . (a) Citação Quando é citada uma variável não definida.15.3456 atribuído à variável #1. Exemplo: Quando G00X#1. Quando é chamada uma variável não definida. Exemplo: G01X[#1+#2]F#3. o comando efetivo é interpretado como G00X12.000.

Quando #1 = < vazio > #1 EQ #0 # Especificado #1 NE 0 # Especificado #1 GE #0 # Especificado #1 GT 0 # Não especificado Quando #1 = 0 #1 EQ #0 # Não especificado #1 NE 0 # Não especificado #1 GE #0 # Especificado #1 GT 0 # Não especificado 257 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. exceto quando é substituído por < vazio> Quando #1 = < vazio > #2 = #1 # #2 = < vazio > #2 = #1*5 # #2 = 0 #2 = #1+#1 # #2 = 0 Quando #1 = 0 #2 = #1 # #2 = 0 #2 = #1*5 # #2 = 0 #2 = #1 + #1 # #2 = 0 (c) Expressões condicionais < vazio > só é diferente de 0 para EQ e NE. MACROS DE USUÁRIO (b)Operação < vazio > é o mesmo que 0.

a variável é nula.000 ******** Nº. números de seqüências e números de saltos de bloco não podem ser chamados por meio de variáveis.000 Z 0. D A marca ******** indica um estouro positivo (quando o valor absoluto de uma variável é maior que 99999999) ou um estouro negativo (quando o valor absoluto de uma variável é menor que 0. Exemplo: As variáveis não podem ser usadas das seguintes maneiras: O#1.15.0.000 0.000 ] [ (OPRC) ] D Quando o valor de uma variável não é definido. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Visualização dos valores das variáveis VARIÁVEL Nº. Limitações Os números de programas.000 MEM **** *** *** [ MACRO ] [ MENU ] [ 0. /#2G00X100.0000001).456 0. N#3Z200. 258 . 100 101 102 103 104 105 106 107 DADOS 123.0. 108 109 110 111 112 113 114 115 Y B 18:42:15 OPR ] [ O1234 N12345 DADOS POSICAO REAL (RELATIVA) X 0.

As variáveis do sistema são fundamentais para a automatização e desenvolvimento de programas de uso geral. de #1100 a #1131 de #1032 a #1035 de #1132 a #1135 Para mais informações. Um sinal de 32 bits pode ser enviado por uma macro de usuário ao PMC. Um sinal de 16 bits pode ser enviado por uma macro de usuário ao PMC. As variáveis de #1132 a #1135 são usadas para escrever todos os 32 bits de um sinal. tais como os valores de compensação da ferramenta e os dados da posição atual.2 (a): Variáveis do sistema para sinais de interface (Quando o parâmetro MIF (bit 0 do nº 6001) é definido para 0. Tenha. As variáveis #1100 a #1115 são usadas para gravar um sinal bit a bit. As variáveis #1000 a #1015 são usadas para ler um sinal bit a bit. de uma macro de usuário para o PMC. A variável #1133 é usada para escrever simultaneamente todos os 32 bits de um sinal enviado por uma macro de usuário ao PMC. A variável #1132 é usada para gravar simultaneamente todos os 16 bits de um sinal.) Número da variável de #1000 a #1031 Função Um sinal de 32 bits pode ser enviado pelo PMC a uma macro de usuário. em uma dada altura.2 VARIÁVEIS DO SISTEMA As variáveis do sistema podem ser usadas para ler e gravar dados NC internos. Tenha em atenção que os valores de --99999999 a +99999999 podem ser usados para de #1132 a #1135. todavia. consulte o manual de conexão (B-64113EN-1). As variáveis #1100 a #1131 são usadas para gravar um sinal bit a bit. em atenção que algumas variáveis do sistema podem ser apenas lidas. MACROS DE USUÁRIO 15.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. As variáveis #1000 a #1031 são usadas para ler um sinal bit a bit. em uma dada altura. A variável #1032 é usada para ler simultaneamente todos os 16 bits de um sinal. do PMC para uma macro de usuário. de #1100 a #1115 #1132 #1133 (Quando o parâmetro MIF (bit 0 do nº 6001) é definido para 1.) Número da variável de #1000 a #1015 #1032 Função Um sinal de 16 bits pode ser enviado pelo PMC a uma macro de usuário. Tenha em atenção que os valores de --99999999 a +99999999 podem ser usados para #1133. 259 . Tabela 15. Explicações D Sinais de interface Os sinais podem ser trocados entre o controlador programável (PMC) e as macros de usuário. As variáveis de #1032 a #1035 são usadas para a saída de todos os 32 bits de um sinal. Tenha em atenção que os valores de --99999999 a +99999999 podem ser usados para de #1032 a #1035.

MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Valores de compensação da ferramenta Podem ser usadas as variáveis de #2000 a #2999 e as variáveis de #10000 a #19999. Valor de compensação do raio da ponta da ferramenta Desgaste #2201 : : : #2264 Tabela 15. Exemplo: #3000=1(FERRAMENTA NÃO ENCONTRADA). Após uma expressão. acrescentando 3000 ao valor da variável #3000 e visualizando uma mensagem de alarme.2 (b): Variáveis do sistema para a memória C de compensação da ferramenta Valor de compensação do eixo X Desgaste 1 : 49 : 64 #2001 : : : #2064 Número de compensação Valor de compensação do eixo Z Desgaste #2101 : : : #2164 Geometria #2701 : #2749 Geometria #2801 : #2849 Posição T da ponta imaginária da ferraGeomementa tria #2901 : : : #2964 #2301 : : : #2364 Valor de compensação do eixo Y Desgaste #2401 : #2449 Geometria #2451 : #2499 Tabela 15. Eixo controlado Eixo X Eixo Z Quantidade de deslocamento do sistema de coordenadas da peça #2501 #2601 D Alarmes de macro Tabela 15. A quantidade de deslocamento também pode ser alterada através da introdução de um valor.15. →A tela de alarme mostra ”3001 FERRAMENTA NÃO ENCONTRADA” 260 .2 (d): Variável do sistema para alarmes de macro Número da variável #3000 Função Quando um valor entre 0 e 200 é atribuído à variável #3000. o CNC pára com a ativação de um alarme.2 (c): Variáveis do sistema para 99 valores de compensação da ferramenta Valor de compensação do eixo X Desgaste 1 : : 64 #10001 : : #10064 Número de compensação Valor de compensação do eixo Z Desgaste #11001 : : #11064 Valor de compensação do raio da ponta da ferramenta Desgaste #12001 : : #12064 Geometria #15001 : : #15064 Geometria #12001 : : #12064 Posição T da ponta imaginária da ferraGeomementa tria #17001 : : #17064 #13001 : : #13064 Valor de compensação do eixo Y Desgaste #14001 : : #14064 Geometria #19001 : : #19064 D Quantidade de deslocamento do sistema de coordenadas da peça Pose ser lida a quantidade de deslocamento do sistema de coordenadas da peça. A tela do CRT mostra os números de alarme. é possível descrever uma mensagem de alarme de até 26 caracteres.

2 (f): Variável do sistema (#3003) para o controle de operação automática #3003 0 1 2 3 Bloco único Ativado Desativado Ativado Desativado Término de uma função auxiliar Previsto Previsto Não previsto Não previsto D Quando a máquina é ligada. D Quando não se especifica uma espera para o término de funções auxiliares (funções M. #3002 #3011 #3012 D Controle de operação automática O estado de controle de operação automática pode ser alterado. Esta variável pode ser usada para a leitura da hora atual (horas/ minutos/segundos). Quando a corrente está ligada. o valor da variável é 0. o valor deste temporizador retorn a 0. Esta variável funciona como um temporizador que conta em incrementos de 1 hora quando a lâmpada de início do ciclo está acesa. Por exemplo: 15 horas. A informação de horas/minutos/segundos é convertida em um número decimal fitício.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. o valor desta variável é reposta para 0. Por exemplo. 28 de Março de 1993 é representado como 19930328. Esta variável pode ser usada para ler a data atual (ano/mês/dia). 34 minutos e 56 segundos. a operação de parada de bloco único não é executada mesmo que a chave de bloco único esteja colocada na posição ON. Quando tiverem decorrido 2147483648 milisegundos. A informação de ano/mês/dia é convertida em um número decimal fitício. S e T).2 (e): Variáveis do sistema para informações sobre o tempo Número da variável #3001 Função Esta variável funciona como um temporizador que conta em incrementos de 1 milésimo de segundo. D Quando a parada de bloco único é desativada. Tabela 15. Quando atinge 9544. O sinal DEN de término da distribuição também não é emitido. 261 . MACROS DE USUÁRIO D Informações sobre o tempo É possível ler e gravar informação sobre tempo. Tabela 15. Este temporizador conserva seu valor. é representado como 153456. a execução do programa prossegue com o bloco seguinte antes da conclusão das funções auxiliares. mesmo quando o equipamento é desligado.371767 horas. o valor desse temporizador é recolocado a 0.

2 (g): Variável do sistema (#3004) para o controle de operação automática #3004 0 1 2 3 4 5 6 7 Bloqueio de avanço Ativado Desativado Ativado Desativado Ativado Desativado Ativado Desativado Override da velocidade de avanço Ativado Ativado Desativado Desativado Ativado Ativado Desativado Desativado Parada exata Ativado Ativado Ativado Ativado Desativado Desativado Desativado Desativado D Quando a máquina é ligada. a lâmpada do bloqueio de avanço se acende. o valor da variável é 0. independentemente do estado do botão de override da velocidade de avanço no painel de operação da máquina.15. incluindo aqueles onde não é efetuada qualquer operação de corte. No entanto. a operação de parada de bloco único não é realizada quando o modo de bloco único é desativado através da variável #3003. D Quando o bloqueio de avanço é desativado: (1) Quando o botão de bloqueio de avanço é pressionado. Os valores binários são convertidos em decimais. a máquina pára no modo de parada de bloco único. #3005 Definição Definição #9 (FCV) #5 (SEQ) #2 (INI) #1 (ISO) #0 (TVC) : : : : : #15 #7 #14 #6 #13 #5 SEQ #12 #4 #11 #3 #10 #2 INI #9 FCV #1 ISO #8 #0 TVC Para usar a capacidade de conversão do formato de fita FS15 Para inserir automaticamente os números de seqüência Entrada em milímetros ou entrada em polegadas Para usar o código de saída EIA ou ISO Opção de verificação TV 262 . MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Tabela 15. D Especificações As especificações podem ser lidas e gravadas. o programa continua sendo executado e a máquina pára no primeiro bloco em que o bloqueio de avanço esteja ativo. D Quando o override da velocidade de avanço é desativado. mas a máquina não pára. (2) Quando o botão de bloqueio de avanço é carregado e solto. não é feita nenhuma verificação de parada exata (controle da posição) nos blocos. é sempre aplicado um override de 100%. D Quando a verificação de parada exata é desativada.

é feita a combinação lógica do valor do sinal e do valor de especificação através da função E.”. e depois são emitidos. D A variável do sistema #3007 é uma variável protegida contra gravação. O número (número nominal) das peças necessárias e o número (número real) de peças usinadas pode ser lido e gravado. é visualizada uma mensagem. Quando se programa no mesmo bloco uma mensagem de. Exemplo: Se #3007 for 3. pára. #3007 #7 Definição #6 #5 #4 #3 4º eixo #2 3º eixo #1 2º eixo #0 1º eixo É indicado 0 (função de espelhamento desativada) ou 1 (função de espelhamento ativada) para cada bit. É possível verificar.) O valor obtido em formato binário é convertido para notação decimal. o programa executa os blocos até o bloco imediatamente anterior e.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. Se houver tentativa de atribuição de dados à variável. eles continuam a ser lidos pela variável do sistema #3007. a mensagem é visualizada na tela de mensagens externa do operador. Número da variável #3006 Função Quando se programa na macro o comando “#3006=1 (MENSAGEM). D Quando a função de espelhamento é definida para um certo eixo pelo sinal e pela especificação do espelhamento. é acionado o alarme P/S 116 “VARIAVEL PROTEGIDA CONTRA ESCRITA”. no máximo. D Espelhamento O estado do espelhamento para cada eixo definido através de uma chave externa ou operação de especificação pode ser lido através do sinal de saída (sinal de verificação do espelhamento).2 (h): Variáveis do sistema para o número de peças necessárias e para o número de peças usinadas Número da variável #3901 #3902 Função Número de peças usinadas (número real) Número de peças necessárias (número nominal) D Número de peças usinadas NOTA Não substitua um valor negativo. o estado atual do espelhamento. cercada por um caractere de controle--in (“(”) e por um caractere de controle--out (“)”).7 em III. depois. D Quando os sinais de espelhamento destinados para eixos que não os eixos controlados são ativados. assim. MACROS DE USUÁRIO D Parada com mensagem A execução do programa pode ser parada e. (Ver seção 4. 26 caracteres. a função de espelhamento é ativada para o primeiro e o segundo eixos. 263 . Tabela 15. em seguida.

A informação sobre posição não pode ser escrita mas pode ser lida. Se for especificada uma variável do sistema para a leitura da informação modal correspondente a um grupo de código G que não pode ser usado. 1. Tabela 15. o valor resultante em #1 é 0. G26 G22. é acionado um alarme P/S.15. G99 G20. G67 G54--G59 G17 -.G89 G66. G01. 3 ou 33. até o bloco imediatamente anterior. G97 G68. G33. G69 G98. G41. G02. G23 G80 -. #5084 #5101--#5104 Posição atual Sistema de coordena coordenaPosição do sinal de das da peça salto Valor de correção da ferramenta Posição de servo desviada Ativado Desativado 264 .G19 : Código F Código M Número de seqüência Número do programa Código S Código T (Grupo 01) (Grupo 02) (Grupo 03) (Grupo 04) (Grupo 05) (Grupo 06) (Grupo 07) (Grupo 08) (Grupo 09) (Grupo 10) (Grupo 11) (Grupo 12) (Grupo 14) (Grupo 15) (Grupo 16) : :(Grupo 22) D Posição atual Exemplo: Quando #1=#4001. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Informação modal É possível ler a informação modal especificada nos blocos. Tabela 15.2 (i): Variáveis do sistema para informação modal Número da variável #4001 #4002 #4003 #4004 #4005 #4006 #4007 #4008 #4009 #4010 #4011 #4012 #4014 #4015 #4016 : #4022 #4109 #4113 #4114 #4115 #4119 #4120 Função G00. G21 G40. G03. G42 G25. G71--G74 G96. G34. é executado. 2.2 (j): Variáveis do sistema para informação sobre a posição Número da variável Informação sobre posição Sistema de coordenadas Valor de compensação da ferramenta Operação de leitura durante o movimento Ativado #5001--#5004 Posição de fim de Sistema de Não bloco coordenaincluído das da peça Posição atual Sistema de coordenadas da máquina Incluído #5021--#5024 Desativado #5041--#5044 #5061--#5064 #5081.

D Quando a leitura é ”desativada” durante o movimento. D Valores de compensação do sistema de coordenadas da peça (valores de correção do ponto zero da peça) Os valores de correção do ponto zero da peça podem ser lidos e gravados. Tabela 15.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. D A posição da ferramenta onde o sinal de salto é ativado em um bloco G31 (função de salto) é mantidas em as variáveis de #5061 a #5064. D Nas variáveis #5081 a 5082 está contido o valor de correção da ferramenta atualmente utilizado na execução e não o valor de correção da ferramenta imediatamente anterior.2 (k): Variáveis do sistema para os valores de correção do ponto zero da peça Número da variável #5201 : #5204 #5221 : #5224 #5241 : #5244 #5261 : #5264 #5281 : #5284 #5301 : #5304 #5321 : #5324 Função Valor externo de correção do ponto zero da peça no primeiro eixo : Valor externo de correção do ponto zero da peça no quarto eixo Valor G54 de correção do ponto zero da peça no primeiro eixo : Valor G54 de correção do ponto zero da peça no quarto eixo Valor de correção do ponto zero da peça no primeiro eixo G55 : Valor G55 de correção do ponto zero da peça no quarto eixo Valor G56 de correção do ponto zero da peça no primeiro eixo : Valor G56 de correção do ponto zero da peça no quarto eixo Valor G57 de correção do ponto zero da peça no primeiro eixo : Valor G57 de correção do ponto zero da peça no quarto eixo Valor de correção do ponto zero da peça no primeiro eixo G58 : Valor G58 de correção do ponto zero da peça no quarto eixo Valor de correção do ponto zero da peça no primeiro eixo G59 : Valor G59 de correção do ponto zero da peça no quarto eixo 265 . o ponto final do bloco especificado é mantido em estas variáveis. isto significa que os valores previstos não podem ser lidos devido à função de armazenamento no buffer (leitura prévia). MACROS DE USUÁRIO D O primeiro dígito (de 1 a 4) representa um número do eixo. Quando o sinal de salto não é ativado em um bloco G31.

15. Explicações D Unidades dos ângulos As unidades dos ângulos usadas com as funções SEN. ACOS e ATAN são graus. COS. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. Observações Conversão de BCD para BIN #i=BIN[#j]. As variáveis à esquerda também podem ser substituídas por uma expressão. #i=ROUND[#j]. . TAN. #i=#j/#k.3 (a): Operação aritmética e lógica Função Definição Soma Diferença Produto Quociente Seno Arco seno Co--seno Arco co--seno Tangente Arco tangente Raiz quadrada Valor absoluto Arredondar Arredondar para baixo Arredondar para cima Logaritmo natural Função exponencial OU XOU E Formato #i=#j #i=#j+#k.3 OPERAÇÃO ARITMÉTICA E LÓGICA As operações listadas na Tabela 15. #i=SQRT[#j]. 90 graus e 30 minutos é representado como 90. S As faixas de soluções são indicadas abaixo: Quando o bit NAT (bit 0 do parâmetro 6004) é definido como 0: de 270° a 90° Quando o bit NAT (bit 0 do parâmetro 6004) é definido com 1: de -90° a 90° S Quando #j se encontra fora da faixa de -1 a 1. #i=TAN[#j]. #i=ASIN[#j]. #i=#j*#k. #i=#j E #k. #i=#j OU #k. #i=#j--#k. o alarme P/S nº 111 é acionado. #i=ATAN[#j]/[#k]. #i=#j XOU #k. #i=FIX[#j]. As variáveis #j e #K de uma expressão podem ser substituídas por uma constante. Tabela 15. #i=FUP[#j]. #i=ACOS[#j]. #i=ABS[#j]. Por exemplo. 266 D ARCSEN #i = ASEN[#j]. S Pode-se usar uma constante em vez da variável #j. ASEN.3 (a) podem ser executadas com variáveis.5 graus. #i=SIN[#j]. Utilizada na troca de sinais com o PMC As operações lógicas são realizadas nos números binários. Conversão de BIN para BCD #i=BCD[#j].5 graus. 90 graus e 30 minutos é representado como 90. A expressão à direita do operador pode conter constantes e/ou variáveis combinadas por uma função ou operador. #i=LN[#j] #i=EXP[#j]. bit a bit. Os ângulos são especificados em graus. #i=COS[#j].

8 ou maior. S Quando o antilogarítmo (#j) é zero ou menor que zero. #1 é -135.0 Quando o bit NAT (bit 0 do parâmetro 6004) é definido para 1: de -180° a 180° Exemplo: Quando #1 = ATAN[-1]/[-1]. a função ROUND arredonda o resultado na primeira casa decimal. S Pode-se usar uma constante em vez da variável #j. É necessário especificar G00X-[ROUND[#1]+ROUND[#2]] para que a ferramenta regresse à posição original. à posição original Supondo que o sistema incremental é de 1/1000 mm. 267 D Função exponencial #i = EXP[#j]. S Quando o resultado da operação excede 3. S Especifica os comprimentos de dois lados. #1 é 225. S Quando #j se encontra fora da faixa de -1 a 1.8 ou maior. a função ROUND arredonda o valor especificado de acordo com o menor incremento de entrada do endereço. o valor da variável #1 é 1. G00 X[#1+#2]. S Pode-se usar uma constante em vez da variável #j. S A faixa de soluções fica entre 180° e 0°.580. então. depois. G01 X-#2 F300. a distância a percorrer é de 3.2345 e a variável #2 o valor 2. S Quando a função ROUND é usada nos endereços da instrução NC. o alarme P/S nº 111 é acionado.3456. ou em uma instrução IF (SE) ou WHILE (ENQUANTO). Como 1. Exemplo: Quando #1=ROUND[#2]. ocorre um estouro e o alarme P/S nº 111 é acionado. executa um movimento de 2.346 mm. S Quando a função ROUND (ARREDONDAR) é incluída em um comando de operação aritmética ou lógica. S Tenha em atenção que o erro relativo pode vir a ser 10. D Função ROUND (ARREDONDAR) .0. não sendo suficiente para retornar a ferramenta à posição original. executa um movimento de 1. é especificado. o alarme P/S nº 111 é acionado.235 mm. é especificado. G00 G91 X-#1. é executado em que #2 contém 1. S Tenha em atenção que o erro relativo pode vir a ser 10. separados por uma barra diagonal (/).0. D ARCTAN #i = ATAN[#j]/[#k]. Esta diferença resulta do fato de a adição ser realizada antes ou depois do arredondamento. que a variável #1 possui o valor 1.5801. S As faixas de soluções são indicadas abaixo: Quando o bit NAT (bit 0 do parâmetro 6004) é definido como 0: de 0° a 360° Exemplo: Quando #1 = ATAN[-1]/[-1].2345 + 2.3456 = 3.2345. Exemplo: Criação de um programa de perfuração que trabalhe de acordo com os valores das variáveis #1 e #2 e que retorne.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. S Pode-se usar uma constante em vez da variável #j. D Logaritmo natural #i = LN[#j].65 × 1047 (j é cerca de 110). MACROS DE USUÁRIO D ARCCOS #i = ACOS[#j]. S Pode-se usar uma constante em vez da variável #j.

7) Exemplo: ROUND → RO FIX → FI D Prioridade das operações (1) Funções (2) Operações. -1. Se o limite de cinco níveis for excedido. Exemplo: Suponha que #1=1.0 é atribuído a #3. tal operação é denominada de arredondamento para o valor inteiro superior (arredondar para cima). Exemplo) #1=SEN [ [ [#2+#3] *#4 +#5] *#6] . 2. -2. Quando #3=FUP[#2] é executado.2 e #2=-1. 268 . Quando #3=FUP[#1] é executado. tais como multiplicação e divisão (*.0 é atribuído a #3.0 é atribuído a #3. resultante de uma operação efetuada em um número. /. (Ver III-9. tais como adição e subtração (+. Quando #3=FIX[#2] é executado. incluindo os que são usados para delimitar uma função. Os colchetes podem ser usados. 1. (1) (2) (3) (4) (5) (1) a (5) indicam a ordem das operações.0 é atribuído a #3. (1) (2) (3) (1). é menor que o valor absoluto do número original. quando o valor absoluto do número inteiro.15. (2) e (3) indicam a ordem das operações. Quando #3=FIX[#1] é executado. os dois primeiros caracteres do nome da função podem ser usados para especificar a função. quando o valor absoluto do número inteiro. tal operação é denominada de arredondamento para o valor inteiro inferior (arredondar para baixo). D Inclusão de colchetes Os colchetes são usados para modificar a ordem das operações. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Arredondar para cima e para baixo No CNC. o alarme nº 118 é acionado. no máximo. XOR (XOU)) Exemplo) #1=#2+#3*SEN[#4]. OR (OU). AND (E).2. MOD) (3) Operações. Limitações D Colchetes Os colchetes ([. ]) são usados para delimitar uma expressão. é maior que o valor absoluto do número original. em até cinco níveis. resultante de uma operação efetuada em um número. Seja especialmente cuidadoso ao manusear números negativos. -. Inversamente. Tenha em atenção que os parênteses são usados para comentários. D Abreviaturas dos comandos de operações aritméticas e lógicas Quando uma função é especificada em um programa.

8×10--6 3.000 Neste caso.6×10--6 5.33×10--10 Erro máximo 4.000 #2=9876543300000.66×10--10 1. 2 É utilizado o menor dos dois tipos de erros. quando se calcula #3=#2-#1.3 (b): Erros próprios das operações Operação a = b*c a=b/c a = b a=b+c a=b-c a = SEN [ b ] a = COS [ b ] a = ATAN [ b ] / [ c ] (*4) 1.66×10--10 1.0×10--8 Erro médio 1.32×10--10 Tipo de erro Erro relativo (*1) ε b Min ε b ε c (*2) Erro absoluto (*3) ε Graus NOTA 1 O erro relativo depende do resultado da operação.88×10--9 3. (O resultado real deste cálculo é ligeiramente diferente.000.0×10 --18 ou quando 0 não puder ser obtido devido às restrições de precisão.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. podem não ser obtidos os resultados esperados. o resultado é #3=100000.24×10--9 2. independentemente do resultado da operação.777 os valores das variáveis passam a ser: #1=9876543200000. Quando são utilizados números muito grandes em adições ou subtrações. 3 O erro absoluto é constante.456 #2=9876543277777.0×10--9 1. 4 A função TAN executa SEN/COS.) 269 . MACROS DE USUÁRIO D Erros das operações Podem ocorrer erros durante a execução das operações. 5 Se se definir o parâmetro nº 6004#1 para 1 o resultado da operação é normalizado para 0 quando o resultado da operação da função SIN. Tabela 15.55×10--10 4.73×10--9 5. COS ou TAN for menor do que 1. S A precisão dos valores das variáveis é de cerca de 8 dígitos decimais. pois trata-se de um cálculo binário. Exemplo: Quando se tenta atribuir os valores abaixo às variáveis #1 e #2: #1=9876543210123.

GT. o valor resultante da variável #1 não é 2. parta do princípio que os valores das duas variáveis são iguais quando a diferença não excede um limite permitido (0.0 mas 1. GE. 270 . Exemplo: IF[#1 EQ #2] é afetado por erros existentes em #1 e #2. S Seja também cuidadoso ao arredondar um valor para baixo. LE e LT. NE.001]. em que #1=0. levando possivelmente a uma decisão incorreta. Aqui. Exemplo: Quando se calcula #2=#1*1000. arredonde o valor para baixo após corrigir o erro.15. ou arredonde-o da seguinta forma: #3=FIX[#2+0.002. Em seguida. o alarme nº 112 é acionado.. o valor resultante da variável #2 não é exatamente 2 mas 1. . Neste caso. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 S Tenha também em atenção os erros que podem resultar das expressões condicionais que utilizam EQ.001] #3=ROUND[#2] D Divisor Quando um divisor de zero é especificado em uma divisão ou TAN[90]. Desse modo. de modo que o resultado seja maior do que o número esperado.0.001 neste caso).99999997. opte por achar a diferença entre as duas variáveis com IF[ABS[#1-#2]LT0. quando se especifica #3=FIX[#2].

N. Tenha. DO. esse bloco equivale a uma macroinstrução. as chamadas de macro através de G65. END) S Os blocos que contêm um comando de chamada de macro (tais como. S Se um bloco contém M99 e não contém qualquer endereço de comando diferente de O. a máquina não pára. MACROS DE USUÁRIO 15.7). ou através dos códigos M) Qualquer bloco que não seja uma macroinstrução é denominado de instrução NC. S Os blocos de macros não são considerados como blocos que não envolvem movimento no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta (ver seção II-15. MACROINSTRUÇÕES E INSTRUÇÕES NC Explicações D Diferenças em relação às instruções NC S Mesmo quando o modo de bloco único está ativado. P ou L. ou uma chamada de subprograma com um código T) e não contiver qualquer endereço de comando diferente de O. esse bloco equivale a uma macroinstrução. P ou L. G67 ou outros códigos G. G66. 271 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. uma chamada de subprograma com um código M. D Instruções NC com as mesmas caraterísticas das macroinstruções Se NPS (bit 4 do parâmetro n. S Se um bloco contiver um comando de chamada de subprograma (M98.º 3450) for 1.4 Aos blocos seguintes dá-se o nome de macroinstruções: S Blocos contendo uma operação aritmética ou lógica (=) S Blocos contendo uma instrução de controle (tais como GOTO. N. quaisquer instruções NC em um bloco que satisfaçam as seguintes condições assumem as mesmas caraterísticas das macroinstruções. em atenção que a máquina pára no modo de bloco único quando o bit 5 (SBM) do parâmetro 6000 é 1. contudo.

. então.15.5. o alarme P/S nº 128 é acionado. Quando é especificado um número de seqüência fora da faixa de 1 a 99999. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15.. GOTO#10.5 DESVIO E REPETIÇÃO Em um programa. Pode-se também usar uma expressão para especificar um número de seqüência..) 15. enquanto ... GOTO n . São usados três tipos de operações de desvio e repetição: Desvio e repetição Instrução GOTO (desvio incondicional) Instrução IF (desvio condicional: se .. o fluxo de controle pode ser alterado através da instrução GOTO e da instrução IF.. n: Número de seqüência (1 a 99999) Exemplo: GOTO1.) Instrução WHILE (repetição.1 Desvio Incondicional (Instrução GOTO) Ocorre um desvio para o número de seqüência n. 272 .

. Se o valor da variável #1 for maior do que 10. Tenha em atenção que não se pode usar o sinal de desigualdade. é executado o bloco seguinte. Explicações D Expressão condicional Uma expressão condicional deve incluir um operador inserido entre duas variáveis ou entre uma variável e uma constante.Fim do programa 273 . Cada operador é composto por duas letras e é usado na comparação de dois valores para determinar se são iguais ou se um valor é menor ou maior do que o outro.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. ocorre um desvio para o número de seqüência N2. Desvio para N2 quando o adendo é maior do que 10 #1=#1+#2. atribui--se 0 a #3. Cálculo para achar a soma #2=#2+1. : Se a condição for satisfeita IF[< expressão condicional >]THEN Se a expressão condicional especificada for satisfeita. Tabela 15.2 Desvio Condicional (Instrução IF) Especifique uma expressão condicional após o IF.2: Operadores Operador EQ NE GT GE LT LE D Operadores Significado Igual a (=) Diferente de(≠) Maior do que (>) Maior ou igual a(≧) Menor do que (<) Menor ou igual a(≦) Programa exemplificativo O programa exemplificativo abaixo calcula a soma dos números 1 a 10. IF [#1 EQ #2] THEN#3=0 . Se os valores de #1 e #2 forem idênticos. IF [< expressão condicional >] GOTO n Se a expressão condicional for satisfeita.Valor inicial da variável que contém a soma #2=1.5. ]).0 . #1=0.5. MACROS DE USUÁRIO 15. Se a condição especificada não for satisfeita. O9500 . e deve estar contido entre colchetes ([. Processamento N2 G00 G91 X10. É executada apenas uma macroinstrução. Próximo adendo GOTO 1. é executada uma macroinstrução pré-determinada. ocorre um desvio para um número de seqüência n. Desvio para N1 N2 M30. Se a condição não for satisfeita IF [#1 GT 10] GOTO 2 . Pode-se usar uma expressão em vez de uma variável.Valor inicial da variável como um adendo N1 IF[#2 GT 10] GOTO 2.

a execução do programa continua no bloco depois de END. Se a condição especificada não for satisfeita. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. a execução do programa continua no bloco depois de END. o alarme P/S nº 126 é acionado. 2 e 3. : Explicações Enquanto a condição especificada for satisfeita. é executado o programa de DO a END.3 Repetição (Instrução WHILE) Especifique uma expressão condicional após WHILE.15. é executado o programa de DO a END. Se a condição especificada não for satisfeita. Aplica-se aqui o mesmo formato das instruções IF. (m=1.5. Pode-se utilizar os números 1.2. 274 . 2 e 3. Enquanto a condição especificada for satisfeita.3) Se a condição não for satisfeita Se a condição for satisfeita Processamento END m . Os números existentes após DO e END são números de identificação que especificam a faixa de execução. WHILE [expressão condicional] DO m . Quando se usa um número diferente de 1.

Por este motivo.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. : END 1 . Nn … . : END 1 . : WHILE [ … ] DO 2 . Limitações D Loops infinitos D Tempo de processamento Quando se especifica DO m sem se especificar a instrução WHILE. IF [ … ] GOTO n . : WHILE [ … ] DO 3 . MACROS DE USUÁRIO D Aninhamento Os números de identificação (1 a 3) em um loop DO-END podem ser usados tantas vezes quantas necessárias. Nn 5. O uso da instrução WHILE para fins de repetição reduz o tempo de processamento. WHILE [ … ] DO 1 . Tenha. um valor nulo é considerado como zero. 275 D Variável não definida . : WHILE [ … ] DO 1 . Os loops DO podem ser aninhados até uma profundidade máxima de três níveis. Processamento END 2 . As faixas DO não podem se sobrepor. WHILE [ … ] DO 1 . 3. : END 2 . é feita a pesquisa do número de seqüência. 4. Processamento END 1 . em atenção que o alarme P/S nº 124 é acionado quando um programa inclui loops de repetição cruzados (faixas DO sobrepostas). Processamento END 1 . WHILE [ … ] DO 1 . Os números de identificação (1 a 3) podem ser usados tantas vezes quanto necessário. gera-se um loop infinito entre DO e END. contudo. O controle pode ser transferido para fora de um loop. : WHILE [ … ] DO 1 . 1. Processamento WHILE [ … ] DO 2 . END 1 . Processamento END 3 . 2. Não é possível fazer desvios para o interior de um loop. WHILE [ … ] DO 1 . END 1 . um valor nulo e zero produzem resultados diferentes. Em outros tipos de expressões condicionais. IF [ … ] GOTO n . o processamento na direção inversa é mais lento do que o processamento para a frente. Em uma expressão condicional que utiliza EQ ou NE. Quando ocorre um desvio para o número de seqüência especificado em uma instrução GOTO.

#1=0.15. END 1 . M30. #2=1. WHILE[#2 LE 10]DO 1. 276 . O0001 . #1=#1+#2. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Programa exemplificativo O programa exemplificativo abaixo calcula a soma dos números 1 a 10. #2 =#2+1 .

D Pode-se especificar um argumento (dados transferidos para uma macro) com G65. o subprograma é chamado após a execução do comando. G65 não pára a máquina. G01 X100. G67) Chamada de macro com um código G Chamada de macro com um código M Chamada de subprograma com um código M Chamada de subprograma com um código T CHAMADA DE MACRO Restrições D Diferenças entre as chamadas de macro e as chamadas de subprograma A chamada de macro (G65) difere da chamada de subprograma (M98) como descrito abaixo. M98 não altera o nível das variáveis locais. 277 .0 M98Pp). a máquina pára no modo de bloco único.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15.6 Um macroprograma pode ser chamado através dos seguintes métodos: Chamada de macros Chamada simples (G65) Chamada modal (G66. G65 chama sempre uma macro. D Quando um bloco M98 contém um outro comando NC (por exemplo. Por outro lado.0 M98Pp). G01 X100. D O nível das variáveis locais é alterado com G65. D Quando um bloco M98 contém um outro comando NC (por exemplo. MACROS DE USUÁRIO 15. Por outro lado. M98 não tem esta capacidade.

é chamada a macro de usuário especificada no endereço P. por meio da especificação de argumentos. D Especificação de argumentos Existem dois tipos de especificação de argumentos. D Os endereços que não necessitam ser especificados podem ser omitidos. G00 X#3 . uma vez cada. Os dados (argumentos) podem ser transferidos para o programa de macros de usuário. Explicações D Chamada D Após G65. #3=#1+#2. D Os valores são atribuídos às variáveis locais correspondentes. O. J e K um máximo de dez vezes. N.6. Exemplo B_A_D_ … J_K_ Correto B_A_D_ … J_I_ Incorreto 278 .0 . especificados alfabeticamente. N9 M99 . e também usa I.0 B2. A especificação de argumentos I usa letras diferentes de G. As variáveis locais correspondentes a um endereço omitido são definidas com valores nulos. : G65 P9010 L2 A1. Se L for omitido. Especificação de argumentos I Endereço N ú m e r o da variável #1 A #2 B #3 C #7 D #8 E #9 F #11 H Endereço N ú m e r o da variável #4 I #5 J #6 K #13 M #17 Q #18 R #19 S Endereço N ú m e r o da variável #20 T #21 U #22 V #23 W #24 X #25 Y #26 Z D Os endereços G. D Quando é necessário um número de repetições. especifique no endereço P o número do programa da macro de usuário a chamar. uma vez cada. B e C. : M30 . porém.15. O e P não podem ser usados em argumentos. é adotado o valor 1. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. L. L. O9010 . J e K têm de ser. D Os endereços não têm de ser especificados alfabeticamente.1 Chamada Simples (G65) Quando se especifica G65. I. especifique um número de 1 a 9999 após o endereço L. O tipo de especificação de argumentos é determinado automaticamente de acordo com as letras usadas. P_ : Número do programa a ser chamado L_ : Contagem da freqüência de repetição (1 predefinido) Argumento : Dados transferidos para a macro O0001 . N e P. Eles são conformes ao formato dos endereços de palavra. IF [#3 GT 360] GOTO 9 . G65 P_ L_ <especificação de um argumento> . A especificação de argumentos II usa A.

Recomenda-se o uso de pontos decimais em argumentos de chamada de macros a fim de manter a compatibilidade com o programa. e usa I. As chamadas podem ser aninhadas até uma profundidade de quatro níveis.0 #3: #4:--3. Exemplo G65 A1. 279 D Aninhamento de chamadas .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. como neste exemplo.0 #5: #6: #7: 5. D5. O CNC identifica internamente a especificação de argumentos I e a especificação de argumentos II. A especificação de argumentos II é usada para transferir valores. incluindo chamadas simples (G65) e chamadas modais (G66). o que não inclui chamadas de subprogramas (M98).0 I4.0 #2:2.0 e D5. o tipo de especificação de argumentos por último especificado tem precedência. Endereço Número da variável A #1 B #2 C #3 I1 #4 #5 J1 #6 K1 #7 I2 #8 J2 #9 K2 #10 I3 #11 J3 Endereço Número da variável K3 #12 #13 I4 #14 J4 #15 K4 #16 I5 #17 J5 #18 K5 #19 I6 #20 J6 #21 K6 #22 I7 Endereço Número da variável J7 #23 #24 K7 #25 I8 #26 J8 #27 K8 #28 I9 #29 J9 #30 K9 #31 I10 #32 J10 #33 K10 D Os subíndices de I. D Colocação do ponto decimal As unidades usadas nos dados de argumentos transferidos sem um ponto decimal correspondem ao menor incremento de entrada de cada endereço. sob a forma de argumentos.0. uma vez cada. B e C.0 são ambos programados para a variável #7. ou seja. <Variables> #1:1. é válido o último. MACROS DE USUÁRIO Especificação de argumentos II A especificação de argumentos II usa A. tais como coordenadas tridimensionais.0 I--3.0 D5. Restrições D Formato D Combinação das especificações de argumentos I e II G65 tem de ser especificado antes de qualquer argumento. Se for especificada uma combinação da especificação de argumentos I e II. J e K indicando a ordem da especificação de argumentos não são escritos no programa.0 Quando os argumentos I4.0 P1000. J e K um máximo de dez vezes.0 B2. O valor de um argumento transferido sem um ponto decimal pode variar de acordo com a configuração do sistema da máquina.

15. O0004 . : : M30 . o nível da variável local sofre um incremento de um. : : M99 . o controle retorna ao programa que originou a chamada. : : M99 . : #1=1 . Os valores das variáveis locais no nível anterior são salvas no CNC. Variáveis locais (nível 1) (nível 0) #1 : #33 1 : #1 : #33 2 : (nível 2) #1 : #33 3 : (nível 3) #1 : #33 4 : (nível 4) #1 : #33 5 : Variáveis comuns #100--. : : G65 P5 A5 . D Cada vez que uma macro é chamada (com G65 ou G66). Nessa altura. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Níveis das variáveis locais D As variáveis locais do nível 0 a 4 estão disponíveis para aninhamento. D O nível do programa principal é 0. : : M99 . K para a profundidade de corte e F para a velocidade de avanço de corte para perfurar o furo. Especifique Z ou W para a profundidade do furo. os valores das variáveis locais salvas quando a macro foi chamada são repostos. O0005 . : : G65 P3 A3 . : : G65 P4 A4 . O0003 . O0002. Z W K Corte Deslocamento rápido 280 . G65 P2 A2 . D Quando M99 é executado em um macroprograma. o nível da variável local é diminuído em um. : : : : : M99 . #500-Variáveis que podem ser lidas e escritas através de macros em diferentes níveis Programa exemplificativo (Ciclo de perfuração) Movimente previamente a ferramenta ao longo dos eixos X e Z para a posição em que se dá início ao ciclo de perfuração. Macro Programa principal (nível 0) Macro (nível 1) Macro (nível 2) Macro (nível 3) (nível 4) O0001 .

#2=#1. . .0 S1000 M03 . . . . . . . . . . .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. . . #23=#5002. . Fixa o valor na profundidade do furo atual.0 . M30 . . Se nem Z nem W forem especificados. . . . G50 X100. . . . .0 F0. . . . . . .0 Z200. . . IF [#23 NE #0] GOTO 1 . N8 #3000=1 (NÃO COMANDO U OU Z) 281 . . . G00 W#1 . MACROS DE USUÁRIO D Formato de chamada G65 P9100 Zz Kk Ff .3 . . IF [#26 EQ #0] GOTO 8 . . . . . . N2 G00 W. . . Verifica se a perfuração foi terminada. . . . . Anular os dados sobre a profundidade do furo precedente. . . . . . . . . . . . . . . .#26 . . . . Move a ferramenta para o ponto inicial de perfuração. . . . . . . . . . #2=0 . . . . . . GOTO 1 . . . . . . . . . . . Abre o furo. N9 M99 . . . . . . . à velocidade de avanço de corte. . O9100.0 M05 . . . . . . . . .? #1=#23. . .#2 . . . Anular os dados sobre a profundidade do furo atual. . . . . . . IF [#1 GE #23] GOTO 9 . . .[#1. .0 Z200. N1 #1=#1+#6 . . . . . . . Move a ferramenta para a profundidade do furo precedente. ocorre um erro. . . Ww Z: U: K: F: D Programa que chama um macroprograma Profundidade do furo (especificação absoluta) Profundidade do furo (especificação incremental) Quantidade de corte por ciclo Velocidade de avanço de corte O0002. Se a programação for incremental. Calcula a profundidade do furo atual. . . . . G01 W. . . G00 X100. . . . . . . . . . G00 X0 Z102. D Macroprograma (programa chamado) . . . . . . . . . . . Calcula a profundidade de um furo.#2] F#9 . . . . . Determina se o furo a ser aberto é demasiado profundo. IF [#1 LE #23] GOTO 2 . . . . especifica o salto para N1. Armazena a profundidade do furo atual.0 K20. G65 P9100 Z50. #1=0.

D As variáveis locais (argumentos) podem apenas ser definidas em blocos G66. O9100. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15.0 .0 . D Nenhuma macro pode ser chamada em um bloco que contenha um código tal como uma função miscelânea que não envolva movimento ao longo de um eixo. D Quando é necessário um número de repetições. : M30 .3 . Explicações D Chamada D Depois de G66. : : : : M99 .0 . pode ser especificado um número de 1 a 9999 no endereço L. D G66 precisa ser especificado antes de quaisquer argumentos. especifique no endereço P um número de programa sujeito a uma chamada modal.15.6. G66 P p L ℓ <especificação de um argumento> . especificando um movimento ao longo dos eixos. o que não inclui chamadas de subprogramas (M98). X150. G01 Z--#2 F0. as chamadas de macro modais não são mais executadas nos blocos seguintes. D Tal como acontece com uma chamada simples (G65). As chamadas podem ser aninhadas até uma profundidade de quatro níveis. : G00 Z--#1 . P : Número do programa a ser chamado ℓ : Contagem da freqüência de repetição (1 predefinido) Argumento : Dados transferidos para a macro O0001 . D Nenhuma macro pode ser chamada em um bloco G66. Esta ação continua até que G67 ocorra.2 Chamada Modal (G66) Quando G66 é acionado para especificar uma chamada modal. Tenha em atenção que as variáveis locais não são definidas sempre que é executada uma chamada modal. G67 . 282 Restrições . X125.0 . D Cancelamento D Aninhamento de chamadas D Aninhamento de chamadas modais Quando um código G67 é especificado. G00 G90 X100. uma macro é chamada após um bloco. As chamadas modais podem ser aninhadas pela especificação de um outro código G66 durante uma chamada modal. : G66 P9100 L2 A1. os dados transferidos para um macroprograma são especificados em argumentos. para cancelar uma chamada modal. incluindo chamadas simples (G65) e chamadas modais (G66).0 B2.

. . . . . G00 X60.0 F0. . . . .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. S1000 M03 . . . Z50. MACROS DE USUÁRIO Programa exemplificativo Este programa efetua uma ranhura em uma posição especificada. . .0 Z200. . . . Efetua a retração da ferramenta. G67 . . . U D Formato de chamada G66 P9110 Uu Ff . .0 . . . . .0 M05 . . . . . M30. . G00 X00. .0 Z80. . . G01 U. . . G00 U#21 . . . . .5 . . . . . .0 . . . . G66 P9110 U5. U: Profundidade da ranhura (especificação incremental) F : Avanço de corte para ranhurar D Programa que chama um macroprograma O0003 .0 . G50 X100. . . . Corta a peça. M99 . . . D Macroprograma (programa chamado) 283 .0 Z200.#21 F#9 . . . Z30.0 . O9110.

O0001 . Por exemplo. O tipo de especificação de argumentos é determinado automaticamente de acordo com os endereços utilizados. : : : N9 M99 . através de uma macro de usuário.3 Chamada de Macro Através de um Código G A definição de um número de código G para chamada de um macroprograma.0 .6. sem modificar o programa de usinagem. um código G é tratado como um código G comum. Tal como acontece com uma chamada simples. é possível especificar um número de repetições entre 1 e 9999 no endereço L.0 Z--10. usado para chamar um programa de macros de usuário (9010 a 9019) no parâmetro correspondente (nº 6050 a 6059). 284 . é possível chamar um ciclo específico do usuário. Número do programa O9010 O9011 O9012 O9013 O9014 O9015 O9016 O9017 O9018 O9019 Número parâmetro 6050 6051 6052 6053 6054 6055 6056 6057 6058 6059 do D Correspondência entre números de parâmetros e números de programas D Repetição D Especificação de argumentos Tal como acontece em uma chamada simples. permite chamar o macroprograma do mesmo modo que uma chamada simples (G65).15. Nesse tipo de programa. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. em um parâmetro. Parâmetro nº 6050 = 81 O9010 . quando um parâmetro é definido de modo que o programa de macros O9010 possa ser chamado com G81. o macroprograma pode ser chamado da mesma forma que com G65. Explicações Ao definir um número de código G de 1 a 9999. Não é possível chamar macros com um código G em um programa chamado como subprograma com um código M ou T. : G81 X10. : M30 . um código G é tratado como um código G comum. Nesse tipo de programa. Restrições D Aninhamento de chamadas através de códigos G Nenhuma macro pode ser chamada com um código G em um programa chamado com um código G. existem dois tipos de especificação de argumentos: Especificação de argumentos I e especificação de argumentos II.

MACROS DE USUÁRIO 15. Número do programa O9020 O9021 O9022 O9023 O9024 O9025 O9026 O9027 O9028 O9029 Número parâmetro 6080 6081 6082 6083 6084 6085 6086 6087 6088 6089 do D Correspondência entre números de parâmetros e números de programas D Repetição D Especificação de argumentos Tal como acontece em uma chamada simples. 285 .O código M usado para chamar um macroprograma tem de ser especificado no início de um bloco. usado para chamar um programa de macros de usuário (O9020 a O9029) no parâmetro correspondente (nº 6080 a 6089). Nesse tipo de programa. : M30 . é possível especificar um número de repetições entre 1 e 9999 no endereço L. em um parâmetro.6. .4 Chamada de Macro Através de um Código M A definição de um número de código M para chamada de um macroprograma. permite chamar o macroprograma do mesmo modo que uma chamada simples (G65).B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15.Em uma macro chamada com um código G ou em um programa chamado como um subprograma com um código M ou T. Restrições . O0001 . Explicações Ao definir um número do código M de 1 a 99999999. : M50 A1. O tipo de especificação de argumentos é determinado automaticamente de acordo com os endereços utilizados.0 . : : : M99 . o código M é tratado como um código M comum. não pode ser chamada qualquer macro com um código M.0 B2. existem dois tipos de especificação de argumentos: Especificação de argumentos I e especificação de argumentos II. Parâmetro 6080 = 50 O9020 . Tal como acontece com uma chamada simples. o macroprograma pode ser chamado da mesma forma que com G65.

não é possível chamar qualquer subprograma através de um código M. Número do programa O9001 O9002 O9003 O9004 O9005 O9006 O9007 O9008 O9009 Número do parâmetro 6071 6072 6073 6074 6075 6076 6077 6078 6079 D Correspondência entre números de parâmetros e números de programas D Repetição D Especificação de argumentos D Código M Tal como acontece em uma chamada simples. Nesse tipo de programa. usado para chamar um subprograma em um parâmetro (nº 6071a 6076) permite chamar o programa de macros de usuário correspondente (O9001 a O9006) do mesmo modo que com M98. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. é possível especificar um número de repetições entre 1 e 9999 no endereço L. A especificação de argumentos não é permitida.15.5 Chamada de Subprogramas Através de um Código M A definição de um número de código M para chamada de um subprograma (macroprograma). Parâmetro 6071 = 03 O9001 . em um parâmetro. Em uma macro chamada com um código G ou em um programa chamado com um código M ou T. : M30 . Limitações 286 .6. permite chamar o macroprograma do mesmo modo que uma chamada simples (M98). O0001 . o código M é tratado como um código M comum. : : : M99 . : M03 . Um código M em um macroprograma que foi chamado é tratado como um código M comum. Explicações A definição de um número de código M entre 1 e 99999999.

: T0203 . : M30 . Bit 5 (TCS) do parâmetro nº 6001 = 1 Explicações D Chamada A definição do bit 5 (TCS) do parâmetro nº 6001 com 1 permite chamar o macroprograma O9000 quando um código T é especificado no programa de usinagem.6.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15.6 Chamada de Subprogramas Através de um Código T A chamada de suprogramas (programas de macro) com um código T em um parâmetro. O0001 . Nesse tipo de programa. não é possível chamar qualquer subprograma através de um código M. Em uma macro chamada com um código G ou em um programa chamado com um código M ou T. permite chamar um macroprograma cada vez que o código T é especificado no programa de usinagem. Um código T especificado em um programa de usinagem é atribuído à variável comum #149. O9000 . um código T é tratado como um código T comum. MACROS DE USUÁRIO 15. Limitações 287 . : : : M99 .

MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. . . . . . Altera #503. : M05. . . . No entanto. . . . . . . . . . . . . .6. . . . : M05. . . . . . . . Defina 0 nas variáveis #501 a #505. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . T0400 M06. . . . . . . . . . M03 . . . . . . . . . . . M03 . . é medido o tempo de uso acumulativo de cada ferramenta. . . . . . . . T0500 M06. o tempo gasto na troca de ferramentas e paletes é incluído. O0001. . . Altera #504. O tempo não é medido para as ferramentas cujo número é igual ou superior a 6. . D O tempo de uso acumulativo de cada uma das ferramentas é medido com os números 1 a 5. . . : M05. : M05. A variável do sistema #3002 é usada para medir o tempo durante o qual o indicador luminoso de início de ciclo permanece aceso. . . . . . M03 .7 Programa Exemplificativo Condições Ao usar a função de chamada de subprograma que utiliza códigos M. . . . . . . . . . . . M30. . . . . . . T0100 M06. : M05. . . . . . . Altera #505. . . . T0200 M06. M03 . Altera #502. . . . . Verificação da operação D Especificação de parâmetros D Especificação do valor das variáveis D Programa que chama um macroprograma Defina 3 no parâmetro nº 6071 e 05 no parâmetro nº 6072. . . . . . . . . . . 288 Altera #501. . . . . M03 . O tempo durante o qual o funcionamento da máquina é interrompido pelo bloqueio de avanço e pela operação de parada de bloco único não é contado. . . . . T0300 M06. .15. . . D As variáveis seguintes são usadas para armazenar os números das ferramentas e os tempos medidos: #501 #502 #503 #504 #505 Tempo de uso acumulativo da ferramenta número 1 Tempo de uso acumulativo da ferramenta número 2 Tempo de uso acumulativo da ferramenta número 3 Tempo de uso acumulativo da ferramenta número 4 Tempo de uso acumulativo da ferramenta número 5 D O tempo de uso começa a ser contado quando o comando M03 é especificado e pára com a especificação de M05. .

. Nenhuma ferramenta especificada IF[FIX[#4120/100] GT 5]GOTO 9. . . M99. . . . . . . . . . . . . Nenhuma ferramenta especificad IF[FIX[#4120/100] GT 5]GOTO 9. . . . . . . M99. . . . . . . . . . Pára o fuso. . . . . . . . . . . . . . . . . MACROS DE USUÁRIO Macroprograma (programa chamado) O9001(M03). . . N9 M03. . . . . . . . . . Número da ferramenta da fora da faixa permitida #[500+FIX[#4120/100]]=#3002+#[500+FIX[#4120/100]]. Macro para terminar a contagem M01. . . . . Número da ferramenta da fora da faixa permitida #3002=0. . . . . . . . . . . . . . .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. . . . . . . . . . . . . . Macro para iniciar a contagem M01. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Limpa o temporizador. O9002(M05). . . . . 289 . . . . . . . . . . . . Calcula o tempo cumulativo. IF[FIX[#4120/100] EQ 0]GOTO 9. . . . . . . . . . . Gira o fuso no sentido de avanço. . . . . IF[FIX[#4120/100] EQ 0]GOTO 9. . . . . . . . . . N9 M05. .

a fim de encontrar interseções. N4 Z100. o CNC faz a leitura prévia da instrução NC a ser executada em seguida.0 . : Execução de instrução NC Execução de macroinstrução Buffer N2 N1 N4 N3 N4 > : Bloco em execução V : Leitura do bloco para o buffer Quando N1 está sendo executado. G42) (procedendo.0 . N3 #2=200 . os blocos que contêm os códigos M. etc. 290 . G31. Não sofrem leitura prévia os blocos que contêm M00.7 PROCESSAMENTO DE MACROINSTRUÇÕES Para uma usinagem sem problemas. são processadas imediatamente após sua leitura para o buffer. M01. As macroinstruções destinadas a operações aritméticas e desvios condicionais. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. à leitura prévia de um bloco) > N1 X100. N3) entre N1 e N4 são processadas durante a execução de N1.0 .) > N1 G31 X100. G42). Essa operação é denominada armazenamento no buffer. e os blocos que contêm G31. Explicações D Quando o bloco seguinte não é armazenado no buffer (códigos M que não são armazenados no buffer. cuja leitura para o buffer é suprimida pela especificação dos parâmetros (nº 3411 a 3420).15. a instrução NC seguinte (N4) é lida para o buffer. o CNC faz a leitura prévia de instruções NC dois ou três blocos adiante. As macroinstruções (N2. normalmente. No modo de compensação do raio da ponta da ferramenta (G41. N2 #100=1 : Execução de instrução NC N1 > :Bloco em execução Execução de macroinstrução Buffer N2 D Armazenamento do bloco seguinte no buffer em um modo diferente do da compensação do raio da ponta da ferramenta (G41. N2 #1=100 . M02 ou M30.

0 . Neste caso. as instruções NC nos dois blocos seguintes (até N5) são lidas para o buffer. N6 #3=300 . N2 #1=100 . #2=200 . não se pode calcular uma interseção. G42) > N1 G01 G41 G91 Z100.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. N2 #1=100 . As macroinstruções (N2. as instruções NC nos dois blocos seguintes (até N5) são lidas para o buffer. N4 N5 M08 . N3 X100.0 .0 . As macroinstruções (N2. #2=200 .0 . N3 Z50. 291 .0 F100 T0101 .0 F100 T0101 . N4 N5 Z50. são lidas as instruções NC nos três blocos seguintes (até N7). N4 e N6) entre N1 e N7 são processadas durante a execução de N1. no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta (G41. G42) > N1 G01 G41 X100. Como N5 é um bloco que não envolve movimento. N4) entre N1 e N5 são processadas durante a execução de N1. MACROS DE USUÁRIO D Armazenamento do bloco seguinte no buffer. D Quando o bloco seguinte não inclui qualquer movimento. no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta (G41. N7 X200. : Execução de instrução NC Execução de macroinstrução Buffer N2 > : Bloco em execução V : Leitura do bloco para o buffer N1 N3 N4 N3 N5 Quando N1 está sendo executado. : > : Bloco em execução V : Leitura do bloco para o buffer Execução de instrução NC Execução de macroinstrução Buffer N2 N1 N3 N4 N6 N3 N5 N7 Quando o bloco NC1 está sendo executado.

MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15.8 REGISTRO DE PROGRAMAS DE MACROS DE USUÁRIO Os programas de macros de usuário são semelhantes aos subprogramas. 292 . Podem ser registrados e editados do mesmo modo que os subprogramas. A capacidade de armazenamento é determinada pelo comprimento total da fita usada para armazenar as macros de usuário e subprogramas.15.

o conteúdo da memória. Quando todo o conteúdo da memória é apagado (pressionando simultaneamente as teclas e para ligar o equipamento).B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. As variáveis do sistema #1000 a #1133 não são apagadas. Ao definir NE8 (bit 0 do parâmetro 3202) e NE9 (bit 4 do parâmetro 3202) com 1. comandos de operações aritméticas e comandos de controle). Em um programa de macros de usuário não é possível pesquisar números de seqüência. É possível evitá-lo.0000001 a +99999999 -99999999 a -0.0000001 Os dígitos significativos são 8 (decimal). Tal como acontece com M98. é apagado. definindo CLV e CCV (bit 7 e 6 do parâmetro 6001). Quando é ativado um bloqueio de avanço durante a execução de uma macroinstrução. A operação de parada de bloco único é usado para testar programas de macros de usuário. Uma operação de reset apaga qualquer estado dos programas de macros de usuário e subprogramas. Com uma operação de reset.) Um / aparecendo no meio de uma <expressão> (entre colchetes [ ] do lado direito de uma expressão aritmética) é visto como um operador de divisão. bem como todos os estados DO. Os blocos contendo comandos de operação aritméticos e comandos de controle podem ser parados no modo de bloco único definindo SBM (bit 5 do parâmetro 6000) para 1. MACROS DE USUÁRIO 15. não são mostrados os códigos M e T usados nas chamadas de subprogramas.9 LIMITAÇÕES D Operação MDI D Pesquisa de números de seqüência D Bloco único O comando de chamada de macro também pode ser especificado no modo MDI. Os programas de macros de usuário e subprograma registrados devem ser protegidos contra destruição inadvertida. Mesmo durante a execução de um macroprograma. A máquina também pára em caso de reset ou de ativação de um alarme. os valores das variáveis locais e comuns #100 a #199 são colocados a zero. em alguns casos. (Mais precisamente. não se pode fazer uma compensação adequada. não é possível fazer a comutação do modo MDI para uma chamada de macroprograma. +0. assume-se que a instrução é um bloco que não envolve movimento e. tais como os programas de macros de usuário. não é visto como um especificador de um código de salto opcional de bloco. Um bloco contendo um comando de chamada de macro (G65. é acionado o alarme P/S nº 003. G66 ou G67) não é interrompido mesmo quando o modo bloco a bloco está ativado. o bloco é considerado como especificando um movimento com uma distância a percorrer igual a 0. as funções de exclusão e edição são desativadas para os programas de macros de usuário e subprogramas com os números de programa de 8000 a 8999 e de 9000 a 9999. contudo. é possível parar os blocos no modo de bloco único (exceto no caso dos blocos contendo comandos de chamada de macro. a máquina pára após a execução da macroinstrução. 293 D Salto opcional de bloco D Operação no modo EDICAO D Reset D Indicação na tela de REINÍCIO DO PROGRAMA D Bloqueio de avanço D Valores constantes que podem ser usados em <expressão> . e devolve o controle ao programa principal. Note que quando ocorre uma parada de bloco a bloco em uma macro instrução no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta. Se esta faixa não for respeitada. Durante a operação automática.

Comando de saída de dados: BPRNT ou DPRNT Comando de encerramento: PCLOS Depois de concluídos todos os comandos de saída de dados. BPRNT [ a #b [ c ] … ] Número de casas decimais significativas Variável caractere D Comando de saída de dados BPRNT O comando BPRNT executa a saída de caracteres e valores de variáveis em formato binário. O CNC transmite um código de controle DC2. especifique este comando para estabelecer a conexão com um dispositivo externo de entrada/saída. Especifique os dados que devem sair.Letras (A a Z) . (iii)Depois da saída dos dados especificados. é criado um código EOB de acordo com as especificações do código ISO. -. /.15. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. etc. D Comando de abertura POPEN POPEN POPEN estabelece a conexão com um dispositivo externo de entrada/saída.Números . Estes comandos são denominados de comandos de saída externos. começando pelo byte mais alto. especifique PCLOS para terminar a conexão com o dispositivo externo de entrada/saída. Deve ser especificado antes de uma seqüência de comandos de saída de dados. (iv) As variáveis nulas têm o valor 0.10 COMANDOS DE SAÍDA EXTERNOS Além dos comandos padrão das macros de usuário. Os caracteres especificáveis são os seguintes: . Explicações Especifique esses comandos na seguinte ordem: Comando de abertura: POPEN Antes de especificar uma seqüência de comandos de saída de dados. incluindo os dígitos decimais. BPRNT DPRNT POPEN PCLOS Estes comandos permitem encaminhar a saída de valores das variáveis e de caracteres para a interface de leitura/envio. É enviado como dado em formato binário. +. Um valor de variável é tratado como um dado de 2 palavras (32 bits).caracteres especiais (*.) Um asterisco (*) é editado por um código de espaço. Especifique uma variável seguida pelo número de casas decimais significativas entre colchetes. de acordo com a especificação de dados (ISO) produzida na altura. 294 . (i) Os caracteres especificados são convertidos para códigos ISO correspondentes. estão ainda disponíveis os seguintes macrocomandos. (ii) Todas as variáveis são armazenadas com um ponto decimal.

não é editado qualquer código. Cada variável tem de ser um valor numérico com um máximo de oito dígitos. os dígitos decimais são sempre impressos. de acordo com o código definido nas especificações (ISO).B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15.34 LF 12 (0000000C) M --1638400(FFE70000) Z 406(00000196) X Espaço C D Comando de saída de dados DPRNT DPRNT [ a #b [cd] …] Número de casas decimais significativas Número de dígitos significativos na parte inteira Variável caractere O comando DPRNT envia caracteres e cada um dos dígitos contidos no valor de uma variável. Quando PRT (bit 1 do parâmetro 6001) for 0. se PRT(bit 1 do parâmetro 6001) for 1. É gerado um código para cada um dos números de dígitos especificados. (ii) Ao transmitir uma variável. não é enviado nenhum ponto decimal. O ponto decimal também é enviado através de um código definido nas especificações (ISO). iniciando com o dígito mais alto.4 #10=12. Se PRT(bit 1 do parâmetro 6001) for 0. é editado um código de espaço para indicar um número positivo em vez de +. 295 . consulte os itens (i). é editado um código de espaço sempre que for encontrado um zero. (iii) e (iv) para o comando BPRNT. Quando o número de casas decimais não é zero. estes zeros não são editados se PRT (bit1 do parâmetro 6001) for 1. especificando a seguir o número de dígitos da parte inteira e o número de casas decimais entre colchetes. (i) Para mais informações sobre o comando DPRNT. Quando os dígitos de ordem superior forem zeros. Para cada dígito é enviado um código correspondente às especificações (ISO). MACROS DE USUÁRIO Exemplo) BPRINT [ C** X#100 [3] Z#101 [3] M#10 [0] ] Valor das variáveis #100=0.40596 #101=-1638. especifique # seguido pelo número da variável. Se o número de casas decimais for zero.

112 e 113 Canal de E/S 2 : Parâmetros 121.200 X128.) Ao especificar um comando DPRNT para a saída de dados. Especifique o uso de canal para o parâmetro 020. especifique se pretende utilizar apenas um LF (NCR. Especifique este comando quando todos os comandos de saída de dados tiverem sido concluídos.2 #30=123. defina os itens de dados (tal como a taxa de bauds) para a interface de leitura/envio. 122 e 123 D Especificação necessária Nunca especificar a saída para disquetes ou cassete FANUC.474 LF T23 Z--91. De acordo com a especificação desse parâmetro.456 (1) Parâmetro PRT(nº 6001#1)=0 sp LF T --Z X (2) Parâmetro PRT (nº 6001#1)=1 sp 23 sp sp sp 91.200 sp sp sp 128. 296 . especifique se os zeros à esquerda deverão ou não ser enviados como espaços (especificando PRT (bit 1 do parâmetro 6001) com 1 ou 0).474 D Comando de encerramento PCLOS PCLOS . MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Exemplo) DPRNT [ X#2 [53] Z#5 [53] T#30 [20] ] Valor das variáveis #2=128. Para indicar o fim de uma linha de dados no código ISO.47398 #5=-91. Canal de E/S 0 : Parâmetros 101. O código de controle DC4 é enviado pelo CNC. 102 e 103 Canal de E/S 1 : Parâmetros 111.15. do bit 3 do parâmetro 0103 é 0) ou um LF e CR (NCR é 1). O comando PCLOS libera uma conexão para um dispositivo externo de entrada/saída.

quando uma operação de reset é executada por um código. não especifique um comando de encerramento se não tiver sido especificado qualquer comando de abertura. a saída é interrompida e os dados subsqüentes apagados. tanto a segunda abreviação como as subseqüentes são convertidas e introduzidas. Especifique o comando de encerramento no final do programa. Assim que um comando de abertura tiver sido especificado no início de um programa. Todavia. Por isso. Tenha em atenção que quando os caracteres entre colchetes [ ] são divididos e introduzidos várias vezes. 4 As palavras de macros abreviadas entre colchetes [ ] permanecem inalteradas. 3 Quando uma operação de reset é realizada enquanto os comandos estão sendo enviados por um comando de saída de dados. MACROS DE USUÁRIO NOTA 1 Não é necessário especificar sempre o comando de aber-tura (POPEN). não precisa ser especificado novamente após um comando de encerramento. de modo que não seja executado nenhum processamento semelhante ao de M30 até que todos os dados tenham sido enviados. DPRNT) e o comando de encerramento (PCLOS) em simultâneo. Tenha. 5 O pode ser especificado entre colchetes [ ]. contudo. tal como M30. no final de um programa que executa a saída de dados. em atenção que quando os caracteres entre colchetes são divididos e introduzidos várias vezes. o O é omitido na segunda entrada e entradas subseqüentes. especifique um comando de encerramento no final do programa. o comando de saída de dados (BPRNT. 297 . 2 Certifique--se de que especifica comandos de abertura e de encerramento aos pares.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15.

Acima são dados alguns exemplos. Sinal de interrupção (UINT) O xxxx.15. Nffff. Dessa forma. introduzido para executar o programa especificado por Pxxxx. M97 . 298 . pode ser chamado outro programa pela introdução de um sinal de interrupção (UINT) através da máquina. o processo de tratamento da avaria é iniciado por um sinal externo. M97 . (3) As informações sobre as operações em curso são lidas a intervalos regulares. Programe um comando de interrupção no seguinte formato: M96 Pffff . (1) Quando é detetada uma avaria de ferramenta.11 MACRO DE USUÁRIO DO TIPO INTERRUPÇÃO Formato Quando um programa está sendo executado. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. a operação do programa seguinte pode ser interrompida por um sinal de interrupção (UINT). Essa função é denominada como função de macro de usuário do tipo interrupção. M96 Pxxxx. (2) Uma seqüência de operações de usinagem é interrompida por outra operação de usinagem sem cancelamento da operação atual. é possível operar os programas de acordo com as diversas situações. Sinal de interrupção (UINT)* Fig. 15. Sinal de interrupção (UINT)* M99 (Pffff).11 Função de macro de usuário do tipo interrupção Quando M96Pxxxx é especificado em um programa. como as aplicações de controle adaptativo da função de macro de usuário do tipo interrupção. Ativa uma macro de usuário do tipo interrupção Desativa uma macro de usuário do tipo interrupção Explicações O uso da função de macro de usuário do tipo interrupção permite ao usuário chamar um programa durante a execução de um bloco arbitrário de um outro programa.

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. O sinal é ignorado mesmo quando é introduzido no modo M97. quando é introduzido após M97. a macro de usuário do tipo interrupção não é iniciada mesmo quando M96 for especificado.11. Quando a entrada de sinal no modo M97 é mantida até M96 ser especificado. sendo ativada sob as seguintes condições: .Quando STL (lâmpada de início) está acesa . pode ser iniciada uma interrupção de macro de usuário através da introdução do sinal de interrupção (UINT) até M97 ser especificado ou o NC ser reinicializado. Além disso. Quando o esquema de controle de flanco for usado. 15.1 Método de Especificação Explicações D Condições de interrupção Uma macro de usuário do tipo interrupção está disponível apenas durante a execução do programa. o sinal de interrupção não pode ser introduzido durante a execução do programa de interrupção. M96 M97 M96 1 0 Sinal de interrupção (UINT) Sinal de entrada de interrupção acionado Quando UINT permanece ativo O sinal de interrupção (UINT) torna-se válido depois de M96 ter sido especificado. MACROS DE USUÁRIO CUIDADO O sinal de interrupção (UINT.11) é ignorado. NOTA Sobre os esquemas de controle de estado e de flanco. mesmo quando o sinal de interrupção é introduzido (UINT). nenhuma interrupção de macro de usuário é iniciada.Quando está selecionada a de memória ou a operação MDI . é iniciada uma macro de usuário do tipo interrupção assim que M96 for especificado (apenas quando for usado o esquema de controle de estado). marcado com um * na Fig. Depois da especificação de M97 ou do reset do NC. a função de macro de usuário do tipo interrupção é usada através da especificação de M96 para ativar o sinal de interrupção (UINT) e de M97 para desativá-lo. consulte o item “Sinal de interrupção de macro de usuário (UINT)” na subseç. 15.11. 15.2. 299 . O sinal de interrupção (UINT) é ignorado até que outro comando M96 seja especificado. A partir da especificação de M96.Quando não está sendo processada uma macro de usuário do tipo interrupção D Especificação Geralmente.

o usuário pode querer interromper a instrução NC em execução ou pode não desejar efetuar a interrupção até que a execução do bloco atual esteja concluída. A interrupção não é incluída no nível de aninhamento das chamadas de macros de usuário. Ao executar uma macro de usuário do tipo interrupção.m Os códigos M usados para controle de macros de usuário do tipo interrupção são processados internamente (não são enviados para as unidades externas). mesmo que a macro de usuário do tipo interrupção seja uma interrupção do tipo macro.2 Pormenores das Funções Explicações D Interrupções tipo subprogramas e interrupções tipo macro Há dois tipos de interrupção de macros de usuário: Interrupções tipo subprogramas e interrupções tipo macro. M96 e M97 são usados como códigos M de controle de macro de usuário. Por esse motivo. (a) Interrupção tipo subprograma O programa de interrupção é chamado como um subprograma. No entanto. MIN (bit 2 do parâmetro 6003) é usado para escolher quando realizar interrupções: no meio ou no final de um bloco. O tipo de interrupção usada é selecionado por MSB (bit 5 do parâmetro 6003). D Códigos M para o controle de macros de usuário do tipo interrupção Em geral. (b) Interrupção tipo macro O programa de interrupção é chamado como uma macro de usuário. em termos de compatibilidade de programa. Ao especificar este parâmetro para usar os códigos M de controle de macro de usuário do tipo interrupção. defina os parâmetros 6033 e 6034 da seguinte forma: Defina o código M para ativar a macro de usuário do tipo interrupção no parâmetro 6033 e defina o código M para desativar as macros de usuário do tipo interrupção no parâmetro 6034.11. Esta interrupção não é incluída no nível de aninhamento das chamadas de subprogramas. Todavia.15. 300 D Macros de usuário do tipo interrupção e instruções NC . as macros de usuário do tipo interrupção são controladas por M96 e M97. esta chamada é incluída no nível de aninhamento das chamadas de subprogramas ou das chamadas de macro de usuário. Quando uma chamada de subprograma ou uma chamada de uma macro de usuário é executada dentro do programa de interrupção. não é desejável usar códigos M além de M96 e M97 para controlar interrupções de macros de usuário. independentemente das definições dos parâmetros 6033 e 6034. MPR (bit 4 do parâmetro 6003) é fornecido para definir códigos M para controle de macros de usuário do tipo interrupção. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 15. Os argumentos não podem ser transferidos do programa atual. esses códigos M podem já estar sendo utilizados para outros propósitos (como uma função M ou um código M de chamada de macro) por alguns fabricantes de máquinas-ferramentas. Isto significa que os níveis das variáveis locais permanecem inalterados antes e depois da interrupção. Quando se especificar que os códigos M definidos no parâmetro não devem ser usados. Isto significa que os níveis das variáveis locais alteram-se antes e depois da interrupção.

qualquer movimento ou pausa é interrompido imediatamente e o programa de interrupção é executado.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. Interrompido por interrupção de macro Execução em progresso Programa normal Entrada de sinal de interrupção (UINT) Execução em progresso Reinício de comando CNC. (ii) Se o programa de interrupção contiver instruções NC. a menos que uma instrução NC seja encontrada no programa de interrupção. as macro instruções do programa de interrupção são executadas. Quando o controle é devolvido ao programa interrompido. perde-se o comando no bloco interrompido e a instrução NC do programa de interrupção é executada. (iii)Se o programa de interrupção não contiver qualquer instrução NC. Execução em progresso Programa normal Entrada de sinal de interrupção (UINT) Execução em progresso Macro de usuário do tipo interrupção Instrução NC no programa de interrupção 301 . sendo o programa então reiniciado a partir do comando no bloco interrompido. As instruções NC não são executadas até que o bloco atual esteja concluído. as macro instruções do programa de interrupção são executadas imediatamente. como ciclo fixo de perfuração e retorno automático ao ponto de referência (G28). o controle é devolvido ao programa interrompido através de M99. As instruções NC são executadas após a conclusão de todas as operações de ciclo. (ii) Se o bloco em execução for composto por diversas operações de ciclo. a menos que seja encontrada uma instrução NC. o programa é reiniciado a partir do bloco seguinte ao bloco interrompido. MACROS DE USUÁRIO S Tipo I (quando uma interrupção é executada no meio de um bloco) (i) Quando o sinal de interrupção (UINT) é introduzido. quando não existirem instruções NC no programa de interrupção Macro de usuário do tipo interrupção S Tipo II (quando uma interrupção é executada no fim do bloco) (i) Se o bloco em execução não for um bloco composto de várias operações de ciclo. a interrupção é realizada da seguinte maneira: Quando um sinal de interrupção (UINT) é introduzido. a interrupção é executada da seguinte maneira: Quando o último movimento nas operações de ciclo é iniciado.

para ativar as interrupções de macros de usuário.15. assim que o controle retorna do programa de interrupção. S Para o tipo II 302 . Se o programa de interrupção não contiver instruções NC. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Condições para ativar e desativar o sinal de interrupção de macro de usuário O sinal de interrupção torna-se válido após o início da execução de um bloco que contém M96. As instruções NC são executadas após a conclusão da operação de ciclo. O sinal torna-se válido quando é iniciada a execução do bloco imediatamente após o bloco interrompido no programa principal. as operações restantes no ciclo interrompido são descartadas e o bloco seguinte é executado. D Interrupção de macro de usuário durante a execução de um bloco que envolve uma operação cíclica S Para o tipo I O movimento é interrompido e o programa de interrupção é executado mesmo durante o decurso de uma operação de ciclo. Caso haja instruções NC. O sinal torna-se inválido quando se inicia a execução de um bloco que contém M97. a operação de ciclo é reiniciada depois do controle ter sido devolvido ao programa interrompido. o sinal de interrupção torna-se válido quando a execução do bloco interrompido é iniciada após o retorno do controle do programa de interrupção. se o programa de interrupção é composto apenas por macroinstruções. a menos que seja encontrada uma instrução NC. As macroinstruções do programa de interrupção são executadas quando é iniciado o último movimento da operação de ciclo. No tipo I. O sinal de interrupção torna-se inválido durante a execução de um programa de interrupção.

Quando o esquema de controle de flanco é selecionado. exceto nas aplicações mencionadas acima. Assim. quando for usado o esquema acionado pelo gume. ao passar do estado de desativado para o de ativado. MACROS DE USUÁRIO D Sinal de interrupção de macro de usuário (UINT) Há dois esquemas para a entrada do sinal de interrupção de macro de usuário (UINT): O esquema de controle de estado e o esquema de controle de flanco. O tempo decorrido entre a entrada do sinal e a execução da macro de usuário do tipo interrupção não varia entre os dois esquemas. o sinal de interrupção (UINT) torna-se válido apenas em seu flanco de elevação. 303 . o sinal torna-se válido no flanco crescente. Quando o esquema de controle de estado é selecionado através deste parâmetro. é executada uma interrupção quatro vezes quando o esquema acionado pelo status for usado. o sinal de interrupção pode permanecer ativo). Um dos dois esquemas é selecionado com TSE (bit 3 do parâmetro 6003). o programa de interrupção é executado apenas temporariamente (nos casos em que o programa é composto apenas por macroinstruções) O esquema de controle de flanco é útil quando o esquema de controle de estado é inadequado ou quando uma macro de usuário do tipo interrupção está para ser executada apenas uma vez para todo o programa (neste caso. o sinal é válido quando é ativado. é gerada uma macro de usuário do tipo interrupção se o sinal de interrupção (UINT) estiver ativo no momento em que o sinal se torna válido. Quando o esquema de controle de flanco é usado.da inter-. o programa de interrupção pode ser executado repetidamente. 1 0 Sinal de interrupção (UINT) Execução Execução Execução Execução da inter-da inter-. O uso de qualquer dos esquemas resulta nos mesmos efeitos. Quando é usado o esquema de controle de estado. Se o sinal de interrupção (UINT) se mantiver ativo.da inter-rupção rupção rupção rupção Esquema de controle de estado Execução da interrupção Esquema de controle de flanco No exemplo acima. a interrupção só é executada uma vez.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15.

M96P5678 Interrupção O5678 M97 × GxxXxxx. interrupções adicionais são automaticamente inibidas. Se for inconveniente. este bloco é considerado como pertencente ao bloco anterior do programa. Com o endereço P é possível especificar também um número de seqüência no programa interrompido. uma interrupção é ativada para o bloco Gxx de O1234. começando pelo início. A execução de M99 possibilita a ocorrência de uma outra interrupção de macro de usuário. Quando M99 é especificado sozinho. uma interrupção não é ativada para O5678 (ativada depois do controle ter sido devolvido a O1000). MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Retorno de uma interrupção de macro de usuário Especifique M99 para retirar o controle de uma interrupção de macro de usuário e devolvê-lo ao programa interrompido. o número de seqüência é procurado no programa. M96. Em termos de prog-ramação. Interrupção Interrupção O1234 GxxXxxx. O5678 é controlado por M96 e M97. Gff Xfff M99 . M99. Não são geradas interrupções quando um programa de interrupção de macros de usuário está em execução. Execute M99 para ativar uma outra interrupção. M99 especificado sozinho em um bloco é executado antes que o bloco anterior seja concluído. Quando o sinal é introduzido. No exemplo seguinte. é executado antes da conclusão dos comandos anteriores. uma macro de usuário do tipo interrupção é ativada para o último comando do programa de interrupção. Assim. O1000. Neste caso. 304 . as interrupções de macros de usuário devem ser controladas através da especificação de M96 e M97 no programa. quando é gerada uma interrupção. O1234 é executado novamente. P. Sendo especificado.15. uma parada de bloco não é possível para esse bloco. Quando uma macro de usuário do tipo interrupção está sendo executada. antes de M99 ser reconhecido. M99. N.) (1) (2) Gff Xfff . M96P1234. M97 M99. Interrupção NOTA Quando um bloco M99 é composto apenas pelo endereço O. (A diferença reside no fato de Gff ser executado. Assim. L ou M. não são geradas outras macros de usuário do tipo interrupção. o (1) e (2) seguintes são basicamente iguais. O controle é devolvido ao primeiro número de seqüência encontrado.

qualquer alteração de informação modal feita pelo programa de interrupção não deve afetar o programa interrompido. A restauração da informação modal existente antes da interrupção não é desejável. Por essa razão. Isto deve-se ao fato de alguns programas poderem operar de modo diferente após o controle ser devolvido. (Sem a especificação de P) Altere a informação modal A informação modal permanece M99(Pffff). O∆∆∆∆ M96Pxxx Sinal de interrupção (UINT) Oxxx. conforme o necessário. consoante a informação modal existente antes da interrupção. 305 . Neste caso. S Informação modal quando o controle é devolvido por M99 A informação modal existente antes da interrupção torna-se válida. MACROS DE USUÁRIO D Macro de usuário do tipo interrupção e informação modal Uma macro de usuário do tipo interrupção é diferente de uma chamada normal de programa. a informação modal antes da interrupção é restaurada quando o controle é devolvido por M99 ao programa interrompido. Quando o controle é devolvido do programa de interrupção para o programa interrompido através de M99 Pxxxx.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 15. (Com especificação de P) Nffff. é transferida para o programa interrompido. modificada pelo programa de interrupção. Nova informação modal modificada pelo programa de interrupção. a informação modal pode ser novamente controlada pelo programa. Em geral. mesmo quando uma informação modal é modificada pelo programa de interrupção. É iniciada por um sinal de interrupção (UINT) durante a execução do programa. Neste caso. (2) Depois do retorno do controle ao programa interrompido. inalterada antes e após a interrupção. a informação modal é especificada novamente. aplicam-se as seguintes medidas: (1) O programa de interrupção fornece informação modal a ser usada após o controle ter sido devolvido para o programa interrompido. A nova informação modal modificada pelo programa de interrupção torna-se inválida. a nova informação contínua.

a chamada modal do programa de interrupção permanece válida. a chamada modal de macro de usuário é cancelada (G67). Todavia. Quando o sinal de interrupção (UINT) é introduzido durante a execução de uma operação de retorno no modo de funcionamento em vazio. MACROS DE USUÁRIO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 S Informação modal quando o controle é devolvido por M99 Pffff A nova informação modal modificada pelo programa de interrupção permanece válida.15. o programa de interrupção é chamado depois da conclusão da operação de reinício para todos os eixos. Caminho do centro da ponta da ferramenta Interrupção gerada B’ A A’ Vetor de correção Caminho programado da ferramenta B D Variáveis do sistema (valores de informação sobre posição) para o programa de interrupção D Macro de usuário do tipo interrupção e chamada modal de macro de usuário Quando o sinal de interrupção (UINT) é introduzido e um programa de interrupção é chamado. Isto significa que a interrupção do tipo II é usada independentemente da especificação dos parâmetros. nem durante a execução de um programa com um dispositivo externo de entrada/saída. Quando o controle é devolvido através de M99Pxxxx. após a operação de pesquisa para o início do programa. pode ser lida usando variáveis do sistema de macros de usuário de #4001 a #4120. A “macro de usuário do tipo interrupção” não pode ser executada durante a operação DNC. através de M99. válida no bloco interrompido. D Macro de usuário do tipo interrupção e reinício do programa D Operação DNC e macro de usuário do tipo interrupção 306 .. Quando o controle é devolvido pelo programa de interrupção. D As coordenadas do ponto A’ podem ser lidas após uma instrução NC sem especificações de movimento. a chamada modal é restaurada para o estado anterior à interrupção. quando G66 é especificado no programa de interrupção. as variáveis do sistema de #4001 a #4120 não são alteradas. D As coordenadas do ponto A podem ser lidas usando as variáveis do sistema #5001 e seguintes. até que a primeira instrução NC seja encontrada. D As coordenadas da máquina e as coordenadas da peça do ponto B’ podem ser lidas usando as variáveis do sistema #5021 e superior e #5041 e superior. Tenha em atneção que quando a informação modal é modificada pelo programa de interrupção. A informação modal antiga. a chamada modal de macro de usuário torna-se válida. mesmo após a devolução do controle.

Esta função é usada na definição dos dados de compensação de erros de passo.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 16. ENTRADA DE PARÂMETROS PROGRAMÁVEIS (G10) 16 Aspectos gerais ENTRADA DE PARÂMETROS PROGRAMÁVEIS (G10) Os valores dos parâmetros podem ser introduzidos em um programa. 307 . quando são trocados agregados ou quando a velocidade máxima de avanço de corte ou as constantes de tempo de corte são alteradas para atender às diferentes condições de usinagem.

000 (5 dígitos) Valor de especificação de parâmetro (os zeros à esquerda podem ser omitidos. Cancelamento do modo de entrada de parâmetros Significado do comando N_: N. exceto os dos eixos N_P_R_. Sem o cancelamento. 2 O modo de ciclo fixo tem de ser cancelado antes da intro-dução dos parâmetros. 308 . especifique P2 para o eixo de controle exibido em segundo lugar. será ativado um movimento de perfuração. Para os parâmetros dos eixos G11 .) Nº de eixo de 1 a 8 (usado para introduzir parâmetros dos eixos) R_: P_: Explicações D Valor de especificação do parâmetro (R_) D Nº do eixo (P_) Não use um ponto decimal em um valor definido em um parâmetro (R_). O ponto decimal também não pode ser usado em variáveis de macro de usuário para R_. ENTRADA DE PARÂMETROS PROGRAMÁVEIS (G10) PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 Formato Formato G10L50. AVISO 1 Não se esqueça de executar manualmente o retorno ao ponto de referência após a alteração dos dados de com-pensação de erro do passo ou dos dados de compensação da folga.º de posição de compensação (0 a 1023) para compensação de erros de passo +10. Especificação do modo de entrada de parâmetros N_R_. Especifique o número do eixo (P_) de 1 a 8 (até oito eixos) para um parâmetro dos eixos. Os eixos de controle são numerados pela ordem em que são mostrados na tela do CNC. NOTA Não é possível especificar outras instruções NC no modo de entrada de parâmetros.16. Para parâmetros. Sem isso.º do parâmetro (4 dígitos) ou n. Por exemplo. a máquina pode desviar--se da posição correta.

em cada eixo).B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 16. N1322P3R4500 . Modo de entrada de parâmetros Especificação de SBP Cancelamento do modo de entrada de parâmetros 2. N3404 R 00000100 . G11 . N1322P4R12000 . G10L50 . ENTRADA DE PARÂMETROS PROGRAMÁVEIS (G10) Exemplos 1. Defina o bit 2 (SPB) do parâmetro de tipo bit nº 3404 G10L50 . Altere os valores do eixo Z (2º eixo) e do eixo C (4º eixo) no parâmetro dos eixos nº 1322 (coordenadas do limite de curso armazenado 2 na direção positiva. G11 . Modo de entrada de parâmetros Modificação do eixo Z Modificação do eixo C Cancelamento do modo de entrada de parâmetros 309 .

310 . O registro na memória e a operação de memória são possíveis para as funções que usam o mesmo formato de fita que para a série 10/11. definindo-se o bit 1 do parâmetro n.17.º 0001. bem como para as funções seguintes que usam um formato de fita diferente: • Abertura de roscas de passo constante • Chamada do subprograma • Ciclo fixo • Repetição de ciclo fixo • Ciclo fixo de perfuração NOTA O registro em memória e a operação de memória só são possíveis para as funções disponíveis neste CNC. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO PROGRAMAÇÃO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11 B-64114PO/01 17 OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11 Programas com formato de fita da série 10/11 podem ser registrados na memória para operação de memória.

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

17.1

ENDEREÇOS E FAIXA DE VALORES ESPECIFICÁVEL PARA O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

Alguns dos endereços que não podem ser usados para este CNC podem ser usados no formato de fita da série 10/11. A faixa de valores permitidos para o formato de fita FS10/11 é basicamente idêntica à deste CNC. As seções II-17.2 a II-17.6 descrevem os endereços com uma faixa diferente de valores permitidos. Se for especificado algum valor fora da faixa de valores permitidos, é acionado um alarme.

311

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO PROGRAMAÇÃO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

B-64114PO/01

17.2

ABERTURA DE ROSCAS DE PASSO CONSTANTE
Formato
G32IP_F_Q_; ou G32IP_E_Q_;
IP : Combinação de endereços dos eixos F : Passo de rosca ao longo do eixo longitudinal E : Passo de rosca ao longo do eixo longitudinal Q : Posição do ângulo inicial da abertura de rosca

Explicações
D Endereço Embora o formato FS10/11 permita que o operador especifique o número de roscas por polegada com o endereço E, o formato de fita FS10/11 não o permite. Os endereços E e F são usados da mesma forma para especificar o passo de rosca ao longo do eixo longitudinal. O passo de rosca especificado com o endereço E também é, por isso, adotado como um valor de ação contínua para o endereço F.

D Faixa de valores permitidos para o passo de rosca

Endereço para o passo de Entrada em mm rosca E Comando com um ponto decimal Comando sem um ponto decimal

Entrada em polegadas

de 0.0001 a 500.0000 mm de 0.000001 a 9.999999 pol. de 0.0001 a 500.0000 mm de 0.000001 a 9.999999 pol. de 0.01 a 500.00 mm de 0.0001 a 9.9999 pol.

F

D Faixa de valores permitidos para a velocidade de avanço

Endereço para a velocidade de Entrada em mm avanço Avanço por minuto i t Sistema de 1 a 240000 incremental (IS--B) mm/min Sistema ) incremental (IS--C de 1 a 100000 mm/min de 0.01 a 500.00 mm/rot.

Entrada em polegadas de 0.01 a 9600.00 pol/min de 0.01 a 4800.00 pol/min de 0.0001 a 9.9999 pol/rot.

F

Avanço por rotação

AVISO Especifique novamente a velocidade de avanço, quando alternar entre o avanço por minuto e o avanço por rotação.

312

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

17.3

CHAMADA DO SUBPROGRAMA
Formato
M98PffffLffff;
P: Número do subprograma L: Contagem da freqüência de repetição

Explicação
D Endereço D Número do subprograma O endereço L não pode ser usado no formato de fita deste CNC, mas pode ser usado no formato de fita FS10/11. A faixa de valores permitidos é igual à deste CNC (de 1 a 9999). Se for especificado um valor com mais de quatro dígitos, os quatro últimos dígitos são considerados como o número do subprograma. A contagem da freqüência de repetição L pode ser especificada na faixa de 1 a 9999. Se não for especificada uma contagem da freqüência de repetição, 1 é adotado.

D Contagem da freqüência de repetição

313

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO PROGRAMAÇÃO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

B-64114PO/01

17.4

CICLO FIXO
Formato
Ciclo de torneamento da superfície exterior/interior (ciclo de corte reto)

G90X_Z_F_;
Ciclo de torneamento da exterior/interior (ciclo de corte cônico)

G90X_Z_I_F_;
I: Comprimento da seção do cone ao longo do eixo X (raio) Ciclo de abertura de rosca (ciclo de abertura de rosca reta)

G92X_Z_F_Q_;
F:Passo de rosca Q:Deslocamento do ângulo inicial da abertura de rosca Ciclo de abertura de rosca (ciclo de abertura de rosca cônica)

G92X_Z_I_F_;
I: Comprimento da seção do cone ao longo do eixo X (raio) Ciclo de torneamento da superfície final (ciclo de corte cônico frontal)

G94X_Z_F_;
Ciclo de torneamento da superfície final (ciclo de corte cônico frontal)

G94X_Z_K_F_;
K: Comprimento da seção do cone ao longo do eixo Z

D Endereço D Faixa de valores permitidos para a velocidade de avanço

Os endereços I e K não podem ser usados para ciclos fixos no formato de fita deste CNC, mas podem ser usados no formato de comando FS10/11. Igual à da abertura de roscas de passo constante na seção II-17.2. Ver seção II-17.2.

314

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

17.5

REPETIÇÃO DO CICLO FIXO DE TORNEAMENTO
Formato
Ciclo de torneamento da superfície exterior/interior G71P_Q_U_W_I_K_D_F_S_T_;
I : Comprimento e sentido da tolerância de corte para acabar o ciclo de usinagem grosseira ao longo do eixo X (ignorado, se especificado) K : Comprimento e sentido da tolerância de corte para acabar o ciclo de usinagem grosseira ao longo do eixo Z (ignorado, se especificado) D : Profundidade de corte

Ciclo de usinagem grosseira da superfície final G72P_Q_U_W_I_K_D_F_S_T_;
I : Comprimento e sentido da tolerância de corte para acabar o ciclo de usinagem grosseira ao longo do eixo X (ignorado, se especificado) K : Comprimento e sentido da tolerância de corte para acabar o ciclo de usinagem grosseira ao longo do eixo Z (ignorado, se especificado) D : Profundidade de corte

Ciclo de torneamento de loop fechado G73P_Q_U_W_I_K_D_F_S_T_;
I : Comprimento e sentido da distância ao longo do eixo X (raio) K : Comprimento e sentido da distância ao longo do eixo Z D : Número de divisões

Ciclo de corte da superfície final G74X_Z_I_K_F_D_; ou G74U_W_I_K_F_D_;
I : Distância a percorrer ao longo do eixo X K : Profundidade de corte ao longo do eixo Z D : Distância da ferramenta no final do caminho de corte

Ciclo de corte da superfície exterior/interior G75X_Z_I_K_F_D_; ou G75U_W_I_K_F_D_;
I : Distância a percorrer ao longo do eixo X K : Profundidade de corte ao longo do eixo Z D : Distância da ferramenta no final do caminho de corte

Repetição do ciclo de abertura de rosca G76X_Z_I_K_D_F_A_P_Q_;
I : K: D: A: P: Diferença dos raios das roscas Altura da crista da rosca (raio) Profundidade do primeiro corte (raio) Ângulo da ponta da ferramenta (ângulo de crista) Método de corte

315

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO PROGRAMAÇÃO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

B-64114PO/01

D Endereços e faixa de valores permitidos

Se os seguintes endereços forem especificados no formato de fita FS10/11, serão ignorados. D I e K para o ciclo de usinagem grosseira da superfície exterior/interior (G71) D I e K para o ciclo de usinagem grosseira da superfície final (G72) Para a repetição do ciclo de abertura de rosca (G76), especifique P1 (corte de profundidade constante com um só gume) ou P2 (abertura de rosca em ziguezague de profundidade constante, com os dois gumes) como método de corte (P). Pode ser especificado um valor entre 0 e 120 graus para o ângulo A da ponta da ferramenta. Se forem especificados outros valores, será acionado o alarme P/S 062. O endereço D (profundidade de corte e distância de retração) pode ser especificado com um valor entre -99999999 e 99999999, no menor incremento de entrada, mesmo que a entrada de ponto decimal tipo calculadora seja especificada (quando o bit 0 (DPI) do parâmetro nº 3401 é colocado em 1). Se o endereço D incluir um ponto decimal, é acionado o alarme P/S nº 007. A faixa de valores permitidos para a velocidade de avanço é a mesma da abertura de roscas de passo constante. Ver seção II-17.2.

316

B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

17.6

FORMATOS PARA OS CICLOS FIXOS DE PERFURAÇÃO
Formato
Ciclo de perfuração R: P: F: L :

G81X_C_Z_F_L_ ; ou G82X_C_Z_R_F_L_ ;
Distância entre o nível inicial e a posição R Tempo de pausa na base do furo Velocidade de avanço de corte Número de repetições

G83X_C_Z_R_Q_P_F_L_ ;
R: Q: P: F: L :

Ciclo de perfuração profunda Distância entre o nível inicial e a posição R Profundidade de corte em cada ciclo Tempo de pausa na base do furo Velocidade de avanço de corte Número de repetições

G83.1X_C_Z_R_Q_P_F_L_ ;
R: Q: P: F: L :

Ciclo rápido de perfuração profunda Distância entre o nível inicial e a posição R Profundidade de corte em cada ciclo Tempo de pausa na base do furo Velocidade de avanço de corte Número de repetições

G84X_C_Z_R_P_F_L_ ;
R: P: F: L : Distância entre o nível inicial e a posição R Tempo de pausa na base do furo Velocidade de avanço de corte Número de repetições

Rosqueamento

G84.2X_C_Z_R_P_F_L_S_ ;
R: P: F: L : S:

Rosqueamento rígido com macho Distância entre o nível inicial e a posição R Tempo de pausa na base do furo Velocidade de avanço de corte Número de repetições Velocidade do fuso

G85X_C_Z_R_F_L_ ; ou G89X_C_Z_R_P_F_L_ ;
R: P: F: L : Distância entre o nível inicial e a posição R Tempo de pausa na base do furo Velocidade de avanço de corte Número de repetições

Ciclo de mandrilagem

Cancelamento G80 ;

Explicações
D Endereço Para este formato de fita do CNC, o endereço usado para especificar o número de repetições é K. Para o formato de fita FS10/11, é L.
317

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO PROGRAMAÇÃO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

B-64114PO/01

D Código G

Alguns códigos G são válidos apenas para o formato de fita do CNC ou para o formato de fita FS10/11. A especificação de um código G inválido, provoca o acionamento do alarme P/S nº 10.
Códigos G válidos apenas para o formato de fita da G81, G82, G83.1, G84.2 série 10/11 Códigos G válidos apenas para o formato de fita da G87, G88 série 0i

D Plano de posicionamento e eixo de perfuração

Para este formato de fita CNC, o plano de posicionamento e o eixo de perfuração são determinados de acordo com o código G para o ciclo fixo usado. Para o formato de fita FS10/11, o plano de posicionamento e o eixo de perfuração são determinados de acordo com G17/G19. O eixo de perfuração é o eixo básico (eixo Z ou eixo X) que não fica situado no plano de posicionamento.
Código G G17 G19 Plano de posicionamento Plano XY Plano YZ Eixo de perfuração Eixo Z Eixo X

Através do bit 0 (FXY) do parâmetro nº 5101 pode definir-se o eixo Z como eixo de perfuração. D Pormenores de dados que especificam a usinagem Os dados para o ciclo fixo são especificados da seguinte forma:
Gjj X C Z R Q P F L ;
Dados de Modo de perfuração Dados sobre a perfuração posição do furo Definição Endereço Número de repetições

Explicação Código G do ciclo fixo de perfuração

Modo de Gjj perfuração Dados sobre a posição do furo X/U C/H

(Z/W) Valor incremental ou absoluto usado para especificar a posição do furo Valor incremental ou absoluto usado para especificar a distância entre a posição R e a base do furo Valor incremental usado para especificar a distância entre o nível inicial e a posição R ou valor absoluto usado para especificar a posição R. O uso de qualquer deles depende do bit 6 do parâmetro nº 5102 e do sistema de códigos G em uso. Valor incremental usado para especificar a profundidade de corte em cada ciclo G83 ou G83.1 com programação do raio. Tempo de pausa na base do furo. A relação entre o tempo de pausa e o valor especificado é igual à de G04. Velocidade de avanço de corte Número de repetições para uma seqüência de operações de corte. Se L não for especificado, é adotado o valor 1.

Z/W (X/U)

R Modo de perfuração

Q

P F Número de repetições L

318

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PROGRAMAÇÃO

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

D Especificação da posição R

A posição R é especificada como um valor incremental para a distância entre o nível inicial e a posição R. Para o formato de fita FS10/11, o parâmetro e o sistema de códigos G usados determinam se a distância entre o nível inicial e a posição R deverá ser especificada com um valor incremental ou absoluto. Se o bit 6 (RAB) do parâmetro nº 5102 for 0, é sempre usado um valor incremental. Se for 1, o tipo de valor usado depende do sistema de códigos G usado. Quando é usado o sistema A de códigos G, utiliza-se um valor absoluto. Quando é usado o sistema B ou C de códigos G, utiliza-se um valor absoluto no modo G90 e um valor incremental no modo G91.
Formato de fita da série 10/11 Bit 6 do parâmetro nº 5102 = 1 Sistema de códigos G A Absoluto B, C G90 Absoluto G91 Incremental Incremental Bit 6 do parâmetro nº 5102 = 0 I Incremental t l Formato de fita da Série 16/18/160/180

D Pormenores do ciclo fixo

D Distância d para G83 e G83.1 D Pausa com G83 e G83.1

Abaixo é listada a correspondência entre os códigos G e este formato de fita do CNC ou o formato de fita FS10/11. Esta lista inclui igualmente notas sobre a pausa durante um ciclo fixo. N.º Gjj (Use) Formato de comando deste CNC 1. G81 (Ciclo de perfuração) G83 (G87) P0 <Q não é especificado> Sem pausa 2. G82 (Ciclo de perfuração) G83 (G87) P <Q não é especificado> A ferramenta faz sempre uma pausa na base do furo. 3. G83 (Ciclo de perfuração profunda)G83 (G87) <Tipo B> Se o bloco contiver um comando P, a ferramenta faz uma pausa na base do furo. 4. G83.1 (Ciclo de perfuração profunda)G83 (G87) <Tipo A> Se o bloco contiver um comando P, a ferramenta faz uma pausa na base do furo. Nota) Tanto o tipo A como o B são selecionados de acordo com o bit 2 (RTR) do parâmetro nº 5101. 5. G84 (Rosqueamento) G84 (G88)I Se o bloco contiver um comando P, a ferramenta faz uma pausa depois de chegar à base do furo e depois de ser retraída para a posição R. 6. G84.2 (Rosqueamento rígido com macho) M29 S_ G84 (G88) Se o bloco contiver um comando P, a ferramenta faz uma pausa antes do fuso iniciar a rotação em sentido inverso na base do furo e antes de iniciar a rotação em sentido normal na posição R. 7. G85 (Ciclo de mandrilagem) G85 (G89) P0 Sem pausa 8. G89 (Ciclo de mandrilagem) G85 (G89) P_ A ferramenta faz sempre uma pausa na base do furo. O parâmetro nº 5114 determina a distância d para G83 e G83.1. Na série 0i, G83 ou G83.1 não leva a ferramenta a fazer uma pausa. No formato de fita FS10/11, a ferramenta só faz uma pausa na base do furo se o bloco contiver um endereço P.
319

17. OPERAÇÃO DE MEMÓRIA UTILIZANDO PROGRAMAÇÃO O FORMATO DE FITA DA SÉRIE 10/11

B-64114PO/01

D Pausa com G84 e G84.2

Na série 0i, G84/G84.2 leva a ferramenta a fazer uma pausa antes do fuso começar a girar na direção normal ou na direção inversa, de acordo com a especificação de parâmetros correspondente. No formato de fita FS10/11, quando o bloco contém um endereço P, a ferramenta faz uma pausa na base do furo e na posição R, antes do fuso começar a girar no sentido normal ou no sentido inverso. No formato de fita FS10/11, o rosqueamento rígido com macho pode ser especificado através dos métodos listados abaixo:
Formato G84.2 X_ Z_ R_ ...S**** ; S**** ; G84.2 X_ Z_ R_ .... ; M29 S**** ; G84 X_ Z_ R_ .... ; M29 S**** G84 X_ Z_ R_ .... ; G84 X_ Z_ R_ .... S**** ; S**** ; G84 X_ Z_ R_ .... ; G84 é um código G para o rosqueamento rígido com macho. macho Bit 0 (G84) do parâmetro n.º 5200 = 1 * Comum ao formato da série 0i Definição (F10/F11) = 1 Condição (parâmetro), comentário

D Rosqueamento rígido com macho

* Comum ao formato da série 0i

D Programação do diâmetro ou do raio

Definindo com 1 o bit 7 (RDI) do parâmetro nº 5102, o modo de programação do diâmetro ou do raio para o comando R do ciclo fixo no formato de fita FS10/11 corresponde ao modo de programação do diâmetro ou do raio para o eixo de perfuração. Especificando o bit 3 (F16) do parâmetro nº 5102, o formato de fita FS10/11 é desativado. Tal aplica-se apenas ao ciclo fixo de perfuração. No entanto, o número de repetições deve ser especificado através do endereço L. CUIDADO A colocação em 1 do bit 3 (F16) do parâmetro n.º 5102 corrige os bits 6 (RAB) e 7 (RDI) do parâmetro n.º 5102; ambos passam a ser considerados como sendo 0.

D Desativação do formato da série 10/11

Limitações
D Eixo C como eixo de perfuração D Fixação do eixo C É impossível usar o eixo C (o terceiro eixo) como eixo de perfuração. Portanto, a especificação de G18 (plano ZX) aciona o alarme P/S nº 28 (erro do comando de seleção de plano). No formato de fita FS10/11, não é possível especificar um código M para fixar o eixo C.

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B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

18. FUNÇÕES DE CORTE A ALTA VELOCIDADE

18

FUNÇÕES DE CORTE A ALTA VELOCIDADE

321

18. FUNÇÕES DE CORTE A ALTA VELOCIDADE

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

18.1
CONTROLE AVANÇADO POR ANTECIPAÇÃO (G08)

Esta função foi criada para uma usinagem precisa de alta velocidade. Com esta função, podem ser eliminados os atrasos devido a aceleração/desaceleração e o atraso no sistema servo, que aumentam à medida que a velocidade de avanço se torna maior. A ferramenta pode, então, seguir com precisão os valores especificados e os erros no perfil de usinagem podem ser reduzidos. Esta função é acionada quando o modo de controle avançado por antecipação é selecionado. Para mais informações, consulte o manual correspondente publicado pelo fabricante da máquina-ferramenta.

Formato
G08 P_
P1 : Ativação do modo de controle avançado por antecipação. P0 : Desativação do modo de controle avançado por antecipação.

Explicações
D Funções disponíveis No modo de controle avançado por antecipação, estão disponíveis as seguintes funções:
(1) Aceleração/desaceleração linear antes da interpolação (2) Função de desaceleração automática de canto (3) Função de fixação da velocidade de avanço em função do raio do

arco

Para a função mencionada no ponto (1), está disponível um parâmetro especial para o modo de controle avançado por antecipação. D Reset O modo de controle avançado por antecipação é cancelado através de um reset.

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B-64114PO/01

PROGRAMAÇÃO

18. FUNÇÕES DE CORTE A ALTA VELOCIDADE

Notas
NOTA 1 Se, no modo de controle avançado por antecipação, for detetado um bloco sem um comando de movimento, a ferramenta desacelera e pára no bloco precedente. 2 Se, no modo de controle avançado por antecipação, houver um bloco de movimento que contenha um código M, S ou T, a ferramenta desacelera e pára nesse mesmo bloco. 3 Se, no modo de controle avançado por antecipação, for especificado um código G de ação simples, como p. ex. G04, a ferramenta desacelera e pára no bloco precedente. 4 Se, no modo de controle avançado por antecipação, for ativado ou desativado um sinal de bloqueio da máquina (de MLK1 a MLK8), a aceleração/desaceleração não é executada no eixo em que foi ativado o bloqueio da máquina. 5 No modo de controle avançado por antecipação, o override automático de cantos só pode alterar a velocidade interna de corte do arco. 6 Se for ativado um alarme de ultrapassagem de curso no modo de controle avançado por antecipação, a ferramenta desacelera e pára após a ativação do alarme, isto é, a ferramenta executa um overrun correspondente à distância de desaceleração. 7 Se o comando de avanço por rotação for especificado no modo de controle avançado por antecipação, a velocidade do fuso pode ser alterada até 30000 rpm. 8 Se, no modo de controle avançado por antecipação, houver um bloco de avanço por rotação imediatamente antes ou depois de um bloco de avanço por minuto, a ferramenta desacelera e pára no bloco precedente.

Limitações

D Comando G08 D Abertura de rosca

D Funções que não podem ser aplicadas no modo de controle avançado por antecipação

Especifique o código G08 apenas em um bloco. Visto que esta função implica um controle automático da velocidade, a ferramenta desacelera nos cantos, alterando, assim, automaticamente a profundidade de corte, mesmo no modo de avanço por minuto. Por este motivo, esta função não ser usada para a abertura de rosca. A desaceleração automática também é executada no modo de avanço por rotação. Algumas funções não podem ser especificadas no modo de controle avançado por antecipação. Para especificar qualquer uma dessas funções, é necessário cancelar primeiro o modo de controle avançado por antecipação. Depois de especificar a respectiva função, o modo de controle avançado por antecipação pode ser novamente selecionado. A tabela abaixo indica a aplicabilidade das funções.
Nome da função Ciclo fixo de retificação Aceleração/desac. em forma de, em desloc. rápido Função de deteção de sobrecarga Barreira da placa de fixação/do cabeçote móvel Especificação do de referência com tope mecânico Controle em tandem Aplicabilidade Y f f Y f f

323

18. FUNÇÕES DE CORTE A ALTA VELOCIDADE

PROGRAMAÇÃO

B-64114PO/01

Nome da função Software personalizado para a CPU principal Controle de fim de curso antes do movimento Controle dos eixos pelo PMC Sistema incremental 1/10 Aceleração/desaceleração linear após a interpolação em avanço de corte Remoção de eixos Interpolação de coordenadas polares Interpolação cilíndrica Torneamento poligonal Interpolação helicoidal Retração no ciclo de abertura de rosca Abertura de rosca contínua Abertura de rosca de passo variável Rosqueamento rígido com macho Retorno ao terceiro/quarto ponto de referência Controle com uma manivela Controle com duas manivelas Interrupção por manivela Reinício do programa Controle do curso armazenado 2, 3 Compensação de erros de passo armazenados Desaceleração externa Controle simples de sincronização Comparação do número de seqüência e parada Botão de posição Função de salto rápido Função de salto multi--etapas Saída serial S Posicionamento do fuso Controle de contornos Cs Primeira orientação do fuso Seleção da primeira saída do fuso Controle da velocidade de corte constante Edição da velocidade real do fuso Supervisão da oscilação da velocidade do fuso Controle de sincronização do fuso Controle de fusos múltiplos Saída analógica S Segunda orientação do fuso Seleção da segunda saída do fuso

Aplicabilidade f Y Y (*1) f f f Y Y Y f Y Y Y Y f f f Y Y Y f f Y f Y Y Y f Y Y (*2) f f f f f f f f f f

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PROGRAMAÇÃO

18. FUNÇÕES DE CORTE A ALTA VELOCIDADE

Nome da função Programação direta das dimensões do desenho Sistema de códigos G B/C Entrada de dados programável Macro de usuário -- B Macro de usuário do tipo interrupção Chanfragem, arredondamento de cantos Seleção polegadas/unidades métricas Repetição de ciclo fixo Ciclo fixo de perfuração Play back (reprodução) Espelhamento para cabeçote duplo de torno--revólver Formato de fita F10/11 Conversação gráfica Entrada de dados padrão Variável comum adicional de macro de usuário Executor de macros Repetição de ciclo fixo 2 Sistema de coordenadas da peça Controle de leitura/envio 1 Controle de leitura/envio 2 Controle externo de dispositivos de E/S Controle DNC2 Compensação externa da ferramenta Mensagem externa Deslocamento externo do ponto zero da máquina Entrada externa de dados Controle de um eixo angular Predefinição do sistema de coordenadas da peça Função auxiliar secundária Controle de um eixo arbitrário/angular Compensação do raio da ponta da ferramenta Compensação da geometria e do desgaste da ferramenta Compensação automática da ferramenta Entrada direta dos valores de correção medidos B Correção do eixo Y Gestão da vida útil das ferramentas Salto opcional de bloco, adicional Edição simultânea Edição expandida em fita perfurada Painel de operação por software

Aplicabilidade f f f f Y f f f f f f f f f f f f f f f f f f f f f Y f f Y f f Y f f f f f f f

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18. FUNÇÕES DE CORTE A ALTA VELOCIDADE

PROGRAMAÇÃO

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Nome da função Botões gerais do painel de operação por software Indicação do tempo de trabalho e da quantidade de peças Visualização de gráficos Visualização do diretório da unidade de disquete Avanço por rotação Função de salto (G31) Retorno ao ponto de referência em marcha lenta (G28) Salto do limite de torque Abertura de rosca

Aplicabilidade f f f f f Y Y Y Y

<Aplicabilidade> f
Y

: A função pode ser usada no modo de controle por antecipação. : A função não pode ser usada no modo de controle por antecipação. Para usar a função, cancele primeiro o modo de controle por antecipação.

NOTA 1 O controle de eixos PMC só pode ser ativado para a função avançada de controle do avanço. 2 O controle de contornos Cs pode ser executado no modo de controle por antecipação, se o bit G8S (bit 5 do parâmetro 1602) estiver definido de forma correspondente.

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B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 19. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS 19 FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS 327 .

o eixo Y faz uma rotação positiva. o eixo Y faz uma rotação negativa. Quando Q é um valor negativo. O tempo de usinagem pode ser reduzido em relação à usinagem de contornos poligonais com os eixos C e X da coordenada polar. Peça Peça Ferramenta Fig.2 (G251) P_Q_. 19. o contorno da peça não é exatamente um polígono.1 TORNEAMENTO POLIGONAL Torneamento poligonal significa usinagem de um contorno poligonal. através da rotação da peça e da ferramenta em uma determinada relação. P.1 (b) Parafuso sextavado Formato G51. como a relação de rotação da peça e da ferramenta e o número de ferramentas de corte. Fig. 19. 328 . FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 19.Q: Relação de rotação do fuso e do eixo Y Especificar faixa:Intefer 1 a 9 para PeQ Quando Q é um valor positivo. altera-se também o contorno da peça para um quadrado ou um hexágono.1 (a) Torneamento poligonal Ao alterar certas condições. No entanto. O torneamento poligonal é usado geralmente para as cabeças de parafusos quadrados e/ou hexagonais ou de porcas hexagonais.19.

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 19. O eixo Y é controlado através do comando G51.0 F10. Após esta deteção a rotação do eixo Y é controlada de acordo com a relação de rotação (P:Q) ao mesmo tempo que é sincronizada com a velocidade do fuso. Este eixo de rotação da ferramenta é chamado eixo Y na seguinte descrição.2. a sincronização do fuso e do eixo Y é cancelada e o eixo Y pára. Avanço do eixo X G04X2. sinal de reset & rebobinamento RRW e tecla de RESET no painel MDI) v) Ativação dos alarmes P/S nº 217 a 221 Exemplo G00X100. Parada da rotação da ferramenta M05 .2P1Q2.2 .2 sempre em um bloco único. 329 . Parada do fuso Especificar G50.0 . FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS Explicações A rotação da ferramenta para o torneamento poligonal é controlada através do eixo controlado do CNC.1) G01X80. A sincronização do fuso e do eixo Y é cancelada pelo seguinte comando: G50.0M03 .Velocidade de rotação da peça 1000min. Esta sincronização é cancelada igualmente nos seguintes casos: i) Desenergização ii) Parada de emergência iii) Alarme servo iv) Reset (sinal de reset externo ERS. .2P1 Q2 . (Exemplo) A relação de rotação entre a peça (fuso) e o eixo Y é de 1:2 e o eixo Y faz uma rotação positiva.0 S1000. Por outras palavras. G51. Escape do eixo X G50.1 G51. Quando G50. Esta relação será mantida até que o comando de cancelamento do torneamento poligonal seja executado (G50. G00X100.2 e G51. a rotação do eixo Y é controlada de modo que o fuso e o eixo Y mantenham uma relação de P:Q.0 . é detetado o sinal de 1 rotação enviado pelos códigos de posição definidos no fuso.2.2 é especificado. Quando o início simultâneo é especificado através de G51.2 ou operação de reset).2(G250). Início da rotação da ferramenta (velocidade de rotação da ferramenta 2000min. O sentido de rotação do eixo Y é determinado pelo código Q e não é afetado pelo sentido de rotação dos codificadores de posição. 0Z20. de modo que as velocidades de rotação da peça montada no fuso (previamente especificada através do comando S) e da ferramenta atinjam a relação especificada.

FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Princípio do Torneamento Poligonal O princípio do torneamento poligonal é explicado a seguir. 0) Peça Po Velocidade angular β Po (A. 0) Neste caso. e que a ponta da ferramenta começa a movimentar-se a partir da posição Pto (A-B. suponha que o centro da ferramenta se encontra na posição Po (A. 330 . os raios da ferramenta e da peça são A e B e as velocidades angulares da ferramenta e da peça são a e b. Raio da ferramenta α . Velocidade angular da peça β .α)t Supondo que a relação de rotação entre a peça e a ferramenta é de 1:2. Na figura abaixo. Velocidade angular da ferramenta X Velocidade angular α A B Pto Ferramenta (0. a equação 1 altera-se da seguinte forma Xt=Acos αt-Bcos αt=(A-B)cos αt (Equation 2) Xt=Asin αt+Bsin αt=(A+B)sin αt A equação 2 indica que o caminho da ponta da ferramenta descreve uma elipse.Yt) após o tempo t é expressa pela equação 1: Pt (Xt. Raio da peça B . 0) P o Ponto inicial Xt=Acos αt-Bcos(β. na periferia da peça. O ponto de origem das coordenadas cartesianas XY é adotado como centro da peça. isto é. 0).α)t (equação 1) Yt=Asin αt+Bsin(β.19. β=2α. a posição da ponta da ferramenta Pt (Xt. cujo diâmetro maior é A+B e cujo diâmetro menor é A-B. Simplificando. 0) Pto (A--0. 0). Y A . Yt) B βt A αt (0.

Se forem colocadas três ferramentas a cada 120°. 331 . Não especifique uma velocidade do fuso que exceda a velocidade máxima permitida para a ferramenta.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 19. como ilustrado abaixo. o contorno da peça será um hexágono. nem uma relação entre a velocidade da ferramenta e a velocidade do fuso que possa exceder a velocidade máxima da ferramenta. pode ser usinado um quadrado. Com estas ferramentas. como ilustrado abaixo. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS Em seguida. AVISO Para obter informações sobre a velocidade rotacional máxima da ferramenta. consultar o manual fornecido pelo fabricante da máquina. suponha que uma de duas ferramentas é colocada em uma posição com uma simetria de 180°.

) NOTA 1 O eixo Y. Isto é. quando o mesmo contorno é usinado com uma ferramenta de acabamento depois de ter sido usinado com uma ferramenta de desbastar. usa o 4º eixo. para o eixo Y é igual ao comando de orientação para o fuso.). quando a ferramenta começa a rodar. poderá surgir um problema. (nº 7610). A ferramenta dá início à rotação quando o sinal de 1 rotação do codificador de posição existente no fuso é detetado.2 (modo de torneamento poligonal) é especificado. o retorno ao ponto de referência é executado através da deteção do limite de desaceleração. 6 O eixo Y em operação síncrona não faz parte do número de eixos controlados simultaneamente. Se a posição de início de rotação da ferramenta for instável. por exemplo. um comando de movimento do eixo é desnecessário para o eixo Y. tal como no retorno manual ao ponto de referência. 4 No eixo Y. . Especificação de G28V0. com G28V0.2 (comando de cancelamento do modo de rotação poligonal) é especificado. porém. 332 . G28 efetua geralmente o retorno ao ponto de referência sem detetar o limite de desaceleração. No entanto. só é necessário controlar o eixo Y de forma que a ferramenta gire a uma determinada velocidade em relação à velocidade de rotação do fuso. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 AVISO 1 O ponto inicial do processo de abertura de rosca torna--se inconsistente quando executado durante a operação síncrona. na operação síncrona. a ferramenta e o fuso devem estar na posição em que se encontravam anteriormente. não pode ser especificado um comando de movimento como Y----. Os valores das coordenadas absolutas ou relativas não são renovados. Nos restantes eixos. Contudo. 2 O eixo Y usado para controlar a rotação da ferramenta para o torneamento poligonal. ao contrário dos outros eixos controlados. Cancele a sincronização executando G50. e ao contrário do retorno manual ao ponto de referência.2 quando efetuar a abertura de rosca. o valor de coordenada da máquina (MÁQUINA) mudará de uma faixa de 0 para a definição do parâmetro (a distância a percorrer por rotação) à medida que o eixo Y se desloca. o 3º eixo também pode ser usado se forem especificados os devidos parâmetros. não se espera. só pode ser especificado o comando de retorno ao ponto de referência (G28V0. visto que a rotação do eixo Y pára em uma posição instável quando G50. No entanto. esse eixo deverá ser denominado eixo C. porque. não pode ser instalado um detetor da posição absoluta. para o eixo Y. Neste caso. 3 Na indicação da posição do eixo Y. quando G51. Sinais válidos em relação ao eixo Y: Bloqueio da máquina Servo OFF Sinais inválidos em relação ao eixo Y: Bloqueio de avanço Interbloqueio Override Funcionamento em vazio (Durante o funcionamento em vazio.2. pelo sinal de rotação no bloco G51. 2 Os sinais seguintes tornam--se válidos ou inválidos em relação ao eixo Y.19. 5 O avanço manual contínuo ou o avanço por manivela é inválido quando o eixo Y está em operação síncrona. Para usinar uma peça com os mesmos contornos da peça anterior.

º 1008 está definido para 0. Os valores exibidos para as coordenadas relativas são também arredondados em o ângulo correspondente a uma rotação quando o bit 2 (ROAx) do parâmetro n. arredondados pelo ângulo correspondente a uma rotação. o eixo se move como ilustrado abaixo.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 19. N2 C540. N1 C--150. A ferramenta move-se para a direção na qual as coordenadas finais estão mais perto quando o bit 1 (ROAx) do parâmetro n. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS 19. Valor das coordenadas relativas --720° Valor das coordenadas absolutas --0° N1 N2 N3 N4 N5 Número de seqüência N1 N2 N3 N4 N5 Valor Valor das coordenadas real do mo.0 .000 (parâmetro nº 1260 = 360000).0 . N5 H--840. N4 H380. a ferramenta se desloca ao longo do ângulo especificado no comando.0 . C0 . Para um comando incremental.º 1008 está definido para 1 Suponha que o eixo C é o eixo de rotação e que a distância a percorrer por rotação é de 360.2 ROLL-OVER DO EIXO DE ROTAÇÃO Explicações A função roll-over impede um estouro das coordenadas do eixo de rotação. Para um comando absoluto. A função roll-over é ativada colocando em 1 o bit 0 do parâmetro 1008. N3 C--620. as coordenadas após a movimentação da ferramenta correspondem aos valores definidos no parâmetro nº 1260.0 .0 .absolutas após o término vimento do movimento --150 --30 --80 +380 --840 --360° --0° --0° --0° 210°(Absoluto) 180° 100° 120° Exemplos 210 180 100 120 0 360° --0° 333 . Quando o programa seguinte é executado usando a função roll-over do eixo de rotação.

a operação síncrona no eixo X (eixo principal) e no eixo Y (eixo secundário) é executada de acordo com os comandos Xxxxx introduzidos para o eixo principal. substitua os respectivos nomes dos eixos por X e Y. Dado que se mantém a sincronização referida com o eixo principal. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 19. Se a sua máquina usar outros eixos para o mesmo fim. os comandos de movimento para os eixos principal e secundário são especificados com os endereços desses eixos (X e Y). 334 . Por outras palavras. 1 De acordo com o comando Xxxxx programado para o eixo principal. No modo de operação síncrona. qualquer erro de posicionamento entre os dois motores servo não é monitorado. o outro eixo é denominado eixo secundário. X Z Y Fig. Tal como sucede com um controle normal do CNC. A operação normal é executada quando peças diferentes são usinadas em mesas diferentes. não é executada a compensação de erro de sincronização. o movimento é executado ao longo do eixo X. Não é ativado qualquer alarme de erro de sincronização. na qual é executada a função de controle simples de sincronização Explicações D Operação síncrona D Operação normal A operação síncrona é possível em máquinas com duas unidades porta-ferramenta. o movimento executado em um eixo pode ser sincronizado com o movimento especificado para outro eixo. que é indicado como o eixo principal. esta função ativa as operações descritas abaixo. as quais podem ser operadas independentemente ao longo do eixo X e do eixo Y. As operações automáticas podem ser sincronizadas. Esta seção descreve as operações de uma máquina com duas unidades porta-ferramenta. O comando de movimento pode ser especificado para um dos dois eixos.3 Configuração exemplificativa dos eixos de uma máquina. Os comandos de movimento para os dois eixos podem ser especificados no mesmo bloco. Para uma máquina com duas unidades porta-ferramenta que podem ser controladas independentemente com diferentes eixos controlados. tal como no modo normal.3 CONTROLE SIMPLES DE SINCRONIZAÇÃO A função de controle simples de sincronização permite operações síncronas e normais em dois eixos especificados para serem comutados de acordo com um sinal de entrada da máquina. o mesmo não acontecendo com as operações manuais.19. Neste modo. 19. No modo de operação síncrona. um comando de movimento especificado para o eixo principal resulta em uma operação simultânea dos motores servo dos eixos principal e secundário. Se o eixo principal for X e o eixo secundário for Y. nem é feito qualquer ajustamento do motor servo do eixo secundário para minimizar qualquer erro.

No modo de operação síncrona. terceiro ou quarto ponto de referência (G30). Se o movimento deste eixo Y concordar com um retorno ao ponto de referência no eixo Y. interbloqueio ou bloqueio da máquina. a chave absoluto manual tem de ser colocada em ON (o ABS tem de ser colocado em 1). 3 De acordo com o comando Xxxxx Yyyyy. D Mudança entre as operações síncrona e normal D Retorno automático ao ponto de referência Para mais informações sobre como alternar entre os modos de operação síncrona e de operação normal. consulte o manual publicado pelo fabricante da máquina-ferramenta. é executado um retorno ao ponto de referência para o eixo X. como sucede no controle CNC normal. será acionado um alarme. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS 2 De acordo com o comando Yyyyy programado para o eixo secundário. tal como no modo normal. Se um comando de movimento for especificado para o eixo secundário no modo de operação síncrona. Caso contrário. acendem-se as lâmpadas indicando que terminou o retorno ao ponto de referência para o eixo X e para o eixo Y. poderá ser impossível efetuar o movimento correto do eixo secundário. No entanto. recomenda-se que G27 seja especificado no modo de operação normal. No entanto. Se a definição do sistema de coordenadas ou se a compensação da ferramenta que provoca um deslocamento no sistema de coordenadas for executada no modo de operação síncrona. o movimento é executado ao longo do eixo Y. As operações manuais não podem ser sincronizadas. No modo de operação síncrona. é acionado o alarme P/S 214. 335 D Verificação do retorno automático ao ponto de referência D Comando do eixo secundário D Eixos principal e secundário Limitações D Definição do sistema de coordenadas e compensação da ferramenta D Desaceleração. são executados movimentos idênticos para os eixos X e Y. recomenda-se que G28 e G30 sejam especificados no modo de operação normal. acende-se também uma lâmpada indicando que terminou o retorno ao ponto de referência para o eixo Y. no modo de operação síncrona. tal como no modo normal. O eixo principal é definido no parâmetro 8311. O eixo secundário é especificado por um sinal externo.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 19. os movimentos simultâneos são executados ao longo tanto do eixo X como do eixo Y. é acionado o alarme P/S 213. Se a chave estiver em OFF. só é válido o sinal externo de desaceleração. O sinal do eixo secundário correspondente é ignorado. ou de retorno ao segundo. Se for inserido um comando para retorno automático ao ponto de referência (G28). no eixo principal. sendo executado um movimento idêntico para o eixo Y. Se for inserido um comando para verificação do retorno automático ao ponto de referência (G27) no modo de operação síncrona. Se o movimento destes eixos X e Y corresponder ao retorno ao ponto de referência nos eixos X e Y. interbloqueio e bloqueio da máquina externos D Compensação de erro de passo D Chave absoluto manual D Operação manual . A compensação do erro de passo e a compensação de folga são executadas separadamente para os eixos principal e secundário. As operações manual e automática podem ser controladas.

consulte o manual correspondente publicado pelo fabricante da máquina-ferramenta. 336 . Mesa Motor principal Fuso de rótula Motor auxiliar Fig. O posicionamento é realizado apenas pelo motor principal.4 Exemplo de operação Em geral. Para mais informações. 19. para o gerenciamento dos parâmetros do servo e a monitoração do alarme servo.4 CONTROLE EM TANDEM Se um só motor não produzir torque suficiente para acionar um mesa grande. o controle em tandem é considerado como sendo executado em dois eixos. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 19. o NC considera o controle em tandem como sendo executado em um só eixo. No entanto.19. A função de controle em tandem permite duplicar o torque produzido. podem usar-se dois motores para o movimento ao longo de um só eixo. O motor auxiliar é usado apenas para produzir o torque.

o eixo X é sempre usado como eixo angular e o eixo Z é sempre usado como eixo perpendicular. mas apenas ao longo do eixo angular. Quando se cria um programa.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 19.5 CONTROLE DE UM EIXO ANGULAR / CONTROLE DE UM EIXO ANGULAR ARBITRÁRIO Se o eixo angular formar um ângulo diferente de 905 com o eixo perpendicular. através da especificação dos parâmetros correspondentes. a distância real percorrida é controlada de acordo com um ângulo de inclinação. Za. no entanto.º 8200#0) ativa ou desativa a função do controle do eixo inclinado. Se a função for ativada. A distância a percorrer ao longo do eixo X é determinada pela seguinte fórmula: Xa = A distância a percorrer ao longo do eixo Z é corrigida pela inclinação do eixo X. Para o controle do eixo angular B. +X Sistema de coordenadas do programa +X Sistema de coordenadas em uso (eixo angular) +Z (eixo perpendicular) θ θ : Ângulo de inclinação Explicações Quando o eixo angular é o eixo X e o eixo perpendicular é o eixo Z. Zp. Fa:Distância e velocidade real Xp. Fp:Distância e velocidade programadas D Modo de utilização Os eixos angular e perpendicular para aplicação do controle do eixo angular devem ser especificados antecipadamente com os parâmetros (nº 8211 e 8212). O eixo perpendicular não é afetado pelo comando de movimento para o eixo angular. o comando de movimento para o eixo angular é convertido em coordenadas angulares. 337 . Todavia. parte-se do princípio de que os eixos angular e perpendicular formam um ângulo reto. sendo determinada pela seguinte fórmula: Na velocidade de avanço. a função de controle do eixo angular controla a distância a percorrer ao longo de cada eixo. Se o sinal NOZAGC de desativação do controle de eixo perpendicular/angular tiver sido colocado em 1. de acordo com o ângulo de inclinação. FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS 19. a distância a percorrer ao longo de cada eixo é controlada de acordo com um ângulo de inclinação (nº 8210). Neste caso. qualquer eixo pode ser especificado como eixo angular e perpendicular. Para a função normal de controle do eixo angular. O parâmetro AZR (nº 8200#2) ativa o retorno manual ao ponto de referência do eixo angular. O parâmetro AAC (n. a distância a percorrer ao longo de cada eixo é controlada de acordo com as fórmulas mostradas abaixo. a função de controle do eixo angular é ativada somente para o eixo angular. a componente de velocidade ao longo do eixo X é determinada pela seguinte fórmula: Fa = Za = Zp– 1 Xp tan θ 2 Fp cos θ Xp cos θ Xa.

FUNÇÃO DE CONTROLE DOS EIXOS PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Indicação da posição absoluta e relativa D Indicação da posição da máquina São indicadas uma posição absoluta e uma posição relativa no sistema de coordenadas cartesianas programado. execute também o retorno manual ao ponto de referência ao longo do eixo perpendicular. onde está sendo realizado um movimento de acordo com um ângulo de inclinação. Indicação da posição da máquina É fornecida uma indicação da posição da máquina no sistema de coordenadas da máquina. AVISO 1 Após a especificação de parâmetros de controle do eixo angular. poderá ocorrer um erro. coloque em 1 o sinal NOZAGC de desativação do controle de eixo perpendicular/angular. No entanto. quando é realizada a conversão de polegadas em milímetros. Deve--se utilizar uma faixa entre 20° e 60°. 3 Para o controle de um eixo angular. se o mesmo número de eixo tiver sido especificado em ambos os parâmetros nº 8211 e 8212.19. 2 Se o bit 2 (AZR) do parâmetro nº 8200 for definido com 0. 3 O retorno manual ao ponto de referência tem de ser executado assim que a ferramenta tenha sido deslocada ao longo do eixo angular e o sinal NOZAGC de desativação do controle do eixo perpendicular/angular tenha sido colocado em 1. ou se um valor fora da faixa de dados admissível tiver sido especificado para qualquer dos dois parâmetros. os eixos angular e perpendicular são os seguintes: Eixo angular: Primeiro eixo Eixo perpendicular: Segundo eixo 338 . assim que o retorno manual ao ponto de referência tiver sido executado ao longo do eixo angular. 2 A operação de retorno ao ponto de referência no eixo angular deve estar terminada antes de se poder fazer um controle do retorno ao ponto de referência no eixo perpendicular (G37). é indicada uma posição que integra a conversão de polegadas em milímetros aplicada aos resultados da operação do ângulo de inclinação. certifique--se de que executa a operação de retorno manual ao ponto de referência. NOTA 1 Se for definido um ângulo de inclinação próximo de 0° ou de 90°. 4 Antes de tentar mover manual e simultaneamente a ferramenta ao longo dos eixos angular e perpendicular. de modo que o retorno manual ao ponto de referência ao longo do eixo angular também gere movimento ao longo do eixo perpendicular.

Atribuem-se a esse ciclo nomes padrão. Com o auxílio dessa função. TAP3 e DRL2. RETORNO.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 20. 339 . ALÍVIO. O operador pode selecionar um padrão a partir do menu de nomes padrão mostrado na tela. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO 20 FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO Esta função possibilita aos usuários fazer a programação de modo simples através da extração de dados numéricos (dados padrão) de um desenho e da especificação de valores numéricos a partir do painel MDI. como BOR1. através de variáveis em um ciclo de perfuração. O operador pode identificar essas variáveis através de nomes como PROFUNDIDADE. Os dados (dados padrão) a serem especificados pelo operador devem ser criados com antecedência. O operador atribui valores (dados padrão) a esses nomes. MATERIAL ou outros nomes padronizados de dados. Isso elimina a necessidade de programação através de uma linguagem NC disponível. AVANÇO. podendo armazená-lo na memória do programa. o fabricante da máquina-ferramenta pode preparar o programa de um ciclo de usinagem de furos (como um ciclo de mandrilagem ou um ciclo de rosqueamento) através da função de macro de usuário.

usando a macro de usuário. 4. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 20. FURO GRADE ANGULO DA LINHA ROSQUEAMENTO PERFURACAO MANDRILAGEM BOLSA PROFUNDA PADRAO DE TESTE INVERSA O0000 N00000 > _ MDI **** *** *** [ MACRO ] [ MENU ] [ 16:05:59 OPR ] [ ] [(OPRT)] PADRÃO DE FURO : Este é o título do menu.1 VISUALIZAÇÃO DO MENU PADRÃO Ao pressionar a tecla menu padrão. 6. Permite especificar uma seqüência de caracteres qualquer com um máximo de 10 caracteres. 3.20. 8. e carregá-las na memória do programa como um subprograma cujo nº é 9500. 7. incluindo katakana. FURO : Este é o nome padrão. 9. 2. 340 . 10. 5. e o [MENU] aparece na tela seguinte do MENU : PADRÃO DE FURO 1. Permite especificar uma seqüência de caracteres qualquer com um máximo de 12 caracteres. O fabricante da máquina-ferramenta deve especificar as seqüências de caracteres para o título do menu e para o nome padrão.

Então. então j=a9 103+a10 k : Assume a11 e a12 como sendo os códigos dos caracteres C11 e C12. então q=a3 103+a4 r : Assume a5 e a6 como sendo os códigos dos caracteres C5 e C6. . FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO D Macrocomandos que especificam o título do menu Título do menu : C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9 C10 C11 C12 C1.3 (a) na seção II-20. 341 . então r=a5 103+a6 i : Assume a7 e a8 como sendo os códigos dos caracteres C7 e C8. a macroinstrução é a seguinte: G65 H90 P072079 Q076069 R032080 PA DR P I065084 J084069 K082078. então Pfff fff Código a2 do caractere C2 Código a1 do caractere C1 q : Assume a3 e a4 como sendo os códigos dos caracteres C3 e C4.3. então i=a7 103+a8 j : Assume a9 e a10 como sendo os códigos dos caracteres C9 e C10.C2. k=a11 103+a12 Exemplo) Se o título do menu for “HOLE PATTERN”. consultar a Tabela 20.C12 : caracteres no título do menu (12 caracteres) Macroinstrução G65 H90 Pp Qq Rr Ii Jj Kk : H90:Especifica o título de menu p : Assume a1 e a2 como sendo os códigos dos caracteres C1 e C2.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 20. DE FU RN Para os códigos correspondentes a estes caracteres.

. a macroinstrução é a seguinte: G65 H91 P1 Q066079 R076084 I032072 J079076 K069032 . i=a5 103+a6 j : Assume a7 e a8 como sendo os códigos dos caracteres C7 e C8. C10 : caracteres do nome padrão (10 caracteres) Macroinstrução G65 H91 Pn Qq Rr Ii Jj Kk . C2. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Macroinstrução que descreve o nome padrão Nome padrão: C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9 C10 C1. em seguida. BO U H OL E Para os códigos correspondentes a estes caracteres. j=a7 103+a8 k : Assume a9 e a10 como sendo os códigos dos caracteres C9 e C10. q=a1 103+a2 r : Assume a3 e a4 como sendo os códigos dos caracteres C3 e C4. I.3 (a) na seção II-20. Segue-se um exemplo. 1 O nº padrão selecionado é atribuído à variável do sistema #5900. introduza o nº correspondente. H91: Especifica o título de menu n : Especifica o nº do menu do nome padrão n=de 1 a 10 q : Assume a1 e a2 como sendo os códigos dos caracteres C1 e C2. 342 . A macro de usuário do padrão selecionado pode ser iniciada ativando um programa fixo (pesquisa externa do número do programa) com um sinal externo e chamando.20. D Seleção do nº do padrão Para selecionar um padrão a partir da tela do menu padrão. r=a3 103+a4 i : Assume a5 e a6 como sendo os códigos dos caracteres C5 e C6. consultar a Tabela 20. são atribuídos dois espaços a cada caractere omitido. k=a9 103+a10 × × × × × então então então então então Exemplo) Se o nome padrão do menu nº 1 for “BOLT HOLE”. NOTA Se cada caractere de P. a variável do sistema #5900 no programa. R. J e K não for especificado na macroinstrução. Q.3.

5. N8G65 H91 P7 Q080 079 R067 075 I 069 084 . N4G65 H91 P3 Q076 073 R078 069 I 032 065 J 078071 K076069 .PERFURAÇÃO 6. MENU : PADRÃO DE FURO 1.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 20.PROFUNDA 9. 10. ] [(OPRC)] N1G65 H90 P072 079 Q076 069 R032 080 I 065 084 J 084 069 K082 078 . 1. FURO GRADE ANGULO DA LINHA ROSQUEAMENTO PERFURACAO MANDRILAGEM BOLSA PROFUNDA PADRAO DE TESTE INVERSA O0000 N00000 > _ MDI **** *** *** 16:05:59 [ MACRO ] [ MENU ] [ OPR ] [ O9500 .MANDRILAGEM 7. 3. N9G65 H91 P8 Q080069 R067075 .ÂNGULO DA LINHA 4.BOLSA 8. 7. N6G65 H91 P5 Q068 082 R073 076 I 076 073 J 078 071 . 8.INVERSA 343 .FURO 2. N12M99 . N3G65 H91 P2 Q071 082 R073 068 . FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO Exemplo Macros de usuário do título de menu e dos nomes dos padrões dos furos.ROSQUEAMENTO 5. PADRÃO DE FURO N2G65 H91 P1 Q066 079 R076 084 I 032 072 J 079 076 K069 032 . 2. N5G65 H91 P4 Q084 065 R080 080 I 073 078 J 071 032 .GRADE 3. 4.PADRAO DE TESTE 10. N7G65 H91 P6 Q066079 R082073 I 078 071 . N10G65 H91 P9 Q084 069 R083 084 I032 080 J065 084 K082 078 . N11G65 H91 P10 Q066 065 R067 0750 . 9. 6.

) O fabricante da máquina-ferramenta deve programar as cadeias de caracteres do título dos dados padrão. 344 .000 0. Permite especificar uma seqüência de caracteres qualquer com um máximo de 10 caracteres.000 0.20.000 0. VAR.000 > _ MDI **** *** *** 16:05:59 [ MACRO ] [ MENU ] [ OPR ] [ ] [(OPRC)] : É o título dos dados padrão. FURO (É permitido usar katakana em uma seqüência de caracteres ou em uma linha. *CIRCULO DE FUROS* : É uma instrução de comentário. ANGL NO FUROS DADOS 0.000 Y 0. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 20. com 12 caracteres por linha.000 0.000 O0001 N00000 COMENTÁRIO *FURO CIRCULO* DEFINIR PADRAO DADOS PARA VAR.500-505.000 0.000 0. NO. Permite especificar uma seqüência de caractere com um máximo de 8 linhas. 500 501 502 503 504 505 506 507 NOME FERRAMENTA PADRAO X PADRAO Y RAIO S.000 0. : FURO NO. nome padrão e nome de variável usando a macro de usuário e carregá-las na memória do programa como um subprograma cujo nº é 9500 mais o nº do padrão (O9501 a O9510). FERRAMENTA : É o nome da variável. os dados padrão necessários são exibidos.000 Z 0.2 VISUALIZAÇÃO DOS DADOS PADRÃO Quando é selecionado um menu padrão. POSICAO REAL (RELATIVA) X 0. Permite especificar uma seqüência de caracteres qualquer com um máximo de 12 caracteres.

B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 20. consultar a Tabela 20. então k=a11 103+a12 Exemplo) Supondo que nome dos dados padrão é “BOLT HOLE” (FURO). então q=a1 103+a2 r : Assume a3 e a4 como sendo os códigos dos caracteres C3 e C4. então p=a1 103+a2 q : Assume a3 e a4 como sendo os códigos dos caracteres C3 e C4. então i=a7 103+a8 j : Assume a9 e a10 como sendo os códigos dos caracteres C9 e C10.3 (a) na seção II-20. então r=a3 103+a4 i : Assume a5 e a6 como sendo os códigos dos caracteres C5 e C6. então q=a3 103+a4 r : Assume a5 e a6 como sendo os códigos dos caracteres C5 e C6. A macroinstrução é dada como se segue: G65 H92 P066079 Q076084 R032072 I079076 J069032.3. então k=a9 103a+a10 … × × … × × × × × Exemplo) Assume que o nome da variável do nº variável 503 é “RADIUS” (RAIO).C2. H93 : Especifica o nome da variável n : Especifica o nº do menu do nome da variável n= de 1 a 10 q : Assume a1 e a2 como sendo os códigos dos caracteres C1 e C2. então r=a5 103+a6 i : Assume a7 e a8 como sendo os códigos dos caracteres C7 e C8. então j=a9 103+a10 k : Assume a11 e a12 como sendo os códigos dos caracteres C11 e C12. A macroinstrução é dada como se segue: G65 H93 P503 Q082065 R068073 I085083 . Nome da variável :C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9C10 C1. BO U H O E Para os códigos correspondentes a estes caracteres.3. . consultar a Tabela 20. C10 : Caracteres no nome da variável (10 caracteres) Macroinstrução G65 H93 Pn Qq Rr Ii Jj Kk . . então j=a7 103+a8 k : Assume a9 e a10 como sendo os códigos dos caracteres C9 e C10.3 (a) na seção II-20. então i=a5 103+a6 j : Assume a7 e a8 como sendo os códigos dos caracteres C7 e C8. C12 : Caracteres no título do menu (12 caracteres) Macroinstrução G65 H90 Pp Qq Rr Ii Jj Kk : H92 : Especifica o nome padrão p : Assume a1 e a2 como sendo os códigos dos caracteres C1 e C2. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO D Macroinstrução que especifica o título dos dados padrão (o título do menu) D Macroinstrução que especifica o nome da variável Título de menu : C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9C10C11C12 C1 . C2. 345 . RA I US Para os códigos correspondentes a estes caracteres.

consultar a Tabela 20. então p=a1 103+a2 q : Assume a3 e a4 como sendo os códigos dos caracteres C3 e C4. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 D Macroinstrução para descrever um comentário Uma linha de comentário: C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9 C10 C11 C12 C1. então j=a9 103+a10 k : Assume a11 e a12 como sendo os códigos dos caracteres C11 e C12. O comentário é composto pela primeira à oitava linha da seqüência programada de G65 H94 para cada linha.3. então i=a7 103+a8 j : Assume a9 e a10 como sendo os códigos dos caracteres C9 e C10.3 (a) na seção II-20. Exemplo) Supondo que o comentário é “BOLT HOLE” (”FURO”). A macroinstrução é dada como se segue: G65 H94 P042066 Q079076 R084032 I072079 J076069. C12 : Seqüência de caracteres em uma linha de comentário (12 caracteres) Macroinstrução G65 H94 Pn Qq Rr Ii Jj Kk . *B O R PA LE Para os códigos correspondentes a estes caracteres.20. então q=a3 103+a4 r : Assume a5 e a6 como sendo os códigos dos caracteres C5 e C6.…. então k=a11 103+a12 O comentário pode ser visualizado em um máximo de oito linhas. × × × × × × 346 . então r=a5 103+a6 i : Assume a7 e a8 como sendo os códigos dos caracteres C7 e C8. C2. H94 : Especifica o comentário p : Assume a1 e a2 como sendo os códigos dos caracteres C1 e C2.

000 0.000 0.000 0.000 Z 0. DE FUROS* DEF PADRAO DADOS PARA VAR.000 0.000 > _ MDI **** *** *** 16:05:59 [ MACRO ] [ MENU ] [ OPR ] [ O9501 . N8G65 H94 . N6G65 H93 P504 Q083 046 R032 065 I 078 071 J 076 032 .000 0.000 0.ANGL #505 NO FUROS Comentário *CIRCULO N7G65 H93 P505 Q072 079 R076 069 I 083 032 J078 079 K046 032 . o nome da variável e um comentário VAR. 500 501 502 503 504 505 506 507 NOME FERRAMENTA PADRAO X PADRAO Y RAIO S. ANGL NO FUROS DADOS 0. N5G65 H93 P503 Q082 065 R068 073 I 085 083 .B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 20.000 0. N2G65 H93 P500 Q084 079 R079076 . N10G65 H94 R032 067 I073 082 J067 076 K069 042 . N4G65 H93 P502 Q075 073 R074 085 I 078 032 J089 032 . N9G65 H94 P042 066 Q079 076 R084 032 I072 079 J076 069 . NO. N1G65 H92 P066 079 Q076 084 R032 072 I 079 076 J069 032 . N13G65 H94 P078 079 Q046 053 R048 048 I045 053 J048 053 K046 032.000 O0001 N00000 COMENTÁRIO *FURO CIRCULO* DEFINIR PADRAO DADOS PARA VAR. ] [(OPRC)] VAR : FURO #500 FERRAMENTA #501 KIJUN X #502 KIJUN Y #503 RAIO #504 S. POSICAO REAL (RELATIVA) X 0. Nº 500-505 347 . N14M99 . FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO Exemplos Macroinstrução para descrever um título de parâmetro. : FURO NO.500-505. N11G65 H94 P083 069 Q084 032 080 065 I084 084 J069 082 K078 032 . N3G65 H93 P501 Q075 073 R074 085 I078 032 J088 032 .000 Y 0. N12G65 H94 P068 065 Q084 065 R032 084 I079 032 J086 065 K082046.

3 (a): Caracteres e códigos para a função de entrada de dados padrão CaCaComCódigo Código Comentário racracentário tere tere A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z 0 1 2 3 4 5 065 066 067 068 069 070 071 072 073 074 075 076 077 078 079 080 081 082 083 084 085 086 087 088 089 090 048 049 050 051 052 053 6 7 8 9 ! ” # $ % & ’ ( ) * + .20. 348 . / : . -. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO PROGRAMAÇÃO B-64114PO/01 20. < = > ? @ [ ^ ¥ ] _ 054 055 056 057 032 033 034 035 036 037 038 039 040 041 042 043 044 045 046 047 058 059 060 061 062 063 064 091 092 093 094 095 Espaço Ponto de exclamação Aspas Cerquilha Sinal de dólar Porcentagem E comercial Apóstrofo Parêntese esquerdo Parêntese direito Asterisco Sinal de mais Vírgula Sinal de menos Ponto final Barra Dois pontos Ponto e vírgula Sinal de menor Sinal de igual Sinal de maior Ponto de interrogação Sinal de arroba Colchete esquerdo Sinal de Yen Colchete direito Sublinha NOTA Não se podem usar os parênteses esquerdo e direito.3 CARACTERES E CÓDIGOS PARA A FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO Tabela 20.

3 (b): Números de subprogramas utilizados na função de entrada de dados padrão Nº do subprograma O9500 O9501 O9502 O9503 O9504 O9505 O9506 O9507 O9508 O9509 O9510 Função Especifica as seqüências de caracteres exibidas no menu de dados padrão. FUNÇÃO DE ENTRADA DE DADOS PADRÃO Tabela 20.B-64114PO/01 PROGRAMAÇÃO 20.3 (c): Macroinstruções utilizadas na função de entrada de dados padrão Código G G65 G65 G65 G65 G65 Código H H90 H91 H92 G93 H94 Função Especifica o título de menu Especifica o nome padrão Especifica o título dos dados padrão Especifica o nome da variável Especifica o comentário Tabela 20. Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 1 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 2 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 3 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 4 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 5 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 6 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 7 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 8 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 9 Especifica uma seqüência de caracteres dos dados padrão que corresponde ao padrão nº 10 Tabela 20.3 (d): Variáveis do sistema utilizadas na função de entrada de dados padrão Variável do sistema #5900 Função Nº padrão selecionado pelo usuário. 349 .

.

III. OPERAÇÃO .

.

ASPECTOS GERAIS 1 ASPECTOS GERAIS 353 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 1.

após a energização. 354 .1 (a) Retorno manual ao ponto de referência A ferramenta também pode ser movida até ao ponto de referência através de comandos do programa.1 OPERAÇÃO MANUAL Explicações D Retorno manual ao ponto de referência A máquina-ferramenta CNC possui uma posição utilizada para determinar a posição da máquina. O retorno manual ao ponto de referência (ver III-3. onde a ferramenta é substituída ou as coordenadas são definidas.1. a ferramenta move-se até ao ponto de referência. Esta posição chama-se ponto de referência. Esta operação chama-se retorno automático ao ponto de referência (Ver Seção II-6). Ponto de referência Ferramenta Painel de operação da máquina Fig. ASPECTOS GERAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 1. Normalmente.1) serve para deslocar a ferramenta para o ponto de referência usando-se chaves e botões localizados no painel do operador.1.

(ii) Avanço incremental (Ver Seção III-3.4) Ao girar a manivela eletrônica.3) A ferramenta percorre a distância pré-determinada sempre que um botão é pressionado. Painel de operação da máquina Gerador de pulsos manual Ferramenta Peça Fig.2) A ferramenta se move continuamente enquanto um botão estiver sendo pressionado.1 (b) Movimento da ferramenta através de operação manual A ferramenta pode ser deslocada das seguintes maneiras: (i) Avanço em modo jog (Ver Seção III-3. botões de pressão ou a manivela eletrônica do painel de operação da máquina. ASPECTOS GERAIS D Movimento da ferramenta através de operação manual A ferramenta pode ser movimentada ao longo de cada eixo utilizando-se as chaves. (iii) Avanço por manivela (Ver Seção III-3.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 1. a ferramenta se move percorrendo a distância correspondente ao grau de rotação da manivela. 355 . 1.

Teclado MDI do CNC Máquina Entrada manual de programa Fig. M_S_T . Programa 01000 .. G00.. ASPECTOS GERAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 1. a máquina pode ser operada de acordo com tal programa. 1.. . .2 MOVIMENTO DA FERRAMENTAPOR PROGRAMAÇÃOOPERAÇÃO AUTOMÁTICA A operação automática serve para operar a máquina de acordo com o programa criado. (Ver Seção III-4).. G01. Esta operação é chamada de operação de memória. Isto chama-se operação DNC. 356 ... Ela inclui operações de memória. Esta operação é chamada de operação MDI. CNC Memória Fig.2 (c) Operação MDI D Operação DNC A máquina pode ser comandada através da leitura direta de um programa a partir de um dispositivo de entrada/saída externo.. G92_X_ .2 (b) Operação de memória D Operação MDI Após a entrada de um programa por um grupo de comandos. . MDI e DNC.1.1. Ferramenta Fig. . através do painel de operação MDI.2 (a) Movimento da ferramenta por programação Explicações D Operação de memória A máquina pode ser operada de acordo com as instruções de um programa que tenha sido registrado uma vez na memória CNC. . 1. sem que seja necessário registrar o programa na memória do CNC. .

-. é preparado um programa para cada peça.-. Início Parada Início de ciclo Reset do bloqueio do avanço Operação automática Parada de programa Fim de programa Parada causada pelo programa Fig.-.-. 1. 1. selecione o programa a ser usado.-- Número do programa Programa Trabalho--3 M30 Fig. Na memória ou em uma fita O1001 G92 -.-. procurando o respectivo número (Seção III-9.3 (b) Início e parada para operação automática 357 .3 (a) Seleção de um Programa para Operação Automática D Início e parada (Ver Seção III-4) Ao pressionar o botão de início de ciclo a operação automática se inicia.-. Ao pressionar os botões de bloqueio de avanço ou de reset.3).B-64114PO/01 OPERAÇÃO 1.-. Normalmente. Ao especificar o comando de parada de programa ou término de programa.-Número do programa Programa Trabalho--1 M30 O1002 G92 -. Se dois ou mais programas estiverem na memória.-.-. a operação pára durante a operação automática.-.-- Número do programa Programa Trabalho--2 Pesquisa do número do programa Operação automática M30 O1003 G92 -.-. a operação automática efetua uma pausa ou pára.3 OPERAÇÃO AUTOMÁTICA Explicações D Seleção de programas Selecione o programa usado para a peça. a operação automática pára. ASPECTOS GERAIS 1. Quando o processo de usinagem acaba.-.

6) Durante a execução da operação automática. o movimento da ferramenta pode ignorar a mesma se a manivela eletrônica for rotacionada.3 (c) Interrupção manual para operação automática 358 .1. Rebolo (ferramenta) Peça Profundidade de corte por avanço manual Profundidade de corte especificada através de um programa Fig. ASPECTOS GERAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Interrupção manual (Ver Seção III-4. 1.

4. Velocidade de avanço especificada pelo programa : 100 mm/min. 1. Este teste serve para verificar se o programa criado pode operar a máquina conforme desejado.1 (a) Funcionamento em Vazio D Override da velocidade de avanço Verifique o programa alterando a velocidade especificada no programa (Ver Seção III-5.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 1. O teste pode ser feito acionando realmente a máquina ou verificando a mudança da indicação da posição (sem acionar a máquina) (Ver Seção III-5). Ferramenta Fig.1 (b) Override da velocidade de avanço 359 . Peça Ferramenta Fig. Velocidade de avanço após da velocidade de avanço : 20 mm/min.2). ASPECTOS GERAIS 1. 1.4.1 Teste durante o Funcionamento da Máquina Explicações D Funcionamento em vazio Remova a peça e verifique somente o movimento da ferramenta.4 TESTAR UM PROGRAMA Antes do início da usinagem.4). 1. pode ser executada uma verificação automática do programa.4. Selecione a velocidade de deslocação da ferramenta utilizando o botão rotativo no painel de operação (Ver Seção III-5.

1). 360 .2 Bloqueio da máquina D Bloqueio da função auxiliar Quando a operação automática é colocada no modo de bloqueio da função auxiliar durante o modo de bloqueio da máquina. 1. Ao pressionar novamente o início de ciclo. substituição da ferramenta. a ferramenta executa uma operação e depois pára. O programa é verificado desta forma (Ver Seção III-5.) são desativadas (Ver Seção III-5.4. a ferramenta executa a próxima operação e depois pára.4.1 (c) Bloco único 1.4. etc. todas as funções auxiliares (rotação do fuso. líquido refrigerante on/off.1.5). Fig. 1. Início de ciclo Início de ciclo Início de ciclo Início de ciclo Ferramenta Peça Fig. ASPECTOS GERAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Bloco único Quando o botão de início de ciclo é pressionado.2 Como Visualizar a Mudança da Indicação da Posição sem Colocar a Máquina em Funcionamento Explicações D Bloqueio da máquina CRT/MDI X Z Ferramenta Peça A ferramenta permanece parada e só se modificam as indicações da posição dos eixos.

1. Registro de programa Correção ou modificação do programa Painel de operação MDI Leitor de fita de papel Fita perfurada CNC (programa) CNC Fig.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 1.5 EDIÇÃO DE UM PROGRAMA DE PEÇAS Depois de um programa criado ter sido registrado na memória.5 Edição do programa de peças 361 . Esta operação pode ser executada usando a função de armazenamento/edição de um programa de peças. ele pode ser corrigido ou modificado através do painel de operação MDI (Ver Seção III-9). ASPECTOS GERAIS 1.

Quando uma peça é usinada. Especificação dos dados Visualização dos dados Teclas da tela MDI Memória CNC Fig.0 40. Os dados sobre as dimensões da ferramenta são chamados de valores de correção (Ver Seção III-11. 1. 362 . 1.4. diâmetro.1.6 (a) Visualização e especificação de dados Explicações D Valor de correção Definição Teclas da tela MDI Tela Número de compen-sação da ferramenta: 1 Número de compen-sação da ferramenta: 2 Número de compen-sação da ferramenta: 3 ⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅ Compensação Compensação de da geometria desgaste 12. ASPECTOS GERAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 1. o valor do movimento da ferramenta depende das dimensões da mesma.0 ⋅⋅⋅ ⋅⋅⋅ Memória do CNC Fig.0 ⋅⋅⋅ ⋅⋅⋅ 25. Ao especificar com antecedência os dados das dimensões da ferramenta na memória CNC. são gerados automaticamente caminhos para as ferramentas que permitem a qualquer uma delas cortar a peça especificada pelo programa. através da operação de teclas na tela MDI (Ver III-11).6 (b) Visualização e especificação dos valores de correção A ferramenta possui as dimensões: Comprimento.3 20.6 VISUALIZAÇÃO E ESPECIFICAÇÃO DE DADOS O operador pode visualizar ou modificar um valor armazenado na memória interna CNC.1).

4.6 (d) Visualização e especificação dos dados de especificação do operador 363 .7). 1. ASPECTOS GERAIS Valor de correção da ferramenta Valor de correção da ferramenta Ferramenta Peça Fig.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 1. existem outros dados também especificados pelo operador. Estes dados fazem com que as características da máquina se modifiquem. podem ser especificados os seguintes dados: ⋅Mudança polegadas/unidades métricas ⋅Seleção de dispositivos E/S ⋅Corte por espelhamento on/off Os dados atrás indicados são os chamados dados de definição (Ver Seção III-11. 1. Definição Dados de definição ⋅Mudança polegadas/unidades métricas ⋅Seleção de dispositivo de E/S ⋅Definição de espelhamento ON/OFF Teclas da tela Visualizar ⋅ ⋅ ⋅ Memória do CNC Características operacionais Movimento da máquina Programa Operação automática Fig. Por exemplo.6 (c) Valor de correção D Visualizar e especificar dados de especificação do operador Além dos parâmetros.

1. Definição dos Dados Teclas da tela MDI Inibição do registro / alteração Programa Valor de correção Parâmetros Dados de definição Memória do CNC Fig. Ela é usada para evitar que os programas de peças. 1.1.5. Por exemplo. Parâmetro Velocidade de deslocamento rápido Controle de posição Retorno ao ponto de referência Dados de compensação da folga Dados de compensação de erro do Visualização passo ⋅ ⋅ ⋅ Definição Tela Teclas MDI Programa Operação automática Movimento da máquina Fig. parâmetros e dados de especificação sejam registrados. modificados ou apagados por engano (Ver Seção III-11).1). ASPECTOS GERAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Visualizar e especificar parâmetros As funções CNC são suficientemente versáteis para se adaptarem às características das diferentes máquinas. valores de correção. Os parâmetros diferem em função da máquina-ferramenta.6 (e) Visualização e especificação de parâmetros D Chave para proteção dos dados É possível definir uma chave para proteção dos dados.6 (f) Chave para proteção dos dados Chave de Proteção Painel de operação da máquina Sinal 364 . Os dados utilizados na especificação acima são denominados parâmetros (Ver Seção III-11. ⋅Como definir a multiplicação de comandos/multiplicação da deteção (CMR/DMR). o CNC pode especificar o seguinte: ⋅Velocidade de deslocamento rápido de cada eixo ⋅Se o sistema incremental se baseia em o sistema métrico ou sistema inglês.

0 .1 Visualização do Programa É mostrado o conteúdo do programa ativo.ARTHMETIC NO. N6 G03 X950.0 .0 .MAIN) O0002 (MACRO-GCODE. N7 G01 X1150.0 Z900. N4 G03 X500. ASPECTOS GERAIS 1.0 R650.320 126. N10 X250.0 .) USADO: 17 LIVRE: 183 O0001 N00010 MEMORIA(CAR.2.7 VISUALIZAÇÃO 1.0 . são mostrados os programas seguintes e a lista de programas.) 4.1) O0020 (TEST-PROGRAM.0 Z1150.1) 16:52:13 ][ ][ (OPRT) ] 365 . (Ver Seção III-11.0 R650.0 R-250.0 . N11 G00 G40 X0 Z0 .0 Z550.0 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 1.840 > _ EDIT **** *** *** [ PRGRM ][ DIR+ ][ O0001 (MACRO-GCODE. N9 X700.F10-MACRO) O0040 (TEST-PROGRAM. N2 G01 Z900.1) Número do programa ativo PROGRAMA N1 G90 G17 G00 G41 X250.0 . >_ MEM STOP * * * PRGRM Número da seqüência ativa O1100 N00005 Conteúdo do programa *** ATUAL 13 : 18 : 14 PROX (OPRC) VERIF Programa em execução O cursor indica a localização em execução DIRETORIO DE PROGRAMAS PROGRAMA(NUM. Além disso.0 F150 .SUB1) O0010 (TEST-PROGRAM.0 .0 Z550. N8 Z550. N3 X450.0 Z650. N5 G02 X900.OFFSET) O0050 O0100 (CONVERT POL/MM VERIF NO.7.

o número do alarme e respectiva mensagem são visualizados na tela CRT (Ver Seção III-7.1 a 11.000 90.7. MENSAGEM DE ALARME 010 CODIGO G INVALIDO O1000 N00003 >_ MEM STOP * * * * ALARME MSG *** ALM 19 : 55 : 22 HISTOR 366 .1).7. PECAS 30 TEMPO CICLO 0H 0M22S MEM *** *** *** 19:47:45 [ ABS ] [ REL ] [ TUDO ] [ ] [(OPRC)] 1. ASPECTOS GERAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 1.1. Consultar a lista de alarmes e seus significados no ANEXO G.2 Indicação da Posição Atual A posição atual da ferramenta é visualizada com os valores de coordenadas.000 100. (Ver Seção III-11.000 0H41M CONT.3 Tela de Alarmes Se surgir um problema durante a operação. A distância da posição atual à posição alvo também pode ser visualizada.3) X Z x Z Sistema de coordenadas da peça POSIÇÃO ATUAL (ABSOLUTA) O0003 N00003 X Z C TEMPO TRAB 150.1.

PECAS 18 TEMPO CICLO 0H 1M0S MEM INIC *** FIN 20:22:23 [ ABS ] [ REL ] [ TUDO ] [ ] [(OPRC)] 1.000 0H16M CONT.000 90.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 1. indicando.000 Z MEM INIC * * * * PRM.4.000 Z 200.(Ver Seção lll-11.000 100. a evolução do corte e a posição da ferramenta.5 Visualização de Gráficos (Ver Seção III-12) A função gráfica pode ser usada para desenhar o caminho da ferramenta para a operação automática e para a operação manual.G FIN GRAF 08 : 00 : 53 ZOOM (OPRC) Controle de 1 caminho 367 . (Ver Seção III-12). ASPECTOS GERAIS 1. X O0001 N00021 X 200. Indicação do Tempo de Execução Na tela são mostrados os dois tipos de tempo de trabalho e o número de peças.9) POSIÇÃO ATUAL (ABSOLUTA) O0003 N00003 X Z C TEMPO TRAB 150.7.7. deste modo.4 Indicação da Contagem de Peças.

Leitor de fita portátil PPR FANUC Memória Programa Correção Parâmetros . etc. valores de correção.1. Fita Interface de leitura/envio Adaptador de cassete FANUC Adaptador de cassete FANUC Disco flexível SISTEMA P CNC Sistema de programação automática Cartão de memória Adaptador para cartão de memória (CNC incorporado) Fig.8 SAÍDA DE DADOS Os programas. parâmetros. .1. Depois da saída para um meio. ASPECTOS GERAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 1. os dados podem ser introduzidos na memória CNC. introduzidos na memória CNC podem ter saída para fita.8 Saída de Dados 368 . cassete ou disco flexível. . para efeitos de armazenamento.

como um arquivo handy. 369 . o painel de operação da máquina e os dispositivos externos de entrada/saída.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2 DISPOSITIVOS OPERACIONAIS Os dispositivos operacionais disponíveis incluem a unidade de especificação e visualização acoplada ao CNC.

. .4″ a cores (tipo horizontal) . . . . . . . . . . . . III-2. . . . . . .1 a 2. .1. . . . . . . . .2″ monocromática / 8. Unidade LCD/MDI de 7. .1. . .1 UNIDADES DE ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO As unidades de especificação e visualização são mostradas nas Subseções 2. . .2 III-2. . . .3 III-2. . . . .2. . .1. . . .1. . . . . . . .1 III-2. . . . . . . . . . . .1. . . .4 370 . . . . . . . . . . . . . Unidade LCD/MDI de 7. . . .2″ monocromática / 8. . . . DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 2. .4 da Parte III. Posição das teclas de MDI (unidade LCD/MDI tipo vertical) . . Posição das teclas de MDI (unidade LCD/MDI tipo horizontal) . . . . . . . . . .1. . . .4″ a cores (tipo vertical) .

4″ a cores (tipo horizontal) 371 .1.1 Unidade LCD/MDI de 7.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2.2″ monocromática/ 8.

1.4″ a cores (tipo vertical) 372 .2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 2.2 Unidade LCD/MDI de 7.2″ monocromática/ 8.

DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2.3 Localização das teclas no MDI (unidade LCD/MDI de tipo horizontal) Teclas de endereço/numéricas Teclas de função Tecla shift Tecla de cancelamento (CAN) Tecla de entrada de dados Teclas de edição Tecla de ajuda Tecla de reset Teclas de mudança de página Teclas do cursor 373 .1.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2.

4 Localização das teclas no MDI (unidade LCD/MDI do tipo vertical) Tecla de reset Tecla de cancelaTeclas de edição mento (CAN) Tecla de ajuda Teclas de função Tecla shift Teclas de endereço/numéricas Teclas do cursor Tecla de entrada de dados Teclas de mudança de página 374 . DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 2.2.1.

ou os pormenores de um alarme do CNC (função de ajuda). 375 . os dados são inseridos no buffer e mostrados na tela. As soft keys possuem várias funções. Esta tecla é equivaINPUT lente à tecla [ENTRADA] das soft keys.2 EXPLICAÇÃO DOTECLADO Tabela 2. 3 4 Soft keys Teclas de endereço e nu. grama ALTER : Alteração : Inserção : Exclusão ALTER INSERT DELETE INSERT DELETE 9 Teclas de função … POS PROG Pressione estas teclas para trocar de tela para cada função. Tecla de cancelamento Pressione esta tecla para apagar o último caractere ou símbolo inseridos no buffer de entrada do teclado. tal como a operação das teclas MDI.2 Explicação do Painel de Operação MDI Número 1 Nome Tecla de reset RESET Explicação Pressione esta tecla para reinicializar o CNC. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2. pressione a tecla <INPUT>. numéricos e outros. Z é cancelado e 7 CAN CAN 8 Teclas de edição do pro. As funções das soft keys são visualizadas na parte inferior da tela. 6 Tecla de entrada de dados Quando uma tecla de endereço ou numérica é pressionada. Para copiar dados do buffer de entrada do teclado para o registro de correção. etc. méricas NQ 5 Tecla shift SHIFT 4[ … Algumas teclas possuem dois caracteres em sua face. Quando o buffer de entrada do teclado apresenta >N001X100Z_ e a tecla de cancelamento >N001X100_ é visualizado. Ao pressionar a tecla <SHIFT> é feita a comutação entre os caracteres. O caractere especial ∧ é visualizado na tela quando o caractere indicado no canto inferior direito da face da tecla pode ser introduzido. Ver sec. 2 Tecla de ajuda HELP Pressione esta tecla para visualizar o modo de operação da máquina--ferramenta. e ambas têm a mesma função quando pressionadas. para cancelar um alarme.Pressione estas teclas quando editar o programa. é pressionada.3 para detalhes sobre as teclas de função.Pressione estas teclas para introduzir caracteres alfabéticos. III--2.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2.. de acordo com as Aplicações. etc.

376 .2 Explicação do Painel de Operação MDI Número 10 Nome Teclas do cursor Explicação Há quatro teclas de cursor diferentes. em grandes incrementos. frente. 11 Teclas de mudança de Há dois tipos de teclas de mudança de página. na direção inversa. PAGE PAGE frente. O cursor move--se em curtos incrementos. PAGE PAGE : Esta tecla é usada para retroceder uma página na tela. : Esta tecla é usada para mover o cursor para cima ou na direção inversa. : Esta tecla é usada para mover o cursor para a direita ou para a frente. O cursor move--se para a frente. O cursor move--se para a frente em curtos incrementos. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Tabela 2.2. página : Esta tecla é usada para avançar uma página na tela. O cursor move--se em grandes incrementos na direção inversa. : Esta tecla é usada para mover o cursor para a esquerda ou na direção frente. : Esta tecla é usada para mover o cursor para baixo ou para frente.

Se a soft key para o capítulo desejado não for visualizada. Em alguns casos.3. As soft keys para seleção de capítulo que pertencem à função selecionada aparecem. podem ser selecionados capítulos adicionais dentro de um capítulo. Para detalhes. pressione a tecla de retorno ao menu anterior. POS PROG OFS/SET 1 Pressione uma tecla de função no painel de operação MDI. A tela para o capítulo selecionado aparece. o procedimento real de visualização varia de uma tela para a outra. O procedimento geral para visualização da tela é explicado acima.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. 2 Pressione uma das soft keys para seleção de capítulo.3 TECLAS DE FUNÇÃO E SOFT KEYS 2. a tela (seção) que corresponde à função selecionada pode ser ativada. pressione a tecla de mudança para o menu seguinte.1 Operações Gerais de Tela As teclas de função são usadas para selecionar o tipo de tela (função) a ser visualizada. SYSTEM MESSAGE CSTM/GR Teclas de função (OPRC) Soft keys para seleção de capítulo Tecla de seleção da operação Tecla de retorno ao menu anterior Tecla de mudança para o menu seguinte 377 . pressione a tecla de seleção da operação para visualizar os dados a serem manipulados. Quando uma soft key (soft key de seleção de seção) é pressionada imediatamente após uma tecla de função. 4 Para visualizar novamente as soft keys para seleção de capítulo. Contudo. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2. ver a descrição de operações individuais. 3 Assim que a tela do capítulo desejado for visualizada.

PROG OFS/SET Pressione esta tecla para visualizar a tela de correção/ especificação. POS Pressione esta tecla para visualizar a tela de programas. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 2.3. 378 . Pressione esta tecla para visualizar a tela de mensagens. As seguintes teclas de função são fornecidas no painel de operação MDI: Pressione esta tecla para visualizar a tela de posição.2.2 Teclas de Função As teclas de função são fornecidas para selecionar o tipo de tela a visualizar. MESSAGE CSTM/GR Pressione esta tecla para visualizar a tela de usuário (tela de macro conversacional) ou tela de gráficos. SYSTEM Pressione esta tecla para visualizar a tela do sistema.

379 . : Indica uma soft key com uma letra preta. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2. *2 Algumas soft keys não são mostradas.3 Soft Keys Para visualizar uma tela mais detalhada. pressione uma tecla de função seguida de uma soft key. *1 Pressione as teclas de função para alternar entre telas que são usadas freqüentemente. : Indica a tecla de mudança para o menu seguinte (soft key mais à direita). A seguinte ilustração mostra como trocar a indicação das soft keys ao pressionar cada tecla de função. Os símbolos apresentados possuem os significados abaixo : : Indica telas : Indica uma tela que pode ser visualizada pressionando uma tecla de função (*1) [ ( [ ] ) ] : Indica uma soft key com uma letra verde.3.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. se o mesmo for selecionado nas opções da configuração. : Indica uma entrada do painel de operação MDI. As soft keys são também usadas para operações reais.

2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 TELA DE POSIÇÃO Mudança de soft key acionada pela tecla de função POS POS Tela das coordenadas absolutas [ABS] [(OPRC)] [PECAS 0] [TRAB 0] [WRK--CD] [EXEC] [EXEC] [TDOEXE] (Nome do eixo) [EXEC] Indicação das coordenadas relativas [REL] [ (OPRC) ] (Eixo ou numeral) [ORIGEM] [PREDEF] [TDOEXE] [EXEC] (Nome do eixo) [EXEC] [PECAS 0] [TRAB 0] Indicação da posição atual [TUDO] [(OPRC)] (Eixo ou numeral) [ORIGEM] [PECAS 0] [TRAB 0] Interrupção por manivela [MANIV] [(OPRC)] [PECAS 0] [TRAB 0] [EXEC] [EXEC] [EXEC] [PREDEF] [TDOEXE] (Nome do eixo) [EXEC] [EXEC] [EXEC] Tela de monitoração [MONI] [(OPRC)] [PECAS 0] [TRAB 0] [EXEC] [EXEC] 380 .

DISPOSITIVOS OPERACIONAIS TELA DE PROGRAMAS Mudança de soft key acionada pela tecla de função no modo MEM PROG 1/2 PROG Tela do programa [PRGRM] (1) [(OPRC)] [EDC--ST] (número O) (número N) [REBOB] [TIPO P] [TIPO Q] [PESQ D] [CAN] (número N) Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” [PESQ O] [PESQ N] [EXEC] Tela de verificação do programa [VERIF] [ABS] [REL] [(OPRC)] [EDC--ST] (número O) (número N) [REBOB] [TIPO P] [TIPO Q] [PESQ D] [CAN] (número N) ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” [PESQ O] [PESQ N] [EXEC] Tela do bloco atual [ATUAL] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela do bloco seguinte [PROX] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela de reinício do programa [REINIC] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” (2) (Continua na página seguinte) 381 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2.

DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 (2) Tela do diretório de programas [DIR] [(OPRC)] [EDC--ST] (número O) Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” [PESQ O] Retorno ao programa 2/2 [PLJ.AQ] [PRGRM] Retorno a (1) (tela do programa) Tela do diretório do arquivo [DIR] [(OPRC)] [ SELEC ] (Nº do arquivo) [EXEC] Tela da operação de planejamento [PLANEJ] [(OPRC)] [LIMPAR] [CAN] [EXEC] [ENTRADA] [DEF A] (Dados de planejamento) 382 .2.

) [STOP] [CAN] [EXEC] (número O) [STOP] [CAN] [EXEC] (número O) [CAN] [EXEC] (número N) [COPIAR] [CRSR∼] (número O) [EXEC] [∼CRSR] [∼FIM] [TUDO] [MOVER] [CRSR∼] (número O) [EXEC] [∼CRSR] [∼FIM] [TUDO] [UNIR] [∼CRSR] (número O) [EXEC] [∼FIM] [TROCAR] (Endereço) [ANTES] (Endereço) [APOS] [SALTAR] [1--EXEC] [EXEC] (1) (Continua na página seguinte) 383 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS TELA DE PROGRAMAS Mudança de soft key acionada pela tecla de fun ção no modo EDICAO PROG 1/2 PROG Tela do programa [PRGRM] [(OPRC)] [EDC--ST] (número O) (Endereço) (Endereço) [REBOB] [PESQ D] [LER] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” [PESQ O] [PESQ↓] [PESQ↑] [ENVIAR] [APAGAR] [EX--EDC] [CAN] [EXEC] (número N) [CADEIA] (O cursor move--se até ao fim do programa.

P. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 (1) 2/2 Visualização do diretório de programas [DIR] [(OPRC)] [EDC--ST] (número O) [LER] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” [PESQ O] Retorno ao programa [CADEIA] [STOP] [CAN] (número O) [STOP] [CAN] (número O) [EXEC] [ENVIAR] [EXEC] Programação Verbal Gráfica [C. a tela padrão aparece. [(OPRC)] [LINHA] [CHANF] [CNR.2.] Retorno ao programa [PRGRM] [G.MENU] [BLOCO] (Dados) (número G) Quando um número G é omitido.R] [ENTRADA] Visualização do diretório do disco [DISCO] Retorno ao programa [PRGRM] [DIR] [(OPRC)] [PESQ D] [LER] [ENVIAR] [APAGAR] (Numeral) [CAN] [EXEC] (Numeral) (Numeral) [STOP] [CAN] [EXEC] (Numeral) (Numeral) [STOP] [CAN] [EXEC] (Numeral) [CAN] [EXEC] [DEF A] [DEF A] [DEF O] [DEF A] [DEF O] [DEF A] 384 .A.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS TELA DE PROGRAMAS Mudança de soft key acionada pela tecla de função no modo MDI PROG PROG Tela do programa [PRGRM] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela do programa [MDI] [(OPRC)] [EDC--ST] (Endereço) (Endereço) [REBOB] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” [PESQ↓] [PESQ↑] Tela do bloco atual [ATUAL] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela do bloco seguinte [PROX] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela de reinício do programa [REINIC] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela de exibição do diretório de programas [DIR] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” 385 .

DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 TELA DE PROGRAMAS Mudança de soft key acionada pela tecla de função no modo MANIV. JOG ou REF PROG PROG Tela do programa [PRGRM] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela do bloco atual [ATUAL] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela do bloco seguinte [PROX] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela de reinício do programa [REINIC] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” Tela de exibição do diretório de programas [DIR] [(OPRC)] [EDC--ST] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” TELA DE PROGRAMAS Mudança de soft key acionada pela tecla de função no modo TJOG ou TMANIV PROG PROG Tela do programa [PRGRM] [(OPRC)] Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” [EDC--ST] Retorno ao programa [PESQ O] (número O) (Endereço) [PESQ↓] (Endereço) [PESQ↑] [REBOB] Visualização do diretório de programas [DIR] [(OPRC)] [EDC--ST] (número O) Ver “Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada” [PESQ O] Retorno ao programa 386 .2.

DISPOSITIVOS OPERACIONAIS TELA DE PROGRAMAS Mudança de soft key acionada pela tecla de função PROG (Quando a soft key [EDC---ST] é pressionada em todos os modos) 1/2 PROG Tela do programa [PRGRM] [(OPRC)] [FIM--ST] (número O) (Endereço) (Endereço) [REBOB] [PESQ D] [LER] [PESQ O] [PESQ↓] [PESQ↑] [ENVIAR] [APAGAR] [EX--EDC] [CAN] [EXEC] (número N) [CADEIA] (O cursor move--se até ao fim do programa.) [STOP] [CAN] [EXEC] (número O) [STOP] [CAN] [EXEC] (número O) [CAN] [EXEC] (número N) [COPIAR] [CRSR∼] (número O) [EXEC] [∼CRSR] [∼FIM] [TUDO] [MOVER] [CRSR∼] (número O) [EXEC] [∼CRSR] [∼FIM] [TUDO] [UNIR] [∼CRSR] (número O) [EXEC] [∼FIM] [TROCAR] (Endereço) [ANTES] (Endereço) [APOS] [SALTAR] [1--EXEC] [EXEC] (1) (Continua na página seguinte) 387 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2.

MENU] [BLOCO] (Dados) (número G) Quando um número G é omitido.R] [ENTRADA] Visualização do diretório do disco [DISCO] Retorno ao programa [PRGRM] [DIR] [(OPRC)] [PESQ D] (Numeral) [CAN] [EXEC] (Numeral) (Numeral) [STOP] [CAN] [EXEC] (Numeral) (Numeral) [STOP] [CAN] [EXEC] (Numeral) [CAN] [EXEC] [DEF A] [LER] [DEF A] [DEF O] [ENVIAR] [DEF A] [DEF O] [APAGAR] [DEF A] 388 . [(OPRC)] [LINHA] [CHANF] [CNR.P.] Retorno ao programa [PRGRM] [G.A. a tela padrão aparece. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 (1) Visualização do diretório de programas [DIR] [(OPRC)] [EDC--ST] (número O) [LER] [PESQ O] [CADEIA] [STOP] [CAN] (número O) [STOP] [CAN] (número O) Retorno ao programa 2/2 [EXEC] [ENVIAR] [EXEC] Programação Verbal Gráfica [C.2.

] (Numeral) [+ENTRADA] (Numeral) [ENTRADA] [LIMPAR] [TUDO] [DESG] [GEOM] [CAN] [EXEC] [CAN] [EXEC] [LER] [ENVIAR] Tela de especificação [DEFINIR] [(OPRC)] (Número) [ON:1] [OFF:0] (Numeral) (Numeral) [PESQ NO] [+ENTRADA] [ENTRADA] Tela de especificação do sistema de coordenadas de trabalho [TRAB] [(OPRC)] (Número) [PESQ NO] (Nome do eixo e valor numérico) [MEDIDA] (Numeral) [+ENTRADA] (Numeral) [ENTRADA] Tela de variáveis de macro [MACRO] [(OPRC)] [PESQ NO] (Número) (Nome do eixo) [ENT.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2.C.] [ENTRADA] (Numeral) [ENVIAR] [CAN] [EXEC] (1) (Continua na página seguinte) 389 .C. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS TELA DE CORREÇÃO/ ESPECIFICAÇÃO Mudança de soft key acionada pela tecla de função OFS/SET 1/2 OFS/SET Tela de correção da ferramenta [CORREC] [DESG] [GEOM] [(OPRC)] (Número) [PESQ NO] (Nome do eixo e valor numérico) [MEDIDA] (Nome do eixo) [ENT.

2] [DESG] [GEOM] [(OPRC)] (Número) [PESQ NO] (Nome do eixo e valor numérico) [MEDIDA] (Nome do eixo) [ENT.] (Numeral) [+ENTRADA] (Numeral) [ENTRADA] [LIMPAR] [TUDO] [DESG] [GEOM] [CAN] [EXEC] [CAN] [EXEC] [LER] [ENVIAR] Tela de deslocamento da peça [WK. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 (1) Tela de entrada de dados padrão [MENU] [(OPRC)] (Número) [SELEC] 2/2 Tela do painel de operação por software [OPR] Tela de especificação da gestão da vida útil das ferramentas [VDFERR] [(OPRC)] (Número) [LIMPAR] (Numeral) [PESQ NO] [CAN] [EXEC] [ENTRADA] Tela de correção da ferramenta no eixo Y [CORREC.SHFT] [(OPRC)] (Numeral) (Numeral) [+ENTRADA] [ENTRADA] Tela de especificação das barreiras da placa de fixação e do cabeçote móvel [BARREIRA] [(OPRC)] (Numeral) (Numeral) [DEF] [ENTRADA] [+ENTRADA] 390 .2.C.

DISPOSITIVOS OPERACIONAIS TELA DO SISTEMA Mudança de soft key acionada pela tecla de função SYSTEM 1/2 SYSTEM Tela dos parâmetros [PARAM] [(OPRC)] (Número) [ON:1] [OFF:0] (Numeral) (Numeral) [PESQ NO] [+ENTRADA] [ENTRADA] [LER] [ENVIAR] [CAN] [EXEC] [TUDO] [NON--0] [CAN] [EXEC] [CAN] [EXEC] Tela de diagnóstico [DGNOS] [(OPRC)] (Número) [PESQ NO] Tela PMC [PMC] Tela de configuração do sistema [SISTEMA] (1) (Continua na página seguinte) 391 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2.

SV] [(OPRC)] [ON:1] [OFF:0] (Numeral) [TRACAR] [TRNSF] [ENTRADA] [(OPRC)] Tela de parâmetros do fuso [PRM.2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 (1) Tela de compensação de erro de passo [PASSO] [(OPRC)] (Nº) [PESQ NO] [ON:1] [OFF:0] [+ENTRADA] (Numeral) (Numeral) [ENTRADA] 2/2 [LER] [ENVIAR] [CAN] [EXEC] [CAN] [EXEC] Tela de parâmetros servo [PRM.FS] [DEF.FS] [MON.FS] [MON.O] [GRAF.FS] [(OPRC)] [ON:1] [OFF:0] [ENTRADA] Tela de diagnóstico de forma de onda [OSCLSCP] [PRM.SV] [MON.SV] [DEF.O] [INICIO] [TEMPO→] [←TEMPO] [H--DUPL] [H--METD] [INICIO] [CN--1↑] [CN--1↓] [V--DUPL] [V--METD] [INICIO] [CN--2↑] [CN--2↓] [V--DUPL] [V--METD] 392 .SV] [TRC.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS TELA DE MENSAGENS Mudança de soft key acionada pela tecla de função MESSAGE MESSAGE Tela de alarmes [ALARME] Tela de mensagens [MSG] Tela de histórico de alarmes [HISTOR] [(OPRC)] [LIMPAR] TELA DE AJUDA Mudança de soft key acionada pela tecla de função HELP HELP Tela de detalhes de alarme [ALARME] [(OPRC)] [ SELEC ] Tela de método de operações [OPR] [(OPRC)] [ SELEC ] Tela da tabela de parâmetros [PARA] 393 .

2. Para mudar da tela de USUÁRIO para outra tela. carregue na tecla de função desejada. consulte o manual correspondente fornecido pelo fabricante da máquina--ferramenta.G] [GRAF] [ZOOM] [(OPRC)] [(OPRC)] [(OPRC)] [NORMAL] [APAGAR] [ATU] [HI/LO] TELA DE USUÁRIO Tela de USUÁRIO CSTM/GR Mudança de soft key acionada pela tecla de função CSTM/GR Tela de USUÁRIO Tela de USUÁRIO O layout da tela de USUÁRIO é personalizado pelo fabricante da máquina--ferramenta. Para informações mais detalhadas da tela. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 TELA DE GRÁFICOS Gráficos do caminho da ferramenta Modo 0 CSTM/GR Mudança de soft key acionada pela tecla de função CSTM/GR Gráficos do caminho da ferramenta [PRM. 394 .

Pressione a tecla CAN para cancelar um caractere ou símbolo inserido no buffer de entrada do teclado. Os caracteres minúsculos podem então ser inseridos (com shift).4 Entrada por Teclas e Buffer de Entrada Quando uma tecla de endereço ou numérica é pressionada. Indicação do buffer de entrada do teclado [ > N001X100Z_ EDICAO ] [ ] [ ALM 12:35:45 ] [ ] [ ] Fig. um símbolo “>” é visualizado imediatamente à sua frente. pressione primeiro a tecla SHIFT seguida da tecla em questão. O conteúdo do buffer de entrada do teclado é visualizado na parte inferior da tela. este é cancelado. Z é cancelado e >N001X100_ é visualizado. Quando se insere um caractere no estado shift.4 Visualização do buffer de entrada do teclado Para inserir o caractere inferior das teclas que possuem dois caracteres impressos. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2. 2.3. o caractere que corresponde a esta tecla é inserido uma vez no buffer de entrada do teclado. o “_” indicando a posição seguinte de entrada de caractere muda para “∧”. este é igualmente cancelado. Um “_” é visualizado no final dos dados de entrada por teclado para indicar a posição de entrada do caractere seguinte.3. Além disso. É possível inserir até 32 caracteres de uma vez no buffer de entrada do teclado. (Exemplo) Quando o buffer de entrada do teclado apresenta >N001X100Z_ e a tecla CAN é pressionada. Para indicar que são dados de entrada de tecla.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. Quando a tecla SHIFT é pressionada. se a tecla SHIFT for pressionada no estado shift. 395 .

DADOS FORA DO LIMITE O valor de entrada excede o limite permitido.3.2. é executada uma verificação de dados se a tecla ENTRADA ou uma soft key for pressionada. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 2. EXCESSO DE DIGITOS MODO ERRADO O valor de entrada excede o número permitido de dígitos.3.5 Mensagens de Aviso Após a entrada de um caractere ou número através do painel de operação MDI.5 Visualização de mensagem de aviso Tabela 2. EDICAO REJEITADA 396 . será visualizada uma mensagem de aviso intermitente na linha de estado.3.5 Mensagens de Aviso Mensagem de aviso ERRO DE FORMATO PROTEÇÃO CONTRA GRAVAÇÃO Conteúdo O formato está incorreto. A entrada da tecla é inválida devido à tecla de proteção de dados ou o parâmetro não está habilitado para gravação. 2. Não é possível editar no estado atual do CNC. A entrada de parâmetros não é possível em qualquer modo que não o modo MDI. Visualização da entrada de dados Visualização da mensagem de aviso Indicação do estado Visualização de soft key [ >_ EDICAO ] [ MODO ERRADO ] [ ] [ ] [ ] Fig. Em caso de entrada de dados incorreta ou operação errada.

Variáveis comuns de macro de usuário 5. Para detalhes sobre o arquivo handy. consulte o manual correspondente conforme listado abaixo. de armazenamento Manual de referência Arquivo handy FANUC Dispositivo de entrada/ 3600m saída de fácil utilização e múltiplas funções. Dados de compensação do erro de passo Para uma explicação da entrada/saída de dados e como usar um cartão de memória para a entrada e saída de dados.4 Dispositivos externos de E/S Nome do dispositivo Uso Capacidade máx. É projetado para equipamento FA e utiliza disquetes. Programas 2. 397 . ver Capítulo III-8. Dados sobre correção 3. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2. B--61834E Os seguintes dados podem entrar/sair para/de dispositivos externos de entrada/saída: 1. Parâmetros 4. Tabela 2.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2.4 DISPOSITIVOS EXTERNOS DE E/S Está disponível o arquivo handy do dispositivo externo de entrada/saída.

Os dados especificados.) Para o canal 1. é mostrada a inter-relação entre os parâmetros da interface de leitura/envio dos canais. são fornecidas duas combinações de parâmetros para especificar os dados do dispositivo de entrada/saída. os parâmetros devem ser ajustados como segue: CNC PLATINA PRINCIPAL DA CPU Canal 1 JD36A RS-232-C Canal 2 JD36B RS-232-C Leitor/furador CANAL DE E/S=0 ou CANAL DE E/S=1 Leitor/furador CANAL DE E/S=2 O CNC possui dois canais de interfaces de leitura/envio. de entrada/saída Taxa baud Bit de parada e outros dados Nº definido para o disp. A seguir. (Não é preciso definir dados para a interface do cartão de memória. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Parâmetro Antes que um dispositivo externo de entrada/saída possa ser usado. O CNC também possui uma interface para o cartão de memória. Nº do canal de entrada/saída (parâmetro 0020) CANAL DE COMUN. CANAL DE E/S =0 : Canal 1 =1 : Canal 1 = 2 : Canal 2 = 4 : Interface do cartão de memória 0020 Número do parâmetro 0101 CANAL DE E/S=0 (canal 1) 0102 0103 0111 CANAL DE E/S=1 (canal 1) 0112 0113 0121 CANAL DE E/S=2 (canal 2) Interface do cartão de memória=4 0122 0123 Bit de parada e outros dados Nº definido para o disp. de entrada/saída Taxa baud 398 . tais como a taxa baud e o número de bits de parada de um dispositivo de entrada/saída conectado a um canal específico devem ser previamente estabelecidos nos parâmetros para aquele canal. de entrada/saída Taxa baud Bit de parada e outros dados Nº definido para o disp. O dispositivo de entrada/saída a ser usado é estabelecido especificando-se o canal (interface) conectado àquele dispositivo no parâmetro de especificação CANAL DE E/S. Especifique um canal para um dispositivo de entrada/ saída.2.

ruído durante a entrada/saída. Interface RS--422 Interface RS--232--C FANUC Arquivo handy Interface RS--232--C ou RS--422 (painel de transmissão. etc. que não apresentam os problemas da fita de papel (i. projetado para equipamento FA. a partir de uma unidade conectada ao Arquivo Handy.44M bytes. e ocupação de muito espaço).. Em uma disquete podem ser armazenados um ou mais programas (até 1.5 polegadas.1 Arquivo Handy FANUC O Arquivo Handy é um dispositivo de entrada/saída através de disquete. que equivale à capacidade da memória de uma fita de 3600-m).B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. O Arquivo Handy utiliza disquetes de 3.e. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2. Os programas podem ser transferidos e editados operando o Arquivo Handy quer diretamente. quer remotamente. fácil de usar e com múltiplas funções.4. fácil rompimento.) 399 .

POSIÇÃO ATUAL (ABSOLUTA) O1000 N00010 X Z 217. 400 .940 363. verifique se as portas frontal e traseira estão fechadas.2 for visualizada. pelo que podem causar uma operação inesperada se forem pressionadas nesta altura.5. AVISO Até que a tela posicional ou do alarme seja visualizada.233 S CONT.2. Algumas teclas são usadas para a manutenção ou operação especial. isso significa que poderá ter ocorrido uma falha no sistema. não toque no respectivo teclado.) 2 Ligue de acordo com o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. 3 Após o equipamento ter sido ligado. (Por exemplo.1 Ligar o Equipamento Procedimento para ligar o equipamento 1 Verifique se a aparência da máquina-ferramenta CNC é normal. Se a tela mostrada na Seção III-2.5. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 2.PECAS 5 TEMPO CICLO 0H 0M38S 0 T0000 TEMPO TRAB 0H15M F. verifique se a tela de posição pode ser visualizada.5 LIGAR/DESLIGAR 2.ATU 3000 MM/M MEM INIC MVT *** 09:06:35 [ ABS ] [ REL ] [ TUDO ] [ MANIV ] [ OPRC ] Tela de posição (7 soft keys) 4 Verifique se o motor do ventilador está girando. Uma tela de alarme é visualizada se ocorrer um alarme após a energização.

consulte o manual de manutenção (B-63835EN). São indicadas informações tais como o tipo de placa de circuito impresso instalada em cada slot. Esta informação e os estados de LED são úteis para a localização de falhas.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 2. 401 . DISPOSITIVOS OPERACIONAIS 2. INDICAÇÃO DA CONFIGURAÇÃO DOS SLOTS 0: 003E4000 1: 30464202 2: 00504303 3: 4: 5: 0: 1: 2: 3: 4: 5: Número físico do slot (primário) Número físico do slot (secundário) Informações tais como a identificação do módulo de uma placa de circuito impresso instalada Número de slot atribuído internamente Tipos de placas de circuito impresso Função de módulo Para mais informações sobre os tipos de placas de circuito impresso e as funções dos módulos.2 Tela Visualizada ao Energizar Indicação do estado dos slots Se ocorrer um erro de hardware ou de instalação.5. o sistema apresenta um dos seguintes tipos de telas e pára.

2. DISPOSITIVOS OPERACIONAIS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Tela de indicação do estado de especificação do módulo D6B1 -. 2 Verifique se todas as partes móveis da máquina-ferramenta CNC estão parando.01 OMM : yyyy--yy PMC : zzzz--zz Software de controle do CNC Macro especifica do cliente/ compilador de macros PMC A configuração do software pode ser visualizada também na tela de configuração do sistema. 4 Continue pressionando o botão POWER OFF durante cerca de 5 segundos.2. 402 . 5 Consulte o manual do fabricante da máquina-ferramenta para desligar a máquina.3 Desenergização Procedimento para a desenergização 1 Verifique se o LED indicador do início de ciclo está desligado no painel do operador.5. Consulte o MANUAL DE MANUTENÇÃO (B-64115EN) para obter informações sobre a tela de configuração do sistema. 3 Se um dispositivo externo de entrada/saída. desligue-o. como o Arquivo Handy.01 SLOT 01 (3046) : FIM SLOT 02 (3050) : FIM: Especificação completada Vazio: Especificação não completada Identificação do módulo Número do slot Visualização da configuração do software D6B1 -. estiver conectado ao CNC.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 3.3 Avanço incremental 3.4 Avanço por manivela 3.1 Retorno manual ao ponto de referência 3.2 Avanço em modo jog 3.5 Absoluto manual on e off 403 . OPERAÇÃO MANUAL 3 OPERAÇÃO MANUAL Há seis tipos de OPERAÇÃO MANUAL: 3.

2 Para diminuir a velocidade de avanço. em seguida. pressione uma tecla de override do deslocamento rápido. Depois da ferramenta ter regressado ao ponto de referência. para o ponto de referência à velocidade FL definida em um parâmetro. 1421 e 1425). deslocando-se. podendo deslocar-se simultaneamente ao longo de três eixos.1 RETORNO MANUAL AO PONTO DE REFERÊNCIA O retorno da ferramenta ao ponto de referência é feito da seguinte maneira: A ferramenta é deslocada. PONTO ZERO X y Z C DE PROG M30 PARADA M02/ MANU ABS MIR X OVERRIDE DO DESLOCAMENTO RÁPIDO (%) F0 25 50 100 DIREÇÃO DO EIXO +C +X +Y --Z rápido +Z --y --X --C NÚMERO DA FERRAMENTA 1 2 3 4 5 6 7 8 NC? MC? 404 . em seguida. o LED de término do retorno ao ponto de referência acende. O caso acima é um exemplo. 3 Pressione a tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço. siga as mesmas operações para outros eixos. Ponto de desaceleração Movimento de deslocamento rápido Velocidade de deslocamento rápido (o override do deslocamento rápido está ativa) Ponto de referência Movimento desacelerado à velocidade FL Procedimento para o Retorno Manual ao Ponto de Referência MODE EDIT MEMORY REMOTO MDI HANDLE JOG RETORNO A ZERO APREND 1 Pressione a tecla de retorno ao ponto de referência. se o mesmo for devidamente especificado em um parâmetro. Durante o deslocamento rápido. para cada eixo. uma das teclas de seleção de modo. A ferramenta move-se para o ponto de desaceleração à velocidade de deslocamento rápido.3. A ferramenta desloca-se geralmente ao longo de um único eixo. A ferramenta desloca-se para o ponto de desaceleração à velocidade de deslocamento rápido. para o ponto de referência à velocidade FL. o LED de término do retorno ao ponto de referência acende. se o mesmo for especificado no parâmetro JAX (bit 0 do nº 1002). correspondente ao eixo e ao sentido do retorno ao ponto de referência. no sentido especificado no parâmetro ZMI (bit 5 do nº 1006). A ferramenta pode ser deslocada simultaneamente ao longo de três eixos. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. OPERAÇÃO MANUAL OPERAÇÃO B-64114PO/01 3. 4 Se necessário. está ativo o override do deslocamento rápido de quatro fases. Continue pressionando a tecla até que a ferramenta retorne ao ponto de referência. deslocando-se. A velocidade de deslocamento rápido e a velocidade FL são especificadas nos parâmetros (nº 1420. Para mais informações sobre cada uma das operações. Depois da ferramenta ter regressado ao ponto de referência. através da tecla de retorno ao ponto de referência do painel de operação da máquina.

Z=γ quando o retorno ao ponto de referência for executado. . O LED TÉRMINO DO RETORNO AO PONTO DE REFERÊNCIA apaga-se de uma das seguintes formas: . Restrições D Novo deslocamento da ferramenta Assim que o LED TÉRMINO DO RETORNO AO PONTO DE REFERÊNCIA acende depois de terminar este movimento.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 3. O efeito é o mesmo quando se especifica o seguinte comando para o retorno ao ponto de referência: G50XαZγ. de modo a que o ponto de referência no porta-ferramentas ou a posição da ponta da ferramenta de referência seja X=α.Afastamento do ponto de referência.Ativação do estado de parada de emergência. Para mais informações sobre a distância (exceto durante a desaceleração) do retorno da ferramenta ao ponto de referência. consulte o manual editado pelo fabricante da máquina-ferramenta. OPERAÇÃO MANUAL Explicação D Definição automática do sistema de coordenadas O sistema de coordenadas é determinado automaticamente aquando do retorno manual ao ponto de referência. a ferramenta não se desloca enquanto a tecla RETORNO AO PONTO DE REFERÊNCIA estiver ativa. Quando α e γ estão definidos para correção do ponto zero da peça. D LED de término do retorno ao ponto de referência D Distância para o retorno ao ponto de referência 405 . o sistema de coordenadas da peça é determinado.

4 Se pressionar simultaneamente a tecla de deslocamento rápido e uma tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço. Para mais informações sobre cada uma das operações. correspondente ao eixo e ao sentido em que a ferramenta deve ser deslocada. A operação manual é permitida para um eixo de cada vez. O caso acima é um exemplo. O override do deslocamento rápido pode ser efetuado pelas teclas de override do deslocamento rápido durante o deslocamento rápido.3. A velocidade de avanço manual contínuo é especificada em um parâmetro (n. A seleção simultânea de 3 eixos pode ser feita através do parâmetro JAX (nº 1002#0). X Ferramenta v m/min Peça N rpm φD Z Y Enquanto uma tecla estiver sendo pressionada. A ferramenta pára quando a tecla é liberada. uma das teclas de seleção de modo. 2 Pressione a tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço. a ferramenta desloca-se à velocidade de deslocamento rápido. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.º 1423) A velocidade de avanço manual contínuo pode ser regulada através do botão rotativo de correção da velocidade de avanço manual contínuo. existente no painel de operação da máquina. A esta função dá-se o nome de deslocamento rápido manual. 3 A velocidade de avanço manual contínuo pode ser regulada através do botão rotativo de override da velocidade de avanço manual contínuo. OPERAÇÃO MANUAL OPERAÇÃO B-64114PO/01 3. Procedimento para o avanço em modo jog DIREÇÃO DO EIXO +C +X +Y --Z rápido +Z --y --X --C 1 Pressione a tecla de avanço manual contínuo. no sentido selecionado. for pressionada no modo JOG.2 AVANÇO EM MODO JOG MODE EDIT MEMORY REMOTO MDI HANDLE JOG RETORNO A ZERO APREND Se a tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço. Enquanto a tecla estiver sendo pressionada. Se a tecla de deslocamento rápido for pressionada. a ferramenta desloca-se à velocidade de avanço rápido (nº 1424). 0 2000 OVERRIDE DA VELOCIDADE DE AVANÇO EM MODO JOG OVERRIDE DO DESLOCAMENTO F0 RÁPIDO (%) 25 50 100 406 . a ferramenta desloca-se à velocidade de avanço especificada no parâmetro (nº 1423). a ferramenta desloca--se no sentido especificado por essa tecla. independentemente da posição do botão de override da velocidade de avanço em modo JOG. a ferramenta desloca-se continuamente ao longo do eixo selecionado.

avanço em modo jog muda para avanço manual por rotação. Se o retorno ao ponto de referência não for executado após a energização. mantendo-se a velocidade de avanço manual contínuo. D Deslocamento rápido antes do retorno manual ao ponto de referência 407 . em seguida. introduza primeiro o modo JOG e pressione. Esta função pode ser desativada através da definição do parâmetro RPD (nº 1401#01). Restrições D Aceleração/ desaceleração para deslocamento rápido D Alteração dos modos A velocidade de avanço. o deslocamento rápido não é ativado através da tecla DESLOCAMENTO RÁPIDO. OPERAÇÃO MANUAL Explicações D Avanço manual por rotação Dependendo da definição de JRV (bit 4 do parâmetro n.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 3. No avanço manual por rotação.º 1423 pelo override da velocidade de avanço em modo jog) multiplicada pela velocidade do fuso. A mudança para o modo JOG enquanto é pressionada uma tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço não ativa o avanço em modo JOG. a constante de tempo e o método de aceleração/desaceleração automática para o deslocamento rápido manual são idênticos às funções do comando programado G00. Para ativar o avanço em modo JOG.º 1402). a ferramenta é controlada por jog à seguinte velocidade de avanço: Distância de avanço por rotação do fuso (mm/rotação) (especificada com o parâmetro nº 1423) x correção da velocidade de avanço em modo JOG x velocidade efetiva do fuso (rotações/min). o avanço em modo jog é executado à velocidade de avanço igual à quantidade de avanço por rotação (a qual é determinada pela multiplicação da quantidade de avanço por rotação especificada pra o parâmetro n. uma tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço. Durante o avanço manual por rotação.

O caso acima é um exemplo. DIREÇÃO DO EIXO +C +X +Y --Z rápido +Z --y --X --C Explicação D Distância percorrida especificada com um diâmetro A distância que a ferramenta percorre ao longo do eixo X pode ser especificada através de um diâmetro.3 AVANÇO INCREMENTAL Se a tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço do painel de operação da máquina for pressionada no modo incremental (INC). X10 X100 X1 X1000 3 Pressione a tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço. a ferramenta desloca-se um passo. OPERAÇÃO MANUAL OPERAÇÃO B-64114PO/01 3. a ferramenta desloca--se um passo no sentido especificado através da tecla.3. 4 Se pressionar simultaneamente a tecla de deslocamento rápido e uma tecla de seleção do eixo e do sentido de avanço. no sentido selecionado. Sempre que uma tecla é pressionada. À distância mínima percorrida pela ferramenta dá-se o nome de menor incremento de entrada. O override do deslocamento rápido pode ser efetuado pelas teclas de override do deslocamento rápido durante o deslocamento rápido. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. 408 . 2 Selecione a distância a pecorrer em cada passo com o botão rotativo. a ferramenta desloca-se à velocidade de deslocamento rápido. correspondente ao eixo e ao sentido em que a ferramenta deve ser deslocada. uma das teclas de seleção de modo. Este modo está ativo apenas se o gerador de pulsos manual não estiver conectado. Cada passo pode corresponder a 10. Peça Z Procedimento para o Avanço Incremental 1 Pressione a tecla INC. A velocidade de avanço é igual à velocidade de avanço em modo jog. 100 ou 1000 vezes o menor incremento de entrada. X Ferramenta Sempre que uma tecla é pressionada. Para mais informações sobre cada uma das operações. a ferramenta desloca-se um passo ao longo do eixo selecionado.

O caso acima é um exemplo. rodando o gerador de pulsos manual do painel de operação da máquina. é usado o parâmetro nº 7114. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. A distância percorrida pela ferramenta quando a rotação do gerador de pulsos manual corresponde a um ponto da escala pode ser multiplicada por 1. quando o parâmetro nº 12351 não tiver valor. 409 Gerador de pulsos manual . Se a manivela for rodada 360 graus. uma das teclas de seleção de modo. 4 Mova a ferramenta ao longo do eixo selecionado. Quando o parâmetro nº 12350 não tiver valor. é usado o parâmetro nº 7113. Estes parâmetros também são válidos para interrupção por manivela. 10 ou de acordo com um dos dois fatores de multiplicação (de um total de quatro) especificados através dos parâmetros (nº 7113 e 7114). A distância mínima percorrida pela ferramenta quando a rotação do gerador de pulsos manual corresponde a um ponto da escala é igual ao menor incremento de entrada. através da rotação da manivela. Além de usar os parâmetro nº 7113 e nº 7114 para definir fatores de escalonamento arbitrários comuns a todos os eixos. a ferramenta pode ser deslocada minuciosamente. Selecione o eixo ao longo do qual deve ser deslocada a ferramenta com as teclas de seleção do eixo para o avanço por manivela. X Z Y Gerador de pulsos manual Procedimento para o Avanço por Manivela 1 Pressione a tecla MANIVELA. 12351 para definir fatores de escalonamento arbitrários independentemente para eixos individuais. a ferramenta percorre uma distância equivalente a 100 pontos da escala. OPERAÇÃO MANUAL 3. pressionando uma tecla para aumento do avanço por manivela. Para mais informações sobre cada uma das operações. o usuário pode usar os parâmetros nº 12350 e nº. 3 Selecione o aumento da distância que a ferramenta deve percorrer. MDI MODE EDIT MEMORY REMOTO HANDLE JOG RETORNO A ZERO APREND 2 Selecione o eixo ao longo do qual deve ser deslocada a ferramenta.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 3. Distância que a ferramenta percorre quando o gerador de pulsos manual gira um só ponto da escala: Menor incremento de entrada multiplicado pelo fator de escalonamento. pressionando uma tecla de seleção do eixo para o avanço por manivela.4 AVANÇO POR MANIVELA No modo de manivela eletrônica.

Antes de parar.) Valor diferente de 0 :A velocidade de avanço é fixada à velocidade de deslocamento rápido e os pulsos gerados que ultrapassarem a velocidade de deslocamento rápido não são ignorados. Antes de parar.) D Parâmetro HPF (nº 7177) (está disponível se o parâmetro HPF tiver sinal 0. OPERAÇÃO MANUAL OPERAÇÃO B-64114PO/01 Explicação D Disponibilidade do gerador de pulsos manual no modo jog (JHD) O parâmetro JHD (bit 0 do nº 7100) ativa ou desativa o gerador de pulsos manual no modo JOG. mas sim acumulados no CNC. D Disponibilidade do gerador de pulsos manual no modo APREND. Se o parâmetro JHD (bit 0 do nº 7100) for colocado em 1.) Colocar em 0 : A velocidade de avanço é fixada à velocidade de deslocamento rápido e os pulsos gerados que ultrapassarem a velocidade de deslocamento rápido são ignorados. mas sim acumulados no CNC até atingir o limite especificado no parâmetro nº 7117. (A ferramenta não pára de imediato se se deixar de rodar a manivela.) Colocar em 1 : A velocidade de avanço é fixada à velocidade de deslocamento rápido e os pulsos gerados que ultrapassarem a velocidade de deslocamento rápido não são ignorados. (A distância que a ferramenta percorre poderá não corresponder aos pontos da escala do gerador de pulsos manual. este corresponde ao sentido de rotação da manivela do gerador de pulsos manual.) D Sentido de movimento de um eixo para a rotação do GPM (HNGx) O parâmetro HNGx (bit 0 do nº 7102) muda o sentido do GPM em que a ferramenta se desloca ao longo de um eixo. O parâmetro HPF (bit 4 do nº 7100) ou (nº 7117) especifica o seguinte: D Parâmetro HPF (bit 4 do nº 7100) Colocar em 0 : A velocidade de avanço é fixada à velocidade de deslocamento rápido e os pulsos gerados que ultrapassarem a velocidade de deslocamento rápido são ignorados. (A ferramenta não pára de imediato se se deixar de rodar a manivela. 410 . a ferramenta continua a mover-se de acordo com os pulsos acumulados no CNC. EM JOG (THD) D Um comando para o GPM que ultrapassa a velocidade de deslocamento rápido (HPF) O parâmetro JHD (bit 1 do nº 7100) ativa ou desativa o gerador de pulsos manual no modo APREND. EM JOG.3. são ativados o avanço manual por manivela e o avanço incremental. (A distância que a ferramenta percorre poderá não corresponder aos pontos da escala do gerador de pulsos manual. a ferramenta continua a mover-se de acordo com os pulsos acumulados no CNC.

Se o gerador de pulsos manual girar a uma velocidade superior. A velocidade de avanço é fixada à velocidade de avanço rápido. Os dois eixos podem ser mover simultaneamente. OPERAÇÃO MANUAL Restrições D Número de GPMs Podem ser definidos geradores de pulsos manuais para um máximo de dois eixos. a ferramenta pode não parar imediatamente após a imobilização da manivela ou a distância percorrida pela ferramenta pode não corresponder aos pontos da escala do gerador de pulsos manual. NOTA Rode o gerador de pulsos manual a uma velocidade de até cinco rotações por segundo. 411 .: x100) provoca um deslocamento demasiado rápido da ferramenta. com um grande fator de multiplicação (p.ex.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 3. AVISO Uma rotação rápida da manivela.

3. a distância percorrida pela ferramenta através de operação manual é adicionada às coordenadas.5 ABSOLUTO MANUAL ON E OFF Através da rotação da chave absoluto manual do painel de operação da máquina adiciona-se. a distância percorrida pela ferramenta através de operação manual às coordenadas.5 (a) Coordenadas com a chave em ON X2 X1 P2 O2 P1 Z2 Z1 As coordenadas não mudam. Se a chave estiver na posição OFF. Eixo X P2 Operação manual O P1 Eixo Z Os valores das coordenadas mudam de acordo com a operação manual. 3. O1 Fig. Fig. Se a chave estiver na posição ON. a distância percorrida pela ferramenta através de operação manual não é adicionada às coordenadas. ou não.3. OPERAÇÃO MANUAL OPERAÇÃO B-64114PO/01 3.5 (b) Coordenadas com a chave em OFF 412 .

0Z150. (1) (2) (3) Nas figuras subseqüentes é utilizada a seguinte notação: Movimento da ferramenta quando a chave está em ON. X (200. .0 .0). da relação entre a operação manual e as coordenadas. 100. por meio de um programa exemplificativo.0) (150.0F010 . quando a chave absoluto manual está em ON ou OFF.0 X300.0 . OPERAÇÃO MANUAL Explicação Segue-se a descrição. 300.0 . Assim.0) (275. X (225. X200.0 .0Z200. se a chave estiver em OFF.0) Z Chave ON Chave OFF (200. As coordenadas após a operação manual incluem a distância percorrida pela ferramenta através de operação manual. 300. 200.0) (200.0) (150. D Operação manual após o fim do bloco Coordenadas quando o bloco (2) é executado após o término da operação manual (eixo X +20.0 . 200. no final do movimento do bloco (1). G01G90 X100.0) (250.0) Operação manual (125. durante a operação manual (eixo Y + 75. eixo Y +100. 150. 220.0 .0) Chave ON Chave OFF Z D Operação manual após bloqueio de avanço Coordenadas quando o botão de bloqueio de avanço é pressionado ao executar o bloco (2). e ao pressionar e liberar o botão de início de ciclo.0Z100. 150.0 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 3.0. 200. 120. Movimento da ferramenta quando a chave está em OFF.0 .0 . a distância percorrida pela ferramenta através de operação manual deve ser subtraída.0) 413 .0) Operação manual (100.0 .0).0 .

0) (200. 200. N1G01X100.0 .0. o retorno é feito apenas no eixo programado. OPERAÇÃO MANUAL OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Reset após uma operação manual a seguir a um bloqueio de avanço Coordenadas quando o botão de bloqueio de avanço é pressionado ao executar o bloco (2).0 . O valor da distância entre caminhos é igual ao valor do percurso executado manualmente.0Z100.0 .0 . 100. 100. X (150. a operação automática é reiniciada.0 . Caminho da ferramenta após operação manual Operação manual Caminho do raio da ponta da ferramenta Caminho programado 414 .0) Z D Quando o bloco de movimento seguinte é incremental D Operação manual durante a compensação do raio da ponta da ferramenta Quando os comandos seguintes são comandos incrementais. X (275.0) (225. 200. 300. ao realizar a operação manual (eixo Y +75.0) Z D Quando o comando de movimento do bloco seguinte contém apenas um eixo Quando existe apenas um eixo no comando seguinte. N2Z200. 200. 300.0) (125. 150.0 .0 . ao efetuar um reset com o botão RESET e ao ler novamente o bloco (2).3.0) Operação manual Chave ON Chave OFF N1 N2 (100.0.0 .0) (200.0) Chave ON Chave OFF (100.0) Operação manual (200.0 .0F500. em seguida. 150. Quando a chave está na posição OFF Depois de executar a operação manual com a chave na posição OFF durante a compensação do raio da ponta da ferramenta.0) N3 (100. a ferramenta se move em paralelo com o movimento que seria executado se a deslocação manual não tivesse sido executada. 150.0 .0). N3X150. a operação é a mesma de quando a chave está OFF.

É criado um novo vetor com base no bloco seguinte. O vetor criado através do resto do bloco atual e do início do bloco seguinte é deslocado em paralelo. Operação manual executada em qualquer modo excepto o arredondamento de cantos Suponha que o bloqueio de avanço foi aplicado no ponto PH durante o movimento de PA para PB do caminho programado PA. na sequência da intervenção manual com a chave na posição ON durante a execução com um programa de comandos absolutos no modo de compensação do raio da ponta da ferramenta. Os vetores VC1 e VC2 entre os dois blocos seguintes PB . e os vetores VB1 e VB2 em PB deslocam-se também para VB1’ e VB2’. a correção adequada não é executada no bloco PB’ .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 3. VB2 VB1 VB2’ VB1’ Caminho do raio da ponta da ferramenta após operação manual P’B PB VC1’ PC PD PA Caminho programado (comando absoluto) Caminho do raio da ponta da ferramenta antes da operação manual Operação manual VC1 VC2 PH PH’ 415 .PD são ignorados e são criados novos vetores VC1’ e VC2’ (VC2’ = VC2. neste exemplo) a partir da relação entre PB’ . OPERAÇÃO MANUAL Quando a chave está na posição ON durante a compensação do raio da ponta da ferramenta Segue-se a descrição do funcionamento da máquina após o retorno à operação automática. e que a ferramenta foi deslocada manualmente para PH’. O ponto PB de fim de bloco desloca-se para o ponto PB’ em função da totalidade de movimento manual.PC e PC . Contudo.PC e PC . no bloco a seguir ao bloco seguinte e na totalidade de movimento manual.PD. PB e PC. Esta situação também se aplica quando a operação manual é executada durante o arredondamento de cantos.PC. uma vez que VB2’ não é um vetor calculado de novo. A correção é executada corretamente após PC.

Caminho do raio da ponta da ferramenta após operação manual VB2 VB1 Operação manual VB2’ VB1’ Caminho programado (comando absoluto) PB VC1’ VC1 PC VC2 PB’ PA Caminho do raio da ponta da ferramenta antes da operação manual 416 . Em seguida. Os vetores VB1 e VB2 são deslocados em função da totalidade de operação manual. é executada uma compensação do raio da ponta da ferramenta correta para os blocos após Pc. O movimento é o mesmo do da operação manual. É possível intervir numa operação MDI da mesma forma que para a operação manual. VB2 VB1 VB2’ VB1’ Caminho do raio da ponta da ferramenta após operação manual PA’ Caminho programado (comando absoluto) Caminho do raio da ponta da ferramenta antes da operação manual Operação manual PB VC1’ VC1 PC VC2 PA VA2 PH VA1 VA2’ PH’ VA1’ Operação manual após a parada de bloco único A operação manual foi efetuada após o término da execução de um bloco em virtude da parada de bloco único. O processamento subseqüente é idêntico ao do caso acima descrito. em função da totalidade de movimento manual. OPERAÇÃO MANUAL OPERAÇÃO B-64114PO/01 Operação manual durante o arredondamento de cantos Trata-se de um exemplo de operação manual durante o arredondamento de cantos. VB1’ e VB2’ são vetores deslocados paralelamente a VA2. Os novos vetores são calculados a partir de VC1 e VC2. VA2’.3. VB1 e VB2.

417 . S INTERRUPÇÃO POR MANIVELA Função para executar o avanço manual durante um movimento resultante da operação automática. S OPERAÇÃO DNC BASEADA NO CARTÃO DE MEMÓRIA Operação automática de um programa gravado em um cartão de memória. S FUNÇÃO DE PLANEJAMENTO Operação planejada através da execução de programas (arquivos) registrados em um dispositivo de entrada/saída externo (arquivo Handy. S ESPELHAMENTO Função para ativar um movimento de espelhamento ao longo de um eixo durante a operação automática. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA 4 OPERAÇÃO AUTOMÁTICA A operação programada de uma máquina-ferramenta CNC é denominada como operação automática. S INTERVENÇÃO MANUAL E RETORNO Função para reiniciar a operação automática através do retorno da ferramenta à posição em que a intervenção manual foi iniciada durante a operação automática.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. S FUNÇÃO DE CHAMADA DE SUBPROGRAMA Função para chamada e execução de subprogramas (arquivos) registrados em um dispositivo externo de entrada/saída (arquivo Handy. Neste capítulo são descritos os seguintes tipos de operação automática: S OPERAÇÃO DE MEMÓRIA Operação através da execução de um programa registrado na memória CNC. S Operação DNC Operação executada durante a leitura de um programa de um dispositivo externo de entrada/saída S REINÍCIO DO PROGRAMA Reinício de um programa para operação automática a partir de um ponto intermediário. disquete ou cartão FA). S OPERAÇÃO MDI Operação através da execução de um programa introduzido a partir do painel de operação MDI. disquete ou cartão FA) durante a operação de memória.

(iii) Se M. Quando a tecla no painel de operação MDI é pressionada. O LED de bloqueio de avanço acende e o LED de início de ciclo apaga-se. Quando a operação automática termina. a operação da máquina é reiniciada. siga os passos abaixo. Para mais informações sobre as operações propriamente ditas. Pressione a tecla 418 no painel de operação MDI. O procedimento seguinte serve de exemplo.1 OPERAÇÃO DE MEMÓRIA Os programas são previamente registrados em memória. o LED de início de ciclo apaga-se. a operação automática é reiniciada. 3 Pressione a chave de início de ciclo no painel de operação da máquina. Para tal. Se a chave de início de ciclo voltar a ser pressionada. a operação automática termina e o estado de reset é ativado. 2 Selecione um dos programas registrados na memória. Parar a operação de memória Pressione o botão de bloqueio do avanço no painel de operação da máquina. a operação de avanço desacelera e pára. A máquina reage da seguinte maneira: (i) Se a máquina estava funcionando. 2-1 Pressione para visualizar a tela de programas. Se a chave de início de ciclo no painel de operação da máquina for pressionada enquanto o LED de bloqueio de avanço está aceso. a operação pára após o término de M. esta é interrompida. S ou T. 2-3 Introduza um número de programa através das teclas numéricas. S ou T estava sendo executado. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. 2-2 Pressione a tecla de endereço O . 4 Para interromper ou cancelar a operação de memória. 2-4 Pressione a soft key [PESQ O]. Se for selecionado um destes programas e pressionada a chave de início de ciclo no painel de operação da máquina. A operação automática começa e o LED de início de ciclo acende. siga os passos indicados abaixo. (ii) Se estava sendo executada uma pausa. a. esta é interrompida temporariamente. é iniciada a operação automática e o LED de início de ciclo acende. Se for pressionada a chave de bloqueio de avanço no painel de operação da máquina durante a operação automática. Terminar a operação de memória b. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 4.4. Procedimento para a Operação de Memória 1 Pressione a tecla de seleção do modo MEMORIA. .

(4) O comando do bloco seguinte é lido.Existem duas teclas para interromper a operação de memória: A tecla de bloqueio de avanço e a tecla de reset. Tal como com M00. (3) A execução do comando é iniciada. o comando é descodificado para poder ser executado de imediato. (2) O comando do bloco é descodificado. M01 (parada opcional) e M02 e M30 (fim de programa). (5) O bloco é armazenado no buffer. toda a informação modal disponível permanece inalterada como na operação bloco a bloco. Se a operação de reset for ativada durante o estado de movimento da ferramenta. Por outras palavras. M30) D Bloqueio de avanço D Reset . Explicação Operação de memória Depois do início da operação de memória é executado o seguinte: (1) Um comando de um bloco é lido a partir do programa especificado. através da repetição dos passos (4) a (6). M30 retorna o controle ao início do programa. (6) A execução de um bloco pode começar imediatamente após a execução do bloco precedente. 419 Parada e término da operação de memória D Parada de programa (M00) D Parada opcional (M01) D Fim do programa (M02. A operação de memória é interrompida depois de ter sido executado um bloco contendo M00. Se o botão de bloqueio de avanço no painel do operador for pressionado durante a operação de memória.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA A operação automática termina e o estado de reset é ativado. A operação de memória pode ser reiniciada pressionando o botão de início de ciclo. A operação de memória pode ser interrompida de duas formas: Especifique um comando de parada ou pressione uma tecla no painel de operação da máquina. Quando o programa é interrompido. Consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. o movimento é abrandado até parar. A operação pode variar em função do fabricante da máquina-ferramenta. . Se for feita a leitura de M02 ou M30 (especificado no fim do programa principal). a operação de memória termina e o estado de reset é ativado.Os comandos de parada incluem M00 (parada de programa). No entanto. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Se o reset for aplicado durante um movimento. a operação de memória é interrompida depois de ter sido executado um bloco contendo M01. Em algumas máquinas. devido à operação de registro no buffer. Para mais informações. (7) A operação de memória pode ser executada em seguida. a ferramenta desacelera até parar de vez. este desacelera e pára. . A operação pode variar em função do fabricante da máquina-ferramenta. A operação automática pode ser interrompida e o sistema pode voltar ao estado de reset através da tecla no painel de operação MDI ou de um sinal de reset externo. este código só é eficaz se a chave de parada opcional no painel de operação da máquina estiver colocada em ON.

Durante a operação de memória. Chamada de um subprograma armazenado em um dispositivo externo de entrada/saída 420 . OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Salto opcional de bloco Se a chave de salto de bloco no painel de operação da máquina for ligada. ver a Seção III-4. os blocos contendo uma barra (/) são ignorados. os arquivos (subprogramas) armazenados em um dispositivo externo de entrada/saída. um disquete. podem ser chamados e executados.4. como p. ex. Para mais detalhes.5.

pesquisa de endereços e pesquisa de programas. o controle pode retornar ao início do programa após o fim da operação. Aparece a tela seguinte: PROGRAMA ( MDI ) O0000. coloque antecipadamente em 1 o bit 7 do parâmetro 3203. Quando o fim do programa (M02. 4 Para apagar totalmente um programa criado no modo MDI. o programa preparado será apagado automaticamente e a operação terminará. Procedimento para a Operação MDI 1 Pressione a tecla de seleção de modo MDI. O procedimento seguinte serve de exemplo. ver o capítulo III-9. A operação MDI é usada para operações de teste simples. no mesmo formato dos programas normais e executado a partir do painel de operação MDI.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. pressione a tecla . 5 Para executar um programa. Com o comando M99 especificado no último bloco. modificação e eliminação de palavras.2 OPERAÇÃO MDI No modo MDI. 421 . no máximo. é possível criar um programa constituído por 10 linhas. Neste caso. coloque o cursor no início do programa. 3 Prepare o programa a executar da mesma forma que a edição normal de programas. Para a criação de programas no modo MDI estão disponíveis as funções de inserção.) Pressione a chave de início de ciclo no painel de operação. a tecla no painel de operação MDI. b. 0010 00002 G00 G90 G94 G40 G80 G50 G54 G69 G17 G22 G21 G49 G98 G67 G64 G15 B HM T D F S >_ MDI **** *** MDI *** ATUAL 20: 40: 05 PROX (OPRC) PRGRM O número do programa O0000 é introduzido automaticamente. Sobre a edição de programas. M30) ou ER(%) é executado. Introduza o endereço O e pressione. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. siga um dos seguintes métodos: a. pesquisa de palavras. O programa preparado será iniciado desta forma. Para mais informações sobre as operações propriamente ditas. 2 Pressione a tecla no painel de operação MDI. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA 4. Como alternativa. para selecionar a tela do programa. (Também é possível começar a partir de um ponto intermediário. em seguida.

D No modo EDIÇÃO. Terminar a operação MDI b. M93 P9010 . A operação automática termina e o estado de reset é ativado.0 Z200. G01 Z120.0 . a. (iii) Se M. Explicação A explicação anterior sobre como executar e interromper a operação de memória também se aplica à operação MDI. este desacelera e pára. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 O controle retorna ao início do programa preparado através do comando M99. S ou T estava sendo executado. G00 Z0. A máquina recomeça a funcionar se for pressionada a chave de início de ciclo do painel de operação da máquina. se M02. siga os passos abaixo. D Se for executada uma edição simultânea. (ii) Se estava sendo executada uma pausa. Parar a operação MDI Pressione o botão de bloqueio de avanço no painel de operação da máquina. 422 D Apagar o programa . se a operação de memória for executada. o programa é apagado quando a execução do último bloco do programa termina através da operação bloco a bloco. O LED de bloqueio de avanço acende e o LED de início de ciclo apaga-se. a operação pára após o término de M. se for executada qualquer edição. (Contudo. .4.0 F500 . A máquina reage da seguinte maneira: (i) Se a máquina estava funcionando. M30 ou ER(%) for executado. a operação de avanço desacelera e pára. Se o reset for aplicado durante um movimento. PROGRAMA ( MDI )O0000 G00 X100.) D No modo MEMÓRIA. esta é interrompida. se o bit 6 (MER) do parâmetro nº 3203 tiver sinal 1. embora neste caso o M30 não devolva o controle ao início do programa (M99 executa esta função). % O0001 N00003 G00 G90 G94 G40 G80 G50 G54 G69 G17 G22 G21 G49 G98 G67 G64 G15 B HM T D F S >_ MDI **** *** *** MDI ATUAL 12: 42: 39 PROX (OPRC) PRGRM 6 Para interromper ou terminar a meio a operação MDI. S ou T. M03 . Os programas preparados no modo MDI serão apagados nos seguintes casos: D Na operação MDI. Pressione a tecla no painel de operação MDI.

Um programa pode ter tantas linhas quanto as que couberem em uma página da tela. os comandos de chamada de macro não podem ser executados se o modo passar para MDI após a interrupção da operação de memória durante a execução de um subprograma.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. M98P4000 . se o bit 7 (MCL) do parâmetro nº 3203 for colocado em 1 D Reinício D Edição de um programa durante a operação MDI Depois da operação de edição efetuada durante a interrupção da operação MDI. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA D Quando a tecla O e são pressionadas. Se um programa for criado no modo MDI. Contudo. chamados e executados no modo MDI. (Inclusão de nível quatro) (Inclusão de nível dois) (Inclusão de nível três) Fig. Isto significa que um programa registrado em memória pode ser chamado e executado durante a operação MDI. são permitidos até quatro níveis de aninhamento (ou inclusão) de subprogramas (são permitidos quatro níveis quando a opção de macro de usuário estiver disponível). (Inclusão de nível um) M99 . Subprograma O1000 . Podem ser criados programas com um total de seis linhas. M98P1000 . As chamadas de subprogramas (M98) podem ser especificadas em um programa criado no modo MDI. a operação é iniciada a partir da posição atual do cursor. se o bit 5 (MIE) do parâmetro nº 3203 for devidamente definido. M98P2000 . Subprograma O4000 . Se o programa criado ultrapassar o número de linhas especificado. 4. Se o parâmetro MDL (nº 3107 #7) tiver sinal 0 para especificar um modo que suprima a visualização de informação contínua. Limitação D Registro de programa D Número de linhas em um programa Os programas criados no modo MDI não podem ser registrados. M99 . 423 D Espaço de memória . Os programas podem ser editados durante a operação MDI. pode ser criado um programa com um total de 10 linhas. não poderão ser criados quaisquer programas no modo MDI.2 Nível de aninhamento de subprogramas chamados pelo programa MDI D Chamada de macros Os macroprograma também podem ser criados. Subprograma O2000 . é utilizada uma área vazia da memória. M99 . D Aninhamento de subprogramas Programa principal O0001 . Se a memória do programa estiver cheia. Além do programa principal executado através da operação automática. D Em caso de reset. M30 . M99 . M98P3000 . Subprograma O3000 . a edição de um programa está desativada até ao reset do CNC. Contudo. % (ER) é apagado (evita a inserção e modificação).

O arquivo selecionado será executado.000 C 0.T NX.0 Z100.000 G41 G49 G80 Z 0.0 z1000. x800.0 Z400. X400. Para mais detalhes sobre a utilização da tecla REMOTO.000 X 0. É possível selecionar arquivos (programas) salvos no disquete de uma unidade externa de entrada/saída (arquivo Handy.000 B C 0. X200. OPERAÇÃO DNC Procedimento 1 Procure o programa (arquivo) a executar.0 .0 . Para usar a função de operação DNC.000 H M HD. X600. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.4. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 4.0 .000 G22 G94 G21 Y 100.0 .0 Z400.0 Z600. N050 X400.0 Z400.0 Z100. X500. X700. O0001 N00020 RMT INIC MVT *** *** [ PRGRM ][ VERIF ][ ][ 21:20:05 ][ (OPRC) ] 424 .0 z800.0 (DNC-PROG) .0 .0 (DNC-PROG) . disquetes ou cartão FA) e especificar (planejar) a seqüência e freqüência de execução para a operação automática.0 Z500. é necessário definir antecipadamente os parâmetros relacionados com a interface de leitura/envio.0 .0 . (RELATIVA) (DIST A PER. DE PROGRAMA N020 X100.0 Z400.3 OPERAÇÃO DNC A ativação da operação automática durante o modo de operação DNC (RMT) permite executar a usinagem (operação DNC) enquanto é feita a leitura de um programa via interface de leitura/envio. N030 X200.0 .000 A 0. 2 Pressione a tecla REMOTO no painel de operação da máquina para ativar o modo RMT e pressione a chave de início de ciclo.0 . X800.000 G98 G50 G67 A 0. x1000. X300.0 Z300.000 Z 0. x900. VERIF.T D M F S M V.0 z400.0 .) G00 G17 G90 X 100.0 .0 Z200.ATU FATU REPETIR RMT INIC MVT *** *** 21:20:05 [ ABS ][ REL ][ ][ ][ (OPRC) ] O0001 N00020 D Tela de verificação de programas D Tela do programa PROGRAMA N020 N030 N040 N050 N060 N070 N080 N090 N100 N110 N120 X100.0 Z200.000 Y 0.0 .

OPERAÇÃO AUTOMÁTICA Durante a operação DNC. podem ser especificadas macros de usuário. pelo que a exibição dos caracteres pode ser truncada a meio de um bloco. Explicações D Durante a operação DNC podem ser chamados programas de macros armazenados em memória.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. O fornecimento de energia à unidade de E/S foi cortado ou o cabo não está conectado ou uma placa de circuitos impressos tem uma anomalia. é inserido um espaço entre caracteres adjacentes.USAR MACRO. Durante a operação DNC. IF[#100NE0]GOTO5 . o programa em execução é mostrado na tela de verificação de programas e na tela de programas. É igualmente mostrado qualquer comentário inserido entre os sinais de control-out (() e control-in ()) de um bloco. mas não podem ser programadas instruções de repetição e instruções de desvio. → I F[#100NE0] G O T O 5 . Se estas instruções forem executadas. 123 IMPOS. 210 425 . o programa principal não pode especificar repetições de ciclo fixo (G70 a G78). WHILE. caso contrário. EXECUTAR ou M198 é executado na operação DNC. Modifique o programa. usadas com as macros de usuário na operação DNC. → #102 = S I N[#100] . Se o controle passar de um subprograma ou programa de macros para o programa de chamada durante a operação DNC. IMPOS. forem exibidas durante o display do programa. COS e NE).O comando de controle de macro é usado COMANDO EM DNC durante a operação DNC. deixa de ser possível usar um comando de retorno (M99P****) para o qual se encontra especificado um número de seqüência. Na operação DNC. Exemplo [Durante a operação DNC] #102=SIN[#100] . será ativado o alarme P/S nº 210. M198 não pode ser executado na operação DNC. o alarme P/S nº 123 será ativado. Se as palavras reservadas (tais como: IF. O número de blocos do programa mostrado depende do programa em execução. D M99 D Repetições de ciclo fixo Alarme Número 086 Mensagem SINAL DR OFF Conteúdo O sinal de pronto (DR) do leitor/furador foi desligado ao introduzir dados na memória através da interface de leitura/ envio. M198/M199 Modifique o programa. Limitações D Limite do número de caracteres D M198 (comando para chamar um programa de uma unidade externa de entrada/saída) D Macro de usuário Na tela de um programa não podem ser mostrados mais de 256 caracteres.

4.4 REINÍCIO DO PROGRAMA Esta função especifica um número de seqüência ou de bloco relativo ao bloco a reiniciar quando uma ferramenta se parte. Existem dois métodos de reinício: O método tipo P e o método tipo Q. Também pode ser usada como função de verificação rápida de programas. ou após um dia de folga. Este método de reinício é utilizado quando a operação é interrompida devido à quebra de uma ferramenta. Ponto inicial do programa (ponto inicial de usinagem) TIPO P Operação de retorno Posição de reinício TIPO Q Antes de poder reiniciar uma operação. a máquina deve ser deslocada para o ponto inicial programado (ponto inicial de usinagem) Operação de retorno Ponto inicial do programa (ponto inicial de usinagem) Posição de reinício 426 . A operação pode ser reiniciada em qualquer ponto. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 4. e reinicia a operação de usinagem a partir desse bloco.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. Freqüência Se o mesmo número de seqüência surgir mais de uma vez. a soft key [TIPO P] ou [TIPO Q]. [TIPO Q] N fffff ou [TIPO P] Número da seqüência [TIPO Q] N fff fffff ou [TIPO P] Número da seqüência 3 Localize o cabeçalho do programa. Procedimento 2 [COMUM AO TIPO P / TIPO Q] 1 Coloque a chave de reinício do programa no painel de operação da máquina na posição ON. 2 Pressione a tecla de função para mostrar o programa desejado. 427 . é necessário especificar o bloco alvo. em seguida. (Continue no passo 2. incluindo o retorno ao ponto de referência. 4 Introduza o número de seqüência do bloco a reiniciar e pressione. 3 Se necessário. 2 Desloque manualmente a máquina para o ponto inicial do programa (ponto inicial de usinagem) e mantenha os dados modais e o sistema de coordenadas nas mesmas condições do início da usinagem.) 1 Quando o sistema estiver ligado ou quando for liberada uma parada de emergência. Se necessário. modifique o corretor. altere o corretor. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA Procedimento para o Reinício do Programa através da Especificação de um Número de Seqüência Procedimento 1 [ TIPO P ] [ TIPO Q ] 1 Retraia a ferramenta e substitua-a por uma nova. execute todas as operações necessárias. Especifique a freqüência e o número de seqüência.

A ferramenta desloca-se seqüencialmente ao longo dos eixos. em seguida. Após a execução. Verifique também se existe a possibilidade da ferramenta bater numa peça ou em outros objetos ao deslocar-se para o ponto de reinício da usinagem. Podem ser mostradas as coordenadas e a distância percorrida para o reinício do programa de até quatro eixos. reiniciada. desloque manualmente a ferramenta para um ponto a partir do qual a ferramenta possa deslocar-se até ao ponto de reinício da usinagem sem encontrar obstáculos.4. 459 2 Z 7. A usinagem é. Todos os códigos podem ser apagados através de um comando de reinício do programa ou do início de um ciclo no estado de reset. à velocidade de funcionamento em vazio e de acordo com a ordem especificada na definição do parâmetro (nº 7310).A PERCORRER está correta. 9 Pressione a chave de início de ciclo.A PERCORRER pisca.A PERCORRER 1 X 1. (A tela de reinício do programa só mostra os dados dos eixos controlados pelo CNC. as funções M. S e T. REINICIO DO PROGRAMA DESTINO X 57. 8 Verifique se a distância indicada em DIST. Se for este o caso. 320 0 T0000 (OPRC) *** *** DIR 10: 10: 40 DESTINO mostra o ponto em que a usinagem deve ser reiniciada. Se eles estiverem presentes. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 5 O número de seqüência é procurado e a tela de reinício do programa é exibida. para o ponto de reinício da usinagem.A PERCORRER mostra a distância entre a posição atual da ferramenta e o ponto em que a usinagem deve ser reiniciada. 6 Desligue a chave de reinício do programa. volte ao modo anterior. Um número à esquerda do nome de cada eixo indica a ordem dos eixos (determinada através da definição de parâmetros) ao longo dos quais a ferramenta se desloca até ao ponto de reinício.) M: Últimos catorze códigos M especificados T: Últimos dois códigos T especificados S: Último código S especificado Os códigos são mostrados pela ordem em que são especificados. 428 . 943 O0002 N00100 M1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 ******** * * * * * * * ** * * * * * * * R * * * * * * * ** * * * * * * * S * * * * * S MEM * * * * REINIC DIST. Estes códigos não são mostrados na tela de reinício do programa. O número à esquerda do nome do eixo DIST. S e T a executar. DIST. 7 Verifique na tela os códigos M. mude para o modo MDI e execute. 096 Z 56. então.

execute todas as operações necessárias. 429 . 3 Se necessário. 2 Pressione a tecla de função para mostrar o programa desejado. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA Procedimento para o Reinício do Programa através da Especificação de um Número de Bloco Procedimento 1 [ TIPO P ] [ TIPO Q ] 1 Retraia a ferramenta e substitua-a por uma nova. a soft key [TIPO P] ou [TIPO Q]. Se necessário.A PERCORRER mostra a distância entre a posição atual da ferramenta e o ponto em que a usinagem deve ser reiniciada. 5 O número do bloco é procurado e a tela de reinício do programa surge na tela CRT. modifique o corretor. . Pressione a tecla de função Número do bloco 4 Introduza o número do bloco a reiniciar e pressione. incluindo o retorno ao ponto de referência. 943 O0002 N01000 M1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 ******** * * * * * * * ** * * * * * * * R * * * * * * * ** * * * * * * * S * * * * * S MEM * * * * REINIC DIST. DIST. Procedimento 2 [COMUM AO TIPO P / TIPO Q] 1 Coloque a chave de reinício do programa no painel de operação da máquina na posição ON.A PERCORRER X 1. (Continue no passo 2. altere o corretor. Um número à esquerda do nome de cada eixo indica a ordem dos eixos (determinada através da definição de parâmetros) ao longo dos quais a ferramenta se desloca até ao ponto de reinício.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. O número do bloco não pode ultrapassar oito dígitos.) 1 Quando o sistema estiver ligado ou quando for liberada uma parada de emergência. 096 Z 56. 459 Z 7. 320 0 T0000 (OPRC) *** *** DIR 10: 10: 40 DESTINO mostra o ponto em que a usinagem deve ser reiniciada. REINICIO DO PROGRAMA DESTINO X 57. [TIPO Q] B ffffffff ou [TIPO P] 3 Localize o cabeçalho do programa. 2 Desloque manualmente a máquina para o ponto inicial do programa (ponto inicial de usinagem) e mantenha os dados modais e o sistema de coordenadas nas mesmas condições do início da usinagem. em seguida.

OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 Podem ser mostradas as coordenadas e a distância percorrida para o reinício do programa de até quatro eixos. S. as funções M. 7 Verifique na tela os códigos M. O número de blocos é contado desde o início da usinagem. Explicações D Número do bloco Quando o CNC é interrompido. em seguida. M30. O operador pode especificar o número do bloco a partir do qual o programa deve ser reiniciado. Número de blocos 1 2 3 4 5 430 . reiniciada. Por exemplo. para reiniciar o programa a partir do bloco onde a execução foi interrompida. através do número mostrado. T e B. G03 X01 -50. 6 Desligue a chave de reinício do programa. S.A PERCORRER pisca. 8 Verifique se a distância indicada em DIST. O número mostrado indica o número do último bloco executado. para o ponto de reinício da usinagem. F50 . especifique o número mostrado mais um. volte ao modo anterior. < Exemplo 1 > Programa CNC O 0001 . O número à esquerda do nome do eixo DIST.A PERCORRER está correta. Estes códigos não são mostrados na tela de reinício do programa. desloque manualmente a ferramenta para um ponto a partir do qual a ferramenta possa deslocar-se até ao ponto de reinício da usinagem sem encontrar obstáculos.) M: Últimos catorze códigos M especificados T: Últimos dois códigos T especificados S: Último código S especificado B: Último código B especificado Os códigos são mostrados pela ordem em que são especificados.4. Se eles estiverem presentes. 9 Pressione a chave de início de ciclo. T e B a executar. A ferramenta desloca-se seqüencialmente ao longo dos eixos. F100 . G90 G92 X0 Y0 Z0 . Verifique também se existe a possibilidade da ferramenta bater numa peça ou em outros objetos ao deslocar-se para o ponto de reinício da usinagem. A usinagem é. Se for este o caso. então. Todos os códigos podem ser apagados através de um comando de reinício do programa ou do início de um ciclo no estado de reset. o número dos blocos executados é mostrado na tela do programa ou na tela de reinício do programa. mude para o modo MDI e execute. G01X100. à velocidade de funcionamento em vazio e de acordo com a ordem especificada na definição do parâmetro (nº 7310). (A tela de reinício do programa só mostra os dados dos eixos controlados pelo CNC. Após a execução. partindo do pressuposto de que uma linha NC de um programa CNC corresponde a um bloco.

. Se o número do bloco mostrado na tela do programa ultrapassar oito dígitos. Z-120. M30 . #1 = #1 + 1 . D Armazenamento / Anulação do número de bloco D Número do bloco quando um programa é parado ou cancelado O número do bloco é guardado em memória enquanto o sistema está desligado. são mostrados os seguintes números de bloco: Bloqueio de avanço : Bloco em execução Reset : Último bloco executado Parada de bloco único: Último bloco executado Por exemplo. é feito o reset do CNC ou o programa é executado no modo de parada de bloco único. se o reset do CNC for efetuado durante a execução do bloco 10. 431 . . a tela do programa mostra o número do último programa executado. F50. o bloco de reinício deve usar o mesmo sistema de coordenadas do existente aquando da interrupção da operação. Se um programa CNC for parado ou cancelado através do bloqueio de avanço. R-80. G00 X0 Z0 . G90 G00 Z100. A tela do programa mostra geralmente o número do bloco atualmente em execução. a operação pode ser reiniciada em qualquer bloco. do reset ou da parada de bloco único. os comandos CNC usados para a intervenção não são contados como um bloco. Se a intervenção MDI for executada enquanto o programa é interrompido através da parada de bloco único. Quando a execução de um bloco termina. G81 X100. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA < Exemplo 2 > Programa CNC O 0001 . Y0.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. o número do bloco é colocado em 0 e a contagem prossegue. D Intervenção MDI D Número de bloco com mais de oito dígitos Limitação D Reinício de tipo P O reinício de tipo P não pode ser executado em qualquer das circunstâncias seguintes: D Não foi efetuada qualquer operação automática desde a energização D Não foi efetuada qualquer operação automática desde a liberação de uma parada de emergência D Não foi efetuada qualquer operação automática desde que o sistema de coordenadas foi alterado ou deslocado (alteração de um corretor externo a partir do ponto de referência da peça) D Bloco de reinício O bloco a ser reiniciado tem de ser o bloco que foi interrompido. Se o reinício de tipo P for efetuado. #2 = #2 + 1 . Número de blocos 1 2 3 4 4 4 4 5 6 As instruções de macros não são consideradas como blocos. o número do bloco mostrado muda de 10 para 9. G90 G92 X0 Y0 Z0 . #3 = #3 + 1 . O número pode ser anulado através do início de um ciclo no estado de reset.

sendo especificado em seguida o reinício de tipo P. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Bloco único Se a operação bloco a bloco estiver ativa durante o movimento para a posição de reinício. Após a interrupção. A operação de retorno não pode ser efetuada em eixos nos quais o retorno já foi completado. 096 097 098 099 5020 432 . a intervenção MDI não pode ser efetuada. Durante o movimento para a posição de reinício pode recorrer-se à intervenção manual para executar uma operação de retorno para um eixo.º do alarme 071 094 095 Conteúdo O número do bloco especificado para reiniciar o programa não foi encontrado. a operação pára sempre que a ferramenta completa o movimento ao longo de um eixo.4. foi alterado o deslocamento do sistema de coordenadas. um comando G28 foi encontrado no programa. Se não estiver disponível qualquer detector da posição absoluta (codificador de pulsos absolutos). independentemente de a usinagem já ter ou não começado. o reinício deve ser novamente executado desde o primeiro passo. sendo especificado em seguida o reinício de tipo P. será especificado o reinício de tipo P. Foi especificado um parâmetro incorreto para reiniciar o programa. Caso contrário. certifique-se de que o retorno ao ponto de referência é executado após a energização e antes do reinício. se essa mesma operação ainda não tiver sido efetuada. foi definido um sistema de coordenadas. foi executada uma operação de reinício sem retorno ao ponto de referência. D Intervenção manual D Reset D Absoluto manual D Retorno ao ponto de referência Alarme N. foi alterado o sistema de coordenadas. Um comando de movimento foi especificado através do painel de operação MDI durante uma operação de reinício. Após a interrupção. porém. Se a operação for interrompida no modo de bloco único. Após a energização. sendo especificado em seguida o reinício de tipo P. Após a interrupção. a parada de emergência tiver sido liberada ou o alarme P/S (nº 094 a 097) tiver sido desativado. Se não tiver sido executada qualquer operação automática desde a energização. O reset nunca deve ser executado entre o início de uma pesquisa no reinício e o reinício da usinagem. A operação manual deve ser executada quando o absoluto manual está ativo.

S Operação manual executada quando a máquina está travada. S Quando é utilizado o espelhamento. 433 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. a ferramenta não pode retornar para uma posição nas situações seguintes. uma vez que nenhum deles ativa um alarme: S Operação manual executada quando o modo absoluto manual está OFF. S Quando a operação manual é executada durante o movimento axial para a operação de retorno. S Quando o reinício do programa é programado para um bloco situado entre o bloco de ignorar corte e o bloco de comando absoluto subseqüente. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA AVISO Em regra. S Quando o reinício do programa é especificado para um bloco intermediário e para a repetição de ciclo fixo. Deverá ter um cuidado especial nos seguintes casos.

em seguida. disquete ou cartão FA) e especificar a ordem de execução e o número de repetições (planejamento) da operação automática.DO ARQUIVO NO. NOME DO ARQUIVO 0001 0002 0003 0004 O0010 O0020 O0030 O0040 Lista de arquivos em um dispositivo externo de entrada/saída Defina o número do arquivo e o número de repetições. pressione a tecla de página no painel de operação MDI.4. É igualmente possível selecionar apenas um arquivo do grupo de arquivos existentes no dispositivo externo de entrada/saída e executá-lo durante a operação automática. Para a visualização de mais arquivos. Na tela nº 1 é mostrada uma lista de arquivos registrados no disquete. não mostrados em esta tela. 2 Pressione a soft key (tecla de mudança para o menu seguinte) mais à direita. DIRET. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 4. AQ]. seguida da soft key [PLJ.ARQU. a tecla de função no painel de operação MDI.5 FUNÇÃO DE PLANEJAMENTO A função de planejamento permite que o operador selecione arquivos (programas) registrados em um disquete num dispositivo externo de entrada/saída (arquivo handy. ORDEM NO ARQUIVOREPETIÇÃO 01 02 03 04 0002 0003 0004 0001 2 1 3 2 Tela de planejamento Execução da operação automática Procedimento para a Função de Planejamento Procedimento para a execução de um arquivo 1 Pressione a tecla MEMÓRIA no painel de operação da máquina e. Os arquivos guardados no disquete também podem ser mostrados em seqüência. 434 .

NOME DO ARQUIVO 0000 PLANEJAMENTO 0001 PARAMETRO 0002 TODOS--OS PROGRAMAS 0003 O0001 0004 O0002 0005 O0010 0006 O0020 0007 O0040 0008 O0050 MEM * * * * PRGRM O0001 N00000 (METRO) VOL 58.9 1.A] e [EXEC]. as soft keys [DEF.9 1.9 1.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4.9 1.9 1.0 1.5 11. a chave de início de ciclo.5 11. em seguida.9 1. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. DIRET. Para mais detalhes sobre a tecla REMOTO.9 *** *** DIR 19: 14: 47 PLANEJ (OPRC) Tela nº 1 3 Pressione as soft keys [(OPRC)] e [SELEC] para mostrar “SELECIONAR ARQU.DO ARQUIVO SELECAO ATUAL: PLANEJAMENTO NO.NO.9 1.9 1. Introduza o número do arquivo e pressione.” (na tela nº 2).=7 >_ MEM DEF A **** *** *** O0001 N00000 (METRO) VOL 58.0 1. O arquivo selecionado será executado.9 1.9 19: 17: 10 EXEC Tela nº 2 4 Pressione a tecla REMOTO no painel de operação da máquina para ativar o modo RMT e pressione.DO ARQUIVO SELECAO ATUAL:O0040 NO. em seguida. O arquivo cujo número foi inserido é selecionado e o nome do arquivo é indicado após “SELECAO ATUAL:”. NOME DO ARQUIVO 0000 PLANEJAMENTO 0001 PARAMETRO 0002 TODOS--OS PROGRAMAS 0003 O0001 0004 O0002 0005 O0010 0006 O0020 0007 O0040 0008 O0050 SELECIONAR ARQU. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA DIRET. 435 . O número de arquivo selecionado é indicado no canto superior direito da tela como número F (ao invés de um número O).9 1. NO.

Surgirá a tela nº 4 DIRET. o número atual de repetições “REP ATUAL” é 0. F0000 N02000 REP SOLIC REP ATUAL >_ MEM * * * * PRGRM *** *** DIR 22: 07: 00 PLANEJ (OPRC) Tela nº 4 Mova o cursor e introduza os números de arquivo e o número de repetições pela ordem em que os arquivos devem ser executados. pressione as soft keys [(OPRC)] e [SELEC] para mostrar “SELECIONAR ARQU. o cursor está colocado no número desse mesmo arquivo. 2 Na tela nº 2. 436 . Nesta altura. as soft keys [DEF. seguida da soft key [PLANEJ]. em seguida.4. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 DIRET.A] e [EXEC].NO.DO ARQUIVO SELECAO ATUAL:O0040 F0007 N00000 RMT **** *** *** DIR 13: 27: 54 PLANEJ (OPRC) PRGRM Tela nº 3 D Procedimento para executar a função de planejamento 1 Visualize a lista de arquivos guardados no disquete. Durante a execução de um arquivo. em seguida. Os arquivos são executados pela ordem especificada. 5 Pressione a tecla REMOTO no painel de operação da máquina para ativar o modo RMT e pressione. O número atual de repetições REP ATUAL aumenta se M02 ou M30 for executado no programa em curso.ARQU.” 3 Introduza o número de arquivo 0 e pressione. a chave de início. “PLANEJAMENTO” é indicado após “SELECAO ATUAL :”. O procedimento de visualização é idêntico aos passos 1 e 2 da execução de um arquivo. 4 Pressione a soft key (tecla de retorno ao menu anterior) mais à direita.DO ARQUIVO ORDEM 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 NO.

Se um arquivo for definido como 0. Durante a execução de um arquivo não pode ser ativada a visualização do diretório do disquete para edição simultânea.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. [LIMPAR] e [EXEC] forem pressionadas na tela nº 4. 2. pressione a tecla de reset. pressione a tecla numérica 0 D Repetição infinita D Anulação seguida de . 437 . todos os dados serão apagados. Se um valor negativo for definido como número de repetições. Para prosseguir com a operação automática após a sua suspensão para executar a operação de planejamento. Contudo. a tela de programas é mostrada. Para deixar o campo do número de arquivo vazio. a execução do programa é interrompida nesse ponto. 0007 0003 0004 0005 REP SOLIC 5 23 9999 LOOP O0000 N02000 REP. <>LOOP é mostrado e o arquivo é repetido indefinidamente. o número atual de repetições não aumenta. D Retorno à tela de programas Limitação D Número de repetições D Número de arquivos registrados D Código M D Visualização do diretório do disquete durante a execução de um arquivo D Reinício da operação automática Pode especificar até 9999 como número de repetições. 4 ou 5. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA DIRET. Se a soft key [PRGRM] for pressionada na tela nº 1.ATU 5 23 156 0 **** *** *** DIR 10: 10: 40 PLANEJ (OPRC) PRGRM Tela nº 5 Explicações D Não especificação de um número de arquivo Se não for especificado qualquer número de arquivo na tela nº 4 (o campo do número de arquivo é deixado em branco).DO ARQUIVO ORDEM 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 RMT NO. Se forem executados quaisquer códigos M diferentes de M02 e M30.ARQU. 3. estas teclas não funcionam durante a execução de um arquivo. Pode registrar até 20 arquivos pressionando a tecla de mudança de página na tela nº 4. o arquivo torna-se inválido e não é executado. Se as soft keys [(OPRC)].

º do alarme 086 210 Descrição Foi feita uma tentativa de execução de um arquivo não guardado no disquete.4. M198 e M99 foram executados durante a operação de planejamento ou M198 foi executado durante a operação DNC. 438 . OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 Alarme N.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4.. Formato de fita diferente de FS15 M198 Pffff ∆∆∆∆ . Podem ser usados o formato 1 ou 2. 0123 .6 Seqüência do Programa Quando M198 é Especificado 439 . Número de repetições Número de um arquivo no dispositivo de E/S Instrução de chamada de dispositivos de E/S 2. Número de um arquivo no dispositivo de E/S Número de repetições Instrução de chamada de dispositivos de E/S Explicação A função de chamada de subprograma é ativada se o parâmetro nº 0102 do dispositivo de entrada/saída for colocado em 3. N3 M198 P0003 0123 . N5 . Formato 1. Nº do arquivo : Primeira(o) chamada/retorno : Segunda(o) chamada/retorno : Terceira(o) chamada/retorno Fig. N4 . cartão FA) durante a operação de memória. DISQUETE... Se o número de arquivo for especificado no endereço P. é chamado um arquivo de subprograma do dispositivo externo de entrada/saída: Para usar esta função é necessário instalar a opção de visualização do diretório do disquete. pode ser especificado um número do programa. 4. Neste caso.6 FUNÇÃO DE CHAMADA DE SUBPROGRAMA (M198) A função de chamada de subprograma permite chamar e executar arquivos de subprogramas armazenados em um dispositivo externo de entrada/saída (arquivo Handy. Se o bit SBP (bit 2) do parâmetro nº 3404 estiver colocado em 1. N2 . Fxxxx é indicado em vez de Oxxxx. O número do arquivo é especificado no endereço P. Pode usar-se um código M diferente para uma chamada de subprograma. dependendo da definição do parâmetro nº 6030. Se for executado o bloco seguinte de um programa armazenado na memória CNC. Programas no modo de execução de memória Programa no dispositivo externo de entrada/saída N1 . M198 é executado como um código M normal. Formato de fita FS15 M198 Pffff L∆∆∆∆ . OPERAÇÃO AUTOMÁTICA 4.

440 . 2 Se for efetuada uma intervenção manual e se M198 for executado depois de ter sido programado no modo de memória. após a programação de M198 no modo MEMÓRIA. M198 é alterado para um código M normal. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 Restrições NOTA 1 Se M198 for executado no programa do arquivo guardado em um disquete. M198 é alterado para um código M normal. Se a operação de reset for efetuada no modo MDI. é acionado o alarme P/S (nº 210).4. não influencia a operação de memória. a qual prossegue com o reinício do modo MEMÓRIA. Se um programa da memória CNC for chamado e se M198 for executado durante a execução de um programa do arquivo guardado em um disquete.

A distância percorrida a um fator de multiplicação de x1 é 0. AVISO A distância percorrida através da interrupção por manivela é determinada de acordo com a rotação do gerador de pulsos manual e com o aumento do avanço por manivela (x1.001 mm (saída em milímetros) ou 0.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. A interrupção manual é executada rodando a manivela do gerador de pulsos manual. (saída em polegadas). 4. X Profundidade de corte programada Profundidade de corte por interrupção por manivela Posição da ferramenta durante a operação automática Posição da ferramenta após interrupção por manivela Z Peça Fig.7 INTERRUPÇÃO POR MANIVELA O movimento através de operação manual pela manivela eletrônica pode ser executado com sobreposição do movimento através de operação automática no modo de operação automática. a interrupção manual está ativa para um eixo se o sinal de seleção de eixo para a interrupção por manivela estiver ativo para esse mesmo eixo. 441 . NOTA A interrupção por manivela está desativada se a máquina for bloqueada durante a operação automática. xM. Dado que este movimento não é acelerado ou desacelerado.7 Interrupção por manivela D Sinais de seleção de eixo para interrupção por manivela Para mais detalhes sobre os sinais de seleção de eixo para interrupção por manivela.0001 pol. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA 4. xN). é muito perigoso usar um fator de multiplicação elevado para a interrupção por manivela. x10. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Durante a operação automática.

O espelhamento não está ativo. SAIDA: . Valor das coordenadas A interrupção manual não altera as coordenadas relarelativas tivas.439 (DIST. Valor das coordenadas As coordenadas da máquina são alteradas através da da máquina distância especificada por interrupção manual. O travamento está ativo. de acordo com o menor incremento de entrada. 442 b) UNID. SAIDA) X 69.000 O0000 N00200 (UNID. de acordo com o menor incremento de comando.A PERCORRER) X 0.ENTRADA) X 69.000 Z 0. As funções de interrupção no sentido positivo funcionam através de um comando de sentido positivo.000 CONT. Espelhamento D Indicação da posição A tabela a seguir indica a relação entre várias indicações de posição e o movimento executado por interrupção por manivela.ENTRADA: Distância percorrida na interrupção por manivela no sistema de unidade de entrada Indica a distância percorrida. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Relação com outras funções A tabela a seguir indica a relação entre outras funções e o movimento executado por interrupção por manivela. É mostrada a distância percorrida através da interrupção por manivela. Tela Valor da coordenada absoluta Relação A interrupção manual não altera as coordenadas absolutas. mesmo que este sinal seja ativado.594 Z --61. Os 4 tipos de dados que se seguem são mostrados simultaneamente.PECAS 1H 12M TEMPO CICLO *** *** REL TUDO 10: 29: 51 MANIV TEMPO TRAB MDI ABS **** 287 0H 0M 0S (OPRC) (a) UNID. especificada pela interrupção por manivela.439 (RELATIVA) U 0.000 W0.594 Z --61. INTERRUPCAO MANUAL (UNID. D Indicação da distância percorrida Pressione a tecla de função seguida da soft key para seleção de capítulo [MANIV].4. Distância percorrida na interrupção por manivela. expressa no sistema de unidades de saída Indica a distância percorrida. especificada por interrupção manual. A ferramenta não se desloca mesmo que este sinal esteja ativo. Tela Bloqueio da máquina Travamento Relação A máquina está bloqueada. A ferramenta não se desloca mesmo que este sinal esteja ativo.

a aceleração/desaceleração para a interrupção por manivela pode ser sempre do tipo de aceleração/desaceleração para avanço manual. sem ser afectada pela operação automática ou qualquer outro modo. D Aceleração/ desaceleração independente Definindo-se o bit 2 (IHD) do parâmetro n.A PERCORRER : A restante distância percorrida no bloco atual não influencia a distância percorrida especificada através da interrupção manual. Defin uma constante de tempo com o parâmetro nº 1624 e uma velocidade de avanço FL com o parâmetro nº 1625.º 1610. é aplicado o tipo de aceleração/desaceleração definido com o bit 4 (JGLx) do parâmetro n.º 1610 e o bit 0 (CTLx) do parâmetro n. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA (c) RELATIVA : Posição no sistema de coordenadas relativas Estes valores não influenciam a distância percorrida.º 7100 e o bit 5 (HIE) do parâmetro n. 443 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4.º 7103 para 1. especificada por interrupção manual. (d) DIST. A distância percorrida através da interrupção por manivela é anulada se o retorno manual ao ponto de referência para cada eixo terminar. Mais especificamente.

OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 4. Para mais informações sobre as operações propriamente ditas. Caminho programado da ferramenta Ferramenta Caminho da ferramenta após utilização da função de espelhamento Z Fig. 2-3 Pressione a soft key de seleção do capítulo [DEFINIR] para mostrar a tela de especificação.4. a função de espelhamento pode ser usada para o movimento ao longo de um eixo. acione a chave de espelhamento no painel de operação da máquina ou a definição de espelhamento no painel de operação MDI. DEFINIR (ESPELHAMENTO) O0020 N00001 ESPELHAMENTO ESPELHAMENTO X = 1 (0 : OFF 1: ON) Z = 0 (0 : OFF 1: ON) >_ MEM * * * * CORRECAO *** *** TRAB 14:47 :57 (OPRC) DEFINIR 2-4 Mova o cursor para a posição de definição do espelhamento e defina o eixo alvo com 1.8 ESPELHAMENTO Durante a operação automática. 2 Pressione a chave de espelhamento para o eixo alvo no painel de operação da máquina. Para usar esta função. 2-2 Pressione a tecla . Este passo é omitido se a função de espelhamento for usada desde o início da operação. 4. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. 444 .8 Espelhamento Procedimento O procedimento seguinte serve de exemplo. Como alternativa. X O espelhamento do eixo X está ativo. 1 Pressione a chave de bloco único para interromper a operação automática. ative a especificação de espelhamento seguindo os passos abaixo: 2-1 Ative o modo MDI.

em seguida. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA 3 Ative o modo de operação automática (modo de memória ou modo MDI) e pressione. Restrições O sentido de deslocação durante a operação manual e o sentido de deslocação de um ponto intermediário para o ponto de referência durante o retorno automático ao ponto de referência (G28). 445 . Explicações D A função de espelhamento também pode ser ligada e desligada colocando em 1 ou 0 o bit 0 (MIRx) do parâmetro (nº 0012). o botão de início de ciclo para iniciar a operação automática. D Para mais informações sobre as chaves de espelhamento. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4.

como aqueles em que o movimento da ferramenta ao longo de um eixo é interrompido pelo bloqueio de avanço durante a operação automática. Esta função não necessita de tais operações. Explicações D Absoluto manual ON/OFF D Override No modo absoluto manual OFF. a um dano. por exemplo. a ferramenta pára na posição de parada e reinicia seu movimento quando a chave de início de ciclo é pressionada. espelhamento ou escalonamento. Durante a intervenção manual. mas funciona de acordo com a função de absoluto manual ON/OFF. Se ocorrer um reset ou for ativado um alarme durante a intervenção manual ou a operação de retorno. D Operação de retorno D Bloco único D Cancelamento D Modo MDI Restrições D Ativar e desativar a intervenção manual e o retorno Esta função está ativa apenas se o LED de manutenção da operação automática estiver aceso. é necessário usar as chaves do painel de operação em combinação com as teclas MDI.9 INTERVENÇÃO MANUAL E RETORNO Em determinados casos. esta função não tem qualquer efeito. esta função retorna a ferramenta à posição em que foi iniciada a intervenção durante o reinício da operação automática. mesmo que seja executada uma parada de bloqueio de avanço com o sinal de manutenção da operação automática *SP (bit 5 de G008). espelhamento e escalonamento 446 . OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 4. D Correção D Bloqueio da máquina. é utilizada a velocidade de funcionamento em vazio e é ativada a função de override da velocidade de avanço em modo jog. Para usar a função normal de reinício do programa e a função de recolha e retorno da ferramenta. A operação de retorno é executada de acordo com o posicionamento com base na interpolação não linear. Esta função também pode ser usada no modo MDI. Se a ferramenta for substituída manualmente devido. nunca utilize as funções de bloqueio da máquina. de forma que seja possível intervir manualmente para substituir a ferramenta. Se a restante distância percorrida for nula. esta função é cancelada. a ferramenta não retorna à posição de parada. Para a operação de retorno. o movimento da ferramenta não pode ser reiniciado através da alteração dos corretores a meio do bloco interrompido. Se a chave de parada de bloco único estiver ativa durante a operação de retorno.4.

Ponto B Intervenção manual N2 N1 Ponto A 4. de forma a evitar danos na máquina e na ferramenta. O comando de movimento restante do bloco N1 é executado após o retorno automático para o ponto A. A ferramenta é parada pressionando a chave de bloqueio de avanço a meio do bloco N1 (ponto A). à velocidade de funcionamento em vazio. O movimento da ferramenta é reiniciado. Ponto B N2 N1 Ponto A AVISO Durante a execução da intervenção manual. 447 . O bloco N1 corta uma peça Ferramenta N2 Ponto inicial do bloco N1 2.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA Exemplo 1. depois dela ter sido retraída manualmente até ao ponto B. N2 N1 Ponto A 3. preste particular atenção à usinagem e ao formato da peça.

(Fig.10.10. Esta função pode ser usada das duas formas a seguir descritas. através de uma unidade de entrada/saída externa. Operação normal de memória no CNC Operação DNC com o cartão de memória Execução de programas Fig. que está conectado à interface do cartão de memória localizada à esquerda da tela. Operação normal de memória no CNC Chamada do subprograma (M198) Execução de programas Fig.1 Especificação “Operação DNC com Cartão de Memória” é uma função que permite efetuar a usinagem através de um programa armazenado no cartão de memória.10.1 (b) 448 . a usinagem pode ser efetuada (operação DNC) durante a leitura de um programa armazenado no cartão de memória. 4.1 (a)) (b) É possível ler subprogramas gravados no cartão de memória e executá-los através do comando de chamada de subprograma (M198).4. 4. (Fig. 4. (a) Se iniciar a operação automática (início do ciclo) durante o modo de operação DNC (RMT).1 (b)) Memória do CNC (Programa) Cartão de Memória (Programa) A operação DNC pode ser efetuada com o cartão de memória. 4. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 4.10.10 OPERAÇÃO DNC COM CARTÃO DE MEMÓRIA 4.10. como um disquete. em vez da operação de memória normal do CNC.1 (a) Memória do CNC (Programa) Cartão de Memória (Subprograma) O subprograma armazenado no cartão de memória pode ser executado durante a operação de memória.

o nome do arquivo selecionado é definido como ARQUIVO DNC. (3) Pressione a soft key [ > ] (menu de continuação). (5) A tela pode ser percorrida através da tecla de página.10. (2) Pressione a tecla de função [PROG]. o programa selecionado é executado. 4. surge a tela que se segue.2 Operações 4. (4) Quando a soft key [CD-DNC] é pressionada.1 Operação DNC Procedimento Coloque antecipadamente o sinal 4 no bit do parâmetro Nº 0020 na tela de especificação. 20 [CANAL E/S: definição para selecionar uma unidade de entrada/saída] o valor de especificação é 4. Em seguida.: Tal significa usar a interface do cartão de memória. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA NOTA Para usar esta função. É introduzido um número de arquivo arbitrário e a soft key [PESQ A] é pressionada.2. (7) Quando o início de ciclo é ativado.10. é necessário definir como 4 o parâmetro Nº 20 através da tela de especificação. (6) Quando o número do arquivo que é executado é introduzido e a soft key [DF-DNC] é pressionada.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. Nº. o nome do arquivo arbitrário é exibido no topo da tela da operação DNC (cartão de memória). 449 . (1) Mude para o modo RMT.

O número do arquivo é especificado no endereço P. Formato normal M198 Pffff ∆∆∆∆ .2 Chamada de Subprograma (M198) Formato Se for executado o bloco seguinte de um programa armazenado na memória CNC.2.10.º 6030. M198 é executado como um código M normal. Pode ser usado um código M diferente para a chamada do subprograma. Neste caso.4. Se o bit SBP (bit 2) do parâmetro nº 3404 estiver colocado em 1. Número do ficheiro de repetição Número de um arquivo no cartão de memória Instrução de chamada do cartão de memória Explicação Podem ser usados os formatos 1 e 2. Formato de fita FS15 M198 Pffff L∆∆∆∆ . dependendo da definição do parâmetro n. NOTA Coloque antecipadamente o sinal 4 no bit do parâmetro Nº 0020 na tela de especificação. 450 . é chamado um arquivo de subprograma do cartão de memória. 1. Número de um arquivo no cartão de memória Número de repetições Instrução de chamada do cartão de memória 2. pode ser especificado o número do programa. Se o número de arquivo for especificado no endereço P. Fxxxx é indicado em vez de Oxxxx. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 4.

451 . seguindo o procedimento descrito mais à frente.4 Parâmetro 0138 #7 DNM #6 #5 #4 #3 #2 #1 #0 [Tipo de dados] Bit #7 (DNM) A função de operação DNC com cartão de memória é 0 : desativar. 1. O arquivo da operação DNC pode voltar a ser selecionado após nova energização.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 4. entre outros. 4. Insira o cartão de memória na patilha de fixação na direção indicada pela seta. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA 4.10. para evitar que o cartão de desconete ou fique conetado de modo deficiente devido às vibrações durante a operação ou qualquer outra razão.10.Inserção do cartão de memória na patilha de fixação Fixe o cartão neste ponto. 4.3 Limitação e Notas (1) O cartão de memória não pode ser acedido através da visualização da lista do cartão de memória.10. (3) Não remova e insira o cartão de memória durante a operação DNC com cartão de memória. Fixe o cartão de memória na patilha de fixação. (5) Quando a função é usada. (4) Não é possível chamar um programa do cartão de memória a partir do programa da operação DNC. durante a operação DNC com o cartão de memória. fixe o cartão de memória. (2) A seleção do arquivo da operação DNC que é definida na tela de OPERAÇÃO DNC é apagada ao ligar e desligar a fonte de alimentação de energia. 1 : ativar.5 Procedimento para Fixar o Cartão de Memória Siga o procedimento abaixo para fixar o cartão de memória.

Aperte o parafuso da patilha para fixar o cartão de memória. 452 .4. Desaperte o parafuso da patilha de fixação e insira o cartão de memória na porta PCMCIA com a garra da patilha de fixação elevada. Alinhe a garra com a ranhura. Alinhe a garra da patilha de fixação com a ranhura da porta PCMCIA e empurre a patilha na direção indicada pela seta.Inserção do cartão na porta PCMCIA. Fixe o cartão. OPERAÇÃO AUTOMÁTICA OPERAÇÃO B-64114PO/01 2. apertando o parafuso. Empurre a patilha para a direita.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 5. antes do início da usinagem. se esta é executada de acordo com o especificado no programa criado. Override da Velocidade de Avanço 3. Funcionamento em Vazio 5. Bloco Único 453 . Override do Deslocamento Rápido 4. OPERAÇÃO DE TESTE 5 OPERAÇÃO DE TESTE As funções indicadas a seguir são utilizadas para verificar. 1. Bloqueio da Máquina e Bloqueio da Função Auxiliar 2.

e o bloqueio nos eixos especificados. como se a ferramenta se deslocasse. Encontra-se também disponível o bloqueio da função auxiliar. pressione os botões de bloqueio da máquina para os eixos ao longo dos quais deve ser ativada a parada da ferramenta. A ferramenta não se desloca. mas a posição ao longo de cada eixo muda na tela. existente no painel do operador. que interrompe o movimento apenas ao longo dos eixos especificados. AVISO A relação da posição entre as coordenadas da peça e as coordenadas da máquina pode ser diferente antes e após a operação automática com bloqueio da máquina.1 Bloqueio da máquina Procedimento para o Bloqueio da Máquina e Bloqueio da Função Auxiliar D Bloqueio da Máquina Pressione o botão de bloqueio da máquina. Fig. que desativa os comandos M. que interrompe o movimento ao longo de todos os eixos. Neste caso. 454 . consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Em tais máquinas. Os códigos M. 5. Para mais informações sobre o bloqueio da função auxiliar. Há dois tipos de bloqueio da máquina: O bloqueio de todos os eixos. existente no painel do operador. Algumas máquinas possuem um botão de bloqueio da máquina para cada eixo. mas a posição ao longo de cada eixo muda na tela. Para mais informações sobre o bloqueio da máquina. OPERAÇÃO DE TESTE OPERAÇÃO B-64114PO/01 5.1 BLOQUEIO DA MÁQUINA E BLOQUEIO DA FUNÇÃO AUXILIAR Utilize o bloqueio da máquina para mostrar a alteração da posição sem deslocar a ferramenta. S e T e B (2ª função auxiliar) para controlar um programa juntamente com o bloqueio da máquina.5. especifique o sistema de coordenadas da peça através de um comando de especificação de coordenadas ou do retorno manual ao ponto de referência. MDI X Z Ferramenta Peça A ferramenta não se desloca. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. S e T são desativados e não podem ser executados. D Bloqueio da Função Auxiliar Pressione o botão de bloqueio da função auxiliar.

OPERAÇÃO DE TESTE Restrições D Comando M. T somente no bloqueio da máquina D Retorno ao ponto de referência sob bloqueio da máquina D Códigos M não bloqueados através do bloqueio da função auxiliar Os comandos M. M98. Quando um comando G27. M01. 6071 a 6079) e os códigos M que se destinam à chamada de macros de usuário (parâmetros nº 6080 a 6089) também podem ser executados. mas a ferramenta não se desloca para o ponto de referência e o LED de retorno ao ponto de referência não acende. Os comandos M00. M30. G28 ou G30 é emitido no estado de bloqueio da máquina. M99 e M198 (chamada de subprograma) são executados mesmo que a máquina se encontre no estado de bloqueio da função auxiliar.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 5. S. S e T são executados apenas no estado de bloqueio da máquina. Os códigos M de chamada de subprograma (parâmetros nº. M02. o comando é aceito. 455 .

5. na porcentagem (%) desejada antes. Por exemplo. a faixa depende das especificações do fabricante da máquina-ferramenta. a ferramenta desloca-se a 50 mm/min se o botão de correção for colocado em 50%. Nas máquinas individuais.2 Override da velocidade de avanço Procedimento para Override da Velocidade de Avanço Coloque o botão rotativo para override da velocidade de avanço. 0 200 OVERRIDE DA VELOCIDADEDE AVANÇO EM MODO JOG Restrições D Faixa de Override O override que pode ser especificado vai de 0 a 254%. existente no painel de operação da máquina. Fig. Durante a abertura de rosca. OPERAÇÃO DE TESTE OPERAÇÃO B-64114PO/01 5. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Esta função é usada para controlar um programa. a operação automática. D Override durante a abertura de rosca 456 . o override é ignorado e a velocidade de avanço mantém-se como especificado através do programa. Em algumas máquinas. 5. Para mais informações sobre o override da velocidade de avanço. Velocidade de avanço 100 mm/min (programada) Velocidade de avanço: 50 mm/min após o override da velocidade de avanço Peça Ferramenta Controle a usinagem através da alteração do valor da velocidade de avanço especificado no programa. é usado o mesmo botão para a correção da velocidade de avanço e para a velocidade de avanço manual contínuo.2 OVERRIDE DA VELOCIDADE DE AVANÇO A velocidade de avanço programada pode ser diminuída ou aumentada através de uma porcentagem (%) selecionada com o botão rotativo de override. mesmo que esteja indicada no programa uma velocidade de avanço de 100 mm/min. ou durante.

F0 é definido por um parâmetro (nº 1421). G28 e G30.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 5. O override do deslocamento rápido pode ser aplicado a cada um deles. 5) Deslocamento rápido do retorno manual ao ponto de referência. durante o deslocamento rápido. 457 .3 Override do deslocamento rápido Procedimento para Override do Deslocamento Rápido Selecione uma das quatro velocidades de avanço com a chave de override do deslocamento rápido. 50% e 100%). 25%. 5. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. 1) Deslocamento rápido através de G00. Para mais informações sobre override do deslocamento rápido. Velocidade de deslocamento rápido: 10m/min Override 50% 5m/min Fig. LOW 25 50 100 Override do deslocamento rápido Explicação Encontram-se disponíveis os seguintes tipos de deslocamento rápido. 2) Deslocamento rápido durante um ciclo fixo. 4) Deslocamento rápido manual. 3) Deslocamento rápido em G27. OPERAÇÃO DE TESTE 5.3 OVERRIDE DO DESLOCAMENTO RÁPIDO Na velocidade de deslocamento rápido pode ser aplicado um override de quatro passos (F0.

1410 JV: Override da velocidade de avanço em modo jog *1) Velocidade de funcionamento em vazio x JV. . Velocidade de deslocamento rápido se o parâmetro RDR for 0. . A ferramenta desloca-se à velocidade de avanço especificada em um parâmetro. . Esta função é utilizada para controlar o movimento da ferramenta no estado em que a peça é retirada da mesa. . . . Tal como mostrado na tabela abaixo. . . . . se o parâmetro RDR (bit 6 do nº. *2) Fixada à velocidade máxima de avanço de corte JVmax: Valor máximo do override da velocidade de avanço em 458 . . .5. .4 Funcionamento em vazio Procedimento para o Funcionamento em Vazio Pressione a chave do funcionamento em vazio no painel de operação da máquina. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. 5. Para mais informações sobre o funcionamento em vazio. 1420 Velocidade de funcionamento em vazio . . . . A chave de deslocamento rápido também pode ser usada para alterar a velocidade de avanço. durante a operação automática. . . . . . . . . definição através do parâmetro nº. 1401) estiver colocado em 1. Chave do des. a velocidade do funcionamento em vazio muda de acordo com a chave de deslocamento rápido e os parâmetros. definição através do parâmetro nº.Comando do programa locamento Deslocamento rápido rápido ON Velocidade de deslocamento rápido OFF Velocidade do funcionamento em vazio×JV ou velocidade de deslocamento rápido *1) Avanço Velocidade de avanço no funcionamento vazio×JVmax *2) Velocidade do funcionamento em vazio×JV Explicação D Velocidade de funcionamento em vazio BLOCO ÚNICO TESTE DE FUNCIONAMENTO EM VAZIO OPT STOP BLOQUEIO MST SALTO DE BLOCO TRAB LIGHT BLOQUEIO MC Velocidade máxima de avanço de corte . . . OPERAÇÃO DE TESTE OPERAÇÃO B-64114PO/01 5. Ferramenta Placa de fixação Fig. 1422 Velocidade de de slocamento rápido . . .4 FUNCIONAMENTO EM VAZIO A ferramenta é deslocada à velocidade de avanço especificada através de um parâmetro. . . definição através do parâmetro nº. . independentemente da velocidade de avanço especificada no programa. .

Para mais informações sobre a execução de um único bloco. A execução do programa é interrompida após a execução do bloco atual. OPERAÇÃO DE TESTE 5. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 5. Início de ciclo Ferra menta Parada Parada Início de ciclo Início de ciclo Início de ciclo Parada Parada Peça Bloco único Procedimento para o Bloco Único 1 Pressione a chave de bloco único no painel de operação da máquina. a ferramenta pára após a execução de um único bloco no programa. Se o botão de início de ciclo for pressionado no modo bloco a bloco. A ferramenta pára após a execução do bloco. 459 . Controle o programa no modo bloco a bloco através da execução individual de cada bloco. 2 Pressione o botão de início de ciclo para executar o bloco seguinte.5 BLOCO ÚNICO Pressione a chave de bloco único para iniciar o modo bloco a bloco.

3 3 2 2 Após o término de 4 é execut-ada uma parada. S : Bloco único Deslocamento rápido Avanço de corte lG90 (Ciclo de torneamento externo/interno) lG92 (Ciclo de abertura de rosca) Explicação O caminho da Ciclo de corte direito Ciclo de corte cónico ferramenta 1 S S aerado 4 é 4 4 consid como 1 1 3 3 um ciclo. Fig.5. 5 a 8. Após o término de 7 é executada uma parada. Caminho da ferramenta Ciclo de corte da superfície final reta 1 2 3 4 S Ciclo de corte da superfície final cónica S 1 2 4 3 lG94 (Ciclo de torneamento da superfície final) O caminho da ferramenta 1 a 4 é considerado como um ciclo. Num ciclo fixo. Após o término de cada ciclo é executada uma parada. 5. Ciclo de abertura de rosca Ciclo de abertura de rosca reta cónica O caminho da S S ferramenta 1 a 4 4 4 é considerado 1 1 como um ciclo. OPERAÇÃO DE TESTE OPERAÇÃO B-64114PO/01 Explicação D Retorno ao ponto de referência e bloco único D Bloco único durante um ciclo fixo Se forem indicados os códigos G28 a G30. 13 a 16 e 17 a 20 é considerado como um ciclo. G72 é idêntico. a função de bloco único é eficaz no ponto intermediário. Cada caminho da ferramenta 1 a 4. 9 a 12. O caminho da ferramenta 1 a 7 é considerado como um ciclo. Após o término de 4 é execut-ada uma parada. os pontos de parada de bloco único são os seguintes. Após 2 2 o término de 4 é executada uma parada. lG70 (Ciclo de acabamento) 7 6 5 4 3 2 1 S lG71 (Ciclo de usinagem grosseira da superfície exterior) G72 (Ciclo de usinagem grosseira da superfície final) 4 3 7 11 19 15 20 8 12 16 2 6 5 10 14 18 S 1 9 13 17 Esta figura mostra o caso de G71.5 Bloco único durante o ciclo fixo (1/2) 460 .

a parada de bloco único é executada em um bloco com um comando M98P_ ou M99. G75 é idêntico. M99..5 Bloco único durante o ciclo fixo (2/2) D Chamada do subprograma e bloco único A parada de bloco único não é executada em um bloco contendo M98P_. 5. Após o término de 10 é executada uma parada.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 5. Contudo. lG76 (Repetição do ciclo de abertura de rosca) 3 2 S 1 4 Fig. N ou P. OPERAÇÃO DE TESTE Deslocamento rápido Avanço de corte S : Parada de bloco único Caminho da ferramenta lG73 (Ciclo de corte de loop fechado) 6 5 4 3 2 1 S Explicação O caminho da ferramenta 1 a 6 é considerado como um ciclo. O caminho da ferramenta 1 a 10 é considerado como um ciclo. O caminho da ferramenta 1 a 4 é considerado como um ciclo. Após o término de 10 é executada uma parada. se esse bloco incluir um endereço diferente de O. Após o término de 4 é executada uma parada. lG74 (Ciclo de corte da superfície final) G75 (Ciclo de corte da superfície exterior/interior) 9 8 7 10 5 6 4 3 2 1 S Esta figura mostra o caso de G74. ou G65. 461 .

462 .6. Este capítulo descreve a parada de emergência. FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 6 FUNÇÕES DE SEGURANÇA Para parar imediatamente a máquina por questões de segurança. Para evitar que a ferramenta ultrapasse o fim de curso. o controle de ultrapassagem e o controle de curso. estão disponíveis as funções de Controle de ultrapassagem e Controle de curso. pressione o botão Parada de emergência.

Embora varie em função do fabricante da máquina-ferramenta. As causas do problema devem ser eliminadas antes de liberar o botão. 463 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 6.1 PARADA DE EMERGÊNCIA Se o botão Parada de emergência do painel de operação da máquina for pressionado. Explicação A PARADA DE EMERGÊNCIA interrompe a passagem de corrente para o motor. 6.1 Parada de emergência Este botão bloqueia quando pressionado. o botão pode ser geralmente destravado através de rotação. Vermelho PARADA DE EMERGÊNCIA Fig. a máquina pára imediatamente. FUNÇÕES DE SEGURANÇA 6.

esta é ativada. a ferramenta é desacelerada e parada ao longo de todos os eixos e é mostrado um alarme de ultrapassagem de curso. A ferramenta ultrapassou o limite de curso ao longo do eixo n negativo (n: 1 a 4).2 ULTRAPASSAGEM DE CURSO Quando a ferramenta tenta deslocar-se para além do fim de curso definido através da chave de fim de curso da máquina.6. D ALARME Nº 506 507 Mensagem Ultrapassagem: +n Ultrapassagem: --n Descrição A ferramenta ultrapassou o limite de curso ao longo do eixo n positivo (n: 1 a 4). Desaceleração e parada Y X Fim de curso Chave fim de curso Fig. a ferramenta é desacelerada e parada apenas ao longo do eixo no qual atingiu uma chave de fim de curso. Para mais informações sobre a operação. A ferramenta continua a mover-se ao longo dos outros eixos. Pressione a tecla de reset para efetuar um reset do alarme depois de colocar manualmente a ferramenta no sentido seguro. 6.2 Ultrapassagem de curso Explicação D Ultrapassagem de curso durante a operação automática D Ultrapassagem de curso durante a operação manual D Liberar a ultrapassagem de curso Se a ferramenta atingir uma chave de fim de curso ao longo de um eixo. provoca a desaceleração e parada da ferramenta e é gerada uma mensagem de ULTRAPASSAGEM DE CURSO. FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 6. 464 . durante a operação automática. Na operação manual. consulte o manual de operação fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.

é mostrada uma mensagem de alarme e a ferramenta é desacelerada e parada. 1327).3 (a) Controle de curso Se a ferramenta ultrapassar um limite de curso armazenado. A área situada fora dos limites definidos é uma área interdita. Limite de curso armazenado 3 Limite de curso armazenado 2 Limite de curso armazenado 1 : Área interdita à ferramenta Fig. Explicação D Controle do curso armazenado 1 Os limites são definidos através dos parâmetros (nº 1320. A área situada dentro ou fora do limite pode ser definida como área interdita. e G23. G23) 465 . Se a ferramenta entrar em uma área interdita e for acionado um alarme.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 6. 1323) ou através de comandos. O fabricante da máquina-ferramenta define geralmente esta área como o curso máximo. O comando a seguir cria ou altera a área interdita: D Controle de curso armazenado 2 (G22. 1321 ou nº 1326.3 CONTROLE DO CURSO ARMAZENADO Com as chaves de controle de curso armazenado 1. Cada um de G22. o comando G22 impede que a ferramenta entre na área interdita e o comando G23 permite que a ferramenta entre na área interdita. deve ser programado independentemente de outros comandos em um bloco. através do parâmetro OUT (nº 1300#0). 2 e 3 podem ser especificadas três áreas em que a ferramenta não pode entrar. Os limites são definidos através dos parâmetros (nº 1322. No caso de um programa. FUNÇÕES DE SEGURANÇA 6. ela pode ser deslocada no sentido inverso àquele em que se movia. 6.

com os dois pontos como vértices. Quando a área interdita X1. K) X>I. Corresponde a 2000 incrementos menores de comando quando a velocidade de avanço é 15 m/min. a área é definida como um retângulo.3 (c) Criação ou alteração da área interdita através de parâmetros No controle de curso armazenado 2. Corresponde a 2000 incrementos menores de comando quando a velocidade de avanço é 15 m/min. A (X. 1323). no menor incremento de comando (Incremento de saída) Se a área interdita XZIK for definida através do comando G22. 466 . X2 e Z2 é definida através dos parâmetros (nº 1322. Z1>Z2 X1 --X2> ζ Z1 --Z2> ζ ζ é a distância que a ferramenta percorre em 8 ms. A área dentro do limite torna-se a área interdita. 6. especificar os dados através da distância até o ponto de referência no menor incremento de entrada (Incremento de entrada. 6. Fig. terão de ser igualmente definidos os pontos A e B na figura abaixo. os dados devem ser especificados em função da distância do ponto de referência. FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 G 22X_Z_I_K_. Fig. Z1.3 (b) Criação ou alteração da área interdita através de um programa Se a área for definida através de parâmetros. A(X1.Z1) B(X2.Z2) X1>X 2 .6.) Os dados programados serão então convertidos em valores numéricos no menor incremento de comando. D Controle de curso armazenado 3 Defina o limite com os parâmetros nº 1324 e 1325.Z>K X--I>ζ Z--K>ζ ζ é a distância que a ferramenta percorre em 8 ms. Z) B (I. mesmo que se troque a ordem dos valores das coordenadas dos dois pontos. e os valores são definidos como parâmetros.

Se o ponto C (o topo da ferramenta) for controlado.3 (e) Definição da sobreposição de áreas interditas Os limites desnecessários devem ser definidos para além do curso da máquina. FUNÇÕES DE SEGURANÇA D Ponto de controle da área interdita A definição de parâmetros ou o valor programado (X. a distância “c” deverá ser definida como os dados para a função de limite de curso armazenado. será acionado imediatamente um alarme. I e K) dependem da parte da ferramenta ou do suporte da ferramenta verificada para introdução na área interdita.3 (d) Definição da área interdita D Sobreposição da área interdita As áreas interditas podem ser sobrepostas. pressione o botão de parada de emergência para liberar a condição interdita e mover a ferramenta para fora da área interdita no modo G23. d D c C Limite da área Posição da ferramenta após retorno ao ponto de referência Fig. como mostra a fig. 6. Se após a energização o ponto de referência se encontrar na área interdita de cada limite.3 (d). D Tempo efetivo para uma área interdita Os limites são ativados depois da energização e da execução do retorno manual ao ponto de referência ou do retorno automático ao ponto de referência através de G28. 6. 467 D Liberação de alarmes . Se for controlado o ponto D (a placa de fixação da ferramenta). corrija-a e realize novamente o retorno ao ponto de referência. deve ser definida a distância “d”. (Só no modo G22 para o limite de curso armazenado 2). Quando a ferramenta tiver ficado imobilizada na área interdita. Z. de seguida.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 6. Fig. se a definição estiver errada. Confirme a posição de controle (o topo da ferramenta ou a placa de fixação da ferramenta) antes de programar a área interdita. 6.

todas as áreas são movíveis. A ferramenta ultrapassou o limite de curso armazenado 3 no eixo n (1--4). L (mm). D Determinação do tempo para mostrar um alarme ALARME Número 500 501 502 503 504 505 Mensagem ULTRAPASSAGEM: +n ULTRAPASSAGEM: --n ULTRAPASSAGEM: +n ULTRAPASSAGEM: --n ULTRAPASSAGEM: +n ULTRAPASSAGEM: --n Conteúdo A ferramenta ultrapassou o limite de curso armazenado 1 no eixo n (1--4). todas as áreas são interditas.6. sucede o seguinte: (1) Se a área interdita for interna. em sentido +. NOTA Se os dois pontos a definir durante a especificação da área interdita forem idênticos. em sentido +. do limite de curso armazenado é obtido através da seguinte expressão: L (mm) = F/7500 A ferramenta entra na área interdita especificada em função de L (mm). O parâmetro BFA (bit 7 do nº 1300) determina se um alarme é mostrado imediatamente antes da ferramenta entrar na área interdita ou imediatamente após a entrada nessa mesma área. 468 . Nesse caso. Ultrapassou o limite de curso armazenado 3 no enésimo eixo (1--4) −. o valor máximo de overrun. (2) Se a área interdita for externa. Ultrapassou o limite de curso armazenado 1 no enésimo eixo (1--4) −. FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Mudança de G23 para G22 em uma área interdita Quando G23 é mudado para G22 na área interdita. sucede o seguinte: (1)Se a área interdita for o controle de curso armazenado 1. a ferramenta não entrará na área interdita. D Valor de overrun do limite de curso armazenado Se a velocidade máxima de deslocamento rápido for F (mm/min). o alarme é acionado imediatamente. Ultrapassou o limite de curso armazenado 2 no enésimo eixo (1--4) −. O bit 7 (BFA) do parâmetro nº 1300 pode ser usado para parar a ferramenta quando esta atinge um ponto L mm antes da área especificada. (2)Se a área interdita for o controle de curso armazenado 2 ou o controle de curso armazenado 3. A ferramenta ultrapassou o limite de curso armazenado 2 no eixo n (1--4). em sentido +. o alarme é acionado no movimento seguinte.

Se a ponta da ferramenta entrar na área definida durante uma operação de usinagem. FUNÇÕES DE SEGURANÇA 6. A ferramenta pode ser retirada da área somente através da respectiva retração no sentido oposto àquele em que entrou na referida área. pressione a soft key para seleção de capítulo [BARREIRA].W ][ ][ BARREIRA ][ (OPRC) ] 469 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 6. esta função provoca a paragem da ferramenta e transmite uma mensagem de alarme. Em seguida. de acordo com os formatos da placa de fixação e do cabeçote móvel. Especificação das barreiras da placa de fixação e do cabeçote móvel D Especificação dos formatos da placa de fixação e do cabeçote móvel 1 Pressione a tecla .000 >_ MDI **** *** *** 14:46:09 [ ][ FUSO. Tela de especificação da barreira da placa de fixação BARREIRA (PLACA DE FIXAÇÃO) * W1 W L CZ L1 CX O0000 N00000 TY=0(0:IN.000 -100.000 Z 50.000 L1= 25. Especifique uma área interdita à ferramenta (área de entrada bloqueada).000 POSICAO ATUAL (ABSOLUTA) X 200.000 W = 60.1:OUT) L = 50.000 CX= CZ= 200. 3 A tecla de mudança de página permite alternar entre a tela de especificação da barreira da placa de fixação e a tela de especificação da barreira do cabeçote móvel.4 BARREIRAS DA PLACA DE FIXAÇÃO E DO BARREIRA DO CABEÇOTE MÓVEL A função da barreira do cabeçote móvel e da placa de fixação evita quaisquer danos na máquina ao verificar se a ponta da ferramenta colide com a placa de fixação ou o cabeçote móvel.000 W1= 30. 2 Pressione a tecla . Poderá utilizar para o efeito a tela especial de definição.

000 100.000 50. valor acrescentado é adicionado ao valor atual. FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 Tela de especificação da barreira do cabeçote móvel BARREIRA (CABEÇOTE MÓVEL) X L1 /D3 / / TZ * /D3 L2 D2 Z D1 D L O0000 N00000 L = D = L1= D1= L2= D2= D3= TZ= Z 100. a área definida deverá ser um pouco maior do que a área determinada. CUIDADO Defina o modo G23 antes de tentar especificar os formatos da placa de fixação e do cabeçote móvel. é calculada de acordo com a seguinte equação. O valor está especificado. CZ e TZ não podem ser definidos através da soft key [DEF]. L = (velocidade de deslocamento rapido) × 1 7500 470 . Assim. a ferramenta deixará. Se a soft key [+ENTRADA] for pressionada depois de ter sido introduzido um determinado valor. a soft key [ENTRADA]. Exemplo) Se a ponta da ferramenta entrar na área de entrada bloqueada durante a usinagem. Se uma ferramenta com um corretor diferente de 0 for deslocada manualmente para a posição desejada sem aplicação de compensação. em seguida. Desloque manualmente a ferramenta para a posição desejada e pressione em seguida a soft key [DEF] para especificar a(s) coordenada(s) da ferramenta no sistema de coordenadas da peça.000 30.000 50.6.000 50. Visto que o sistema da máquina pode provocar uma parada somente com um pequeno atraso em relação à parada do CNC. Por exemplo. baseada na velocidade de deslocamento rápido. introduza o valor correspondente e pressione.000 POSICAO ATUAL (ABSOLUTA) X 200. na verdade.000 50. Os formatos da placa de fixação e do cabeçote móvel podem ser definidos através dos parâmetros nº 1330 a 1345. esta deverá ser definida no sistema de coordenadas especificado. ambos da tela de especificação da barreira da placa de fixação. Os elementos diferentes de CX. pelo que a nova especificação corresponderá à soma dos dois valores. Os elementos CX e CZ. esta função provoca a parada do movimento da ferramenta e a transmissão de uma mensagem de alarme.000 100. a área definida deverá ter o limite de 2 mm para além da área determinada.000 200. A distância entre os limites destas duas áreas.000 >_ MDI **** *** *** 14:46:09 [ ENTRADA ][ +ENTRADA ][ DEF ][ ][ ] 4 Coloque o cursor sobre cada elemento que define o formato da placa de fixação ou do cabeçote móvel. e o elemento TZ da tela de especificação do cabeçote móvel podem ser especificados de outra forma. e por questões de segurança. L. de se deslocar em um ponto dentro dos limites especificados. se a velocidade de deslocamento rápido for de 15 m/min.

os sinais PMC são usados para ativar ou desativar a área de especificação do cabeçote móvel. Contudo. Se o cabeçote móvel for deslocado de novo em direção à peça ou afastado dela através das funções miscelânea. é necessário determinar a relação entre a posição da máquina e a do detector da posição absoluta.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 6. No entanto. G23 poderá ser utilizado se o mesmo for definido no bit 7 do parâmetro nº 3402. A especificação de G23 (limite de curso armazenado OFF) desativa essa mesma função. Código Sinal de barreira do G cabeçote móvel G22 G23 0 1 Sem relação D G22. a área de entrada bloqueada do cabeçote móvel pode ser desativada através de um sinal de barreira do cabeçote móvel. Mesmo que G22 seja especificado. Explicações D Definição do formato da barreira da placa de fixação D Placa de fixação prendendo a superfície externa de uma ferramenta X L A L1 W W1 CX W L1 Z CZ Origem do sistema de coordenadas da peça D Placa de fixação prendendo a superfície interna de uma ferramenta X L A W1 CX CZ Z Origem do sistema de coordenadas da peça Nota) As áreas tracejadas representam áreas de entrada bloqueada. as áreas de entrada bloqueada para a placa de fixação e o cabeçote móvel são ativadas. 1 Se G22 (limite de curso armazenado ON) for especificado após o retorno ao ponto de referência. O retorno ao ponto de referência nem sempre necessita ser executado se estiver disponível um detector da posição absoluta. A função da barreira do cabeçote móvel da placa de fixação é ativada somente após o término do retorno ao ponto de referência na seqüência da energização. G23 Barreira da placa de fixação Ativo Ativo Desativado Barreira do cabeçote móvel Ativo Desativado Desativado G22 é geralmente selecionado quando se procede à energização. 471 . FUNÇÕES DE SEGURANÇA D Retorno ao ponto de referência 1 Retorne a ferramenta ao ponto de referência ao longo dos eixos X e Z.

CZ: Especificam as coordenadas da posição de uma placa de fixação. esta deve ser igualmente utilizada para a introdução de dados relativos ao eixo. Se for utilizada a programação do raio para o eixo Z.0001 mm 0. Quando é utilizada a programação do diâmetro para o eixo. L1.6.001 mm 0. ponto A. Estas coordenadas não são as mesmas do sistema de coordenadas da máquina. AVISO Especifique sempre W e W1 para o raio. A especificação de 1 permite selecionar uma placa de fixação que prende a superfície externa de uma ferramenta. IS ---C 0.00001 pol. Considera-se que uma placa de fixação é simétrica ao respectivo eixo Z.0001 mm 0. CX. A Tabela 2 apresenta as unidades usadas para especificar os dados. no sistema de coordenadas da peça. A especificação de 0 permite selecionar uma placa de fixação que prende a superfície interna de uma ferramenta. W1: Definem o formato de uma placa de fixação. 1: Prendendo a superfície externa de uma ferramenta) Posição da placa de fixação (ao longo do eixo X) Posição da placa de fixação (ao longo do eixo Z) Comprimento dos mordentes Profundidade dos mordentes (raio) Amplitude de fixação dos mordentes Profundidade de fixação dos mordentes (raio) TY : Seleciona um tipo de placa de fixação baseado no formato. especifique L e L1 no raio.001 mm Entrada em 0.0001 pol. Tabela 1 Unidades Sistema incremental Unidade de dados IS ---B IS ---C 0.0001 pol. A Tabela 1 apresenta as unidades usadas para especificar os dados.00001 pol. FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 Símbolo TY CX CZ L W L1 W1 Descrição Seleção do formato da placa de fixação (0: Prendendo a superfície interna de uma ferramenta. polegadas L. AVISO O sistema de programação é determinado pela programação do diâmetro ou pela programação do raio usada para o eixo. Faixa de dados ad admissível -99999999 a +99999999 -99999999 a +99999999 472 . W. Tabela 2 Unidades Sistema incremental Entrada em mm Entrada em polegadas Unidade de dados IS ---B 0. Faixa de dados ad admissível -99999999 a +99999999 -99999999 a +99999999 Entrada em mm 0.

ponto B. A Tabela 3 apresenta as unidades usadas para especificar os dados. D2. Se for utilizada a programação do raio para o eixo Z. FUNÇÕES DE SEGURANÇA D Definição do formato da barreira do cabeçote móvel TZ L2 Peça B D3 Origem do sistema de coordenadas da peça D2 D1 L1 L D Z Símbolo TZ L D L1 D1 L2 D2 D3 Descrição Posição do cabeçote móvel (ao longo do eixo Z) Comprimento do cabeçote móvel Diâmetro do cabeçote móvel Comprimento do cabeçote móvel (1) Diâmetro do cabeçote móvel (1) Comprimento do cabeçote móvel (2) Diâmetro do cabeçote móvel (2) Diâmetro do cabeçote móvel (3) TZ : Especifica a coordenada Z da posição da placa de fixação. Considera-se que um cabeçote móvel é simétrico ao respectivo eixo Z. polegadas L. A Tabela 4 apresenta as unidades usadas para especificar os dados.0001 mm 0. AVISO O sistema de programação é determinado pela programação do diâmetro ou pela programação do raio usada para o eixo Z. AVISO Especifique sempre D. Faixa de dados admissível -99999999 a +99999999 -99999999 a +99999999 Entrada em mm 0. especifique L.0001 pol. L1 e L2 no raio. D3: Definem o formato de um cabeçote móvel.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 6. Tabela 3 Unidades Sistema incremental Unidade de dados IS ---B IS ---C 0. Estas coordenadas não são as mesmas do sistema de coordenadas da máquina. 473 .001 mm Entrada em 0. no sistema de coordenadas da peça.00001 pol. D1. D1. D. L1. D2 e D3 na programação do diâmetro. L2.

efetuando em seguida o reset do sistema para liberar o alarme. A área de entrada bloqueada é definida em relação à ponta. como mostrado abaixo. D Definição da área de entrada bloqueada para a ponta do cabeçote móvel A ponta do cabeçote móvel tem um ângulo de 60 graus. a ferramenta pode ser deslocada somente no sentido oposto àquele em que entrou na área. Se a ferramenta entrar na área de entrada bloqueada e for ativado um alarme. D D2 < D3 nas definições do formato do cabeçote móvel. FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 Tabela 4 Unidades Sistema incremental Unidade de dados IS ---B IS ---C 0. A ferramenta não pode ser deslocada no mesmo sentido (para dentro da área) em que se movia quando entrou na área. Por fim.0001 mm Faixa de dados ad admissível -99999999 a +99999999 -99999999 a +99999999 Entrada em mm 0.00001 pol. Se as áreas de entrada bloqueada para a placa de fixação e o cabeçote móvel estiverem ativadas e a ferramenta já se encontrar dentro dessas areas.6. poderá não ser possível ativá-la. Evite introduzir as seguintes definições: D L < L1 ou W < W1 nas definições do formato da placa de fixação. D Sobreposição das definições para a placa de fixação e para o cabeçote móvel. No modo manual. faça o reset do sistema para liberar o alarme e retraia a ferramenta.001 mm Entrada em 0. D Retração da área de entrada bloqueada 474 . assumindo um ângulo de 90 graus. volte a instalar as definições originais. 90° 60° Limitações D Definição correta de uma área de entrada bloqueada Se uma área de entrada bloqueada for incorretamente definida. retraia manualmente a ferramenta. Se não for possível retrair a ferramenta. mude para o modo manual. em seguida. será ativado um alarme assim que a ferramenta se deslocar. polegadas 0. altere a definição das áreas de entrada bloqueada de modo que a ferramenta passe a estar posicionada fora dessas áreas.0001 pol.

ao longo do eixo Z. Se este sinal for 1. O limite de curso armazenado 2. Isto resulta num estado em que a ferramenta não pode ser retraída da área de entrada bloqueada. ao longo do eixo Z. retire manualmente a ferramenta da área. Note o seguinte: 1 Quando o sistema de coordenadas da peça é deslocado através de um comando ou operação. alteração da correção da ferramenta (compensação da geometria da ferramenta). ao longo do eixo X. alteração da correção relativa ao ponto de referência da peça. a barreira tem precedência sobre o limite de curso. G50 (G92 no sistema do código G do tipo B ou C) Operações: Interrupção por manivela. ao longo do eixo X. Número 502 Mensagem ULTRAPASSAGEM: +X ULTRAPASSAGEM: +Z 503 ULTRAPASSAGEM: --X ULTRAPASSAGEM: --Z Conteúdo A ferramenta entrou na área de entrada bloqueada durante o movimento em sentido positivo. Área de entrada bloqueada Sistema anterior de coordenadas da peça Área de entrada bloqueada Novo sistema de coordenadas da peça Sistema de coordenadas da máquina A utilização dos comandos e operações apresentados em seguida alterará o sistema de coordenadas da peça. A ferramenta entrou na área de entrada bloqueada durante o movimento em sentido negativo. a distância que a ferramenta percorre na operação manual não é considerada para as coordenadas da ferramenta no sistema de coordenadas da peça. A ferramenta entrou na área de entrada bloqueada durante o movimento em sentido negativo. G52. 3 Se tanto o limite de curso armazenado 2. coloque em 0 (ligado) o sinal absoluto manual. FUNÇÕES DE SEGURANÇA D Sistema de coordenadas A área de entrada bloqueada é definida através do sistema de coordenadas da peça. 3 como a função da barreira do cabeçote móvel da placa de fixação estiverem disponíveis. em seguida. D Limite de curso armazenado 2. operação manual com sinal absoluto manual desligado 2 Se a ferramenta entrar numa área de entrada bloqueada durante a operação automática. A ferramenta entrou na área de entrada bloqueada durante o movimento em sentido positivo. *ABSM. Comandos: G54 a G59. operação com bloqueio da máquina. Alarmes 475 . a área de entrada bloqueada é igualmente deslocada em função do mesmo valor. 3 é ignorado.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 6.

(Ver os exemplos a seguir. definida pelo limite de curso armazenado 1 ou 2 a Ponto inicial Ponto final A ferramenta é parada no ponto a. do movimento especificado por um determinado bloco. se a ferramenta entrar na área interdita definida pelo limite de curso armazenado 1. na operação automática. Contudo. definida pelo limite de curso armazenado 1 ou 2 Ponto final A ferramenta pára imediatamente após o início do movimento a partir do ponto inicial. estão dentro de uma área interdita. Neste caso. 2 ou 3. Se a ferramenta tiver entrado na área interdita. AVISO É verificado se as coordenadas do ponto final. definida por um limite de curso armazenado. 476 . alcançado como resultado do deslocamento ao longo da distância especificada em cada bloco. de acordo com o limite de curso armazenado 1 ou 2. é acionado um alarme.6. pára imediatamente após o início do movimento para o respectivo bloco e é mostrada uma mensagem de alarme. não é verificado o caminho. 2 ou 3. é controlada através da comparação da posição do ponto final com a posição atual da máquina e um percurso determinado. para permitir a execução de um controle de fim de curso antes desse movimento. uma possível entrada da ferramenta na área interdita.) Exemplo 1) Área interdita. definida pelo limite de curso armazenado 1. Área interdita.5 CONTROLE DE FIM DE CURSO ANTES DE EXECUTAR UM MOVIMENTO Antes da execução. FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 6.

definida pelo limite de curso armazenado 2. é ativado um alarme no ponto inicial de qualquer operação cujo ponto final se encontre dentro de uma área interdita. Explicações Se for efetuado um controle de fim de curso antes do movimento. na seqüência de um bloqueio de avanço.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 6. para permitir a execução de um controle de fim de curso antes desse movimento. definida pelo limite de curso armazenado 2 ou 3 a Ponto inicial A ferramenta é parada no ponto a. Área interdita. definida pelo limite de curso armazenado 2 ou 3 Ponto final A ferramenta pára imediatamente após o início do movimento a partir do ponto inicial. Se o limite de curso armazenado 2 estiver desativado (modo G23). Quando a execução de um bloco é reiniciada após intervenção manual. é ativado um alarme se o ponto de reinício estiver dentro da área interdita. pode utilizar-se NPC (bit 2 do parâmetro nº 1301) para determinar se deve ser feito um controle do movimento através do bloco G31 (salto) ou do bloco G37 (medição automática do comprimento da ferramenta). não é acionado qualquer alarme mesmo que o ponto final após uma intervenção manual esteja dentro de uma área interdita. não é feito qualquer controle para determinar se a ferramenta entra na área interdita. FUNÇÕES DE SEGURANÇA Exemplo 2) Ponto final Área interdita. Quando um programa é reiniciado. Limitações D Bloqueio da máquina D G23 Se for aplicado um bloqueio da máquina no início do movimento. 477 D Reinício do programa D Intervenção manual após bloqueio de avanço D Um bloco constituído por múltiplas operações . não é executado qualquer controle de fim de curso antes do movimento. de acordo com o limite de curso armazenado 1 ou 2. Se for executado um bloco constituído por várias operações (tais como: ciclo fixo e interpolação exponencial).

Durante a execução de um desenho (sem usinagem) não é efetuado qualquer controle. Corrija o programa. não é efetuado qualquer controle. Não é executado qualquer controle de um movimento baseado em um eixo controlado pelo PMC. No controle simples de sincronização. os eixos secundários não são verificados. FUNÇÕES DE SEGURANÇA OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Modo de interpolação cilíndrica D Modo de interpolação de coordenadas polares D Controle do eixo angular D Controle simples de sincronização D Desenho D Controle do eixo pelo PMC D Barreira da placa de fixação/do cabeçote móvel No modo de interpolação cilíndrica não é efetuado qualquer controle. No modo de interpolação de coordenadas polares não é efetuado qualquer controle. 507 ULTRAPASSAGEM: --n 478 . Se a opção de controle do eixo angular for selecionada. O controle de fim de curso efetuado antes do movimento revela que a posição de fim de bloco entra na área interdita para o limite de curso negativo ao longo do eixo n. ALARME Número 506 Mensagem ULTRAPASSAGEM: +n Conteúdo O controle de fim de curso efetuado antes do movimento revela que a posição de fim de bloco entra na área interdita para o limite de curso positivo ao longo do eixo n. apenas o eixo principal é verificado. Não é efetuado qualquer controle da área da barreira da placa de fixação/do cabeçote móvel (sistema de torno mecânico). Corrija o programa.6.

Neste caso. pode parecer que o sistema está parado. apesar de não ser indicado qualquer alarme. 479 . As causas dos alarmes são classificadas por números de alarme.O estado do sistema pode ser verificado através da função de autodiagnóstico. aparece no monitor a tela de alarme correspondente para indicar a causa do mesmo. Por vezes.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 7. É possível memorizar e indicar na tela um total de 50 alarmes anteriormente acionados (tela do histórico de alarmes). FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO 7 FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO Quando é acionado um alarme. é possível que o sistema esteja executando processamentos internos.

a tela de alarme não é apresentada.7. FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO OPERAÇÃO B-64114PO/01 7. 480 . é apresentado um ALM na parte inferior da tela. Em vez disso. 2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [ALARME]. PARÂMETRO (EIXO/UNID) 1001 1002 1003 1004 0 NFD 0 0 IPR 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 XIK 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 O1000 N00010 INM 0 0 DLZ JAX 0 0 0 ISC 0 0 0 >_ MEM * * * * * * * * * * PESQ NO ON:1 ALM OFF:0 S 08 : 41 : 27 +ENTRADA 0 T0000 ENTRADA Neste caso. a tela de alarme pode ser apresentada da seguinte forma: 1 Pressione a tecla de função . aparece a tela de alarme. MENSAGEM DE ALARME 100 510 417 417 0000 00000 ATIVADA ESCRITA DE PARAMETROS FIM DE CURSO :+X ALARME SERVO : PARAM DGTL EIXO X ALARME SERVO : PARAM DGTL EIXO Z MDI **** *** *** MSG ALM HISTOR 18 : 52 : 05 ALARME D Outro método para visualização de alarmes Por vezes.1 TELA DE ALARMES Explicações D Tela de alarmes Quando é acionado um alarme.

é visualizada a indicação “Alarme xxxBP/S” (sendo xxx um número de alarme). Para restabelecer o estado normal. 749 a 799 : Alarmes do fuso Nº. 400 a 499 : Alarmes servo (1/2) Nº. FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO D Reset do alarme Os números e as mensagens de alarme indicam as causas de alarme. 700 a 739 : Alarmes de sobreaquecimento Nº. 740 a 748 : Alarmes do rosqueamento rígido com macho Nº. Os códigos de erro estão classificados da seguinte forma: Nº. 900 a 999 : Alarmes do sistema Nº. 5000 a posteriores : Alarmes P/S (erros de programação) * Para os alarmes (nº 000 a 255) acionados em combinação com uma operação executada em segundo plano.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 7. Ver a lista de alarmes no anexo G para maiores informações sobre os alarmes. 350 a 399: : Alarmes do codificador de pulsos serial (SPC) Nº. Apenas um alarme BP/S é fornecido para o nº 140. 500 a 599 : Alarmes de ultrapassagem de curso Nº. elimine a causa do alarme e pressiona a tecla de reset. 000 a 255 : Alarme P/S (erros de programação) (*) Nº. 300 a 349 : Alarmes do codificador de pulsos absoluto (CPA) Nº. 600 a 699 : Alarmes servo (2/2) Nº. D Números dos alarmes 481 .

2 VISUALIZAÇÃO DO HISTÓRICO DE ALARMES É possível memorizar e indicar na tela os últimos 50 alarmes do CNC. HISTORICO DE O0100 N00001 ALARMES (1)97. O histórico de alarmes pode ser chamado da seguinte forma: Procedimento para Visualização do Histórico de Alarmes 1 Pressione a tecla de função .12 20:15:43 417 ALARME SERVO : :PARAM DGTL EIXO X ou MEM * * * * * * * * * * ALARME 19: 47 : 45 (OPRC) MSG HISTOR 482 . 4 Para apagar as informações memorizadas.01. São apresentadas as seguintes informações: (1) A data em que o alarme foi acionado (2)Alarme nº (3)Mensagem de alarme (alguns não contêm mensagem) (4)Número da página 3 Para mudar de página. FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO OPERAÇÃO B-64114PO/01 7. O histórico de alarmes é apresentado na tela.14 16:43:48 PAG. em seguida a tecla [APAGAR].=1 (4) (2)010 (3)CODIGO G INVALIDO 97.13 8:22:21 506 FIM DE CURSO : +X 97.01. utilize a tecla de mudança de página .7.01. pressione a soft key [(OPRC)] e. 2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [HISTOR].

Procedimento para Diagnóstico 1 Pressione a tecla de função .3 VERIFICAÇÃO ATRAVÉS DA TELA DE AUTODIAGNÓSTICO Por vezes. DIAGNOSTICO (GERAL) O0020 N00001 000 ESPERANDO SINAL FIN:0 001 MOVIMENTO :0 002 PAUSA :0 003 CONTROLE DA POSIÇÃO :0 004 OVERRIDE DA VELOCIDADE DE AVANÇO 0% :0 005 BLOQUEIO/PARTIDA BLOQUEADA :0 006 VERIFICAÇÃO DE VELOCIDADE DO FUSO 0 : >_ EDICAO **** *** *** PARAM DGNOS PMC 14: 51 : 55 SISTEMA (OPRC) 483 . através do teclado. Selecione a tela da seguinte forma: (1) Para mudar de página.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 7.Pressione [PESQ N]. FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO 7. é possível que o sistema esteja executando processamentos internos. O estado do sistema pode ser verificado através da tela de autodiagnóstico. utilize a tecla de mudança de página ou . (2) Seleção através de soft key . pode parecer que o sistema está parado. apesar de não ter sido acionado nenhum alarme. 2 Pressione a tecla de seleção de capítulo [DGNOS]. 3 A tela de diagnóstico possui mais de 1 página. . Neste caso.Introduza o número dos dados de diagnóstico a serem visualizados.

Aparece nos seguintes casos: (1)Reset externo ativado. S. reset externo. RRW. OFF PROCURA EXTERNA DE UM NÚMERO DE PROGRAMA Os números de diagnóstico de 020 a 025 indicam os estados de parada ou pausa da operação automática. A tabela seguinte apresenta uma lista dos estados internos. (3)Parada de emergência ativada.DE CORTE ACIMA/ABAIXO BOTAO RESET ON RESET E REBOB.3 (a) Visualização de alarmes para comandos que parecem não estar sendo executados Nº 000 001 002 003 004 005 006 010 011 012 MOVIMENTO PAUSA VERIFICACAO DA POSICAO BLOQUEIO/PARTIDA BLOQUEADA VERIF. (5)Tecla de reset do painel MDI acionada. FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO OPERAÇÃO B-64114PO/01 Explicações Os números de diagnóstico 000 a 015 indicam os estados.DA VELOCIDADE SOLICITADA ENVIANDO LENDO ESPERANDO PARA FIXAR OU LIBERAR Tela ESPERANDO SINAL FIN Estado interno quando o valor 1 é indicado na tela M. para os quais é indicado o valor 1 no lado direito de cada linha da tela. (Existem alarmes que não são apresentados. nos quais foi especificado um comando que aparentemente não está sendo executado. Tabela 7. (7)Ocorrência de outro alarme.3 (b): Telas de alarme em caso de parada ou pausa da operação automática. Tabela 7. reset & rebobinagem ou tecla de reset ativada no painel MDI Procura externa do número do programa OVERRIDE DA VELOCIDADE DE AVANÇO 0% Override do avanço de corte 0% 013 014 015 OVERRIDE DA VEL. (6)Comutado para o modo manual (JOG/MANIV/INC). ON PARADA DE EMERGENCIA ON RESET ON Estado interno quando o valor 1 é indicado na tela Aparece quando é ativada uma parada de emergência ou um alarme servo Aparece quando a tecla de reset é acionada Reset e rebobinagem ativados Aparece quando é ativada uma parada de emergência Aparece quando é ativado um reset externo.7. Nº 020 021 022 023 024 Tela VELOC. (4)Bloqueio de avanço ativado. OU PAUSA 484 . (2)Reset & rebobinagem ativados. uma parada de emergência.) 025 PARADA DE MOV. AVANCO MODO JOG 0% Override no modo jog 0% ESPERANDO RESET EMERG. um reset ou quando é acionada a tecla de reset & rebobinagem Flag que interrompe a distribuição de pulsos. Função T sendo executada O comando de movimento está sendo executado em operação automática A pausa está sendo executada O controle da posição está sendo executado Travamento ON Esperando que o sinal da velocidade do fuso solicitada seja ativado Os dados estão sendo enviados através de uma interface de leitura/envio Os dados estão sendo recebidos através de uma interface de leitura/envio Esperando pela fixação/liberação da mesa de indexação antes do início da indexação da mesa no eixo B/depois de concluída a indexação da mesa no eixo B Parada de emergência.

OU PAUSA 1 Entrada de sinal de parada de emergência Entrada de sinal de reset externo Botão reset MDI ligado Entrada de reinicialização & rebobinagem Geração de alarme servo Alterado para outro modo ou bloqueio de avanço Parada de bloco único Os números de diagnóstico 030 e 031 indicam estados de alarme TH.DE CORTE ACIMA/ABAIXO 021 BOTAO RESET ON 022 RESET E REBOB. DOS A posição do caractere que provocou o DADOS TH alarme TH é indicada pelo número de caracteres a partir do início do bloco no alarme TH DADOS TH Código de leitura do caractere que provocou o alarme TH 031 485 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 7. Cada combinação dos valores dos dados de diagnóstico indica um estado único. FUNÇÕES DE ALARME E AUTODIAGNÓSTICO A tabela abaixo mostra os sinais e indica quais estão ativos quanda cada item dos dados de diagnóstico é 1. 020 VELOC.DE CARACT. ON 023 024 PARADA DE EMERGENCIA ON RESET ON 1 0 0 1 1 0 0 0 0 1 1 0 1 0 0 1 1 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 025 PARADA DE MOV. Nº 030 Tela Significado dos dados NO.

Interface RS ---422 Cartão de memória Interface RS--.Dados de compensação de erro do passo 5.Programa 2. p.Variável comum de macro de usuário Antes de poder usar um dispositivo de entrada/saída. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8 ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Os dados NC são transferidos entre o NC e os dispositivos externos de entrada/saída como... é necessário definir os parâmetros relacionados com a entrada/saída.8. Para informações mais detalhadas sobre a definição dos parâmetros. ver III-2 “ DISPOSITIVOS OPERACIONAIS”.) (dispositivo externo de E/S) 486 .Dados sobre correção 3. ex. Podem ser recebidos e transmitidos os seguintes tipos de dados: 1. A interface do cartão de memória localizada à esquerda da tela pode ser usada para ler informação de um cartão de memória no CNC ou gravá-la no cartão. o arquivo Handy.Parâmetros 4.C FANUC Arquivo handy Interface do cartão de memória Interface RS--232--C ou RS--422 (painel de transmissão.232--.. etc.

É também possível proceder à entrada/saída de dados arquivados em vários disquetes.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. os programas guardados na memória CNC são tratados como um arquivo. mas após a troca do disquete. Disquete 1 Arquivo (k--1) Arquivo 1 Arquivo 2 Arquivo 3 Arquivo k Disquete 2 Continuação do arquivo k Arquivo (k+1) Arquivo n Vazio Uma vez que a troca de disquete é processada pelo dispositivo de entrada/saída..1 ARQUIVOS O Arquivo Handy FANUC é um dispositivo de entrada/saída externo que usa disquetes como meio de entrada/saída. Neste manual. 3. Quando se procede a uma operação de reset no CNC durante o pedido de troca de disquete. a necessidade de trocar o disquete. sendo o primeiro arquivo o número 1. chama-se HfileI. O CNC interrompe a operação de entrada/saída de dados até que o disquete seguinte seja introduzido no adaptador. Neste caso. etc. Aos arquivos são atribuídos automaticamente os números de arquivo 1. a entrada/saída de dados será prosseguida automaticamente. um suporte de entrada/saída é geralmente designado como disquete. Explicações D O que é um Arquivo A unidade de dados que é transferida entre o disquete e o CNC em uma operação de entrada/saída (pressionando o botão VREADW ou VPUNCHW). assinalando. Ao receber programas CNC de um disquete ou ao transmiti-los para um disquete. 2. Arquivo 1 Arquivo 2 Arquivo 3 Arquivo n Vazio D Pedido de troca do disquete Se um arquivo estiver gravado em dois disquetes. durante a pesquisa de arquivos. entre os vários tipos de dados arquivados em um suporte. retire o primeiro disquete do adaptador e introduza o segundo disquete. por exemplo. não é necessário proceder a nenhuma operação especial. 487 . A troca de disquete é solicitada sempre que seja necessário introduzir o segundo disquete ou o disquete subseqüente. independentemente da sua quantidade.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. 4. a entrada/saída de dados entre o CNC e o disquete ou o apagamento de arquivos. Ao contrário de uma fita NC. assim. arquivo a arquivo. Em seguida. o disquete permite ao usuário escolher livremente. os LEDs do adaptador piscam alternadamente quando terminar a entrada/saída de dados entre o primeiro disquete e o CNC. o reset do CNC não é executado imediatamente.

Fig. O conteúdo dos dados pode ser exibido com a função de visualização de diretórios de disquete (ver seção III-8. 8. Botão de proteção contra gravação de um disquete (1) Protegido contra gravação (só é possível ler). a operação de transmissão de dados.1 Chave de proteção D Memo de escrita Depois de gravados em um disquete ou em um cartão. (Exemplo de entrada no MEMO) Arquivo 1 Parâmetros NC Arquivo 2 Dados sobre correção Arquivo 3 Programa NC O0100 ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ Arquivo (n-1) Programa NC O0500 Arq. é recomendável escrever os números dos arquivos e os respectivos conteúdos na coluna ’Memo’. Para poder localizar os conteúdos mais facilmente. situada na parte de trás do disquete. os dados podem ser lidos subseqüentemente através da correspondência entre o seu conteúdo e os números dos arquivos. (2) Não protegido contra gravação (é possível ler. gravar e apagar). em seguida.8. n Programa NC O0600 488 . ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Chave de proteção Os disquetes estão equipados com um botão de proteção contra gravação. Coloque o botão na posição de não proteção contra gravação e inicie.8). Esta correspondência só poderá ser verificada se o conteúdo dos dados e os números dos arquivos forem transmitidos para o CNC e exibidos.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. o arquivo a ser transferido tem de ser primeiro localizado. ⋅N-9999 É efetuada a busca do arquivo seguinte ao que acabou de ser acedido.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. Pressione a tecla de função Pressione a soft key [(OPRC)] (tecla do . N-9999 é inserido automaticamente aquando da entrada ou saída de um arquivo. depois. ⋅Um de N1 a N9999 É efetuada a busca do arquivo indicado com um número de 1 a 9999. proceda da seguinte forma: Arquivo 1 Arquivo 2 Arquivo 3 Arquivo n Vazio Procura do arquivo n Procedimento para a Busca do Início do Arquivo 1 2 3 Pressione a tecla EDICAO ou MEMORIA no painel de operação da máquina. 6 Introduza o número do arquivo a ser procurado. Explicações D Pesquisa de arquivos por meio de N-9999 Obtém-se o mesmo resultado quer se faça uma procura seqüencial dos arquivos através da especificação dos números N1 a N9999.N1 a 9999 ou N−9999 ou reset.2 PESQUISA DE ARQUIVOS Quando o programa é transferido de um disquete. ⋅ N0 É efetuada a busca do início do cassette ou cartão. Esta condição é reposta pela designação de N0. Para tal. quer procurando primeiro um arquivo de N1 a N9999 e utilizando. 489 . 4 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita menu seguinte). o método de procura N-9999. O tempo de procura é mais curto no último caso. 5 Introduza o endereço N. 7 Pressione as soft keys [PSQA] e [EXEC] É efetuada a pesquisa do arquivo especificado. é apresentada a tela do conteúdo do programa ou a tela de verificação do programa. ⋅N-9998 Quando N-9998 é designado. em seguida.

mesmo que este seja acionado durante a busca do início do arquivo (quando o arquivo não é localizado.8. Este alarme também é acionado quando N1 é especificado para a gravação de dados em um disquete vazio. O CNC não indica imediatamente o alarme. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Alarme Nº Descrição O sinal de pronto (DR) do dispositivo de entrada/saída está desligado. (Neste caso. O alarme é acionado logo que a operação de entrada/saída seja executada em seguida.). etc. especifique N0) 86 490 .

. . 7 Introduza o número (de 1 a 9999) do arquivo a ser apagado. 2 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. . . . . é diminuída uma unidade aos números dos arquivos subseqüentes. 6 Introduza o endereço N. Apagado (k+1) a n . . coloque o botão de proteção contra gravação na posição de não proteção contra gravação.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. Neste caso. . . . . . . . Procedimento para Apagamento de Arquivos 1 Introduza o disquete no dispositivo de entrada/saída. . os arquivos são renumerados da seguinte forma: Antes de apagar . . . conforme necessário. Suponhamos que foi apagado um arquivo com o número k. . 1 a (k-1) k . 3 Pressione a tecla de função conteúdo do programa.3 APAGAMENTO DE ARQUIVOS Os arquivos guardados em um disquete podem ser apagados um a um. . . . 8 Pressione a soft key [APAGAR] e. O arquivo especificado no passo 7 é apagado. k a (n-1) Para apagar os arquivos pretendidos. a soft key [EXEC]. . 4 Pressione a soft key [(OPRC)] 5 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita menu seguinte). . . Depois de apagar 1 a (k-1) . em seguida é apresentada a tela do Explicações D Número do arquivo depois do arquivo ter sido apagado Quando um arquivo é apagado. D Chave de proteção 491 . em seguida. . . . . (tecla do .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. de forma a poder ser gravado. .

4 ENTRADA/SAÍDA DE PROGRAMAS 8. Se durante a comparação for detectada qualquer diferença. Procedimento para Entrada de um Programa 1 Certifique-se de que o dispositivo de entrada está preparado para a leitura. Quando existem vários programas em uma fita perfurada. procure o arquivo desejado de acordo com o método descrito na seção III-8.1 Entrada de um Programa Esta seção descreve como carregar um programa para o CNC a partir de um disquete ou de uma fita NC. será atribuído ao programa o número utilizado no disquete ou na fita NC.8. 4 Pressione a tecla de função 5 Pressione a soft key [(OPRC)] 6 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita menu seguinte). O1111 M02. a fita é lida até ER (ou %). em seguida. 3 Se utilizar um disquete.4. a comparação é terminada com um alarme P/S (nº 79). especifique um número a ser atribuído ao programa. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8. O3333 M02. o programa carregado para a memória é comparado com o conteúdo do disquete ou da fita NC. O2222 M30. Se não especificar aqui nenhum número. a comparação não é efetuada. ER(%) D Introdução de vários programas de uma fita NC 492 .2. 8 Pressione as soft keys [LER] e [EXEC] O programa é recebido e o número especificado no passo 7 é atribuído ao programa. Explicações D Comparação Se for recebido um programa com a chave para proteção de dados do painel de operação da máquina na posição ON. (tecla do . Se esta operação for executada com a chave para proteção de dados na posição OFF. é apresentada a tela do conteúdo do programa ou a tela do diretório do programa. mas os programas são registrados na memória. 2 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. 7 Depois de introduzir o endereço O.

jjjjjjj . fffffff . Tal como acontece com a edição. Programa registrado f1234 . 493 . fff . fffffff . pressione a tecla de reset ou a soft key [CAN] ou [STOP]. S Se o programa não possuir nem um número O nem um número N. Se o programa for seguido de outros programas adicionais. os quatro últimos dígitos do número de seqüência são utilizados como número do programa. ffff . exceto o número O. . pressione as soft keys [CADEIA] e [EXEC].Quando um programa é introduzido através do respectivo número O número O da fita NC é ignorado e o número especificado é atribuído ao programa. todas as linhas do programa são acrescentadas. jjjj .Quando o programa é introduzido sem especificar um número de programa S É atribuído ao programa o número O da fita NC. De seguida. % No exemplo acima. jjjjjjj . Ao introduzir um programa para que o mesmo seja apenso a um programa registrado. Contudo. O método de registro é idêntico ao método utilizado para as operações efetuadas em primeiro plano. esta operação registra um programa na área de edição simultânea. Se os quatro últimos dígitos forem zeros. fffff . Os números dos programas seguintes são calculados somando uma unidade ao número do último programa. todas as linhas do programa O5678 são acrescentadas no fim do programa O1234. é adicionada uma unidade ao número do programa precedente e o resultado obtido é atribuído ao programa. fff . jjjjj . acrescentando-os no fim do programa registrado. ao primeiro programa adicional é atribuído o número do programa. S Para cancelar a entrada de programas adicionais. [(OPRC)] [FIM-ST] D Entrada de programas adicionais É possível introduzir outros programas. jjjj .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. jjj . fffff . jjj . as operações descritas abaixo são necessárias no final para registrar um programa na memória de programas de primeiro plano. % f5678 . S Quando se introduzem programas inteiros. Se o programa não possuir um número O. % Programa introduzido f5678 . pressione a soft key [LER] sem especificar o número do programa no passo 8. o número de programa O5678 não é registrado. é somada uma unidade ao número do programa anteriormente registrado e o resultado obtido é atribuído ao programa. Neste caso. S Se o programa não possuir um número O mas possuir um número de seqüência de cinco dígitos no início do programa. ffff . % Programa após a entrada f1234 . jjjjj .ENTRADA/SAÍDA DE DADOS D Números de programa em uma fita NC D Registro de programas em simultâneo . é-lhe atribuído o número N do primeiro bloco.

D Atribuição do mesmo número de programa a dois programas diferentes Quando se tenta registrar um programa com um número igual ao de um programa anteriormente registrado. é acionado o alarme P/S 073 e o programa não pode ser registrado. A operação de comparação detectou diferenças entre o programa carregado para a memória e o conteúdo do programa existente no disquete ou na fita NC. o cursor é posicionado no início do novo programa. Após a introdução do programa.8. Tentou se registrar um programa com um número de programa já existente. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 S Pressionando a soft key [CADEIA]. S Só é possível proceder à entrada de programas adicionais. o cursor é posicionado no final do programa registrado. se já tiver sido registrado um programa. Alarme Nº 70 73 79 Descrição Não há espaço de memória suficiente para registrar os programas introduzidos. 494 .

especifique o sistema do código de transmissão (ISO ou EIA) através de um parâmetro. Para tal. Procedimento para a Saída de um Programa 1 Certifique-se de que o dispositivo de saída está preparado para a transmissão. 8 Introduza um número de programa. Se for acionado um alarme durante a saída.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. tornando inválidos os ficheiros antigos. utilize a operação de transmissão acima descrita. Quando um arquivo transmitido do CNC para o disquete é novamente introduzido na memória do CNC ou comparado com o conteúdo da memória do CNC. Neste caso. Para usar a memória da cassete ou cartão de forma eficaz.nº 0111#7 ou 0121#7) para 1. Para gravar ficheiros novos. os arquivos 1 a n-1 são conservados. Explicações (saída para um disquete) D Localização de saída do arquivo D Alarme durante a saída de um programa D Emissão de um programa após a busca do início do arquivo D Uso eficaz da memória D Registro no memo Quando a transmissão é feita para um disquete. Para transmitir vários programas de uma só vez. imediatamente após a sua transmissão do CNC para o disquete. faça a saída do programa definindo o parâmetro NFD (nº 0101#7. é recomendável registrar o nº do arquivo na coluna MEMO do disquete. a seguir aos arquivos já existentes no disquete. Se for introduzido o número -9999. Este parâmetro faz com que não haja saída do avanço. 9 Pressione as soft keys [ENVIAR] e [EXEC]. o programa é registrado como arquivo novo. só serão restaurados os arquivos 1 a n-1. 4 Pressione a tecla de função .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. o disquete é reposto no estado em que se encontrava antes da transmissão. 3 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. (tecla do 6 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita menu seguinte). 7 Introduza o endereço O.2 Saída de um Programa Um programa arquivado na memória da unidade CNC é transmitido para um disquete ou para uma fita NC. especifique uma faixa da seguinte forma: O∆∆∆∆. O(s) programa(s) especificado(s) é/são transmitido(s). são transmitidos todos os programas arquivados na memória. utilizando a memóra de modo eficaz. Se for acionado um alarme P/S (nº 086) durante a saída do programa. 2 Para transmitir o programa para uma fita NC. mas os arquivos após o antigo arquivo n são apagados. 5 Pressione a soft key [(OPRC)]. os números dos programas são apresentados na tela do diretório de programas por ordem crescente. é apresentada a tela do conteúdo do programa ou a tela do diretório do programa.OVVVV É feita a saída dos programas nº ∆∆∆∆ a nº VVVV. 495 . o novo arquivo é transmitido com a posição n especificada. depois da busca do início de arquivo N0. em seguida. Quando a transmissão do programa é efetuada após a busca do início do arquivo entre N1 e N9999. Se o bit 4 (SOR) do parâmetro nº 3107 possuir o valor 1.4. é necessário proceder a uma busca do início do arquivo de acordo com o nº do arquivo.

Explicações (saída para uma fita NC) D Formato Os programas são transmitidos para uma fita de papel no seguinte formato: ER (%) Avanço de 3 pés Programa ER (%) Avanço de 3 pés Se o avanço de três pés for demasiado longo. aparecendo. 496 . <O> (Nº do programa) [ENVIAR] [EXEC]: Transmite um programa especificado. os LFs sem CRs. Só através desta função é possível transmitir um programa selecionado para operações em primeiro plano. as CRs podem ser omitidas. D Interrupção do envio D Envio de todos os programas Pressione a tecla para interromper a operação de transmissão. Todos os programas são transmitidos para uma fita de papel no seguinte formato: ER (%) Programa Programa Programa ER (%) Avanço de 1 pé Avanço de 3 pés A seqüência dos programas transmitidos não é definida. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Envio de programas em segundo plano O envio de programas em segundo plano pode ser efetuado de forma idêntica ao do primeiro plano. LF CR CR Ativando-se o parâmetro NCR (bit 3 do parâmetro nº 0100). para cancelar a transmissão de avanço subseqüente. <O> H-9999I [ENVIAR] [EXEC]: Transmite todos os programas. então.8. são transmitidos dois códigos CR após o código LF. D Verificação TV D Código ISO É transmitido automaticamente um código de espaço para a verificação TV. Se um programa for transmitido em código ISO. pressione a tecla durante a transmissão de avanço.

O formato de entrada é igual ao da saída dos valores de correção.1 Entrada de Dados de Correção Os dados de correção são carregados para a memória do CNC a partir de um disquete ou de uma fita NC.5 ENTRADA E SAÍDA DOS DADOS DE CORREÇÃO 8. (tecla de mudança para visualizar a tela de correção da 497 .2. 5 Pressione as soft keys [(OPRC)] e será mostrada a tela de compensação da ferramenta. procure o arquivo desejado de acordo com o método descrito na seção III-8. 7 Pressione as soft keys [LER] e [EXEC] .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8.5. os dados já existentes são substituídos pelos dados de correção carregados. 4 Pressione a tecla de função ferramenta. 3 Se utilizar um disquete. 8 Os dados de correção introduzidos são apresentados na tela.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. 2 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. Quando é carregado um valor de correção com um número de correção igual a outro já registrado na memória.5. Procedimento para a Entrada de Dados de Correção 1 Certifique-se de que o dispositivo de entrada está preparado para a leitura. depois de completada a operação de entrada. 6 Pressione a soft key com seta para a direita para o menu seguinte).2. Ver seção III-8.

4 Pressione a tecla de função ferramenta. 498 . . . . P: Número de correção . ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8. Os dados de correção são transmitidos no formato de saída abaixo descrito. Para quantidade de correção do desgaste : P=Número de correção do desgaste . .2 Saída de Dados de Correção Todos os dados de correção são transmitidos da memória do CNC para um disquete ou uma fita NC em um formato de saída. 6 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte) (tecla de para visualizar a tela de correção da 7 Pressione as soft keys [ENVIAR] e [EXEC]. Explicações D Formato de saída O formato de saída é o seguinte: Formato G10P_X_Y_Z_R_Q_.8. . 3 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. 2 Especifique o sistema do código de transmissão (ISO ou EIA) através de um parâmetro. Folha de trabalho : P=0 . Para quantidade de correção da geometria : p=10000+número de correção da geometria X:Valor de correção no eixo X Y:Valor de correção no eixo Y Z:Valor de correção no eixo Z Q:Número da ponta imaginária da ferramenta R:Valor de correção do raio da ponta da ferramenta D Nome do arquivo de saída Se for utilizada a função de visualização de diretórios de disquete.5. . . o nome do arquivo transmitido é CORRECÃO. . . Procedimento para a Saída de Dados de Correção 1 Certifique-se de que o dispositivo de saída está preparado para a transmissão. 5 Pressione a soft key [(OPRC)].

o indicador de “ENTRADA”. Os parâmetros são lidos para a memória. Os parâmetros são carregados para a memória da unidade CNC a partir de um disquete ou de uma fita NC. em seguida. 9 Pressione a soft key [(OPRC)]. 13 Pressione a soft key [DEFINIR] para a seleção de capítulo. o parâmetro existente é substituído pelo parâmetro carregado. Este capítulo descreve a forma de os introduzir.6. desaparece.8. Quando é carregado um parâmetro com um número de dados igual ao de outro parâmetro já registrado na memória. 10 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte). 5 Pressione a soft key [DEFINIR] para a seleção de capítulo. (tecla de 11 Pressione as soft keys [LER] e [EXEC] . Aparece o alarme P/S nº 100 (indicando que os parâmetros podem ser registrados). 499 . 6 Introduza 1 como resposta ao prompt para “ESCRITA DE PARAMETROS (PWE)” na especificação de dados. procure o arquivo desejado de acordo com o método descrito na seçãoIII .ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. situado no canto inferior direito da tela.8. aparece a tela de parâmetros.6. Procedimento para a Entrada de Parâmetros 1 Certifique-se de que o dispositivo de entrada está preparado para a leitura. III.6 ENTRADA E SAÍDA DE PARÂMETROS E DE DADOS DE COMPENSAÇÃO DE ERRO DO PASSO 8.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. O formato de entrada é igual ao formato de saída. 2 Se utilizar um disquete.2. 14 Introduza 0 como resposta ao prompt para “ESCRITA DE PARAMETROS (PWE)” na especificação de dados. 3 Pressione o botão de PARADA DE EMERGÊNCIA no painel de operação da máquina. em seguida. 7 Pressione a tecla de função . 8 Pressione a soft key para seleção de capítulo [PARAM].2.1 Entrada de Parâmetros Os parâmetros e os dados de compensação de erro de passo são recebidos e transmitidos a partir de telas diferentes. 12 Pressione a tecla de função . Ver Subseç. Depois de terminada a entrada. 4 Pressione a tecla de função . aparece a tela de especificação.

Todos os parâmetros são transmitidos no formato definido. Tipo valor 500 . 7 Pressione a soft key com seta para a direita para o menu seguinte). Parâmetros de um eixo cujo valor é 0. . N:Parâmetro nº A:N.6. pressione a soft key [NAO-0]. 9 Para transmitir todos os parâmetros. AnP . Para transmitir apenas os parâmetros definidos com um valor diferente de 0. pressione a soft key [ENVIAR] e. (tecla de mudança Explicações D Formato de saída O formato de saída é o seguinte: N. 10 Pressione a soft key [EXEC]. N. Procedimento para a Saída de Parâmetros 1 Certifique-se de que o dispositivo de saída está preparado para a transmissão..8. . Outros parâmetros que não de um eixo Tipo bit Tipo de eixo Parâmetros cujos bits se Parâmetros de um eixo cuencontram todos definidos jos bits se encontram todos com 0 definidos com 0. . Parâmetros cujo valor é 0. a soft key [NAO-0]. P ... 6 Pressione a soft key [(OPRC)]. 16 Desative o botão de PARADA DE EMERGÊNCIA no painel de operação da máquina. . . . 5 Pressione a soft key para seleção de capítulo [PARAM] para mostrar a tela de parâmetros.. P . em seguida. no formato de saída definido.º eixo(n é o número do eixo de controle) P:Valor especificado no parâmetro . . D Supressão da saída de parâmetros definidos com 0 Para suprimir a transmissão dos seguintes parâmetros. 8. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 15 Ligue novamente o NC. 4 Pressione a tecla de função . pressione a soft key [TUDO]. . A2P . A1P . 8 Pressione a soft key [ENVIAR]. 2 Especifique o sistema do código de transmissão (ISO ou EIA) através de um parâmetro. 3 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. .2 Saída de Parâmetros Todos os parâmetros são transmitidos da memória do CNC para um disquete ou uma fita NC. N .

o arquivo transmitido tem o nome de NAO-0.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS D Nome do arquivo de saída Se for utilizada a função de visualização de diretórios de disquete. 7 Pressione a tecla de função . 14 Introduza 0 como resposta ao prompt para “ESCRITA DE PARAMETROS (PWE)” na especificação de dados. 13 Pressione a soft key [DEFINIR] para a seleção de capítulo. 3 Pressione o botão de PARADA DE EMERGÊNCIA no painel de operação da máquina. Ver Seção 8. 15 Ligue novamente o NC. 2 Se utilizar um disquete. procure o arquivo desejado de acordo com o método descrito na seção III. Se for carregado um dado de compensação de erro de passo com um número de dados igual ao de um outro dado de compensação de erro de passo já registrado na memória. o arquivo transmitido tem o nome de TODOS-OS. 5 Pressione a soft key [DEFINIR] para a seleção de capítulo. Depois de terminada a entrada. o indicador de “ENTRADA”. desaparece. Aparece o alarme P/S nº 100 (indicando que os parâmetros podem ser registrados). 9 Pressione a soft key [(OPRC)].2. Depois de transmitidos apenas os parâmetros definidos com um valor diferente de 0. 501 .3 Entrada de Dados de Compensação de Erro de Passo Procedimento para a Entrada dos Dados de Compensação de Erro do Passo 1 Certifique-se de que o dispositivo de entrada está preparado para a leitura.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. o nome do arquivo transmitido é PARAMETRO.4. 10 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte). o dado existente é substituído pelo dado carregado. O formato de entrada é igual ao formato de saída. 8.6. (tecla de 11 Pressione as soft keys [LER] e [EXEC] .6. 8 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita (tecla de mudança para o menu seguinte) e pressione a soft key para seleção de capítulo [PASSO] . 4 Pressione a tecla de função . 6 Introduza 1 como resposta ao prompt para “ESCRITA DE PARAMETROS (PWE)” na especificação de dados. PARAMETROS. Depois de transmitidos todos os parâmetros. Os dados de compensação de erro de passo são carregados para a memória do CNC a partir de um disquete ou de uma fita NC. Os dados de compensação de erro do passo são lidos para a memória. situado no canto inferior direito da tela. 12 Pressione a tecla de função .8.PARAMET.

N21023 P. o formato de saída é o seguinte: N20000 P.. 8.... IIITodos os dados de compensação de erro de passo são transmitidos da memória do CNC para um disquete ou para uma fita NC.6. 4 Pressione a tecla de função . N24023 P... .11.. no formato definido. 3 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. 7 Pressione a soft key com seta para a direita para o menu seguinte).. Todos os dados de compensação de erro do passo são emitidos no formato definido.. Explicações D Formato de saída O formato de saída é o seguinte: N10000 P. 2 Especifique o sistema do código de transmissão (ISO ou EIA) através de um parâmetro. . Explicações D Compensação de erro de passo Os parâmetros 3620 a 3624 e os dados de compensação de erro do passo devem ser definidos corretamente para que a compensação de erros de passo seja corretamente aplicada . ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 16 Desative o botão de PARADA DE EMERGÊNCIA no painel de operação da máquina. N23000 P. ..4 Saída dos Dados de Compensação de Erro de Passo Procedimento para a Saída dos Dados de Compensação de Erro do Passo 1 Certifique-se de que o dispositivo de saída está preparado para a transmissão.. (tecla de 5 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte) e pressione a soft key para seleção de capítulo [PASSO].8. N : Ponto de compensação do erro de passo + 10000 P : Dados de compensação do erro de passo Quando for usada a compensação de erros de passo bidirecional. 502 D Nome do arquivo de saída .. N : Ponto de compensação do erro de passo + 20000 P : Dados de compensação de erro do passo Se for utilizada a função de visualização de diretórios de disquete.5. N11023 P...2) (Ver Subseç. . (tecla de mudança 8 Pressione as soft keys [ENVIAR] e [EXEC]. o nome do arquivo transmitido é “ERRO DE PASSO”..... 6 Pressione a soft key [(OPRC)]. . .

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8.7 ENTRADA/ SAÍDA DE VARIÁVEIS COMUNS DE MACRO DE USUÁRIO 8. Visualização da tela de variáveis de macro ⋅ Pressione a tecla de função . ⋅ Selecione uma variável com as teclas de página ou com as teclas numéricas e a soft key [PESQ. Explicações D Variáveis comuns As variáveis comuns (de #500 a #999) podem ser introduzidas e transmitidas. Para que uma variável comum de macro de usuário possa ser válida. O mesmo formato utilizado para a saída das variáveis comuns de macro de usuário é utilizado também para a entrada. Quando o valor de uma variável comum é carregado para a memória. Os valores entre #100 e #199 podem ser introduzidos e transmitidos se o bit 3 (PU5) do parâmetro nº 6001 possuir o valor 1.2.7.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8.NO]. o valor da mesma variável comum já existente (se for o caso) na memória é substituído por esse valor. após o término da entrada. de acordo com o processo de entrada de programas descrito na Seção III-8.7. 4 Chame a tela de variáveis de macro para verificar se os valores das variáveis comuns foram definidos corretamente.1. pressionando o botão de início de ciclo após a entrada dos dados. Procedimento para a Entrada de Variáveis Comuns de Macro de Usuário 1 Registre na memória o programa que foi transmitido (como descrito na Seção III-8. 503 . Ver Subseç. 3 Pressione o botão de início de ciclo para executar o programa carregado.1 Entrada de Variáveis Comuns de Macro de Usuário O valor de uma variável comum de macro de usuário (de #500 a #999) é carregado para a memória do CNC a partir de um disquete ou de uma fita NC.7. os dados de entrada têm de ser processados. 8.4. 2 Pressione a tecla MEMORIA no painel de operação da máquina. ⋅ Pressione a soft key da direita (tecla de mudança para o menu seguinte).2). ⋅ Pressione a soft key [MACRO].

. ... ... . .. .. .. . . 7 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte). ... . .. .... .. . . . . no formato de saída definido.. . . . . . em seguida. . . . . 2 Especifique o sistema do código de transmissão (ISO ou EIA) através de um parâmetro. ..8. .. . . .. ... ... . . .. . M02 ...... . .... . .. . . 4 Pressione a tecla de função . . .. . 6 Pressione a soft key [(OPRC)].. 8 Pressione as soft keys [ENVIAR] e [EXEC]. . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. ... #501=#0... .. .. . 504 . ..2 Saída de Variáveis Comuns de Macro de Usuário As variáveis comuns de macro de usuário (de #500 a #999) arquivadas na memória do CNC podem ser transmitidas para um disquete ou para uma fita NC. ... . 5 Pressione a soft key com seta para a direita (tecla de mudança para o menu seguinte) e. . ... . . . (2) Variável não definida (3) Quando o valor da variável é 0 D Nome do arquivo de saída D Variável comum Se for utilizada a função de visualização de diretórios de disquete. . . .. . DA MACRO”. .. . ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8. . . o nome do arquivo transmitido é “VARIAV. . . . . . As variáveis comuns (de #500 a #999) podem ser introduzidas e transmitidas. . . . . #531= . Procedimento para a Saída de Variáveis Comuns de Macro de Usuário 1 Certifique-se de que o dispositivo de saída está preparado para a transmissão. Os valores entre #100 e #199 podem ser introduzidos e transmitidos se o bit 3 (PU5) do parâmetro nº 6001 possuir o valor 1.... . . ..7. . transmitindo-se o valor da variável como <expressão>... #503= . .. . .. . .. 3 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. . . . % (1) (2) (3) .. .. . . .. .. . .. . .. . . . . . .. . ...... . (1) A precisão da variável é assegurada. . #502=0.. . . . . .. . .... .. .. . . (tecla de Explicações D Formato de saída O formato de saída é o seguinte: % . . .. As variáveis comuns são transmitidas no formato definido... . . . .. . . . .. . . . . .. #500=[25283:65536+65536]/134217728 . . .. . .. a soft key [MACRO] .. .. ...

3 1.9 1.3 1. DIRETORIO (DISCO) NO.9 1. NOME DO ARQUIVO 0001 PARAMETRO 0002 O0001 0003 O0002 0004 O0010 0005 O0040 0006 O0050 0007 O0100 0008 O1000 0009 O9500 O0001 N00000 (METRO) VOL 58. pode fazer-se a entrada e saída dos arquivos.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. assimo como a respectiva exclusão.8 VISUALIZAÇÃO DO DIRETÓRIO DO DISQUETE Na tela de exibição do diretório do disquete. em um diretório dos arquivos armazenados em um dispositivo externo de entrada/saída (tal como arquivo handy FANUC) no formato de disquete.5 1.6 EDICAO * * * * PRGRM *** *** DIR 11: 27: 14 (OPRC) 505 .9 1.9 2.9 1.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8.

9 2.9 1.1 (a) 7 Pressione novamente uma tecla de página para exibir outra página do diretório. proceda da seguinte forma: 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. 5 Pressione a tecla de página 6 Aparece a seguinte tela: DIRETORIO (DISCO) NO. 2 Pressione a tecla de função . 8.1 Visualização do Diretório Visualização do Diretório dos Arquivos do Disquete Procedimento 1 Para exibir um diretório de todos os arquivos gravados em um disquete. 4 Pressione a soft key [DISCO].6 EDICAO * * * * PESQ D *** *** LER ENVIAR 11: 30: 24 APAGAR Fig. 506 . ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8.5 1. (tecla de mudança 3 Pressione a soft key com seta para a direita para o menu seguinte).8.9 1. O0001 N00000 (METRO) VOL 58.3 1. NOME DO ARQUIVO 0001 0002 0003 0004 0005 0006 0007 0008 0009 PARAMETRO O0001 O0002 O0010 O0040 O0050 O0100 O1000 O9500 ou .3 1.9 1.8.8.9 1.

6 PESQUISAR ARQU.8. 8. 10 Pressione a soft key [CAN] para regressar à visualização de soft keys apresentada na tela da Fig 8. 5 Pressione a soft key [(OPRC)]. proceda da seguinte forma: 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. 4 Pressione a soft key [DISCO].NO.1 (a).3 1. NOME DO ARQUIVO 0004 0005 0006 0007 0008 0009 O0010 O0040 O0050 O0100 O1000 O9500 O0001 N00000 (METRO) VOL 1. 8 Pressione as soft keys [DEF A] e [EXEC].9 1.3 1.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Procedimento 2 Para exibir um diretório de arquivos. 2 Pressione a tecla de função . 6 Pressione a soft key [PESQ A].9 1.1 (b) 15: 27: 34 CAN EXEC 507 .9 2. DIRETORIO (DISCO) NO.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. = >_ EDICAO * * * * * * * * * * DEF A Fig. (tecla de 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte). 9 Pressione uma tecla de página para exibir outra página do diretório. começando pelo número de arquivo especificado. 7 Introduza o número de um arquivo.8.

É também possível imprimir H (PÉS)I através da definição da UNIDADE DE ENTRADA como POLEGADA nos dados especificados.) Disquete ou cartão A Disquete ou cartão B Disquete ou cartão C C01 C02 L03 C(número) significa CONTINUA L(número) significa ÚLTIMO número número de disquetes ou cartões 508 . (Ex.8. :Se for um arquivo multi-volume. :Converte e imprime a capacidade do arquivo ao longo da fita de papel. VOL. o respectivo estado atualmente. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Campos da tela e seus significados NO NOME DO ARQUIVO (METRO) :Mostra o número do arquivo :Nome do arquivo.

4 Pressione a soft key [DISCO].1 (a).O].= >_ EDICAO * * * * * * * * * * DEF A DEF O 7 Introduza o número de um arquivo. introduza o número do programa e pressione. 6 Pressione a soft key [LER]. 5 Pressione a soft key [(OPRC)].5 1. 9 Para alterar o número do programa. (tecla de 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte). 10 Pressione a soft key [EXEC].A].9 1.3 1.3 1.8.NO. Procedimento para a Leitura de Arquivos 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. a soft key [DEF.2 Leitura de Arquivos O conteúdo do arquivo especificado é lido para a memória do NC. O número de arquivo indicado no canto inferior esquerdo da tela é automaticamente acrescido de uma unidade.9 1.9 2. DIRETORIO (DISCO) NO. NOME DO ARQUIVO 0001 0002 0003 0004 0005 0006 0007 0008 0009 PARAMETRO O0001 O0002 O0010 O0040 O0050 O0100 O1000 O9500 O0001 N00000 (METRO) VOL 58.6 NO.9 1.PROGRAMA= 11: 55: 04 STOP CAN EXEC LER ARQU. 2 Pressione a tecla de função .8. em seguida. 509 .8. 8 Pressionar a soft key [DEF. 11 Pressione a soft key [CAN] para regressar à visualização de soft keys apresentada na tela da Fig.9 1.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8.

Para transmitir o programa. 8 Pressione a soft key [DEF.8.3 1. é/são gravados no disquete a seguir ao último arquivo. Neste caso. NOME DO ARQUIVO 0001 PARAMETRO 0002 O0001 0003 O0002 0004 O0010 0005 O0040 0006 O0050 0007 O0100 0008 O1000 0009 O9500 ENVIAR ARQUIVO NO.3 Saída de Programas Qualquer programa guardado na memória da unidade CNC pode ser transmitido como arquivo para um disquete. 5 Pressione a soft key [(OPRC)].9 1.OS. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8.8. o arquivo é registrado com o nome “TODOS.1 (a). 10 Pressione a soft key [CAN] para regressar à visualização de soft keys apresentada na tela da Fig. 4 Pressione a soft key [DISCO]. 2 Pressione a tecla de função .A] e.3 1.9 1.8.PROGRAMA= 11: 55: 26 CAN EXEC 7 Introduza um número de programa. DIRETORIO (DISCO) NO.9 2. (tecla de 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte).9 1. = >_ EDICAO * * * * * * * * * * DEF A DEF O STOP O0002 N01000 (METRO) VOL 58. Procedimento para a Saída de Programas 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina.5 1.O]. introduza -9999 no campo destinado ao número do programa. O(s) programa(s) especificado(s) no passo 7. 9 Pressione a soft key [EXEC]. 510 . introduza o número do arquivo e pressione a soft key [DEF.8. a soft key [EXEC]. 6 Pressione a soft key [ENVIAR]. Para escrever todos os programas em um só arquivo.PROGRAM”. em seguida.6 NO. depois de ter apagado arquivos a partir de um número de arquivo existente.9 1.

DIRETORIO (DISCO) NO. é diminuída uma unidade aos números dos arquivos subseqüentes.6 11: 55: 51 CAN EXEC 7 Especifique o arquivo a ser apagado. Se especificar o arquivo através de um número do arquivo.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8.NO.8. 511 . Se a especificação for feita através do nome do arquivo. 9 Pressione a soft key [CAN] para regressar à visualização de soft keys apresentada na tela da Fig. (tecla de 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte). Procedimento para Apagar Arquivos 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. 6 Pressione a soft key [APAGAR]. 8 Pressione a soft key [EXEC]. 2 Pressione a tecla de função .= >_ EDICAO * * * * * * * * * * DEF A NOME A O0001 N00000 (METRO) VOL 58. NOME DO ARQUIVO 0001 PARAMETRO 0002 O0001 0003 O0002 0004 O0010 0005 O0040 0006 O0050 0007 O0100 0008 O1000 0009 O9500 APAGAR NOME= ARQU. digite o número e pressione a soft key [DEF A] .3 1.9 1. introduza o nome e pressione a soft key [NOME A].9 1. Quando um arquivo é apagado.8.3 1.9 1.4 Apagar Arquivos É apagado o arquivo com o número especificado.1 (a).ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. O arquivo especificado no campo destinado ao número do arquivo é apagado.5 1.9 1. 5 Pressione a soft key [(OPRC)].9 2. 4 Pressione a soft key [DISCO].8.

D Dígitos significativos D Comparação ALARME Nº 71 79 Conteúdo Foi introduzido um número de arquivo ou de programa inválido. Para o canal 2. devido à introdução de um número de arquivo. (O número de programa especificado não foi encontrado. defina um número de dispositivo no parâmetro 102. Para a introdução numérica nos campos de entrada com NO. Defina o número do dispositivo de E/S para o parâmetro nº 0112 quando o canal 1 for usado. número de programa ou nome de arquivo inválido.8. não são lidos quaisquer programas do disquete. especifique-o no parâmetro nº 0122.A] ou [DEF. Se a chave para proteção de dados do painel de operação da máquina se encontrar na posição ON. Em vez disso. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Limitações D Inserção de números de arquivos e de programas através de teclas D Dispositivos de E/S Quando se pressiona [DEF. são válidos apenas os 4 últimos dígitos. (Foi acionado um erro de arquivo não encontrado ou de arquivo duplo no dispositivo de entrada/saída.) 86 512 . o campo do número do arquivo ou do programa fica em branco. O sinal de pronto (DR) do dispositivo de entrada/saída está desligado. e NO. Para usar o canal 0.) A operação de comparação detectou diferenças entre o programa carregado para a memória e o conteúdo do programa existente no disquete. os programas são comparados com o conteúdo da memória do CNC. é exibido 1.PROGRAMA.ARQU. Quando se introduz 0 como número do arquivo ou do programa.O] sem ter introduzido o número do arquivo e do programa.

) 3321 127839 ) >_ EDICAO * * * * PRGRM *** *** DIR *** 16: 52: 13 (OPRC) 2 Pressione a soft key [(OPRC)].3 explica como exibir uma lista de programas para um grupo especificado.3. permitindo. EDC--ST PESQ--O GRUPO 3 Pressione a soft key com seta para a direita para o menu seguinte). (tecla de mudança LER ENVIAR TD--PRG STOP CAN EXEC Os programas CNC do grupo para o qual foi feita a pesquisa são transmitidos.9 TRANSMISSÃO DE UMA LISTA DE PROGRAMAS PARA UM DETERMINADO GRUPO Os programas CNC arquivados na memória podem ser agrupados de acordo com seus nomes.(GRUPO) PROGRAMA(NUM. A Seção III-11. os mesmos são gravados em um arquivo com o nome GRUPO DE PROGRAM.) USADO: 60 LIVRE: 140 ON COMENT. 5 Pressione a soft key de operação [TD--PRG]. 513 . Se estes programas forem transmitidos para um disquete.3.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. assim. DIRETORIO DE PROG.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. Procedimento para Saída de uma Lista de Programas para um Determinado Grupo Procedimento 1 Chame a tela da lista de programas para um grupo de programas. a transmissão de programas CNC por grupos. de acordo com a descrição da seção III-11. O0020 (ENGR--1000 PRINCIPAL O0040 (ENGR--1000 SUB--1 ) O0200 (ENGR--1000 SUB--2 ) O2000 (ENGR--1000 SUB--3 ) O0001 N00010 MEMORIA(CARAC.2. 4 Pressione a soft key de operação [ENVIAR].

DO MODULO TAXA DE COM BIT STOP ENTRADA ZERO (EIA) CR VERIF TV(NOTAS) ON 1 0 4800 2 O1234 N12345 VERIF TV OFF CODIG. é selecionada. LER/ENVIAR (PROGRAMA) CANAL DE E/S NO.10 ENTRADA/SAÍDA DE DADOS NA TELA TUDO E/S Para a entrada/saída de um determinado tipo de dados. Contudo. a tela correspondente.10 Tela TUDO E/S (se for utilizado o canal 1 para a entrada/saída) 514 .ENVIO ISO COD.ENTRADA ASCII SAIDA AVANCOAVANCO NO SAIDA EOB (ISO) (0:EIA 1:ISO)>1_ MDI **** *** *** PARAM *** CORRECAO 12:34:56 MACRO (OPRC) PRGRM Fig. a tela de parâmetros é utilizada para receber ou enviar parâmetros de ou para uma unidade externa de entrada/saída.8. Por exemplo. os programas. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8. parâmetros. 8. dados de correção e variáveis de macros podem ser recebidos ou enviados através de uma só tela comum: A tela TUDO E/S. geralmente. enquanto que a tela do programa é utilizada para receber e enviar programas.

).10. 2 Se a máquina for ligada primeiro. parâmetro. é chamada a tela de diretórios do programa ou a tela do disquete. etc. Definição de parâmetros relacionados com a entrada/saída Procedimento 1 Pressione a tecla de função .ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. o programa é selecionado por omissão. NOTA 1 Se o programa ou o disquete for selecionado no modo EDICAO.ENVIO ISO COD. (tecla de 2 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita mudança para o menu seguinte).DO MODULO TAXA DE COM BIT STOP ENTRADA ZERO (EIA) CR VERIF TV(NOTAS) ON 1 0 4800 2 O1234 N12345 VERIF TV OFF CODIG.ENTRADA ASCII SAIDA AVANCOAVANCO NO SAIDA EOB (ISO) (0:EIA 1:ISO)>1_ MDI **** *** *** PARAM *** 12:34:56 (OPRC) PRGRM CORRECAO MACRO 4 Selecione a soft key correspondente ao tipo de dados desejado (programa. 3 Pressione a soft key [TUDO E/S] para chamar a tela TUDO E/S. (É possível proceder à definição de parâmetros independentemente do modo. LER/ENVIAR (PROGRAMA) CANAL DE E/S NO. 5 Defina os parâmetros correspondentes ao tipo de unidade de entrada/saída a ser utilizada.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8.) 515 .1 Definição de parâmetros de entrada/saída Os parâmetros relacionados com a entrada/saída podem ser definidos na tela TUDO E/S. Os parâmetros podem ser definidos independentemente do modo que se encontra ativo.

Para introduzir um programa através de um disquete ou de um cartão. D Um entre N1 e N9999 É encontrado um arquivo especificado entre 1 e 9999. Este estado é cancelado através da especificação de N0. É exibido um diretório de programas. D N-9999 É encontrado o arquivo imediatamente a seguir ao que foi usado por último. D N-9998 Se especificar -9998. N1 a N9999 ou N-9999. O0001 N00010 PROGRAMA(NUM. é exibida a tela TUDO E/S.) USADO : 60 LIVRE : 140 MEMORIA(CARAC. CAN EXEC 516 .) 3321 127839 O0010 O0001 O0003 O0002 O0555 O0999 O0062 O0004 O0005 O1111 O0969 O6666 O0021 O1234 O0588 O0020 O0040 >_ EDICAO * * * * PESQ D *** *** LER *** ENVIAR 14:46:09 APAGAR (OPRC) 4 Introduza o endereço N. Em todos os outros modos. sempre que seja executada uma operação de entrada/saída de um arquivo. D O diretório de programas só é exibido no modo EDICAO. é encontrado o arquivo subseqüente. 2 Selecione o modo EDICAO. É encontrado o arquivo especificado.1. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8. N-9999 é automaticamente inserido. Pesquisa de arquivos Procedimento 1 Pressione a soft key [PRGRM] na tela TUDO E/S. descrita na seção 8.8. ou ainda após um reset. 5 Introduza o número do arquivo a ser procurado. D N0 É encontrado o primeiro arquivo do disquete. Isso significa que os arquivos subseqüentes podem ser automaticamente encontrados seqüencialmente. 3 Pressione a soft key [(OPRC)]. Em seguida. o usuário terá de especificar o arquivo de entrada em que o programa está incluído (pesquisa de arquivos). 6 Pressione as soft keys [PESQ D] e [EXEC].2 Entrada e saída de programas A entrada e saída de um programa pode ser efetuada através da tela TUDO E/S.10.10. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita.

é acionado um alarme. não é acionado qualquer alarme. será atribuído o número de programa já existente no disquete ou na fita NC. D O diretório de programas só é exibido no modo EDICAO. depois de terem sido apagados previamente todos os arquivos lá existentes. Se N1 for especificado quando não há nenhum arquivo no disquete ou no cartão. 3 Pressione a soft key [(OPRC)]. Especificando-se N-9999. Portanto. se for executada subseqüentemente uma entrada/saída com esse arquivo. independentemente do disquete/cartão já conter arquivos ou não. quando se pretende gravar um programa em um novo disquete ou cartão ou quando se utiliza um disquete ou cartão usado. por exemplo. a cabeça de leitura é posicionada no início do disquete ou do cartão. Em vez de proceder a uma pesquisa seqüencial de arquivos. é exibida a tela TUDO E/S. uma vez que não é possível encontrar o primeiro arquivo.) 3321 127839 O0010 O0001 O0003 O0002 O0555 O0999 O0062 O0004 O0005 O1111 O0969 O6666 O0021 O1234 O0588 O0020 O0040 >_ EDICAO * * * * PESQ D *** *** LER *** ENVIAR 14:46:09 APAGAR (OPRC) 4 Para especificar o número de programXa que deverá ser atribuído ao programa que pretende introduzir.1. D Acionamento de alarmes durante a pesquisa de arquivos D Pesquisa de arquivos por meio de N-9999 Entrada de um programa Procedimento 1 Pressione a soft key [PRGRM] na tela TUDO E/S.. Se não for especificado qualquer número de programa. a especificação de N0 ou de N1 tem o mesmo efeito. é acionado um alarme P/S (nº 086).) USADO : 60 LIVRE : 140 MEMORIA(CARAC. Através da especificação de N0. ex. O0001 N00010 PROGRAMA(NUM. 2 Selecione o modo EDICAO. Se for gerado um alarme (p.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. É exibido um diretório de programas. Em todos os outros modos. o usuário pode especificar o número do primeiro arquivo e procurar os arquivos subseqüentes por meio da especificação de N-9999. descrita na Seção III-8. especificando todas as vezes os números dos respectivos arquivos.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Explicações D Diferença entre N0 e N1 Se já existir algum arquivo no disquete ou no cartão. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. introduza o endereço O seguido do número de programa desejado. o CNC não aciona o alarme imediatamente. N0 pode ser especificado. pode reduzir-se o tempo necessário para a pesquisa de arquivos. No entanto. devido a um erro de pesquisa de arquivos) durante a pesquisa de arquivos.10. 517 .

os programas são enviados de forma ordenada. Se os passos 4 e 5 forem omitidos. será enviado o programa atualmente selecionado. Os programas com os números de a jjjj são enviados. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 STOP CAN EXEC 5 Pressione a soft key [LER] e. descrita na Seção III-8. O0001 N00010 PROGRAMA(NUM. em seguida. Se o bit 4 (SOR) do parâmetro nº 3107 (para uma exibição ordenada) for definido com o valor 1. Em todos os outros modos. 518 . É exibido um diretório de programas. 2 Selecione o modo EDICAO. é exibida a tela TUDO E/S. [EXEC]. em seguida. pressione a soft key [STOP].) 3321 127839 O0010 O0001 O0003 O0002 O0555 O0999 O0062 O0004 O0005 O1111 O0969 O6666 O0021 O1234 O0588 O0020 O0040 >_ EDICAO * * * * PESQ D *** *** LER *** ENVIAR 14:46:09 APAGAR (OPRC) 4 Introduza o endereço O. Se for introduzido o número -9999. O (s) programa(s) especificado(s) é/são enviados. pressione a soft key [CAN]. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. 5 Introduza o número de programa desejado. Para interromper a saída antes de seu término. Para cancelar a saída. [EXEC]. STOP CAN EXEC 6 Pressione a soft key [ENVIAR]e. Para a saída de uma série de programas. Ojjjj. pressione a soft key [STOP]. O programa é introduzido com o número que lhe foi atribuído no passo 4.) USADO : 60 LIVRE : 140 MEMORIA(CARAC.1. começando pelo que possui o número de programa mais baixo. na tela do diretório de programas. Saída de um programa Procedimento 1 Pressione a soft key [PRGRM] na tela TUDO E/S. pressione a soft key [CAN]. 3 Pressione a soft key [(OPRC)].10. introduza O . Para cancelar a entrada. D O diretório de programas só é exibido no modo EDICAO.8. são enviados todos os programas arquivados na memória. Para interromper a entrada antes de seu término.

o botão de proteção contra escrita do disquete terá de ser colocado na posição que permite escrever no disquete. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. Explicações D Números dos arquivos depois de apagar Depois de apagado o arquivo k. especificado no passo 5. descrita na Seção III-8.1. O arquivo número k. 2 Selecione o modo EDICAO. obtendo-se k a (n-1). Em todos os outros modos.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Apagar arquivos Procedimento 1 Pressione a soft key [PRGRM] na tela TUDO E/S.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8.10.) USADO : 60 LIVRE : 140 MEMORIA(CARAC. CAN EXEC 6 Pressione a soft key [EXEC]. D O diretório de programas só é exibido no modo EDICAO. Antes de apagar Depois de apagar de 1 a (k-1) de 1 a (k-1) k Apagado de (k+1) a n de k a (n-1) Antes de se poder apagar um arquivo. é subtraída 1 unidade aos números dos arquivos anteriores (k+1) a n. 5 Introduza o número de um arquivo entre 1 e 9999 para especificar o arquivo que deverá ser apagado. É exibido um diretório de programas. 3 Pressione a soft key [(OPRC)]. é exibida a tela TUDO E/S. é apagado.) 3321 127839 O0010 O0001 O0003 O0002 O0555 O0999 O0062 O0004 O0005 O1111 O0969 O6666 O0021 O1234 O0588 O0020 O0040 >_ EDICAO * * * * PESQ D *** *** LER *** ENVIAR 14:46:09 APAGAR (OPRC) 4 Pressione a soft key [APAGAR]. O0001 N00010 PROGRAMA(NUM. D Proteção contra gravação 519 .

Para cancelar a entrada.3 Entrada e saída de parâmetros A entrada e saída de parâmetros pode ser efetuada através da tela TUDO E/S.1 2 Selecione o modo EDICAO. pressione a soft key [CAN].ENVIO ISO COD.DO MODULO TAXABAUD BIT STOP ENTRADA ZERO (EIA) VERIF TV(NOTAS) 1 0 4800 2 NO ON O1234 N12345 VERIF TV OFF CODIG.ENTRADA ASCII SAIDA AVANCOAVANCO SAIDA EOB (ISO) CR (0:EIA 1:ISO)>1_ MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 CAN EXEC 4 Pressione a soft key [LER] e. 520 . ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8.10.10. descrita na Seção III-8. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. o indicador de ”ENTRADA” é apagado da tela. Depois de concluída a entrada. em seguida. Os parâmetros são lidos e o indicador de ”ENTRADA” fica piscando no canto inferior direito da tela.8. Entrada de parâmetros Procedimento 1 Pressione a soft key [PARAM] na tela TUDO E/S. 3 Pressione a soft key [(OPRC)]. [EXEC]. LER/ENVIAR (PARAMETRO) CANAL DE E/S NO.

DO MODULO TAXABAUD BIT STOP ENTRADA ZERO (EIA) VERIF TV (NOTAS) 1 0 4800 2 NO ON O1234 N12345 VERIF TV OFF CODIG.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Saída de parâmetros Procedimento 1 Pressione a soft key [PARAM] na tela TUDO E/S.1 2 Selecione o modo EDICAO. em seguida.10. o indicador de ”SAIDA” é apagado da tela.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. Para cancelar a saída.ENVIO ISO COD. pressione a soft key [CAN]. Depois de concluída a saída. LER/ENVIAR (PARAMETRO) CANAL DE E/S NO. 3 Pressione a soft key [(OPRC)].ENTRADA ASCII SAIDA AVANCOAVANCO SAIDA EOB (ISO) CR (0:EIA 1:ISO)>1_ MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 CAN EXEC 4 Pressione a soft key [ENVIAR]e. 521 . [EXEC]. Os parâmetros são enviados e o indicador de ”SAIDA” fica piscando no canto inferior direito da tela. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. descrita na Seção III-8.

descrita na Seção III-8. 3 Pressione a soft key [(OPRC)].Os dados de correção são lidos e o indicador de ”ENTRADA” fica piscando no canto inferior direito da tela. em seguida.8.ENTRADA ASCII SAIDA AVANCOAVANCO SAIDA EOB (ISO) CR (0:EIA 1:ISO)>1_ MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 CAN EXEC 4 Pressione a soft key [LER] e. o indicador de ”ENTRADA” é apagado da tela. Para cancelar a entrada. LER/ENVIAR (CORRECAO) CANAL DE E/S NO. Entrada de dados de correção Procedimento 1 Pressione a soft key [CORREC] na tela TUDO E/S.1 2 Selecione o modo EDICAO. [EXEC]. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita.DO MODULO TAXABAUD BIT STOP ENTRADA ZERO (EIA) VERIF TV (NOTAS) 1 0 4800 2 NO ON O1234 N12345 VERIF TV OFF CODIG. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8. 522 .ENVIO ISO COD.10.10. Depois de concluída a entrada.4 Entrada e Saída de Dados de Correção A entrada e saída dos dados de correção pode ser efetuada através da tela TUDO E/S. pressione a soft key [CAN].

523 . Para cancelar a saída.DO MODULO TAXABAUD BIT STOP ENTRADA ZERO (EIA) VERIF TV (NOTAS) 1 0 4800 2 NO ON O1234 N12345 VERIF TV OFF CODIG.10. pressione a soft key [CAN]. LER/ENVIAR (CORRECAO) CANAL DE E/S NO. Os dados de correção são enviados e o indicador de ”SAIDA” fica piscando no canto inferior direito da tela. em seguida.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Saída de dados de correção Procedimento 1 Pressione a soft key [CORREC] na tela TUDO E/S. 3 Pressione a soft key [(OPRC)].B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8.1 2 Selecione o modo EDICAO. o indicador de ”SAIDA” é apagado da tela. Depois de concluída a saída.ENVIO ISO COD. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. descrita na Seção III-8. [EXEC].ENTRADA ASCII SAIDA AVANCOAVANCO SAIDA EOB (ISO) CR (0:EIA 1:ISO)>1_ MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 CAN EXEC 4 Pressione a soft key [ENVIAR]e.

pressione a soft key [CAN]. em seguida. NOTA Para introduzir uma variável de macro. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8. faça a leitura da instrução da macro de usuário como programa e execute.1 2 Selecione o modo EDICAO.ENVIO ISO COD.5 Saída de variáveis comuns de macros de usuário A saída de variáveis comuns de macros de usuário pode ser efetuada através da tela TUDO E/S. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. o indicador de ”SAIDA” é apagado da tela. LER/ENVIAR (MACRO) CANAL DE E/S NO.DO MODULO TAXABAUD BIT STOP ENTRADA ZERO (EIA) VERIF TV(NOTAS) 1 0 4800 2 NO ON O1234 N12345 VERIF TV OFF CODIG.8.10. Saída de variáveis comuns de macros de usuário Procedimento 1 Pressione a soft key [MACRO] na tela TUDO E/S.ENTRADA ASCII SAIDA AVANCOAVANCO SAIDA EOB (ISO) CR (0:EIA 1:ISO)>1_ MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 CAN EXEC 4 Pressione a soft key [ENVIAR]e.10. Depois de concluída a saída. em seguida. descrita na Seção III-8. [EXEC]. o programa. 524 . As variáveis comuns de macros de usuário são enviadas e o indicador de ”SAIDA” fica piscando no canto inferior direito da tela. 3 Pressione a soft key [(OPRC)]. Para cancelar a saída.

10. 3 Selecione o modo EDICAO.1. é exibida a tela TUDO E/S. bem como a entrada e saída de arquivos em disquete. descrita na seção III-8. a soft key [DEF A]. LER/ENVIAR (DISCO) O1234 N12345 > MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 APAGAR PESQ D 5 Pressione a soft key [PESQ A]. 2 Pressione a soft key [DISCO]. em seguida. 6 Introduza o número do arquivo desejado e pressione. 4 Pressione a soft key [(OPRC)]. A tela do disquete só é exibida no modo EDICAO. Exibição de um diretório de arquivos Procedimento 1 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita (tecla de mudança para o menu seguinte) na tela TUDO E/S. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita.10. DEF A CAN EXEC 525 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS 8. Em todos os outros modos.6 Entrada e saída de arquivos em disquetes A tela TUDO E/S suporta a exibição de um diretório de arquivos do disquete. A tela do disquete é exibida.

3 11.9 11. 0003 O0001 0004 O0002 0005 O0003 0006 O0004 0007 O0005 0008 O0010 0009 O0020 PESQ A ARQU. (Não é necessário pressionar a soft key [PESQ A]. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 7 Pressione a soft key [EXEC].PROGRAM.=2 >2_ EDICAO * * * * PESQ D *** *** *** 12:34:56 CAN EXEC O1234 N12345 (METRO) VOL 46.1 12.8.9 11.NO. É exibido um diretório em que o arquivo especificado se encontra em primeiro lugar. LER/ENVIAR (DISCO) Nº.) 526 .9 11. é exibido um diretório em que o primeiro arquivo se encontra na posição superior.9 11.9 Pressionando simplesmente a tecla de página. pressionando a tecla de página. NOME DO ARQUIVO 0001 PARAMETRO 0002 TODOS-OS.9 11.9 11. Os arquivos subseqüentes do diretório podem ser exibidos.

10. 7 Pressione a soft key [EXEC]. o indicador de ”ENTRADA” é apagado da tela. 6 Introduza o número do arquivo ou do programa que deverá ser introduzido. Depois de concluída a entrada. A tela do disquete só é exibida no modo EDICAO. D Especificação do número de um programa: Introduza o número do programa desejado e pressione. DEF A DEF O STOP CAN EXEC 527 . 3 Selecione o modo EDICAO. a soft key [DEF O]. A tela do disquete é exibida. O arquivo ou programa especificado é lido e o indicador de ”ENTRADA” fica piscando no canto inferior direito da tela. a soft key [DEF A]. D Especificação do número de um arquivo: Introduza o número do arquivo desejado e pressione.1. em seguida. Em todos os outros modos. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. em seguida.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Entrada de um arquivo Procedimento 1 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita (tecla de mudança para o menu seguinte) na tela TUDO E/S. é exibida a tela TUDO E/S.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. 4 Pressione a soft key [(OPRC)]. 2 Pressione a soft key [DISCO]. descrita na seção III-8. LER/ENVIAR (DISCO) O1234 N12345 > MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 APAGAR PESQ D 5 Pressione a soft key [LER].

8.10. o indicador de ”SAIDA” é apagado da tela. juntamente com o número do arquivo de saída desejado. em seguida. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. é exibida a tela TUDO E/S. DEF A DEF O STOP CAN EXEC 6 Introduza o número do programa que deverá ser enviado. Em todos os outros modos. o programa é escrito no fim dos arquivos atualmente registrados. A tela do disquete só é exibida no modo EDICAO. 4 Pressione a soft key [(OPRC)]. 2 Pressione a soft key [DISCO]. 528 . 7 Pressione a soft key [EXEC]. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Saída de um arquivo Procedimento 1 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita (tecla de mudança para o menu seguinte) na tela TUDO E/S.1. 3 Selecione o modo EDICAO. a soft key [DEF A]. LER/ENVIAR (DISCO) O1234 N12345 > MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 APAGAR PESQ D 5 Pressione a soft key [ENVIAR]. a soft key [DEF O]. O programa especificado é enviado e o indicador de ”SAIDA” fica piscando no canto inferior direito da tela. Não sendo especificado o número de um arquivo. Depois de concluída a saída. D Especificação do número de um arquivo: Introduza o número do arquivo desejado e pressione. A tela do disquete é exibida. D Especificação do número de um programa: Introduza o número do programa desejado e pressione. em seguida. descrita na seção III-8.

B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Apagar arquivos Procedimento 1 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita (tecla de mudança para o menu seguinte) na tela TUDO E/S. 2 Pressione a soft key [DISCO]. LER/ENVIAR (DISCO) O1234 N12345 > MDI **** *** *** LER *** ENVIAR 12:34:56 APAGAR PESQ D 5 Pressione a soft key [APAGAR]. Em todos os outros modos. A tela e as soft keys alteram-se da forma abaixo descrita. 529 .10. Depois de apagado o arquivo desejado. é exibida a tela TUDO E/S. os arquivos subseqüentes são deslocados para cima. A tela do disquete só é exibida no modo EDICAO. 6 Introduza o número do arquivo desejado e pressione. A tela do disquete é exibida. em seguida. 3 Selecione o modo EDICAO.1. O arquivo especificado é apagado. 4 Pressione a soft key [(OPRC)]. a soft key [DEF A]. descrita na seção III-8. DEF A CAN EXEC 7 Pressione a soft key [EXEC].

Em seguida. Os diferentes tipos de dados de um cartão de memória. Pesquisa de um arquivo O arquivo especificado é procurado no cartão de memória e. sendo encontrado. como p. ⋅ Visualização de diretórios de arquivos guardados Os arquivos guardados em um cartão de memória podem ser exibidos na tela de diretórios. parâmetros e dados de correção podem ser igualmente inseridos e reproduzidos em formato de arquivo de texto.8. Escrita de um arquivo Os dados. ex. Leitura de um arquivo Os arquivos em formato de texto podem ser lidos de um cartão de memória.11 ENTRADA/SAÍDA DE DADOS ATRAVÉS DE UM CARTÃO DE MEMÓRIA A definição do canal de E/S (parâmetro n 0020) como 4 permite chamar os arquivos de um cartão de memória inserido na respectiva interface localizada do lado esquerdo da tela. são apresentadas as funções principais. podem ser guardados em um cartão de memória em formato de texto. rotinas. é exibido na tela de diretórios. Apagar arquivos Os arquivos podem ser selecionados e apagados do cartão de memória. CNC Escrita de um arquivo Leitura de um arquivo Exibição de diretórios Pesquisa de um arquivo Apagar arquivos Cartão de memória ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ 530 . ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8. como os programas de peças.

Através das teclas de página e 4 Pressione a soft key [CARTAO]. a tela alterna entre a exibição dos comentários e a exibição do tamanho e da data. 2 Pressione a tecla de função . DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO 0001 0002 0003 0004 0005 0006 0007 0008 0009 TESTE PROG O1000 O1001 O0002 O2000 O2001 O3001 O3300 O3400 O3500 ) DIR + O0034 N00045 COMENT (COMENT.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. A tela pode exibir um total de 18 caracteres. é possível rolar a tela. 0001 O1000 123456 0002 O1001 118458 0003 O0002 113250 0004 O2000 173456 0005 O2001 113444 0006 O3001 118483 0007 O3300 111406 0008 O3400 112420 0009 O3500 117460 ~ PROG DIR + 5 É possível exibir os comentários relativos a cada arquivo. ) (SUBPROGRAMA) (12345678 ) ( ) ( ) (SALTAR K ) (RAPIDO ) ( ) (PROGRAMA (OPRC) ~ ~ 6 Pressionando repetidamente a soft key [DIR+]. É exibido qualquer comentário existente no arquivo. pressionando a soft key [DIR+]. É apresentada a tela seguinte. após o número O. (tecla do 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita menu seguinte). O0034 N00045 DATA 96/07/10 96/07/30 96/07/30 96/07/31 96/07/31 96/08/02 96/08/05 96/07/31 96/07/31 (OPRC) ~ DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO TAM. 531 .ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Visualização de diretórios de arquivos guardados Procedimento 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. .

o arquivo é exibido na parte superior da tela de diretórios. É apresentada a tela seguinte. Sendo encontrado.) (SUBPROGRAMA--1) (COMENT. ) (COMENT. Pesquisa do arquivo número 19 DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO 0019 0020 0021 0022 ~ O1000 O1010 O1020 O1030 O0034 N00045 COMENT (PROGRAMA PRINC. 2 Pressione a tecla de função . inicie a pesquisa.8. (tecla do 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita menu seguinte). Depois. PESQ D LER A LER N ENVIAR APAGAR 6 Introduza o número do arquivo desejado através da soft key [PESQ A]. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Pesquisa de um arquivo Procedimento 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. ) ~ 532 . pressionando a soft key [EXEC]. 4 Pressione a soft key [CARTAO]. 0001 O1000 123456 0002 O1001 118458 0003 O0002 113250 0004 O2000 173456 0005 O2001 113444 0006 O3001 118483 0007 O3300 111406 0008 O3400 112420 0009 O3500 117460 ~ PROG DIR + O0034 N00045 DATA 96/07/10 96/07/30 96/07/30 96/07/31 96/07/31 96/08/02 96/08/05 96/07/31 96/07/31 (OPRC) ~ 5 Pressione a soft key [(OPRC)]. DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO TAM.

É apresentada a tela seguinte. 2 Pressione a tecla de função PROG. PESQ D LER A LER N ENVIAR APAGAR 6 Para especificar o número de um arquivo. o número O é registrado na coluna do nome do arquivo. 0001 O1000 123456 0002 O1001 118458 0003 O0002 113250 0004 O2000 173456 0005 O2001 113444 0006 O3001 118483 0007 O3300 111406 0008 O3400 112420 0009 O3500 117460 ~ PROG DIR + O0034 N00045 DATA 96/07/10 96/07/30 96/07/30 96/07/31 96/07/31 96/08/02 96/08/05 96/07/31 96/07/31 (OPRC) ~ 5 Pressione a soft key [(OPRC)]. DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO 0019 O1000 0020 O1010 0021 O1030 ~ LER > NOME DO ARQUIVO=20 NO. ⋅ Defina o número de um programa para registrar um arquivo que deverá ser lido com um número O separado. pressione a soft key [LER A]. é apresentada a tela seguinte. 4 Pressione a soft key [CARTAO].) (SUBPROGRAMA--1) (COMENT. em seguida. Em seguida. o número do arquivo pressionando a soft key [DEF A]. pressionando a soft key [DEF O].PROGRAMA=120 **** *** DEF O **** STOP CAN 15:40:21 EXEC O0001 N00010 COMENT (PROGRAMA PRINC. DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO TAM. Depois. 533 . Em seguida. 3 Pressione a soft key com seta para a direita (tecla do menu seguinte). pressione a soft key [EXEC]. introduza o número de programa 120 e defina-o.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. ) ~ EDICAO * * * NOME A 7 Introduza o número de arquivo 20 através do painel MDI e defina. Não sendo definido qualquer número de programa.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Leitura de um arquivo Procedimento 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. ⋅ O número de arquivo 20 é registrado no CNC como O0120.

em seguida. É apresentada a tela seguinte. pressionando a soft key [DEF O]. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 8 Para especificar um arquivo com seu nome. pressione a soft key [EXEC]. no passo 6. Em seguida. DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO 0012 0013 0014 ROS) LER > EDICAO * * * NOME A O0050 PROTESTE O0060 O0001 N00010 COMENT (PROGRAMA PRINC. como descrito acima.8. introduza o número de programa 1230 e defina-o.PROGRAMA =1230 **** *** DEF O **** STOP CAN 15:40:21 EXEC ~ 9 Para registrar o nome de arquivo PROTESTE como O1230. pressione a soft key [LER N]. Depois. o nome do arquivo com a soft key [NOME A]. 534 .) (SUBPROGRAMA--1) (PROGRAMA MAC~ NOME DO ARQUIVO =PROTESTE NO. introduza o nome de arquivo PROTESTE através do painel MDI e defina.

o arquivo é gravado com o número O1230. em seguida. ~ ENVIAR > EDICAO * * * NOME A NOME DO ARQUIVO = NO. 2 Pressione a tecla de função .ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Escrita de um arquivo Procedimento 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. o número do programa com a soft key [DEF O] Se pressionar a soft key [EXEC]. depois de efetuada. introduza o nome de arquivo desejado através do painel MDI e defina. É apresentada a tela seguinte. DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO 0001 0002 0003 0004 0005 0006 0007 0008 0009 ~ PROG O1000 O1001 O0002 O2000 O2001 O3001 O3300 O3400 O3500 TAM. por exemplo. o nome do arquivo com a soft key [DEF A]. Se pressionar a soft key [EXEC].PROGRAMA =1230 **** *** DEF O **** STOP CAN 15:40:21 EXEC ~ 535 . por exemplo. ~ ENVIAR > EDICAO * * * NOME A NOME DO ARQUIVO =ABCD12 NO. 123456 118458 113250 173456 113444 118483 111406 112420 117460 DIR + O0034 N00045 DATA 96/07/10 96/07/30 96/07/30 96/07/31 96/07/31 96/08/02 96/08/05 96/07/31 96/07/31 (OPRC) ~ PESQ D LER A LER N ENVIAR APAGAR 5 Pressione a soft key [(OPRC)]. depois de efetuada.PROGRAMA =1230 **** *** DEF O **** STOP CAN 15:40:21 EXEC ~ 8 Tal como para a definição do número O.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. 6 Pressione a soft key [ENVIAR]. a definição seguidamente apresentada. o arquivo é gravado com o número de programa O1230 e com o nome de arquivo ABCD12. 4 Pressione a soft key [CARTAO]. 7 Introduza o número O desejado através do painel MDI e defina. a definição seguidamente apresentada. 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita (tecla do menu seguinte). em seguida.

o arquivo é sobrescrito incondicionalmente se a substituição for especificada pela função de cópia impressa da tela ou por uma operação na tela de informação de manutenção ou tela PMC. Mesmo quando OWM é 0. será utilizado o nome PROGRAM. neste poderá já exitir um arquivo com o mesmo nome. Para escrever todos os programas.ALL para o registro.8. não obstante. se não for especificado qualquer nome de arquivo. quando OWM é 1. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Registrar um arquivo com o mesmo nome Quando um arquivo é enviado para o cartão de memória. o arquivo é sobrescrito incondicionalmente. introduza o número de programa =-9999.º 0138 pode ser usado para selecionar se se deseja sobrescrever o arquivo existente de forma incondicional ou mostrar uma mensagem confirmando se se deseja sobrescrever o arquivo. Quando OWM é 0 é mostrada uma mensagem. O bit 6 (OWM) do parâmetro n. A especificação dos nomes dos arquivos está sujeita às seguintes restrições: <File name setting> ×××××××× ↑ No máximo 8 caracteres VVV ↑ No máximo 3 caracteres para a extensão D Escrever todos os programas D Restrições para os nomes dos arquivos 536 . Neste caso.

) ~ O arquivo O1020 é apagado. em seguida. 537 . 4 Pressione a soft key [CARTAO]. O arquivo é apagado e a tela de diretórios é novamente exibida.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Apagar arquivos Procedimento 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. Apagamento do arquivo número 21 DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO 0019 O1000 0020 O1010 0021 O1020 0022 O1030 ~ O0034 N00045 COMENT (PROGRAMA PRINC. ) ~ O número de arquivo 21 é atribuído ao nome de arquivo seguinte. DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO TAM. a soft key [EXEC]. PESQ D LER A LER N ENVIAR APAGAR 6 Especifique o número do arquivo desejado com a soft key [APAGAR] e pressione. ) (COMENT. 2 Pressione a tecla de função . DIRETORIO (CARTAO M) Nº NOME DO ARQUIVO 0019 O1000 0020 O1010 0021 O1020 0022 O1030 ~ O0034 N00045 COMENT (PROGRAMA PRINC) (SUBPROGRAMA--1) (COMENT. ) (COMENT. É apresentada a tela seguinte.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. (tecla do 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita menu seguinte).) (SUBPROGRAMA--1) (COMENT. 0001 O1000 123456 0002 O1001 118458 0003 O0002 113250 0004 O2000 173456 0005 O2001 113444 0006 O3001 118483 0007 O3300 111406 0008 O3400 112420 0009 O3500 117460 ~ PROG DIR + O0034 N00045 DATA 96/07/10 96/07/30 96/07/30 96/07/31 96/07/31 96/08/02 96/08/05 96/07/31 96/07/31 (OPRC) ~ 5 Pressione a soft key [(OPRC)].

indica a parte que pode ser rolada. incluindo programas de peças. É apresentada a tela seguinte. macros de usuário e dados do sistema de coordenadas da peça. O0001 N00001 DATA *0001 O0222 332010 96--04--06 *0002 O1003 334450 96--05--04 *0003 DADOS VAR. dados sobre erros de passo.8. 3 Pressione várias vezes a soft key com seta para a direita (tecla do menu seguinte). o usuário poderá optar por rolar a parte superior ou a parte inferior. Nome do item de dados Cartão de memória ← → Programa de peças Parâmetro Dados sobre correção Dados sobre erros de passo Macro de usuário Tela TUDO E/S Procedimento 1 Pressione o botão EDICAO no painel de operação da máquina. 4 Pressione a soft key [TUDO E/S]. a tela de cada tipo de dados não precisa de ser mostrada para a entrada/saída. é possível rolar o diretório de . diferentes tipos de dados. via um cartão de memória. parâmetros. LER/ENVIAR (PROGRAMA) Nº. 6 Com as teclas de página arquivos ou de programas. NOME DO ARQUIVO TAM. 538 e . ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Entrada/Saída em lote com um cartão de memória Na tela TUDO E/S. 2 Pressione a tecla de função . : Utilizada para rolar o diretório de programas. dados sobre correção. podem ser recebidos e enviados.MACRO653400 96--05--12 *0004 O0002 341205 96--05--13 [PROGRAMA] *O0001 O0002 O0003 O0005 O0100 O0020 *O0006 O0004 O0110 O0200 O2200 O0441 *O0330 > 10:07:37 EDICAO * * * * * * * * * * * * * * PROG PARAM CORRECAO (OPRC) Parte superior: Diretório de arquivos em o cartão de memória Parte inferior: Diretório de programas registrados 5 Com as teclas do cursor e .) : Utilizada para rolar o diretório de arquivos do cartão de memória. (O asterisco (*) exibido no canto esquerdo.

NOTA As operações no modo RMT e a função de chamada de subprogramas (baseada no comando M198) não podem ser utilizadas em combinação com um cartão de memória. Através da soft key [(OPRC)]. a tela exibirá apenas um diretório de arquivos. na primeira linha. [LER A] : Faz a leitura do número de arquivo especificado. pressionando (tecla do menu seguinte). LER/ENVIAR (PARAMETRO) Nº. entre parênteses. Podem exibir-se as soft keys para outras telas. nem ao bit 4 (SOR) do parâmetro nº 3107. O item de dados é indicado. A soft key [DEF O]. DATA 332010 334450 653400 334610 334254 333750 334453 96/04/06 96/05/04 96/05/12 96/05/04 96/06/04 96/06/04 96/06/04 ~ D Visualização do diretório de programas D Utilização das diferentes funções A exibição do diretório de programas não corresponde ao bit 0 (NAM) do parâmetro nº 3107. podem ser exibidas as seguintes soft keys: PESQ D LER A LER N ENVIAR APAGAR A operação de cada função é igual à da tela do diretório (cartão de memória). utilizada para a definição do número do programa. [ENVIAR] : Escreve um arquivo. [PESQ. A] : Procura o número de arquivo especificado.CNC O0001 N00001 TAM. 539 . só são exibidas para o item de dados ’programa’. e a indicação ”NUMERO DO PROGRAMA =”. [APAGAR] : Apaga o número de arquivo especificado. a soft key com seta para a direita Macro PASSO TRAB (OPRC) Se for selecionado um outro item de dados que não ’programa’.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. [LER N] : Faz a leitura de um arquivo com o nome especificado. NOME DO ARQUIVO 0001 0002 0003 0004 0005 0006 0007 ~ O0222 O1003 DADOS VAR.MACRO O0003 O0001 O0002 DADOS PARAM. encontra-se selecionado o item de dados ’programa’.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Explicações D Itens de dados separados Quando esta tela é exibida.

PROGRAMA =13 15:40:21 CAN EXEC ~ Mensagens de erro 1 **** STOP ×××× representa um código de erro do cartão de memória.). ⋅ O bit 3 do parâmetro nº 0100 pode ser utilizado para especificar se o código de fim de bloco (EOB) deverá ser enviado apenas como ”LF” ou como ”LF.3 Y2. O formato é descrito em seguida. CR”. ~ 0028 O0003 ERRO DO CARTAO M Nº do ARQUIVO= >_ EDICAO * * * DEF A **** *** DEF O 777382 01--06--14 ×××× NO. ENTRADA/SAÍDA DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Formato dos arquivos e mensagens de erro Formato Todos os arquivos lidos de um cartão de memória e escritos nele possuem o formato de texto. seguindo-se os dados propriamente ditos.33 ⋅ ⋅ M30 % ⋅ O código ASCII é utilizado para a entrada/saída. essas letras e caracteres são ignorados. Um arquivo começa com % ou LF. é exibida uma mensagem correspondente. Se ocorrer algum erro durante a operação de entrada/saída em cartões de memória. Cada bloco acaba com um LF e não com um ponto e vírgula (. Um arquivo termina sempre com %. ⋅ LF: 0A (hexadecimal) do código ASCII ⋅ Se for lido um arquivo que inclua letras minúsculas. os dados que se situam entre o primeiro % e o LF seguinte são ignorados. caracteres ’kana’ e diversos caracteres especiais (tais como $. independentemente do parâmetro de especificação (ISO/EIA). Numa operação de leitura. 540 . \ e !).8. Exemplo: % O0001(EXEMPLO DE ARQUIVO DO CARTAO DE MEMORIA) G17 G49 G97 G92 X-11. CR.

Foram abertos vários arquivos simultaneamente. 541 . A especificação do módulo é inválida. Já está inserido um cartão de memória. O cartão de memória não possui espaço livre suficiente.ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Códigos de erro do cartão de memória Código 99 102 105 106 110 111 114 115 117 118 119 121 122 124 129 130 131 133 135 140 Significado Uma peça que precede a área FAT do cartão de memória é destruída. O diretório especificado não foi encontrado. O cartão de memória não foi ainda inserido. O arquivo está protegido contra leitura/escrita. O arquivo está bloqueado. O cartão de memória não possui espaço livre suficiente. O arquivo ainda não foi aberto. O caminho especificado é inválido. O nome de arquivo especificado é inválido. Foi especificada uma função não correspondente. dado que há demasiados arquivos no diretório raiz. A extensão do arquivo especificado é inválida. Não é possível criar um novo diretório.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 8. O arquivo especificado não foi encontrado. O módulo não está formatado. O arquivo já está aberto. O arquivo especificado está protegido.

4) Copiar. . . A função ampliada de edição de rotinas permite copiar. . . Ver seção III-9. . Ver seção III-9. . . . Registro Edição Procurar parte de um programa para editar 1) Pesquisa de números de programa: . . . . . a pesquisa de números de seqüência.1. .5 5) Apagar programas: . . Ver seção III-9. . . . 4) Pesquisa de endereço: . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . a pesquisa de palavras e a pesquisa de endereços. . . . . .1. . . . . . . . . . . . Este capítulo descreve também a pesquisa de números de programa. . 2) Substituir palavras e endereços: . . . . .6. . . A edição inclui a inserção. Ver Subseções III-9. . . . Ver seção III-9. . . . . . . . . . . . . . Ver seção III-9. . apagamento e substituição de palavras. . . . . . . . . . . . . . . . .6. . . . . . Saída Execução 542 . . . Ver seção III-9. . . . . . . . . . . . .1. . . Inclui também o apagamento de programas completos e a inserção automática de números de seqüência. . . Ver Subseções III-9. . . . . . EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9 EDIÇÃO DE PROGRAMAS Aspectos Gerais Este capítulo descreve como editar programas registrados no CNC.5. .1 a 9. . mover e intercalar programas: . . . . . 2) Pesquisa de números de seqüência: . alteração. . . .6. mover e intercalar programas. . . . . . . . . . . . Ver subseção III-9. .2. . Inserir. . alterar e apagar palavras: . . . . . . . . . . . .6. alterar e apagar programas 1) Inserir. . . 3) Pesquisa de palavras: . . . executadas antes da edição do programa. . . . . . .9. . . . . . . .1. . . . . . . . .3 a 9. . 3) Apagar blocos: . . .4. . . . .1. . . . . . .1. . . . .5. . . . . .

após concluída a operação de edição e antes de proceder à execução do programa. GOTO. Nas macros de usuário. Em uma operação de varredura. De acordo com esta definição.1 INSERIR. o conceito de palavra é ambíguo. DO= ou . ao ser retomado o processo de usinagem. A unidade de edição é uma unidade que poderá ser alterada ou apagada durante uma operação. inserção ou apagamento da palavra. WHILE. a fim de proceder à alteração. (EOB). AVISO O usuário não pode continuar a execução do programa. Explicação D Conceito de palavra e unidade de edição Uma palavra é um endereço seguido de um número. alterar e apagar uma palavra 1 Selecione o modo EDICAO. EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. o cursor indica o início de uma unidade de edição. se pretende alterar o conteúdo da memória através da edição de uma parte do programa. Procedimento para inserir. Portanto. END. ⋅Método de varredura ⋅Método de procura de palavra 5 Proceda à alteração. 4 Procure a palavra a ser alterada. depois de interromper um processo de usinagem em curso através de uma parada de bloco único ou de um bloqueio de avanço. inserção ou apagamento de dados desse programa. utilizado aqui o conceito de unidade de edição. 543 . por isso. ALTERAR E APAGAR UMA PALAVRA Esta seção descreve o procedimento para a inserção. de acordo com a definição exata. uma palavra é uma unidade de edição. comute para o estado de reset ou execute um reset do sistema. Se um programa a ser editado não estiver selecionado. 3 Selecione o programa a ser editado. realize a operação 4. Se for efetuada qualquer alteração. Quando utilizado no contexto de edição. o termo “palavra” significa uma unidade de edição. procure o número do programa. o programa poderá não ser exatamente executado de acordo com o conteúdo do programa exibido na tela. Definição de unidade de edição: (i) Parte de um programa compreendido entre um endereço e o ponto imediatamente anterior ao endereço seguinte (ii) Um endereço é constituído por um conjunto de letras ou por IF. alteração e apagamento de palavras em programas registrados na memória. sendo. 2 Pressione . A inserção é feita a seguir à unidade de edição. Se um programa a ser editado estiver selecionado.

pressione a tecla do cursor do cursor . ou o cursor 5 Para procurar a primeira palavra do bloco anterior.0 S12 . M02 . 2 Pressione a tecla do cursor O cursor recua palavra a palavra na tela. o cursor é mostrado em uma palavra selecionada. o cursor é mostrado em uma palavra selecionada. 8 Se pressionar a tecla de página é exibida a página anterior e ou é exibida localizada a primeira palavra dessa página.9. através de uma pesquisa de palavras ou de uma pesquisa de endereços. Exemplo) Para localizar Z1250. .0 Programa O0050 . movendo simplesmente o cursor ao longo do texto (varredura). 4 Para procurar a primeira palavra do bloco seguinte. . Procedimento para a varredura de um programa 1 Pressione a tecla do cursor O cursor avança palavra a palavra na tela. 9 Quando se mantém premida a tecla de página uma página após a outra.1. % O0050 N01234 . é exibida a página seguinte e localizada a primeira palavra dessa página. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. 3 Quando se mantém premida a tecla do cursor ou as palavras são localizadas continuamente. N56789 M03 .1 Pesquisa de Palavras É possível procurar uma palavra. pressione a tecla 6 Quando se mantém premida a tecla do cursor 7 Se pressionar a tecla de página desloca-se continuamente para o início de um bloco. N01234 X100.0 Z1250. 544 .

a operação de pesquisa é executada em sentido inverso. 3 Para iniciar a operação de pesquisa. N56789 M03 . Para procurar S09.0 . a operação de pesquisa é executada em sentido inverso. Alarme Número do alarme 71 Descrição A palavra ou o endereço a ser procurada(o) não foi encontrada(o). N01234 X100. pressione a tecla [PESQ↓]. Procedimento para procurar um endereço Exemplo) Para procurar M03 PROGRAMA O0050 . S12 está sendo procurada. o cursor pára em S12. S12 . S12 .0 Z1250.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. N01234 X100. Depois de concluída a operação de pesquisa. em vez da tecla [PESQ↓].0 Z1250. 1 Introduza o endereço M . S12 não pode ser procurada se for introduzido apenas S1. Se pressionar a tecla [PESQ↑]. M02 . % O0050 N01234 N01234 está sendo procurada/ localizada.0 . M02 . 2 Pressione a tecla [PESQ↓]. em vez da tecla [PESQ↓]. Se pressionar a tecla [PESQ↑]. EDIÇÃO DE PROGRAMAS Procedimento para procurar uma palavra Exemplo) Para Procurar S12 PROGRAMA O0050 . 2 Introduza 1 ⋅ ⋅ 2 . S09 não pode ser procurada se for introduzido apenas S9. Depois de concluída a operação de pesquisa. tem de introduzir S09. 1 Introduza o endereço S . % O0050 N01234 N01234 está sendo procurada/localizada. o cursor pára em M03. N56789 M03 . 545 . M03 está sendo procurada.

Esta função chama-se salto do cursor para o ponteiro do programa. quando a tela do programa for selecionada no modo MEMORIA ou EDICAO. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. 2 Pressione . 1 Pressione a tecla de endereço O . 546 . 2 Introduza o número do programa. Procedimento para Saltar para o Início de um Programa Método 1 1 Pressione quando a tela do programa se encontrar selecionada no modo de EDICAO. 3 Pressione a tecla [(OPRC)]. 3 Pressione a soft key [PESQ O]. Quando o cursor tiver regressado ao início do programa. Método 3 1 Selecione o modo MEMORIA ou EDICAO. Método 2 Procure o número do programa. 4 Pressione a tecla [REBOB].2 Salto para o Início do Programa O cursor pode saltar para o início de um programa.9. Esta seção descreve os três métodos de salto do cursor para o ponteiro do programa.1. o conteúdo do programa é exibido na tela desde o início.

% O0050 N01234 Z1250. % T15 é inserido. N56789 M03 . Programa O0050 N01234 O0050 . M02 . EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9. 3 Introduza os dados.0 Z1250.1.0 .3 Inserção de Palavras Procedimento para inserir uma palavra 1 Procure ou localize a palavra imediatamente anterior à palavra a ser inserida. Programa O0050 . S12 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. M02 . 4 Pressione a tecla . N01234 X100. N56789 M03 . N01234 X100.0 foi encontrado/localizado. 5 .0 Z1250.0 T15 . Exemplo da Inserção de T15 Procedimento 1 Procure ou localize Z1250. 547 . S12 . 2 Introduza o endereço a ser inserido. 2 Introduza T 3 Pressione a tecla 1 .

3 Introduza os dados.0 M15 . % T15 foi encontrado/localizado. S12 .1. S12 . N01234 X100. 2 Introduza M 3 Pressione a tecla 1 . Exemplo de alteração de T15 para M15 Procedimento 1 Procure ou localize T15. Programa O0050 N01234 O0050 . N1234 X100.4 Alteração de Palavras Procedimento para alterar uma palavra 1 Procure ou localize a palavra a ser alterada.0 Z1250. Programa O0050 N01234 O0050 . EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. 4 Pressione a tecla . % T15 é alterado para M15.0 T 15 .9. M02 .0 Z1250. N5678 M03 . 5 . M02 . 548 . N56789 M03 . 2 Introduza o endereço a ser inserido.

N56789 M03 .0 S12 . X100. EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9.5 Apagar Palavras Procedimento para apagar uma palavra 1 Procure ou localize a palavra a ser apagada.1. % 549 . O0050 N01234 X100.0 foi apagado. M02 . 2 Pressione a tecla . N56789 M03 . Programa O0050 . N01234 Z1250.0 M15 . N01234 X100. Programa O0050 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9.0.0 foi encontrado/localizado.0 M15 .0 Procedimento 1 Procure ou localize X100. S12 . 2 Pressione a tecla . M02 . % O0050 N01234 Z1250. Exemplo do apagamento de X100.

EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. % O0050 N01234 N01234 foi encontrado/localizado. S12 . O0050 N01234 O bloco com N01234 foi apagado.2 É possível apagar um ou vários blocos de um programa. % 550 . 2 Introduza EOB . Programa O0050 .9. S12 . o cursor avança para a palavra seguinte. 2 Introduza EOB . . 3 Pressione a tecla Programa O0050 . N56789 M03 .2. APAGAR BLOCOS 9. N56789 M03 . M02 . 3 Pressione a tecla Exemplo do apagamento de um bloco com o nº1234 Procedimento 1 Procure ou localize N01234. Procedimento para apagar um bloco 1 Procure ou localize o endereço N do bloco a ser apagado.1 Apagar um Bloco O procedimento abaixo exclui um bloco até ao seu código EOB.0 M15 . . M02 . N01234 Z1250.

N56789 M03 . 4 Pressione a tecla . Programa O0050 . Procedimento para apagar vários blocos 1 Procure ou localize uma palavra no primeiro bloco da parte a ser apagada. M02 .2 Apagar Vários Blocos É possível apagar os blocos desde a palavra atualmente exibida até ao bloco com um número de seqüência especificado.2. N01234 Z1250. M02 . 3 Introduza o número de seqüência para o último bloco da parte a ser apagada. N01234 Z1250.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. S12 . S12 . Introduza N 5 6 7 8 9 . 551 . % O0050 N01234 A parte marcada com a chaveta é apagada. % . M02 . EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9. Exemplo do apagamento de blocos entre o bloco contendo N01234 e o bloco contendo N56789 Procedimento 1 Procure ou localize N01234. O0050 N01234 Os blocos compreendidos entre o bloco com N01234 e o bloco com N56789 foram apagados. Programa O0050 . Neste caso. 2 . reduza o número de blocos a apagar. 2 Introduza o endereço N . poderá ser acionado um alarme P/S (Nº 070). 3 Pressione a tecla Programa O0050 . NOTA Se existirem demasiados blocos a apagar.0 M15 . N56789 M03 . % O0050 N01234 N01234 foi encontrado/localizado.0 M15 .

2 Comute para o estado de reset (*1). Método 3 Este método procura o número de programa (de 0001 a 0015) correspondente a um sinal da máquina-ferramenta para iniciar a operação automática. 4 Pressione a chave de início de ciclo. Para informações mais detalhadas. Existem três métodos para procurar um programa.) 3 Defina o sinal de seleção do número de programa da máquina-ferramenta com um número de 01 a 15. 5 Pressione a tecla [PESQ O]. Se o programa não for encontrado. o número do programa procurado é exibido no canto superior direito da tela CRT. ⋅ Se o programa correspondente ao sinal da máquina-ferramenta não se encontrar registrado. do alarme 59 71 Conteúdo O programa com o número selecionado não pode ser procurado durante a pesquisa externa do número do programa. a operação de pesquisa do número do programa não é executada. 2 Pressione para visualizar a tela de programas. 3 Pressione a tecla [PESQ O]. 6 Depois de concluída a operação de pesquisa.9. 3 Introduza o endereço O . 552 . Método 2 1 Selecione o modo EDICAO ou MEMORIA. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. (Consulte o respectivo manual do fabricante da máquina-ferramenta. O número de programa especificado não foi encontrado durante a pesquisa do número do programa. Alarme Nº. é acionado o alarme P/S nº 71.3 PESQUISA DO NÚMERO DO PROGRAMA Se existirem vários programas na memória. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. é procurado o programa seguinte na memória. ⋅ Se o sinal da máquina-ferramenta for igual a 00. 2 Pressione para visualizar a tela de programas. Procedimento para a pesquisa do número do programa Método 1 1 Selecione o modo EDICAO ou MEMORIA. 4 Introduza o número do programa a ser procurado. ⋅ O estado de reset é aquele em que o LED de indicação de operação automática em curso está desligado. 1 Selecione o modo MEMORIA. Neste caso. é acionado o alarme P/S (nº 059). é possível procurar um determinado programa.

0 Z20.) Procedimento para a pesquisa do número de seqüência 1 Selecione o modo MEMORIA. é acionado o alarme P/S (nº 060). S12 . N02345 X20. EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9. utilizada para procurar um número de seqüência no meio de um programa. o número de seqüência procurado é exibido no canto superior direito da tela CRT. ⋅ Se o programa não contiver o número de seqüência a ser procurado. : O0003 . Programa Programa selecionado O número de seqüência procurado foi encontrado O0001 . : O0002 .0 . 3 ⋅ Se o programa contiver o número de seqüência a ser procurado. N01234 X100. 4 Introduza o endereço N .4 PESQUISA DO NÚMERO DE SEQÜÊNCIA A operação de pesquisa de números de seqüência é.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9.0 Z10. 6 Pressione a tecla [PESQ N]. : Esta seção é pesquisada desde o início. execute as operações 4 a 7. de forma a que a execução possa ser iniciada ou reiniciada no bloco que contém esse número de seqüência. N02346 X10.0 Z100. selecione o número do programa que contém o número de seqüência a ser procurado. 2 Pressione .0 . normalmente. 553 . 7 Depois de concluída a operação de pesquisa. (A operação de pesquisa só é executada dentro de um programa. Exemplo) Pesquisa do número de seqüência 02346 em um programa (O0002). Se o número de seqüência especificado não for encontrado no programa atualmente selecionado.0 . abaixo descritas. 5 Introduza o número de seqüência a ser procurado.

um ponto de transição de um processo para outro. etc. bem como as coordenadas. : Se tentar procurar N8888. no primeiro bloco em que a execução deva ser iniciada ou reiniciada através de um comando de pesquisa do número de seqüência. Se tentar pesquisar um número de seqüência em um subprograma chamado pelo programa atualmente selecionado. Um bloco procurado através da pesquisa de números de seqüência representa. os códigos G. Isso significa que os dados contidos nos blocos ignorados. normalmente. tais como as coordenadas e os códigos M.. : : Subprograma O5678 : N88888 : M99. no exemplo acima.9. Durante a operação de pesquisa. as coordenadas. são efetuados os seguintes controles: ⋅Salto opcional de bloco ⋅Alarme P/S (nº 003 a 010) D Controle durante a pesquisa Restrições D Pesquisa em um subprograma Durante a operação de pesquisa de números de seqüência. Programa principal O1234 : : M98 P5678 . Alarme Nº. é acionado um alarme P/S (nº 060). do alarme 60 Conteúdo O número de seqüência do comando não foi encontrado durante a pesquisa do número de seqüência. através do painel MDI. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Operação durante a pesquisa Os blocos que são ignorados não exercem qualquer influência sobre o CNC. especifique os códigos M. Portanto. certifique-se de que introduziu os códigos M. Se for necessário procurar um bloco no meio de um processo. S e T necessários. é acionado um alarme. depois de ter controlado cuidadosamente os estados da máquina-ferramenta e do CNC nesse ponto. o M98Pxxxx (chamada de subprograma) não é executado. não alteram as coordenadas do CNC nem os valores modais. a fim de reiniciar a execução nesse bloco. 554 . S e T. S e T necessários.

2 Pressione para visualizar a tela de programas. 5 Pressione a tecla . É possível apagar um programa registrado na memória. 9. especificando-se uma faixa. 5 Pressione a tecla para apagar todos os programas.5. 4 Introduza o número de programa desejado.5 APAGAR PROGRAMAS 9. 555 . 2 Pressione para visualizar a tela de programas. 3 Introduza o endereço O .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9.5. Procedimento para apagar um programa 1 Selecione o modo EDICAO. EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9.2 Apagar Todos os Programas É possível apagar todos os programas registrados na memória.1 Apagar Um Programa Os programas registrados na memória podem ser apagados um a um ou todos de uma vez. Procedimento para apagar todos os programas 1 Selecione o modo EDICAO. 3 Introduza o endereço O . 4 Introduza -9999. Também é possível apagar mais de um programa. O programa com o número de programa introduzido é apagado.

3 Introduza a faixa de números de programas a serem apagados com as teclas de endereço e numéricas. no seguinte formato: OXXXX. 2 Pressione para visualizar a tela de programas. 4 Pressione a tecla YYYY. para apagar os programas nº XXXX a nº 556 . EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9.5.9.3 Apagar Mais de Um Programa Especificando uma Faixa É possível apagar os programas que se encontrem dentro de uma faixa especificada na memória. Procedimento para apagar mais de um programa através da especificação de uma faixa.OYYYY sendo XXXX o número inicial e YYYY o número final dos programas a serem apagados. 1 Selecione o modo EDICAO.

6 FUNÇÃO AMPLIADA DE EDIÇÃO DE UM PROGRAMA DE PEÇAS A função ampliada de edição de rotinas permite executar as operações seguidamente descritas nos programas registrados na memória. através de soft keys. integral ou parcialmente. EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9. Estão disponíveis as seguintes operações de edição: D Copiar ou mover um programa. D Inserir um programa em qualquer ponto de outros programas.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. 557 . para outro programa. D Substituir uma determinada palavra ou endereço de um programa por outra palavra ou endereço.

1. à exceção do número do programa. 8 Introduza o número do novo programa (só com as teclas numéricas) e 9 .6. Procedimento para copiar um programa inteiro 1 Comute para o modo EDICAO.6. o programa com o número de programa xxxx é copiado para um programa recém-criado com o número de programa yyyy. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. (OPRC) Tecla de mudança para o menu seguinte (EX-EDC) COPIAR TUDO Teclas numéricas 0 a pressione a tecla EXEC . 558 . 2 Pressione a tecla de função 3 Pressione a soft key [(OPRC)]. é possível criar um novo programa.1 Copiar um Programa Inteiro Copiando um programa. O programa criado através da operação de cópia é igual ao programa original.9. 9 Pressione a soft key [EXEC]. 5 Pressione a soft key [EX--EDC]. 6 Verifique se a tela do programa a ser copiado está selecionada e pressione a soft key [COPIAR].6. 4 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte. Antes de copiar Oxxxx A Depois de copiar Oxxxx Copiar A Oyyyy A Fig. 9. 9. 7 Pressione a soft key [TUDO].1 Copiar um programa inteiro Na Fig.

a faixa é copiada até ao fim do programa.2 Copiar Parte de um Programa Copiando uma parte de um programa. EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9. O programa para o qual foi especificada uma faixa de edição.6. permanece inalterado após a operação de cópia.6. Teclas numéricas 0 a 9 EXEC 5 Pressione a soft key [EXEC]. 559 .6. Procedimento para copiar parte de um programa 1 Siga os passos 1 a 6 da Subseção III-9.6. CRSR∼ 2 Desloque o cursor para o início da faixa a ser copiada e pressione a soft key [CRSR∼]. é possível criar um novo programa. 4 Introduza o número do novo programa (só com as teclas numéricas) e pressione a tecla . a parte B do programa com o número de programa xxxx é copiada para um programa recém-criado com o número de programa yyyy.1.2.2 Copiar parte de um programa Na Fig.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. 9. Antes de copiar Oxxxx A B C Depois de copiar Oxxxx Copiar A B C Oyyyy B Fig. independentemente da posição do cursor). 9. ∼CRSR ∼BTTM 3 Desloque o cursor para o fim da faixa a ser copiada e pressione a soft key [ ∼CRSR] ou [ ∼FIM] (neste último caso.

560 . independentemente da posição do cursor). Antes de copiar Oxxxx Depois de copiar Oxxxx Copiar Oyyyy A B C A C B Fig.6. Procedimento para mover parte de um programa 1 Siga os passos 1 a 5 da subseção III-9.9. 9. a 9 CRSR∼ ∼CRSR ∼BTTM Teclas numéricas 0 5 Introduza o número do novo programa (só com as teclas numéricas) e pressione a tecla .6.3 Mover Parte de um Programa Movendo uma parte de um programa.3 Mover parte de um programa Na Fig. 4 Desloque o cursor para o fim da faixa a ser movida e pressione a soft key [ ∼CRSR] ou [ ∼FIM] (neste último caso. a parte B é apagada do programa com o número do programa xxxx.1.3.6. a parte B do programa com o número de programa xxxx é movida para um programa recém-criado com o número de programa yyyy. EXEC 6 Pressione a soft key [EXEC]. 3 Desloque o cursor para o início da faixa a ser movida e pressione a soft key [CRSR∼]. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. 9.6. MOVER 2 Verifique se a tela do programa a ser movido está selecionada e pressione a soft key [MOVER]. a faixa é copiada até ao fim do programa. é possível criar um novo programa.

9.6. 9. ∼BTTM’ ∼’CRSR 3 Desloque o cursor para a posição em que deverá ser inserido o outro programa e pressione a soft key [ ∼’CRSR] ou [ ∼FIM’](neste último caso. EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9. EXEC 5 Pressione a soft key [EXEC].4. 561 . é exibido o fim do programa atual).1.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9.6. UNIR 2 Verifique se a tela do programa a ser editado está selecionada e pressione a soft key [UNIR].4 Intercalação de um programa em uma posição especificada Na Fig. O programa OYYYY não sofre alterações após a operação de intercalação. o programa com o número de programa XXXX é intercalado no programa com o número de programa YYYY.6. a 9 Teclas numéricas 0 4 Introduza o número do programa a ser inserido (só com as teclas numéricas) e pressione a tecla .4 Intercalar um Programa É possível inserir outro programa em qualquer posição do programa atual. Procedimento para intercalar um programa 1 Siga os passos 1 a 5 da Subseção III-9. Antes de intercalar Oxxxx A C Depois de intercalar Oxxxx Intercalar A B Oyyyy B Oyyyy B Ponto de intercalação C Fig. O programa com o número especificado no passo 4 é inserido antes do ponto em que foi posicionado o cursor no passo 3.6.

9. (É acionado o alarme BP/S nº 140. Os pontos inicial e final definidos para uma faixa de edição permanecem válidos até que seja executada uma operação que os invalide. Este programa O0000 possui as seguintes características: D O programa pode ser editado como qualquer outro programa normal. D Se o programa deixar de ser necessário. Ao copiar e mover programas. (Não execute o programa. é registrado um programa com o número O0000 como programa de trabalho.6. o programa não poderá ser novamente registrado em segundo plano. (Na operação de intercalação. à exceção da pesquisa de endereços. as informações já existentes não são apagadas. 562 . D Regresso do processamento à seleção de operações. não é possível executar qualquer operação de edição. Qualquer uma das operações seguintes invalida a definição da faixa de edição: D Qualquer operação de edição executada após a definição do ponto inicial ou final. pesquisa/localização de palavras e procura do início de um programa. começando pelo ponto inicial.) Contudo. produz-se uma área livre. apague-o por meio de uma operação de edição normal. D Sem especificar um número do programa Restrições D Número de dígitos para o número do programa Se o número de programa for especificado com 5 ou mais dígitos. se a tecla [EXEC] for pressionada sem que tenha sido especificado um número de programa. se for selecionado para operações em primeiro plano. a faixa de edição terá de ser redefinida. Mover e Intercalar Explicações D Definição de uma faixa de edição A definição do ponto inicial de uma faixa de edição com [CRSR ∼] pode ser alterada livremente até ser definido o ponto final da faixa de edição com [ ∼CRSR] ou [ ∼FIM]. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. as informações já existentes são apagadas durante o tempo de execução e as informações novas (todo o programa ou parte dele) são novamente registradas. depois de ter sido definido o ponto final da faixa de edição.5 Explicações Suplementares para as Operações de Copiar. após a definição do ponto inicial ou final.) Quando o programa é novamente registrado.) D Se for executada novamente uma operação de cópia ou de movimentação. Se o ponto inicial de uma faixa de edição for definido depois do ponto final. Apague essa área com a tecla . é gerado um erro de formato. D Edição quando o sistema está aguardando a introdução de um número de programa Quando o sistema está aguardando a introdução de um número de programa.

Houve uma falha de corrente durante a cópia. É apagado somente o programa em edição. A cópia ou inserção é interrompida. EDIÇÃO DE PROGRAMAS Alarme Nº. do alarme 70 101 Conteúdo A capacidade da memória não é suficiente para concluir a cópia ou inserção de um programa.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. 563 . Se este alarme for acionado. movimentação ou inserção de um programa e a memória utilizada para a edição tem de ser limpa. pressione simultaneamente a tecla e a tecla de função .

a primeira ocorrência da palavra ou do endereço especificado. BPRNT. 0 [APOS] [EXEC] Explicação D Substituição de macros de usuário É possível substituir as seguintes palavras de macros de usuário: IF. END. ANTES 5 Introduza a nova palavra ou endereço. 3 Introduza a palavra ou o endereço a ser substituído. S Pressione a soft key [SALTAR] para procurar.6 Substituição de Palavras e de Endereços Para substituir uma ou mais palavras especificadas. No programa. GOTO. a seguir à posição do cursor. Exemplos D Substituir X100 por Z200 [TROCAR] X 1 1 0 0 0 [ANTES] Z 0 Z 2 0 2 0 0 [APOS] [EXEC] D Substituir X100Z200 por X30 [TROCAR] X 0 [ANTES] X D Substituir IF por WHILE 3 0 [APOS] [EXEC] F [ANTES] W C H 1 I L E [TROCAR] I [APOS] [EXEC] D Substituir X por . POPEN. apenas a primeira ocorrência da palavra ou do endereço especificado. a seguir à posição do cursor. mesmo depois de terem sido pressionadas as soft keys [ANTES] e [APOS]. 564 . DPRNT. 6 Pressione a soft key [APOS]. DO.6. Quando se utilizam abreviaturas. Procedimento para substituir palavras e endereços 1 Siga os passos 1 a 5 da subseção 9. APOS SALTAR 1-EXEC EXEC 7 S Pressione a soft key [EXEC] para substituir. a substituição pode ser aplicada a todas ou apenas a uma ocorrência das palavras ou endereços especificados. WHILE.1. 4 Pressione a soft key [ANTES]. a seguir à posição do cursor. PCLOS Podem ser especificadas as abraviaturas de palavras de macro de usuário. a tela exibe-as tal como são introduzidas através do teclado.9. S Pressione a soft key [ 1--EXEC] para procurar e substituir.C10 [TROCAR] X [ANTES] . todas as palavras ou endereços especificados. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. TROCAR 2 Pressione a soft key [TROCAR].6.

(Ocorre um erro de formato.) As palavras.) D Caracteres a substituir 565 . têm de começar por um caractere que represente um endereço. antes e depois da substituição. antes ou depois da substituição.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. (Não é possível especificar dezasseis ou mais caracteres. EDIÇÃO DE PROGRAMAS Restrições D Número de caracteres a substituir Pode especificar-se uma quantidade máxima de 15 caracteres para as palavras a serem substituídas.

WHILE[#2LE5] DO1 . N002 /2 X[12/#3] . o usuário pode deslocar o cursor para qualquer unidade de edição que comece por um dos seguintes caracteres e símbolos: (a) Endereço (b) # situado no início do lado esquerdo de uma instrução de substituição (c) /.1. GOTO. #[200+#2] =#2:10 . END. WHILE. IF[#1NE0] GOTO10 . EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. N003 X-SQRT[#3/3:[#4+1]] . É possível introduzir comentários nos programas. (d) Primeiro caractere de IF. Para informações mais detalhadas sobre a introdução de comentários nos programas. WHILE → WH SIN SI TAN TA BCD BC ROUND RO DPRNT DP GOTO → GO ASIN → AS ATAN → AT BIN → BI END → EN PCLOS PC XOR → XO COS → CO SQRT → SQ FIX → FI POPEN → PO EXP → EX AND AN ACOS AC ABS AB FUP FU BPRNT BP THEN TH (Exemplo) Digitar WH [AB [#2 ] LE RO [#3 ] ] tem o mesmo efeito de WHILE [ABS [#2 ] LE ROUND [#3 ] ] O programa é exibido da mesma forma. As palavras de macros de usuário podem ser introduzidas de forma abreviada. inseridos ou apagados com base em unidades de edição. N004 X-#2 Z#1 . N005 #5 =1+2-#10 . é colocado um espaço em branco antes de cada um dos caracteres e símbolos acima indicados. DPRNT e PCLOS Na tela CRT. BPRNT. 566 . END1 . e .7 EDIÇÃO DE MACROS DE USUÁRIO Contrariamente aos programas normais. (. Nomeadamente. #2 =#2+1 . #1 =123 . DO. consulte a seção III-10. (Exemplo) Posições de início onde o cursor é colocado N001 X-#100 . os programas de macros de usuário são alterados.9.=. D Abreviaturas da palavra de macro de usuário Quando uma palavra de macro de usuário é alterada ou inserida. Explicações D Unidade de edição Ao editar uma macro de usuário já introduzida. POPEN. os dois primeiros caracteres ou mais podem substituir a palavra inteira.

mesmo durante a execução do programa. para se poder distinguir estes alarmes dos de primeiro plano. Se. em seguida. a soft key [EDC--ST]. em seguida. os alarmes P/S também são acionados durante a edição simultânea. se tentar editar um programa selecionado para as operações executadas em primeiro plano. O modo de memória pode ser ativado. 078) nas operações executadas em primeiro plano. é acionado um alarme P/S (nº 059.8 EDIÇÃO SIMULTÂNEA A edição de um programa durante a execução de outro programa chama-se edição simultânea. pressione a soft key [(OPRC)] e. No entanto. 5 Depois de concluída a edição. 4 Edite o programa na tela de edição simultânea tal como o faria para a edição normal de um programa. não é possível apagar todos os programas ao mesmo tempo. 567 . O programa editado é registrado na memória de programas de primeiro plano. A tela de edição simultânea é exibida (no canto superior esquerdo da tela é exibido PROGRAMA (ED-SIMUL)). quando se tenta selecionar um programa sujeito à edição simultânea. Os programas editados em segundo plano devem ser registrados na memória de programas de primeiro plano da seguinte forma: Durante a edição simultânea. EDIÇÃO DE PROGRAMAS 9. Do mesmo modo. durante as operações executadas em primeiro plano (através de uma chamada de subprogramas ou de uma operação de pesquisa de números de programa por meio de um sinal externo). é acionado um alarme BP/S (nº 140). é exibido BP/S na linha de entrada de dados da tela de edição simultânea. Tal como acontece com a edição de programas em primeiro plano. durante a edição simultânea.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. O método de edição é igual ao de edição normal (edição em primeiro plano). os alarmes que possam ocorrer durante as operações executadas em primeiro plano não afetam a edição simultânea. a soft key [EDC--ST] . Explicação D Alarmes durante a edição simultânea Os alarmes que possam ocorrer durante a edição simultânea não afetam as operações que estão sendo executadas em primeiro plano. 3 Pressione a soft key [(OPRC)] e. 2 Pressione a tecla de função . Por outro lado. Procedimento para edição simultânea 1 Selecione o modo EDICAO ou MEMORIA.

isso significa que esse parâmetro não está definido. Nesse momento. Nesse momento. Os valores especificados nestes parâmetros não são exibidos. 4 Desative a função de escrita de parâmetros. 3 No parâmetro nº 3211 (KEYWD). O estado de bloqueio significa que o valor especificado no parâmetro PASSWD é diferente do valor especificado no parâmetro KEYWD. EDIÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9. o parâmetro NE9 não pode ser definido para 0. O9000 a O9999 não podem ser alterados. a não ser que seja introduzida a palavra-chave correta. é acionado o alarme P/S nº 100 no CNC. 2 Ative a escrita de parâmetros através da especificação de definições adequadas (III-11. Nesse momento.7). Se o parâmetro PASSWD apresentar o valor 0. Procedimento para bloquear e desbloquear Bloquear 1 Selecione o modo MDI.4. 5 Pressione a tecla para desativar o estado de alarme. é acionado o alarme P/S nº 100 no CNC. é ativado o estado de bloqueio. 4 Defina o bit 4 (NE9) do parâmetro nº 3202 com 0.9. 568 . os programas nº. 3 Defina o parâmetro nº 3210 (PASSWD). 7 Agora. O estado de bloqueio é desativado quando o valor especificado no parâmetro PASSWD é também especificado no parâmetro KEYWD. No estado de bloqueio. os subprogramas dos programas nº 9000 a 9999 podem ser editados. Em este estado. Nesse momento. 5 Desative a função de escrita de parâmetros. 2 Ative a função de escrita de parâmetros. o estado de bloqueio é desativado. 6 Pressione a tecla para desativar o estado de alarme. Desbloquear 1 Selecione o modo MDI. especifique o mesmo valor já especificado no parâmetro nº 3210 (PASSWD) para ativar o bloqueio.9 FUNÇÃO DE SENHA A função de senha (bit 4 (NE9) do parâmetro nº 3202) pode ser bloqueada através dos parâmetros nº 3210 (PASSWD) e nº 3211 (KEYWD) para proteger os programas nº O9000 a O9999.

o estado de bloqueio pode ser novamente ativado. Se for realizada uma tentativa de definir NE9 para 0. é possível especificar um novo valor no parâmetro PASSWD. será necessário especificar este novo valor no parâmetro KEYWD para desativar o estado de bloqueio. o parâmetro NE9 não pode ser definido com 0 e o parâmetro PASSWD não pode ser alterado até que o estado de bloqueio seja desativado ou que a memória seja limpa por completo. Quando o estado de bloqueio está definido (quando PASSWD = 0 e PASSWD = KEYWD). especificando um valor diferente no parâmetro PASSWD ou desligando e voltando a ligar o NC para redefinir o parâmetro KEYWD. CUIDADO Depois de ativado o bloqueio. Quando o parâmetro PASSWD é definido com 0. O parâmetro PASSWD pode ser alterado quando o estado de bloqueio está desativado (se PASSWD = 0 ou PASSWD = KEYWD). Tenha. em atenção que o parâmetro PASSWD só pode ser especificado se o estado de bloqueio não estiver ativado (se PASSWD = 0 ou PASSWD = KEYWD). a função de senha pode ser desativada não definindo o parâmetro PASSWD ou definindo-o com 0 depois do passo 3 do procedimento para desbloquear. Quando se tenta especificar o parâmetro PASSWD em outros casos. há que ter em atenção que o parâmetro PASSWD não seja definido com um valor diferente de 0. contudo. é mostrado um aviso indicando que escrita está desativada. Deve proceder--se de forma especialmente cuidadosa ao definir o parâmetro PASSWD. Depois de desativado. EDIÇÃO DE PROGRAMAS Explicações D Especificação do parâmetro PASSWD O estado de bloqueio é ativado quando se especifica um valor para o parâmetro PASSWD. surge um aviso para indicar que a função de escrita está desativada. Para assegurar que o estado de bloqueio não seja ativado. Por outras palavras.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 9. A partir desse momento. D Alteração do parâmetro PASSWD D Definição de 0 no parâmetro PASSWD D Novo bloqueio 569 . Após o passo 3 do procedimento para desbloquear. o número 0 é exibido e a função de senha é desativada. o parâmetro NE9 é automaticamente definido para 1.

CRIAÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 10 CRIAÇÃO DE PROGRAMAS Os programas podem ser criados de uma das seguintes maneiras: ⋅ Painel MDI ⋅ PROGRAMAÇÃO NO MODO APRENDER ⋅ PROGRAMAÇÃO VERBAL COM FUNÇÃO GRÁFICA ⋅ GUIA MANUAL 0i ⋅ DISPOSITIVO DE PREPARAÇÃO AUTOMÁTICA DE PROGRAMAS (SISTEMA P FANUC) Este capítulo descreve a criação de programas através do painel MDI. 570 .10. Além disso. do modo APRENDER e da programação verbal com função gráfica. é descrita também a inserção automática de números de seqüência.

a abreviatura é convertida em uma palavra de macro e registrada (ver Seção 9. O e introduza o número do 5 Crie um programa. D Quando se pressiona a tecla durante a introdução dos poderão não ser comentários. a fim de introduzir mais tarde os comentários restantes. Exemplo)O0001 (FANUC SÉRIE 16) .7). 571 . por um espaço ou pelo endereço O. não podem começar por um número. D É possível introduzir o endereço O e os números subseqüentes ou um espaço. observe o seguinte: D O código de controle-in “)” não se registra automaticamente. visto que são submetidos a um controle de entrada executado na edição normal. CRIAÇÃO DE PROGRAMAS 10. ser alterados ou perderem-se). os dados digitados antes de pressionar a tecla registrados corretamente (isto é. Procedimento para a Criação de Programas Através do Painel MDI Procedimento 1 Comute para o modo EDICAO . Para introduzir um comentário. mas os mesmos são omitidos ao serem registrados.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 10.1 CRIAÇÃO DE PROGRAMAS USANDO O PAINEL MDI Os programas podem ser criados no modo de EDICAO através das funções de edição de programas descritas no capítulo III-9. utilizando as funções de edição de programas descritas no capítulo 9. D Se for introduzida uma abreviatura para uma macro. 2 Pressione a tecla . D Os comentários introduzidos depois de pressionar a tecla . os comentários introduzidos são registrados. comentários e o código de controle-in “)”. M08 (LÍQUIDO REFRIGERANTE ON) . Explicação D Comentários em um programa É possível escrever comentários nos programas através dos códigos de controle-in/controle-out. 4 Pressione a tecla . poderão ser introduzidos incorretamente. D Quando se pressiona a tecla depois de digitar o código de controle-out “(”. 3 Pressione a tecla de endereço programa.

2 INSERÇÃO AUTOMÁTICA DE NÚMEROS DE SEQÜÊNCIA Os números de seqüência podem ser inseridos automaticamente em cada bloco. e depois salte para o passo 7. 4 Procure ou registre o número do programa a ser editado e desloque o cursor para o EOB (.10.4. Defina o incremento para os números de seqüência no parâmetro 3216.) do bloco. 6 Pressione . se necessário.) com a tecla os números de seqüência são automaticamente inseridos começando com 0. 5 Pressione a tecla de endereço N e introduza o valor inicial de N .SEQUENCIA (ver subseção III-11. após o qual será iniciada a inserção automática dos números de seqüência. 572 . 2 Comute para o modo EDICAO. Se for registrado o número de um programa e introduzido um EOB (. se o programa for criado através do teclado MDI no modo de EDICAO. 3 Pressione para exibir a tela do programa. Altere o valor inicial. de acordo com o passo 10. 8 Pressione EOB . 7 Introduza as diversas palavras de um bloco. Procedimento para a inserção automática de números de seqüência Procedimento 1 Introduza 1 como NO.7). CRIAÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 10.

poderá ser apagado pressionando a tecla N12. introduza N100 e pressione a tecla . N100 é registrado e o valor inicial é alterado para 100. será inserido N12 e exibido por baixo da linha em que se encontra especificado um novo bloco. em vez de N12 . CRIAÇÃO DE PROGRAMAS 9 Pressione . PROGRAMA O0040 . se o valor inicial de N for 10 e o parâmetro do incremento for definido como 2. O código EOB é registrado na memória e os números de seqüência são inseridos automaticamente. Por exemplo. . N10 G92 X0 Y0 Z0 . N12 % O0040 N00012 _ EDICAO **** PRGRM *** *** DIR 13: 18: 08 C. se N12 não for necessário no bloco seguinte. após a exibição de N12 .A.P (OPRC) 10 D No exemplo acima. após a exibição de D Para inserir N100 no bloco seguinte. 573 .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 10.

todas as palavras que incluam O .521 Posição absoluta (para entrada em mm) X10521 Dados arquivados na memória 6 Introduza. obtida via operação manual. Z e pressione. 1 Selecione o modo APRENDER JOG ou APRENDER MANIV. S . Z e Y.10. 3 Pressione para exibir a tela do programa. Y e pressione. (Exemplo) X10. A posição da máquina ao longo do eixo X é arquivada na memória.3 CRIAÇÃO DE PROGRAMAS NO MODO APRENDER (REPRODUÇÃO) No modo APRENDER JOG e no modo APRENDER MANIV. N . Todas as coordenadas arquivadas através deste método são coordenadas absolutas. P . 5 Pressione a tecla . uma posição da máquina ao longo dos eixos X. M . F.A A posição da máquina ao longo do eixo Z é arquivada na memória. Z e Y . C . em seguida. Procedimento para a Criação de Programas no Modo APRENDER O procedimento seguidamente descrito pode ser utilizado para arquivar uma posição da máquina ao longo dos eixos X . é armazenada na memória como posição de programa para criar um programa. T . 4 Introduza o endereço X . 2 Desloque a ferramenta para a posição desejada com jog ou manivela. Q e EOB podem ser arquivadas na memória da mesma forma que no modo de EDICAO . a tecla posição da máquina ao longo do eixo Y é arquivada na memória. Procure ou registre o número do programa a ser editado e desloque o cursor para a posição em que deverá ser registrada (inserida) a posição da máquina ao longo de cada eixo. . Z e Y . em seguida. de igual modo. À exceção de X . CRIAÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 10. 574 . a tecla Introduza também . R . G .

480) Z 1 Defina o NO. em memória.SEQUENCIA com 1 (ON). 575 . os números de seqüência são inseridos automaticamente para N0 e o primeiro bloco (N1) é registrado na memória.200.784.) 2 Selecione o modo APREND MANIV. da seguinte forma: G 0 0 X Z EOB Esta operação registra G00X14784Z8736.0) P1 (14. é introduzido um EOB (.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 10. X P0 (100. 8 Introduza a posição P1 da máquina para os dados do segundo bloco. N2 G00 X14784 Z8736 . pressione as seguintes teclas: EOB A seguir ao número de programa O1234. 4 Selecione a tela do programa.). CRIAÇÃO DE PROGRAMAS Exemplos O1234 . em memória. 5 Introduza o número de programa O1234 da seguinte forma: O 1 2 3 4 Esta operação registra o número de programa O1234 na memória. 3 Efetue o posicionamento em P0 .103. A função de inserção automática dos números de seqüência registra N2 do segundo bloco na memória 7 Posicione a ferramenta em P1 com o gerador de pulsos manual. (Assume-se que o parâmetro (nº 3212) do valor incremental é “1”.8.0.736) P2 (14.784. 9 Posicione a ferramenta em P2 com o gerador de pulsos manual. N1 G50 X100000 Z200000 . através do gerador de pulsos manual. Uma vez que não é especificado qualquer número depois de N. da seguinte forma: G 5 0 X Z EOB Esta operação registra G50X100000Z200000 . N3 G01 Z103480 F300 . Depois. N4 M02 . 6 Introduza a posição P0 da máquina para os dados do primeiro bloco. A função de inserção automática dos números de seqüência registra N3 do terceiro bloco na memória.

Esta operação é útil para corrigir uma posição da máquina através da introdução manual. N1 G50 X100000 Y0 Z20000 . e pressionada a tecla . da seguinte forma: G 0 EOB 1 Z F 3 0 0 Esta operação registra G01 Z103480 F300. A função de inserção automática dos números de seqüência registra N4 do quarto bloco na memória. através de uma operação semelhante à utilizada para a edição de programas no modo de EDICAO . % _ TMAN PRGRM **** DIR *** *** 14: 17: 27 (OPRC) O1234 N00004 (ABSOLUTA) X 14. N2 G00 X14784 Z8736 . 576 . N3 G01 Z103480 F300 . CRIAÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 10 Introduza a posição P2 da máquina para os dados do terceiro bloco. terão de ser introduzidos antes e depois de ser registrada a posição da máquina. Z ou Y . após a introdução do endereço X .216 W --191.736 D Registro de uma posição com compensação Se for introduzido um valor. Explicações D Controle do conteúdo da memória O conteúdo da memória pode ser verificado no modo APRENDER através do mesmo procedimento utilizado no modo de EDICAO . D Registro de comandos diferentes dos comandos de posição Os comandos a serem introduzidos antes e depois de uma posição da máquina. N4 M02 .10. O registro do programa exemplificativo é concluído deste modo. Pressione a tecla para o apagar. em memória. o valor introduzido para uma posição da máquina é acrescentado ao registro. PROGRAMA (RELATIVA) U --85. 11 Registrar M02.264 O1234 .784 Z 8. em memória como se segue: M 0 2 EOB N5 do quinto bloco é arquivado na memória através da função de inserção automática dos números de seqüência.

se pretender registrar um programa com o número 10. 577 . a tecla Assim. Os blocos de um programa podem ser alterados. depois de ter introduzido o endereço O. Por . é exibida a seguinte tela. Procedimento para a Programação Verbal com Função Gráfica Procedimento 1 Criação de um programa 1 2 Comute para o modo EDICAO. Pressione . em seguida.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 10. O 1 0 e pressione. inseridos ou apagados através do menu do código G e da tela de conversação. e pressione. a tecla introduza . Se não tiver sido registrado nenhum programa.A. CRIAÇÃO DE PROGRAMAS 10. em seguida. exemplo. PROGRAMA O0000 N00000 _ EDICAO **** PRGRM *** *** DIR 11: 59: 46 (C. Se tiver sido registrado algum programa.4 PROGRAMAÇÃO VERBAL COM FUNÇÃO GRÁFICA Os programas podem ser criados bloco a bloco na tela de conversação. é registrado um novo programa O0010.P) (OPRC) 3 Introduza o número do programa a ser registrado. é exibido o programa atualmente selecionado. enquanto o menu do código G é exibido simultaneamente.

não introduza quaisquer dados. PROGRAMA G00 G01 G02 G03 G04 G10 G20 G21 G22 G23 G25 G26 : : : : : : : : : : : : O1234 N00004 _ POSICIONAMENTO IPL LINEAR INT. CIRCULAR SAH PAUSA VALOR CORRETOR DA FERRAMENTA POL. CIRCULAR SH INT. A figura abaixo apresenta um exemplo de uma tela detalhada para G00. pressione a tecla de retorno do menu para exibir as soft keys corretas.10. introduza G00. Portanto. Se forem exibidas soft keys diferentes das indicadas no passo 2.A. Se a função desejada não for um código G.P]. Z) O1234 N00000 U W EDICAO * * * * PRGRM *** *** MENU. Se a tela não indicar a função que se pretende programar. Repita essa operação até que seja apresentada a função desejada.G 14: 32: 57 BLOCO Z (OPRC) 578 . pressione a tecla de página para exibir a tela seguinte do menu do código G. CRIAÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 4 Pressione a soft key [C. por exemplo.G (0) (0) (0) EDICAO PRGRM 14: 26: 15 BLOCO 5 Introduza o código G correspondente à função a ser programada. Na tela é exibido o seguinte menu do código G. UNIDADES MÉTRICAS CONTROLE DE CURSO MEMORIZADO ON CONTROLE DE CURSO MEMORIZADO OFF DETEÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO OFF DETEÇÃO DA VELOCIDADE DO FUSO ON **** *** *** MENU. PROGRAMA G00 :POSICIONAMENTO G00 X Z M S T : G G U W G X X (X. 6 Pressione a soft key [BLOCO] para exibir uma tela detalhada relativa ao código G introduzido. o menu do código G apresenta a função com o código G00. Se desejar a função de posicionamento.

pressione a soft key [PRGRM]. fica a piscar um endereço de dados juntamente com o cursor. Na tela é apresentado o menu do código G. 10 Pressione a tecla .B-64114PO/01 OPERAÇÃO 10. 9 Repita esta operação até terem sido introduzidos todos os dados necessários para o código G introduzido. A entrada de um item de dados de programas é. começando pelo passo 5. CRIAÇÃO DE PROGRAMAS Não se pressionando nenhuma tecla. Sendo necessário. 12 Pressione a tecla para regressar ao início do programa. O registro dos dados de um bloco na memória . Neste momento. Os programas registrados são convertidos para o formato verbal e exibidos. concluído. concluída. assim. 11 Depois de registrar todos os programas. assim. repita o procedimento. 8 Introduza os dados numéricos com as teclas numéricas e pressione a soft key [ENTRADA] ou a tecla é. é exibida a tela detalhada normal. 579 . PROGRAMA G X Z F I P R S : EDICAO * * * * PRGRM O0010 N00000 G U W C H K Q M T G G *** *** MENU. no qual o usuário poderá introduzir os dados para outro bloco.G 14: 41: 10 BLOCO (OPRC) 7 Desloque o cursor para o bloco a ser alterado na tela do programa.

2 O conteúdo do bloco exibido é apagado da memória de programas. através das teclas de página. . assim.A. Por exemplo. a tecla . Limitações 1 Um bloco de comando de código G não listado no menu de códigos G somente pode ser criado em uma tela de detalhes no formato padrão. introduza os dados para o novo bloco. Esta Procedimento 3 Inserção de um bloco 1 Na tela de conversação. uma vez que o menu do código G indica G01. que não um código G. 3 Se pretender alterar um código G. Selecione o código G desejado e introduza. introduzir-se os dados. em seguida. em seguida. aparece o menu do menu código G. podendo. 3 Se a introdução de um bloco de dados for concluída no passo 2.A. CRIAÇÃO DE PROGRAMAS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Procedimento 2 Modificação de um bloco 1 Desloque o cursor para o bloco a ser alterado na tela do programa e pressione a soft key [C. a soft key [ENTRADA] ou . e. 4 Depois de alterar os dados por completo. o valor.10. Em seguida. até que o bloco a ser alterado seja exibido. a soft key [BLOCO]. pressione a tecla de retorno ao e a soft key [MENU. 2 Pressione a soft key [MENU. introduza G01.G]. Procedimento 4 Apagamento de um bloco 1 Na tela de conversação. em seguida. A tela detalhada do código G é exibida. pressionando. em seguida. pressione a tecla operação substitui um bloco completo de um programa. ou pressione primeiro a soft key [C. desloque o cursor com as teclas de página e com as teclas do cursor para a posição imediatamente anterior ao ponto em que deverá ser inserido o novo bloco. em seguida.G] para exibir o menu do código G. a tecla de página ou . 2 Se pretender alterar outros dados. exiba o bloco imediatamente anterior ao novo bloco a ser inserido. pressione a tecla . Em seguida.P]. desloque o cursor para o dado em causa e introduza o valor desejado. para especificar o avanço de corte. Na tela do programa. Esta operação insere um bloco de dados.P] para exibir a tela de conversação e pressione. exiba o conteúdo do bloco a ser apagado e pressione. Em seguida. o conteúdo do bloco seguinte é exibido na tela de conversação. 580 . 2 Não podem ser criados códigos G com ponto decimal nem um bloco de código G de três dígitos.

D Chave para proteção dos dados A máquina poderá dispor de uma chave para proteção dos dados. Consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta para informações sobre a localização da chave para proteção dos dados e respectiva utilização.) fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta para mais informações sobre a tela mostrada quando é pressionada a tecla de função vezes. Ver o capítulo III-13 para mais informações sobre a tela mostrada quando é pressionada a tecla de função . os valores de compensação das ferramentas. D Diagrama de transição de tela A transição de tela correspondente a cada tecla de função do painel de operação MDI é mostrada abaixo. para proteger os programas das peças. O operador pode monitorar o estado da operação através dos dados mostrados durante a mesma. os dados especificados e as variáveis de macro de usuário. Consulte o manual duas Teclas de função MDI (as teclas sombreadas ( ) são descritas no presente capítulo.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. Este capítulo descreve como mostrar e definir dados para cada função. Consulte a subseção adequada para mais pormenores sobre cada tela e o procedimento de especificação na tela. São igualmente mostradas as subseções relativas a cada tela. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11 Aspectos gerais Explicações ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS Para operar uma máquina-ferramenta CNC. 581 . Ver o capítulo III-12 para mais informações sobre a tela mostrada quando é pressionada a tecla de função . Ver o capítulo III-7 para mais informações sobre a tela mostrada quando é pressionada a tecla de função . é necessário definir diversos dados no painel de operação MDI do CNC. Ver outros capítulos para telas não descritas neste capítulo.

3. Interrupção por manivela ⇒Ver III---4.2.1. Indicação da contagem de peças e do tempo de trabalho ⇒ Ver III---11.6.5.2.1. Indicação da velocidade real ⇒ Ver III---11.1.5.1. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 TELA DE INDICAÇÃO DA POSIÇÃO Transição de tela acionada pela tecla de função Tela da posição atual ABS REL TUDO MANIV (OPRC) Indicação da posição do sistema de coordenadas de trabalho ⇒ Ver III---11.1.6.1. Indicação da contagem de peças e do tempo de trabalho ⇒ Ver III---11.1.1.1.6.11.1.1. Indicação da velocidade real ⇒ Ver III---11.7. Definição dos valores das coordenadas relativas ⇒ Ver III---11.2.1. Indicação da contagem de peças e do tempo de trabalho ⇒ Ver III---11. 582 . Indicação da posição total de cada sistema de coordenadas ⇒ Ver III---11.5. Indicação da velocidade real ⇒ Ver III---11. Definição dos valores das coordenadas relativas ⇒ Ver III---11.1.6. Indicação da posição do sistema de coordenadas relativas ⇒ Ver III---11. Tela da posição atual MONI (OPRC) Tela do monitor de operação ⇒Ver III---11.

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

Tela do programa

Transição de tela acionada pela tecla de função no modo MEMÓRIA ou MDI
1/2

Tela do programa
MDI MEM PRGRM MDI VERIF * ATUAL PROX

*: mostrado no modo MDI

(OPRC)

Visualização do conteúdo do programa
⇒ Ver III---11.2.1.

[MDI] *
Visualização do bloco atual e dos dados modais
⇒ Ver III---11.2.2.

Visualização do bloco atual e do bloco seguinte
⇒ Ver III---11.2.3.

Indicação do número do programa e do número de seqüência
⇒ Ver III---11.6.1.

[ABS]

[REL]
Comando para operação MDI

Programa em execução Valor das coordenadas absolutas Distância a percorrer Valores modais ⇒ Ver III---11.2.4.

Programa em execução Valor das coordenadas relativas Distância a percorrer Valores modais ⇒ Ver III---11.2.4.

⇒ Ver III---11.2.5.

(mostrado no modo MDI)

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583

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

2/2
1* 1*

Tela do programa
MDI MEM REINIC DIR (OPRC)

Tela de reinício do programa
⇒ Ver III---4.3.

Visualização da memória de programas e do diretório de programas ⇒ Ver III---11.3.1.

Tela do programa
MEM PLJ.AQ (OPRC)

[PRGRM]

[DIR]

[PLANEJ]

Visualização do diretório de arquivos
⇒ Ver III---4.4.

Planejamento
⇒ Ver III---4.4.

584

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

Tela do programa

Transição de tela acionada pela tecla de função no modo EDICAO

Tela do programa
EDICAO PRGRM BIB C.A.P. (OPRC)

Tela de edição de programas ⇒ Ver III--- 10

Memória de programas e diretório de programas
⇒ Ver III---11.3.1.

Tela de programação verbal
⇒ Ver III---10

Tela do programa
EDICAO DISCO (OPRC)

[PRGRM]

[DIR]

Tela do diretório de arquivos para disquetes ⇒ Ver III ---8.8

585

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

TELA DE CORREÇÃO/ESPECIFICAÇÃO

Transição de tela acionada pela tecla de função
1/2

Valor de correção da ferramenta
CORRECAO DEFINIR TRAB (OPRC)

Indicação do valor de correção da ferramenta
⇒ Ver III---11.4.1.

Visualização dos dados de especificação
⇒ Ver III---11.4.7

Visualização do sistema de coordenadas da peça
⇒ Ver III---11.4.10

Definição dos daDefinição de parâmetros dos de correção da ⇒ Ver III---11.4.7. ferramenta Definição da ⇒ Ver III--- 11.4.1. Definição da entrada direta do valor de correção da ferramen--- ta ⇒ Ver III--- 11.4.2. Definição da entrada do valor de correção em o contador ⇒Ver III---11.4.4.
comparação do número de seqüência e parada ⇒ Ver III---11.4.8. Indicação do tempo de trabalho e contagem das peças ⇒ Ver III---11.4.9.

Definição do valor de correção do ponto de origem da peça
⇒ Ver III---11.4.10.

Definição do número de peças necessárias ⇒ Ver III---11.4.9.

Visualização do Definição da entempo de definição trada direta da correção da ferra- ⇒ Ver III---11.4.9. menta obtida em B ⇒Ver III---11.4.3.

Valor de correção da ferramenta
Macro MENU OPR VDFERR (OPRC)

Visualização das variáveis de macro
⇒ Ver III---11.4.12.

Visualização do menu padrão
⇒Ver III---11.4.13.

Visualização do painel de operação por software
⇒ Ver III---11.4.14.

Visualização dos dados de gestão da vida das ferramentas
⇒ Ver III--- 11.4.15.

Definição de variáveis de macro
⇒ Ver III---11.4.12.

Visualização dos dados padrão
⇒Ver III---11.4.13.

Botão do painel de operação po oftware
⇒ Ver III---11.4.14.

Predefinição do contador da vida útil da ferramenta Apagamento de dados de execução
⇒ Ver III---11.4.15.

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586

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

2/2

1*

Valor de correção da ferramenta
CORREC.2 DESL.T BARREIRA (OPRC)

Visualização do valor de correção do eixo Y
⇒ Ver III---11.4.6.

Visualização do valor do sistema de coordenadas de trabalho
⇒ Ver III---11.4.5

Barreira da placa de fixação/do cabeçote móvel
⇒ Ver III---6.4

Definição dos dados de correção do eixo Y
⇒ Ver III---11.4.6.

Definição do valor de deslocamento do sistema de coordenadas de trabalho
⇒ Ver III---11.4.5

Definição do valor de deslocamento das coordenadas da peça através da função B de entrada direta para a correção 2 da ferramenta.
⇒ Ver III-11.4.3

587

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

TELA DO SISTEMA

Transição de tela acionada pela tecla de função

Tela de parâmetros

PARAM

DGNOS

PMC

SISTEMA

(OPRC)

Visualização da tela de parâmetros
⇒ Ver III---11.5.1

Visualização da tela de diagnóstico ⇒ Ver III--- 7.3

Definição de parâmetros
⇒ Ver III---11.5.1

Tela de parâmetros

PASSO

PRM.SV

PRM.FS

(OPRC)

Visualização dos dados de erro de passo
⇒ Ver III---11.5.2.

Definição dos dados de erro de passo
⇒Ver III---11.5.2

588

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

D Tela de definição

A tabela seguinte apresenta os dados especificados em cada tela.
Tabela 11 Telas de definição e respectivos dados

Nº 1

Tela de especificação Valor de correção da ferramenta

Conteúdo da especificação

Item de referência

Valor de correção da ferramenta Subseç. 11.4.1 Valor de compensação do raio da ponta da ferramenta Entrada direta do valor de correção da ferramenta Subseç. 11.4.2

Entrada direta do valor B de correção da ferramenta Subseç. 11.4.3 Entrada pelo contador do valor de correção Correção no eixo Y 2 Subseç. 11.4.4 Subseç. 11.4.6

Definição do sistema de coordenadas Valor de deslocamento do sistema de coordenadas Subseç. 11.4.5 da peça da peça Valor de correção do ponto de origem da peça Subseç. 11.4.10

3

Dados de especificação (handy)

Escrita de parâmetrosVerificação TV Subseç. 11.4.7 Código de envio (EIA/ISO) Unidade de entrada (mm/polegada) Canal de E/S Inserção automática do nº de seqüênciaConversão do formato de fita (F10/11) Comparação do número de seqüência e parada Subseç. 11.4.8 Subseç. 11.4.7 Subseç. 11.4.9 Subseç. 11.4.12

4 5 6

Dados de especificação (espelha- Espelhamento mento) Dados de especificação (temporiza- Peças necessárias dor) Variáveis de macro Variáveis comum de macro de usuário (de #100 a #199) (de #500 a #999) Parâmetro Dados de compensação de erro de passo Seleção de modos Seleção do eixo de avanço em modo Jog Deslocamento rápido em modo Jog Seleção do eixo para o gerador de pulsos manual Multiplicação para o gerador de pulsos manual Velocidade de avanço em modo Jog Override da velocidade de avanço Override do deslocamento rápido Salto opcional de blocos Bloco único Bloqueio da máquina Funcionamento em vazio Chave de proteção Bloqueio do avanço

7 8 9

Parâmetro Erro de passo Painel de operação por software

Subseç. 11.5.1 Subseç. 11.5.2 Subseç. 11.4.14

10

Dados de vida útil das ferramentas Contagem da vida útil (gestão da vida útil das ferramentas)

Subseç. 11.4.15

589

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

11.1

TELAS MOSTRADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO @pos

Pressione a tecla de função

para mostrar a posição atual da

ferramenta. As três telas seguintes são utilizadas para visualizar a posição atual da ferramenta: ⋅Tela da posição do sistema de coordenadas de trabalho. ⋅Tela da posição do sistema de coordenadas relativas ⋅Tela de visualização da posição global. As telas acima também podem indicar a velocidade de avanço, o tempo de trabalho e o número de peças. Os pontos de referência flutuante podem ser igualmente definidos nessas telas. A tecla de função também pode ser usada para mostrar a carga no motor servo e no motor do fuso e a velocidade de rotação do motor do fuso (tela do monitor de operação). A tecla de função também pode ser usada para mostrar a tela da distância acionada pela manivela. Ver seção 4.6 para detalhes sobre esta tela.

11.1.1
Indicação da Posição no Sistema de Coordenadas da Peça

Mostra a posição atual da ferramenta no sistema de coordenadas da peça. A posição atual muda à medida que a ferramenta se desloca. O menor incremento de entrada é utilizado como unidade para os valores numéricos. O título no topo da tela indica que são utilizadas coordenadas absolutas.

Procedimento para visualizar a tela da posição atual no sistema de coordenadas da peça

1 Pressione a tecla de função 2 Pressione a soft key [ABS].

.

3 Em um CRT de 7 soft keys, pressione novamente a soft key [ABS] para visualizar as coordenadas ao longo de quaisquer eixos que não os seis eixos padrão.

POSIÇÃO ATUAL (ABSOLUTA)

O1000 N00010

X Z

123.456 456.789

CONT. PECAS 5 TEMPO TRAB 0H15M TEMPO CICLO 0H 0M38S F.ATU 3000 MM/M S 0 T0000 MEM INIC MVT *** 09:06:35 [ ABS ] [ REL ] [ TUDO ] [ MANIV ] [ OPRC ]

590

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

Explicações
D Tela com valores de compensação Os bits 6 e 7 do parâmetro 3104 podem ser usados para selecionar a inclusão, ou não, do valor de correção da ferramenta e da compensação do raio da ponta da ferramenta nos valores mostrados. Mostra a posição atual da ferramenta em um sistema de coordenadas relativas baseado nas coordenadas definidas pelo operador. A posição atual muda à medida que a ferramenta se desloca. O sistema incremental é utilizado como unidade para os valores numéricos. O título no topo da tela indica que são utilizadas coordenadas relativas.

11.1.2
Tela da Posição no Sistema de Coordenadas Relativas

Procedimento para visualizar a tela da posição atual com o sistema de coordenadas relativas 1 Pressione a tecla de função 2 Pressione a soft key [REL]. .

POSIÇÃO REAL (RELATIVA)

O1000 N00010

U W

123.456 363.233

CONT. PECAS 5 TEMPO TRAB 0H15M TEMPO CICLO 0H 0M38S F.ATU 3000 MM/M S 0 T0000 MEM INIC MVT *** 09:06:35 [ ABS ] [ REL ] [ TUDO ] [ MANIV ] [ (OPRC) ]

Explicações
D Definição das coordenadas relativas A posição atual da ferramenta no sistema de coordenadas relativas pode ser recolocada em 0 ou predefinida para um valor especificado da seguinte forma:

Procedimento para atribuir um valor específico à coordenada do eixo 1 Introduza um endereço para o eixo (tal como X ou Z) na tela das coordenadas relativas. A indicação do eixo especificado pisca e as soft keys mudam como mostrado à esquerda. 2 D Para colocar a coordenada em 0, pressione a soft key [ORIGEM]. A coordenada relativa do eixo que está piscando é colocada em 0. D Para predefinir a coordenada para um valor determinado, introduza o respectivo valor e pressione a soft key [PREDEF]. O valor introduzido é atribuído à coordenada relativa do eixo que está piscando.
591

X Z
>X MEM
PREDEF

246.912 578.246

ORIGEM

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

Procedimento para o reset de todos os eixos 1 Pressione a soft key [(OPRC)].

ABS

REL

TUDO

(OPRC)

ORIGEM

2 Pressione a soft key [ORIGEM].

TDOEXE

EXEC

3 Pressione a soft key [TDOEXE]. As coordenadas relativas de todos os eixos são colocadas em 0.

D Tela com valores de compensação

Os bits 4 (DRL) e 5 (DRC) do parâmetro 3104 podem ser usados para selecionar a inclusão, ou não, da correção da ferramenta e da compensação do raio da ponta da ferramenta nos valores mostrados. O bit 3 do parâmetro 3104 é utilizado para especificar se as posições mostradas no sistema de coordenadas relativas são predefinidas com os mesmos valores do sistema de coordenadas da peça, quando um sistema de coordenadas é definido através de um comando G50 (sistema A do código G) ou G92 (sistema B ou C do código G) ou quando é executado o retorno manual ao ponto de referência.

D Predefinição através da especificação do sistema de coordenadas

592

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

11.1.3
Indicação da Posição Global

Mostra as posições seguintes em uma tela: Posições atuais da ferramenta no sistema de coordenadas da peça, sistema de coordenadas relativas, sistema de coordenadas da máquina e distância restante. As coordenadas relativas também podem ser definidas nesta tela. Ver subseção III-11.1.2 sobre o procedimento.

Procedimento para visualizar a tela da posição global 1 Pressione a tecla de função 2 Pressione a soft key [TUDO].
POSIÇÃO ATUAL (RELATIVA) U 246.912 W 913.780 (MÁQUINA) X 0.000 Z 0.000 O1000 N00010 (ABSOLUTA) X 123.456 Z 456.890 (DIST.A PERCORRER) X 0.000 Z 0.000 CONT. PECAS 5 TEMPO CICLO 0H 0M38S S 0 T0000

.

TEMPO TRAB 0H15M F.ATU 3000 MM/M

MEM **** *** *** 09:06:35 [ ABS ] [ REL ] [ TUDO ] [ MANIV ] [(OPRC)]

Explicações
D Visualização de coordenadas As posições atuais da ferramenta são mostradas simultaneamente nos sistemas de coordenadas seguintes: D Posição atual no sistema de coordenadas relativas (coordenadas relativas) D Posição atual no sistema de coordenadas de trabalho (coordenadas absolutas) D Posição atual no sistema de coordenadas da máquina (coordenadas da máquina) D Distância a percorrer (caminho a percorrer) A distância restante é mostrada no modo MEMÓRIA ou MDI. É mostrada a distância que a ferramenta ainda tem de percorrer no bloco atual. O menor incremento de comando é utilizado como unidade para os valores mostrados no sistema de coordenadas da máquina. Contudo, o menor incremento de entrada também pode ser usado colocando em 1 o bit 0 (MCN) do parâmetro 3104. Na tela da posição global, as coordenadas relativas podem ser recolocadas em 0 ou predefinidas para valores específicos. O procedimento é o mesmo do de reset das coordenadas relativas descrito em III-11.1.2.
593

D Distância a percorrer D Sistema de coordenadas da máquina

D Reset das coordenadas relativas

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

11.1.4
Predefinição do Sistema de Coordenadas da Peça

Um sistema de coordenadas da peça deslocado na sequência, por exemplo, de uma intervenção manual pode ser definido e deslocado antecipadamente para um sistema de coordenadas através de operações MDI. Este sistema de coordenadas é deslocado do ponto zero da máquina de acordo com um valor de correção do ponto zero da peça. É possível programar um comando (G50.3) para predefinir um sistema de coordenadas da peça. (Ver Subseç. III-7.2.4.)

Procedimento para Predefinir o Sistema de Coordenadas da Peça

1 Pressione a tecla de função 2 Pressione a soft key [(OPRC)].
ABS REL TUDO (OPR)

.

3 Se a soft key [COR--TR] não for mostrada, pressione a tecla de . mudança para o menu seguinte
COR---TR

4 Pressione a soft key [COR--TR] .
TDOEIX CD---EIX

5 Pressione a soft key [TDOEIX] para a predefinição de todos os eixos. 6 Para predefinir um determinado eixo no passo 5, introduza o nome do eixo ( X , Z , ...) e
[CD-EIX] .

0 e pressione, em seguida, a soft key

Explicações
D Modo de operação Esta função pode ser executada quando o estado de reset ou o estado de parada da operação automática é introduzido, qualquer que seja o modo de operação. Tal como sucede com as coordenadas absolutas, o bit 3 (PPD) do parâmetro nº 3104 é utilizado para especificar a predefinição, ou não, das coordenadas relativas (RELATIVA).

D Predefinição das coordenadas relativas

594

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OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

11.1.5
Tela da Velocidade de Avanço Real

A velocidade de avanço real na máquina (por minuto) pode ser visualizada em uma tela de indicação da posição atual ou tela de verificação do programa, definindo o bit 0 (DPF) no parâmetro 3015. Em unidades de visualização de 12 soft keys, é sempre mostrada a velocidade de avanço real.

Procedimento para visualizar a velocidade de avanço real na tela da posição atual

1 Pressione a tecla de função

para mostrar a tela da posição atual.
O1000 N00010

POSIÇÃO ATUAL (ABSOLUTA)

X Z

123.456 363.233

CONT. PECAS 5 TEMPO TRAB 0H15M TEMPO CICLO 0H 0M38S F.ATU 3000 MM/M S 0 T0000 MEM INIC MVT *** [ ABS ] [ REL 09:06:35 ] [TUDO] [ MANIV ] [ OPRC ]

A velocidade de avanço real é mostrada após V.ATU.

A velocidade de avanço real é representada em unidades de milímetros/min ou polegadas/min (dependendo do menor incremento de entrada especificado), sob a indicação da posição atual.

Explicações
D Valor da velocidade de avanço real A velocidade real é calculada através da seguinte expressão:
Fact =

sendo n : Número de eixos fi : Velocidade de avanço de corte no sentido tangencial de cada eixo ou velocidade de deslocamento rápido Fact : Velocidade de avanço real mostrada A unidade de visualização:mm/min (entrada em mm). polegadas/min (entrada em polegadas, são mostradas duas casas decimais.) A velocidade de avanço ao longo do eixo PMC pode ser omitida definindo o bit 1 (PCF) do parâmetro 3105.
595


n i=1

(fi) 2

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

D Visualização da velocidade de avanço real por rotação D Visualização da velocidade de avanço real do eixo de rotação D Visualização da velocidade de avanço real na outra tela

No caso do avanço por rotação e da abertura de rosca, a velocidade de avanço real é mostrada como avanço por minuto e não por rotação. Em caso de movimento do eixo de rotação, a velocidade é mostrada em unidades de graus/min, embora seja representada na tela em unidades do sistema de entrada real. Por exemplo, se o eixo de rotação se deslocar a 50 graus/min, é mostrado o seguinte: 0.50 POL/MIN A tela de verificação do programa também mostra a velocidade de avanço real.

596

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

11.1.6
Visualização do Tempo de Trabalho e da Contagem das Peças

O tempo de trabalho, o tempo de ciclo e o número de peças usinadas são mostrados na tela da posição atual.

Procedimento para visualizar o tempo de trabalho e contagem de peças na tela da posição atual 1 Pressione a tecla de função
POSIÇÃO REAL (RELATIVA)

para mostrar a tela da posição atual.
O1000 N00010

X Z

123.456 363.233
CONT. PECAS 5 TEMPO CICLO 0H 0M38S S 0 T0000 09:06:35 ] [ MANIV ] [ OPRC ]

TEMPO TRAB 0H15M F.ATU 3000 MM/M

MEM INIC MVT *** [ ABS ] [ REL ] [ TUDO

O número de peças usinadas (CONT.PECAS), o tempo de trabalho (TMP.TRAB) e o tempo de ciclo (TMP. CICLO) são mostrados sob a posição atual.

Explicações
D CONT.PECAS Indica o número de peças usinadas. O número aumenta sempre que M02, M30 ou um código M especificado através do parâmetro 6710 são executados. Indica o tempo de execução total durante a operação automática, excluindo o tempo de parada e de bloqueio de avanço. Indica o tempo de execução de uma operação automática, excluindo o tempo de parada e de bloqueio de avanço. Este valor é colocado automaticamente em 0 quando o início de um ciclo é executado no estado de reset. Mantém-se colocado em 0, mesmo após a desenergização. Os pormenores sobre o tempo de trabalho e o número de peças usinadas são mostrados na tela de especificação. Ver subseção III-11.4.9. O número de peças usinadas e o tempo de trabalho não podem ser definidos nas telas da posição atual. Eles podem ser definidos através dos parâmetros nº 6711, 6751 e 6752 ou na tela de especificação. O bit 0 (PCM) do parâmetro 6700 é utilizado para especificar se o número de peças usinadas deve ser incrementado sempre que é executado M02, M30 ou um código M especificado pelo parâmetro 6710 ou apenas quando é executado um código M especificado pelo parâmetro 6710.
597

D TEMPO TRAB D TEMPO CICLO

D Visualização na outra tela D Especificação de parâmetros D Incremento do número de peças usinadas.

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

11.1.7
Visualização do Monitor de Operação

A leitura no medidor de carga pode ser visualizada para cada eixo servo e para o fuso serial, definindo o bit 5 (OPM) do parâmetro 3111 a 1. A leitura no conta-rotações também pode ser mostrada para o fuso serial.

Procedimento para visualizar o monitor de operação

1 Pressione a tecla de função

para mostrar a tela da posição atual. .

2 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte 3 Pressione a soft key [MONI].
MONITOR DE OPER. (MEDIDOR DE CARGA) O0001 N00001

X : Z : * * *

* * *

* * *

* * *

80% 0% 0%

S1 :

201%

(CONTA-ROT. RPM) S1 : * * *

C : * 1500

CONT. PECAS TEMPO TRAB 0H15M TEMPO CICLO V.REAL 3000 MM/M

5 0H 0M38S

[

MEM INIC MVT *** [ MONI ][ REL ][

TUDO

09:06:35 ][ MANIV ][ OPRC ]

Explicações
D Visualização dos eixos servo A leitura no medidor de carga pode ser visualizada para até três eixos servos, definindo os parâmetros 3151 a 3158. Quando todos estes parâmetros estiverem definidos para 0, os dados são visualizados apenas para os eixos básicos. Quando são utilizados fusos seriais, só é mostrada a leitura do medidor de carga e do conta-rotações para o fuso serial principal. O gráfico de barras para o medidor de carga mostra a carga até 200% (só é mostrado um valor para qualquer carga que exceda os 200%). O gráfico de barras para o conta-rotações mostra a relação entre a velocidade atual do fuso e a velocidade máxima do mesmo (100%).

D Visualização dos eixos do fuso D Unidade gráfica

598

Assim. No entanto. A velocidade do fuso a mostrar durante a monitoração da operação é calculada a partir da velocidade do motor do fuso (ver a fórmula abaixo). consulte a tabela abaixo.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. #2>. também pode ser usado para indicar a velocidade do fuso. (Fórmula para o cálculo da velocidade do fuso a ser mostrada) Velocidade do fuso Velocidade do motor do fuso × mostrada durante = Velocidade máxima do a monitoração da opermotor do fuso ação Vel. Embora o conta-rotações indique normalmente a velocidade do motor do fuso. Controle a entrada dos sinais CTH1A e CTH2A em função da seleção da engrenagem. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS D Medidor de carga A leitura no medidor de carga depende do parâmetro servo 2086 e do parâmetro do fuso 4127. D Cor do gráfico Se o valor de um medidor de carga exceder 100%. mas apenas para o primeiro fuso serial e para o eixo de comutação do primeiro fuso serial. máxima do fuso com a engrenagem em uso D Conta -. a velocidade do fuso pode ser mostrada durante a monitoração da operação. colocando em 1 o bit 6 (OPS) do parâmetro 3111. Não pode ser mostrada para o segundo fuso. mesmo que não seja utilizado qualquer codificador de posição. usados para determinar a engrenagem em uso e respectivos parâmetros: CTH1A CTH2A 0 0 Parâmetro =Nº 3741 (Velocidade máxima do fuso com a engrenagem 1) =Nº 3742 (Velocidade máxima do fuso com a engrenagem 2) =Nº 3743 (Velocidade máxima do fuso com a engrenagem 3) =Nº 3744 (Velocidade máxima do fuso com a engrenagem 4) Especificação do fuso serial ELEVADA 0 1 MEIO ELEVADA 1 0 MEIO REDUZIDA 1 1 LOW A velocidade do motor do fuso e do fuso pode ser mostrada durante a monitoração da operação. para tal. o gráfico de barras passa a apresentar uma cor púrpura. A entrada dos sinais da embreagem e da engrenagem para o primeiro fuso serial é usada para determinar a engrenagem atualmente selecionada. a velocidade correta do fuso só será visualizada se a velocidade máxima do fuso de cada engrenagem (velocidade do fuso em cada relação de transmissão quando o motor do fuso roda à velocidade máxima) for definida nos parâmetros nº 3741 a 3744. 599 .rotações A tabela que se segue indica a correspondência entre os sinais de seleção da embreagem e da engrenagem CTH1A e CTH2A<G070#3.

N140 G41 G03 X-17.3 Tela de visualização do bloco seguinte 11. .5 R27. A primeira das quatro telas que se seguem mostra o estado do programa atualmente em execução no modo MEMÓRIA ou MDI e a última tela mostra os valores de comando para a operação MDI no modo MDI: 11.2.2 Tela de visualização do bloco atual 11. para visualizar uma tela de 2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [PRGRM] . PROGRAMA O2000 N00130 O2000.4 sobre a tela de planejamento.2. N150 G01 X-25. Z45. TELAS VISUALIZADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO @prog (NO MODO MEMÓRIA OU MODO MDI) 11.11.4 Tela de verificação do programa 11.2 Esta seção descreve as telas mostradas ao pressionar a tecla de função no modo MEMÓRIA ou MDI.1 Visualização do conteúdo do programa 11. Ver seção III-4.5 Z17. . .5 . N160 G02 X27.2.2.5 R17. Procedimento para visualizar o conteúdo do programa 1 Pressione a tecla de função programa. R45. N130 G01 X-60 .3 sobre a tela de reinício do programa. .5 Tela de programas para operação MDITecla de função também pode ser pressionada no modo MEMÓRIA para mostrar a tela de reinício do programa e a tela de planejamento.2.5 N170 G01 X20.2. N110 G91 G00 X-70. O cursor é posicionado no bloco atualmente em execução. N180 G02 X45.5 Z27. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 11.1 Tela do Conteúdo do Programa Mostra o programa atualmente em execução no modo MEMÓRIA ou MDI. . N100 G50 X0 Z0. > _ S 0 T0000 MEM INIC *** 16:05:59 [ PRGRM ][ VERIF ][ ATUAL ][ PROX ][ (OPRC) ] 600 . . N120 Z-70. Ver Seção III-4.

A tela mostra até 22 códigos G modais e um máximo de 11 códigos G especificados no bloco atual.500 50.1G69 G99 G21 G40 G25 G22 G80 G67 G54 F O2000 N00130 T S ATU. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11.2G97 G13. 2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [ATUAL]. São mostrados o bloco atualmente em execução e os dados modais.F 0 > _ S 0 T0000 MEM INIC *** 16:05:59 [ PRGRM ][ VERIF ][ ATUAL ][ PROX ][ (OPRC) ] 601 . PROGRAMA (ATUAL) G01 ·X ·F 100.000 (MODAL) G18 G00 G50.2.2 Tela do Bloco Atual Mostra o bloco atualmente em execução e os dados modais no modo MEMÓRIA ou MDI.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. Procedimento para visualizar a tela do bloco atual 1 Pressione a tecla de função .

11. 2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [PROX] . PROGRAMA (ATUAL) O2000 N00130 (PROX) G01 G17 G41 G80 X F H 17.500 > _ S 0 T0000 MEM INIC *** 16:05:59 [ PRGRM ][ VERIF ][ ATUAL ][ PROX ][ (OPRC) ] 602 .2.500 2000 2 G39 G42 I -17. A tela mostra até 11 códigos G especificados no bloco atual e um máximo de 11 códigos G especificados no bloco seguinte. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 11.3 Tela do Bloco Seguinte Mostra o bloco atualmente em execução e o bloco a executar em seguida no modo MEMÓRIA ou MDI. Procedimento para visualizar a tela do bloco seguinte 1 Pressione a tecla de função . Mostra o bloco atualmente em execução e o bloco a executar em seguida.

O bloco atualmente em execução é mostrado em representação inversa. (12 códigos G para cada caminho. 2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [VERIF]. PROGRAMA O0010 G92 G90 X100. quando é usado o controle de dois caminhos) Durante a operação automática são mostrados a velocidade real.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11.000 G90 G22 H D S S ][ 16:06:44 ][ 0 T0000 ][ (OPRC) ] O2000 N00130 G94 G21 G40 B M G80 G98 G50 G67 T F > _ MEM *** *** *** [ ABS ][ REL Explicações D Tela do programa A tela mostra até quatro blocos do programa atual. Contudo.000 G17 Z 0. .2. na unidade de 12 soft keys. D Tela da posição atual D Códigos G modais D Visualização durante a operação automática 603 . É mostrada a posição no sistema de coordenadas da peça ou no sistema de coordenadas relativas. G01 Z250. PERC) G00 X 0. (ABSOLUTA)(DIST.000 X 0. será mostrado o prompt de entrada por tecla (>_). Caso contrário.000 Z 0. a posição atual da ferramenta e os dados modais. Procedimento para visualizar a tela de verificação do programa 1 Pressione a tecla de função .4 Tela de Verificação do Programa Mostra o programa atualmente em execução. durante a operação DNC só podem ser mostrados três blocos. bem como a distância restante. G00 X0 Z0 . As posições absolutas e relativas são comutadas através das soft keys [ABS] e [REL]. São mostrados o programa atualmente em execução. começando no bloco atualmente em execução. São mostrados até 12 códigos G modais. Z50. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11. a posição atual da ferramenta e os dados modais no modo MEMÓRIA. F1000 . SATUAL e a contagem de repetições.

G01 Z120.0 F500 . 604 .0 .0 Z200.11.0 . % G00 G17 Informação modal O2000 N00130 Programa G90 G22 T F G94 G21 G40 G49 G80 G98 G50 G67 H D G54 G64 M G69 G15 S > _ S 0 T0000 MDI **** *** *** 16:05:59 [ PRGRM ][ MDI ][ ATUAL ][ PROX ][ (OPRC) ] Explicações D Operação MDI D Informação modal D Visualização durante a operação automática Ver seção III-4.2. M03 . São mostrados a entrada de programas através do MDI e os dados modais. PROGRAMA (MDI) O0000 G00 X100. SATUAL e a contagem de repetições. Procedimento para visualizar a tela do programa para a operação MDI 1 Pressione a tecla de função . São mostrados até 16 códigos G modais. Caso contrário.2 para a operação MDI. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 11. Os dados modais são visualizados quando o bit 7 (MDL) do parameter 3107 é definido para 1. M98P9010 . será mostrado o prompt de entrada por tecla (>_). 2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [MDI] . Durante a operação automática são mostrados a velocidade real. G00 Z0.5 Tela do Programa para a Operação MDI Mostra a entrada de programas através do MDI e os dados modais no modo MDI .

MEMORIA USADA : MEMÓRIA USADA LIVRE : 605 . USADO : LIVRE : Número de programas registrados (incluindo os subprogramas) Número de programas que podem ser registrados adicionalmente. Ver Capítulo III-9. USADO NO. a memória usada e uma lista de programas registrados. Pressionando a tecla de função no modo EDICAO também se pode ver a tela de programação verbal de gráficos e a tela do diretório de arquivos do disquete. 2 Pressione a tecla de função . TELAS VISUALIZADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO @prog (NO MODO EDIÇÃO) 11. Procedimento para visualizar a memória usada e uma lista de programas 1 Selecione o modo EDICAO. Capacidade da memória do programa que pode ser usada adicionalmente (indicada através do número de caracteres).3. III-10 para mais informações sobre a tela de edição de programas e a tela de programação verbal de gráficos. 3 Pressione a soft key para seleção de capítulo [BIB].1 Tela da Memória Usada e Lista de Programas Mostra o número de programas registrados. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11. A tecla de função no modo EDICAO permite mostrar a tela de edição de programas e a tela da lista de programas (mostra a memória usada e uma lista de programas). Ver Capítulo III-8 para mais informações sobre a tela do diretório de arquivos do disquete.3 Esta seção descreve as telas mostradas ao pressionar a tecla de função no modo EDICAO.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. Capacidade da memória do programa na qual são registrados dados (indicada através do número de caracteres). Explicações D Pormenores da memória usada NO. PROGR. PROGR.

11.CORREÇÃO) O0050 O0100 (CONVERT POL/MM VERIF NO. A data de modificação também é actualizada quando o número do programa é alterado.3.140 60 120 O0001 N00010 MEMORIA(CAR. f VVVV Nº do programa (ffff…f) . São mostrados o nome do programa.320 126. O nome de um programa pode conter até 31 caracteres entre parênteses. os caracteres em excesso não serão mostrados.1) O0020 (TEST-PROGRAM. (CAR. 11. imediatamente após o número do programa.) USADO: 17 LIVRE: 183 O0001 N00010 MEMORIA(CAR.) USADO: 17 LIVRE: 183 O NO.F10-MACRO) O0040 (TEST-PROGRAM.) 360 240 420 180 1. tamanho do programa e data de modificação do programa. Se este número for excedido. Nome do programa (até 31 caracteres) 606 .SUB1) O0010 (TEST-PROGRAM.MAIN) O0002 (MACRO-GCODE.) 4.) 4. Para o programa só é indicado o número do programa sem o respectivo nome. DIRETORIO DE PROGRAMAS PROGRAMA(NUM.1(a)).3.ARTHMETIC NO.840 O0001 (MACRO-GCODE.840 DATA 2001-06-12 2001-06-12 2001-07-01 2001-08-14 2001-03-25 2001-08-26 2001-04-30 14:40 14:55 11:02 09:40 18:40 16:40 13:11 > _ EDICAO **** *** *** *** [ PRGRM ] [ DIR++ ][ 16:52:13 ][ ][(OPRC) ] D Nome do programa O nome do programa deve ser sempre introduzido entre os códigos de controle out e in. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Lista de programas São indicados os nºs dos programas registrados. A soft key [DIR+] pode ser usada para alternar entre a tela do nome do programa (Fig. O0001 O0002 O0010 O0020 O0040 O0050 O0100 TAM.1) > _ EDIT **** *** *** [ PRGRM ][ DIR+ ][ 16:52:13 ][ ][ (OPRT) ] DIRETORIO DE PROGRAMAS PROGRAMA(NUM. 11. a tela de tamanho do programa e a tela da data de modificação do programa (Fig.1(b)).320 126.

um programa novo é inserido. O0003. Exemplo) Quando o bit 4 (SOR) do parâmetro 3107 tem sinal 0 1. A lista da biblioteca de programas mostra os programas pela ordem seguinte: O0001. O0009. O0003. começando pelo número mais pequeno.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. por esta ordem. A lista da biblioteca de programas mostra os programas pela ordem seguinte: O0001. O0002. Contudo. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS D Ordem pela qual os programas são mostrados na lista da bliblioteca de programas D Ordem pela qual são registrados os programas Os programas são mostrados pela mesma ordem em que são registrados na lista da biblioteca de programas. cada programa novo é registrado a seguir ao último programa da lista. os programas são mostrados pela ordem do número de programa. Imediatamente após a anulação de todos os programas (ao proceder à energização enquanto se mantém pressionada a tecla ). durante o registro. Se alguns programas da lista tiverem sido apagados. O0003. A lista da biblioteca de programas mostra os programas pela ordem seguinte: O0001. O0005 607 . Apague O0002 e O0004. os programas O0001. O0004. na posição deixada livre por um programa apagado. Registre O0009. O0004 e O0005. O0003. se o bit 4 (SOR) do parâmetro 3107 tiver sinal 1. Depois de apagar todos os programas. O0005 3. O0005 2. registre. O0002.

Exemplo: Para localizar programas CNC com nomes que comecem com uma cadeia de caracteres ”GEAR-1000. é feita uma listagem dos números e nomes de todos os programas cujo nome inclui essa cadeia. Para reunir programas CNC em um mesmo grupo.3. atribua a cada um desses programas nomes que comecem pela mesma cadeia de caracteres. 6 Pressione a soft key [NOME]. 2 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte 3 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte [DIR] para mostrar a lista de programas. Através da pesquisa de uma determinada cadeia de caracteres nos nomes dos programas. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 11. que a pesquisa é feita com base somente nos primeiros 32 caracteres. os programas podem ser indicados por grupos.) 3321 127839 . Não existem quaisquer restrições quanto ao comprimento do nome de um programa.º 3106 tem de ser definido para 1. EDC--ST PESQ--O (NOME) GRUPO 5 Pressione a soft key [GRUPO].2 Visualização de uma Lista de Programas para um Determinado Grupo Além da listagem normal dos números e nomes de programas CNC armazenados na memória. Procedimento para Mostrar uma Lista de Programas para um Determinado Grupo Procedimento 1 Introduza o modo EDICAO ou de edição simultânea. contudo. Para ativar esta função. Note.11. usando as teclas MDI. DIRETORIO DE PROGRAMAS PROGRAMA(NUM. p. 7 Introduza a cadeia de caracteres correspondente ao grupo para o qual deve ser efetuada uma pesquisa. ou a soft key >_ EDICAO **** *** *** *** 16:52:13 [ PRGRM ] [ DIR+ ] [ ] [ ] [ (OPRC) ] 4 Pressione a soft key [(OPRC)].ex: de acordo com o produto a usinar. o bit 1 (GPL) do parâmetro n.) USADO: 60 LIVRE: 140 O0020 O0040 O0060 O0100 O0200 O1000 O2000 O3000 (GEAR--1000 MAIN) (GEAR--1000 SUB--1) (SHAFT--2000 MAIN) (SHAFT--2000 SUB--1) (GEAR--1000 SUB--2) (FRANGE--3000 MAIN) (GEAR--1000 SUB--3) (SHAFT--2000 SUB--2) O0001 N00010 MEMORIA(CAR.” introduza o seguinte: >GEAR-1000*_ 608 GR--PRG .

é feita uma pesquisa apenas dos programas CNC com o nome de nove caracteres ”GEAR-1000. Por exemplo: a introdução de ”????-1000” ativa a pesquisa de programas com nomes que começam com quatro caracteres quaisquer. seguidos de ”-1000”.) MEMORIA(CAR. contendo todos os programas cujos nomes incluem a cadeia de caracteres especificada. 609 . Explicações D *e? No exemplo acima.” seguidos de uma cadeia de caracteres arbitrária.” Pode utilizar-se um ponto de interrogação (?) para especificar um único caractere arbitrário. (GRUPO) O0001 N00010 PROGRAMA(NUM.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. ”GEAR-1000*” indica que os primeiros nove caracteres dos nomes dos programas procurados devem ser ”GEAR-1000. é possível alternar entre elas através das teclas de página. Se tiver sido introduzido apenas ”GEAR-1000”. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS EXEC 8 Ao pressionar a soft key [EXEC] é mostrada a tela da lista de programas em grupo. DIRETORIO DE PROG. o asterisco (*) não deve ser omitido.) USADO: 60 3321 LIVRE: 140 127839 O0020 O0040 O0200 O2000 (GEAR--1000 MAIN) (GEAR--1000 SUB--1) (GEAR--1000 SUB--2) (GEAR--1000 SUB--3) >_ EDICAO **** *** *** *** 16:53:25 [ PRGRM ] [ DIR ] [ ] [ ] [ (OPRC) ] [Tela da lista de programas em grupo mostrada quando é feita a pesquisa de ”GEAR-1000*”] Quando a lista de programas inclui duas ou mais páginas. O asterisco representa uma cadeia arbitrária de caracteres (especificação de um curinga).

sendo que o terceiro e o quinto caractere são A e C. respectivamente (g) ”123*456” Programas CNC com nomes que começam com ”123” e acabam com ”456” D Quando a cadeia de caracteres especificada não é encontrada D Conservação do grupo para o qual é feita uma pesquisa D Grupo para o qual foi feita uma pesquisa prévia Se não for localizado qualquer programa como resultado da pesquisa de uma determinada cadeia de caracteres. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 [Exemplo da utilização de curingas] (Cadeia de caracteres introduzida) (Grupo para o qual será feita uma pesquisa) (a) “*” Programas CNC com qualquer nome (b) ”*ABC” Programas CNC com nomes que terminam em ”ABC” (c) ”ABC*” Programas CNC com nomes que começam com ”ABC” (d) ”*ABC*” Programas CNC com nomes que ncluem “ABC” (e) ”?A?C” Programas CNC com nomes de quatro caracteres. é conservada até que a máquina seja desligada ou até à realização de nova pesquisa. a mensagem de aviso ”DADOS NÃO ENCONTRADOS” é mostrada na tela da lista de programas. sendo que o segundo e o quarto caractere são A e C.11. gerada por uma pesquisa. Esta função facilita o gerenciamento dos programas CNC armazenados em memórias de grande capacidade. A utilização desta soft key evita a necessidade de voltar a introduzir a cadeia de caracteres relevante. respectivamente (f) ”??A?C” Programas CNC com nomes de cinco caracteres. a tela da lista de programas em grupo onde estão indicados os nomes dos programas do grupo anteriormente procurado pode voltar sendo mostrada pressionando a soft key [GR-PRG] (visualizada no passo 6). de forma a visualizar os resultados da pesquisa depois da mudança de tela. Depois de passar da tela da lista de programas em grupo para uma outra. Uma lista de programas em grupo. Pressupõe que os programas principais e subprogramas para usinagem da engrenagem com número de peça 1000 têm todos nomes que incluem a seqüência de caracteres “ENGR-1000.” Os números e nomes desses programas podem ser listados procurando a seqüência de caracteres “ENGR-1000” em os nomes de todos os programas CNC. Exemplos 610 .

Dados de gestão da vida útil das ferramentas Esta seção também descreve as seguintes funções. Valor de correção da ferramenta 2. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11. Menu padrão e dados padrão 7.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. Valor de correção do ponto de origem da peça ou valor de deslocamento do sistema de coordenadas da peça 5. Para mais informações. Esta seção descreve como visualizar ou definir os seguintes dados: 1. consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Especificações 3.4 TELAS MOSTRADAS ATRAVÉS DA TECLA DE FUNÇÃO @off Pressione a tecla de função para visualizar ou definir os valores de compensação da ferramenta e outros dados. Variáveis comuns das macros de usuário 6. Painel de operação por software 8. D Menu padrão e dados padrão D Entrada direta do valor de correção da ferramenta D Entrada direta do valor B de correção da ferramenta D Painel de operação por software D Dados de gestão da vida útil das ferramentas 611 . Tempo de execução e contagem de peças 4. D Entrada direta do valor de correção da ferramenta D Entrada direta do valor B de correção da ferramenta D Entrada pelo contador do valor de correção D Entrada direta da deslocação do sistema de coordenadas da peça D Correção no eixo Y D Comparação do número de seqüência e função de parada As funções seguintes dependem em grande medida das especificações do fabricante da máquina-ferramenta.

000 0 0.486 G 006 1.486 G 003 1. 2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [CORREC] ou pressione várias vezes ferramenta.561 W O0001 N00000 R T 0.561 0.000 0 202. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 11.486 G 004 1.094 até a visualização da tela da compensação da > _ MDI **** *** *** [ DESG ][ GEOM 16:05:59 ][ TRAB ][ ][ (OPRC) ] Com correção da geometria da ferramenta 612 .486 G 007 1.000 0 0.000 0 0.11.561 -49. Procedimento para definir e visualizar o valor de correção da ferramenta e o valor de compensação do raio da ponta da ferramenta 1 Pressione a tecla de função .4.1 Especificação e Visualização do Valor de Correção da Ferramenta Existem telas específicas para a visualização e especificação dos valores de correção da ferramenta e dos valores de compensação do raio da ponta da ferramenta.000 Z. 1.486 G 005 1.561 -49.486 G 008 1.486 POSIÇÃO REAL (RELATIVA) U 101.000 0 0.561 -49.000 G 002 1. CORRECAO/GEOMETRIA NO.000 0 0.000 0 0.000 -49.000 -49.000 0 0. X G 001 0.561 -49. 2-1 Pressionando a soft key [GEOM] visualiza-se os valores de compensação da geometria da ferramenta.

486 W 005 1. Estão disponíveis 64 grupos para a compensação da ferramenta. Ver capítulo III-8.561 0.000 -49. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 2-2 Pressionando a soft key [DESG] visualiza-se os valores de compensação de desgaste da ferramenta.000 -49.486 W 004 1.000 -49. 613 D Memória de correção da ferramenta .486 W 007 1.000 O0001 N00000 Z.000 -49.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11.561 0. que deve ser adicionado ao valor atual (um valor negativo.000 W 002 1.561 0.486 POSIÇÃO REAL (RELATIVA) U 101.486 W 003 1. 4 Para definir um valor de compensação. introduza um valor. Para a entrada ou saída dos valores de compensação da ferramenta de corte pode ser utilizado um dispositivo externo de entrada/saída. Os valores de compensação do comprimento da ferramenta podem ser definidos através das seguintes funções descritas nas subseções subseqüentes: Entrada direta do valor de correção da ferramenta. CORRECAO/DESG NO.NO].094 T 0 0 0 0 0 0 0 0 > _ MDI **** *** *** [ DESG ][ GEOM 16:05:59 ][ TRAB ][ ][ (OPRC) ] Com correção do desgaste da ferramenta 3 Mova o cursor até o valor de compensação a definir ou alterar. TIP é o número da ponta virtual da ferramenta (ver Programação).000 0.000 -49.000 W 202. introduza um valor e pressione a soft key [ENTRADA].561 0.486 W 008 1. X W 001 0. Os itens dos dados sobre correção são classificados por correção da geometria da ferramenta ou por correção do desgaste da ferramenta. TIP pode ser especificado na tela de compensação da geometria ou na tela de compensação do desgaste.000 0. utilizando as teclas de página ou do cursor. ou introduza o número de compensação para o valor de compensação a definir ou alterar e pressione a soft key [PESQ.561 0. Para mudar o valor de compensação.000 0. R 1.486 W 006 1. Explicações D Entrada de valores decimais D Outro método Na introdução de um valor de compensação podem ser utilizados valores decimais.000 -49. se for necessário diminuir o valor atual) e pressione a soft key [+ENTRADA] ou introduza um novo valor e pressione a soft key [ENTRADA]. função B de entrada direta da correção da ferramenta e entrada pelo contador do valor de correção.561 0.

2) Quando são introduzidos valores para números de correção. Se os valores de correção forem alterados durante a operação automática. é emitido um aviso e os valores são especificados apenas para os números de correção cuja entrada não é bloqueada. A entrada de valores de compensação da ferramenta via MDI pode ser inibida em relação a uma faixa especificada de números de correção. para os quais a entrada de um valor é inibida é definida no parâmetro nº 3295. começando em um cuja entrada não é bloqueada e terminando em outro cuja entrada é bloqueada. O primeiro número de correção para o qual a entrada de um valor é inibida é definido no parâmetro nº 3294. começando no primeiro número especificado. os valores de compensação do desgaste da ferramenta ou de valor de compensação da geometria da ferramenta não podem ser introduzidos por causa das definições nos bits 0 (WOF) e 1 (GOF) do parâmetro 3290. é emitido um aviso e não se verifica qualquer especificação de valores. A quantidade de números de correção. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 D Desativação da entrada dos valores de compensação Nalguns casos. LGT LWM 0 1 0 1 0 0 1 1 Valores de compensação da geometria da ferramenta Valores de compensação de desgaste de ferramenta D Alteração dos valores de correção durante a operação automática É ativado no bloco de código T É ativado no bloco de código T seguinte seguinte É ativado no bloco de código T É ativado no bloco de código T seguinte seguinte É ativado no bloco de código T É ativado no comando de moviseguinte mento seguinte É ativado no comando de movi. os bit 4 (LGT) e 6 (LWM) do parâmetro 5002 podem ser usados para especificar se os novos valores de correção devem ser ativados no comando de movimento seguinte ou no comando de código T seguinte.11. começando em um cuja entrada é bloqueada e terminando em outro cuja entrada não é bloqueada.É ativado no comando de movimento seguinte mento seguinte 614 . Os valores entrada são definidos como se segue: 1) Quando são introduzidos valores para números de correção.

000 0 0.486 G 005 1.486 G 003 1.000 0 0.000 >MZ120. sem deslocar o eixo Z e provoque a parada do fuso.561 0. etc.000 0 0.000 0 0.4. 1.000 -49. X Superfície B α Z Superfície A β 2 Solte a ferramenta somente no sentido do eixo X. ][+ENTRADA][ENTRADA] 3-1 Pressione a tecla de função ou a soft key [CORREC] para visualizar a tela de compensação da ferramenta. X G 001 0.486 G 007 1.000 G 002 1.000 0.561 W H O0001 N00000 R T 0. o centro do cabeçote de torno revólver.000 V 0.561 -49.486 G 008 1. Suponha que foi especificado um sistema de coordenadas da peça.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11.) e a posição da ponta da ferramenta efetivamente usada como um valor de correção. C. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11.561 -49. através do seguinte procedimento: CORRECAO/GEOMETRIA NO.000 0 0.000 0 0. 615 .2 Entrada Direta do Valor de Correção da Ferramenta Para definir a diferença entre o ponto de referência da ferramenta usado na programação (a ponta da ferramenta padrão.000 0 0.000 -49. ative a tela para qualquer um deles. Se os valores de compensação da geometria e de compensação do desgaste forem especificados separadamente.000 0 0.000 Z. Procedimento para a entrada direta do valor de correção da ferramenta D Definição do valor de correção do eixo Z 1 Corte a superfície A no modo manual com uma ferramenta real.486 G 004 1.486 POSIÇÃO REAL (RELATIVA) U 0.NO][ MEDIR ][ ENT. Defina este valor como o valor medido ao longo do eixo Z para o número de correção pretendido.561 -49.561 -49. 3-2 Mova o cursor até ao número de correção definido usando as teclas do cursor._ MDI **** *** *** 16:05:59 [PESQ. 3 Meça a distânciaβ do ponto zero no sistema de coordenadas da peça à superfície A.486 G 006 1.

0.0 [MEDIR] para a correção nº 2.0 quando o valor da coordenada da superfície B no diagrama atrás apresentado é 70. a ferramenta pode ser retraída ao longo de dois eixos quando o bit 2 (PRC) do parâmetro 5005 estiver definido e o sinal de registro for usado. todos os valores de compensação tornam-se valores de compensação da geometria e todos os valores de compensação do desgaste são definidos para 0. sem deslocar o eixo X e provoque a parada do fuso. Se a máquina incluir um botão de registro. 7 Repita o procedimento atrás indicado as mesmas vezes que o número de ferramentas necessárias. através do teclado. Defina este valor como o valor medido ao longo do eixo X para o número de correção pretendido. o valor medido (β). ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 3-3 Pressione a tecla de endereço Z a definir. as diferenças entre os valores de compensação medidos e os valores de compensação do desgaste atuais tornam-se os novos valores de compensação. Explicações D Valores de compensação para um programa criado na programação do diâmetro D Valor de correção da geometria da ferramenta e valor de correção do desgaste da ferramenta Introduza os valores do diâmetro para os valores de compensação dos eixos. Se os valores medidos forem definidos na tela de compensação do desgaste da ferramenta. 3-5 Pressione a soft key [MEDIR] . D Retração ao longo de dois eixos 616 .0 é definido como o valor de correção do eixo X para a correção nº 2. defina 69. Se os valores medidos forem definidos na tela de compensação da geometria da ferramenta. seα=69. 5 Solte a ferramenta no sentido do eixo Z. Consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. 3-4 Introduza. para os quais é usada a programação do diâmetro.11. D Definição do valor de correção do eixo X 4 Corte a superfície B no modo manual. Por exemplo. seguindo o mesmo procedimento da definição do valor ao longo do eixo Z. A diferença entre o valor medidoβ e a coordenada é especificado como o valor de correção. O valor de correção é calculado automaticamente e definido. 6 Meça o diâmetroα da superfície B. 1. Neste caso.

4. Procedimento para definir o valor de correção da ferramenta Os valores de correção da posição da ferramenta podem ser definidos automaticamente deslocando manualmente a ferramenta até que esta toque no sensor. a posição do cursor não pode ser alterada na tela de compensação da ferramenta através das teclas de mudança de página ou das teclas do cursor.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. +MIT2 ou -MIT2) no CNC.O sinal do modo de escrita do valor de correção está definido como HIGH e: D D O eixo e o respectivo avanço neste sentido estão bloqueados. Além disso. Ao executar o retorno manual ao ponto de referência.) A tela muda automaticamente para a tela de correção da ferramenta (geometria) e o indicador “OFST” começa a piscar na área de indicação de status. mova o cursor para o número de correção que pretende. Para mais informações sobre cada uma das operações. O valor de correção da ferramenta é programado no sistema de coordenadas da máquina. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquinaferramenta. 2 Defina como HIGH o sinal do modo de escrita do valor de correção GOQSM. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquinaferramenta. 1 Execute o retorno manual ao ponto de referência. 6 Coloque a extremidade da ferramenta numa superfície de contato do sensor através do avanço por manivela. 4 Se o cursor não coincidir com o número desejado para a correção da ferramenta. 3 Selecione a ferramenta a medir. O valor de correção da ferramenta retirado da memória de correção da ferramenta (valor de correção da geometria da ferramenta) que corresponde ao número de correção mostrado pelo cursor está definido. o número de correção da ferramenta também pode ser definino automaticamente através dos sinais de entrada do número de correção da ferramenta (com o parâmetro QNI (nº 5005#5)=1). 8 Repita os passos 3 a 7 para as ferramentas necessárias. na base da tela. Este procedimento provoca a entrada dos sinais do modo de escrita dos valores de correção (+MIT1. Faça com que a extremidade da ferramenta toque no sensor. Neste caso. indicando que o modo de escrita do valor de correção está pronto. (Para mais informações sobre cada uma das operações. 7 O valor de correção dos eixos X e Z é definido através das operações 5 e 6.3 Entrada Direta da Correção da Ferramenta em B A função B de entrada direta da correção da ferramenta medida é usada para definir os valores de compensação da ferramenta e os valores de deslocamento do sistema de coordenadas da peça. é definido um sistema de coordenadas da máquina. -MIT1. 617 . recorrendo à tecla de mudança de página e à tecla do cursor. 5 Aproxime manualmente a ferramenta do sensor. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11.

define-se automaticamente a quantidade de deslocação do sistema de coordenadas da peça no eixo Z. o número de correção da ferramenta também pode ser definido automaticamente através do sinal de entrada do número de correção da ferramenta (com o parâmetro QNI (nº 5005#5)=1). consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Para informações mais detalhadas. O número de correção da ferramenta correspondente à ferramenta que se pretende medir deverá ser definido antecipadamente através do parâmetro (nº 5020). Procedimento para definir a quantidade de deslocação do sistema de coordenadas da peça Os valores de correção da posição da ferramenta podem ser definidos automaticamente deslocando manualmente a ferramenta até que esta toque no sensor. na base da tela. Deste modo. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquinaferramenta. 5 Verifique os números de correção da ferramenta. Além disso. 3 Defina como HIGH o sinal do modo de escrita WOQSM para a quantidade de deslocação do sistema de coordenadas da peça. 9 Defina como LOW o sinal do modo de escrita WOQSM para a quantidade de deslocação do sistema de coordenadas da peça. Para mais informações sobre cada uma das operações. A quantidade de deslocação do sistema de coordenadas é programada com base no sistema de coordenadas da máquina relativo à ferramenta. indicando que o modo de escrita da quantidade de deslocação do sistema de coordenadas da peça está pronto. é definido um sistema de coordenadas da máquina.) A tela muda automaticamente para a tela de deslocamento da peça e o indicador “WFST” começa a piscar na área de indicação de status. 2 Execute o retorno manual ao ponto de referência. 4 Selecione a ferramenta a medir. (Para mais informações sobre cada uma das operações. Ao executar o retorno manual ao ponto de referência. consulte o manual correspondente fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. O modo de escrita é cancelado e a luz intermitente “WFST” desliga-se. 7 Coloque a extremidade da ferramenta na superfície final (sensor) da peça através do avanço por manivela. O modo de escrita é cancelado e a luz intermitente “OFST” desliga-se. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 9 Defina como LOW o sinal do modo de escrita do valor de correção GOQSM. 6 Aproxime manualmente a ferramenta de uma superfície final da peça.) 618 .11. (Para mais informações sobre cada uma das operações. 8 Faça avançar a ferramenta. 1 Os valores de compensação da ferramenta serão então calculados com base nas coordenadas da máquina relativas à ferramenta. consulte o respectivo manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta.

2 Faça o reset das coordenadas relativas ao longo dos eixos (ver Subseç.000 V 0. os valores de compensação do desgaste da ferramenta são introduzidos e os valores de compensação da geometria da ferramenta não se alteram.561 -49.486 POSIÇÃO REAL (RELATIVA) U 0.486 G 008 1.000 0 0.000 -49.000 >X_ HND **** *** *** 16:05:59 [PESQ.486 G 007 1. 619 .000 0 0.000 0 0.C. Procedimento para a entrada pelo contador do valor de correção 1 Desloque manualmente a ferramenta de referência para o ponto de referência.000 0 0.561 -49. CORRECAO/GEOMETRIA NO.4. X G 001 0.561 0.561 -49.561 W H O0001 N00000 R T 0.561 -49.4 Entrada do Valor de Correção em o Contador Ao deslocar a ferramenta até que esta atinja o ponto de referência desejado é definido o valor de correção da ferramenta coresponde.000 G 002 1. 3 Desloque a ferramenta cujos valores de correção pretende definir para o ponto de referência.NO][MEDIR][ENT.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11.000 0.][+ENTRADA][ENTRADA] 5 Pressione a tecla de endereço X (ou Z ) e a soft key [ENT. C.1.000 0 0. III-11. Se as operações atrás indicadas forem executadas na tela de compensação d desgaste da ferramenta.000 0 0. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11. Mova o cursor até ao número de correção a definir usando as teclas do cursor.000 -49.486 G 006 1.2).] .486 G 005 1. Explicações D Correção da geometria e correção do desgaste Se as operações atrás indicadas forem executadas na tela de compensação da geometria da ferramenta. 1.486 G 004 1.000 0 0.000 Z.486 G 003 1. 4 Selecione a tela de compensação da ferramenta.000 0 0. os valores de compensação da geometria da ferramenta são introduzidos e os valores de compensação do desgaste da ferramenta não se alteram.

TRAB O0001 N00000 (VALOR DE DESLOC.000 ^ X 0.000 > MZ100.000 Z 0. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 11. X X’ Z’ Z O Deslocação O’ 620 ._ MDI **** *** *** [ ][ DESL. de modo a alcançar o eixo ao longo do qual deverá ser deslocado o sistema de coordenadas.000 S 0 T0000 16:05:59 ][ +ENTRADA ][ ENTRADA ] 3 Pressione a soft key [DESL.PÇ ][ W 0.11.PÇ].PÇ].4. Procedimento para definir a quantidade de deslocação do sistema de coordenadas da peça 1 Pressione a tecla de função . 4 Mova o cursor através das respectivas teclas.) (MEDICAO) X 0. 5 Introduza o valor de deslocação e pressione a soft key [ENTRADA] . DESLOCACAO.000 Z 0.000 POSIÇÃO REAL (RELATIVA) U 0. até 2 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte visualizar a tela com a soft key [DESL.5 Definição da Quantidade de Deslocação do Sistema de Coordenadas da Peça O sistema de coordenadas definido pode ser deslocado se o sistema definido através de um comando G50 (ou comando G92 para o sistema B ou C do código G) ou se a definição automática do sistema de coordenadas for diferente do sistema de coordenadas da peça considerado na programação.

independentemente dos valores de deslocamento. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS Explicações D Quando os valores de deslocação são ativados D Valores de deslocação e comando de definição do sistema de coordenadas Os valores de deslocação são ativados imediatamente após a respectiva definição. for especificado. os valores de deslocação deverão ser definidos da seguinte forma: X=1.00 Z D Valores de deslocação e definição do sistema de coordenadas D Valor do diâmetro ou do raio Exemplos 621 . Exemplo Quando G50 X100. dependerá do que foi especificado no programa.0.0 X 69.0. o sistema de coordenadas é deslocado instantaneamente.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11.0. Z = 69.0. A definição de um comando (G50 ou G92) para especificar um sistema de coordenadas desativa os valores de deslocamento definidos. mas devesse ser X = 120. Z = 70. Se a posição atual do ponto de referência for X = 121. Se a definição automática do sistema de coordenadas for executada através do retorno manual ao ponto de referência após a definição da quantidade de deslocação.0 relativamente ao ponto de origem da peça.0. Se a quantidade de deslocação no eixo X corresponde ao valor do diâmetro ou do raio. Z=-1.0 (diâmetro). Z = 80.0 Z80.00 Posição inicial (posição padrão) φ121. o sistema de coordenadas é definido de forma que o ponto de referência atual da ferramenta seja X = 100.0.

000 G 03 0.000 POSIÇÃO REAL (RELATIVA) U 100.000 W O0001 N00000 100. CORREÇÃO/GEOMETRIA NO.000 07 0. Y 01 10.11.000 >_ MDI **** *** *** [ DESG ][ GEOM ][ 16:05:59 ][ ][ (OPRC) ] 622 .000 02 0. É igualmente possível a entrada pelo contador dos valores de correção.000 03 0.000 G 04 40. Será mostrada a tela de correção do eixo Y.000 POSIÇÃO REAL (RELATIVA) U 100.000 06 0. até 2 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte visualizar a tela com a soft key [OFST. 2].000 04 40.000 08 0.000 W O0001 N00000 100. A entrada direta do valor de correção da ferramenta e a função B de entrada direta da correção da ferramenta não estão disponíveis para o eixo Y. 3 Pressione a soft key [OFST.4.6 Correção do Eixo Y Podem ser definidos os valores de correção da posição da ferramenta ao longo do eixo Y. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 11.PÇ ][ ][ ][ (OPRC) ] 3-1 Pressione a soft key [GEOM] para visualizar os valores de compensação da geometria da ferramenta ao longo do eixo Y.2 ][ DESL.000 G 08 0.000 05 0.000 G 07 0. Procedimento para definir o valor de correção da ferramenta no eixo Y 1 Pressione a tecla de função . Y G 01 10.000 >_ MDI **** *** *** 16:05:59 [ CORR. CORREÇÃO NO.000 G 06 0.000 G 02 0.000 G 05 0. 2].

000 POSIÇÃO REAL ((RELATIVA)) U 100.000 W 04 40.000 W 06 0.000 W O0001 N00000 100. CORREÇÃO/DESG NO. recorrendo a um dos métodos seguintes: D D Mova o cursor para o número de correção a alterar.000 W 03 0. C. utilizando as teclas de mudança de página e as teclas do cursor.000 W 02 0.000 W 08 0. Introduza o número de correção e pressione a soft key [PESQ.000 W 05 0.000 >_ MDI **** *** *** 16:05:59 [PESQ. 6 Pressione a soft key [DESG]. O valor de correção é definido e mostrado. CORREÇÃO/DESG NO.000 W 06 0. Y W 01 10.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11.000 W 02 0.000 W 04 40.][ +ENTRADA ][ENTRADA] 623 .000 W 05 0. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 3-2 Pressione a soft key [DESG] para visualizar os valores de compensação do desgaste da ferramenta ao longo do eixo Y. 5 Introduza o valor de correção.NO] .000 W 08 0.NO][MEDIR][ ENT.000 W O0001 N00000 100.000 W 07 0.000 >_ MDI **** *** *** [ DESG ][ GEOM ][ 16:05:59 ][ ][ (OPRC) ] 4 Posicione o cursor no número de correção a alterar.000 POSIÇÃO REAL ((RELATIVA)) U 100. Y W 01 10.000 W 03 0.000 W 07 0.

2). A coordenada relativa Y (ou V) fica assim definida como o valor de correção.].C. a soft key [ENT. III-11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Procedimento para a entrada pelo contador do valor de correção Para definir as coordenadas relativas ao longo do eixo Y: 1 Desloque a ferramenta de referência para o ponto de referência. 4 Mova o cursor até ao valor do número de correção a definir. 2 Faça o reset da coordenada relativa Y (ver Subseç.11. 624 . 3 Desloque a ferramenta cujos valores de correção pretende definir para o ponto de referência. em seguida. pressione Y e.1.

Ver o Capítulo III-10.4. 2 Pressione a tecla de função . Ver subseção III-11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11.4.2. DEFINIÇÃO (HANDY) ESCRITA PARAM. são definidos na tela de especificação de dados.ENVIO = 1 UNID. para informações mais detalhadas sobre a comparação de números de seqüência e sobre a função de parada. Procedimento para definir os dados de especificação 1 Selecione o modo MDI. ENTRADA = 0 CANAL COMUN. = 11 O0001 N00000 (0:DESATIVAR 1:ATIVAR) (0:OFF 1:ON) (0:EIA 1:ISO) (0:MM 1:POLEG) (0-3:NO. Em seguida. = 0 PARADA DA SEQU. Nessa tela. para mais informações sobre a inserção automática de números de seqüência. o operador pode igualmente ativar/desativar a escrita de parâmetros. SEQUENCIA) > _ MDI **** *** *** 16:05:59 [ CORREC ][ DEFINIR ][ TRAB ][ ][ (OPRC) ] DEFINIÇÃO (HANDY) ESPELHAMENTO X= 0 (0:OFF ESPELHAMENTO Z= 0 (0:OFF O0001 N00000 1:ON) 1:ON) > _ MDI **** *** *** 16:05:59 [ CORREC ][ DEFINIR ][ TRAB ][ ][ (OPRC) ] 625 . Pressione a tecla de página ou até mostrar a tela desejada. = 0 NO SEQUENCIA = 0 FORMATO DA FITA = 0 PARADA DA SEQU.7 Visualização e Entrada de Dados de Definição Certos dados. é mostrado um exemplo de tela de especificação de dados.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. CANAL) (0:OFF 1:ON) (0:NO CNV 1:F15) (NO PROGRAMA) (NO. 3 Pressione a soft key [DEFINIR] para visualizar a tela de especificação de dados. como o flag de verificação TV e o código de envio. Esta tela é constituída por diversas páginas. ativar/desativar a inserção automática de números de seqüência na edição de programas e efetuar especificações para a comparação de números de seqüência e para a função de parada.= 1 VERIF TV = 0 CODIG.8. Esta subseção esclarece como definir dados.

Definir o número de seqüência com o qual é executada uma parada da operação para a comparação do número de seqüência. 0 : Espelhamento OFF 1 : Espelhamento ON As teclas de página ou também podem ser pressionadas para D VERIF. 0 : O formato da fita não é convertido. Definir a ativação ou desativação da escrita de parâmetros.11.ENVIO D UNID. Ver subseção III-11. 5 Introduza um novo valor e pressione a soft key [ENTRADA]. Definir o espelhamento ON/OFF para cada eixo. 0 : Sem verificação TV 1 : Executar verificação TV Código para a saída de dados através do interface de leitura/envio. 1 : O formato da fita é convertido.ENTRADA D CANAL DE COMUN.9 sobre a tela. bem como a função de parada e o número do programa ao qual o número de seqüência pertence. Especificar a conversão do formato da fita F10/11. Ver PROGRAMAÇÃO para o formato de fita F10/11. .4. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 4 Desloque o cursor até o elemento a alterar pressionando as teclas do cursor . D NO SEQUENCIA D FORMATO DE FITA D PARADA DE SEQUENCIA D ESPELHAMENTO D Outros mostrar a tela de especificação DEFINIR (TEMPORIZADOR). 626 . 0 : Não executa a inserção automática do número de seqüência. ou . 1 : Executa a inserção automática do número de seqüência. 0 : Canal 0 1 : Canal 1 2 : Canal 2 Definir a inserção automática do número de seqüência durante a edição de um programa no modo EDICAO. TV D CODIG. 0 : Desativado 1 : Ativado Definir a execução da verificação TV. 0: Código de saída EIA 1: Código de saída ISO Definir a unidade de entrada em polegadas ou milímetros 0 : Unidades métricas 1 : Polegada Canal para a interface de leitura/envio. Conteúdo das especificações D ESCRITA PARAM.

ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS 11. VERIF TV CODIG. SEQUENCIA) ou até a visualização da tela > _ MDI **** *** *** 16:05:59 [ CORREC ][ DEFINIR ][ TRAB ][ ][ (OPRC) ] 5 No (NO PROGRAMA) para a PARADA DA SEQUENCIA.ENVIO UNID. NO SEQUENCIA FORMATO DA FITA PARADA DA SEQU.B-64114PO/01 OPERAÇÃO 11. 3 Pressione a soft key para seleção de capítulo [DEFINIR]. 4 Pressione a tecla de página seguinte. 6 No (NO SEQUENCIA) para a PARADA DA SEQUENCIA (de até cinco dígitos). 2 Pressione a tecla de função . 627 . DEFINIÇÃO (HANDY) ESCRITA PARAM. ENTRADA CANAL COMUN.4. o modo de bloco único é ativado no bloco contendo o número de seqüência que foi definido.8 Comparação e Parada do Número de Seqüência Se um bloco contendo um número de seqüência especificado surgir no programa em execução. 7 Durante a operação automática. introduza o número (1 a 9999) do programa contendo o número de seqüência com o qual a operação pára. introduza o número de seqüência com o qual a operação pára. o modo bloco único é ativado após a execução do bloco. = = = = = = = = = O0001 N00000 1 (0:DESATIVAR 1:ATIVAR) 0 (0:OFF 1:ON) 1 (0:EIA 1:ISO) 0 (0:MM 1:POLEG) 0 (0-3:CANAL) 0 (0:OFF 1:ON) 0 (0:NO CNV 1:F10/11) 0 (NO PROGRAMA) 11 (NO. PARADA DA SEQU. Procedimento para a comparação e parada do número de seqüência 1 Selecione o modo MDI.

N3 GOTO 09 . No exemplo acima. Após a energização. D Quando o mesmo número de seqüência é encontrado várias vezes no programa D Bloco a repetir um determinado número de vezes 628 . N5 M99 . N2 IF [#1 EQ 1] GOTO 08 . o número de seqüência especificado para a compensação e parada do número de seqüência é diminuído 1 unidade. Se o número de seqüência pré-determinado for encontrado em um bloco. a execução do programa pára após a execução do bloco em que o número de seqüência pré-determinado surge pela primeira vez. a execução não pára nesse bloco.11. Se o número de seqüência pré-determinado surgir duas ou mais vezes em um programa. o número de seqüência pré-determinado foi encontrado e a execução do programa não pára. onde estão contidos todos os comandos a processar na unidade de controle CNC. D Parada no ciclo fixo Se o número de seqüência pré-determinado for encontrado em um bloco que contenha um comando de ciclo fixo. o número de seqüência tem a definição 0. N4 M98 P1000 . Se o número de seqüência pré-determinado for encontrado em um bloco a executar várias vezes. Exemplo N1 #1=1 . ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO B-64114PO/01 Explicações D Número de seqüência após execução do programa D Blocos excecionais Se o número de seqüência especificado tiver sido encontrado durante a execução do programa. a execução do programa pára depois da operação de retorno ter sido completada. a execução do programa pára depois do bloco ter sido executado o número de vezes especificado.

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

11.4.9
Visualização e Definição do Tempo de Trabalho, Contagem de Peças e Duração

Podem ser mostrados vários tempos de execução, o número total de peças usinadas, o número de peças necessárias e o número de peças usinadas. Estes dados podem ser definidos por parâmetros ou através desta tela (exceto no que diz respeito ao número total de peças usinadas e ao tempo durante o qual o sistema está ligado, os quais só podem ser especificados por parâmetros). Esta tela pode mostrar também as horas. A hora pode ser especificada na tela.

Procedimento para Visualização e Definição do Tempo de Execução, Contagem de Peças e Duração 1 Selecione o modo MDI. 2 Pressione a tecla de função .

3 Pressione a soft key para seleção de capítulo [DEFINIR]. 4 Pressione a tecla de página seguinte.
DEFINIÇÃO (CONTADOR) TOTAL DE PECAS PECAS REQUER. CONT.PECAS LIGADO TEMPO DE OPERAC TEMPO CORTE TEMPO LIVRE TEMPO DE CICLO DATA HORA = = = = = = = = = 14 0 23 4H 31M 0H 0M 0S 0H 37M 5S 0H 0M 0S = 0H 0M 0S 2001/07/05 11:32:52 O0001 N00000

ou

até a visualização da tela

> _ MDI **** *** ***

S 16:05:59

0

T0000

[CORREC] [DEFINIR] [ TRAB ] [

] [(OPRC)]

5 Para definir o número de peças necessárias, mova o cursor até PECAS REQUER. e introduza o número de peças a usinar. 6 Para regular o relógio, mova o cursor até DATA ou HORA, introduza uma nova data ou hora e pressione a soft key [ENTRADA].

Items da tela
D TOTAL DE PECAS Este valor é incrementado uma unidade quando M02, M30 ou um código M especificado pelo parâmetro 6710 é executado. Este valor não pode ser definido nesta tela. Especifique o valor no parâmetro 6712. É usado para definir o número necessário de peças usinadas. Se este for colocado em ”0”, o número de peças é ilimitado. Esta definição também pode ser feita através do parâmetro (nº 6713).
629

D PECAS REQUER.

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

D CONT. PECAS

Este valor é incrementado uma unidade quando M02, M30 ou um código M especificado pelo parâmetro 6710 é executado. O valor também pode ser definido pelo parâmetro 6711. De um modo geral, este valor é reposto quando atinge o número de peças requerido. Para mais informações, consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Visualização do período total em que o sistema está ligado. Este valor não pode ser definido nesta tela, mas pode ser pré-selecionado no parâmetro 6750. Indica o tempo de execução total durante a operação automática, excluindo o tempo de parada e de bloqueio do avanço. Este valor pode ser pré-selecionado no parâmetro 6751 ou 6752. Indicação do tempo total necessário para o corte, relacionado com o avanço de corte, como a interpolação linear (G01) e a interpolação circular (G02 ou G03). Este valor pode ser pré-selecionado no parâmetro 6753 ou 6754. Este valor pode ser usado, por exemplo, para indicar o tempo total de fluxo do líquido refrigerante. Para mais informações, consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta. Indica o tempo de execução de uma operação automática, excluindo o tempo de parada e de bloqueio de avanço. Este valor é colocado automaticamente em 0 quando o início de um ciclo é executado no estado de reset. Mantém-se colocado em 0, mesmo após a desenergização. Indicação da data e hora atuais. A data e hora podem ser definidas nesta tela.

D LIGADO

D TEMPO DE OPERAC

D TEMPO DE CORTE

D TEMPO LIVRE

D TEMPO CICLO

D DATA e HORA

Explicações
D Utilização Quando o comando M02 ou M30 é executado, o número total de peças usinadas e o número de peças usinadas são incrementados em um. Por este motivo, o programa deve ser criado de forma que M02 ou M30 seja executado sempre que termina a fabricação de uma peça. Além disso, se um código M especificado pelo parâmetro (nº 6710) é executado, a contagem é feita de forma semelhante. É igualmente possível desativar a contagem, mesmo que M02 ou M30 seja executado (o parâmetro PCM (nº 6700#0) é colocado em 1). Para mais informações, consulte o manual editado pelo fabricante da máquina-ferramenta.

Restrições
D Definição do tempo de trabalho e da contagem de peças D Definição do tempo Não podem ser definidos valores negativos. De igual modo, a definição de “M” e “S” do tempo de trabalho é válida de 0 a 59. Pode não ser possível definir valores negativos para o número total de peças usinadas. Não podem ser especificados valores negativos nem valores que excedam os que se encontram indicados na tabela a seguir.
Elemento Ano Mês Dia Valor máximo 2085 12 31 Elemento Hora Minuto Segundo Valor máximo 23 59 59

630

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

11.4.10
Visualização e Definição do Valor de Correção do Ponto de Origem da Peça

Visualização da correção do ponto de origem de cada sistema de coordenadas da peça (G54 a G59) e da correção externa do ponto de origem. O valor de correção do ponto de origem da peça e o valor externo de correção do ponto de origem da peça podem ser definidos nesta tela.

Procedimento para Visualizar e Definir o Valor de Correção do Ponto de Origem da Peça 1 Pressione a tecla de função .

2 Pressione a soft key para seleção de capítulo [TRAB]. É exibida a tela para especificação do sistema de coordenadas da peça.
CCORDENADAS TRAB O0001 N00000

DADOS 00 X (EXT) Z

NO. 0.000 0.000

DADOS NO. 02 X 152.580 (G55) Z 234.000

01 X 20.000 (G54) Z 50.000

03 X 300.000 (G56) Z 200.000

> _ S MDI **** *** *** 16:05:59 [ CORREC ][ DEFINIR ][ TRAB ][

0

T0000

][ (OPRC) ]

3 A tela para visualizar os valores de correção do ponto de origem da peça é constituída por duas ou mais páginas. Visualize a página desejada de uma das seguintes formas: S Pressione a tecla de página para cima ou para baixo . S Introduza o número do sistema de coordenadas da peça (0: correção externa do ponto de origem da peça, 1 a 6: sistemas de coordenadas da peça G54 a G59) e pressione a soft key de seleção da operação [PESQ.NO] . Coloque em OFF a chave para proteção dos dados (ativação da escrita). Mova o cursor até o valor de correção do ponto de origem da peça a alterar. Introduza o valor pretendido através do teclado numérico e pressione a soft key [ENTRADA] . O valor introduzido é especificado no novo valor de correção do ponto de origem da peça. O valor introduzido pode ser igualmente adicionado ao valor de correção anterior através do teclado numérico e da soft key [+ENTRADA]. Repita os passos 5 e 6 para alterar outros valores de correção. Coloque em ON a chave para proteção dos dados (ativação da proteção contra escrita).
631

4 5 6

7 8

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

11.4.11
Entrada Direta dos Valores Medidos de Correção do Ponto de Origem da Peça

Esta função é usada para compensar a diferença entre o sistema programado de coordenadas da peça e o sistema real de coordenadas da peça. O valor de correção do ponto de origem do sistema de coordenadas da peça pode ser introduzido na tela, de forma que os valores de comando estejam de acordo com as dimensões reais. A seleção do novo sistema de coordenadas faz corresponder o sistema de coordenadas programado ao sistema de coordenadas real.

Procedimento para Introduzir os Valores Medidos de Correção do Ponto de Origem da Peça

x

X

Ponto de origem programada da peça Superfície B

Valor de correção anterior

O O’ Valor de correçã o novo β

Z α Z

Origem

Superfície A

1 Se a peça tiver o formato atrás mostrado, corte manualmente a superfície A. 2 Desloque a ferramenta ao longo do eixo X sem alterar a coordenada Z e páre, em seguida, o fuso. 3 Meça a distânciaβ entre a superfície A e o ponto de origem programado do sistema de coordenadas da peça, como acima indicado. 4 Pressione a tecla de função .

632

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

5

Para visualizar a tela de especificação dos valores de correção do ponto de origem da peça, pressione a soft key para seleção de capítulo [TRAB].

COORDENADAS TRAB (G54)

O1234 N56789

NO. 00 X (EXT)Z

DADOS 0.000 0.000

NO. 02 X (G55) Z

DADOS 0.000 0.000

01 X (G54) Z

0.000 0.000

03 X (G56) Z

0.000 0.000

> Z100. S 0 T0000 MDI **** *** *** 16:05:59 [ PESQ NO ][ MEDIR ][ ][ +ENTRADA ][ ENTRADA ]

6 Mova o cursor até o valor de correção do ponto de origem da peça a definir. 7 Pressione a tecla de endereço para o eixo ao longo do qual deve ser definido o valor de correção (eixo Z, neste exemplo). 8 Introduza o valor medido (β) e pressione a soft key [MEDIR]. 9 Corte manualmente a superfície B. 10 Desloque a ferramenta ao longo do eixo Z sem alterar a coordenada X e páre, em seguida, o fuso. 11 Meça o diâmetro da superfície A (α) e introduza o diâmetro em X.

Restrições
D Entradas consecutivas D Durante a execução do programa D Efeito de outro valor de deslocação Não é possível inserir simultaneamente valores de correção para dois ou mais eixos. Esta função não pode ser usada durante a execução de um programa. Qualquer deslocação especificada para o sistema de coordenadas da peça ou a correção externa mantém-se ativo quando é usada esta função.

633

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

11.4.12
Visualização e Definição de Variáveis Comuns de Macro de Usuário

Exibe as variáveis comuns (de #100 a #199 e de #500 a #999). Se o valor absoluto de uma variável comum ultrapassar 99999999, é visualizado ********. Os valores das variáveis podem ser definidos nesta tela. As coordenadas relativas também podem ser atribuídas às variáveis.

Procedimento para visualizar e definir variáveis comuns de macro de usuário

1 Pressione a tecla de função
Macro

.

Tecla de mudança para o menu seguinte

e, em 2 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte seguida, a soft key para seleção de capítulo [MACRO]. A tela seguinte será mostrada:

VARIÁVEL

O0001 N00000

DADOS NO. DADOS NO. 100 1000.000 108 0.000 101 0.000 109 40000.000 102 -50000.000 110 153020.00 103 0.000 111 0001.000 104 1238501.0 112 0.000 105 0.000 113 20000.000 106 0.000 114 0.000 107 0.000 115 0.000 POSIÇÃO REAL (RELATIVA) U0.000 W 0.000

> _ S 0 T0000 MDI **** *** *** 16:05:59 [ PESQ.NO][ ][ENT. C.] [ ] [ ENTRADA ]

3 Mova o cursor até o número da variável a definir, seguindo um dos métodos abaixo indicados: - Introduza o número da variável e pressione a soft key [PESQ.NO]. - Mova o cursor até o número da variável a definir, pressionando as teclas de página , e/ou . e/ou e as teclas do cursor , ,

4 Introduza os dados através do teclado numérico e pressione a soft key [ENTRADA]. 5 Para converter uma coordenada relativa em uma variável, pressione a tecla de endereço X ou Z e, em seguida, a soft key [ENT.C.].

6 Para deixar uma variável em branco, basta pressionar a soft key [ENTRADA]. O campo do valor da variável fica em branco.
634

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

11.4.13
Visualização dos Dados Padrão e do Menu Padrão

Nesta subseção é utilizado um exemplo para descrever como mostrar ou especificar menus de usinagem (menus padrão), criados pelo fabricante da máquina-ferramenta. Consulte o manual fornecido pelo fabricante da máquina-ferramenta para mais informações sobre os menus padrão e os dados padrão propriamente ditos. Ver Capítulo II-20 para mais informações sobre a função de introdução dos dados padrão.

Procedimento para visualizar os dados padrão e o menu padrão

Procedimento
MENU

1 Pressione a tecla de função

. e, em

2 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte seguida, a soft key para seleção de capítulo [MENU]. A tela seguinte (tela de menu padrão) é mostrada:
Tecla de mudança para o menu seguinte

MENU : PADRÃO DE FURO 1. ROSQUEAMENTO 2. PERFURACAO 3. MANDRILAGEM 4. BOLSA 5. FURO 6. ANGULO DA LINHA 7. GRADE 8. PROFUNDA 9. 10. >_ MDI **** *** *** 16:05:59 [ MACRO ] [ MENU ] [ OPR ] [

O0000 N00000

] [(OPRC)]

3 Introduza um número padrão e pressione a soft key [SELEC]. Neste exemplo, pressione 5 e, em seguida [SELEC]. A tela seguinte (tela de dados padrão) é mostrada:
VAR. : FURO NO. NOME 500 FERRAMENTA 501 PADRAO X 502 PADRAO Y 503 RAIO 504 S. ANGL 505 NO FUROS 506 507 O0001 N00000 COMENTÁRIO *FURO CIRCULO* DEFINIR PADRAO DADOS PARA VAR. NO.500--505.

DADOS 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000

POSIÇÃO ATUAL (RELATIVA) X 0.000 Y 0.000 0.000 >_Z MDI **** *** *** 16:05:59 [ CORREC ] [DEFINIR] [ ] [ ] [ (OPRC) ]

635

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

4 Introduza os dados padrão necessários e pressione

.

5 Depois de ter introduzido todos os dados necessários, acione o modo MEMORIA e pressione o botão de início de ciclo para começar a usinagem.

Explicações
D Explicação da tela do menu padrão
PADRÃO DE FURO : Título do menu Pode ser mostrada uma seqüência

de caracteres opcional de, no máximo, 12 caracteres. opcional de, no máximo, 10 caracteres.

FURO : Nome padrãoPode ser mostrada uma seqüência de caracteres

O fabricante da máquina-ferramenta deveria programar as cadeias de caracteres do título de menu e do nome padrão através de uma macro de usuário e carregá-los na memória do programa. D Explicação da tela dos dados padrão
FURO : Título dos dados padrão Pode ser mostrada uma seqüência

de caracteres opcional de, no máximo, 12 caracteres.

FERRAMENTA : Nome da variávelPode ser mostrada uma seqüência

de caracteres opcional de, no máximo, 10 caracteres.

CÍRCULO DE FUROS : Instrução de comentárioPode ser mostrado

um comentário de uma seqüência de caracteres opcional de, no máximo, 12 caracteres/linha em 8 linhas.

O fabricante da máquina-ferramenta deveria programar as cadeias de caracteres do nome da variável e do comentário através de uma macro de usuário e carregá-los na memória do programa.

636

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

11.4.14
Visualização e Definição do Painel de Operação por Software

Com esta função, as funções dos botões do painel de operação da máquina podem ser controladas a partir do painel MDI. O avanço em modo jog pode ser executado através do teclado numérico.

Procedimento para visualizar e definir o painel de operação por software

1 Pressione a tecla de função
OPR

. e, em

2 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte seguida, a soft key para seleção de capítulo [OPR]. 3 A tela é constituída por diversas páginas. Pressione a tecla de página
PAINEL DO OPERADOR

Tecla de mudança para o menu seguinte

ou

até mostrar a tela desejada.
O0000 N00000

MODO : MDI MEM EDIC MANV JOG REF EIXO DA MANIV: HX HZ HC HY PASSO MULTI. : *1 *10 *100 OVRD.RAPID. : 100% 50% 25% F0 OVRD JOG : 2.0% ************** OVRD.AVANÇO : 100% *** POSIÇÃO REAL (ABSOLUTA) X 0.000 Z 0.000

>_ REF **** *** *** [ MACRO ][ MEMu

16:05:59 ][ OPR ][

][

]

PAINEL DO OPERADOR SALTO DE BLOCO BLOCO UNICO BLOQUEIO MAQUINA CHAVE PROTEC BLOQUEIO DE AVANÇO POSIÇÃO X : : : : :

O0000 N00000 OFF J ON J OFF ON OFF J ON J PROTEGIDO J OFF

LIBERAR

REAL (ABSOLUTA) 0.000 Z

0.000

MDI **** *** *** [ MACRO ][ MENU

16:05:59 ][ OPR ][

][

]

4 Desloque o cursor até o botão desejado pressionando a tecla do cursor ou
637

.

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

5 Pressione a tecla do cursor

ou

para colocar a marca J em

uma posição qualquer e definir o estado desejado. 6 Se uma tecla de seta for pressionada em uma tela com o avanço em modo jog ativado, como mostrado abaixo, o dito avanço é executado. Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte 5 juntamente com uma tecla de seta para executar o deslocamento rápido manual contínuo.

7 4 1

8 5 2

9 6 6

Explicações
D Operações válidas As operações válidas no painel de operação por software são mostradas a seguir. Através do parâmetro 7200 pode selecionar-se a utilização do painel CRT ou do painel de operação da máquina para cada grupo de operações.
Grupo1: Seleção do modo Grupo2: Seleção do eixo de avanço em modo jog, deslocamento rápido manual contínuo Grupo3: Seleção do eixo de avanço do gerador de pulsos manual, seleção do aumento dos pulsos manuais x1, x10, x100 Grupo4: Velocidade de avanço em modo jog, override da velocidade de avanço, override do deslocamento rápido Grupo5: Salto de bloco opcional, bloco único, bloqueio da máquina, funcionamento em vazio Grupo6: Chave de proteção Grupo7: Bloqueio de avanço

D Tela

Os grupos para os quais o painel de operação da máquina é selecionado através do parâmetro 7200 não são mostrados no painel de operação por software. Quando a tela indica qualquer tela menos a do painel de operação por software e a de diagnóstico, o avanço em modo jog não é efetuado, mesmo que seja pressionada a tecla de seta. O eixo e direção de avanço correspondentes às teclas de seta podem ser especificados com os parâmetros (nº 7210 a 7217). Como função ampliada do painel de operação por software, encontram-se disponíveis oito botões de definição opcional. O nome dos botões pode ser definido através dos parâmetros (nº 7220 a 7283), sob a forma de cadeias de 8 caracteres, no máximo. Consulte o manual editado pelo fabricante da máquina-ferramenta, para mais informações sobre estes botões.
638

D Telas em que é válido o avanço em modo jog D Avanço em modo jog e teclas de seta D Botões multi -- usos

B-64114PO/01

OPERAÇÃO

11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS

11.4.15
Visualização e Definição dos Dados de Gestão da Vida Útil das Ferramentas

Os dados sobre a vida útil das ferramentas podem ser mostrados para informar o operador sobre o estado atual da gestão da vida útil das ferramentas. São igualmente mostrados os grupos que requerem a substituição da ferramenta. O contador da vida útil da ferramenta para cada grupo pode ser predefinido para um valor qualquer. Os dados sobre a ferramenta (dados sobre a execução) podem ser reconfigurados ou apagados. Para registrar ou modificar os dados sobre gestão da vida útil das ferramentas, é necessário criar e executar um programa. Ver Explicações nesta seção, para mais informações.

Procedimento para visualizar e definir os dados de gestão da vida útil das ferramentas 1 Pressione a tecla de função
VDFERR

. para mostrar

2 Pressione a tecla de mudança para o menu seguinte a soft key de seleção de capítulo [VDFERR]. 3 Pressione a soft key [VDFERR] .

Tecla de mudança para o menu seguinte

4 Uma página mostra dados sobre dois grupos. Com a tecla de página ou podem ser vistos os dados dos grupos seguintes. No final de cada página são mostrados até quatro números de grupos, para os quais é emitido o sinal de troca de ferramenta. A seta mostrada na figura é indicada, se necessário, para cinco ou mais grupos.
DADO VIDA FERR.: GRUPO 0034 0090 0000 0000 001 0078 0035 0000 0000 O3000 N00060 GRUPO SELECIONADO 000 : VIDA 0150 CONTAGEM 0000 0012 0056 0026 0061 0000 0000 0000 0000

GRUPO 002 VIDA 1400 CONTAGEM 0000 0062 0024 0044 0074 0000 0000 0000 0000 0000 0000 0000 0000 0000 0000 0000 0000 A TROCAR : 003 004 005 006 ---> > _ MEM **** *** *** 16:05:59 [ MACRO ] [ ] [ OPR ] [VDFERR] [ (OPRC) ]

5 Para mostrar a página que contém os dados de um grupo, introduza o número do grupo e pressione a soft key [PESQ.NO]. O cursor pode ser deslocado para um grupo qualquer através das respectivas teclas ou .

6 Para mudar o valor no contador de vida útil de um grupo, mova o cursor para esse grupo, introduza um novo valor (quatro dígitos) e pressione [ENTRADA]. O contador de vida útil do grupo indicado pelo cursor é previamente definido com o valor introduzido. Os restantes dados sobre o grupo não são alterados.
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11. ESPECIFICAÇÃO E VISUALIZAÇÃO DE DADOS OPERAÇÃO

B-64114PO/01

7 Para reconfigurar os dados sobre a ferramenta, mova o cursor para o grupo a reconfigurar e pressione, em seguida, as soft keys [(OPRC)], [LIMPAR] e [EXEC], por esta ordem. Todos os dados de execução para o grupo indicado pelo cursor são apagados juntamente com os símbolos (@, # ou *).

Explicações
D Registro dos dados de gestão da vida útil das ferramentas Os dados de gestão da vida útil das ferramentas devem ser executados de forma a serem registrados na memória CNC.

(3) Modo de FITA (1) Modo de EDIÇÃO Tela de edição Memória

Área de armazenamento e edição do programa de peças Área dos dados sobre a vida útil da ferramenta

(2) Modo MEM Predefinição do contador Memória Tela

(1) Carregue o programa para a gestão da vida útil das ferramentas no modo EDIÇÃO, da mesma maneira que para uma fita CNC vulgar. O programa será registrado na memória do programa de peças e será disponibilizado para o display e edição. (2) Execute uma operação de início de ciclo no modo MEM para executar o programa. Os dados serão armazenados na área dos dados de vida útil da ferramenta da memória; simultaneamente, os dados de vida útil da ferramenta existentes de todos os grupos serão cancelados e os contadores