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DEPOIMENTO PARA O FÓRUM CONCURSEIROS

Alan Campos de Souza – 14º Lugar

CGU 2012 – ÁREA AUDITORIA E FISCALIZAÇÃO/GERAL/BRASÍLIA

Á REA A UDITORIA E F ISCALIZAÇÃO /G ERAL /B RASÍLIA Sumário 1 INTRODUÇÃO 2 1.1

Sumário

1

INTRODUÇÃO

2

1.1

SOBRE MIM

2

1.2

MINHAS REPROVAÇÕES

2

2

LINHA DO TEMPO

2

3

CGU 2012

4

3.1

ANTES DO EDITAL

4

3.2

SAIU O EDITAL

4

3.3

CONTROLE DO TEMPO DE ESTUDO/CICLOS

6

3.4

EXERCÍCIOS/SIMULADOS/TREINO PARA A DISCURSIVA

7

3.5

DIVULGAÇÃO DA RELAÇÃO CANDIDATO/VAGA

9

3.6

VÉSPERA DA PROVA

9

3.7

AS PROVAS

10

3.7.1

P1

10

3.7.2

P2

10

3.7.3

P3

11

3.8

CONFERINDO O GABARITO PRELIMINAR

11

3.9

RECURSOS – PROVA OBJETIVA

12

3.10

ESTATÍSTICA DE COMPARECIMENTO

12

3.11

GABARITO DEFINITIVO/RESULTADO PROVISÓRIO DA DISCURSIVA

12

3.12

RESULTADO FINAL

14

4

DICAS

14

4.1

GRUPO DE ESTUDO

14

4.2

SOBRE ESTUDO

14

4.3

APLICATIVOS

15

4.4

SOBRE MOTIVAÇÃO

15

4.5

INTERNET

16

4.6

SOBRE CURSO PREPARATÓRIO

16

4.7

BIBLIOGRAFIA

16

4.8

MEUS PRINCIPAIS ERROS

17

4.9

MEUS PRINCIPAIS ACERTOS

17

5

AGRADECIMENTOS

17

1

INTRODUÇÃO

É com muita satisfação que escrevo para o Fórum Concurseiros. Espero que a minha história possa ajudar aos demais colegas concurseiros. Desde já me ponho à disposição para qualquer dúvida ou esclarecimento. Peço, por favor, que não enviem mensagem privada (MP) por meio do fórum, pois a caixa de entrada é pequena, lota rápido. Quem desejar entrar em contato comigo, por gentileza utilize o meu e-mail pessoal – alancsouza@gmail.com – ou então o Facebook – http://www.facebook.com/alan.camposdesouza. Meu depoimento não tem nenhum fim lucrativo, pelo contrário: encaro isso como uma forma de retribuir a ajuda do fórum, dos professores e dos colegas. Passar em concurso é bom demais, não desistam, porque um dia você chega lá, mais cedo ou mais tarde. Muita coisa que nesse texto vocês já viram em algum outro depoimento ou livro sobre concursos. Não é nenhuma cópia ou plágio, mas apenas o que eu acho importante e/ou que funcionou pra mim. A primeira parte é um resumo da minha história até a aprovação na CGU. No final, algumas dicas que eu acho importantes passar pra frente.

1.1 SOBRE MIM

Meu nome é Alan Campos de Souza, nasci em 03 nov 80, no Rio de Janeiro. Cresci em Brasília, pois meu pai era militar. Chegamos à BSB em 1986. Atualmente trabalho em um quartel de tropa do Exército em Brasília, sou Oficial (posto de Capitão). Antes de entrar para o EB, estudava no Colégio Militar de Brasília (CMB). Em 1997 – quando cursava o 2º ano/2º grau - passei no concurso para a Escola Preparatória de Cadetes do Exercito (EsPCEx, fica em Campinas-SP). Lá concluí o 3º ano/2º grau em 1998. De 1999 a 2002 estive na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN, fica em Resende-RJ), onde me formei Aspirante-a-Oficial da Arma de Artilharia. Após a formação, tinha a opção de escolher várias cidades para trabalhar, mas acabei optando por retornar para Brasília, por motivos pessoais. Em janeiro de 2003 comecei a trabalhar no corpo de tropa. No segundo semestre de 2004, fui percebendo que não estava feliz na profissão e, ao final do ano, recém-promovido ao posto de 1º Tenente, decidi estudar para concurso público. Foi quando iniciei minha caminhada.

1.2 MINHAS REPROVAÇÕES

Perdi a conta de quantas reprovações eu tive. Desde o AFRF 2005 - o primeiro concurso que eu fiz após ter decidido estudar - até o concurso para AFC/CGU 2012, devo ter feito uns 20 concursos. As reprovações mais “doídas” foram: ACE/TCU 2008, OF INTELIGENCIA/ABIN 2008, ACE/TCU 2009, APO/MPOG 2010, ANALISTA C Int/MPU 2010, AFCE/TCU 2011 e ANALISTA ADM/SENADO 2012. Digo “doídas” porque nesses certames eu realmente me dediquei. Os demais concursos em que fui reprovado eu fazia como “concurso simulado”, como o Graciano (Dr Lecter) comentou no depoimento dele quando ele passou pro TCU/2008. Esses serviam como teste, ou seja, se eu não passasse não teria problema.

2 LINHA DO TEMPO

Acho que fica mais fácil contar o que aconteceu de ano em ano, desde a decisão de estudar para concurso até o momento em que iniciei os estudos para o concurso da CGU/2012:

2004 (final do ano): após decidir estudar para concurso, fui a um cursinho preparatório aqui em BSB e entrei numa turma para AFRF. Decidi pelo AFRF porque a remuneração era boa e havia notícias de que em breve teria concurso. Não fui orientado por ninguém, nem tinha noção de como era esse “mundo dos concursos públicos”. Na época ninguém falava muito em concurso, não era como hoje em dia.

2005: o curso iniciou em dez 2004 e durou cerca de 3-4 meses. Eu apenas assistia às aulas, não estudava por fora. Após o término do curso, cheguei a fazer uma turma de exercícios, um pouco antes de sair o edital. Quando o edital saiu, eu estava muito despreparado. Tentei estudar, mas vi que não teria chance. Fiz a prova para AFRF no final do ano, nem fiquei até o final para anotar as respostas. Obviamente não passei.

2006: no início do ano me mudei para o Rio de Janeiro para fazer um curso de especialização no Exército (Artilharia Antiaérea). Minha ideia para 2006 era continuar os estudos para a Receita e tentar retornar para BSB após o término do curso (ao final do curso tínhamos que escolher um novo local para servir). O que me marcou nessa época foi o “Manual do Concurseiro”, do Alexandre Meirelles. Esse “Manual” ajudou muita gente, com as dicas dos ciclos, “HBC” e muitas outras dicas. O saldo do ano de 2006 pra mim não foi muito bom - não consegui estudar muito nesse ano devido a problemas pessoais e também por falta de força de vontade e de foco. Não fiz nenhum concurso nesse ano. Graças a Deus, ao final do curso consegui retornar para BSB.

2007: Retornei para BSB, agora trabalhando em outro quartel de tropa. Tentei retomar os estudos para AFRF, mas não conseguia (faltava foco, vontade e organização). No meio do ano, um colega que trabalhava comigo (Fabrício), me chamou para assistir a uma aula em um cursinho que ele estava fazendo para o TCU. Fui lá assistir a aula e gostei. Percebi que meu foco estava errado na Receita, vi que eu me identificava mais pela área de controle e gestão. Fiz a prova do TCU em 2007 só pra ver como era. Ao final do ano, me matriculei na turma pro TCU.

2008: Iniciei os estudos pro TCU de forma diferente – passei a estudar fora da sala de aula – que é quando realmente se ganha bagagem. Teve o concurso para CGU em 2008, mas não quis desviar do TCU, o que fez com que eu não fizesse uma pontuação boa para a CGU - nem tive a redação corrigida. Então saiu o edital pro TCU - eu estava num bom ritmo - consegui até tirar férias antes da prova. Minha pontuação não foi suficiente para ter a discursiva corrigida, mas fiquei feliz com meu desempenho, percebi que estava no caminho certo. Um pouco depois da prova do TCU, teve o concurso para a ABIN. Resolvi encarar, mas acabei deixando muitas questões em branco e não tive pontuação para ter a discursiva corrigida. Após a prova da ABIN, retomei os estudos pro TCU. No final do ano, fui promovido ao posto de Capitão (não era o que eu havia planejado - eu queria ter passado em algum concurso ainda como 1º Tenente).

2009: Eu estava num ritmo bom desde a prova para o TCU em 2008. Para a minha surpresa e de muita gente, o edital de 2009 pro só tinha vagas para TI e Auditoria de Obras. Como eu não tinha outra saída (queria passar em concurso antes de fazer o curso de aperfeiçoamento, que era obrigatório), resolvi encarar a prova de obras. Resultado: fui bem na P1 (conhecimentos básicos), mas não consegui o mínimo na P2 (específica – matérias de engenharia). Após a prova do TCU, tive sérios problemas pessoais e acabei abandonando os estudos – cheguei a pensar em desistir, inclusive. Ainda em 2009, fiz três concursos para cargos no Distrito Federal. Mesmo sem ter estudado, fui aprovado nos três, porém fora das vagas previstas nos editais. No final de 2009 saiu o edital para APO-MPOG. Conversei com um amigo que era APO e decidi que iria retornar aos estudos.

2010: Após a virada do ano comecei a estudar para o concurso para APO-MPOG. Não estudei o tanto que eu devia, pois estava retomando o ritmo de estudos – vocês sabem que não é fácil sair da inércia. Fiquei na P3 (Teoria Política me derrubou). Após a prova de APO, teve o concurso pro MPU lá pro meio do ano - optei pela área de Controle Interno, pois o edital era praticamente idêntico ao do TCU. Eram apenas 03 vagas para BSB - fiquei em 40º lugar. O final do ano estava chegando, já tinha me conformado que eu teria que me mudar para o RJ para frequentar o curso de aperfeiçoamento em 2011.

2011: Fui para o RJ para frequentar o CAO (Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais). Minha ideia era levar o curso de forma tranquila, continuando os estudos pro TCU e, ao final do ano, escolher cidade diferente de Brasília para servir - queria mudar os ares. Pra quem não lembra, foi um ano meio “seco” para concursos, optei por deixar um pouco de lado os estudos para concurso. Resolvi focar um pouco no curso do Exército, para poder escolher uma cidade legal ao final do ano, pois a escolha era baseada na classificação do curso. Ao final de agosto, saiu o edital para o TCU. Tentei estudar, mas foi um período de provas/atividades no curso de aperfeiçoamento no EB e o estudo pro TCU rendeu muito pouco. Como não me sentia em condições de competir para as vagas de BSB, fiz pra Rondônia. Acabei tendo a discursiva corrigida, mas fiquei longe das 04 vagas (fui o 31º). Ao

término do CAO no RJ, decidi retornar para BSB, pois não foram abertas vagas para a região Nordeste, que era minha 1ª opção (Natal ou Olinda, que eram as opções).

2012: em dez 2011 tinha saído o edital pro Senado, resolvi encarar a prova para analista administrativo, porque as matérias eram similares às do TCU. Consegui estudar um pouco, mesmo estando de mudança do RJ para BSB, recém-casado, núpcias, etc. (casei em 14 jan 2012). Cheguei à BSB no início de fev. Fiz a prova para analista adm do Senado e fui reprovado (apesar de ter feito uma pontuação boa, fui eliminado em português por não ter feito o mínimo – faltaram duas questões – a FGV pegou pesado). Pro TCDF eu me inscrevi, mas não fui fazer a prova, não tinha estudado nada, estava sem gás para estudar.

3 CGU 2012

3.1 ANTES DO EDITAL

Antes da prova do Senado (que ocorreu no dia 11 mar), no dia 6 de março 2012, o Fred (Prof Frederico Dias, do ponto dos concursos) colocou um artigo lá no site do ponto dizendo que tinha saído a autorização pro concurso da CGU:

http://www.pontodosconcursos.com.br/artigos3.asp?prof=167&art=7900&idpag=1

Mesmo com esse alerta dado pelo Fred, deixei a CGU de lado, pois ainda estava com a atenção voltada para o concurso do Senado. Passada a prova pro SF, resolvi iniciar os estudos para a CGU. A previsão de não haver concurso para AFCE/TCU em 2012 reforçou a minha ideia de focar na CGU. Nesse artigo que citei acima, o Fred comentou sobre um artigo que ele havia postado em 2009 com algumas dicas de preparação para a CGU:

http://www.pontodosconcursos.com.br/artigos3.asp?prof=167&art=4577&idpag=3

Nesse texto, o Fred falou que não recomendava estudar as disciplinas de finanças e análise de projetos até sair o edital (ou, pelo menos, até novas notícias), pois essas matérias nunca caíram na CGU até o ano de 2008. Eu resolvi estudar essas matérias porque foram peso 3 em 2008, tinham um peso grande, quis me adiantar. Políticas Públicas o Fred comentou que tinha grandes chances de voltar. Inclusive ele disse o seguinte: “A prova dessa disciplina foi a mais difícil de todo o concurso”. Eu já tinha sentido um pouco o peso dessa matéria na prova de APO, em Teoria Política. Então, decidi dar uma atenção especial a PPU para não repetir a paulada que eu havia levado na P3 de APO em 2010. Após ler as considerações do Fred, peguei o edital da CGU de 2008, calculei os pesos das matérias e tracei uma estratégia até que chegasse o novo edital. Resolvi focar inicialmente no que eu era sabia menos e no que tinha mais peso: Raciocínio Logico, Finanças e Análise de Projetos. Além disso, comecei a fazer as provas mais recentes da ESAF, CESPE e FCC das matérias comuns (Port/DAD/DCO/AFO). Olhei novamente a prova da CGU de 2008 (área de Controle Interno). Fiquei com a pulga atrás da orelha com APU - pois a discursiva em 2008 na CGU foi dessa matéria (gestão por competências).

3.2 SAIU O EDITAL

No dia 16 de abril de 2012, saiu o edital - mais ou menos 1 mês após eu ter iniciado meus estudos para a CGU com base no edital de 2008 e nas dicas do Fred. Comecei a analisar o edital e fazer o meu planejamento. Aí Fred colocou um artigo no site do ponto:

http://cursos.pontodosconcursos.com.br/artigos3.asp?prof=167&art=8070&idpag=1

Logo de cara, após ver os programas e as vagas, vi que era melhor estudar para a área geral, pois eram mais vagas e achei que as matérias novas (Auditoria de TI e Banco de Dados) iriam assustar alguns candidatos. Além do mais, achei que a “fila” tivesse andado um pouco, devido ao concurso do TCU/2011, TCDF/2012, Senado/2012 e também pelo fato de ter um pessoal estudando pra receita, outros pra câmara, PGFN, MDIC, etc. Como o Fred tinha previsto, Finanças e Análise de Projetos saíram do edital. Sobre Auditoria de TI, ele comentou que teria mais relação com “contratação de serviços de Tecnologia da Informação”, do que com a área de TI propriamente dita. Fora isso, ele disse o seguinte: “Portanto, para o pessoal que vem se preparando há mais tempo, tá bem tranquilo. A dica é se concentrar em exercícios e questões comentadas das matérias conhecidas (Português, Direitos, AFO etc.). E se dedicar com

afinco às disciplinas novas ou específicas deste concurso: Políticas públicas, Técnicas de Controle, Auditoria de TI e Conhecimento de Banco de Dados.” Ele deu umas dicas sobre planejamento de estudos, dizendo que teríamos 58 dias até a prova. Eu já tinha feito uma planilha para a CGU antes do edital, daí só precisei atualizá-la com as novas informações. Minha meta era estudar 200 minutos líquidos por dia (3h20min), até o dia da prova. Estabeleci essa meta porque eu trabalhava, só daria pra estudar à noite e nos finais de semana (isso quando não tinha atividade noturna no quartel ou até nos finais de semana). Fazendo os cálculos, eu tinha mais ou menos 58 dias X 200 min = +- 190 horas de estudo até a prova. Procurei fazer conforme ele orientou, dividi meu tempo disponível pelas disciplinas, tendo por base a quantidade de pontos atribuída a cada disciplina na prova. Eu iniciava os estudos às 1800h, quando chegava em casa do trabalho, e terminava perto das 2330h, de segunda à sexta. Nos finais de semana, estudava sempre que podia - manhã, tarde ou noite. O estudo no Excel com os pesos das matérias ficou da seguinte forma:

no Excel com os pesos das matérias ficou da seguinte forma: Fonte: arquivo pessoal – planilha

Fonte: arquivo pessoal – planilha do Excel (está no link que forneci no início do texto) “Veja ainda que teremos um mínimo por conjunto de provas (e não por disciplina), o que te permite, eventualmente, até abandonar o estudo de determinada disciplina que não tenha representatividade no total de pontos.” – disse o Fred. Percebi que ganharia mais tempo de estudo se eu deixasse de lado Inglês (tenho um bom conhecimento do idioma) e se pegasse leve em Raciocínio Lógico (eram poucos pontos, pra mim o custo/benefício em gastar tempo de estudo nessa matéria não valeria a pena, só fiquei vendo as fórmulas). Então eu decidi dar uma flexibilizada nos pesos das matérias. Segue abaixo como eu dividi os percentuais para o tempo de estudo:

Matérias

% edital

% planejado para estudo

PORT

13,33

9,41%

AFO

6,67

10,00%

RLOG

1,67

1,76%

APU

3,33

7,65%

TCT

25,00

17,65%

AUD TI

10,00

10,59%

DAD

6,67

10,00%

CON BD

10,00

7,06%

DCO

6,67

10,00%

PPU

10,00

10,59%

CPU

5,00

5,29%

Obs.: notem que, conforme eu disse acima, desconsiderei Inglês. Também dividi os 90 pontos da discursiva entre dad, dco, afo e apu (22,5 pontos para cada), que eram as matérias que poderiam ser cobradas na redação. Não sei se vocês se lembram, mas o Fred passou em 1º lugar na CGU em 2008, antes de ir pro TCU. Fiquei curioso para saber qual tinha sido a nota de corte pra CGU 2008/Controle Interno. Percebi o seguinte: a maior pontuação (o Fred) foi 84% (prova objetiva); o último que entrou nas vagas previstas no edital fez 69%. Visto isso, estabeleci que minha meta era fazer entre 80-70% nas provas para o concurso da CGU/2012 (prova objetiva):

meta

100%

80%

70%

port

40

32

28

ing

5

4

3,5

rlog

5

4

3,5

apu

10

8

7

dco

20

16

14

dad

20

16

14

afo

20

16

14

cpu

15

12

10,5

ppu

30

24

21

aud ti

30

24

21

cbd

30

24

21

tct

75

60

52,5

total

300

240

210

Obs.: Prestem atenção nessa meta de 80%-70%. Acho que estabelecer uma meta e trabalhar para chegar nela é uma coisa essencial, pois isso te dá mais foco. Você vai estudando, faz exercícios e simulados e vai medindo o seu desempenho, para ver se você está chegando perto da sua meta. Além disso, você não se ilude, pois sabe qual é o seu desempenho, e caso não seja aprovado você não fica tão triste assim, não é “surpreendido” - (Atualmente, muita coisa sobre - planejamento estratégico, gerenciamento de projetos e análise e melhoria de processos - está sendo aplicada/adaptada para a preparação de concursos – o que creio que seja crucial para a aprovação. Procurem saber mais sobre o assunto).

3.3 CONTROLE DO TEMPO DE ESTUDO/CICLOS

Meu ciclo após o edital ficou assim:

PORT

AFO

RLOG

APU

TCT

AUD TI

DAD

CBD

DCO

PPU

CPU

Minha planilha no Excel ficou como está no recorte abaixo. Isso era apenas um guia, nem sempre eu seguia a sequência do ciclo, era permitida uma certa flexibilização.

do ciclo, era permitida uma certa flexibilização. Como eu utilizava a planilha: Eu ia estudando e

Como eu utilizava a planilha: Eu ia estudando e preenchendo os minutos estudados por matéria de acordo com os dias. No final (à direita), deixei uma fórmula pra calcular automaticamente o quanto eu estudava de cada matéria, comparando com a porcentagem que eu havia planejado para cada uma. A coluna “% na prova” era o planejado. A coluna “t usado” era a porcentagem da soma dos minutos que eu tinha estudado até então, comparado com meu tempo total de estudo. Daí a coluna “dif” fazia a

comparação entre essas duas colunas. Nesse recorte aí de cima eu ocultei do dia 02 maio até o dia da prova, pra poder o recorte caber aqui. Mas percebam o seguinte: a diferença ao final foi mínima – o que entendo que consegui dividir bem meu tempo de estudo. Outra coisa: apesar de minha meta diária ter sido 200 minutos, eu estipulava um mínimo de 125 minutos por dia. Alguns dias eu estudava menos que 200 (por vários motivos – cansaço, compromissos, trabalho, etc.), e em outros eu passava disso (exemplo – dia 1º de maio eu estudei 225 min). Vejam que no total (coluna à esquerda de “% na prova”, tem o total de minutos que estudei por matéria), o somatório deu 7875 minutos – um total de 131,25 horas. Não consegui chegar nas 190 horas que mencionei anteriormente - mas meta é assim, nem sempre você alcança (ela tem que ser desafiadora e possível, ao mesmo tempo). Essa contagem de tempo de estudo ajuda quando chega a véspera da prova - você olha para trás e fica mais confiante, pois você tem a comprovação de que fez o possível para se preparar. Para o psicológico do concurseiro, acho que isso é muito importante. Meu esquema de estudo era assim: eu estudava por blocos de 25 minutos. Descobri isso depois que li sobre o assunto e também por experiência própria, percebi que estudando desse jeito eu rendia mais. Tem toda uma explicação pra esse lance de 25 minutos, chamam de “técnica pomodoro” - http://br.pomodorotechnique.com/ . Usei um aplicativo gratuito para controlar o tempo no notebook:

http://tomighty.googlecode.com/files/tomighty-0.7.1.exe.

http://tomighty.googlecode.com/files/tomighty-0.7.1.exe . No link acima você baixa o executável. Ele roda na barra
http://tomighty.googlecode.com/files/tomighty-0.7.1.exe . No link acima você baixa o executável. Ele roda na barra

No link acima você baixa o executável. Ele roda na barra de tarefas, vc pode configurar ele como quiser. Eu deixava ele conforme a figura acima. Eu fazia assim:

1º bloco

intervalo

2º bloco

intervalo

3º bloco

intervalo

4º bloco

Intervalo

Volta para o primeiro bloco.

25 min

5 min

25 min

5 min

25 min

5 min

25 min

15 min

Como está na tabela, eu ia preenchendo as células conforme eu ia estudando. No final, a planilha calculava e me dizia se eu estava sendo proporcional no estudo quanto ao peso das matérias/tempo dedicado às mesmas. Pra mim esse estilo de estudo rendeu mais – pois eu acompanhava “em tempo real” o método. É meio que um sistema de BSC (Balance Scorecard) tabajara rs.

3.4 EXERCÍCIOS/SIMULADOS/TREINO PARA A DISCURSIVA

Não é segredo pra ninguém que fazer exercícios é essencial. Veja a figura abaixo:

PARA A DISCURSIVA Não é segredo pra ninguém que fazer exercícios é essencial. Veja a figura

Isso eu vi em um artigo na internet sobre uma pesquisa que foi realizada com um grupo de alunos que confirma essa teoria. O gráfico diz que os alunos aprendem mais utilizando o método de resolução de exercícios/testes. O que eu fazia: tentava estudar a teoria de todas as matérias, mas às vezes não havia tempo para isso. Então dava uma “escaneada” no material e partia direto para os exercícios (aprendi isso com o Prof André Luís de Carvalho, do curso Cathedra – Ministro Substituto do TCU). Feito isso eu anotava os percentuais de acerto de cada assunto por matéria, para saber se eu estava chegando na meta de 80-70% de acerto. Algumas matérias eu lia a teoria e fazia exercícios (PPU, TCT, Aud TI, BD e APU, pois tinham maior peso), outras eu só fazia exercícios e dava uma lida no que eu percebia que estava deficiente (Port, DCO, DAD, AFO, CPU). Como simulado, fiz as provas do Ministério da Integração e do MDIC (baixei da internet, no site da ESAF e fiz as provas). Além disso, o Prof. Guto Bello disponibilizou um simulado no site dele, gratuito, foi excelente (http://gutobello.blogspot.com.br/). Teve também o simulado do “estratégia concursos”, que foi pago – mas valeu a pena. Eu gostei muito desses dois simulados, pois foram montados por professores conceituados e também tinham questões inéditas – havia grande chance de cair alguma questão parecida na prova. Além disso, serviram como teste para eu verificar o meu desempenho e a minhas estratégias para cada prova. Vejam como foi meu desempenho nesses simulados:

Simulados

PROF GUTO

ESTRATÉGIA

cpu

 

3

 

6

rlog

 

2

 

1

Con BD

 

15

 

21

dad

 

14

 

16

AUD TI

 

21

 

21

dco

 

12

 

8

AFO

 

12

 

18

TCT

 

63

 

51

ppu

 

18

 

27

port

 

26

 

38

apu

 

10

 

6

ing

 

5

 

5

Total p1

43

(71%)

50

(83%)

Total p2

38

(63%)

42

(70%)

Total p3

120

(66%)

126

(70%)

total

201

(67%)

218

(73%)

Com base nesses simulados, dei mais atenção às matérias que eu não fui bem. Os simulados não estavam fáceis, estavam muito bem formulados. Vejam só qual foi o tema da discursiva no simulado do prof Guto (o simulado do estratégia não teve discursiva):

Vejam só qual foi o tema da discursiva no simulado do prof Guto (o simulado do

Viram como foi importante ter feito o simulado? Foi bem parecido com o tema da prova da CGU/2012. Além disso, no FC havia um tópico chamado - “possíveis temas para a discursiva”:

http://www.forumconcurseiros.com/forum/showthread.php?t=317612.

3.5 DIVULGAÇÃO DA RELAÇÃO CANDIDATO/VAGA

Acho que foi na semana da véspera da prova que a ESAF divulgou essas informações. Minhas suspeitas se confirmaram: a concorrência para a área geral foi menor do que para a área administrativa.

área geral foi menor do que para a área administrativa. A relação candidato/vaga para a área

A relação candidato/vaga para a área geral/aud e fisc/Bsb era de 36 por vaga, enquanto para a área adm era de 338! Só para comparar, no concurso do TCU/2011, para Bsb/Aud Gov, foram 3888 para 22 vagas = 176 por vaga. Vejam como foi em 2008 no concurso da CGU:

= 176 por vaga. Vejam como foi em 2008 no concurso da CGU: Bem diferente do

Bem diferente do concurso atual para a CGU de 2012, não acham? Foi mais um incentivo para aumentar minha confiança para a prova. Claro que tem todo aquele lance: “concorrência não diz nada, você concorre com você mesmo, etc.”. Acredito naquela teoria: “de todo o pessoal que vai fazer a prova, 10 a 20% dos inscritos estão em condições de competir”.

3.6 VÉSPERA DA PROVA

Como eu estava trabalhando (período integral) e percebi que não poderia tirar férias antes da prova, decidi que iria tentar conseguir um desconto em férias para poder fazer uma boa revisão na semana da véspera da prova. Não consegui fazer isso – minha função no quartel não permitiu. Na sexta de noite e no sábado de manhã eu procurei dar uma última revisada nas matérias da P1, pois a prova era sábado de tarde, dia 16 de abril. Estava previsto fazer a prova no mesmo local de um colega de estudo, daí combinamos de ir no mesmo carro, pois era caminho pra ele e também podíamos trocar algumas ideias antes da prova. Na sexta eu já deixei todo o material separado para levar no sábado: 4 canetas azuis BIC, uma garrafa de água mineral, documentação e uma barra de chocolate. Já tinha traçado a estratégia das provas - a seguir vou explicar como eu planejei e como aconteceu.

3.7

AS PROVAS

3.7 AS PROVAS Pessoal, leiam o depoimento da ana paula (1º lugar no ISS-SP 2012). Lá

Pessoal, leiam o depoimento da ana paula (1º lugar no ISS-SP 2012). Lá ela diz várias dicas sobre como escolher o local para fazer a prova https://docs.google.com/open?id=0B- 7CRp8IqOm0VU5GeURzY0paSmM. Aproveitem para ler todo o depoimento dela, é excelente. Eu acho importante levar um casaco – para o caso de sentir frio (pode ter ar-condicionado no local da prova). Outro lembrete: leve várias canetas, pelo menos duas (se uma esferográfica cair no chão, de ponta, já era). Como nas provas da ESAF eles permitem levar caneta azul ou preta, eu prefiro

a azul, pois a prova vem com as letras na cor preta, daí a caneta azul dá uma “quebrada” no visual. Eu

rabisco a prova toda, fica uma bagunça, mas é o que eu prefiro fazer (como diz o Prof. André Luis – fico

abrindo as telas do “Windows” na minha cabeça e fico rabiscando a prova rs). Se possível, faça um reconhecimento no local de prova, caso nunca tenha ido lá anteriormente.

Chegue com antecedência, não dê chance ao azar – imagine os portões sendo fechados na sua cara e você ficando no lado de fora? Cuidado também com a alimentação, fazer prova passando mal prejudica

e muito (já passei por essa experiência, não é muito agradável).

3.7.1 P1

Minha estratégia para a P1 era a seguinte: iniciar por Português, ir ao banheiro, Inglês, APU, marcar o cartão de respostas e fazer RLOG por último. Como eram só 2h30min, já esperava que o tempo seria meio apertado (isso porque eu nunca tive problema com tempo de prova). Comecei a prova conforme o planejado – por Port. Quando eu estava na questão 13vi a fiscal dizendo que já tinha 1h de prova. Vi que o tempo realmente estava puxado. Mantive a calma e terminei a prova de Port. Após isso, fui ao banheiro, joguei uma água no rosto e retornei. Fiz as questões de inglês, depois de APU. Em seguida, marquei o cartão resposta e só depois parti para as questões de RLOG. Como não tinha estudado direito RLOG, fiz umas 2 ou 3 questões com certeza e as outras foi meio no chute. O tempo foi curto, acho que pegou muita gente – mais uma razão para fazer simulado (imitando a realidade da prova – cronometrando o tempo). Saí da P1 animado, achei que fui bem. Cheguei em casa e fui revisar as matérias da P3 e, em segunda prioridade, as da P2. Dei outra olhada na discursiva do simulado do Prof. Guto sobre “accountability” e também em alguns temas que o Prof. Rafael Encinas sugeriu no tópico que já mencionei do FC.

3.7.2 P2

Domingo de manhã foi a P2. A estratégia era fazer as questões de DCO, DAD e AFO, ir ao banheiro, marcar o cartão de respostas, fazer a discursiva e por último resolver as questões que eu tivesse dúvida. Antes de iniciar a prova, dei uma olhada no tema da discursiva e vi que era orçamento+accountability – já fiquei tranquilo, pois a discursiva dava pra fazer numa boa. Parti para DCO. Para a minha surpresa, a prova veio bem difícil, das 10 questões de DCO, acho que fiz só a metade com tranquilidade e pulei o resto, deixei pra fazer no final. Passei para DAD, que também tinha umas questões difíceis. AFO me tranquilizou bastante, fiz quase todas com certeza. Fui ao banheiro, molhei o rosto, retornei, preenchi o cartão de respostas e parti para a discursiva. Não fiz rascunho, só fiz um esqueleto da dissertação e escrevi direto na folha de respostas. Fiz isso porque eu estava acostumado a fazer dessa forma, era o que eu fazia nas provas para o TCU. Após terminar a prova, fiquei um pouco preocupado por causa de DCO e DAD – achei que tinha ido mal. Pelo menos em AFO deu pra compensar a paulada que eu ia levar em DCO e DAD – era o meu pensamento.

Sobre a discursiva, achei que tivesse feito um bom texto, mas ao conversar com um colega no intervalo do almoço percebi que não tinha mencionado alguns itens (orçamento participativo e outras coisas) – o que me preocupou– afinal, nunca se sabe o que os examinadores querem exatamente – e a prova discursiva valia 90 pontos, poderia mudar muito a ordem de classificação final.

3.7.3 P3

No intervalo do almoço comemos num PF que tinha lá na frente do local da prova. De repente era melhor levar um sanduíche natural ou coisa do tipo, trazido de casa. Mas não deu problema. Após o almoço, parti para uma ultima “escaneada” nas anotações e bizús que eu tinha das matérias da P3 (eu usei aqueles “bizús do ponto” – acho que foram válidos, e mais algumas anotações minhas). A estratégia da P3 era seguir a sequência: TCT, BD, Aud TI, CPU, marcar o cartão de respostas e fazer PPU por último. Resolvi fazer TCT primeiro porque era a matéria que eu sabia mais e também porque eram 25 questões peso 3 – ou seja – 75 pontos (42% da P3, 25% dos 300 pontos possíveis da soma das três provas). Era necessário ter a máxima atenção, para não perder pontos preciosos. Depois de TCT segui a sequência das matérias pela facilidade e grau de conhecimento que eu tinha das mesmas. PPU eu deixei por último porque durante os estudos percebi que podem surgir questões do arco da velha, e podiam quebrar minha concentração e confiança frente às outras matérias. Isso não poderia acontecer, pois foram as matérias que eu mais me dediquei, devido ao peso 3. Segui essa estratégia à risca. PPU não deu outra, questões bem difíceis. Acho que das 10 questões, apenas umas 3 ou 4 eu marquei com “um pouco” de convicção. O resto eu tive que dar uma viajada. Após a prova, no caminho para casa, rolou aquele alívio de ter terminado as 3 provas, e também aquele sentimento de esperança de pelo ter a discursiva corrigida. Agora era esperar o dia seguinte para conferir o gabarito preliminar. Eu só pensava em DAD e DCO - em fazer pelo menos o mínimo na P2 - pra não ser eliminado, pois achava que tinha ido mal nessas matérias.

3.8 CONFERINDO O GABARITO PRELIMINAR

Deixei os canhotos com as respostas em casa, pra poder trabalhar em paz. Ao final do expediente, cheguei em casa e a primeira coisa que fiz foi conferir quantos pontos eu havia feito. Esse foi o resultado:

-

Gab Prelim (pts)

cpu

 

9

rlog

 

2

Con BD

 

21

dad

 

12

AUD TI

 

27

dco

 

10

AFO

 

18

TCT

 

60

ppu

 

12

port

 

36

apu

 

6

ing

 

4

Total p1

48

(80%)

Total p2

40

(66%)

Total p3

129

(71%)

total

217

(72%)

Na P1: Port-18(x2=36); Ing-4; Rlog-2; APU3(x2=6). Total de 48 pontos. Beleza, deu 48/60 = 80%, cheguei na meta. Percebi que havia errado uma questão de Port de bobeira – dois pontos haviam sido perdidos.

Na P2 (estava com medo de conferir DCO e DAD e não atingir o mínimo): DCO-5(x2=10); DAD- 6(x2-12); AFO-9(x2=18). Deu 40/60=66%, não cheguei na meta de 70%, mas como havia algumas questões estranhas, achei que fosse ganhar alguns pontos no gabarito definitivo (troca de gabaritos e/ou anulação de questões). Na P3 (o medo era PPU): CPU-3(x3=9); PPU-4(x3=12); Aud TI-9(x3=27); BD-7(x3=21); TCT- 20(x3=60). Total 129/180=71%, meta alcançada. Ainda tinha esperança de ganhar alguns pontos em PPU, BD e TCT, acreditava que haveria mudanças e/ou anulações nessas matérias. Somando as três provas - 217 pontos (217/300=72%). Coloquei no ranking do tópico da CGU no fórum concurseiros. O tempo foi passando e vi que estabilizei entre os 20 primeiros no ranking - foi uma sensação muito boa. Agora era aguardar o gabarito definitivo e a correção da discursiva. Ainda rolava aquele medo de ficar fora das vagas, caso eu fosse prejudicado com as alterações/anulações de questões e fosse detonado na discursiva. Vale destacar que o ranking que rolou lá no fórum concurseiros foi bem representativo, acho que umas 200 pessoas colocaram as notas lá.

3.9 RECURSOS – PROVA OBJETIVA

Sobre os recursos, fiz 16, baseados nos artigos dos professores nos sites especializados em concurso (ponto, estratégia, EVP, site do Rafael Encinas, fórum concurseiros-tópico da CGU).

3.10 ESTATÍSTICA DE COMPARECIMENTO

As provas já tinham passado. A ESAF disponibilizou no site essas estatísticas. Eu fiquei animado, pois a concorrência já estava pequena, e com esses dados aí de cima, vi que muita gente faltou.

e com esses dados aí de cima, vi que muita gente faltou. 3.11 GABARITO DEFINITIVO/RESULTADO PROVISÓRIO

3.11 GABARITO DEFINITIVO/RESULTADO PROVISÓRIO DA DISCURSIVA

Isso foi chato. Devido ao cronograma do MDIC, achei que fosse demorar 01 mês pra sair o resultado. Todos ficaram indignados lá no fórum. Até que surgiu uma informação dizendo que o resultado iria sair até o dia 15 de agosto - jeito era aguardar. Foi uma espera cruel. No dia 12 de agosto – um domingo - no final da noite, eu estava em casa de bobeira e resolvi entrar no fórum para ver se tinha alguma novidade. Vi o pessoal comentando que o resultado iria sair no dia seguinte, pois a ESAF tinha soltado o cronograma do concurso no site. Ansiedade total. Nem dormi direito nesse dia. Acordei no dia seguinte e fui para o quartel. Já fui logo ligando o computador para ver se tinha saído o resultado. Eram 0730h e não tinha nada no site. Foi uma manhã meio atribulada no meu trabalho, pois tinha um evento rolando, com a presença de várias autoridades. Eu estava aguardando o evento começar, e lá pelas 0930 da manha um colega me ligou. Na hora que peguei o celular e vi que era ele que estava me ligando deu aquele frio na barriga. Ai eu atendi – “falae!” - ele respondeu – “parabéns cara, tu passou! Lá no fórum já colocaram em ordem, tu tá em 14º!”. Nem acreditei - perguntei qual tinha sido minha nota na redação – “tu mandou bem, tirou 86,75!”. Fiquei feliz, mas mais ainda, fiquei aliviado. Só não fiquei mais feliz porque esse colega que me

ligou tinha sido prejudicado na discursiva, deram uma nota baixa pra ele, ele estava lá pelos 40 no ranking do fórum baseado no gabarito preliminar. Comecei a contar para os amigos do quartel que eu havia passado, todos foram me dando os parabéns. Na hora do almoço liguei para minha esposa, para os meus pais, pro meu irmão, para os amigos do antigo grupo de estudo. Depois do almoço acessei o computador e joguei no Excel a nota do pessoal, pra ver se ainda tinha chance de ficar fora das vagas por causa dos recursos da discursiva. Coloquei como se todos atrás de mim tirassem 90 na discursiva, vi que eu caia para o 28º lugar. Então estava confirmado, não tinha jeito, eu já estava dentro! Era só esperar o curso de formação. A única coisa que me preocupava era ajudar meu colega no recurso dele na discursiva. No dia seguinte ele foi lá pegar o espelho dele, e pegou o meu também, eu tinha deixado uma procuração com ele. Ele escaneou e mandou pro meu e-mail. Vi no fórum que o pessoal estava indignado com algumas correções, e disponibilizei meu espelho para que o pessoal pudesse ver como eu escrevi meu texto. Espero que tenha ajudado, pois essa era a minha intenção. Comparando com o gabarito preliminar, vi que a ESAF não fez muitas trocas de gabarito/anulações. Ganhei mais 2 questões em dad (+4pts), 1 questão em afo (+2pts) e 2 questões em ppu (+6pts), ficando com: p1=48pts, p2=46pts e p3=135pts, dando 229pts (76%), chegando próximo à meta de 80% que eu havia estipulado. É muito bom ver que o trabalho para atingir a meta tinha dado resultado.

-

Simulado Guto

Simulado Estratégia

Gab Prelim

Gab Def

 

CPU

3

6

9

9

RLOG

2

1

2

2

CBD

15

21

21

21

DAD

14

16

12

16

AUD TI

21

21

27

27

DCO

12

8

10

10

AFO

12

18

18

20

TCT

63

51

60

60

PPU

18

27

12

18

PORT

26

38

36

36

APU

10

6

6

6

ING

5

5

4

4

P1

43

50

48

48

(80%)

P2

38

42

40

46

(77%)

P3

120

126

129

135 (75%)

TOTAL

201 (67%)

218 (73%)

217 (72%)

229 (76%)

Sobre a discursiva – ao ver o espelho da minha redação, não entendi o porquê de terem me tirado os 3 pontos na parte de conteúdo. Decidi não entrar com recurso, até porque eu não iria sair das vagas. Dizem que quando você entra com recurso podem abaixar sua nota, mas segundo o Prof. Luciano Oliveira as bancas raramente fazem isso. Me deram 86,75 de 90 pontos possíveis.

sua nota, mas segundo o Prof. Luciano Oliveira as bancas raramente fazem isso. Me deram 86,75
sua nota, mas segundo o Prof. Luciano Oliveira as bancas raramente fazem isso. Me deram 86,75

3.12

RESULTADO FINAL

O pessoal ficou apreensivo, pois estava previsto para o resultado sair dia 11 set (segunda-feira), e acabou saindo dia 14 set (sexta-feira). Eu já sabia que iria ficar dentro das vagas, mas estava torcendo para que os colegas que entraram com recurso na discursiva ganhassem alguns pontos. Pelo gabarito definitivo deu pra perceber que a ESAF foi menos flexível no concurso da CGU do que no concurso para o MDIC, onde houve mais alterações, tanto nos recursos das provas objetivas quanto nos recursos das provas discursivas. Ah, parabéns Caio-1º colocado! Mandou bem demais!

Ah, parabéns Caio-1º colocado! Mandou bem demais! 4 DICAS 4.1 GRUPO DE ESTUDO Eu e alguns
Ah, parabéns Caio-1º colocado! Mandou bem demais! 4 DICAS 4.1 GRUPO DE ESTUDO Eu e alguns

4

DICAS

Ah, parabéns Caio-1º colocado! Mandou bem demais! 4 DICAS 4.1 GRUPO DE ESTUDO Eu e alguns

4.1 GRUPO DE ESTUDO

Eu e alguns amigos montamos um grupo de estudo, que foi ficando pequeno ao passar do tempo porque o pessoal foi sendo aprovado. Eu fui um dos últimos a passar, mas beleza, eu era o mais novo e também um dos últimos a entrar no grupo rs. Batizamos o grupo com o nome “neurus”. Por isso que meu nick no fórum é neurus07, porque eu fui o sétimo integrante a ser incluído no grupo. Só pra vocês terem uma ideia - dos oito integrantes do grupo: 3 estão no TCU, 1 na CGU, 1 no BACEN, 1 em uma Agência, eu passei na CGU agora em 2012 e tem mais um colega que bateu na trave agora na CGU, no TCDF e no TCU ano passado – se Deus quiser esse nosso último integrante será aprovado na Câmara dos Deputados ainda esse ano. Fora isso, vários colegas também estão no TCU, CGU, MPOG, etc. É motivante você ver uma pessoa próxima a você ser aprovada em concurso, te passa a noção de que é possível, não é coisa de gênio ou é esquema. Ressalto ainda que todo esse pessoal que mencionei que foi aprovado eram militares assim como eu, e trabalhavam em período integral. Eu particularmente acho muito bom o estudo em grupo, mas no máximo uma ou duas vezes por semana. No caso do concurso da CGU/2012, formamos uma dupla eu e mais um colega. Não chegamos a estudar juntos, mas trocamos ideias por e-mail e telefone. Na véspera da prova fizemos um bate-bola.

4.2 SOBRE ESTUDO

Falei aqui sobre como é o meu método, mas isso cada pessoa tem que se achar. Os pontos que eu acho mais importantes são os seguintes:

Escolha uma área foco – no meu caso, foi a área de controle e gestão. Dá para encarar as provas do AFCE-TCU, AFC-CGU, AFC-STN, APO-MPOG, EPPGG-MPOG, Analista Administrativo ou Analista de Controle Interno de Tribunais/Agencias Reguladoras, entre outras.

Pegue o último edital e estude baseado nele. O ciclo das matérias é você que vai definir. Procure alternar as matérias, de acordo com a especificidade de cada uma.

Controle o tempo de estudo por matéria, numa planilha, de modo que você consiga distribuir o tempo entre as diversas matérias (de preferencia baseado no peso das matérias nas provas).

Veja como foi no último concurso. Dê atenção

Estabeleça metas de porcentagem de acerto.

especial ao que você está mais fraco e no que vale mais pontos.

Faça muitos exercícios, não adianta nada ficar só na teoria.

Acho muito interessante fazer mapas mentais/resumos. Mas às vezes não vai dar tempo, você vai ter que decidir se vale a pena ou não.

Simulados são muito importantes pra mensurar o seu desempenho, além do mais, é um treinamento para a prova, se você o fizer nas mesmas condições (sem consulta, com o tempo contado, etc.).

Preparo psicológico – tenha um plano B para caso você não seja aprovado. Passar em concurso depende de você e também de vários outros fatores, acredito que um pouco da sorte também. Quanto mais você estiver preparado, mais sorte poderá ter. Concordo com aqueles que dizem que sorte=preparação+oportunidade. Pense nisso.

Provas discursivas – hoje em dia acho que todos os concursos estão cobrando isso. Se você não é bom de redação, faça um curso específico ou contrate um professor pra te orientar. Além do mais, você tem que estar preparado no conteúdo das matérias que podem ser cobradas. A minha dica é você olhar as provas anteriores pra ter uma ideia e ir treinando, e também separar uma folha A4 e anotar possíveis temas para discursivas que não foi cobrados até hoje – então você vai treinando, pelo menos fazendo o esqueleto da redação.

Grupo de estudo – acho muito importante, nem que seja para trocar ideias.

4.3 NOTEBOOK/APLICATIVOS

Acho o notebook essencial. Ainda mais porque eu só imprimia os exercícios e não todo o material. Abaixo comento alguns programas que eu costumo usar:

ONENOTE – funciona como “Caderno digital”;

SUPERPROVAS – eu tenho desde 2006, é muito bom. Mas para o concurso do CGU eu só usei antes do edital, quando eu fazia questões das provas mais recentes. Depois que saiu o edital, não usei;

Programa para pdf – muitos usam o adobe reader, mas existem programas mais leves, como o Sumatra pdf e o pdfxviewer (esse último dá para iluminar, colocar setas, etc.);

Word – eu deixava a legislação em .doc pra poder iluminar, mudar o tamanho das fontes, fazer anotações, etc.;

Excel – usava para o controle de HBC, índice de acertos, etc.;

TABLET - em 2011 eu comprei o Xoom da Motorola, acho legal para leitura de material em pdf e para acessar sites quando não é possível estar com o notebook;

Programa para fazer mapas mentais no computador – existe um gratuito, chamado freemind. Eu gosto do mindmanager, mas é pago. Dá pra baixar ele da internet e testar; e

O aplicativo que eu usava como cronômetro eu já mencionei antes, o tomighty. Mas na internet há vários, use o que for melhor pra você. Pode até ser um relógio normal mesmo.

4.4 SOBRE MOTIVAÇÃO

Sobre esse assunto, acho que cada um deve buscar a motivação dentro de si. Claro que há coisas que podem ajudar, como: foto de carros, locais em que no futuro você pretende conhecer em viagens, etc.

A minha motivação era que eu não estava feliz no trabalho, então coloquei na cabeça que iria estudar até passar. Tudo o que eu não gostava no meu trabalho, eu tentava transformar em motivação para estudar. Além disso, eu sabia que a vida pós-aprovação seria muito boa, pois tinha vários amigos meus que já haviam passado em cargos top e me contavam como era. Eu sabia que era questão de tempo até passar, então eu segui em frente.

Uma coisa que eu gostava muito de fazer era ler os depoimentos do pessoal lá no fórum. Cito em especial: Luciano Oliveira, Tony SRJ, Graciano Rocha, Lucas Salvetti, Ana Paula Fujita, Alexandre Martins, Frederico dias, dentre outros. Recomendo a todos que foram/serão aprovados coloquem os seus depoimentos lá no fórum. Eu também procurava ter contato com outros militares que haviam sido aprovados em

concurso, já que eu sou militar. Agradeço em especial aos professores Luciano Oliveira, André Luís de Carvalho, Igor Oliveira, e muitos outros que deixaram a farda para servir à nação de maneira diferente. É motivo de muito orgulho ver que os militares que passam em concurso estão se destacando no serviço público e também como professores de cursos preparatórios. Isso mostra que as Forças Armadas do Brasil possuem Recursos Humanos de alto nível. Além disso, não podia deixar de mencionar novamente o Alex Meirelles e o Deme (in memoriam), pelo “Manual do Concurseiro” – que acredito que foi um verdadeiro divisor de águas no que tange à preparação para concursos públicos. Sobre vídeos motivacionais, eu assistia:

- acorde para vencer – é um vídeo com imagens do Ayrton Senna, tem lá no youtube;

- tem um seriado bem maneiro também que dá pra baixar da internet, chamado Suits (acho que

passa no canal de TV por assinatura SPACE – é sobre um cara que tem memória fotográfica e vai trabalhar como advogado, mesmo sem ter feito faculdade). É interessante.

4.5 INTERNET

Considero a internet como uma coisa essencial para o concurseiro. É uma fonte de informação imprescindível. Cito aqui o que eu costumo acessar:

www.forumconcurseiros.com - depoimentos dos aprovados, tópico da CGU, outros concursos, etc.; www.pciconcursos.com.br – provas; www.pontodosconcursos.com.br - artigos de professores, notícias, e cursos em pdf; www.euvoupassar.com.br - artigos de professores e vídeo-aulas; www.estrategiaconcursos.com.br - artigos de professores, notícias e cursos em pdf; www.concursos.correioweb.com.br – notícias; www.gutobello.blogspot.com.br – simulados e notícias; e www.admpublica.com.br – site do Rafael Encinas – com artigos e dicas.

4.6 SOBRE CURSO PREPARATÓRIO

Isso vai de cada um. Eu já fiz alguns cursos presenciais, mas creio que hoje em dia vale mais a pena fazer curso online (em pdf). Sobre cursos presenciais, recomendo o curso Cathedra, em BSB. Sobre cursos online (PDF) – Os professores são excelentes, o material é de qualidade, e geralmente é focado para cada concurso. Tem também a vantagem de você estudar no seu ritmo, não há perda de tempo com deslocamento, trânsito, etc. Dá pra também economizar papel, no meu caso eu só imprimia a lista de exercícios, sem os comentários. Eu indico os seguintes:

www.pontodosconcursos.com.br www.estrategiaconcursos.com.br Cursos online (vídeo-aula) – Eu acho interessantes as vídeo-aulas de Português. Há cursos específicos por banca (Cespe, ESAF, etc.). Nesses cursos os professores resolvem provas como se fosse uma aula presencial. Como eu não sou muito fã da matéria, a vídeo-aula quebra um pouco a rotina dos estudos do material em PDF. Recomendo as vídeo-aulas do site EVP: www.euvoupassar.com.br.

4.7 BIBLIOGRAFIA

Além de cursos online em pdf, utilizei o seguinte:

Constituição, legislação seca – www.planalto.gov.br;

Livros – eu comprei os livros novos de DAD e DCO do Vicente/Marcelo, mas nem tirei do plástico. Preferi focar em exercícios. Mas com certeza esses livros são referência;

MTO – Não tive tempo de ler (já li muito quando estudava pro TCU), mas acho muito importante para AFO: https://www.portalsof.planejamento.gov.br/bib/MTO;

Port – exercícios/provas da banca. Não tem outro jeito. Eu tenho dois livros de bolso que me ajudam muito na hora das dúvidas: 1001 dúvidas de port e gramática de bolso;

Informativos do STF e do STJ – eu só baixava da internet e guardava para pesquisa. Eu acho desnecessário ler os informativos, toma muito tempo. Há alguns professores que postam artigos quando sai algo importante sobre a jurisprudência. Outra coisa que é bom para consultar é a constituição anotada no site do STF:

http://www.stf.jus.br/portal/cms/verTexto.asp?servico=publicacaoLegislacaoAnotada.

4.8 MEUS PRINCIPAIS ERROS

ter demorado para “aprender a estudar”, a me organizar, enfim, a me preparar como um “concurseiro profissional”; e

ter deixado de fazer alguns concursos, pois não queria desviar o foco. Acho que pequenos desvios são permitidos, se valer a pena.

4.9 MEUS PRINCIPAIS ACERTOS

ter começado a controlar o tempo de estudo baseado nos pesos das matérias;

controle do desempenho de acerto de questões por matéria/assunto;

realização de simulados (como se prova fossem); e

utilização do fórum concurseiros – notícias, dicas, auxílio de professores e colegas, novas amizades.

5 AGRADECIMENTOS

Talvez essa seja a parte mais difícil de escrever. Há tantas pessoas para agradecer que fico com medo de esquecer alguém:

Meus pais, irmão e demais familiares;

Amigos;

Colegas do grupo de estudo “neurus” e demais colegas concurseiros;

Esposa e filho (que ainda está na barriga – vai nascer bem no início do CF rs);

Professores (cursos presenciais e online, sites, blogs);

Depoimentos e entrevistas dos colegas já aprovado;

Exército Brasileiro – por ter tido a oportunidade de ter estudado no Colégio Militar de Brasília (CMB), e por ter me formado na AMAN, me tornando Oficial do Exército. Realmente foi uma experiência de vida única. Nunca me esquecerei dos ensinamentos e dos valores que aprendi nesses quase 15 anos de farda;

Fórum Concurseiros;

E, por fim, mas não menos importante, não poderia deixar de agradecer à Deus. Tudo vem no tempo de Dele. Acredito que esse realmente tenha sido o momento certo para ser aprovado. Ele realmente sabe de todas as coisas. Obrigado, Pai.

6 CONCLUSÃO

Pessoal, o que tenho a dizer ao final desse texto é o seguinte: tudo tem a sua hora. Digo isso porque concurso é assim: são muitas variáveis que concorrem para você ser aprovado. A única certeza que você deve ter em mente é: se você não desistir, um dia será aprovado. Lembrem-se da famosa frase do Prof. William Douglas – “concurso não se faz para passar, mas até passar”. Não existe fórmula mágica - existem alguns macetes e dicas que você tem que experimentar para ver se funcionam pra você.

Acredito que deve haver um equilíbrio entre os estudos e a vida social. Parar de viver para estudar é complicado. Dá pra estudar em 3 fases: antes da autorização, depois da autorização, e depois do edital. Após a saída do edital, aí sim, você acelera o máximo que pode. Repito aqui a frase que falei aos meus companheiros ano passado no curso de aperfeiçoamento no Exército, lá no RJ: “nenhum

sucesso profissional justifica um fracasso familiar” – ou seja: família vem em primeiro lugar. Se dedique, mas sem exageros que comprometam a sua vida pessoal de maneira permanente. Bom, acho que já escrevi demais. Desejo aos colegas que todos os colegas que ainda estão na luta consigam alcançar a tão sonhada aprovação. Forte abraço e boa sorte! Fiquem com Deus. Para finalizar, deixo um pequeno texto para reflexão:

“Tempo é uma oportunidade igual para todos. Todos os seres humanos têm exatamente a mesma quantidade de horas e minutos todos os dias. Os ricos não conseguem comprar mais horas. Cientistas não conseguem inventar novos minutos. E você não pode guardar tempo para utilizá-lo um outro dia. Mesmo assim, o tempo é extremamente justo e generoso. Não importa quanto tempo se perdeu no passado, ainda temos um amanhã inteiro. O sucesso depende apenas da forma com que usamos nosso tempo — planejando e estabelecendo prioridades. O fato é que o tempo vale mais que dinheiro e ao se matar o tempo, estamos matando nossas chances de sucesso.”

Denis Waitley - The Joy of Working

Alan Campos de Souza