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ESCOLA SUPERIOR DE CONTABILIDADE E GESTÃO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÃO

Plano Curricular do Curso de Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos com Habilitação em Higiene e segurança no Trabalho

Maputo 2009

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009

UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão

Plano Curricular do Curso de Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos com habilitação em Higiene e segurança no Trabalho

Mestre Madalena Chiconela Mestre Joaquim Eugenio Tchamo Mestre Augusto J.Mondlane Dra. Rita Paula de Sousa

Maputo 2009

UP – DP

3ª REFORMA CURRICULAR

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Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009

Índice 1. Missão, princípios e visão da up ........................................................................................... 7 2. Designação da licenciatura ................................................................................................... 7 3. Objectivos gerais do curso .................................................................................................... 7 4. Requisitos de acesso ao curso ............................................................................................... 8 5. Perfil profissional ................................................................................................................. 9 6. Perfil do graduado ................................................................................................................ 9 7. Duração do curso ................................................................................................................ 10 8. Componentes de organização do curso................................................................................ 11 9. Áreas de concentração do curso .......................................................................................... 13 10. Matrizes de organizacao curricular do curso de gestao de recuros humanos com habiltacao em higiene e segunca no trabalho .............................................................................................. 14 11. Plano de estudos da licenciatura em gestão de recursos humanos com habilitacao em higiene e seguranca no trabalho. ................................................................................................ 18 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 21. 22. Tabela de precedências do curso de gestão de recursos humanos ................................... 21 Tabela de equivalência .................................................................................................... 21 Plano de transição............................................................................................................ 22 Avaliação da aprendizagem ............................................................................................. 23 Formas de culminação do curso ....................................................................................... 23 Instalações e equipamentos existentes ............................................................................. 23 Corpo docente e técnico-administrativo existente ............................................................ 24 Análise de necessidades................................................................................................... 25 Recursos materiais........................................................................................................... 26 Conclusões ...................................................................................................................... 27 Referências bibliográficas ............................................................................................... 28 Programas tematticos - major ......................................................................................... 29

COMPONENTE DE FORMAÇÃO GERAL ....................................................................................... 29 Disciplina- técnicas de expressão em língua portuguesa ..................................................... 30 Disciplina – métodos de estudo e investigação científica..................................................... 36 Disciplina – inglês tecnico .................................................................................................. 41 Disciplina - antropologia cultural de moçambique .............................................................. 45 COMPONENTE DE FORMAÇÃO ESPECIFICA ................................................................................ 56 Disciplina: introdução à gestão ........................................................................................... 57

UP – DP

3ª REFORMA CURRICULAR

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...................163 24.......................................................... Pprogramas tematicos ........................................143 Disciplina –higiene no trabalho....................................................................156 Disciplina – legislação..................................117 Disciplina – estrategia empresarial.......................... 86 Disciplina – relações laborais.........................................................................119 Disciplina – gestão internacional de rh ................................................................... 64 Disciplina: introdução ao direito ........................................................................122 Disciplina – auditoria de rh .......................................................... 73 Disciplina – relações publicas ..............................153 Disciplina – avaliação e controlo de risco ......114 Disciplina – cultura e mudança organizacional ..................................................................................................................................................................................... 61 Disciplina – introdução à economia ...........................................................................................................................................................................................................................................................................................................150 Disciplina – organização da emergencia ...................Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Disciplina – introdução à gestão de recursos humanos ....................................................125 Disciplina – consultoria em rh .............................................................................................................................................................................................. 67 Disciplina – psicologia social e das organizações ...................................................................161 Disciplina – organização e metodos .............................. 94 Disciplina – recrutamento e selecção ...................... higiene e saúde trabalho .................................................... regulamento.............. 70 Disciplina – noções de contabilidade ...............148 Disciplina – gestão de prevenção ...................................103 Disciplina – direito administrativo ii .......................................................................................... 80 Disciplina – noções de marketing ........................................................................................................................................ 89 Disciplina: informática aplicada ................................................................................................................................. 97 Disciplina – desenho de sistemas de recompensa ..................... 83 Disciplina – planeamento de recursos humanos ..............................................................................................................129 Disciplina – comportamento organizacional...................... 77 Disciplina – gestão administrativa de pessoal...................................140 Disciplina – seguranca no trabalho.....................109 Disciplina – tecnicas de desenvolvimento de pessoal .............................................136 COMPONENTE DE FORMAÇÃO ESPECIFICA ........................................................................................................165 EDUCAÇÃO AMBIENTAL .............................................106 Disciplina – tecnicas de elaboracao e gestão de projectos... Temas transversais ..............minor ......................................................................................................................................................................132 23..........................166 EDUCAÇÃO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO ..................................136 Disciplina – orientação vocacional e profissional ......................................................................................................................................................................159 Disciplina – gestão administrativa de uma infraestrutura...................145 Disciplina – gestão de conflitos .............................................................111 Disciplina: fiscalidade ............................................................................................. normas de segurança...........................................................................................................................................................................................................................................................137 Disciplina – ética e deontologia profissional .............100 Disciplina – avaliação de desempenho ......................................................182 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 4 DE 186 .......... 91 Disciplina – direito administrativo i ..127 Disciplina – gestão e desenvolvimento de competencias ..................................................174 TEMAS E CONTEÚDOS SOBRE HIV/SIDA A SER ABORDADOS DE FORMA TRANSVERSAL....................

A actualização dessas competências. por uma crescente polivalência e por uma cada vez maior quantidade e rapidez de informação. conduz a que se torne cada vez mais importante uma gestão de pessoas assente em mecanismos flexíveis e de desenvolvimento permanente. a existência dessas modalidades de acção nos comportamentos profissionais dos colaboradores. no sentido de se prover o estudante de material bibliográfico necessário. para que a percentagem das horas de contacto por disciplina seja reduzida. As condições das missões e a obtenção dos objectivos só é possível se os colaboradores tiverem actualizadas algumas das competências que são modalidades de acções específicas requeridas num dado contexto.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 0. A formação em Gestão de Recursos Humanos joga um papel muito importante na sociedade. INTRODUÇÃO O presente plano curricular insere-se no âmbito da Reforma Curricular (RC) da Universidade Pedagógica (UP) que iniciou em 2007 após a aprovação do respectivo projecto pelo Conselho Universitário (CUP). pois. ou seja. as condições modernas da vida empresarial caracterizadas por uma maior mobilidade interfuncional e inter-áreas. por exemplo o facto de existirem disciplinas sem nehum enquadramento no curso. torna-se uma preocupação das empresas nos seus programas de melhoria de performance e de qualidade de prestação de serviços e de ganhos de oportunidade. Surge ainda da necessidade de se privilegiar mais a qualidade do que a quantidade. O Curso de Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos (LGRH) teve o seu início no ano de 2007. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 5 DE 186 . susceptíveis de serem observadas e validadas pela relação directa que apresentam relativamente aos resultados mensuráveis. no entanto ao longo da implementação do respectivo currículo surgem dificuldades de aplicação como.

tabela de equivalências. contribuindo desta forma na valorização do papel dos recursos humanos por forma que este. e conjuntos paralelos de cadeiras sobre economia/gestão. a Universidade Pedagógica introduziu o curso de Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos. plano de estudos. Nos pontos que se seguem descrevemos os seguintes aspectos relacionados com o currículo do Curso de GRH: Visão e missão da UP. perfil do graduado. O curso tem a duração de quatro anos e encontra-se organizado numa base semestral suportado em aulas de natureza teórica e prática com um núcleo duro das cadeiras sobre teorias. conclusão. métodos e técnicas de gestão de Recursos Humanos. formas de culminação. a habilitação ou Minor em Higiene e Segurança no Trabalho. tabela de precedências.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Face a realidade aludida. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 6 DE 186 . ciências sociais e direito de Trabalho. designação da licenciatura. requisitos de acesso. O Curso introduz ainda uma nova vertente. avaliação da aprendizagem. com Habilitação em Higiene e Segurança no Trabalho. resultante de uma reflexão e análise sobre o estágio actual do mercado do emprego. portanto a partir do terceiro ano o plano curricular prevê disciplinas de componente geral e específica. componentes de organização do curso. seja visto como a verdadeira charneira do negócio. programas temáticos. áreas de concentração do curso. plano de transição. referências bibliográficas. duração do curso. como forma de dar ao estudante a possibilidade de ter uma formação adicional. perfil profissional.

Objectivos Gerais do Curso O presente plano de estudos. científico. d) liberdade de criação cultural. b) igualdade e não discriminação. princípios e visão da UP A UP. Designação da Licenciatura Para que o graduado esteja habilitado a trabalhar em mais de uma área profissional. artística. e) participação no desenvolvimento económico. passando o curso a designar-se Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos. c) valorização dos ideais da pátria. 3. científica e tecnológica. A visão da Universidade Pedagógica é tornar-se um Centro de Excelência na área da educação e formação de professores e de outros técnicos. foi desenhado e estruturado de maneira a atingir em pleno os seguintes objectivos: UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 7 DE 186 . 2. social e cultural do país. actua de acordo com os seguintes princípios: a) democracia e respeito pelos Direitos Humanos. A Universidade Pedagógica orienta-se pelos princípios gerais e pedagógicos definidos nos artigos 1 e 2 da Lei nº 6/92 de 6 de Maio que aprova o Sistema Nacional de Educação (Universidade Pedagógica. ciência e humanidade. O diploma de Licenciatura tem a designação da licenciatura major de acesso e é indicado o curso minor realizado. da região e do Mundo. com Habilitação em Higiene e Segurança no Trabalho. Missão. que culmina com o grau de Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos com habilitação em Higiente e Segurança no Trabalho.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 1. 1995: 26). como instituição do Ensino Superior. Para o curso de Gestão de Recursos Humanos é oferecida uma área profissional e um minor em Higiene e Segurança no Trabalho. os cursos da UP devem ter currículos organizados em áreas de concentração maiores (major) e menores (minor).

Lei n° 5/2003 de 21 de Janeiro. Desenvolver comportamentos orientados para a resolução de situações contingências.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009  Proporcionar formação a nível de major em Gestão de Recursos Humanos e minor em Higiéne e Segurança no Trabalho. A admissão aos cursos baseia-se no que está preconizado no regulamento académico da UP. Desenvolver uma nova abordagem de Gestão de Recursos Humanos integrada nos objectivos estratégicos organizacionais fortemente orientados para resultados organizacionais. com vista à resolução de problemas do público a que se dirigem de maneira técnica e cientificamente. tem acesso aos cursos da UP:  Os graduados do Ensino Secundário Geral que tenham concluído a 12ª classe do Sistema Nacional de Educação.  Ser seleccionado mediante realização de exame de admissão. selecção. principalmente na área de recursos humanos. O plano de estudos elege igualmente como finalidades essenciais o desenvolvimento de capacidades. análise crítica fundamentada e alicerçada em elementos científicos. Assim. ética e socialmente fundados na recolha. designadamente. de impasse e conflitos numa organização.   Conhecer as mais recentes evoluções na área de Gestão de Recursos Humanos. ou equivalente.  Os graduados com o nível equivalente a 12ª classe para efeitos de continuação dos estudos.  Formar técnicos capazes de dar resposta às exigências e os desafios dos novos paradigmas organizacionais e tecnológicos. competências e pensamento lateral dos alunos. Requisitos de acesso ao curso O acesso aos cursos da UP será de acordo com a legislação em vigor no país. a Lei do Ensino Superior. interpretação e utilização de informação. 4. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 8 DE 186 .   Criar uma reserva estratégica de pessoal com potencial para gerir.

Dirigir e desenvolver os recursos humanos de uma instituição. 6. Técnicos de Recursos Humanos. Inspeccionar a aplicação das normas laborais nos sectores de trabalho. com habilitações para lidar com questões ligadas á Higiene e segurança no Trabalho. Assim. Auditores Internos de Recursos Humanos. As tarefas ocupacionais do Licenciado em Gestão de Recursos Humanos são:  Conceber a correcta aplicação das ferramentas de gestão de recursos humanos na empresa.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 5. nomeadamente:       Direcção de Recursos Humanos. os graduados devem saber aplicar conhecimentos de gestão de recursos humanos duma forma integrada nas seguintes dimensões do saber: UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 9 DE 186 . conceber o desenvolvimento e integração do sistema de gestão de recursos humanos. possibilitando a aquisição e desenvolvimento de competências para exercer a função de gestor de recursos humanos (major). Perfil profissional O Curso de Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos tem em vista proporcionar ao estudante uma sólida formação teórica e prática. Consultores Internos de Recursos Humanos Gestores de Empresas publicas ou privadas. O Licenciado em GRH presta serviços no sector Público ou Privado.  Analisar. Assessores para área do desenvolvimento do pessoal. Perfil do graduado O Curso de Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos deve proporcionar aos estudantes uma formação teórica e prática.     Auditoria de recursos humanos. Assessoria e consultoria em recursos humanos.

metodologias e técnicas de trabalho e procura esse conhecimento como forma de valorização pessoal e do ambiente laboral. É eficiente e eficaz na Gestão de Recursos Humanos nos sectores público e privado. correspondentes a oito semestres. Utiliza correctamente as normas de gestão de recursos humanos de modo a criar um bom clima organizacional. 7.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 No domínio do saber conhecer:  Desenvolve conceitos fundamentais sobre Gestão de Recursos Humanos (major) ou habilidades para Higiéne e Segurança no Trabalho (minor) e métodos apropriados. No domínio do saber fazer:    Garante o desenvolvimento integral dos Recursos Humanos sob sua gestão. sociais e profissionais. e está aberto a novas teoarias. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 10 DE 186 . No domínio do saber ser:    Respeita as diferenças culturais e pessoais das pessoas sob sua gestão. Analisa e avalia planos e projectos de desenvolvimento de recursos humanos. Duração do curso O curso de Gestão de Recursos Humanos tem a duração de quatro anos.     Estrutura o raciocínio de uma forma lógica e coerente. Participa na resolução dos diversos problemas que afectam o pessoal da sua organização. Conhece os princípios gerais que regulam a dinâmica das relações humanas.   Organiza e promove actividades de formação contínua dos recursos humanos. Gere os conflitos na organização aplicando as técnicas e estratégias de gestão de conflitos. Aplica conhecimentos científicos numa perspectiva multidisciplinar para a solução de vários problemas de génese multifactorial. Desenvolve competências pessoais. e a 240 Créditos.

Relações Públicas 19. Psicologia Social e das Organizações 6. Gestão administrativa de Pessoal 8. Recrutamento e Selecção 13. Informatica aplicada 12. Introdução à Economia 2. Introdução a Direito 3.7% c) Componente de Formação Geral (CFG) .10% Componente de formação específica: Major: 1. Desenho dos Sistemas de Recompensas 10. Técnicas de Elaboração e gestão de projectos 18. Relações Laborais UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 11 DE 186 . Introdução à Administração 4. Direito Administrativo II 15. Direito Administrativo I 11. Componentes de organização do curso A organização curricular na formação do Gestor de recursos humanos com habilitação em higiene e segurança no trabalho seguirá um modelo integrado em que serão privilegiadas três componentes de formação que terão os seguintes pesos relativos: a) Componente de Formação Específica (CFEs) . Noções de Marketing 7. Avaliação do Desempenho 17.83% b) Componente de Formação Prática (CFP) .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. Introdução à Gestão de Recursos Humanos 5. Planeamento de Recursos Humanos 9. Organização e Métodos 14. Estratégia Empresarial 16.

Estágio profissional Minor: 1. Segurança no trabalho 5. Higiene no trabalho 4. Cultura e Mudança Organizacional 27. Legislação. Gestao e administracao de uma infra-estrutura 10. Gestão da prevenção 3. Fiscalidade 21. Avaliação e controlo de riscos profissionais 6. Gestão de conflitos 7. regulamentos e normas de segurança. Ética e Deontologia Profissional Componente de Formação Geral 1. Orientação Vocacional e Profissional 9. Auditoria de Recursos Humanos 29. Técnicas de Desenvolvimento de Pessoal 24. higiene e saúde no trabalho 2. Comportamento organizacional 25.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 20. Gestão e Desenvolvimento de Competências 23. 3. Gestão Internacional de Recursos Humanos 28. Noções de Contabilidade 22. Organização da emergência 8. Consultoria em Recursos Humanos 26. 5. Técnicas de expressão Inglês Técnico Estatística Metodologia de estudos e Investigação Científica Antropologia Cultural de Moçambique UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 12 DE 186 . 4. 2.

ou seja. O estudante ingressa no curso e escolhe o minor no terceiro ano. 75% dos créditos.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Temas Transversais: 1. 2. 9. Integração Regional. 4. tal como os demais cursos da UP. devendo frequentar as disciplinas que compõem o minor do terceiro e quarto anos da Licenciatura. Higiene e Segurança no Trabalho. Crescimento Económico e Desenvolvimento. Género. nos quais serão também leccionadas disciplinas do plano curricular referente ao major. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 13 DE 186 . Áreas de concentração do curso O curso de GRH. ou seja. Economia e Globalização 3. O minor será numa única vertente. organizam-se segundo o sistema major e minor. A área major é a principal do curso e corresponde a 450 créditos.

96 2.64 3 3 3 3 3 3 24 4.08 2.2 15.7 1.6 48 48 48 80 80 80 384 77 52 52 70 70 70 391 125 100 100 150 150 150 775 Componente CODIGO DA DISCIPLINA DISCIPLINA Componente de Formação Área Cientifica Nuclear Complementar Creditos Academicos Horas semanais Total Contacto Estudo Contacto Horas Lectivas Semestrais Contacto Estudo Total Estudo UP_XX_101_B_4 UP_XX_102_B_1 UP_ESCOG_GRH_101_B_3 UP_ESCOG_GRH_102_B_6 UP_ESCOG_GRH_103_B_6 UP_ESCOG_GRH_104_B_6 UP_XX_(P)_101_B_3 2º SEMESTRE Técnicas de Expressão em LP Tema Transversal Introducao a gestao de RH Gestao administrativa de Pessoal Planeamento de RH Desenho de sistemas de Recompensa Prática Técnico-Profissional I CFG CFG CFEs CFEs CFEs CFEs CFP Linguas X X 4 1 3 6 6 6 3 29 1.7 2.14 10. Humanos R.36 3.2 1.7 2.7 2. Humanos R.4 1. Humanos R.7 2. Humanos R.7 2.2 15 48 52 10 100 25 75 150 150 150 75 725 R. Humanos X X X X X 48 80 80 80 48 399 27 70 70 70 27 326 Total Anual 60 31.7 783 717 1500 .92 1.6 1.4 2.2 3.2 3.29 3.92 3.92 1.7 20.08 2.7 0.04 3 1 3 3 3 3 3 25 2.8 1.68 49 37.08 13.29 15.08 0.2 3.92 0.8 2.8 15.08 2.1 2.8 2.5 1. Matrizes de Organizacao Curricular do Curso de Gestao de Recuros Humanos com Habiltacao em Higiene e Segunca no Trabalho 1ºANO Componente CODIGO DA DISCIPLINA DISCIPLINA Componente de Formação Área Cientifica Nuclear Complementar Creditos Academicos Total Contacto Estudo Horas semanais Contacto Estudo Horas Lectivas Horas Semestrais Contacto Estudo Total UP_XX_101_A_5 UP_XX_102_A_4 UP_XX_103_A_4 UP_XX_104_A_6 UP_XX_105_A_6 UP_XX_106_A_6 Métodos de Estudo e Investigação Científica CFG Introducao a economia CFEs Introdução a Direito CFEs Introducao a Gestão CFEs Nocoes de Marketing CFEs Psicologia social e das organizacoes CFEs TOTAL 1º SEMESTRE Metodologia de Investigacao Economia Direito Gestao Marketing Psicologia X X X X X X 5 4 4 6 6 6 31 1.4 17.8 2.08 2.7 2.8 2.2 3.32 28.

08 0.32 3 1 3 3 4 4 3 23 2.08 16.Humanos X X X X X X 4 4 6 6 6 3 29 1.Humanos Gestao Gestao X X X X X X X 4 1 3 4 6 6 3 31 1.44 3.4 21.92 2.58 1.5 4.29 1.Humanos Gestao R.56 2.44 1.4 19.08 2.5 15 48 52 10 100 25 75 100 150 150 75 775 48 48 64 64 48 367 27 52 86 86 27 408 Total Anual 60 28.7 1.92 0.08 14.58 2.6 48 64 64 64 64 48 352 52 36 86 86 86 27 373 100 100 150 150 150 75 725 TOTAL 1º SEMESTRE Componente CODIGO DA DISCIPLINA DISCIPLINA Componente de Formação Área Cientifica Nuclear Complementar Creditos Academicos Horas semanais Total Contacto Estudo Contacto Horas Lectivas Semestrais Contacto Estudo Total Estudo UP_XX_201_B_4 UP_XX_202_B_01 UP_XX_203_B_3 UP_ESCOG_GRH_201_B_4 UP_ESCOG_GRH_202_B_6 UP_ESCOG_GRH_203_B_6 UP_ESCOG_GRH_204_B_3 2º SEMESTRE Antropologia Cultural Tema Transversal: Gestao Ambiental Direito administrativo II Estrategia Empresarial Avaliacao do Desempenho Tecnicas de Elaboracao e Gestao de Projectos Relacoes Publicas CFG CFG CFEs CFEs CFEs CFEs CFEs Antropologia Gestao Direito Gestao R.9 4.7 0.5 1.44 3.08 1.29 14.29 14.4 1.5 1.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 2º ANO Componente CODIGO DA DISCIPLINA DISCIPLINA Componente de Formação Area Cientifica Nuclear Complementar Creditos Academicos Total Contacto Estudo Horas semanais Contacto Estudo Horas Lectivas Horas Semestrais Contacto Estudo Total UP_XX_201_A_4 UP_XX_202_A_4 UP_XX_203_A_6 UP_ESCOG_GRH_201_A_6 UP_ESCOG_GRH_202_A_6 UP_XX_(P)_201_A_03 Inglês tecnico Direito administrativo I Nocoes de contabilidade Recrutamento e Seleccao Organizacao e metodos Prática Técnico-Profissional II CFG CFEs CFEs CFEs CFEs CFP Linguas Direito Contabilidade R.08 2.4 2.76 31.5 4.68 2.5 1.6 1.1 719 781 1500 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 15 DE 186 .5 4.08 3.58 2.92 2.58 1.44 1.7 4.58 2.44 3.44 3.92 3 4 4 4 4 3 22 2.24 45 41.

5 15 48 52 10 100 25 100 75 125 125 175 725 UP_ESCOG_GRH_301_A_04 UP_XX_303_A_3 Fiscalidade UP_XX_304_A_5 UP_ESCOG_GRH_302_A_5 UP_ESCOG_M1_302_A_7 48 48 48 48 64 335 52 27 77 77 111 390 Informatica Aplicada Tecnicas de Desenvolv.08 4.08 1.29 1.92 2.5 2.7 1. Pessoal Avaliacao e controle de riscos profissionais X 7 29 TOTAL 1º SEMESTRE Componente CODIGO DA DISCIPLINA DISCIPLINA Componente de Formação Área Cientifica Nuclear Complementar Creditos Academicos Horas semanais Total Contacto Estudo Contacto Horas Lectivas Semestrais Contacto Estudo Total Estudo UP_ESCOG_M1_301_B_5 UP_ESCOG_GRH_301_B_5 UP_ESCOG_GRH_302_B_4 UP_ESCOG_M2_301_B_6 UP_ESCOG_M3_301_B_7 UP_XX_(P)_301_B_4 2º SEMESTRE Gestao Prevencao Gestao e Desenvol.Humanos HS Trabalho HS Trabalho R.56 1.Humanos HS Trabalho X X X X X X 4 1 4 3 5 5 1.9 48 48 48 64 64 48 320 77 77 52 86 111 52 455 125 125 100 150 175 100 775 X X 6 7 4 31 Total Anual 60 26.8 20.08 3.6 1.7 0.08 3.58 2.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 3º ANO Componente CODIGO DA DISCIPLINA DISCIPLINA Componente de Formação Área Cientifica Nuclear Complementar Creditos Academicos Total Contacto Estudo Horas semanais Contacto Estudo Horas Lectivas Horas Semestrais Contacto Estudo Total UP_ESCOG_M1_301_A_4 UP_XX_302_A_01 Estatística Tema transversalEmpreendidorismo Relacoes Laborais CFG CFG CFEs CFEs CFEs CFEs CFEs Matematica Gestao Direito Financas Informática R.08 0.92 1. competencias Gestao Internacional de RH Organizacao da emergencia Higiene no Trabalho Prática Técnico-Profissional III CFEs CFEs CFEs CFEs CFEs CFP HS Trabalho R.8 3.44 15.8 41 44.92 2.4 2.92 1.1 4.08 3.5 5.92 1.2 3 3 3 4 4 3 20 4.44 2.08 3.1 5.08 2.44 4.92 0.Humanos R.92 12.08 19.4 2.56 33.92 1.6 3 1 3 3 3 3 4 21 2.56 13.5 655 845 1500 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 16 DE 186 .7 4.3 23.4 4.1 2.Humanos X X X X 5 5 4 1.8 3.1 4.

08 0.9 2.72 17. normas de seguranca.1 1.29 1.92 1. Humanos R.08 3.08 3.28 11.08 4.4 3.92 1.4 1.1 6.7 4.48 2.64 36. Higiene e saude no trabalho Orientacao Vocacional e Profissional Consultoria em RH CFEs Gestao X 5 5 1. Humanos Gestao R.36 37 47.08 17.92 0.44 2.375 Creditos Academicos Horas semanais Total Contacto Estudo Contacto Horas Lectivas Semestrais Contacto Estudo Total Estudo UP_ESCOG_M1_401_B_5 UP_ESCOG_M1_402_B_5 Gestao de Conflitos Legislacao.7 0.56 1.08 1.08 4.92 1. Humanos X X X X X 48 48 48 48 48 312 77 102 102 27 102 438 6 6 3 6 31 TOTAL 1º SEMESTRE Componente CODIGO DA DISCIPLINA DISCIPLINA Componente de Formação Área Cientifica Nuclear Complementar 19 27. regulamento.4 5.4 15 48 52 10 100 25 125 150 150 75 150 750 Gestao Filosofia Gestao R. Humanos R.92 12.48 3 3 4 3 3 2 18 4.5 4.08 1.1 4. Humanos X X X X X 4 4 5 6 29 UP_ESCOG_M1_403_B_4 UP_ESCOG_GRH_401_B_4 UP_ESCOG_GRH_40_B_5 UP_XX_CC_401_B_6 2º SEMESTRE Cultura e Mudanca Organizacional CFEs Trabalho de Culminação de Curso CFEs Total Anual 60 23.92 1.92 1.2 23 48 48 64 48 48 32 288 77 77 36 52 77 118 437 125 125 100 100 125 150 725 CFEs CFEs CFEs HS Trabalho R.4 5.6 1.1 5.08 4.08 4.52 3.92 2.52 3 1 3 3 3 3 3 2.92 1.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4º ANO Componente CODIGO DA DISCIPLINA DISCIPLINA Componente de Formação Área Cientifica Nuclear Complementar Creditos Academicos Total Contacto Estudo Horas semanais Contacto Estudo Horas Lectivas Horas Semestrais Contacto Estudo Total UP_ESCOG_M1_403_A_4 UP_XX_402_A_01 UP_ESCOG_GRH_401_A_5 UP_ESCOG_M1_401_A_6 UP_ESCOG_GRH_402_A_6 UP_ESCOG_M1_402_A_3 UP_XX_(P)_401_A_6 Seguranca no Trabalho Tema transversalHIV/SIDA Comportamento Organizacional Etica e deontologia profisional Gestao e administracao de uma infra-estrutura Auditoria de RH Estágio Técnico-Profissional CFG CFG CFEs CFEs CFEs CFEs CFP HS Trabalho X X 4 1 5 1.8 591 909 1500 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 17 DE 186 .

1º ano Código Denominação CF AC Semestre 1º Métodos de Estudo e Investigação Científica UP_XX_101 _A_5 UP_XX_102 _A_4 UP_XX_103 _A_4 UP_XX_104 _A_6 UP_XX_105 _A_6 UP_XX_106 _A_6 UP_XX_101 _B_4 UP_XX_10 2_B_1 UP_ESCOG _GRH_101_ B_3 UP_ESCOG _GRH_102_ B_6 UP_ESCOG _GRH_103_ B_6 UP_ESCOG _GRH_104_ B_6 UP_XX_(P) _101_B_3 Total CFG Introdução a Economia Introdução a Direito Introdução a Gestão CFEs Gestão Noções de Marketing CFEs Marketing Psicologia Social e das Organizações Técnicas de Expressão em LP Tema Transversal Introducao a Gestão de RH Gestão Administrativa de Pessoal Planeamento de RH R.7 80 70 6 3 1. CFEs Humanos Desenho de Sistemas de Recompensa Prática TécnicoProfissional I X R.7 2. Plano de Estudos da Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos com Habilitacao em Higiene e Seguranca no Trabalho.7 2.7 1. CFEs Humanos R.5 48 48 80 80 80 48 15 52 52 70 70 70 52 10 4 4 6 6 6 4 1 25 2º ano UP_XX_20 1_A_4 UP_XX_20 2_A_4 UP_XX_20 3_A_6 UP_ESCO G_GRH_2 Inglês Técnico CFG Direito Administrativo I Nocções de Contabilidade Recrutamento e Selecção CFEs Direito Contabilid CFEs ade R.2 399 326 60 2.5 4. CFP Humanos 3 X 3 2.7 2.5 48 64 64 64 52 36 86 86 4 4 6 6 .Human CFEs os Linguas X X X X 3 4 4 4 17.4 80 48 70 27 6 3 X CFEs Psicologia X CFG CFG X R.1 48 77 5 2º Horas HCS HES HCT HET Cred 3 3 3 3 3 3 1 2.7 2. CFEs Humanos X R.9 4.4 48 27 3 Linguas X X Metodolo gia de Investigaç ão X 3 X CFEs Economia X CFEs Direito X 4.7 80 70 6 3 2.7 2.7 1.18 11. CFEs Humanos X 3 2.7 0.

Competências UP – DP Matemátic a X X 3 2.5 64 86 6 Avaliação do Desempenho Tecnicas de Elaboração e Gestão de Projectos X R.Human CFEs os X HS CFEs Trabalho HS CFEs Trabalho R.5 15 10 1 3 3 3 3 2.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 01_A_6 UP_ESCO G_GRH_2 02_A_6 UP_XX_( P)_201_A_ 03 UP_XX_2 01_B_4 UP_XX_2 02_B_01 UP_XX_20 3_B_3 UP_ESCO G_GRH_2 01_B_4 UP_ESCO G_GRH_2 02_B_6 UP_ESCO G_GRH_2 03_B_6 UP_ESCO G_GRH_2 04_B_3 Total Organização e Métodos CFEs Gestão Prática TécnicoProfissional II Antropologia Cultural Tema Transversal: Gestão Ambiental Direito Administrativo II Estratégia Empresarial CFP CFG X 4 X R.1 4.7 48 52 4 UP_XX_302_A_ 01 UP_ESCOG_GR H_301_A_04 UP_XX_303_A_ 3 UP_XX_304_A_ 5 UP_ESCOG_GR H_302_A_5 1 CFG Gestão X CFEs Direito X CFEs Financas Informátic CFEs a R.8 64 111 7 3 4.5 367 408 60 2.5 1.4 48 27 6 4 4.7 1.Human CFEs os 3ª REFORMA CURRICULAR 0.1 48 48 77 77 5 5 PÁG 19 DE 186 .5 64 86 4 3 X X CFG 1 3 3 2.1 4.5 64 86 6 Relações Públicas UP_ESCOG_M1 _301_A_4 Estatística CFG Tema Transversal Empreendidoris mo Relações Laborais Fiscalidade Informática Aplicada Técnicas de Desenvolv.4 2.Human CFEs os X 3 CFEs Gestão X 3 CFEs Gestão 23 3º ano 21.1 48 48 48 48 52 27 77 77 4 3 5 5 X X UP_ESCOG_M1 _302_A_7 UP_ESCOG_M1 _301_B_5 UP_ESCOG_GR H_301_B_5 4 X X 3 5.4 4.7 48 52 3 1.Human os Antropolo gia Gestão X CFEs Direito X 4 CFEs Gestão 4.7 0. Pessoal Avaliação e Controle de Riscos Profissionais Gestão Prevenção Gestão e Desenvol.7 48 15 48 48 52 10 27 52 3 4 1 3 4.

CFEs Humanos 4 X X 3 CFEs Gestão R.1 48 48 48 27 102 77 3 6 5 UP_ESCOG_M1 _403_B_4 UP_ESCOG_GR H_401_B_4 UP_ESCOG_GR H_40_B_5 UP_XX_CC_401 _B_6 Total UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 20 DE 186 .Human CFEs os HS CFEs Trabalho HS CFEs Trabalho R.1 48 77 5 3 1. Higiene e Saúde no Trabalho Orientação Vocacional e Profissional Consultoria em RH Cultura e Mudança Organizacional Trabalho de Culminação de Curso CFG HS Trabalho X X 1 CFG X CFEs Gestão X 3 CFEs Filosofia X 3 CFEs Gestão R.5 5.5 48 64 64 48 655 52 86 111 52 845 4 6 7 4 60 UP_ESCOG_GR H_402_A_6 UP_ESCOG_M1 _402_A_3 UP_XX_(P)_401 _A_6 UP_ESCOG_M1 _401_B_5 UP_ESCOG_M1 _402_B_5 3 3 3 1.8 3.4 5.1 48 77 5 0.7 4.9 2.Human CFP os 3 X X X 4 4 3 41 2.7 64 48 36 52 4 4 4. CFP Humanos CFEs Gestao X 3 HS CFEs Trabalho X R.8 32 591 118 909 6 60 4.3 44. Regulamento.4 48 102 6 5. CFEs Humanos R.1 48 77 5 X X X 5.2 47.4 48 102 6 3 4.4 4.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 UP_ESCOG_GR H_302_B_4 UP_ESCOG_M2 _301_B_6 UP_ESCOG_M3 _301_B_7 UP_XX_(P)_301 _B_4 Total 4º ano UP_ESCOG_M1 _403_A_4 UP_XX_402_A_ 01 UP_ESCOG_GR H_401_A_5 UP_ESCOG_M1 _401_A_6 Segurança no Trabalho Tema TransversalHIV/ SIDA Comportamento Organizacional Etica e Deontologia Profisional Gestão e Administração de uma Infraestrutura Auditoria de RH Estágio TécnicoProfissional Gestão de Conflitos Legislação.5 15 10 1 3 2. CFEs Humanos R.7 48 52 4 Gestao Internacional de RH Organização da Emergência Higiene no Trabalho Prática TécnicoProfissional III X R. Normas de Seguranca. CFEs Humanos 2 37 6.

Tabela de Precedências do Curso de Gestão de Recursos Humanos A inscrição em: Avaliação do Desempenho Gestão Internacional de Recursos Humanos Estrategia Empresarial Técnicas de desenvolvimento do pessoal Gestão Financeira Direito Administrativo II Depende da aprovação em: Recrutamento e Selecção Introdução a gestão de RH Introdução à Administração Avaliação do Desempenho Contabilidade Financeira Direito Administrativo I 13.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 12. Tabela de equivalência A disciplina Tecnicas de Expressão em LP Introdução à Economia Noções de Direito Introdução à Administração Introdução à Gestão de Recursos Humanos Psicologia Social e das Organizações Metodos de Estudos Investigação Científica Noções de marketing Gestão Administrativa de Pessoal Planeamento de Recursos Humanos Desenho de sistema de recompensas Inglês técnico Direito administrativo I Gestão de empresas Recrutamento e selecção Organização e Método Direito Administrativo II Estratégia Empresarial Avaliação de Desempenho Técnicas de Eaboração e gestão de Projectos Equivale a Tecnicas de Expressao Introdução à Economia Noções de Direito Introdução à Administração Introdução à Gestão de Recursos Humanos Psicologia Social e das Organizações Metodologia de Investigacao Cientifica Marketing Basico Gestão Administrativa de Pessoal Planeamento de Recursos Humanos Desenho de sistema de recompensas Ingles II Direito administrativo I Gestão de empresas Recrutamento e selecção Organização e Método Direito Administrativo II Estratégia Empresarial Avaliação de Desempenho Técnicas de Eaboração e gestão de Projectos Relações Públicas Estatística Relações laborais Relações Públicas Estatística Relações laborais UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 21 DE 186 .

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Gestão de Conflitos Contabilidade financeira Técnicas de Desenvolvimento do Pessoal Gestão e Desenvolvimento de Competências Gestão de Conflitos Contabilidade financeira Técnicas de Desenvolvimento do Pessoal Gestão e Desenvolvimento de Competências Gestão Internacional de RH Comportamento Organizacional Ética e Deontologia Profissional Auditoria de RH Gestão Financeira Orientação Vocacional Profissional Consultoria em RH Cultura e Mudança Organizacional Trabalho de Culminação de Curso Gestão Internacional de RH Comportamento Organizacional Ética e Deontologia Profissional Auditoria de RH Gestão Financeira Orientação Vocacional Profissional Consultoria em RH Diagnostico e Mudanca Organizacionaol Trabalho de Culminação de Curso 14. reprovarem de ano e não conseguirem completar o curso. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 22 DE 186 . b) Os estudantes que tenham transitado para o 4° ano em 2009 e que tenham reprovado em disciplinas do 3° ano. só deverão realizar as suas inscrições depois de consultarem a tabela de equivalências. terão mais uma oportunidade de fazer a disciplina do antigo currículo. nos moldes do actual currículo. c) Todos os estudantes que. numa disciplina do antigo currículo terá de se integrar no novo currículo de 2011. Se o estudante voltar a reprovar. pela segunda vez. nos anos subsequentes à introdução do novo currículo. afim de serem devidamente enquadrados no novo currículo. Plano de transição O curso de Licenciatura em GRH seguirá o seguinte plano de transição: a) Os estudantes que tiverem transitado para o 4° ano em 2009 continuam a reger-se pelos planos de estudos anteriores.

c. Sede da UP a. 4 computadores e 1 laptop UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 23 DE 186 . a escola tem recorrido às instalações das escolas primárias da cidade e província de Maputo. segundo o estipulado no regulamento académico. 2 anfteatros. Instalações e equipamentos existentes As aulas nas turmas numerosas são ministradas com recursos a equipamentos informáticos (computadores e datashow) o que facilita o acompanhamento e a compreensão dos conteúdos . 16. Sete computadores. onde encontramos: 1. obedecendo o que está estipulado do Regulamento Académico da UP. 5 salas de aulas.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 15. 3 secretárias e quatro cadeiras. Espaços próprios da escola localizam-se na UP – sede e na sede do PAGE. realização de seminários. Como solução intermédia. b. testes e exames. são as seguintes: a) Exame de conclusão b) Monografia científica 17. Avaliação da aprendizagem A avaliação no Curso de GRH assumirá um carácter formativo e contínuo. b. 3 gabinetes c. Formas de culminação do curso As formas de culminação do Curso de Licenciatura em GRH. ESCOG a. Uma impressora 2. Deste modo. Outro material que facilitava o processo de ensino e aprendizagem é a existência de um microfone em cada anfiteatro. A ESCOG tem um espaço físico bastante reduzido para o seu funcionamento. palestras. a avaliação irá consistir na elaboração de trabalhos práticos e teóricos.

Economia dos Transportes. Finanças Empresariais I e II. Direito Comercial. Contabilidade Sectorial. Empreendedorismo. Ética História do Administração Pública e Pensamento Económico. Direito Empresarial. Contabilidade Sectorial. Análise e Gestão de Projectos. Cálculo Financeiro I e II. Economia Monetária. Cálculo Financeiro I e II. Contabilidade de Custos I e II. Delegação de Nampula Castigo Jose Castigo Licenciado Contabilidade Financeira I e II. Empreendedorismo. Finanças Empresariais I e II. Chiconela Licenciado Noções de Direito. Logística Empresarial Madalena Santanta Delegação de Quelimane Nicário Vaz Melo Licenciado Contabilidade Financeira I e II. 4 cadeiras 18. Economia Juma Licenciado UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 24 DE 186 . Corpo docente e técnico-administrativo existente Ome Augusto José Mondlane Nível Mestre Áreas de Leccionação Introdução à Gestão. Macroeconomia. Contabilidade Financeira I e II. Gestão Estratégica. Análise e Gestão de Projectos. e. 1 secretária f. Contabilidade de Custos I e II.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 d. Finanças Empresariais I e II. Fiscalidade Administração Pública e Microeconomia. Gestão Estratégica. Empresarial. Gestão de Recursos Humanos. Contabilidade Financeira I e II.1. Contabilidade de Custos. Gestão de Recursos Humanos. Laboral Joaquim Eugénio Tchamo Licenciado Introdução à Gestão. 1 impressora. Logística Empresarial Carlos Mussa Doutorado Noções de Contabilidade. Corpo docente e técnico-administrativo existente 18. Direito Administrativo. Métodos de Estudos e Invesvtigação Científica David Alxandre Pinto Licenciada Introdução à Economia. Contabilidade de Custos I e II. Contabilidade Sectorial. Cálculo Financeiro I e II. Economia Internacional.

 Material bibliográfico temático. a ESCOG necessita de ser apetrechada em termos de:   Mobiliário apropriado para o desenvolvimento do PEA. com vista a permitir que os estudantes sejam munidos de um referencial teórico diversificado. na qual. sendo os outros restantes contratados com os fundos próprios da UP. procura-se despertar a capacidade deste realizar coisas através de transformação de ideias em prática através de um processo de ensino e aprendizagem motivador. Dispõe de dua técnica administrativa uma efectiva e outra Contratada. empregados e não empregados. 19. Está em curso o recrutamento de sete docentes efectivos nas diversas áreas específicas da escola. Também está em processo o recrutamento de dois técnicos médios e um superior. principalmente a pedagogia centrada no aluno. que lhes permita fazer estudos comparados sobre os vários paradigmas de gestão empresarial e integrá-los nos vários sistemas de administração em cursos nas várias partes do universo. Análise de necessidades Dada a necessidade de se dar resposta positiva aos novos modelos de pedagogia.  Formação e/ou capacitação de professores e investigadores em matéria de empreendedorismo. Material informático com vista a permitir aulas interectivas entre docentes e estudantes de outras delegações da UP e das outras instituições de ensino superir nacionais e estrangeiras conveniadas com a UP.  Meios de locomoção que possam facilitar deslocações internas tanto para a troca de experiências entre os funcionários das delegações com vista a UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 25 DE 186 .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 A ESCOG para o seu funcionamento tem oito docentes efectivos e um contratado pelos fundo do Orçamento do Estado. de modo. que de forma coordenada as duas áreas desenvolvam actividades sinérgicas com vista ao sucesso do PEA.  Capacidade em termos humano tanto a nível de académico assim como administrativo. com vista a formar graduados empreendedores.

filosofia dos novos cursos. condições materiais e humanas. etc. INSTITUIÇÕES COOPERAÇÃO  CONGÉNERA acordos com as instituições governamentais. SEMINÁRIOS COM DE  acordos de cooperação com as instituições de formação superior em Administração e Gestão para troca de experiência e capacitação dos docentes da UP. circulação de estudantes entre os cursos da ESCOG. que realizam programas e actividades inerentes aos cursos ministrados na ESCOG com vista ao enriquecimento dos currículos e assegurar espaço de realização de actividades práticas dos estudantes. não-governamentais. comunitárias. serventes RECURSOS HUMANOS RECURSOS MATERIAIS           realização de um seminário interno para a divulgação e discussão de todos os aspectos inerentes a implementação e funcionamento dos cursos: motivos da reforma. formas de cooperação com os parceiros..  Em suma: Tabela nº 5 – Descrição das necessidades do curso de bacharelato e licenciatura TIPO DE NECESSIDADES      DESCRIÇÃO DAS NECESSIDADES Duas salas de informática gabinete de trabalho para docentes devidamente apetrechado bibliografia em conformidade com as componentes de formação quatro retroprojectores dez tela Seis data-shouw Oitenta computadores para duas salas de informática dos estudantes Duas máquinas fotocopiadoras Seis impressoras lazer Duas impressoras Jet Noventa UPS 6 scanners docentes das disciplinas contidas no plano de estudos. ACORDOS UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 26 DE 186 . etc. da UP. seu contributo económico e social.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 permitir desenvolvimento de actividades harmoniosas em todas delegações com cursos da ESCOG. de outas Instituição Nacionais e instiutições internacionais. incluindo participação em cursos de pós-graduação.

justifica-se a presente reforma que se afigura necessária. dada a dinâmica do momento. procura-se despertar a capacidade deste realizar coisas através de transformação de ideias em prática através de um processo de ensino e aprendizagem motivador. facto que justifica a presente revisão do curso. com vista a formar quadros capacitados em matérias de Administração. global e a nível da CPLP.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Os condicionalismos aciama expostos. durante a sua implementação vários foram os constrangimentos. Neste contexto.  Atribuição de uma visão integrada do mundo de negócios embasado em diversas áreas de conhecimento. Nesse contexto. considerando que o curso devera se ajustar aos novos paradigmas. principalmente a pedagogia centrada no aluno.  Produção de um currículo dinâmico e que permite a mobilidade de estudantes em instituições de ensino superior a nível interno da UP e em outras instituições de ensino superior. a ESCOG necessita de ser apetrechada em termos de: 20. na qual. Conclusões O curso de Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos e Gestão de Recursos Humanos e Inspecção surgiu no âmbito da expansão de cursos de formação de outros profissionais na UP. conferindo ao graduado uma visão multifacetado de modo a responder aos vários desafios colocados aos profissionais da área. Neste sentido. com vista a conferirlhe uma nova estrutura de modo a dar resposta às expectativas do momento. o processo de reforma do cursos afigura-se de importância.  Ordenação das disciplinas de forma lógica e harmoniosa. Higiene e Segurança no Trabalho. visam a assegurar que a ESCOG dê resposta positiva aos novos modelos de pedagogia. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 27 DE 186 . e outras áreas afins. A reforma que o curso conhece singe-se principalmente no seguinte:  Adequação do curso às realidades nacional. Gestão de Recursos Humanos. regional.

2009. UP. Maputo. 2008.. MEC. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 28 DE 186 . UP. Maputo. 2007. Bases e directrizes curriculares para os cursos de graduação da Universidade Pedagógica. Comissão Central de Reforma Curricular. 2003 ____ Regulamento Académico para os Cursos de Bacharelato e Licenciatura. Guia para a apresentação do Plano Curricular do Curso. 2006 UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA. Comissão Central de Reforma Curricular.Normas para Produção e Publicação de Trabalhos Científicos na Universidade Pedagógica. UP. 2003 CEPE. Maputo. Projecto de Reforma Curricular da UP. _____ CEPE. _____ CEPE. Maputo.P. UP. Maputo. U. Referências bibliográficas MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Comissão Central de Reforma Curricular.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 21. Maputo. Plano Estratégico da Educação (Revsto) 20062011.

Major Componente de Formação Geral UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 29 DE 186 .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 PROGRAMAS TEMATICOS .

apropriação e intervenção na realidade exterior e interior. optou-se por uma apresentação genérica dos objectivos e conteúdos programáticos. será da responsabilidade do professor.1º Créditos – 4= 100 horas (48 de contacto e 52 de estudo) 0. Numa perspectiva de que o programa se destina a discentes de diferentes cursos. que considera necessários para a reflexão. Introdução O reconhecimento da importância de que a língua se reveste para o Homem a ela estar vinculado de modo que nela e por ela manifesta as suas diversas formas de pensar. por um lado.2º Tipo. Assim. o desenvolvimento de capacidades e aptidões que permitam ao sujeito de aprendizagem uma compreensão crítica das outras matérias de estudo e uma preparação eficiente para a sua profissão. a aquisição de determinadas técnicas de expressão e. cada um com a sua especificidade. este programa preconiza. fazer o levantamento dos conteúdos gramaticais. Considerando que é a Língua Portuguesa a que organiza os saberes curriculares das outras disciplinas. Ela assegura o desenvolvimento integrado das competências comunicativa e linguística. meio de conhecimento.Técnicas de Expressão em Língua Portuguesa Código Nível .Nuclear Ano . a par dos propostos. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 30 DE 186 . de modo a serem supridos os problemas existentes ao nível da competência linguística.2 Semestre . a partir da análise da textualidade dos discentes. agir e comunicar. sentir. Orientando-se os objectivos para o desenvolvimento da competência comunicativa e produtiva. por outro.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina. implica que ela seja entendida como elemento mediador da compreensão / expressão oral e escrita.

língua tendo em conta as suas componentes e seu para a 2. Objectivos gerais a. lexical. através de uma reflexão metódica e crítica sobre a estrutura do sistema linguístico. c. Nesse espírito. tendo em conta o público a que se destina. Aperfeiçoar o uso da funcionamento. passando a disciplina semestral e novamente revisto tendo em conta as constatações e observações feitas ao programa anterior e a necessidade cada vez crescente de responder às exigências dos discentes. semântica e pragmática. candidatos a professores. nas componentes fonológica. reformulado no âmbito da revisão curricular em 2003. Pré-requisitos Nenhum UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 31 DE 186 . dos diferentes cursos ministrados pela UP. 3. Desenvolver a competência comunicativa em Língua Portuguesa. na oralidade e na escrita. Desenvolver o conhecimento da língua e da comunicação. perspectivando os discursos tendo em vista a integração do sujeito de aprendizagem no seu meio socioprofissional. b. Utilizar a língua como instrumento de aquisição de novas aprendizagens compreensão e análise da realidade. de forma apropriada a diferentes situações de comunicação. Competências Os estudantes deverão: a. consoante os objectivos e as necessidades reais dos sujeitos de aprendizagem. Conhecer o funcionamento específico da pluralidade de discursos que os discentes manipulam quotidianamente nas disciplinas curriculares. 1.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 cabe ao professor organizar exercícios gramaticais. morfo-sintáctica. O programa visa desenvolver a compreensão oral e escrita em diferentes situações e fornecer instrumentos que permitam a manipulação de diferentes tipos de texto. apresentamos o presente programa de Língua Portuguesa e Técnicas de Expressão. estruturais ou de conceitualização. b.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. 06 5 5. 06 5 6. Plano Temático Temas Conteúdos Horas de contacto 06 Horas de estudo 10 1. 06 08 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 32 DE 186 . 2. Textos escritos de organização e pesquisa de dados  Tomada de notas  Técnicas de economia textual  Resumo  Plano do texto  Unidades de significação  Regras de elaboração de resumo Textos orais ou escritos de natureza didáctica ou cientifica  Texto Expositivo-Explicativo  A intenção de comunicação  A organização retórica e discursiva  As características linguísticas  A coerência e progressão textual           Texto Argumentativo Conceito de argumentação A organização retórica do texto Organização discursiva do texto Teses e argumentos Práticas discursivas Composição Escrita Planificação Produção Reconhecimento de esquemas de compreensão global  Expressão e compreensão oral  Princípios orientadores da conversação  Formas de tratamento  Tipos e formas de frase  Oralidade  Textos Funcionais /administrativos  A Acta  O Relatório  O Sumário  O CV 09 10 3 09 7 4.

A Frase Complexa – coordenação e subordinação Catogorias gramaticais Campos semânticos e relações lexicais. Aconselha-se a escolha de textos relacionados com as temáticas de cada curso assim como. reflectindo sobre as estruturas textuais. . aconselha-se a utilização de textos completos. Da mesma forma. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 33 DE 186 . Deste modo. avaliados nos trabalhos e / ou testes. Haverá um exame final do Semestre que consistirá numa prova escrita. A nota de frequência a atribuir no fim do Semestre será a média dos resultados obtidos em cada um dos objectivos definidos. . A nota final do Semestre será calculada com base na nota de frequência (com peso de 60%) e na nota de exame (com peso 40%). sempre que possível e outros materiais para o alargamento da cultura geral. O6 7 Total 48 52 5. orais e escritos. não se limitando apenas a nível oracional. translineação.      Reflexão sobre a língua Ortografia. são considerados instrumentos de avaliação: . 6. O tipo de avaliação corresponderá aos objectivos definidos incidindo sobre: . a elaborar dentro das horas de contacto e/ ou do tempo de estudo.Testes escritos (mínimo de dois). de acordo com as condições reais da instituição. Assim. todas as actividades seleccionadas pelo professor devem partir essencialmente da prática do sujeito de aprendizagem. Avaliação A avaliação deverá processar-se de uma forma contínua.Trabalhos individuais. pontuação. Métodos e Estratégias de Ensino-Aprendizagem Do ponto de vista metodológico considera-se que. o discente tem que praticar a língua portuguesa na oralidade e na escrita.Composição oral e escrita.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 7.Expressão oral e escrita. O professor deverá procurar diversificar os meios de ensino em função dos temas a abordar e. sistemática e periódica. acentuação. naturalmente. para atingir os objectivos traçados.

1998.5ª ed.. Cecília. C. Lisboa. 2ª ed. MATEUS. JUCQUOIS. M. Porto. 1989 Lisboa. M. & MOTA. CUNHA. LAKATOS. LUFT. Textos 1990.J. DIAS. 2006. & CINTRA. São Paulo. Língua de ensino .Lisboa. Celso Pedro. A. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 34 DE 186 . Textos editores. al. Editorial Editora. Metodologia Científica.Português 8. Metodologia de Pesquisa: Monografia. Lisboa.. 1997.Português. MAVALE. Teses. Porto editora.. 14ª FIGUEIREDO. Da Palavra ao Texto-Gramatica de Língua Portuguesa. L. e ARROJA.. Dicionário Prático de Regência Nominal. 2003. O. 2001. Gramática da Língua Portuguesa. Prontuário: Erros Corrigidos de Português. Bibliografia Básica BOAVENTURA. Em Português Claro. Motivar para a Escrita: Um Guia para Professores. sd. MARQUES. Maputo. 2003. Atlas. Lisboa. 2002. Edivaldo M. 1999. R. Cordas. 47ª ed. Atlas. de Andrade. FILHO. SANTOS. D. M..M. UP. & BIZARRO. São Paulo. Instituto Superior Pedagógico. São Paulo. Odete et. Maputo. ASA. Ática. 4ª ed. 199. J. CARRILHO. Programa de Língua Portuguesa e Técnicas de Dissertação. d’Silva. Lisboa. Redacção e Composição. et.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 7. E. Lisboa.al. M. caminho. Editorial presença. M. Sá da Costa. Gui. Breve Gramática do Português Contemporâneo. ed. Expressão. PRONTUÁRIO ORTOGRÁFICO DE LÍNGUA PORTUGUESA.L. & MARCONI... Outras Palavras. Resumo (Apontamentos).

& CASEIRO.S. J.d. Mário. A pesquisa qualitativa em Educação. J. SERAFINI. M. 2ª edição. SOARES. Gramática da Língua Portuguesa. Curso de Redacção II .. Landon and New York.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Notícias. Dicionário prático de verbos seguidos de preposições. VILELA. Como Fazer um Resumo. M. 2004. REI.. 1995. Editorial. Porto editora. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais. A. B. Editorial 2001. 2004. Esteves.A. Atlas. 2ª editorial Lisboa. Saber Estudar e Aprender. 1999. Fim de Século. Como se Faz um Trabalho Escolar. Lisboa. Presença. 2002. & MCLNTYRE. Almedina. Lisboa. Maria Teresa.N. SERAFINI.O Texto. Maria Teresa. presença. s. 1992. H. Editorial 9. Presença. São Paulo. 2ªed. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 35 DE 186 . Lisboa. Coimbra. TRIVINOS. 1996. VENTURA. Docentes A disciplina será leccionada por docentes da FL. Coloquail Portuguise-The complete course for beginners. SAMPAIO.

b. f. de uso de instrumentos de trabalho académico. Adquirir orientações lógicas. Desenvolver técnicas de estudo que permitam disciplinar o seu trabalho intelectual. c. Ser activo. Adquirir disciplina lógica e rigorosa para a expressão do seu pensamento. d. Desenvolver uma postura investigativa na sua aprendizagem. Objectivos Gerais a. Compreender a Ciência como um processo crítico de reconstrução permanente do saber humano. lógicos e conceptuais para que se desenvolva com eficiência e competência a aprendizagem nas diferentes áreas. construtivo. Integrar saberes na elaboração de um projecto de investigação. motivado. metodológicas e técnicas com vista à formação de hábitos de estudo.Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 36 DE 186 . Pré-requisitos . b. de produção e sistematização do conhecimento. Adquirir e desenvolver técnicas de estudo e iniciação à pesquisa. garantindo-lhes deste modo maior produtividade. autónomo e responsável na aquisição. Adquirir instrumentos técnicos. 2. c. Competências a.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Métodos de Estudo e Investigação Científica Código Nível – 2 Semestre – 1º Tipo – Nuclear Ano – 1º Créditos – 5= 125 horas (48 de contacto e 77 de estudo) 1. de leitura. aplicação e produção do conhecimentos. 3. e.

..) e de procedimento (histórico. hermenêutico. Exigências e desafios do ensino universitário: .métodos e técnicas de leitura.métodos e técnicas de memorização através da compreensão.revisão e sistematização das matérias. . trabalhos escritos. exames). monográfico. .métodos de abordagem (indutivo. comparativo. . estatístico. . etc. Tipos e métodos de pesquisa: . a revisão da literatura.tipos de relatórios de pesquisa. tipológico. objectivos.gestão do tempo/ horários de estudo. análise e interpretação de textos. Optimização do estudo no processo de aprendizagem: . . objectivos 5 7 10 5 5 10 10 10 4 5 10 5 5 10 6 5 10 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 37 DE 186 .a redação de um relatório:  o plano provisório. . trabalho de projecto. orçamento e cronograma.organização e planificação dos trabalhos e exercícios. referências bibliográficas. Planificação do estudo: .a elaboração do projecto de pesquisa:  tema.a preparação da pesquisa.preparação para as provas de avaliação.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. funcionalista e estruturalista). justificativa. dedutivo.condições ambientais e psicológicas pra o estudo. metodologia. dialéctico. 7 Elaboração de um relatório de pesquisa: . quadro teórico (referencial teórico). hipotéticodedutivo. Plano Temático Nº Tema Horas de Horas de contacto estudo 1 2 3. privilégios e oportunidades. . fenomenológico. Etapas da pesquisa científica: . descrição do estudo piloto.realização das tarefas escolares (sessões de estudo individual e em grupo.preparação para as aulas teórico-práticas e práticas. .tipos de pesquisa (pesquisa experimental ou quantitativa e pesquisa quantitativa). . .técnicas de concentração e de anotação (apontamentos).importância da motivação e projectos de vida.aprender a pensar: o papel da reflexão. problema. . testes. Motivação para o estudo: .responsabilidades. apêndices e anexos. hipóteses.

índice/ sumário/ tabela de conteúdos.posição e postura do candidato. digitação.errata. . desenvolvimento e conclusão).aspectos gráficos e técnicos da redacção  textos digitados. A componente teórica será repartida entre exposições do professor e exposições dos estudantes preparadas sob orientação do professor. Métodos de ensino-aprendizagem A disciplina de Métodos de Estudo e Investigação Científica terá um carácter teórico e prático. folha de rosto. Tal componente destina-se a fornecer orientações sobre os procedimentos de estudo e de pesquisa. ler e guardar informações. justiça e equidade). Total 48 5 5 77 5. anexos). metodologia.a estrutura de um relatório de pesquisa:  elementos pré-textuais (capa. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 38 DE 186 . pontuação. resumo/abstract)  elementos textuais (introdução. acentos e abreviaturas.  elementos pós-textuais (apêndices. notas de rodapé. parágrafos.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 da revisão bibliográfica. A defesa do trabalho científico: 3 9 . sublinhamento. citações. quadro teórico de referência. tempo verbal e formas de tratamento. lista de tabelas. configuração da página (papel. títulos dos itens e subitens. técnicas bibliográficas . . abordando desde a produção de conhecimento até a apresentação formal do trabalho. acessibilidade das fontes (fontes do trabalho científico. de ligação e de leitura). fichamento (tipos de fichas: fichas de citação. pessoa usada pelo autor da pesquisa (eu. numeração das folhas e dos rodapés. gráficos e quadros. Exigências éticas da pesquisa: 5 8 . sistema autor-data. nós ou 3ª pesssoa). formatação. justificativa. problema. margens. definições. . utilidade das notas. objectivos. bibliografia. citações. fontes primárias e secundárias). pesquisa bibliográfica.dia da defesa. rodapés. dificuldades e limitações.Quesitos da pesquisa (autonomia. lista de símbolos e abreviaturas. hipóteses. espaçamento). beneficência. dedicatória. tomada de posição. sistema citação-nota. nãomaleficência. numeração dos títulos. paráfrases.

RJ.. ed. Fundamentos de metodologia científica. José Madureira. São Paulo. Antonio. Língua de ensino  Português 8. Vozes. O Nome da Rosa. Sendo vasta a literatura na área da Metodologia de Investigação Científica. Avaliação A avaliação será contínua e sistemática.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Para além das aulas teóricas. 14. Ed. 15. a elaboração de citações. Nota: A disciplina de Métodos de Estudo e Investigação Científica não terá exame final.. Os instrumentos de avaliação serão: 1) Observação da participação nas aulas. A. Editorial Presença. 2000. João Ferreira de & PINTO. CHIZZOTTI. o fichamento dos textos. são indicadas obras de leitura obrigatória e são consideradas como sendo a bibliografia básica da disciplina. 6. a referenciação bibliográfica e a elaboração de índices. KOCHE. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. Nestas aulas. metodológicas e técnicas fornecidas nas aulas teóricas. etc. rev. 4. 2000.ed. CARVALHO. Tais actividades práticas poderão envolver a leitura e a análise de textos. ECO. notas de rodapé. Cortez Editora. Bibliografia ALMEIDA. Como se faz uma tese. 1999. serão leccionadas também aulas práticas. sumários. Umberto. 1997. paráfrases. e ampl. O programa que se apresenta deve ser considerado uma proposta de programação flexível e que deverá ser ajustada ao ritmo de aprendizagem dos estudantes e a natureza do curso. São Paulo. Petrópolis. 5. Teoria da Ciência e prática da pesquisa. os estudantes farão uso das directrizes lógicas. tomada de posição. A investigação nas Ciências Sociais. 7. Editora Perspectiva S. José CARLOS. 2) Um projecto de investigação individual. São Paulo. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 39 DE 186 . Alex Moreira et al. 1995.ed. Lisboa. Aprendendo metodologia científica: uma orientação para os alunos de graduação.

Antônio Joaquim. 21. Introdução à pesquisa em Ciências Sociais. Metodologia Científica.. Michel. TRIVINOS. A pesquisa qualitativa em educação. Marli E. 2. R. THIOLLENT. 1987. Atlas. Cortez editora. 6. uma tese. & MARCONI. LUDKE. Menga & ANDRÉ. NUNES. Marina de A. São Paulo. Manual da monografia: como se faz uma monografia. LUNA. Saraiva. São Paulo. uma dissertação. Eva M. Paulo. São Paulo. São Paulo. EDUC.A. Metodologia da pesquisa-acção.S. Cortez Editora. São Paulo. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo.ed. Editora Atlas S. Sérgio Vasconcelos de. EPU. 1986.A.ed. 1994. SEVERINO. Metodologia do trabalho científico.D. 200. 9. Docente A docência da disciplina será assegurada por docentes com um grau de Pós-graduação e alguma experiência de investigação.. São.ed.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 LAKATOS. rev.. 2000. 1991. 2000. Augusto N. e ampl. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 40 DE 186 . Luiz A.

b. fenómenos. Competências a. 3. servindo-se de apresentações curtas. leitura e escrita. c. Objectivos gerais a. Descrever situações.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Inglês tecnico Código – Nível – 2 Tipo – Nuclear Ano – 2º Semestre – 1º Créditos – 4 = 100 horas (48 de contacto e 52 de estudo) 1. b. estados usando uma lingaugem correcta. Pré-requisitos Ingles I UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 41 DE 186 . Explicar eventos ou situações oralmente ou através da escrita. fala. Desenvolver capacidades de escuta e de tomar notas ao mesmo tempo que se escuta ou toma parte numa entrevista ou seminário. Produzir diferentes tipos de discurso apropriados para o nível académico através da escuta. tomando parte em diversos encontros e situações quotidianas a ter lugar ao longo dos seus estudos. Adquirir conhecimentos para manipular o vocabulário básico da língua Inglesa e para lidar com textos utilitários. 2. c. Aplicar metodologias e habilidades de comunicação.

its.g. To express a fact that stays the same for a long time. Inferring instated meanings from academic texts Horas de Horas de contacto Estudo 6 7 2 6 7 3 Language Focus 3 To express an activity happening at the moment of speaking. I’m having a bath.Taking notes from an academic text Language Focus 2 To express an action that happens again and again.g.Improving reading speed 2. Speaking skills Giving a short presentation: clearly structured. E. She works in a bank Reading skills Using an English English Dictionary efficiently Guessing the meaning of unknown words in context. E. Annie’s reading it. that is a state.g.g. E. To express something which is always true about a person or about the world. a habit. The possessive adjectives my. Please don’t take that book.g. John’s) Whose + possessive pronouns Reading skills 1.Reading an academic text for gist 3. effectively delivered and making use of visual aids. your. his. He smokes twenty cigarettes a day.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Plano Temático Nº 1 Tema Language Focus 1 In all persons singular and plural. E.g. her. The sun rises in the east. their The Genitive possessive (e. your. negative and questions. but is not necessarily happening at the moment. well signposted. To express an activity that is happening for a limited period at or near the present. that is. E. I can’t answer the phone. The focus is on positive. our. Questioning speakers and asking for clarification 6 7 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 42 DE 186 .

It’s Jane’s birthday. I went to Vilankulos for my holiday last year.g. Speaking Skills Taking part in debates and discussions.g. This morning was really beautiful. agreeing and disagreeing Language Focus 7 Present Perfect Simple with ever and never + since and for To express experience. E. To express present result of a past action. I have lived here for ten years.) To express an action which happened at a specific time in the past and is now finished.g.g. She has broken her legs. What were you doing at 8:00 last night? I was watching television. For descriptions. yesterday. We’re going to move to Nacala)and (will) to express a future intention or decision at the moment of speaking. E.g.g. The sun was shining. etc. ago. E. expressing opinions. the birds were singing. Will To introduce (going to) to express a future intention (e. Writing Skills Description of a place Reporting the results of a survey Reporting changes Comparing and contrasting Language Focus 6 Going to vs. Listening Skills Understanding the main points of a short talk/lecture UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR 7 5 6 6 6 6 7 6 6 PÁG 43 DE 186 . Have you ever been to Russia? To express unfinished past.g. E. Is it? I’ll buy her some flowers. E.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4 6 Language Focus 4 Past Simple + definite time expressions (e.g. E. E.g. Writing skills Basic note taking techniques Using semantic makers Recognizing the difference between form and informal written English Writing a summary of a short text Writing and laying-out a written assignment in a formal academic style Planning and writing essays of different types: 6 Language Focus 5 Past Continuous To express an activity in progress around a point of time in the past.

Listening Skills Taking notes from a short talk/lecture 6 6 Total 5. If you leave before 10. 2000. and S.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Picking out details in a short talk/lecture 8 Language Focus 8 First. To introduce Conditions which are always true. Academic Writing Course. Longman. John The New Headway Pre-Intermediate English Course. Bibliografia CUNNINGHAN S. 2003. Second and Zero Conditionals To introduce the first conditional to express a possible condition and a probable result. VINCE. Longman. UK. University Press. SOARS L. Métodos de ensino – aprendizagem 48 52 A disciplina de Língua Inglesa desenvolver-se-á com aulas de carácter teóricoprático dando prioridade a trabalho em grupo e aos pares. and Moor P. 1993. I would eat in restaurants all the time. L. R.00 you will catch the train easily. Language Practice First Certificate. Reading Skills Fort the Social Sciences.g. 9. If I had enough money. 6.. E. with automatic or habitual results. 1980. Oxford. Docentes Docentes desta cadeira provém do departamento de Inglês. HAAR MAN.g. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 44 DE 186 . Língua de ensino Língua Inglesa 8. E. Flowers die if you don’t water them. R. UK. OUP. Cutting Edge Pre Intermediate English Course. Métodos de avaliação Nesta disciplina prevê-se a realização de 2 testes escrtitos 7. 1988 JORDAN. Heinemann. M. Oxford. To introduce a hypothetical condition and its probable result. UK.

Objectivos Gerais a. Ter a capacidade de aplicar os conceitos e os conhecimentos adquiridos na análise das dinâmicas e factos socioculturais dos diferentes contextos moçambicanos. Conhecer as linhas de força da realidade etnográfica de Moçambique e da reflexão antropológica. c.2 Semestre .Antropologia Cultural de Moçambique Código Nível . d. Competências a.Nuclear Ano . Identificar as trajectórias do pensamento antropológico desde a emergência da disciplina à actualidade.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina . Analisar as principais áreas fundamentais de teorização da antropologia no contexto moçambicano. c.2º Tipo . d. e. Reconhecer as linhas de homogeneidades e heterogeneidades do território etnográfico nacional. 2. b.2º Créditos – 4 = 100 horas (48 de contacto e 52 de estudo) 1. Dominar as temáticas mais importantes da antropologia sobre Moçambique. Adquirir um conhecimento socioantropológico actualizado sobre Moçambique. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 45 DE 186 . Familiarizar-se com as abordagens da noção de cultura do clássico ao pósmoderno. b. Conhecer o saber e o fazer antropológicos actuais.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 e. diversidade e interdisciplinaridade nas Ciências Sociais  Ruptura com o senso comum A Antropologia Cultural no domínio das Ciências Sociais  Definição. Pré-requisitos: Sem precedência 4. 3. trabalho de campo. corrente marxista  Paradigmas emergentes na antropologia (Pós-modernismo e Interpretativismo)  As correntes antropológicas e sua operacionalização em Moçambique O conceito antropológico de cultura  O conceito antropológico de cultura (Pluralidade e diversidade de definições e abordagens)  Sobre a origem e o desenvolvimento da cultura o Factores da cultura  Cultura e sociedade  Conteúdos do conceito antropológico de cultura (crenças e ideias. a interpretação. Horas de Contacto Horas de Estudo 10 10 2 10 3 10 7 4 10 7 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 46 DE 186 . com reflexos em Moçambique. Apresentar algumas das novas questões e paradigmas da antropologia. objecto e campos de abordagem  Métodos e técnicas de investigação em Antropologia: etnografia. História do pensamento antropológico  A curiosidade intelectual e o interesse pelo exótico  Do projecto colonial à crise da Antropologia  A universalização da antropologia 10 Práticas etnográficas no Moçambique colonial e pós-colonial  A antropologia na África colonial e pós-colonial  A antropologia em Moçambique: desenvolvimento histórico e principais áreas de interesse contemporâneas As correntes teóricas da Antropologia  Evolucionismo  Difusionismo e Culturalismo  Funcionalismo  Estruturalismo o Outras correntes: Corrente sociológica francesa. observação participante. Conteúdos Temático Nº 1 Tema Fundamentos das Ciências Sociais: introdução geral  Constituição e desenvolvimento das Ciências Sociais  Pluralidade.

tradição e religiosidade no contexto sociocultural do Moçambique moderno  Modelos religiosos endógenos vs modelos religiosos exógenos  A emergência de sincretismos religiosos e de igrejas messiânicas em Moçambique Total 10 7 6 2 7 48 52 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 47 DE 186 .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 valores. Família e Casamento em Moçambique O parentesco  Introdução ao estudo do parentesco  Nomenclatura. símbolos) Características do conceito antropológico de cultura A cultura material e a cultura imaterial A diversidade cultural Os universais da cultura O dinamismo e a mudança cultural Cultura e educação: Saberes e Contextos de Aprendizagem em Moçambique       5 Tradição e Identidade Cultural  A génese da multiplicidade cultural na metade Oriental da África Austral: factos e processos culturais  O processo de cosntrução do império colonial e a pluralidade cultural  Dinâmica aculturacional e permanência de modelos societais endógenos  A construção do outro e a etnicização/tribalização em Moçambique  Os discursos da identidade nacional moçambicana  A anomia e o processo das identidades rebuscadas  O paradigma da diversidade cultural em Moçambique Parentesco. Ciência e Racionalidade  Cultura. Simbologia e Características do parentesco (filiação. normas. aliança e residência)  Crítica do parentesco: O caso Macua  Lobolo em Moçambique: “Um velho idioma para novas vivências conjugais” Família em Contexto de Mudança em Moçambique  Origem e evolução histórica do conceito de família  Família como fenómeno cultural  Novas abordagens teóricas e metodológicas no estudo da família  Estudo de caso (famílias em contexto de mudança em Moçambique) O domínio do simbólico  O estudo dos rituais em Antropologia  Os ritos de passagem  Rituais como mecanismo de reprodução social  Feitiçaria.

1997. s/d.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 5. Para a introdução geral das temáticas será privilegiado o modelo expositivo. In: José Madureira Pinto e Augusto S. Editorial Presença. visando concretizar temáticas previamente fornecidas pelo docente. tratar-se da apresentação dos resultados de pesquisa individual.17-41. pp 11 – 32. a avaliação será contínua e sistemática 7. Porto. Oeiras. In: PINTO. Maria de Andrade e PRESOTTO. 2005. quando se tratar de conferências. HOEBEL. 1987. e. Editions Payot. Afrontamento. Atlas. Lausanne. Metodologia das Ciências Sociais.11-32. 2006. Uma visão global sobre as Ciências Sociais. & FROST. Avaliação Várias modalidades de avaliação serão postas em consideração. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 48 DE 186 . Edições 70. Raúl (1987). pp.). KILANI. Bibliografia obrigatória Fundamentos das Ciências Sociais: introdução geral NUNES. Introdução à Antropologia. RIVIÈRE. Lisboa. pp 1. M. 1994. Serão também realizados seminários e outros tipos de debates interactivos. 2000.1127. MARCONI. . Língua de ensino A língua de ensino é o Português. pp 11 – 61. Afrontamento. Trabalho de campo e observação participante.149-163. pp. nas ocasiões em que para tal fôr necessário. Augusto Santos (orgs. ITURRA.1986. pp. Antropologia: Uma introdução. E. dirigido pelo professor. apresentações de resumos de matérias recomendadas para o efeito e testes. desde trabalhos independentes. E. C. Cultrix. Questões preliminares sobre as Ciências Sociais. L'invention de l'autre: essais sur le discours Anthropologique. Metodologia das Ciências Sociais. Métodos de ensino-aprendizagem A concretização do programa será em função de vários procedimentos. Zelia Maria Neves. São Paulo. Robert G. São Paulo. Nesse contexto. 6. Lisboa. Porto. PINTO.).1-20. pp. Adérito Sedas. debates em seminários. trabalhos em grupo. pelos estudantes. A Antropologia Cultural no domínio das Ciências Sociais BURGESS. José Madureira e SILVA. José Madureira e SILVA. pp. Silva (orgs. Antropologia Cultural e Social. por exemplo. A pesquisa de terreno. A. quando.14. Celta. Augusto Santos.

Sociedade e Culturas. 1998. Mariza. Cultura: Um Conceito Antropológico. Tomo I. António Rafael da . Para uma epistemologia do discurso e da prática antropológica. Antropologia Económica dos Thonga do Sul de Moçambique. A favor da Etnografia. O conceito antropológico de cultura CUCHE. 1998. 1980. s/e. Antropologia ciência das sociedades primitivas? Lisboa. Promédia. Eric. Introdução à Etnologia. António Rafael da. 1999. pp. 1969. pp: 9-23. GEFFRAY. 2002. Lisboa. As correntes teóricas da Antropologia CALDEIRA. pp. Roque de Barros. Rio de Janeiro. 2006. M. Castelo Branco. JUNOD. Rio de Janeiro. 2002. Paz e Terra. José Fialho. A. Lourenço Marques. T. Entre o mar e a terra: Situações identitárias do Norte de Moçambique. A Causa das Armas em Moçambique: Antropologia da Guerra Contemporânea em Moçambique. HOBSBAWM. Afrontamento. Maputo. Porto. 11-19. Eric. Série C. DEMARTIS. 1984.79108. Arquivo Histórico de Moçambique. LARAIA. Maputo.85-115. Cebrap. Elementos de Etnologia Africana. Christian. SPIRO. Tradição e Identidade Cultural CONCEIÇÃO. 1988. Zahar. Trajectórias do pensamento antropológico. Adolfo Yáñez. Lisboa. Cosmos. 95-491. Maputo. Lisboa. Jean. 1996. 1996[1912]. pp. Henri. PEIRANO. Compêndio de Socialização. Estampa. 1967-68. António C. pp133-157. Edições 70. Práticas etnográficas no Moçambique colonial e pós-colonial CONCEIÇÃO. A Invenção das Tradições.). Os africanos de Lourenço Marques. Eduardo dos. no 9. COPANS. Edições. Arquivo Histórico de Moçambique. Lúcia. Rio de Janeiro. “Introdução: A invenção das tradições”. pp 175 – 202. 1991. Relume-Dumará. Lisboa.. in: Novos Estudos.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 História do pensamento antropológico CASAL. GONÇALVES. Comunicação apresentada ao Colóquio internacional de Antropologia. IICM. Mário. Lisboa. “Algumas reflexões sobre o determinismo e o relativismo culturais com especial referência à emoção e à razão” in: Educação. Usos e Costumes dos Bantu. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 49 DE 186 . pp 43 – 59. EDUSC. Lisboa. “Le développement de l’Anthropologie au Mozambique. pp. 1995. 9. MOUTINHO. 2001. 1999. In: HOBSBAWM. e Terence RANGER (eds. SANTOS.d FELICIANO. Memórias do Instituto de Investigação científica de Moçambique. A noção de Cultura nas Ciências Sociais Sãp Paulo. s. Universidade Aberta. RITA-FERREIRA. SP. “A presença do autor e a pós-modernidade em Antropologia”. D.9-31.

Castelo Branco. Ndjira. Porto. TURNER. 1969. 1. Instituto Piaget.. Braga. O domínio do simbólico AGADJANIAN. WIVIORKA. “Família e parentesco”. 1999. Maputo: Promédia. pp 11 – 66. Pureza e Perigo. Raul A. M. Maputo. Lisboa. pp 43-51.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 NGOENHA. . In: Introdução à Sociologia. Eduardo. 1998. Sociedade e Culturas. moçambicanidade. Lisboa. BATALHA. 2001. pp 116 – 159. WLSA. Carlos (dir. SANTOS. 1995. 1974. GIMENO. Paulo. Porto. Edições 70. 2005. Maputo. 1994. Coimbra. I. biodiversidade e conhecimentos rivais em Moçambique. s/d. ano 2. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 50 DE 186 . "O processo educativo : ensino ou aprendizagem? ". pp 23 – 48.247-260 e 269-315. Espíritos vivos. Parentesco. MENESES. Oficina do CES 150. Rio de Janeiro. REDONDO. GRANJO. “Será que o multiculturalismo é a resposta?” In: Educação. Lisboa. A. Tradições Modernas: possessão de espíritos e reintgração social pós-guerra no sul de Moçambique. 17-34. LANGA. A. “Cultura e Currículo”.Victor. 415-423 DOUGLAS.). G. moçambicanização. Editorial Franciscana. residência. Lobolo em Maputo: Um velho idioma para novas vivências conjugais. Questões cristãs à Religião Tradicional Africana.Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. WLSA MOZ. no 12. 1998. A Família: o desafio da diversidade. A. P. 1991. Lisboa. pp. Tom. Nem pai nem mãe. Identidade moçambicana: já e ainda não. 2003. p. pp 19 – 42 HONWANA. MEDEIROS. Campo das Letras. Livraria Universitária-UEM. M. As Igrejas ziones no espaço sóciocultural de Moçambique urbano (anos 1980 e 1990). M. 1992. pp.. Medicina tradicional. Breve análise do parentesco como forma de organização social.17-40 e 151-157.. In: Contrapontos: revista de Educação da Universidade do Vale do Itajaí. aliança matrimonial. 2007. . O processo ritual: estrutura e anti-estrutura. pp 39 – 73. Eduardo dos. Edições 70. In: Serra. Famílias em contexto de mudanças em Moçambique.. Zahar Editores. In: Lusotopie. Elementos de Etnologia Africana. Severino E. (2002).: 164 – 173. GEFFRAY. Família em Contexto de Mudança em Moçambique BOTTOMORE. Os Domínios do Parentesco: filiação. Maputo. 1999. 2000. VEIGA-NETO. Christian. pp. Crítica do parentesco: o caso macua. Lisboa. Família e Casamento em Moçambique AUGÉ. Petrópolis: Vozes. M. Campo das Letras. 2000. Os senhores da floresta – Ritos de iniciação dos rapazes macuas e lómuès. Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa . Educação Sociedade e Culturas: revista da Associação de Sociologia e Antropologia da Educação. M. Adriano. Identidade.Victor W. 2002. pp. Luis. no 4.

MERCIER. Edições 70. Dan. 1997. COPANS. Introdução às Ciências Sociais. Chiado. Trajectórias do pensamento antropológico. 1992. 2ª ed. Lisboa. SPERBER. 1998. UnB-Departamento de Antropologia. Vers une Anthropologie générale: modernité et alterité. António C. E. SERRA. Edições 70. Óscar S. Identidade. Série Antropologia No. Seminário Maior de S. MARTÍNEZ. TITIEV.. Bernardo. CARVALHO.I. Lisboa. Edições 70. Antropologia Social. Lisboa. s/d. Edições 70..Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8.. Cosmos.. 1999. José Jorge de. Lisboa. 1981. Clifford. Adolfo Yáñez.. Matola. COPANS. E. Librairie Droz S.. 2002. Petrópolis/ Rio de Janeiro. 11-19. Livraria Universitária/ UEM. GEERTZ. pp. 1971. Introdução à antropologia cultural. O Saber local: novos ensaios em Antropologia interpretativa. Universidade Aberta. Vol. Universidade Aberta. 1992. Etnologia. Genève. TORNAY. Porto Edições Afrontamento. Francisco Lerma. COPANS. Jean. Para uma epistemologia do discurso e da prática antropológica. CASAL. Misha. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 51 DE 186 . Lisboa. Jean-Pierre. Repensando a Antropologia. Vozes. 1997. Questões de Antropologia social e cultural. Teorema. S. Antropologia: saber acadêmico e experiência iniciática. 127. História do pensamento antropológico. Introdução aos estudos Etno – Antropológicos. Maputo. Bibliografia Complementar BARATA. 1984.. Lisboa. 8ª ed. Bertrand Editora. 2ª ed. BERTHOUD. R. 1992. O saber dos Antropólogos. Docentes A disciplina será leccionada por docentes da FCS. Lisboa. GONÇALVES. 1974. Paul. Moçambicanização.A. Etnologia-Antropologia. Agostinho. Antropologia Social. Introdução à Etnologia e à Antropologia. 1995. 1998. EVANS-PRITCHARD. LABURTH-TOLRA. Philipe & WARNIER. SANTOS. E. s/d. LEACH. 2002. Carlos (org).. Edições 70. M. GONÇALVES. Fundação Calouste Gulbenkian. A. Godelier. Editora Perspectiva. 2000. 2002 BERNARDI. 3ª ed. Jean. Críticas e Políticas da Antropologia. História da Antropologia. Moçambicanidade. Lisboa. Petrópolis. Jean. Vozes. São Paulo. Antropologia Ciências das Sociedades Primitivas? Lisboa. 9. Edições 70. Publicações EuropaAmérica.. Antropologia Cultural: guia para o estudo. EVANS-PRITCHARD. Lisboa. António Custódio. 1996. 1989. Gérald. Lisboa. Lisboa. Antropologia Geral: Etnografia.

b. e. Estimar e analisar Indicadores de eficácia interna do sistema de educação Moçambicano h. Usar as medidas de tendência geral. f. Dada uma situação identificar os modelos de variáveis a analisar e identificar formas apropriadas da recolha de dados. Sumariar dados utilizando tabelas.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Estatística Código –UP-ESCOG-301-A-08 Tipo – Complementar Nível – 2 Ano – 3º Semestre – 1º Créditos – 4 = 100 horas (48 de contacto + 52 de estudo) 22. b. Elaborar relatórios fazendo um uso apropriado da informação estatística. 1-Competências a. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 52 DE 186 . Processar e analisar dados utilizando o Excel ou o SPSS. Dada uma situação aplicar as diferentes formas de recolha de amostras. 2-Objectivos No fim do curso os participantes devem ser capazes de: a. Utilizar gráficos e tabelas na interpretação de dados. Aplicar métodos quantitativos na elaboração de um projecto de pesquisa. c. Aplicar e desenvolver técnicas de recolha e análise de Estatísticas Educacionais. d. Organizar e gerir uma base de dados utilizando o pacote SPSS. Transformar em base de dados as respostas aos questionários. c. medidas de tendência central e de dispersão. d. de dispersão e gráficos na identificação das tendências gerais e pontos crítico g.

1 Objecto de estudo da estatística descritiva. 3 – Pré-requisitos Disciplina sem precedências.Estatística descritiva . Análise de Itens. percentil. Fluxo dos alunos no sistema de educação Moçambicano. 1. 1. nominal ordinal e por intervalo. quartil interquartil range. alguns indicadores de qualidade de ensino. população e amostra. Elaboração e interpretação da tabela de frequências. Fazer estimativas utilizando modelos de regressão linear. k. Reconhecer o significado e a importância da distribuição normal. definição de variáveis.procedimentos no SPSS e/ou Excel 1. Gráfico de barras e histograma. Coeficiente de fiabilidade dos resultados de um teste.2 Medidas de tenência central. diagrama de dispersão. Introdução ao SPSS/Excel definição de variáveis. Box-plot. Utilização de gráficos e tabelas na Tema Horas Horas contacto estudo 20 20 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 53 DE 186 . m. o. Variância e desvio padrão. mediana. l. Aplicação destas medidas na análise dos resultados de testes de avaliação. Tabela de dupla entrada. repetência.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 i. tipos de medição. 4 . Índice de discriminação e de dificuldade. Indicadores de eficácia interna do sistema de educação. Taxa bruta de escolaridade. Formular hipóteses estatísticas e testá-las. j. moda.CONTEÚDOS (plano temático) N 1 1.3 Medidas de associação entre variáveis. desistência. Elaborar relatórios fazendo um uso apropriado da informação estatística. Identificar aspectos estatísticos preponderantes na preparação e realização de projectos. Avaliar os diferentes tipos de uso de informação estatística. taxa liquida de escolaridade. Inferir sobre parâmetros populacionais utilizando intervalos de confiabilidade e testes de hipóteses. introdução de dados e processamento de dados. posição e de dispersão Média. covariância e correlação linear. taxa de transição. n.

seguida de trabalhos práticos com ênfase no processamento de dados. 3. Símbolos e terminologia. produção de tabelas. Teorema central de limite. Teste de hipótese da média de uma distribuição normal com variância conhecida.1 Distribuição amostral Amostra aleatória.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 análise destes indicadores 2 18 2. Estimação de tamanho da amostra. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 54 DE 186 . Testes unilaterais e bilaterais. consistência de um estimador. identificar os procedimentos no SPSS ou Excel e fazer um relatório da interpretação do “output” apresentando as conclusões aos restantes membros do grupo. Valor esperado. Estimação da média populacional através de intervalos de confidência.3Testes de hipótese. -Conceito de teste de hipótese. Vantagens e desvantagens dos diferentes métodos de amostragem. propriedades dos estimadores. Nível de significancia. Uso de SPSS para obter amostras aleatórias. Interpretação do output do SPSS no teste de hipótese para uma amostra. Métodos de amostragem. distribuição normal – leitura de tabelas 3. Resolução de exercícios sobre estimação por intervalos de confidência de parâmetros populacionais 3. Total 48 52 20 12 5 – Métodos de ensino-aprendizagem Os conceitos serão introduzidos a partir de situações concretas do processo de investigação. Estimativa não tendenciosa. Uso de tabelas de números aleatórios. variância.Conceito de Probabilidade – densidade de distribuição normal Conceito de probabilidade – distribuição de probabilidade de uma variável aleatória discreta e contínua . Para cada tópico o estudante deverá resolver problemas. O estudo de casos e a resolução de exercícios e problemas será o aspecto fundamental da metodologia de trabalho. significado pratico do teorema. Servirão de material didáctico para a aprendizagem da análise estatística base de dados do Ministério da Educação ou outras relacionadas com problemáticas da educação. As aulas terão uma parte introdutória.Tipos de erros. Distribuição amostral.Inferência Estatística 10 3.2 Estimadores e parâmetros. gráficos e elaboração de relatórios de análise de resultados.

2000.A complementaridade do SPSS. Prentice Hall. LEVIN. 9. 2000. J. Estatística para Ciências Humanas. Dancey.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 6 — Avaliação A Avaliação será contínua e sistemática. Análise de Dados para Ciências Sociais. São Paulo. Edições Sílabo.ed.testes 7 – Língua de ensino Português. 2006. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela FCN. Estatística sem Matemática para Psicologia. PESTANA Maria e GAGEIRO. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 55 DE 186 . Artmed Editora.Bibliografia CHISTINE. São Paulo. 3 ed. Os instrumentos de avaliação são: 1-Observação da participação nas aulas 2-Relatórios de análise de dados 3. 3. Fox James. 8 . João.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Componente de Formação Especifica UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 56 DE 186 .

análise de investimentos e formulação de estratégia. o que permite descrever as áreas funcionais desta. Objectivos No final da disciplina o estudante deve ser capaz de:  Apresentar e analisar as teorias e metodologias em que esta baseado o processo de administração das organizações. finanças.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina: Introdução à Gestão Código – UP-ESCOG-103-A Ano – 1º Créditos – 6= 150 horas (80 de contacto + 70 de estudo)I Nível -2 Semestre -1º Tipo . 3. Pré-Requisito Sem Precedência UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 57 DE 186 . Competências Esta cadeira fornece uma visão integrada da organização. a saber: marketing.Nuclear 1. 2.  Criar nos alunos uma base de conhecimento que lhes permitam aumentar o interesse pelo estudo e aprofundamento do conhecimento sobre a administração das organizações. gestão de recursos humanos. gestão de operações.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Sistemas de informação e Contabilidade. . II.Processo Decisório nas Organizações e o Modelo Carnegie (Racionalidade Limitada). conteúdos (Plano Temático) Horas Unidades Conteúdos Contacto I. A componente teórica será repartida entre exposições do professor e exposições dos estudantes em ordem a responderem a dúvidas dos colegas ou completarem um raciocínio iniciado por estes. . UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 58 DE 186 . Estratégia e Marketing I. . pessoas e o papel do gestor. Gestão de operações. I. I. Gestão de Recursos Humanos I. Investimentos e Finanças. 2 3 4 5 6 7 Organizações. Métodos de ensino-aprendizagem Esta Disciplina terá um carácter teórico e prático.Escola Clássica de Administração e o Movimento 1 da Administração Científica. I.Conceitos. 10 10 10 10 10 10 80 10 10 10 10 10 10 70 20 10 Estudos I. Introdução. O sector empresarial em Moçambique Total 5.

Antonio Cesar Amaru. 1. CHIAVENATO. MAGGINSON. São Paulo: Atlas. Bibliografia CÂMARA. 6. 1998. MOTTA. 4ª Edição. 1997. assim descriminados: Duas provas escritas (75%) e Trabalho (25%). DIAS. D. Introdução à Teoria Geral da Administração. Introdução à Administração: Da Competitividade à Sustentabilidade. et al. 2006. Este trabalho será depois defendido na sala de aulas. 2004. 2004. O Capital Humano das UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 59 DE 186 . 7ª edição. Adalberto. São Paulo: Atlas.ed. também com base em trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercícios escrito. 2003. Língua de ensino Português 3. 2006. Reinald. 2. Humanator. CHIAVENATO. Gouveia de. L. Prestes e VASCONCELOS Isabella F. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. através de observação da participação nas aulas. Rio de Janeiro. Quixote. São Paulo. Avaliação A avaliação contínua e sistemática. 3ª Edição. São Paulo: Thompson Pioneira. Alínea. Pedro Bettencourt e outros. Lisboa. Teoria Geral da Administração. 8ª edição. Será por fim feito um exame final com peso de 25% na média final.Recursos Humanos e Sucesso Empresarial. Recursos Humanos – Organizações. Elsevier. Et al: Administração: Conceitos e Aplicações. para a definição da média de frequência. Editora Harbra ltda. São paulo. em forma de seminário perante a restante parte da turma. MAXIMIANO. de pesquisa bibliográfica e desenvolvimento de um tema a ser indicado pelo professor.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 A componente prática consistirá num trabalho em grupo (ou individual para as turmas pequenas). Idalberto. Fernando C.

Docente A ser indicado pela ESCOG. CHAMBEL. Dalton L.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 VALERIANO. São Paulo: Makro Books. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 60 DE 186 . 4. Luís. Psicossociologia das Organizações. 2002. 1998. Maria José e CURRAL. Lisboa: Texto Editora. 2ª Edição. Gerenciamento Estratégico e Administração por Projectos.

b. c. b. 2.1º Tipo – Nuclear Semestre . Conhecer as diferentes fases da evolução da Gestão de Recursos Humanos. Identificar os factores que influenciam a Gestao de Recursos Humanos. Discutir os principais processos da Gestaão de Recursos Humanos. 3. e. Discutir os principais processos da gestaão de recursos humanos. Competências a. d. Objectivos gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. c. Pré-requisitos  Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 61 DE 186 . encarado como um fenómeno que ocorre a múltipolos níveis. macro e a liderança no desempenhop do indivíduos e das organizações. Dissertar sobre o surgimento da função recursos humanos. Identificar as exigências da função recursos humanos.1º Créditos – 3 = 75 horas (48 de contacto + 27 de estudo) 1. Identificar o papel desempenhado pelos factores micro.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Introdução à Gestão de Recursos Humanos Código –UP-ESCOG – GRH-101-B Nível – 2 Ano . Descrever os principais determinantes do comportamento organizacional.

Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Lingua de Ensino  Língua Portuguesa UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 62 DE 186 . Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. 6. 2. Plano Temático Nº 1. 7. 6. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. 7. Metodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica( conferências) e prática (seminários). Tema Historial da Gestão de Recursos Humanos Relação da GRH com outras disciplinas 3 Métodos e Técnicas da Gestão de Recursos Humanos 4. 5. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Novos Desafios da Gestão de Recursos Humanos Determinantes micro da Dinâmica Organizacional Determinantes macro da Dinâmica Organizacional Determinantes Organizacional TOTAL Contextuais da 6 3 6 8 8 8 Horas de contacto Horas de estudo 5 5 2 2 2 4 7 48 27 Dinâmica 9 5.

Joaquim Vicente. Humanator. Mário. FERREIRA. 18 ed.       9. Publicações Dom Queixto. 1ª Edição. Lisboa. Lisboa. 1ª Edição. (1995). Lisboa. M.Fundamentos Básicos. H. B. Publicações Dom Queixto. Idalberto. Bibliografia  CAMARA.Eis a Questão. Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresa e ao Investimento. Gestão de Pessoas: O novo papel dos Recursos Humanos nas Organizações. 5ª Edição. Guerra. CEITIL. J. CHIAVENATO. Paulo Balreira. Rio de Janeiro. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 63 DE 186 . (1991). Editora Atlas. Idalberto. Editora McGRAW-HILL de Portugal. CHIAVENATO. J.. Lda.-m. 1ª Edição. São Paulo. Carvalho at all. Campus Editora. Manual de Psicossociologia das Organizações. (1997). (1997). Docentes: O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Lisboa. (2001). Rodriguês. MINTZBERG. Recursos Humanos. Administração de Recursos Humanos.(1999). Estrutura e Dinaminca nas Organizações. (2006). PERETI. Publicações Dom Queixto. Pedro. Recursos Humanos.Recursos Humanos e Sucesso Empresarial.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8.

1º Créditos – 4= 100 horas ( 48 de contacto + 52 de estudo) 1. c. c. 2. 3. Domina as noções de mercado. Apresentar argumentos económicos de forma clara e lógica. b. d. Pré-requisitos  Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 64 DE 186 . tipos e estruturas.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Introdução à Economia Código –UP-ESCOG-GRH-101 A Nível – 2 Ano . Aplicar os conceitos fundamentais da economia b. Competências a. Conhecer o papel das unidade bas os conceitos fundamentais da economia. Objectivos gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a.1º Tipo – Nuclear Semestre . Dominar os conceitos fundamentais da economia. Analisar os problemas económicos mais gerais. Compreender o papel das unidades básicas no funcionamento do sistema económico.

Bibliografia Mankiw. 7. produtividade e Noções de mercado. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. 6. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 65 DE 186 . tipos e estruturas Total 5. Plano Temático Nº Temas Horas de Horas contacto de estudo 10 10 10 10 8 5 5 48 10 10 10 7 5 52 1 2 3 4 5 6 Como interpretar equações e gráficos Conceitos básicos e principios Problemas fundamentais de economia Famílias. Metodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica( conferências) e prática (seminários). Lingua de ensino  Português 8. consumo e procura Empresas. (2001). Gregory. Editora Campus Ltda. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Rio de Janeiro. N. Introdução à Economia. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. produção.

e William D. (1999). Economia. São Paulo. Samuelson. Editora Atlas S. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 66 DE 186 . (1997). João Luis Cesar das. 17a Edição. Editorial Verbo. São Paulo. José Paschoal. Paulo A. 16a Edição. Introdução à Economia. Nordhaus. McGraw-Hill. (2001). 9. Introdução `a Economia.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Neves. Rossetti. 6a Edição. Lisboa.A. Docentes: O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG.

a Divisão do Direito. Dar a conhecer aos estudantes o sentido geral do Direito. Objectivos No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de:   Introduzir os estudantes no mundo do Direito.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina: Introdução ao Direito Código .UP-ESCOG-GRH-102 A Nível . a Relação Jurídica e os elementos envolvidos nessa relação.  Proporcionar aos estudantes o conhecimento dos principais dispositivos legais do Código Civil. Pré-requisitos Sem precedências UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 67 DE 186 .  Proporcionar a formação cultural dos estudantes em matérias do Direito.2 Semestre -1º Tipo .Competências Nesta disciplina. 2. as Fontes do Direito. 3.Nuclear Ano – 1º Créditos – 4 = 100 horas (48 de contacto + 52 de estudo) 1. os estudantes deve conhecer os temas e conceitos instrumentais à compreensão da articulação das regras jurídicas com a vida do quotidiano e em particular com a Economia e a Gestão.

Conteúdos (plano temático) Nº Tema Horas Contacto 1 2 Um Estado de Direito no Mundo de Hoje 6 Estudo 10 10 A hierarquia das fontes do Direito e os ramos do 8 Direito 3 O costume e a jurisprudência no direito 7 Moçambicano 10 4 Os Tribunais. Língua de ensino Português UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 68 DE 186 . Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. a Sociedade e o Estado Soberano 8 7 6 48 5 5 5 52 5. para a definição da média de frequência. O Ministério Público e os 6 Advogados 7 5 6 7 Total Fontes de Direito Relação Jurídica O indivíduo.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Será por fim feito um trabalho final com peso de 25% na média final 7. Avaliação Trabalhos práticos (75%). Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). 6.

Manual de Direito Constitucional. Introdução ao Estudo do Direito. REBELO DE SOUSA. Castro. J. Dias. 3ª edição. Marcelo e Sofia Galvão. Lisboa. Tomo I. 9. 4ª edição. Jorge. Revista. 2003. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 69 DE 186 . Lisboa. 11ª Edição. Coimbra editora. Lisboa. 1992. de Oliveira. MARQUES. O Direito Introdução e Teoria Geral. J. MIRANDA. Almedina 2001. Docente A ser indicado pela ESCOG. Lda. 7ª edição. Bibliografia ASCENÇÃO.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8.Editor Pedro Ferreira. J. MENDES. 1994. 1972. Introdução ao Estudo do Direito.Publicações Europa – America. Introdução ao Estudo de Direito. Lisboa.

Identifica os factores motivacionais em contexto organizacioal. Analisar a socialização organizacional e sua influência na relação indivíduoorganização. Descrever os processos psicológicos envolvidos nas relações intragrupais e intergrupais e o seu impacto no desempenho dos grupos e no comportamento dos indivíduos. e. Analisa a socialização organizacional e sua influencia na relação indivíduoorganização. Explicar os processos motivacionais em contexto organizacioal. Identificar os principais determinantes e consequências da satisfação no trabalho. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 70 DE 186 .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Psicologia Social e das organizações Código – UP-ESCOG-GRH-105 A Nível – 2 Ano . Garante um bom relacionamento intragrupais e intergrupais e o seu impacto no desempenho dos grupos e no comportamento dos indivíduos.1º Créditos – 6 = 150 horas ( 80 de contacto + 70 de estudo) 1. Competências a. b.1º Tipo – Nucleares Semestre . c. b. c. Descrever o processo de assunção de papeis organizacionais. d. 2. Objectivos: No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a.

cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Metodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 71 DE 186 . desenvolvimento e cessação da vinculação 10 10 dos indivíduos à organização Grupos e categorias sociais no contexto organizacional 5 5 Implicação da estrutura e processos grupais para o 5 5 desempenho do grupo e para a s relações entre-grupos Total 80 70 1 2 3 4 5 6 7 8 9 5.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 3. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. profissionais e 10 10 organizacionais em contexto de trabalho e extratrabalho Processos de socialização organizacional. 6. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. dinãmica do 10 10 contrato psicológia e desempenho profissional Abordagem de satisfação no trabalho 10 12 Manutenção. Plano Temático Nº Temas Horas de Horas contacto de estudo O significado e o valor do trabalho na vida humana 10 10 Abordagens e teorias sobre a motivação humana 10 10 Natureza da relaçõa indivíduo –organização: processo 10 10 de troca e atracção mútua O desempenho de papeis sociais. Pré-requisitos  Introdução a GRH 4.

Hill.). Lingua de ensino  Língua portuguesa 8.J. Manual de Psicossociologia das Organizaçãoes. Lisboa.l. Editora RH. São Paulo. Editora Atlas. (1978). UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 72 DE 186 . e Caetano. Editora McGraw. Gestão de Recursos Humanos: Contextos. J. R.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 7. 9. FERREIRA. e Vale. (2002). 23. Processos e Técnicas. Psicologia Social das organizações.D e Kahn.M. J(orgs. (2001).A. KATZ..C. Lisboa. Neves. Bibligrafia CAETANO. Docentes: O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG.

Classificar documentos contabilísticos em diversas contas e subcontas Preencher os principais livros/mapas contabilísticos 3. Objectivos No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de:     Dominar os conceitos fundamentais da contabilidade aplicando-os em situações práticas.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Noções de Contabilidade Código – UP-ESCOG-GRH-202 A Nível – 2 Semestre . Domina perfeitamente os conceitos de Contabilidade. Caracterizar e movimentar diversos tipos de contas. e. Conhece a importância da Contabilidade como instrumento de controle e planeamento economico -financeiro da gestão duma organização f.2º Créditos – 6 = 150 horas ( 64 de contacto + 86 de Tipo – Nucleares 1. registando diferentes factos patrimoniais. destacando as Origens e aplicações de Recursos à Disposição da empresa 2.1º estudo) Ano . Pré-requisitos  Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 73 DE 186 . Competências d. Faz Considerações sobre cada grupo de contas que formam o Balanço Patrimonial. Funções e Objetivos.

8 12 3 Principais conceitos contabilísticos  Património  Inventário  Balanço O balanço ♦  Estrutura do balanço  Rubricas do balanço  Apresentação do balanço 12 10 4 Estudo geral da conta. Plano Temático Nº Temas Horas de Horas contacto de estudo 4 12 1 Objecto de estudo  Princípios e conceitos fundamentais.  Escrituração comercial e lançamentos  Variação das contas  Noção de conta  Aspectos qualitativos e quantitativos da conta  Tipos de contas  Saldo da conta  Fecho e reabertura de uma conta  Leis de movimentação das contas Escrituração comercial e lançamentos  Factos patrimoniais permutativos  Factos patrimoniais modificativos  Lançamentos contabilísticos  Estudo das contas principais Estudo das contas e subcontas Mais significativas nas diversas Classes: Classe 1 .disponibilidades 16 20 5 12 20 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 74 DE 186 . Principais peças de informação contabilística  Importancia da contabilidade na gestao escolar 2     Contabilida e património. inventário e balanço Funções da contabilidade Divisões da contabilidade Princípios contabilísticos e características da informaçãocontabilística.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4.

Lingua de ensino  Língua portuguesa UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 75 DE 186 . Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. 7. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas.lançamento  Razão-escrituração-estornos  Balancetes Noção classificação demonstração dos resultados Noção análise dos resultados O fecho das contas e a construção dos mapas financeiros Total 64 12 86 5.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Classe 2 .capital Classe 6 – custos e perdas Classe 7 – proveitos e ganhos Classe 8 – resultados 6 Mapas e livros contabilísticos 12  Diário . A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Metodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários).terceiros Classe 3 .existências Classe 4 – imobilizações Classe 5 . 6.

Bibliografia Oliveira. Et Alli São Paulo. Nelson. Harbra. Franco Hilário. Contabilidade Básica São Paulo. Docentes: O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. De. Gouveia.Ed Atlas. Fundamentos Da Contabilidade Geral. São Paulo. Contabilidade Para Administradores. São Paulo. Leite Hélio De Paula. Contabilidade Geral. Aquiliano. São Paulo : Atlas 1997. Mark M. Manual de Contabilidade 9. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 76 DE 186 . José Carlos. Marion.1ª Edição. Contabilidade Introdutória – 9ª. São Paulo. Davis. Álvaro G. 1993.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. Nicholas J.

d. b. Promover acções de Relações Públicas entre a institituição e distintos públicos internos e externos.UP-ESCOG-GRH-205 B Nível – 2 Semestre – 2º Ano – 2º Créditos – 3 = 75 horas (48 de contacto +27de estudo) Tipo – Nuclear 1. Dominar as técnicas de gestão de relacionamento entre a instituição e agentes externos. 3. Redigir um programa concreto de Relações Públicas tendo em conta as etapas necessárias para o efeito e sua respectiva comunicação aos principais agentes envolvidos. Planear. Competências a.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Relações Publicas Código . implementar e monitorar acções de Relações Públicas com vista a robustecer a imagem da institituição no seu relacionamento com os distintos públicos internos e externos. 2.Tecnicas de expressão UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 77 DE 186 . Pré-requisitos . Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. c. Desenvolver um quadro de referências sobre o processo de realização das acções de Relações Públicas no intuito de aproximar a intituição e os público.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. 6. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. 7. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Língua de ensino  Português UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 78 DE 186 . Plano Temático Nº Temas Horas de Horas contacto de estudo 6 4 6 4 8 4 10 4 6 4 6 4 6 3 48 27 1 2 3 4 5 6 7 Ambito e a Ética nas Relações Públicas Desenvolvimento das Relações Públicas Relações Públicas e Marketing Relações Públicas e Publicidade Planeamento de Programas de Relações Públicas Tecnicas de Relações Públicas Relações Públicas Internas Total 5. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica( conferências) e prática (seminários). A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.

Bibliografia     FIUR. 9. Relacoe Publicas: funcopes politicas das organizacoes. Sao Paulo. Porto Alegre. WINNER. Gestao Moderna das Relacoes Publicas.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 79 DE 186 . 1991. Relações Públicas Diante o Seculo XXI. 1988. 1991. PLADELEON. Maria Lenilde Silva. 1991. Merton. Empresa X imprensa: uma relacao produtiva. PUC. Paul. SIMOES Roberto Porto. Docente O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG.

3. Promover uma motivação integral a nível dos recursos humanos na organização b. Conhecer as principais obrigações legais e tributárias que afectam a Gestão de Recursos Humanos. Diagnosticar sistemas de informação de Recursos Humanos. Relacionar sistemas de informação de RH com outros sistemas de Gestão. Pré-requisitos . Adequar o sistema de administração de recursos humanos ao contexto organizacional 2. c.UP-ESCOG-GRH-102 B Nível – 2 Semestre – 2º Ano – 1º Créditos – 6 = 150 horas (80 de contacto + 70 de estudo) Tipo – Nuclear 1. Planera e calcular os principais indicadores de Gestão de Recursos Humanos. Competências a. Avaliar criticamente um sistema de processamento de salários. d.Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 80 DE 186 .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Gestão Administrativa de pessoal Código . e. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. b.

6. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica( conferências) e prática (seminários). Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 8 Temas Horas de Horas contacto de estudo relacionados com a gestão 12 10 12 8 8 8 8 8 8 10 10 10 10 5 5 5 Aspectos legais administrativa de RH Processamento de salários e principais impostos Comunicação de políticas de RH Consistência histórica das políticas de RH Impactos legais das políticas de RH Cálculo dos indicadores de RH Balanço Social e sua análise Relacionação entre sistemas de informação de RH e sistemas de informação de Gestão Princípios básicos de auditoria em RH Total 9 8 80 5 70 5. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas.  Língua de ensino Português UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 81 DE 186 . Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. 7.

Bibliografia OLIVEIRA. Editora Atlas. São Paulo. 9. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 82 DE 186 . Recursos Humanos. PERETI. Administração de Pessoal e Recursos Humanos. Publicações Dom Queixto. Lisboa. 2004. São Paulo.5ª Ed. 1997. 1ª Edição.-m. 24. William B. WERTH.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. Editora McGraw-Hill. Manual de Consultoria Empresarial. 1983. Docente O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Djalma de Pinho Rebuças. J.

/mercado. Competências a. Estruturar metodologias de desenvolvimento do plno estratégico de marketing. Conhecer os conecitos fundamentais de marketing. d. b.Nuclear Ano . e. f. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 83 DE 186 . Desenvolver competências no âmbito do planeamento do Marketing por forma a perspectivar a evolução do negócio. Reflectir sobre as influências do meio envolvente na actividade empresarial. g.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Noções de marketing Código Nível . Promover a evolução do negócio da organização 2. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: c.1º Tipo . Enquadrar o comportamento do consumidor no planeamento de marketing.1º Créditos – 6= 150 horas (80 de contacto + 70 de estudo) 1. Compreender o conceito Marketing e sua importância crescente para o sucesso das organizações.2 Semestre .

7. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. 6. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 8 Temas Horas de Horas contacto de estudo Conceitos fundamentais do Marketing 10 10 Plano Estratégico e Operacional do Marketing 10 10 Análise do Portfólio 10 10 Análise Competitiva do Mercado 10 10 Previsão de vendas 10 10 Comportamento do consumidor 10 10 Triângulo Estratégico de Marketing: Segmentação. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. 10 5 Targeting e Posicionamento O Marketing – Mix: A face visível da Estratégia 10 5 Total 80 70 5. Pre requisitos  Nenhuma disciplina 4.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 3. Lingua de ensino Lingua portuguesa UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 84 DE 186 . cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários).

Philip. Rio de Janeiro 9. Lisboa. the Millenium Editon. Marketing para o século XXI. Aníbal Marketing Concitos Técnicas e Problemas de Gestão. KOTLER. 7ª Edição. Editora Atlas. Prentice Hall. Bibligrafia KOTLER. 5ª Edição. Philip. São Paulo. philip Marketing Management. Editorial Presença. Rio de Janeiro KOTLER. 2000. Prentice Hall.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. Administração do Marketing. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. 1998 PIRES. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 85 DE 186 .

b. c.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Planeamento de Recursos Humanos Código . Integra o plano de RH no plano de negócios da organização.UP-ESCOG-GRH-103 B Nível – 2 Semestre – 2º Ano – 1º Créditos – 6 = 150 horas (80 de contacto + 70 de estudo) Tipo – Nuclear 1. Elaborar um plano de recursos humanos de uma organizacao. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. 3. Pré-requisitos . Alinhar o plano de RH com o plano de carreiras.Introdução a Administração UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 86 DE 186 . Analisar criticamente um plano de Recursos Humanos. Competências a. Integrar o plano de RH no plano de negócios da organização. Conhecer as vantagens do planeamento de Recursos Humanos numa organização específica. b. 2. d.

Recursos Humanos e Sucesso Empresarial.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Publicações Dom Queixto. Competências e Resultados em Planejamento de Recursos Humanos-um factor diferenvcial da empresa moderna.Aspectos conceptuais Fases de elaboração do Plano de RH Abrangência sistemática das actividades de RH Modelos de Planeamento de Recursos Humanos Estratégia de RH e os resultados organizacionais Total 5. Mário Celso Marcondes. Lisboa 1997. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 Temas Horas de Horas contacto de estudo 20 10 20 10 10 10 10 10 10 10 10 10 80 70 Missão da área deRH Planeamento de RH. SILVA. Língua de ensino Lingua Portuguesa 8. 2ª ed. 1ª Edição. 2003. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Rodriguês. Bibligrafia CHIAVENATO. Pedro. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. 6. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 87 DE 186 .Joaquim Vicente. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. B. Idalberto. CAMARA. 1985. Paulo Balreira. 7.. Humanator. Gestão de Recursos Humanos. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Guerra. 3ª Edição. Edições compacta. Rio de Janeiro..

Docente O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 88 DE 186 .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 9.

b. bem como do Governo no âmbito da concertação social. d.1º estudo) Ano .3º Créditos – 4 = 100 horas ( 48 de contacto + 52 de Tipo – Nuclear 1. c. Pré-requisitos Noções de Direito UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 89 DE 186 . 3. Analisar as estratégias sindicais e das entidades empregadoras.A-01 Nível – 2 Semestre . Conhecer o comportamento dos vários interlocutores laborais das relações colectivas de trabalho. Objectivos: No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Assegurar uma relação saudável entre o empregador e o trabalhador. Aplicar correctamente as normas que regulam a relação entre o trabalhador e o empregador.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Relações Laborais Código – UP-ESCOG-GRH-302. 2. Conhecer o quadro normativo da actuação administrativa e processual da Gestão de Recursos Humanos. b. Competências a. Conhecer as instituições reguladoras das relaçoes laborais na ordem interna.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Metodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica( conferências) e prática (seminários). Direito do Trabalho. Sistematização e objecto As instituições presentes nas relações laborais A Concertação social A negociação e a concertação colectiva O conflito colectivo de trabalho Total 5. Coimbra. António Damasceno. 7. Edições Universitárias Lusófonas. Livraria Almedina. 6. A ntónio Lemos Monteiro. Lingua de ensino Língua portuguesa 8. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. (2004). A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Lisboa. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. 9. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 90 DE 186 . Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 Temas Horas de contacto 8 10 8 12 10 48 Horas de estudo 12 10 10 10 10 52 Introdução. Bibliografia CORREIA. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. (2003). 12ª Ed. FERNANDES. Docentes: O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. O paradigma da flexibilidade-A sua influências nas organizações e na política legislativa laboral..

Competências  Domínio de conhecimentos básicos que os tornem capazes de compreender e seguir o desenvolvimento tecnológico no domíniodas Tecnologias de Informação. de investigação e de Comunicação fundamental na sociedade de informação.Nuclear A Nível -2 Semestre -1º Ano – 3º Créditos – 5 = 125 horas (48 de contacto + 77 de estudo) 1. Objectivos Os objectivos da disciplina de “Tecnologias de Informação e Comunicação” no âmbito educacional são:  Estimular nos professores o interesse pelos computadores como instrumentos detrabalho. Familiarizar os estudantes com os métodos de processamento automático da informação.UP-ESCOG-GRH-303 Tipo . 2. Pré-rquisitos Sem Precedência UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 91 DE 186 . em particular no âmbito educacional. 3.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina: Informática Aplicada Código .   Permitir aos estudantes o domínio dos conceitos relacionados com a utilização dos computadores e Tecnologias de Informação.

Métodos de ensino-aprendizagem Sendo a disciplina de Introdução as Tecnologias de Informação e Comunicação uma disciplina de carácter geral.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Evolução e tendências. Noção de Base de dados. O MS-Access Publisher ou PowerPoint Conceito de rede de computadores : A rede Internet 10 Seminário de Projectos – Trabalho de fim da disciplina Total 48 77 4 5 2 6 4 4 4 3 3 10 8 17 10 10 10 5 5 5 5 5 5. como forma de aprendizagem e de avaliação dos resultados. Sistema Operativo Windows. deve ser encarada numa perspectiva multidisciplinar. esta é uma disciplina eminentemente prática pelo que se deve centrar sobretudo em trabalhos a realizar pelos estudantes. Sistema de Ficheiros. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 92 DE 186 . As actividades curriculares devem orientar-se pelos seguintes aspectos:   A disciplina deve ser eminentemente prática. Processamento de Texto. em que os estudantes podem ter uma formação de base em qualquer disciplina. Conceito de Memória. Conteúdos (plano temático) Unidades Conteúdos Horas Contacto Estudo 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Informática. por forma a que os estudantes seleccionem temas do seu interesse. MS – EXCEL. Os estudantes devem realizar trabalhos individuais durante o curso. Esses trabalhos devem ser definidos no inicio do curso. Por um lado. experiência de trabalho em computadores e sobretudo interesse no desenvolvimento desta actividade. Microsoft Word A Folha de cálculo.

P . Avaliação Assim serão avaliadas todas as actividades que forem executadas ao longo do processo de ensino-aprendizagem. Lisboa. 1998 ILTE . Edições Cosmos. FCA. Exames. 1993 MAZUL. Porto Editora. Introdução às Tecnologias de Informação. P. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 93 DE 186 . 1998 COELHO. 6. 2a edição. 4a Edição. : XML . Bibliografia COELHO. FCA. 2000 VALENTE. testes. Introdução à Informática e Computadores. Trabalhos apresentados e/ou seminários em grupo.  Deve criar-se um site de divulgação da actualidade Informática e das experiências realizadas para incentivar a curiosidade e o interesse pela Informática. A. 1989 9.1998 SOUSA. : Computadores para Nós Todos. 7. Porto Editora.Nova Linguagem da Web. P. S. Manual Completo de Internet Explorer. Instituto de Linguística Teórica e Computacional – Dicionário de Termos Informáticos. A. Docente A ser indicado pela ESCOG. Língua de ensino Português 8.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009  Deve-se estabelecer intercâmbio com outras Universidades ou Instituições nacionais ou estrangeiras para troca de experiências e para acompanhar os avanços científicos e tecnológicos nesta área. Vol 1. Porto. Editora de Informática. Lisboa. com destaque a:     Trabalho escrito. Porto.

2. Integrar os conhecimentos sobre as normas que regulam a relação entre os particulares e a Administração Pública na gestão de Recursos humanos b. Dominar os aspectos que permitem distinguir os elementos da organização administrativa. Competências a.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Direito Administrativo I Código . f. e. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 94 DE 186 . Analisar as normas que compreendem a administração pública moçambicana. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Identificar o sistema moçambicano de organização administrativa. Distiguir a Administração Pública da Administração Privada. Conhecer o conceito do Direito Administrativo bem como identificar as suas fontes e características. b. Conhecer e aplicar os conceitos de Direito administrativo na Gestão de Recursos Humanos. Identificar os princípios que regem o funcionamento da administração pública. c. d.UP-ESCOG-GRH-201 A Nível – 2 Semestre – 1º Ano – 2º Créditos – 4 = 100 horas (48 de contacto + 52 de estudo) Tipo – Nuclear 1.

Pré-requisitos .Noções de Direito 4. 7. fontes 10 e 10 10 10 Horas de estudo 12 características 4 5 Teoria Geral da Organização Administrativa 10 10 10 52 Princípios fundamentais da Organização Administrativa 8 Total 48 5. debates e seminarios. testes e exames. 6. Língua de ensino Língua portuguesa UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 95 DE 186 . cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Avaliação Os critérios de avaliação serão efetivados mediante trabalhos de pesquisa.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 3. trabalhos individuais e em grupo. participação em debates. Métodos de ensino – aprendizagem A ação pedagógica se dará com aulas expositivas. Plano Temático Nº Tema 1 Temas Horas de contacto Introdução: Administração Pública vs Administração 10 Privada 2 3 Sistemas administrativos O Direito Administrativo: Conceito. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.

A.. Rio. G. Forense. Freitas. Elementos de Direito Administrativo. Livraria Almedina. M.B. 1990. CISTAC.. Almedina.. TAVARES. 1997. Manual de Direito das Autarquias Locais. O Direito Administrativo de Mocambique. CISTAC.. Gestão de Recursos Humanos na Administração Pública. 3 ed. 2ed. UEM. Faculdade de Direito. Bibliografia DE AMARAL. ROCHA. 1996. Legislação:  Constituição da Republica de Moçambique de 2004 (CRM)  Estatuto Geral de Funcionários de Estado (EGFE)  Lei nº 5/92 de 6 de Maio (Lei Orgânica do Tribunal Administrativo) 9. Manual de Direito Administrativo. Vol. Imprensa Universitaria.Principios Fundamentais de Direito Administrativo. Forense. Ed. Livraria Almedina. J. Coimbra. Curso de Direito Administrativo. A. M. 1981. Lisboa. O.. Coimbra. Coimbra.. 10 edicao. J. 2 edição. Jr. Administração Pública e Direito Administrativo: Para o seu estudo e compreensão. 1989.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 96 DE 186 . Ed.. 1. Sao Paulo. Dicionario de Direito Administrativo. 2004. 2001. DE MELO. 1992. J. Rio. Maputo. C.. CAETANO. Escolar Editora. 2 vol... Maputo. 1ª edicao. Docente O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. G. UEM. CAETANO. CRETELLA. 1978.

recrutamento e selecçaõ. Conhecer os diferentes métodos e técnicas utilizados no Recrutamento e Selecção. c. b. Compreender as questões eétcas e legais envolvidas no Recrutamento e Selecção. Definir e avaliar a qualidade e o valor de um processo de Recrutamento e Selecção UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 97 DE 186 . Compreender o processso de comcepção e de implementação de algumas técnicas específicas de análise de funções. bem como a sua importância para o sucessso da empresa. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Compreender o papel do Recrutamento e Selecção nao Âmbito específico da Gestão de Recursos Humanos. Competências a. e. bem como a sua eficácia. d. 2.UP-ESCOG-GRH-203 A Nível – 2 Semestre – 1º Ano – 2º Créditos – 6 = 150 horas (64 de contacto + 86 de estudo) Tipo – Nuclear 1.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Recrutamento e Selecção Código . Dotar a organização de técnicos competentes que garantem a maior produtividade da organização. Propõe as regras especificas de recrutamento e selecção que garantem o sucessso da empresa. b. Aplicar adequadamente as técnicas de recrutamento e selecção. c.

7. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). avaliação e controlo do processo Desafios futuros Total 5. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. 6. Treinar a capacidade de elaboração e análise de documentos de apoio à decisão em contexto de gestão de pessoas. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. 3.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 f. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 8 Temas Horas de Horas contacto de estudo 8 14 16 10 8 12 10 10 4 10 8 8 4 10 6 12 64 86 Contextualização do Recrutamento e Selecção Análise de necessidadesde RH Atracção e Recrutamento Selecção baseada em competências Decisão e orientação Colocação e integração Feedeback. Pré-requisitos  Introdução à Administração 4. Língua de ensino Língua portuguêsa UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 98 DE 186 .

Recursos Humanos. Idalberto. 1997. 1985. PERETI.-m. Valério.. A Entrevista de Selecção com Foco em Competência Comportamentais. Gestão de Recursos Humanos. 1ª Edição. Bibliografia CASCÃO. Lisboa. Lisboa. B. REIS. Pedro. Ferreira e CUNHA Namércio. 2003. Guerra.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. Publicações Dom Queixto. Rodriguês. Rio de Janeiro. 3ª Edição compacta. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 99 DE 186 . Publicações Dom Queixto. CHIAVENATO.Joaquim Vicente HumanatorRecursos Humanos e Sucesso Empresarial. J. 9. Gestão de competências –Novas perspectivas na Gestão de Recursos Humanos. Docente O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Porto. 1998. Paulo Balreira. 1997. 1ª Edição. CAMARA.

Desenvolvimento dum sistema de recompensa de acordo com as competencias dos Recursos Humanos da organização 2. Elaboração de um“survey salary”.UP-ESCOG-GRH-104 B Nível – 2 Semestre – 2º Ano – 1º Créditos – 6 =150 horas (80 de contacto + 70 de estudo) Tipo – Nuclear 1.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Desenho de Sistemas de Recompensa Código . Avaliar criticamente os diferentes benifícios face à remuneração global. c. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. d. c. Identificar competências em trabalhadores. Relacionar os sistemas de carreiras e recompensas. Competências a. b. b. Concepção e avaliação de políticas de remunerações numa organização. Analisar e construir políticas e sistemas de remunerações numa organização. Pré-requisitos Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 100 DE 186 . 3.

7. Língua de ensino Língua portuguêsa UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 101 DE 186 . A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Temas Horas de Horas contacto de estudo Componentes de remuneraçaõ 10 10 Teorias de remuneração 10 10 Massa salarial e impactos financeiros 10 10 Políticas de remuneração e Estratégia de Recursos 10 5 Humanos Relação entre remuneração e desempenho 10 5 Benefícios e remuneração 5 5 Enquadramento legal das remunerações 5 5 Modelos de carreiras 5 5 Teorias sobre desenvolvimento de carreiras 5 5 Percursos profissionais e necessidades organizacionais 5 5 Relações entre os sistemas de carreiras e outros 5 5 sistemas de RH Total 80 70 5. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. 6. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito.

Bibligrafia  CAMARA.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. São Paulo. B. Docente O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Os sistemas de Reconpensas e a gestão Estratégica de RH. 2000  CAMARA. 2004. Pedro. Thomaz Wood Jr. 1997  PERETI. Guerra.. Remuneração e Carreira Por Habilidades e Por Competncias – Preparando a Organização para a Era das Empresas de Conhecimento Intensivo. Lisboa. J. Recursos Humanos. Publicações Dom Queixto. Paulo Balreira.Joaquim Vicente Humanator. 9. 1ª Edição.. 1997. 3ª Edição. Rodriguês. Publicações Dom Queixto. Lisboa.Vicente Picarelli.Recursos Humanos e Sucesso Empresarial. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 102 DE 186 . Publicações Dom Queixote.-m. Pedro. 1ª Edição.  FILHO.

Desenvolver sistemas de avaliação de desempenho adequados às estruturas. Identificar os factores subjacentes ao desempenho humano em contexto organizacional b. identificando as condições de aplicabilidade dos mesmos d.2 Semestre . UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 103 DE 186 .UP-ESCOG-GRH-203 B Nível .2º Créditos – 6 = 150 horas (64 de contacto +86 de estudo) Tipo . Analisa e desenvolve sistemas de avaliação de desempenho adequados às estruturas.2º Ano . Recomendar mudanças nos processos e instrumentos de avaliação de desempenho em vigor em organizações com vista a optimizar o desempenho individual e organizacional.Nuclear 1. estratégias e culturas organizacionais 2. estratégias e culturas organizacionais e. Caracterizar a contribuição dos processos de avaliação para a promoção do desempenho individual e organizacional c. Identificar os factores subjacentes ao desempenho humano em contexto organizacional b. Competências a. Contrastar as várias abordagens à realização de processos formais de avaliação de desempenho.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Avaliação de Desempenho Código . Objectivos Gerais a. Caracteriza a contribuição dos processos de avaliação para a promoção do desempenho individual e organizacional c.

O feedback e a promoção do desempenho 1. O processo de avaliação de desempenho 1. a formação e o desenvolvimento de competências 2. Pré-requisitos: Recrutamento e selecção 10. As diferentes estratégias de obtenção de informação sobre o desempenho 2. A avaliação de desempenho e as outras práticas de GRH 1. Os diferentes tipos de padrões de julgamento do desempenho 3. O desenho de sistemas de feedback eficazes 14 16 4 4. A teoria dos níveis de feedback 4. Os factores determinantes do desempenho humano em contexto organizacional: 2.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 3. A concepção de sistemas de avaliação orientados para os objectivos organizacionais 16 26 3 3. grupal e organizacional Total 64 86 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 104 DE 186 . As fontes de erro no julgamento do desempenho 4. A avaliação de desempenho e as outras práticas de GRH Horas de Horas de contacto estudo 16 24 2 2. O lugar da avaliação na promoção do desempenho 3. O feedback de fontes múltiplas 3. O papel do feedback na promoção do desempenho 2. Plano Temático Nº Tema 1 Temas Introdução 1. A relação entre a avaliação de desempenho e a concepção de sistemas de recompensas 18 20 3. A relação entre a avaliação e o desempenho individual. A avaliação de desempenho.

1996. Deblieux. K. Caetano. O outro trabalho implica a avaliação crítica de um sistema de avaliação de desempenho existente numa empresa e uma proposta de optimização do mesmo. organizational and goal-based perspectives. A. Alexandria: Society for Human Resource Management. 7. 12. 8. 2003. Performance appraisal source book: A collection of practical samples. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. 9. J. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 11. and Cleveland. M. Avaliação de desempenho: metáforas. 1995. Understanding performance appraisal: Social. Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 105 DE 186 . Língua de ensino A língua Portuguesa. Lisboa: RH Editora. A média dos trabalhos corresponderá a 60% e o teste individual aos restantes 40% da nota final. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. conceitos e práticas. MÉTODO DE AVALIAÇÃO Os alunos deverão realizar dois trabalhos de grupo e um teste individual de conhecimentos. London: Sage.BIBLIOGRAFIA Murphy. Um dos trabalhos de grupo refere-se à sistematização de um modelo específico integrante do programa.

c. Competências a. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 106 DE 186 .2 Semestre .2º Créditos – 3 = 75 horas (48 de contacto +27 de estudo) Tipo . Conhecer as normas e princípios que regulam a contratação de serviços públicos pela Administração Pública. Conhecer e aplicar os conceitos de Direito administrativo na Gestão de Recursos Humanos. 2.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Direito administrativo II Código -UP-ESCOG-GRH-201 B Nível . b. Conhecer as garantias dos particulares face a actuação da Administração Pública. Identificar os casos de responsabilização da Administração Pública. Dominar os principais aspectos sobre organização e funcionamento das diferentes instituições e agentes que contribuem para a satisfação do interesso público. condições de validade bem como os princípios reguladores da acção administrativa: d. Integrar os conhecimentos sobre o Direito Administrativo na Gestão dos Recursos Humanos b.Nuclear 1. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. c. d. Analisar as normas que compreendem a administração pública moçambicana.2º Ano . Identificar os actos da Administração Pública.

participação em debates. testes e exames. Métodos de ensino – aprendizagem A ação pedagógica se dará com aulas expositivas. trabalhos individuais e em grupo.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 2. 5. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Língua de ensino A língua Portuguesa. debates e seminarios. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Avaliação Os critérios de avaliação serão efetivados mediante trabalhos de pesquisa. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 107 DE 186 . Pré-requisitos: Direito Administrativo I 3. 6. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 Temas Horas de contacto 10 12 10 8 Horas de estudo 8 7 4 4 4 acção administrativa: Acto administrativo Contrato Administrativo Garantias gerais dos particulares Contencioso administrativo Responsabilidade contratual e extracontractual da 8 Administração Pública 48 27 4.

Livraria Almedina. Curso de Direito Administrativo. 2004. A. ..B. Bibliografia . O Direito Administrativo de Mocambique. . M.. G. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Ed.CAETANO. Forense. C. Ed..Principios Fundamentais de Direito Administrativo. Lisboa. Livraria Almedina. Rio. 2 edição. Coimbra. . Legislação:  Constituição da Republica de Moçambique de 2004 (CRM)  Estatuto Geral de Funcionários de Estado (EGFE)  Lei nº 5/92 de 6 de Maio (Lei Orgânica do Tribunal Administrativo) 9. Escolar Editora.CISTAC.. .. 1. 10 edicao. Elementos de Direito Administrativo. G. 1997. .. O. Coimbra. Dicionario de Direito Administrativo.ROCHA. 1989. 1990. Manual de Direito das Autarquias Locais. M... 1992.DE AMARAL.CISTAC. .CAETANO. J. . 2 vol. J. Sao Paulo. 1978.. Imprensa Universitaria. 2ed. Coimbra. 1996. Manual de Direito Administrativo. . UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 108 DE 186 . Almedina. Maputo.TAVARES. Rio.DE MELO. Forense. UEM. Gestão de Recursos Humanos na Administração Pública.. 2001. 1981. Maputo. J. Administração Pública e Direito Administrativo: Para o seu estudo e compreensão.CRETELLA.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. Jr. Freitas. Vol. A. 1ª edicao. Faculdade de Direito. 3 ed. UEM.

Nuclear 1. Dominar as principais técnicas de elaboração.2º Créditos – 6 = 150 horas (64 de contacto + 86 de estudo) Tipo . Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. b. Competências a. Gere com autonomia projectos isolados ou integrados.2º Ano .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Tecnicas de Elaboracao e Gestão de Projectos Código . Gerir com autonomia projectos isolados ou integrados. análise. Aplica as metodologias e técnicas de gestão de projectos informáticos. negociação e avaliação de projectos. 7.2 Semestre . Aplicar as metodologias e técnicas de gestão de projectos informáticos. c. d. Pré-requisitos: Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 109 DE 186 . negociação e avaliação de projectos. c.UP-ESCOG-GRH-204B Nível . Coordenar as tarefas técnicas da equipe do projecto. d. análise. 2. b. Dominar as principais técnicas de elaboração. Coordena as tarefas técnicas da equipe do projecto.

cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. BROUN. 1993 Raul Verde Gestão de Projectos Informáticos. Edições Técnicas Limitada.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4.1992. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Mark. Bibliografia BRAND. A Gestão de Projectos com Sucesso.1981 9. 6. Jaime Pereña Direcção e Gestão de Projectos. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Lisboa.Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 Temas Horas de Horas contacto de estudo 14 18 14 18 12 10 12 20 12 20 64 86 Conceitos Fundamentais Natureza e caraterísticas do projecto Ciclo de vida do projecto Papel e Atribuição do Gestor de Projectos Técnicas e Software de Apoio Total 5. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Lingua de ensino A língua Portuguesa 8. Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 110 DE 186 . 7. Editorial Presença.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009

Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão

Disciplina – Tecnicas de Desenvolvimento de Pessoal Código -UP-ESCOG-GRH-304 A Nível - 2 Semestre - 1º Ano - 3º Créditos – 5 = 125 horas (48 de contacto + 77 de estudo) Tipo - Nuclear

1. Competências a. Elaborar um plano de formação de acordo com as reais necessidades organizacionais; b. Garantir a existência de um quadro efectivo com um domínio técnico profissional na área que actua.

2. Objectivos Gerais

No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Integrar a formaçãao no contexto das restantes práticas de gestão de recursoshumanos; b. Compreender a articulaçãoentre as etapas de levantamento, concepção, implementação e avaliação das acções de formação formal e informal; c. Ter em conta a importãncia da estratégia da empresa na gestão da formação; d. Avaliar a eficácia da formação formal; e. Enquadrar o processo formativo na aquisição, disseminação e mobilização de compet~encias.

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Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 3. Pré-requisitos: Avaliação de desempenho

4. Plano Temático
Nº Tema 1 2 3 4 Temas Horas de Horas contacto de estudo Formação e Mudança de Paradigma em Gestão de 18 20 Recursos Humanos O Processo de Formação 10 20 Gestão Estratégica da Formação Informal 10 20 Gestão Táctica da Formação Formal 10 17 Total 48 77

5. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.

6. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito, cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. 7 . Língua de ensino Lingua Portuguesa.

8.Bibliografia g. CANÁRIO, Rui. Formação em Situação de Trabalho, Porto Editora, Porto. Portugal, 2003. h. DA CAMARA, Pedro. B., Guerra, Paulo Balreira., Rodriguês,Joaquim Vicente Humanator- Recursos Humanos e Sucesso Empresarial. 1ª Edição, Publicações Dom Queixto, Lisboa. 1997

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Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 i. j. DE CARVALHO, António Vieira. Recursos Humanos- TreinamentoPrincípios, Métodos& Técnicas MOREIRA, P. (Gestão de Pessoas- Tendências, Qualificações e Formação, Lisboa; 2006.

9. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG.

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Compreensão do âmbito e alcance de medidas. IRPC. IVA. de reformulação do sistema fiscal moçambicano.UP-ESCOG-GRH-302 A Nível -2 Semestre -2º Tipo – Nuclear Ano – 3º Créditos –3 =75 horas (48 de contacto + 27 de estudo)I 1. actuais e futuras. Aquisição de uma sólida base de conhecimentos com vista à compreensão integrada do sistema fiscal moçambicano. Património). Competências Domínio da prática necessária do manuseamento dos principais códigos fiscais moçambicanos (IRPS. Efectuar o estudo sistemático dos principais impostos do sistema fiscal moçambicano. apresentando situações típicas ligadas à fiscalidade das empresas. Processo Tributário e I.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina: Fiscalidade Código . Obtenção de flexibilidade de raciocínio fiscal necessária à identificação e resolução de problemas concretos e ao estudo do impacte fiscal da tomada de decisões operacionais e estratégicas na empresa. designadamente nas suas vertentes económicas. 2. Objectivos Identificar os princípios e conceitos básicos da fiscalidade. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 114 DE 186 . jurídica e de gestão.

A componente teórica é baseada fundamentalmente na discussão e debates de temas relacionados com a prática lectiva e a realidade da fiscalidade das empresas. 5 estrutura actual. 4 IRPC. perspectivas. a economia e a gestão 4 3 3 3 6 5 5 2 2 2 2 2 2 2 2 O sistema fiscal moçambicano: evolução recente. Conteúdos (plano temático) Nº Conteúdos Horas Contacto Estudo 1 2 3 4 5 6 7 8 A Fiscalidade em Moçambique Teoria Geral do Imposto: Operações Triangulares Nova Tributação do Património O Direito Fiscal Tributação de Instrumentos Financeiros A fiscalidade. Com base na problematização e levantamento de casos hipotéticos desencaderar-se-ão:   Debates e/ou Seminários. Pré-requisitos Ter concluído com sucessos as disciplinas de Introdução ao Direito e Direito Empresarial e introdução à gestão 4.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 3. Discussão. IVA e INSS 2 10 11 12 Total Direito Fiscal Internacional Contencioso Tributário Planeamento Fiscal 4 3 3 48 2 4 3 27 5. Métodos de ensino-aprendizagem A actividade curricular do Estágio Pedagógico terá um carácter téorico e prático. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 115 DE 186 . 9 Estudo sistemático dos principais impostos (IRS.

Mónica Leite. Avaliação Assim serão avaliadas todas as actividades que forem executadas ao longo do processo de ensino-aprendizagem. Lisboa Almedina. DE SOUSA. Língua de ensino Português 8. Direito Tributário. Sanches J. et al. 2000.Diogo Leite de Campos e outros. com destaque para:     Trabalho práticos.Diogo Leite de Campos e outros. Docente A ser indicado pela ESCOG. Exame. Jorge B. 2000. José Casalta. Seminários apresentados em grupos. Diogo Leite. Guia dos Impostos 2006. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 116 DE 186 . tetses. Vislis. Lei Geral Tributária anotada. Manual de Direito Fiscal. Almedina. 2001. Bibliografia GOUVEIA.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009  Reflexões críticas. 2000. SALDANHA. in Problemas Fundamentais de Direito Tributário . DE CAMPOS. 2ª edição. NABAIS. L. Manual de Direito Fiscal — 2ª edição Coimbra Editora. CARLOS Américo Brás. 6. DE CAMPOS. Vislis. 7. et al. 2000. “A proibição da retroactividade da norma fiscal na Constituição Portuguesa”. Código do Procedimento e do Processo Tributário anotado Vislis. 2003. 2006 9. Lisboa. Diogo Leite e DE CAMPOS. 2ª edição. Diogo Leite. Vislis. “Interpretação das Normas Fiscais”. in Problemas Fundamentais de Direito Tributário . DE CAMPOS. Jorge L.

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Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão
Disciplina – Cultura e Mudança organizacional Código - UP-ESCOG-GRH-40 B 12 Nível - 2 Semestre - 2º Ano - 4º Créditos – 5 = 125 horas (48 de contacto + 77 de estudo) Tipo - Nuclear

1. Competências O estudante: a. Identificar diferentes modelos de diagnóstico organizacional; b. Caracterizar as diferentes abordagens de mudança organizacional; c. Desenha um projecto de mudança organizacional

2. Objectivos Gerais

No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: d. Identificar diferentes modelos de diagnóstico organizacional; e. Caracterizar as diferentes abordagens de mudança organizacional; f. Diagnosticar uma organização recorrendo aos modelos estudados g. Desenhar um projecto de mudança organizacional

3. Pré-requisitos: Introdução a administração

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4.Plano Temático
Nº Tema 1 2 3 4 5 6 Temas Horas de Horas contacto de estudo 10 20 10 17 8 10 8 10 7 10 5 10 48 77

Conceito e Causas da Mudança Processo da Mudança Diagnóstico e Mudança Organizacional Modelos de Diagnóstico Organizacional A mudança Organizacional Implementação da Mudança Total

5. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.

6. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito, cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP.

7 . Língua de ensino Lingua Portuguesa. 8.Bibliografia   BURNES, Bernard. Managing Changes, second Edition, British(1996). CAMARA, Pedro. B., Guerra, Paulo Balreira., Rodriguês,Joaquim VicenteHumanator- Recursos Humanos e Sucesso Empresarial. 1ª Edição Publicações Dom Queixto, , Lisboa, 1997

9. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG.

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Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão

Disciplina – Estrategia Empresarial Código - UP-ESCOG-GRH-202 B Nível - 2 Semestre - 2º 1. Competências O estudante: a. Identificar e compreender os factores chaves envolvidos no processos de Ano - 2º Créditos – 4 = 100 horas (48 de contacto + 52 de estudo) Tipo - Nuclear

mudança organizacional e que facilitam o processo de melhoramento contínuo dos resultados da gestão; b. Discutir os principais processos de gestão estratégica.

2. Objectivos Gerais

No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Dissertar sobre as origens e a noção do conceito estratégaia; b. Reflectir sobre principios gerais da estratégaia; c. Discutir os principais processos de gestão estratégica. d. Analisar e compreender o funcionamento das organizações como um sistema sócio-técnico; e. Identificar e compreender os factores chaves envolvidos no processos de

mudança organizacional e que facilitam o processo de melhoramento contínuo dos resultados da gestão;

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Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Pre requisitos Nenhuma disciplina 4. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). delegação e descentralização Motivação desempenho e satisfação no trabalho Liderança Controlo Empresarial Futuro da gestão Total 5. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 120 DE 186 . Identificar as características de um estílo de gestão que pode facilitar o processo de desenvolvimento e crescimento da empresa baseda numa adequada gestão de recursos humanos. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 f. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Temas Horas de Horas contacto de estudo 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 4 5 4 5 4 5 4 5 4 5 4 2 48 52 Conceito de estratégia Principios de estratégia Análise estratégica Formulação de estratégia Organização e implementação da estratégia O controlo estratégico Estrutura organizacional Auroridade. 6. 3.

1992. Blackwell Publishers. 9. GRANT.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 7. Lingua de ensino Lingua portuguesa 8. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Robert Contemporary Strategy Analysis. Henry e Quim. MITZBERG. James The Strategy Process. USA. New Jersey/USA. 1995. Bibliografia FREIRE. Adriano. Massachusetts. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 121 DE 186 . Estratégia. Printice. Editora V erbo. Lisboa. 1997.Sucesso em Portugal.

Desenvolve planos de gestão de recursos humanos adequados a processos de internacionalização de empresas nacionais. b.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Gestão Internacional de RH Código .1º 1.3º Créditos – 4 = 100 horas (48 de contacto + 52 de estudo) Tipo . b. Cara Caracterizar a dinãmica do processo de globalização dos mercados e o impacto desta tendência na estrutura e dinâmica das organizações. social e cultural. Desenvolve planos de gestão de recursos humanos adequados à Ano .Nuclear multiculturalidade crescente da demografia nacional e internacional. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Identificar o impacto da actual evolução das formas organizacionais protagonistas da gestão int ernacional nas práticas da GRH. Competências a. levando em linha de conta factores de natureza económica. 2. Estabelecer uma comparação entre a gestão de recursos humanos nacionail com a internacional.UP-ESCOG-GRH-302 B Nível . UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 122 DE 186 . c.2 Semestre .

UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 123 DE 186 . Desenvolver planos de gestão de recursos humanos adequados a processos de internacionalização de empresas nacionais. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 Temas Horas de Horas contacto de estudo Globalização dos Mercados 10 20 Os desafios do RH diante da globalização dos negócios 10 12 Diferenças Culturais na Gestão Global 18 10 Gestão de Recursos Humanos em Empresas 10 10 Multinacionais Total 48 52 5. 3. levando em linha de conta factores de natureza económica. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. 6. e. Pre requisitos  Introdução a gestao de recursos humanos 4. social e cultural. Contrastar a gestão de recursos humanos nacionail com a internacional. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). d. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 c. Desenvolver planos de gestão de recursos humanos adequados à multiculturalidade crescente da demografia nacional e internacional.

FINURAS. Editora Gente. Bibligrafia BOOG. Gestão Internacional e Recursos Humanos. São Paulo. Magdalena e Gustavo. Maunual de Gestão de Pessoas e Equipas: Estratégias e Tendências. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 124 DE 186 .lda. Paulo.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 7. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. 1ª edição. Editora Silaba. Lingua de ensino Lingua portuguesa 8. 1999. 9. Lisboa. volume 1. 2002.

Explicar a amplitude das auditorias de pessoal. Descrever as abordagens mais comuns às auditorias de pessoal. Listar os instrumentos de pesquisa usados em uma auditoria de pessoal. Definer os componentes de um relatório bem sucedido de uma auditoria de pessoal. Definir os componentes de um relatório bem sucedido de uma auditoria de pessoal. Descrever as abordagens mais comuns às auditorias de pessoal. d. c.4º Créditos – 3 = 75 horas (48 de contacto + 27 de estudo) Tipo .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Auditoria de RH Código . c. e. Identificar os benefícios de uma auditori de pessoal. 3. b. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Ano .1º 1.UP-ESCOG-GRH-402 A Nível .Nuclear 2. d.2 Semestre . Elaborar uma auditorias de pessoal. b. Pre requisitos Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 125 DE 186 . Competências O estudante: a. Identificar os benefícios de uma auditori de pessoal.

São Paulo. Editora McGraw-Hill. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 8 Temas Horas de Horas contacto de estudo 6 4 6 4 6 4 6 4 6 4 5 3 5 2 8 2 48 27 A Amplitude de Auditoria de Pesssoal Auditoria da Função de Pessoal Auditoria de Cumprimento Gerencial Auditoria de Satisfação do colaborador Abordagens de Pesquisa às Auditorias Instrumentos dePesquisa de Pessoal Informação Externa Relatório de Auditoria Total 5. William B.-m Recursos Humanos. 7. Bibligrafia PERETI. Lisboa. 1ª Edição. Administração de Pessoal e Recursos Humanos.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. J. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. 1997. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 126 DE 186 . 1983. 6. 9. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Publicações Dom Queixto. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. WERTH. Lingua de ensino Lingua portuguesa 8.

Nuclear 2. c. Identificar os benefícios de uma consultoria em RH. Descrever as abordagens mais comuns à consultoria em RH.4º Créditos – 4= 100 horas (48 de contacto + 52 de estudo) Tipo .2 Semestre . Explicar a amplitude da consultoria em RH. b. Listar os instrumentos de pesquisa usados em consultoria em RH. Definir os componentes de um relatório bem sucedido de uma consultoria em RH. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Pre requisitos UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 127 DE 186 .UP-ESCOG-GRH-401 B Nível . Descrever as abordagens mais comuns à consultoria em RH. c. Ano .2º 1. Explicar a amplitude da consultoria em RH.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Consultoria em RH Código . b. Definir os componentes de um relatório bem sucedido de uma consultoria em RH. Competências a. e. d.

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3. Plano Temático
Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 8 Temas Horas de Horas contacto de estudo A Amplitude de consultoria em RH 7 10 Consolidação do profissional de RH como consultor 7 10 Tipos de consultoria 7 7 Contrataçaõ dos serviços de consultoria em RH 7 5 Administrçaão e Manutenção dos serviços de 5 5 consultoria em RH Caractrísticas do consultor em RH 5 5 Instrumentos dePesquisa de Pessoal 5 5 Relatório de consultoria 5 5 Total 48 52

4. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.

5. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito, cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP.

7 . Língua de ensino Lingua Portuguesa.

8.Bibligrafia OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebuças Manual de Consultoria Empresarial,5ª Ed, Editora Atlas, São Paulo, 2004. PERETI, J.-m Recursos Humanos. Publicações Dom Queixto, 1ª Edição, 1997. 9. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG.

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Disciplina – Gestão e desenvolvimento de competencias Código Nível - 2 Semestre - 2º 1. Competências a. Alinha o factor humano com o negócio da organização; b. Concebe o portfolio de competências de uma organização; c. Diferencia uma gestão de pessoas baseada em funções com a de competências. UP-ESCOG-GRH-301 B 1 Ano - 3º Créditos – 5= 125 horas (48 de contacto + 77 de estudo) Tipo - Nuclear

2. Objectivos Gerais

No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Alinhar o factor humano com o negócio da organização; b. Conceber o portfolio de competências de uma organização; c. Diferenciar uma gestão de pessoas baseada em funções com a de competências.

3. Pre requisitos
Nenhuma disciplina

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Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 Temas Horas de Horas contacto de estudo 10 20 8 17 e 7 10 10 8 5 48 10 10 10 77

Das Função as Competências Modelos de competências Abordagem metodológica para concepção implementção de competências Tendências na gestão por competências Articulação entre estrategia empresarial e competências individuais Caracterização de competências individuais Total

5. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.

6. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito, cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP.

7 . Língua de ensino Lingua Portuguesa.

8.Bibligrafia CASCAO, Ferreira & Cunha Namercio Gestao de competências- Novas perspectivas na gestao de recursos humanos, Lisboa. 1998 GUSTAVO & Boog Magdalena Manual de Gestão de Pessoas e Equipes – volume 1 Editora Gente, Sao Paulo. 2002. DUTTRA, Joel Souza Competênciass: conceitos e instrumentos para gestao de pessoas na empresa moderna, Sao Paulo. 2004

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Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 9. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 131 DE 186 .

Nuclear 2.4º Créditos – 5 = 125 horas (48 de contacto + 102 de estudo) Tipo . Ano . enquanto técnica de optimização na utilização de recursos. Proporcionar uma perspectiva global da organização como um sistema e comportamental. Aalisa os diferententes níveis de modelo do comportamento organiazcional. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Apresentar os diferententes níveis de análise do modelo do comportamento organiazcional. b. noeadamente a motivação do individuo e a liderança de grupos e equipes. b.1º 1. noeadamente a motivação do individuo e a liderança de grupos e equipes. Pre requisitos Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 132 DE 186 .UP-ESCOG-GRH-401 A Nível .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Comportamento Organizacional Código . c. Apresentar os problemas gerais.2 Semestre . Proporcionar uma perspectiva global da organização como um sistema e comportamental. Competências a. 3.

Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários).Joaquim Vicente HumanatorRecursos Humanos e Sucesso Empresarial. Guerra. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. 6. J... Rodriguês. 1997 FERREIRA.M. Lisboa. Publicações Dom Queixto.C. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. 1ª Edição.Hill. Delegação de Poder e Qualidade no 6 Planeamento do Trabalho Interdependência e Relações entre Papeis 6 Dinâmica do grupo e eficãcia da equipa 8 Liderança de grupos e organizações 6 A gestão do conhecimento 6 Total 48 5.. Bibligrafia CAMARA. Neves. Editora McGraw. B. 7. e Caetano Manual de Psicossociologia das Organizaçãoes. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas.J. 2001 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 133 DE 186 . Lisboa. Lingua de ensino Lingua portuguesa 8. Paulo Balreira. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 8 Temas Horas de Horas contacto de estudo Vantagem 4 17 17 12 12 12 10 10 10 102 Comportamente Organizacional e Competitiva Perspectivas e Aplicações 6 Motivação e Sistema de Trabalho 6 Eficiência. Pedro..

Publicações Dom Queixote. MARQUES. Peter Sobre a Profissão de Gestão. 9. 1998. P Comportamento organizacional. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 134 DE 186 .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 DRUCKER. Publicações Dom Queixote. C. Editora Atlas. Lisboa. 1995. Lisboa 1996 KANAANE. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. A& Cunha. M. Roberto Comportamento Humano nas Organizações-O homem Rumo ao Século XXI.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Componentes de formação Pratica UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 135 DE 186 .

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 PROGRAMAS TEMATICOS – Minor Componente de formação especifica UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 136 DE 186 .

Psicodinâmicas.4º Créditos – 4= 100 horas (64 de contacto + 36 de estudo) Tipo . Conhecer as Teorias Psicológicas de ( Traço Factor. Desenvolvimentais. b. Pré-requisitos: Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 137 DE 186 .V. Competências O estudante: a. Conhecer o Mercado de emprego e as profissões no contexto Moçambicano 3.2º 1. Gerais).P para a actividade do Gestor de Recursos Humanos. Conhecer o significado da escolha profissional para o jovem e adulto. Assegurar uma adequada aproximação do individuo com as profissões. c.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Orientação vocacional e profissional Código . Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Decisionais. d. b. Conhecer a importância da O.2 Semestre . Analisar a escolha profissional dos profissionais e relaconar com o mercado de trabalho. Ano .UP-ESCOG-GRH-403 B 11 Nível .Complementar 2.

Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Plano Temático Temas Horas de Horas contacto de estudo 12 8 14 12 8 8 10 6 6 5 5 6 Nº Tema 1 2 3 4 5 6 Conceito de Orientação Vocacional e profissional As Teorias em Orientação Vocacional e profissional A Escolha Profissional Conceito de profissão/trabalho. As vocações Estratégia Clínica em Orientação Vocacional e profissional Total 64 36 5.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. 6. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Língua de ensino Lingua Portuguesa. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 138 DE 186 . 7 . A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.

9. Paulo. editorial presença. Edições Paulinas. PIMENTA.C. CHIAVENATO. 2003. Hiebsch g.J. J. Fichas de Apoio.Bibliografia BAIÃO.Testes de Fotos de Profissões –Para o Contexto Sóciocultural Brasileiro. . 7ª Edição. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 139 DE 186 .Abordagem Sócio-Histórica “.S. 1992. Idalberto. e OLIVEIRA. 1991. REUCHELIN. Guy. 1999. MINERVINO. Editora Loyola. José “ Vocação e realização Profissional “. Press Universitaries de France. Havana. Maurice.Paulo. ____________ “ Orientação Vocacional: Estudo crítico da situação no Brasil”. Lisboa. Paulo. “ A orientação Escolar e profissional”. SORTANE. Formação Profissional e Formação Profissional Acelerada. Paulo. 1963. Selma. Conceita E. Clauss. 1987. Sílvio. R.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. Edições Loyola. 1966. Universidade Pedagogica. (colecção substância) RSS Editora LDA. S.Paulo. S. “ Recursos Humanos ”. BOCK. Revista Brasileira de Orientação Profissional. Editora Universitária. que sais je? “L’Orientation Profissionnelle”. 1981. “Orientação Vocacional e Decisão”. “ Orientação Profissional. Jacquemin “A adaptação do BBT. Sétima Edição. 2002. Segunda Edição compacta.Cortez Editora. Artigos Publicados. Tieme Okino & ANDRÉ . 2009 SINOIR. 2007 ERIKA. Xavier. Editora Atlas. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. S. Revista Brasileira de Orientação Profissional. S. “ Psicologia infantil”. Google.

UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 140 DE 186 . Discernir sobre os conceitos ˝classes profissionais. Enquadrar e discernir sobre as várias abordagens da Ética aplicada no quadro da Ética em geral. ˝virtudes profissionais˝. ˝vocação profissional˝.  Fazer uma abordagem diferente da relação dos conceitos ˝trabalho˝ e ˝desenvolvimento˝.Conplementar organizacionais.UP-ESCOG-GRH-401 A Nível .   Concretizar os conceitos de ˝ética do trabalho˝ e ˝ética profissional˝. Desenvolver actividades sustentáveis.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – ética e deontologia profissional Código . Integrar os conhecimentos do domínio ambiental nas actividades Ano . ˝competência profissional˝ e ˝código de ética profissional˝. Competências    Aplicar a Ética e Moral no desenvolvimento de suas funções. 2. Objectivos   Integrar a ética no conjunto de outros saberes.1º 1.4º Créditos – 6 = 150 horas (48 de contacto + 102 de estudo) Tipo .  Explicar como a divisão do trabalho evoluiu para a especialização ou profissionalização do próprio trabalho.2 Semestre .

Conteúdos (plano temático) Nº Tema Tema Horas por Tema 1 2 3 4 5 6 7 Conceitos de trabalho e profissão Conceito de Ética Evolução da Ética Responsabilidade Social das Organizações Competência professional Fundamentos de competência profissional Educação e Formação Moçambique 4 5 7 10 10 6 20 20 20 12 10 10 10 ético-profissional em 6 Total 48 102 5. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 3. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 141 DE 186 . A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Pré-rquisitos Sem precedência 4. Métodos de ensino-aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários).

Martins Fontes. Fernando. Desafios éticos da globalização. José Renato. Bibliografia RUSS Jacqueline .. São Paulo. Ética para Meu Filho. Paulinas. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 142 DE 186 . São Paulo. Millennium Editora Ltda. Ética nas Organização. Atlas S. 2004 SAVATER. Docente A docência da disciplina será rotativa entre os vários docentes do Departamento. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. 7.. 2002 PASSOS. A regência da disciplina deverá ser assegurada por docentes com um grau de Pósgraduacão e alguma experiência de investigação. Pensamento ético contemporâneo. Internet.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 6. Língua de ensino 8. São Paulo. Campinas. Ética Ambiental. São Paulo. 2ª Edição. Elizete.A. 2007 NALINE. 2003 BUARQUE Cristovam. 1993 9. Da modernidade técnica à modernidade ética. 2003 OLIVEIRA Manfredo A . Brasil. São Paulo Pulus. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito.

2 Ano . d. Nº Nº Tema Plano Temático Tema Temas Horas de contacto Horas de estudo de Horas de Horas contacto estudo UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 143 DE 186 . Compreender a importância da HSQT para a GRH.Nuclea Créditos – 4 = 100 horas ( 48 de contacto +52 de estudo) a.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Seguranca no Trabalho Código . 2. Objectivos: No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a.M1-403 A 08 Nível . Conhecer as obrigações das empresas em HSQT. b. 1.1º 1. Competências Tipo .UP-ESCOG. c. Desenvolver planos de intervenção e de política da empresa nesta área. b. Analisar a escolha profissional dos profissionais e relaconar com o mercado de trabalho.4º Semestre . Conhecer as vantagens para os trabalhadores e para a produtividade das empresas. Pre requisitos Higiene no Trabalho 3. Conhecer o significado da escolha profissional para o jovem e adulto.

Porto Editora. 5. 1992 O’MAHONY. 1985.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 1 Introdução À Segurança Do Trabalho 8 10 2 3 4 5 8 9 Os Acidentes De Trabalho Equipamentos De Protecção Individual Riscos Eléctricos Ferramentas Manuais E Máquinas Portáteis Radiações Movimentação De Cargas 8 8 6 6 6 6 48 10 10 7 5 5 5 52 Total 4. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. 9. Lisboa. MIGUEL. Higiene e Saúde no Trabalho. Lingua de ensino Lingua portuguesa 7. A. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 144 DE 186 . Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. 2003. Idalberto Gestão de Recursos Humanos. 6. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Liam e Seaver Matt Gestão de Sistemas de Seguranças. Editora Monitor. 3ª Edição compacta. Bibliografia CHIAVENATO. Sergío Segurança e Higiene no Trabalho. Metodologia As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Lisboa.

2º 1. Conhecer as obrigações das empresas em HSQT. Conhecer as vantagens para os trabalhadores e para a produtividade das empresas. 9. Desenvolver planos de intervenção e de política da empresa nesta área. h. Objectivos: No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: e.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina –Higiene no Trabalho Código . Analisar a escolha profissional dos profissionais e relaconar com o mercado de trabalho. g. Competências Tipo .Nuclea Créditos – 7 = 175 horas (64 de contacto + 111 de estudo) c.3º Semestre . Compreender a importância da HSQT para a GRH. f. d. Pre requisitos Sem precedencia UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 145 DE 186 .2 Ano .UP-ESCOG-M3-301 B 20 Nível . Conhecer o significado da escolha profissional para o jovem e adulto.

cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Metodologia As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). 13. Lingua de ensino Lingua portuguesa UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 146 DE 186 . Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 Temas Princípios E Domínios Da Higiene Do Trabalho Noções De Toxicologia Metodologias E Técnicas De Avaliação E Controlo Da Exposição Aos Agentes Efeitos Resultantes De Exposições Combinadas Procedimentos De Calibração Dos Instrumentos De Leitura Sistemas De Ventilação E Condicionamento Do Ar Horas de contacto 14 10 10 10 10 10 64 Horas de estudo 20 20 20 20 21 10 111 Total 11. 12.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 10. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.

Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Porto Editora. 2003. A. Editora Monitor. Higiene e Saúde no Trabalho. 1992 O’MAHONY. Liam e Seaver Matt Gestão de Sistemas de Seguranças. MIGUEL. Bibliografia CHIAVENATO. 1985. Sergío Segurança e Higiene no Trabalho.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 14. Idalberto Gestão de Recursos Humanos. Lisboa. Lisboa. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 147 DE 186 . 3ª Edição compacta. 9.

e. b. Relacionar o nível de conflito e o desempenho organizacioal.2 Semestre .Nuclear 2.4º Créditos – 5 = 125 horas (48 de contacto +77 de estudo) Tipo . Pré-requisitos: Teoria das organizações 4. Diagnosticar as fontes e a natureza do conflito.2º 1. Ano . Competências a. Relaciona o nível de conflito e o desempenho organizacioal. Plano Temático Nº Tema 1 Temas Horas de Horas contacto de estudo 4 12 Conflito e desempenho organizacional UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 148 DE 186 . d. Saber integrar o processo negocial em ambiente culturais distintos. 3.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Gestão de Conflitos Código .UP-ESCOG-M1-401 B 12 Nível . Dar a conhecer vários contextos negociis intra e inter-organizacional. c. Saber integrar o processo negocial em ambiente culturais distintos. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. b. Saber diagnosticar as fontes e a natureza do conflito.

A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Bibligrafia MIGUEL. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Porto Editora. Liam e Seaver Matt Gestão de Sistemas de Seguranças. Higiene e Saúde no Trabalho. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 149 DE 186 . Editora Monitor. 7. 1992 O’MAHONY. 9. Sergío Segurança e Higiene no Trabalho. A. 2003. Lisboa. 6. Lisboa. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Lingua de ensino A língua Portuguesa 8. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 2 3 4 5 6 7 Diagnóstico das fontes de conflito Estílo de Gestão de conflito Modelos de negociação Erros negociais e selecção de estratégia adequada Negociação integrativa ou calaborativa Negociação em contexto culturais diversos Total 6 8 8 6 8 8 48 12 15 10 10 10 8 77 5. Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas.

Conhecer quais os objectivos comunitários da higiene.3º Créditos – 5= 125 horas (48 de contacto +77 de estudo) Tipo . Pré-requisitos: Teoria das organizações UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 150 DE 186 . segurança e saúde do trabalho. Fazer uma abordagem da prevenção no mundo e em moçambique f. segurança e saúde do trabalho. Competências O estudante: a.UP-ESCOG-M1-301 B 12 Nível . Fazer uma gestão da prevenção na empresa 3.2 Semestre .2º 1.Nuclear 2.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Gestão de Prevenção Código . Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: d. Identificar os indicadores de segurança e saúde c. e. Especificar claramente os objectivos comunitários da higiene. Classificar os níveis da prevenção no trabalho Ano . b. Identificar os indicadores de segurança e saúde g.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. objectivos comunitários da higiene. responsabilidades dos diversos intervenientes l. comunidades e a higiene. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. abordagem da prevenção no mundo e em moçambique i. prevenção integrada indicadores de segurança e saúde  indicadores de sinistralidade  indicadores de doenças profissionais  indicadores das incapacidades  outros indicadores da prevenção a gestão da prevenção na empresa  referências legislativas da gestão da prevenção  tendências actuais da gestão da prevenção  princípios da gestão da prevenção 2 6 18 3 8 21 4 8 20 Total 48 77 5. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). segurança e saúde do trabalho k. Plano Temático Nº Tema 1 Temas Horas de Horas contacto de estudo 4 18 o contexto do trabalho na empresa  a intervenção da pessoa  organizações: enquadramento e estratégia prevenção no trabalho h. segurança e saúde no trabalho j. medidas genéricas de prevenção no trabalho n. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 151 DE 186 . níveis da prevenção no trabalho m.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 6. 9. 7. Higiene e Saúde no Trabalho. Lingua de ensino A língua Portuguesa 8. 1992 O’MAHONY. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. 2003. Lisboa. Editora Monitor. Bibligrafia MIGUEL. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Sergío Segurança e Higiene no Trabalho. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Porto Editora. Liam e Seaver Matt Gestão de Sistemas de Seguranças. Lisboa. A. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 152 DE 186 .

Competências O estudante: a.2º 1.2 Semestre . Alertar sobre a ocorrencia de situaçoes que perigam a segurança dos utentes. e.3º Créditos – 6 = 150 horas (64 de contacto +86 de estudo) Tipo . Elaborar um plano de intervenção e de evacuação em caso de perigo. b. Identificar os riscos decorrentes do mau funcionamento dos equipamentos. 3. c. Opinar relativamente aos espaços adequados para a construção.UP-ESCOG-M2-301 B 21 Nível . Pré-requisitos: Teoria das organizações UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 153 DE 186 . Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Ano .Nuclear 2.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Organização da emergencia Código . f. Orgaizar a segurança das instalações. Elaborar e/ou interpretar os documentos de instrução de segurança.

Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. Plano Temático Nº Tema 1 Temas Horas de Horas contacto de estudo 10 10 introdução 2 3 4 5 caracterização espacial da construção identificação dos riscos organização da segurança plantas de emergência 10 10 9 5 10 10 10 10 6 7 8 9 plano de intervenção plano de evacuação instruções de segurança telefones de entidades a contactar Total 5 5 5 5 64 10 10 8 8 86 5. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 154 DE 186 .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. 6. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP.

Lingua de ensino A língua Portuguesa 8. 2003. Bibligrafia MIGUEL. Porto Editora. A. Sergío Segurança e Higiene no Trabalho. 9. Higiene e Saúde no Trabalho. Lisboa. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. 1992 O’MAHONY. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 155 DE 186 . Editora Monitor. Lisboa. Liam e Seaver Matt Gestão de Sistemas de Seguranças.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 7.

Controlar de modo a reduzir o índice de ocorrência de acidentes no local de trabalho. Fazer uma abordagem conceitual do risco profissional 3.3º Créditos – 7 = 175 horas (64 de contacto +111 de estudo) Tipo .Nuclear 2. Pré-requisitos: Teoria das organizações UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 156 DE 186 . b.UP-ESCOG-M1-302 A 20 Nível . b.2 Semestre . Avaliar os riscos no local de trabalho. Competências O estudante: a. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Avaliação e controlo de risco Código . Ano .2º 1. Fazer uma avaliação de risco socorrendo-se de métodos adequados.

Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). Plano Temático Nº Tema 1 Temas Horas de Horas contacto de estudo 12 18 enquadramento da avaliação de riscos no local de trabalho métodos quantitativos e qualitativos de avaliação de riscos métodos reactivos e pró-activos de análise de riscos quadro sintese dos métodos de avaliação de riscos abordagem do risco profissional – conceitos 2 8 20 3 4 5 8 4 12 15 15 18 6 7 modelos teóricos de casualidade dos acidentes controlo de riscos Total 8 12 64 15 15 111 5. 6. cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. 7. Lingua de ensino A língua Portuguesa UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 157 DE 186 . A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas.

1992 O’MAHONY. Lisboa. JESUINO. Higiene e Saúde no Trabalho. Lisboa. Sergío Segurança e Higiene no Trabalho. Lisboa. J. Bibligrafia CARVALHO. 9. Texto Editora. Lisboa. MIGUEL. J. 1992. Porto Editora. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 158 DE 186 . Edições Sílabo. 2003. 2004. Liam e Seaver Matt Gestão de Sistemas de Seguranças. Negociação. A. Negociação – Estratégia e Tácticas.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 8. Editora Monitor.

Competências O estudante: a.Nuclear 2.4º Créditos – 5 = 125 horas (48 de contacto + 77 de estudo) Tipo .2º 1.2 Semestre .UP-ESCOG-M1-402 B 12 Nível . Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Conhecer os principais dispositivos legais de Higiene e seguran. Proporcionar a formação cultural dos estudantes em matéria de legisla. Normas de segurança.ca no trabalho Ano . Regulamento. higiene e saúde trabalho Código . Plano Temático Nº Tema 1 2 3 Temas Horas de Horas contacto de estudo 10 25 8 30 48 22 30 77 legislação laboral higiene e segurança no trabalho análise da principal legislação específica Total UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 159 DE 186 .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Legislação. Pré-requisitos: Introdução a administração 4.cão especifica de higiene e segurança no trabalho 3.

2004. Lingua de ensino A língua Portuguesa 9. Sergío Segurança e Higiene no Trabalho.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 6. Bibligrafia CARVALHO. Edições Sílabo. A. Lisboa. Liam e Seaver Matt Gestão de Sistemas de Seguranças. Porto Editora. Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Lisboa. Lisboa. 8. 1992 O’MAHONY. 1992. JESUINO. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. J. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Texto Editora. J. Negociação. MIGUEL. Lisboa. Higiene e Saúde no Trabalho. Editora Monitor. Negociação – Estratégia e Tácticas. 9. 7. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 160 DE 186 . 2003.

Organizar as acções que garantam uma vigilância sanitária a varios niveis 2. b. Competências O estudante: a. Organizar as acções que garantam uma vigilância sanitária a varios niveis 3. Elaborar as normas que orientam a manutenção do ambiente sanitário.2 Semestre .2º Ano .4º Créditos – 6 = 150 horas (48 de contacto e 102 de estudo) Tipo .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Gestão administrativa de uma infraestrutura Código . Elaborar as normas que orientam a manutenção do ambiente sanitário. Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a.UP-ESCOG-GRH-402 A Nível .Nuclear 1. Pre requisitos Nenhuma disciplina UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 161 DE 186 . b.

cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Editora Monitor. 2003. Porto Editora. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Métodos de ensino – aprendizagem As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários).Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. 7. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 162 DE 186 . Sergío Segurança e Higiene no Trabalho. Lisboa. Lingua de ensino A língua Portuguesa 8. Bibligrafia MIGUEL. Liam e Seaver Matt Gestão de Sistemas de Seguranças. A. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. Lisboa. 6. Plano Temático Nº Tema 1 Conceito de vigilância sanitária Temas Horas de Horas contacto de estudo 12 18 10 20 20 20 24 92 2 Dimensões da vigilância sanitária 3 4 5 Acções da vigilância sanitária de alta complexidade Acções da vigilância sanitária de media complexidade Accões de vigilância sanitária de baixa complexidade 8 8 12 48 Total 5. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. 9. 1992 O’MAHONY. Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Higiene e Saúde no Trabalho.

c.1º 1. mediante o emprego da racionalização para o aumento da produtividade. Propor a reestruturação e implementação de novos métodos de trabalho. 3. Competências O estudante: a. Identificar uma estrutura organizacional e seus repectivos processos operacionais.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Disciplina – Organização e metodos Código . Desenhar uma estrutura organizacional e seus repectivos processos Ano . Objectivos Gerais No fim da disciplina os estudantes deverão ser capazes de: a. Simplificar o trabalho. b.UP-ESCOG-GRH-204 A Nível . 2.2º Créditos – 6 = 150 horas (64 de contacto e 86 de estudo) Tipo . Assessorar as empresas na reestruturação e implementação de novos métodos de trabalho.Nuclear operacionais. b.2 Semestre . Pre requisitos Nenhum pré requisito UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 163 DE 186 .

Metodologia As aulas terão uma componente teórica (conferências) e prática (seminários). cujos procedimmentos serão de acordo com regulamento de avaliação em vigor na UP. Nogueira Organização e Métodos.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Bibligrafia FARIA. Lingua de ensino Lingua portuguesa 8. A resolução de exercícios e problemas será a base de discussão sobre os conceitos nas aulas práticas. 7. Plano Temático Nº Tema 1 2 3 4 5 6 7 Temas Horas de Horas contacto de estudo 8 10 12 12 8 16 8 14 10 10 10 10 8 14 64 86 A Função de Organização e Métodos Técnicas de levantamento Análise do Trabalho Racionalização e Simplificação do Trabalho Métodos de Trabalho Os Postos de Trabalho e Ambiência Os centros de Produçaõ Total 5. (1982) 9. LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 164 DE 186 . Os conceitos serão introduzidos a partir de situações problemáticas. Docentes O corpo docente para leccionar esta disciplina será indicado pela ESCOG. Avaliação A avaliação será com base nos trabalhos práticos individuais ou em grupo e exercócio escrito. A. São Paulo. 6.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 TEMAS TRANSVERSAIS UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 165 DE 186 .

Inicialmente são discutidos os diferentes perfis do profissional empreendedor. onde o aluno é estimulado a reconhecer o seu próprio perfil e as carências a serem superadas para se tornar um empreendedor ou um intraempreededor UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 166 DE 186 . esta disciplina proporciona uma alternativa de carreira para professores que desejam iniciar-se na actividade empreendedora. 3º e 4º Créditos – 1. alunos regressos da décima segunda mais um (12+1). em período de seis meses. Competências Esta disciplina poderá incluída nos programas de Licenciatura da UP.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Escola Superior de Contabilidade e Gestão Departamento de Economia e Gestão Temas Transversais : Empreendedorismo e Visão de Negócios Código — Tipo – Nuclear Nível – Ano – 1º. poderá ser oferecida para o público em geral que deseje desenvolver competência para iniciar ou gerir um novo negócio. Além deste propósito. ou ser oferecida com formato de curso de “curta duração”. ou interessados de fora do ambiente académico que possam estar interessados em adquirir uma visão como iniciar e gerir um pequeno negócio. para participantes que estejam cursando a Licenciatura. A disciplina aborda o trinómio “ser-saber-fazer acontecer” presentes na acção de empreender. ou ainda. Introdução A disciplina Empreendedorismo e Visão de Negócios tem como finalidade principal criar habilidades sobre como desenvolver atitudes com um perfil empreendedor e “práticas de gestão de negócios” para professores que irão leccionar a disciplina Noções de Empreendedorismo no ensino secundário. 1. 2º.6 = 16 horas (4 de contacto + 12 de estudo).

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 bem-sucedido (SER).Desenvolver a competência necessária para praticar o seu próprio negócio. . .5 7. o aluno é orientado como iniciar seu próprio negócio e quais as práticas de gestão mais relevantes para assegurar o seu sucesso (FAZER ACONTECER).5 7.5 7. planejar a sua execução e iniciar a operação de um novo empreendimento.5 2. Plano Temático Actividade / Temas Primeiro ano AT 01: Conhecendo seu perfil empreendedor AT 02: Identificando a oportunidade de negócio AT 03: Analisando a viabilidade do negócio AT 04: Conhecendo um Plano de Negócios Segundo ano AT 05: Definindo a empresa Horas de contacto 2. Finalmente. Pré-requisitos Nenhum 4. até a sua modelagem em um Plano de empreendedor (SABER). 2. 3.Compreender o funcionamento e a utilização das principias práticas de gestão de um pequeno negócio.5 UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 167 DE 186 .Desenvolver uma atitude empreendedora a ser aplicada na sua condição de pedagogo ou fora do âmbito académico.5 7.5 2. .5 Horas de estudo 7. A seguir são apresentados os conhecimentos básicos para criação de um novo empreendimento ou projecto que ele pratica idealizando o seu. desde a escolha de uma oportunidade.Dispor do embasamento em práticas de gestão de negócios necessário para leccionar a disciplina Noções de Empreendedorismo.5 2.Saiba como identificar uma oportunidade. Objectivos gerais Pretende-se que o aluno após cursar esta disciplina deverá ser capaz de: .5 2. .

5 2. tanto na demonstração dos conceitos com slides em projector de multimédia.5 7.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 AT 06: Definindo o negócio AT 07: Analisando o mercado AT 08: Elaborando o Plano de Marketing Terceiro ano AT 09: Elaborando o Plano de Operações AT 10: Elaborando o Plano Financeiro AT 11: Começando o seu próprio negócio AT 12: Gestão da empresa familiar Quarto ano AT 13: Gestão do relacionamento com o cliente AT 14: Gestão das operações de uma pequena empresa AT 15: Gestão dos activos na pequena empresa AT 16: Avaliando o desempenho de uma pequena empresa Total 2.5 7.5 2.5 2.5 10 7.5 2.5 2.5 2.5 7. Metodologia de ensino através de aulas interactivas.5 7. 6. Avaliação Nota obtida pela participação individual e em grupo nas actividades desenvolvidas durante as aulas.5 2. que os alunos receberão no início da disciplina. onde o professor demonstra o conceito seguido de sua aplicação pelo aluno no seu projecto de negócio.5 7. Meios de ensino-aprendizagem Sempre que possível as aulas deverão ser desenvolvidas em ambiente electrónico.5 2.5 7.5 2. utilizando os seguintes critérios de avaliação: – Desenvolvimento do Perfil Empreendedor (60%) – Elaboração do Plano de Negócios – Exercícios de Práticas de Gestão (15%) (25%) UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 168 DE 186 . Estratégias e métodos de ensino aprendizagem Estratégia de ensino orientada por projectos de trabalho onde o aluno desenvolve o projecto para realização de um novo empreendimento. como na sua aplicação pelos alunos através de editor de texto e planilhas electrónicas.5 7.5 2.5 7.5 30 5.5 7. Alternativamente o mesmo material pode ser apresentado com projector de transparências e disponibilizado para os alunos de forma impressa.5 7.

DORNELAS. FARAH. Administração de pequenas empresas. 2001. MARCONDES. Rio de Janeiro: Elsevier. DOLABELA. O empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. Sue. Língua Português 8. BIRLEY. São Paulo: Cengage Learning. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. MARCOVITCH. BERNARDI. Planos de negócio que dão certo. Empreendedorismo estratégico: criação e gestão de pequenas empresas. Criando empresas para o sucesso. 2007. Empreendedorismo: uma visão do processo. 2003. 2007. São Paulo: Cultura Editores Associados. José Carlos Assis. estratégias e dinâmicas. 2008. 2005.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 7. 2008. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. Jacques. Pioneiros e empreendedores: a saga do desenvolvimento no Brasil. 2004. 1999. São Paulo: Thomson Learning. MUZYKA. São Paulo: Saraiva. Osvaldo Elias. São Paulo: Thomson Learning. 1989. Reynaldo Cavalheiro. DEGEN. Fernando Celso. MARCOVITCH. Luiz António. 2006. LONGENECKER. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos. Bibliografia BARON. Roberto A. São Paulo: McGraw-Hill. Pioneiros e empreendedores: a saga do desenvolvimento no Brasil. Justin et al. Dominando os desafios do empreendedor. São Paulo: Pearson Makron Books. Jacques. Ronald Jean. O segredo de Luísa. Daniel F. São Paulo: Atlas. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 169 DE 186 .

César Simões et al. 2004. Gestão criativa: aprendendo com mais bem-sucedidos empreendedores do mundo. Victor. 2004. São Paulo: DVS Editora. São Paulo: Pearson Prentice Hall. Victor Jr. 2003. Empreendedores brasileiros: vivendo e aprendendo com grandes nomes. Administração empreendedora: teoria e prática usando o estudo de casos.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 MAXIMIANO. Fernando Henrique. Empreender é a solução. 2006. MIRSHAWKA. Antônio Cesar Amaru. 2005. MIRSHAWKA. Rio de Janeiro: Campus. Rio de Janeiro: Campus. MIRSHAWKA.2005. Construindo planos de negócios: passos necessários para planejar e desenvolver negócios de sucesso. Francisco Brito. Victor. Administração para empreendedores. SALIM. Rio de Janeiro: Elsevier. WEVER. SALIM. César Simões et al. RAMOS. São Paulo: DVS Editora. 2003. São Paulo: Saraiva. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 170 DE 186 . Empreendedores : histórias de sucesso.

uma aprendizagem sobre como tomar decisões que considerem os futuros da economia. A aprendizagem será mais efectiva se for considerada a situação real do meio em que o indivíduo vive. além de muitas outras formas de agressão ao meio ambiente. ao mesmo tempo. (CARTEA & CARIDE. de forma a preservar os interesses das gerações futuras e.INTRODUÇÃO A Educação Ambiental (EA) constitui-se numa forma abrangente de educação. é clara a necessidade de mudar o comportamento do homem em relação à natureza. a devastação das florestas. Assim. o desenvolvimento de conhecimento. atitude e habilidades necessárias à preservação e melhoria da qualidade ambiental. participativo e permanente que procura incutir no educando uma consciência crítica sobre a problemática ambiental. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 171 DE 186 . a poluição atmosférica. 2004). sabemos que a educação desempenha igualmente um forte contributo na mudança que se deseja. Apesar de se reconhecer a necessidade da implementação de medidas políticas e tecnológicas que promovam mudanças de comportamentos e atitudes em prol da sustentabilidade. Actualmente. essencialmente. Um programa de Educação Ambiental para ser efectivo deve promover simultaneamente. Nesta perspectiva. a EDS tem de ser vista.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Educação Ambiental Introdução 1. 2006). são comuns a contaminação dos cursos de água. a Educação Intercultural e Educação para a Paz. a caça indiscriminada e a redução ou mesmo destruição dos habitats faunísticos. atender as necessidades das gerações actuais. no sentido de promover e assegurar uma gestão responsável dos recursos do planeta. através de um processo pedagógico. que se propõe atingir todos os cidadãos. a EA deve ser considerada como parte integrante da Educação para o Desenvolvimento Sustentável. da ecologia e da igualdade de todas as comunidades a longo prazo (TILBURY & PODGER. como um processo de “aprender para mudar”. Dentro deste contexto. tal como a Educação para a cidadania.

. de compreender interacções que lhes permitam entender como se organiza e evolui a sociedade. . . nem simples.Consumo de energia pelo uso de electrodomésticos m. TÓPICOS : 1.Fontes de energia renovável.Importância da preservação da água d. água.Energia k. desperdício da água e.Mudanças climáticas. . consequências 4.Medidas de uso sustentável da água f.Introdução 2. nem unidimensionais.Medidas para reduzir o desperdícios de energia eléctrica nas residências n. .Formas de tratamento de água para o consumo humano 3. bem como descodificar os desafios dos nossos tempos que não são lineares. . .Actividade humana e poluição do ar h.Ar e Clima g.Escassez de água de boa qualidade para o consumo: Poluição. .Efeito estufa i. causas. . sol. .Água em Moçambique e na Região Austral de África c.Água a. evidências. . vento e biomassa l. .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Os problemas globais que hoje enfrentamos implicam que os cidadãos das gerações futuras sejam capazes de estabelecer interligações entre diferentes assuntos. .Água no Glóbulo terrestre b.Aquecimento global .Impacto ambiental de construção de grandes barragens hidroeléctricas UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 172 DE 186 . j.

.Tratamento de resíduos sólidos v.Colecta de resíduos sólidos urbanos t.Formas sustentáveis de conservação de alimentos 6.Importância Económica da Biodiversidade – fonte de rendimento das comunidades (desflorestamento.Medidas de conservação da Biodiversidade 7.Uso de agroquímicos na produção de alimentos p. .Gestão de Resíduos Sólidos s.Reciclagem de resíduos sólidos w.Alimentos o.Deposição de resíduos sólidos u.Problemas de distribuição assimétrica de alimentos: subnutrição e obesidade r.Consequências da redução da Biodiversidade . . .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 5.Agricultura e seu impacto ambiental q.Flora e Fauna .Impacto sócio – ambiental da reciclagem UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 173 DE 186 . . tráfego de plantas e animais selvagens) . . . . .

funcionárias/os) Para que a Universidade UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 174 DE 186 . tem um papel primordial a cumprir. bem como discutir e aprofundar os temas relativos à sexualidade. no que concerne a promoção da igualdade de Género. Género e Sexualidade. justifica-se que a Universidade contemple igualmente esses temas. A Universidade. pretende-se abrir mais um espaço de debate. no âmbito da reforma curricular em curso. como um espaço social importante de formação dos sujeitos. Sexualidade. Esta é a primeira versão. com a qual se pretende colher inicialmente diferentes sensibilidades e subsídios da comunidade universitária da UP. de reflexão e pesquisa sobre o Currículo.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 EDUCAÇÃO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO Introdução O presente documento é uma proposta para a promoção de inclusão da Educação para a igualdade de Género. com a finalidade de produzir um instrumento norteador da promoção de igualdade de género em nossa instituição. Com isso. de problematização. bem como dos demais sujeitos que por ela transitam (professoras/es. Neste sentido. que vai além da mera transmissão de conteúdos. a partir de concepções naturalizadas em torno das masculinidades e feminilidades. nos seus curricula de formação. Trata-se de discutir as relações de poder que se estabelecem socialmente. Saúde Sexual e Reprodutiva nos curricula do Ensino Básico e Secundário Geral. como tema transversal no currículo de formação inicial de professores na Universidade Pedagógica (UP). mas também de capacitar aos docentes nessa matéria. Cabe a ela ampliar o conhecimento de seu corpo discente. Justificativa A presente proposta tem por objectivo promover o debate no campo da educação em torno das desigualdades de gênero. com o intuito de dotar os nossos graduandos com os necessários conhecimentos e competências que lhes garantam uma intervenção activa nos Ensinos Básico e Secundário Geral. Esta acção é ainda reforçada pelo facto do Ministério da Educação e Cultura ter efectuado a inclusão de temas sobre Relações de género. especialmente no que diz respeito à construção das identidades sexuais.

bem como a relevância de desenvolvermos projectos específicos de formação docente (inicial e continuada). homens e mulheres. Relação entre o género gramatical e o sexo. Teorias (essencialista. não estática. com intuito de favorecer mudanças. Desse modo. que se referem aos modos pelos quais direccionamos e administramos os nossos desejos. portanto. vivemos. fantasias e prazeres afectivo-sexuais. históricas e sociais em torno desses temas. Tema I: Fundamentos do Género Este primeiro tema pretende deflagrar a discussão em torno de aspectos conceptuais e epistemológicos sobre o género e suas dimensões ou categorias. ouvindo e reflectindo sobre as demandas dos alunos e alunas. Analisar o género como uma categoria social e. Teorias sobre género e suas consequências na educação (currículo). Tais expectativas também se estendem às identidades sexuais. De facto. Género como categoria social. as inquietações e frustrações. constructo social e politico). que extrapole o viés biológico. Género como categoria biológica. na contemporaneidade. Teorias de Opressão do Género: UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 175 DE 186 . Os programas discutirão de que forma as representações de gênero são produzidas no âmbito da cultura e como elas são produzidas e reiteradas na escola. enfatizando as produções culturais.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 cumpra a contento o seu papel é preciso que esteja atenta às situações do quotidiano. é importante ressaltar a indissociabilidade entre os conceitos de gênero e sexualidade. um tempo de rápidas transformações de toda a ordem e a nossa instituição não pode se eximir da responsabilidade que lhe cabe de discutir temas sociais tão actuais. Objectivos do programa A série de temas tem como objectivo fomentar o debate e o aprofundamento das questões de gênero e sexualidade no campo da educação. observando e acolhendo os seus desejos. tais como as desigualdades de gênero e a diversidade sexual. a partir das expectativas sociais colocadas em torno de meninos e meninas.       Múltiplas visões sobre género.

psicológico. Discutir o quanto os diferentes discursos (religioso. Teoria queer (gay e lésbica). Teoria cultural. Situação da mulher em Moçambique (desde a luta de libertação nacional).Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009      Teoria psicanalítica. Teoria feminista radical. Valores morais e culturais sobre sexualidade. A construção sócio-cultural do género na sociedade moçambicana (em algumas etnias Moçambique). Género e práticas culturais. Ritos de iniciação e mutilação genital feminina. Teoria socialista. Estatuto da mulher na sociedade moçambicana (sociedades matriarcais e patriarcais). Este tema objectiva inclusive fazer uma desconstrução e discussão de posicionamentos sobre a masculinidade e feminilidade. A construção das masculinidades e feminilidades. médico. culturais e históricas das diferenças entre homens e mulheres. jurídico. colocam a maternidade como principal (e às vezes única) possibilidade de completude das mulheres.               Papel tradicional do homem e da mulher na família e na comunidade. num amplo processo de glorificação da maternidade. O papel da família na identidade sexual. Papel social dos géneros. Conflitos sociais na construção da identidade de Género. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 176 DE 186 . Tema II: Relações de Género Este segundo tema pretende debater em torno das construções sociais. Quadro legal para a igualdade de género e não descriminação. pedagógico). Relações de género nas sociedades tradicionais e modernas em Moçambique (inversão de papéis transcendentais do homem e da mulher ?). pautados em fundamentações biológicas.

Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Tema III: Currículo, Género e Sexualidade Este terceiro tema pretende discutir como os currículos e as práticas escolares actuam na produção e na reprodução das relações de gênero socialmente construídas, pautando-se por relações desiguais de poder. Nesse sentido, os conteúdos ministrados nas diversas disciplinas, as rotinas, a utilização dos espaços, as actividades propostas nas instituições escolares, as sanções, as linguagens, muitas vezes, promovem ou reforçam concepções naturalizadas em torno das masculinidades e feminilidades, na interface com as identidades sexuais.                Políticas e mecanismos institucionais para a igualdade de género na Educação, em especial nas IES (Instituições de Ensino Superior); Construção do género no currículo (oficial e oculto); Mecanismos envolvidos com a produção de diferenças e desigualdades sociais e culturais de gênero e de sexualidade, no âmbito da escola e do currículo; Discriminação com base no género, no currículo oficial e oculto; Género, Educação e Saúde; Promoção da educação para igualdade de género, Saúde sexual e Reprodutiva nas escolas; Género e sexualidade na educação escolar: Teorias e politicas Discursos político-educativos sobre o género em Moçambique A Mulher e o acesso a educação; Género e sexualidade no espaço escolar ; Responsabilidade do homem e da mulher na prevenção do SIDA e da gravidez; Género, Sexualidade e a lei (direitos sexuais); Construção de identidades sexuais na educação infanto-juvenil; Abordagens sobre o género nos Currículos do Ensino Básico, Secundário Geral, Técnico Profissional e Ensino Superior.

TEMA IV : Educação para a igualdade de género e sexualidade: uma proposta de formação docente. Com este tema pretende-se apresentar propostas de formação inicial e continuada de professores/as, em seus diversos níveis (Básico, Secundário, Médio e Superior), que podem ser desenvolvidas em diferentes locais do país, cuja ênfase recai sobre os processos históricos, sociais e culturais que delineiam as identidades de gênero
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Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 e as identidades sexuais. Nessas formações, serão abordados temas como história do corpo e da sexualidade, história de diversos movimentos sociais – de mulheres, de gays e lésbicas –, história do casamento, novas formas de conjugalidade, maternidade, paternidade, dentre outros. Desse modo, amplia-se a discussão além do viés meramente biológico e de prevenção. Tais propostas apontam subsídios para se trabalhar com a temática do género e da diversidade sexual dentro das várias disciplinas (Língua Portuguesa, Matemática, Filosofia, Artes, etc.).           História do corpo e da sexualidade; Linguagem, estereotipias sobre género; A construção das identidades de gênero e das identidades sexuais; História do casamento em Moçambique e as novas formas de conjugalidade; Pedofilia e a pedofilização como prática social contemporânea; Homossexualidade e lesbianismo; Violência doméstica e a violência/abuso sexual; Educação para sexualidade1 e igualdade de género (metodologia e estratégias de implementação no espaço escolar); Estratégias de ensino sobre temas ligados ao género, sexualidade, saúde sexual e reprodutiva.

Tema V: Género, sexualidade, violência e poder Este tema objectiva apresentar os assuntos relativos à violência com base no gênero e discutir o papel da educação escolar na produção e reprodução das desigualdades entre meninas e rapazes, homens e mulheres. Também visa reflectir sobre a cultura da violência, especialmente na constituição das masculinidades, gerando comportamentos machistas, sexistas e homofóbicos. Ao longo do tema, procurar-se-á desconstruir a idéia de uma essência ou natureza que explique e justifique as desigualdades de gênero, bem como as desigualdades estabelecidas entre os vários grupos sociais em função das identidades sexuais que
1

O termo educação para a sexualidade (e não educação sexual) é usado aqui para enfatizar uma abordagem mais ampla, com ênfase nos aspectos históricos, sociais e culturais, que extrapolam uma visão meramente biológica e higienicista, pautada apenas na prevenção.

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Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 fogem aos padrões considerados hegemônicos. Serão mostradas algumas experiências que estão sendo desenvolvidas nas escolas, que objectivam discutir e problematizar a questão da violência, do género e da sexualidade. O estudo desses temas se conjuga com um dos principais objectivos em educação hoje em dia, o da escola inclusiva, que valoriza a diversidade.               Violência doméstica e poder (a hegemonia masculina?) Equidade de género; Escola e estratificação social do género; Crises nas relações de género; Género e orientação sexual; Estratégias para educação em género e sexualidade; Identidades de género; A problemática do carácter hegemónico da masculinidade nas relações de género; Relações de poder na vivência da sexualidade; Género e o poder de negociação de sexo seguro; Género e HIV/SIDA; Abuso sexual de menores; Violência com base no género; Violência , violação e assédio sexual na escola

Tema VI: Género e Formação profissional       Género e orientação profissional; Estatuto profissional da mulher em Moçambique Áreas ou cursos historicamente frequentados pelas mulheres; Efeitos da formação profissional sobre género e a ilusão igualitarista dos empregos; Orientação profissional com base no género; Cursos profissionais para paridade e igualdade de género.

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em grande parte. bem como os cartazes e cartilhas produzidas para o público jovem sobre temas como o SIDA. que foram produzidos nos últimas anos.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Tema VII: Representações do Género nos matérias didácticos e Paradidácticos A Educação Sexual no Ensino Básico e Secundário Geral. como os livros paradidácticos. De que forma esses artefactos accionam representações de gênero e de identidades sexuais. sites (jogos infantis). até os meados de 2003. de que forma entendem as novas configurações familiares. tais como: abuso/violência sexual. UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 180 DE 186 . o livro didáctico de Ciências tem sido incorporado a outros aliados. e como tratam algumas temáticas específicas da sexualidade. com este tema discutir em torno da produção de determinados artefactos culturais. Hoje. programas de TV. transgêneros)? Analisar alguns livros didácticos estrangeiros (e os poucos nacionais) que discutem a temática da homossexualidade. não constitui uma disciplina específica. quando o Ministério da Educação lançou com os revisão curricular os temas transversais ´´Género e sexualidade´´ “Educação para Saúde Sexual e Reprodutiva”. com a transversalidade assumida por muitas escolas. as discussões sobre sexualidade humana encontravam espaço quase que exclusivamente nas aulas de Ciências e Biologia e no trabalho isolado dos professores/ras. transexuais. Pretende-se ainda. Como esses materiais posicionam homens e mulheres. tais como filmes. propagandas. A construção do género na linguagem publicitária dos mass media. Com este sétimo tema pretende-se apresentar uma discussão sobre os materiais didácticos e paradidácticos. Não seria leviano afirmar que. homossexualidade e os demais sujeitos que vivem identidades consideradas de fronteira (travestis. intersexuais. de carácter curricular obrigatório. Fortemente associada ao corpo humano e aos aparelhos “reprodutores” masculino e feminino. O papel dos media na espectacularização dos corpos e na liberalização da sexual. nos conteúdos disponíveis nos livros didácticos de Ciências. essa educação sexual baseava-se e ainda se baseia.    Representações do gênero na arte e nos spots publicitários em Moçambique. revistas de grande circulação. em especial os livros de literatura infantil e os livros de sexualidade voltados para o público infanto-juvenil.

sua formulação e estratégias de Implementação em sectores chave como a educação. a eliminação da violência contra as mulheres.Intervenientes sociais (governamentais.Níveis de implementação.Monitoria e avaliação. Quadro legal para a igualdade de género e a não-discriminação.Acções estratégicas. . não governamentais. emprego. Tema VIII : Gênero em Moçambique : Politicas e Estratégia de implementação Neste tema pretende-se abrir uma discussão sobre o status questione das políticas de género em Moçambique. Pretende-se ainda discutir a articulação existente entre tais políticas e a praxis do ponto de vista de integração do género nos planos sectoriais. .Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009    Representações dos géneros e das sexualidades nos livros escolares. . sociedade civil). UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 181 DE 186 . o emponderamento económico das mulheres.Objectivos. Livro (didáctico e paradidáctico) como artefacto cultural que produz e veicula representações de gênero e sexuais. a participação das mulheres na vida pública e nos processos de tomada de decisão. agricultura.     Género através dos discursos legislativos . Politicas de género no sector público e privado. a educação. e a protecção dos direitos das raparigas. a segurança alimentar. . a redução da mortalidade materna.      Sociedade civil. . Visão e missão. Mecanismos e políticas institucionais para a promoção da igualdade de género. Influencia da politica de género na educação em Moçambique.Estratégias de implementação. justiça. organizações de mulheres e movimento feminino. Exclusão de identidades sexuais. Formas de violência contra menores e abuso de menores. Política de género em Moçambique : . Princípios norteadores. Diferenças e diferendos entre a lei e a praxis. saúde.

Meios de transmissão 3. Responsabilidade do activista 4. Fases evolutivas da infecção pelo HIV 12. Metodologia de ensino aprendizagem das DTS. Incidência dos jovens SIDA 7.HIV/SIDA Tema III: Impacto e prevalência de HIV/SIDA 1. Definição dos grupos alvos UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 182 DE 186 . Sinais e sintomas 5. Evolução clínica do HIV/SIDA 11. Modos de transmissão 15. Prevenção Tema II: Comunicação afectiva 1. SIDA 2. Género e o SIDA em diferentes grupos etários 9. Conceito de seropositivo. O que é ser activista 2. Transmissão vertical 14. Perfil do activista 3.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Temas e conteúdos sobre HIV/SIDA a ser abordados de forma transversal Tema I: Noções básicas sobre o HIV/SIDA 1. Relações sexuais desprotegidas com uma pessoa infectada pelo HIV (múltiplos parceiros). Na região 2. 13. Meios de não transmissão 4. Em Moçambique 3. HIV. Testes e Tipo de teste 6. Cuidados e apoio aos seropositivos 10. Como evitar a SIDA 8.

Vias de transmissão das DTS 6. Uso correcto do preservativo Masculino e feminino 4. Negociando o uso do preservativo 6. Noção de aconselhamento 2. Masculino 3. Estratégias da luta contra as DTS 2. Feminina 4. Porque usar o preservativo 3. Funções 5. Indicar quem deve lutar 3. Mitos acerca do preservativo 2. Anatomia dos órgãos genitais 2. Sexo seguro 8. Cuidados a ter com o preservativo 5. Técnicas 3. Sinais e sintomas Tema V: Porque lutar contra DTS/SIDA 1. Gabinete Tema VIII: Plano de implementação 1. Qual a mensagem 3. Sexo protegido 7. Distribuição do preservativo Tema VII: Aconselhamento 1. Como elaborar 2. Selecção de actividade UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 183 DE 186 . Importância da prevenção Tema VI: Uso do preservativo 1.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Tema IV: Definição DTS/HIV/SIDA 1.

Orçamento Tema IX: O processo de operacionalização 1. Princípios para a operacionalização 2. A abstinência sexual antes do casamento 2. HIV/SIDA no sector de trabalho 5. Análise da situação 4. Impacto demográfico do HIV-SIDA em Moçambique 3. Resultados esperados 5. Camionistas de longo curso 6. Grupos populacionais particularmente vulneráveis (PVHS e COV’S) 4. Mitigação Tema XI: Informações sobre a situação epidemiológica do HIV/SIDA em Moçambique 1. Preparação do programa operativo do sector 6. Apoio do CNCS no processo de elaboração dos planos sectoriais de operacionalização do PEN 4. 2002 2. Prevalência do HIV por sexo e grupos etários.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 4. Operacionalização Tema XII: Teorias de mudança de comportamento 1. Trabalhadoras do sexo 5. Envolvimento dos próprios sectores na planificação da acção 3. Exemplos de grupos-alvo 7. Factores de risco para a infecção pelo HIV 3. Mineiros e trabalhadores emigrantes UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 184 DE 186 .

183-a/2001 de 18 de Dezembro – Política do governo: 6. Caixeiros-viajantes Tema XIII: Resposta dos sectores de trabalho à epidemia 1. Tratamento Antiretroviral (TARV) 2. Áreas de intervenção e objectivos gerais Tema XIV: Anti-retrovirais 1. Os instrumentos criados pelo estado para o combate ao HIV/SIDA 7.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 7. Situação actual quanto a perspectivas de cura e natureza do tratamento (medicina tradicional? 3. Vantagens dos ARVs 4. Grau de integração das acções de combate ao HIV/SIDA no programa geral do sector 3. Articulação com o CNC 5. Plano estratégico nacional de combate ao HIV/SIDA 2005 -2009 6. Gabinetes de acnselhamento e testagem voluntária UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 185 DE 186 . Soldados aquartelados e unidades militares destacadas 9. Desvantagens 5. Nível hierárquico onde se situa a coordenação das acções de combate ao HIV/SIDA 4. O diploma ministerial nº. Plano de combate ao HIV/SIDA? 2. Envolvimento das PVHS 8. Trabalhadores em situação de brigada 8.

Lei n° 5/2002de 5 de fevereiro 4. HIV/SIDA no sector (estatísticas) 2. Impactos previsíveis do HIV/SIDA sobre o sector.Aprovado na 3ª Sessão do Conselho Universitário (CUP) – 2009 Tema XV: Projeção das taxas de mortalidade em diferentes sectores de trabalho 1. Projecções de mortes de professores do ep1 devidas ao SIDA 4. a médio e longo prazo UP – DP 3ª REFORMA CURRICULAR PÁG 186 DE 186 . Percepção sobre conhecimentos. Estigma. atitudes e práticas Tema VI: Discriminação 1. Educação 3. Projecção das mortes de professores por HIV/SIDA no sector (estatísticas) 5. Discriminação contra pessoas vivendo com hiv/sida (PVHS) 2. a “terceira epidemia” 3.

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