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EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha EQ651 – Operações Unitárias I Capítulo IV
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha EQ651 – Operações Unitárias I Capítulo IV
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha EQ651 – Operações Unitárias I Capítulo IV

EQ651 – Operações Unitárias I

Capítulo IV – Filtração

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtração Separar partículas sólidas de uma suspensão
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtração Separar partículas sólidas de uma suspensão
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtração Separar partículas sólidas de uma suspensão

Filtração

Separar partículas sólidas de uma suspensão líquida baseada em princípios de escoamento em meios porosos.

baseada em princípios de escoamento em meios porosos. O sólido da suspensão fica re tido sobre

O sólido da suspensão fica retido sobre o meio filtrante, formando um depósito (denominado torta) e cuja espessura vai aumentando no decorrer da operação.

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Classificação de filtros Para especificar um filtro
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Classificação de filtros Para especificar um filtro
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Classificação de filtros Para especificar um filtro

Classificação de filtros

Para especificar um filtro adequado para determinada aplicação, deve-se considerar diversos fatores associados às características da torta resultante da filtração e da suspensão a ser filtrada.

Características da torta:

•Compressibilidade •Propriedades físico-químicas •Uniformidade •Estado de pureza desejado

Características da suspensão:

• Vazão

• Temperatura

• Tipo e concentração de sólidos

• Granulometria

• Heterogeneidade

• Forma das partículas

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Para seleção do equipamento deve-se levar em
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Para seleção do equipamento deve-se levar em
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Para seleção do equipamento deve-se levar em

Para seleção do equipamento deve-se levar em conta, além da adequação e eficiência deste no processo, o custo total de operação deste equipamento

adequação e eficiência deste no processo, o custo total de operação deste equipamento Relação Custo-Benefício 4

Relação Custo-Benefício

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Fatores de projeto Quantidade de material a
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Fatores de projeto Quantidade de material a
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Fatores de projeto Quantidade de material a

Fatores de projeto

Quantidade de material a ser operadoProfas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Fatores de projeto Concentração da suspensão de alimentação Grau

Concentração da suspensão de alimentaçãoFatores de projeto Quantidade de material a ser operado Grau de separação que se deseja efetuar

Grau de separação que se deseja efetuara ser operado Concentração da suspensão de alimentação Propriedade do fluido e das partículas sólidas Custos

Propriedade do fluido e das partículas sólidasConcentração da suspensão de alimentação Grau de separação que se deseja efetuar Custos Regimes de escoamento

CustosGrau de separação que se deseja efetuar Propriedade do fluido e das partículas sólidas Regimes de

Regimes de escoamentode alimentação Grau de separação que se deseja efetuar Propriedade do fluido e das partículas sólidas

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Para classificar os diversos modelos de filtros

Para classificar os diversos modelos de filtros os seguintes critérios são observados:

Força motriz: e x.: Gravidade, pressão, vácuo, vácuo-pressão ou força centrífuga : ex.: Gravidade, pressão, vácuo, vácuo-pressão ou força centrífuga

Material do meio filtrante: e x.: Areia, tecido, meio poroso rígido, papel, etc : ex.: Areia, tecido, meio poroso rígido, papel, etc

Função: e x.: Clarificadores ou espessadores : ex.: Clarificadores ou espessadores

Detalhes construtivos: ex.: Filtros de areia, placas e quadro, lâminas ou rotativos : ex.: Filtros de areia, placas e quadro, lâminas ou rotativos

Regime de operação: ex.: Batelada ou contínuo : ex.: Batelada ou contínuo

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Tipos de Filtros Comerciais Seguindo os critérios
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Tipos de Filtros Comerciais Seguindo os critérios
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Tipos de Filtros Comerciais Seguindo os critérios

Tipos de Filtros Comerciais

Seguindo os critérios definidos anteriormente, classifica-se os principais filtros da indústria química como:

Filtros de leito poroso granular

Filtros prensa: de câmaras

de placas e quadros

(*)

(*)

Filtros de lâminas: ® Moore

® Kelly

® Sweetland

® Vallez Filtros contínuos rotativos: Tambor Disco Horizontais

Filtros especiais

(*)

(*)

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtros contínuos: Tambor (ou disco) rotativo São
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtros contínuos: Tambor (ou disco) rotativo São
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtros contínuos: Tambor (ou disco) rotativo São

Filtros contínuos: Tambor (ou disco) rotativo

São utilizados para filtrar grandes vazões em pouco tempo e necessita pouca mão de obra. des vazões em pouco tempo e necessita pouca mão de obra.

Nãodes vazões em pouco tempo e necessita pouca mão de obra. são gelatinosa. indicados quando os

são

gelatinosa.

indicados

quando

os

sólidos

formam

torta

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro de discos (vácuo)
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro de discos (vácuo)
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro de discos (vácuo)

Filtro de discos (vácuo)

Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro de discos (vácuo)
Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro de discos (vácuo)

http://www.solidliquid-separation.com/VacuumFilters/Disc/cakedisch.jpg

Filtro de tambor rotativo (vácuo) http://www.solidliquid-separation.com/VacuumFilters/vacuum.htm EQ651 - Material
Filtro de tambor rotativo (vácuo) http://www.solidliquid-separation.com/VacuumFilters/vacuum.htm EQ651 - Material
Filtro de tambor rotativo (vácuo) http://www.solidliquid-separation.com/VacuumFilters/vacuum.htm EQ651 - Material

Filtro de tambor rotativo (vácuo)

http://www.solidliquid-separation.com/VacuumFilters/vacuum.htm EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e
http://www.solidliquid-separation.com/VacuumFilters/vacuum.htm
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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtros descontínuos: Filtros Prensa É o mais
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtros descontínuos: Filtros Prensa É o mais
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtros descontínuos: Filtros Prensa É o mais
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtros descontínuos: Filtros Prensa É o mais

Filtros descontínuos: Filtros Prensa

É o mais barato com relação a custos de instalação por unidade de superfície de filtração.

Principal inconveniente: mão de obra cara devido à necessidade de efetuar manualmente a descarga das câmaras uma vez terminado o ciclo de trabalho.

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Diagrama de fluxo em um filtro prensa
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Diagrama de fluxo em um filtro prensa
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Diagrama de fluxo em um filtro prensa

Diagrama de fluxo em um filtro prensa

pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Diagrama de fluxo em um filtro prensa (http://www.ufrnet.ufrn.br/~lair)

(http://www.ufrnet.ufrn.br/~lair)

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro prensa - placas verticais Descarga da
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro prensa - placas verticais Descarga da
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro prensa - placas verticais Descarga da

Filtro prensa - placas verticais

Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro prensa - placas verticais Descarga da torta Placas verticais
Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro prensa - placas verticais Descarga da torta Placas verticais

Descarga da torta

Placas verticais

(http://www.ufrnet.ufrn.br/~lair)

Filtro Prensa – Placas verticias EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra
Filtro Prensa – Placas verticias
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(Foust et al., Princípio das Operações Unitárias, 1982)

Par de placa e quadro de um modelo simples, com um só furo, sem canal
Par de placa e quadro de um modelo simples, com um só furo, sem canal
Par de placa e quadro de um modelo simples, com um só furo, sem canal
Par de placa e quadro de um modelo simples, com um só furo, sem canal
Par de placa e quadro de um modelo simples, com um só furo, sem canal
de lavagem, com a descarga fechada e a superfície da placa entelada
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(Foust et al., Princípio das Operações Unitárias, 1982)

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro prensa - placas verticais
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro prensa - placas verticais
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro prensa - placas verticais

Filtro prensa - placas verticais

pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro prensa - placas verticais (http://www.ufrnet.ufrn.br/~lair) 16

(http://www.ufrnet.ufrn.br/~lair)

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- Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Funcionamento (http://www.ufrnet.ufrn.br/~lair) 17
- Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Funcionamento (http://www.ufrnet.ufrn.br/~lair) 17
- Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Funcionamento (http://www.ufrnet.ufrn.br/~lair) 17

Funcionamento

- Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Funcionamento (http://www.ufrnet.ufrn.br/~lair) 17
- Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Funcionamento (http://www.ufrnet.ufrn.br/~lair) 17

(http://www.ufrnet.ufrn.br/~lair)

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro prensa: placas horizontais Corte filtro prensa
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro prensa: placas horizontais Corte filtro prensa
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro prensa: placas horizontais Corte filtro prensa

Filtro prensa: placas horizontais

e Sandra C.S. Rocha Filtro prensa: placas horizontais Corte filtro prensa de placas horizontais
e Sandra C.S. Rocha Filtro prensa: placas horizontais Corte filtro prensa de placas horizontais

Corte filtro prensa de placas horizontais

(http://www.solidliquid-separation.com/PressureFilters/pressure.htm)

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Meios filtrantes Os mais simples são os
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Meios filtrantes Os mais simples são os
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Meios filtrantes Os mais simples são os

Meios filtrantes

Os mais simples são os granulados constituídos por uma ou mais camadas de sólido particulado, suportado por um leito de cascalho sobre uma grade, através do qual o material a ser filtrado flui por gravidade ou sob pressão.

um leito de cascalho sobre uma grade, através do qual o material a ser filtrado flui

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha São usados preferencialmente para volumes grandes de
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha São usados preferencialmente para volumes grandes de
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha São usados preferencialmente para volumes grandes de

São usados preferencialmente para volumes grandes de suspensão muito diluída, nas quais nem o sólido nem o líquido tem valor muito elevado e quando o sólido não precisa ser recuperado. Ex.: Purificação de águas

Sistemas Gás-Sólido: Filtros saco ou manga. Grandes sacos de tecido suspensos no canal de escoamento do gás

Outros meios: Lona, tecido sintético, papel de filtro, tela metálica, etc.

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Regimes de filtração Filtração a pressão constante
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Regimes de filtração Filtração a pressão constante
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Regimes de filtração Filtração a pressão constante

Regimes de filtração

Filtração a pressão constanteKatia Tannous e Sandra C.S. Rocha Regimes de filtração Filtração a vazão constante Filtração em regime

Filtração a vazão constanteKatia Tannous e Sandra C.S. Rocha Regimes de filtração Filtração a pressão constante Filtração em regime

Filtração em regime mistoTannous e Sandra C.S. Rocha Regimes de filtração Filtração a pressão constante Filtração a vazão constante

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Caso 1 : Filtração a pressão constante
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Caso 1 : Filtração a pressão constante
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Caso 1 : Filtração a pressão constante

Caso 1: Filtração a pressão constante

Mantém-se uma queda de pressão constante com a bomba que força o fluido, sendo que a vazão vai diminuindo à medida que cresce a espessura da torta, sendo utilizada para precipitados pouco compressíveis

∆P
∆P

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Caso 2 : Filtração a vazão constante
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Caso 2 : Filtração a vazão constante
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Caso 2 : Filtração a vazão constante

Caso 2: Filtração a vazão constante

Quando se trata de um precipitado compressível é preferível começar a filtrar a uma pressão pequena para não torná-lo pouco permeável e ir aumentando à medida que aumenta a espessura da torta (portanto, a resistência à filtração), mantendo-se constante a vazão de filtrado.

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Caso 3 : Filtração em regime misto
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Caso 3 : Filtração em regime misto
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Caso 3 : Filtração em regime misto

Caso 3: Filtração em regime misto

Pretende-se harmonizar as vantagens dos casos 1 e 2. Na realidade, nem sempre se mantém rigorosamente as condições de filtração, o que dificulta as previsões teóricas.

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha As condições de operação estão ligadas ao
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha As condições de operação estão ligadas ao
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha As condições de operação estão ligadas ao

As condições de operação estão ligadas ao tipo e funcionamento da bomba que força a suspensão

Sandra C.S. Rocha As condições de operação estão ligadas ao tipo e funcionamento da bomba que

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha No projeto de filtros procura-se relacionar: Propriedades
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha No projeto de filtros procura-se relacionar: Propriedades
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha No projeto de filtros procura-se relacionar: Propriedades

No projeto de filtros procura-se relacionar:

Propriedades da tortaC.S. Rocha No projeto de filtros procura-se relacionar: Espessura da torta e área de filtração Queda

Espessura da torta e área de filtraçãode filtros procura-se relacionar: Propriedades da torta Queda de pressão na torta Volume de filtrado recolhido

Queda de pressão na tortaPropriedades da torta Espessura da torta e área de filtração Volume de filtrado recolhido na unidade

Volume de filtrado recolhido na unidade de tempoprocura-se relacionar: Propriedades da torta Espessura da torta e área de filtração Queda de pressão na

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Equações de balanço l m – espessura
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Equações de balanço l m – espessura
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Equações de balanço l m – espessura

Equações de balanço

Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Equações de balanço l m – espessura do meio filtrante

l m – espessura do meio filtrante l – espessura torta (varia com t)

Equação de Darcy :

P

µ

=

L

k

q

(1)

Torta:

q =

k

P

2

µ

l(t)

(2)

q = q(t)

P 2 = queda de pressão na torta

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Meio filtrante: q = ∆ P k
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Meio filtrante: q = ∆ P k
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Meio filtrante: q = ∆ P k

Meio filtrante:

q =

P

k

m

P

1

µ l

m

= ∆

P

1

+ ∆

P

2

= µ

q

  1

l

m

+

k

k

m

(3)

(4)

q – velocidade superficial (Q/A)

V – volume de filtrado

A – área de filtração

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha q = 1 A   ∆ P
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha q = 1 A   ∆ P
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha q = 1 A   ∆ P

q =

1

A

 

P

 

µ

.(l / k

+

l

m

/ k

m

)

P

(5)

.(dV / dt)

e

q =

/ k + l m / k m ) ∆ P (5) .(dV / dt) e

1

1

.(dV / dt) =

A

(l / k

+

l

m

/ k

m

)

.

µ

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha R m = l m /k m
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha R m = l m /k m
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha R m = l m /k m

R m = l m /k m = resistência especifica do meio filtrante

[R m ] = L -1

m = resistência especifica do meio filtrante [R m ] = L - 1 1 1

1

1

P

(dV / dt) =

A

(l/ k

+

R

m

)

.

µ

(6)

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Relação entre l e k – balanço
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Relação entre l e k – balanço
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Relação entre l e k – balanço

Relação entre l e k – balanço de massa na torta

s = massa de sólidos na suspensão

(concentração)

massa de líquido na suspensão

s =

(1

− ε

).A.l.

ρ

s

ρ

.V

+ ε

.A.l.

ρ

(7)

(1-ε).A.l.ρ s = massa de sólidos na torta ρ.V = massa de líquido recolhida ε.A.l.ρ = massa de líquido retida na torta

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Se ε Al ρ << ρ V
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Se ε Al ρ << ρ V
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Se ε Al ρ << ρ V

Se εAlρ << ρV

Tannous e Sandra C.S. Rocha Se ε Al ρ << ρ V s = (1 −

s =

(1

− ε

).A.l.

ρ

s

ρ .V

l =

 

s

ρ

(

1

ε

)

ρ

s

V

A

Característica do sistema⋅ ρ ( 1 − ε ) ⋅ ρ s V A (8) (9) 1 A

(8)

(9)

1

A

.(dV / dt) =

1

P

s.ρ

k.(1

ε).ρ

s

.

A

V + R

m

.

µ (10)

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Chamando: α = 1 k.(1 − ε

Chamando:

α =

1

k.(1

− ε

).

ρ

s

e Sandra C.S. Rocha Chamando: α = 1 k.(1 − ε ). ρ s = resistência

= resistência específica da torta

[α] = LM -1

1

A

.(dV / dt) =

1

(α.ρ.s.

V

A

+ R

m

)

P

.

µ

(11)

A .(dV / dt) = 1 ( α . ρ .s. V A + R m

Para algumas tortas α é praticamente constante e são chamadas tortas incompressíveis

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtração com tortas incompressíveis 1 – Pressão
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtração com tortas incompressíveis 1 – Pressão
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtração com tortas incompressíveis 1 – Pressão

Filtração com tortas incompressíveis

1 – Pressão constante P é constante e α é constante

1 .(dV / dt) =
A

Integrando:

1

(

α ρ

.

.s.

V

A

+ R

m

)

V

0

(

α . ρ

.s.

V

P

R

).dV

+

A.

A

m

µ

=

.

t

0

P

µ

dt

(11)

(12)

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha 2 V ∆ P α . ρ
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha 2 V ∆ P α . ρ
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha 2 V ∆ P α . ρ

2

V

P

α . ρ

.s

 

+

R

.V

=

A.

A

.

2

m

µ

Ou:

t α . ρ

=

.s. µ

µ

.V +

V

2

2.A .

P

A.

P

.R

.t

m

(13)

(14)

α e R m são fatores determinados experimentalmente

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Dados de volume de filtrado (V) versus
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Dados de volume de filtrado (V) versus
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Dados de volume de filtrado (V) versus

Dados de volume de filtrado (V) versus tempo (t)

Onde:

Dados de volume de filtrado (V) versus tempo (t) Onde : tg β = µ ⋅

tgβ =

µ

α s ρ

2

A

2

⋅∆

P

b =

µ

R

m

A

⋅∆

P

obtém-se: tg β = µ ⋅ α ⋅ s ⋅ ρ 2 ⋅ A 2 ⋅∆

α

obtém-se R m m

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha 2 – Vazão constante 1 A .(dV
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha 2 – Vazão constante 1 A .(dV
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha 2 – Vazão constante 1 A .(dV

2 – Vazão constante

1

A

.(dV / dt) =

 

1

(

α . ρ

.s.

V

A

+ R

m

)

.

P

µ

(dV / dt) =

 

A.

 

(

 

V

)

α ρ

.

.s.

A

+ R

m

.

P

µ

(11)

(15)

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha dV = dt C V t =
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha dV = dt C V t =
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha dV = dt C V t =

dV =

dt

C

V

t

=

 

A.

 

(

α . ρ

.s.

V

A

+ R

m

)

  ( α . ρ .s. V A + R m ) . ∆ P µ

.

P

µ

V = C t

ou

A.t

µ

.

P

= α ρ

.

.s.

V

t

= C

V

2

A

+ R

m

P = {µ.α.ρ.s.(V / A) 2 + µ.R m .(V / A)}. 1/t

.V

(16)

(17)

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Como V = C.t Onde C é
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Como V = C.t Onde C é
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Como V = C.t Onde C é

Como V = C.t

Onde C é a própria vazão

( 2 ) µ ⋅ αρ ⋅ ⋅ s ⋅ C µ ⋅ R ⋅
(
2
)
µ
αρ ⋅ ⋅ s ⋅ C
µ
R
C
m
P
=
t +
2
A
A
2
µ
αρ s C
tgβ =
2
A
µ
R
C
m
a =
A

(18)

39

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtração com tortas compressíveis Observa-se que a
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtração com tortas compressíveis Observa-se que a
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtração com tortas compressíveis Observa-se que a

Filtração com tortas compressíveis

Observa-se que a porosidade e a resistência específica variam com a posição no interior da torta, devido as tensões mecânicas que tendem a comprimir a torta.

Admite-se que ε e α são funções da pressão compressiva definida como:

P P´ l(t)
P
l(t)

P 1

Ps = P – P´

Onde P é a pressão na “cabeça” da torta P´ é a pressão na seção imediatamente anterior ao meio filtrante

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Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Os teste de variação de ε e
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Os teste de variação de ε e
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Os teste de variação de ε e

Os teste de variação de ε e α com Ps podem ser realizados no laboratório com uma célula de permeabilidade com compressão. As curvas de ε e α são do tipo:

log α

compressão. As curvas de ε e α são do tipo: log α a b c log
a b c
a
b
c
As curvas de ε e α são do tipo: log α a b c log Ps

log Ps

log ε

a - ZnS

b - TiO 2

c - CaCO 3

curvas de ε e α são do tipo: log α a b c log Ps log

a

b

c

curvas de ε e α são do tipo: log α a b c log Ps log

log Ps

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha As correlações obtidas experimentalmente são do tipo:
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha As correlações obtidas experimentalmente são do tipo:
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha As correlações obtidas experimentalmente são do tipo:

As correlações obtidas experimentalmente são do tipo:

α = α ο Ps n ε = ε ο Ps m

Ou

α = α ο (∆P) n ε = ε ο (∆P) m

P(queda de pressão total) = P-P 1

n nos dá uma medida quantitativa da compressibilidade da torta

0 < n < 1

n

n 0 Tortas incompressíveis

0

Tortas incompressíveis

n

n 1 Tortas gelatinosas (ou compressível)

1

Tortas gelatinosas (ou compressível)

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Equação Geral da Filtração pode ser usada
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Equação Geral da Filtração pode ser usada
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Equação Geral da Filtração pode ser usada

Equação Geral da Filtração pode ser usada para tortas compressíveis, usando no lugar de α a < α >, resistência média específica da torta, assim:

dt

 <

> V

µ

α

ρ.

s .

P

A

=

dV A

+ R

m

< α > é obtido experimentalmente dos dados de tempo (t) e volume de filtrado (V) a vários P.

t

V

P 1

P 2

P 3

∆P 1 t ∆P 2 ∆P 3
∆P 1
t
∆P 2
∆P 3

V

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EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Por integração gráfica de t x V,
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Por integração gráfica de t x V,
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Por integração gráfica de t x V,

Por integração gráfica de t x V, obtém-se dt/dV, assim:

∆P 1 dt/dV ∆P 2 ∆P 3
∆P 1
dt/dV
∆P 2
∆P 3

V

dt/dv = dt/dV = t 2 –t 1

V 2 -V 1

V = V 1 + V 2
V = V 1 + V 2

2

coef.linear =

µ

Rm

 
 

A

P

coef. angular → α para cada P

< α > para cada P nos dá o coeficiente angular das retas e pela correlação empírica, tem-se:

log < α > = log α o + n log P

α = α ο (∆P) n

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EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro Rotativo θ N – Número de
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro Rotativo θ N – Número de
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro Rotativo θ N – Número de

Filtro Rotativo

Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro Rotativo θ N – Número de rotações por

θ

N – Número de rotações por unidade de tempo I – Fração do filtro imersa (θ/360)

Tempo de 1 ciclo será 1/N Tempo de filtração em cada ciclo(t f )

t f = I/N

Define-se a capacidade do filtro Q por:

Q =

V

1/ N

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Q = V.N onde V é o
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Q = V.N onde V é o
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Q = V.N onde V é o

Q = V.N

onde V é o volume de filtrado retirado em um ciclo

Dados de Q versus N

volume de filtrado retirado em um ciclo Dados de Q versus N Transforma-se os dados para

Transforma-se os dados para t f versus V

de Q versus N Transforma-se os dados para t f versus V t f =I/N e

t f =I/N

e

V=Q/N

Com a tabela de dados de t f e V procede-se da mesma maneira descrita anteriormente para tortas compressíveis ou incompresíveis

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro em Batelada * Ciclo ótimo de
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro em Batelada * Ciclo ótimo de
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Filtro em Batelada * Ciclo ótimo de

Filtro em Batelada

* Ciclo ótimo de filtração

Seja:

t

t

V = volume de filtrado

T total = t f +t d = t t (sem lavagem da torta)*

tempo de filtração

=

= tempo de demantelamento, limpeza e montagem

f

d

O tempo ótimo de filtração é aquele que maximiza a função W, definida por:

W =

V

t

t

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Para filtração a pressão constante: t 
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Para filtração a pressão constante: t 
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Para filtração a pressão constante: t 

Para filtração a pressão constante:

t

µ

αρ .s.

=

P

2A

f A

Ou também,

V

t

f

= B

1

V

2

+ B

2

V

2

+

R

m

V

Ou também, V t f = B 1 V 2 + B 2 V 2 +

B 1

=

B

2

µαρ .s

2A

2

P

µ

R

m

A

P

=

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha W = V B 1 V 2
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha W = V B 1 V 2
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha W = V B 1 V 2

W

=

V

B

1

V

2 +

B

2

V

+

t

d

W será máximo para p/ dW/dV=0 e, nesse caso V será, V ótimo

t

d

= B

1

V

2

ótimo

nesse caso V será, V ó t i m o t d = B 1 V

V

ótimo

=

t d B 1
t
d
B
1

2

ótimo

+ B

2

V ótimo

(

t

f )

ótimo

=

B

1 V

OBS.: Quando R m 0; B 2 0 (t f )ótimo = B 1 V
OBS.: Quando R m
0; B 2
0
(t f )ótimo = B 1 V 2 ótimo = t d

(t f )ótimo = t d

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EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha A produção ótima será: W ótimo =
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha A produção ótima será: W ótimo =
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha A produção ótima será: W ótimo =

A produção ótima será:

W ótimo

=

t / B d 1 + B t / B 2 d 1
t
/ B
d
1
+ B
t
/ B
2
d
1

2t

d

Ou ainda

Com

B

m =

1

=

m

n

B

A

2

A

2

;

2

=

α µρ

s

µ

R

m

e

n =

2

P

P

W ótimo

=

 

A

  A t d / m  

t

d

/ m

 

2t

+

n

t

/ m

d

 
d   d

d

Obtém-se a área ótima de filtração

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Lavagem nas tortas torta a) Lavagem Simples
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Lavagem nas tortas torta a) Lavagem Simples
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Lavagem nas tortas torta a) Lavagem Simples

Lavagem nas tortas

torta

a) Lavagem Simples

C.S. Rocha Lavagem nas tortas torta a) Lavagem Simples Água de lavagem b) Lavagem “through” Água

Água de lavagemKatia Tannous e Sandra C.S. Rocha Lavagem nas tortas torta a) Lavagem Simples b) Lavagem “through”

b) Lavagem “through”

Água de lavagem

C.S. Rocha Lavagem nas tortas torta a) Lavagem Simples Água de lavagem b) Lavagem “through” Água

EQ651 - Material Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha

Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Auxiliares de filtração: substâncias adicionadas à
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Auxiliares de filtração: substâncias adicionadas à
Elaborado pelas Profas. Katia Tannous e Sandra C.S. Rocha Auxiliares de filtração: substâncias adicionadas à

Auxiliares de filtração: substâncias adicionadas à suspensão - coadjuvantes

1)

2)

3)

Proteção meio filtrante (pré-coat) Mudança nas características da torta – são finamente divididos, com estrutura rígida, que formam tortas abertas, não compressíveis (1 e 2) terra diatomáceas – consiste de esqueletos de animais marinhos pequenos. É obtido de grandes depósitos superficiais (principalmente como 2)