CARACTERIZAÇÃO MECANÍSTICA DE AGREGADOS RECICLADOS DE

RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO DOS MUNICÍPIOS DO RIO DE
JANEIRO E DE BELO HORIZONTE PARA USO EM PAVIMENTAÇÃO
Cinconegui da Graça Fernandes
TESE SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DOS
PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE
FEDERAL

DO

RIO

DE

JANEIRO

COMO

PARTE

DOS

REQUISITOS

NECESSÁRIOS PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM CIÊNCIAS EM
ENGENHARIA CIVIL.
Aprovada por:
_________________________________________________
Profª. Laura Maria Goretti da Motta, D.Sc.

_________________________________________________
Prof. Jacques de Medina, L.D.

_________________________________________________
Drª. Prepredigna Delmiro Elga Almeida da Silva, D.Sc.

_________________________________________________
Prof. Alexandre Benetti Parreira, D.Sc.

RIO DE JANEIRO, RJ – BRASIL
DEZEMBRO DE 2004

FERNANDES, CINCONEGUI DA GRAÇA
Caracterização
Reciclados

de

Mecanística
Resíduos

de

de

Agregados

Construção

e

Demolição Para Uso em Pavimentação dos
Municípios do Rio de Janeiro e de Belo
Horizonte [Rio de Janeiro] 2004.
IX. 109 p. 29,7 cm (COPPE/UFRJ, M.Sc.,
Engenharia Civil, 2004)
Tese - Universidade Federal do Rio de Janeiro,
COPPE.
1.

Agregados Reciclados,

2.

Caracterização Mecanística,

3.

Pavimentação.

I. COPPE/UFRJ II. Título (série).

ii

À sociedade humana, dedico esta tese,
exploradora, por natureza, e tutora, por intelecto, da vida na Terra.

iii

apoio e ao amor que sempre me dispensaram. Nicolle de Freitas.AGRADECIMENTOS A Deus e a meu Mestre Jesus Cristo por tudo. Maria do Socorro Mateus. Helton Ribeiro. destacando meus amigos Marcos (Bororó). Anderson. destacadamente aos amigos Sidiclei Magalhães. Raphael Thuler. Carlinhos e Ricardo Gil por todo o apoio dado ao desenvolvimento dos meus ensaios laboratoriais e também as secretárias Márcia e Joseane pela atenção a mim empenhada. Ao Corpo Discente da área de Geotecnia. Aos Professores Meyer e Henrique Longo pela confiança e pelo apoio ao ingresso no curso de mestrado em Geotecnia. Petrônio iv . André Luiz da Silva. Eduardo Macedo. Filipe Franco. Aos meus amados pais. Adriana Martins. Osmar Garcia. Marcos Fritz. Cíntia. Aos técnicos e ao pessoal de apoio do Laboratório de Geotecnia Prof. Álvaro Dellê. José Luiz Gerlach. Maurício Barros. Rodrigo Müller. Rodrigo. e apenas comuns àqueles indivíduos especiais. pela paciência e pela solicitude nos esclarecimentos das minhas mais diversas indagações. Jacques de Medina e do laboratório de informática do PEC. Daniel Cordeiro. Aos meus irmãos Sidinei e Márcio e ao meu primo Felipe. Fernando Afonso. João e Gilza Fernandes. inclusive pelos conhecimentos filosóficos e acadêmicos que aos poucos me libertam dos grilhões de minha natureza ignorante. minha querida Orientadora. Marcos Balaguer. Ralph. essenciais às conquistas dos meus mais dignos sonhos. pela orientação. Candida Pedroza. À magnífica Profª Laura Maria Goretti da Motta. Diego Turri. em especial aqueles que compõem o Programa de Engenharia Civil na área de Geotecnia. Tatiana. Ana. que marcam positivamente a evolução da humanidade com a dignidade de suas vidas. dotada de brilhantismo e humildade singulares. Alexandre Pacheco. Carolina Costa. Ao Corpo Docente da COPPE. pelo carinho e pela confiança em minhas idéias e atitudes. bem como à Profª Helena Polivanov. Francisco Duque.

aos meus amigos Luiz Estima. Alan Nudel. além disso. que possibilitou a continuidade desta tese após o meu ingresso nesta empresa. que com extrema cordialidade e diligência me apresentou esta usina e obras executadas e em execução por esta Prefeitura com o emprego dos agregados reciclados. Verônica Cavalcante e Viviane Guedes que contribuíram através das mais diferentes formas para a realização deste trabalho e. inclusive se incumbindo pessoalmente da entrega destes no Laboratório Jacques de Medina. Simone Garcia. Chefe da Divisão de Engenharia de Geração. v . destacadamente ao Jairo Leite. bem como. garantindome condições psicológicas favoráveis a um bom desenvolvimento do mesmo. À Prefeitura de Belo Horizonte e em especial à Drª Nilda Xavier Pires. A CAPES pelo apoio financeiro fornecido durante este curso de mestrado. à Elizabeth Cornélio e à Rita de Cássia da Motta. que me forneceu os agregados reciclados para a sua caracterização. à Engª Miriam Jesus Coelho e a toda equipe de trabalho da Usina de Reciclagem do Estoril. À Eletrobrás através do Engº Angelo Carillo. A todo aquele que de forma anônima contribui para a conclusão desta pesquisa. ao Engº Agenor. José Jair Bianchesi. deram-me o prazer e a honra de compartilharem comigo a grande aventura da busca do conhecimento.Montezum. Renata Rocha. Roberto de Carvalho. Marcos Pozzato e Jailson Alves pelos comentários. destacando mais uma vez o Engº Fernando Afonso. Marcelo Jaques. Rosso. como também pelo fornecimento e indicação de parte do material bibliográfico aqui empregado. Márcio Pimenta. Além disso. À Prof ª Consuelo Alves da Costa por ter me presenteado com a tese de mestrado do Engº de Produção Marcelo Abelaira Vizzoto. Saulo Loureiro. Heitor de Oliveira. À Usina de Reciclagem do Catumbi. forneceram sem restrições para os ensaios de caracterização mecanística todos os agregados que eu necessitasse e pudesse transportar. À Secretaria da COPPE. Rodrigo Martins. sugestões e incentivos a realização deste trabalho. uma das referências deste trabalho. José A. Leonardo Gardino.

Foram também realizados ensaios comuns à caracterização de agregados convencionais.) CARACTERIZAÇÃO MECANÍSTICA DE AGREGADOS RECICLADOS DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO DOS MUNICÍPIOS DO RIO DE JANEIRO E DE BELO HORIZONTE PARA USO EM PAVIMENTAÇÃO Cinconegui da Graça Fernandes Dezembro/2004 Orientadora: Laura Maria Goretti da Motta Programa: Engenharia Civil Neste trabalho são caracterizados mecanisticamente os agregados reciclados de resíduos de construção e demolição (RCD) dos Municípios do Rio de Janeiro e Belo Horizonte.Resumo da Tese apresentada à COPPE/UFRJ como parte dos requisitos necessários para a obtenção do grau de Mestre em Ciências (M. substituindo os agregados convencionais por estes originados na britagem dos RCD. os resultados apresentados nesta tese corroboram para a comprovação das viabilidades técnica. bem como aqueles de enfoque ambiental.Sc. social e ecológica do emprego destes materiais em pavimentação. vi . Por fim. Verificou-se através de cálculo numérico a adequação do uso destes materiais em estruturas de pavimento a partir de um projeto rodoviário real. econômica. visando sua aplicação em bases. sub-base e reforços de subleito de pavimentos rodoviários urbanos e rurais.

the shown results in this thesis confirm that their employment in highway pavement is technically economically socially and environmentally viable. vii . Finally. Also they were accomplished by same test used to the characterization of natural aggregates beside the environmental tests. Their application was checked by numeric calculus in pavement structures from actual design through the substitution the nature aggregates for theses one. in sub-base and in reinforcement layer of the urban and rural’s highway pavement.Abstract of Thesis presented to COPPE/UFRJ as a partial fulfillment of the requirements for the degree of Master of Science (M.) MECHANISTIC CHARACTERIZATION OF THE RECYCLED AGGREGATE FROM CONSTRUCTION AND DEMOLITION’S WASTES PROCEEDING FROM RIO DE JANEIRO COUNTY AND FROM BELO HORIZONTE COUNTY FOR APPLICATION IN PAVEMENT Cinconegui da Graça Fernandes December/2004 Advisor: Laura Maria Goretti da Motta Department: Civil Engineering In this work the recycled aggregates from construction and demolition’s waste (CDW) proceeding from Rio de Janeiro County and from Belo Horizonte County are mechanistically characterized intending their employment in bases.Sc.

...........6................................ 48 3............................................................................................................... 45 3.............................................................................. 21 2....4........................................................................................... 53 3.............1 Agregados reciclados de RCD ............................................ 12 2.............................5............................................................................... 38 3...... 7 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA..........................................3 Programa para análise de estrutura de pavimento – FEPAVE ..................................................................................................6 Ensaio Triaxial Dinâmico ........ 47 3.........................................................................2 Análise granulométrica........................4... 37 3.........2....................................................................2 Ensaio.........................................................................................3..............................................................2.........Módulo de Resiliência ....................4 Ensaio de Índice de Forma.................... 1 CAPÍTULO II .........................1 Aparelhagem...................................... 54 3......2 Caracterização de agregados reciclados....... 33 CAPÍTULO III. 50 3.... 54 3..........................................7 Ensaio Triaxial Dinâmico – Deformação Permanente...............................................6 Ensaio de abrasão Los Angeles.....................................................................6.......................................................ÍNDICE CAPÍTULO I.......... 45 3.................................... 56 viii .....................................2 Ensaio................... 23 2.....................................................5 Ensaios de Lixiviação e de Solubilização ...................... 8 2...........................................................................2...................................................................1 Gravimetria do RCD (matéria-prima) ......2 Ensaio...... 55 3.............................................2........................2 Ensaio.................... 7 2........................................................................................2.................. 43 3..........................4 Ensaio triaxial dinâmico – Módulo de Resiliência..... 37 Materiais e Métodos .......................1 Aparelhagem.....3 Ensaio de compactação...........................................2 Ensaio....................... 31 2...... 1 INTRODUÇÃO..................................................................................................... 12 2.................................... Granulometria .......................................................5. 55 3.. 18 2..................................................................... 49 3..........5 Ensaio triaxial dinâmico – Deformação permanente.........3 Ensaio de Abrasão “Los Angeles” .......... 24 2...................................................... 13 2..............................3.1 Aparelhagem............................2......................1 Aparelhagem............ 44 3............2..................................................................2...2.............................................................1 Normalização internacional e nacional para agregados reciclados de RCD ...................2.....................1 Aparelhagem..................................... 43 3.....

.................................................................................................2 Ensaio.. 69 4......................1................................................ 97 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .............................................................. 62 CAPÍTULO 4 .........3 Ensaio de Solubilização ...................................................................1 Aparelhagem........ 59 3............. 101 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA.........................1 Ensaio..............8 Aplicação dos resultados de Módulo de Resiliência ............................Ensaios de granulometria – Folhas de ensaio ANEXO 3 .................................. 97 CONCLUSÕES E SUGESTÕES DE PESQUISAS FUTURAS ................Índice de Forma – Folhas de Ensaio ix ......7....................................................................1 Agregados reciclados tipo Misto da usina do Catumbi ....7 Ensaio sobre a massa bruta.....1 Ensaio sobre a Massa Bruta..................................................... ensaio de lixiviação e ensaio de solubilização ...................................8........................................ 94 4....................................................... ensaio de lixiviação e ensaio de solubilização...........Resultados de ensaios de caracterização – PBH/SUDECAP/Diretoria de Manutenção ANEXO 2 ....................... 74 4............................................. 108 ANEXO 1 ........................................3 Ensaio triaxial dinâmico – Módulo de Resiliência.................7............Abrasão Los Angeles – Folhas de ensaio ANEXO 6 ..........2 Ensaio de Lixiviação ...................................................................1 Via Light ....... 61 3............................................ 58 3........7..................................Estrutura do pavimento ........... 95 CAPÍTULO 5 ........4 Ensaio triaxial dinâmico – Deformação permanente.........................Ensaios de compactação – Folhas de ensaio ANEXO 4 ..............8 Ensaio sobre a massa bruta............... 65 4.......................................................................3...........................................................................................................8. 61 3.....................2 Ensaio de compactação..................................................................................................8......1.......... 65 4..........2 Via Light – Redimensionamento...5 Ensaio de abrasão Los Angeles...7 Ensaio de índice de forma ..................1.........8........... 57 3....................... 89 4.....Módulo de Resiliência composto – Planilhas ANEXO 5 .......... 61 3..2 Agregados reciclados tipo Misto da usina do Estoril....... 89 4................................... 82 4.... 57 3. 87 4................................................. 93 4.................................................... 88 4....................1 Análise granulométrica................................8..... 90 4.....6 Ensaio de Índice de Forma ............................................ 65 ANÁLISE DOS RESULTADOS OBTIDOS ...................................8........7....

CAPÍTULO I INTRODUÇÃO Ao longo das últimas décadas. países com pouco material primário tais como Holanda. 2001). de forma a subsidiar o aproveitamento dos mesmos através da reciclagem. Bélgica e Dinamarca são os que mais reciclam entulhos. ao considerarmos os custos.. Através de novas construções. pesquisadores brasileiros e estrangeiros estão caracterizando e estudando formas de aproveitamento técnico-econômico-ambiental dos denominados resíduos de construção e demolição (RCD) ou simplesmente entulhos. P. Contudo. gera-se RCD que compõe a maior parte do lixo dos grandes centros urbanos. In Areia e Brita. reformas ou demolições daquelas já existentes. que são gerados pelo progresso humano. atingindo percentual superior a 90 %. ou seja.1). suas fontes. sendo: 1 Coelho. P. 1 . são coletados cerca de 2750 t/dia de RCD.1 Segundo o Report Nº EPA530-R-98-010 publicado em junho de 1998 pela U. Chaves. 50% de todo o lixo dessa capital (Cassa et al. Em Salvador. A busca pelo chamado desenvolvimento sustentável levou países como os EUA e a Espanha a desenvolverem programas governamentais que visam diagnosticar os setores geradores de resíduos.. pp. 2003). 1998 apud Ciocchi. os impactos ambientais e suas restrições legais envolvidos na destinação de grandes quantidades desse resíduo. E. São Paulo. 31-35. Reciclagem de Entulho – uma opção de negócio potencialmente lucrativa e ambientalmente simpática. ainda assim precisando importar areia da Sibéria e entulhos da Inglaterra (Coelho & Chaves. 136 milhões de toneladas de RCD (TABELA 1. 1998. no ano de 1996. tipos e quantidades. nº 5. por exemplo. pela necessidade de se dominar e transformar a natureza a seu benefício. Environmental Protection Agency Municipal and Industrial Solid Waste Division Office of Solid Waste. estima-se que nos EUA foram gerados. A.. Portanto.S. justificam-se pesquisas que venham propiciar um destino nobre a estes RCD.

metais e madeira. 48% referente a demolições de edifícios. onde são encontrados. com o intuito de melhor gerir os RCD. TABELA 1. 44% referente a reformas prediais e 8% em canteiros de obra.1 não estão incluídos os resíduos relativos a rodovias. bem como porcentagem reciclada ou reutilizada e aquela vertida ou incinerada nos demais países da União Européia (TABELA 1. o Conselho de Ministros aprovou a Resolução de 14 de junho de 2001 da Secretaria Geral de Meio Ambiente que define o Plano Nacional de Resíduos de Construção e Demolição 2001-2006. onde as técnicas de reciclagem de concreto começaram há cerca de 20 anos. custos e financiamentos de plantas de reciclagem. a Europa se apresenta em condições semelhantes aos EUA quanto ao percentual de resíduos reciclados. 43% dos resíduos de origem residencial (58 milhões t/ano) e 57% de origem nãoresidencial (78 milhões t/ano).Resumo da geração estimada de RCD nos EUA em 1996. 2 . por exemplo.1 . Isso permite verificar que. segundo Ciocchi (2003) o Brasil. Por outro lado.2). destacando-se materiais como concreto. Nesta TABELA 1. (Report Nº EPA530-R-98-010. quando vista como uma única organização geopolítica. pontes e limpeza de terreno. Neste país. apenas 20% a 30% deste resíduo gerado foi destinado à reciclagem. asfalto. recicla menos de 5% do entulho gerado a cada ano. 2. 1998) Residencial Não-residencial Total Origem 3 3 3 (x10 t) (%) (x10 t) (%) (x10 t) (%) Construção 6560 11 4270 6 10830 8 Reforma 31900 55 28000 36 59900 44 Demolição 19700 34 45100 58 61800 48 Total 58160 100 77370 100 135530 100 Percentual 43 57 100 Fonte: Franklin Associates Na Espanha. diagnóstico da situação atual com estimativas das quantidades de entulho produzido nas diversas comunidades espanholas.1.

1999. Ainda segundo John & Agopyan (2001). Embora existam experiências no emprego de agregados mistos (solo. não está disponível ao público.2001) Estado Membro Alemanha Reino Unido França Itália Espanha Holanda Bélgica Áustria Portugal Dinamarca Grécia Suécia Finlândia Irlanda Luxemburgo Total Entulho (x106) t 59 30 24 20 13 11 7 5 3 3 2 2 1 1 0 180 Porcentagem reutilizada ou reciclada 17 45 15 9 <5 90 87 41 <5 81 <5 21 45 <5 N/A 28 Porcentagem vertida ou incinerada 83 55 85 91 >95 10 13 59 >95 19 >95 79 55 >95 N/A 72 Fonte: Construction and demolition waste management practices. se o processo de produção de agregados reciclados de RCD em sua versão tecnológica mais simples está consolidado no Brasil. documentação técnica abrangente e consistente.Geração e Reciclagem de RCD (Pallás. Fevereiro. cerâmica vermelha e branca) na produção de pavimentação e este procedimento esteja em uso no Brasil desde o final da década de 80. Symonds & Ass. embora existisse alguma experiência prática incipiente e algumas pesquisas sistemáticas em planejamento à 3 .2 . o mesmo não pode ser dito do emprego do agregado.Plano Nacional de RCD (2001-2006) da Espanha . concreto.TABELA 1. pedras. Segundo John & Agopyan (2001). O mesmo acontece com a produção de argamassa a partir dos agregados em canteiros de obras. como blocos de pavimentação. CE. que recentemente tem sido objeto de investigação acadêmica. and their economic impacts. era ainda mais rudimentar. no entanto. meio-fios e blocos de alvenaria. o grau de conhecimento da tecnologia de emprego dos agregados na produção de componentes. argamassas.

O artigo 10. sabe-se que a reciclagem do entulho contribui para a preservação dos recursos naturais ao reduzir a degradação ambiental causada pela extração das matérias-primas convencionais. O aproveitamento destes na forma de agregados para pavimentação como materiais destinados a camadas de base e sub-base apresenta as seguintes vantagens (Carneiro.. No Brasil. Contudo. Trichês e Kruckyj. devem ser contemplados no estudo de aproveitamento dos RCD. Um aspecto que dificulta a utilização de agregados reciclados é a sua aparente heterogeneidade.época do documento. Além do aspecto legal. material de estudo desta tese. Os estudos neste sentido estão em fase inicial. critérios e procedimentos para a gestão de resíduos da construção civil. 4º diz: “Os resíduos da construção civil não poderão ser dispostos em aterros de resíduos domiciliares. em encostas. art. 1999): 1. corpos d’água. inciso I dessa resolução estabelece que os resíduos Classe A. que estabelece diretrizes. 2. apresenta-se como um agente essencial ao aumento sensível do percentual da reciclagem desse material. que ao lado do aspecto ambiental supracitado. de 5 de julho de 2002. Simplicidade dos processos de execução do pavimento e de produção do agregado reciclado. Utilização de quantidade significativa de material reciclado tanto na fração miúda quanto na graúda. A reciclagem de agregados de RCD na produção de concreto só agora está sendo objeto de pesquisas. ou encaminhados a áreas de aterro de resíduos da construção civil. 4 . sendo dispostos de modo a permitir a sua utilização ou reciclagem futura. em áreas de “bota fora”. Por exemplo. Existem ainda os aspectos técnicos e econômicos. visto ser este controle essencial ao emprego do agregado reciclado em pavimentação.”. a Resolução do CONAMA Nº 307.. o controle tecnológico necessário ao emprego efetivo destes materiais depende de estudos que forneçam parâmetros para a sua avaliação. lotes vagos e em áreas protegidas por Lei. no país. Burgos e Alberte. deverão ser reutilizados ou reciclados na forma de agregados. 2001. o parágrafo 1º..

4. Por fim. de ensaios triaxiais dinâmicos. sejam elas de caráter estritamente mecanística oriundas.. as características dos materiais que compõem as camadas dos pavimentos (módulo de resiliência) e inclusive esta própria estratificação dos mesmos. cursos d’água e encostas. Assim sendo. 5. Redução dos custos da administração pública Municipal com a remoção do material depositado clandestinamente ao longo das vias públicas. a ação da temperatura. pedras. 6. Em Belo Horizonte já existem vias urbanas executadas (dimensionadas empiricamente) com esse material aplicado em base e sub-bases de pavimentos. visando uso em pavimentação. nesta tese são apresentadas algumas contribuições. como os ensaios químicos de Lixiviação e de Solubilização de RCD. silos. Os objetivos do presente trabalho são: caracterizar mecanicanisticamente. ou de caráter ambiental. materiais cerâmicos. Diminuição nos custos de pavimentação. por ser considerado material não plástico e com baixa ou nula expansibilidade. como 5 . reduzindo a necessidade de áreas para implantação de novos aterros. 8. como acontece em outras estruturas da engenharia civil (edifícios. Aumento da vida útil dos aterros sanitários. por exemplo.). barragens. justifica-se o desenvolvimento de pesquisas na área de pavimentação que venha a contribuir quanto ao aproveitamento de agregados provenientes de RCD. 7.. areia. ou seja. argamassas. considerações concernentes a uma visão mais mecanística e menos empírica do projeto rodoviário. e atendendo às restrições ambientais. Assim. Possibilidade de utilização dos diversos materiais componentes do entulho (concretos. etc..). Utilização de parte do material em granulometrias graúdas. de forma a aplicá-los em bases e sub-bases de pavimentos. destaca-se o desenvolvimento computacional que permite considerar os esforços mecânicos como aqueles transmitidos ao pavimento pelas rodas dos veículos. agregados reciclados de RCD das cidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte. terrenos baldios.. com sucesso.3. etc. Utilização em locais com presença de água.

permitindo compará-lo com um pavimento projetado anteriormente para uma obra real do município do RJ com agregados naturais (convencionais). • Anexo 2 – Ensaios de granulometria – Folhas de ensaio. No terceiro capítulo. bem como a contribuição de alguns centros de pesquisa em ensaios e resultados que contribuem na composição das condições de contorno dessa Tese. No quarto capítulo. • Anexo 3 – Ensaios de compactação – Folhas de ensaio. No segundo capítulo. • Anexo 6 – Índice de Forma – Folhas de Ensaio. o primeiro sendo esta introdução. em agosto de 2003. • Anexo 4 – Módulo de Resiliência composto – Planilhas. abordando o estágio de normalização nacional e internacional sobre o tema. Para a realização deste trabalho foram feitos estudos que estão apresentados em 5 capítulos. No quinto e último capítulo. mostrando em que condições os resultados deste estudo foram obtidos.Resultados de ensaios de caracterização – PBH/SUDECAP/Diretoria de Manutenção. 6 . trata-se dos procedimentos e equipamentos de ensaios adotados. são apresentados os resultados obtidos nos diversos ensaios e a partir destes apresenta-se ainda um pavimento dimensionado com agregados reciclados de RCD.pôde comprovar o autor deste trabalho em visita a obras concluídas e em andamento. apresenta-se a revisão bibliográfica. Tem-se ainda seis anexos: • Anexo 1 . são apresentadas as conclusões e sugestões de continuidades da pesquisa. • Anexo 5 – Abrasão Los Angeles – Folhas de ensaio.

2. onde se encontra a seguinte definição: “O pavimento é uma estrutura construída após a terraplenagem e destinada. enfatizam-se os aspectos normativo. Medina (1997) define Mecânica dos Pavimentos como “disciplina da engenharia civil que estuda os pavimentos como sistemas em camadas e sujeitos às cargas dos veículos”.CAPÍTULO II REVISÃO BIBLIOGRÁFICA A norma brasileira de pavimentação NBR-7207/82 da ABNT proveio da antiga norma “Terminologia e classificação de pavimentação” TB-7 de 1953. Por outro lado. a: 1. fugindo do puro empirismo. a citação do livro “Mecânica dos Pavimentos” não é obra do acaso. à exceção do aspecto ambiental. Portanto. O autor do presente trabalho acredita nas relações de causa e efeito em que a Física. 3. procurou-se conduzir a revisão bibliografia e demais partes desta pesquisa a respeito dos agregados reciclados de RCD e de sua matéria-prima baseados nos aspectos conceituais da Mecânica dos Pavimentos. tornando mais durável a superfície de rolamento”. econômico. principalmente. econômica e simultaneamente. em seu conjunto. e abordando o pavimento de forma análoga a uma estrutura de edifício ou de uma barragem. melhorar as condições de rolamento quanto à comodidade e segurança. que devem envolver qualquer projeto de Engenharia e com os quais procura-se balizar essa pesquisa. Ao se apresentar a definição acima. Dentro do aspecto técnico. 7 . técnico e. o caráter social. que era vital nos primórdios da pavimentação. resistir e distribuir ao subleito os esforços verticais produzidos pelo tráfego. a Matemática e demais ciências podem interpretar. resistir aos esforços horizontais que nela atuam.

destinando-se a: 1. As diretrizes da RILEM TC 121 DRG apresentadas no 3º Simpósio Internacional sobre Demolição e Reutilização de Concreto e Alvenaria (1993). solo. O relatório do comitê CEN 154 AHG . comumente chamados de entulhos de obras. 4. Obras de pavimentação viária: em camadas de reforço de subleito. Nesta norma define-se: “resíduos da construção civil – Resíduos provenientes de construções. 5. 3. plásticos. fiação elétrica etc.Recycled Aggregates. O adendo à Norma dinamarquesa DIF (1989). madeira. concreto. reformas. argamassa. em termos de normalização Internacional. Esta Norma estabelece os requisitos de emprego de agregados reciclados. para agregados reciclados existem: 1. A Norma Britânica 6543. com validade a partir de 30/09/2004. vidros. gesso. A proposta japonesa de normalização BCSJ de (1977). tais como: tijolos. caliça ou metralha. Preparo de concreto sem função estrutural. forros.” 8 . este grupo já tem pronta a lista dos ensaios necessários para cada aplicação que permitiu detectar a necessidade de se pesquisar determinadas propriedades além de criar certos ensaios específicos. rocha. 2. 2. A Norma Holandesa CUR (1986). tubulações. blocos cerâmicos.1 Normalização internacional e nacional para agregados reciclados de RCD Segundo Levy (2001). editou-se. No Brasil. telhas. reparos e demolições de obras de construção civil e os resultantes da preparação e da escavação de terrenos. a partir de resíduos sólidos da construção civil. pavimento asfáltico. a norma ABNT NBR 15116 Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil – Utilização em pavimentação e preparo de concreto sem função estrutural – Requisitos. 6.2. sub-base e base de pavimentações ou revestimento primário de vias não pavimentadas..

(Fotos do autor). pilhas de RCD.1 – Vista geral onde será construído o novo Hospital Paulino Werneck. 2. implantação e operação.Como exemplo ilustrativo deste material apresentam-se na Figura 2. os teores máximos de contaminantes. NBR 15114 – Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes – Área de reciclagem – Diretrizes para projeto. NBR 15113 – Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes – Aterros – Diretrizes para projeto. equipamento (escavadeira) utilizado na demolição das edificações então existentes e remoção de RCD. Figura 2. além dos parâmetros de capacidade de suporte e expansibilidade. Tem-se publicadas pela ABNT em 30/06/2004 e com validade a partir de 30/07/2004 as normas: 1. RCD proveniente de reforma domiciliar.1 algumas fotos obtidas pelo autor deste trabalho. Nesta norma também destaca-se. a preocupação com propriedades como a distribuição granulométrica do material. 9 . Índice de Forma. implantação e operação. dentre outros aspectos.

Nesta tese são estudados aqueles definidos como Classe A. sub-base ou base mista de pavimentos com Agregado Reciclado de Resíduo Sólido da Construção Civil. tais como peças ou fragmentos de tijolos. Por outro lado.3. em: 1. telhas. 3. Resíduos de construção. resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados. reformas e reparos de pavimentação e de outras obras de infraestrutura. inclusive solos provenientes de terraplenagem. Esta norma da PMSP classifica os resíduos sólidos da construção civil que se aplicam à reciclagem. denominado "Agregado Reciclado". Resíduos de processo de preparo e/ou demolição de peças pré-moldadas em concreto (blocos.001/2002 que define os critérios que orientam a execução de camadas de reforço do subleito. artefatos ou 10 . tais como: 1. blocos. reformas e reparos de edificações: componentes cerâmicos (tijolos. Atendendo à resolução do CONAMA 307/2002. como no caso de São Paulo que na Portaria 32/SIURB G/2003 estabelece a PMSP/SP ETS . Resíduos Sólidos Cimentícios de Construção Civil – Constituídos predominantemente (acima de 70% em massa) de materiais compostos por areias com aglomerantes. meios-fios e outros) produzidos nos canteiros de obras. B. blocos. tubos. 2. com posterior aplicação em obras de pavimentação. os resíduos se classificam em quatro classes. Resíduos Sólidos Cerâmicos de Construção Civil – Constituídos predominantemente (acima de 70% em massa) de materiais cerâmicos. concretos endurecidos. revestimentos e assemelhados. argamassas. telhas. segundo a NBR 15116: A. placas de revestimento e outros). NBR 15115 – Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes – Execução de camadas de pavimentação – Procedimentos. ou seja. Resíduos de construção. manilhas. demolição. C e D. alguns municípios do país dispõem de especificações para o uso de agregados reciclados. em obras de pavimentação sob a fiscalização da Prefeitura do Município de São Paulo (PMSP). 2. demolição. confeccionados com argila e submetidos à queima. argamassa e concreto.

para a denominação de resíduos sólidos freqüentemente chamados de entulho de obras. pode-se citar a contribuição advinda de LIMA (1999).Constituídos predominantemente (acima de 70% em massa) dos materiais descritos nos itens 1 e 2. bem como a adotada pela COMLURB (Companhia Municipal de Limpeza Urbana) do município do Rio de Janeiro. Resíduos Sólidos Mistos de Construção Civil . agregados pétreos. que se refere a “Resíduos Sólidos Inertes” oriundos de obras de construção civil. Academicamente. ABNT/NBR 10005/87 – Lixiviação de resíduos – Procedimentos. ABNT/NBR 10006/87 – Solubilização de resíduos – Procedimentos. como matéria orgânica ou inorgânica (composição química) e como perigoso. Tem-se complementarmente as normas: 1. colunas e assemelhados. tendo como materiais constitutivos básicos as areias. 3. A norma NBR 10004/1987 classifica os resíduos sólidos como seco ou molhado (natureza física). Nunes (2004) apresenta a terminologia Resíduos Sólidos de Construção e Demolição (RCD) e Resíduos Sólidos de Construção Civil (RCC). cimentos e cales.fragmentos de concreto ou argamassa de cimento. Também em 2001. No capítulo III (“Arcabouço Legal e Normativo”). tais como blocos. adotando em seu trabalho esta última. vigas. 3. segue apresentando a definição destes resíduos segundo a Resolução nº 307 do CONAMA (idêntica àquela apresentada pela NBR 15116). onde é apresentada uma proposição de diretrizes para produção e normalização de resíduo de construção reciclado e suas aplicações em argamassas e concretos. não inerte e inerte (risco potencial ao meio ambiente). lajes e lajotas. 2. para regulamentação dos agregados provenientes da reciclagem. foram constituídos dois Grupos de Trabalho com apoio do SINDUSCON e do IBRACON. para preparação de textos básicos visando a elaboração de documentos intitulados: 11 . ABNT/NBR 10007/87 – Amostragem de resíduos – Procedimentos. renovação e demolição de imóveis (incluídos os bens móveis inservíveis e os resíduos oriundos de poda de árvores e limpeza de jardins). caliça ou metralha. através do Comitê Técnico CT 206 Meio Ambiente.

nesse caso) até a forma em que ele é empregado.1 Gravimetria do RCD (matéria-prima) O comportamento mecânico do agregado reciclado de RCD. entre outros. um em pavimentação e o outro em concreto. passando pelo seu processo de fabricação. devido às altas perdas do processo. desde da matéria-prima que o compõe (entulho. 2. onde pode-se verificar a variabilidade dessa matéria-prima e entender a sua importância no comportamento de seus agregados ao fim dessa Tese.2 Caracterização de agregados reciclados Salienta-se que. Na construção de edifícios. argamassa.1) de algumas regiões do país e do exterior. mas como estes materiais são avaliados por critérios mecânicos e físicos que também são pertinentes à pavimentação. 2. ainda segundo Carneiro et al (2001). como de qualquer outro material depende de vários fatores. 12 . nos países em desenvolvimentos são geradas grandes quantidades de concreto. estes estudos também são descritos nesta revisão. blocos.“Práticas recomendadas para a utilização de agregados reciclados”. as características do RCD estão condicionadas a parâmetros específicos da região geradora dos mesmos e à variação ao longo do tempo. Por outro lado. embora esta pesquisa trate da caracterização mecânica de agregados reciclados para base e sub-base de pavimentos. Assim parece pertinente apresentar os resultados de ensaios gravimétricos de RCD listados por Carneiro et al (2001) e Fernando Afonso (pesquisa em andamento COPPE) (TABELA 2. enquanto nos países desenvolvidos são gerados altos percentuais de papel e plástico (provenientes de embalagens).2. a pouca bibliografia disponível está voltada basicamente para o aproveitamento desses materiais em concretos.

ao local de coleta da amostra (canteiro/aterro) e ao tipo de obras predominantes.. bases e sub-bases de pavimentos flexíveis. concreto e argamassa). as diferenças observadas na composição do RCD podem ser atribuídas ao período de amostragem. desde a mais graúda à partícula mais fina. à técnica de amostragem utilizada. Por outro lado. é uma das características que asseguram estabilidade aos pavimentos.. 1 Construction. 13 .. do entulho de diversas regiões/países Carneiro et al (2001) com modificações. Origem Material Reino Hong São São São Ribeirão Rio de 7 Concreto e argamassa Solo e areia Cerâmica Rochas Outros Unido1 Kong2 Carlos3 Paulo4 Paulo5 Preto6 Salvador Janeiro8 9 17 69 12 33 59 53 66 75* 19 - 82* 32 - 22 - 5 11 12 23 28 29 1 1 3 3 30 5 23 18 - 14 5 6 12 14 8** (∗!) Solo. entre outros).2. 2. em conseqüência do maior atrito interno obtido por entrosamento das partículas. 1993. citado por John (2000) 6 Zordan (1997) 3 Pinto (1989) 7 Carneiro (2000) 4 Castro (1998) 8 Afonso (2004) Carneiro et al (2001) ressaltam ainda que além dos fatores regionais. tais como trabalhos rodoviários e sobras de demolição.1 – Composição.2. aterros.1996 2 Hong Kong Polytechnic. citado por Levy (1997) (!!∗∗) Material misto (cerâmica.TABELA 2. em porcentagem. o sistema de classificação de solos e agregados proposto pela AASHTO (American Association of State Highway and Transportation Officials) (1978) utiliza a curva granulométrica para avaliar e classificar o material de acordo com sua aplicação (vias secundárias. representada pela curva de distribuição granulométrica. 5 Brito Filho (1999). areia e rocha. Granulometria Para Pinto (1998) a granulometria do agregado. subleitos.

No entanto.: 70% solo “laterítico” e 30% agregado reciclado miúdo): um de comportamento laterítico proveniente da Formação Barreiras e o outro de comportamento não laterítico.K. As duas misturas com o agregado reciclado miúdo não se enquadraram nas faixas granulométricas especificadas pela NBR-11804. as especificações para materiais de base e sub-base de pavimentos estabilizados granulometricamente são apresentados por normas DNER e ABNT (NBR11804). 'Performance requirements of building products derived from construction and demolition waste'.8mm) e miúda (passante na peneira 4. permitindo. CIB World Building Congress. que. as misturas se mostraram adequadas à sua aplicação em bases e sub-base de pavimentos. De forma semelhante. indicam a necessidade de que a curva granulométrica seja contínua e que se enquadre nas faixas granulométricas especificadas. 'Construction and the Environment'. por sua vez. respeitando determinadas dosagens. conseqüentemente mais resistente e menos deformável. No trabalho realizado por Carneiro et al (2001). A partir da análise de resultados de ISC (Índice de Suporte Califórnia). eles verificaram o 2 Sagoe–Crentsil. Bodi et al (1995) realizaram um dos primeiros trabalhos em pavimentação no Brasil utilizando esse tipo de agregado. Suécia. para verificar a viabilidade técnica do emprego de agregados reciclados de RCD de Salvador-BA em camadas de base e subbase de pavimentos. observou-se que. possibilitando constituir um material mais compacto. 1998. por sua vez. 7–12 June 1998 14 . Sagoe-Crentsil & Brown (1998) 2 apud Buttler (2003) cita que a granulometria do agregado depende do processo de britagem utilizado.8mm). que os grãos menores do material se encaixem nos vazios intergranulares dos maiores. foram considerados estes agregados em duas frações: graúda (passante na peneira 19mm e retido na peneira 4. Proc. Gavle.No que se refere a esses agregados reciclados. é aquela em que estão presentes todos os tamanhos de partículas de um determinado intervalo granulométrico. servindo inclusive de referência para a pesquisa citada anteriormente de Carneiro et al (2001). Essas duas frações foram misturadas a dois solos seguindo determinados percentuais (ex. como citado anteriormente. Granulometria contínua. ao contrário daquelas confeccionadas com a fração graúda dos mesmos. isso não vem sendo considerado na sua confecção. & Brown. do horizonte C saprolítico. Dentre outras coisas. porém utilizando agregado reciclado e solos do município de São Paulo-SP. T. No Brasil. K.

possibilitando a produção de brita graduada. concreto. uma vez que. argamassa e outros). Mário Werneck. a fragmentação se dá no plano de menor resistência do material. A Prefeitura Municipal de Belo Horizonte vem produzindo agregados reciclados de RCD nas Estações de reciclagem de Entulho da Construção Civil dos bairros Estoril e Pampulha. não se pode afirmar se houve. feitas empiricamente. quando comparados ao entulho bruto. ou não. Portanto. observando que os grãos de RCD britado apresentam boa resistência à compressão e ao embricamento. contou-se com a experiência laboratorial e executiva dos Engenheiros da Prefeitura de Belo Horizonte. este fato é que resulta em uma curva de capacidade de suporte crescente. um superdimensionamento das camadas do pavimento. em função do aumento da porcentagem de RCD na mistura. distinguindo-os em tipo A (compostos basicamente de concreto e argamassas) e tipo B (material misto: cerâmica. vem sendo executadas com esses materiais bases e sub-bases de pavimentos com projeto calcado no ISC e na experiência dos Engenheiros desse Município. resultando em material de enchimento e ancoragem dos grãos mais resistentes. Vias como a Av. Desde 1996. 15 . Granulometricamente. uma vez que na britagem.2) apresentamse em condições de tráfego semelhantes àqueles trechos confeccionados com agregado convencional. como citado antes.comportamento das misturas nas várias dosagens. Contudo. Existe o projeto de uma terceira usina que em acréscimo às demais. ambos os produtos são apresentados como bica corrida. possuirá um conjunto de peneiras. Segundo eles. as frações menos resistentes são praticamente reduzidas às granulometrias de areias ou solos. com trecho executado com esse material (existem trechos em agregado convencional e minério de ferro) em meados da década de 90 (Figura 2.

2– Requisitos gerais para agregado reciclado destinado a pavimento (granulometria) – NBR 15116 Agregado reciclado Normas de ensaios classe A Propriedades Agregado Agregado Miúdo Graúdo Miúdo Graúdo não uniforme e bem Distribuição graduada com granulométrica coeficiente de NBR 7181 uniformidade C u > 10 Dimensão máxima característica " 63 mm NBR NM 248 Em comparação à aplicação em camadas inferiores de pavimento e no que se refere a granulometria. com trecho executado com agregado reciclado. cita-se a utilização dos agregados reciclados em concreto. Mário Werneck.Figura 2. Levy (1997) 16 . (Foto do autor. ago/2003).2 parte da tabela apresentada na norma ABNT NBR 15116 no tocante à granulometria sugerida para emprego de RCD em pavimentação: Tabela 2.2 – Av. Apresenta-se na Tabela 2.

porém decidir se a granulometria do agregado pode ser considerada aceitável ou não para produção de concreto. sendo as principais divisões entre agregado miúdo e agregado graúdo (Neville. é uma tarefa mais complexa e parece que ainda nos dias atuais o meio técnico não apresenta consenso sobre o assunto. fisicamente sua granulometria deverá enquadrar-se dentro de determinados limites e. o de granulometria ideal foi se modificando com o tempo. Ainda. uma vez que dependendo da sua origem. o meio técnico indicava que o ideal para produção de concreto seria utilizar areia grossa. Porém a alternativa usada no preparo de concretos de boa qualidade consiste em obter o agregado em pelo menos dois grupos de tamanhos. denominados bica corrida ou brita graduada. a utilização da curva granulométrica como parâmetro para seleção de um agregado a ser utilizado na produção de concreto. quimicamente. podem levar a um consumo de cimento extremamente elevado. 2001) a procedência dos resíduos de construção destinados à produção de agregados reciclados deve ser considerada relevante. só poderá conter níveis mínimos toleráveis de contaminação. ao passarem por um determinado britador estes resíduos darão origem a agregados com forma totalmente diferentes entre si. sem qualquer restrição pelos consumidores. Atualmente com a dificuldade crescente de se localizar este tipo de areia. para que. Em determinadas condições. A determinação da curva granulométrica de um agregado é uma tarefa simples. Como inúmeros outros conceitos. (Levy. não pode ser adotado como critério absoluto ao invés disso deve ser entendido como critério orientativo para prever a trabalhabilidade do concreto a ser produzido com determinado agregado. tornando inviável técnica e 17 . O material deverá ser adequado à finalidade específica para a qual se destina. Na década de 70. desta forma. ou seja. usam-se. agregados provenientes de jazidas de rocha que contêm uma variedade completa de tamanhos. Esta areia normalmente era encontrada na região de Jacareí. às vezes. o concreto produzido possa ser durável e haja garantia da estabilidade das estruturas construídas. Levy (2001) diz que quando se fazem concretos com menor exigência de qualidade.informa que produzir agregados reciclados bem graduados e limpos. desde o menor até o maior. 1997). não será suficiente para garantir a qualidade do processo de reciclagem. Portanto. entre as concreteiras a utilização de areia fina assim como areias compostas artificialmente com finos de pedreiras têm sido normalmente utilizadas na produção de concretos. no Estado de São Paulo.

textura e granulometria. o agregado reciclado graúdo apresentou 18 .E. Por exemplo. sendo que nas misturas betuminosas geralmente pode-se projetar uma matriz argamassada de modo a atenuar a má qualidade do agregado. o valor Los Angeles deve ser baixo para os serviços do tipo tratamento superficial e macadame betuminoso. n = graduação (A. evitando-se a mistura. O resultado do ensaio (An) é avaliado pela perda de material em relação massa inicial (mn) da amostra passante na peneira Nº 12: An = (mn – mn’) x 100 / mn (2. Para esse pesquisador. minimiza o atrito dos grãos. uma vez que apresentam características diferenciadas. colocada no tambor.7 mm. quando colocado na máquina “Los Angeles” juntamente com uma carga abrasiva (esferas padrões de aço). alvenaria ou concreto.economicamente a produção de concretos de classes com resistências superiores a 30 MPa. retida na peneira de 1.3 Ensaio de Abrasão “Los Angeles” Define-se no método de ensaio DNER-ME 035/98 a abrasão “Los Angeles” do agregado como o desgaste sofrido pelo mesmo. o recomendável.C.1) Onde: An = abrasão “Los Angeles” na graduação n.2. além da forma. citado no item anterior.F ou G) escolhida para ensaio. uma argamassa com excesso de agregado miúdo. filer e cimento asfáltico. é que. mn = massa total da amostra lavada e seca. após o ensaio. sem alterar as demais características da mistura betuminosa. No trabalho realizado por Carneiro et al (2001).D.B. submetido a um determinado número de revoluções desta máquina à velocidade de 30 rpm a 33 rpm. mn’ = massa total da amostra lavada e seca. sem destacar a aplicação em base ou sub-base de pavimento. a seleção de agregados reciclados na produção de concretos seja realizada dependendo de sua origem. Pinto (1998) ressalta que. portanto. para verificar a viabilidade técnica do emprego de agregados reciclados de RCD de Salvador-BA em camadas de base e subbase de pavimentos. 2.

o estudo realizado por Ribeiro et al (2003) levantou que o Rio de Janeiro era em 1996 o segundo mercado consumidor de pedra britada do país. No que diz respeito à norma NBR 15116 . ou seja. Ribeiro et al (2003) relacionaram: 19 . embora superior. e realizado pela Profª Laura M. Para o ensaio Los Angeles. ressaltando que o resultado para a idade de 7 dias. no laboratório de Geotecnia da COPPE. onde se compara a perda de material por abrasão em uma amostra de agregado natural. ficou próximo (~30%) daquele a 28 dias. não consta nenhum parâmetro que diga respeito ao Ensaio de Abrasão “Los Angeles”. Portanto o material do citado estudo atendeu às especificações da NBR 11804 para sub-base e base de pavimentos (<55%). a região metropolitana respondia por cerca de 80% da demanda total do estado. Um trabalho interessante foi desenvolvido por Buttler (2003). Eram 9 milhões de toneladas de material. 28 dias). G. An= 45%. média e inferior da faixa A da especificação DNER-ES 303/97. com a perda de material dos agregados reciclados a partir de concretos produzidos com este agregado de várias idades (1. Foi realizado um estudo em parceria pela NOVACAP e COPPE. que foi aproximadamente igual a 20 %. da Motta em 1999. estes apresentaram um desgaste médio de 49%. Foram coletadas amostras de rochas e de agregados em duas graduações de brita (1 e 2) em 24 pedreiras situadas na região do Grande Rio.Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil – Utilização em pavimentação e preparo de concreto sem função estrutural – Requisitos – ABNT. No tocante ao ensaio de abrasão “Los Angeles”. os quais foram britados e peneirados separadamente em granulometria que se encaixam nas curvas superior. Dois dos ensaios adotados para classificar estes materiais foram o de Abrasão “Los Angeles” e Índice de Forma (abordado em item seguinte). Segundo o Sindibrita. com agregados reciclados proveniente de Brasília-DF. produzidos por 32 pedreiras de pequeno e médio porte.45% de desgaste neste ensaio. 7. a qual girou em torno de 42% (1 dia) e 29% (28 dias). Para fins de comparação entre os agregados reciclados e aqueles convencionais.

As recomendações francesas. um desgaste menor ou igual a 35% (E-265/73). 2. regular. As demais amostras de brita 0 e 1 das demais pedreiras apresentaram valores inferiores ao limite de 50%. Em 12 das 24 pedreiras (50% dos casos). Sua classificação por faixas de avaliação: excelente para desgastes de até 20%. menor ou igual a 40% (E-266/73). e insatisfatória para desgastes superiores a 40%. as duas graduações de brita produzidas apresentaram resultados insatisfatórios. 7. pelo menos uma das duas graduações apresentou resultado insatisfatório. apenas as amostras de brita 0 de duas pedreiras apresentaram desgastes à Abrasão Los Angeles iguais a 50% e 51% respectivamente.7% dos casos). para revestimentos superficiais. 4. As especificações do LNEC. que fixa a perda máxima no ensaio de abrasão em 50%. realizando ensaios dinâmicos de amostras de britas de várias pedreiras do município e próximas para a confecção de um catálogo de pavimentos flexíveis. Verificaram. 5. A norma C-33/72. caso em que prescrevem um desgaste inferior a 25%. especifica para o agregado um desgaste de no máximo 50%. e. Em 4 das 24 pedreiras analisadas (16. nos agregados para concreto hidráulico exposto ao desgaste. 20 . A norma brasileira NBR 7211. para concretos betuminosos. bom para valores de 20% a 30%.1. Neste trabalho. então. para desgastes de 30% a 40%. e que aconselha ainda que. que para norma brasileira NBR 7211: 1. para uso em revestimento. o índice máximo seja de 30%. A especificação brasileira EB 655. que fixa o desgaste máximo em 40%. para lastro ferroviário. Ramos (2003) apresenta um estudo com materiais granulares empregados no município do Rio de Janeiro e Grande Rio. estabelece que a abrasão deve ser inferior a 50% em peso do material (intervalo igual àquele do DNER). bastante rigorosas na especificação de tratamentos superficiais. A especificação do DNER (de maior interesse para a esta Tese) que. 2. 6. que prevêem. da ASTM. 3.

que prescreve o método através do qual se determina o índice de forma do agregado graúdo com dimensão máxima característica superior a 9. Adotaram inicialmente o modo de determinação 21 .3 parte da tabela apresentada na norma NBR 15116.2.2.5 mm. Apresenta-se na TABELA 2. apresentando-se assim não lamelar e dentro do que está preconizado na norma NBR 15116. ponderada pela quantidade de grãos de cada fração granulométrica que o compõe.6. dando origem à formação acelerada de buracos na pista da rodovia. pois estes últimos são facilmente quebrados pela ação do tráfego. cita-se o trabalho Ribeiro et al (2003) com os agregados naturais ou convencionais (britas 1 e 2) do município do Rio de Janeiro e Grande Rio. porém no que diz respeito ao índice de forma: TABELA 2. este índice é média da relação entre o comprimento e a espessura dos grãos do agregado.4 Ensaio de Índice de Forma Segundo a norma NBR 7809. Carneiro et al (2001) obtiveram para os agregados reciclados de Salvador.5 mm o valor de 2. Assim como no item anterior.3 – Requisitos gerais para agregado reciclado destinado a pavimento (índice de forma) – NBR 15116 Agregado reciclado classe A Propriedades Miúdo Graúdo - "3 Índice de forma Normas de ensaios Agregado Agregado Miúdo Graúdo - NBR 7809 Pinto (1998) afirma que nos tratamentos superficiais é importante trabalhar com agregados mais cúbicos ou menos lamelares. o índice de forma para o agregado graúdo reciclado com dimensão máxima característica superior a 9. em termos de índice de forma.

Levy (2001) continua afirmando: “Uma vez que os agregados miúdos reciclados contêm um grande número de partículas angulares. Tal fato deve ser considerado sempre que se realizar um estudo de dosagem de CCP. Observou-se que este critério foi atendido por todas as pedreiras analisadas. Com base em pesquisas executadas por Hansen e Narud (1983) apud Levy (2001) conclui-se que os agregados miúdos reciclados provenientes de processo de britagem. de acordo com estudo realizado por Ravindrarajah & Tam (1985). Assim. que avalia a forma segundo duas relações. destaca-se mais uma vez Levy (2001). por outro. portanto a utilização de resíduos provenientes de alvenaria para produção de 22 . a forma das partículas dos agregados reciclados é mais angular que a dos agregados naturais. e a norma brasileira NBR 7211 estabelece que a relação entre a maior e a menor não deve ser superior a 3. Se por um lado. apresentam formas maiores e mais angulosas do que seria desejável para produção de boas misturas. Ribeiro et al (2003) continuam citando que a norma brasileira NBR 7809. aplicável ao caso neste estudo adota a medida de apenas duas dimensões das partículas. calculadas a partir da medida de 3 dimensões das britas. ainda em trabalhos voltados a aplicação de agregados reciclados de RCD em concreto de cimento Portland (CCP). fato que evidencia que todos possuem forma adequada ao emprego na produção de concreto. sejam mais consistentes e conseqüentemente apresentem menor trabalhabilidade do que concretos preparados com agregados naturais utilizando-se o mesmo traço”. Também Ramos (2003) apresenta resultados semelhantes. observando que a forma dos grãos tem influência no volume total de pasta necessário para garantir a plasticidade especificada de determinado concreto e que . encontra-se na área de pavimentação poucos trabalhos com agregados reciclados de “entulho” em que se contemple os estudos da forma dos mesmos.especificado pela NBR 5564. Com a utilização de agregados reciclados não haveria de ser diferente. em se tratando de tecnologia do concreto isso é bem difundido e essencial à análise do comportamento e da confecção desse material. Formatos cúbicos e texturas impermeáveis apresentam menor demanda de água para atingir determinada plasticidade. verificando que os índices de forma de todos os agregados ensaiados corresponderam à forma cúbica. não constitui surpresa o fato de que concretos elaborados exclusivamente com estes agregados.

porém contemplando aqueles que têm ação nociva unicamente sobre a qualidade dos concretos confeccionados com esse tipo de agregado. os agregados reciclados graúdo e miúdo de pesquisa de Salvador não apresentaram riscos à saúde pública nem ao meio ambiente. Quanto ao emprego no Brasil desses ensaios voltado à aplicação em projetos rodoviários. Contudo. geração de hidretos e vapor a frio. o ensaio de solubilização identifica a concentração de substâncias solúveis em água presentes no material. Os resultados obtidos se apresentaram de acordo com os limites máximos permitidos para resíduos sólidos pela NBR 10004.2.agregados a serem utilizados no preparo de novos concretos deve ser analisada com cautela. Existem considerações sobre teores de contaminantes. agregados mais angulosos e mais absorventes que os agregados provenientes de resíduos de concreto. Por outro lado. ou seja. Vizzoto (2003) ressalta que existem poucos dados a respeito. nãoinerte ou perigoso.5 Ensaios de Lixiviação e de Solubilização O ensaio de lixiviação tem como objetivo identificar a concentração de substâncias que se separam do material por meio de lavagem e percolação. Em contrapartida. NBR 15116 . Segundo eles. A partir desses dois ensaios pode-se também classificar se o agregado reciclado é inerte. Estes ensaios são preconizados pelas normas NBR 10004 e 10005. uma vez que tal solução sempre apresentará como produto final. uma vez que corriqueiramente adotam-se os agregados reciclados de RCD como inertes.Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil – Utilização em pavimentação e preparo de concreto sem função estrutural – Requisitos – ABNT não trata deste assunto. espectrometria de absorção atômica em chama. 2. 23 . por exemplo. a determinação da concentração de metais foi realizado por espectrometria de emissão atômica. Carneiro et al (2001) verificaram para os agregados reciclados de Salvador a possibilidade de risco de contaminação ambiental por metais pesados através dos ensaios de lixiviação e solubilização.

4) que foram britados e peneirados separadamente em granulometria que se encaixasse nas curvas superior. é essencial o uso de termos como resiliência. 2003) 24 .3 e 2.2. para caracterização de resíduos sólidos da construção civil do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte para uso em camadas de pavimentos urbanos. nos laboratórios desta instituição com materiais provenientes de Brasília-DF (Tabela 2. caracterizando os agregados reciclados através do seu módulo de resiliência e deformações permanentes decorrentes de aplicação de cargas repetidas em ensaios triaxiais dinâmicos.2.6 Ensaio Triaxial Dinâmico .6.5 e 2. apresenta resultados para o MR (módulo de resiliência) (Tabelas 2. Até o momento.4. Figuras 2. Estes resultados de ensaio são apresentados por Motta & Fernandes (2003). média e inferior da faixa A da especificação DNER-ES 303/97.Módulo de Resiliência Adotando-se uma abordagem mecanística ou mecanística-empírica em projetos rodoviários. Módulo de Resiliência e ensaios triaxiais dinâmicos realizados com um dos objetivos de definir equações que exprimam o valor deste módulo de acordo com determinadas tensões atuantes.5) inclusive para corpos de prova 15 x 30 cm. O trabalho encomendado pela NOVACAP à COPPE e realizado pela Profª Laura Motta em 1999. Figura 2.4 – Resumo dos ensaios de compactação e ISC para o agregado reciclado de entulho realizado na NOVACAP (Motta & Fernandes. O Módulo de Resiliência de solos e materiais de pavimentação para base e sub-base é definido como a relação entre a tensão pulsante aplicada no ensaio triaxial (tensão desvio. que também apresenta o andamento da pesquisa desta tese à época. não foram identificados trabalhos acadêmicos que abordassem ensaios dinâmicos. σd) e a sua correspondente deformação axial recuperável. fazendo um breve relato de experiências da capital mineira com uso deste material e de outros locais. Tabela 2.

2003). na energia intermediária. realizados na NOVACAP. 25 . (Motta e Fernandes.3 – Agregado reciclado de Brasília: vista geral. (Motta e Fernandes. realizados na COPPE (Motta e Fernandes.4 – Resultado do ensaio de compactação para o agregado reciclado na energia intermediária.Figura 2. 2003) Tabela 2. frações. corpo de prova inteiro e desfeito. 2003). Figura 2.5 – Resultados dos ensaios de compactação e triaxial dinâmico para o agregado reciclado de Brasília.

Lamentavelmente a norma 15116 de 2004 voltada para agregado reciclado de RCD para uso em pavimentação não contempla esse tipo de ensaio. (Motta e Fernandes. CP1 – 2º ponto da curva de compactação. aquele do ISC (Índice de Suporte Califórnia). preterindo uma abordagem mecanística do projeto de pavimentos em detrimento da visão e do ensaio tradicional em nosso país.9325 10 0.5 – Módulo de Resiliência da amostra de agregado de Brasília.6 –Resumo dos modelos de comportamento tensão-deformação para o agregado reciclado de entulho de Brasília (Motta e Fernandes.4x 0. existem diversos trabalhos acadêmicos no país voltados para a caracterização mecânica de agregados naturais. MR (MPa) 1000 100 y = 1586. Por outro lado. preparada com granulometria mais fina da faixa A do DNER. 2003).6222 R2 = 0. σ3 (MPa) Figura 2. Esse levantamento foi iniciado pelo órgão rodoviário da Califórnia em 1938 com as medições de deflexões de pavimentos sujeitos 26 . 2003).01 0.VARIAÇÃO DO MÓDULO RESILIENTE COM A TENSÃO CONFINANTE Módulo resilie. Como referência inicial dos mesmos. Medina (1997) atribui a Francis Hveem o primeiro estudo sistemático cujo objetivo era determinar a deformabilidade de pavimentos.1 1 Tensão Conf inante. Tabela 2.

argumentando que. 27 .2) para representar o comportamento resiliente dos materiais granulares graúdos. Solos que apresentam o mesmo valor de ISC (resistência) podem possuir comportamentos diferentes quando submetidos a ação de cargas repetidas. etc. ao invés de elástica para as deformações reversíveis.ao tráfego. Hveem relacionava o trincamento progressivo que ocorria nos revestimentos asfálticos com as deformações resilientes das camadas subjacentes. Pérez Espinosa (1987) foi o primeiro a ensaiar no Brasil materiais de granulometria mais grossa e utilizou um modelo (equação 2. calcado em ensaios triaxiais de carga repetida de uma brita. principalmente o subleito. adotando o termo resiliente. ocasionando na maioria das vezes deslocamentos muito reduzidos. Por outro lado.2) Onde: MR = Módulo de Resiliência. podendo não corresponder ao efeito das cargas que são aplicadas rapidamente. que são baixas as correlações entre o índice de resistência ISC com o desempenho do pavimento. com intensidade variável e freqüências diferentes. uma referência fundamental para os estudos de laboratório sobre resiliência iniciados em 1977 na COPPE/UFRJ foi o Special Report 162 do TRB de 1975. com valores bem menores do que 0. agregados naturais. comentava Seed (1955) apud Santos (1998). período em que se estabeleceram os valores máximos admissíveis de deflexões de forma que os pavimentos tivessem uma vida de fadiga satisfatória. aço. Várias teses de mestrado e doutorado no estudo da mecânica dos pavimentos foram desenvolvidas ao longo destes anos. Ainda segundo Medina (1997). resultando numa grande quantidade de informações sobre o comportamento de ensaios dinâmicos de cargas repetidas em solos. o ensaio de ISC determina o índice de resistência à penetração por compressão de um solo. MR = k3θk4εac (2. Portanto.1”considerado no referido ensaio. culminando na campanha de medidas em 1951. misturas asfálticas e bases cimentadas. Tais estudos intensificaram-se a partir do Convênio COPPE/UFRJ e o IPR/DNER em 1978. estas são nos pavimentos muito maiores que nos sólidos elásticos como o concreto.

Pelo banco de dados que serviu de base para esta proposição de classificação. que. referência para os agregados reciclados de RCD. foram considerados para dimensionamento de reforço dos pavimentos flexíveis por Preussler (1983) e nos dimensionamentos de pavimentos novos por Motta (1991). por sua vez. estudou os vários modelos para o comportamento resiliente dos materiais e concluiu também.075 mm). R2. que o Modelo Resiliente Composto representa a melhor forma de expressar a resiliência dos materiais. εa = deformação axial A partir dos dados levantados nestes diversos trabalhos.k3. presente no Manual de Pavimentação do DNER (1996). k1 e k2 = constantes ou parâmetros de resiliência determinadas em ensaio triaxial de carga repetida. c = parâmetros de resiliência. conforme Macêdo (1996). cujos valores de coeficiente de correlação. sabe-se que algumas características estão implícitas tais como os solos granulares. θ = soma das tensões principais. O modelo normalmente utilizado. A classificação através da resiliência dos solos.3: MR = K1#3K2 (2. fundamenta-se no conhecimento do módulo de resiliência dos materiais expresso por modelos de comportamento elástico não linear. são aqueles que apresentam menos que 35% em peso de material passando na peneira nº 200 (0.4. 28 .90 e apresenta melhor performance que o modelo proposto por Hicks. Ferreira (2002). que leva em consideração os par de tensões confinante e desvio.3) Onde: #3 = tensão de confinamento. quanto para granulares. Contudo. foi possível obter parâmetros de resiliência e modelos de fadiga. proposto por Hicks (1970) para retratar o comportamento do solo granular é aquele apresentado na equação 2. são superiores a 0. Macêdo (1996) propôs um modelo que apresentou boa correlação tanto para solo argiloso. representado pela equação 2. k4.

k1.MR= k1 #3 k2 #d k3 (2. Por outro lado. Portanto. sabe-se que em Mecânica dos Pavimentos considera-se o pavimento como um sistema em camadas. #d = tensão desvio. Segundo Ramos (2003). não é um valor intrínseco do material. Pérez Espinosa (1987) também fez esta ressalva quando do estudo de deformação permanente de materiais granulares. se k2 " 0. Este. O solo do grupo A apresenta grau de resiliência elevado. uma das grandes vantagens do uso dos 29 . com a energia e muitos outros parâmetros.4) Onde: #3 = tensão de confinamento. pois varia com a forma de obtenção. resultando em estruturas com baixas deflexões. depende da espessura e da qualidade do subleito. e 3. caso contrário.50. 2. O Solo do grupo C de baixo grau de resiliência pode ser utilizado em qualquer camada do pavimento. que retratam o modelo MR = k1#3k2: 1. tendo o material que ser compatibilizado com seus “vizinhos” na estrutura. muitos autores já comentaram que os ensaios dinâmicos não são indicados para “especificações” genéricas. com as características de moldagem do corpo de prova. Observação esta muito interessante quando se lida com novos materiais como os agregados reciclados de entulho. No Manual do DNER (1996). dependendo de k2. especialmente quando expressa comportamento elástico não linear. o Módulo de Resiliência não é propício como índice de qualificação de um agrupamento de solos. podendo ser empregado em qualquer camada do pavimento. Como lembrado por Ramos (2003).50 terá bom comportamento. B e C). O solo do grupo B apresenta resiliência moderada. encontra-se de acordo com o comportamento resiliente. a discriminação de três classes de solos (A. devendo compor as exigências de especificação de cada projeto específico. continua ele. não sendo aconselhado seu uso em estrutura de pavimentos. k2 e k3 = constantes ou parâmetros de resiliência. não é uma propriedade índice. ou seja k2 > 0.

no caso do pó de pedra entre 0. onde o modelo em função da tensão desvio apresenta fraca correlação. o solo apresenta um arranjo estável de partículas e um comportamento quase elástico no sentidos de que toda a deformação nele causada pelo carregamento é recuperável quando este é retirado.63 para pó de pedra e R2 <0. como conseqüência de movimentos relativos entre partículas. Ramos (2003) comenta que a tensão confinante apresenta maior contribuição para o estudo do módulo de resiliência dos materiais granulares. Em alguns casos o valor do coeficiente de correlação chegou próximo a 0. As equações médias dos materiais granulares estudados por Ramos o valor de módulo. para a condição de tensão desvio mínima e confinante máxima.93 a 0. pó de pedra e brita corrida da cidade do Rio de Janeiro. Segundo Preussler (1978) apud Ramos (2003).05. com vários resultados superiores a 0.69 para brita corrida. o material adquire rigidez e as deformações permanentes ao final de cada ciclo da carga aplicada diminuem até tornarem-se muito pequenas ou nulas. verifica-se coeficiente de correlação variável. com a equação proposta por Macêdo (1996). Ramos (2003) apresenta resultados de Módulo de Resiliência (MR) para os materiais granulares. vê-se que tanto os modelos obtidos para amostras de pó de pedra quanto de brita corrida apresentam valores de R2 > 0. No caso contrário. Ao se verificar a influência do par de tensões em conjunto. Com a repetição de carregamento. visto que os mesmos possuem fraca coesão. “quando um determinado solo não coesivo (areia ou pedregulho) é submetido a um carregamento repetido. R2 <0.métodos mecanísticos de dimensionamento é não partir de restrições “absolutas” quanto aos materiais. ou fratura das mesmas nos pontos de contato. Analisando os materiais em função da tensão confinante.93 a 0.50. e valor de 480 MPa para brita corrida na energia intermediária e 380 MPa para o pó de pedra na energia intermediária. Nestas condições.04 e para as britas corridas de 0. Entretanto o módulo dos materiais estudados mostraram que a tensão desvio também tem sua influência. grandes deformações permanentes ocorrem durante os primeiros ciclos da carga. o módulo do material torna-se aproximadamente constante”. modelo proposto por Hicks. A partir deste instante. sendo portanto um modelo bem apropriado para o estudo dos solos e materiais granulares.92. 30 . 500 MPa para brita corrida na energia modificada.

para tensão desvio máxima e confinante máxima obteve-se 220 MPa para brita corrida na energia modificada e na intermediária e 160 MPa para o pó de pedra na energia intermediária. que permite somente a avaliação do afundamento sob o eixo do carregamento. 31 .2. Uma equação bastante simples utilizada para representar esta deformação (εp) é conhecida como modelo de Monismith. esta última pode ser avaliada durante o ensaio de carga repetida. Pérez Espinosa (1987). constituindo um fator importante no projeto de pavimentos flexíveis.ou seja.7 Ensaio Triaxial Dinâmico – Deformação Permanente Segundo Medina (1997). N é o número de ciclos aplicações de carga.5) Onde: k1 e k2 são coeficientes determinados experimentalmente. dada por: ε k2 p = k1N (2. embora o defeito mais freqüente nos pavimentos flexíveis brasileiros seja o trincamento do revestimento asfáltico deflexão do mesmo apoiado em camadas granulares geralmente deformáveis elasticamente. irreversíveis. observou que a análise das deformações permanentes é um problema relativamente complexo. Por sua vez. e a deformação axial (principal) permanente evolui com o aumento do número de aplicações de carga. cujo par de tensões é pré-fixado. tanto ao nível de sua evolução em função do número de repetições da carga quanto ao nível das relações entre as tensões e deformações. estão presentes seja nas trilhas de rodas dos caminhões nas estradas seja em estacionamentos de revestimento asfáltico. as deformações permanentes. 2. existindo dois métodos para a avaliação do afundamento da trilha de roda para um determinado tráfego acumulado: o primeiro através das relações entre tensões e as deformações permanentes volumétrica e cisalhante e o segundo via relações entre as tensões e a deformação principal permanente.

Contudo. as tensões aplicadas para um número específico de aplicações de carga. Delft. N é o número de aplicações de carga. Conference on the Structural Design of Asphalt Parements. mas do somatório das contribuições de todas as camadas. subdividindo a estrutura do pavimento em subcamadas. como enunciou Preussler (1978). Fifth Int. Martinez. K’1 e K’2 são coeficientes determinados experimentalmente. L. por fim. dentro da engenharia rodoviária brasileira.Na tentativa de contemplar a deformação permanente devida ao tráfego e não a soma desta com aquela verificada durante a construção do pavimento. Sabe-se que conforme o valor da tensão desvio pode haver o acomodamento das deformações permanentes. “Structural finite element design of unbound material pavement from cycle loading traiaxial tests”. Porém para tensões desvio Paute. somando todos os produtos das deformações plásticas médias no centro destas subcamadas pela espessura das mesmas. Barksdale propôs ainda um método de cálculo para se determinar o afundamento da trilha de roda. onde a estrutura do pavimento é concebida para proteger o subleito quanto à ruptura por cisalhamento ou por acúmulo de deformação permanente. foi proposta por Paute e Martinez (1982)3 apud Pérez Espinosa (1987) a seguinte relação: ε p(N) = εp(100) + K’1(N-100) K’2 (2. baseando-se este no CBR. foi considerada no Método do DNER. In: Proc. Outro modelo foi sugerido por Barksdale (1972) apud Pérez Espinosa (1987) contemplando.6) Onde: ε p(N) ε p(100) é a deformação axial permanente após N aplicações de carga (N >> 100). 3 32 .. é a deformação axial permanente após 100 aplicações de carga.. a coesão e o ângulo de atrito interno. Motta (1991) ressalta que ela não é função somente do subleito. 1982. calculando as tensões no centro das mesmas através de teorias elásticas ou viscoelásticas não-lineares e. J. por exemplo. A deformação permanente. J.

Finite Element Analysis of Pavement Structures. No manual da AASHTO em 1986. permitindo estimar a média e o desvio padrão dos parâmetros de projeto. L. Califórnia. sugerindo diferentes níveis de confiança a serem empregados nos projetos. 2. O programa foi doado a COPPE em 1973.de certo porte ou valor limiar da mesma. mas neste caso representado somente por um certo valor de ajuste do tráfego. Monismith e E. caso esta evolução seja assintótica. Wilson promoveram modificações na versão original de forma a permitir a geração automática de configurações de elementos finitos adequadas à análise de estruturas axissimétricas de pavimentos flexíveis. em linguagem científica FORTRAN para computadores de grande porte (“mainframe”). além de adaptar. Em 1968. O conceito de confiabilidade está associado ao risco estatístico que se quer admitir em um projeto. J. E. Módulos de Resiliência dependentes da temperatura e do estado de tensões atuante. em Berkeley. a deformação permanente pode crescer continuamente. através de análise não linear.3 Programa para análise de estrutura de pavimento – FEPAVE O FEPAVE. L. Por fim. USA. para agregados reciclados. conforme a importância da estrada e sua localização em região urbana ou rural. M. L. a evolução da deformação permanente através do número de aplicação de cargas em ensaios dinâmicos e a existência ou não de seus limites. Duncan. foi desenvolvido na Universidade da Califórnia. e desde então tem sido testado e estudado em teses de mestrado e doutorado pertinentes à análise de estruturas flexíveis de pavimento. 33 . C. foi introduzido este conceito de maneira explícita. não se tem conhecimento a respeito de ensaios realizados que verifiquem. por exemplo. tendo Motta (1991) implementado o programa FEPAVE para uso em microcomputador e o adaptando à consideração da confiabilidade pelo tratamento probabilístico de Rosenblueth (FEPAVE 2). Wilson desenvolveu este programa em 1965. objeto de estudo nesta tese.

de forma que as determinações das tensões sejam acuradas (mais importante quanto mais próximo à carga). Além disso. Calcula-se a matriz de rigidez de cada elemento. ligadas entre si por pontos nodais que se assimilam a articulações sem atrito. Resolvido o sistema. A característica dos materiais é em geral tomada como o valor do módulo de resiliência ou de elasticidade que. Algumas regras se recomendam para a discretização do meio contínuo: • A fronteira lateral de cerca de 20 R. onde o meio continuo é dividido em elementos fictícios de dimensões finitas. dependerá do estado de tensões. sendo R o raio da área carregada.O programa FEPAVE 2 utiliza o método dos elementos finitos. O FEPAVE2 admite até 12 camadas de materiais diferentes. • A fronteira do fundo a 40 R. De acordo com o operador. os deslocamentos no seu interior. As deformações (especificas) são as derivadas primeiras dos deslocamentos e as tensões relacionam-se às deformações: [#] = [D] x [$] (2. têm-se os deslocamentos nodais.7) Onde: [D] = matriz constitutiva. A partir destes calculam-se as tensões no interior de cada elemento e os deslocamentos nos nós para todo o meio estratificado. isotrópico podendo ser linear ou não linear. se for não linear. o programa gera automaticamente uma malha e acolhe os módulos dependentes ou não das tensões. [#] = tensão. • A razão das dimensões dos lados do quadrilátero não deve ser maior que 5:1. Os elementos ligam-se pelas faces ou lados. permite variar o módulo dos materiais asfálticos em função do perfil de temperaturas ao longo da 34 . com comportamento elástico. [$] =deformação. ou mais. que é função das características do material. As rigidezas elementares acoplam-se numa matriz de rigidez global da estrutura. Aplica-se a teoria da elasticidade para obter a relação entre as forças e os deslocamentos nodais de cada elemento e. a partir destes.

Impressão de resultados. admite-se para cálculo da deflexão máxima correspondente ao eixo padrão. multiplicado por 2. A deflexão na superfície é maior no modelo não linear e é mais próxima da medida no campo. Ler arquivo. A tensão vertical máxima medida no topo do subleito é 22% maior para caso linear. 3.espessura da camada. 3. em linguagem Pascal que é composto de um menu principal com oito sub-rotinas: 1. Execução 5. Entrada de dados. 7. 8. A análise não linear permite a obtenção de uma estrutura mais flexível e próxima a real. 4.EXE. 2. O programa foi definido para carregamento único (eixo simples de roda simples). o deslocamento calculado para uma distância radial de 3R/2. 4. sendo que para o caso de pavimentos com comportamento elástico linear pode-se simular a roda dupla através da superposição dos efeitos. Silva (1995) estudou a consideração de modelos lineares e não lineares. o que representa o efeito conjunto das duas rodas mesmo quando se usa a elasticidade não linear. 2. Silva (1995) criou um arquivo de dados utilitário denominado UTILFEP. Sair do programa 35 . Para facilitar a utilização do programa. 6. Alterar e/ou exibir dados. Gráficos e resumos de resultados. tendo constatado que para algumas estruturas: 1. onde R é o raio da área de contato do pneu. Correntemente. Valores do coeficiente de Poisson e módulo de resiliência. A deformação de tração na camada inferior do revestimento na análise não linear é 38 % superior.

Mr = Módulo de Resiliência do subleito (kgf/cm²). 36 . É comum na COPPE empregar a curva de fadiga em função da diferença de tensão e para o subleito (deformação plástica) utilizar a equação desenvolvida por Heukelom e Klomp (1962).7log(N)) (2. que não é aplicável a todos os casos: #vertical = 0.8) Onde: #vertical = tensão vertical no subleito (kgf/cm²).006Mr/(1+0.Com base nos resultados obtidos. verifica-se se a estrutura proposta atende aos Critérios de Ruptura para o período de projeto estudado: fadiga da camada betuminosa e de acúmulos de deformações plásticas (permanente). N = valor do número de solicitações admissíveis definido para o projeto.

Em visita a estas vias realizada em agosto de 2003.1). Fato. foram observados algumas trincas no revestimento. que estão associados à classificação de resíduos quanto ao aspecto ambiental. 147) em Belo Horizonte. mas que foram dimensionadas empiricamente. já existem vias urbanas executadas com esse material. quando se diz agregado reciclado de RCD do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte. também importante na escolha das dimensões dos corpos-de-prova a serem usados nesta pesquisa. a primeira destas de propriedade privada e a segunda de propriedade pública municipal. observando uma relevante deposição das maiores partículas da brita corrida (superiores a 19 mm) às margens das pistas (Figura 3. Em Belo Horizonte. de forma a aplicá-los em bases e sub-bases de pavimentos. e atendendo às restrições ambientais. este. 527) no Rio de Janeiro e do Estoril (Rua Nilo Antônio Gazire. contudo. Nesta tese.CAPÍTULO III Materiais e Métodos Como já citado no Capítulo I. visitaram-se outras em diferentes fases de execução. em menor proporção e gravidade das aquelas apresentadas em trechos adjacentes executados com agregados convencionais ou provenientes de minério de ferro. foram realizados também ensaios de Lixiviação e Solubilização. o propósito desta tese é caracterizar mecanicanisticamente alguns agregados reciclados de RCD das cidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Além de ruas e avenidas em plena operação. tratam-se de amostras de materiais oriundos de usinas ou estações de reciclagem de entulho da construção civil dos bairros do Catumbi (Rua Itapirú. 37 . Por fim. os ensaios realizados e apresentados neste capítulo são aqueles imprescindíveis ao dimensionamento mecanístico de pavimentos e/ou contemplados na norma NBR.

Cita-se. A usina do Catumbi no Rio de Janeiro. 2. totalizando 14 usinas. Molhagem do RCD ao chegar na usina ainda na caçamba do caminhão. por sua vez. como exemplo. o procedimento de geração de agregados reciclados de RCD na usina do Estoril (Figura 3.1 Agregados reciclados de RCD Segundo Nunes (2004).Figura 3. A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) possui as estações de reciclagem do Estoril e da Pampulha.2): 1. (Fotos do autor. pertence à iniciativa privada desprovida de qualquer apoio do poder público municipal à sua inserção no processo de limpeza pública urbana. rua imprimada. ponto do pavimento a ser reparado e visulaização da brita corrida copmpactada. ago/2003). Descarregamento do RCD em área apropriada. segregação na captação e alteração da destinação) implantadas e operando. sendo este município o único a possuir as três diretrizes da gestão de RCD (facilitação da disposição. dentre 5507 municípios brasileiros apenas onze possuem usinas de reciclagem operando ou em pré-operação. 3. 38 .1 – Rua em Belo Horizonte antes da imprimação. rua imprimada com partículas segregadas à margem.

separando basicamente papéis. Carga e lançamento de RCD (fragmentos de concreto ou mistos) no britador com auxílio da pá-carregadeira. Retirada.Molhagem do RCD ao chegar na usina. Espalhamento do RCD em leiras com utilização de pá-carregadeira. 9. 5. 8. ago/2003). Pré-triagem do RCD. (Fotos do autor. gesso. Figura 3. através de eletroímãs. Transporte do material britado para a área de armazenagem específica. Triagem do material com a separação dos RCD provenientes de peças de concretos.2 . vista geral da área de descarregamento de RCD. lançamento de RCD no britador. madeira e metais (grandes fragmentos). transporte em esteira com eletroímã dos agregados. plásticos. Britagem do RCD e deposição dos agregados sobre esteiras rolantes. 4. carregamento de caminhão com agregados reciclados destinados às obras da PBH. prétriagem do RCD. de pequenos artefatos metálicos existentes dentre os agregados ainda sobre as esteiras.3. 7. 39 . 6.

ago/2003).3). Nesta pesquisa contou-se com dois tipos de agregados reciclados. denominados simplificadamente concreto e misto. atingindo a vizinhança habitacional. A molhagem do RCD ou dos agregados reciclados é realizada periodicamente sobre os seus depósitos a fim de se evitar a formação de poeira em suspensão. (Fotos do autor. denominado Tipo B.Observa-se ainda que: 1. O segundo é o agregado reciclado 40 . é destinado às obras de pavimentação. 4. O agregado reciclado tipo Concreto. denominado Tipo A pela PBH.Blocos e intertravados de concreto produzidos com agregados reciclados tipo A produzidos na usina do Estoril (PBH). 2. composto na sua fração graúda de no mínimo 90% em massa de fragmento a base de cimento Portland e rochas. Existe nesta usina uma barreira vegetal com intuito de se evitar a dispersão desta poeira. O agregado reciclado tipo misto.3 . 3. é destinado à confecção de blocos e peças de pavimentos intertravados de concreto (Figura 3. Figura 3. O primeiro é o agregado reciclado obtido do beneficiamento de RCD.

4 – Peneirador. concreto e misto. 2003). Salienta-se ainda que. intermediária e inferior) dentro da faixa D para base (DNER-ES 303/97). visando assim obter maior representatividade desses materiais nos ensaios. os agregados provenientes da estação de reciclagem do Estoril foram fornecidos nos dois tipos. o produto da britagem disponibilizado foi a brita corrida ou bica corrida. do pó-de-pedra à brita 1 (Figura 3.4). cuja denominação local é agregados tipo A e tipo B respectivamente. (Fotos Fernando Afonso.composto na sua fração graúda de menos de 90% em massa de fragmentos à base de cimento Portland e rochas. A usina do Catumbi disponibilizou para a pesquisa agregados do tipo misto separados por frações granulométricas. Devido à ausência de peneiramento na usina como aquele citado no parágrafo anterior. Em contrapartida. 41 . Figura 3. Na coleta das amostras de agregados nas usinas e na redução das mesmas para ensaios de laboratório. foram adotadas as normas DNER-PRO 120/97 e DNER-PRO 199/96 respectivamente. porém não separadas por peneiramento. pilhas de agregados reciclados – Usina do Catumbi. Esta particularidade se mostrou importante a partir do momento que se pode graduar as britas para ensaio. variando-as em três granulometrias distintas (superior. embora não tenham sido utilizadas. esta usina forneceu britas de frações superiores.

Após a análise granulométrica das amostras de campo (item 3.1 – Amostras ensaiadas em laboratório Energia de Agregado Granulometria compactação Misto Misto Misto Misto Misto Misto Concreto Concreto Misto Misto Superior Superior Intermediária Intermediária Inferior Inferior Bica Corrida Bica Corrida Bica Corrida Bica Corrida Intermediária Modificada Intermediária Modificada Intermediária Modificada Intermediária Modificada Intermediária Modificada Cidade Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Belo Horizonte Belo Horizonte Belo Horizonte Belo Horizonte Figura 3. pôde-se desenvolver os ensaios da pesquisa sobre as amostras de laboratório nas combinações apresentadas no Quadro 3. Amostra MSIRJ MSMRJ MMIRJ MMMRJ MIIRJ MIMRJ CIBH CMBH MIBH MMBH Quadro 3. intermediária ou inferior). amostras de agregados reciclados do Rio de Janreiro ensacadas de acordo com sua granulometria (superior. contemplando: o tipo de material. 42 .4 – Parte dos agregados reciclados do Rio de Janeiro e Belo Horizonte armazenados no Laboratório de Geotecnia da COPPE. a granulometria do material em função da posição dentro da faixa D ou não especificada chamada bica corrida (Figura 3.5).2). a energia de compactação e a sua fonte geradora (usina).1.

no caso do pedrisco e do pó-de-pedra. o pedrisco e o pó-de-pedra do Catumbi e as bicas corridas do Estoril (Anexo 2). 6.1 Aparelhagem Com base no descrito na norma DNER 083/98. 3. Quarteador. Agitador mecânico de peneiras. 5. 4. ensaiando-se as britas 1 e 0. Para tanto. foi também realizado o Ensaio de Sedimentação DNER-ME 051/94.5): 1.2. 3. 2. Estufa com dimensão apropriadas. Tabuleiros metálicos. inclusive tampa e fundo. É importante informar ainda que. adotou-se o Método de Ensaio DNER-ME 083/98.3. capaz de manter temperatura uniforme (110+5ºC). 7.2 Análise granulométrica A partir deste ensaio pôde-se desenvolver os estudos sobre as amostras de laboratório apresentadas na Quadro 3. Balança com capacidade de 10 kg. 43 . sensível a 0.1. Peneiras de malhas quadradas. a partir do qual determinou-se a composição granulométrica dos agregados reciclados de ambas as usinas.1 g. Escovas apropriadas para a limpeza de peneiras. utilizou-se (Figura 3. com dispositivo para fixação desde uma peneira até seis.

1 g. estufa. Secagem de amostra em estufa com esfriamento à temperatura ambiente e determinação da sua massa total.2. sensível a 0.Balança com capacidade de 10 kg. Encaixe das peneiras.5 . peneirador com peneiras quadradas. com fundo. (Fotos do autor. peneirador com peneiras redondas. sendo a balança preconizada pela norma com capacidade de 20 kg com sensibilidade a 1 g. 2004). seguiu-se: 1. previamente limpas. Foram utilizados nestes ensaios dois modelos de peneirador mecânico.2 Ensaio Após a redução da amostra por quarteamento. 3. 2. 44 . 3.Figura 3. de modo a evitar a formação de camada espessa de material sobre qualquer uma das peneiras. no agitador de peneiras com abertura de malha em ordem crescente da base ao topo. Lançamento da amostra sobre a peneira superior. um de peneira quadrada de dimensões 50x50x10cm para a parte graúda e outro de peneiras redondas para a fração miúda.

com entalhe superior externo. Elásticos. O passo seguinte à determinação da composição granulométrica dos agregados foi a realização da dosagem destes. utilizou-se (Figura 3. com diâmetro interno aproximadamente igual a 10 cm e altura 20 cm. 3. 3. Sacos plásticos.6): 1. 3. pois adotar um intervalo de + 2% da umidade ótima poderia gerar Módulos de Resiliência que não representassem estas amostras. determinando a massa específica máxima do solo seco e a respectiva umidade ótima e. Molde cilíndrico tripartido.1. 2. intermediária e inferior) enquadradas na faixa D do DNER. que é retirada com escova. Soma de todas as massas retidas.3 Ensaio de compactação Para as amostras listadas no Quadro 3. Pesagem do material retido em cada peneira. realizaram-se os ensaios de compactação.3. no caso do material do Rio de Janeiro. para a obtenção das três curvas granulométricas (superior. 6. baseados no Método de Ensaio DNER-ME 162/94. juntamente com o ensaio triaxial dinâmico. 6. Estas também serão apresentadas no próximo capítulo.1 Aparelhagem Com base no descrito na norma DNER-ME 162/94 e compatibilizando os corpos-deprova aos subseqüentes ensaios triaxiais dinâmicos. e que não deve ter sua passagem forçada através das mesmas. Tabuleiro metálico. Os resultados deste ensaio serão apresentados no Capítulo 4 e Anexo 2. 4. Provetas de 1000 ml e 200 ml. juntamente com a porção que porventura tenha ficado preso às malhas.4. Colher de pedreiro. 5. 45 . 5. o intervalo de umidade na qual poderiam ser moldados os corpos de prova para a obtenção do Módulo de Resiliência dos materiais amostrados. Realização do peneiramento pela agitação mecânica do conjunto.

Suporte metálico para o molde cilíndrico com dispositivo de fixação. e colocando-o na câmara úmida por um período não menor que 24 horas. Anota-se a quantidade de água adicionada necessária para esta porção da amostra atingir o ponto acima citado. homogeneizando e embalando-a. 10. Braçadeiras metálicas para o confinamento do molde cilíndrico. 14. Coloca-se uma porção da amostra a ser compactada. Com a(s) proveta(s) graduada(s). dispondo todas estas em outro saco plástico. Antes da realização do ensaio propriamente dito. 7. Cápsulas de alumínio. 17. Colher. 11. 2. 4.1 g. 9. 15. perfazendo um total de cinco pontos com o teor de água variando entorno de 2%. 12. Pega-se as cinco porções da amostras homogeneizadas. adicionado o mesmo volume de água utilizada na mistura anterior mais 2%. Repete-se esse procedimento para mais três porções da amostra. 13. Régua metálica biselada rígida de comprimento aproximadamente igual a 30 cm. Régua graduada. com massa igual a 5 kg. 6. foi feita a preparação das amostras nas seguintes etapas: 1. homogeneizando-os com a colher de pedreiro até poder formar com as mãos grumos consistentes. 46 . 8. Balança com capacidade de 10 kg. 5. sobre o tabuleiro metálico.7. Estufa com dimensão apropriadas. Embala-se essa porção da amostra dentro de dois sacos plásticos hermeticamente fechados (vedando-os com auxílio de elásticos). sensível a 0. Cilindro complementar com entalhe inferior interno. Compactador mecânico. 16. Película plástica circular (diâmetro aproximadamente igual a 15 cm). Pega-se outra porção da amostra. capaz de manter temperatura uniforme (110+5 ºC). adiciona-se gradativamente água ao material. 3.

Leva-se o molde cilíndrico à balança e mede-se sua massa. confinado por duas braçadeiras.2 Ensaio Após as 24 horas de permanência na câmara úmida: 1. 7. 6. Retira-se uma parcela da primeira porção da amostra a ser compactada.Observa-se que neste procedimento não identificou-se a umidade higroscópica das amostras.6 . Em seguida coloca-se uma parcela do material úmido no molde cilíndrico de forma a perfazer 1/10 da altura do mesmo após a compactação. sobre a película plástica. 4. Figura 3. Fixa-se o molde. 5. moldes de CP. Retiram-se as porções da amostra da câmara úmida. medindo-se a massa do conjunto (cápsula e amostra) para posterior determinação da umidade de compactação. colocando-a em cápsula de alumínio cuja massa foi previamente determinada. compatível com o peso do soquete. 3. ajustando o número de golpes a ser efetuado pelo mesmo. Coloca-se o molde cilíndrico no compactador mecânico. 3. cápsulas e demais utensílios usados no ensaio de compactação. a altura de queda do mesmo. o número de camadas a serem compactadas e a energia de compactação. 2. à base metálica. Monta-se o molde cilíndrico tripartido. 47 .Compactadores mecânicos.3.

Leva-se o molde cilíndrico à bancada e retira-se o cilindro complementar. 12. 11. ficando o corpo-de-prova com uma superfície plana e nivelada ao topo do molde. para o ponto de maior valor de massa específica aparente seca. Verifica-se a altura da camada. 9. Retira-se o molde da base e mede-se sua massa. coloca-se o cilindro complementar e compactam-se as duas últimas. 14. Bisela-se o topo do molde cilíndrico. 19. Repetem-se os três últimos itens para a compactação de outras quatro camadas. 10. Este procedimento objetivou verificar em qual intervalo de umidade poder-se-ia compactar as futuras séries de corpos-de-prova de forma a se obter um Módulo de Resiliência representativo para cada amostra estudada (discriminadas na Quadro 3. 3. Colocam-se as cápsulas em estufa. 18. Repete-se todo o procedimento anteriormente citado para as demais porções da amostra nos outros teores de umidade.8. Após a verificação da constância de massa das cápsulas secas em estufa. utilizando a régua graduada e ajustando a quantidade de material requerido para as demais camadas a serem compactadas. confrontando os resultados com as respectivas umidades dos mesmos. retiram-se novas porções de material do saco plástico para obtenção da umidade de compactação.1). Depois de compactar a oitava camada. Realizou-se com os três corpos-de-prova de maior massa específica aparente seca os ensaios triaxiais dinâmicos para obtenção do Módulo de Resiliência. 17. conhecido o volume do molde. 15. No gráfico. Monta-se o gráfico umidade de compactação versus massa específica aparente seca. Após compactar as cinco primeiras camadas e também depois da décima. 16. calcula-se a massa específica aparente seca das amostras e suas respectivas umidades de compactação. totalizando três cápsulas. 13. Aciona-se o equipamento de compactação para a realização dos golpes anteriormente citado e a subseqüente compactação da camada. 20. encontra-se a correspondente umidade ótima.4 Ensaio triaxial dinâmico – Módulo de Resiliência 48 .

d. f. Sistema para vácuo. Sistema de aquisição e reprodução de dados como tensões confinantes e desvio. d. Sistema de ar comprimido. Regulador de pressão para aplicação da tensão desvio. 3. 3.O ensaio de compactação de preparação do CPs a serem submetidos ao ensaio dinâmico foi feito no item anterior. e.4.7): a. 6. A realização do ensaio triaxial dinâmico para a determinação do Módulo de Resiliência das amostras citadas no Quadro 3. Haste. Temporizador de controle da freqüência e tempo de duração do carregamento (tensão desvio). Amplificador de sinal dos transdutores. Hastes rosqueadas sobre as quais são posicionados os LVDTs. Sistema pneumático de carregamento composto por (Figura 3. c. Cabeçote (top-cap). Cilindro de pressão e pistão de carga. 49 . Válvula de transmissão do carregamento vertical.1 tem como referência o Método de Ensaio DNERME 131/94. g. Mangotes.1 Aparelhagem 1. b. os procedimentos e equipamentos utilizados são aqueles adotados no laboratório de Geotecnia da COPPE/UFRJ que estão descritos em Vianna (2002). Regulador de pressão para aplicação da tensão confinante. 5. Sistema de medição de deformação da amostra composto por: a. 2. 4. b. No entanto. deformações elásticas e totais e registros em microcomputador com monitor e impressora. c. Dois transdutores mecânico-eletromagnético de deslocamento tipo LVDT (Linear variable differential transformer). Este ensaio é um pré-requisito do ensaio triaxial dinâmico. no qual são preparados os corpos-de-prova. Conexão.

5. Balança com capacidade de 10 kg. 7. Base. 3. 13. Coloca-se o CP sobre a base da célula triaxial. 17. 11. prendendo-a às respectivas hastes. 8. 15. descontando-se a massa do molde tripartido. envolve-se o CP com a membrana de borracha. 10. Retiram-se as braçadeiras. Coloca-se o cabeçote sobre o CP. Cuba metálica. Encaixam-se os mangotes de ar comprimido para aplicação das tensões desvio e confinante.1 g. Pedra porosa. 14. Assenta-se a tampa da célula triaxial. Coloca-se o corpo-de-prova (CP) sobre a pedra porosa ainda envolvido pelo molde cilíndrico tripartido. Colocam-se elásticos envolvendo a membrana na altura da base da célula triaxial. 2. 6. 4. mede-se a massa do corpo-de-prova. Colocam-se as hastes de fixação da tampa da célula triaxial. 12. 15. capaz de manter temperatura uniforme (110+5ºC). 10. Estrutura da prensa. Fixam-se os LVDTs ao cabeçote. 16. 8. sensível a 0. Célula triaxial. 13.2 Ensaio 1.4. Coloca-se o cilindro da célula triaxial. Estufa com dimensão apropriadas. Suporte central. 9. Coloca-se a conexão da haste ao pistão de carga. 11. Elásticos. Após a compactação. 14. 3. ainda dentro do molde. 12. 9. Membrana de borracha.7. Com o auxílio do encamizador. Colocam-se elásticos envolvendo a membrana na altura do cabeçote. Desmoldam-se as três partes do cilindro. Cilindro para colocação da membrana de borracha (encamisador). 50 .

Inicia-se a fase de condicionamento. 19. 22. número de golpes/ciclo. 51 . 25. para eliminar ou minimizar os efeitos da deformação plástica e da história de tensões. dos LVDTs dentro do intervalo de voltagem para a leitura dos deslocamentos. 24.1 – 3c). ajustam-se novamente os transdutores e inicia-se o ensaio triaxial. 23. com o auxílio das hastes rosqueadas (item 3. Após condicionamento. Faz-se o ajuste fino. Libera-se o ar comprimido. O equipamento triaxial da COPPE já está automaticamente programado para realização desta fase. Verifica-se a massa do CP imediatamente após o ensaio. com aplicação de 500 golpes em três estágios de aplicação de tensão desvio e confinante. Também nesta etapa as condições (18 ciclos de carga. 21. o ensaio pode ser considerado terminado. 20.2. conforme Quadro 3. 18. conhecido o volume do mesmo e a massa da cuba metálica. Coloca-se o CP em estufa para secagem. Coloca-se o CP na cuba metálica. verifica-se os valores e os gráficos diretamente no monitor e. Após a verificação da constância de massa do CP em estufa e. Liga-se o sistema de aquisição e reprodução de dados.16. 26.4. outros) para o ensaio já estão programadas no microcomputador.3 estão dispostos estes ciclos de carga. caso todos os pontos tenham sido computados ou nenhuma anomalia verificada. calcula-se a umidade de ensaio do CP. 17. Após a aplicação do último ciclo de carga. Retira-se o corpo de prova. Na tabela 3.

pode-se imediatamente reiniciar o ensaio triaxial. sem a necessidade de proceder ao condicionamento. traça uma linha de tendência potencial com o respectivo valor de R2 .Figura 3. O programa instalado no microcomputador (Vianna. Salienta-se ainda que em ocorrendo qualquer anomalia nos resultados. que pode ser adotada ou não para representar o Módulo de Resiliência da amostra. (Fotos do autor. 52 .7 – Visão geral do equipamento montado para o ensaio triaxial. 2002) além de fornecer todos os pontos do ensaio. 2004). como as relações tensão desvio e deformação resiliente. equipamento de controle monitoramento de tensões e microcomputador.

137 0.103 0.062 0.206 0.069 0. a deformação permanente é a parcela da deformação total que não é recuperável a cada aplicação de carga.048 0.2 – Estágios de tensões utilizados na fase de condicionamento no ensaio triaxial Estágio 1 2 3 Tensão confinante (σ 3 ) (MPa) 0.137 0.034 0.103 0.103 0.105 Tensão desvio (σ d ) (MPa) 0.137 Tensão desvio (σ d ) (MPa) 0.103 0.051 0.Todos os ensaios triaxiais dinâmicos deste estudo foram realizados na condição de drenagem livre.275 0.5 Ensaio triaxial dinâmico – Deformação permanente Segundo Medina (1997).070 0.3 – Ciclos de carga e valores de tensão do ensaio de Módulo de Resiliência Ciclo de carga 1–1 1–2 1–3 2–1 2–2 2–3 3–1 3–2 3–3 4–1 4–2 4–3 5–1 5–2 5–3 6–1 6–2 6–3 Tensão confinante (σ 3 ) (MPa) 0.070 0.041 0. e que se acumula com a repetição das 53 .069 0.211 Quadro 3.021 0. e alguns poucos em CP 15 x 30 cm. Quadro 3.034 0.309 0.021 0. A maioria dos ensaios foi realizada em CP de 10 x 20 cm.412 3.051 0.141 0.206 0.069 0.154 0.

excetuando a fase de condicionamento prévio. calcula-se a umidade de ensaio do CP. Portanto. Verifica-se a massa do CP imediatamente após o ensaio.315 MPa. 2002) a partir da centésima aplicação da mesma. após o ajuste fino dos LVDTs. Após a aplicação da última carga. 2. Coloca-se o CP na cuba metálica.5. 3. Observa-se ainda que as deformações permanentes acumuladas registradas no ensaio são referidas à posição do registro inicial da primeira aplicação de carga e que o gráfico deformação permanente versus número de aplicações de carga é apresentado em tela do monitor pelo programa computacional desenvolvido pelo engenheiro Ricardo Gil Domingues (Vianna. possibilitando acompanhar a evolução destas deformações ao longo do ensaio e permitindo que se possa acrescentar ou reduzir o número de aplicações de carga durante a realização deste. fecha-se o programa. 54 .2 para a determinação do Módulo de Resiliência.4. 8. 4. 3. Retira-se o corpo de prova.1. Informa-se o número de repetições de carga a ser aplicada (entre 104 e 105). os procedimentos adotados são aqueles adotados no laboratório de Geotecnia da COPPE/UFRJ. Coloca-se o CP em estufa para secagem. ou seja. Informa-se o par de tensões para aplicação sobre o corpo-de-prova. segue: 1. 7.cargas no ensaio triaxial dinâmico. Para este ensaio. inicia-se os registros das deformações na primeira aplicação de carga e também fixa-se um só nível de tensão durante todo o ensaio. tensão desvio σd = 0.5.2 Ensaio O procedimento adotado neste ensaio é análogo àquele descrito no item 3.1 Aparelhagem A aparelhagem necessária à realização deste ensaio é a mesma citada no item 3.4. dentro do intervalo de voltagem para a leitura dos deslocamentos. 6. Após a verificação da constância de massa do CP em estufa e. 5. 3. conhecido o volume do mesmo e a massa da cuba metálica. Neste estudo foi escolhido tensão confinante σ3=0.105 MPa.

4. 2. 8.4 . 5. 63. Máquina “Los Angeles” cujas dimensões são apresentadas na norma.6. Quadro 3. Estufa com dimensão apropriada.4 a graduação para ensaio dos agregados reciclados das usinas do Catumbi e do Estoril. 19. apresenta-se no Quadro 3.Misto Estoril A Bica corrida . capaz de manter temperatura entre 105 ºC e 110 ºC.1 Aparelhagem Adotando-se o que prescreve a norma DNER-ME 035/98: 1. 2 e 1.8 . 4.6 Ensaio de abrasão Los Angeles Este ensaio objetiva verificar o desgaste sofrido pelo agregado quando colocado na máquina “Los Angeles” juntamente com uma carga abrasiva. Adotou-se nessa pesquisa o Método de Ensaio DNER-ME 035/98. 3.4 – Graduação para o ensaio de abrasão Los Angeles Agregado reciclado Usina de reciclagem Graduação para ensaio Los Angeles Brita 0 Catumbi C Brita 1 Catumbi B Bica corrida . 6. Carga abrasiva (12 esferas de aço com aproximadamente 47.6 mm de diâmetro. Neste caso. 2.Concreto Estoril A 3.3.7. fixada e operada de forma a manter a velocidade periférica uniforme. com massa entre 390 e 445 g. 55 . 50. embora não seja obrigatório. Bandeja de folha de flandres de aproximadamente 700 x 500 x 50 mm. Pá de cabo curto. sendo fabricada. e tendo massa total igual a + 5000g). Tabuleiro metálico. Peneiras de malhas quadradas com caixilhos metálicos e aberturas nominais em milímetros iguais a: 76. 6. 25. devese conhecer a distribuição granulométrica dos agregados a serem estudados. 38. Para tanto. 7.3 . Balança com capacidade de 20 kg e com sensibilidade a 1 g.

B. obtendo a massa da amostra seca antes do ensaio.2 Ensaio Após a escolha da graduação a ser adotada no ensaio procedem-se as seguintes etapas (Figura 3. 13. 2.8): 1. Passa-se a amostra na peneira 1. 10. 3. Peneira-se o agregado e quarteiam-se as diferentes porções retiradas nas diferentes peneiras. obtendo as massas e tolerâncias especificadas na Tabela 1 da norma DNER-ME 035/98. 14. Esferas de ferro fundido poderão ser usadas com as mesmas dimensões e carga daquelas de aço.6. Escova de fibra. secando-o em estufa. Limpa-se internamente o tambor. porém devem apresentar superfície uniforme e composição química que atenda àquela prescrita na norma. 7. Lava-se o material retido na peneira 1. Aciona-se o tambor com velocidade de 30 a 33 rpm (se for disponível este controle) até completar 500 rotações. 8. fornecendo a amostra da graduação escolhida. 3. Retira-se todo o material do tambor.9. dimensões e uniformidade de superfície. ou 1000 rotações para as demais graduações. 6. para as graduações A. Determinam-se as massas das porções da graduação acima citada. rejeitando-se o material passante. durante no mínimo 3 horas. Separam-se as esferas. Colocam-se a amostra e a respectiva carga abrasiva. 9. Misturam-se as diversas porções da graduação. 56 .7 mm. com aproximação de 1 g. 5. Verificam-se as condições das esferas quanto a massa. de acordo com a graduação escolhida. 12. 4. Fecha-se o tambor cuidando para que não se perca material. limpando-as com escova. 11. Determina-se a carga abrasiva do ensaio.7 mm. C e D. Lava-se e seca-se em estufa o agregado a ser ensaiado até se verificar constância de massa.

deixando-o esfriar e determina-se sua massa com aproximação de 1 g. Retira-se o material da estufa. segundo a NBR 5734. amostras a serem ensaiadas de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro. calcula-se a abrasão Los Angeles (An) pela equação 2.1. 3.1 mm.8 . De posse das massas da amostra lavada e seca antes (mn) e depois (mn’. sensível a 0.7 Ensaio de índice de forma Nesta pesquisa foi adotada a norma NBR 7809. que prescreve o método através do qual se determina o índice de forma de agregados graúdos cuja dimensão máxima característica seja superior a 9. A escolha desta norma deu-se por dois motivos: o primeiro se refere a simplicidade inerente ao método. Balança com capacidade de 10 kg. 57 .7. Figura 3. Peneiras de ensaio. 3.7 mm)do ensaio.15. da série normal e intermediária. 16. retida na peneira 1.Máquina “Los Angeles”.1 Aparelhagem 1. que exigi basicamente o uso do paquímetro para sua realização e o outro está na indicação do uso desta pela norma NBR 15116.5 mm. Paquímetro aferido com sensibilidade de 0. 3. 2.1 g.

F1 + F2 + …+ Fi + …+ Fn = soma das porcentagens em massa retidas individuais das frações obtidas. a amostra do agregado remetida ao laboratório deve ser colhida nas quantidades constantes na Tabela 3. Fi = porcentagem em massa retida individual correspondente a fração i.2 Ensaio Segundo a norma.5 mm e aquelas cujas porcentagens. 3. capaz de manter temperatura uniforme (110+5 ºC).7. em massa. retidas individuais sejam iguais ou inferiores a 5%. Análise granulométrica da amostra. Secagem da amostra em estufa até constância de massa. Estufa com dimensão apropriadas. 58 .5 – Massa mínima da amostra inicial Dimensão (D) dos grãos (mm) Massa mínima da amostra inicial (kg) D < 19 8 19 < D < 25 16 25 < D < 38 24 38 < D 32 No laboratório realizam-se os seguintes procedimentos: 1.4. 2. 3. 4.5: Tabela 3. calculado segundo a fórmula: Ni = 200 x Fi / (F1 + F2 + …+ Fi + …+ Fn) (3.1) Onde: 200 = número de grãos necessários ao ensaio. Desprezo das frações passantes na peneira de malha 9. Quarteamento de cada fração obtida até a obtenção do número de grãos. Ni = número inteiro de grãos para medição da fração i.

ABNT/NBR 10004/2004 – Resíduos Sólidos – Classificação. 2. Cálculo do índice de forma pela média. a revisão das normas: 1. segundo este laboratório. 5.5. 3. ABNT/NBR 10005/2004 – Lixiviação de resíduos – Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos. Medição do comprimento (c) e da espessura (e) de cada um dos grãos obtidos pelo quarteamento. Observa-se que. 4. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater – American Public Health Association – Ed. ABNT/NBR 10007/2004 – Amostragem de resíduos. ou seja. ponderada pela fórmula acima. 5. foram enviadas ao laboratório da empresa TASQA Serviços Analíticos Ltda (2004) para este fim. após a realização destes ensaios. uma da usina do Catumbi (misto) e outra da usina do Estoril (misto). 6. ensaio de lixiviação e ensaio de solubilização Ao contrário dos demais ensaios. ABNT/NBR 14598:2000 – Produtos de petróleo – Determinação do ponto de fulgor pelo aparelho de vaso fechado Pensky-Martens. e ainda 59 . 3. 2. 4. foram adotadas as seguintes normas e referências: 1. os ensaios sobre a massa bruta. arredondando o resultado ao décimo. Duas amostras de agregados reciclados. 6. Contudo. 20th (1998).8 Ensaio sobre a massa bruta. de lixiviação e solubilização não foram realizados nos laboratórios de Geotecnia da COPPE/UFRJ. ABNT/NBR 10006/2004 – Solubilização de resíduos – Procedimento para obtenção de extrato solubilizado de resíduos sólidos. ABNT/NBR 10007/87 – Amostragem de resíduos – Procedimentos. entrou em vigor a partir de 30/11/2004. ABNT/NBR 10005/87 – Lixiviação de resíduos – Procedimentos. ABNT/NBR 10006/87 – Solubilização de resíduos – Procedimentos. 3. ABNT/NBR 10004/87 – Resíduos Sólidos – Classificação. EPA – Environmental Protection Agency’s. das relações entre o comprimento e a espessura (c/e) de todos os grãos medidos.

passa de 0. 60 .6. complementação e a atualização da norma em vigor e a desvinculação do processo de classificação em relação apenas à disposição final de resíduos sólidos. Como citado no item Introdução da norma ABNT/NBR 10004/2004. O limite para o Fenol. bem como sugestão de amostradores de resíduos líquidos e sólidos. e a comparação destes constituintes com listagens de resíduos e substâncias cujo impacto à saúde e ao meio ambiente é conhecido. barris. os insumos e o processo que lhe deu origem. são transcritos a seguir. as premissas estabelecidas para a revisão foram a correção. de resíduos ou similares. A classificação de resíduos sólidos envolve a identificação do processo ou atividade que lhes deu origem. A segregação dos resíduos na fonte geradora e a identificação da sua origem são partes integrantes dos laudos de classificação. incluindo a procedimento de retirada de amostras de montes ou pilhas e de sacos. de insumos e do processo no qual o resíduo foi gerado devem ser explicitados. Todos os procedimentos sofreram alteração e/ou complementação.001 para 0. que foram baseados nas normas NBR 10004/87. Ressalta-se a alteração no Padrão para o ensaio de solubilização quanto aos limites máximos no extrato em mg/L. A identificação dos constituintes a serem avaliados na caracterização do resíduo deve ser estabelecida de acordo com as matérias-primas. de seus constituintes e características. 10005/87 e 10006/87. Os procedimentos de ensaios constantes dos relatórios da TASQA (2004). por exemplo.01 (Fenóis totais). onde a descrição de matérias-primas. A recomendação de uso da USEPA – SW 846 – Test methods for evaluating solid waste – Physical/chemical methods da edição mais recente.

Em períodos adequados o pH do meio é monitorado de forma a mantê-lo em 5.8.5% 61 . O extrato de lixiviado é montado mantendo-se a proporção de 100g da amostra na base úmida para 1600g de água ultrapurificada.2 é ajustado em 5. A mistura é colocada sob agitação.45µm para em seguida ser submetida às determinações químicas. 3.8. O volume de solução de Ácido Acético 0.2 através da adição de solução de Ácido Acético 0.1. 4. A solução obtida foi diluída com água ultrapurificada até o volume de 100 ml. 3.8. A solução resultante é filtrada em filtro de porosidade 0. A agitação é encerrada após 24 horas. Caso 2: Amostras Líquidas com Teor de Sólidos Não-Filtráveis inferior à 0.1 Ensaio 3. uma massa de 10g foi submetida a tratamento por ácido sulfúrico. 5. Primeiramente.3.0 ± 0. verifica-se o teor de sólidos não filtráveis da amostra para que esta seja preparada por um dos três casos abaixo: Caso 1: Amostras Sólidas 1. seguido de absorção em solução de hidróxido de sódio.5 mol/l.5 mol/L gasto é anotado e o volume final da fração líquida é completado com água ultrapurificada o suficiente para 1600ml de solução.1. procedendo-se a destilação do mesmo. 2. Para o caso da dosagem de cianeto. O pH da mistura é medido e se for superior a 5.1 Ensaio sobre a Massa Bruta Para a determinação dos elementos metálicos. uma massa de cerca de 5 g de amostra previamente homogeneizada foi digerida por meio de ácido clorídrico/nítrico.2 Ensaio de Lixiviação O teste de Lixiviação foi aplicado de acordo com o descrito na norma ABNT/NBR 10005 de setembro/1987.0 se necessário com a solução de Ácido Acético.

4. esta solução é filtrada em esquema de aparelhagem com membrana filtrante com 0.3 Ensaio de Solubilização 1. 2. Fluoretos.1. A fração líquida obtida é quantificada e acondicionada para ser adicionada ao extrato do lixiviado dos Sólidos Não-Filtráveis.8. É colocada 250g da amostra (Base Seca) em frasco de 2000ml. 3. Após este período de repouso. É adicionado 1000 ml de água ultrapurificada e agitada a amostra em velocidade baixa por 5 minutos. A porção de Sólidos Não-Filtráveis é submetida a extração como no Caso 1. Fenol Total.O extrato para análise é obtido através da filtração da amostra em filtro de porosidade 0.45µm até obtenção de uma massa de Sólidos Não-Filtráveis. Estas soluções foram empregadas na determinação dos resultados analíticos do "Solubilizado".5% 1. Manganês. Chumbo. 62 . Selênio. Nitratos. Surfactantes. Dureza. Caso 3: Amostras Líquidas com Teor de Sólidos Não-Filtráveis superior à 0. Cloretos. Cádmio. Ferro. As amostras analisadas pertencem ao Caso 1. Cobre. Zinco.45µm. Cianeto. Primeiramente filtra-se a amostra em filtro de porosidade 0. Sulfatos. Procedimento Analítico As seguintes determinações foram realizadas: Solubilizado: • Alumínio. Bário. Arsênio. Mercúrio. 3. Tampa-se o frasco e deixa-se em repouso total por 7 dias. Prata. 2. Sódio. Cromo Total. 3.45µm na qual a fase sólida é descartada.

cujas técnicas analíticas estão indicadas no Quadro 3. Cianetos. Selênio. Óleos e Graxas. Chumbo. Selênio. pH. Massa Bruta: • Arsênio. Berílio. Mercúrio.Lixiviado: • Arsênio. Fluoretos.6: 63 . Cádmio. Cromo VI. Bário. Fenol Total. Chumbo. Mercúrio. Vanádio. Cromo Total. As metodologias de quantificação e de preparação das amostras aplicadas foram aquelas mencionadas na norma. Prata.

C SM 4500 F .Quadro 3.Metodologias de quantificação e de preparação das amostras Método Método Parâmetro Método (Solubilizado) (Massa Bruta) (Lixiviado) Alumínio - - SM 3120B SM 3120B SM 3120B SM 3120B Bário - SM 3120B SM 3120B Berílio SM 3120B - - Cádmio - SM 3120B SM 3120B Chumbo SM 3120B SM 3120B SM 3120B Cianeto SM 4500 CN .B - - Cromo Total - SM 3120B SM 3120B Dureza - - SM 3111B Fenóis SM 5530C - SM 5530C Ferro - - SM 3111B Fluoreto - SM 4500 F .F - SM 4500 CN .6 .D Cobre - - SM 3111B SM 3500 Cr .F Cloreto - - SM 4500 Cl .C Manganês - - SM 3111B Mercúrio EPA 7470 A EPA 7470 A EPA 7470 A - - SM 4500 F SM 4500B - - - SM 3120B SM 3120B SM 3120B SM 3120B SM 3120B Sódio - - SM 3111B Sulfato - - SM 4500E Surfactantes - - SM 5540C SM 3120B - - - - SM 3111B Arsênio Cromo Hexavalente Nitrato pH Prata Selênio Vanádio Zinco 64 .

1. Curva Granulométrica . o pedrisco e o pó-de-pedra da usina do Catumbi e as bicas corridas (Figura 4.00 0.o 40 1 n.Curva Granulométrica .CAPÍTULO 4 ANÁLISE DOS RESULTADOS OBTIDOS 4.00 30.Brita 1 / Agregado reciclado tipo Misto – RJ 65 .00 80.1 Análise granulométrica Determinou-se inicialmente a composição granulométrica dos agregados reciclados.01 n.Brita 1 Rio de Janeiro-RJ 100.00 50. De posse da granulometria dos materiais do Rio de Janeiro.1 .00 40. enquadrando-as na Faixa D do DNER para base (Tabelas 4.o 10 n.Agregado reciclado tipo Misto .o 80 n. ensaiando-se as britas 1 (Figura 4.3): uma no limite superior desta faixa.o 4 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 100 Diâmetro (mm) Figura 4.1 n. outra no limite inferior e o último numa posição intermediária em relação às duas primeiras (Figura 4.00 20.00 Peneiras (#) 0.00 90.o 200 0.00 Passante (%) 70.1) e 0.3) da estação do Estoril.00 10. Assim. a pesquisa contou com três britas graduadas de agregados reciclados de RCD tipo Misto do Rio de Janeiro e duas britas corridas de Belo Horizonte: uma a partir de agregados de concreto e outra proveniente de agregados tipo misto.2 e 4.2). 4. dosaram-se três grupos de amostras para a pesquisa.00 60.

3 – Dosagem .Quanto à graduação das britas nas distribuições granulométricas superior. esta foi realizada por “tentativa e erro”.2 – Dosagem . constatando uma distribuição similar entre ambos os materiais. Tabela 4. e em percentuais de britas 1 e 0.Brita graduada – Curva Inferior. Por outro lado.1 – Dosagem . considerando as tolerâncias permitidas para cada fração granulométrica. bem como aquele proveniente de concretos.Brita graduada – Curva Superior. intermediária e inferior. pedrisco e pó-de-pedra que representassem valores múltiplos de 10 (dez) para as massas em grama destes agregados. Tabela 4. fez-se como já citado a análise granulométrica do agregado reciclado tipo Misto de BH. embora disponibilizada pela prefeitura de Belo Horizonte (Anexo 1). Tabela 4. visando a aproximação máxima dos limites da faixa D.Brita graduada – Curva Intermediária. procurando assim facilitar os trabalhos laboratoriais. 66 .

Curva Granulométrica .00 70.00 10.1n.00 Passante (%) 60.00 90. o 80 o n. 200 0.01 nº 200 nº 40 0.00 10. Concreto Agreg.00 0.Agregado reciclado tipo Misto . Misto 100.00 40.RJ Faixa D do DNER Limite Inferior Limite Superior Curva Superior Curva Intermediária Curva Inferior 100.00 50.2 . 40 1n.Britas graduadas / Agregado reciclado tipo Misto – RJ Curva Granulométrica .Agregado reciclado de Belo Horizonte-MG Agreg.01 o n.00 40. o 10 o n.00 80. de fato.00 30.00 80. quatro distribuições 67 .00 60.00 Passante (%) 70.00 50.00 Peneira (#) 0. 4 3/8" 1/2" 3/4" 10 1" 1 1/2" 100 Diâmetro (mm) Figura 4.00 20.00 30.00 90.00 0.1 nº 10 1 nº 4 3/8 10 1" 100 Diâmetro (mm) Figura 4.Curvas Granulométricas .Curvas Granulométricas .3 .Brita corrida / Agregado reciclado Misto e de Concreto – BH As cinco curvas granulométricas (três curvas para o material do Rio de Janeiro e duas curvas para o material de Belo Horizonte) representam.00 20.00 Peneiras (#) 0.

Na Figura 4. compactado sob energia intermediária.4) denominadas de MIBH01B. ela seria percebida através da deformação do CP que. Isto decorreu da quebra de partículas ocasionada fundamentalmente no ensaio de compactação. 68 . Corroborando com esta afirmativa. Esta análise. por sua vez. tem-se que. percebendo um aumento da quantidade de partículas entre o material passante na peneira nº 10 e retido na nº 40. originado de Belo Horizonte). No caso dos agregados reciclados da usina do Estoril. foi realizada ainda uma nova análise granulométrica após os ensaios dinâmicos (Módulo de Resiliência) com três amostras (Figura 4. compactados sob energia intermediária (MIBH01B. três graduadas e uma corrida. bancada com estes CPs destinados a novo ensaio de granulometria após processo de destorroamento. em comparação com aquela feita inicialmente. é constantemente monitorada durante a realização deste ensaio. que foram objetos de análise dos resultados obtidos a partir dos ensaios de compactação e de Módulo de Resiliência posteriormente executados. onde 01 significa primeira amostra da série a ser ensaiada dinamicamente e as letras B.distintas entre si. MIBH01C e MIBH01D (agregado tipo Misto. caso esta quebra de partículas houvesse ocorrido devido ao ensaio de MR.2). 3º e 4º pontos da curva de compactação (item 4.5.4 – Corpos-de-prova (CPs) de agregados tipo Misto de Belo Horizonte. Figura 4. pode-se ver ainda a distribuição granulométrica média das três amostras supracitadas. MIBH01C e MIBH01D).5. permitiu verificar uma alteração na composição granulométrica destes materiais. pré-requisito para o ensaio de módulo. Figura 4. C e D são respectivamente o 2º.

determinou-se o valor de R de modo a avaliar a adequação da 2 linha de tendência aos pontos do ensaio.00 40. 80 o n.MG Após Ensaio de Módulo de Resiliência Média MIBH01B MIBH01C MIBH01D 1 n. 69 . perfazendo as dez amostras apresentadas no Quadro 3. submeteram-se as amostras neste ensaio às energias modificada e intermediária respectivamente. 200 0. Os demais gráficos e planilhas correlatas estão apresentados no Anexo 3.2 Ensaio de compactação Com vistas ao emprego dos agregados reciclados de RCD em camadas de base e subbase de pavimentos.6.Curva Granulométrica .1 o n.01 o n. Estão mostrados na Tabela 4.Comparação entre curvas granulométricas . gerando-se assim uma equação de 2º grau onde o ponto de máximo (vértice da parábola) corresponde à umidade ótima e ao peso específico aparente seco máximo (wot. que considerasse quatro ou todos os cincos pontos (umidade. Na figura 4.00 90.00 Peneiras (#) 0.00 10.00 0. peso específico aparente seco) deste ensaio. Além destes parâmetros e da equação.Antes e após (MBH) o ensaio de Módulo de Resiliência 4.00 20. As curvas de compactação foram traçadas a partir da adição de uma linha de tendência. apresenta-se o resultado gráfico para a série de amostras MSIRJ01.00 80.1.00 50.00 60.4 os resultados de umidade ótima e peso específico máximo aparente seco relativo a todas as amostras ensaiadas. γsmax). obtida pela regressão polinomial de 2ª ordem.5 .Agregado reciclado misto Belo Horizonte . 40 o n. 10 o 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 100 Diâmetro (mm) Figura 4.00 Passante (%) 70.00 30. 4 MBH 100.

89 MMIRJ Intermediária 13.81 70 . pôde-se observar que a dispersão dos resultados no caso da umidade ótima (wot) está entorno de 11% e o peso específico aparente seco máximo (γsecmax) aproximadamente igual a 2.90 1.2. Tabela 4.0056x 2 + 0.amostras estudadas Energia de Peso específico aparente Amostra Umidade ótima (%) 3 compactação seco (g/cm ) MSIRJ Intermediária 13.87 MSMRJ Modificada 12.0 7.91 CIBH Intermediária 15.1549x + 0.0 1.85 D 1. Neste fator de influência foi considerado o conjunto de todas as amostras.89 MIIRJ Intermediária 13.65 1. Embora seja difícil analisar a influência da granulometria nos resultados de peso específico e umidade ótima desconsiderando a energia de compactação.8 1.95 C B 3 Peso esp.0 17. aparente seco (g/cm ) 1.60 1.80 A 1.82 CMBH Modificada 14.70 1.2 1.75 E Wot = 13.83 MIMRJ Modificada 12.7 1.86 MMMRJ Modificada 12.4 1.934 1.55 1.0 15.7 1.5%.0 9.1 1.0 25.00 y = -0.76 MMBH Modificada 15.0 13.6 .0 1.50 5.5 1.2 1.798 R 2 = 0.0 21.Curva de compactação da amostra MSIRJ.0 19.0 11.8 1.0 Umidade ( % ) Figura 4. o tipo de material e a origem dos mesmo.87 MIBH Intermediária 17.0 23.4 – Umidade ótima versus peso específico aparente seco .

conclui-se que. quanto a energia de compactação e a origem do material. Por fim. Salienta-se que esse nível de tensões foi escolhido por apresentar uma baixa dispersão entre resultados de ensaios dentro da série de amostras. Para tanto.412 MPa) associado à respectiva umidade (w). Realizaram-se ainda ensaios de Módulo de Resiliência (MR) com os três corpos-deprova (pontos B. destacadamente para a energia intermediária e dentre amostras do Rio de Janeiro. concluindo-se que esse parâmetro deveria situar se entre wot 2% < w < wot + 1% . C e D da Figura 4. Na Tabela 4. considerou-se o valor de módulo para o maior par de tensões (σ3=0. principalmente considerando que a umidade ótima é menor quanto maior for a energia de compactação e que a relevância desta análise de dispersão recai sobre o peso específico aparente seco máximo.6) que apresentaram as umidades de compactação mais próximas àquelas definidas como ótima.6.Além da granulometria. definindo assim qual seria o intervalo de umidade a ser empregada na compactação dos futuros CPs a serem ensaiados para a obtenção deste módulo. como mostrado na Tabela 4.137 MPa . Por outro lado.5 são apresentados os resultados nos quais baseou-se essa conclusão. embora as amostras sejam originadas de materiais tão heterogêneos como os RCD. especificamente dentre aqueles provenientes de agregados reciclados tipo Misto. a variação dos resultados é baixa. pôde-se observar uma dispersão semelhante quando verifica-se o tipo de material (misto ou concreto). σd=0. 71 . os resultados de umidade ótima e de peso específico aparente seco. mostram-se com baixa dispersão. visto que o universo de amostras provenientes de concreto é mínima.

apresentou grandes deformações plásticas. ou seja.6). o ensaio do terceiro CP (MMBH01D). sendo interrompido nos primeiros estágios de carga (Tabela 4. 72 . Ressalta-se que para a amostra MMBH.Tabela 4.5 – Fatores de influências nos valores de Umidade Ótima e Peso Específico Aparente Máximo. aquele referente ao quarto ponto (D) da curva de compactação.

9 -1.1 416 -12 -2.9 -2.0 0.7 428 0 0.6 – Umidade de compactação versus Módulo de Resiliência para (σ3 =0.5 359 -3 -0.1 395 61 18.4 0.2 CIBH01D 13.3 MIBH01C 17.9 323 -4 -1.7 (**) (**) (**) (∗) MRot foi considerado igual ao MR do CP cuja a umidade está mais próximo a ótima.0 MSMRJ01D 15.7 CIBH01C 11.412 MPa) Umidade (w) ∆ (w-wot) MR ∆ (MR-MRot)* ∆ (MR-MRot)/MRot* Amostra (%) (MPa) (%) (MPa) (%) MSIRJ01B 11.2 -1.3 MIMRJ01B 11.9 -3.3 332 -14 -4.4 MMIRJ01B 11.1 1.137 MPa.9 285 -39 -12.4 306 0 0.3 -1.3 371 25 7.6 220 -126 -36.8 MIBH01D 17.8 MMMRJ01C 12.0 MSIRJ01D 15.0 MMBH01B 14.0 -3.1 -1.4 MIIRJ01B 10.4 346 0 0.0 -2.3 207 -120 -36.7 -0.2 347 0 0.1 1. (∗∗) Ensaio interrompido.1 327 0 0.2 -1.0 MIBH01B 13. 73 .Tabela 4.0 CMBH01B 11.7 0.5 CMBH01C 13.7 MSMRJ01B 11.7 292 -54 -15.0 MMMRJ01B 11.0 MMMRJ01D 15.1 1.9 0.3 241 -121 -33.2 394 0 0.1 -1.2 -6.0 2 280 -67 -19.3 MMBH01C 15.0 MIMRJ01D 14.2 MIMRJ01C 12.0 324 0 0.2 MSIRJ01C 13.0 MIIRJ01D 15.1 348 1 0.0 456 62 15.0 MSMRJ01C 12.1 443 15 3.2 0.0 334 0 0.1 350 16 4.2 0.9 326 2 0.0 MMBH01D 16.6 MMIRJ01C 13.0 -1.0 362 0 0.8 0.0 434 40 10.8 CMBH01D 14.0 2.3 -0.6 CIBH01B 9.0 MMIRJ01D 15.4 346 0 0.3 MIIRJ01C 13.6 417 111 36.1 0.8 0. σd = 0.1 2.2 -4.

e como a dispersão entre os resultados deste ensaio apresentou-se alta. realizou-se a compactação e o ensaio de Módulo de Resiliência de mais 8 (oito) corpos-de-prova por amostra segundo a combinação de amostras listadas no Quadro 3.1. k2 e k3. onde k1. k2 e k3 são os coeficientes experimentais da equação. 4. embora não se tenha para o Rio de Janeiro aquele proveniente de concreto para efetuar-se uma comparação entre os mesmos. Na Tabela 4.3 Ensaio triaxial dinâmico – Módulo de Resiliência Conhecido o intervalo de umidade de compactação a ser empregado. totalizando 10 CPs destinados ao ensaio de MR ao serem considerados os resultados deste ensaio dos CPs 01B e 01C (constantes na Tabela 4. 4. Foram realizados 119 ensaios de MR nesta pesquisa (113 em CPs 10 x 20 cm e 6 em CPs 15 x 30 cm). de Belo Horizonte. tensão confinante (σ3) ou tensão desvio (σd). Os resultados são apresentados em MPa nas Tabelas 4. As duas primeiras são relativas aos materiais do Rio de Janeiro e as demais. Como o programa desenvolvido pelo Laboratório de Geotenia /COPPE para plotagem de dados de ensaio de Módulo de Resiliência. principalmente. 74 . ou seja. na Tabela 4.6).10 para CPs 15x30. Salienta-se ainda que este último não é uma média aritmética dos 10 resultados de sua série. valores do coeficiente de correlação R2 baixos (inferiores a 0. para cada CP e para cada combinação de amostras do Rio de Janeiro.7. faz uma regressão tipo potencial com uma única variável. Por sua vez.8.9 para CPs 10x20 cm e 4. o tipo de material.8. optou-se por uma regressão que resultasse em um Módulo de Resiliência Composto contemplando ambas as tensões (σ3.60) tanto para σ3 como. Este módulo composto é aquele proposto por Macêdo (1996) e ratificado pelos estudos de Ferreira (2002): MR = k1σ3K2σdK3 .7 encontram-se o Módulo de Resiliência e seu correspondente R2. por último.4. para σd. considerando primeiramente o efeito da distribuição granulométrica. σd). são apresentados os resultados de MR de amostras do Rio de Janeiro. através dos coeficientes k1. depois o efeito da energia de compactação e. porém uma regressão a partir de todos os dados desta combinação.

Tabela 4.7 – Módulo de Resiliência (MR) em MPa – Amostras do Rio de Janeiro 75 .

contempladas nos CPs 15 x 30 cm. Na Figura 4. percebe-se que estes são sistematicamente e consideravelmente inferiores àqueles provenientes de CPs 10 x 20 cm (Figura 4. reduzindo as deformações recuperáveis. e o efeito da energia de compactação ao compararmos as combinações CIBH e CMBH. agregado tipo misto (M).8. a participação da granulometria não pôde ser avaliada. pode-se observar que os valores de Módulo de Resiliência em função do σd em MPa das amostras de britas graduadas de RCD do Rio de Janeiro se apresentam relativamente próximos. verifica-se que a energia e a granulometria influenciam pouco nos valores de MR. por exemplo. usaram mais energia para seu deslocamento relativo nestes CPs durante a sua compactação do que para sua fragmentação e estes deslocamentos tenham ocorrido durante o ensaio de MR. por exemplo. Portanto. Considerando os resultados de MR entre as amostras com mesma granulometria e compactadas com energias diferentes. apresentou-se uma diferença de resultados maior quanto menor a 76 .8 – Módulo de Resiliência (MR) em MPa Grupo de amostras do Rio de Janeiro Por outro lado. pois todas as amostras são britas corridas com composição granulométrica semelhante. originário de Belo Horizonte (BH) e tamanho de CP 15 x 30 cm (G).9). Acredita-se que as partículas de maior diâmetro.9 mostra o efeito do tipo de material (concreto ou misto). a Tabela 4. Através da proximidade entre os valores de k2 e k3. Contudo. quando se apresentam os resultados de MR para as combinações CBH e MBH. neste caso. ou seja. Quando se verificam os resultados de MR para a amostra MMBHG.Tabela 4. a MSIRJ e a MSMRJ. existe não só a influência do tamanho do corpo de prova como da granulometria dos agregados. energia de compactação modificada (M). como.

9 – Módulo de Resiliência (MR) em MPa – Amostras de Belo Horizonte Tabela 4. Tabela 4. aquelas que foram compactadas em energia maior apresentam maior módulo. Assim a diferença entre o MR das amostras de granulometria superior é maior (MSIRJ e a MSMRJ) que aqueles de granulometrias intermediária e inferior (MIIRJ e MIMRJ).10 – Módulo de Resiliência (MR) em MPa – Amostras de Belo Horizonte (CP15x30 cm) 77 . Por sua vez.presença de finos na composição granulométrica na amostra.

O MR global das amostras de concreto e misto (CBH e MBH) representa a média das mesmas. Módulo de Resiliência . valor em que a amostra MSMRJ deixa de apresentar maior MR.7 – Resultado de Módulo de Resiliência por tensões desvio para as amostras de britas graduadas de RCD do Rio de Janeiro e MR global (MRJ). como já observado nas amostras do Rio de Janeiro.150 MPa.7 uma mudança sensível a partir de σd = 0. o qual assume para todos os valores da tensão desvio σd um valor intermediário para o MR dentre todas as amostras. a partir de σd = 0.300 0.7.250 0. Por fim.100 0. Embora os resultados sejam próximos uns dos outros (aproximadamente 10%).8. as amostras compactadas sob energia modificada apresentam Módulo de Resiliência superior às demais.150 MPa existe uma convergência ou aproximação de todos os valores de módulo.350 0. A partir da Figura 4. alterando-se para amostra MIMRJ e uma aproximação maior entorno do MR global do agregado misto do Rio de Janeiro (MRJ).Amostras de britas graduadas de RCD do Rio de Janeiro MSIRJ MSMRJ MMIRJ MMMRJ MIIRJ MIMRJ MRJ 400 350 300 MR (MPa) 250 200 150 100 50 0 0.8 ilustra o que pode ser observado através da Tabela 4.450 ♦d (MPa) Figura 4.Observa-se ainda na Figura 4. 78 .400 0.200 0.150 0.050 0. A Figura 4. observa-se nas amostras de brita corrida de RCD de Belo Horizonte que todas as provenientes de agregados de concreto apresentam MR superior àquelas oriundas de agregados tipo misto.000 0.

12 em Kgf/cm2 ou o MR = 672.8 .300 0. A seguir apresentam-se as equações dos Módulos que representam estas britas para cada uma das energias: • Para a energia intermediária: o MR = 3584.44 #d-0.150 0.250 0.Módulo de Resiliência .09 em Kgf/cm2 ou o MR = 836.450 ♦d (MPa) Figura 4.8 #3 0.40 #d -0.Amostras de brita corrida de RCD de Belo Horizonte CIBH CMBH MIBH MMBH CBH MBH 450 400 350 MR (MPa) 300 250 200 150 100 50 0 0.40 #d -0.2 #3 0. pôde-se plotar graficamente o MR x σd em MPa (Figura 4.350 0.9 #3 0.400 0.000 0. contemplando os agregados reciclados de RCD do Rio de Janeiro e Belo Horizonte e as britas corridas (BC) estudadas por 79 . • Para energia modificada: o MR = 3658.09 em MPa Com esta informação supracitada e de forma análoga a Ramos (2003). Ramos (2003) apresenta a equação média do Módulo de Resiliência Composto das Britas Corridas de uma série de pedreiras do Estado do Rio de Janeiro em função das energias de compactação intermediária e modificada.Resultado de Módulo de Resiliência por tensões desvio para as amostras de brita corrida de RCD de Belo Horizonte e MR global para amostra de RCD de concreto e misto (CBH e MBH).200 0.4 #3 0.100 0.050 0.9).12 em MPa.44 #d-0.

350 0.100 0. MRJ.000 0.Resultado de Módulo de Resiliência por tensões desvio para as amostras de agregados de RCD do Rio de Janeiro e Belo Horizonte e convencional do Rio de Janeiro (Ramos. • O MR das amostras de agregados reciclados de concreto são maiores do aquele referente às amostras de agregados tipo Misto.9 .300 0. independentemente da energia de compactação empregada (Figura 4. • A partir do valor da tensão desvio (σd) igual a 0.200 0. Com auxílio desta figura observa-se que: • O valor do MR das amostras de agregados reciclados do Rio de Janeiro está situado abaixo daquele referente aos agregados provenientes de concreto e acima daquele associado às amostras de material tipo Misto de BH. o módulo das britas corridas do Rio de Janeiro (BCIRJ e BCMRJ). Módulo de Resiliência .8). 2003) Por fim. e de Belo Horizonte. como já citado anteriormente.Ramos (2003).050 0.450 8 d (MPa) Figura 4.150 0. CBH e MBH. MMBHG.400 0.250 0. as quais codificou-se em BCIRJ (Brita Corrida compactada sob energia intermediária do Rio de Janeiro) e BCMRJ e esta última compactada sob energia modificada. bem como das amostras de britas corridas estudas por Ramos (2003).9 pode-se observar o Módulo de Resiliência de todas as amostras de agregados do Rio de Janeiro.150 MPa. na Figura 4.Amostras de agregados de RCD e convecional do Rio de Janeiro e Belo horizonte MRJ MMBHG CBH MBH BCIRJ(Ramos2003) BCMRJ(Ramos2003) 450 400 350 MR (MPa) 300 250 200 150 100 50 0 0. BCIRJ e BCMRJ. compactadas sob energia 80 .

de Concreto ou Misto. ou seja esta diferença não é tão sensível como aquela observada entre agregados e solos argilosos ou agregados e misturas asfálticas. 3. pode-se afirmar que o MR dos agregados convencionais e reciclados são equivalentes.250MPa). na Usina do Catumbi no Rio de Janeiro não existe tal triagem. O tipo de material. aproximadamente 50% destas últimas. • Para valores inferiores a σd = 0. 2. além disso. gerando apenas agregados tipo Misto e. seja em função de σ3 (R2 81 . é o principal responsável na diferenciação dos valores de módulo.intermediária ou modificada. ou seja. apresentam MR inferior a todas as demais confeccionadas em CPs 10 x 20 cm. em se tratando de MR de amostras provenientes de agregados reciclados. 5. • As amostras ensaiadas em CPs 15 x 30 cm. entre os de Concreto e os Misto de BH. por exemplo. convencional e reciclado. conclui-se portanto que também a origem (metrópole) influencia pouco no valor deste módulo. Por fim. Os materiais convencionais apresentam maiores módulos para elevadas tensões desvios (σd>0. Agregado tipo Concreto apresentam MR superior. o MR da amostras destes últimos apresentam valores intermediários entre aqueles produzidos na primeira usina. A diferença do MR neste ponto entre ambos os materiais.150 MPa. Portanto. conclui-se que: 1. 4. Considerando que na Usina do Estoril em Belo Horizonte são separados os RCD de forma a produzir agregados reciclados tipo Misto e de Concreto. porém sem caracterizar uma diferença que desqualifique os agregados reciclados como tais. que apresentam composição granulométrica contemplando partículas maiores. é aproximadamente igual a 20%. A composição granulométrica e a energia de compactação exercem pouca influência no valor do Módulo de Resiliência dos agregados em geral. excetuando a amostra MMBHG. apresenta-se superior àqueles associados a quaisquer amostras de material reciclado. o a equação para o MR proposto por Hicks (1970) não representa adequadamente também o agregado reciclado de RCD.

onde o coeficiente de correlação R2 está sempre acima de 0. Por outro lado. No entanto. diferenciando-se dos agregados reciclados de Brasília que forma bem representados pela equação de Hicks (1970) em função de σ3 (Tabela 2. Os ensaios de deformação permanente foram realizados em 3 CPs 10 x 20 cm de cada amostra com repetições de carga superiores a 2x10 ciclos. objeto de estudo nesta tese. por sua vez. procurouse verificar a evolução da deformação permanente através do número de aplicação de cargas no respectivo ensaio dinâmico e a existência ou não de seus limites. com codificação acrescida da letra 82 . como por exemplo para o materiais do Rio de Janeiro. o módulo composto por estas duas tensões proposto por Macêdo (1996) e ratificado por Ferreira (2002) se ajusta satisfatoriamente. Por outro lado.050 kgf/cm2. produzindo nos CPs as maiores deformações plásticas. A primeira delas (MSIRJ) escolhida por apresentar nesta tese os menores resultados de MR e.< 0.6). este par de tensões citado anteriormente foi escolhido por ser aquele de maior magnitude na fase de condicionamento do ensaio de MR. escolheram-se duas amostras de agregados reciclados de RCD do Rio de Janeiro para submetê-las ao ensaio de deformação permanente. MSIRJ e MIMRJ sob o par de tensão σd=3. Não existe norma que defina sob que par de tensões deva ser escolhido para a realização do ensaio de deformação permanente. Na Tabela 4.4 Ensaio triaxial dinâmico – Deformação permanente Com vista a caracterizar os agregados reciclados. à exceção de um CP cujo 5 ensaio foi interrompido depois de 103 aplicações de carga por problemas no equipamento. por outro lado. Considerando as limitações de materiais e de tempo. caso esta evolução seja assintótica. e. em função de σd.150 kgf/cm2 e σ3=1.60) seja. 4. a última (MIMRJ) os maiores valores dentre aqueles oriundos desta cidade.11 são apresentadas as equações de deformação permanente das amostras anteriormente citada do Rio de Janeiro. deve-se considerar o par de tensões mais compatível com aquele que submeterá a amostra em campo.93.

91).20 mm das demais. • A equação potencial (εp = KNA ) representou a deformação das duas amostras satisfatoriamente (R > 0.00 % ou 2.12 e Figura 4.00 mm (valor máximo) para as primeiras contra 0. a extrapolação do mesmo apontou um comportamento semelhante aos demais CPs da mesma amostra.60 % ou 1. especificamente para “Brita IC” (Tabela 4.D (deformação permanente) e na Figura 4. observa-se que estes últimos apresentaram valores de deformação axial permanente inferiores àqueles encontrados para esta brita. apresentou um comportamento assintótico mostrado em todos os demais ensaios. verificando-se uma variação de aproximadamente 50% entre as duas granulometrias e 10% para a energia de compactação.11) que foi ensaiada no mesmo nível de tensão dos agregados reciclados do Rio de Janeiro. • A deformação permanente é muito mais sensível à distribuição granulométrica e à energia de compactação. embora todos valores apresentados sejam muito baixos. Verificou-se que: • As amostras DMSIRJ apresentaram deformações permanentes específicas (εp) superiores àquelas apresentadas pelas amostras DMIMRJ. 83 . 2 • Embora o CP DMIMRJ01 tenha tido seu ensaio interrompido prematuramente. aproximadamente igual a 1. analisadas em conjunto. • Comparando os dados acima com aqueles obtidos por Espinosa (1987). • Um dos CPs da amostra MIMRJ (DMIMRJ02) levado à 504300 aplicações de carga.10 os gráficos relativos a essa equação. do que ao Módulo de Resiliência.

20% 1.00% 0 100000 200000 300000 400000 500000 600000 N (aplicações) Figura 4.10 – Gráficos Deformação Permanente X Número de Aplicações de Carga para amostras do Rio de Janeiro.0024 0.20% 0.0697 0.Tabela 4.0551 0.0603 0. (*) Está em pontilhado a extrapolação do gráfico do ensaio interrompido depois de 1000 aplicações de carga.9402 DMIMRJ04 0.0018 0.00% 0. 84 .9535 DMIMRJ01 0.0621 0.0042 0.9380 DMIMRJ02 0.0436 0.9131 DMSIRJ03 0.11 – Equação de Deformação Permanente de duas amostras de agregados reciclados do Rio de Janeiro εp = KNA Amostra CP 10 x 20 K A R2 DMSIRJ01 0.0591 0.9191 DMSIRJ02 0.60% 0.0052 0.40% 0.0037 0.80% εp 0.9432 Deformação Específica Axial (ε) X Nº de Aplicações de Carga (N) .Amostras de agregados reciclados do Rio de Janeiro DMIMRJ01 DMIMRJ02 DMIMRJ04 DMSIRJ01 DMSIRJ03 DMSIRJ02 1.0032 0.

85 .00% εp 0.3.00466 0.10 0. os resultados destes ensaios estão também apresentados na Figura 4.70 0. 1987).976 Deformação Específica Axial (εp) X Nº de aplicações de carga (N) .00181 0. A codificação 5 ADP constante na Tabela 4.07730 0.15 1. Por outro lado.03330 0.70 0.Amostras de brita (Espinosa.11 – Gráficos Deformação Permanente X Número de Aplicações de Carga para amostras de brita do Rio de Janeiro (Espinosa.1987) A Nível de Tensão εp = KN Amostra σd σ3 K A R (kgf/cm²) Brita IA 0. Após os ensaios de deformação permanente foram realizados nos corpos-de-prova DMSIRJ.951 Brita IC 3.12 – Equação de Deformação Permanente de duas amostras de britas do Rio de Janeiro por níveis de tensões (Espinosa.13 significa “após ensaio de deformação permanente”.00262 0.03830 0.21 0.00% 0 20000 40000 60000 80000 100000 120000 N Figura 4.20% 0.00308 0.Tabela 4.20% 1.03190 0.1987) Brita IA Brita IB Brita IC Brita IIA Brita IIB 1.03170 0.944 Brita IIA 2.80% 0.84 0.982 Brita IIB 0.983 Brita IB 2.13 juntamente com aquele “médio” para tal amostra obtido no ensaio de MR apresentada no item 4. ensaios de Módulo de Resiliência a fim de se verificar a alteração ou não do mesmo após um número considerável de aplicações de carga (N>3x10 ).70 0.00196 0.10 0.60% 0.40% 0.70 0.05 0.

pode-se verificar que quanto maior for σd maior a convergência entre os resultados de MR.12 .45 σd (MPA) Figura 4.Tabela 4.13 – Módulo de Resiliência da amostra MSIRJ obtido após o ensaio de Deformação Permanente Módulo de Resiliência .13. 86 .Amostras de britas graduadas de RCD do Rio de Janeiro (MSIRJ) antes e após ensaio de Deformação Permanente. Graficamente. Todos os três resultados obtidos após o ensaio de deformação permanente apresentaram MR superiores àqueles apresentados pela amostra MSIRJ. embora esteja contemplado neste módulo a contribuição de k2 (observação 1).Amostras do Rio de Janeiro antes e após o ensaio de deformção permanente (ADP) MSIRJ MSIRJ-ADP-01 MSIRJ-ADP-02 MSIRJ-ADP-03 MSIRJ-ADP 500 450 400 350 MR (MPa) 300 250 200 150 100 50 0 0 0.25 0. A equação do MR composto também se mostrou adequado para os CPs MSIRJADP. tem-se que contribuição de k2 para esta diferença é de aproximadamente de 30% e de k3 é de 10%. observa-se que: 1. conforme listado na Tabela 4.4 0. 2.3 0.2 0.Módulo de Resiliência . A partir dos resultados de MR expostos na Figura 4.15 0.13. Analisando o MR através dos parâmetros k2 e k3.05 0.35 0.1 0. 3.95. apresentando um fator de correlação R2 > 0.

quando colocado na máquina “Los Angeles” juntamente com uma carga abrasiva.6. Tabela 4. para uso em revestimento. Este ensaio contemplou os agregados disponibilizados pelas usinas de reciclagem do Catumbi (RJ) e do Estoril (BH): Britas 0 e 1 da primeira usina e as britas corridas de agregados reciclados tipo Misto e de Concreto da última. todas as amostras possuem desgaste superior a este. Adotando as especificações da NBR 11804 para sub-base e base de pavimentos.14 – Resultados do Ensaio de Abrasão Los Angeles de Agregados Reciclados de RCD do Rio de Janeiro e Belo Horizonte Nº de Massa da Resultado Graduação Agregado Origem Rotações Nº de Carga de Ensaio Los Reciclado (Usina) do Esferas Abrasiva (An) Angeles Tambor (g) Brita 0 Catumbi C 500 8 3330+20 59 Brita 1 Catumbi B 500 11 4584+25 66 Estoril A 500 12 5000+25 55 Estoril A 500 12 5000+25 52 Brita corrida Misto Bitra corrida Concreto Na norma NBR 15116 não consta nenhum parâmetro que diga respeito ao Ensaio de Abrasão “Los Angeles”. Observa-se que o valor 55% aferido para a brita corrida tipo Misto é igual a 54. Caso considerada a especificação do DNER que. especifica para o agregado um desgaste de no máximo 50%. Portanto.4. apenas os agregados da usina do Estoril enquadram-se dentro das especificações.14 são apresentados os resultados deste ensaio. este ensaio objetiva verificar o desgaste sofrido pelo agregado.5 Ensaio de abrasão Los Angeles Como já citado no item 3. tem-se que os resultados deste ensaio devem ser inferiores a 55%. Na Tabela 4. Contudo e 87 .7% considerando uma casa decimal.

Embora não seja evidente no ensaio de Índice de Forma. adotou-se a norma NBR 7809. ou seja. Por fim. contradizendo a expectativa em contrário calcada no fato destes agregados tipo Misto possuírem visualmente sensível presença de fragmentos aparentemente lamelares cerâmicos oriundos de telhas. 45%. necessariamente não apresentam os maiores resultados de módulo e. Por outro lado. 2001).6 Ensaio de Índice de Forma Como citado no capítulo anterior. 4. correlacionando os resultados deste ensaio com aqueles de MR. pisos e azulejos. as brita corridas de Belo Horizonte. A norma NBR 15116 especifica valor inferior a 3. do que aqueles provenientes de agregados reciclados do Rio de Janeiro e Belo Horizonte. principalmente aqueles tipo misto. os resultados disponíveis deste ensaio realizado em agregados reciclados de Brasília (Motta. e de Salvador (Carneiro et al. ou seja. 1999). verifica-se que os agregados reciclados com menor desgaste à abrasão. melhores. isso não é relevante quando se empregam estes materiais nas demais camadas do pavimento. A cubicidade dos agregados reciclados. apresentamse inferiores. Todos estes agregados apresentaram-se adequados ao uso segundo a norma NBR 15116.0 como limite ao emprego destes agregados.5 mm. quanto a deformação permanente.15 são apresentados os resultados do ensaio de Índice de Forma da Brita 1 da usina do Catumbi e das britas corridas da usina do Catumbi. A suscetibilidade à fragmentação é outro aspecto relevante. 49%. Tal afirmação é facilmente verificável no próprio peneiramento inerente a este ensaio. Na Tabela 4. que prescreve o método através do qual se determina o índice de forma do agregado graúdo com dimensão máxima característica superior a 9. decorre em parte da sua suscetibilidade ao desgaste superficial das partículas. respeitada a dimensão máxima supracitada. os agregados reciclados do Rio de Janeiro que sofreram grandes desgastes à abrasão apresentaram pequenos acúmulos de deformações plásticas. certamente contribuirá para a redução destes índices 88 .principalmente.

de lixiviação e solubilização não foram desenvolvidos nos laboratórios de Geotecnia da COPPE/UFRJ. Tabela 4.15 – Índice de Forma de agregados reciclados de RCD do Rio de Janeiro e Belo Horizonte Índice de Forma Agregado Reciclado Origem (Usina) (IF) Brita 1 Catumbi 2. Quanto ao ensaio de Solubilizado: Os parâmetros analisados que estão em destaque na TABELA 4.8.1 Agregados reciclados tipo Misto da usina do Catumbi Quanto ao ensaio de Massa Bruta: Os parâmetros analisados apresentaram concentrações inferiores às indicadas nas Listagens 9 e 10 da norma ABNT/NBR 10004/87.16 apresentaram concentrações de Alumínio e Fenol superiores às indicadas na Listagem 8 da norma 89 .7 Brita corrida . ensaio de lixiviação e ensaio de solubilização Conforme citado no item 3. Duas amostras de agregados reciclados.9 4. registradas como amostra Nº: 08251/04 e amostra Nº: 08252/04 respectivamente. uma da usina do Catumbi (misto) e outra da usina do Estoril (misto) foram enviadas ao laboratório da empresa TASQA Serviços Analíticos Ltda para este fim.7 Ensaio sobre a massa bruta. ao contrário dos demais ensaios.quando os agregados forem submetidos ao procedimento de compactação. 4.8 Bitra corrida .Concreto Estoril 2.7. seja em laboratório seja em campo. Quanto ao ensaio de Lixiviado: Os parâmetros analisados apresentaram concentrações inferiores às indicadas na Listagem 7 da norma ABNT/NBR 10004/87. A seguir são apresentados os resultados obtidos por esta empresa. estes realizados sobre a massa bruta.Misto Estoril 2.

90 . Solubilizado e Massa Bruta – Agregado reciclado tipo Misto do Rio de Janeiro 4.ABNT/NBR 10004/87. esta amostra (coletada em julho de 2003) se classifica como: Resíduo Classe II (Resíduo Não-Inerte) Tabelas 4. a partir dos resultados dos parâmetros analisados. segundo a NBR 10004/2004 a concentração de Fenol se encontra abaixo do limite máximo. Portanto.7.2 Agregados reciclados tipo Misto da usina do Estoril Quanto ao ensaio de Massa Bruta: Os parâmetros analisados apresentaram concentrações inferiores às indicadas nas Listagens 9 e 10 da norma ABNT/NBR 10004/87.16 -Resultados Analíticos Parâmetros Químicos no Lixiviado. Contudo.

Quanto ao ensaio de Solubilizado: Os parâmetros analisados mostrados em destaque na TABELA 4.17 -Resultados Analíticos Parâmetros Químicos no Lixiviado. esta amostra (coletada em agosto de 2003) se classifica como: Resíduo Classe II (Resíduo Não-Inerte) Tabelas 4. Solubilizado e Massa Bruta – Agregado reciclado tipo Misto de Belo Horizonte. 91 . a partir dos resultados dos parâmetros analisados.Quanto ao ensaio de Lixiviado: Os parâmetros analisados apresentaram concentrações inferiores às indicadas na Listagem 7 da norma ABNT/NBR 10004/87.17 apresentaram concentrações superiores às indicadas na Listagem 8 da norma ABNT/NBR 10004/87. Portanto.

portanto. cuidados a serem tomados com a drenagem de águas superficiais e subterrâneas. no caso do Rio de Janeiro. No entanto. estes resultados indicam uma atenção especial ao seu emprego. Ela cita ainda. pois foram classificado como não inertes. considerar que tais resultados não inviabilizam o uso de agregados reciclados de RCD. imagina-se. Contudo. Este. conforme Listagem nº 8 (Anexo H) da norma NBR 10004. a princípio. como exemplo destes materiais: rochas. tijolos. também tiveram suas concentrações acima dos valores máximos permitidos. passando por produtos plásticos abundantes em lixos metropolitanos. turbidez e sabor. nenhum dos seus constituintes solubilizados a concentrações superiores ao padrão de potabilidade da água. constituindo parte da matéria-prima de artefatos cerâmicos e também estão presentes “in natura” entre os RCD. Contudo vale salientar: 1. 2. 4.A partir dos resultados apresentados anteriormente. Fenóis. são aqueles que submetidos ao ensaio de Solubilização de Resíduos (NBR 10006) não tiveram. Em geral. por sua vez. é um metal abundante em solos tropicais. 5. ou seja. excetuando-se os padrões de aspecto cor. em Belo Horizonte. suas origens vão desde de sabonetes e xampus anticaspa a ligas metálicas. por exemplo. deve-se. 92 . o nível do lençol freático no Brasil se apresenta baixo em relação ao nível do terreno. como cita a norma. que tanto os materiais produzidos na usina do Catumbi quanto aqueles da usina do Estoril não são adequados a aplicação em pavimentação. O pavimento é projetado considerando um sistema de drenagem que o proteja da ação danosa da água. vidros e certos plásticos e borrachas que não são decompostos prontamente. Resíduos inertes. da Classe III. A norma NBR 10004/87 é de 1987 e não está direcionada a um uso específico do resíduo. Um dos constituintes que apresentou concentração superior àquela preconizada por norma foi o Alumínio. tanto para a amostra do Rio de Janeiro quanto para a de Belo Horizonte. Contemplando o exposto acima. 3. e Selênio.

a Via Light se destina a ser um corredor rodoviário entre a sede do Município de Nova Iguaçu e o centro da cidade do Rio de Janeiro. incluindo aí os agregados reciclados. estudando a substituição do agregado convencional formador da base (e subbase) do pavimento por estes agregados artificiais. É uma via de elevado volume de tráfego. contendo todas as informações pertinentes ao dimensionamento mecanístico. Apresenta-se uma breve descrição da Via Light e os materiais que comporão o corpo do pavimento. a tensão vertical no subleito e da tensão de tração na fibra inferior do revestimento asfáltico. 2003) defendida na COPPE/UFRJ. assegura-se a expectativa de vida de fadiga e de deformação permanente. foi adotado neste redimensiomento o programa computacional que apresentou os resultados mais satisfatórios segundo Darous em sua tese supracitada: o FEPAVE2 (Finite Element Analysis of Pavement Structures) o qual possibilita a aplicação da elasticidade não-linear. Foi objeto de tese de mestrado (Darous. Segundo Darous (2003). determinando a estrutura que venha a atender ao número de eixos equivalentes de referência. 2. utilizando os módulos de Resiliência dos materiais determinados nos ensaios dinâmicos. Esta via foi escolhida por dois motivos básicos: 1. expressando a sua importância para a metrópole do Rio de Janeiro. além dos ensaios rotineiramente executados em materiais destinados à execução de 93 . e os resultados relativos a este dimensionamento. Desta forma. Por outro lado. A pedreira selecionada para utilização no projeto foi a Pedreira Ibrata. Para esta. neste capítulo é apresentado um redimensionamento mecanístico de um trecho de pavimento da Via Light. Pode-se definir através da análise mecanística a deflexão máxima.8 Aplicação dos resultados de Módulo de Resiliência Objetivando verificar a viabilidade econômica da utilização dos agregados reciclados de RCD dos Municípios do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte. O trecho estudado corresponde ao Lote 2: Avenida Brasil/ Madureira.4.

foram executados.769 #3 0. foi utilizado o resultado do ensaio que apresentou menor dispersão.473 em kgf/cm². Este será o material a ser substituído pelos módulos referentes aos agregados reciclados de RCD. 2003) Vale ressaltar que Darous adotou para os critérios de ruptura (fadiga das camadas betuminosas e acúmulo de deformações plásticas) os seguintes valores: 1. objetivando a obtenção do Módulo de Resiliência da brita a ser utilizada no projeto.terraplenagem e pavimentos.Estrutura do pavimento Como a premissa do redimensionamento da estrutura do pavimento do Trecho 2 da Via Light foi a substituição dos agregados convencionais por aqueles originados de RCD com a manutenção de todos demais materiais e propriedades. os Ensaios Triaxiais Dinâmicos.062 #d -0. denominada alternativa PR5 (Tabela 4. obtendo-se o Módulo de Resiliência Composto equivalente a MR = 2. fornecendo o MR = 4125#3 0.Alternativa PR5 (Darous. Fadiga das camadas betuminosas • Deformação específica horizontal máxima de tração ($tlim) = 8.08 x 107 (AASHTO).1 Via Light .8. segundo Darous (2003): Tabela 4. apresenta-se abaixo o resultado final para a estrutura desta via.075 em kgf/cm². Para efeito de projeto. O subleito também foi ensaiado.18). no Laboratório de Geotecnia da COPPE/UFRJ. -5 determinada pelo critério do Instituto de Asfalto para o número N de projeto= 2. 4. 94 .61x10 .421 #d 0.18 – Via Light / Trecho 2 .

assim otimizando economicamente o projeto. Contudo. o atendimento do projeto ao Critério de “Acúmulo de Deformações Plásticas”.19 constam os resultados finais para as estruturas do pavimento associadas ao uso de cada uma destas amostras. Obteve-se a espessura de 20 cm para a base composta por qualquer das quatro amostra acima. determinado segundo a expressão do -4 Instituto de Asfalto para o mesmo N.2. como o programa FEPAVE fornece as tensões verticais no topo do subleito. assim. a tensão vertical no topo do subleito 95 . Acúmulo de deformações plásticas • Deformações específicas verticais de compressão ($vlim) ocorrentes no topo da camada de subleito = -2. Ressalta-se que. Na Tabela 4. 4. mantendo-se invariável a espessura da camada de revestimento (15 cm) como mostrado na Tabela 4. MIBH e MMBH (Quadro 3. verificando.8.8) para a determinação da tensão vertical limite. considerando desprezível a diferença máxima de 3. A princípio.45x10 . a substituição dos agregados da base e da sub-base ocorreu considerando como ponto de partida as espessuras de camadas da alternativa PR5. considera-se a média dos MRs ao longo do subleito e a aplica à equação desenvolvida por Heukelom e Klomp (equação 2. ao contrário da deformação de tração que foi um fator limitante para a determinação da espessura da camada de base. A partir daí.2 Via Light – Redimensionamento No redimensionamento da estrutura do pavimento desta via.19. consideraram-se as seguintes amostras de agregados reciclados: MIIRJ. MIMRJ. procurou-se verificar a possibilidade da redução da espessura do revestimento.1).6% encontrada entre a deformação de tração limite e a deformação de tração obtida para a base composta pela amostra MIBH.

511 (∗∗) Tensão vertical no topo subleito em kgf/cm².87x10 -5 0.00 (fonte: EMOP.351 8. além da redução do volume da base a ser adotada e/ ou do revestimento. março de 2003).19 – Via Light/Trecho 2 . agosto de 2003 (fonte: Miriam Jesus Coelho.64x10 0.Resultado final para as espessuras das camadas de pavimento Amostra Espessuras (cm) Camada MIIRJ MIMRJ MIBH MMBH MIIRJR Revestimento 15 15 15 15 14 Base 20 20 20 20 13 εtlim 8. Na Usina do Estoril.(σvsl) mostrou-se em todos os casos muito inferior àquela obtida pela equação de Heukelom e Klomp para o mesmo tráfego (1/18 σvlim). pode-se verificar que. no ano de 2003. gerente da usina).354 -5 8.336 -5 8. o valor praticado de venda era de R$ 10. sócio proprietário da usina). Tabela 4. Na Usina do Catumbi. 96 . o preço do m³ de brita corrida no município do Rio de Janeiro era aproximadamente igual R$ 24.75 / m³.92x10 0.72x10 0. o custo de seus agregados girava em torno de R$ 8. a utilização do agregado reciclado ainda se mostra atrativa economicamente quando se considera o custo destes materiais e aqueles convencionais. nesta mesma época. por sua vez. Por fim.00 / m³ (fonte: Fernando Afonso.71x10 σvsl ** -5 0. Por outro lado. MIIRJR = alternativa que contempla o uso da amostra MIIRJ com alteração da camada de revestimento.349 -5 8.

decorrente da quebra de partículas. de Concreto ou Misto. A compactação para obtenção dos corpos-de-prova para ensaio de Módulo de Resiliência impõe uma alteração na composição granulométrica destes materiais de RCD. a energia de compactação. A granulometria. da filosofia da preservação. em especial para as amostras do Rio de Janeiro. O tipo de material. é o principal responsável na 97 . ambientalmente benéfico e. economicamente motivador. caracterizando a adoção da “filosofia” da racionalidade. seja pelo menor preço deste material em relação àqueles convencionais. uma resposta à necessidade de crescimento sustentável não apenas de um município. o tipo de material e a origem dos agregados reciclados influenciam pouco nos resultados obtidos no ensaio de compactação para a umidade ótima (wot) para o peso específico aparente seco máximo (γsecmax).CAPÍTULO 5 CONCLUSÕES E SUGESTÕES DE PESQUISAS FUTURAS A caracterização mecanística dos agregados reciclados de RCD dos municípios do Rio de Janeiro e Belo Horizonte para uso em pavimentação apresentada nesta tese. objetivou atender a três aspectos: técnico. Considerando o redimensionamento do projeto da Via Light/Trecho 2. Com base nos estudos realizados foi possível obter as seguintes conclusões: O uso dos agregados reciclados de RCD estudados nesta pesquisa é viável tecnicamente. além disso. o uso de agregados reciclados se mostrou viável economicamente. A composição granulométrica. embora as amostras sejam originadas de materiais tão heterogêneos como os RCD. seja pelo menor consumo dos mesmos. econômico e sócio-ambiental. mas de um país. a energia de compactação e a origem (municípios do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte) exercem pouca influência no valor do Módulo de Resiliência. percebendo-se um aumento de partículas entre o material passante na peneira nº 10 e retido na nº 40.

Quanto ao Índice de Forma (NBR 7809). Quanto a deformação permanente. os agregados reciclados do Rio de Janeiro que sofreram grandes desgastes à abrasão apresentaram pequenos acúmulos de deformações plásticas. em função de σd. todas as amostras estudadas apresentaram desgaste superior àquele admitido pela especificação do DNER para base. Quanto ao ensaio de Abrasão Los Angeles.60) seja. do que ao Módulo de Resiliência. seja em laboratório seja em campo. principalmente aqueles tipo Misto.diferenciação dos resultados deste ensaio. a suscetibilidade à fragmentação contribui para a redução destes índices. Por outro lado. todos os agregados estudados se apresentaram adequados ao uso segundo a norma NBR 15116. Embora não seja evidente no ensaio de Índice de Forma. quando os agregados reciclados são submetidos ao procedimento de compactação. A deformação permanente dos materiais estudados é muito mais sensível à distribuição granulométrica e à energia de compactação. Os valores de MR têm a mesma ordem de grandeza daqueles apresentados por materiais britados convencionais de uso corrente em base de ruas da cidade do Rio de Janeiro caracterizados em estudos por Ramos (2003). A equação para o MR proposto por Hicks (1970) não representa adequadamente o agregado reciclado de RCD. Agregados tipo de Concreto apresentam MR superior. verificável no próprio peneiramento inerente a este ensaio. o módulo composto por estas duas tensões proposto por Macêdo (1996) e se ajusta satisfatoriamente. seja em função de σ3 (R2 < 0. principalmente. decorre em parte da suscetibilidade ao desgaste superficial das partículas. (as britas corridas de Belo Horizonte) necessariamente não apresentam os maiores resultados de módulo. analisadas em conjunto. 98 . A cubicidade dos agregados reciclados verificada neste ensaio. Verifica-se porém que os agregados reciclados com menor desgaste à abrasão.

No entanto.Nos ensaios de massa bruta e de lixiviação as amostras passaram nos limites da norma NBR 10004/87. no que diz respeito aos valores de MR. • Realizar novos ensaios de MR. • Realizar ensaios de MR de uma amostra de agregado reciclado em CPs de várias idades. • Submeter novas amostras a ensaios de MR. àquelas indicadas na Listagem 8 da norma ABNT/NBR 10004/87. Portanto. 99 . e otimizar a produção de agregados nas usinas com vistas à aplicação dos mesmos em bases e sub-bases de pavimento. Como sugestão de novos estudos. considerando a mistura dos agregados reciclados tipo Misto e de concreto de Belo Horizonte. Isso seria uma nova variável na pesquisa: o fator tempo. realizando novamente estes ensaios de forma a verificar a distribuição granulométrica mais adequada. recomenda-se: • Dosar as britas graduadas e/ou corridas de agregados reciclados a partir da distribuição granulométrica resultante dos ensaios de compactação e de Módulo de Resiliência. objetivando verificar se a alteração da “cultura do desperdício” e a reforma e demolição de edificações mais recentes nos municípios do Rio de Janeiro e Belo Horizonte implica em uma variação sensível nos valores deste módulo. de Alumínio e Fenóis (este último está abaixo do limite para a NBR 10004/2004) para agregados do município do Rio de Janeiro e de Alumínio e Selênio para aqueles de Belo Horizonte. visando gerar uma nova alternativa ao fornecimento de material à pavimentação com a redução das atividades de triagem dos mesmos. observando a existência do efeito pozolânico. as amostras estudadas destas metrópoles são classificadas como Resíduo Classe II (Resíduo Não-Inerte). Os ensaios de solubilização apresentaram concentrações superiores. tal resultado não inviabiliza o uso de agregados reciclados de RCD.

• Desenvolver mais ensaios de deformação permanente. • Verificar o quanto a suscetibilidade à fragmentação das partículas cerâmicas altera os resultados do ensaio de Índice de Forma. verificando a adequação maior ou menor da mistura ao desgaste superficial. ou seja. caracterizando a forma efetiva do material na base e sub-base dos pavimentos. considerando diferentes níveis de tensão e um número grande de aplicações de carga. 100 . verificando se a classificação de resíduos não-inerte (classe II) persiste ao longo do tempo ou se está constatação é apenas pontual. • Ensaiar segundo a Abrasão Los Angeles britas graduadas e não mais as britas 0 e 1 provenientes da usina do Catumbi no Rio de Janeiro. e segundo a nova norma NBR 10004 de 30 de novembro de 2004. qual a forma do material que estará intertravado (“interlocking”) nestas camadas. • Ensaiar novas amostras de agregados de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro quanto à lixiviação e solubilização. com maior número e maior diversividade de amostras. a partir de agregados reciclados submetidos ao procedimento de compactação.

Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes – Áreas de reciclagem – Diretrizes para projeto.Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil Execução de camadas de pavimentação – Procedimentos. ABNT NBR 10006/2004 – Solubilização de resíduos – Procedimento para obtenção de extrato solubilizado de resíduos sólidos.Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil – Utilização em pavimentação e preparo de concreto sem função estrutural – Requisitos. implantação e operação. ABNT NBR 10007/2004 – Amostragem de resíduos. ABNT NBR 7809/83 – Agregado graúdo – Determinação do índice de forma pelo método do paquímetro. ABNT NBR 10004/2004 – Resíduos Sólidos – Classificação. 101 . ABNT NBR 10005/87 – Lixiviação de resíduos – Procedimentos.Aterros – Diretrizes para projeto. ABNT NBR 15113 . ABNT NBR 15115 . ABNT NBR 15114 . ABNT NBR 15116 .Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes . ABNT NBR 10005/2004 – Lixiviação de resíduos – Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos. ABNT NBR 10004/87 – Resíduos Sólidos – Classificação. implantação e operação. ABNT NBR 10006/87 – Solubilização de resíduos – Procedimentos. ABNT NBR 10007/87 – Amostragem de resíduos – Procedimentos.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABNT NBR 5734 – Peneiras para ensaio com tela de tecido metálico.

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Anexo 1 Resultados de ensaios de caracterização PBH / SUDECAP / Diretoria de Manutenção .

SUDECAP .0 0 16.723 .4 1.B.7 53.0 37.8 29.PBH .2 26.0 45.0 98.6 18.0 93.9 22.R.7 25.6 0 16.a Índice de grupo = 0 % Passada 100.5 0 14.3 1.4 58. = A .1 65.6 95.6 85.8 12.1 .4 19.2 1.6 14.DIRETORIA DE MANUTENÇÃO MATERIAL RECICLADO DA CONSTRUÇÃO CIVIL ENSAIOS DE CARATERIZAÇÃO CBR Expansão (%) Umidade ótima (%) Densidade Máxima Seca (t/m³) Próctor Normal 38.628 Próctor Intermediário 70.4 86.6 Próctor Modificado 116.690 GRANULOMETRIA ANTES DA COMPACTAÇÃO Peneiras 1 1/2" 1" 3/4" 1/2" 3/8" Nº 04 Nº 10 Nº 20 Nº 40 Nº 250 Nº 100 Nº 200 % Passada 100.3 GRANULOMETRIA DEPOIS DA COMPACTAÇÃO Peneiras 3/4" 1/2" 3/8" Nº 04 Nº 10 Nº 20 Nº 40 Nº 250 Nº 100 Nº 200 Classificação H.0 40.0 77.

Anexo 2 Ensaios de Granulometria Folhas de ensaio .

10 733.70 100.00 272.00 Passante % 100.1 1202.00 % Acum.1 1253.91 23. 0.54 0.00 75.18 nº 200 0.10 81.19 16.8 1254.20 3.11 2.1 56.46 99.46 196.Entulho Catumbi/RJ Projeto: Tese de Mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.3 0.00 % Acum.1 1228.64 0.16 0. misto .81 83.0 0.3 0.28 0. DE GEOTECNIA .80 96.15 1.00 338.00 Passante % 100. 0.0 0.98 161.8 1256.43 0.5 59.00 Média % 100.08 2.28 0.6 1233.0 Retido Peso % 0.65 0.9 1258.4 1225.43 99. 0.8 1226.7 2.13 1.57 0.84 100.4 1.90 18.5 nº 04 4.7 3/8" 9.00 77.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: Agregado rec.42 0.00 22.8 0.4 1230. 0.Usina do Catumbi OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ Rio de Janeiro DATA: 3/8/03 REG.33 2.6 12.6 22.72 99.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.81 719.16 0.0 0.4 1057.35 99.3 15.7 3/8" 9.36 99. .45 2.65 0.17 1233.97 0.81 34.02 2.40 0.90 0.8 nº 10 2 nº 40 0.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Brita 1 .18 nº 200 0.42 nº 80 0.28 0.54 17.00 Peso Acum.55 97.5 1219.1 0.0 0.7 Retido Peso % 0.4 0.6 0.5 0.00 73.72 99.075 Fundo PPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.00 26.0 1262.42 nº 80 0.8 nº 10 2 nº 40 0.075 Fundo Peso Acum.1 0.60 99.5 nº 04 4.0 338.2 1231.LAB.17 1.75 1.57 99.83 100.12 2.19 1.60 99.4 26.6 1006.16 1262.17 0.40 0.0 272.5 1260.00 100.62 0.59 0.38 99.

Brita 1 Rio de Janeiro-RJ 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 Peneiras (#) 0 0.Agregado reciclado tipo Misto .o 10 n.o 80 n.o 200 0.01 n.Curva Granulométrica .o 40 1 Diâmetro (mm) n.1 n.o 4 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 100 .

00 8.77 8.5 1092.00 Passante % 100.00 100.00 0.5 1195.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.00 % Acum.34 13.8 1.10 2.52 0.96 1.7 Retido Peso % 0.00 0.8 1170.09 892.0 0.3 0.85 99.51 31.84 100.0 0.4 1197.80 100.0 1195.18 nº 200 0.16 1197.6 0.0 0.9 1191.00 100.00 134.76 3.8 1197.73 0.0 1138.48 149.36 1.0 0.52 0.Usina do Catumbi OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ Rio de Janeiro-RJ DATA: 3/8/03 REG.00 88.4 0.09 82.5 11. .0 0.15 11. 0.27 99.16 0.42 nº 80 0.01 93.075 Fundo Peso Acum.57 95.9 8.20 1197.00 Peso Acum. DE GEOTECNIA .8 nº 10 2 nº 40 0. 0.95 2.00 0.9 0.83 0.18 nº 200 0.7 3/8" 9.00 90.48 99.62 13.24 99.22 4.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: Agregado rec.8 nº 10 2 nº 40 0.0 7.0 0.0 96.8 1185.0 0.00 96.80 100.7 3/8" 9.8 12.18 0.9 989.23 958.LAB.3 80.42 nº 80 0.5 nº 04 4.4 2. 0.0 134.1 0.00 % Acum.4 0.00 100.00 0.00 0. misto . 0.8 Retido Peso % 0.70 100.26 2.91 17.00 11.00 0.2 1184.30 1.01 99.0 0.0 0.15 0.00 100.00 0.99 0.075 Fundo PPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.Entulho Catumbi/RJ Projeto: Tese de Mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.43 4.8 1188.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Brita 0 .93 2.00 Média % 100.20 0.0 0.5 nº 04 4.23 91.07 97.1 74.00 Passante % 100.00 91.00 100.00 100.00 0.70 98.76 0.

º 4 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 100 .Agregado reciclado misto .Brita 0 Rio de Janeiro-RJ 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 Peneiras (#) 0 0.Curva Granulométrica .º 10 n.º 80 n.01 n.º 200 0.º 40 Diâmetro 1 n.1 n.

20 cápsula n 0 retido na # 10 850.66 67.90 99.6 40.79 52.0 PENEIRAMENTO FINO 1" 0.60 seco passando na # 10 2825.30 2984.0 peneiras retido material %parcial %total 3/4" 0. Rec.4 8 692.69 100.8 20 30.01 107.59 31.59 99.30 solo seco + capsula 92.94 fator de correção 0.02 amostra total seca 3676.9 4 6. COPPE/UFRJ PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.79 capsula 18.4 60 65.2 SEDIMENTAÇÃO peso umido (g) 116.75 21.92 100.00 3676.3 200 85.pas.0 76.0 55. RJ Cinconegui/Francisco RECEBIDO EM __/__/ __ DATA: 20/08/03 REG.10 3670.69 100.53 19. .93 DENSIDADE REAL DOS GRÃOS: 2.03 42.69 solo seco 74.18 22.926 7.00 3676.LAB.72 88.16 94.69 100. acum.39 81.0 22.pas.90 39.pas.58 umidade (h%) 7.14 56.9 10 850.50 peso seco (g) 107.69 100.2 30 40.79 76.1 16.90 umido passando na # 10 2B C2 F3 solo umido + capsula 98. DE GEOTECNIA .19 69.2 77.59 18.7 30.976 PENEIRAMENTO GROSSO umidade média (hm %) peneiras mat. passado 7.34 29.73 72.retido material %total USBS acum. passado acum.PENEIRAMENTO FINO E GROSSO PESO AMOSTRA SECA UMIDADE HIGROSCÓPICA amostra total umida 3901.15 3050. 3/8" 0.CARACTERIZAÇÃO AMOSTRA: OPERADOR: Pedrisco . acum.79 106.932 7.Ag.0 10 0.0 USBS acumul.9264 1 1/2" 0.9 40 51.GRANULOMETRIA .90 2825.5 100 76.3 47.651 obs.27 62.00 3676.31 81.00 3676.

1 n.00 70.00 0.01 nº 200 0.00 20.00 Peneiras (#) 0.º 100 n.º 40 Diâmetro (mm) 1 n.00 40.º 4 3/8 10 3/4 1" 1 1/2" 100 .00 Passante (%) 80.00 60.Curva Granulométrica .º 10 n.Agregado reciclado misto -Pedrisco Rio de Janeiro-RJ 100.00 50.00 10.00 30.00 90.

88 60.GRANULOMETRIA .7 10 161. COPPE/UFRJ PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.31 55.RJ Cinconegui/Francisco RECEBIDO EM __/__/ __ DATA: 20/08/03 REG.37 9.pas. .573 PENEIRAMENTO GROSSO umidade média (hm %) peneiras mat.pas.pas.93 98.25 38.8 SEDIMENTAÇÃO peso umido (g) 114.13 100.8 90.0 peneiras retido material %parcial %total 3/4" 0.9477 1 1/2" 0.94 36.9 22.19 DENSIDADE REAL DOS GRÃOS: 2.4 40 30.7 53.2 100 69.35 30.13 100.01 umidade (h%) 5.CARACTERIZAÇÃO AMOSTRA: OPERADOR: Pó-de-pedra . Rec.83 99.0 34.60 cápsula n 0 retido na # 10 161.19 100.4 4 3.73 66. .00 3503.retido material %total USBS acum.641 obs.97 95.7 30 17.0 USBS acumul.50 solo seco + capsula 66.52 fator de correção 0.00 3503.00 3503.69 89.82 77.9 20 11.74 91.5 68.30 3499. DE GEOTECNIA .358 5.81 seco passando na # 10 3342. 3/8" 0.39 61.3 200 82.91 23.0 PENEIRAMENTO FINO 1" 0.10 3342. acum.0 10 0 108.3 8 45.13 100.0 95.39 83.Ag.03 capsula 10.5 96.37 71.75 69. passado 5.LAB.13 100.5 79.36 57. acum.16 peso seco (g) 108.28 25.628 5.03 95.13 solo seco 56. passado acum.20 3457.80 amostra total seca 3503.00 3503.4 85.2 60 47.21 3526.10 umido passando na # 10 47 F22 79 solo umido + capsula 69.PENEIRAMENTO FINO E GROSSO PESO AMOSTRA SECA UMIDADE HIGROSCÓPICA amostra total umida 3687.

01 n.º 4 3/8 3/4" 10 1" 1 100 .º 40 n.Pó-de-pedra Rio de Janeiro-RJ 100 90 Passante (%) 80 70 60 50 40 30 20 10 Peneiras (#)0 0.Agregado reciclado Misto .1 n.º 200 n.º 100 0.Curva Granulométrica .º 10 1 Diâmetro (mm) n.

AGREGADO RECICLADO DO RIO DE JANEIRO
DOSAGEM - CURVA SUPERIOR
Peneiras
#
1"
3/8"
nº 04
nº 10
nº 40
nº 200

mm
25
9,5
4,8
2
0,42
0,075

TeseCinconeguiAnexos
PlanSuperior

Brita 1
Brita 0
Pedrisco
Pó de Pedra
Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem
Total %
5%
Total %
10%
Total %
50%
Total %
35%
100,00
5,00
100,00
10,00
100,00
50,00
100,00
35,00
2,97
0,15
90,34
9,03
100,00
50,00
100,00
35,00
0,65
0,03
13,10
1,31
99,80
49,90
99,90
34,97
0,59
0,03
2,96
0,30
76,90
38,45
95,40
33,39
0,42
0,02
1,52
0,15
39,70
19,85
68,20
23,87
0,16
0,01
0,18
0,02
15,00
7,50
22,80
7,98

DNER
Faixa
D
100
60
50
40
25
10

100
100
85
70
45
25

Curva
Superior
100%
100,00
94,18
86,21
72,17
43,89
15,51

Tolerância
da Faixa
de Projeto
-7
7
-7
7
-5
5
-5
5
-2
2
-2
2

Enquadramento na Faixa D do DNER
Limite Inferior

Limite Superior

Curva Superior

100
90
80

Passante (%)

70
60
50
40
30
20
10
0
0,001

0,01

0,1

1

Diâmetro das Partículas (mm)

10

100

AGREGADO RECICLADO DO RIO DE JANEIRO
DOSAGEM - CURVA INTERMEDIÁRIA
Peneiras
#
1"
3/8"
nº 04
nº 10
nº 40
nº 200

mm
25
9,5
4,8
2
0,42
0,075

TeseCinconeguiAnexos
PlanMedia

Brita 1
Brita 0
Pedrisco
Pó de Pedra
Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem
Total %
15%
Total %
20%
Total %
35%
Total %
30%
100,00
15,00
100,00
20,00
100,00
35,00
100,00
30,00
2,97
0,45
90,34
18,07
100,00
35,00
100,00
30,00
0,65
0,10
13,10
2,62
99,80
34,93
99,90
29,97
0,59
0,09
2,96
0,59
76,90
26,92
95,40
28,62
0,42
0,06
1,52
0,30
39,70
13,90
68,20
20,46
0,16
0,02
0,18
0,04
15,00
5,25
22,80
6,84

DNER
Faixa
D
100
60
50
40
25
10

100
100
85
70
45
25

Curva
"Média"
100%
100,00
83,51
67,62
56,22
34,72
12,15

Tolerância
da Faixa
de Projeto
-7
7
-7
7
-5
5
-5
5
-2
2
-2
2

1 1 Diâmetro dos Partículas (mm) 10 100 .01 0.Enquadramento na Faixa D do DNER Limite Inferior Limite Superior Curva Média 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 0 0.001 0.

59 0.04 15.075 TeseCinconeguiAnexos PlanInferior Brita 1 Brita 0 Pedrisco Pó de Pedra Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem Total % 35% Total % 20% Total % 10% Total % 35% 100.97 0.50 22.40 33.23 13.07 100.00 35.00 1.00 2.90 34.00 10.5 4.57 Tolerância da Faixa de Projeto -7 7 -7 7 -5 5 -5 5 -2 2 -2 2 .97 1.21 2.00 100.30 39.34 18.00 100.59 76.06 0.97 68.80 7.04 90.39 0.00 35.29 9.10 2.20 23.16 0.00 20.52 0.8 2 0.00 35.00 10.00 0.70 3.42 0.69 95.98 99.AGREGADO RECICLADO DO RIO DE JANEIRO DOSAGEM .80 9.15 1.88 28.CURVA INFERIOR Peneiras # 1" 3/8" nº 04 nº 10 nº 40 nº 200 mm 25 9.90 7.96 0.18 0.00 100.11 47.65 0.00 100.62 99.42 0.98 DNER Faixa D 100 60 50 40 25 10 100 100 85 70 45 25 Curva Inferior 100% 100.87 0.79 41.00 64.

Enquadramento na Faixa D do DNER Limite Inferior Limite Superior Curva Inferior 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 0 0.001 0.01 0.1 1 Diâmetro das Párticulas (mm) 10 100 .

65 57.20 60.6 150.3 15. 8.3 840.0 6.4 6.3 425.2 723.18 60.69 3.6 10.0 117.7 3/8" 9.06 99.06 73.81 68.51 51.9 115.1 450.59 3.80 39.44 89.8 nº 10 2 nº 40 0. 137.42 nº 80 0.44 78.15 66.94 71.18 nº 200 0.8 Retido Peso % 137.37 32.46 70.7 5.0 10.18 nº 200 0.2 229.7 4.4 824.35 42.2 17. 155.36 59.95 88.44 46.54 29.76 100. DE GEOTECNIA .53 52.31 11.24 0.9 3.14 3.6 313.7 222.075 Fundo Peso Acum.8 2090.0 115.63 67.05 11.5 nº 04 4.24 0.42 nº 80 0.3 201.0 1420.5 313.0 0.3 2008.56 21.00 Peso Acum.4 162.6 7.25 0.58 40.2 6.06 28.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Agregado concreto-BH Projeto: Tese de mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1 1/2" 38 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.00 Passante % 91.3 1205.00 Passante % 93.2 7.3 1062.85 33.56 10. .MG DATA: 3/5/2004 REG.6 1846.5 2085.4 1245.3 0.7 183.7 20.95 0. 6.0 583.75 100.56 53.3 100.71 30.3 18.0 173.3 9.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: Agregado de concreto .03 99.8 77.7 3/8" 9.8 100.1 12.8 468.94 26.2 2090.6 64.97 0.5 nº 04 4.4 1558.0 215.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1 1/2" 38 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.0 8.6 140.075 Fundo COPPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.00 Média % 92.82 39.4 623.0 % Acum.0 % Acum.31 96.41 96.9 312.55 58.49 48.94 0.2 1743.8 8.7 975.7 1674.1 6.45 41.Usina de Estoril OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ Belo Horizonte .25 75.0 1743.1 8.8 nº 10 2 nº 40 0.1 1739.7 11.LAB.3 Retido Peso % 155.3 3.

o 4 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 1 1/2" 100 .o 200 0.Agregado reciclado de Belo Horizonte-MG 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 0 Peneiras (#) 0.o 80 n.o 40 1 Diâmetro (mm) n.1 n.o 10 n.Curva Granulométrica .01 n.

5 1414.2 15.5 nº 04 4.6 134.5 239.50 28.9 10.2 16.2 959.7 8.5 100.48 37. 11.0 % Acum.2 107.6 19.7 9. 41.3 130.68 51.6 1308.67 99.40 72.60 0.5 10.4 885.90 43.075 Fundo Peso Acum.45 18.7 623.52 62.8 130.27 54.48 99.96 16.42 nº 80 0.73 45.6 5.7 3/8" 9.8 9.6 1438.0 1154.3 1333.9 Retido Peso % 41.6 13.02 61.5 141.39 17.83 33.1 1429.MG DATA: 1/5/2004 REG. 2.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: Agregado misto .30 92.00 Média % 92.02 54.18 nº 200 0.2 1414.55 7.50 71.5 nº 04 4.60 27.5 640.93 59.67 83.42 nº 80 0.5 1407.5 176.6 147.60 92. DE GEOTECNIA .33 0.6 0.00 Passante % 97.8 11.0 269.5 6.18 nº 200 0.075 Fundo COPPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.8 nº 10 2 nº 40 0.0 6.48 43.5 12.6 227.0 524.0 191.0 551.7 0.98 38.5 771.05 67.70 7.17 66.40 7.0 89.1 1198.7 3/8" 9. .9 1438.5 Retido Peso % 166.1 153.8 6.32 48.8 851.Usina de Estoril OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ Belo Horizonte .9 7.39 36.57 0.27 58.8 80.9 3.00 Passante % 88.2 703.8 nº 10 2 nº 40 0.5 410.9 100. 166.0 % Acum.15 35.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1 1/2" 38 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.04 83.00 Peso Acum.7 7.6 8.46 100.40 100.9 233.98 45.85 52.0 7.55 81.3 113.1 98.52 56.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Agregado misto-BH Projeto: Tese de mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1 1/2" 38 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.54 0.8 394.9 9.LAB.4 96.52 0.33 16.42 0.9 98.4 10.72 78.07 40.61 63.

o 200 0.01 n.o 10 n.o 80 n.o 40 1 Diâmetro (mm) n.o 4 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 1 1/2" 100 .Curva Granulométrica .1 n.Agregado reciclado tipo Misto Belo Horizonte-MG 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 0 Peneiras (#) 0.

45 85.Agregado reciclado misto Belo Horizonte .41 9.7 2475.17 77.76 74.46 66.9 333.8 MIBH01B Retido Peso % 18.5 2784.83 22. 0.2 9.8 2463.Curva Granulométrica .2 2010.8 nº 10 2 nº 40 0.4 289.9 303. % % 0.6 11.06 0.0 Passante % Acum.1 452.8 581.9 14.0 32.00 Peso Acu.65 90.7 230. 0.7 121.5 2164.7 5.00 2.4 100.1 268.3 1281.8 358.66 5.57 78.4 100.94 26.00 .96 20.0 2.00 0.14 1.56 4.3 844.5 0.58 63.2 30.43 21.91 95. 18.4 428.4 410.9 221.7 133.5 12.54 67.5 31.2 4.77 32.9 1.39 42.0 193.0 82.11 68.Cinconegui Material MIBH01B.9 2719.4 MIBH01C Retido Peso % 0.94 13.02 21. 0.4 10.8 1166.91 98.78 43.42 nº 80 0.4 MIBH01D Retido Peso % 17.9 2719.0 0.06 86.18 nº 200 0.075 Fundo Peso Acu.02 15.0 2743.6 31.55 84.3 8.0 10.94 1.16 0.00 97.04 79.4 46.2 139.4 166.06 24.5 2064.9 9.88 57.6 2737.4 594.8 303.0 1218.59 9.8 261.MG Após Ensaio de Módulo de Resiliência ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Projeto: Tese de mestrado .00 % 99.6 2693.6 2775.7 0.0 Passante Passante Média % Acum.71 15.7 3/8" 9.6 422.62 78.0 12.26 100.5 25.24 25.0 418. 17.3 289.32 100.68 0.00 0.98 84.2 6.2 10.50 53.09 95.0 82.7 15.2 10.88 99.0 846.6 581.96 90.38 78.15 88.2 281.6 1013.73 73.00 % 100.0 Passante % Acum.42 36.00 Peso Acu.0 2522.85 11.2 2775.34 94.8 16.65 99.22 56.50 46.8 100.89 31.9 4.84 100.6 158.3 11.0 388.7 115.2 6.6 8.5 nº 04 4.12 55.86 98.2 0.MIBH01C.04 9.5 884.35 99.7 2784.2 1.7 882.09 1.MIBH01D Peneiras Abertura # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.8 885.9 306.

Agregado reciclado misto Belo Horizonte .01 n.o 40 1 n.MG Após Ensaio de Módulo de Resiliência Média MIBH01B MIBH01C MIBH01D n.Curva Granulométrica .o 10 Diâmetro (mm) 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 100 .o 80 n.1 n.o 4 MBH 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 Peneiras (#) 0 0.o 200 0.

9 990.5 5.3 12.00 Passante % 93.4 Retido Peso % 107.0 1179.3 9.44 8.10 29.8 272. 6.6 383.10 66.42 nº 80 0.90 % Acum.99 74.21 0.0 6.84 78.65 41.00 Peso Acum.35 39.4 1078.1 464.84 32.8 Retido Peso % 78.4 8.6 491.8 nº 10 2 nº 40 0.4 1070.93 23.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: OPERADOR: RECEBIDO EM ___/___/___ DATA: REG.65 60.26 76.28 1179.31 75.8 8.0 885.01 25. .63 75.4 22.69 24.8 nº 10 2 nº 40 0.37 73.72 100.64 96.79 100.34 139.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.3 9.64 47.1 10.00 Média % 92.6 6.03 9. 9.6 303.75 109.74 0.5 346.6 6.68 14.7 8.80 93.87 54.4 164.25 103.33 % Acum.4 9.40 90.10 14.39 46.075 Fundo COPPE/UFRJ CLIENTE: PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.67 14.18 nº 200 0.9 22.01 152.64 98.11 85.20 261.90 70.13 45.67 86.81 108.28 15.85 8. 78.53 69.4 6.2 896.LAB.36 52.74 23. DE GEOTECNIA .7 3/8" 9.89 16.97 90.5 nº 04 4.075 Fundo Peso Acum.28 0.2 617.15 91.8 12.22 143.7 3/8" 9.5 8.4 1174.96 268.80 104.9 635.18 nº 200 0.33 85.21 1174.35 58.0 6.42 nº 80 0.86 79.6 1000.11 83.16 67.00 Passante % 90.24 118.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Entulho Brasília S7000 Projeto: Tese de Mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.83 80.32 85.0 11.07 76.9 85.00 59.3 173.81 24.5 nº 04 4.2 7. 107.

º 40 Peneiras (#) n.Curva Superior (S7000) Am 1 Am2 100 90 80 60 50 40 30 20 10 0 n.º 80 n.Entulho de Brasília .º 200 n.º 10 n.º 4 3/8" 1/2" 3/4" 1" Passante (%) 70 .

ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Entulho Brasília M7000 Projeto: Tese de Mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.19 47.8 305.75 173.6 464.91 45. 26.78 142.10 -26.6 1087.53 83.22 90.075 Fundo Peso Acum.73 104.11 103.18 nº 200 0.5 16.8 nº 10 2 nº 40 0.7 3/8" 9.36 110.87 856.78 9.91 35.11 85.41 40.8 nº 10 2 nº 40 0.46 121.49 -15.88 4.10 126.8 768.71 60.93 58.49 70.0 4.80 76.1 7.69 80.59 60.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA Entulho de Brasília .29 -7.075 Fundo OPPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.96 83.04 Passante % 95.6 921.64 50.LAB.5 15.49 115.9 13.22 33.3 1037.79 68.97 48.17 152. 231.51 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.0 166.9 13.5 9.0 57.0 989.95 70.9 12.97 42.97 Média % 84.82 23.98 105.8 548.3 7.71 107.8 12.1 26.8 12.42 nº 80 0.4 549.4 1081.31 1039.00 % Acum.46 10.5 nº 04 4.4 17. DE GEOTECNIA .5 865.04 16.05 29.8 13.59 132.Curva Intermediária OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ DATA: abril-03 REG.42 nº 80 0.1 1005.5 nº 04 4.00 % Acum.97 Passante % 73.64 -3.1 360.0 945.78 66.80 35. 42.46 -21.07 3.18 76.7 415.36 112.09 54.9 655.00 52.97 129.34 21.04 Peso Acum.9 Retido Peso % 231.92 -15.01 138.1 10.3 5.8 12.20 64.6 691.40 100.80 100.18 nº 200 0.4 Retido Peso % 42.3 5.0 7. 4. .00 47.7 3/8" 9.54 89.27 -4.3 5.93 96.04 124.47 16.20 -8.

º 200 n.Curva Intermediária (M7000) Am 1 Am2 100 90 80 60 50 40 30 20 10 0 n.º 80 n.Entulho Brasília .º 10 n.º 40 Peneiras (#) n.º 4 3/8" 1/2" 3/4" 1" Passante (%) 70 .

9 881.3 10.00 Passante % 82.00 Passante % 94.38 155.8 nº 10 2 nº 40 0.45 37.34 69.76 25.4 21.14 1177.6 3.7 3/8" 9.43 % Acum.76 251. 206.7 3.47 42.42 nº 80 0.93 10.20 94.8 1177.6 791.63 91.57 6.2 670.57 201.25 27.2 1140.95 45.88 93.8 3.3 8.4 956.28 121.6 3.06 32.87 82.39 38.8 736.32 96.5 nº 04 4.22 6.34 43.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12. 17.46 3.0 7.075 Fundo COPPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.41 18.55 62.09 46.0 13.18 nº 200 0.8 Retido Peso % 206.76 27.4 7.83 50.8 7.8 852.00 Peso Acum.3 17. 67.62 36.8 973.4 22.4 65.57 34.2 Retido Peso % 67.87 6.52 10.59 81.89 39.68 3.34 9.6 1061.Curva Inferior OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ DATA: abril-03 REG.13 17.075 Fundo Peso Acum.6 1174.21 0.94 67. .PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: Entulho de Brasília . 5.6 1104.01 26.8 nº 10 2 nº 40 0.29 0.0 3.13 93.6 319.76 35.43 93.75 72.71 100.29 1174.27 17.25 3.8 22. DE GEOTECNIA .7 3/8" 9.41 262.85 104.9 7.14 0.24 % Acum.6 5.75 96.9 408.11 37.48 89.8 1135.LAB.9 17.18 nº 200 0.7 1050.30 89.6 9.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Entulho Brasília I7000 Projeto: Tese de Mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.0 581.24 74.1 1095.6 3.24 72.66 90.20 115.79 88.5 nº 04 4.86 100.00 Média % 88.42 nº 80 0.09 262.66 56.17 49.80 82.

Curva Inferior (I7000) Am 1 Am2 100 90 80 60 50 40 30 20 10 0 n.º 10 n.º 40 Peneiras (#) n.º 4 3/8" 1/2" 3/4" 1" Passante (%) 70 .Entulho Brasília .º 80 n.º 200 n.

Anexo 3 Ensaios de Compactação Folhas de ensaio .

40 111.80 1.80 2915.0 15.91 40.771 55 54 2 34 10.50 135.10 2897.01 2.75 1.média (%) 42.798 R2 = 0.00 1570.: Laura Motta CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO 0 E.60 149.934 1.40 85.8 1.00 54.857 53 51 3 3 10.78 41.63 14.T.73 1.20 113.40 154.85 1.00 127.70 39.T.Usina do Catumbi .93 w.Seco (g) 122.90 2766.91 1. Intermediária 10 golpes/camadas n da Camadas 14. aparente seco (g/cm ) 1.00 4906.90 8171.0 Umidade ( % ) COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA Projeto : Tese de mestrado Interessado : Cinconegui Local : Rio de Janeiro 25/09/2003 figura : data : 25.00 20.00 20.70 P.51 15.00 152.00 4919.70 76.00 2869.70 169.73 1.30 41.20 8198.00 1570.20 15.8 COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA ENSAIO 0 Molde N Diâmetro(cm) Altura(cm) Volume(cm3) P.83 10.20 18.762 44 51 Cápsula n0 Tara (g ) 40.71 11.19 15.80 151.50 42.40 118.00 94.60 147.90 8235.60 11.55 1.00 1570.80 168.00 4906.85 14.0 23.00 106.50 96.90 Umidade (%) 9.00 1570.00 4940.65 1.50 164.30 106.95 3 Peso esp.846 48 45 4 34 10.10 Solo Seco (g) 81.0 .0056x2 + 0.50 5.0 11.828 42 43 5 3 10.00 y = -0.00 95.Úmido(g) Solo Seco(g) Js (g/cm3 ) 1 49 10.16 1.Úmido (g) 130.0 9.60 2780.RJ Prof.20 8266. molde(g) P.68 18.00 20.60 wot = 13.00 1570.T.0 19.1549x + 0.23 1.18 17.0 21.00 149.33 9.00 20.50 16.40 102.0 17.0 7.ENSAIO DE COMPACTAÇÃO Amostra : Tipo : MSIRJ .70 7976.00 4940.04 11.0 13.20 136.90 1.10 134.10 125.00 20.00 172.85 41.70 1.00 6 42.70 P.20 41.

67 1.00 1570.10 167.40 204.0043x2 + 0.00 P.00 1570.1073x + 1.00 203.46 1.20 Cápsula n0 Tara (g ) 64.2219 R2 = 0.00 4958.36 17.25 40.60 1.10 101. aparente seco (g/cm ) 1.80 68.50 5.40 206.00 12.00 20.10 2941.66 14.00 102.0 17.80 1.média (%) 39.70 172.60 Solo Seco (g) 100.50 14.20 120.80 P.19 63.9835 1.20 8229.70 2919.93 8.80 228.00 20.0 15.5 1.00 4958.20 8251.00 20.30 167.00 4958.60 2960.00 4911.70 154.20 139. Modificada 10 golpes/camadas n da Camadas 31 COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA ENSAIO 0 Molde N Diâmetro(cm) Altura(cm) Volume(cm3) P.30 8263.20 17.55 wot = 12.50 2796.825 102 103 2 49 10.20 8236.70 61.Seco (g) 164.75 1.860 116 117 5 49 10.0 13.90 185.Usina do Catumbi .781 111 112 65.20 160.886 47 52 3 3 10.0 7.70 1.10 179.80 163.85 1.71 11.00 1570.24 66.80 11.48 8.07 14.0 11.83 2.90 246.873 99 101 4 34 10.0 19.73 1.20 8072.65 1.80 11.0 23.10 157.00 1570.10 222.60 177.T.10 174.40 Umidade (%) 8.ENSAIO DE COMPACTAÇÃO Amostra : Tipo : MSMRJ .79 1.00 13.95 17.90 1.40 269.08 1.T.90 194.20 240.0 21.00 20.22 y = -0.Úmido(g) Solo Seco(g) Js (g/cm3 ) 1 49 10.10 121.00 4900.T.00 6 65.0 .RJ Prof. molde(g) P.0 Umidade ( % ) COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA Projeto : Tese de mestrado Interessado : Cinconegui Local : Rio de Janeiro 30/09/2003 figura : data : 25.95 3 Peso esp.Úmido (g) 173.40 2864.00 20.23 61.: Laura Motta CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO 0 E.70 13.0 9.20 133.00 1570.90 114.71 w.

0 9.20 64.60 2916.00 60.1245x + 1.0 19.10 13.20 17.ENSAIO DE COMPACTAÇÃO Amostra : Tipo : MMIRJ .30 2761.00 7880.33 1.760 114 105 2 34 10.829 110 115 3 3 10.34 1.00 269.00 180.10 177.: Laura Motta CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO 0 E.10 283. aparente seco (g/cm ) 1.75 1.40 365.30 220.40 379.0 Umidade ( % ) COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA Projeto : Tese de mestrado Interessado : Cinconegui Local : Rio de Janeiro 02/10/2003 figura : data : 25.28 1.80 255.12 1.75 1.60 Wot = 13.97 56. Intermediária 10 golpes/camadas n da Camadas 14.53 6 58.09 12.60 Solo Seco (g) 356.00 304.8 COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA ENSAIO Cápsula n0 Tara (g ) 1 34 10.00 20.0 21.30 280.00 1570.60 282.0 7.40 317.40 2763.RJ Prof.30 2871.90 1.00 20.Usina do Catumbi .00 8061.65 1.85 1.00 237.44 13.10 158.30 12.90 66.40 218.00 20.80 8171.00 349.Úmido(g) Solo Seco(g) Js (g/cm3 ) 9.80 233.74 w.70 1.96 17.00 4875.00 4919.2 1.30 11.17 0 Molde N Diâmetro(cm) Altura(cm) Volume(cm3) P.00 4875.52 15.00 4919.90 62.80 386.0 13.60 344.0 .00 239.50 5.20 278.0 23.Úmido (g) 444.60 2896.00 1570. molde(g) P.0313 R2 = 0.10 61.759 100 122 58.90 P.média (%) 10.95 3 Peso esp.90 258.40 Umidade (%) 8.00 1570.55 1.Seco (g) 415.10 331.10 376.75 2.50 57.T.858 106 121 4 49 10.00 1570.0 11.70 64.40 218.9978 1.30 303.0 17.40 P.70 407.845 104 119 5 49 10.00 4972.60 17.T.80 8236.00 20.32 8.80 1.00 8264.28 10.00 y = -0.T.0047x2 + 0.0 15.90 14.00 1570.00 20.

T.10 198.10 186.00 1570.60 247.90 P.00 1570.80 2760.Úmido (g) 9.0 Umidade ( % ) COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA Projeto : Tese de mestrado Interessado : Cinconegui Local : Rio de Janeiro 06/10/2003 figura : data : 25.20 272.70 278.70 40.90 145.70 17.00 4907.10 238. molde(g) P.90 1.66 1.80 273.0 15.00 2977.40 3 49 10.00 183.55 1.0 9.média (%) 9.13 41.20 5 49 10.00 1570.0 17.Usina do Catumbi .00 20.7 1.67 2.20 258.00 4903.98 41.92 6 39.70 308.758 42 54 276.70 212.834 45 49 P.0 23.70 4 3 10.ENSAIO DE COMPACTAÇÃO Amostra : Tipo : MMMRJ .80 2875.0 7.80 272.Seco (g) 257.40 200.005x2 + 0.20 8320.T.90 11.00 y = -0. aparente seco (g/cm ) 1.0919 R2 = 0.00 20.80 241.30 12.10 2880.60 8227.0 21.95 3 Peso esp.RJ Prof.80 280.80 2859.0 19.60 Umidade (%) 8.98 41.00 20.85 1.20 8204.00 8104.60 247.0 .70 230.10 1.T.90 246.10 17. Modificada 10 golpes/camadas n da Camadas 31 COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA ENSAIO 0 Molde N Diâmetro(cm) Altura(cm) Volume(cm3) P.896 44 51 15.1265x + 1.30 Solo Seco (g) 215.: Laura Motta CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO 0 E.24 1.10 255.70 214.96 12.00 1570.00 8021.75 1.99 1.0 13.34 10.00 4956.20 238.78 40.50 40.70 223.00 1570.42 17.40 14.00 42.70 1.76 1.70 266.9616 1.97 w.00 20.0 11.00 4956.50 5.10 13.73 15.65 1.822 53 55 2 34 10.40 189.26 41.00 4903.10 207.832 43 48 42.05 11.60 wot = 12.80 204.80 1.00 20.Úmido(g) Solo Seco(g) Js (g/cm3 ) Cápsula n0 Tara (g ) 1 34 10.

70 346.RJ Prof.60 4 49 10.42 w.0 17.00 484.80 288.23 58.821 110 114 14.00 351.Seco (g) 182.10 259.00 1570.90 1.75 1.10 11.94 1.13 1.60 1.0 7.40 14.60 206.9999 1.00 4639.00 y = -0.20 7876.Úmido(g) Solo Seco(g) Js (g/cm3 ) Cápsula n0 Tara (g ) 1 S/ Nº 10.20 7866.00 4905.60 545.00 359.40 152. Intermediária 10 golpes/camadas n da Camadas 14.00 338.: Laura Motta CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO 0 E.90 315.00 20.80 1.65 wot = 13.1816 R2 = 0.70 253.10 8212.00 4639.90 424.20 7610.86 57.41 1.80 41.50 P.10 2739.T.50 599.48 12.14 64.0038x2 + 0.60 378.761 107 109 40.80 Solo Seco (g) 141.00 20.Úmido (g) 8.099x + 1.60 298.20 193.00 1570.30 16.T.50 359.ENSAIO DE COMPACTAÇÃO Amostra : Tipo : MIIRJ .30 360.80 16.97 64.50 2850.93 1.0 15.0 Umidade ( % ) COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA Projeto : Tese de mestrado Interessado : Cinconegui Local : Rio de Janeiro 07/10/2003 figura : data : 25.766 106 121 194.17 60.00 20.00 1570.50 340.00 1570.0 1.0 .0 23.50 5.00 4639.30 2859. aparente seco (g/cm ) 1.80 238.30 468.00 7975.63 6 56.50 281.815 115 120 P.70 1.00 12.0 19.45 11.0 21.0 13.74 2.84 16.745 46 50 2 34 10.00 4956.50 Umidade (%) 8.00 20.00 1570.50 2764.70 387.55 1.70 3 S/ Nº 10.média (%) 8.85 1.0 11.60 463.10 314. molde(g) P.25 60.49 61.39 1.20 2772.34 14.70 423.00 20.0 9.T.Usina do Catumbi .95 3 Peso esp.8 COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA ENSAIO 0 Molde N Diâmetro(cm) Altura(cm) Volume(cm3) P.90 13.80 5 S/ Nº 10.05 10.

ENSAIO DE COMPACTAÇÃO
Amostra :

Tipo :

MIMRJ - Usina do Catumbi - RJ

Prof.: Laura Motta

CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO
0
E. Modificada
10 golpes/camadas
n da Camadas

31

COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
ENSAIO

Cápsula n0
Tara (g )

1
34
10,00
20,00
1570,00
4810,30
7926,10
2866,33
1,826
135
136

2
34
10,00
20,00
1570,00
4811,20
8010,90
2907,92
1,852
137 139

3
34
10,00
20,00
1570,00
4810,50
8205,60
2997,27
1,909
144 146

4
34
10,00
20,00
1570,00
4810,80
8149,80
2905,17
1,850
142 145

5
34
10,00
20,00
1570,00
4811,50
8096,20
2826,66
1,800
140 141

70,80

69,00

61,10

68,00

69,30

65,20

P.T.Úmido (g)

371,00

367,10 374,50 390,10 380,40 348,90 332,80 396,00 492,60 465,70

P.T.Seco (g)

347,40

342,80 347,10 358,90 344,80 314,40 298,40 353,60 435,50 408,50

Solo Seco (g)

276,60

273,80 286,00 297,50 276,80 252,10 229,10 285,50 370,30 336,70

Umidade (%)

8,53

0

Molde N
Diâmetro(cm)
Altura(cm)
Volume(cm3)
P. molde(g)
P.T.Úmido(g)
Solo Seco(g)

Js (g/cm3 )

8,88
8,70

w.média (%)

9,58

61,40

10,49

12,86

10,03

62,30

13,69

15,02

13,27

68,10

14,85

15,42

14,93

6

71,80

16,99

16,20

2,00
y = -0,0066x2 + 0,1631x + 0,8997
R2 = 0,9159

1,95

3

Peso esp. aparente seco (g/cm )

1,90
1,85
1,80
1,75
1,70
1,65
1,60

wot = 12,4
1,55
1,50
5,0

7,0

9,0

11,0

13,0

15,0

17,0

19,0

21,0

23,0

Umidade ( % )

COPPE/UFRJ
LABORATÓRIO DE GEOTECNIA
Projeto : Tese de mestrado
Interessado :
Cinconegui
Local :
Rio de Janeiro
07/10/2003
figura :
data :

25,0

ENSAIO DE COMPACTAÇÃO
Amostra :

Tipo :

CIBH - Usina do Estoril - BH-MG

Prof.: Laura Motta

CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO
0
E. Intermediária
10 golpes/camadas
n da Camadas

17,9

COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
ENSAIO

Cápsula n0
Tara (g )

1
34
10,00
20,00
1570,00
4806,30
7882,70
2764,59
1,761
151
160

2
34
10,00
20,00
1570,00
4806,30
7997,40
2823,78
1,799
170 171

3
34
10,00
20,00
1570,00
4806,30
8083,40
2849,04
1,815
173 174

4
34
10,00
20,00
1570,00
4806,30
8107,10
2841,23
1,810
175 176

5
34
10,00
20,00
1570,00
4806,30
8118,80
2816,62
1,794
178 192

32,80

31,40

32,30

39,80

40,80

35,90

P.T.Úmido (g)

288,60

303,50 353,60 289,60 298,60 382,60 419,70 405,30 376,20 397,80

P.T.Seco (g)

262,60

276,00 317,00 260,20 266,00 335,50 370,60 350,80 329,50 340,00

Solo Seco (g)

229,80

244,60 284,70 223,40 226,20 301,20 329,80 312,10 293,60 299,40

Umidade (%)

11,31

11,24

0

Molde N
Diâmetro(cm)
Altura(cm)
Volume(cm3)
P. molde(g)
P.T.Úmido(g)
Solo Seco(g)

Js (g/cm3 )

11,28

w.média (%)

12,86

36,80

13,16

14,41

13,01

34,30

15,64

14,89

15,02

38,70

17,46

15,91

16,18

6

40,60

19,31

17,61

2,00
y = -0,0035x2 + 0,1067x + 1,0052
R2 = 0,9988

1,95

3

Peso esp. aparente seco (g/cm )

1,90
1,85
1,80
1,75
1,70
1,65
1,60

wot = 15,2

1,55
1,50
5,0

7,0

9,0

11,0

13,0

15,0

17,0

19,0

21,0

23,0

Umidade ( % )

COPPE/UFRJ
LABORATÓRIO DE GEOTECNIA
Projeto : Tese de mestrado
Interessado :
Cinconegui
Local :
Rio de Janeiro
15/03/2004
figura :
data :

25,0

ENSAIO DE COMPACTAÇÃO
Amostra :

Tipo :

CMBH - Usina do Estoril - BH-MG

Prof.: Laura Motta

CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO
0
E. Modificada
10 golpes/camadas
n da Camadas

37,5

COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
ENSAIO

Cápsula n0
Tara (g )

1
34
10,00
20,00
1570,00
4809,80
7980,30
2861,91
1,823
162
163

2
S/ Nº
10,00
20,00
1570,00
4639,50
7948,10
2923,09
1,862
152 154

3
49
10,00
20,00
1570,00
4954,90
8323,20
2923,15
1,862
175 176

4
34
10,00
20,00
1570,00
4809,40
8168,50
2863,15
1,824
173 174

5
S/N
10,00
20,00
1570,00
4639,50
7950,60
2776,75
1,769
168 170

38,70

32,00

41,80

40,80

39,90

38,80

P.T.Úmido (g)

261,70

251,00 281,30 284,00 306,40 312,60 283,50 281,80 272,20 321,40

P.T.Seco (g)

240,80

228,90 253,70 255,00 271,30 276,40 248,30 244,50 234,80 274,40

Solo Seco (g)

202,10

196,90 211,90 217,20 230,50 237,70 208,40 210,10 196,00 242,20

Umidade (%)

10,34

11,22

0

Molde N
Diâmetro(cm)
Altura(cm)
Volume(cm3)
P. molde(g)
P.T.Úmido(g)
Solo Seco(g)

Js (g/cm3 )

10,78

w.média (%)

13,03

37,80

13,35

15,23

13,19

38,70

15,23

16,89

15,23

34,40

17,75

19,08

17,32

6

32,20

19,41

19,24

2,00
y = -0,0037x2 + 0,1047x + 1,1253
R2 = 0,9976

1,95

3

Peso esp. aparente seco (g/cm )

1,90
1,85
1,80
1,75
1,70
1,65
1,60

Wot = 14,1

1,55
1,50
5,0

7,0

9,0

11,0

13,0

15,0

17,0

19,0

21,0

23,0

Umidade ( % )

COPPE/UFRJ
LABORATÓRIO DE GEOTECNIA
Projeto : Tese de mestrado
Interessado :
Cinconegui
Local :
Rio de Janeiro
25/09/2003
figura :
data :

25,0

ENSAIO DE COMPACTAÇÃO
Amostra :

Tipo :

MIBH - Usina do Estoril - BH-MG

Prof.: Laura Motta

CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO
0
E. Modificada
10 golpes/camadas
n da Camadas

37,5

COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
ENSAIO

Cápsula n0
Tara (g )

1
S/ Nº preto
10,00
20,00
1570,00
4639,20
7730,30
2696,55
1,718
100
109

2
49
10,00
20,00
1570,00
4954,90
8131,80
2736,22
1,743
150 154

3
34
10,00
20,00
1570,00
4808,10
8052,00
2753,35
1,754
175 177

4
S/n
10,00
20,00
1570,00
4639,20
7859,00
2720,80
1,733
176 178

5
34
10,00
20,00
1570,00
4808,10
8000,00
2672,34
1,702
113 121

62,00

64,70

42,10

40,80

38,70

65,80

P.T.Úmido (g)

403,00

420,80 239,60 260,20 266,20 253,10 234,30 243,90 420,80 351,20

P.T.Seco (g)

360,00

374,80 212,20 228,80 230,80 221,80 205,00 210,60 361,80 304,20

Solo Seco (g)

298,00

310,10 170,10 195,00 190,00 184,10 166,30 174,70 296,00 248,00

Umidade (%)

14,43

14,83

0

Molde N
Diâmetro(cm)
Altura(cm)
Volume(cm3)
P. molde(g)
P.T.Úmido(g)
Solo Seco(g)

Js (g/cm3 )

14,63

w.média (%)

16,11

33,80

16,10

18,63

16,11

37,70

17,00

17,62

17,82

35,90

19,06

19,93

18,34

6

56,20

18,95

19,44

2,00
y = -0,0074x2 + 0,2509x - 0,3623
R2 = 0,9347

1,95

3

Peso esp. aparente seco (g/cm )

1,90
1,85
1,80
1,75
1,70
1,65
1,60

Wot = 17,0

1,55
1,50
5,0

7,0

9,0

11,0

13,0

15,0

17,0

19,0

21,0

23,0

Umidade ( % )

COPPE/UFRJ
LABORATÓRIO DE GEOTECNIA
Projeto : Tese de mestrado
Interessado :
Cinconegui
Local :
Rio de Janeiro
25/09/2003
figura :
data :

25,0

ENSAIO DE COMPACTAÇÃO
Amostra :

Tipo :

MMBH - Usina do Estoril - BH-MG

Prof.: Laura Motta

CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO
0
E. Modificada
10 golpes/camadas
n da Camadas

37,5

COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
ENSAIO

Cápsula n0
Tara (g )

1
S/ Nº preto
10,00
20,00
1570,00
4639,20
7800,00
2784,80
1,774
160
165

2
49
10,00
20,00
1570,00
4954,90
8225,40
2837,14
1,807
158 164

3
34
10,00
20,00
1570,00
4808,10
8090,90
2802,56
1,785
153 159

4
S/n
10,00
20,00
1570,00
4639,20
7909,70
2766,20
1,762
156 168

5
34
10,00
20,00
1570,00
4808,10
7996,90
2654,64
1,691
162 163

31,40

43,30

41,20

33,50

40,70

38,70

P.T.Úmido (g)

288,50

270,20 288,20 286,20 253,10 235,80 266,20 247,70 318,10 280,80

P.T.Seco (g)

257,70

243,40 255,20 252,60 221,00 207,50 231,40 215,50 271,70 238,80

Solo Seco (g)

226,30

200,10 214,00 222,10 187,50 165,00 190,70 176,80 233,00 206,60

Umidade (%)

13,61

13,39

0

Molde N
Diâmetro(cm)
Altura(cm)
Volume(cm3)
P. molde(g)
P.T.Úmido(g)
Solo Seco(g)

Js (g/cm3 )

13,50

w.média (%)

15,42

30,50

15,13

17,12

15,27

42,50

17,15

18,25

17,14

38,70

18,21

19,91

18,23

2,00

6

32,20

20,33

20,12

y = -0,0055x2 + 0,1732x + 0,4483
R2 = 0,9914

1,95

3

Peso esp. aparente seco (g/cm )

1,90
1,85
1,80
1,75
1,70
1,65
1,60

Wot = 15,7

1,55
1,50
5,0

7,0

9,0

11,0

13,0

15,0

17,0

19,0

21,0

23,0

Umidade ( % )

COPPE/UFRJ
LABORATÓRIO DE GEOTECNIA
Projeto : Tese de mestrado
Interessado :
Cinconegui
Local :
Rio de Janeiro
25/09/2003
figura :
data :

25,0

Anexo 4
Módulo de Resiliência Composto
Planilhas

97 0.103 0.97592965 -2.38469 -8.94338 -7.67364877 -2.034 0.33 -0.45767 -8.069 0.4719057 b2 1.000387 0.29 0.103 0.069 0.034 0.46 14.000639 0.27302629 -1.137 0.000577 0.51 3.97592965 -2.02 14.000354 0.103 0.75934 -7.000423 0.021 0.86323284 -3.103 0.68838 -8.02 -0.174414 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 36 4 -1 30 -18 -21 -8 -37 -20 -54 -38 -11 -46 -1 28 -8 28 68 124 13 -5 28 -26 -35 6 -41 -32 -12 -40 -20 -24 -18 31 -5 25 72 59 7 1 39 -5 -6 -10 -30 -16 -14 -23 -4 -37 -6 33 21 49 81 104 48 24 84 -1 -7 49 -18 -21 -39 -32 4 -19 16 47 -11 57 80 104 39 29 59 -8 -10 31 -26 -2 8 -26 -2 -24 1 44 14.57987911 -1.27302629 -1.35 0.59293 -7.00093 0.86323284 -3.034 0.034 0.03 6.35 0.86 0.06792 -8.27425 -7.275 0.95 32.03 13.000319 0.00036 0.062 0.000659 0.93 2.275 0.034 0.66481 -9.65 4.27302629 -1.38139475 -3.27302629 -1.62 13.38139475 -2.20 -0.98777435 -3.38139475 -3.103 0.034 0.67364877 -2.86 0.73 25.069 0.48 8.051 0.069 0.85709 -8.069 0.069 0.137 0.19418321 -2.000105 0.08 -0.98777435 -1.97592965 -2.000965 0.103 0.58 10.97592965 -2.00317 -8.137 0.55 -0.062 0.27302629 -1.81791 -3.10 -0.062 0.97132 -7.42 -0.38139475 -2.29098418 -0.10508 -7.88673193 -3.21292 -6.000691 0.01 32.034 0.137 0.52 17.05 0.35561 -6.32 12.137 0.06091 -8.86323284 -3.206 0.88673193 -3.98777435 -1.000632 0.23 0.55402 -7.98777435 -1.97 0.137 0.88673193 -3.89662 -9.11 0.33 2.11355 -6.98777435 -3.021 0.86323284 -3.33 1.27302629 -1.28755 -6.001138 0.01149 -7.36662 -8.01 0.95758 -7.90976 -7.86433016 -2.42188 -7.44732 -8.21 7.98777435 -1.27302629 -1.000255 0.000898 0.051 0.52 1.034 0.27302629 -1.27302629 -2.103 0.051 0.27302629 -2.155 0.14 0.13 0.021 0.001228 0.63 11.000062 0.07 -0.38139475 -2.103 0.051 0.137 0.103 0.000785 0.67364877 -2.034 0.54 -0.00108 0.000372 0.27302629 -2.174414 -1.87 5.67585 -9.021 0.00021 0.67364877 -2.051 0.000388 0.57987911 -2.38139475 -2.27302629 -2.001275 0.38139475 -3.83079 -7.67364877 -1.51 1.97592965 -2.000583 0.021 0.57987911 -2.206 0.000391 0.062 0.97923 -7.08 3.43369 -8.91 3.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MSIRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.22 -0.000858 0.98777435 -1.51 0.02555 -9.000839 0.30 8.000801 0.137 0.38139475 -2.15 -0.000185 0.92941 -7.137 0.069 0.000909 0.86 0.66222 -7.000343 0.44 0.77061 -7.19418321 -2.206 0.67364877 -2.021 0.98777435 -1.000427 0.206 0.174414 -1.000953 0.62 5.43 0.94621 -7.86323284 -3.86323284 -3.000737 0.67364877 -2.17006 -7.11 -0.069 0.97592965 -2.86433016 -2.034 0.88 15.02 0.98 5.16 21.000553 0.33 -0.051 0.97592965 -2.31 10.000524 0.31 2.47171 -8.98777435 -1.09048 -8.051 0.021 0.64 0.069 0.73 23.38139475 -3.71 -0.02 1.86323284 -3.62586 -8.38139475 -2.57987911 -1.46 -0.85 -0.103 0.02 0.069 0.26643 -7.000189 0.57987911 -2.412 0.77764 -7.47515 -7.70 -0.001227 0.86 16.96588968 K1 = 1/k1 528 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.08330 -6.38139475 -3.94621 -7.69 -0.05 -0.000684 0.85193 -7.86323284 -3.57 -0.67364877 -2.041 0.000178 0.051 0.00116 0.62586 -8.000216 0.19418321 -2.051 0.37 15.67 17.27302629 -1.001043 0.041 0.021 0.137 0.98777435 -1.27302629 -2.000504 0.27302629 -2.000122 0.76814 -7.000389 0.034 0.45 1.98777435 -1.95590 -7.10 23.021 0.97778 -7.000077 0.78062089 -3.103 0.67364877 -2.46 3.051 0.034 0.000127 0.42 16.97592965 -2.000375 0.021 0.069 0.01 0.10 -0.57987911 -2.78062089 -3.021 0.33 2.86433016 -2.82 23.27302629 -2.14983 -6.33 19.75873 -7.97 -0.86323284 -3.29098418 -0.021 0.86565 -7.000833 0.45 3.86 10.98777435 -1.27302629 -1.412 0.174414 -1.27737 -8.67364877 -2.18 -0.069 0.01 0.041 0.069 0.29098418 -0.53 -0.38139475 -3.51221 -7.00022 0.93219 -7.27302629 -1.034 0.04 36.56 -0.000679 0.27 10.22 2.67364877 -2.32479 -6.86323284 -3.01534 -6.103 0.27302629 -2.45 1.25 0.051 0.38139475 -2.27302629 -2.069 0.57987911 -1.000419 0.77848 -7.206 0.00035 0.069 0.03 11.86323284 -3.103 0.309 0.27302629 -1.98777435 -1.021 0.000066 0.13 0.67364877 -1.53 4.98777435 -1.48 1.88592 -8.36820 -6.15622 -6.60 14.021 0.51 -0.309 0.74 -0.07 -0.38139475 -3.67364877 -1.15 15.27302629 -3.98777435 -1.09 0.07931 -7.97592965 -2.44 1.27302629 -2.86323284 -3.000833 0.069 0.137 0.59515 -8.86323284 -3.98777435 -1.034 0.137 0.86323284 -3.275 0.103 0.206 0.000173 0.57987911 -1.069 0.000852 0.062 0.99 2.206 0.97592965 -2.78 9.000327 0.97592965 -2.29 -0.155 0.58 0.4719057 1.51719 -7.17 0.309 TeseCinconeguiAnexosMSIRJ (2) Ha 0.86323284 -3.70318 -9.67364877 -2.27302629 -1.000201 0.051 0.53699 -7.309 0.38 -0.70 3.86323284 -3.2385891 2 R = 0.97 15.15 -0.309 0.50 -0.021 0.05032 -9.88858 -7.137 0.29489 -6.000114 0.67 20.0002 0.67364877 -1.73 13.069 0.000126 0.27302629 -2.137 0.70 0.103 0.97592965 -2.78 1/2 .78062089 -3.47 -0.000376 0.78062089 -3.00078 0.069 0.63 0.75 6.44023 -7.88 1.98777435 -1.89 -0.98777435 -1.19418321 -2.034 0.021 0.97592965 -2.26 -0.000814 0.051 0.38 0.70 -0.88592 -7.021 0.50 19.16394 -8.38139475 -3.84680 -7.67 6.206 0.23858915 k1 k2 k3 0.38 -0.17 11.051 0.75 18.001147 0.09 0.051 0.45 9.021 0.86323284 -3.069 0.103 0.103 0.57987911 -2.412 0.34745 -7.67364877 -2.174414 -1.41 -0.021 0.051 0.155 0.23 -0.103 0.78062089 -3.98777435 -3.72 12.2683745 b1 -0.103 0.2386 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 250 186 165 270 184 163 255 186 182 228 202 206 265 262 266 324 309 323 339 195 160 268 176 149 270 182 171 271 200 198 287 246 269 327 306 327 273 190 167 279 197 179 254 193 186 268 217 213 274 257 272 353 330 336 318 230 190 324 201 177 313 204 181 244 208 222 291 280 286 321 338 336 318 222 194 298 195 174 295 197 200 291 214 216 286 264 282 -9.069 0.87 19.38139475 -3.19418321 -2.67364877 -2.034 0.38139475 -2.86323284 -3.000591 0.000257 0.103 0.051 0.412 0.137 0.103 V d (kgf/cm2) 0.63373 -8.24 21.09048 -6.000237 0.137 0.103 0.103 0.66 18.000163 0.069 0.97592965 -2.79 0.67364877 -2.47 -0.98777435 -3.63 3.20 1.86323284 -3.000084 0.103 0.000302 0.137 0.069 0.155 0.34 11.4719 K3 = 1-k3 -0.27302629 -2.98033 -7.97592965 -2.137 0.67364877 -2.000354 0.59 0.000283 0.034 0.67364877 -2.001895307 -0.43 1.88 11.82 -0.67364877 -2.206 0.034 0.000631 0.35 22.72176 -7.103 0.001094 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.051 0.041 0.28 1.000567 0.051 0.103 0.46840 -7.02541 -6.069 0.38139475 -2.97592965 -2.14 -0.000359 0.021 0.50015 -7.051 0.000066 0.97592965 -2.66 -0.88 24.04 12.103 0.88673193 -3.86433016 -2.70 5.03 0.57987911 -1.001261 0.76 8.000998 0.36 -0.069 0.67364877 -1.28 10.66 -0.275 0.17 10.27302629 -2.38139475 -2.27302629 -1.034 0.67364877 -2.034 0.86433016 -2.85 15.000889 0.57 2.206 0.97592965 -2.90 21.32 0.45 2.155 0.38139475 -3.86323284 -3.97592965 -2.103 0.67364877 -2.85451 -7.137 0.29098418 -0.97592965 -2.27302629 -2.137 0.57376 -7.70237 -9.28 8.49 -0.03 -0.98777435 -1.103 0.36 -0.12965 -6.27302629 -2.103 0.137 0.000774 0.041 0.16155 -7.000376 0.000533 0.67364877 -2.

27302629 -2.97592965 -2.33 11.40 22.81 8.000567 182 0.309 0.137 0.97592965 -2.95 2.25 17.97592965 -2.00008 263 0.86323284 -3.78062089 -3.29098418 -0.103 0.38139475 -3.000307 225 0.051 0.41 14.000181 227 0.041 0.000428 320 0.02 9.73787 -7.021 0.155 0.67364877 -1.001269 325 0.000821 251 0.19418321 -2.034 0.27302629 -1.000658 208 0.95 4.37 19.16 -0.81657 -7.55 5.000217 235 0.45940 -7.98777435 -3.66 21.51 -0.000286 241 0.59 -0.034 0.001142 271 0.45 -0.33 -0.86323284 -3.09 28.98777435 -1.27302629 -2.67364877 -2.26 0.49 17.000887 310 0.38139475 -3.001097 282 0.98777435 -1.92 0.0.26 15.000647 159 0.77497 -7.001012 204 0.86433016 -2.77 -0.034 0.98 17.001294 318 0.000316 218 0.137 0.000084 250 0.137 0.000671 204 0.069 0.98777435 -1.103 0.051 0.97592965 -2.38 10.041 0.24 13.67364877 -2.000204 250 0.79 3.069 0.58 7.04 -0.94858 -7.12 -0.034 0.103 0.60 1.49739 -7.98777435 -1.64 0.65389 -1.000371 186 0.56 -0.67364877 -2.86323284 -3.021 0.051 0.103 0.051 0.412 0.97 -0.50559 -7.38139475 -3.069 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78062089 -3.86323284 -3.309 0.137 0.67364877 -2.069 0.27302629 -2.000152 0.78 0.11110 -6.83 0.27302629 -3.062 0.000337 0.99877 -7.000787 0.07027 -8.000312 0.103 0.000463 0.65 26.28 0.15 0.034 0.000546 0.54 1.05 -0.57987911 -1.034 0.137 0.000486 0.38139475 -3.75 -0.001189 0.35 4.000286 0.38 -0.97592965 -2.78062089 -3.99840 -7.97592965 -2.23 -0.86323284 -3.27302629 -1.000264 0.103 0.137 0.034 0.57987911 -2.71 17.4553271 b2 1.034 0.27302629 -1.07 2.27302629 -1.27302629 -1.103 0.92 1.97592965 -2.38139475 -2.27302629 -2.57987911 -2.27302629 -1.86323284 -3.021 0.98777435 -1.67364877 -2.000065 0.103 0.48 0.23054 -8.051 0.31425 -7.38139475 -3.18219 -6.103 0.99 25.63 0.103 0.28 -0.69184 -9.174414 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 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-0.86323284 -3.97 1.76 5.000306 0.97592965 -2.069 0.000495 0.03 -0.04719 -7.50 -0.11 1.29098418 -0.051 0.14728 -8.19 -0.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MSMRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.33 16.000521 0.174414 -1.75 -1.021 0.034 0.16 0.50 31.051 0.000161 0.137 0.86 6.98777435 -1.98777435 -1.42 -0.64112 -8.61 0.49 14.98777435 -1.02 -0.021 0.137 0.041 0.67364877 -2.29342 -6.44 0.26300 -8.000148 0.051 0.04719 -9.17 -0.08 -0.27302629 -2.67364877 -2.84522 -8.034 0.29098418 -0.103 0.51 -1.38139475 -3.051 0.89 4.88673193 -3.000651 0.47 1.06 0.11503 -8.103 0.103 0.95066 -7.80 0.000554 0.155 0.000718 0.50230 -7.103 0.00085 0.75926 -7.25 16.96588968 K1 = 1/k1 563 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.06 -0.051 0.86323284 -3.97592965 -2.05 13.2550342 2 R = 0.27302629 -2.01 3.27302629 -1.069 0.27302629 -2.051 0.33 9.021 0.23904 -8.67364877 -1.98777435 -1.069 0.95570 -7.67364877 -2.38139475 -3.000356 0.86323284 -3.000725 0.02 0.19418321 -2.67364877 -2.137 0.53 22.155 0.27302629 -1.97592965 -2.051 0.021 0.52 2.38139475 -2.041 0.001087 0.103 0.98777435 -1.43 1.97592965 -2.83450 -7.48279 -7.28463 -6.86323284 -3.000207 0.27302629 -1.000964 0.051 0.034 0.11 9.98777435 -1.42 6.97592965 -2.67 27.19 -0.97592965 -2.20 15.3335162 b1 -0.069 0.44 20.40879 -8.00032 0.80 10.75 -0.38139475 -2.069 0.041 0.021 0.91 4.97592965 -2.103 0.15952 -7.80 0.000178 0.25 15.43 -0.30 0.38 21.103 0.38139475 -3.021 0.27302629 -2.27302629 -2.29372 -8.051 0.33 6.137 0.05 16.069 0.103 0.206 0.412 0.90 -0.309 0.97592965 -2.42 4.70 -0.86323284 -3.93777 -7.27302629 -2.21709 -9.69 1.96010 -7.99 1.67364877 -2.001076 0.19418321 -2.86323284 -3.137 0.275 0.97592965 -2.61 12.000149 0.000958 0.76 14.46 1.069 0.86323284 -3.98777435 -1.069 0.57987911 -1.103 0.051 0.051 0.73 16.78062089 -3.000869 0.72 9.12 20.41 10.67364877 -1.000894 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.26 36.19418321 -2.103 0.000176 0.041 0.82405 -7.137 0.86323284 -3.069 0.000058 0.27302629 -2.67364877 -2.94 14.000171 0.31 4.27302629 -2.59890 -8.80 10.103 0.68 1.137 0.86433016 -2.58 13.29098418 -0.80 7.96 0.03 0.05 37.38139475 -3.97592965 -2.37 18.000949 0.137 0.98777435 -1.062 0.98777435 -1.45 -0.51840 -7.000701 0.38139475 -2.73 -0.97592965 -2.412 0.58 -0.86323284 -3.275 0.92 1.000098 0.46 0.00007 0.17 17.10743 -6.206 0.79692 -7.000913 0.000157 0.001241 0.63 9.000721 0.001077 0.062 0.34 34.31572 -7.82433 -9.48 11.000441 0.01980 -3.38139475 -2.86323284 -3.48936 -7.98777435 -1.000543 0.97592965 -2.06 8.00021 0.00032 0.81830 -8.000501 0.98777435 -1.021 0.32 0.86323284 -3.034 0.99543 -7.034 0.98777435 -1.000763 0.67364877 -1.000082 0.42 -0.26 18.174414 -1.57987911 -1.062 0.32657 -7.000559 0.97592965 -2.02 1.069 0.206 0.00027 0.069 0.19418321 -2.155 0.81156 -7.07 -0.103 0.86433016 -2.61095 -8.27302629 -1.000394 0.38139475 -2.45 16.29048 -6.103 0.000357 0.000285 0.86433016 -2.206 0.10 0.206 0.069 0.000695 0.08569 -8.309 0.67364877 -2.67 -0.069 0.67364877 -2.99 0.67364877 -2.16 1.275 0.91 1.97592965 -2.00011 0.4553 K3 = 1-k3 -0.021 0.38139475 -3.38139475 -3.000444 0.19511 -9.33905 -7.11173 -7.034 0.15 -0.069 0.103 0.000819 0.76 9.412 0.021 0.62930 -7.27160 -8.25503419 k1 k2 k3 0.103 0.103 0.57987911 -2.81 0.35 -1.98777435 -1.034 0.88673193 -3.98777435 -3.034 0.27302629 -1.034 0.137 0.000816 0.38139475 -2.034 0.00076 0.000353 0.57987911 -2.35 11.137 0.32 0.64503 -8.000665 0.63373 -8.83358 -9.31 0.42192 -6.000401 0.18 -0.034 0.27302629 -2.000682 0.069 0.000129 0.75 -0.034 0.73464 -9.94904 -7.000276 0.79163 -8.50 -0.021 0.37 -1.000242 0.67364877 -2.08449 -7.021 0.86 0.86323284 -3.67364877 -2.137 0.43 27.46840 -7.38139475 -2.021 0.103 0.27302629 -2.103 0.27 22.01 17.17825 -6.11 -0.67364877 -2.206 0.05 0.00 0.01 10.54 42.2550 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 323 233 199 309 212 189 298 212 197 261 229 226 292 270 287 343 337 332 256 172 155 264 168 158 251 186 178 282 201 217 289 271 290 348 336 347 300 230 194 315 216 198 317 222 216 285 245 246 306 300 323 385 379 379 362 270 225 370 242 206 325 232 223 329 252 246 337 303 321 408 381 383 396 277 230 347 241 208 342 234 221 333 252 242 343 310 346 -9.04 5.103 0.98777435 -1.000092 0.82155 -8.174414 -1.22 0.84572 -7.98777435 -3.137 0.00068 0.034 0.45 12.069 0.94058 -7.73411 -7.051 0.309 TeseCinconeguiAnexosMSMRJ (2) Ha 0.98777435 -1.97592965 -2.23956 -7.71969 -7.001775779 -0.57987911 -1.137 0.103 V d (kgf/cm2) 0.000411 0.51289 -8.27302629 -2.137 0.38 -0.137 0.275 0.38139475 -3.000245 0.155 0.57987911 -1.42 7.55976 -8.67364877 -2.021 0.206 0.56702 -8.36 -0.27302629 -2.94442 -7.51840 -7.069 0.67364877 -2.137 0.19418321 -2.000686 0.67364877 -2.27302629 -1.97592965 -2.069 0.069 0.67364877 -1.27302629 -1.206 0.000598 0.27302629 -1.75507 -8.41 -0.32 -0.04 -0.88673193 -3.041 0.80 4.47 8.09193 -7.19 1/2 .051 0.86323284 -3.021 0.000336 0.069 0.22 0.83916 -7.03 3.98777435 -3.12 -0.20 0.86323284 -3.67364877 -1.67364877 -2.4553271 1.86433016 -2.000239 0.60 5.021 0.021 0.22934 -6.04817 -8.000837 0.021 0.021 0.58 8.051 0.051 0.069 0.27302629 -2.000325 0.89 23.56 0.

18 17.86433016 -2.86323284 -3.86323284 -3.000898 229 0.38139475 -2.051 0.034 0.069 0.97592965 -2.62 -1.27302629 -2.57987911 -1.000362 378 0.10 -0.99543 -7.38 2.137 0.021 0.91 1.14908 -7.051 0.24 0.000068 309 0.27 0.27302629 -2.27302629 -1.069 0.103 0.000248 278 0.98777435 -1.76 1.000746 369 0.000166 247 0.26 -0.76 4.000179 285 0.034 0.97592965 -2.73411 -7.137 0.67364877 -2.000537 192 0.65663 -8.27302629 -2.42644 -7.83543 -9.000238 290 0.24603 -8.137 0.22247 -8.062 0.137 0.137 0.24 -0.27302629 -1.103 0.000694 223 0.000064 328 0.78062089 -3.04 14.27302629 -1.38139475 -2.137 0.57987911 -2.97592965 -2.206 0.000656 314 0.96619 -7.35 -0.021 0.000347 395 0.40 -0.174414 -1.29098418 -0.98777435 -1.000768 202 0.97592965 -2.28172 -8.97592965 -2.52765 -7.56324 -8.412 TeseCinconeguiAnexosMSMRJ (2) 0.069 0.98777435 -1.77526 -7.27302629 -2.88673193 -3.08541 -7.90286 -7.309 0.65 15.000278 223 0.062 0.137 0.31 25.000291 354 0.000088 386 0.67364877 -1.034 0.98777435 -1.91882 -7.206 0.062 0.06 5.08 7.137 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Padrão 63.48 29.069 0.206 0.137 0.75 0.021 0.59600 -8.38139475 -2.11 22.81 -0.38139475 -2.27302629 -2.27302629 -1.021 0.38139475 -2.97592965 -2.27302629 -1.38139475 -3.412 0.48401 -7.000305 338 0.137 0.74 22.155 0.98363 -9.000191 215 0.000736 374 0.00047 219 0.52394 -8.000713 386 0.103 0.97592965 -2.051 0.26163 -8.000095 358 0.38 -0.32 2/2 .67364877 -2.03 3.206 0.051 0.26 0.034 0.98777435 -1.103 0.57987911 -1.67364877 -2.103 0.19 -0.49 1.20078 -6.00028 246 0.81518 -7.137 0.103 0.98777435 -1.40 4.00042 245 0.13 -0.13876 -9.07 0.29098418 -0.53887 -8.021 0.07 14.062 0.67364877 -2.00054 191 0.08 -0.000327 190 0.14219 -7.21 -0.069 0.137 0.94 35.63 13.75 15.309 0.137 0.07 -0.81156 -8.051 0.137 0.069 0.86323284 -3.000578 178 0.67364877 -2.63 25.67364877 -1.77246 -8.412 0.44732 -7.97592965 -2.19145 -6.98777435 -3.86323284 -3.206 0.98777435 -1.069 0.103 0.71 0.77 -0.051 0.29098418 -0.103 0.47 0.98777435 -1.19418321 -2.000113 301 0.137 0.54 1.94904 -7.137 0.01534 -8.38139475 -2.041 0.18072 -7.000184 277 0.155 0.67364877 -2.27302629 -2.001119 368 0.38139475 -2.50 0.53 -0.000675 305 0.31 13.06 -0.86433016 -2.30 1.50 -0.67364877 -2.103 0.021 0.59600 -8.412 0.034 0.54 20.33817 -8.206 0.000987 313 0.86323284 -3.18 -0.88673193 -3.67364877 -1.50 20.86323284 -3.021 0.03 1.034 0.50 -0.000688 225 0.13 0.

000358 0.021 0.66 1.30 0.78062089 -3.88 3.069 0.001134 0.069 0.98777435 -1.051 0.137 0.412 0.36 23.069 0.4697 K3 = 1-k3 -0.20 1.08 9.45 -0.91 7.27302629 -1.42188 -7.94 0.27302629 -1.412 0.174414 -1.41 -0.21 38.86323284 -3.27302629 -2.27302629 -2.13215 -8.08 -0.56 -0.25 9.67364877 -2.14983 -8.97592965 -2.77051 -7.86323284 -3.000926 0.021 0.000326 0.92 7.86323284 -3.97592965 -2.000389 0.062 0.65642 -7.94 8.000401 0.000799 0.40 -0.034 0.000254 0.28 0.034 0.034 0.27302629 -2.069 0.000415 0.65 3.103 0.65 -0.47171 -8.52221 -7.56 5.32783 -7.53884 -8.103 0.27302629 -1.27818 -7.84170 -7.35 10.051 0.77 -0.48401 -7.25 18.21 15.38139475 -3.021 0.86323284 -3.67364877 -2.38139475 -3.38139475 -3.000507 0.069 0.000634 0.67364877 -2.67364877 -2.00647 -7.069 0.70 11.000118 0.000643 0.103 0.000985 0.051 0.27302629 -2.021 0.38139475 -3.000518 0.137 0.309 0.051 0.27302629 -1.69 -0.93498 -7.051 0.92287 -7.137 0.67364877 -2.206 0.000422 0.000146 0.23021364 k1 k2 k3 0.24 15.62 -0.069 0.4696671 b2 1.67364877 -2.86 0.051 0.86323284 -3.000681 0.98777435 -1.38469 -8.27302629 -2.000669 0.000781 0.69 6.001108 0.37456 -8.137 0.000868 0.86323284 -3.86323284 -3.103 0.02861 -7.78 28.000906 0.19418321 -2.36 22.29098418 -0.42 12.98777435 -1.57987911 -2.000146 0.27 7.29098418 -0.38139475 -3.86323284 -3.67364877 -1.27302629 -2.137 0.70 10.93 5.062 0.034 0.10013 -6.83 -0.034 0.55 1.000208 0.97592965 -2.97592965 -2.021 0.67364877 -2.32 -0.001774605 -0.19418321 -2.67364877 -2.98464 -7.021 0.000199 0.021 0.000185 0.00086 0.000645 0.96907 -7.09 -0.52221 -7.27302629 -2.051 0.40 23.40 -0.19 20.57987911 -1.000199 0.000208 0.000851 0.29 13.11 21.206 0.27302629 -1.34 10.99 -0.75507 -8.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MMIRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.86323284 -3.02 -0.051 0.103 0.98777435 -1.27302629 -1.97592965 -2.53 -0.21 0.000084 0.75246 -9.98777435 -1.97592965 -2.97592965 -2.38139475 -2.034 0.32 -0.90471 -7.57987911 -2.0002 0.000664 0.14 0.86323284 -3.041 0.67364877 -2.38139475 -3.83190 -7.051 0.27302629 -2.50 -0.021 0.43 1.67364877 -1.98777435 -1.72 1/2 .38 -0.309 0.051 0.103 0.86433016 -2.42 6.155 0.67364877 -1.275 0.069 0.051 0.000127 0.86323284 -3.103 0.57987911 -2.82 -0.97818 -7.27 -0.98777435 -1.67506 -9.275 0.021 0.034 0.05858 -8.034 0.82155 -7.137 0.57987911 -1.05742 -6.103 0.31 8.137 0.051 0.97592965 -2.08 0.021 0.137 0.034 0.000835 0.38 0.137 0.50 -0.47 -0.78 8.97132 -7.67364877 -2.10 10.28 -0.000657 0.062 0.87626 -3.31 -0.069 0.94 26.30612 -7.67364877 -2.103 0.31 0.103 0.54 -0.48 14.82 19.97592965 -2.000764 0.041 0.97592965 -2.78062089 -3.069 0.81335 -7.4696671 1.069 0.98777435 -1.50 -0.001262 0.000072 0.27302629 -2.86433016 -2.97592965 -2.37 0.85967 -8.000362 0.02 0.08541 -9.98777435 -3.98777435 -1.67364877 -2.2302136 2 R = 0.98777435 -1.88673193 -3.27302629 -1.67364877 -2.137 0.29 20.68 13.103 0.86323284 -3.206 0.85193 -7.86323284 -3.38139475 -2.97592965 -2.27302629 -2.309 TeseCinconeguiAnexosMMIRJ (2) Ha 0.33 0.78062089 -3.137 0.137 0.069 0.103 0.10 -0.38 9.83 -0.021 0.65 2.034 0.06910 -6.137 0.86433016 -2.07 2.38139475 -3.98777435 -1.19418321 -2.84425 -9.174414 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 68 13 11 -18 -22 -16 -1 -32 -20 -18 -41 -10 -42 -19 25 -19 25 55 27 -5 -14 37 -36 -34 -33 -52 -34 -32 -53 -22 -63 -24 29 -25 21 53 24 10 -14 17 -26 -30 -20 -49 -36 -25 -49 -8 -24 -15 39 -1 42 81 49 6 -16 53 -41 -32 -20 -36 -28 -25 -47 -4 -39 -9 27 -20 35 92 139 48 27 107 -1 -7 73 -17 -16 35 -45 6 -29 2 46 23.174414 -1.40 0.000254 0.021 0.11 1.000203 0.67364877 -1.97592965 -2.43 4.36346 -8.97592965 -2.98777435 -1.034 0.04932 -7.155 0.28 6.021 0.46 0.001099 0.66 3.98777435 -1.81883 -7.103 0.19 7.103 0.09701 -7.034 0.97592965 -2.26 0.000808 0.000362 0.103 0.67364877 -2.05 10.27302629 -2.27302629 -1.67364877 -1.19418321 -2.206 0.137 0.00022 0.000793 0.12095 -6.54 25.57987911 -2.000562 0.98777435 -1.000414 0.67364877 -2.137 0.04483 -7.001032 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.81 7.27302629 -2.80520 -7.38139475 -2.24 0.77 10.86323284 -3.67364877 -2.38139475 -2.051 0.85967 -9.37286 -8.67 -0.137 0.88673193 -3.000932 0.000825 0.34 19.27302629 -1.26 -0.88673193 -3.000112 0.38139475 -2.174414 -1.81 9.00087 0.051 0.051 0.034 0.95 5.39 -0.001055 0.15 -0.63 16.000077 0.27 -0.04702 -8.78 9.33 13.47797 -7.88673193 -3.17 8.95 1.103 0.21700 -6.000058 0.78723 -7.68 15.77 -0.206 0.75 -0.97592965 -2.15494 -6.206 0.38139475 -2.27302629 -1.137 0.45 21.61 -0.78200 -9.00021 0.39 6.000579 0.78964 -7.97592965 -2.103 0.98777435 -3.206 0.78062089 -3.86323284 -3.051 0.86323284 -3.051 0.051 0.034 0.137 0.43 -0.57 -0.67364877 -2.103 0.137 0.29195 -6.103 0.000393 0.206 0.000392 0.56554 -7.72 16.57987911 -2.83190 -7.51719 -8.034 0.43 12.69 9.069 0.67385 -8.412 0.155 0.103 0.000247 0.021 0.3341775 b1 -0.155 0.00127 0.103 0.137 0.47797 -7.28 -0.00034 0.78 0.021 0.069 0.103 0.94 18.38139475 -3.97592965 -2.39 0.63 2.069 0.67364877 -2.041 0.34937 -8.21 0.25 9.103 0.67364877 -2.34 -0.27302629 -2.45 -0.000808 0.92387 -7.59 7.000386 0.84 0.26163 -8.38139475 -2.86323284 -3.041 0.38 22.46840 -7.92387 -7.53 -0.000861 0.97 20.57 13.27302629 -2.96588968 K1 = 1/k1 564 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.57 5.16 -0.021 0.206 0.82 26.42 -0.13 -0.45421 -8.56 -0.034 0.069 0.10 17.50230 -7.86323284 -3.17694 -6.069 0.309 0.000346 0.31 0.051 0.00055 0.034 0.85421 -7.27302629 -1.27302629 -3.021 0.65 -0.98777435 -3.83 0.103 0.98656 -7.27302629 -2.069 0.001168 0.08808 -8.000627 0.12095 -6.19 0.000785 0.041 0.66874 -9.38139475 -2.27302629 -1.49 29.17 -0.103 0.206 0.21 0.86323284 -3.000473 0.275 0.069 0.27302629 -1.137 0.00138 -8.19418321 -2.29098418 -0.06 -0.00039 0.50015 -7.412 0.98777435 -1.82 18.000171 0.98777435 -3.59 -0.275 0.069 0.069 0.25483 -7.03 0.84 6.84936 -7.103 0.50559 -8.000553 0.97592965 -2.27302629 -1.000335 0.309 0.062 0.30 0.021 0.27818 -7.67364877 -2.97592965 -2.11 13.57987911 -1.000734 0.034 0.000308 0.021 0.34626 -6.069 0.86433016 -2.069 0.069 0.034 0.16 -0.98777435 -1.35 -0.103 0.76 0.68 11.021 0.103 0.38139475 -3.43 23.78062089 -3.000386 0.21 0.069 0.86433016 -2.001093 0.83 10.2302 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 292 205 185 233 191 178 276 203 194 279 212 221 285 260 279 331 323 326 250 186 161 288 177 160 243 183 180 265 201 209 264 255 283 325 319 324 247 202 161 268 187 164 256 186 178 272 205 222 303 264 293 349 340 353 273 197 158 304 172 162 256 199 186 272 206 227 288 270 281 330 333 363 362 240 201 358 212 187 349 218 197 332 209 237 298 281 299 -9.000095 0.97 18.174414 -1.31723 -7.25 0.74 20.57987911 -1.71 0.103 0.051 0.58700 -7.44 2.103 V d (kgf/cm2) 0.062 0.000369 0.000085 0.38139475 -2.38139475 -3.86323284 -3.00026 0.98777435 -1.59515 -7.01 -0.79 7.38139475 -2.55 -0.29098418 -0.13969 -6.034 0.30973 -6.89 7.57987911 -1.155 0.

021 0.000741 278 0.04 5.86323284 -3.051 0.137 0.51 -0.86323284 -3.97592965 -2.20347 -8.000879 234 0.24 29.63 -0.000605 170 0.41895988 -7.78062089 -3.18088 -6.57987911 -1.27302629 -1.137 0.73329 -7.051 0.051 0.412 0.49 11.021 0.46 22.27302629 -1.05 -0.000341 402 0.0.062 0.000412 333 0.97592965 -2.051 0.27302629 -2.67364877 -2.69 1.97592965 -2.67364877 -2.021 0.86323284 -3.38139475 -2.103 0.78723 -7.97592965 -2.00033 209 0.27302629 -1.29 1.40 0.000668 154 0.069 0.97592965 -2.27302629 -2.98777435 -1.14 20.103 0.98777435 -1.27302629 -2.86323284 -3.051 0.051 0.98777435 -1.062 0.90 15.069 0.38139475 -3.021 0.034 0.86323284 -3.98777435 -1.05 9.25 1.03 -0.137 0.67364877 -2.034 0.103 0.051 0.72 0.000099 343 0.65 1.174414 -1.87 -0.69 19.27 21.46 -1.27302629 -2.069 0.02861 -9.19811 -6.92111 -7.97592965 -2.103 0.12 0.051 0.27302629 -1.97592965 -2.68 6.86323284 -3.069 0.26873 -7.00 16.88992 -7.57987911 -2.021 0. Padrão 63.41028 -8.12 12.57 1.27302629 -1.000155 219 0.069 0.000262 263 0.65 2.069 0.03673 -7.00 0.000195 210 0.80180 -8.275 0.103 0.50 -0.51 10.01642 -7.000519 198 0.000215 237 0.96 7.206 0.103 0.000257 160 0.32 20.04932 -6.00058 178 0.75639 -7.01312 -7.63 -0.27302629 -2.88673193 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 26 63 97 46 19 -18 -24 -31 -17 -25 -42 -23 -45 -52 -2 -43 -1 69 -26 41 91 53 -32 -23 -31 -37 -40 -39 -46 -41 -34 -57 3 -54 -17 33 -20 33 64 30 2 -12 -3 -12 -24 -32 -54 -29 -68 -40 -3 -60 -32 36 -30 19 77 139 57 16 89 -4 10 -30 -13 -6 -48 -33 -3 -42 -6 50 -18 38 96 165 80 36 93 7 4 25 0 7 55 -13 3 3 38 60 52 69 163 Média 6.97592965 -2.021 0.000533 193 0.38139475 -2.051 0.86433016 -2.19418321 -2.001067 290 0.06931 -7.98777435 -1.22 2.000343 201 0.000569 241 0.86323284 -3.000428 320 0.137 0.01 8.86323284 -3.27302629 -1.103 0.00758 -7.05 0.021 0.98777435 -1.27302629 -2.12 0.57987911 -2.59 18.000151 272 0.16 5.000438 235 0.19 -0.000983 314 0.88327 -7.069 0.38 -0.86323284 -3.48279 -7.94 12.44487 -7.27302629 -1.069 0.85 -0.47163 -7.021 0.86323284 -3.27302629 -2.000203 251 0.051 0.137 0.137 0.12854 -9.28 -0.041 0.05 3.67364877 -2.67364877 -2.26 0.33700 -6.27302629 -2.069 0.77209 -7.103 0.65 -0.103 0.67364877 -2.206 0.29 22.32 9.85 12.57987911 -2.43 0.000641 214 0.309 0.27302629 -1.051 0.48478 -8.78062089 -3.062 0.98777435 -1.309 0.000312 330 0.98777435 -3.051 0.069 0.10987 -6.29098418 -0.35 5.97592965 -2.19418321 -2.11848 -8.051 0.27302629 -2.000196 352 0.29098418 -0.51656 -7.27302629 -1.47 -0.98777435 -1.103 0.069 0.46 0.29098418 -0.27302629 -1.0009 229 0.309 0.38139475 -2.76 -0.78112 -9.95 11.137 0.97592965 -2.79621 -9.000415 330 0.46 14.137 0.54 12.71 -0.52 2.021 0.97592965 -2.041 0.174414 -1.67364877 -2.79449 -7.45880 -8.98777435 -1.38139475 -3.08211 -8.14 42.98777435 -1.06 0.57987911 -1.67364877 -1.48 26.12 13.98777435 -1.99 21.103 0.034 0.76814 -7.86323284 -3.98777435 -1.91 19.38139475 -2.67364877 -2.034 0.38139475 -3.83 -0.27302629 -2.89553 -7.051 0.78062089 -3.57987911 -1.12 38.034 0.98777435 -1.103 0.000697 197 0.54251 -7.94 29.00 1.08928 -6.38139475 -3.09 2.20 0.98 3.137 0.72 9.58 -0.67364877 -1.137 0.38139475 -3.38139475 -2.83265 -7.17 1.034 0.80 17.0001 340 0.021 0.000076 276 0.28 8.97 25.19 -0.206 0.000905 228 0.67364877 -2.53 -0.000326 190 0.07251 -7.412 TeseCinconeguiAnexosMMIRJ (2) 0.103 0.37 5.80488 -7.16 25.021 0.034 0.034 0.95066 -7.98777435 -1.73 26.86323284 -3.103 0.26 -0.85967 -7.38 15.069 0.000958 323 0.001226 336 0.155 0.70957 -8.86323284 -3.001135 363 0.97592965 -2.27302629 -1.80 29.05 -0.412 0.83157 -8.67364877 -2.59492 -8.67364877 -1.97592965 -2.23 12.95 0.034 0.95 -0.15 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-0.137 0.03 -0.57 2/2 .90 0.000165 248 0.275 0.275 0.137 0.103 0.000898 173 0.00081 191 0.000378 183 0.27302629 -1.000391 176 0.27302629 -1.00068 201 0.00015 227 0.61 1.000544 189 0.67364877 -2.000881 234 0.70400 -9.88062 -7.50 0.041 0.57987911 -2.412 0.20 -0.27302629 -2.38139475 -3.069 0.000078 269 0.97592965 -2.103 0.38257 -7.67364877 -2.53 -0.63 16.29098418 -0.051 0.000834 247 0.22039 -8.52 -0.021 0.98777435 -3.103 0.14 23.062 0.10 8.051 0.06 1.27302629 -2.66 -0.001181 349 0.103 0.90 11.98777435 -1.103 0.14728 -6.97592965 -2.000313 220 0.10840 -7.38 -0.86433016 -2.41 26.155 0.021 0.81 1.01 1.53 0.98777435 -1.00084 185 0.09288 -6.50 -0.67364877 -2.53699 -7.000409 152 0.137 0.137 0.86323284 -3.90 0.98777435 -3.14 26.137 0.98777435 -1.38139475 -3.034 0.206 0.86433016 -2.103 0.137 0.67364877 -2.412 0.40 -0.034 0.62 -0.069 0.96116 -1.309 0.07 -0.52 1.000274 252 0.206 0.30 16.57987911 -2.67364877 -2.000209 244 0.41 0.44 0.67778 -7.27302629 -2.206 0.103 0.35 2.19 0.18747 -6.88673193 -3.069 0.000756 272 0.60 2.35248 -7.49 24.98777435 -3.38139475 -3.82653 -8.137 0.000363 284 0.92 8.97778 -7.206 0.000383 162 0.000207 246 0.174414 -1.01534 -8.051 0.137 0.27 17.38139475 -2.36 -0.86323284 -3.75507 -8.88673193 -3.103 0.78062089 -3.174414 -1.98777435 -1.56361 -8.98 17.

83 29.103 V d (kgf/cm2) 0.87271 -7.44023 -7.20481 -6.44 20.98777435 -3.034 0.000739 0.27302629 -3.069 0.86323284 -3.000369 0.27302629 -1.103 0.36 0.041 0.90471 -7.41194 -8.00067 0.65072 -7.78062089 -3.13 0.137 0.034 0.03 12.21021 -8.000186 0.22 7.14728 -6.55 -0.021 0.38139475 -2.062 0.94 23.000244 0.51 0.38139475 -2.75 16.021 0.27302629 -2.52765 -7.19418321 -2.174414 236 198 178 264 220 198 291 242 218 312 262 235 343 287 259 367 307 276 236 198 178 264 220 198 291 242 218 312 262 235 343 287 259 367 307 276 236 198 178 264 220 198 291 242 218 312 262 235 343 287 259 367 307 276 236 198 178 264 220 198 291 242 218 312 262 235 343 287 259 367 307 276 236 198 178 264 220 198 291 242 218 312 262 235 343 287 259 139 81 54 98 28 9 52 -4 13 -35 -25 5 -27 7 60 -5 56 82 48 -8 -12 8 -41 -38 -25 -51 -30 -70 -47 -11 -50 -10 43 -7 43 86 78 -1 -10 2 -35 -13 -11 -47 -8 -30 -45 -2 -26 10 64 -13 67 114 60 2 -9 34 -29 -28 1 -42 -30 -2 -51 -2 -39 -9 60 -8 45 102 41 1 -5 -33 -33 -25 -17 -44 -28 -30 -40 -13 -41 -20 27 37.24 20.27302629 -2.275 0.021 0.103 0.56168 -7.069 0.61082 -8.000175 0.000128 0.137 0.98777435 -1.88 1.000604 0.67364877 -2.034 0.0007 0.45 15.21428 -6.79 0.38139475 -3.000917 0.01 -0.38 -0.60 -0.27302629 -2.034 0.051 0.93718 -7.45 -0.000341 0.000858 0.000192 0.86323284 -3.069 0.137 0.44 18.051 0.137 0.50 15.87 0.27302629 -2.78062089 -3.29098418 -0.137 0.80 17.03 -0.174414 -1.67364877 -2.275 0.91 5.95472 -7.97592965 -2.041 0.97592965 -2.021 0.67364877 -2.09 0.13 14.38139475 -3.67364877 -2.069 0.27302629 -2.021 0.57987911 -2.000884 0.33 -0.13 0.27302629 -2.38139475 -2.034 0.137 0.069 0.00058 0.11 -0.98777435 -3.206 0.13 1.000076 0.11 -0.4954 K3 = 1-k3 -0.05 0.67364877 -2.29806 -7.00077 0.75 1.11 0.86227 -7.103 0.54 0.000074 0.137 0.66 -0.27302629 -2.57987911 -1.001089 0.412 0.103 0.36 1/2 .43 -0.08 16.103 0.309 0.069 0.000595 0.000205 0.034 0.31834 -7.38139475 -3.021 0.38139475 -2.034 0.069 0.19418321 -2.86323284 -3.93718 -7.38139475 -3.41 18.000374 0.034 0.27302629 -1.02 -0.001081 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.069 0.000206 0.63 14.22 -0.000957 0.98777435 -1.86323284 -3.44 18.27302629 -1.86323284 -3.99246 -7.67364877 -2.02 -0.74 0.88209 -7.86323284 -3.062 0.103 0.98777435 -1.57987911 -2.83 13.00052 0.82250 -9.67364877 -1.034 0.001137 0.103 0.58976 -7.051 0.82508 -7.051 0.86433016 -2.76973 -9.55 14.51145 -8.02 -0.89125 -8.000743 0.58 19.000556 0.10 0.27302629 -2.000056 0.27302629 -1.103 0.77936 -9.051 0.062 0.03169 -7.86323284 -3.86323284 -3.19418321 -2.69 2.97592965 -2.30823 -8.97592965 -2.93 -0.000147 0.73 23.64 -0.85967 -7.021 0.137 0.56 -0.069 0.27302629 -1.67364877 -2.75 2.19418321 -2.50 -0.70 10.85421 -9.98777435 -1.000208 0.98777435 -1.069 0.000325 0.88673193 -3.3776134 b1 -0.103 0.54 6.67364877 -2.67364877 -2.98777435 -1.79 -0.103 0.55 -0.000244 0.14 -0.051 0.35874 -6.16302 -7.31834 -7.36504 -7.000736 0.81156 -7.67364877 -1.27302629 -1.000071 0.10 -0.97592965 -2.000618 0.051 0.78062089 -3.2583839 2 R = 0.069 0.98777435 -1.55802 -7.000971 0.86323284 -3.67364877 -2.57987911 -1.062 0.00 5.97592965 -2.069 0.38139475 -2.68 -0.2584 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 375 279 232 362 248 208 342 238 231 277 236 240 316 294 318 362 363 359 284 190 166 272 179 161 266 191 188 242 215 225 293 277 301 361 349 362 313 197 168 266 184 185 280 195 210 283 216 234 317 297 323 355 374 391 296 200 169 298 191 171 291 201 188 311 210 233 305 278 318 360 352 378 276 199 173 231 187 173 274 198 190 283 222 222 302 268 286 -9.68 5.000182 0.137 0.97592965 -2.000787 0.01 -0.309 0.67364877 -2.45 26.86323284 -3.103 0.103 0.54831 -7.03 3.98777435 -1.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MMMRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.85 -0.18 28.051 0.206 0.97592965 -2.97592965 -2.174414 -1.52 22.309 TeseCinconeguiAnexosMMMRJ (2) Ha 0.30 26.33 -0.61 -0.069 0.12 0.021 0.04 4.39 -0.92663 -7.38902 -6.32 9.27302629 -2.021 0.4953663 b2 1.48478 -8.103 0.98777435 -1.19418321 -2.155 0.37 -0.38139475 -2.38139475 -2.47797 -7.27302629 -2.27302629 -1.155 0.137 0.97 16.35248 -8.97592965 -2.53 -0.034 0.57523 -7.18 12.97592965 -2.38139475 -3.103 0.67364877 -2.03 -0.27302629 -1.97592965 -2.45248 -7.51 -0.069 0.79016 -8.37 0.000278 0.38 15.137 0.75 24.63 4.09892 -8.38139475 -2.051 0.55283 -8.137 0.99440 -7.92 12.91 22.13 0.97592965 -2.57 6.000381 0.206 0.27302629 -2.27302629 -2.041 0.174414 -1.27302629 -2.021 0.103 0.000641 0.155 0.000826 0.07931 -7.103 0.021 0.137 0.000385 0.051 0.27304 -6.103 0.93 3.53 17.84 26.26443 -6.48 24.034 0.021 0.051 0.034 0.98777435 -3.00038 0.48763 -7.96348 -7.000361 0.97592965 -2.137 0.206 0.21 20.57987911 -2.71 12.137 0.103 0.62 -0.86433016 -2.000147 0.37 0.84 0.206 0.137 0.051 0.00 21.67364877 -2.01 -0.67364877 -2.069 0.68 8.103 0.84 1.57987911 -1.35 0.00 10.000222 0.206 0.59 -0.00 0.14 11.062 0.000538 0.40 -0.069 0.103 0.06 3.27302629 -1.07 0.29098418 -0.07 0.103 0.90471 -8.000216 0.27302629 -1.82508 -8.000971 0.000125 0.09 0.051 0.97592965 -2.051 0.27302629 -1.412 0.17 -0.86 29.86323284 -3.021 0.03 22.44 2.041 0.67364877 -1.000513 0.25838393 k1 k2 k3 0.98777435 -1.97592965 -2.000326 0.49 1.02861 -7.29098418 -0.021 0.38139475 -3.137 0.91288 -9.97592965 -2.06 1.051 0.18789 -7.174414 -1.206 0.27302629 -1.15 1.38139475 -2.39 -0.051 0.069 0.000366 0.07 -0.88673193 -3.86323284 -3.97592965 -2.27302629 -1.86433016 -2.15494 -6.309 0.57987911 -2.99 11.309 0.87534 -7.000249 0.051 0.051 0.98777435 -1.021 0.000351 0.034 0.69 3.412 0.57987911 -1.97592965 -2.001055 0.069 0.051 0.000374 0.57987911 -1.56 10.17 0.18615 -6.27302629 -1.88673193 -3.98363 -7.000742 0.137 0.021 0.29098418 -0.26 0.206 0.78062089 -3.206 0.034 0.60 1.10255 -8.17 -0.16 0.86323284 -3.103 0.034 0.67364877 -2.17 -0.86323284 -3.89125 -7.67364877 -2.155 0.000067 0.021 0.82987 -3.47 -0.103 0.86323284 -3.041 0.069 0.57987911 -2.069 0.98777435 -1.98777435 -1.000386 0.17 23.000094 0.001148 0.78062089 -3.38 4.67364877 -2.94 8.000633 0.000781 0.034 0.000926 0.60893 -8.275 0.034 0.000285 0.034 0.28 19.03445 -8.103 0.96588968 K1 = 1/k1 589 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.000814 0.137 0.06091 -8.051 0.98777435 -1.034 0.98464 -7.000432 0.35 0.86433016 -2.02 -0.27302629 -2.67364877 -1.29 0.71 1.155 0.000823 0.98 4.000637 0.74 1.34 0.000496 0.103 0.41 7.16912 -6.137 0.03105 -7.30 0.000652 0.275 0.000694 0.86433016 -2.11355 -8.67364877 -2.103 0.27222 -8.25 0.75 1.63 15.000757 0.000114 0.49250 -7.001699173 -0.41283 -7.42 9.79 -0.42 3.42695 -8.069 0.034 0.000378 0.88673193 -3.93 14.27302629 -2.46 -0.103 0.069 0.38139475 -3.069 0.4953663 1.61150 -7.98720 -7.38139475 -3.38139475 -2.54 -0.55 1.13 0.000149 0.069 0.86323284 -3.001026 0.69 7.98777435 -1.98777435 -1.49474 -8.86323284 -3.98777435 -1.38139475 -3.000267 0.68 -0.97592965 -2.103 0.000338 0.67 -0.39 -0.000359 0.021 0.67364877 -1.86323284 -3.137 0.98777435 -3.412 0.38139475 -3.22826 -9.67364877 -2.000527 0.44 -0.20616 -6.14 -0.56 1.95171 -7.67364877 -2.09 0.86323284 -3.88062 -7.71 24.000369 0.93219 -8.74708 -7.18 17.206 0.86323284 -3.103 0.40 14.36 3.06 -0.33547 -7.069 0.35 0.021 0.000881 0.021 0.

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Padrão 75.98777435 -1.034 0.60 19.97592965 -2.57987911 -2.000061 344 0.32 0.83637 -9.41 27.000262 156 0.86323284 -3.000333 186 0.36 1.34 18.35593 -7.98777435 -1.412 0.57987911 -2.069 0.97592965 -2.29098418 -0.12 0.27 -0.00064 161 0.40041 -8.103 0.00054 254 0.43032 -8.041 0.000593 174 0.45 -0.051 0.000456 226 0.000137 248 0.034 0.52 6.00095 217 0.27302629 -1.000952 216 0.29489 -8.103 0.69302 -8.96 5.069 0.21 -0.31 0.97592965 -2.034 0.19418321 -2.137 0.72653386 -7.27302629 -1.38139475 -2.412 0.021 0.103 0.38139475 -3.98777435 -1.000641 214 0.000777 265 0.49 -0.55 -0.069 0.37 22.57987911 -2.65 18.67364877 -1.021 0.68 0.67364877 -2.71466 -9.001213 340 0.99 10.021 0.03 -0.103 0.0004 173 0.67364877 -2.206 0.20 26.67364877 -2.27302629 -2.73 -0.78723 -8.97818 -7.27302629 -1.000415 149 0.27302629 -2.137 0.051 0.001074 288 0.74 7.86323284 -3.46 21.000254 272 0.35248 -6.000234 265 0.86323284 -3.069 0.000183 224 0.206 0.33393 -6.27302629 -2.83662 -7.45892 -7.000932 221 0.40 -0.137 0.97592965 -2.38 -0.84103 -7.04 26.034 0.08808 -8.24 32.36031 -8.86433016 -2.103 0.70464 -8.42 0.069 0.31 0.27302629 -2.00 8.38139475 -2.86323284 -3.60602 -8.86323284 -3.67364877 -2.000818 189 0.25 23.63 -0.38 14.103 0.58976 -7.021 0.412 0.000395 347 0.137 0.155 0.11 0.88673193 -3.67364877 -2.051 0.98777435 -1.16155 -8.67364877 -2.95 -0.000235 174 0.000539 191 0.309 0.86323284 -3.65 25.00737 -9.86323284 -3.13 8.069 0.034 0.412 TeseCinconeguiAnexosMMMRJ (2) 0.000515 200 0.56 -0.77 -0.05 -0.206 0.27302629 -1.000031 677 0.82 65.14 0.50378 -7.051 0.39 -0.275 0.15 20.67364877 -2.24336 -7.30 0.051 0.069 0.051 0.97592965 -2.67364877 -2.95905 -7.103 0.27302629 -1.94 20.86487 -7.000413 249 0.000375 184 0.38139475 -2.15238 -6.59 -0.97592965 -2.15750 -6.412 0.000407 337 0.98777435 -1.74990 -9.103 0.021 0.137 0.275 0.14 -0.03 3.97592965 -2.98777435 -1.01 -0.000065 523 0.062 0.069 0.61 24.97592965 -2.309 0.47 18.38139475 -2.000653 210 0.54 1.103 0.069 0.27302629 -2.67364877 -2.31723 -6.00065 211 0.041 0.000916 225 0.034 0.069 0.000164 207 0.034 0.89553 -7.67364877 -1.98777435 -1.68 22.98777435 -1.000551 187 0.103 0.19 -0.09288 -8.021 0.57987911 -2.57987911 -1.15 3.000379 272 0.034 0.051 0.27 0.000783 263 0.38139475 -2.86323284 -3.97592965 -2.69 18.062 0.10865 -8.98777435 -1.67364877 -1.103 0.16 4.39 -0.98777435 -1.89484 -7.43 1.98777435 -1.000211 194 0.103 0.069 0.137 0.35593 -7.000378 164 0.31 -0.57134 -7.000137 248 0.041 0.98777435 -1.000835 186 0.069 0.051 0.021 0.13 0.97592965 -2.275 0.000263 262 0.98 8.103 0.98656 -7.86323284 -3.103 0.38139475 -2.000934 331 0.309 0.89931 -7.31570 -8.034 0.51 22.69 -0.051 0.00081 340 0.16 2/2 .051 0.034 0.069 0.78062089 -3.000212 241 0.24717 -7.81 3.51 19.63 -0.97592965 -2.000082 256 0.78062089 -3.67364877 -2.103 0.000176 290 0.38 -0.24 2.82405 -7.000203 251 0.000265 260 0.57 11.19418321 -2.83916 -7.137 0.87797 -7.137 0.29098418 -0.034 0.137 0.94 9.95695 -7.051 0.27302629 -1.29 0.03 12.051 0.206 0.000779 264 0.67364877 -2.12 19.29098418 -0.86323284 -3.98777435 -1.47 -0.67364877 -2.38139475 -3.27302629 -1.000384 357 0.98777435 -1.67364877 -2.069 0.275 0.021 0.38139475 -3.001171 352 0.88673193 -3.00009 233 0.87 15.137 0.000825 188 0.61 21.40879 -8.01 13.16155 -7.103 0.38 9.97592965 -2.051 0.034 0.29 10.11 15.97592965 -2.137 0.83 2.103 0.97592965 -2.000801 343 0.034 0.98777435 -3.86323284 -3.137 0.57987911 -1.155 0.29098418 -0.021 0.5130 -0.95 0.44 8.62 2.

43 8.96221 -7.021 0.97592965 -2.48 0.06 -0.051 0.23 4.000308 0.021 0.86323284 -3.12 16.13 0.26729 -6.98777435 -1.069 0.103 0.309 0.034 0.137 0.062 0.27302629 -1.412 0.034 0.98897 -7.103 0.000947 0.97592965 -2.59515 -7.52 -0.66 7.103 0.412 0.79 -0.14563 -9.63 8.97592965 -2.97592965 -2.27302629 -2.15207 -8.14 19.38139475 -3.82 0.2572 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 318 230 214 321 218 200 268 220 207 251 222 229 278 295 300 338 347 348 266 195 176 301 191 177 248 197 198 282 211 223 289 266 289 346 340 347 840 436 312 680 308 245 459 264 236 373 255 262 318 312 328 366 379 377 313 204 173 286 193 179 290 205 203 288 236 246 305 299 326 369 375 391 362 240 201 358 212 187 349 218 197 332 209 237 298 281 299 -9.20 -0.034 0.08569 -7.32 0.59 26.66 9.17 0.062 0.38139475 -2.38139475 -3.13 -0.88673193 -3.021 0.000371 0.034 0.10 -0.21700 -6.86433016 -2.021 0.16 -0.38139475 -3.137 0.27302629 -2.103 0.60 4.034 0.46 52.67364877 -1.86323284 -3.000733 0.32783 -7.000058 0.27302629 -1.37 3.73970 -9.27302629 -1.25719451 k1 k2 k3 0.97592965 -2.89931 -7.98777435 -1.07 0.069 0.47 4.051 0.38139475 -2.98777435 -1.72 20.67364877 -2.000176 0.38139475 -2.03477 -7.000275 0.25 -0.97592965 -2.93 0.069 0.000661 0.57987911 -1.000066 0.98777435 -1.137 0.103 0.67364877 -2.051 0.26163 -8.42 -0.051 0.29098418 -0.021 0.000765 0.069 0.98777435 -1.77526 -9.38139475 -2.07 -0.12 0.021 0.53 -0.76 0.13 -0.27302629 -2.76 15.206 0.98777435 -1.22 13.47 -0.20 20.89 0.31 -0.000785 0.08812 -7.27302629 -1.22934 -6.069 0.174414 -1.27302629 -2.17563 -8.03 2.98 0.34 -0.103 0.98777435 -1.14855 -8.78062089 -3.137 0.034 0.041 0.67364877 -2.99246 -7.000346 0.103 0.103 0.19 -0.069 0.66 18.051 0.60 -0.65 15.034 0.52951 -7.16 14.73548 -10.98777435 -1.46 1.89125 -7.84936 -7.14 0.051 0.00021 0.44 10.67364877 -2.28172 -6.97592965 -2.62586 -8.309 0.000362 0.38139475 -3.86323284 -3.48 0.70 23.29098418 -0.000468 0.98 -0.103 0.97592965 -2.069 0.000868 0.275 0.309 0.96907 -7.000749 0.47 0.66 4.66 25.01 13.36 0.069 0.021 0.61 -0.103 0.79 20.86323284 -3.42 13.27 0.000358 0.59663 -9.137 0.000324 0.000523 0.412 0.27302629 -1.67364877 -2.000473 0.412 0.069 0.33 -0.08 -0.38139475 -3.103 0.44 11.18 0.27302629 -2.000201 0.137 0.67364877 -2.069 0.80 1.27302629 -2.000095 0.86433016 -2.27302629 -2.21836 -6.83 6.67364877 -1.19418321 -2.86323284 -3.29098418 -0.55593 -7.062 0.001092 0.021 0.01201 -7.22 0.34 -0.41 8.000901 0.04932 -7.137 0.155 0.27302629 -2.31 12.137 0.000185 0.02 21.000094 0.000734 0.86323284 -3.034 0.4657 K3 = 1-k3 -0.54 -0.051 0.069 0.19677 -8.103 0.27302629 -1.11971 -6.93498 -7.97592965 -2.26 0.034 0.275 0.26 -0.19418321 -2.16 0.98 16.80 8.63373 -8.000357 0.05 10.000581 0.97592965 -2.27302629 -2.103 V d (kgf/cm2) 0.72 59.67364877 -2.67364877 -2.001032 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.034 0.81974 -9.88673193 -3.90349 -8.021 0.000657 0.000111 0.57987911 -2.43 -0.41 20.38139475 -3.83410 -7.275 0.67364877 -2.98777435 -3.57987911 -2.45 3.27222 -8.27302629 -1.02 9.83190 -7.19418321 -2.03 9.65 6.000618 0.88673193 -3.000657 0.3192477 b1 -0.069 0.000316 0.59 13.31 70.10598 -7.069 0.87626 -3.33487 -7.069 0.103 0.27302629 -2.97592965 -2.67 -0.98777435 -3.77 -0.36 -0.10 0.67364877 -2.46 1/2 .000582 0.67364877 -2.38139475 -2.021 0.61082 -8.47 8.034 0.90201 -7.38139475 -3.98777435 -1.000837 0.034 0.206 0.13969 -6.86323284 -3.000146 0.73 7.38139475 -2.000374 0.34 0.000725 0.41 19.021 0.31425 -7.97592965 -2.38139475 -3.206 0.23 8.103 0.021 0.103 0.069 0.75 4.01 0.87 6.86323284 -3.051 0.08541 -9.137 0.000405 0.034 0.79 0.137 0.19418321 -2.57987911 -1.001183 0.65642 -7.137 0.001055 0.92387 -7.33 0.35 -0.034 0.000576 0.051 0.34008 -6.27302629 -1.57987911 -1.069 0.051 0.39 26.103 0.88 35.31 -0.021 0.00024 0.98777435 -1.84 0.00037 0.97592965 -2.309 TeseCinconeguiAnexosMIIRJ (2) Ha 0.93777 -7.103 0.051 0.73 3.86 6.67364877 -2.97592965 -2.069 0.000326 0.47797 -7.309 0.11 39.000782 0.21 8.32783 -8.00055 0.000396 0.137 0.15 14.45 -0.92 14.000502 0.137 0.000025 0.041 0.58 20.78062089 -3.16394 -6.000178 0.000113 0.70 10.93498 -9.000774 0.000688 0.001188 0.021 0.206 0.034 0.051 0.103 0.38139475 -3.78062089 -3.98777435 -1.103 0.49 13.97592965 -2.39 0.174414 -1.069 0.30 0.000922 0.95188 -9.137 0.56 -0.64503 -7.051 0.67364877 -2.000537 0.86323284 -3.206 0.77 0.103 0.000698 0.67 1.27302629 -1.36 0.000352 0.000224 0.56940 -8.35 11.021 0.34 0.206 0.43 3.051 0.137 0.021 0.000809 0.12 -0.000786 0.47 12.27302629 -2.86323284 -3.18 0.86323284 -3.86323284 -3.44904 -8.021 0.66704 -7.137 0.79 -0.97592965 -2.021 0.069 0.46840 -7.051 0.062 0.96644 -7.000358 0.67364877 -2.65 -0.40386 -7.14983 -8.98777435 -3.97592965 -2.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MIIRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.069 0.98777435 -1.155 0.27302629 -1.034 0.85 1.155 0.041 0.98777435 -1.05 12.67364877 -2.81162 -7.45076 -7.67364877 -2.97 24.27302629 -1.38139475 -3.051 0.137 0.75 20.44606 -8.034 0.60 -0.001801298 -0.96588968 K1 = 1/k1 555 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.65 -0.24 0.27302629 -1.68 -0.86323284 -3.67385 -8.103 0.97592965 -2.57987911 -1.84103 -7.48763 -7.000119 0.001029 0.57 20.26 7.001069 0.52221 -9.16 26.062 0.206 0.15 27.98777435 -1.155 0.465651 1.103 0.000171 0.000106 0.034 0.051 0.38139475 -2.67364877 -2.000516 0.38139475 -2.67364877 -2.103 0.069 0.82 1.75507 -8.137 0.137 0.86323284 -3.14 0.000245 0.32 -0.50559 -8.86323284 -3.051 0.85421 -9.95 2.86323284 -3.98777435 -1.86433016 -2.069 0.67364877 -1.051 0.45 4.27302629 -3.37 -0.05977 -7.25 0.155 0.11 3.000338 0.03639 -7.57987911 -1.2571945 2 R = 0.021 0.174414 -1.174414 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 70 21 26 46 -10 -7 -30 -29 -17 -67 -45 -11 -67 6 40 -29 40 72 18 -14 -12 27 -38 -29 -51 -52 -26 -36 -55 -17 -57 -23 28 -21 33 70 592 227 124 406 79 39 161 15 12 55 -11 22 -28 22 67 -1 73 101 65 -5 -15 11 -36 -27 -9 -44 -22 -30 -31 6 -41 10 66 2 69 114 114 31 13 84 -17 -19 51 -31 -27 14 -58 -3 -48 -9 39 22.27302629 -1.069 0.67364877 -1.38139475 -2.137 0.86323284 -3.069 0.000943 0.97592965 -2.67364877 -2.59691 -7.34 1.87917 -7.16 12.00029 0.38139475 -2.57987911 -2.103 0.67364877 -2.23 31.000206 0.98777435 -1.051 0.275 0.21 -0.52 13.103 0.67364877 -1.88673193 -3.29098418 -0.84 2.27302629 -2.86323284 -3.103 0.000199 0.069 0.03 -0.27302629 -2.16 -0.206 0.02 5.00019 0.00005 0.00042 0.86433016 -2.00039 0.000079 0.103 0.86323284 -3.86323284 -3.174414 -1.27 29.041 0.14 0.000793 0.57987911 -2.78062089 -3.137 0.02861 -7.97592965 -2.000067 0.15366 -8.034 0.20 -0.465651 b2 1.16 2.51221 -7.82 19.90 26.35 8.206 0.98777435 -1.27302629 -2.98 18.103 0.19418321 -2.00 6.034 0.19874 -7.000649 0.021 0.32176 -6.78062089 -3.03 0.38902 -7.45940 -8.57987911 -2.98777435 -3.56849 -7.27302629 -2.000208 0.206 0.103 0.27302629 -1.54 14.86433016 -2.041 0.

275 0.23 25.38139475 -3.25 -0.05 21.79621 -9.88 30.103 0.069 0.45 17.32 12.000804 193 0.33 0.103 0.137 0.29098418 -0.65 -0.87797 -9.000413 167 0.000963 214 0.000285 242 0.000376 165 0.00 -0.11848 -8.069 0.000699 295 0.21021 -6.103 0.22 0.069 0.000077 273 0.77209 -7.051 0.61150 -7.021 0.174414 -1.38139475 -2.36 -0.034 0.57523 -7.034 0.84103 -7.000775 355 0.001003 308 0.206 0.29098418 -0.24884 -6.50 13.021 0.000381 360 0.069 0.27302629 -1.155 0.86323284 -3.137 0.000226 305 0.39226 -7.86323284 -3.021 0.000394 348 0.39 -0.37 17.82 4.12343 -6.137 0.034 0.33071 -7.81657 -7.07058 -7.86433016 -2.01 15.97592965 -2.22 11.93410 -7.42644 -7.42 5.98777435 -1.051 0.97487 -7.001111 371 Desv.137 0.000609 169 0.103 0.22 0.26 -0.27302629 -2.034 0.54075 -7.98777435 -1.10508 -7.97592965 -2.91 10.27302629 -1.23 21.27302629 -2.33 -0.16265 -6.137 0.67364877 -2.18 21.00081 191 0.92 0.29098418 -0.000405 170 0.38139475 -2.31834 -7.19 -0.72877 -9.021 0.29098418 -0.000093 226 0.000216 190 0.069 0.54 24.47171 -8.27302629 -1.000507 203 0.103 0.27302629 -1.10 -0.034 0.58700 -8.04 -0.103 0.40369 -8.89 19.51 -0.000079 266 0.01 5.034 0.73296 -9.37 -0.06 0.57987911 -1.137 0.10 16.021 0.021 0.00008 263 0.19418321 -2.069 0.78062089 -3.46288 -7.35 10.51719 -7.29098418 -0.04 0.67364877 -2.000256 270 0.000711 290 0.000806 341 0.069 0.97592965 -2.069 0.97592965 -2.137 0.18879 -6.19418321 -2.44606 -8.94546 -7.78242 -7.78062089 -3.000747 276 0.18088 -6.08 0.24 11.92111 -7.67364877 -2.59 28.84 1.80 0.103 0.21 -0.069 0.65 -0.09 0.85 26.09 0.069 0.02 24.137 0.27033 -7.00015 273 0.051 0.86 11.97592965 -2.38139475 -2.38139475 -2.27302629 -1.069 0.000417 329 0.103 0.06558 -7.19 30.27302629 -2.96348 -7.00092 224 0.051 0.309 0.137 0.04129 -8.08 -0.18 7.57987911 -1.86323284 -3.85 27.412 0.137 0.38139475 -2.86323284 -3.103 0.45 0.041 0.30080 -6.97592965 -2.98777435 -1.99114 -7.155 0.97592965 -2.86853 -7.16653 -6.206 0.86433016 -2.00042 148 0.25 -0.98777435 -1.88 25.051 0.001096 376 0.75 -0.000575 238 0.55 2.86323284 -3.137 0.45 0.051 0.57 -0.98777435 -1.19418321 -2.55 -0.17 -0.000388 265 0.155 0.000344 299 0.28 0.42 -0.103 0.94 -0.000739 279 0.32 0. Padrão 85.38139475 -2.90476 -7.86323284 -3.069 0.000247 166 0.021 0.155 0.27302629 -2.86323284 -3.000051 412 0.48 10.98777435 -1.57 -0.17 1.15878 -6.30 -0.051 0.67364877 -1.27302629 -1.57987911 -1.275 0.000347 297 0.84425 -7.069 0.01 13.07 -0.98777435 -3.15 -0.27302629 -2.54 15.051 0.27302629 -1.20072896 TeseCinconeguiAnexosMIIRJ (2) -7.57987911 -2.034 0.00059 175 0.001196 344 0.11 0.000675 203 0.67364877 -2.041 0.49 17.174414 -1.137 0.041 0.051 0.174414 -1.309 0.062 0.44 -0.98777435 -3.67364877 -2.51 15.29098418 -0.97592965 -2.76452 -9.86323284 -3.53 2.103 0.000628 218 0.97 13.98777435 -1.97592965 -2.67364877 -2.001118 369 0.021 0.13 20.86323284 -3.000761 361 0.17 6.000974 317 0.069 0.412 0.27302629 -2.83916 -7.98777435 -3.55 0.103 0.103 0.069 0.38139475 -3.81609 -9.67364877 -2.47 -0.57987911 -2.33 31.051 0.80249 -1.27302629 -2.86323284 -3.021 0.000606 170 0.062 0.37 -0.97592965 -2.86323284 -3.27 0.051 0.75 4.59 19.91767 -7.98777435 -1.18 16.000527 195 0.57 -0.92 21.034 0.93000 -7.98777435 -1.00071 218 0.67364877 -2.069 0.86323284 -3.000403 340 0.29 -0.11848 -8.68 1.206 0.97592965 -2.22 -0.12 29.103 0.001154 357 0.137 0.31 -0.27302629 -2.98777435 -1.000364 376 0.41 0.48 15.07 36.97592965 -2.051 0.99114 -7.01 0.16302 -7.64 18.034 0.27302629 -2.86323284 -3.81162 -7.76 0.062 0.78062089 -3.21 8.051 0.034 0.82 0.48 39.86433016 -2.42644 -7.20 38.62 -0.27302629 -1.43 -0.98777435 -1.57987911 -1.28 2.09 1.137 0.38469 -8.103 0.18 17.069 0.67364877 -1.27302629 -1.051 0.98777435 -1.44 1.069 0.000875 177 0.000134 254 0.174414 -1.137 0.021 0.87 2.88062 -8.27302629 -2.103 0.000392 176 0.034 0.38139475 -3.97592965 -2.54765 -7.12591 -8.103 0.000379 164 0.27302629 -1.43 -0.81 26.67 -0.90 3.08808 -6.000364 190 0.137 0.000115 296 0.000872 236 0.00035 294 0.00092 224 0.000778 353 0.88673193 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 10 55 92 14 -19 -24 -21 -53 -36 -44 -55 -33 -48 -48 -16 -62 -13 37 -27 35 70 25 -41 -23 -9 -58 -37 -36 -54 -33 -32 -48 -16 -49 -10 48 -19 47 81 -22 -43 -40 -55 -62 -48 -66 -70 -47 -76 -64 -26 -80 -22 28 -38 23 68 18 -22 -24 21 -39 -32 -18 -48 -32 -30 -44 -4 -51 1 55 -7 58 100 164 64 35 130 0 -3 7 -25 -6 -13 -28 1 -46 5 57 -7 48 94 Média 2.78 32.275 0.11 9.000194 263 0.30 7.137 0.062 0.137 0.000378 164 0.27302629 -2.069 0.137 0.38 9.27302629 -1.021 0.24 -0.103 0.77 -0.0.63 -0.137 0.137 0.041 0.86433016 -2.38139475 -3.000363 284 0.46114 -7.97592965 -2.00104 297 0.11 2/2 .16 0.67364877 -2.137 0.27302629 -2.98777435 -1.67364877 -2.051 0.88673193 -3.051 0.33487 -7.53 0.86323284 -3.67364877 -2.87271 -7.137 0.58 25.034 0.52 -0.88368 -8.275 0.021 0.000513 201 0.000978 316 0.88592 -8.206 0.14 11.021 0.97592965 -2.51 8.412 0.309 0.97592965 -2.25 22.021 0.155 0.86323284 -3.46 -0.43348 -8.37297 -6.000219 233 0.38139475 -3.27302629 -2.07 28.051 0.069 0.04472 -7.77526 -8.069 0.56 -0.67364877 -2.27302629 -1.206 0.00081 191 0.62 31.034 0.38139475 -2.67364877 -1.000531 194 0.021 0.021 0.91836 -7.32 13.57 -0.41 1.87 12.37 -0.91836 -7.034 0.051 0.051 0.48 -0.034 0.97592965 -2.309 0.43539 -8.27302629 -1.98777435 -1.051 0.206 0.21 20.38139475 -3.000241 286 0.000128 266 0.30612 -7.21 -0.000167 305 0.86433016 -2.000616 222 0.069 0.98777435 -1.034 0.65 6.27302629 -2.103 0.98777435 -1.001191 346 0.25025 -8.034 0.000854 241 0.412 0.85451 -7.98777435 -1.97592965 -2.57 1.021 0.98777435 -1.00024 288 0.56 27.000574 179 0.69752 -7.275 0.034 0.60 0.103 0.57987911 -2.01 -0.95 -0.0002 255 0.95758 -7.206 0.021 0.137 0.87271 -7.98777435 -1.034 0.26 0.000084 405 0.137 0.78062089 -3.27302629 -1.67364877 -2.021 0.72 -0.67364877 -2.309 0.206 0.38139475 -2.14 25.45 3.59 9.59 17.73 -0.12 0.88673193 -3.98777435 -1.39 -0.33547 -8.28291 -8.021 0.206 0.412 0.26586 -6.000182 280 0.38139475 -2.86323284 -3.74 23.38139475 -3.86323284 -3.57 -0.000835 329 0.174414 -1.78062089 -3.137 0.069 0.05 14.97592965 -2.98777435 -1.38139475 -2.18789 -9.103 0.000219 187 0.206 0.001069 289 0.069 0.79 7.40863 -8.75 15.27 -0.50 -0.88673193 -3.000302 228 0.82 -0.68 -0.98777435 -1.000626 219 0.22 17.67364877 -2.27302629 -2.412 0.103 0.19418321 -2.19 -0.96619 -7.54 0.000244 168 0.57987911 -2.98777435 -3.67364877 -2.275 0.88673193 -3.56 -0.38139475 -3.000652 158 0.27302629 -1.000381 360 0.19418321 -2.58 14.4734 0.37616 -6.54831 -7.98777435 -1.062 0.67364877 -2.44023 -7.000772 267 0.00046 224 0.64 1.87 0.67364877 -2.103 0.79206 -7.68428 -7.86323284 -3.137 0.89 -0.57 15.103 0.67364877 -1.88673193 -3.000755 364 0.137 0.000155 219 0.80488 -8.38139475 -3.97592965 -2.39498 -7.069 0.034 0.57987911 -1.86323284 -3.103 0.67364877 -1.19945 -6.103 0.103 0.97 22.38139475 -3.137 0.66 11.65 -0.103 0.28 -0.103 0.78 6.67364877 -2.041 0.000278 223 0.103 0.98777435 -1.81 7.87 17.86323284 -3.57987911 -2.67364877 -2.28 34.98777435 -3.

27302629 -2.021 0.034 0.000126 0.062 0.10865 -8.412 0.32025 -6.069 0.81 21.034 0.041 0.72 4.069 0.000725 0.15 12.19945 -6.000118 0.000971 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.78062089 -3.98777435 -3.32245 -7.27302629 -2.86323284 -3.22 -0.000612 0.54 5.86323284 -3.98777435 -1.309 0.60 -0.48478 -8.98777435 -1.55 19.034 0.98777435 -1.000164 0.67364877 -1.206 0.40 0.16 -0.44 -0.27302629 -1.000063 0.78 5.000379 0.000479 0.103 0.86323284 -3.97 0.137 0.38139475 -3.00036 0.103 0.103 0.98 11.86323284 -3.96588968 K1 = 1/k1 591 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.034 0.53 0.45 25.98777435 -1.069 0.04 0.29 18.88673193 -3.48 10.000476 0.021 0.38139475 -3.97592965 -2.000529 0.103 0.52 3.309 0.000178 0.069 0.78062089 -3.155 0.051 0.50015 -6.174414 -1.103 0.86323284 -3.98777435 -1.86323284 -3.001063 0.16653 -6.15603 -7.275 0.46288 -8.72 0.29098418 -0.54 5.000197 0.034 0.137 0.57987911 -2.2159 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 276 203 174 288 199 183 287 207 201 280 224 236 294 276 299 349 357 371 276 196 175 270 182 173 235 199 189 262 204 222 269 267 291 326 328 346 333 227 188 366 207 195 311 216 204 305 226 248 310 276 309 361 367 368 288 229 202 351 233 205 345 235 248 319 286 284 359 373 325 381 415 411 266 183 176 270 213 179 259 202 212 284 223 229 290 287 318 -9.57987911 -1.10 0.98777435 -3.97923 -8.94339 -7.000393 0.37 -0.90576 -9.38139475 -2.01038 -7.12 20.68 1.67364877 -2.20 -0.021 0.00077 0.27 -0.86323284 -3.051 0.56554 -7.000332 0.41 -0.103 0.021 0.97592965 -2.051 0.98777435 -1.03 0.97592965 -2.57987911 -2.034 0.01 6.79353 -9.47 -0.38139475 -2.40 0.29098418 -0.98777435 -1.07 19.94 -0.001112 0.000625 0.000926 0.80160 -9.05 -0.21 0.001121 0.32 10.31018 -7.034 0.94339 -8.11 1.88673193 -3.33 1.18 13.3813767 b1 -0.27302629 -1.034 0.48046 -8.42 -0.86748 -7.64381 -7.25 -0.27302629 -1.021 0.27302629 -2.27302629 -2.021 0.27302629 -3.27302629 -1.52 -0.034 0.137 0.04 1.103 0.069 0.021 0.16912 -6.39 4.52 9.67364877 -1.069 0.27302629 -1.29098418 -0.67364877 -1.95188 -8.52505 -8.67364877 -2.174414 -1.021 0.38139475 -3.034 0.41 -0.93718 -3.41 0.67364877 -2.67364877 -2.000346 0.63373 -7.137 0.041 0.90876 -7.17 0.041 0.00035 0.000438 0.000839 0.20078 -6.67 10.48 -0.000216 0.000671 0.137 0.86323284 -3.95758 -7.000613 0.11 -0.01423 -7.17 -0.155 0.22934 -8.103 0.38139475 -3.26 18.155 0.22110 -8.001692791 -0.38139475 -2.40386 -7.103 0.36 -0.206 0.38139475 -3.412 0.43 23.16653 -8.000329 0.27302629 -2.46 -1.41 -0.62 -0.97592965 -2.67364877 -2.103 0.000731 0.051 0.19418321 -2.00042 0.47318 -7.44023 -7.034 0.206 0.57 0.94 23.50724 -7.57987911 -1.21588674 k1 k2 k3 0.103 V d (kgf/cm2) 0.103 0.38139475 -2.069 0.97592965 -2.000352 0.93 16.98777435 -3.77526 -7.051 0.000518 0.000553 0.000574 0.4412 K3 = 1-k3 -0.12515 -7.17 -0.27302629 -1.000818 0.61 -0.103 0.103 0.67238 -8.57987911 -2.206 0.97592965 -2.27302629 -1.000093 0.67364877 -2.67364877 -2.103 0.000073 0.137 0.97592965 -2.174414 -1.103 0.000356 0.137 0.00038 0.000662 0.06 0.09 13.64 0.67364877 -2.069 0.051 0.77 -0.56 30.67364877 -2.000596 0.38139475 -2.062 0.27302629 -2.27302629 -1.60692 -7.000952 0.60 -0.19418321 -2.86323284 -3.00076 0.98777435 -3.55 1/2 .18 2.36 18.15 -0.26 0.69 18.78 -0.051 0.88673193 -3.67364877 -2.86323284 -3.86323284 -3.19418321 -2.30 0.94 15.98777435 -1.84666 -7.069 0.062 0.25 -0.08330 -6.58110 -7.27302629 -1.000243 0.74 -0.01945 -9.41 0.38139475 -3.069 0.92 24.103 0.25 2.27302629 -1.412 0.78062089 -3.27302629 -2.27302629 -2.069 0.25 0.37776 -8.08 -0.24336 -7.96907 -7.57987911 -1.31 0.27302629 -1.13 2.000179 0.80 12.54452 -8.051 0.051 0.069 0.68 -0.57987911 -1.034 0.38139475 -3.73329 -7.021 0.051 0.84 -0.70 11.98777435 -1.2158867 2 R = 0.88673193 -3.14 20.021 0.78062089 -3.60 8.000076 0.87 5.95695 -7.01 25.86323284 -3.81 31.86323284 -3.86433016 -2.78062089 -3.82 27.86433016 -2.28 -0.021 0.86433016 -2.034 0.069 0.22 3.71 28.137 0.56 -0.069 0.021 0.137 0.041 0.000719 0.98777435 -1.000226 0.309 TeseCinconeguiAnexosMIMRJ (2) Ha 0.000564 0.137 0.103 0.46 22.309 0.069 0.29 10.67364877 -2.051 0.49 2.137 0.103 0.09288 -8.67364877 -2.98777435 -1.39715 -7.19418321 -2.034 0.000772 0.30674 -6.000224 0.53231 -7.000333 0.18219 -8.71564 -7.206 0.59691 -8.000287 0.103 0.85 -0.00051 0.46 1.72 0.98777435 -1.041 0.84170 -7.069 0.00737 -7.000181 0.38 12.103 0.57987911 -2.206 0.53 -0.000076 0.000497 0.000383 0.27302629 -1.97592965 -2.38139475 -3.12 -0.137 0.08866 -9.43561 -7.52 -0.00 6.034 0.48478 -8.97592965 -2.04483 -7.174414 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 29 -11 -22 12 -37 -34 -16 -52 -37 -43 -55 -19 -60 -29 20 -29 32 73 29 -18 -21 -6 -55 -44 -67 -61 -48 -61 -75 -33 -85 -38 11 -51 3 48 86 12 -7 90 -29 -22 9 -43 -34 -18 -52 -8 -44 -29 30 -17 42 70 40 15 6 75 -4 -12 42 -24 10 -4 7 29 5 68 45 3 91 114 18 -31 -20 -6 -24 -38 -43 -58 -26 -39 -55 -26 -64 -18 39 10.103 0.001032 0.27302629 -2.021 0.000217 0.069 0.000079 0.137 0.000746 0.67364877 -2.31 24.08 -0.05 -0.001002 0.24 0.29098418 -0.412 0.47 9.000872 0.74 8.86433016 -2.19 30.54 12.86323284 -3.44606 -8.56 25.4411886 b2 1.03477 -7.26 -0.103 0.069 0.051 0.27302629 -2.26 -0.98777435 -1.33 -0.60 0.069 0.97592965 -2.069 0.103 0.61 28.137 0.63 14.275 0.47 3.27302629 -1.91 24.103 0.000324 0.86323284 -3.206 0.000307 0.97592965 -2.98464 -7.38139475 -2.67364877 -2.97592965 -2.02 14.47 5.103 0.97592965 -2.57 14.97592965 -2.174414 -1.27302629 -2.021 0.97592965 -2.45 4.062 0.000502 0.021 0.03 14.98 0.103 0.09 1.034 0.051 0.000999 0.034 0.137 0.069 0.137 0.62 -0.051 0.27302629 -1.062 0.051 0.275 0.000126 0.137 0.29 9.000209 0.61 -0.86323284 -3.34 0.034 0.39878 -7.27302629 -2.97 16.62812 -8.27302629 -2.000148 0.67364877 -2.67364877 -1.103 0.000747 0.034 0.137 0.069 0.60 0.61701 -8.38139475 -2.103 0.000749 0.19677 -6.000355 0.000246 0.27302629 -2.155 0.38139475 -2.67364877 -2.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MIMRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.97592965 -2.000605 0.92 13.103 0.16 -0.87534 -7.206 0.77 -0.80 11.86323284 -3.97592965 -2.17 3.74 -0.98777435 -1.19418321 -2.07 0.000355 0.021 0.42527 -8.98777435 -1.95 0.069 0.62 6.155 0.41028 -7.4411886 1.65009 -7.61 14.137 0.000772 0.97 16.84 19.069 0.98777435 -1.37 6.23765 -6.38 15.000263 0.81 -0.21 0.03 21.24080 -8.98777435 -1.49 12.000899 0.67364877 -2.86433016 -2.86323284 -3.021 0.27 1.051 0.051 0.19 11.000202 0.05 -0.051 0.87626 -7.86323284 -3.069 0.206 0.39498 -7.275 0.28291 -8.81830 -7.021 0.206 0.73296 -9.97592965 -2.97923 -7.30 -0.57987911 -2.86323284 -3.38139475 -3.051 0.97592965 -2.034 0.001191 0.92941 -7.000097 0.90 -0.27302629 -2.67364877 -2.28 -0.38139475 -3.309 0.16 1.87797 -7.57987911 -1.000296 0.96 25.000831 0.04472 -7.97592965 -2.38139475 -2.28 36.021 0.38139475 -2.137 0.10 1.051 0.23 11.94058 -9.67364877 -2.86 -1.67364877 -1.137 0.021 0.10 10.67364877 -2.

103 0.97592965 -2.59 0.08812 -8.91 18.84 0.021 0.137 0.99 30.67364877 -2.034 0.103 0.103 0.86323284 -3.00021 329 0.137 0.051 0.23 2/2 .97592965 -2.16782 -8.38139475 -2.78062089 -3.97592965 -2.79 0.98777435 -1.86 17.45 2.02 3.98777435 -1.58140 -8.69 1.27302629 -1.19418321 -2.000952 433 0.39 8.97592965 -2.98777435 -1.27302629 -2.86323284 -3.83823 -7.86323284 -3.17 0.08 7.97592965 -2.01 10.67 1.000213 324 0.33 0.28 4.034 0.70 -0.412 0.62255 -7.000112 304 0.00038 271 0.66 0.33 16.97592965 -2.07 -0.27302629 -1.86323284 -3.37 3.98777435 -3.67364877 -2.86 0.38139475 -2.062 0.069 0.000882 234 0.86323284 -3.29098418 -0.53 -0.87534 -7.50015 -7.64 11.000366 189 0.25 44.137 0.27 0.103 0.034 0.97592965 -2.00097 -8.94058 -7.30 0.85193 -8.15750 -6.021 0.021 0.98777435 -1.38139475 -3.137 0.34 18.103 0.206 0.70 13.23 0.81 0.38139475 -3.35 6.000532 194 0.23349 -6.000687 226 0.67 15.97592965 -2.25483 -7.67 31.75926 -8.66 0.08 -0.069 0.103 0.103 0.27302629 -2.034 0.28318 -8.16 9.103 0.61907 -8.00015 340 0.38139475 -3.86323284 -3.81 30.71969 -7.89287 -9.27302629 -2.28463 -6.97592965 -2.03 10.000945 327 0.57987911 -1.26 -0.27302629 -2.98777435 -1.041 0.051 0.000329 416 0.15195 -9.034 0.206 0.103 0.10 0.67364877 -2.90 0.206 0.29098418 -0.00018 283 0.89 3.25307 -6.309 0.86323284 -3.06 22.33 14.206 0.26 11.55 0.62 -0.041 0.67 21.98777435 -1.034 0.000282 365 0.000068 309 0.000722 285 0.78 22.50724 -7.78062089 -3.08 7.09701 -8.52 0.412 0.98777435 -1.59600 -8.412 0.09520 -9.91 3.98777435 -1.000626 329 0.051 0.051 0.09848 -7.021 0.39 -0.206 0.23 8.062 0.86323284 -3.137 0.80 1.000337 205 0.19 -0.000677 304 0.36447 -7.32 0.103 0.11 18.103 0.86323284 -3.021 0.021 0.051 0.00058 267 0.27302629 -1.051 0.98777435 -1.000208 197 0.10154664 -7.75761 -9.62255 -7.051 0.309 0.09 18.069 0.45880 -8.50 3.37616 -7.001072 288 0.021 0.412 TeseCinconeguiAnexosMIMRJ (2) 0.82 54.137 0.29098418 -0.103 0.051 0.12 12.88673193 -3.63 11.97592965 -2.12 6.29 4.14 -0.96433 -8.27302629 -2.31 -0.67364877 -2.60 -0.051 0.85 31.000184 223 0.97592965 -2.01 0.137 0.46 -1.29784 -6.021 0.000825 250 0.034 0.000589 175 0.82 -0.13 7.38139475 -3.80180 -7.27302629 -2.103 0.27302629 -1.98777435 -1.041 0.67364877 -2.98777435 -1.000721 381 0.069 0.88673193 -3.68 -0.87 -0.000678 229 0.103 0.86323284 -3.000113 363 0.86433016 -2.041 0.08 11.000353 176 0.84010 -1.14268 -7.137 0.27302629 -1.98777435 -3.17 14.28 -0.103 0.97592965 -2.20039 -8.051 0.94 -0.021 0.09 1.80 1.57987911 -2.069 0.38139475 -2.38139475 -2.97592965 -2.38139475 -3.309 0.97592965 -2.021 0.137 0.67364877 -2.38 22.55 24.45594 -7.103 0.91836 -7.137 0.80340 -10.137 0.137 0.275 0.27302629 -1.19418321 -2.78062089 -3.000967 426 0.47797 -7.19418321 -2.000284 218 0.27302629 -1.034 0.000107 318 0.9872 -0.27302629 -1.174414 -1.96331 -7.23 26.39 -0.103 0.27302629 -1.97592965 -2.06 0.137 0.27302629 -2.000304 339 0.000305 203 0.034 0.98777435 -1.42 0.000375 365 0.000269 257 0.88673193 -3.86323284 -3.83 3.000771 201 0.38139475 -3.21 0.103 0.069 0.38139475 -2.021 0.0002 205 0.06 40.08 -0.98777435 -1.86323284 -3.66491 -7.174414 -1.034 0. Padrão 71.27302629 -2.30 18.64 7.57987911 -2.88673193 -3.000348 394 0.57987911 -1.174414 -1.86323284 -3.000426 242 0.59 17.31 -0.67364877 -2.98777435 -1.22 15.0008 194 0.000578 237 0.67364877 -2.10 0.051 0.069 0.45422 -7.90 1.000202 252 0.95695 -9.021 0.98777435 -1.57987911 -1.23 1.50 3.034 0.27302629 -1.309 0.67364877 -2.000056 375 0.103 0.137 0.57987911 -1.206 0.12 0.069 0.062 0.94131 -9.051 0.33 -0.99543 -7.03 4.13 -0.05 0.000426 242 0.103 0.22 -0.137 0.59 -0.000686 401 0.103 0.38139475 -2.45248 -8.38139475 -3.15 9.137 0.84 0.000553 248 0.000319 216 0.39 26.07 18.23487 -6.17 -0.86433016 -2.069 0.24 -0.034 0.69 16.88673193 -3.98777435 -1.206 0.275 0.57987911 -2.275 0.98777435 -1.86323284 -3.062 0.13 0.90 9.103 0.069 0.137 0.000491 210 0.27160 -8.29098418 -0.174414 -1.86433016 -2.04096 -7.021 0.86323284 -3.000584 235 0.56 12.67364877 -2.00052 198 0.206 0.01 0.44561 -7.137 0.000409 335 0.051 0.412 0.206 0.67364877 -1.103 0.021 0.67364877 -1.137 0.000323 192 0.49250 -9.98777435 -1.43 2.034 0.069 0.86323284 -3.68 5.000128 266 0.137 0.03332 -7.29098418 -0.034 0.06091 -6.98777435 -1.97592965 -2.275 0.069 0.48 19.137 0.62 -0.000469 292 0.000069 493 0.03 18.021 0.034 0.99 35.000077 273 0.275 0.61 1.06 34.051 0.051 0.137 0.67364877 -2.069 0.000253 273 0.96 -0.021 0.069 0.000926 222 0.67364877 -2.07251 -7.27302629 -1.069 0.051 0.02 13.44 -0.79016 -8.48 4.103 0.05032 -7.67364877 -1.069 0.67364877 -2.17433 -8.00111 371 0.000364 283 0.27302629 -2.069 0.137 0.22080 -7.86323284 -3.155 0.069 0.42 1.98464 -7.37 5.91288 -7.46840 -7.35 14.069 0.00065 211 0.000233 296 0.155 0.64 6.82 25.35 22.34937 -7.25 -0.000858 321 0.000389 265 0.16 4.38139475 -3.000312 221 0.19418321 -2.27302629 -2.137 0.001162 355 0.97592965 -2.71 -0.11 4.67 0.51719 -8.33 8.000078 269 0.60 9.10013 -8.38139475 -3.000708 388 0.76107 -7.27302629 -2.91 -0.16265 -6.062 0.29 8.22 0.09193 -7.103 0.57987911 -1.60 15.96348 -7.98777435 -3.97592965 -2.000385 356 0.56168 -7.00107 385 Desv.57 0.137 0.069 0.45 -0.67364877 -2.03786 -9.28212 -7.14 19.66 9.27302629 -2.021 0.76107 -7.60057 -8.04 20.051 0.309 0.87 32.38139475 -2.86323284 -3.33854 -6.069 0.09 6.27302629 -2.001006 307 0.000101 337 0.000356 289 0.16654 -9.27302629 -2.137 0.000695 296 0.98777435 -1.09 2.80488 -7.051 0.38139475 -2.86433016 -2.48 -0.412 0.27302629 -1.17360 -7.000131 389 0.155 0.34 1.000444 232 0.206 0.27302629 -1.67364877 -1.98777435 -1.06 0.86433016 -2.67364877 -2.29098418 -0.67364877 -2.103 0.069 0.034 0.103 0.52 -0.069 0.57987911 -2.174414 -1.99 0.98777435 -1.02 22.57987911 -2.000205 302 0.17 -0.88858 -7.0.86323284 -3.051 0.58 0.98777435 -3.155 0.26 3.97592965 -2.60 12.59 2.38139475 -2.39 -0.67364877 -1.034 0.67364877 -2.52 13.034 0.90177 -7.034 0.00018 283 0.000487 211 0.001015 406 0.05858 -7.88673193 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 -12 30 74 291 149 107 217 59 48 87 23 30 1 13 41 11 24 80 16 76 128 25 -17 -20 -10 -48 -42 -50 -62 -44 -58 -68 -33 -83 -40 9 -43 -4 57 128 47 22 61 -16 -7 38 -18 -9 5 -31 -6 -15 16 60 70 64 108 61 9 7 28 -20 -6 -19 -18 -12 -51 -42 14 -34 -1 48 39 57 135 22 -9 -4 42 -32 -23 -19 -28 -37 -67 -44 -22 -65 -19 28 -22 43 87 Média 3.13 0.137 0.137 0.000322 320 0.041 0.021 0.000911 339 0.62725 -8.25 -0.01945 -7.000157 261 0.67364877 -2.275 0.000306 448 0.137 0.034 0.103 0.36 -0.13 -0.155 0.67364877 -2.53887 -8.000779 264 0.000775 355 0.00086 359 0.94904 -8.19945 -6.86323284 -3.000643 320 0.43708 -8.26 -0.96 1.29 -0.78062089 -3.98777435 -1.021 0.78062089 -3.82 9.98777435 -3.48 11.27302629 -1.29636 -8.94031 -7.05 0.069 0.103 0.27302629 -1.19 0.19418321 -2.38139475 -3.27302629 -2.13090 -8.000766 269 0.59 -0.47171 -8.103 0.07 1.069 0.67364877 -2.97592965 -2.86 -0.38139475 -2.00026 265 0.98777435 -1.000039 538 0.16 0.000747 368 0.68 19.021 0.86227 -7.051 0.

Ensaio Triaxial Dinâmico
Módulo de Resiliência (módulo composto)
"Amostra" :
CIBH

COEFICIENTES DA REGRESSÃO
INTERSEÇÃO
-6,3090682
b1
-0,4659208
b2
1,28533647
k1
k2
k3
0,001819728 -0,4659208 1,2853365
2
R = 0,99814487
K1 = 1/k1
550

DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO
V  (kgf/cm2)

V d (kgf/cm2)

0,021
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,021
0,034
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0,103
0,103

TeseCinconeguiAnexosCIBH (2)

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0,103
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Ha
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374
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243
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259
253
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306
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199
200
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217
239
274
289
329

LN H a

LN V 3

LN V d

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-7,98951 -3,86323284 -2,78062089
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-8,29006 -2,67364877 -2,67364877
-7,36979 -2,67364877 -1,98777435
-7,05510 -2,67364877 -1,57987911
-7,88592 -2,27302629 -2,27302629
-7,24743 -2,27302629 -1,57987911
-6,97176 -2,27302629
-1,174414

MR = K1V 3k2V dk3
K2 = -k2
0,4659

K3 = 1-k3
-0,2853

MR Calculado
(kgf/cm2)

ERRO
(kgf/cm2)

ERRO (%)

Resíduo
Padronizado

274
226
201
298
244
217
321
263
234
339
279
248
365
299
266
384
315
280
274
226
201
298
244
217
321
263
234
339
279
248
365
299
266
384
315
280
226
201
298
244
217
321
263
234
339
279
248
365
299
266
384
315
280
274
226
201
298
244
217
321
263
234
339
279
248
365
299
266
384
315
280
226
201
298
244
217
321
263
234
339
279
248
365
299
266

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39
33
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3
25
21
-4
19
8
-8
38
-21
38
120
18
104
175
65
-39
-21
-43
-52
-26
-61
-55
-18
-60
-43
13
-55
7
99
-7
81
153
-8
-20
84
-41
-41
-44
-76
-31
-103
-65
-20
-87
-19
57
-25
40
110
476
-36
-42
84
-69
-52
-88
-79
-41
-98
-74
-14
-80
-27
55
-48
34
108
14
-18
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-32
-30
-17
-64
-34
-64
-61
-9
-91
-10
63

28,36
14,56
14,16
20,13
1,41
10,47
6,20
1,52
7,69
2,21
2,98
13,38
6,17
11,28
31,02
4,47
24,84
38,49
19,24
20,72
11,76
16,73
26,87
13,82
23,39
26,77
8,30
21,38
18,44
4,94
17,85
2,14
27,05
1,97
20,49
35,36
3,63
10,79
21,89
20,15
23,32
15,84
41,05
15,54
43,50
30,45
8,91
31,30
6,87
17,66
7,01
11,34
28,15
63,53
19,06
26,34
21,89
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31,55
37,87
43,35
20,97
40,55
35,95
6,14
28,11
9,77
17,14
14,30
9,63
27,88
5,74
9,82
69,28
14,85
16,14
5,76
32,13
16,75
23,35
28,21
3,97
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3,38
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-0,16
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-0,16
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-0,45
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-0,32
0,10
-0,41
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0,73
-0,05
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1,13
-0,06
-0,14
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-0,30
-0,30
-0,32
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-0,23
-0,76
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-0,64
-0,14
0,42
-0,19
0,30
0,81
3,51
-0,27
-0,31
0,62
-0,51
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-0,65
-0,58
-0,30
-0,72
-0,54
-0,11
-0,59
-0,20
0,41
-0,35
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0,10
-0,13
4,96
-0,23
-0,22
-0,13
-0,47
-0,25
-0,47
-0,45
-0,07
-0,67
-0,07
0,46

1/2

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0,137
0,137
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
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0,069
0,069
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0,103
0,103
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0,069
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-66
-37
-120
-73
-21
-91
-18
51
-29
41
119
Média

11,50
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-0,67
-0,13
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-0,21
0,30
0,88

2/2

Ensaio Triaxial Dinâmico
Módulo de Resiliência (módulo composto)
"Amostra" :
CMBH

COEFICIENTES DA REGRESSÃO
INTERSEÇÃO
-6,3628995
b1
-0,4392731
b2
1,26524918
k1
k2
k3
0,00172436
-0,4392731 1,2652492
2
R = 0,99814487
K1 = 1/k1
580

DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO
V  (kgf/cm2)
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137

V d (kgf/cm2)
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412
0,021
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412
0,021
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137

TeseCinconeguiAnexosCMBH (2)

Ha
0,000075
0,000209
0,000029
0,000238
0,000424
0,00011
0,000421
0,000625
0,000176
0,000517
0,000745
0,000285
0,000635
0,000832
0,000324
0,00065
0,000929
0,000153
0,000316
0,000092
0,000314
0,000519
0,000176
0,000488
0,000741
0,000232
0,000605
0,000818
0,000334
0,000664
0,000903
0,000382
0,000734
0,000991
0,000022
0,000175
0,000371
0,000089
0,000361
0,000585
0,000192
0,000512
0,000703
0,000242
0,000608
0,000814
0,000345
0,000683
0,000905
0,000374
0,000718
0,000964
0,000118
0,000243
0,000061
0,000247
0,000444
0,000124
0,000423
0,000627
0,000175
0,00051
0,000722
0,000295
0,000592
0,00081
0,000316
0,000613
0,000919
0,00004
0,000193
0,000378
0,000132
0,000381
0,000579
0,000207
0,000529
0,000772
0,000267
0,000638
0,00086
0,000357
0,000685
0,000935
0,000393

MR (kgf/cm2)
547
297
1.172
290
243
464
245
248
392
265
277
361
324
371
423
423
443
268
196
370
220
198
290
211
209
297
226
252
308
310
342
359
375
416
955
234
167
382
191
176
266
201
220
285
225
253
299
302
341
366
383
427
347
255
557
279
232
411
243
247
394
269
285
349
348
381
434
449
448
525
212
164
258
181
178
246
195
201
258
215
240
289
301
330
349

LN H a

LN V 3

LN V d

-9,49802 -3,86323284 -3,19418321
-8,47318 -3,86323284 -2,78062089
-10,44821 -3,38139475 -3,38139475
-8,34324 -3,38139475 -2,67364877
-7,76578 -3,38139475 -2,27302629
-9,11503 -2,97592965 -2,97592965
-7,77288 -2,97592965 -2,27302629
-7,37776 -2,97592965 -1,86433016
-8,64503 -2,67364877 -2,67364877
-7,56747 -2,67364877 -1,98777435
-7,20213 -2,67364877 -1,57987911
-8,16302 -2,27302629 -2,27302629
-7,36189 -2,27302629 -1,57987911
-7,09168 -2,27302629
-1,174414
-8,03477 -1,98777435 -1,98777435
-7,33854 -1,98777435 -1,29098418
-6,98140 -1,98777435 -0,88673193
-8,78507 -3,86323284 -3,19418321
-8,05977 -3,86323284 -2,78062089
-9,29372 -3,38139475 -3,38139475
-8,06612 -3,38139475 -2,67364877
-7,56361 -3,38139475 -2,27302629
-8,64503 -2,97592965 -2,97592965
-7,62520 -2,97592965 -2,27302629
-7,20751 -2,97592965 -1,86433016
-8,36877 -2,67364877 -2,67364877
-7,41028 -2,67364877 -1,98777435
-7,10865 -2,67364877 -1,57987911
-8,00437 -2,27302629 -2,27302629
-7,31723 -2,27302629 -1,57987911
-7,00979 -2,27302629
-1,174414
-7,87009 -1,98777435 -1,98777435
-7,21700 -1,98777435 -1,29098418
-6,91680 -1,98777435 -0,88673193
-10,72447 -3,86323284 -3,86323284
-8,65072 -3,86323284 -3,19418321
-7,89931 -3,86323284 -2,78062089
-9,32687 -3,38139475 -3,38139475
-7,92663 -3,38139475 -2,67364877
-7,44390 -3,38139475 -2,27302629
-8,55802 -2,97592965 -2,97592965
-7,57719 -2,97592965 -2,27302629
-7,26015 -2,97592965 -1,86433016
-8,32657 -2,67364877 -2,67364877
-7,40534 -2,67364877 -1,98777435
-7,11355 -2,67364877 -1,57987911
-7,97197 -2,27302629 -2,27302629
-7,28902 -2,27302629 -1,57987911
-7,00758 -2,27302629
-1,174414
-7,89125 -1,98777435 -1,98777435
-7,23904 -1,98777435 -1,29098418
-6,94442 -1,98777435 -0,88673193
-9,04483 -3,86323284 -3,19418321
-8,32245 -3,86323284 -2,78062089
-9,70464 -3,38139475 -3,38139475
-8,30612 -3,38139475 -2,67364877
-7,71969 -3,38139475 -2,27302629
-8,99523 -2,97592965 -2,97592965
-7,76814 -2,97592965 -2,27302629
-7,37456 -2,97592965 -1,86433016
-8,65072 -2,67364877 -2,67364877
-7,58110 -2,67364877 -1,98777435
-7,23349 -2,67364877 -1,57987911
-8,12854 -2,27302629 -2,27302629
-7,43200 -2,27302629 -1,57987911
-7,11848 -2,27302629
-1,174414
-8,05977 -1,98777435 -1,98777435
-7,39715 -1,98777435 -1,29098418
-6,99222 -1,98777435 -0,88673193
-10,12663 -3,86323284 -3,86323284
-8,55282 -3,86323284 -3,19418321
-7,88062 -3,86323284 -2,78062089
-8,93271 -3,38139475 -3,38139475
-7,87271 -3,38139475 -2,67364877
-7,45421 -3,38139475 -2,27302629
-8,48279 -2,97592965 -2,97592965
-7,54452 -2,97592965 -2,27302629
-7,16653 -2,97592965 -1,86433016
-8,22826 -2,67364877 -2,67364877
-7,35717 -2,67364877 -1,98777435
-7,05858 -2,67364877 -1,57987911
-7,93777 -2,27302629 -2,27302629
-7,28609 -2,27302629 -1,57987911
-6,97496 -2,27302629
-1,174414
-7,84170 -1,98777435 -1,98777435

MR = K1V 3k2V dk3
K2 = -k2
0,4393

K3 = 1-k3
-0,2652

MR Calculado
(kgf/cm2)

ERRO
(kgf/cm2)

ERRO (%)

Resíduo
Padronizado

248
222
322
267
240
346
287
257
364
304
272
390
325
292
410
341
306
248
222
322
267
240
346
287
257
364
304
272
390
325
292
410
341
306
296
248
222
322
267
240
346
287
257
364
304
272
390
325
292
410
341
306
248
222
322
267
240
346
287
257
364
304
272
390
325
292
410
341
306
296
248
222
322
267
240
346
287
257
364
304
272
390
325
292
410

299
74
850
23
3
118
-42
-9
28
-39
4
-29
0
80
13
82
137
20
-26
48
-47
-41
-56
-76
-48
-67
-77
-21
-82
-15
50
-52
34
109
658
-14
-55
60
-76
-64
-80
-86
-37
-79
-78
-19
-92
-23
50
-44
42
121
100
33
235
12
-8
66
-43
-10
30
-35
13
-41
23
90
23
108
142
229
-35
-58
-64
-86
-62
-99
-92
-57
-106
-89
-33
-102
-24
39
-62

54,65
25,11
72,54
7,95
1,22
25,48
17,20
3,74
7,11
14,57
1,46
8,04
0,15
21,44
2,96
19,38
30,91
7,48
13,24
12,88
21,44
20,91
19,23
35,85
23,00
22,45
34,07
8,19
26,62
4,72
14,74
14,42
8,96
26,30
68,98
5,82
32,94
15,72
39,62
36,29
30,07
42,53
16,69
27,72
34,73
7,66
30,79
7,72
14,55
12,02
10,94
28,31
28,65
12,92
42,23
4,47
3,44
15,99
17,76
4,07
7,64
13,02
4,51
11,83
6,63
23,52
5,35
23,97
31,65
43,61
16,71
35,45
25,00
47,35
34,89
40,24
47,27
28,14
40,92
41,38
13,75
35,34
8,03
11,72
17,71

2,30
0,57
6,53
0,18
0,02
0,91
-0,32
-0,07
0,21
-0,30
0,03
-0,22
0,00
0,61
0,10
0,63
1,05
0,15
-0,20
0,37
-0,36
-0,32
-0,43
-0,58
-0,37
-0,51
-0,59
-0,16
-0,63
-0,11
0,39
-0,40
0,26
0,84
5,06
-0,10
-0,42
0,46
-0,58
-0,49
-0,61
-0,66
-0,28
-0,61
-0,60
-0,15
-0,71
-0,18
0,38
-0,34
0,32
0,93
0,76
0,25
1,81
0,10
-0,06
0,51
-0,33
-0,08
0,23
-0,27
0,10
-0,32
0,18
0,69
0,18
0,83
1,09
1,76
-0,27
-0,45
-0,49
-0,66
-0,48
-0,76
-0,71
-0,43
-0,81
-0,68
-0,25
-0,78
-0,19
0,30
-0,47

1/2

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Padrão 130.18 34.98777435 -1.000323 319 0.63 -0.103 0.67364877 -2.38139475 -3.93 45.206 0.000852 363 0.97 26.20481 -8.51472 -8.15 23.08 36.103 0.98777435 -1.67364877 -2.32 0.021 0.000178 388 0.000617 251 0.29098418 -0.041 0.62586 -8.00008 425 0.000591 232 0.137 0.97592965 -2.021 0.86323284 -3.98777435 -3.38139475 -3.137 0.34 28.97592965 -2.000327 211 0.051 0.98777435 -1.24 26.67364877 -2.48 0.97592965 -2.27016 -8.07 -0.48 1.52 20.103 0.000394 348 0.069 0.86323284 -3.137 0.000491 279 0.069 0.069 0.36 -0.92111 -7.000351 293 0.67364877 -1.86323284 -3.000157 261 0.98777435 -1.88673193 -3.174414 -1.57 34.069 0.67364877 -1.069 0.92663 -7.01339 -7.051 0.22658 -6.38139475 -2.34 -0.000848 243 0.000556 495 0.95758 -7.27302629 -1.051 0.90277 -9.86323284 -3.000743 209 0.98 17.137 0.97592965 -2.86323284 -3.27302629 -2.069 0.17302 -9.103 0.27302629 -2.38616 -7.27302629 -1.46 -0.062 0.35 -0.86433016 -2.27302629 -1.83916 -7.22 -0.051 0.78 32.04407 -9.34 -0.0006 228 0.069 0.78062089 -3.86323284 -3.43 0.87142 -1.33 8.04 42.000352 389 0.86323284 -3.78062089 -3.034 0.21 21.27302629 -1.034 0.103 0.051 0.10743 -8.034 0.38139475 -2.051 0.275 0.8506 0.96044 -9.55 0.64 -0.52765 -8.61 7.137 0.000819 252 0.98777435 -1.000591 465 0.00071 290 0.58110 -7.103 0.137 0.27302629 -2.36 38.87 4.29098418 -0.38 1.63136 -8.000726 379 0.07931 -8.43 -0.98777435 -3.137 0.75 30.86323284 -3.98777435 -1.27302629 -2.30 -0.17 0.97923 -8.47 18.86 26.27302629 -1.57987911 -2.103 0.97592965 -2.000188 271 0.26 0.98777435 -1.069 0.103 0.22 0.000061 344 0.38139475 -2.38139475 -3.137 0.97592965 -2.034 0.48 0.412 0.45594 -8.034 0.000114 360 0.000405 338 0.58 -0.27302629 -2.06441 -7.0.43 9.000066 318 0.000229 301 0.86433016 -2.062 0.18 0.000731 212 0.23 -0.041 0.81162 -7.206 0.000067 507 0.38139475 -3.021 0.67364877 -1.07263 -7.000538 191 0.000024 875 0.62520 -7.77 0.27302629 -1.412 0.000116 293 0.38139475 -3.412 0.000606 226 0.54 -0.001027 401 0.15195 -9.43348 -8.02250 -7.36 30.39 -0.43369 -7.54 -0.103 0.103 0.206 0.55 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397 Desv.57987911 -1.103 0.67364877 -2.41 0.88673193 -3.96 12.91 9.034 0.97 8.67385 -7.14 -0.77764 -7.97592965 -2.55 -0.55 11.041 0.051 0.55 -0.000328 314 0.021 0.155 0.31 2.88111 -8.97592965 -2.103 0.25099 -7.59890 -7.86323284 -3.30 6.25 32.57987911 -1.27302629 -2.000349 178 0.137 0.97592965 -2.49739 -7.000353 195 0.59293 -7.73 0.67364877 -2.17 -0.051 0.60 -0.61082 -8.000056 607 0.27302629 -1.103 0.051 0.309 0.062 0.59 0.67364877 -2.70 2/2 .97592965 -2.206 0.81 6.034 0.051 0.38139475 -3.

58133 -9.97592965 -2.39 17.97592965 -2.155 0.97592965 -2.206 0.99814487 K1 = 1/k1 430 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.61 43.86 8.000204 0.48 -0.38139475 -3.99222 -7.87 30.103 0.11503 -7.97176 -6.19418321 -2.89287 -7.27302629 -1.00066 0.27302629 -2.309 0.28 -0.051 0.83 25.29098418 -0.86278 -7.103 0.000778 0.051 0.99768 -7.034 0.62 2.68838 -8.000518 0.041 0.137 0.96 0.000192 0.034 0.17792 -8.069 0.041 0.48 -0.67 13.86323284 -3.36 0.06 0.37 -0.38139475 -3.30 0.72 0.103 0.98777435 -1.062 0.103 0.06 -0.00011 0.69752 -8.021 0.98777435 -1.021 0.97592965 -2.28 0.34 32.000266 0.78062089 -3.034 0.021 0.67364877 -2.97592965 -2.72 0.069 0.103 0.000495 0.92 2.000456 0.21 -0.14474 -8.86433016 -2.309 0.38139475 -3.069 0.97592965 -2.13 0.069 0.06324 -6.27 0.001015 0.97592965 -2.051 0.98777435 -1.27302629 -2.069 0.96 0.97592965 -2.275 0.11 0.34 17.85709 -7.58306 -8.021 0.000914 0.103 0.45 4.40 23.034 0.27302629 -2.174414 -1.39056 -7.38139475 -2.051 0.57773 -8.051 0.44 36.40 8.000522 0.021 0.71519 -7.137 0.98777435 -1.00065 0.61095 -6.051 0.36 19.33854 -6.25818753 k1 k2 k3 0.137 0.51 30.309 0.97592965 -2.38139475 -2.29806 -7.20 13.19418321 -2.44606 -8.000891 0.98777435 -3.38139475 -3.103 0.03 12.86433016 -2.17 1/2 .38139475 -2.069 0.27302629 -1.051 0.29372 -7.137 0.000079 0.051 0.155 0.029 72 33 144 5 9 22 -12 8 -41 -6 31 -19 38 94 6 75 129 133 -19 -23 -2 -48 -35 -39 -51 -30 -52 -51 -13 -60 -14 40 -32 37 76 60 -35 -34 -34 -55 -39 -54 -59 -35 -61 -54 -17 -63 -18 39 -18 30 75 41 2 83 -19 -13 7 -25 -9 -13 -26 8 -31 16 66 62.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MIBH COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.069 0.86323284 -3.98777435 -1.103 0.000297 0.000478 0.00047 0.51 41.000152 0.16 -0.27302629 -2.67364877 -2.38139475 -2.80424 -7.83157 -7.000467 0.12178 -7.000938 0.24743 -6.103 0.89682 -8.98777435 -1.103 V d (kgf/cm2) 0.021 0.67364877 -2.21 5.051 0.000567 0.67364877 -2.041 0.000509 0.18 13.051 0.97592965 -2.97592965 -2.000919 0.15 40.78062089 -3.48 -0.27302629 -3.069 0.103 0.01 -0.0640305 b1 -0.27302629 -2.051 0.67364877 -1.98777435 -1.67364877 -1.15878 -6.021 0.069 0.15 24.034 0.78062089 -3.137 0.000578 0.10 0.27302629 -2.52951 -7.034 0.27302629 -1.001158 0.48 11.01 0.07854 -6.78483 -7.67364877 -2.22 1.21 -0.57987911 -2.041 0.54 6.062 0.034 0.67364877 -2.86323284 -3.000191 0.137 0.28 0.103 0.97592965 -2.000433 0.103 0.35 0.95171 -6.137 0.069 0.86323284 -3.000167 0.069 0.17 0.57987911 -2.93615 -6.069 0.84170 -9.062 0.00333 -7.000123 0.000719 0.000062 0.33 -0.63936 -7.49739 -7.000761 0.069 0.000537 0.27302629 -2.67364877 -2.58 7.000177 0.069 0.76 39.86661 -10.96 2.4489 K3 = 1-k3 -0.103 0.12965 -6.86323284 -3.103 0.103 0.67364877 -2.051 0.27302629 -1.11507 -7.97592965 -2.27302629 -1.034 0.57987911 -2.001176 0.27302629 -2.98777435 -1.78062089 -3.48 6.57987911 -1.034 0.19418321 -2.88673193 -3.000387 0.68 0.000358 0.062 0.041 0.09 19.034 0.18 -0.000672 0.062 0.62 6.66918 -8.103 0.034 0.04 4.45940 -7.60 -0.86323284 -3.31 26.034 0.412 0.15 29.38139475 -3.88673193 -3.70 0.08 0.79353 -3.98777435 -1.97592965 -2.034 0.57987911 -2.275 0.76 1.00081 0.18088 -6.69023 -7.02 -0.98777435 -1.27302629 -1.22452 -7.51 -0.61298 -7.000992 0.27 -0.00 23.206 0.103 0.412 0.04 0.021 0.91076 -6.275 0.02317 -8.67364877 -2.99 10.001131 0.000318 0.89 0.56324 -7.27302629 -2.021 0.27302629 -1.23765 -6.27302629 -2.38 10.19 6.27302629 -1.38139475 -2.54 25.86323284 -3.27302629 -2.33 -0.103 0.000268 0.98777435 -3.31 1.034 0.08 6.52 -0.103 0.27302629 -1.137 0.155 0.27302629 -1.76814 -9.174414 -1.84 9.74 5.069 0.26 -0.000328 0.67364877 -1.2581875 R2 = 0.137 0.71 1.86433016 -2.98777435 -1.137 0.36 -0.000227 0.67364877 -2.67364877 -1.069 0.137 0.67364877 -2.103 0.001046 0.46 22.051 0.29098418 -0.174414 -1.000766 0.05346 -7.001391 0.03 0.67364877 -2.86323284 -3.29098418 -0.38139475 -2.103 0.000393 0.051 0.000299 0.000408 0.67364877 -2.60 23.27302629 -1.37 -0.021 0.034 0.98777435 -1.57 -0.069 0.77 9.103 0.000957 0.29 19.47515 -7.000446 0.98777435 -1.86323284 -3.27302629 -2.051 0.24 6.19418321 -2.021 0.137 0.103 0.137 0.12 0.29 -0.17716 -7.103 0.98777435 -3.96044 -7.38139475 -3.051 0.000972 0.88 28.16 15.74477 -7.91579 -7.137 0.069 0.46 11.67364877 -2.67364877 -2.23 0.000801 0.069 0.97592965 -2.46 -0.57 4.4488598 1.25 -0.61 26.04 0.021 0.69302 -7.000997 0.034 0.412 0.38139475 -2.86323284 -3.17433 -8.021 0.33 29.206 0.103 0.09 0.35 0.021 0.33 -0.98777435 -1.86323284 -3.069 0.069 0.32 -0.30 1.82 17.30525 -8.174414 -1.86323284 -3.000856 0.001121 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.67364877 -2.051 0.93498 -7.137 0.103 0.051 0.000203 0.86433016 -2.86323284 -3.000038 0.021 0.38139475 -3.98777435 -1.275 0.83 3.67364877 -2.56554 -7.59 4.78062089 -3.206 0.32 -0.000841 0.02 -0.86323284 -3.103 0.17 0.001016 0.000843 0.206 0.94 22.05 0.93 13.74564 -9.98777435 -1.38139475 -2.03 -0.97592965 -2.64 9.21 -0.034 0.000827 0.23201 -7.09892 -6.97592965 -2.412 0.79163 -7.38 0.051 0.74 4.137 0.22 -0.88673193 -3.64 2.12 0.02 -0.86323284 -3.000416 0.034 0.103 0.174414 206 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 206 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 206 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 206 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 347 7 -9 51 -29 -16 6 -22 -1 -28 -40 29 -13 24 102 13 80 174 1.57987911 -1.66 32.001243 0.069 0.001011 0.08092 -6.45594 -8.28 -0.37 -0.78465 -7.000826 0.94 27.000397 0.000576 0.18 0.06 -0.000675 0.069 0.86433016 -2.001386 0.09771 -6.137 0.2582 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 553 181 147 276 159 153 250 182 182 231 176 224 266 257 311 307 326 395 1.86323284 -3.89188 -7.27302629 -2.069 0.31 15.50230 -7.08 0.021 0.98230 -8.11848 -8.021 0.86323284 -3.000789 0.07 0.000349 0.034 0.155 0.235 246 189 370 193 178 266 192 191 217 211 225 259 271 304 300 321 350 339 154 133 224 140 134 205 153 153 206 166 182 219 220 250 262 283 297 266 138 122 192 133 131 190 145 148 198 163 178 215 215 249 277 276 296 215 158 309 169 156 251 179 174 246 191 203 248 249 276 -10.32327 -8.55784 -6.137 0.57 -0.103 0.49 27.57987911 -2.57987911 -1.64590 -6.06 33.001238 0.29098418 -0.06 2.06910 -8.000423 0.000249 0.034 0.98777435 -3.137 0.97 11.07 25.38139475 -2.97592965 -2.137 0.137 0.98777435 -1.38 25.206 0.000092 0.000851 0.27302629 -2.206 0.44 17.86323284 -3.05 -0.000712 0.021 0.57987911 -1.19418321 -2.89 13.27302629 -2.000281 0.069 0.000335 0.67364877 -2.91 34.38139475 -3.309 0.57987911 -1.63 38.38139475 -3.56 -0.27302629 -1.66278 -6.000494 0.07 -0.51 -0.155 0.18 8.12 -0.11 4.55802 -7.000017 0.002325011 -0.88673193 -3.27302629 -1.001042 0.206 0.22 18.42 30.206 0.67364877 -2.02250 -9.4488598 b2 1.38139475 -3.00138 -7.87 12.08 -0.96 83.051 0.69426 -7.15 0.02 -0.309 TeseCinconeguiAnexosMIBH (2) Ha 0.97592965 -2.49 -0.49 29.19 19.21 12.67364877 -2.97592965 -2.39 -0.76106 -7.206 0.38139475 -2.67364877 -1.55 -0.27302629 -1.47 13.30080 -6.

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Padrão 105.67364877 -2.66481 -9.275 0.000198 258 0.051 0.04129 -7.27302629 -1.051 0.67364877 -2.55283 -8.22 -0.17 0.412 0.04 3.05977 -7.27302629 -2.26300 -6.0.97592965 -2.98777435 -1.000121 281 0.33 -0.000579 178 0.98777435 -1.8482 0.275 0.155 0.97592965 -2.27302629 -2.15 14.000705 146 0.051 0.021 0.54 13.051 0.62586 -8.01972 -7.13338 -7.97592965 -2.67364877 -2.17694 -6.000562 123 0.000698 148 0.103 0.000269 190 0.67563 -7.27302629 -1.97592965 -2.86323284 -3.52 -0.000108 315 0.103 0.34 -0.38139475 -2.103 0.000885 233 0.67364877 -1.412 0.98777435 -1.000328 210 0.67364877 -2.98777435 -1.021 0.000615 167 0.67364877 -2.82894 -7.27302629 -2.94431 -8.000898 173 0.27304 -6.069 0.19 -0.069 0.76107 -7.98777435 -1.10 0.03 -0.03 -0.88673193 294 246 222 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 206 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 206 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 206 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 206 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 20 67 119 40 17 89 -9 -9 14 -25 -2 -48 -21 11 -32 11 76 1 70 120 232 -2 -17 -3 -36 -23 -36 -36 -10 -42 -35 41 -37 14 64 -2 69 110 377 3 -14 55 -28 -22 -3 -41 -16 -41 -37 -8 -43 0 55 0 54 102 112 -24 -35 -39 -47 -35 -54 -56 -28 -40 -47 -10 -55 -10 53 -17 40 90 90 -23 -24 -25 -65 -42 -74 -74 -47 -105 -85 -43 -122 -60 -6 -97 -31 28 Média 6.50 -0.57719 -8.86433016 -2.94754 -6.051 0.137 0.15 17.38 -0.73787 -7.103 0.39389 -7.034 0.06 0.000701 195 0.45 14.000468 293 0.26729 -6.85 0.57987911 -2.74734 -7.86433016 -2.02250 -7.309 0.069 0.40 -0.97592965 -2.034 0.062 0.41 0.13717 -6.67364877 -2.06558 -8.67364877 -2.93 18.069 0.27 15.03 19.44 -0.021 0.14 24.58 18.021 0.000809 127 0.051 0.29098418 -0.021 0.97592965 -2.27302629 -1.68 4.38139475 -2.66704 -7.000239 172 0.68428 -6.83 33.206 0.98777435 -1.86323284 -3.062 0.70 1.05 28.10 65.021 0.000698 148 0.174414 -1.051 0.21 11.86374 -6.16 0.001167 265 0.78 28.08 -0.38139475 -2.021 0.137 0.137 0.069 0.98777435 -1.57 2.000319 216 0.04702 -6.00 0.53 4.174414 -1.38139475 -3.30 5.07736 -6.48 18.35248 -8.57987911 -2.051 0.137 0.29 15.27302629 -2.78062089 -3.27302629 -1.26 -0.103 0.000182 187 0.23 -0.00114 136 0.206 0.000071 296 0.001277 215 0.041 0.33 0.48 0.98777435 -1.97592965 -2.32 14.88673193 -3.051 0.034 0.069 0.67132 -6.206 0.98777435 -3.01534 -8.98572 -6.000656 157 0.27302629 -2.27302629 -2.93219 -9.02 0.000453 152 0.05032 -7.103 0.137 0.66 1.000999 206 0.23 -0.04 0.137 0.38139475 -3.00 1.069 0.67364877 -2.206 0.57987911 -1.034 0.57987911 -2.67364877 -2.97592965 -2.10 -0.02 0.051 0.03 -0.05 0.67364877 -1.000431 160 0.001189 173 0.67364877 -2.18747 -7.174414 -1.27302629 -1.03 0.069 0.67364877 -2.00 0.98777435 -1.75332 -7.44 6.27302629 -2.59 9.000471 132 0.16 -0.30 21.000466 294 0.98777435 -3.001206 342 0.80791 -7.57 20.034 0.000489 141 0.206 0.051 0.069 0.67364877 -2.86433016 -2.86323284 -3.137 0.155 0.98777435 -1.48401 -7.001322 312 0.000245 208 0.23199 -8.90 30.137 0.069 0.103 0.45 -0.35 18.06 -0.57987911 -2.35 0.412 0.45892 -7.69184 -10.137 0.27302629 -2.45421 -7.98777435 -1.98777435 -1.98777435 -1.42 17.034 0.412 0.86433016 -2.034 0.0003 170 0.87 9.62 -0.49366 -7.96 1.001045 131 0.00087 316 0.70 -0.36447 -7.36031 -6.86433016 -2.02 -0.29098418 -0.86323284 -3.98777435 -1.86323284 -3.206 0.103 0.000437 236 0.61 68.63 37.041 0.33905 -7.98777435 -1.15 21.99 12.001649 250 Desv.22 -0.021 0.78062089 -3.000878 313 0.70 -0.88673193 -3.000212 241 0.051 0.86323284 -3.98248 -8.000153 222 0.44 -0.069 0.15 -0.275 0.103 0.034 0.14 52.051 0.15 -0.67364877 -2.90776 -8.11 5.61 23.27 2/2 .99 -0.137 0.137 0.001 155 0.55 9.27302629 -1.27302629 -2.88673193 -3.98777435 -1.78507 -7.67364877 -2.27302629 -1.309 0.25 26.137 0.034 0.61150 -7.86323284 -3.97592965 -2.66324 -6.26 64.137 0.83 18.19418321 -2.32935 -6.021 0.137 0.29098418 -0.97592965 -2.14 33.33 0.27302629 -2.206 0.98777435 -1.000811 169 0.01 33.86323284 -3.51 5.55802 -7.000694 197 0.70 0.34 -0.103 0.02 -0.58 22.103 0.103 0.000872 315 0.67364877 -2.35 -0.000875 235 0.97592965 -2.43 19.38 -0.73329 -9.37 -0.103 0.069 0.034 0.99 19.103 0.069 0.08 18.29098418 -0.73558 -7.86323284 -3.04472 -6.27302629 -1.38139475 -3.38139475 -2.069 0.57 23.27302629 -2.34 -0.000036 583 0.034 0.97592965 -2.000316 218 0.412 TeseCinconeguiAnexosMIBH (2) 0.00121 340 0.11173 -7.98777435 -3.97592965 -2.069 0.001275 323 0.53 -0.38139475 -2.103 0.98777435 -3.19418321 -2.000359 173 0.32 5.31 28.27302629 -1.021 0.59 77.03 -0.137 0.000925 223 0.00 -0.86323284 -3.72045 -9.000426 242 0.05 -0.29 0.021 0.27302629 -1.103 0.000386 179 0.275 0.62315 -7.19 0.98777435 -1.71713 -8.29098418 -0.73464 -6.98777435 -1.001112 185 0.97592965 -2.03786 -6.69962 -7.38139475 -2.27302629 -1.

062 0.069 0.61 -0.81063 -7.75 0.412 0.67995 -7.034 0.000306 0.38 36.86323284 -3.78062089 -3.90286 -7.4295357 1.35 30.206 0.31 -0.86323284 -3.2431 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 641 304 1.069 0.98777435 -1.06792 -6.60491 -7.56 38.72 -0.069 0.67364877 -2.12 -0.81156 -7.17 27.57 -0.034 0.98777435 -1.27302629 -2.63 27.021 0.86323284 -3.000818 0.001058 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.59 15.000697 0.034 0.98777435 -1.103 0.30 1.021 0.18 41.24 26.30 -0.16 5.103 0.67364877 -2.021 0.14 -0.069 0.38139475 -3.069 0.86 1.041 0.000231 0.78 0.4295 K3 = 1-k3 -0.21709 -7.38139475 -2.000787 0.97592965 -2.103 0.069 0.051 0.103 0.92 51.81 25.24305927 k1 k2 k3 0.86323284 -3.02 31.000372 0.051 0.88673193 -3.17956 -6.98777435 -1.98777435 -1.38139475 -2.98777435 -1.83410 -8.309 0.069 0.86323284 -3.88 18.06091 -6.74 0.19 -0.85451 -7.50 -0.021 0.19418321 -2.99 -0.137 0.38139475 -2.27302629 -1.86323284 -3.034 0.85 13.86323284 -3.77 30.74649 -7.22 1.69 25.17 0.103 0.68864 -8.206 0.75405 -7.103 0.53 28.30465 -7.67364877 -2.021 0.069 0.27302629 -2.32 20.309 0.29098418 -0.206 0.79 25.66 -0.17 0.000235 0.76 8.051 0.97592965 -2.52 -0.97592965 -2.38 -0.21 0.309 0.33 -0.000988 0.86323284 -3.27302629 -2.275 0.67364877 -2.00093 0.000698 0.14728 -6.4295357 b2 1.73787 -9.52505 -8.00027 0.75 -0.96 10.000732 0.27302629 -1.000938 0.66065 -7.27302629 -2.27302629 -1.17 0.000236 0.80 26.069 0.137 0.67364877 -1.000709 0.97592965 -2.001122 0.137 0.84 30.021 0.275 0.30 19.000929 0.17 -0.49 0.86433016 -2.051 0.86433016 -2.67364877 -1.062 0.21 -0.47 0.72 17.034 0.000396 0.23 0.51 -0.137 0.19418321 -2.57987911 -1.86433016 -2.155 0.00086 0.27302629 -2.57987911 -2.137 0.98897 -6.38139475 -3.034 0.103 0.67364877 -2.22 -0.86323284 -3.46 1/2 .062 0.72211 -9.000852 0.91767 -7.67364877 -2.137 0.53 18.89662 -8.0003 0.000458 0.27302629 -3.67364877 -1.97592965 -2.67364877 -2.000458 0.206 0.67364877 -2.57987911 -1.53 7.77 64.97592965 -2.30 18.103 0.76 54.02 0.309 0.000662 0.98777435 -1.09 12.67364877 -1.36 -0.56 38.48 -0.98777435 -1.67364877 -2.000439 0.000442 0.069 0.83190 -7.59 -0.000413 0.001204 0.26643 -7.27302629 -1.38139475 -2.49739 -10.56 -0.10 -0.19418321 -2.34 0.99440 -7.55 -0.34 0.10840 -7.051 0.21 -0.41858 -6.000429 0.172 300 236 560 265 234 473 226 242 342 291 329 423 387 417 273 175 167 230 168 148 198 148 169 176 159 187 207 240 253 278 298 306 296 177 157 254 167 149 216 177 167 230 187 198 225 252 275 291 319 338 292 152 135 228 157 151 217 172 167 225 180 206 249 262 263 291 323 342 288 156 140 250 149 141 238 171 179 202 175 188 240 249 292 -9.103 0.27302629 -2.412 0.000603 0.000607 0.051 0.069 0.68864 -7.88673193 -3.44821 -8.021 0.40 -0.86323284 -3.30 0.051 0.66 43.39 26.103 0.14 10.069 0.000863 0.35 -0.103 0.76 -0.35 0.98777435 -3.103 0.412 0.00073 0.034 0.103 0.069 0.174414 -1.98777435 -1.78062089 -3.051 0.000436 0.35593 -7.05 0.034 0.137 0.90 11.103 0.04 -0.23 -0.021 0.57987911 -1.09193 -7.27302629 -2.051 0.000146 0.27302629 -2.96 4.37 -0.051 0.25 78.206 0.16 26.155 0.000324 0.069 0.137 0.97592965 -2.97176 -8.137 0.55283 -8.38139475 -2.06910 -8.275 0.88673193 -3.000091 0.98777435 -3.37309 -7.38139475 -3.000826 0.46 11.034 0.24884 -6.034 0.155 0.06 28.27302629 -2.069 0.41 -0.97592965 -2.021 0.31 34.98033 -8.98777435 -1.27302629 -1.206 0.0006 0.27302629 -1.000134 0.069 0.88 9.67364877 -2.98777435 -1.67364877 -2.70890 -9.000148 0.78062089 -3.051 0.46 31.67364877 -2.97592965 -2.412 0.40 -0.30 0.86323284 -3.000392 0.97592965 -2.86323284 -3.000257 0.002094438 -0.35 -0.137 0.36 23.069 0.38139475 -3.103 0.52 -0.05510 -6.36 6.174414 -1.11173 -7.38139475 -2.78062089 -3.73101 -7.99 0.309 TeseCinconeguiAnexosMMBH (2) Ha 0.47 -0.001175 0.86323284 -3.021 0.103 0.21973 -6.041 0.000922 0.000214 0.97592965 -2.00122 0.37 -0.19418321 -2.38139475 -3.81830 -7.57987911 -2.57987911 -2.57987911 -2.68 9.000262 0.63 -0.069 0.50 -0.81 0.103 0.137 0.000029 0.29098418 -0.051 0.001094 0.27302629 -2.97592965 -2.034 0.034 0.137 0.66065 -7.15238 -6.27302629 -2.02 13.98 5.98777435 -1.98777435 -3.000149 0.021 0.38139475 -2.034 0.97592965 -2.97592965 -2.05858 -6.44953 -7.062 0.137 0.67364877 -2.86433016 -2.13 0.000077 0.29098418 -0.206 0.000071 0.206 0.27302629 -1.16 8.137 0.49 -0.64 8.61 36.39 0.051 0.32025 -8.000412 0.27302629 -1.103 0.137 0.000583 0.98777435 -1.000072 0.36019 -7.38139475 -2.97592965 -2.27302629 -1.275 0.174414 -1.206 0.32 40.38139475 -3.000492 0.65663 -8.79449 -7.98777435 -1.27302629 -2.001102 0.98777435 -1.98777435 -3.103 0.03477 -7.034 0.00122 0.38139475 -3.37 -0.000762 0.72420 -8.041 0.84425 -7.062 0.00023 0.12 27.60 25.034 0.051 0.000693 0.67364877 -1.76 -0.000073 0.31 -0.38139475 -2.97592965 -2.86323284 -3.61 26.86323284 -3.86323284 -3.97592965 -2.56 -0.2430593 R2 = 0.000462 0.174414 -1.65 38.000851 0.38139475 -3.051 0.000204 0.79264 -7.86565 -7.29342 -8.021 0.40 -0.021 0.24 14.021 0.67 17.24717 -7.47171 -8.069 0.12 13.103 0.103 0.44732 -6.00068 0.000498 0.000064 0.001348 0.000917 0.069 0.22247 -8.05163 -7.89 43.31 13.32 28.034 0.051 0.90876 -7.14 28.26 0.37 22.69 7.09892 -6.137 0.041 0.09 7.09 18.29098418 -0.85137 -3.103 V d (kgf/cm2) 0.27 16.27302629 -2.98140 -8.83 51.31 -0.11 0.60913 -9.98363 -7.25166 -6.41359 -7.034 0.13 56.09 9.000471 0.70890 -7.38139475 -2.26 -0.16 27.37 2.000783 0.103 0.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MMBH COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.137 0.021 0.28 37.06 30.49 21.40698 -7.137 0.78 0.35168 -7.16 12.67364877 -2.37743 -7.86323284 -3.67364877 -2.27302629 -1.103 0.52 14.97592965 -2.67364877 -2.82 12.103 0.000711 0.000858 0.000999 0.86323284 -3.57987911 -1.79206 -7.38139475 -3.27302629 -2.02 35.021 0.001043 0.10865 -6.46 -0.52 -0.88673193 -3.069 0.1684702 b1 -0.174414 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 232 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 232 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 232 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 232 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 443 125 918 86 42 286 34 25 183 -20 20 30 27 90 93 109 165 40 -22 -12 -24 -46 -47 -76 -83 -40 -114 -86 -35 -106 -24 14 -51 20 53 63 -20 -22 0 -47 -45 -58 -54 -42 -60 -58 -25 -88 -12 36 -39 40 86 59 -46 -43 -26 -57 -43 -57 -59 -43 -65 -66 -16 -63 -2 24 -39 45 90 55 -41 -38 -4 -65 -53 -36 -60 -30 -88 -71 -34 -72 -15 53 69.27448 -8.09 31.94 1.069 0.103 0.67364877 -2.069 0.000388 0.97592965 -2.000136 0.000234 0.19 0.55 -0.67364877 -2.155 0.27302629 -1.43 0.53884 -8.206 0.52 -0.000471 0.26873 -6.000341 0.051 0.155 0.57987911 -1.86433016 -2.034 0.99814487 K1 = 1/k1 477 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.041 0.034 0.00 -0.137 0.069 0.051 0.97592965 -2.051 0.91983 -9.26729 -8.103 0.021 0.27302629 -1.78062089 -3.19418321 -2.38139475 -3.07 39.27302629 -1.103 0.000301 0.40 -0.137 0.034 0.98777435 -1.051 0.08 3.069 0.92 -0.31 12.81791 -7.67364877 -2.79692 -7.27302629 -2.000866 0.67364877 -2.44 0.137 0.61703 -6.103 0.98777435 -1.27302629 -1.57987911 -2.021 0.000411 0.103 0.

21 2.67364877 -1.069 0.069 0.67364877 -7.103 0.19418321 -7.000836 0.20 0.000471 0.069 0.000102 0.38 -0.206 0.73 22.00 -0.38139475 -2.28 -0.32 -0.86 27.206 0.55 22.86323284 -3.103 0.69962 -3.103 0.034 0.31018 -2.38139475 -3.57987911 -6.174414 -7.069 0.24 -0.103 0.103 0.021 0.103 0.155 0.000765 0.98777435 -0.92 1.98777435 -6.54 6.27302629 -1.75847 -2.3537 -0.27 -0.001161 0.069 0.60 3.137 0.97592965 -1.27302629 -7.78062089 -9.069 0.034 0.000936 0.000851 0.98777435 -6.034 0.39 20.103 0.38139475 -3.98777435 -1.67364877 -1.98777435 -1.57987911 -6.56702 -3.64 -0.000747 0.51 0.66065 -2.25 4.000812 0.27302629 -6.89 0.38139475 -2.04 0.91 0.38139475 -2.78062089 -10.206 0.96327 -2.103 0.00051 0.155 0.103 0.000304 0.000895 0.30823 -2.309 0.67364877 -2.27302629 -8.04 0.91 2.97592965 -1.00097 0.50559 -2.78062089 -9.48757 -3.051 0.24 0.000798 0.206 0.41 4.174414 -7.09 -0.034 0.53 -0.051 0.000164 0.051 0.38139475 -3.67364877 -2.021 0.27302629 -1.103 0.000154 0.00041 0.64 20.38139475 -2.98777435 -1.34316 -2.27302629 -8.069 0.59691 -1.137 0.56 7.86433016 -8.91 0.034 0.137 0.06294 -3.000547 0.103 0.44 34.10 20.206 0.069 0.00055 0.97592965 -2.021 0.206 0.85 21.27302629 -1.000382 0.99 0.38741 -3.14 15.68 2.90 22.86323284 -2.71 1.08217 -2.86323284 -8.04 -0.26163 -3.103 0.021 0.29098418 -6.98777435 -7.021 0.15 9.57987911 -7.81162 -2.97592965 -1.67364877 -1.97592965 -7.28755 -2.96 3.88673193 -8.01038 -3.932476 -7.041 0.00 0.275 0.88673193 -8.60 0.44 0.27302629 -2.97592965 -2.57987911 -7.97496 -2.27302629 -2.88673193 330 278 252 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 232 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 232 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 -35 29 95 69 38 151 -6 -6 37 -7 -18 6 -34 -2 -32 -2 64 5 81 140 68 16 -11 79 -32 -28 -34 -44 -27 -62 -47 -2 -58 3 73 -24 60 105 234 47 555 5 -10 80 -36 0 31 -42 0 -43 -6 54 5 47 102 104 25 253 4 33 59 -12 15 -10 -41 -10 -7 12 45 9 51 104 1 -50 -57 -56 -80 -61 -74 -80 -48 -67 -62 -25 -72 -46 27 -57 6 71 Média 11.000212 0.08 -0.42 29.77856 -3.49 -0.98777435 -1.64 -0.02 46.67364877 -7.67364877 -2.25 20.05 0.22 0.103 0.137 0.27302629 -1.86433016 -8.275 0.44 29.021 0.98777435 -6.51 12.78507 -2.27425 -2.11 0.137 0.000684 0.06 21.137 0.26 10.93821 -2.98777435 -7.86323284 -8.60 18.27302629 -7.73548 -1.03 0.19418321 -8.000619 0.275 0.57987911 -6.103 0.33 1.63 -0.97592965 -2.412 0.103 0.67364877 -1.000785 0.29 0.29 18.75761 -1.137 0.97592965 -1.069 0.98777435 -1.03 0.62 17.16 0.59 0.29098418 -6.78062089 -9.051 0.19418321 -8.412 0.27302629 -7.069 0.22 -0.27302629 -1.000315 0.86323284 -3.67364877 -7.08 0.31 5.000516 0.000153 0.86323284 -2.54 -0.08688 -1.137 0.14983 -2.137 0.27302629 -1.05 4.000673 0.49 0.000961 0.23 -0.69 -0.000742 0.58110 -3.000367 0.98777435 -1.034 0.000747 0.103 0.000309 0.90201 -3.034 0.88 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Padrão TeseCinconeguiAnexosMMBH (2) 295 307 347 266 217 405 208 188 311 224 191 296 212 220 281 262 303 335 359 392 300 214 168 333 182 166 241 187 182 228 198 220 254 267 313 306 338 357 432 225 810 219 184 354 195 209 321 204 222 270 258 294 334 325 355 301 204 507 218 227 333 219 224 280 204 212 306 276 284 338 329 356 233 147 122 198 134 133 200 151 161 223 183 197 241 218 266 273 284 323 114.034 0.001156 0.36 -0.051 0.67364877 -2.39 0.59 0.97592965 -2.103 0.000144 0.67364877 -1.00105 0.97592965 -2.36447 -2.57987911 -7.034 0.103 0.19418321 -8.28 25.034 0.309 0.35 0.10 1.66403 -1.10 0.27302629 -2.041 0.63 37.000286 0.98777435 -7.309 0.29098418 -6.06 -0.412 0.00007 0.000192 0.56 23.412 0.051 0.58 -0.15952 -3.76279 -1.27302629 -7.000405 0.206 0.051 0.80180 -1.50 -0.103 0.88673193 -9.67364877 -7.77 17.38 14.137 0.

137 0.86323284 -3.98777435 -1.034 0.08 30.86323284 -3.062 0.67364877 -2.103 0.206 0.174414 -1.38139475 -3.11250 -6.001939 0.60913 -6.00109 0.88673193 -3.01 -0.62 -0.39 -0.103 0.86323284 -3.155 0.021 0.001153 0.68 2.001453 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 -0.47 39.000227 0.38 20.04 16.46 -0.000262 0.34781 -8.68 0.48 0.000276 0.103 0.97592965 -2.39 -0.04 0.88673193 -3.19 -0.83 31.20 21.12 -0.26275 -6.174414 -1.137 0.39 1.021 0.86323284 -3.70352 -7.72 -0.069 0.63 11.91 25.55 7.069 0.96619 -7.67364877 -2.96348 -7.00067 0.86323284 -3.40 0.137 0.051 0.41 -0.103 0.79 -0.23 10.7604649 b1 0.13 11.034 0.02 -0.24 12.84 14.275 0.59294 -7.000628 0.103 0.63 18.002393 0.57987911 -1.97592965 -2.67364877 -2.98777435 -3.069 0.137 0.069 0.174414 -1.01 16.021 0.33393 -6.67364877 -1.40 30.34358 -6.37 20.97592965 -2.27302629 -1.36 14.034 0.86487 -7.67364877 -2.64770 -6.069 0.68211 -6.021 0.021 0.15 -0.39 0.64 -0.002139 0.137 0.0160 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 169 125 109 130 109 106 117 107 113 101 108 125 102 126 159 106 144 172 191 118 114 120 106 97 111 95 103 91 108 117 91 117 140 98 129 164 113 99 123 111 101 109 98 106 101 105 119 91 118 149 102 137 161 136 107 96 115 103 94 107 97 114 94 98 119 94 123 148 96 139 164 438 181 153 205 150 127 157 131 134 150 132 142 -8.051 0.27302629 -1.24717 -7.65220 -6.81154 -7.89188 -7.051 0.97592965 -2.57987911 -2.001269 0.18351 -6.19 -0.98777435 -1.97009 -8.034 0.68646 -6.001639 0.103 0.38139475 -2.67364877 -2.069 0.27302629 -2.08 0.051 0.000296 0.38139475 -3.14 -0.051 0.28 34.86323284 -3.38139475 -2.64 4.155 0.98399578 k1 k2 k3 0.000965 0.137 0.98777435 -3.22 0.97592965 -2.66 34.87 0.97592965 -2.38139475 -3.82 -0.78112 -6.78062089 -3.275 0.12515 -7.97592965 -2.31 6.034 0.001067 0.38139475 -3.002079 0.034 0.38139475 -2.069 0.86323284 -3.95 1.19418321 -2.19511 -7.71 3.0325 K3 = 1-k3 0.97592965 -2.97592965 -2.103 0.39 28.38139475 -3.62 4.70 -0.38139475 -3.98777435 -1.001135 0.00 0.19418321 -2.14728 -6.56 14.069 0.103 0.94338 -6.155 0.001064 0.021 0.48 0.000787 0.021 0.97 18.27302629 -1.30 -0.52024 -8.034 0.97592965 -2.14742 -8.001748 0.01 -0.034 0.000542 0.000461 0.67364877 -2.309 0.57 0.001648 0.27302629 -1.206 0.103 0.50029 -7.21 7.051 0.021 0.001725 0.78062089 -3.82158 -6.64616 -6.000166 0.21361 -5.44 -0.02555 -7.57987911 -2.67 -0.27302629 -1.66953 -6.34928 -6.98777435 -1.67364877 -1.001354 0.07 24.051 0.069 0.47 17.27302629 -1.19418321 -2.021 0.041 0.75 11.86323284 -3.78820 -6.69 -0.27302629 -2.001421 0.48 -0.001016 0.98777435 -1.27302629 -1.206 0.71 16.021 0.206 0.03247216 b2 0.21564 -6.30 -0.53138 -7.99 13.103 0.034 0.57987911 -1.38139475 -2.97592965 -2.103 0.155 0.051 0.069 0.062 0.069 0.80 6.86 8.36504 -6.47 -0.021 0.98777435 -1.000809 0.008561628 0.82987 -6.19 17.98 0.86323284 -3.000124 0.27302629 -1.30823 -6.000475 0.85 25.11 16.27302629 -2.11971 -8.24 0.051 0.206 0.78062089 -3.069 0.069 0.021 0.86323284 -3.27 21.001081 0.000048 0.12 0.34 17.67364877 -2.38139475 -3.103 0.67364877 -2.174414 -1.76 0.77 -0.85 10.021 0.000633 0.57987911 -1.137 0.051 0.069 0.27302629 -2.001758 0.97592965 -2.67364877 -1.33904 -6.67 2.002505 0.48 10.069 0.000384 0.137 0.051 0.27302629 -2.64 -0.22214 -5.001503 0.03169 -7.98777435 -3.00137 0.021 0.17587 -6.9839958 2 R = 0.99523 -8.86433016 -2.001766 0.38139475 -2.06 7.29098418 -0.26 -0.103 0.98777435 -1.25 1.11 18.57987911 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 121 123 123 121 122 123 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 121 123 123 121 122 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 121 123 123 121 122 123 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 121 123 123 121 122 123 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 45 0 -18 6 -16 -20 -6 -17 -12 -21 -16 1 -19 3 36 -15 22 49 66 -8 -12 -4 -19 -29 -12 -29 -22 -31 -15 -8 -31 -5 16 -22 7 40 -13 -28 0 -14 -24 -14 -27 -18 -21 -18 -5 -30 -5 25 -19 15 38 12 -19 -30 -9 -22 -32 -15 -28 -10 -28 -25 -5 -27 0 25 -24 16 42 313 55 27 81 25 2 34 7 10 28 9 18 26.000347 0.71 -0.137 0.97592965 -2.206 Ha 0.58 18.002215 0.50 12.77 23.38139475 -3.92111 -7.49 -0.001297 0.34 16.137 0.74 5.88673193 -3.38139475 -2.001274 0.000683 0.034 0.55 30.16 -0.57343 -6.27302629 -1.051 0.069 0.67364877 -2.27302629 -2.67364877 -1.08 34.46 0.206 0.98777435 -1.98777435 -1.66278 -6.27302629 -2.82 14.14 0.412 0.32 0.24558 -6.16654 -7.42 28.051 0.137 0.38139475 -2.069 0.000404 0.069 0.85327 -6.97592965 -2.17 1.001299 0.45 22.27302629 -1.64 -0.26 14.051 0.137 0.64 0.27302629 -2.26 15.13 -0.67364877 -1.001906 0.29195 -6.86323284 -3.67364877 -2.001397 0.001008 0.062 0.67364877 -2.062 0.39 0.051 0.021 0.36 -0.97592965 -2.86323284 -3.103 0.97592965 -2.041 0.19418321 -2.98777435 -1.103 0.001101 0.137 0.034 0.76539 -7.57987911 -1.000437 0.38139475 -2.70 0.103 0.87046 -6.67364877 -2.49 33.32 71.069 0.72 17.91 -0.000459 0.57 1.034 0.98777435 -1.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MMBHG COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -4.034 0.86323284 -3.78 -0.67364877 -2.000681 0.76 -0.38139475 -2.40819 -6.002082 0.03521 -9.57987911 -2.00047 0.103 0.309 0.22 -0.25 28.97592965 -2.103 0.01 4.29098418 -0.98947 -9.309 0.069 0.68428 -7.36137 -6.103 0.051 0.00011 0.15 23.103 0.137 0.86323284 -3.034 0.73558 -6.05 27.33 -0.000284 0.021 0.97592965 -2.001348 0.01 -0.137 0.11503 -7.53 -0.275 0.28 0.53 -0.27302629 -1.89979 -6.38896 -6.000644 0.03247216 0.062 0.001393 0.000623 0.86323284 -3.73 -0.034 0.13 32.00168 0.19418321 -2.98777435 -1.021 0.50 0.86433016 -2.86323284 -3.034 0.46812 -8.86433016 -2.57987911 -2.84290 -6.78062089 -3.86433016 -2.17443 -6.27302629 -2.001985 0.069 0.000154 0.17 0.069 TeseCinconeguiAnexosMMBHG 0.412 0.53412 -3.40 -0.73 -0.98777435 -1.67364877 -2.27302629 -2.034 0.98777435 -3.206 0.069 0.137 0.051 0.069 0.38139475 -3.000327 0.62 0.83 5.36 -0.021 0.103 0.97592965 -2.27302629 -1.275 0.39056 -7.137 0.002554 0.000759 0.00046 0.137 0.021 0.034 0.041 0.50 -0.02 25.041 0.000128 0.56 -0.36253 -6.021 0.000653 0.000735 0.000571 0.27302629 -2.27302629 -1.45 1/2 .001727 0.28902 -6.54 22.98777435 -1.41367 -6.27302629 -2.034 0.57630 -6.86323284 -3.051 0.51 9.000973 0.20 29.38139475 -2.84 4.38139475 -3.77856 -7.66559 -6.67364877 -3.001038 0.051 0.38 0.67364877 -2.103 0.45 6.103 0.137 0.98777435 -1.10 -0.155 0.78062089 -3.18 11.51 21.000325 0.55 -0.001457 0.94431 -8.38096 -6.74 1.002002 0.27302629 -2.86323284 -3.96588968 K1 = 1/k1 117 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) V d (kgf/cm2) 0.60469 -7.001056 0.069 0.86323284 -3.041 0.93513 -7.71 5.84572 -7.67364877 -2.137 0.07 0.81410 -8.29098418 -0.86323284 -3.67364877 -2.42 1.29 -0.206 0.103 0.001127 0.55639 -6.31 -0.000363 0.97592965 -2.67364877 -2.29098418 -3.37297 -8.86433016 -2.15 18.309 0.103 0.01 28.67 4.412 0.034 0.67364877 -2.051 0.98777435 -1.103 0.

27702 -1.38139475 -2.81609 -1.38139475 -7.206 0.000823 0.103 0.20 -0.67364877 -1.90 1.83 -0.09 0.021 0.74247 -2.98777435 -1.069 0.10255 -2.275 0.001272 0.97592965 -2.57987911 -6.27302629 -1.103 0.034 0.13 -0.95 1.01371 -1.53511 -3.97592965 -1.98777435 -6.66716 -1.57987911 -6.27 0.67364877 -2.61 27.103 0.45 23.78062089 -8.041 0.62182 -2.000948 0.71796 -2.137 0.98777435 -0.98777435 -1.21 -0.05 16.23 3.32 0.137 TeseCinconeguiAnexosMMBHG 0.67364877 -1.412 0.16 2/2 .39 -0.97592965 -2.36253 -1.021 0.26 0.103 0.51571 -2.86323284 -8.90976 -2.001096 0.62 1.64 1.88673193 -9.137 0.137 0.42 1.174414 -6.069 0.98777435 -1.069 0.002198 0.84 12.000119 0.103 0.09 -0.001635 0.051 0.001331 0.000952 0.002445 Desv.96116 -2.137 0.86433016 -7.10 0.08866 -3.30612 -3.021 0.86323284 -3.051 0.001982 0.309 0.0.137 0.46 0.36 -0.47 29.08 10.35 17.000998 0.174414 -6.27302629 -6.19418321 -7.98777435 -6.309 0.11 16.67364877 -6.67364877 -6.39 14.98777435 -6.137 0.103 0.412 0.051 0.69 20.27302629 -6.001725 0.79 9.04 -0.001209 0.57987911 -6.001636 0.88673193 121 123 123 121 122 123 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 121 123 123 121 122 123 4 17 46 4 37 65 52 8 -11 14 -4 -18 -5 -15 -8 -4 -10 2 -18 3 32 -13 24 46 Média 3.069 0.27302629 -1.103 0.27302629 -7.30782 -2.4413 0.069 0.000534 0.17 0.137 0.03639 -3.000307 0.45 34.3622059 -7.98777435 -1.001879 0.47 5.38139475 -2.034 0.10 -0.27302629 -1.18 4.27302629 -1.001822 0.49 2.29098418 -6.29 2.91 27.97592965 -6.000247 0.155 0.22365 -2.27302629 -6.12021 -1.98777435 -0.38139475 -3.41550 -2.41611 -2.47163 -3.44 -0.11 11.86323284 -2.103 0.33 0.86323284 -3.000434 0.051 0.27302629 -2.95695 -3.11 0.29098418 -6.27302629 -2.137 0.034 0.31 8.062 0.18 7.44561 -2.000569 0.00148 0.000584 0.021 0.23 3.275 0.99 16.103 0.206 0.103 0. Padrão 125 139 170 125 159 187 176 134 116 138 121 108 118 109 116 118 113 126 103 126 156 108 146 169 39.034 0.206 0.

Anexo 5 Abrasão Los Angeles Folhas de Ensaio .

4 Massa total (g): 5010 1724 B AB = 66 .COPPE/UFRJ Norma DNER-ME 035/98 Projeto: Tese de mestrado Interessado: Amostra: Agregado reciclado misto .D.B.: Laura M. G.7 mm. 19 m'n = massa total da amostra lavada e seca.5 2505 6.8 2.RJ Nº de rotações do tambor: Peneira Abertura em mm Nº de esferas: 500 Massa retida (g) Inicial LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO DE ABRASÃO LOS ANGELES Cinconegui da Graça Fernandes Prof.m'n) x 100/mn Final 63 50 Onde: An = abrasão "Los Angeles" na graduação n.5 2505 9. após o ensaio. Da Motta 09/09/2004 Graduação: Data: 11 Massa de carga abrasiva (g): 4584+25 An = (mn .3 4.E. colocada no tambor.C. 12. 38 25 n = graduação (A. mn = massa total da amostra lavada e seca.F ou G) escolhida para ensaio.Brita 1 Local: Usina do Catumbi . retida na peneira de 1.

colocada no tambor.C. retida na peneira de 1. 38 25 n = graduação (A. G.4 Massa total (g): 5004 2031 C AC = 59 .B.E. 12.5 2501 9. mn = massa total da amostra lavada e seca. após o ensaio.D.COPPE/UFRJ Norma DNER-ME 035/98 Projeto: Tese de mestrado Interessado: Amostra: Agregado reciclado misto .RJ Nº de rotações do tambor: Peneira Abertura em mm Nº de esferas: 500 Massa retida (g) Inicial LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO DE ABRASÃO LOS ANGELES Cinconegui da Graça Fernandes Prof.5 2503 6.F ou G) escolhida para ensaio.m'n) x 100/mn Final 63 50 Onde: An = abrasão "Los Angeles" na graduação n.8 2.: Laura M.7 mm. 19 m'n = massa total da amostra lavada e seca.Brita 0 Local: Usina do Catumbi .3 4. Da Motta 09/09/2004 Graduação: Data: 8 Massa de carga abrasiva (g): 3330+20 An = (mn .

6. após o ensaio. 25 19 1233 1264 12.8 2. colocada no tambor.D.5 1245 9.7 mm.E.C.COPPE/UFRJ Norma DNER-ME 035/98 Projeto: Tese de mestrado Interessado: Amostra: Agregado reciclado de concreto Local: Usina do Estoril . m'n = massa total da amostra lavada e seca. G.3 4.BH/MG Nº de rotações do tambor: Peneira Abertura em mm Nº de esferas: 500 Massa retida (g) Inicial LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO DE ABRASÃO LOS ANGELES Cinconegui da Graça Fernandes Prof.: Laura M.m'n) x 100/mn 63 50 mn = massa total da amostra lavada e seca.F ou G) escolhida para ensaio. Da Motta 24/08/2004 Graduação: Data: 12 Massa de carga abrasiva (g): Final Onde: An = abrasão "Los Angeles" na graduação n. retida na peneira de 1.B. 38 n = graduação (A.4 Massa total (g): 5000 2411 A AA = 52 .5 1258 5000+25 An = (mn .

D.m'n) x 100/mn Final 63 50 Onde: An = abrasão "Los Angeles" na graduação n.BH/MG Interessado: Nº de rotações do tambor: Nº de esferas: Peneira Abertura em mm 500 Massa retida (g) Inicial LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO DE ABRASÃO LOS ANGELES Cinconegui da Graça Fernandes Prof. colocada no tambor.COPPE/UFRJ Norma DNER-ME 035/98 Projeto: Tese de mestrado Amostra: Agregado reciclado misto Local: Usina do Estoril . mn = massa total da amostra lavada e seca. retida na peneira de 1.F ou G) escolhida para ensaio.C.8 2. 38 25 1355 n = graduação (A.5 965 6.: Laura M.3 4. 19 1337 m'n = massa total da amostra lavada e seca.B.E. após o ensaio. Da Motta 09/09/2004 Graduação: Data: 12 Massa de carga abrasiva (g): 5000+25 An = (mn . G.5 1347 9. 12.7 mm.4 Massa total (g): 5004 2268 A AA = 55 .

Anexo 6 Índice de Forma Folhas de Ensaio .

3 4.8 1.5 34.2 23.3 3.8 28.1 58.7 2.5 19 e (mm) 12.3 2.5 12.9 47.0 15.6 17.5 1.3 26.7 2.7 2.9 3.1 11.5 9.0 29.4 13.5 32.9 10.4 c/e 2.0 19.5 6.6 2.3 50.3 4.0 1 1575.1 32.1 4.8 28.3 61 2148.6 3.8 22.5 Local : Rio de Janeiro-RJ Cinconegui da Graça Fernandes 24/08/2004 Folha: 01/02 Qtde de grãos 0 0 2 32 122 44 200 c (mm) 36.2 34.6 34.2 27.9 1.9 5.5 25.4 17.5 e (mm) 8.8 10.7 2.2 12.7 1.5 5.0 6.9 38.5 1.5 1.9 22 9842.9 51.8 34.7 19.0 4.1 9.0 3.9 20.4 6.0 24.3 5.2 39.6 15.2 1.3 24.6 15.3 18.5 40.8 24.6 4.0 18.7 36.2 16.Usina do Catumbi Projeto : Tese de mestrado Interessado : (a) Profº .7 10.1 15.8 30.4 40.1 26.7 5.6 2.5 2.6 25.Método do Paquímetro .7 2.6 2.0 1.5 28.6 11.8 1.8 7.2 7.2 31.6 9.4 10.1 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.0 6.6 14.8 2.0 1.1 26.0 28.5 1.4 9.6 33.9 2.8 6.0 5.4 6.9 14.7 16.9 2.3 28.3 6.7 30.7 14. : Laura Motta data : Peneiras # mm 2" 50.2 17.6 8.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .3 32.7 14.5 13.2 18.8 6.9 18.4 27.9 13.1 24.1 27.6 35.5 7.4 28.4 9.Índice de Forma .7 28.5 2.8 26.5" 38.6 7.3 13.9 17.3 c/e 3.5 5.9 11.7 5.6 4.2 14.0 30.1 3.1 2.7 c/e 3.4 1.5 19.0 9.3 9.9 20.6 1.0 18.9 13.0 16.3 13.7 41.7 20.8 18.1 2.0 3.5 10.8 3.1 2.6 20.6 2.5 6.3 12.2 2.2 .8 1.9 2.9 3.4 13.0 27.8 31.4 17.0 30.0 2.2 2.0 28.6 1.7 18.6 2.9 25.0 1.9 Retido Peso (g) F=%Peso 0 0 91.9 3.3 2.5 2.8 4.1 27.4 17.2 2.7 17.2 4.4 3.3 7.6 1.1 65.6 1.7 27.1 16.5 c (mm) 32.3 2.4 16 6027.1 28.4 1.9 38.60 100 25 e (mm) 25.6 30.2 8.3 9.0 27.6 2.5 3/8" 9.8 27.3 11.5 Total Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 c (mm) 53.6 33.7 25.3 11.6 1.8 27.8 3.2 34.NBR 7809 Amostra : Agregado Misto Brita 1.

1 1.Método do Paquímetro .1 46.2 1.3 15.3 2.6 1.8 10.7 c/e 3.5 e (mm) 13.6 4.0 4.5 24.8 7.5 2.2 10.7 15.0 25.7 2.8 02/02 Folha: c (mm) 22.5 9.5 26.0 8.9 5.2 1.5 3.4 13.6 11.5 c/e 6.6 11.9 8.8 24.6 25.4 23.2 7.1 11.0 1.5 4.4 1.7 18. : Laura Motta data : Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 c (mm) 20.2 18.4 1.8 29.1 28.5 22.5 2.9 3.0 7.2 1.5 12.2 25.3 3.8 16.8 22.8 27.0 3.5 23.3 1.7 14.5 3.0 27.9 24.8 1.4 28.1 18.6 18.1 10.8 28.7 12.2 20.9 3.2 9.1 5.1 9.3 29.7 21.1 8..7 6.8 6.6 1.0 12.5 e (mm) 7.2 2.7 18.0 32.9 12.3 8.0 12.Usina do Catumbi Projeto : Tese de mestrado Interessado : (a) Profº .5 11.8 20.4 23.0 20.3 1.6 1.6 23.2 2.0 4.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .1 Local : Rio de Janeiro-RJ Cinconegui da Graça Fernandes 24/08/2004 12.7 19.0 4.9 4.7 4.3 2.2 c (mm) 28.3 4.7 Cálculo do Índice de Forma (IF) : IF = [(c/e)med1 + .2 13.8 7.0 1.1 5.6 2.9 18.5 20.5 1.6 23.5 18.6 22.9 32.Índice de Forma .6 5.7 2.4 25.0 2.0 15.4 15.5 10.7 29.3 4.4 26.3 8.5 3.6 9.9 1.0 9.4 6.2 4.3 6.7 13.5 13.7 12.4 9.7 24.5 9.9 1.1 1.7 34.4 6.8 9.7 2.2 6.2 15.9 37.8 10.0 2.3 11.3 6.7 11.6 3.5 7.8 2.9 1.6 16.6 15.5 18.8 23.9 9.6 16.8 7.4 4.5 13.0 26.5 22.7 4.2 8.3 13.1 1.5 1.2 12.8 25.9 6.6 3.4 2.6 7.7 2.0 15.1 8.9 6.9 29.3 9.5 9.1 2.4 3.9 5.3 1.2 7.4 23.0 16.3 31.7 26.3 16.1 6.6 6.5 6.4 1.8 7.1 16.6 30.5 28.6 2.0 24.9 15.1 6.9 2.1 10.9 10.4 11.4 2.1 3.1 8.8 2.7 20.2 17.6 3.4 27.3 6.6 20.8 2.6 5.1 4.4 18.4 2.2 15.7 1.8 3.1 2.8 10.9 23.5 2.4 25.0 9.5 29.9 3.0 19.5 2.9 4.9 10.8 5.NBR 7809 Amostra : Agregado Misto Brita 1.4 2.6 24.3 29.2 12.6 8.9 1.9 16.6 1.7 25.0 32.9 18.7 2.6 15.9 3.6 28..7 15.4 20.9 1.5 7.6 1.2 2.3 1.9 9.3 22.9 22.5 35.3 21.9 5.8 16.8 12.3 7.3 22.0 4.0 30.1 7.9 18.5 25.5 18.3 32.6 9.2 24.8 13.8 1.2 2.8 3.7 11.8 21.0 21.8 2.8 7.2 13.8 1.3 9.7 28.7 4.0 24.4 1.0 1.4 11.8 3.4 4.4 7.9 1.9 38.8 3.6 7.3 6.9 1.3 11.6 c/e 1.6 21.0 23.3 6.6 25.8 16.1 3.4 2.3 15.6 31.3 19.4 2.5 4.0 13.8 29.4 10.5 e (mm) 4.3 3.3 29.7 13.8 2.7 28.5 6.8 30.5 2.0 1.7 4.3 11.2 6.9 2.6 22.0 4.3 23.4 2.8 6.1 2.4 13.6 2.0 20.3 7.1 .2 3.2 10.9 10.9 1.9 1.5 3.8 18.6 2.3 5.9 6.0 2.7 6.5 3.6 1.9 20.0 12.5 22.5 10.0 3.4 24. + (c/e)medn] / n c = Comprimento de um grão e = Espessura de um grão n = Número de parcelas c/e med = Valor médio IF = 2.2 12.3 47.0 10.0 3.1 2.4 9.5 8.

8 1.2 41.6 c/e 3.6 38.3 2.4 25.0 2.9 16.9 26.0 14.Usina do Estoril Projeto : Tese de mestrado Interessado : Profº(a).4 2.7 2.8 e (mm) 28.2 28.4 c/e 3.9 2.0 15.6 51.5 71.7 2.5 52.8 2.5 1.0 25 2676.6 1.7 21.6 52.5 19.7 13.8 87.NBR 7809 Amostra : Agregado de Concreto .1 2.6 Local : Belo Horizonte-MG Cinconegui da Graça Fernandes 20/06/2004 Folha: 01/02 Qtde de grãos 17 24 50 33 52 25 200 c (mm) 105.5 72.7 2.9 2.5 24.3 83.6 2.8 20.1 12 16233.8 2.8 19.6 74.0 14.3 8 1941.7 24.4 29.5 94.9 1.2 2.1 37.8 2.6 29.4 38.4 13.8 c/e 3.0 8.7 45.5 3.7 2.0 1.6 56.1 38.1 51.6 5.0 12.7 1.8 19.9 55.4 2.0 26.4 2.5 42.0 44.0 45.6 15.0 92.7 12 4047.3 28.0 33.8 7.5 52.0 3.2 4.2 3.6 31.6 16.8 46.9 19.0 25 e (mm) 16.5 43.5 64.4 51.5 3/8" 9.8 1.7 20.4 2.4 51.1 3.1 3.3 c (mm) 54.5 30.5 64.1 55.1 18.Método do Paquímetro .6 32.0 10.1 2.2 52.5 52.7 3.1 2.1 19.3 18.6 68.0 15.1 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.5 Total Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 c (mm) 99.5 1.2 18.8 45.4 51.9 2.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .5 1.3 18.2 55.7 29.2 2.2 46.2 Retido Peso (g) F=%Peso 1366.3 46.6 17.6 24.7 63.4 3.9 85.1 20.5 24.0 45.2 3.6 68. : Laura Motta data : Peneiras # mm 2" 50.3 2.0 58.0 43.0 17.Índice de Forma .2 21.5 38.7 70.8 21.2 2.5 51.4 26.8 30.7 60.4 58.5 3.1 3.7 106.6 12.5 1.5 25.7 25.8 40.7 35.1 e (mm) 34.5 4.5 2.8 62.2 1.5 21.0 2.2 2.0 1.8 16.9 24.4 43.5 63.4 3.7 13.9 2.4 40.8 3.4 2.0 46.7 40.5 3.1 2.4 1.5" 38.5 3.8 18.8 .4 47.3 50.8 18.3 40.8 3.2 20.3 18.1 1.4 2.4 3.1 24.3 68.4 65.0 2.5 22.4 26.5 44.4 39.0 16.9 38.2 2.0 53.8 17.5 54.7 39.60 100 50.5 49.3 2.9 2.0 51.0 26 1992.8 20.8 3.2 23.3 3.0 57.4 1.5 47.2 13.0 2.9 16.4 77.5 4.0 15.3 1.3 62.8 37.0 47.7 49.0 44.5 4.7 29.2 21.0 57.5 16 4210.4 28.

3 8.1 3.6 2.1 11.5 28.0 10.9 2.5 2.1 2.7 1.1 17.7 10.0 26.3 2.3 3.2 4.4 32.6 5.0 3.0 4.8 19.1 10.3 7.8 2.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .9 30.7 22.6 c/e 4.2 2.0 18.4 28.5 2.9 15.3 36.2 20.1 8.3 1.0 2.8 2.4 6.3 12.1 8.8 8.0 9.8 41.3 14.3 3.2 14.6 6.7 2.2 2.4 17.4 7.9 12.6 2.4 11.4 6.5 20.9 2.1 1.Método do Paquímetro .2 29.0 10.7 28.0 8.8 13.1 Local : Belo Horizonte-MG Cinconegui da Graça Fernandes 20/06/2004 12.2 32.1 22.1 14.3 10.3 1.5 2.1 22.3 2.6 35.6 2.3 31.9 28.0 22.2 23.1 2.Índice de Forma .8 21.8 27.7 19.7 25.2 22.2 16.9 11.3 2.3 8.8 24.1 9.0 8.0 2.6 19.8 2.5 5.6 2.1 29.4 2.3 8.5 e (mm) 7.5 8.5 39.0 18.8 2.8 14.7 .0 14.1 20.8 2.7 12.2 9.3 3.4 2.0 2.7 24.9 20.0 40.7 13.8 34.9 8. : Laura Motta data : Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 c (mm) 40.9 4.3 2.1 14.3 2.4 8.6 8.6 7.5 6.8 2.5 2.3 26.0 13.1 23.8 28.8 1.2 2.9 3.8 43.4 3.7 1.2 10.4 6.1 6.8 11.5 8.9 2.1 3.2 10.1 9.0 2.2 1.0 2.8 7.0 25.6 2.6 14.3 19.1 9.6 25.1 14.1 1.1 7.0 9.6 26.5 2.2 3.1 5.0 35.3 16.0 4.3 02/02 Folha: c (mm) 23.4 2.1 3.0 7.8 15.9 35.3 5.2 3.5 2.6 2.1 27.9 34.7 22.2 25.2 14.6 7.8 28.8 23.2 15.4 7.0 1..3 9.7 8.3 8.2 2.0 1.4 13.9 7.7 10.8 29.1 15.2 3.0 4.0 18.2 15.0 12.9 19 e (mm) 9.0 33.9 c/e 3.3 Cálculo do Índice de Forma (IF) : IF = [(c/e)med1 + .8 2.9 40.4 11.5 16.5 19.2 2.0 2.4 27.0 2.4 15.7 28.3 8.5 20.4 7..1 14.2 11.0 3.2 3.2 30.5 2.7 20.7 2.1 1.6 13.7 29.7 12.3 19.8 31.7 36.3 9.8 13.6 2.5 12.8 2.0 30.1 35.2 25.0 9.1 5.1 2.0 9.0 8.7 12.9 22.1 2.2 32.4 11.7 1.5 3. + (c/e)medn] / n c = Comprimento de um grão e = Espessura de um grão n = Número de parcelas c/e med = Valor médio IF = 2.4 1.0 31.5 2.8 1.7 22.0 3.0 c/e 2.3 27.9 3.8 2.5 3.6 11.2 28.0 8.2 11.5 16.0 2.3 14.3 10.7 14.6 19.6 18.0 9.9 12.9 1.3 16.3 3.3 9.7 11.0 36.8 9.7 38.0 11.9 1.6 17.8 3.2 3.1 13.9 3.6 44.7 1.4 33.2 37.8 4.0 11.0 2.6 32.1 4.3 9.8 1.5 2.0 17.NBR 7809 Amostra : Agregado de Concreto .4 12.2 1.1 7.1 7.3 12.9 11.8 1.5 12.6 c (mm) 36.0 42.5 17.3 2.6 25.1 1.6 1.6 18.2 10.1 31.8 17.5 e (mm) 15.3 2.Usina do Estoril Projeto : Tese de mestrado Interessado : Profº(a).

0 10 10278. : Laura Motta data : Peneiras # mm 2" 50.7 38.2 2.0 72.NBR 7809 Amostra : Agregado Misto .9 32.4 24.3 16.1 19.5" 38.7 44.5 42.0 48.5 26.0 63.2 7.3 24.5 50.9 3.2 77.5 69.2 2.1 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.5 2.6 46.0 19.6 2.7 24 1658.0 37.0 25.6 2.5 65.8 92.6 2.3 38.3 c (mm) 39.7 64.8 16.2 25.0 43.Usina do Estoril Projeto : Tese de mestrado Interessado : (a) Profº .2 22.9 c/e 2.9 2.8 10.5 17.70 100 50.4 17.2 15 2471.4 2.5 33.8 40.8 1.7 54.3 2.4 41.2 2.5 41.3 46.6 2.1 Retido Peso (g) F=%Peso 1549.5 9.7 2.0 24.6 20 1027.1 22.5 3/8" 9.5 23.8 50.2 1.1 22.2 105.0 14.0 51.4 52.2 52.5 25.9 35.4 5.9 22.6 1.4 4.2 65.0 45.0 24.1 59.5 43.1 61.7 c/e 1.9 2.7 16 2069.4 3.1 21.8 3.1 2.3 9.2 22.0 68.9 48.6 44.6 3.6 2.8 2.8 1.5 25 e (mm) 22.1 4.8 2.4 74.2 3.1 5.6 3.1 2.5 1.7 1.6 14.0 62.0 47.3 2.7 3.5 49.5 4.4 1.0 69.5 19.8 2.4 3.3 24.7 18.6 20.0 58.7 6.6 80.3 1.0 26.7 16.1 59.6 29.Índice de Forma .5 15 1502.4 13.1 2.7 35.7 16.1 82.0 38.9 16.5 2.7 3.5 28.0 2.5 50.Método do Paquímetro .2 1.7 19.4 3.2 57.0 23.8 31.1 41.1 20.6 30.4 66.6 3.5 Total Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 42 43 44 45 46 47 48 c (mm) 121.0 11.0 55.2 13.2 2.3 93.6 90.0 52.4 21.0 1.3 18.4 2.0 21.8 27.5 41.1 59.6 1.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .9 13.7 8.4 37.1 3.8 17.1 41.5 41.1 e (mm) 32.8 Local : Belo Horizonte-MG Cinconegui da Graça Fernandes 19/06/2004 Folha: 01/02 Qtde de grãos 30 29 48 32 40 20 200 c (mm) 82.3 9.2 16.2 49.3 70.4 2.6 c/e 3.6 2.2 44.8 50.8 e (mm) 37.7 39.7 2.6 62.9 53.4 2.6 40.5 20.8 2.8 2.5 .1 2.

9 2.9 7.5 e (mm) 8.7 8.0 30.7 3.7 11.3 12.5 24.3 6.0 c/e 1.5 Cálculo do Índice de Forma (IF) : IF = [(c/e)med1 + .8 c/e 2.4 2.1 2.9 2.1 27.8 11.5 33.0 18.3 4.9 16.5 14.8 16.5 8.7 13.5 10.6 Local : Belo Horizonte-MG Cinconegui da Graça Fernandes 19/06/2004 12.4 21.0 1.2 27.0 42.3 14.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .0 24.5 17.1 12.5 33.6 22.0 4.9 5.2 22.1 1.2 4.3 26.0 8.5 2.0 1.3 2.1 c (mm) 23.5 1.6 29.8 9..1 3.7 15.0 1. + (c/e)med n] / n c = Comprimento de um grão e = Espessura de um grão n = Número de parcelas c/e med = Valor médio IF = 2.7 10.4 14.4 2.0 29.6 3.8 9.0 11.5 1.7 32.8 16.9 1.5 22.1 2.2 1.5 19.7 43.4 3.2 19.0 21.8 16.0 11.5 2.0 3.7 1.0 2.8 3.3 22.9 26.0 26.2 2.9 13.3 13.0 36.9 22.4 4.5 2.1 11.2 64.6 55.5 1.3 8.3 02/02 Folha: c (mm) 17.0 5.5 7.0 2.0 2.5 11.8 48.8 8.5 1.3 12.Índice de Forma .0 8.0 11.4 28.2 3.4 12.0 42.2 7.5 7.1 25.8 6.0 11.1 1.8 2.7 9.9 3.0 18. : Laura Motta data : Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 c (mm) 47.7 31.4 11.3 2.7 22.5 17.5 13.0 10.3 15.4 3.2 31.2 3.0 22.6 24.5 9.1 17.7 11.3 5.5 15.5 e (mm) 13.7 9.3 35.8 1.1 2.0 27.0 24.8 14.4 2.6 29.5 19 e (mm) 13.7 23.4 1.5 6.0 18.3 5.8 41.4 4.Método do Paquímetro .Usina do Estoril Projeto : Tese de mestrado Interessado : (a) Profº .6 38.0 6.5 28.9 7.1 c/e 3.9 1.6 14.3 2.5 15.3 3.6 24.5 3.4 4.7 2.1 13.0 4.0 5.3 9.4 4.7 19.5 11.9 .0 10.5 1.8 12.0 15.1 29.4 2.1 34.4 12.4 4.6 39.4 48.9 2.7 1.8 6.8 14.3 19.7 30.5 8.1 11.6 8.1 2.9 36.4 3.2 3.8 2.9 9.5 9.0 16.7 9.0 4.4 34.6 8.5 1.0 7.2 22.3 3.6 3.8 21.3 7.4 28.4 2.4 8.NBR 7809 Amostra : Agregado Misto .9 17.9 3.4 9.0 2.0 14.2 31.6 48.8 33.7 21..6 2.8 3.2 2.6 30.1 23.0 9.0 6.0 12.0 37.5 8.0 32.3 13.0 1.0 10.0 12.9 8.7 27.0 15.1 15.9 37.0 9.0 3.4 21.1 2.1 2.4 6.5 2.8 2.6 26.0 3.6 7.7 5.6 21.5 24.0 2.2 16.4 11.2 11.0 2.5 3.3 2.6 14.8 31.8 1.2 9.2 2.8 2.7 1.