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Fibras Ópticas

Fibras Ópticas

Fibras Ópticas

Sumário

Introdução

Fundamentos Teóricos

Tipos de Fibras Ópticas

Métodos de Fabricação

Cabos Ópticos

Identificação e Contagem de Fibras Ópticas

de Fibras Ópticas • Métodos de Fabricação • Cabos Ópticos • Identificação e Contagem de Fibras

Sumário

Medidas em Fibras Ópticas

Lançamento de Cabos Ópticos

Emendas e Conectores

Fontes Ópticas

Receptores Ópticos

Fibras Ópticas • Lançamento de Cabos Ópticos • Emendas e Conectores • Fontes Ópticas • Receptores

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Introdução

Transmissão de informações pela luz:

evolução natural das transmissões via rádio. Em 1870 John Tyndall demonstra ser possível guiar a luz por um caminho.

Em 1880 Graham Bell cria o fotofone e

consegue transmitir informações a uma

distância de 200 metros.

um caminho. • Em 1880 Graham Bell cria o fotofone e consegue transmitir informações a uma

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Introdução

1 Introdução Fotofone patenteado por Graham Bell

Fotofone patenteado por Graham Bell

1 Introdução Fotofone patenteado por Graham Bell

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Introdução

Em 1950 surgiram os primeiros bastões

de vidro destinados a transmissão de imagens.

Em 1960 foi criado o primeiro LASER

Em 1962 começaram as experiências com

os LASER’s de semicondutores.

Em 1966 surgiram as primeiras fibras

ópticas: atenuação de 1000 dB/Km.

com os LASER’s de semicondutores. • Em 1966 surgiram as primeiras fibras ópticas: atenuação de 1000

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Introdução

Em 1970 as fibras apresentavam

atenuação da ordem de 20 dB/Km.

Em 1972 as fibras apresentavam, em laboratórios, perdas de 4 dB/Km.

Em 1975 iniciou-se a produção comercial

de fibras ópticas.

Hoje em dia as fibras apresentam perdas

da ordem de 0,2 dB/Km.

iniciou-se a produção comercial de fibras ópticas. • Hoje em dia as fibras apresentam perdas da

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Fundamentos Teóricos

Classificação das ondas quanto a direção

de propagação

Ondas unidimensionais: deslocam-se apenas em uma direção.

São como as ondas em uma corda, com uma

das extremidades presa.

deslocam-se apenas em uma direção. – São como as ondas em uma corda, com uma das

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Fundamentos Teóricos

Ondas bidirecionais: deslocam-se em

duas direções.

São como as ondas na superfície de um lago.

Ondas tridimensionais: deslocam-se em

todas as direções

São como as ondas sonoras.

na superfície de um lago. • Ondas tridimensionais: deslocam-se em todas as direções – São como

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Fundamentos Teóricos

Classificação das ondas quanto ao tipo de

propagação

Ondas longitudinais: as partículas do meio se deslocam na mesma direção de

propagação da onda.

Como as pedras do dominó caindo ou as

ondas sonoras.

do meio se deslocam na mesma direção de propagação da onda. – Como as pedras do

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Fundamentos Teóricos

Ondas transversais: as partículas do meio

se deslocam perpendicularmente em relação a direção de propagação da onda.

Como as ondas na superfície de um lago.

perpendicularmente em relação a direção de propagação da onda. – Como as ondas na superfície de

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Fundamentos Teóricos

Importante: nem sempre as ondas indicam

deslocamento de partículas. É o caso da luz.

A luz é uma onda eletromagnética de alta

freqüência.

ondas indicam deslocamento de partículas. É o caso da luz. • A luz é uma onda

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Fundamentos Teóricos

Grandezas que caracterizam uma onda:

Velocidade de propagação

Freqüência

Período

Comprimento de onda

que caracterizam uma onda: – Velocidade de propagação – Freqüência – Período – Comprimento de onda

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Fundamentos Teóricos

Velocidade de Propagação

É a velocidade de propagação da energia

no meio onde a onda se desloca.

No vácuo: C = 300.000 Km/s.

• É a velocidade de propagação da energia no meio onde a onda se desloca. •

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Fundamentos Teóricos

Freqüência

É o número de vezes que a perturbação

no meio se repete em um intervalo de tempo.

Se esse intervalo for de 1 segundo a

freqüência será dada em Hertz (Hz).

meio se repete em um intervalo de tempo. • Se esse intervalo for de 1 segundo

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Fundamentos Teóricos

Período

É o tempo gasto para que a onda repita

seu ciclo.

• É o tempo gasto para que a onda repita seu ciclo. Comprimento de onda (

Comprimento de onda ( )

É a distância entre dois picos (ou dois

vales) de uma onda.

que a onda repita seu ciclo. Comprimento de onda ( ) • É a distância entre

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Fundamentos Teóricos

Comprimento de Onda e Período

2 Fundamentos Teóricos Comprimento de Onda e Período
2 Fundamentos Teóricos Comprimento de Onda e Período

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Fundamentos Teóricos

2 Fundamentos Teóricos Espectro Eletromagnético
2 Fundamentos Teóricos Espectro Eletromagnético

Espectro

Eletromagnético

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Fundamentos Teóricos

Refração

Ocorre sempre que a luz muda de um

meio para outro.

Parte da luz pode ser refletida de volta ao primeiro meio.

• Ocorre sempre que a luz muda de um meio para outro. • Parte da luz

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Fundamentos Teóricos

2 Fundamentos Teóricos
2 Fundamentos Teóricos

2

Fundamentos Teóricos

2 Fundamentos Teóricos Se o ângulo incidência for de de 90º não ocorre reflexão no raio.

Se o ângulo

incidência for de

de
de

90º não ocorre

reflexão no raio.

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Fundamentos Teóricos

Índice de Refração

É a relação entre a velocidade da luz no vácuo e a velocidade da luz no meio.

Índice de Refração • É a relação entre a velocidade da luz no vácuo e a

n

C

Índice de Refração • É a relação entre a velocidade da luz no vácuo e a

v

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Fundamentos Teóricos

 

Índice de

Velocidade da luz

Meio

Refração

(Km/s)

Vácuo

1,0

300.000

Ar

1,0003

300.000

Água

1,33

250.000

Vidro

1,5 a 1,9

200.000

Diamante

2,0

150.000

Ar 1,0003 300.000 Água 1,33 250.000 Vidro 1,5 a 1,9 200.000 Diamante 2,0 150.000

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Fundamentos Teóricos

Reflexão Total e Ângulo Limite

Considerando:

Dois meios A e B, com n A <n B .

Um feixe de luz partindo de A para B.

<n B . – Um feixe de luz partindo de A para B. – Variando-se o
<n B . – Um feixe de luz partindo de A para B. – Variando-se o

Variando-se o ângulo de incidência ( I ) na superfície de separação destes meios (S),

teremos:

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Fundamentos Teóricos

2 Fundamentos Teóricos
2 Fundamentos Teóricos

2

Fundamentos Teóricos

Considerando:

Os mesmos dois meios A e B da situação anterior (n A <n B ). O mesmo feixe de luz incidindo na superfície de separação destes meios.

O feixe de luz parte, agora, do meio B para o

meio A.

Variando o ângulo de incidência teremos:

destes meios. – O feixe de luz parte, agora, do meio B para o meio A.

2

Fundamentos Teóricos

2 Fundamentos Teóricos
2 Fundamentos Teóricos

2

Fundamentos Teóricos

2 Fundamentos Teóricos • Quando o ângulo de incidência ( I ) assume qualquer maior do

Quando o ângulo de incidência ( I ) assume qualquer maior do que um valor máximo L, todo o feixe de luz é refletido para o meio B. Esse valor máximo L é conhecido como

ângulo limite.

máximo L, todo o feixe de luz é refletido para o meio B. • Esse valor

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Fibras Ópticas

Características Gerais

São feitas de materiais dielétricos (vidro

ou plástico).

São formadas por um núcleo e uma casca.

O material da casca possui um índice de

refração ligeiramente menor do que o material do núcleo (n CASCA <n NÚCLEO ).

de refração ligeiramente menor do que o material do núcleo (n C A S C A

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Fibras Ópticas

2 Fibras Ópticas
2 Fibras Ópticas

2

Fibras Ópticas

Abertura Numérica

O feixe de luz deve incidir na fibra óptica com um ângulo tal que não ocorra a reflexão total do sinal.

Numérica • O feixe de luz deve incidir na fibra óptica com um ângulo tal que
Numérica • O feixe de luz deve incidir na fibra óptica com um ângulo tal que

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Fibras Ópticas

A abertura numérica é o valor máximo que

pode ser utilizado para o ângulo de incidência do sinal na fibra.

• A abertura numérica é o valor máximo que pode ser utilizado para o ângulo de
• A abertura numérica é o valor máximo que pode ser utilizado para o ângulo de

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Fibras Ópticas

A abertura numérica define um cone de

aceitação para o sinal óptico. Este cone aparece na entrada e na saída da fibra.

numérica define um cone de aceitação para o sinal óptico. • Este cone aparece na entrada
numérica define um cone de aceitação para o sinal óptico. • Este cone aparece na entrada

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Fibras Ópticas

Atenuação

A atenuação de uma fibra óptica é a

diferença entre o nível de sinal na entrada

da fibra e na saída desta fibra.

Atenuação [dB] = P Entrada [dBm] - P Saída [dBm]

entrada da fibra e na saída desta fibra. Atenuação [dB] = P E n t r

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Fibras Ópticas

As principais causas para a atenuação

nas fibras ópticas são:

Espalhamento Absorção

Deformações mecânicas

causas para a atenuação nas fibras ópticas são: – Espalhamento – Absorção – Deformações mecânicas

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Fibras Ópticas

Atenuação Provocada Pelo Espalhamento

O espalhamento do sinal é provocado por

imperfeições menores do que o comprimento de onda do sinal e desviam

o sinal em varias direções dentro da fibra.

por imperfeições menores do que o comprimento de onda do sinal e desviam o sinal em

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Fibras Ópticas

2 Fibras Ópticas
2 Fibras Ópticas

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Fibras Ópticas

Atenuação Provocada Pela Absorção

A absorção é provocada por impurezas

presentes na fibra que transformam parte do sinal óptico em calor.

A hidroxila (íon OH - ) é a impureza mais difícil de ser eliminada.

parte do sinal óptico em calor. • A hidroxila (íon OH - ) é a impureza

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Fibras Ópticas

Atenuação Provocada por Deformações

Mecânicas

Estas deformações podem ser resultado de:

Microcurvaturas

Macrocurvaturas

por Deformações Mecânicas • Estas deformações podem ser resultado de: – Microcurvaturas – Macrocurvaturas

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Fibras Ópticas

Microcurvaturas: são curvaturas

microscópicas se comparadas com o núcleo da fibra. Ocorrem quando as fibras são

incorporadas aos cabos ópticos.

Macrocurvaturas: são curvaturas de raios

longos se comparados ao raio da fibra.

Ocorrem quando dobramos esquinas com o cabo óptico.

são curvaturas de raios longos se comparados ao raio da fibra. Ocorrem quando dobramos esquinas com

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Fibras Ópticas

Dispersão

É o alargamento do pulso luminoso que

trafega por uma fibra óptica. A dispersão limita a largura de faixa disponível para a transmissão (menor capacidade de transmissão).

óptica. • A dispersão limita a largura de faixa disponível para a transmissão (menor capacidade de

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Fibras Ópticas

Dispersão Modal

É provocada pelos diferentes caminhos

que um feixe de luz pode ter dentro de

uma fibra (modos de propagação).

Faz com que partes do feixe de luz

cheguem atrasadas na extremidade da

fibra.

Só é encontrada em fibras multimodo.

Faz com que partes do feixe de luz cheguem atrasadas na extremidade da fibra. • Só

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Fibras Ópticas

Dispersão Material (Dispersão Cromática)

É provocada pela variação no índice de

refração para cada parcela do sinal óptico.

Faz com que partes do feixe de luz cheguem atrasadas na extremidade da fibra.

para cada parcela do sinal óptico. • Faz com que partes do feixe de luz cheguem

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Fibras Ópticas

Dispersão de Guia de Onda

É provocada pelas variações no índice de

refração dos materiais utilizados na construção da fibra.

É mais comum em fibras monomodo.

no índice de refração dos materiais utilizados na construção da fibra. • É mais comum em

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Fibras Ópticas

Fibras Ópticas Multimodo

São as fibras que aceitam mais de um

modo de propagação.

Cada modo de propagação gasta um tempo diferente para percorrer a fibra

óptica.

O número de modos depende das

características físicas da fibra.

um tempo diferente para percorrer a fibra óptica. • O número de modos depende das características

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Fibras Ópticas

Fibras Ópticas Multimodo Índice Degrau

Foram as primeiras fibras ópticas a terem

aplicações práticas. O índice de refração da casca e do núcleo varia abruptamente, dando origem ao perfil degrau.

práticas. • O índice de refração da casca e do núcleo varia abruptamente, dando origem ao

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Fibras Ópticas

2 Fibras Ópticas
2 Fibras Ópticas

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Vantagens:

Fibras Ópticas

Abertura numérica e diâmetro do núcleo relativamente grandes. Requerem pouca precisão.

Possibilitam o uso de fontes ópticas mais

baratas.

Desvantagem:

Aplicações limitadas a distâncias curtas.

Possibilitam o uso de fontes ópticas mais baratas. • Desvantagem: – Aplicações limitadas a distâncias curtas.

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Fibras Ópticas

Fibras Ópticas Multimodo Índice Gradual

Apresentam maior capacidade de

transmissão. A variação do índice de refração do núcleo para a casca é feita de forma constante, dando origem ao perfil gradual.

A variação do índice de refração do núcleo para a casca é feita de forma constante,

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Fibras Ópticas

2 Fibras Ópticas
2 Fibras Ópticas
2 Fibras Ópticas

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Fibras Ópticas

Apresentam diâmetro e abertura numérica

menores do que as fibras multimodo índice degrau. São indicadas para sistemas de

telecomunicações cobrindo distâncias de

alguns quilômetros.

índice degrau. • São indicadas para sistemas de telecomunicações cobrindo distâncias de alguns quilômetros.

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Fibras Ópticas

Fibras Ópticas Monomodo

Possuem maior capacidade de

transmissão do quer as fibras multimodo.

Possuem dimensões bastante reduzidas, dificultando as conexões.

de transmissão do quer as fibras multimodo. • Possuem dimensões bastante reduzidas, dificultando as conexões.

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Fibras Ópticas

As fibras ópticas monomodo podem ser

obtidas de 3 maneiras:

Reduzindo a diferença no índice de refração do núcleo para a casca. Reduzindo o diâmetro do núcleo.

Aumentando o comprimento de onda do sinal

do núcleo para a casca. – Reduzindo o diâmetro do núcleo. – Aumentando o comprimento de

luminoso.

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Fibras Ópticas

Fibra Óptica Monomodo Índice Gradual

É o tipo de fibra óptica mais utilizado em

CATV. Qualquer curvatura excessiva na fibra óptica provoca um aumento considerável na atenuação oferecida ao sinal.

• Qualquer curvatura excessiva na fibra óptica provoca um aumento considerável na atenuação oferecida ao sinal.

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2 Fibras Ópticas

Fibras Ópticas

2 Fibras Ópticas

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Fibras Ópticas

Fibra Óptica Monomodo Índice Degrau

Este tipo de fibra óptica pode ser utilizada

em CATV, mas é potencialmente mais

arriscada.

Apresenta grande atenuação em

curvaturas.

Nos cabos ópticos fica sujeita a uma

maior ação das forças externas.

Apresenta grande atenuação em curvaturas. • Nos cabos ópticos fica sujeita a uma maior ação das

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2 Fibras Ópticas

Fibras Ópticas

2 Fibras Ópticas

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Métodos de Fabricação

Requisitos para a escolha do material

dielétrico utilizado na confecção da fibra:

Excelente transparência (baixa atenuação).

Resistência térmica e mecânica.

Possibilidade de obtenção de índices de

refração diferentes para o núcleo e para a

casca.

Flexibilidade (obtenção de fibras longas).

de índices de refração diferentes para o núcleo e para a casca. – Flexibilidade (obtenção de

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Métodos de Fabricação

Materiais utilizados na confecção das

fibras ópticas: Plástico e Vidro. Fibras de plástico:

Alcance limitado (atenuação alta). Menor custo.

Utilizado em ambientes hostis (maior

resistência mecânica).

Alcance limitado (atenuação alta). – Menor custo. – Utilizado em ambientes hostis (maior resistência mecânica).

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Métodos de Fabricação

Fibras de vidro:

Utilizada em sistemas de alta capacidade (menor atenuação). Podem ser feitas de Sílica ou de vidros multicompostos.

Existem fibras feitas de vidro (núcleo) e plástico (casca), reunindo as vantagens dos dois materiais.

• Existem fibras feitas de vidro (núcleo) e plástico (casca), reunindo as vantagens dos dois materiais.

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Métodos de Fabricação

As fibras de vidro de Sílica (SiO 2 ) são fabricadas em duas etapas:

Fabricação da preforma: é feito um bastão de vidro com materiais dopantes (obtenção de índices de refração adequados para o núcleo e para a casca). Fabricação da fibra: a preforma é aquecida (cerca de 2000ºC) e puxada (processo de

puxamento).

e para a casca). – Fabricação da fibra: a preforma é aquecida (cerca de 2000ºC) e

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Métodos de Fabricação

Na fabricação das fibras com vidros

multicompostos são formados dois bastões de vidro (um para o núcleo e outro para a casca), pelo processo normal de fabricação de vidros.

Estes dois bastões são utilizados em um

processo de fusão direta (através de um duplo-cadinho).

de vidros. • Estes dois bastões são utilizados em um processo de fusão direta (através de

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Métodos de Fabricação

Técnicas de Fabricação da Preforma

IVD (Deposição externa).

OVD (Deposição externa).

VAD (Deposição axial).

de Fabricação da Preforma • IVD (Deposição externa). • OVD (Deposição externa). • VAD (Deposição axial).

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Métodos de Fabricação

Processo MCVD

Utiliza a técnica da deposição externa (IVD). Várias camadas de partículas de vidros dopantes (na forma gasosa) são depositadas no interior de um bastão de Sílica pura.

Para cada camada depositada, controla-se a

concentração dos materiais dopantes, de

maneira a se conseguir vários índices de

refração.

depositada, controla-se a concentração dos materiais dopantes, de maneira a se conseguir vários índices de refração.

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3 Métodos de Fabricação

Métodos de Fabricação

3 Métodos de Fabricação

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Métodos de Fabricação

Após a deposição do número de camadas

Fabricação • Após a deposição do número de camadas desejadas, faz-se o colapso do tubo, finalizando

desejadas, faz-se o colapso do tubo, finalizando a preforma.

Fabricação • Após a deposição do número de camadas desejadas, faz-se o colapso do tubo, finalizando

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Métodos de Fabricação

Processo OVD

Várias camadas de material dopante são depositadas sobre um mandril rolante.

A casca da fibra também é feita com esse processo (a casca é feita com mais uma

camada de material dopante adequado, de

maneira a se ter a variação no índice de refração casca - núcleo).

O colapso do tubo ocorre a cerca de 2000º C.

a se ter a variação no índice de refração casca - núcleo). – O colapso do

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3 Métodos de Fabricação

Métodos de Fabricação

3 Métodos de Fabricação

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Métodos de Fabricação

Processo VAD

A preforma é formada a partir de um bastão de Sílica que funciona como um suporte para a formação da preforma porosa. A preforma porosa é formada depositando-se

partículas de vidro sobre o bastão de Sílica.

da preforma porosa. – A preforma porosa é formada depositando-se partículas de vidro sobre o bastão

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Métodos de Fabricação

A preforma porosa passa por um forno em

forma de anel que se encarrega do processo de sintetização, onde é formada a preforma

de vidro transparente.

forno em forma de anel que se encarrega do processo de sintetização, onde é formada a

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3 Métodos de Fabricação

Métodos de Fabricação

3 Métodos de Fabricação

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Métodos de Fabricação

Puxamento

A preforma (fabricada por um dos processos anteriores) é posicionada verticalmente.

A extremidade inferior é inserida em um forno com temperatura de cerca de 2000º C, onde

ocorre o escoamento da fibra.

O diâmetro da fibra é controlado variando-se a velocidade do puxamento da fibra.

onde ocorre o escoamento da fibra. – O diâmetro da fibra é controlado variando-se a velocidade

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Métodos de Fabricação

O processo de puxamento pode ser feito

de duas maneiras:

Duplo cadinho.

Rod in Tube.

de Fabricação • O processo de puxamento pode ser feito de duas maneiras: – Duplo cadinho.

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Métodos de Fabricação

No processo de puxamento com Duplo

Cadinho, dois bastões de vidro (com índices de refração diferentes) são fundidos em um forno com dois cadinhos.

Os vidros fundidos escorrem dos

cadinhos, formando a fibra óptica.

são fundidos em um forno com dois cadinhos. • Os vidros fundidos escorrem dos cadinhos, formando

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3 Métodos de Fabricação

Métodos de Fabricação

3 Métodos de Fabricação

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Métodos de Fabricação

No processo de puxamento com Rod in

Tube, um tubo contendo um bastão (ambos de vidro), com os índices de refração adequados, são inceridos em um forno.

Os materiais (do tubo e do bastão) são

fundidos e puxados, formando a fibra óptica.

são inceridos em um forno. • Os materiais (do tubo e do bastão) são fundidos e

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3 Métodos de Fabricação

Métodos de Fabricação

3 Métodos de Fabricação

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Cabos Ópticos

Fatores a serem considerados na

fabricação de um cabo óptico:

Tipo de aplicação.

Facilidade para instalação e manutenção.

Proteção da fibra.

Conservação das características da fibra.

Não rompimento da fibra.

e manutenção. – Proteção da fibra. – Conservação das características da fibra. – Não rompimento da

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Cabos Ópticos

Estruturas básicas

A estrutura do cabo óptico varia com a

aplicação do cabo:

Cabos enterrados.

Cabos subterrâneos.

Cabos submarinos.

Outras aplicações.

a aplicação do cabo: – Cabos enterrados. – Cabos subterrâneos. – Cabos submarinos. – Outras aplicações.

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Cabos Ópticos

Durante a fabricação da fibra óptica ela

recebe uma camada plástica para proteção. Buffering: processo utilizado para aumentar a proteção da fibra óptica.

uma camada plástica para proteção. • Buffering: processo utilizado para aumentar a proteção da fibra óptica.

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Cabos Ópticos

O processo de Buffering pode ser feito de

2 maneiras:

Modo solto (loose): tecnologia americana e européia. Modo compacto (tight): tecnologia japonesa.

2 maneiras: – Modo solto (loose): tecnologia americana e européia. – Modo compacto (tight): tecnologia japonesa.

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Cabos Ópticos

Estrutura Tight

As fibras recebem um revestimento

primário feito de plástico. Em seguida recebem um revestimento secundário feito de nylon.

recebem um revestimento primário feito de plástico. • Em seguida recebem um revestimento secundário feito de

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Cabos Ópticos

As fibras são reunidas em grupos de 5, 6

ou 8 fibras, em torno de um elemento de tração, formando o núcleo do cabo óptico. O núcleo recebe mais uma camada plástica e uma outra camada plástica-

metálica (proteção contra umidade).

• O núcleo recebe mais uma camada plástica e uma outra camada plástica- metálica (proteção contra

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4 Cabos Ópticos

Cabos Ópticos

4 Cabos Ópticos

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Cabos Ópticos

Estrutura Loose

As fibras podem não receber o

revestimento secundário (nylon). Ficam soltas dentro de pequenos tubos ou então encaixadas em ranhuras de perfis plásticos, formando o núcleo do cabo.

Ficam soltas dentro de pequenos tubos ou então encaixadas em ranhuras de perfis plásticos, formando o

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Cabos Ópticos

O número de fibras ópticas no núcleo do

cabo depende do número de ranhuras existentes no perfil plástico.

O núcleo recebe uma camada plástica e depois mais uma camada plástica-

metálica.

As perdas por microcurvaturas dentro do

cabo podem ser grandes.

e depois mais uma camada plástica- metálica. • As perdas por microcurvaturas dentro do cabo podem

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Cabos Ópticos

4 Cabos Ópticos
4 Cabos Ópticos

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Cabos Ópticos

Cabos Aéreos

As fibras são colocadas em tubos

preenchidos com geléia.

Os tubos são protegidos por uma capa interna, fios de aramida e capa externa de

polietileno (podendo ser de material

retardante a chama).

por uma capa interna, fios de aramida e capa externa de polietileno (podendo ser de material

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4 Cabos Ópticos

Cabos Ópticos

4 Cabos Ópticos

4

Cabos Ópticos

Cabos Subterrâneos

As fibras são colocadas em tubos

preenchidos com geléia.

Os tubos são protegidos por uma capa interna, fios de aramida, fita

waterblocking, capa externa de polietileno

e um revestimento externo de poliamida

(apenas para os cabos enterrados).

fita waterblocking, capa externa de polietileno e um revestimento externo de poliamida (apenas para os cabos

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4 Cabos Ópticos

Cabos Ópticos

4 Cabos Ópticos

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Cabos Ópticos

Existem outras formas de construção de

cabos, usadas em situações especiais:

Cabos com proteção contra roedores. Cabos ópticos instalados dentro de cabos

metálicos usados para distribuição de energia

elétrica (OPGW - Optical Guide Wire).

instalados dentro de cabos metálicos usados para distribuição de energia elétrica (OPGW - Optical Guide Wire).

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Identificação e Contagem das

Fibras

5 Identificação e Contagem das Fibras
5 Identificação e Contagem das Fibras

6 Medidas em Fibras Ópticas

Medidas realizadas durante a fabricação

das fibras ópticas:

Diâmetro do núcleo.

Diâmetro da casca.

Abertura numérica.

Perfil do índice de refração.

Tensão de ruptura (resistência da fibra).

da casca. – Abertura numérica. – Perfil do índice de refração. – Tensão de ruptura (resistência

6 Medidas em Fibras Ópticas

Os cabos ópticos também são testados

durante o processo de fabricação:

Teste de tração.

Teste de curvatura.

Teste de compressão.

Teste de impacto.

de fabricação: – Teste de tração. – Teste de curvatura. – Teste de compressão. – Teste

6 Medidas em Fibras Ópticas

Medidas em Sistemas Ópticos

Medida de potência óptica

Esta medida pode ser feita diretamente na

saída da fonte óptica.

Utilizamos um Power Meter

para realizar esta medida.

medida pode ser feita diretamente na saída da fonte óptica. – Utilizamos um Power Meter para
medida pode ser feita diretamente na saída da fonte óptica. – Utilizamos um Power Meter para

6 Medidas em Fibras Ópticas

Medida de perda de potência

Medimos a potência na saída da fonte óptica (potência na entrada do enlace óptico). Medimos a potência na outra ponta do enlace óptico.

Perda [dB] = P Entrada [dBm] - P Saída [dBm]

a potência na outra ponta do enlace óptico. Perda [dB] = P E n t r

6 Medidas em Fibras Ópticas

Princípio de funcionamento dos OTDR’s

OTDR: Reflectometros Ópticos no

Domínio do Tempo.

O OTDR envia um pulso óptico na fibra em teste.

Parte da potência chega ao final da fibra e

parte é perdida e/ou refletida dentro da

na fibra em teste. • Parte da potência chega ao final da fibra e parte é

fibra.

6 Medidas em Fibras Ópticas

6 Medidas em Fibras Ópticas
6 Medidas em Fibras Ópticas

6 Medidas em Fibras Ópticas

Medidas que podem ser feitas com OTDR’s:

Comprimento do enlace óptico.

As posições, dentro do enlace, das emendas, conectores, micro e macro reflexões, etc.

Valores de perda ou ganho de potência,

causados pelas características da fibra

óptica.

Perda da fibra óptica (em dB/Km).

Perda ponto a ponto.

causados pelas características da fibra óptica. – Perda da fibra óptica (em dB/Km). – Perda ponto

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Medidas em Fibras Ópticas

Interpretação da curva de um OTDR

O OTDR envia um pulso óptico na fibra em teste e analisa a parcela de sinal que é refletida de volta ao início da fibra.

O tempo gasto para o sinal retornar ao

OTDR é convertido em distância (eixo horizontal).

volta ao início da fibra. • O tempo gasto para o sinal retornar ao OTDR é

6 Medidas em Fibras Ópticas

6 Medidas em Fibras Ópticas
6 Medidas em Fibras Ópticas

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Lançamento de Cabos

Cabos aéreos

Cabos em dutos

7 Lançamento de Cabos • Cabos aéreos • Cabos em dutos

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Lançamento de Cabos

Cabos aéreos.

DIÂMETRO EXT: 13,5 ~14,0 mm

PESO : 135 ~150 Kg/Km

DIÂMETRO EXT: 13,5 ~14,0 mm PESO : 135 ~150 Kg/Km Capa externa de Polietileno Elemento tensor

Capa externa de

Polietileno

Elemento tensor

(fios de aramida)

Capa interna de

Polietileno

Fita de enfaixamento

Tubos de

termoplástico

Fibras ópticas

Elemento Central

Composto contra

umidade

Fita de enfaixamento Tubos de termoplástico Fibras ópticas Elemento Central Composto contra umidade

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Lançamento de Cabos

Parâmetros a serem considerados.

Rede de Energia Cabo Óptico Espaçamento vertical Vãos entre postes
Rede de Energia
Cabo Óptico
Espaçamento
vertical
Vãos entre
postes
de Cabos • Parâmetros a serem considerados. Rede de Energia Cabo Óptico Espaçamento vertical Vãos entre

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Lançamento de Cabos

Como é feito.

S S O / A B Poste de fixação Cabo fixado (passagem ou Catraca e
S
S
O
/
A
B
Poste de fixação
Cabo fixado
(passagem ou
Catraca e dinamômetro
na ferragem
ancoragem )
A
Poste de tracionamento
Carretilha
h = 4,0 m
(mínimo)
C
I
L
L
E
R
I
P
na ferragem ancoragem ) A Poste de tracionamento Carretilha h = 4,0 m (mínimo) C I

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Lançamento de Cabos

S S O / A B A • Como é feito. C I L L
S
S
O
/
A
B
A
• Como é feito.
C
I
L
L
E
R
I
P
7 Lançamento de Cabos S S O / A B A • Como é feito. C

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Lançamento de Cabos

Tipo de Emenda em cabo aéreo.

Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica

Envólucro de plástico

Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica

Cordoalha

Cordoalha
Cordoalha

Cabo Óptico ASF

Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica
Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda mecânica

Emenda mecânica

Cabos • Tipo de Emenda em cabo aéreo. Envólucro de plástico Cordoalha Cabo Óptico ASF Emenda

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Lançamento de Cabos

Cabos em dutos.

7 Lançamento de Cabos • Cabos em dutos.
7 Lançamento de Cabos • Cabos em dutos.

7

Lançamento de Cabos

Tirando o cabo do carretel.

7 Lançamento de Cabos • Tirando o cabo do carretel.
7 Lançamento de Cabos • Tirando o cabo do carretel.

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Lançamento de Cabos

Passa-se a Cinta de Puxamento do

Cabo Óptico com compressor ou com vara flexível de fibra.

7 Lançamento de Cabos • Passa-se a Cinta de Puxamento do Cabo Óptico com compressor ou
7 Lançamento de Cabos • Passa-se a Cinta de Puxamento do Cabo Óptico com compressor ou

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Lançamento de Cabos

Puxamento do cabo óptico, com o guincho registrando a tração do cabo. O instalador vai lubrificando de tempo em tempo a face de entrada do cabo óptico .

registrando a tração do cabo. O instalador vai lubrificando de tempo em tempo a face de
registrando a tração do cabo. O instalador vai lubrificando de tempo em tempo a face de
registrando a tração do cabo. O instalador vai lubrificando de tempo em tempo a face de

7 Lançamento de Cabos

Após o cabo ser colocado no lugar,

começam-se os procedimentos para se efetuar as emendas .

7 Lançamento de Cabos • Após o cabo ser colocado no lugar, começam-se os procedimentos para

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Emenda

Dois tipos básicos:

Emenda por Fusão

Emenda Mecânica

8 Emenda Dois tipos básicos: • Emenda por Fusão • Emenda Mecânica

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Emenda

Nada mais é do que uma junção

permanente ou semi-permanente

de 2 seguimentos de fibras ópticas.

8 Emenda • Nada mais é do que uma junção permanente ou semi-permanente de 2 seguimentos

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Emenda

Onde fazer a emenda ?

Durante a fabricação. Interconexões.

Reparo.

8 Emenda • Onde fazer a emenda ? – Durante a fabricação. – Interconexões. – Reparo.

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Emenda

Emenda por Fusão:

Mais utilizada.

Menor perda.

Mais confiável.

8 Emenda Emenda por Fusão: • Mais utilizada. • Menor perda. • Mais confiável.

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Emenda

Maquina de fusão:

8 Emenda • Maquina de fusão: – Produz um arco voltaico. – Faz o alinhamento da

Produz um arco voltaico.

Faz o alinhamento da fibra.

Microscópio.

Estima a perda de potência óptica.

Clivador (opcional).

– Faz o alinhamento da fibra. – Microscópio. – Estima a perda de potência óptica. –

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Emenda

Etapas da fusão:

Preparação das extremidades.

Pré-fusão.

Alinhamento.

Fusão.

Revestimento de proteção.

– Preparação das extremidades. – Pré-fusão. – Alinhamento. – Fusão. – Revestimento de proteção.

8

Emenda

8 Emenda
8 Emenda

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Emenda

Emenda Mecânica:

Menor precisão.

Maior perda.

Normalmente é utilizada em fibras

multimodo.

8 Emenda • Emenda Mecânica: – Menor precisão. – Maior perda. – Normalmente é utilizada em

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Emenda

Principais tipos:

Lâmina de silício com ranhura em V

8 Emenda Principais tipos: • Lâmina de silício com ranhura em V
8 Emenda Principais tipos: • Lâmina de silício com ranhura em V

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Emenda

Principais tipos:

Tubo elástico

8 Emenda Principais tipos: • Tubo elástico
8 Emenda Principais tipos: • Tubo elástico
8 Emenda Principais tipos: • Tubo elástico

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Conectores

Dispositivos passivos que

permitem fazer junções ponto-a-

ponto entre duas fibras ou entre sistemas ópticos.

• Dispositivos passivos que permitem fazer junções ponto-a- ponto entre duas fibras ou entre sistemas ópticos.

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Conectores

Normalmente são utilizados em:

Interfaces com redes locais.

Conexões em enlaces ponto-a-ponto de curta distância intra prédios.

Painéis para roteamento de cabeamento em prédios.

em enlaces ponto-a-ponto de curta distância intra prédios. • Painéis para roteamento de cabeamento em prédios.

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Conectores

Conexão temporária entre câmeras de

vídeo móveis e os equipamentos de gravação no estúdio.

Aplicações militares portáteis.

E outros.

de vídeo móveis e os equipamentos de gravação no estúdio. • Aplicações militares portáteis. • E

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Conectores

Características básicas:

Perdas de inserção e de reflexão baixas.

Estabilidade das características, face aos ciclos repetidos de conexão / desconexão.

Construção e montagem fáceis.

das características, face aos ciclos repetidos de conexão / desconexão. • Construção e montagem fáceis.

8

Conectores

Imunidade a fatores ambientais, tais

como temperatura e poeira.

Ruído de diafonia (crosstalk) baixo, no caso de conectores multifibras.

Durabilidade com ciclos repetitivos.

Padronização.

Custos baixos.

no caso de conectores multifibras. • Durabilidade com ciclos repetitivos. • Padronização. • Custos baixos.

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8 Conectores Conector Bionic Conector SC Conector D4 Conector SMA Conector FC Conector ST

Conectores

8 Conectores Conector Bionic Conector SC Conector D4 Conector SMA Conector FC Conector ST

Conector Bionic

8 Conectores Conector Bionic Conector SC Conector D4 Conector SMA Conector FC Conector ST

Conector SC

8 Conectores Conector Bionic Conector SC Conector D4 Conector SMA Conector FC Conector ST

Conector D4

8 Conectores Conector Bionic Conector SC Conector D4 Conector SMA Conector FC Conector ST

Conector SMA

8 Conectores Conector Bionic Conector SC Conector D4 Conector SMA Conector FC Conector ST

Conector FC

8 Conectores Conector Bionic Conector SC Conector D4 Conector SMA Conector FC Conector ST

Conector ST

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Conectores

Analise de

Atenuações

(OTDR)

8 Conectores • Analise de Atenuações (OTDR)
8 Conectores • Analise de Atenuações (OTDR)

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Fontes Ópticas

O transmissor óptico é formado

basicamente por um LASER. Janelas ópticas:

1310 nm: faixa mais comum de utilização. 1550 nm: faixa que começa a ser utilizada.

• Janelas ópticas: – 1310 nm: faixa mais comum de utilização. – 1550 nm: faixa que

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Fontes Ópticas

Um raio LASER é um feixe de luz

monocromática e columada (os raios saem paralelos da fonte).

9 Fontes Ópticas • Um raio LASER é um feixe de luz monocromática e columada (os
9 Fontes Ópticas • Um raio LASER é um feixe de luz monocromática e columada (os

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Fontes Ópticas

A fonte de luz fica acondicionada dentro

de um receptáculo com todas as paredes espelhadas, menos uma.

Esta parede é coberta com uma lente capaz de provocar reflexão interna total

para todos os raios que não a atinjam

perpendicularmente.

coberta com uma lente capaz de provocar reflexão interna total para todos os raios que não

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Fontes Ópticas

A luz fica refletindo dentro do receptáculo

até que consiga atingir a lente de maneira perpendicular e sair.

Durante este processo o raio de luz bate nos átomos do material liberando mais

fótons, gerando uma reação em cadeia.

Durante este processo o raio de luz bate nos átomos do material liberando mais fótons, gerando

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Fontes Ópticas

O resultado será um feixe luminoso mais

forte do que o produzido por uma fonte óptica comum. O LASER produz luz de apenas uma cor.

um feixe luminoso mais forte do que o produzido por uma fonte óptica comum. • O

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Fontes Ópticas

Características de um Diodo LASER

Variando a corrente de excitação do

LASER podemos variar a potência de saída.

Em CATV a banda de canais modula

analogicamente um LASER.

O LASER apresenta grande linearidade.

de saída. • Em CATV a banda de canais modula analogicamente um LASER. • O LASER

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Fontes Ópticas

9 Fontes Ópticas
9 Fontes Ópticas

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Fontes Ópticas

Características importantes do LASER:

Corrente de limiar: acima desta corrente o LASER possui um comportamento bastante limiar. Corrente de polarização: é a corrente

utilizada para operação. Variando a corrente

de polarização, variamos a potência de saída (tipicamente 0,2mW/mA).

utilizada para operação. Variando a corrente de polarização, variamos a potência de saída (tipicamente 0,2mW/mA).

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Fontes Ópticas

Necessidade de temperatura constante para

manter a linearidade da potência de saída. – Chirp: Alguns LASER’s podem modular

ligeiramente a freqüência (comprimento de

onda) quando é feita a modulação em

amplitude. Quanto maior esta característica,

maior a dispersão cromática.

de onda) quando é feita a modulação em amplitude. Quanto maior esta característica, maior a dispersão

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Fontes Ópticas

Transmissor Óptico

Existe uma seqüência inicial de ligação do

transmissor para garantir que o RF não vá ser ligado ao LASER antes que ele não

esteja preparado.

Esta seqüência pode durar até 10

segundos.

o RF não vá ser ligado ao LASER antes que ele não esteja preparado. • Esta

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Fontes Ópticas

9 Fontes Ópticas
9 Fontes Ópticas

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Fontes Ópticas

Tipos de transmissores LASER

Para modulação em amplitude existem

basicamente 2 tipos de LASER:

Fabri-Perot

DFB

de transmissores LASER • Para modulação em amplitude existem basicamente 2 tipos de LASER: – Fabri-Perot

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Fontes Ópticas

LASER Fabri-Perot

Oscila em vários comprimentos de onda, provocando dispersão cromática.

Baixa estabilidade do comprimento de onda emitido em função das variações de

temperatura (0,5nm / ºC).

– Baixa estabilidade do comprimento de onda emitido em função das variações de temperatura (0,5nm /

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LASER DFB

Fontes Ópticas

Produzem um único comprimento de onda Grande estabilidade do comprimento de onda em função das variações de temperatura (0,09nm / ºC).

de onda – Grande estabilidade do comprimento de onda em função das variações de temperatura (0,09nm

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LED

Fontes Ópticas

Emitem luz em todas as direções. Os que emitem luz próxima ao infra-vermelho são os mais usados em sistemas ópticos curtos.

– Os LED’s que emitem na faixa visível da luz

são usados em fibras de plástico (estas fibras não transmitem bem o infra-vermelho).

Em fibras ópticas de plástico costuma-se usar

transmitem bem o infra-vermelho). – Em fibras ópticas de plástico costuma-se usar LED’s que emitem na

LED’s que emitem na cor vermelha.

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Fontes Ópticas

• Comparação LED’s x LASER’s

– Os LED’s são mais baratos e apresentam menor potência de saída.

– Os LASER’s para 1310nm e 1550nm (janelas ópticas mais usadas) custam mais caro.

– Os LASER’s apresentam maior potência de

saída.

– Os LED’s apresentam maior vida útil do que

os LASER’s.

– Os LASER’s apresentam maior potência de saída. – Os LED’s apresentam maior vida útil do

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Fontes Ópticas

9 Fontes Ópticas
9 Fontes Ópticas

10 Receptores Ópticos

É um equipamento bastante simples, que

pouco contribui para o desempenho do link. É constituído por um detetor e por um amplificador de RF.

O detetor pode ser feito usando-se Diodos

Avalanche ou Diodos PIN.

por um detetor e por um amplificador de RF. • O detetor pode ser feito usando-se

10 Receptores Ópticos

Desvantagens do Diodos Avalanche

Baixa estabilidade quanto a variações de temperatura. Necessita de circuitos de controle para controle de sua estabilização.

Alta corrente de polarização.

– Necessita de circuitos de controle para controle de sua estabilização. – Alta corrente de polarização.

Dúvidas e Debates

Dúvidas e Debates
Dúvidas e Debates