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Aula 8 Validade e Confiabilidade
Aula 8 Validade e Confiabilidade

Aula 8

Aula 8 Validade e Confiabilidade
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Validade e Confiabilidade
Validade e Confiabilidade
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Aula 8 Validade e Confiabilidade

Competência

Capacidade para interpretar a validade dos resultados de exames diagnósticos.

Habilidade
Habilidade

Conhecer o conceito de sensibilidade, especificidade, valor preditivo negativo e positivo.

diagnósticos. Habilidade • Conhecer o conceito de sensibilidade, especificidade, valor preditivo negativo e positivo.
diagnósticos. Habilidade • Conhecer o conceito de sensibilidade, especificidade, valor preditivo negativo e positivo.
diagnósticos. Habilidade • Conhecer o conceito de sensibilidade, especificidade, valor preditivo negativo e positivo.
Conhecimentos • Capacidade a importância dos conceitos de sensibilidade, especificidade e valores preditivos na
Conhecimentos • Capacidade a importância dos conceitos de sensibilidade, especificidade e valores preditivos na

Conhecimentos

Capacidade a importância dos conceitos de sensibilidade, especificidade e valores preditivos na interpretação de resultados diagnósticos.

Plano de aula
Plano de aula

Teórica: Conceitos de sensibilidade, especificidade e valores preditivos.

Conceitos de sensibilidade, especificidade e valores preditivos. • Prática: laboratório com exercícios sobre o tema

Prática: laboratório com exercícios sobre o tema

Conceitos de sensibilidade, especificidade e valores preditivos. • Prática: laboratório com exercícios sobre o tema

Muitas das intervenções em saúde são sustentadas na base de um DIAGNÓSTICO.

em saúde são sustentadas na base de um DIAGNÓSTICO. Diagnóstico: É realizado mediante um indicador ou
em saúde são sustentadas na base de um DIAGNÓSTICO. Diagnóstico: É realizado mediante um indicador ou

Diagnóstico:

É realizado mediante um indicador ou variável

diagnóstica e um valor desse indicador (Ponto de corte) que classifica os indivíduos em duas categorias

e um valor desse indicador (Ponto de corte) que classifica os indivíduos em duas categorias mutuamente

mutuamente excludentes.

e um valor desse indicador (Ponto de corte) que classifica os indivíduos em duas categorias mutuamente

Ex. Para crianças desnutridas

método de diagnóstico valor de peso corporal da criança Peso = indicador Ponto de corte
método de diagnóstico
valor de peso corporal da criança
Peso = indicador
Ponto de corte = o valor do peso abaixo do qual toda
criança será classificada como desnutrida.
Nem todas as crianças desnutridas que têm o peso
abaixo do ponto de corte estão desnutridas; nem
todas as crianças desnutridas têm peso abaixo desse
valor. Isto porque o indicador peso não é uma
indicador perfeito de desnutrição infantil.
Instrumentos diagnósticos - Testes laboratoriais - Procedimentos de interrogatório - Exame Físico - Métodos
Instrumentos diagnósticos - Testes laboratoriais - Procedimentos de interrogatório - Exame Físico - Métodos

Instrumentos diagnósticos

Instrumentos diagnósticos - Testes laboratoriais - Procedimentos de interrogatório - Exame Físico - Métodos
Instrumentos diagnósticos - Testes laboratoriais - Procedimentos de interrogatório - Exame Físico - Métodos
Instrumentos diagnósticos - Testes laboratoriais - Procedimentos de interrogatório - Exame Físico - Métodos
Instrumentos diagnósticos - Testes laboratoriais - Procedimentos de interrogatório - Exame Físico - Métodos
Instrumentos diagnósticos - Testes laboratoriais - Procedimentos de interrogatório - Exame Físico - Métodos

- Testes laboratoriais

- Procedimentos de interrogatório

- Exame Físico

- Métodos Propedêuticos

diagnósticos - Testes laboratoriais - Procedimentos de interrogatório - Exame Físico - Métodos Propedêuticos

Procedimentos de triagem na população

1 - Objetivo:

- indivíduos aparentemente sadios - em grandes grupos populacionais
- indivíduos aparentemente sadios
- em grandes grupos populacionais

Determinar se há suficiente evidência de condição de uma determinada doença, para ser submetido a um diagnóstico mais apurado.

2 - Critérios de aplicação:

condição de uma determinada doença, para ser submetido a um diagnóstico mais apurado. 2 - Critérios
condição de uma determinada doença, para ser submetido a um diagnóstico mais apurado. 2 - Critérios
condição de uma determinada doença, para ser submetido a um diagnóstico mais apurado. 2 - Critérios

3 - Características:

3 - Características: - são bem menos específicos - baixo custo - não servem como base
3 - Características: - são bem menos específicos - baixo custo - não servem como base
3 - Características: - são bem menos específicos - baixo custo - não servem como base
3 - Características: - são bem menos específicos - baixo custo - não servem como base
3 - Características: - são bem menos específicos - baixo custo - não servem como base
3 - Características: - são bem menos específicos - baixo custo - não servem como base
- são bem menos específicos - baixo custo - não servem como base para tratamento
- são bem menos específicos
- baixo custo
- não servem como base para tratamento
- aceitabilidade: sujeito
comunidade
ética
menos específicos - baixo custo - não servem como base para tratamento - aceitabilidade: sujeito comunidade
menos específicos - baixo custo - não servem como base para tratamento - aceitabilidade: sujeito comunidade
menos específicos - baixo custo - não servem como base para tratamento - aceitabilidade: sujeito comunidade
menos específicos - baixo custo - não servem como base para tratamento - aceitabilidade: sujeito comunidade

Critérios de validade de um teste diagnóstico

Critérios de validade de um teste diagnóstico Confiabilidade/Reprodutibilidade/Repetibilidade: Refere-se à

Confiabilidade/Reprodutibilidade/Repetibilidade:

Refere-se à concordância ou consistência de resultados quando o exame se repete em condições similares e se interpreta sem conhecimento prévio dos resultados.

resultados quando o exame se repete em condições similares e se interpreta sem conhecimento prévio dos
resultados quando o exame se repete em condições similares e se interpreta sem conhecimento prévio dos
resultados quando o exame se repete em condições similares e se interpreta sem conhecimento prévio dos

Exemplo:

Exemplo: Dois radiologistas que lê em independentemente as mesmas radiografias e chegam ao mesmo diagnóstico alcançam
Exemplo: Dois radiologistas que lê em independentemente as mesmas radiografias e chegam ao mesmo diagnóstico alcançam
Exemplo: Dois radiologistas que lê em independentemente as mesmas radiografias e chegam ao mesmo diagnóstico alcançam
Exemplo: Dois radiologistas que lê em independentemente as mesmas radiografias e chegam ao mesmo diagnóstico alcançam
Dois radiologistas que lê em independentemente as mesmas radiografias e chegam ao mesmo diagnóstico alcançam

Dois radiologistas que lêem independentemente as mesmas radiografias e chegam ao mesmo diagnóstico alcançam o nível máximo de reprodutibilidade. Mas os dois podem estar igualmente corretos ou igualmente errados em seus diagnósticos

máximo de reprodutibilidade. Mas os dois podem estar ig ualmente corretos ou igualmente errados em seus
máximo de reprodutibilidade. Mas os dois podem estar ig ualmente corretos ou igualmente errados em seus
máximo de reprodutibilidade. Mas os dois podem estar ig ualmente corretos ou igualmente errados em seus

Fatores que influenciam a confiabilidade

Condições do paciente e do laboratório nos quais o teste é aplicado podem não ser as mesmas. Ex. níveis de cortisol durante o dia.

não ser as mesmas. Ex. níveis de cortisol durante o dia. • Variabilidade inter-observador: o teste

Variabilidade inter-observador: o teste pode ter

influência de divergências na interpretação de dois

observadores diferentes.

Variabilidade intra-observador: o teste pode ter

influência na interpretação que realiza um observador

em 2 momentos distintos.

intra-observador: o teste pode ter influência na interpretação que realiza um observador em 2 momentos distintos.
Na avaliação da reprodutibilidade de um teste deve ser levado em conta se as condições
Na avaliação da reprodutibilidade de um teste deve ser levado em conta se as condições
Na avaliação da reprodutibilidade de um teste deve ser levado em conta se as condições
Na avaliação da reprodutibilidade de um teste deve ser levado em conta se as condições
Na avaliação da reprodutibilidade de um teste deve ser levado em conta se as condições
Na avaliação da reprodutibilidade de um teste deve ser levado em conta se as condições
Na avaliação da reprodutibilidade de um teste deve ser levado em conta se as condições

Na avaliação da reprodutibilidade de um teste deve ser levado em conta se as condições técnicas e biológicas foram idênticas quando se repete o teste.

um teste deve ser levado em conta se as condições técnicas e biológicas foram idênticas quando
um teste deve ser levado em conta se as condições técnicas e biológicas foram idênticas quando
um teste deve ser levado em conta se as condições técnicas e biológicas foram idênticas quando

Variabilidade intra e inter-observador:

Observador A

Observador B

intra e inter-observador: Observador A Observador B A B 1º Exame Variabilidade inter-observador intra-
A B 1º Exame Variabilidade inter-observador intra- Variabilidade inter-observador A 2º Exame B
A
B
1º Exame
Variabilidade
inter-observador
intra-
Variabilidade
inter-observador
A
2º Exame
B
intra- Variabilidade inter-observador A 2º Exame B Variabilidade intra- observador Variabilidade observador
intra- Variabilidade inter-observador A 2º Exame B Variabilidade intra- observador Variabilidade observador

Variabilidade

intra-

observador

Variabilidade

observador

intra- Variabilidade inter-observador A 2º Exame B Variabilidade intra- observador Variabilidade observador
intra- Variabilidade inter-observador A 2º Exame B Variabilidade intra- observador Variabilidade observador
intra- Variabilidade inter-observador A 2º Exame B Variabilidade intra- observador Variabilidade observador
Validade ou acurácia: Uma medição é válida se é apropriada para a questão que se

Validade ou acurácia:

Validade ou acurácia: Uma medição é válida se é apropriada para a questão que se esta
Validade ou acurácia: Uma medição é válida se é apropriada para a questão que se esta
Validade ou acurácia: Uma medição é válida se é apropriada para a questão que se esta

Uma medição é válida se é apropriada para a questão que se esta pesquisando ou se mede corretamente ou que se propõe.

A validade informa se os resultados representam a “verdade” ou o quanto se afastam dela.

ou que se propõe. A validade informa se os resultados representam a “verdade” ou o quanto
ou que se propõe. A validade informa se os resultados representam a “verdade” ou o quanto
ou que se propõe. A validade informa se os resultados representam a “verdade” ou o quanto
Negativo verdadeiro Positivo verdadeiro
Negativo verdadeiro
Positivo verdadeiro
D. O.
D. O.
Negativo verdadeiro Positivo verdadeiro D. O.
Negativo verdadeiro Positivo verdadeiro D. O.
Negativo verdadeiro Positivo verdadeiro D. O.

Fatores que afetam a capacidade diagnóstica de um teste

Variabilidade da população sem a doença Variabilidade da população com a doença
Variabilidade da população
sem a doença
Variabilidade da população
com a doença

Relação entre confiabilidade e validade

Relação entre confiabilidade e validade
Relação entre confiabilidade e validade

R e s u lta dos do

d e s e m p e n ho

d ia gnós tic o

pa ra

c â n c e r

de

m a m a

de um

nov o te s te

e m

2 0 0

m u lh e re s

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nódulo m a m á rio únic o .

N o v o T este

B io p s ia

P o s itiv o

N e g a tiv o

P

o s itiv o

6

5

7

0

N

e g a tiv o

3

5

3

0

B io p s ia P o s itiv o N e g a tiv o
B io p s ia P o s itiv o N e g a tiv o

Quando avaliamos um teste diagnóstico 4 situações são possíveis:

⇒ o teste é
⇒ o teste é

1. Resultado Verdadeiro Positivo (VP) positivo e o indivíduo tem a doença

2. Resultado Falso positivo (FP) o teste é positivo e o indivíduo não tem a doença.

3. Resultado Falso Negativo (FN) o teste é negativo e o indivíduo tem a doença.

⇒ o teste é negativo e o indivíduo tem a doença. 4. Resultado Verdadeiro Negativo(VN) ⇒

4. Resultado Verdadeiro Negativo(VN) o teste é negativo e o indivíduo não apresenta a doença.

tem a doença. 4. Resultado Verdadeiro Negativo(VN) ⇒ o teste é negativo e o indivíduo não

R e s u lta dos do

d e s e m p e n ho

d ia gnós tic o

pa ra

c â n c e r

de

m a m a

de um

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nov o te s te m u lh e re s

2 0 0

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nódulo m a m á rio únic o .

N o v o T este

B io p s ia

P o s itiv o N e g a tiv o A B P o
P o s itiv o
N e g a tiv o
A
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6
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C
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3
5
3
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fa ls o s
n e g a tiv o s
v e rd a d e iro s
n e g a tiv o s
fa ls o s pos itiv o s C D N e g a tiv o
A validade de um teste diagnóstico pode ser avaliada através do cálculo da Sensibilidade e
A validade de um teste diagnóstico pode ser avaliada através do cálculo da Sensibilidade e
A validade de um teste diagnóstico pode ser avaliada através do cálculo da Sensibilidade e
A validade de um teste diagnóstico pode ser avaliada através do cálculo da Sensibilidade e
A validade de um teste diagnóstico pode ser avaliada através do cálculo da Sensibilidade e
A validade de um teste diagnóstico pode ser avaliada através do cálculo da Sensibilidade e
A validade de um teste diagnóstico pode ser avaliada através do cálculo da Sensibilidade e

A validade de um teste diagnóstico pode ser avaliada através do cálculo da Sensibilidade e Especificidade, para o diagnóstico correto de um evento clínico e também sua capacidade preditiva.

da Sensibilidade e Especificidade, para o diagnóstico correto de um evento clínico e também sua capacidade
da Sensibilidade e Especificidade, para o diagnóstico correto de um evento clínico e também sua capacidade
da Sensibilidade e Especificidade, para o diagnóstico correto de um evento clínico e também sua capacidade

Passos

1.

Seleção de um teste de referência (padrão ouro) que

1. Seleção de um teste de referência (padrão ouro) que separe corretamente indivíduos doentes de sadios.

separe corretamente indivíduos doentes de sadios. Este teste deverá fornecer sempre a resposta correta em indivíduos doentes e sadios.

2.

padrão separe os indivíduos livres da doença e com a doença.

Escolha de um grupo de pacientes que segundo o

3.

Cálculo dos resultados concordantes e discrepantes.

e com a doença. Escolha de um grupo de pacientes que segundo o 3. Cálculo dos

Sensibilidade e Especificidade

Novo

Teste

Positivo

Negativo

Doença

Presente

Ausente

a

b

c

d

Sensibilidade e Especificidade Novo Teste Positivo Negativo Doença Presente Ausente a b c d
Sensibilidade e Especificidade Novo Teste Positivo Negativo Doença Presente Ausente a b c d
Sensibilidade Proporção de indivíduos com a doença que são identificados corretamente pelo teste. Indica o
Sensibilidade Proporção de indivíduos com a doença que são identificados corretamente pelo teste. Indica o

Sensibilidade

Sensibilidade Proporção de indivíduos com a doença que são identificados corretamente pelo teste. Indica o quão
Sensibilidade Proporção de indivíduos com a doença que são identificados corretamente pelo teste. Indica o quão
Sensibilidade Proporção de indivíduos com a doença que são identificados corretamente pelo teste. Indica o quão

Proporção de indivíduos com a doença que são identificados corretamente pelo teste. Indica o quão bom é um teste em identificar a doença em questão.

que são identificados corretamente pelo teste. Indica o quão bom é um teste em identifi car
que são identificados corretamente pelo teste. Indica o quão bom é um teste em identifi car
que são identificados corretamente pelo teste. Indica o quão bom é um teste em identifi car
que são identificados corretamente pelo teste. Indica o quão bom é um teste em identifi car
que são identificados corretamente pelo teste. Indica o quão bom é um teste em identifi car
Especificidade Proporção de indivíduos sem a doença que são identificados corretamente pelo teste. Indica o
Especificidade Proporção de indivíduos sem a doença que são identificados corretamente pelo teste. Indica o

Especificidade

Especificidade Proporção de indivíduos sem a doença que são identificados corretamente pelo teste. Indica o quão
Especificidade Proporção de indivíduos sem a doença que são identificados corretamente pelo teste. Indica o quão
Especificidade Proporção de indivíduos sem a doença que são identificados corretamente pelo teste. Indica o quão

Proporção de indivíduos sem a doença que são identificados corretamente pelo teste. Indica o quão bom é um teste em identificar indivíduo sem doença em questão.

identificados corretamente pelo teste. Indica o quão bom é um teste em identificar indivíduo sem doença
identificados corretamente pelo teste. Indica o quão bom é um teste em identificar indivíduo sem doença
identificados corretamente pelo teste. Indica o quão bom é um teste em identificar indivíduo sem doença
Valor preditivo positivo (VPP) É usado para ajudar a predizer qual a probabilidade de se

Valor preditivo positivo (VPP)

Valor preditivo positivo (VPP) É usado para ajudar a predizer qual a probabilidade de se ter
Valor preditivo positivo (VPP) É usado para ajudar a predizer qual a probabilidade de se ter

É usado para ajudar a predizer qual a probabilidade de se ter a doença se o resultado do teste for positivo. É também conhecido como probabilidade pós-teste e

do teste for positivo. É também conhecido como probabilidade pós-teste e probabilidade posterior de se ter
do teste for positivo. É também conhecido como probabilidade pós-teste e probabilidade posterior de se ter

probabilidade posterior de se ter a doença.

do teste for positivo. É também conhecido como probabilidade pós-teste e probabilidade posterior de se ter
do teste for positivo. É também conhecido como probabilidade pós-teste e probabilidade posterior de se ter
Valor preditivo negativo (VPN) É não se ter a doença se o resultado do teste

Valor preditivo negativo (VPN)

Valor preditivo negativo (VPN) É não se ter a doença se o resultado do teste for
Valor preditivo negativo (VPN) É não se ter a doença se o resultado do teste for

É

não se ter a doença se o resultado do teste for negativo.

usado para ajudar a prever qual a possibilidade de

É

probabilidade posterior de não apresentar a doença.

também conhecido como probabilidade pós-teste e

de É probabilidade posterior de não apresentar a doença. também conhecido como probabilidade pós-teste e
de É probabilidade posterior de não apresentar a doença. também conhecido como probabilidade pós-teste e
de É probabilidade posterior de não apresentar a doença. também conhecido como probabilidade pós-teste e

SENSIBILIDADE

=

a / a + c

SENSIBILIDADE = a / a + c = d / b + d = ESPECIFICIDADE VALOR
SENSIBILIDADE = a / a + c = d / b + d = ESPECIFICIDADE VALOR
= d / b + d =
=
d / b + d
=

ESPECIFICIDADE

VALOR PREDITIVO POSITIVO

a / a + b

VALOR PREDITIVO NEGATIVO =

d / c + d

= a / a + c = d / b + d = ESPECIFICIDADE VALOR PREDITIVO
= a / a + c = d / b + d = ESPECIFICIDADE VALOR PREDITIVO
= a / a + c = d / b + d = ESPECIFICIDADE VALOR PREDITIVO

R e s u lta d o s

p a ra

d ia g n ó s tic o

do

d e s e m p e nho

cân c e r

d e

m a m a

de um

em

nov o te s te m u lh e re s

20 0

co m

nódulo m a m á rio únic o .

N o v o T este

B io p s ia

P o s itiv o

N e g a tiv o

P

o s itiv o

6

5

7

0

N

e g a tiv o

3

5

3

0

B io p s ia P o s itiv o N e g a tiv o
B io p s ia P o s itiv o N e g a tiv o
Exemplificando: Sensibilidade= 65/ 65 + 35 = 0,68 30 / 70 + 30 = 0,3
Exemplificando: Sensibilidade= 65/ 65 + 35 = 0,68 30 / 70 + 30 = 0,3

Exemplificando:

Sensibilidade=

65/ 65 + 35 = 0,68

30 / 70 + 30 = 0,3
30 / 70 + 30 = 0,3

Especificidade=

Valor Preditivo Positivo=

65 / 135 = 0,48

Valor Preditivo Negativo= 30 / 65 = 0,46

0,68 30 / 70 + 30 = 0,3 Especificidade= Valor Preditivo Positivo= 65 / 135 =
0,68 30 / 70 + 30 = 0,3 Especificidade= Valor Preditivo Positivo= 65 / 135 =
0,68 30 / 70 + 30 = 0,3 Especificidade= Valor Preditivo Positivo= 65 / 135 =

Bibliografia

Drummond JP & Silva E. Medicina Baseada em evidências. Novo Paradigma assistencial e Pedagógico. Atheneu, 1999.

Novo Paradigma assistencial e Pedagógico. Atheneu, 1999. Fletcher RH, Fletcher SW, Wagner EH. Epidemiologia Clínica.

Fletcher RH, Fletcher SW, Wagner EH. Epidemiologia Clínica. Bases científicas da conduta médica. Artes Médicas, 1991.

Riegelman RK, Hirsch RP. Cómo estudiar un estudio y probar una prueba: lectura crítica de la literatura médica. Publicación Científica No. 531 Organización Panamericana de la Salud.

De Andrade ALS, Zicker F. OPS/FNSC/CENEPI. Métodos de Investigação Epidemiológica em Doenças transmissíveis. Volume 1. Brasília, 1997.

Abramson JH. Making sense of data. A self-Instruction manual on the interpretacion of epidemiological data. Oxford University Press,

1994.

sense of data. A self-Instruction manual on the interpretacion of epidemiological data. Oxford University Press, 1994.