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DESENVOLVIMENTO DA LIDERANÇA LOCAL Prof. Bertil Ekstrõm

Curso oferecido pelo programa de pós-graduação do CEM - Centro Evangélico

de Missões : Viçosa, MG.

Data: 28/2 a 4/3/1994

OBJETIVOS:

*

Refletir

sobre

a

liderança

na

Igreja

Local

e

na

 

implantação de novos trabalhos;

 
 

Buscar princípios de liderança nas Escrituras e nos exemplos narrados na Bíblia;

Analisar modelos aplicados em culturas distintas;

 

Buscar modelos aplicáveis ao nosso contexto e para o

ministério no qual estamos envolvidos; Deixar que a Palavra de Deus nos fale e nos transforme. VALIAÇÃO

DO ALUNO 1. Leituras obrigatórias

peso 20 %

  • 2. Prova final

peso 20 %

  • 3. Trabalho escrito

peso 60 %

LEITURAS OBRIGATÓRIAS: Barber, C.J. Neemias, e a dinâmica da liderança eficaz. 174 págs.

Dekker, J.

Tochas de Júbilo. 234 págs.

PROVA FINAL: Na quinta-feira à tarde, sobre o conteúdo do curso.

TRABALHO ESCRITO: Desenvolver um programa de treinamento para uma igreja local (no Brasil ou no campo missionário transcultural) visando a formação de lideres locais, levando em conta:

  • 1. O contexto histórico, tradicional, eclesiástico, doutrinário e cultural da igreja e do povo;

  • 2. O conteúdo a ser transmitido;

  • 3. O(s) modelo(s) a ser utilizado(s);

  • 4. O envolvimento da igreja e da comunidade;

  • 5. A forma de avaliação e cobrança;

6.

A escolha dos "candidatos"

  • 7. Os objetivos do treinamento;

  • 8. Outros aspectos que acharem importantes.

Prazo:

4

meses

(4

de julho

de 1994)

Tamanho: 10 a 15 páginas datilografadas.

PROGRAMA DO CURSO DE DESENVOLVIMENTO DA LIDERANÇA LOCAL

 

SEGUNDA 28/2

TERÇA 01/3

QUARTA 02/3

QUINTA 03/3

MANHA

Introdução

Modelos Bíblicos

Conceitos básicos

Métodos utilizados

Planejamento

Modelos Possíveis

Definições

Autoridade Antigo Testamento

Liderança na Igreja Local

 

Conclusões

Prova

TARDE

Final

Avaliação do curso

NOITE

Dinâmica de

Novo Testamento

Exemplos de

Grupo

Barnabé- tarefa

modelos em

Discussão

Paulo

culturas div.

D E S E N V O L V I M E N T O

D A

L I D E R A N Ç A

Prof. Bertil Ekstrõm

L O C A L

INTRODUÇÃO

Imagine um exército sem generais e sem um comandante residente. Tem dezenas de milhares de soldados. Tem cabos, sargentos, tenentes, e capitães. Tem aviões, caminhões, tanques, e os mais recentes armamentos. Tem prédios administrativos, escolas, e quartéis. Tem sargentos de rancho, cozinhas, e refeitórios, e um fornecimento quase ilimitado de alimento. Tem especialistas em estratégia militar, logística, comunicações, e na saúde público. E tem bandas completas com grupos de tambores e clarins. Mas não tem generais nem um comandante.

Todas as pessoas em nosso exército imaginár i o estão muito ocupadas. Na realidade, por onde quer que vamos à amplidão do acampamento, ficamos assombrados com tantas atividades. As classes estão em andamento. As unidades estão marchando. As bandas estão tocando. Os veículos estão em movimento ...

1

1.A necessidade de liderança adequada e preparada. 2.A necessidade de refletir sobre a escolha e o preparo de líderes. 3.A necessidade de adequar o preparo de liderança ao contexto cultural. 4.As implicações para o trabalho da igreja local e de missões transculturais.

Um exemplo do Paraguai-

D E S E N V O L V I M E N T O D

1 Hasselgrave, D. J. pág. 59.

I. DEFINIÇOES DE LIDERANÇA

O que é um líder ? O que significa liderar? Como definir liderança?

1. Líder -

Uma palavra com inúmeras conotações: chefe, diretor, presidente, papa, pastor, dirigente, ditador, rei, técnico (de futebol), capitão, general, oficial, etc. "Um especialista em tomar decisões" (P. Bock).

"Aquele que, tem um papel que envolve o exercício legítimo da autoridade sobre outras pessoas". (P. Bock). 2

aquele que

decisões, agir, etc."

tem autoridade podendo-se

fazer

obedecer,

dar ordens, tornar

"Um planejador eficiente, a curto e em longo prazo, implementador de planos" (Hockingi Wald). 3

"Indivíduo que chefia, comanda e/ou orienta, em qualquer tipo de ação, empresa ou linha idéias. Guia, chefe ou condutor que representa um grupo, uma corrente de opinião, 4

2. Liderança

"É a capacidade e a vontade de reunir homens e mulheres para um propósito comum, e o caráter que inspira confiança" (Montgomery). 5

"Função de líder. Capacidade de liderar, espírito de chefia. Forma de dominação baseada no prestígio pessoal e aceita pelos dirigido" 6

Dê sua definição de líder e de liderança, com base em conceitos bíblicos:

O líder é ...

I. DEFINIÇOES DE LIDERANÇA O que é um líder ? O que significa liderar? Como definir
  • 2 Citado por Hesselgrave - ibid. pág. 257

  • 3 Barber, C.J. pág. 50. Citação do autor.

  • 4 Aurélio Buarque de H. Ferreira - dicionário português

  • 5 Citado por Hesselgrave - Ibid. pág. 257 6. Aurélio Buarque de H. Ferreira – opus cit.

II. MODELOS BIBLICOS DE LIDERANÇA

O conceito bíblico, o conseqüentemente cristão, de líder e de liderança é bem diferente da definição "humana e secular". Mc 10.32-45 Quando pensamos em desenvolvimento de liderança cristã, precisamos, portanto, descobrir os princípios básicos nas Escritures, tanto no Antigo como no Novo Testamento.

  • 1. AUTORIDADE SEGUNDO O ENSINO BÍBLICO Anexo 1

  • 2. LIDERANÇA NO ANTIGO TESTAMENTO 2.1. DEUS

2.1.1 A autoridade divina

  • 2.1.2. Liderança compartilhada - divisão de função dentro da Triunidade divina 2.1.3.

Dele g ação ao homem - Gn 1 e 2

  • 2.1.4. Formação de liderança - Deus trabalhando com o ser humano

  • 2.1.5. Cobrança e recompensa.

Conclusões:

2.2.

MOISÉS,

2.2.1.O preparo do líder Moisés

 

2.2.2.

A vocação

2.2.3.

As desculpas e a resposta divina

2.2.4.

A tarefa e o seu cumprimento

2:2.5. Conselhos do sogro - distribuição de tarefa

 

2.2.6.

Sucesso e fracasso

Conclusões

2.3.

JOSUÉ

2.3.1.

O preparo do líder Josué

2.3.2.

A vocação

2.3.3.

As fraquezas e a resposta divina

2.2.4.

A tarefa e o seu cumprimento

2.2.5.

Um exemplo a ser imitado

2.2.6.

Ensinos específicos

Conclusões

2.4. NEEMIAS

  • 2.4.1. Pano de fundo histórico

  • 2.4.2. O preparo do líder Neemias

  • 2.4.3. A vocação

  • 2.4.4. A tarefa e o seu cumprimento

2.4.5. Princípios aplicados

a.

b.

c.

d.

e.

f.

g.

h.

i.

j.

Conclusões-

3. LIDERANÇA NO NOVO TESTAMENTO

3. 1. O CONCEITO DE SERVO

3.2. O CONCEITO DE EXEMPLO anexo 2

3.3. O MES:I'ÊLE JESUS CRISTO

  • 3.3.1. A visão de si mesmo - Mc 10.45

  • 3.3.2. A missão e seu cumprimento - Jo 4.34,35

  • 3.3.3. A formação de tinia nova liderança
    a.

b.

c.

d.

e.

f.

g.

3.3.4. O exemplo a ser imitado

Conclusões

3.4. Barnabé

3.4. 1. A pessoa de Barnabé - At 4.36,37; 9.27; 11.19-30; 13.1-3,7,13,43;. 15.36-39;

I Cor 9.6 E Gl 2.11-13

Tarefa: Trace o perfil da pessoa soa de Barnabé, com base nos textos acima:

3.4.2. A descoberta de novos líderes 3.4.3. 0 discipulado de Paulo e de João Marcos Conclusões:
3.4.2.
A descoberta de novos líderes
3.4.3.
0 discipulado de Paulo e de João Marcos
Conclusões:
3.5. PAULO
3.5.1.
A consciência ministerial de Paulo
Anexo 3
3.5.2.
A formação de uma nova liderança
3.5.3.
Exemplo a ser imitado

Conclusões:

III. CONCEITOS BÃSICOS SOBRE LIDERANÇA

1.Tipos de Liderança

  • 1.1. Quanto ao sistema:

    • 1.1.1. Liderança Institucional - pela hierarquia do sistema

Aspectos positivos e negativos 1.1.2. Liderança Carismática - pela atuação, personalidade, carisma do líder Aspectos positivos e negativos

  • 1.1.3. Liderança Tradicional - pela tradição, manutenção de um sistema histórico e "seguro"

  • 1.2. Quanto à forma.:

    • 1.2.1. Individual Aspectos positivos e. negativos

    • 1.2.2. Coletiva

Aspectos positivos e negativos

2.Tipos de líderes

  • 2.1. Visionário incentivados

  • 2.2. Realizador homem de projetos

  • 2.3. Coordenador - administrador

3.Comparação com a educação? 7

Princípios de educação

o professor é modelo

o aluno é um discípulo que fica parecido com seu professor

imitar e identificar são os métodos básicos

Princípios de liderança

o líder é modelo

o crente é um sacerdote que fica parecido com o líder

imitar e identificar (exemplo) são os

através dos quais se dá a transformação métodos básicos através dos o líder lidera o relacionamento entre professor-aluno é o relacionamento entre líder e liderado

de intercâmbio

é de intercâmbio,e é "nivelado" e não "hierárquico".

7 Extraído de Richards, L Teologia da Educação Cristã. pág. 110

4. Como deve ser um líder ?

IV. LIDERANÇA NA IGREJA LOCAL

1. Breve análise dos títulos no Novo Testamento 1.1.

Ancião - "presbyteros"-

- " episkopos" -

Textos: At. 14.23; M 1.5-9; 1 Tm 3.2-7 - Hb 12.15 (todos os crentes?)

Funções:

  • a. dirigir a igreja local - 1 Ts 5.12

  • b. representar a igreja At 15.4

  • c. ensinar - 1 Tm 3.2

  • d. aconselhar, disciplinar - 2 Tm 2.24,25

  • e. orar pelos doentes - Tg 5.14-16

  • 1.2. Apóstolo - mensageiro -"apóstolos" Quem são? :a. os doze-U6.13 b.Jesus - 3.1 c.Paulo - Rm 1.1 d.Barnabé - At. 14.14; Silvano e Timóteo - 1 Ts 2.6-7 e.Ef 4.11 ?

Funções:

  • a. Pioneiro na divulgação do Evangelho – missionário

  • b. Fundador de igrejas locais

  • c. Ensino - "doutrina dos apóstolos"

  • d. Junto com os anciãos formavam o conselho em Jerusalém - At 15.6

1.3. Diácono

-

"diakonos"

- servo

-

servia junto às

mesas -

relação à igreja

"doulos" - servo, subordinado - relação ao Senhor

Funções:

  • a. Serviço social - At 6.1-7

  • b. Participação na evangelização - e.x. Estevão e Filipe

OBS. Diaconisa Febe - Rm 16.1

  • 1.4. Pastor - aquele que pastoreia o rebanho - um dos anciãos Textos: Ef 4.11 e 1 Pe 5.1-5 Funções :

a. ensinar - Ef 4.11 b.edificar o corpo de Cristo - Ef 4.12 (junto com os outros) c.cuidar dos membros - 1 Pe 5.2 d.dar exemplo - 1 Pe 5.3

1.5. Administrador - " oikononios" -Texto - 1 Co 3.5 Função: administrar

2.Princípios de liderança no NT

  • 2.1. O princípio de Servir - Mt 20.25-28

2.2., O princípio da Edificação - Ef 4.12

  • 2.3. O princípio da Igualdade - 1 Pe 2.5,9

  • 2.4. O princípio da "Nomeação pelo Espírito" e da Confirmação pela Igreja At 6.5; 13.1-3; 1 Co 12.7

3.A tomada de decisões na Igreja Primitiva

  • 3.1. Sistema democrático - At 15.22; Rm 14.1 ss.; At 6.1-6 Os líderes sendo questionados - At 11.2

  • 3.2. Lançando sorte - At 1.26

  • 3.3. Orientação direta do Espírito - At 16. 9,10

  • 3.4. Por

um líder - orientações às igrejas

missionár i as, etc.

por parte de Paulo, suas viagens

Conclusão: Um sistema combinado de participação da comunidade, direção de Deus e de uma liderança responsável.

4. As Qualificações dos Líderes Eclesiásticos Locais

Quem é apto? – 2 Cor 2.16

(1) Os pastores (presbíteros, superintendentes)

  • (a) Os pastores devem ser irrepreensíveis (1 Tm 3.2; Tt 1.6, 7).

  • (b) Devem ser marido de uma só mulher (1 Tm 3.2; Tt 1.6).

  • (c) Devem ser temperados e ter controle-próprio (1 Tm 3.2; Tt 1.8).

  • (d) Os pastores devem ser prudentes, sensatos, e justos (1 Tm 3.2; Tt 1.8).

  • (e) Devem ser respeitáveis (1 Tm 3.2).

  • (f) E hospitaleiros (1 Tm 3.2).

  • (g) E aptos para ensinar (1 Tm 3.2).

(i)

Nem violento (1 Tm 3.3; Tt 1.7).

  • (j) Nem contencioso (1 Tm 3.3).

  • (k) Os pastores devem ser cordatos (1 Tm 3.3).

(1) Devem ser livres do amor ao dinheiro (1 Tm 3.3; Tt 1.7).

(m)Devem governar bem a sua própria casa (1 Tm 3.4).

  • (n) Os pastores não devem ser recém-convertidos (1 Tm 3.6).

  • (o) Devem ter uma boa reputação entre os descrentes (1 Tm 3.7).

  • (p) Não devem ser arrogantes (Tt 1.7).

  • (q) Nem irascíveis (Tt 1.7).

  • (r) Os pastores devem amar o bem (Tt 1.8).

  • (s) Devem ser piedosos e justos (Tito 1.8).

  • (t) Devem apegar-se ao pensamento sadio (Tt 1.9).

( u ) e xo rt a r o utr o s à s ã d ou trin a (Tt 1 .9 ).

  • (v) E refutar os que não sustentam a sã doutrina (Tt 1.9).

(2) Os diáconos (e diaconisas, quando apropriado).

(a)Os diáconos devem ter boa reputação (At 6.3). (a)Devem ser cheios do Espírito Santo e de sabedoria (At 6.3).

(b)Devem ser constantes na administração (At 6.3).

(b)Os diáconos devem possuir dignidade e seriedade (1 Tm 3.8). (c)Não devem ter duplicidade de palavra (1 Tm 3.8).

(d)Nem inclinados a muito vinho (1 Tm 3.8). (e)Nem cobiçosos de sórdida ganância (1 Tm 3.8). (c)Os diáconos devem conservar o ministério da fé com a consciência limpa (1 Tm 3.9). (d)Devem ser experimentados, e não novos convertidos (1 Tm 3.10). (e)Os diáconos devem ser maridos de uma só mulher (1 Tm 3.12).

  • (f) Devem governar bem seus filhos e sua própria casa (1 Tm 3.12).

(g)Os diáconos devem possuir forte fé pessoal (1 Tm 3.13). (h)Não devem ser maldizentes (1 Tm 3.11).

  • (i) Devem ser sóbrios (1 Tm 3.11).

  • (j) E fidedignos em todas as coisas (1 Tm 3.11).

V. EXEMPLOS DE PRINCIPIOS E MODELOS NA FORMAÇÀO DE LIDERANÇA 1. Exemplo da Índia 8

Aspectos e características na escolha e formação de nova liderança, segundo líder indiano:

  • 1.1. A vocação confirmada e a escolha do novo líder

  • 1.2. A partir do pequeno começo, o líder deve se desenvolver

  • 1.3. Disposição para assumir responsabilidade por uma causa correta, com total confiança em Deus, mesmo quando há grandes riscos

  • 1.4. Saber enfrentar a inveja de outros e as possíveis conseqüências

  • 1.5. A importância de amizades genuínas - confiança, transparência e cobrança

  • 1.6. A importância de ser honesto e ter altos valores

  • 1.7. Decisão de manter vida devocional regularmente

  • 1.8. Não comprometendo princípios por ganhos em curto prazo.

  • 1.9. Crises e fracassos trabalhados de forma correta pelos líderes

8 Proposto por Ebe Sunder Raj em 'Managernent of Indían Missions' págs. 34 a 40

1.10 Utilizar o poder de forma correta - autoridade conquistada

7 formas como uma pessoa se torna líder:

(1)sendo um voluntário (2)desafiado pelas circunstâncias (3)representa uma figura "paternal" aceita e esperada pelos outros

(4)estando acima da concorrência - sendo o melhor para algo (5)sente unia chamada divina (6)representando interesses de um grupo (7)escolhido pela maioria

  • 1.11 Líderes devem reconhecer que não podem manipular a Deus

  • 1.12 Líderes precisam saber tratar de oposição, rivalidade e rebelião da parte dos líderes do segundo escalão

  • 1.13 Líderes devem saber como abordar assuntos e pessoas

  • 1.14 Líderes devem mostrar apreciação por seus seguidores

  • 1.15 Líderes precisam reconhecer que são também passíveis de tentações e pode pecar, evitando o pecado o máximo possível

  • 1.16 Líderes precisam ter a humildade de reconhecer os seus erros

  • 1.17 Líderes não devem ser vingativos

2. Exemplo de Povos Indígenas

Quais são as características básicas de um líder e os principais aspectos da formação uma liderança autóctone entre os Danis e os Motilones?

3. Exemplo de Comunidades Pobres

Características esperadas de um líder numa comunidade pobre, por exemplo, numa associação de moradores de urna favela:

3.1.

3.2.

3.3.

3.4.

3.5.

3.6.

3.7.

? Como se forma uma liderança assim?

4. Exemplo de Igreja em Centro Urbano e/ou Zona Rural

Descreva as características ideais de um líder em sua igreja.

? Quais são as formas utilizadas por sua igreja local para formar líderes com estas

características?

Conclusões preliminares:

5. Exemplo da América Latina

Os tipos de líderes aceitos na América Latina: 5.1. O "coronel"

5.2.

O "político"

5.3.

O "Curandeiro"

5.4.

O "libertador"

5.5 . O "doutor"

5.6.

O "que aparenta" 5.7.

VI. MÉTODOS UTILIZADOS NA FORMAÇÃO DE LIDERANÇA

1 . E n s i n o

f o r m a l

diferentes tipos de escolas e cursos 2.Ensino informal na convivência entre líder e liderado 3.Ensino não-formal

no diálogo entre líder e liderado, sem seguir um currículo pré-estabelecido 4.O discipulado o compartilhamento profundo e disciplinado da vida cristã

VII. FORMAÇÃO DE LIDERANÇA NUM OUTRO CONTEXTO CULTURAL 9

  • 1. Entender a cosmovisão

2.Identificar os líderes

3.Identificar os valores

4.Identificar comportamentos

5.Identificar expectativas

6.Identificar organização social

7.Identificar papel e status na sociedade (legitimo -

delegado pessoa - ganho por

trabalho, circunstâncias) Valor na escolha de deres locais.

Aplicação: conhecendo os padrões, pode-se organizar a estrutura treinamento de líderes.

  • 0 que podemos observar:

    • 1. Performance:

Individuo que é enfatizado neste valor.

  • 2 . C o n s i d e r a ç ã o :

Individuo que exprime esse valor? Qual palavra ele usa?

  • 3. Inspiração:

0 que os motiva? 0 que o líder faz?

4.Louvor/Reconhecimento

Como o líder demonstra sua apreciação?

  • 5. Prêmio

Que tipo de prêmio é dado para as pessoas/grupo?

6.Tomada de Decisão

Quem participa? Quais os valores que contribuem para a decisão r tomada?

  • 7 . A u t o n o m i a

Quem delega a quem? Por que a escolha?

8. Classificação do Papel Quais são os valores no papel a ser desempenhado?

9.

Estabelecimento de Objetivos

Como o líder espera atingir os objetivos? Como ele comunica? (música, discurso, drama).

  • 10. Treinamento

Espera-se que o líder treine o grupo? Por quê? Como? São treinados?

  • 11. Informações Disseminadas Como são disseminadas?

Quais os valores que contém?

Como o

2r

facilita a

comunicação?

  • 12. Solução do Problema

Que valores são abordados para se chegar a uma decisão? 0 que deve ser feito a partir deles?

9.Planejamento

Se pensa no futuro? Há formas lingüísticas onde se revela o planejamento?

10.Coordena ção

Quem coordena? Que atitudes a pessoa tem? Como o grupo recebe?

  • 13. Trabalho/Execução

Quem executa? Por quê?

16.Representatividade

Qual a importância da representatividade? Como ela ocorre?

  • 17. Facilitando interações no grupo

1 8 . Co n fl i t o

Como são resolvidos?

19. Crítica / Desculpa

Como estabelecer igrejas autóctones Igreja não autóctone Igreja autóctone - 5 - 4 - 3 -
Como estabelecer igrejas autóctones
Igreja não autóctone
Igreja
autóctone
-
5
-
4
-
3
-
2
-
1
0
+
1
+
2
+
3
+
4
+
5

—Tem aparência estrangeira para

a população local

—É respeitada pela população

local

Figura 3.a: ESCALA DE IMAGEM DIVIDIDA DA IGREJA AUTÓCTONE

- Liderança predominantemente

estrangeira

—O evangelho é visto como

religião estrangeira

—Os edifícios da igreja

parecem estranhos e Inadequados

—Tem uma sólida e respeitada

liderança local

—A população local vê o

evangelho com interesse e respeito

—Os edifícios da igreja

parecem com os locais

—A adoração e os cânticos são

estranhos aos inconversos

—Usa o Incentivo de formas

de adoração e cânticos

—Usa métodos estrangeiros para

comunicar o evangelho

- Crescimento lento por constituir-se

—Usa métodos de comunicação

locais para apresentar o evangelho

- Crescimento rápido entre as forças

de grupos marginalizados da sociedade

vivas da sociedade

VIII. MODELOS DE TREINAMENTO DE LIDERANÇA 10 1.Planejamento do treinamento para escolha de método

  • 1.1. Definir a missão

  • 1.2. Descrever as pessoas

1.3. Descrever os recursos

  • 1.4. Examinar os meios e os métodos

  • 1.5. Delinear a abordagem

  • 1.6. Antecipar os resultados

  • 1.7. Decidir a estratégia

  • 1.8. Fazer planos

  • 1.9. Atuar

1.10 Avaliar

(Modelo da esfera : Dayton e Fraser)

2.Equilíbrio no Treinamento - para escolher o método correto

  • 2.1. Reflexão

  • 2.2. Formação espiritual

  • 2.3. Experiência - durante o aprendizado e nó campo

? Discute-se a porcentagem ideal no treinamento, por exemplo, de missionários, quanto à teoria X prática, intelectual X espiritual teológico X missiológico X antropológico, etc.

3.Modelos Utilizados

  • 3.1. Modelos Informais 3.1.1. Aprendiz

    • 3.1.2. Auto-didático

    • 3.1.3. Imitação e identificação

    • 3.1.4. Discipulado

    • 3.1.5. Desempenho de ministérios- tarefas

10 Extraído da apostila sobre Desenvolvimento de Liderança Local fornecida pelo CEM

  • 3.2.1. Seminários - de curta duração

  • 3.2.2. Workshop - oficina de trabalho - simpósio

  • 3.2.3. Cursos de curta duração - extensão

  • 3.2.4. Congressos, conferências, consultas

3.3. Modelos Formais e

  • 3.3.1. Escolas residenciais

3.3.2. Cursos de longa duração 3.3.3. Treinamentos intensivos em áreas específicas Qual a vantagem e a desvantagem de cada modelo ?

IX Conclusões GERAIS

Extraído da apostila sobre Desenvolvimento de Liderança Local fornecida pelo CEM 3.2.1. Seminários - de

BIBLIOGRAFIA,

BARBER, Cyril J.

Neemias e a dinâmica da liderança eficaz, Deerfield, USA: Ed. Vida, 1991.

DEKKER, John

Tochas de Júbilo. Miami: Ed. Vida, 1988.

GRIGG, Viv

Servos entre os Pobres. São Paulo: Comibam,1987.

HESSELGRAVE, D.J.

Plantar Igrejas. São Paulo: Ed. Vida Nova, 1984.

KEYES, L.E.

Crescimento Equilibrado na Igreja Local. São Paulo: SEPAL,

 

1981.

ÕMTS - diversos

Kristet Ledarskap (Liderança Cristã). Série de estudos elaborados por professores do Seminário Teológico de õrebro, Suécia. 1988.

OLSON, Bruce

Por Esta Cruz te Matarei. Miami: Ed. Vida, 1979.

PATE, Larry D.

Missiologia. Miami: Ed. Vida, 1987.

PHILLIPS , Keith

A Formação de Um Discípulo. Deerfield: Ed. Vida, 1991.

RAJ, Ebe Sunder

Management of Indian Missions. Madras, índia: India Missions Association, 1992.

RICHARDS, O.L.

A New Face for the Church. Grand Rapids: Zondervan, 1970.

Teologia da Educação Cristã. São Paulo: Ed. Vida Nova, 1975.

RULLA, M.

Psicologia do Profunda e Vocação. São Paulo: Edições Paulinas,

1977.

TAYLOR, W.D. ed.

Capacitando a Força Missionária Internacional. Viçosa: Ultimato,

1993.

Anexo 1

AUTORIDADE

Definição: Autoridade é o direito ou o poder de fazer-se obedecer, dar ordens, tomar decisões, agir, etc. Autoritário - alguém que se impõe, dominador, despótico,etc.

1.A Autoridade de Deus

  • 1.1 Inerente ao Seu Ser - Hb 1:3: 2:8: 1 PE 3:22

  • 1.2 Deus age como quer - Rm 8:14-21

  • 1.3 A rebeldia de satanás - Is 14:12-15

  • 1.4 Pecado é basicamente rebeldia à autoridade de Deus Gn 2:16,17;3:1-6

2.Obediência à Autoridade Divina

  • 2.1 O exemplo de Jesus Cristo

Lc 22:39-44; Fp 2:5-11

•2.2 Melhor que sacrifício .1 Sm 15:22 2.3. Buscar a vontade de Deus - At 5:29 (arcando com as conseqüências)

3.Autoridade Delegada - origem em Deus

  • 3.1 Autoridade Civil - Rm. 13:1-7

  • 3.2 Autoridade eclesiástica - 2 Co 10:8; 13:10: 1 Ts 5:12,13; 1 Tm 5:17; 1 Co 1615,16

  • 3.3 Autoridade na família - Ef 5:21-33 : C1 3:18 - 4:1

4. Autoridade versus sujeição

  • 4.1 A autoridade delegada não implica em autoritarismo 1 Pe 5:1-4 4.2,A

autoridade é baseada na sujeição "voluntária"I livre:

Exemplo: a hierarquia no lar Ef 5:21-33

a)

b)

a)

O principio válido para todos - Me 10:42- 45*, Ef 5:21

Sujeitar-se significa: - forte

engajamento, algo dinâmico

- não passivo, imposto, opressão,

obediência! cega, sem discernimento.mostrar dignidade

e liberdade maior do que Aquele

que

apenas

consegue

defender

seus próprios direitos servir de forma humilde - 1 Pe 5:5 ser igual a Cristo

O lugar da mulher - uma ajudadora, isto é, uma

igual que complementa, está ao lado Gn 2:20- 25: 5:1,2

  • b) O lugar do homem cabeça e uma figura cristológica = princípio, começo (Cl 1:18;2:19); resumo Ef 4:15 relação Igreja - Cristo enfatiza o aspecto de bem-estar, cuidado e salvação e não de poder-1 não há ordenança para o homem dominar, sujeita

  • c) A unidade do matrimônio fidelidade e amor - Ef 5:25

4.3 O bem-estar do todo e a boa ordem e visada, no lar e na igreja.

5. Princípios de Autoridade (Espiritual)

  • 5.1 Reconhecimento da existência de autoridade (divina) Existem normas - não um "existencialismo"

  • 5.2 Delegação (divina) de autoridade - vocação, escolha da parte de

Deus - não algo auto-imposto ou escolhido por vontade própria. 5.3 Convívio e comunhão-constante com Deus - não humano e racional 5.4 Obediência e humildade - o discipulador é discípulo! Ser liderado para poder liderar

  • 5.5 Sobriedade e intenções puras não interesses próprios nem extremismo

ESTUDO DA PALAVRA EXEMPLO (TUPOS e HUPODEIGMA)

 

Anexo 2

 
   

QUEM

DIZ/É

DESTINATÁRIO

     

TEXTO

TRADUÇÃO

EXEMPLO

ENSINO

CONTRASTE

 

OBS

Jo 20:25

Sinal dos cravos

Jesus

Discípulos

Forma, marca

   

Significado Literal

At 23:25

Termos

Lucas

 

Conteúdo da Carta, essência

 

//

       

Conteúdo

da

   

Rm. 6.17

Forma

Paulo

Romanos

Doutrina

//

       

Imagens,

cópias

de

Sombra,

figura

Figurativo

At 7.43

Figura

Estevão

Judeus

Antítipo

cópia

ídolos

 

Amós 25-27

terrestre

Atos7. 44

Modelos

Estevão

Judeus

Do Tabernáculo

 

Hb 8.5; 9,23,24, 10.1

 

Ex 25.40

Hb 8.5

Modelo

Autor de Hebreus

Judeus

Idem

 

Idem

Fp. 3.17

Modelo

Paulo/Paulo

Cristãos

Seguem o exemplo

 

Inimigos da Cruz deus – o ventre glória na infâmia coisas terrenas

 

Cp 4. 8-9

       

Ordem – v.7

 

destino – perdição Desordenadamente

   

2 Ts 3.9

Exemplo

Paulo/Paulo

Cristãos

Trabalho – v.8

Não trabalham

       

Na Palavra

   

No Procedimento

 
 

Oficial

na

I

Tm 4.12

Padrão

Paulo

Timóteo

No amor

 
 

Igreja

Na fé

 

Tt 2.7

Padrão

Paulo

Tito

Na pureza De boas Obras

   

Idem

I

Pedro 5.3

Modelo

Pedro

Presbíteros

Espontaneamente

 

Não constrangidos Não por ganância

 

Idem

 

Boa Vontade

Não dominadores

       

Repercutiu a palavra Se divulgou a fé

     

Paulo/Paulo

e

Conteúdo

da

I

Tess 1.7

Modelo

Jesus

Congregação

conversão

 

Conteúdo

da

doutrina

Jô 13.15

Exemplo

Jesus/Jesus

Discípulos

Humildade

   
 

De sofrimento

 

Tg 5.10

Modelo

Tiago/profetas

Cristãos

De paciência

Além destes textos encontramos as palavras nos seguintes textos:

Tupos - 1 Co 10:11 exemplo da história

Rm 5:14

- Adão prefigurava Cristo

Hupodeigma - 2 Pe 2:6; Hb 4:117 Hb 9:237 Hb 8:5,.

CONCLUSÕES

Anexo 3

EM BUSCA DE UMA CONSCIÊNCIA MINISTERIAL BIBLICA Pr Bertil Ekstr3m

INTRODUÇÃO

Reflexão inicial: 1. Que experiências tenho com Deus que me

leva

a

crer

que sou

um

vocacionado para o ministério pastoral/missionário? 2.Qual tem sido a prioridade em minha vida? 3.O que faria com que você se sentisse realizado na vida? Tipos de chamada divina: 1. Chamada “clássica"- visão, profecia, voz, etc. 2.Incentivo da igreja - At 13 3.Vendo a necessidade do mundo 4.Desejo profundo de servir a Deus, confirmado

por “portas abertas".

2.

Identificação da vocação ministerial: 1. Qual e a prioridade em sua vida? 2.O que faria com que você se sentisse realizado? 3.Como você v ê as pessoas sem Cristo? 4.Qual é a sua participação na igreja local? S. O que os outros dizem a você sobre o seu futuro? 6.Você já ganhou alguém para Cristo? 7.Que experiências você tem tido de chamada? 8.Você esta preparado para gastar. tempo em preparo e espera? 9.O que você poderia sacrificar para servir ao Senhor? 10.Em que áreas crêem que poderia ser útil ao Reino de Deus?

I. CONSCIÊNCIA MINISTERIAL DE JESUS

  • 1.1. Desde sua infância - Lc 2:49

  • 1.2. No teste final antes do inicio do ministério Mt 4

  • 1.3. No inicio de seu ministério - declaração de sua missão Lc 4:18,19

  • 1.4. No seu uso da expressão "Eu sou" - Jo 8:58

  • 1.5. Na confirmação de João Batista Jo 1:29, e dos discípulos Mt 16 1.6. Nas características do

ministério de Jesus: Obediência Fp 2:8

Humildade Mc 10:45 Fidelidade Jo 4:34:

19:28-30

De que forma as características do Mestre no exercício de sua missão, se torna evidentes na minha vida como seu discípulo?

2. CONSCIÊNCIA MINISTERIAL DO APÓSTOLO PAULO 2.1. Consciência de chamada divina 2.1.1. Experiência convincente de chamada At 9:15, 26:16 2.1.2. Corroborado por outros, At 9:26-28: pela igreja At 13:1-3 2.1.3. Preparo, estudo e tempo de

meditação - G1 1:15; Ef 3:7-11 2.1.4. Conhecia a fonte de sua chamada - 2 Co 3:4-6

  • 2.2. Consciência de Missão e Tarefa

    • 2.2.1. A missão a ser cumprida - 1 Co 1:17; 2 Co 5:18-21; G1 1:16 2.2.2. Ate onde a tinha cumprido - 2

Co 10:16; 2 Tm 4:7 – avaliação

  • 2.3. Consciência da Mensagem

    • 2.3.1. 0 evangelho "puro" - 1 Co 2:2,4,5. – contextualização

2.3.2. A origem de sua mensagem - G1 1:10-12; 2 Tm 3:14

2.4. Consciência de sua limitação pessoal

  • 2.4.1. Um pecador salvo

  • 2.4.2. Fraco em si

1 Tm 1:15

1 Co 2:3

2.4.3 Auto-Aceitação porém auto- critica I Cor 4. 1-5 ; Rm 7.15-25

  • 2.4.4. Um servo de Cristo - Rm 1:1,14,15; F1 1:1; Ef 1:1

2.4.5. Trabalho em equipe - At 13:1-3; 2 Tm 4:9-12

  • 2.5. Consciência da necessidade de ser um exemplo

    • 2.5.1. Seguidor de Cristo - 1 Co 11:1-, 4:16

    • 2.5.2. Exemplo para os outros - Fp 3:17: 1 Tm 1:16, 4:12

  • 2.6. Consciência de autenticidade - 2 Co 10:11 2.6.1. Não falso - 2 Co 11:12-15

    • 2.6.2. Não partidário - 1 Co 1;1,13

    • 2.6.3. Não se vangloriando - 2 Co 11:30, 12:10; G1 1:10

    • 2.6.4. Dando testemunho de vida - Fp 1:20

  • 2.7. Consciência da continuidade da obra

    • 2.7.1. Em tudo colaborando com o Evangelho 1 Co 19-27

    • 2.7.2. Fazendo sua parte - Deus dá o resultado 1 Co 3:6

    • 2.7.3. Preparando novas gerações 2 Tm 2:2

  • CONCLUSÃO

    Reflexão final:

    1. Até que ponto tenho levado a sério minha vocação ao ministério

    pastoral/missionário?

    2. Em que áreas tenho tido pouca consciência ministerial e nas quais

    preciso melhorar?

    3.De que forma busco fortalecer meu ministério?