CARACTERIZAÇÃO MECANÍSTICA DE AGREGADOS RECICLADOS DE

RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO DOS MUNICÍPIOS DO RIO DE
JANEIRO E DE BELO HORIZONTE PARA USO EM PAVIMENTAÇÃO
Cinconegui da Graça Fernandes
TESE SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DOS
PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE
FEDERAL

DO

RIO

DE

JANEIRO

COMO

PARTE

DOS

REQUISITOS

NECESSÁRIOS PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM CIÊNCIAS EM
ENGENHARIA CIVIL.
Aprovada por:
_________________________________________________
Profª. Laura Maria Goretti da Motta, D.Sc.

_________________________________________________
Prof. Jacques de Medina, L.D.

_________________________________________________
Drª. Prepredigna Delmiro Elga Almeida da Silva, D.Sc.

_________________________________________________
Prof. Alexandre Benetti Parreira, D.Sc.

RIO DE JANEIRO, RJ – BRASIL
DEZEMBRO DE 2004

FERNANDES, CINCONEGUI DA GRAÇA
Caracterização
Reciclados

de

Mecanística
Resíduos

de

de

Agregados

Construção

e

Demolição Para Uso em Pavimentação dos
Municípios do Rio de Janeiro e de Belo
Horizonte [Rio de Janeiro] 2004.
IX. 109 p. 29,7 cm (COPPE/UFRJ, M.Sc.,
Engenharia Civil, 2004)
Tese - Universidade Federal do Rio de Janeiro,
COPPE.
1.

Agregados Reciclados,

2.

Caracterização Mecanística,

3.

Pavimentação.

I. COPPE/UFRJ II. Título (série).

ii

À sociedade humana, dedico esta tese,
exploradora, por natureza, e tutora, por intelecto, da vida na Terra.

iii

e apenas comuns àqueles indivíduos especiais. Osmar Garcia. Cíntia. Carlinhos e Ricardo Gil por todo o apoio dado ao desenvolvimento dos meus ensaios laboratoriais e também as secretárias Márcia e Joseane pela atenção a mim empenhada. Alexandre Pacheco. Marcos Balaguer. André Luiz da Silva. Tatiana. Maurício Barros.AGRADECIMENTOS A Deus e a meu Mestre Jesus Cristo por tudo. Helton Ribeiro. Marcos Fritz. Rodrigo. À magnífica Profª Laura Maria Goretti da Motta. João e Gilza Fernandes. dotada de brilhantismo e humildade singulares. minha querida Orientadora. Carolina Costa. pela paciência e pela solicitude nos esclarecimentos das minhas mais diversas indagações. bem como à Profª Helena Polivanov. destacadamente aos amigos Sidiclei Magalhães. Ana. Fernando Afonso. Maria do Socorro Mateus. Aos Professores Meyer e Henrique Longo pela confiança e pelo apoio ao ingresso no curso de mestrado em Geotecnia. Francisco Duque. Rodrigo Müller. Eduardo Macedo. Ao Corpo Discente da área de Geotecnia. Aos técnicos e ao pessoal de apoio do Laboratório de Geotecnia Prof. Álvaro Dellê. José Luiz Gerlach. em especial aqueles que compõem o Programa de Engenharia Civil na área de Geotecnia. pelo carinho e pela confiança em minhas idéias e atitudes. essenciais às conquistas dos meus mais dignos sonhos. Nicolle de Freitas. Aos meus amados pais. pela orientação. Jacques de Medina e do laboratório de informática do PEC. Ao Corpo Docente da COPPE. Filipe Franco. Candida Pedroza. apoio e ao amor que sempre me dispensaram. Diego Turri. Petrônio iv . Raphael Thuler. Anderson. Daniel Cordeiro. inclusive pelos conhecimentos filosóficos e acadêmicos que aos poucos me libertam dos grilhões de minha natureza ignorante. Adriana Martins. que marcam positivamente a evolução da humanidade com a dignidade de suas vidas. Aos meus irmãos Sidinei e Márcio e ao meu primo Felipe. Ralph. destacando meus amigos Marcos (Bororó).

uma das referências deste trabalho. ao Engº Agenor. À Prof ª Consuelo Alves da Costa por ter me presenteado com a tese de mestrado do Engº de Produção Marcelo Abelaira Vizzoto. Saulo Loureiro. José A. Marcelo Jaques. Heitor de Oliveira. destacando mais uma vez o Engº Fernando Afonso. Além disso. que possibilitou a continuidade desta tese após o meu ingresso nesta empresa. além disso. garantindome condições psicológicas favoráveis a um bom desenvolvimento do mesmo. Márcio Pimenta. À Eletrobrás através do Engº Angelo Carillo. Rosso. que com extrema cordialidade e diligência me apresentou esta usina e obras executadas e em execução por esta Prefeitura com o emprego dos agregados reciclados. que me forneceu os agregados reciclados para a sua caracterização. deram-me o prazer e a honra de compartilharem comigo a grande aventura da busca do conhecimento. como também pelo fornecimento e indicação de parte do material bibliográfico aqui empregado.Montezum. À Secretaria da COPPE. sugestões e incentivos a realização deste trabalho. Alan Nudel. Simone Garcia. À Prefeitura de Belo Horizonte e em especial à Drª Nilda Xavier Pires. Roberto de Carvalho. bem como. Rodrigo Martins. A CAPES pelo apoio financeiro fornecido durante este curso de mestrado. A todo aquele que de forma anônima contribui para a conclusão desta pesquisa. destacadamente ao Jairo Leite. à Engª Miriam Jesus Coelho e a toda equipe de trabalho da Usina de Reciclagem do Estoril. Verônica Cavalcante e Viviane Guedes que contribuíram através das mais diferentes formas para a realização deste trabalho e. Chefe da Divisão de Engenharia de Geração. José Jair Bianchesi. Marcos Pozzato e Jailson Alves pelos comentários. inclusive se incumbindo pessoalmente da entrega destes no Laboratório Jacques de Medina. Renata Rocha. aos meus amigos Luiz Estima. Leonardo Gardino. à Elizabeth Cornélio e à Rita de Cássia da Motta. v . forneceram sem restrições para os ensaios de caracterização mecanística todos os agregados que eu necessitasse e pudesse transportar. À Usina de Reciclagem do Catumbi.

Verificou-se através de cálculo numérico a adequação do uso destes materiais em estruturas de pavimento a partir de um projeto rodoviário real. bem como aqueles de enfoque ambiental. visando sua aplicação em bases. vi . Por fim. social e ecológica do emprego destes materiais em pavimentação. substituindo os agregados convencionais por estes originados na britagem dos RCD. os resultados apresentados nesta tese corroboram para a comprovação das viabilidades técnica.) CARACTERIZAÇÃO MECANÍSTICA DE AGREGADOS RECICLADOS DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO DOS MUNICÍPIOS DO RIO DE JANEIRO E DE BELO HORIZONTE PARA USO EM PAVIMENTAÇÃO Cinconegui da Graça Fernandes Dezembro/2004 Orientadora: Laura Maria Goretti da Motta Programa: Engenharia Civil Neste trabalho são caracterizados mecanisticamente os agregados reciclados de resíduos de construção e demolição (RCD) dos Municípios do Rio de Janeiro e Belo Horizonte.Sc. Foram também realizados ensaios comuns à caracterização de agregados convencionais. econômica. sub-base e reforços de subleito de pavimentos rodoviários urbanos e rurais.Resumo da Tese apresentada à COPPE/UFRJ como parte dos requisitos necessários para a obtenção do grau de Mestre em Ciências (M.

in sub-base and in reinforcement layer of the urban and rural’s highway pavement.Abstract of Thesis presented to COPPE/UFRJ as a partial fulfillment of the requirements for the degree of Master of Science (M.) MECHANISTIC CHARACTERIZATION OF THE RECYCLED AGGREGATE FROM CONSTRUCTION AND DEMOLITION’S WASTES PROCEEDING FROM RIO DE JANEIRO COUNTY AND FROM BELO HORIZONTE COUNTY FOR APPLICATION IN PAVEMENT Cinconegui da Graça Fernandes December/2004 Advisor: Laura Maria Goretti da Motta Department: Civil Engineering In this work the recycled aggregates from construction and demolition’s waste (CDW) proceeding from Rio de Janeiro County and from Belo Horizonte County are mechanistically characterized intending their employment in bases. Their application was checked by numeric calculus in pavement structures from actual design through the substitution the nature aggregates for theses one. Also they were accomplished by same test used to the characterization of natural aggregates beside the environmental tests. vii . the shown results in this thesis confirm that their employment in highway pavement is technically economically socially and environmentally viable.Sc. Finally.

............................1 Aparelhagem...1 Aparelhagem......Módulo de Resiliência ....................................2........3 Programa para análise de estrutura de pavimento – FEPAVE ............................................... 43 3...........................................1 Agregados reciclados de RCD .........................................................................2........1 Aparelhagem..................2.........................................4.........4 Ensaio triaxial dinâmico – Módulo de Resiliência........................................... 56 viii .................... 44 3.. 12 2.............................................6.....................6.................................................................................................... 38 3...............................................2 Ensaio..3......................................................................................................6 Ensaio de abrasão Los Angeles............ 21 2............. 12 2............................................................... 53 3...............................................................................2................................ 54 3........................6 Ensaio Triaxial Dinâmico ... 7 2.........................................................2 Ensaio..................4.. Granulometria ..... 24 2.......................... 1 CAPÍTULO II .............................................................................5 Ensaios de Lixiviação e de Solubilização ...............2......................... 48 3................................................. 7 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA....................................2............2 Análise granulométrica......................2...............1 Gravimetria do RCD (matéria-prima) ....2 Ensaio....................................3 Ensaio de Abrasão “Los Angeles” ................................. 8 2.....2.............................................................................. 31 2.....................................................................................................4 Ensaio de Índice de Forma..................................1 Aparelhagem............................................3 Ensaio de compactação........ 18 2..3.... 55 3..... 54 3..............................................................................5......ÍNDICE CAPÍTULO I..................5 Ensaio triaxial dinâmico – Deformação permanente............................... 45 3................................ 37 Materiais e Métodos .............. 37 3................................2 Caracterização de agregados reciclados....................................................................................................................................................................7 Ensaio Triaxial Dinâmico – Deformação Permanente....................................... 55 3................................1 Aparelhagem................... 50 3.....................1 Normalização internacional e nacional para agregados reciclados de RCD .............................2 Ensaio...........................................................................2.....................2 Ensaio....... 1 INTRODUÇÃO.......... 33 CAPÍTULO III....................................................... 43 3........................2............ 23 2......................................................................................................5........................................................ 47 3............... 49 3........ 13 2....................................................................................... 45 3..........

..........................1......................... 94 4............................................................8...................................................................................................................7 Ensaio de índice de forma ........................... 62 CAPÍTULO 4 ............ 58 3...... 65 ANÁLISE DOS RESULTADOS OBTIDOS ....................... 65 4................................ 61 3...5 Ensaio de abrasão Los Angeles...1...........................................................4 Ensaio triaxial dinâmico – Deformação permanente.................8 Aplicação dos resultados de Módulo de Resiliência ...................... 82 4...................8............Abrasão Los Angeles – Folhas de ensaio ANEXO 6 ...........................................7 Ensaio sobre a massa bruta.......................Estrutura do pavimento .......... 65 4..................... 97 CONCLUSÕES E SUGESTÕES DE PESQUISAS FUTURAS .................................................................................................... 59 3..1 Aparelhagem.1 Agregados reciclados tipo Misto da usina do Catumbi ..............................6 Ensaio de Índice de Forma .......................................................................2 Ensaio de compactação.....................................Módulo de Resiliência composto – Planilhas ANEXO 5 .......1 Ensaio.......1.................8..............2 Ensaio............7..................................................3 Ensaio de Solubilização ............................................................................................. 101 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA.........................................3.......8 Ensaio sobre a massa bruta.................................... 69 4............ 89 4...................................Índice de Forma – Folhas de Ensaio ix ................ 74 4.. ensaio de lixiviação e ensaio de solubilização ............ 87 4.............................1 Ensaio sobre a Massa Bruta..2 Via Light – Redimensionamento.........................7..................7.............................................................................................................................................3 Ensaio triaxial dinâmico – Módulo de Resiliência....................... 90 4..... 88 4............................................... 97 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................... 108 ANEXO 1 ...............Resultados de ensaios de caracterização – PBH/SUDECAP/Diretoria de Manutenção ANEXO 2 ........................1 Via Light ..... ensaio de lixiviação e ensaio de solubilização.................................Ensaios de granulometria – Folhas de ensaio ANEXO 3 .................................................. 93 4.....1 Análise granulométrica........................................... 89 4...................................Ensaios de compactação – Folhas de ensaio ANEXO 4 ..... 57 3......2 Ensaio de Lixiviação ....8...... 61 3...........................7.. 61 3..............8. 57 3....................2 Agregados reciclados tipo Misto da usina do Estoril..................... 95 CAPÍTULO 5 .....8....................

gera-se RCD que compõe a maior parte do lixo dos grandes centros urbanos. países com pouco material primário tais como Holanda. P. Através de novas construções. In Areia e Brita. pp. São Paulo. 31-35. 1998. 50% de todo o lixo dessa capital (Cassa et al.S. por exemplo. 2001). nº 5. de forma a subsidiar o aproveitamento dos mesmos através da reciclagem. P. pesquisadores brasileiros e estrangeiros estão caracterizando e estudando formas de aproveitamento técnico-econômico-ambiental dos denominados resíduos de construção e demolição (RCD) ou simplesmente entulhos. atingindo percentual superior a 90 %. 1 . que são gerados pelo progresso humano.1). 136 milhões de toneladas de RCD (TABELA 1. ao considerarmos os custos. suas fontes.1 Segundo o Report Nº EPA530-R-98-010 publicado em junho de 1998 pela U. são coletados cerca de 2750 t/dia de RCD. tipos e quantidades. Em Salvador. Reciclagem de Entulho – uma opção de negócio potencialmente lucrativa e ambientalmente simpática. E. 1998 apud Ciocchi.. Environmental Protection Agency Municipal and Industrial Solid Waste Division Office of Solid Waste. A. 2003).. Contudo. sendo: 1 Coelho.CAPÍTULO I INTRODUÇÃO Ao longo das últimas décadas. no ano de 1996. os impactos ambientais e suas restrições legais envolvidos na destinação de grandes quantidades desse resíduo.. A busca pelo chamado desenvolvimento sustentável levou países como os EUA e a Espanha a desenvolverem programas governamentais que visam diagnosticar os setores geradores de resíduos. Chaves. Portanto. ou seja. estima-se que nos EUA foram gerados. Bélgica e Dinamarca são os que mais reciclam entulhos. reformas ou demolições daquelas já existentes. justificam-se pesquisas que venham propiciar um destino nobre a estes RCD. ainda assim precisando importar areia da Sibéria e entulhos da Inglaterra (Coelho & Chaves. pela necessidade de se dominar e transformar a natureza a seu benefício.

o Conselho de Ministros aprovou a Resolução de 14 de junho de 2001 da Secretaria Geral de Meio Ambiente que define o Plano Nacional de Resíduos de Construção e Demolição 2001-2006. onde as técnicas de reciclagem de concreto começaram há cerca de 20 anos.Resumo da geração estimada de RCD nos EUA em 1996. 2. segundo Ciocchi (2003) o Brasil. diagnóstico da situação atual com estimativas das quantidades de entulho produzido nas diversas comunidades espanholas. por exemplo. a Europa se apresenta em condições semelhantes aos EUA quanto ao percentual de resíduos reciclados.1 . 48% referente a demolições de edifícios. Nesta TABELA 1. metais e madeira.2). 44% referente a reformas prediais e 8% em canteiros de obra. (Report Nº EPA530-R-98-010. Por outro lado. bem como porcentagem reciclada ou reutilizada e aquela vertida ou incinerada nos demais países da União Européia (TABELA 1. custos e financiamentos de plantas de reciclagem. 43% dos resíduos de origem residencial (58 milhões t/ano) e 57% de origem nãoresidencial (78 milhões t/ano). Isso permite verificar que. onde são encontrados. Neste país. asfalto. recicla menos de 5% do entulho gerado a cada ano.1.1 não estão incluídos os resíduos relativos a rodovias. 2 . destacando-se materiais como concreto. 1998) Residencial Não-residencial Total Origem 3 3 3 (x10 t) (%) (x10 t) (%) (x10 t) (%) Construção 6560 11 4270 6 10830 8 Reforma 31900 55 28000 36 59900 44 Demolição 19700 34 45100 58 61800 48 Total 58160 100 77370 100 135530 100 Percentual 43 57 100 Fonte: Franklin Associates Na Espanha. TABELA 1. quando vista como uma única organização geopolítica. pontes e limpeza de terreno. com o intuito de melhor gerir os RCD. apenas 20% a 30% deste resíduo gerado foi destinado à reciclagem.

que recentemente tem sido objeto de investigação acadêmica. meio-fios e blocos de alvenaria. Segundo John & Agopyan (2001). pedras. Ainda segundo John & Agopyan (2001).Geração e Reciclagem de RCD (Pallás. era ainda mais rudimentar. Fevereiro. embora existisse alguma experiência prática incipiente e algumas pesquisas sistemáticas em planejamento à 3 .TABELA 1. no entanto. 1999. and their economic impacts. CE. documentação técnica abrangente e consistente. não está disponível ao público. Symonds & Ass.2 .Plano Nacional de RCD (2001-2006) da Espanha . Embora existam experiências no emprego de agregados mistos (solo.2001) Estado Membro Alemanha Reino Unido França Itália Espanha Holanda Bélgica Áustria Portugal Dinamarca Grécia Suécia Finlândia Irlanda Luxemburgo Total Entulho (x106) t 59 30 24 20 13 11 7 5 3 3 2 2 1 1 0 180 Porcentagem reutilizada ou reciclada 17 45 15 9 <5 90 87 41 <5 81 <5 21 45 <5 N/A 28 Porcentagem vertida ou incinerada 83 55 85 91 >95 10 13 59 >95 19 >95 79 55 >95 N/A 72 Fonte: Construction and demolition waste management practices. concreto. argamassas. como blocos de pavimentação. O mesmo acontece com a produção de argamassa a partir dos agregados em canteiros de obras. o mesmo não pode ser dito do emprego do agregado. se o processo de produção de agregados reciclados de RCD em sua versão tecnológica mais simples está consolidado no Brasil. o grau de conhecimento da tecnologia de emprego dos agregados na produção de componentes. cerâmica vermelha e branca) na produção de pavimentação e este procedimento esteja em uso no Brasil desde o final da década de 80.

devem ser contemplados no estudo de aproveitamento dos RCD. art. critérios e procedimentos para a gestão de resíduos da construção civil. O aproveitamento destes na forma de agregados para pavimentação como materiais destinados a camadas de base e sub-base apresenta as seguintes vantagens (Carneiro. de 5 de julho de 2002. Contudo.”. a Resolução do CONAMA Nº 307. o parágrafo 1º. Simplicidade dos processos de execução do pavimento e de produção do agregado reciclado. visto ser este controle essencial ao emprego do agregado reciclado em pavimentação. deverão ser reutilizados ou reciclados na forma de agregados. 2001. No Brasil. corpos d’água. Burgos e Alberte. material de estudo desta tese. ou encaminhados a áreas de aterro de resíduos da construção civil. lotes vagos e em áreas protegidas por Lei. Um aspecto que dificulta a utilização de agregados reciclados é a sua aparente heterogeneidade... apresenta-se como um agente essencial ao aumento sensível do percentual da reciclagem desse material. que estabelece diretrizes. em encostas. 1999): 1. em áreas de “bota fora”. O artigo 10. Existem ainda os aspectos técnicos e econômicos. 4º diz: “Os resíduos da construção civil não poderão ser dispostos em aterros de resíduos domiciliares. inciso I dessa resolução estabelece que os resíduos Classe A.. sendo dispostos de modo a permitir a sua utilização ou reciclagem futura. Além do aspecto legal.época do documento. Por exemplo. Utilização de quantidade significativa de material reciclado tanto na fração miúda quanto na graúda. no país. 2. Os estudos neste sentido estão em fase inicial. 4 . que ao lado do aspecto ambiental supracitado. A reciclagem de agregados de RCD na produção de concreto só agora está sendo objeto de pesquisas. sabe-se que a reciclagem do entulho contribui para a preservação dos recursos naturais ao reduzir a degradação ambiental causada pela extração das matérias-primas convencionais. o controle tecnológico necessário ao emprego efetivo destes materiais depende de estudos que forneçam parâmetros para a sua avaliação. Trichês e Kruckyj.

e atendendo às restrições ambientais. destaca-se o desenvolvimento computacional que permite considerar os esforços mecânicos como aqueles transmitidos ao pavimento pelas rodas dos veículos. pedras. ou seja. Diminuição nos custos de pavimentação. como acontece em outras estruturas da engenharia civil (edifícios. como 5 . Aumento da vida útil dos aterros sanitários. 7. Em Belo Horizonte já existem vias urbanas executadas (dimensionadas empiricamente) com esse material aplicado em base e sub-bases de pavimentos. reduzindo a necessidade de áreas para implantação de novos aterros. 8. Utilização em locais com presença de água. Redução dos custos da administração pública Municipal com a remoção do material depositado clandestinamente ao longo das vias públicas. de forma a aplicá-los em bases e sub-bases de pavimentos... silos... Por fim.). Assim. agregados reciclados de RCD das cidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte. ou de caráter ambiental.3. areia. justifica-se o desenvolvimento de pesquisas na área de pavimentação que venha a contribuir quanto ao aproveitamento de agregados provenientes de RCD. Possibilidade de utilização dos diversos materiais componentes do entulho (concretos. com sucesso. como os ensaios químicos de Lixiviação e de Solubilização de RCD. argamassas. considerações concernentes a uma visão mais mecanística e menos empírica do projeto rodoviário. Assim sendo. por ser considerado material não plástico e com baixa ou nula expansibilidade. Utilização de parte do material em granulometrias graúdas. por exemplo. 5. Os objetivos do presente trabalho são: caracterizar mecanicanisticamente. barragens.). visando uso em pavimentação. terrenos baldios. as características dos materiais que compõem as camadas dos pavimentos (módulo de resiliência) e inclusive esta própria estratificação dos mesmos. 4. sejam elas de caráter estritamente mecanística oriundas. etc. a ação da temperatura. etc. cursos d’água e encostas. de ensaios triaxiais dinâmicos. 6. nesta tese são apresentadas algumas contribuições. materiais cerâmicos.

abordando o estágio de normalização nacional e internacional sobre o tema. • Anexo 6 – Índice de Forma – Folhas de Ensaio.Resultados de ensaios de caracterização – PBH/SUDECAP/Diretoria de Manutenção. mostrando em que condições os resultados deste estudo foram obtidos. • Anexo 5 – Abrasão Los Angeles – Folhas de ensaio. são apresentadas as conclusões e sugestões de continuidades da pesquisa.pôde comprovar o autor deste trabalho em visita a obras concluídas e em andamento. • Anexo 4 – Módulo de Resiliência composto – Planilhas. No quarto capítulo. Tem-se ainda seis anexos: • Anexo 1 . permitindo compará-lo com um pavimento projetado anteriormente para uma obra real do município do RJ com agregados naturais (convencionais). bem como a contribuição de alguns centros de pesquisa em ensaios e resultados que contribuem na composição das condições de contorno dessa Tese. • Anexo 2 – Ensaios de granulometria – Folhas de ensaio. 6 . No quinto e último capítulo. No terceiro capítulo. • Anexo 3 – Ensaios de compactação – Folhas de ensaio. No segundo capítulo. são apresentados os resultados obtidos nos diversos ensaios e a partir destes apresenta-se ainda um pavimento dimensionado com agregados reciclados de RCD. trata-se dos procedimentos e equipamentos de ensaios adotados. apresenta-se a revisão bibliográfica. Para a realização deste trabalho foram feitos estudos que estão apresentados em 5 capítulos. em agosto de 2003. o primeiro sendo esta introdução.

que era vital nos primórdios da pavimentação. 7 . a Matemática e demais ciências podem interpretar. 2. e abordando o pavimento de forma análoga a uma estrutura de edifício ou de uma barragem. principalmente. O autor do presente trabalho acredita nas relações de causa e efeito em que a Física. Por outro lado. Ao se apresentar a definição acima. o caráter social. que devem envolver qualquer projeto de Engenharia e com os quais procura-se balizar essa pesquisa. em seu conjunto. procurou-se conduzir a revisão bibliografia e demais partes desta pesquisa a respeito dos agregados reciclados de RCD e de sua matéria-prima baseados nos aspectos conceituais da Mecânica dos Pavimentos. a citação do livro “Mecânica dos Pavimentos” não é obra do acaso. Portanto. Medina (1997) define Mecânica dos Pavimentos como “disciplina da engenharia civil que estuda os pavimentos como sistemas em camadas e sujeitos às cargas dos veículos”. enfatizam-se os aspectos normativo. Dentro do aspecto técnico. à exceção do aspecto ambiental. fugindo do puro empirismo. melhorar as condições de rolamento quanto à comodidade e segurança. tornando mais durável a superfície de rolamento”. resistir aos esforços horizontais que nela atuam. 3. resistir e distribuir ao subleito os esforços verticais produzidos pelo tráfego. técnico e. econômica e simultaneamente.CAPÍTULO II REVISÃO BIBLIOGRÁFICA A norma brasileira de pavimentação NBR-7207/82 da ABNT proveio da antiga norma “Terminologia e classificação de pavimentação” TB-7 de 1953. a: 1. onde se encontra a seguinte definição: “O pavimento é uma estrutura construída após a terraplenagem e destinada. econômico.

tubulações. O adendo à Norma dinamarquesa DIF (1989). 2. 4. para agregados reciclados existem: 1. pavimento asfáltico. No Brasil.” 8 . Esta Norma estabelece os requisitos de emprego de agregados reciclados. a partir de resíduos sólidos da construção civil. telhas. reformas. editou-se. plásticos. comumente chamados de entulhos de obras. 3. sub-base e base de pavimentações ou revestimento primário de vias não pavimentadas. solo. caliça ou metralha. 5. 2. madeira. tais como: tijolos.2. rocha. fiação elétrica etc. As diretrizes da RILEM TC 121 DRG apresentadas no 3º Simpósio Internacional sobre Demolição e Reutilização de Concreto e Alvenaria (1993). este grupo já tem pronta a lista dos ensaios necessários para cada aplicação que permitiu detectar a necessidade de se pesquisar determinadas propriedades além de criar certos ensaios específicos. a norma ABNT NBR 15116 Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil – Utilização em pavimentação e preparo de concreto sem função estrutural – Requisitos. vidros. concreto. reparos e demolições de obras de construção civil e os resultantes da preparação e da escavação de terrenos. Obras de pavimentação viária: em camadas de reforço de subleito.. argamassa.1 Normalização internacional e nacional para agregados reciclados de RCD Segundo Levy (2001). gesso. com validade a partir de 30/09/2004. A Norma Britânica 6543. Nesta norma define-se: “resíduos da construção civil – Resíduos provenientes de construções.Recycled Aggregates. 6. forros. em termos de normalização Internacional. Preparo de concreto sem função estrutural. O relatório do comitê CEN 154 AHG . destinando-se a: 1. A Norma Holandesa CUR (1986). blocos cerâmicos. A proposta japonesa de normalização BCSJ de (1977).

9 . NBR 15113 – Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes – Aterros – Diretrizes para projeto.Como exemplo ilustrativo deste material apresentam-se na Figura 2.1 algumas fotos obtidas pelo autor deste trabalho. 2. dentre outros aspectos. Nesta norma também destaca-se. Figura 2. Índice de Forma. pilhas de RCD. RCD proveniente de reforma domiciliar. a preocupação com propriedades como a distribuição granulométrica do material. além dos parâmetros de capacidade de suporte e expansibilidade. (Fotos do autor). implantação e operação. os teores máximos de contaminantes. NBR 15114 – Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes – Área de reciclagem – Diretrizes para projeto.1 – Vista geral onde será construído o novo Hospital Paulino Werneck. implantação e operação. Tem-se publicadas pela ABNT em 30/06/2004 e com validade a partir de 30/07/2004 as normas: 1. equipamento (escavadeira) utilizado na demolição das edificações então existentes e remoção de RCD.

os resíduos se classificam em quatro classes. em obras de pavimentação sob a fiscalização da Prefeitura do Município de São Paulo (PMSP). resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados. argamassas. demolição. Resíduos de construção. sub-base ou base mista de pavimentos com Agregado Reciclado de Resíduo Sólido da Construção Civil. revestimentos e assemelhados. reformas e reparos de pavimentação e de outras obras de infraestrutura. Resíduos de construção. manilhas. tais como: 1. Resíduos Sólidos Cerâmicos de Construção Civil – Constituídos predominantemente (acima de 70% em massa) de materiais cerâmicos. segundo a NBR 15116: A. 2. Resíduos de processo de preparo e/ou demolição de peças pré-moldadas em concreto (blocos. com posterior aplicação em obras de pavimentação. Nesta tese são estudados aqueles definidos como Classe A. Esta norma da PMSP classifica os resíduos sólidos da construção civil que se aplicam à reciclagem. demolição. inclusive solos provenientes de terraplenagem. alguns municípios do país dispõem de especificações para o uso de agregados reciclados. Por outro lado.001/2002 que define os critérios que orientam a execução de camadas de reforço do subleito. 2. reformas e reparos de edificações: componentes cerâmicos (tijolos. 3. blocos. em: 1. NBR 15115 – Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes – Execução de camadas de pavimentação – Procedimentos. confeccionados com argila e submetidos à queima. tubos. argamassa e concreto. B. Resíduos Sólidos Cimentícios de Construção Civil – Constituídos predominantemente (acima de 70% em massa) de materiais compostos por areias com aglomerantes.3. telhas. meios-fios e outros) produzidos nos canteiros de obras. como no caso de São Paulo que na Portaria 32/SIURB G/2003 estabelece a PMSP/SP ETS . concretos endurecidos. placas de revestimento e outros). denominado "Agregado Reciclado". tais como peças ou fragmentos de tijolos. blocos. ou seja. Atendendo à resolução do CONAMA 307/2002. artefatos ou 10 . telhas. C e D.

ABNT/NBR 10005/87 – Lixiviação de resíduos – Procedimentos. como matéria orgânica ou inorgânica (composição química) e como perigoso. Também em 2001. adotando em seu trabalho esta última. Resíduos Sólidos Mistos de Construção Civil . colunas e assemelhados. vigas. bem como a adotada pela COMLURB (Companhia Municipal de Limpeza Urbana) do município do Rio de Janeiro. Nunes (2004) apresenta a terminologia Resíduos Sólidos de Construção e Demolição (RCD) e Resíduos Sólidos de Construção Civil (RCC). tendo como materiais constitutivos básicos as areias. onde é apresentada uma proposição de diretrizes para produção e normalização de resíduo de construção reciclado e suas aplicações em argamassas e concretos. não inerte e inerte (risco potencial ao meio ambiente). Academicamente. agregados pétreos. para a denominação de resíduos sólidos freqüentemente chamados de entulho de obras.Constituídos predominantemente (acima de 70% em massa) dos materiais descritos nos itens 1 e 2. pode-se citar a contribuição advinda de LIMA (1999). segue apresentando a definição destes resíduos segundo a Resolução nº 307 do CONAMA (idêntica àquela apresentada pela NBR 15116). A norma NBR 10004/1987 classifica os resíduos sólidos como seco ou molhado (natureza física). No capítulo III (“Arcabouço Legal e Normativo”). ABNT/NBR 10007/87 – Amostragem de resíduos – Procedimentos.fragmentos de concreto ou argamassa de cimento. lajes e lajotas. foram constituídos dois Grupos de Trabalho com apoio do SINDUSCON e do IBRACON. tais como blocos. caliça ou metralha. ABNT/NBR 10006/87 – Solubilização de resíduos – Procedimentos. para regulamentação dos agregados provenientes da reciclagem. para preparação de textos básicos visando a elaboração de documentos intitulados: 11 . que se refere a “Resíduos Sólidos Inertes” oriundos de obras de construção civil. renovação e demolição de imóveis (incluídos os bens móveis inservíveis e os resíduos oriundos de poda de árvores e limpeza de jardins). 3. 2. através do Comitê Técnico CT 206 Meio Ambiente. 3. Tem-se complementarmente as normas: 1. cimentos e cales.

2. blocos. nos países em desenvolvimentos são geradas grandes quantidades de concreto.2 Caracterização de agregados reciclados Salienta-se que. as características do RCD estão condicionadas a parâmetros específicos da região geradora dos mesmos e à variação ao longo do tempo. 2. Assim parece pertinente apresentar os resultados de ensaios gravimétricos de RCD listados por Carneiro et al (2001) e Fernando Afonso (pesquisa em andamento COPPE) (TABELA 2. entre outros. argamassa. enquanto nos países desenvolvidos são gerados altos percentuais de papel e plástico (provenientes de embalagens). embora esta pesquisa trate da caracterização mecânica de agregados reciclados para base e sub-base de pavimentos. um em pavimentação e o outro em concreto. nesse caso) até a forma em que ele é empregado. mas como estes materiais são avaliados por critérios mecânicos e físicos que também são pertinentes à pavimentação. Na construção de edifícios.2.1 Gravimetria do RCD (matéria-prima) O comportamento mecânico do agregado reciclado de RCD. desde da matéria-prima que o compõe (entulho. passando pelo seu processo de fabricação. como de qualquer outro material depende de vários fatores. 12 . estes estudos também são descritos nesta revisão. a pouca bibliografia disponível está voltada basicamente para o aproveitamento desses materiais em concretos.1) de algumas regiões do país e do exterior. ainda segundo Carneiro et al (2001). onde pode-se verificar a variabilidade dessa matéria-prima e entender a sua importância no comportamento de seus agregados ao fim dessa Tese. devido às altas perdas do processo. Por outro lado.“Práticas recomendadas para a utilização de agregados reciclados”.

representada pela curva de distribuição granulométrica. o sistema de classificação de solos e agregados proposto pela AASHTO (American Association of State Highway and Transportation Officials) (1978) utiliza a curva granulométrica para avaliar e classificar o material de acordo com sua aplicação (vias secundárias. aterros.. Origem Material Reino Hong São São São Ribeirão Rio de 7 Concreto e argamassa Solo e areia Cerâmica Rochas Outros Unido1 Kong2 Carlos3 Paulo4 Paulo5 Preto6 Salvador Janeiro8 9 17 69 12 33 59 53 66 75* 19 - 82* 32 - 22 - 5 11 12 23 28 29 1 1 3 3 30 5 23 18 - 14 5 6 12 14 8** (∗!) Solo. subleitos. desde a mais graúda à partícula mais fina. do entulho de diversas regiões/países Carneiro et al (2001) com modificações. Por outro lado. em conseqüência do maior atrito interno obtido por entrosamento das partículas. tais como trabalhos rodoviários e sobras de demolição. areia e rocha. à técnica de amostragem utilizada. bases e sub-bases de pavimentos flexíveis. citado por Levy (1997) (!!∗∗) Material misto (cerâmica. em porcentagem. 1993.2. 2.TABELA 2.. as diferenças observadas na composição do RCD podem ser atribuídas ao período de amostragem.1996 2 Hong Kong Polytechnic. entre outros). citado por John (2000) 6 Zordan (1997) 3 Pinto (1989) 7 Carneiro (2000) 4 Castro (1998) 8 Afonso (2004) Carneiro et al (2001) ressaltam ainda que além dos fatores regionais. 13 . Granulometria Para Pinto (1998) a granulometria do agregado. 5 Brito Filho (1999). concreto e argamassa).1 – Composição.. ao local de coleta da amostra (canteiro/aterro) e ao tipo de obras predominantes. é uma das características que asseguram estabilidade aos pavimentos.2. 1 Construction.

do horizonte C saprolítico. conseqüentemente mais resistente e menos deformável. Sagoe-Crentsil & Brown (1998) 2 apud Buttler (2003) cita que a granulometria do agregado depende do processo de britagem utilizado. foram considerados estes agregados em duas frações: graúda (passante na peneira 19mm e retido na peneira 4.K. 1998. Gavle. eles verificaram o 2 Sagoe–Crentsil. para verificar a viabilidade técnica do emprego de agregados reciclados de RCD de Salvador-BA em camadas de base e subbase de pavimentos. as especificações para materiais de base e sub-base de pavimentos estabilizados granulometricamente são apresentados por normas DNER e ABNT (NBR11804). é aquela em que estão presentes todos os tamanhos de partículas de um determinado intervalo granulométrico. servindo inclusive de referência para a pesquisa citada anteriormente de Carneiro et al (2001). isso não vem sendo considerado na sua confecção. como citado anteriormente. por sua vez. permitindo. 7–12 June 1998 14 . respeitando determinadas dosagens. Essas duas frações foram misturadas a dois solos seguindo determinados percentuais (ex. No entanto.No que se refere a esses agregados reciclados. por sua vez. Suécia. possibilitando constituir um material mais compacto. & Brown. indicam a necessidade de que a curva granulométrica seja contínua e que se enquadre nas faixas granulométricas especificadas. ao contrário daquelas confeccionadas com a fração graúda dos mesmos. T. Proc. as misturas se mostraram adequadas à sua aplicação em bases e sub-base de pavimentos. Bodi et al (1995) realizaram um dos primeiros trabalhos em pavimentação no Brasil utilizando esse tipo de agregado. 'Performance requirements of building products derived from construction and demolition waste'. CIB World Building Congress. As duas misturas com o agregado reciclado miúdo não se enquadraram nas faixas granulométricas especificadas pela NBR-11804. K. De forma semelhante. No trabalho realizado por Carneiro et al (2001). que os grãos menores do material se encaixem nos vazios intergranulares dos maiores.8mm) e miúda (passante na peneira 4. observou-se que. A partir da análise de resultados de ISC (Índice de Suporte Califórnia). porém utilizando agregado reciclado e solos do município de São Paulo-SP. No Brasil.: 70% solo “laterítico” e 30% agregado reciclado miúdo): um de comportamento laterítico proveniente da Formação Barreiras e o outro de comportamento não laterítico. que.8mm). Dentre outras coisas. 'Construction and the Environment'. Granulometria contínua.

Desde 1996. Contudo. quando comparados ao entulho bruto. como citado antes. feitas empiricamente. vem sendo executadas com esses materiais bases e sub-bases de pavimentos com projeto calcado no ISC e na experiência dos Engenheiros desse Município. ou não. a fragmentação se dá no plano de menor resistência do material. este fato é que resulta em uma curva de capacidade de suporte crescente. uma vez que na britagem. A Prefeitura Municipal de Belo Horizonte vem produzindo agregados reciclados de RCD nas Estações de reciclagem de Entulho da Construção Civil dos bairros Estoril e Pampulha. Portanto.2) apresentamse em condições de tráfego semelhantes àqueles trechos confeccionados com agregado convencional. concreto. 15 . distinguindo-os em tipo A (compostos basicamente de concreto e argamassas) e tipo B (material misto: cerâmica. Granulometricamente.comportamento das misturas nas várias dosagens. as frações menos resistentes são praticamente reduzidas às granulometrias de areias ou solos. resultando em material de enchimento e ancoragem dos grãos mais resistentes. observando que os grãos de RCD britado apresentam boa resistência à compressão e ao embricamento. ambos os produtos são apresentados como bica corrida. possuirá um conjunto de peneiras. Existe o projeto de uma terceira usina que em acréscimo às demais. possibilitando a produção de brita graduada. Mário Werneck. em função do aumento da porcentagem de RCD na mistura. uma vez que. contou-se com a experiência laboratorial e executiva dos Engenheiros da Prefeitura de Belo Horizonte. um superdimensionamento das camadas do pavimento. com trecho executado com esse material (existem trechos em agregado convencional e minério de ferro) em meados da década de 90 (Figura 2. Segundo eles. não se pode afirmar se houve. argamassa e outros). Vias como a Av.

Mário Werneck.2 – Av.Figura 2. Levy (1997) 16 . (Foto do autor.2 parte da tabela apresentada na norma ABNT NBR 15116 no tocante à granulometria sugerida para emprego de RCD em pavimentação: Tabela 2.2– Requisitos gerais para agregado reciclado destinado a pavimento (granulometria) – NBR 15116 Agregado reciclado Normas de ensaios classe A Propriedades Agregado Agregado Miúdo Graúdo Miúdo Graúdo não uniforme e bem Distribuição graduada com granulométrica coeficiente de NBR 7181 uniformidade C u > 10 Dimensão máxima característica " 63 mm NBR NM 248 Em comparação à aplicação em camadas inferiores de pavimento e no que se refere a granulometria. com trecho executado com agregado reciclado. cita-se a utilização dos agregados reciclados em concreto. Apresenta-se na Tabela 2. ago/2003).

podem levar a um consumo de cimento extremamente elevado. uma vez que dependendo da sua origem. no Estado de São Paulo. ao passarem por um determinado britador estes resíduos darão origem a agregados com forma totalmente diferentes entre si. não pode ser adotado como critério absoluto ao invés disso deve ser entendido como critério orientativo para prever a trabalhabilidade do concreto a ser produzido com determinado agregado. agregados provenientes de jazidas de rocha que contêm uma variedade completa de tamanhos. Como inúmeros outros conceitos. O material deverá ser adequado à finalidade específica para a qual se destina. tornando inviável técnica e 17 . Esta areia normalmente era encontrada na região de Jacareí. ou seja. fisicamente sua granulometria deverá enquadrar-se dentro de determinados limites e. desta forma. é uma tarefa mais complexa e parece que ainda nos dias atuais o meio técnico não apresenta consenso sobre o assunto. o meio técnico indicava que o ideal para produção de concreto seria utilizar areia grossa. usam-se. Porém a alternativa usada no preparo de concretos de boa qualidade consiste em obter o agregado em pelo menos dois grupos de tamanhos. sem qualquer restrição pelos consumidores. Em determinadas condições. desde o menor até o maior. Portanto. 2001) a procedência dos resíduos de construção destinados à produção de agregados reciclados deve ser considerada relevante. porém decidir se a granulometria do agregado pode ser considerada aceitável ou não para produção de concreto. o concreto produzido possa ser durável e haja garantia da estabilidade das estruturas construídas. só poderá conter níveis mínimos toleráveis de contaminação. Ainda. quimicamente. para que. a utilização da curva granulométrica como parâmetro para seleção de um agregado a ser utilizado na produção de concreto. 1997). entre as concreteiras a utilização de areia fina assim como areias compostas artificialmente com finos de pedreiras têm sido normalmente utilizadas na produção de concretos. Atualmente com a dificuldade crescente de se localizar este tipo de areia. A determinação da curva granulométrica de um agregado é uma tarefa simples. o de granulometria ideal foi se modificando com o tempo. às vezes. Na década de 70. sendo as principais divisões entre agregado miúdo e agregado graúdo (Neville. não será suficiente para garantir a qualidade do processo de reciclagem.informa que produzir agregados reciclados bem graduados e limpos. Levy (2001) diz que quando se fazem concretos com menor exigência de qualidade. (Levy. denominados bica corrida ou brita graduada.

O resultado do ensaio (An) é avaliado pela perda de material em relação massa inicial (mn) da amostra passante na peneira Nº 12: An = (mn – mn’) x 100 / mn (2. No trabalho realizado por Carneiro et al (2001). colocada no tambor.C. além da forma. a seleção de agregados reciclados na produção de concretos seja realizada dependendo de sua origem. 2. alvenaria ou concreto. sem alterar as demais características da mistura betuminosa. Para esse pesquisador.D. o recomendável. uma argamassa com excesso de agregado miúdo. submetido a um determinado número de revoluções desta máquina à velocidade de 30 rpm a 33 rpm.F ou G) escolhida para ensaio. evitando-se a mistura. o agregado reciclado graúdo apresentou 18 .E. Por exemplo. após o ensaio.3 Ensaio de Abrasão “Los Angeles” Define-se no método de ensaio DNER-ME 035/98 a abrasão “Los Angeles” do agregado como o desgaste sofrido pelo mesmo.7 mm. mn = massa total da amostra lavada e seca.B.economicamente a produção de concretos de classes com resistências superiores a 30 MPa. para verificar a viabilidade técnica do emprego de agregados reciclados de RCD de Salvador-BA em camadas de base e subbase de pavimentos.1) Onde: An = abrasão “Los Angeles” na graduação n. é que. citado no item anterior. Pinto (1998) ressalta que. minimiza o atrito dos grãos. sem destacar a aplicação em base ou sub-base de pavimento. o valor Los Angeles deve ser baixo para os serviços do tipo tratamento superficial e macadame betuminoso. textura e granulometria. quando colocado na máquina “Los Angeles” juntamente com uma carga abrasiva (esferas padrões de aço). uma vez que apresentam características diferenciadas.2. filer e cimento asfáltico. sendo que nas misturas betuminosas geralmente pode-se projetar uma matriz argamassada de modo a atenuar a má qualidade do agregado. retida na peneira de 1. mn’ = massa total da amostra lavada e seca. portanto. n = graduação (A.

produzidos por 32 pedreiras de pequeno e médio porte. os quais foram britados e peneirados separadamente em granulometria que se encaixam nas curvas superior. Um trabalho interessante foi desenvolvido por Buttler (2003).Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil – Utilização em pavimentação e preparo de concreto sem função estrutural – Requisitos – ABNT. ficou próximo (~30%) daquele a 28 dias. o estudo realizado por Ribeiro et al (2003) levantou que o Rio de Janeiro era em 1996 o segundo mercado consumidor de pedra britada do país. Para fins de comparação entre os agregados reciclados e aqueles convencionais. com agregados reciclados proveniente de Brasília-DF. com a perda de material dos agregados reciclados a partir de concretos produzidos com este agregado de várias idades (1. no laboratório de Geotecnia da COPPE. ou seja.45% de desgaste neste ensaio. An= 45%. não consta nenhum parâmetro que diga respeito ao Ensaio de Abrasão “Los Angeles”. Para o ensaio Los Angeles. média e inferior da faixa A da especificação DNER-ES 303/97. a qual girou em torno de 42% (1 dia) e 29% (28 dias). onde se compara a perda de material por abrasão em uma amostra de agregado natural. estes apresentaram um desgaste médio de 49%. a região metropolitana respondia por cerca de 80% da demanda total do estado. 28 dias). 7. No tocante ao ensaio de abrasão “Los Angeles”. Segundo o Sindibrita. Ribeiro et al (2003) relacionaram: 19 . e realizado pela Profª Laura M. Eram 9 milhões de toneladas de material. que foi aproximadamente igual a 20 %. Foi realizado um estudo em parceria pela NOVACAP e COPPE. embora superior. da Motta em 1999. No que diz respeito à norma NBR 15116 . G. ressaltando que o resultado para a idade de 7 dias. Foram coletadas amostras de rochas e de agregados em duas graduações de brita (1 e 2) em 24 pedreiras situadas na região do Grande Rio. Portanto o material do citado estudo atendeu às especificações da NBR 11804 para sub-base e base de pavimentos (<55%). Dois dos ensaios adotados para classificar estes materiais foram o de Abrasão “Los Angeles” e Índice de Forma (abordado em item seguinte).

bastante rigorosas na especificação de tratamentos superficiais. que fixa a perda máxima no ensaio de abrasão em 50%. 6. então. bom para valores de 20% a 30%. As recomendações francesas. Verificaram. menor ou igual a 40% (E-266/73). que prevêem. pelo menos uma das duas graduações apresentou resultado insatisfatório. As especificações do LNEC. 2. realizando ensaios dinâmicos de amostras de britas de várias pedreiras do município e próximas para a confecção de um catálogo de pavimentos flexíveis. 2. especifica para o agregado um desgaste de no máximo 50%. que fixa o desgaste máximo em 40%. A especificação do DNER (de maior interesse para a esta Tese) que. A especificação brasileira EB 655. A norma C-33/72. A norma brasileira NBR 7211. estabelece que a abrasão deve ser inferior a 50% em peso do material (intervalo igual àquele do DNER). e insatisfatória para desgastes superiores a 40%. Em 12 das 24 pedreiras (50% dos casos). 7. um desgaste menor ou igual a 35% (E-265/73).1. para uso em revestimento. para concretos betuminosos. e. o índice máximo seja de 30%. para desgastes de 30% a 40%. Ramos (2003) apresenta um estudo com materiais granulares empregados no município do Rio de Janeiro e Grande Rio. Em 4 das 24 pedreiras analisadas (16. 4.7% dos casos). Neste trabalho. que para norma brasileira NBR 7211: 1. as duas graduações de brita produzidas apresentaram resultados insatisfatórios. nos agregados para concreto hidráulico exposto ao desgaste. para lastro ferroviário. Sua classificação por faixas de avaliação: excelente para desgastes de até 20%. e que aconselha ainda que. 3. para revestimentos superficiais. caso em que prescrevem um desgaste inferior a 25%. 5. regular. As demais amostras de brita 0 e 1 das demais pedreiras apresentaram valores inferiores ao limite de 50%. 20 . apenas as amostras de brita 0 de duas pedreiras apresentaram desgastes à Abrasão Los Angeles iguais a 50% e 51% respectivamente. da ASTM.

o índice de forma para o agregado graúdo reciclado com dimensão máxima característica superior a 9. em termos de índice de forma.5 mm. dando origem à formação acelerada de buracos na pista da rodovia. apresentando-se assim não lamelar e dentro do que está preconizado na norma NBR 15116.2. porém no que diz respeito ao índice de forma: TABELA 2.2. ponderada pela quantidade de grãos de cada fração granulométrica que o compõe. Adotaram inicialmente o modo de determinação 21 . Assim como no item anterior.3 – Requisitos gerais para agregado reciclado destinado a pavimento (índice de forma) – NBR 15116 Agregado reciclado classe A Propriedades Miúdo Graúdo - "3 Índice de forma Normas de ensaios Agregado Agregado Miúdo Graúdo - NBR 7809 Pinto (1998) afirma que nos tratamentos superficiais é importante trabalhar com agregados mais cúbicos ou menos lamelares.5 mm o valor de 2. Carneiro et al (2001) obtiveram para os agregados reciclados de Salvador. Apresenta-se na TABELA 2.6.4 Ensaio de Índice de Forma Segundo a norma NBR 7809. cita-se o trabalho Ribeiro et al (2003) com os agregados naturais ou convencionais (britas 1 e 2) do município do Rio de Janeiro e Grande Rio. pois estes últimos são facilmente quebrados pela ação do tráfego. que prescreve o método através do qual se determina o índice de forma do agregado graúdo com dimensão máxima característica superior a 9. este índice é média da relação entre o comprimento e a espessura dos grãos do agregado.3 parte da tabela apresentada na norma NBR 15116.

calculadas a partir da medida de 3 dimensões das britas. de acordo com estudo realizado por Ravindrarajah & Tam (1985). Ribeiro et al (2003) continuam citando que a norma brasileira NBR 7809. aplicável ao caso neste estudo adota a medida de apenas duas dimensões das partículas. Assim. sejam mais consistentes e conseqüentemente apresentem menor trabalhabilidade do que concretos preparados com agregados naturais utilizando-se o mesmo traço”. Se por um lado. destaca-se mais uma vez Levy (2001). não constitui surpresa o fato de que concretos elaborados exclusivamente com estes agregados. Também Ramos (2003) apresenta resultados semelhantes. Levy (2001) continua afirmando: “Uma vez que os agregados miúdos reciclados contêm um grande número de partículas angulares. Observou-se que este critério foi atendido por todas as pedreiras analisadas. Com base em pesquisas executadas por Hansen e Narud (1983) apud Levy (2001) conclui-se que os agregados miúdos reciclados provenientes de processo de britagem. ainda em trabalhos voltados a aplicação de agregados reciclados de RCD em concreto de cimento Portland (CCP).especificado pela NBR 5564. em se tratando de tecnologia do concreto isso é bem difundido e essencial à análise do comportamento e da confecção desse material. que avalia a forma segundo duas relações. Formatos cúbicos e texturas impermeáveis apresentam menor demanda de água para atingir determinada plasticidade. verificando que os índices de forma de todos os agregados ensaiados corresponderam à forma cúbica. Com a utilização de agregados reciclados não haveria de ser diferente. Tal fato deve ser considerado sempre que se realizar um estudo de dosagem de CCP. encontra-se na área de pavimentação poucos trabalhos com agregados reciclados de “entulho” em que se contemple os estudos da forma dos mesmos. apresentam formas maiores e mais angulosas do que seria desejável para produção de boas misturas. a forma das partículas dos agregados reciclados é mais angular que a dos agregados naturais. e a norma brasileira NBR 7211 estabelece que a relação entre a maior e a menor não deve ser superior a 3. por outro. fato que evidencia que todos possuem forma adequada ao emprego na produção de concreto. portanto a utilização de resíduos provenientes de alvenaria para produção de 22 . observando que a forma dos grãos tem influência no volume total de pasta necessário para garantir a plasticidade especificada de determinado concreto e que .

por exemplo. a determinação da concentração de metais foi realizado por espectrometria de emissão atômica. nãoinerte ou perigoso. A partir desses dois ensaios pode-se também classificar se o agregado reciclado é inerte. Carneiro et al (2001) verificaram para os agregados reciclados de Salvador a possibilidade de risco de contaminação ambiental por metais pesados através dos ensaios de lixiviação e solubilização.agregados a serem utilizados no preparo de novos concretos deve ser analisada com cautela. Os resultados obtidos se apresentaram de acordo com os limites máximos permitidos para resíduos sólidos pela NBR 10004.2.Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil – Utilização em pavimentação e preparo de concreto sem função estrutural – Requisitos – ABNT não trata deste assunto. Estes ensaios são preconizados pelas normas NBR 10004 e 10005. o ensaio de solubilização identifica a concentração de substâncias solúveis em água presentes no material. porém contemplando aqueles que têm ação nociva unicamente sobre a qualidade dos concretos confeccionados com esse tipo de agregado. ou seja. Por outro lado. Quanto ao emprego no Brasil desses ensaios voltado à aplicação em projetos rodoviários. Existem considerações sobre teores de contaminantes. Segundo eles. 23 . NBR 15116 . Contudo. Em contrapartida. agregados mais angulosos e mais absorventes que os agregados provenientes de resíduos de concreto.5 Ensaios de Lixiviação e de Solubilização O ensaio de lixiviação tem como objetivo identificar a concentração de substâncias que se separam do material por meio de lavagem e percolação. uma vez que corriqueiramente adotam-se os agregados reciclados de RCD como inertes. espectrometria de absorção atômica em chama. os agregados reciclados graúdo e miúdo de pesquisa de Salvador não apresentaram riscos à saúde pública nem ao meio ambiente. geração de hidretos e vapor a frio. Vizzoto (2003) ressalta que existem poucos dados a respeito. uma vez que tal solução sempre apresentará como produto final. 2.

Estes resultados de ensaio são apresentados por Motta & Fernandes (2003).4 – Resumo dos ensaios de compactação e ISC para o agregado reciclado de entulho realizado na NOVACAP (Motta & Fernandes. O trabalho encomendado pela NOVACAP à COPPE e realizado pela Profª Laura Motta em 1999.5) inclusive para corpos de prova 15 x 30 cm. que também apresenta o andamento da pesquisa desta tese à época. 2003) 24 .2.5 e 2. Até o momento. σd) e a sua correspondente deformação axial recuperável. Tabela 2. fazendo um breve relato de experiências da capital mineira com uso deste material e de outros locais. O Módulo de Resiliência de solos e materiais de pavimentação para base e sub-base é definido como a relação entre a tensão pulsante aplicada no ensaio triaxial (tensão desvio.Módulo de Resiliência Adotando-se uma abordagem mecanística ou mecanística-empírica em projetos rodoviários. média e inferior da faixa A da especificação DNER-ES 303/97. Módulo de Resiliência e ensaios triaxiais dinâmicos realizados com um dos objetivos de definir equações que exprimam o valor deste módulo de acordo com determinadas tensões atuantes.6.4) que foram britados e peneirados separadamente em granulometria que se encaixasse nas curvas superior. para caracterização de resíduos sólidos da construção civil do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte para uso em camadas de pavimentos urbanos. Figuras 2. não foram identificados trabalhos acadêmicos que abordassem ensaios dinâmicos. caracterizando os agregados reciclados através do seu módulo de resiliência e deformações permanentes decorrentes de aplicação de cargas repetidas em ensaios triaxiais dinâmicos. apresenta resultados para o MR (módulo de resiliência) (Tabelas 2.3 e 2. nos laboratórios desta instituição com materiais provenientes de Brasília-DF (Tabela 2.6 Ensaio Triaxial Dinâmico . é essencial o uso de termos como resiliência. Figura 2.2.4.

3 – Agregado reciclado de Brasília: vista geral.4 – Resultado do ensaio de compactação para o agregado reciclado na energia intermediária. realizados na COPPE (Motta e Fernandes.5 – Resultados dos ensaios de compactação e triaxial dinâmico para o agregado reciclado de Brasília. 25 . (Motta e Fernandes. 2003) Tabela 2. 2003).Figura 2. corpo de prova inteiro e desfeito. 2003). realizados na NOVACAP. (Motta e Fernandes. na energia intermediária. frações. Figura 2.

01 0. CP1 – 2º ponto da curva de compactação. 2003).1 1 Tensão Conf inante. (Motta e Fernandes. Como referência inicial dos mesmos. σ3 (MPa) Figura 2. existem diversos trabalhos acadêmicos no país voltados para a caracterização mecânica de agregados naturais.6 –Resumo dos modelos de comportamento tensão-deformação para o agregado reciclado de entulho de Brasília (Motta e Fernandes. 2003). Por outro lado.9325 10 0. Esse levantamento foi iniciado pelo órgão rodoviário da Califórnia em 1938 com as medições de deflexões de pavimentos sujeitos 26 .4x 0. preterindo uma abordagem mecanística do projeto de pavimentos em detrimento da visão e do ensaio tradicional em nosso país. Medina (1997) atribui a Francis Hveem o primeiro estudo sistemático cujo objetivo era determinar a deformabilidade de pavimentos. Lamentavelmente a norma 15116 de 2004 voltada para agregado reciclado de RCD para uso em pavimentação não contempla esse tipo de ensaio. preparada com granulometria mais fina da faixa A do DNER.5 – Módulo de Resiliência da amostra de agregado de Brasília. Tabela 2.6222 R2 = 0.VARIAÇÃO DO MÓDULO RESILIENTE COM A TENSÃO CONFINANTE Módulo resilie. MR (MPa) 1000 100 y = 1586. aquele do ISC (Índice de Suporte Califórnia).

2) Onde: MR = Módulo de Resiliência. agregados naturais.2) para representar o comportamento resiliente dos materiais granulares graúdos. ocasionando na maioria das vezes deslocamentos muito reduzidos. com valores bem menores do que 0. resultando numa grande quantidade de informações sobre o comportamento de ensaios dinâmicos de cargas repetidas em solos. Solos que apresentam o mesmo valor de ISC (resistência) podem possuir comportamentos diferentes quando submetidos a ação de cargas repetidas. comentava Seed (1955) apud Santos (1998). calcado em ensaios triaxiais de carga repetida de uma brita.ao tráfego. adotando o termo resiliente. ao invés de elástica para as deformações reversíveis. aço. 27 . uma referência fundamental para os estudos de laboratório sobre resiliência iniciados em 1977 na COPPE/UFRJ foi o Special Report 162 do TRB de 1975. misturas asfálticas e bases cimentadas. podendo não corresponder ao efeito das cargas que são aplicadas rapidamente. com intensidade variável e freqüências diferentes. o ensaio de ISC determina o índice de resistência à penetração por compressão de um solo. principalmente o subleito.1”considerado no referido ensaio. Portanto. Várias teses de mestrado e doutorado no estudo da mecânica dos pavimentos foram desenvolvidas ao longo destes anos. estas são nos pavimentos muito maiores que nos sólidos elásticos como o concreto. etc. Pérez Espinosa (1987) foi o primeiro a ensaiar no Brasil materiais de granulometria mais grossa e utilizou um modelo (equação 2. Hveem relacionava o trincamento progressivo que ocorria nos revestimentos asfálticos com as deformações resilientes das camadas subjacentes. culminando na campanha de medidas em 1951. que são baixas as correlações entre o índice de resistência ISC com o desempenho do pavimento. período em que se estabeleceram os valores máximos admissíveis de deflexões de forma que os pavimentos tivessem uma vida de fadiga satisfatória. Tais estudos intensificaram-se a partir do Convênio COPPE/UFRJ e o IPR/DNER em 1978. argumentando que. MR = k3θk4εac (2. Por outro lado. Ainda segundo Medina (1997).

representado pela equação 2. fundamenta-se no conhecimento do módulo de resiliência dos materiais expresso por modelos de comportamento elástico não linear. sabe-se que algumas características estão implícitas tais como os solos granulares. que leva em consideração os par de tensões confinante e desvio. foi possível obter parâmetros de resiliência e modelos de fadiga. são aqueles que apresentam menos que 35% em peso de material passando na peneira nº 200 (0. são superiores a 0. que o Modelo Resiliente Composto representa a melhor forma de expressar a resiliência dos materiais. que. Macêdo (1996) propôs um modelo que apresentou boa correlação tanto para solo argiloso. θ = soma das tensões principais.3: MR = K1#3K2 (2.3) Onde: #3 = tensão de confinamento. cujos valores de coeficiente de correlação. presente no Manual de Pavimentação do DNER (1996). k1 e k2 = constantes ou parâmetros de resiliência determinadas em ensaio triaxial de carga repetida. c = parâmetros de resiliência. εa = deformação axial A partir dos dados levantados nestes diversos trabalhos.075 mm). estudou os vários modelos para o comportamento resiliente dos materiais e concluiu também. Contudo. por sua vez. quanto para granulares. conforme Macêdo (1996).90 e apresenta melhor performance que o modelo proposto por Hicks. Ferreira (2002). k4. Pelo banco de dados que serviu de base para esta proposição de classificação. proposto por Hicks (1970) para retratar o comportamento do solo granular é aquele apresentado na equação 2. A classificação através da resiliência dos solos. R2. foram considerados para dimensionamento de reforço dos pavimentos flexíveis por Preussler (1983) e nos dimensionamentos de pavimentos novos por Motta (1991). O modelo normalmente utilizado. referência para os agregados reciclados de RCD. 28 .k3.4.

o Módulo de Resiliência não é propício como índice de qualificação de um agrupamento de solos.4) Onde: #3 = tensão de confinamento. não é uma propriedade índice. uma das grandes vantagens do uso dos 29 . 2. dependendo de k2. com as características de moldagem do corpo de prova. Como lembrado por Ramos (2003). ou seja k2 > 0. muitos autores já comentaram que os ensaios dinâmicos não são indicados para “especificações” genéricas. Observação esta muito interessante quando se lida com novos materiais como os agregados reciclados de entulho. O solo do grupo A apresenta grau de resiliência elevado. se k2 " 0. e 3. não é um valor intrínseco do material. Portanto.50. podendo ser empregado em qualquer camada do pavimento. k2 e k3 = constantes ou parâmetros de resiliência. Este.50 terá bom comportamento. não sendo aconselhado seu uso em estrutura de pavimentos. especialmente quando expressa comportamento elástico não linear. a discriminação de três classes de solos (A. depende da espessura e da qualidade do subleito. B e C). encontra-se de acordo com o comportamento resiliente. continua ele. k1. O Solo do grupo C de baixo grau de resiliência pode ser utilizado em qualquer camada do pavimento. Pérez Espinosa (1987) também fez esta ressalva quando do estudo de deformação permanente de materiais granulares. que retratam o modelo MR = k1#3k2: 1. sabe-se que em Mecânica dos Pavimentos considera-se o pavimento como um sistema em camadas.MR= k1 #3 k2 #d k3 (2. O solo do grupo B apresenta resiliência moderada. Por outro lado. caso contrário. pois varia com a forma de obtenção. com a energia e muitos outros parâmetros. devendo compor as exigências de especificação de cada projeto específico. Segundo Ramos (2003). resultando em estruturas com baixas deflexões. No Manual do DNER (1996). #d = tensão desvio. tendo o material que ser compatibilizado com seus “vizinhos” na estrutura.

69 para brita corrida. com a equação proposta por Macêdo (1996). pó de pedra e brita corrida da cidade do Rio de Janeiro. No caso contrário. visto que os mesmos possuem fraca coesão. 30 . como conseqüência de movimentos relativos entre partículas. onde o modelo em função da tensão desvio apresenta fraca correlação. grandes deformações permanentes ocorrem durante os primeiros ciclos da carga. 500 MPa para brita corrida na energia modificada. Ramos (2003) apresenta resultados de Módulo de Resiliência (MR) para os materiais granulares. Com a repetição de carregamento. e valor de 480 MPa para brita corrida na energia intermediária e 380 MPa para o pó de pedra na energia intermediária. o material adquire rigidez e as deformações permanentes ao final de cada ciclo da carga aplicada diminuem até tornarem-se muito pequenas ou nulas. o módulo do material torna-se aproximadamente constante”. Ao se verificar a influência do par de tensões em conjunto. Em alguns casos o valor do coeficiente de correlação chegou próximo a 0.05. para a condição de tensão desvio mínima e confinante máxima. com vários resultados superiores a 0.métodos mecanísticos de dimensionamento é não partir de restrições “absolutas” quanto aos materiais. Nestas condições. As equações médias dos materiais granulares estudados por Ramos o valor de módulo. R2 <0. ou fratura das mesmas nos pontos de contato.04 e para as britas corridas de 0. no caso do pó de pedra entre 0.63 para pó de pedra e R2 <0. modelo proposto por Hicks. “quando um determinado solo não coesivo (areia ou pedregulho) é submetido a um carregamento repetido.50. vê-se que tanto os modelos obtidos para amostras de pó de pedra quanto de brita corrida apresentam valores de R2 > 0.92. verifica-se coeficiente de correlação variável. A partir deste instante. o solo apresenta um arranjo estável de partículas e um comportamento quase elástico no sentidos de que toda a deformação nele causada pelo carregamento é recuperável quando este é retirado. sendo portanto um modelo bem apropriado para o estudo dos solos e materiais granulares. Analisando os materiais em função da tensão confinante. Entretanto o módulo dos materiais estudados mostraram que a tensão desvio também tem sua influência.93 a 0.93 a 0. Segundo Preussler (1978) apud Ramos (2003). Ramos (2003) comenta que a tensão confinante apresenta maior contribuição para o estudo do módulo de resiliência dos materiais granulares.

5) Onde: k1 e k2 são coeficientes determinados experimentalmente. e a deformação axial (principal) permanente evolui com o aumento do número de aplicações de carga. irreversíveis.ou seja. tanto ao nível de sua evolução em função do número de repetições da carga quanto ao nível das relações entre as tensões e deformações. 2. esta última pode ser avaliada durante o ensaio de carga repetida. Por sua vez. dada por: ε k2 p = k1N (2. 31 . para tensão desvio máxima e confinante máxima obteve-se 220 MPa para brita corrida na energia modificada e na intermediária e 160 MPa para o pó de pedra na energia intermediária. existindo dois métodos para a avaliação do afundamento da trilha de roda para um determinado tráfego acumulado: o primeiro através das relações entre tensões e as deformações permanentes volumétrica e cisalhante e o segundo via relações entre as tensões e a deformação principal permanente. embora o defeito mais freqüente nos pavimentos flexíveis brasileiros seja o trincamento do revestimento asfáltico deflexão do mesmo apoiado em camadas granulares geralmente deformáveis elasticamente. as deformações permanentes.2. Uma equação bastante simples utilizada para representar esta deformação (εp) é conhecida como modelo de Monismith. constituindo um fator importante no projeto de pavimentos flexíveis. Pérez Espinosa (1987). cujo par de tensões é pré-fixado. estão presentes seja nas trilhas de rodas dos caminhões nas estradas seja em estacionamentos de revestimento asfáltico. que permite somente a avaliação do afundamento sob o eixo do carregamento. N é o número de ciclos aplicações de carga. observou que a análise das deformações permanentes é um problema relativamente complexo.7 Ensaio Triaxial Dinâmico – Deformação Permanente Segundo Medina (1997).

como enunciou Preussler (1978).6) Onde: ε p(N) ε p(100) é a deformação axial permanente após N aplicações de carga (N >> 100). foi considerada no Método do DNER. mas do somatório das contribuições de todas as camadas. “Structural finite element design of unbound material pavement from cycle loading traiaxial tests”. A deformação permanente. Delft. Outro modelo foi sugerido por Barksdale (1972) apud Pérez Espinosa (1987) contemplando.Na tentativa de contemplar a deformação permanente devida ao tráfego e não a soma desta com aquela verificada durante a construção do pavimento.. onde a estrutura do pavimento é concebida para proteger o subleito quanto à ruptura por cisalhamento ou por acúmulo de deformação permanente. somando todos os produtos das deformações plásticas médias no centro destas subcamadas pela espessura das mesmas. Contudo. Martinez. foi proposta por Paute e Martinez (1982)3 apud Pérez Espinosa (1987) a seguinte relação: ε p(N) = εp(100) + K’1(N-100) K’2 (2. baseando-se este no CBR. subdividindo a estrutura do pavimento em subcamadas. por exemplo. K’1 e K’2 são coeficientes determinados experimentalmente. dentro da engenharia rodoviária brasileira. Motta (1991) ressalta que ela não é função somente do subleito. Sabe-se que conforme o valor da tensão desvio pode haver o acomodamento das deformações permanentes. Barksdale propôs ainda um método de cálculo para se determinar o afundamento da trilha de roda. L. as tensões aplicadas para um número específico de aplicações de carga.. In: Proc. a coesão e o ângulo de atrito interno. calculando as tensões no centro das mesmas através de teorias elásticas ou viscoelásticas não-lineares e. N é o número de aplicações de carga. por fim. 3 32 . J. J. 1982. Fifth Int. Conference on the Structural Design of Asphalt Parements. Porém para tensões desvio Paute. é a deformação axial permanente após 100 aplicações de carga.

3 Programa para análise de estrutura de pavimento – FEPAVE O FEPAVE. e desde então tem sido testado e estudado em teses de mestrado e doutorado pertinentes à análise de estruturas flexíveis de pavimento. No manual da AASHTO em 1986. L. tendo Motta (1991) implementado o programa FEPAVE para uso em microcomputador e o adaptando à consideração da confiabilidade pelo tratamento probabilístico de Rosenblueth (FEPAVE 2). permitindo estimar a média e o desvio padrão dos parâmetros de projeto. em linguagem científica FORTRAN para computadores de grande porte (“mainframe”). além de adaptar. J. USA. Califórnia. Duncan. Wilson promoveram modificações na versão original de forma a permitir a geração automática de configurações de elementos finitos adequadas à análise de estruturas axissimétricas de pavimentos flexíveis. Wilson desenvolveu este programa em 1965. C. foi desenvolvido na Universidade da Califórnia. O programa foi doado a COPPE em 1973. a deformação permanente pode crescer continuamente. 2. L. em Berkeley. a evolução da deformação permanente através do número de aplicação de cargas em ensaios dinâmicos e a existência ou não de seus limites. por exemplo. Módulos de Resiliência dependentes da temperatura e do estado de tensões atuante. Em 1968. objeto de estudo nesta tese. caso esta evolução seja assintótica. 33 . foi introduzido este conceito de maneira explícita. para agregados reciclados. não se tem conhecimento a respeito de ensaios realizados que verifiquem. L. através de análise não linear. mas neste caso representado somente por um certo valor de ajuste do tráfego. Finite Element Analysis of Pavement Structures. conforme a importância da estrada e sua localização em região urbana ou rural. sugerindo diferentes níveis de confiança a serem empregados nos projetos. E. O conceito de confiabilidade está associado ao risco estatístico que se quer admitir em um projeto. Monismith e E. M.de certo porte ou valor limiar da mesma. Por fim.

Algumas regras se recomendam para a discretização do meio contínuo: • A fronteira lateral de cerca de 20 R. • A razão das dimensões dos lados do quadrilátero não deve ser maior que 5:1. A característica dos materiais é em geral tomada como o valor do módulo de resiliência ou de elasticidade que. Os elementos ligam-se pelas faces ou lados. O FEPAVE2 admite até 12 camadas de materiais diferentes. Calcula-se a matriz de rigidez de cada elemento. com comportamento elástico. o programa gera automaticamente uma malha e acolhe os módulos dependentes ou não das tensões. os deslocamentos no seu interior. Aplica-se a teoria da elasticidade para obter a relação entre as forças e os deslocamentos nodais de cada elemento e. ligadas entre si por pontos nodais que se assimilam a articulações sem atrito. sendo R o raio da área carregada. permite variar o módulo dos materiais asfálticos em função do perfil de temperaturas ao longo da 34 . As rigidezas elementares acoplam-se numa matriz de rigidez global da estrutura. ou mais. As deformações (especificas) são as derivadas primeiras dos deslocamentos e as tensões relacionam-se às deformações: [#] = [D] x [$] (2. isotrópico podendo ser linear ou não linear. Resolvido o sistema.O programa FEPAVE 2 utiliza o método dos elementos finitos. De acordo com o operador. [$] =deformação. que é função das características do material. se for não linear. dependerá do estado de tensões. de forma que as determinações das tensões sejam acuradas (mais importante quanto mais próximo à carga). a partir destes. A partir destes calculam-se as tensões no interior de cada elemento e os deslocamentos nos nós para todo o meio estratificado. onde o meio continuo é dividido em elementos fictícios de dimensões finitas. têm-se os deslocamentos nodais. Além disso.7) Onde: [D] = matriz constitutiva. • A fronteira do fundo a 40 R. [#] = tensão.

Para facilitar a utilização do programa. A tensão vertical máxima medida no topo do subleito é 22% maior para caso linear. 6. o deslocamento calculado para uma distância radial de 3R/2. o que representa o efeito conjunto das duas rodas mesmo quando se usa a elasticidade não linear. Entrada de dados. sendo que para o caso de pavimentos com comportamento elástico linear pode-se simular a roda dupla através da superposição dos efeitos. 8. 3. Execução 5. Gráficos e resumos de resultados. em linguagem Pascal que é composto de um menu principal com oito sub-rotinas: 1. tendo constatado que para algumas estruturas: 1. 4.espessura da camada. Sair do programa 35 . 7. 3. onde R é o raio da área de contato do pneu. Ler arquivo. Impressão de resultados. admite-se para cálculo da deflexão máxima correspondente ao eixo padrão.EXE. 4. Silva (1995) criou um arquivo de dados utilitário denominado UTILFEP. multiplicado por 2. A deformação de tração na camada inferior do revestimento na análise não linear é 38 % superior. O programa foi definido para carregamento único (eixo simples de roda simples). Silva (1995) estudou a consideração de modelos lineares e não lineares. A análise não linear permite a obtenção de uma estrutura mais flexível e próxima a real. Correntemente. Valores do coeficiente de Poisson e módulo de resiliência. 2. 2. A deflexão na superfície é maior no modelo não linear e é mais próxima da medida no campo. Alterar e/ou exibir dados.

N = valor do número de solicitações admissíveis definido para o projeto.8) Onde: #vertical = tensão vertical no subleito (kgf/cm²). Mr = Módulo de Resiliência do subleito (kgf/cm²).7log(N)) (2. verifica-se se a estrutura proposta atende aos Critérios de Ruptura para o período de projeto estudado: fadiga da camada betuminosa e de acúmulos de deformações plásticas (permanente). 36 .Com base nos resultados obtidos.006Mr/(1+0. É comum na COPPE empregar a curva de fadiga em função da diferença de tensão e para o subleito (deformação plástica) utilizar a equação desenvolvida por Heukelom e Klomp (1962). que não é aplicável a todos os casos: #vertical = 0.

CAPÍTULO III Materiais e Métodos Como já citado no Capítulo I. mas que foram dimensionadas empiricamente. Fato. e atendendo às restrições ambientais. observando uma relevante deposição das maiores partículas da brita corrida (superiores a 19 mm) às margens das pistas (Figura 3. em menor proporção e gravidade das aquelas apresentadas em trechos adjacentes executados com agregados convencionais ou provenientes de minério de ferro. visitaram-se outras em diferentes fases de execução. Em visita a estas vias realizada em agosto de 2003. a primeira destas de propriedade privada e a segunda de propriedade pública municipal. já existem vias urbanas executadas com esse material. quando se diz agregado reciclado de RCD do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte. de forma a aplicá-los em bases e sub-bases de pavimentos. os ensaios realizados e apresentados neste capítulo são aqueles imprescindíveis ao dimensionamento mecanístico de pavimentos e/ou contemplados na norma NBR. 37 . este. foram realizados também ensaios de Lixiviação e Solubilização. 527) no Rio de Janeiro e do Estoril (Rua Nilo Antônio Gazire. tratam-se de amostras de materiais oriundos de usinas ou estações de reciclagem de entulho da construção civil dos bairros do Catumbi (Rua Itapirú. que estão associados à classificação de resíduos quanto ao aspecto ambiental. foram observados algumas trincas no revestimento. o propósito desta tese é caracterizar mecanicanisticamente alguns agregados reciclados de RCD das cidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Por fim. Nesta tese. 147) em Belo Horizonte. Além de ruas e avenidas em plena operação. também importante na escolha das dimensões dos corpos-de-prova a serem usados nesta pesquisa. Em Belo Horizonte. contudo.1).

2.1 – Rua em Belo Horizonte antes da imprimação. Molhagem do RCD ao chegar na usina ainda na caçamba do caminhão. o procedimento de geração de agregados reciclados de RCD na usina do Estoril (Figura 3. pertence à iniciativa privada desprovida de qualquer apoio do poder público municipal à sua inserção no processo de limpeza pública urbana.Figura 3. 3. Cita-se.2): 1. segregação na captação e alteração da destinação) implantadas e operando. (Fotos do autor. rua imprimada com partículas segregadas à margem. 38 . sendo este município o único a possuir as três diretrizes da gestão de RCD (facilitação da disposição. rua imprimada. dentre 5507 municípios brasileiros apenas onze possuem usinas de reciclagem operando ou em pré-operação. ago/2003).1 Agregados reciclados de RCD Segundo Nunes (2004). como exemplo. A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) possui as estações de reciclagem do Estoril e da Pampulha. totalizando 14 usinas. ponto do pavimento a ser reparado e visulaização da brita corrida copmpactada. A usina do Catumbi no Rio de Janeiro. por sua vez. Descarregamento do RCD em área apropriada.

através de eletroímãs. Carga e lançamento de RCD (fragmentos de concreto ou mistos) no britador com auxílio da pá-carregadeira. lançamento de RCD no britador. Figura 3. madeira e metais (grandes fragmentos). de pequenos artefatos metálicos existentes dentre os agregados ainda sobre as esteiras. carregamento de caminhão com agregados reciclados destinados às obras da PBH. Retirada. transporte em esteira com eletroímã dos agregados. gesso. 7. (Fotos do autor. Triagem do material com a separação dos RCD provenientes de peças de concretos. ago/2003). Britagem do RCD e deposição dos agregados sobre esteiras rolantes. Transporte do material britado para a área de armazenagem específica. prétriagem do RCD. 39 . 5. 9.2 . 6. Pré-triagem do RCD.Molhagem do RCD ao chegar na usina. 8. Espalhamento do RCD em leiras com utilização de pá-carregadeira. plásticos. separando basicamente papéis.3. 4. vista geral da área de descarregamento de RCD.

ago/2003). Existe nesta usina uma barreira vegetal com intuito de se evitar a dispersão desta poeira. atingindo a vizinhança habitacional.Blocos e intertravados de concreto produzidos com agregados reciclados tipo A produzidos na usina do Estoril (PBH). O agregado reciclado tipo misto. denominado Tipo B.3 . é destinado às obras de pavimentação.3). O segundo é o agregado reciclado 40 . Figura 3. 2. O primeiro é o agregado reciclado obtido do beneficiamento de RCD. denominado Tipo A pela PBH. composto na sua fração graúda de no mínimo 90% em massa de fragmento a base de cimento Portland e rochas. Nesta pesquisa contou-se com dois tipos de agregados reciclados. denominados simplificadamente concreto e misto. é destinado à confecção de blocos e peças de pavimentos intertravados de concreto (Figura 3. A molhagem do RCD ou dos agregados reciclados é realizada periodicamente sobre os seus depósitos a fim de se evitar a formação de poeira em suspensão. 3. O agregado reciclado tipo Concreto. (Fotos do autor.Observa-se ainda que: 1. 4.

porém não separadas por peneiramento.4 – Peneirador. variando-as em três granulometrias distintas (superior. concreto e misto. foram adotadas as normas DNER-PRO 120/97 e DNER-PRO 199/96 respectivamente. 41 . visando assim obter maior representatividade desses materiais nos ensaios. Na coleta das amostras de agregados nas usinas e na redução das mesmas para ensaios de laboratório. Em contrapartida. cuja denominação local é agregados tipo A e tipo B respectivamente. o produto da britagem disponibilizado foi a brita corrida ou bica corrida. embora não tenham sido utilizadas. Figura 3.composto na sua fração graúda de menos de 90% em massa de fragmentos à base de cimento Portland e rochas. (Fotos Fernando Afonso. pilhas de agregados reciclados – Usina do Catumbi. do pó-de-pedra à brita 1 (Figura 3. A usina do Catumbi disponibilizou para a pesquisa agregados do tipo misto separados por frações granulométricas. Esta particularidade se mostrou importante a partir do momento que se pode graduar as britas para ensaio. intermediária e inferior) dentro da faixa D para base (DNER-ES 303/97). Salienta-se ainda que. esta usina forneceu britas de frações superiores. os agregados provenientes da estação de reciclagem do Estoril foram fornecidos nos dois tipos.4). 2003). Devido à ausência de peneiramento na usina como aquele citado no parágrafo anterior.

1.4 – Parte dos agregados reciclados do Rio de Janeiro e Belo Horizonte armazenados no Laboratório de Geotecnia da COPPE.5). intermediária ou inferior). contemplando: o tipo de material. 42 . a granulometria do material em função da posição dentro da faixa D ou não especificada chamada bica corrida (Figura 3. pôde-se desenvolver os ensaios da pesquisa sobre as amostras de laboratório nas combinações apresentadas no Quadro 3.2). amostras de agregados reciclados do Rio de Janreiro ensacadas de acordo com sua granulometria (superior. Amostra MSIRJ MSMRJ MMIRJ MMMRJ MIIRJ MIMRJ CIBH CMBH MIBH MMBH Quadro 3.Após a análise granulométrica das amostras de campo (item 3.1 – Amostras ensaiadas em laboratório Energia de Agregado Granulometria compactação Misto Misto Misto Misto Misto Misto Concreto Concreto Misto Misto Superior Superior Intermediária Intermediária Inferior Inferior Bica Corrida Bica Corrida Bica Corrida Bica Corrida Intermediária Modificada Intermediária Modificada Intermediária Modificada Intermediária Modificada Intermediária Modificada Cidade Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Belo Horizonte Belo Horizonte Belo Horizonte Belo Horizonte Figura 3. a energia de compactação e a sua fonte geradora (usina).

4. o pedrisco e o pó-de-pedra do Catumbi e as bicas corridas do Estoril (Anexo 2). utilizou-se (Figura 3. Agitador mecânico de peneiras. inclusive tampa e fundo.3.1 Aparelhagem Com base no descrito na norma DNER 083/98. Escovas apropriadas para a limpeza de peneiras.2 Análise granulométrica A partir deste ensaio pôde-se desenvolver os estudos sobre as amostras de laboratório apresentadas na Quadro 3.1. ensaiando-se as britas 1 e 0. Tabuleiros metálicos. 2. 6.1 g.2. foi também realizado o Ensaio de Sedimentação DNER-ME 051/94. Balança com capacidade de 10 kg. Peneiras de malhas quadradas. no caso do pedrisco e do pó-de-pedra. adotou-se o Método de Ensaio DNER-ME 083/98. 43 . Estufa com dimensão apropriadas. 7. É importante informar ainda que.5): 1. capaz de manter temperatura uniforme (110+5ºC). 3. 3. 5. com dispositivo para fixação desde uma peneira até seis. Para tanto. Quarteador. a partir do qual determinou-se a composição granulométrica dos agregados reciclados de ambas as usinas. sensível a 0.

seguiu-se: 1. 3.5 . um de peneira quadrada de dimensões 50x50x10cm para a parte graúda e outro de peneiras redondas para a fração miúda. estufa. no agitador de peneiras com abertura de malha em ordem crescente da base ao topo. peneirador com peneiras quadradas. peneirador com peneiras redondas. Secagem de amostra em estufa com esfriamento à temperatura ambiente e determinação da sua massa total. 2. (Fotos do autor. 3. previamente limpas. sendo a balança preconizada pela norma com capacidade de 20 kg com sensibilidade a 1 g. 44 . com fundo.1 g. de modo a evitar a formação de camada espessa de material sobre qualquer uma das peneiras.Balança com capacidade de 10 kg.2 Ensaio Após a redução da amostra por quarteamento. sensível a 0. 2004). Foram utilizados nestes ensaios dois modelos de peneirador mecânico.Figura 3. Encaixe das peneiras.2. Lançamento da amostra sobre a peneira superior.

Pesagem do material retido em cada peneira. juntamente com a porção que porventura tenha ficado preso às malhas. com entalhe superior externo. 5. O passo seguinte à determinação da composição granulométrica dos agregados foi a realização da dosagem destes. Realização do peneiramento pela agitação mecânica do conjunto. pois adotar um intervalo de + 2% da umidade ótima poderia gerar Módulos de Resiliência que não representassem estas amostras. determinando a massa específica máxima do solo seco e a respectiva umidade ótima e.6): 1.3. com diâmetro interno aproximadamente igual a 10 cm e altura 20 cm. utilizou-se (Figura 3.4. Estas também serão apresentadas no próximo capítulo. 3. que é retirada com escova. 5. intermediária e inferior) enquadradas na faixa D do DNER. Provetas de 1000 ml e 200 ml. 3.1. 3. Colher de pedreiro. Sacos plásticos. 45 . Elásticos. Tabuleiro metálico. Molde cilíndrico tripartido. no caso do material do Rio de Janeiro. baseados no Método de Ensaio DNER-ME 162/94. e que não deve ter sua passagem forçada através das mesmas.1 Aparelhagem Com base no descrito na norma DNER-ME 162/94 e compatibilizando os corpos-deprova aos subseqüentes ensaios triaxiais dinâmicos. 4. juntamente com o ensaio triaxial dinâmico. para a obtenção das três curvas granulométricas (superior. Soma de todas as massas retidas. realizaram-se os ensaios de compactação. 6. Os resultados deste ensaio serão apresentados no Capítulo 4 e Anexo 2. 2. 6. o intervalo de umidade na qual poderiam ser moldados os corpos de prova para a obtenção do Módulo de Resiliência dos materiais amostrados.3 Ensaio de compactação Para as amostras listadas no Quadro 3.

Película plástica circular (diâmetro aproximadamente igual a 15 cm). 46 . sobre o tabuleiro metálico. 9. Régua metálica biselada rígida de comprimento aproximadamente igual a 30 cm. 2.1 g. e colocando-o na câmara úmida por um período não menor que 24 horas. Com a(s) proveta(s) graduada(s). Suporte metálico para o molde cilíndrico com dispositivo de fixação. Colher. foi feita a preparação das amostras nas seguintes etapas: 1. 3. Anota-se a quantidade de água adicionada necessária para esta porção da amostra atingir o ponto acima citado. Coloca-se uma porção da amostra a ser compactada. com massa igual a 5 kg. homogeneizando e embalando-a. sensível a 0.7. 7. homogeneizando-os com a colher de pedreiro até poder formar com as mãos grumos consistentes. 17. Compactador mecânico. 10. Braçadeiras metálicas para o confinamento do molde cilíndrico. 11. Pega-se as cinco porções da amostras homogeneizadas. Estufa com dimensão apropriadas. dispondo todas estas em outro saco plástico. 8. 4. Cilindro complementar com entalhe inferior interno. 5. 16. 12. Repete-se esse procedimento para mais três porções da amostra. 6. Cápsulas de alumínio. Antes da realização do ensaio propriamente dito. 13. adiciona-se gradativamente água ao material. Embala-se essa porção da amostra dentro de dois sacos plásticos hermeticamente fechados (vedando-os com auxílio de elásticos). 15. capaz de manter temperatura uniforme (110+5 ºC). adicionado o mesmo volume de água utilizada na mistura anterior mais 2%. Balança com capacidade de 10 kg. 14. Régua graduada. perfazendo um total de cinco pontos com o teor de água variando entorno de 2%. Pega-se outra porção da amostra.

ajustando o número de golpes a ser efetuado pelo mesmo. Monta-se o molde cilíndrico tripartido. moldes de CP. 6. 3. a altura de queda do mesmo. medindo-se a massa do conjunto (cápsula e amostra) para posterior determinação da umidade de compactação. Fixa-se o molde. cápsulas e demais utensílios usados no ensaio de compactação. o número de camadas a serem compactadas e a energia de compactação. Figura 3.3. sobre a película plástica. Leva-se o molde cilíndrico à balança e mede-se sua massa. Em seguida coloca-se uma parcela do material úmido no molde cilíndrico de forma a perfazer 1/10 da altura do mesmo após a compactação. 47 . Retiram-se as porções da amostra da câmara úmida. 3. compatível com o peso do soquete. colocando-a em cápsula de alumínio cuja massa foi previamente determinada. à base metálica. Coloca-se o molde cilíndrico no compactador mecânico.Observa-se que neste procedimento não identificou-se a umidade higroscópica das amostras.Compactadores mecânicos. 4. confinado por duas braçadeiras. 2. 7.2 Ensaio Após as 24 horas de permanência na câmara úmida: 1.6 . Retira-se uma parcela da primeira porção da amostra a ser compactada. 5.

para o ponto de maior valor de massa específica aparente seca. Aciona-se o equipamento de compactação para a realização dos golpes anteriormente citado e a subseqüente compactação da camada. Depois de compactar a oitava camada. 12. confrontando os resultados com as respectivas umidades dos mesmos. retiram-se novas porções de material do saco plástico para obtenção da umidade de compactação.8. Após a verificação da constância de massa das cápsulas secas em estufa. 9. Leva-se o molde cilíndrico à bancada e retira-se o cilindro complementar. 13. encontra-se a correspondente umidade ótima. Verifica-se a altura da camada. Colocam-se as cápsulas em estufa. Retira-se o molde da base e mede-se sua massa. utilizando a régua graduada e ajustando a quantidade de material requerido para as demais camadas a serem compactadas.4 Ensaio triaxial dinâmico – Módulo de Resiliência 48 . Bisela-se o topo do molde cilíndrico. Repete-se todo o procedimento anteriormente citado para as demais porções da amostra nos outros teores de umidade. calcula-se a massa específica aparente seca das amostras e suas respectivas umidades de compactação. 10. Monta-se o gráfico umidade de compactação versus massa específica aparente seca. 11.1). 3. ficando o corpo-de-prova com uma superfície plana e nivelada ao topo do molde. 20. 16. Realizou-se com os três corpos-de-prova de maior massa específica aparente seca os ensaios triaxiais dinâmicos para obtenção do Módulo de Resiliência. 18. 14. No gráfico. Este procedimento objetivou verificar em qual intervalo de umidade poder-se-ia compactar as futuras séries de corpos-de-prova de forma a se obter um Módulo de Resiliência representativo para cada amostra estudada (discriminadas na Quadro 3. conhecido o volume do molde. 15. Repetem-se os três últimos itens para a compactação de outras quatro camadas. coloca-se o cilindro complementar e compactam-se as duas últimas. Após compactar as cinco primeiras camadas e também depois da décima. 19. totalizando três cápsulas. 17.

Haste. No entanto. 6. 4. Sistema de medição de deformação da amostra composto por: a. Dois transdutores mecânico-eletromagnético de deslocamento tipo LVDT (Linear variable differential transformer). d.1 tem como referência o Método de Ensaio DNERME 131/94. g. Sistema de aquisição e reprodução de dados como tensões confinantes e desvio. os procedimentos e equipamentos utilizados são aqueles adotados no laboratório de Geotecnia da COPPE/UFRJ que estão descritos em Vianna (2002). 3. c. Sistema de ar comprimido.7): a. Amplificador de sinal dos transdutores. 5. Mangotes. 3. d. e. f. Temporizador de controle da freqüência e tempo de duração do carregamento (tensão desvio). deformações elásticas e totais e registros em microcomputador com monitor e impressora. 2.O ensaio de compactação de preparação do CPs a serem submetidos ao ensaio dinâmico foi feito no item anterior. Conexão. Hastes rosqueadas sobre as quais são posicionados os LVDTs. 49 . Válvula de transmissão do carregamento vertical. b. Cabeçote (top-cap).1 Aparelhagem 1. Sistema pneumático de carregamento composto por (Figura 3. b. c. Este ensaio é um pré-requisito do ensaio triaxial dinâmico. Regulador de pressão para aplicação da tensão desvio. Cilindro de pressão e pistão de carga. Sistema para vácuo. Regulador de pressão para aplicação da tensão confinante. A realização do ensaio triaxial dinâmico para a determinação do Módulo de Resiliência das amostras citadas no Quadro 3.4. no qual são preparados os corpos-de-prova.

7. Balança com capacidade de 10 kg. 3. Cilindro para colocação da membrana de borracha (encamisador). Coloca-se o corpo-de-prova (CP) sobre a pedra porosa ainda envolvido pelo molde cilíndrico tripartido. 9.1 g. envolve-se o CP com a membrana de borracha.7. 8. mede-se a massa do corpo-de-prova. Coloca-se a conexão da haste ao pistão de carga. Após a compactação. 8. Colocam-se as hastes de fixação da tampa da célula triaxial. 13. 11. 15. Célula triaxial. 12. Fixam-se os LVDTs ao cabeçote. prendendo-a às respectivas hastes. 15. 10. 6. capaz de manter temperatura uniforme (110+5ºC).4. 13. 12. 5. Colocam-se elásticos envolvendo a membrana na altura do cabeçote. 14. 3. Pedra porosa. Coloca-se o CP sobre a base da célula triaxial. 14. Colocam-se elásticos envolvendo a membrana na altura da base da célula triaxial. Base. Com o auxílio do encamizador. descontando-se a massa do molde tripartido. Coloca-se o cilindro da célula triaxial. 9. 50 . Estrutura da prensa. 10. Elásticos. Retiram-se as braçadeiras. 2. 17. Suporte central. Coloca-se o cabeçote sobre o CP. ainda dentro do molde. 11. Desmoldam-se as três partes do cilindro. Membrana de borracha. Assenta-se a tampa da célula triaxial. 4. sensível a 0. Cuba metálica. 16. Estufa com dimensão apropriadas. Encaixam-se os mangotes de ar comprimido para aplicação das tensões desvio e confinante.2 Ensaio 1.

17. dos LVDTs dentro do intervalo de voltagem para a leitura dos deslocamentos.16. Faz-se o ajuste fino. calcula-se a umidade de ensaio do CP. Também nesta etapa as condições (18 ciclos de carga. para eliminar ou minimizar os efeitos da deformação plástica e da história de tensões.4. número de golpes/ciclo. com aplicação de 500 golpes em três estágios de aplicação de tensão desvio e confinante. caso todos os pontos tenham sido computados ou nenhuma anomalia verificada. 21.1 – 3c). 24. conhecido o volume do mesmo e a massa da cuba metálica. o ensaio pode ser considerado terminado. 20. Após condicionamento. 22. verifica-se os valores e os gráficos diretamente no monitor e. Liga-se o sistema de aquisição e reprodução de dados. Coloca-se o CP na cuba metálica. Libera-se o ar comprimido. 51 . outros) para o ensaio já estão programadas no microcomputador. Coloca-se o CP em estufa para secagem.3 estão dispostos estes ciclos de carga. Após a verificação da constância de massa do CP em estufa e. Na tabela 3. 25. conforme Quadro 3.2. Retira-se o corpo de prova. 26. O equipamento triaxial da COPPE já está automaticamente programado para realização desta fase. 18. Inicia-se a fase de condicionamento. Verifica-se a massa do CP imediatamente após o ensaio. 23. com o auxílio das hastes rosqueadas (item 3. ajustam-se novamente os transdutores e inicia-se o ensaio triaxial. 19. Após a aplicação do último ciclo de carga.

(Fotos do autor. 2004). que pode ser adotada ou não para representar o Módulo de Resiliência da amostra. sem a necessidade de proceder ao condicionamento.7 – Visão geral do equipamento montado para o ensaio triaxial. O programa instalado no microcomputador (Vianna. traça uma linha de tendência potencial com o respectivo valor de R2 . pode-se imediatamente reiniciar o ensaio triaxial. Salienta-se ainda que em ocorrendo qualquer anomalia nos resultados. 2002) além de fornecer todos os pontos do ensaio. equipamento de controle monitoramento de tensões e microcomputador. 52 . como as relações tensão desvio e deformação resiliente.Figura 3.

048 0.206 0.103 0.069 0.309 0.103 0.105 Tensão desvio (σ d ) (MPa) 0.103 0.051 0.275 0.070 0.141 0.034 0.154 0. e que se acumula com a repetição das 53 . e alguns poucos em CP 15 x 30 cm. Quadro 3.041 0.3 – Ciclos de carga e valores de tensão do ensaio de Módulo de Resiliência Ciclo de carga 1–1 1–2 1–3 2–1 2–2 2–3 3–1 3–2 3–3 4–1 4–2 4–3 5–1 5–2 5–3 6–1 6–2 6–3 Tensão confinante (σ 3 ) (MPa) 0.103 0.206 0.137 0.070 0. a deformação permanente é a parcela da deformação total que não é recuperável a cada aplicação de carga.021 0.137 Tensão desvio (σ d ) (MPa) 0.211 Quadro 3.2 – Estágios de tensões utilizados na fase de condicionamento no ensaio triaxial Estágio 1 2 3 Tensão confinante (σ 3 ) (MPa) 0.Todos os ensaios triaxiais dinâmicos deste estudo foram realizados na condição de drenagem livre.069 0.069 0.021 0.062 0. A maioria dos ensaios foi realizada em CP de 10 x 20 cm.034 0.051 0.5 Ensaio triaxial dinâmico – Deformação permanente Segundo Medina (1997).137 0.412 3.

Neste estudo foi escolhido tensão confinante σ3=0. 7. Informa-se o par de tensões para aplicação sobre o corpo-de-prova. 2002) a partir da centésima aplicação da mesma. Coloca-se o CP em estufa para secagem. 3.105 MPa.2 para a determinação do Módulo de Resiliência.5.315 MPa. possibilitando acompanhar a evolução destas deformações ao longo do ensaio e permitindo que se possa acrescentar ou reduzir o número de aplicações de carga durante a realização deste. excetuando a fase de condicionamento prévio. 8.1 Aparelhagem A aparelhagem necessária à realização deste ensaio é a mesma citada no item 3. Após a aplicação da última carga.1.5. Após a verificação da constância de massa do CP em estufa e. 3. 6.2 Ensaio O procedimento adotado neste ensaio é análogo àquele descrito no item 3. conhecido o volume do mesmo e a massa da cuba metálica. 4. ou seja. após o ajuste fino dos LVDTs. 54 . calcula-se a umidade de ensaio do CP. Para este ensaio. Portanto.cargas no ensaio triaxial dinâmico. tensão desvio σd = 0. segue: 1. fecha-se o programa. 5. 3.4. Verifica-se a massa do CP imediatamente após o ensaio.4. os procedimentos adotados são aqueles adotados no laboratório de Geotecnia da COPPE/UFRJ. Coloca-se o CP na cuba metálica. dentro do intervalo de voltagem para a leitura dos deslocamentos. Observa-se ainda que as deformações permanentes acumuladas registradas no ensaio são referidas à posição do registro inicial da primeira aplicação de carga e que o gráfico deformação permanente versus número de aplicações de carga é apresentado em tela do monitor pelo programa computacional desenvolvido pelo engenheiro Ricardo Gil Domingues (Vianna. Informa-se o número de repetições de carga a ser aplicada (entre 104 e 105). Retira-se o corpo de prova. inicia-se os registros das deformações na primeira aplicação de carga e também fixa-se um só nível de tensão durante todo o ensaio. 2.

4 – Graduação para o ensaio de abrasão Los Angeles Agregado reciclado Usina de reciclagem Graduação para ensaio Los Angeles Brita 0 Catumbi C Brita 1 Catumbi B Bica corrida .6 Ensaio de abrasão Los Angeles Este ensaio objetiva verificar o desgaste sofrido pelo agregado quando colocado na máquina “Los Angeles” juntamente com uma carga abrasiva.6 mm de diâmetro. embora não seja obrigatório.Concreto Estoril A 3. 2. Tabuleiro metálico. sendo fabricada. 6.4 . 2. 50. Bandeja de folha de flandres de aproximadamente 700 x 500 x 50 mm. 5. Carga abrasiva (12 esferas de aço com aproximadamente 47. Estufa com dimensão apropriada. Peneiras de malhas quadradas com caixilhos metálicos e aberturas nominais em milímetros iguais a: 76.3 . 2 e 1. devese conhecer a distribuição granulométrica dos agregados a serem estudados. com massa entre 390 e 445 g. capaz de manter temperatura entre 105 ºC e 110 ºC. Máquina “Los Angeles” cujas dimensões são apresentadas na norma.4 a graduação para ensaio dos agregados reciclados das usinas do Catumbi e do Estoril. 38. Adotou-se nessa pesquisa o Método de Ensaio DNER-ME 035/98.1 Aparelhagem Adotando-se o que prescreve a norma DNER-ME 035/98: 1. 4. Neste caso. 7.8 .Misto Estoril A Bica corrida .6. 25. e tendo massa total igual a + 5000g). 63. 8. 3. fixada e operada de forma a manter a velocidade periférica uniforme. 19. 55 . Balança com capacidade de 20 kg e com sensibilidade a 1 g. Quadro 3. Para tanto. 6.3.7. apresenta-se no Quadro 3. Pá de cabo curto. 4.

Esferas de ferro fundido poderão ser usadas com as mesmas dimensões e carga daquelas de aço. rejeitando-se o material passante. Separam-se as esferas. 56 . 7. Fecha-se o tambor cuidando para que não se perca material. dimensões e uniformidade de superfície. 9. Determinam-se as massas das porções da graduação acima citada. durante no mínimo 3 horas. Retira-se todo o material do tambor. 13. Lava-se e seca-se em estufa o agregado a ser ensaiado até se verificar constância de massa.7 mm. C e D.6. Passa-se a amostra na peneira 1. secando-o em estufa. 11. obtendo as massas e tolerâncias especificadas na Tabela 1 da norma DNER-ME 035/98. de acordo com a graduação escolhida. Colocam-se a amostra e a respectiva carga abrasiva. limpando-as com escova. 6. porém devem apresentar superfície uniforme e composição química que atenda àquela prescrita na norma. 3. 3. 12. fornecendo a amostra da graduação escolhida.8): 1.7 mm.2 Ensaio Após a escolha da graduação a ser adotada no ensaio procedem-se as seguintes etapas (Figura 3. Aciona-se o tambor com velocidade de 30 a 33 rpm (se for disponível este controle) até completar 500 rotações. Limpa-se internamente o tambor. com aproximação de 1 g.9. 5. 10. Lava-se o material retido na peneira 1. 4. Escova de fibra. para as graduações A. ou 1000 rotações para as demais graduações. Verificam-se as condições das esferas quanto a massa. B. obtendo a massa da amostra seca antes do ensaio. Misturam-se as diversas porções da graduação. 2. 14. 8. Determina-se a carga abrasiva do ensaio. Peneira-se o agregado e quarteiam-se as diferentes porções retiradas nas diferentes peneiras.

Máquina “Los Angeles”. Paquímetro aferido com sensibilidade de 0.8 .7 mm)do ensaio.5 mm.15. 3. 16. sensível a 0.1.1 mm.7 Ensaio de índice de forma Nesta pesquisa foi adotada a norma NBR 7809. Peneiras de ensaio.1 Aparelhagem 1. que exigi basicamente o uso do paquímetro para sua realização e o outro está na indicação do uso desta pela norma NBR 15116. Retira-se o material da estufa. 57 . 3. Balança com capacidade de 10 kg.7. Figura 3. deixando-o esfriar e determina-se sua massa com aproximação de 1 g. 3. segundo a NBR 5734. da série normal e intermediária. retida na peneira 1. que prescreve o método através do qual se determina o índice de forma de agregados graúdos cuja dimensão máxima característica seja superior a 9. amostras a serem ensaiadas de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro.1 g. De posse das massas da amostra lavada e seca antes (mn) e depois (mn’. calcula-se a abrasão Los Angeles (An) pela equação 2. 2. A escolha desta norma deu-se por dois motivos: o primeiro se refere a simplicidade inerente ao método.

Análise granulométrica da amostra. F1 + F2 + …+ Fi + …+ Fn = soma das porcentagens em massa retidas individuais das frações obtidas. capaz de manter temperatura uniforme (110+5 ºC). Estufa com dimensão apropriadas.2 Ensaio Segundo a norma. Secagem da amostra em estufa até constância de massa. retidas individuais sejam iguais ou inferiores a 5%.4.5 mm e aquelas cujas porcentagens.7.5: Tabela 3. em massa. 3. 4. Fi = porcentagem em massa retida individual correspondente a fração i.1) Onde: 200 = número de grãos necessários ao ensaio. Desprezo das frações passantes na peneira de malha 9. a amostra do agregado remetida ao laboratório deve ser colhida nas quantidades constantes na Tabela 3.5 – Massa mínima da amostra inicial Dimensão (D) dos grãos (mm) Massa mínima da amostra inicial (kg) D < 19 8 19 < D < 25 16 25 < D < 38 24 38 < D 32 No laboratório realizam-se os seguintes procedimentos: 1. 2. Quarteamento de cada fração obtida até a obtenção do número de grãos. 58 . 3. Ni = número inteiro de grãos para medição da fração i. calculado segundo a fórmula: Ni = 200 x Fi / (F1 + F2 + …+ Fi + …+ Fn) (3.

foram adotadas as seguintes normas e referências: 1. a revisão das normas: 1. ABNT/NBR 10005/87 – Lixiviação de resíduos – Procedimentos. entrou em vigor a partir de 30/11/2004. EPA – Environmental Protection Agency’s. 5. 3. ponderada pela fórmula acima. 2. Cálculo do índice de forma pela média.8 Ensaio sobre a massa bruta. 5. Observa-se que. ABNT/NBR 10004/87 – Resíduos Sólidos – Classificação. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater – American Public Health Association – Ed. 3. 6.5. 4. após a realização destes ensaios. os ensaios sobre a massa bruta. ABNT/NBR 10007/2004 – Amostragem de resíduos. ABNT/NBR 10006/2004 – Solubilização de resíduos – Procedimento para obtenção de extrato solubilizado de resíduos sólidos. Contudo. das relações entre o comprimento e a espessura (c/e) de todos os grãos medidos. uma da usina do Catumbi (misto) e outra da usina do Estoril (misto). ou seja. ABNT/NBR 10005/2004 – Lixiviação de resíduos – Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos. 20th (1998). 2. ABNT/NBR 10007/87 – Amostragem de resíduos – Procedimentos. Duas amostras de agregados reciclados. segundo este laboratório. 6. ensaio de lixiviação e ensaio de solubilização Ao contrário dos demais ensaios. ABNT/NBR 10006/87 – Solubilização de resíduos – Procedimentos. foram enviadas ao laboratório da empresa TASQA Serviços Analíticos Ltda (2004) para este fim. arredondando o resultado ao décimo. de lixiviação e solubilização não foram realizados nos laboratórios de Geotecnia da COPPE/UFRJ. 4. e ainda 59 . ABNT/NBR 14598:2000 – Produtos de petróleo – Determinação do ponto de fulgor pelo aparelho de vaso fechado Pensky-Martens. Medição do comprimento (c) e da espessura (e) de cada um dos grãos obtidos pelo quarteamento. ABNT/NBR 10004/2004 – Resíduos Sólidos – Classificação. 3.

incluindo a procedimento de retirada de amostras de montes ou pilhas e de sacos. onde a descrição de matérias-primas. O limite para o Fenol. Todos os procedimentos sofreram alteração e/ou complementação. 60 . de insumos e do processo no qual o resíduo foi gerado devem ser explicitados. as premissas estabelecidas para a revisão foram a correção. por exemplo. os insumos e o processo que lhe deu origem. A identificação dos constituintes a serem avaliados na caracterização do resíduo deve ser estabelecida de acordo com as matérias-primas. 10005/87 e 10006/87. barris.001 para 0. e a comparação destes constituintes com listagens de resíduos e substâncias cujo impacto à saúde e ao meio ambiente é conhecido. A segregação dos resíduos na fonte geradora e a identificação da sua origem são partes integrantes dos laudos de classificação. que foram baseados nas normas NBR 10004/87.6. Como citado no item Introdução da norma ABNT/NBR 10004/2004. de resíduos ou similares. são transcritos a seguir. Os procedimentos de ensaios constantes dos relatórios da TASQA (2004).01 (Fenóis totais). complementação e a atualização da norma em vigor e a desvinculação do processo de classificação em relação apenas à disposição final de resíduos sólidos. A recomendação de uso da USEPA – SW 846 – Test methods for evaluating solid waste – Physical/chemical methods da edição mais recente. bem como sugestão de amostradores de resíduos líquidos e sólidos. passa de 0. A classificação de resíduos sólidos envolve a identificação do processo ou atividade que lhes deu origem. de seus constituintes e características. Ressalta-se a alteração no Padrão para o ensaio de solubilização quanto aos limites máximos no extrato em mg/L.

8.1.0 ± 0. 3. A agitação é encerrada após 24 horas. O volume de solução de Ácido Acético 0. A mistura é colocada sob agitação.2 é ajustado em 5. Primeiramente. procedendo-se a destilação do mesmo. uma massa de cerca de 5 g de amostra previamente homogeneizada foi digerida por meio de ácido clorídrico/nítrico.45µm para em seguida ser submetida às determinações químicas.2 através da adição de solução de Ácido Acético 0.8.1 Ensaio sobre a Massa Bruta Para a determinação dos elementos metálicos.5 mol/L gasto é anotado e o volume final da fração líquida é completado com água ultrapurificada o suficiente para 1600ml de solução. Em períodos adequados o pH do meio é monitorado de forma a mantê-lo em 5.3.8.5 mol/l. seguido de absorção em solução de hidróxido de sódio. 3. 5.0 se necessário com a solução de Ácido Acético.2 Ensaio de Lixiviação O teste de Lixiviação foi aplicado de acordo com o descrito na norma ABNT/NBR 10005 de setembro/1987. uma massa de 10g foi submetida a tratamento por ácido sulfúrico. A solução resultante é filtrada em filtro de porosidade 0.5% 61 . 2. Caso 2: Amostras Líquidas com Teor de Sólidos Não-Filtráveis inferior à 0. verifica-se o teor de sólidos não filtráveis da amostra para que esta seja preparada por um dos três casos abaixo: Caso 1: Amostras Sólidas 1. O pH da mistura é medido e se for superior a 5. O extrato de lixiviado é montado mantendo-se a proporção de 100g da amostra na base úmida para 1600g de água ultrapurificada. Para o caso da dosagem de cianeto. A solução obtida foi diluída com água ultrapurificada até o volume de 100 ml.1 Ensaio 3.1. 4.

Sulfatos. Selênio. Nitratos. Ferro.5% 1. Arsênio.45µm até obtenção de uma massa de Sólidos Não-Filtráveis. 3. Cianeto. Dureza. Fluoretos. Chumbo. Prata. Cromo Total. As amostras analisadas pertencem ao Caso 1.1. Cobre.45µm na qual a fase sólida é descartada. Tampa-se o frasco e deixa-se em repouso total por 7 dias.45µm. 3. Estas soluções foram empregadas na determinação dos resultados analíticos do "Solubilizado". É colocada 250g da amostra (Base Seca) em frasco de 2000ml. Cloretos. 3. 2. Zinco. Mercúrio. Sódio.3 Ensaio de Solubilização 1. A porção de Sólidos Não-Filtráveis é submetida a extração como no Caso 1. Caso 3: Amostras Líquidas com Teor de Sólidos Não-Filtráveis superior à 0. esta solução é filtrada em esquema de aparelhagem com membrana filtrante com 0. É adicionado 1000 ml de água ultrapurificada e agitada a amostra em velocidade baixa por 5 minutos. Após este período de repouso. 62 .8.O extrato para análise é obtido através da filtração da amostra em filtro de porosidade 0. Manganês. Fenol Total. 4. 2. Procedimento Analítico As seguintes determinações foram realizadas: Solubilizado: • Alumínio. Cádmio. Primeiramente filtra-se a amostra em filtro de porosidade 0. Surfactantes. A fração líquida obtida é quantificada e acondicionada para ser adicionada ao extrato do lixiviado dos Sólidos Não-Filtráveis. Bário.

Chumbo. Cianetos. Mercúrio. Cromo Total. Fluoretos. Prata. Selênio. Chumbo. cujas técnicas analíticas estão indicadas no Quadro 3. Massa Bruta: • Arsênio. Bário.Lixiviado: • Arsênio. Óleos e Graxas. Cromo VI. Berílio. Selênio. Fenol Total. Vanádio. Mercúrio. pH.6: 63 . Cádmio. As metodologias de quantificação e de preparação das amostras aplicadas foram aquelas mencionadas na norma.

F Cloreto - - SM 4500 Cl .B - - Cromo Total - SM 3120B SM 3120B Dureza - - SM 3111B Fenóis SM 5530C - SM 5530C Ferro - - SM 3111B Fluoreto - SM 4500 F .D Cobre - - SM 3111B SM 3500 Cr .Metodologias de quantificação e de preparação das amostras Método Método Parâmetro Método (Solubilizado) (Massa Bruta) (Lixiviado) Alumínio - - SM 3120B SM 3120B SM 3120B SM 3120B Bário - SM 3120B SM 3120B Berílio SM 3120B - - Cádmio - SM 3120B SM 3120B Chumbo SM 3120B SM 3120B SM 3120B Cianeto SM 4500 CN .C SM 4500 F .Quadro 3.F - SM 4500 CN .6 .C Manganês - - SM 3111B Mercúrio EPA 7470 A EPA 7470 A EPA 7470 A - - SM 4500 F SM 4500B - - - SM 3120B SM 3120B SM 3120B SM 3120B SM 3120B Sódio - - SM 3111B Sulfato - - SM 4500E Surfactantes - - SM 5540C SM 3120B - - - - SM 3111B Arsênio Cromo Hexavalente Nitrato pH Prata Selênio Vanádio Zinco 64 .

3): uma no limite superior desta faixa.o 4 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 100 Diâmetro (mm) Figura 4. o pedrisco e o pó-de-pedra da usina do Catumbi e as bicas corridas (Figura 4.00 20.1 Análise granulométrica Determinou-se inicialmente a composição granulométrica dos agregados reciclados.3) da estação do Estoril.00 90.00 30.1 n. 4.o 200 0.Brita 1 Rio de Janeiro-RJ 100. dosaram-se três grupos de amostras para a pesquisa. a pesquisa contou com três britas graduadas de agregados reciclados de RCD tipo Misto do Rio de Janeiro e duas britas corridas de Belo Horizonte: uma a partir de agregados de concreto e outra proveniente de agregados tipo misto. ensaiando-se as britas 1 (Figura 4. De posse da granulometria dos materiais do Rio de Janeiro.Brita 1 / Agregado reciclado tipo Misto – RJ 65 .2 e 4.00 60.o 10 n.o 40 1 n. outra no limite inferior e o último numa posição intermediária em relação às duas primeiras (Figura 4.2).00 50. Curva Granulométrica .CAPÍTULO 4 ANÁLISE DOS RESULTADOS OBTIDOS 4.01 n.00 Passante (%) 70.00 40. Assim.o 80 n.00 10.Curva Granulométrica .1 .00 0.Agregado reciclado tipo Misto .00 Peneiras (#) 0.1.1) e 0. enquadrando-as na Faixa D do DNER para base (Tabelas 4.00 80.

1 – Dosagem . embora disponibilizada pela prefeitura de Belo Horizonte (Anexo 1). Tabela 4. e em percentuais de britas 1 e 0. procurando assim facilitar os trabalhos laboratoriais. Por outro lado. pedrisco e pó-de-pedra que representassem valores múltiplos de 10 (dez) para as massas em grama destes agregados. intermediária e inferior. fez-se como já citado a análise granulométrica do agregado reciclado tipo Misto de BH.Brita graduada – Curva Inferior. bem como aquele proveniente de concretos.2 – Dosagem .3 – Dosagem .Quanto à graduação das britas nas distribuições granulométricas superior. visando a aproximação máxima dos limites da faixa D. Tabela 4. esta foi realizada por “tentativa e erro”. constatando uma distribuição similar entre ambos os materiais.Brita graduada – Curva Intermediária. Tabela 4. considerando as tolerâncias permitidas para cada fração granulométrica. 66 .Brita graduada – Curva Superior.

40 1n.00 60.00 Peneira (#) 0.00 70.3 .00 80. de fato.00 10. 4 3/8" 1/2" 3/4" 10 1" 1 1/2" 100 Diâmetro (mm) Figura 4.Agregado reciclado de Belo Horizonte-MG Agreg.00 90.Curvas Granulométricas .00 10. 200 0. o 10 o n.00 0.00 0. Misto 100.Brita corrida / Agregado reciclado Misto e de Concreto – BH As cinco curvas granulométricas (três curvas para o material do Rio de Janeiro e duas curvas para o material de Belo Horizonte) representam. o 80 o n.Britas graduadas / Agregado reciclado tipo Misto – RJ Curva Granulométrica .01 o n. quatro distribuições 67 .00 30.00 30.00 50.1n.Curvas Granulométricas .2 .00 20.Agregado reciclado tipo Misto .00 20.00 Passante (%) 70.00 40.00 40.00 80.01 nº 200 nº 40 0. Concreto Agreg.RJ Faixa D do DNER Limite Inferior Limite Superior Curva Superior Curva Intermediária Curva Inferior 100.1 nº 10 1 nº 4 3/8 10 1" 100 Diâmetro (mm) Figura 4.00 90.00 Passante (%) 60.00 50.Curva Granulométrica .00 Peneiras (#) 0.

2).5. originado de Belo Horizonte). MIBH01C e MIBH01D). 3º e 4º pontos da curva de compactação (item 4. compactado sob energia intermediária.5. permitiu verificar uma alteração na composição granulométrica destes materiais. pré-requisito para o ensaio de módulo.4) denominadas de MIBH01B. em comparação com aquela feita inicialmente. tem-se que. Isto decorreu da quebra de partículas ocasionada fundamentalmente no ensaio de compactação.4 – Corpos-de-prova (CPs) de agregados tipo Misto de Belo Horizonte. Figura 4.distintas entre si. MIBH01C e MIBH01D (agregado tipo Misto. onde 01 significa primeira amostra da série a ser ensaiada dinamicamente e as letras B. três graduadas e uma corrida. que foram objetos de análise dos resultados obtidos a partir dos ensaios de compactação e de Módulo de Resiliência posteriormente executados. é constantemente monitorada durante a realização deste ensaio. pode-se ver ainda a distribuição granulométrica média das três amostras supracitadas. caso esta quebra de partículas houvesse ocorrido devido ao ensaio de MR. por sua vez. Corroborando com esta afirmativa. 68 . Figura 4. ela seria percebida através da deformação do CP que. foi realizada ainda uma nova análise granulométrica após os ensaios dinâmicos (Módulo de Resiliência) com três amostras (Figura 4. bancada com estes CPs destinados a novo ensaio de granulometria após processo de destorroamento. No caso dos agregados reciclados da usina do Estoril. Esta análise. C e D são respectivamente o 2º. Na Figura 4. compactados sob energia intermediária (MIBH01B. percebendo um aumento da quantidade de partículas entre o material passante na peneira nº 10 e retido na nº 40.

Antes e após (MBH) o ensaio de Módulo de Resiliência 4. obtida pela regressão polinomial de 2ª ordem. que considerasse quatro ou todos os cincos pontos (umidade.Curva Granulométrica . Além destes parâmetros e da equação.Comparação entre curvas granulométricas .00 60.2 Ensaio de compactação Com vistas ao emprego dos agregados reciclados de RCD em camadas de base e subbase de pavimentos. determinou-se o valor de R de modo a avaliar a adequação da 2 linha de tendência aos pontos do ensaio. γsmax).00 Passante (%) 70. 80 o n.00 40.Agregado reciclado misto Belo Horizonte .4 os resultados de umidade ótima e peso específico máximo aparente seco relativo a todas as amostras ensaiadas.MG Após Ensaio de Módulo de Resiliência Média MIBH01B MIBH01C MIBH01D 1 n.1 o n.00 20.00 80. 10 o 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 100 Diâmetro (mm) Figura 4. Na figura 4. gerando-se assim uma equação de 2º grau onde o ponto de máximo (vértice da parábola) corresponde à umidade ótima e ao peso específico aparente seco máximo (wot. peso específico aparente seco) deste ensaio. perfazendo as dez amostras apresentadas no Quadro 3. apresenta-se o resultado gráfico para a série de amostras MSIRJ01. Estão mostrados na Tabela 4. Os demais gráficos e planilhas correlatas estão apresentados no Anexo 3.00 30. 200 0.5 .00 10. submeteram-se as amostras neste ensaio às energias modificada e intermediária respectivamente.1.00 Peneiras (#) 0. 40 o n.01 o n.00 50.6.00 90.00 0. As curvas de compactação foram traçadas a partir da adição de uma linha de tendência. 69 . 4 MBH 100.

0056x 2 + 0.89 MMIRJ Intermediária 13.90 1.0 11.0 13.0 23.65 1. Tabela 4. aparente seco (g/cm ) 1.0 25.0 19. Neste fator de influência foi considerado o conjunto de todas as amostras. Embora seja difícil analisar a influência da granulometria nos resultados de peso específico e umidade ótima desconsiderando a energia de compactação.95 C B 3 Peso esp.1 1.Curva de compactação da amostra MSIRJ.8 1. o tipo de material e a origem dos mesmo.934 1. pôde-se observar que a dispersão dos resultados no caso da umidade ótima (wot) está entorno de 11% e o peso específico aparente seco máximo (γsecmax) aproximadamente igual a 2.8 1.0 17.76 MMBH Modificada 15.0 7.50 5.4 – Umidade ótima versus peso específico aparente seco .798 R 2 = 0.7 1.75 E Wot = 13.2 1.0 21.82 CMBH Modificada 14.7 1.0 15.1549x + 0.91 CIBH Intermediária 15.83 MIMRJ Modificada 12.89 MIIRJ Intermediária 13.87 MIBH Intermediária 17.81 70 .2 1.86 MMMRJ Modificada 12.87 MSMRJ Modificada 12.0 Umidade ( % ) Figura 4.5 1.0 1.60 1.55 1.amostras estudadas Energia de Peso específico aparente Amostra Umidade ótima (%) 3 compactação seco (g/cm ) MSIRJ Intermediária 13.4 1.0 9.2.0 1.5%.00 y = -0.70 1.85 D 1.80 A 1.6 .

137 MPa . os resultados de umidade ótima e de peso específico aparente seco. Na Tabela 4.412 MPa) associado à respectiva umidade (w).6) que apresentaram as umidades de compactação mais próximas àquelas definidas como ótima. C e D da Figura 4. embora as amostras sejam originadas de materiais tão heterogêneos como os RCD.6. principalmente considerando que a umidade ótima é menor quanto maior for a energia de compactação e que a relevância desta análise de dispersão recai sobre o peso específico aparente seco máximo. a variação dos resultados é baixa. mostram-se com baixa dispersão. Para tanto. 71 . considerou-se o valor de módulo para o maior par de tensões (σ3=0. definindo assim qual seria o intervalo de umidade a ser empregada na compactação dos futuros CPs a serem ensaiados para a obtenção deste módulo. Salienta-se que esse nível de tensões foi escolhido por apresentar uma baixa dispersão entre resultados de ensaios dentro da série de amostras. visto que o universo de amostras provenientes de concreto é mínima. Por outro lado. como mostrado na Tabela 4. quanto a energia de compactação e a origem do material. Realizaram-se ainda ensaios de Módulo de Resiliência (MR) com os três corpos-deprova (pontos B. Por fim.5 são apresentados os resultados nos quais baseou-se essa conclusão. especificamente dentre aqueles provenientes de agregados reciclados tipo Misto. pôde-se observar uma dispersão semelhante quando verifica-se o tipo de material (misto ou concreto). σd=0. destacadamente para a energia intermediária e dentre amostras do Rio de Janeiro. concluindo-se que esse parâmetro deveria situar se entre wot 2% < w < wot + 1% .Além da granulometria. conclui-se que.

sendo interrompido nos primeiros estágios de carga (Tabela 4.5 – Fatores de influências nos valores de Umidade Ótima e Peso Específico Aparente Máximo. o ensaio do terceiro CP (MMBH01D). Ressalta-se que para a amostra MMBH. apresentou grandes deformações plásticas. 72 .6). ou seja.Tabela 4. aquele referente ao quarto ponto (D) da curva de compactação.

7 CIBH01C 11.1 327 0 0.1 -1.9 285 -39 -12.0 MMBH01B 14.3 371 25 7.3 MMBH01C 15.1 348 1 0.9 -1.0 MMBH01D 16.0 MMIRJ01D 15.0 MIBH01B 13.2 -1.0 324 0 0.2 -6.0 2 280 -67 -19.8 0.6 CIBH01B 9.1 443 15 3.2 0.Tabela 4.0 2.2 -1.9 323 -4 -1.7 MSMRJ01B 11.4 306 0 0.8 CMBH01D 14.0 0.2 -4.8 MIBH01D 17.1 350 16 4.7 292 -54 -15.2 MIMRJ01C 12.9 326 2 0.9 0.8 MMMRJ01C 12.2 394 0 0.1 1.3 MIMRJ01B 11.6 – Umidade de compactação versus Módulo de Resiliência para (σ3 =0.4 MIIRJ01B 10.4 346 0 0.0 MMMRJ01B 11.0 -3.3 MIIRJ01C 13.2 MSIRJ01C 13.3 -0. σd = 0.4 0.1 416 -12 -2.137 MPa.0 334 0 0.7 428 0 0.7 (**) (**) (**) (∗) MRot foi considerado igual ao MR do CP cuja a umidade está mais próximo a ótima.3 -1.3 MIBH01C 17.0 MIMRJ01D 14.5 CMBH01C 13.0 434 40 10.3 241 -121 -33.8 0.0 MSIRJ01D 15.2 CIBH01D 13.1 2.0 MMMRJ01D 15.0 -2.1 1.3 332 -14 -4.6 417 111 36.0 MSMRJ01D 15.9 -3. 73 .1 1.1 -1.1 0.7 -0.9 -2.4 MMIRJ01B 11.0 MIIRJ01D 15.1 395 61 18. (∗∗) Ensaio interrompido.412 MPa) Umidade (w) ∆ (w-wot) MR ∆ (MR-MRot)* ∆ (MR-MRot)/MRot* Amostra (%) (MPa) (%) (MPa) (%) MSIRJ01B 11.6 220 -126 -36.4 346 0 0.0 362 0 0.5 359 -3 -0.2 0.0 456 62 15.0 -1.7 0.2 347 0 0.3 207 -120 -36.0 CMBH01B 11.6 MMIRJ01C 13.0 MSMRJ01C 12.

4.9 para CPs 10x20 cm e 4. optou-se por uma regressão que resultasse em um Módulo de Resiliência Composto contemplando ambas as tensões (σ3. através dos coeficientes k1. Como o programa desenvolvido pelo Laboratório de Geotenia /COPPE para plotagem de dados de ensaio de Módulo de Resiliência. Foram realizados 119 ensaios de MR nesta pesquisa (113 em CPs 10 x 20 cm e 6 em CPs 15 x 30 cm). Salienta-se ainda que este último não é uma média aritmética dos 10 resultados de sua série.60) tanto para σ3 como. e como a dispersão entre os resultados deste ensaio apresentou-se alta. para cada CP e para cada combinação de amostras do Rio de Janeiro. considerando primeiramente o efeito da distribuição granulométrica.3 Ensaio triaxial dinâmico – Módulo de Resiliência Conhecido o intervalo de umidade de compactação a ser empregado. k2 e k3 são os coeficientes experimentais da equação.6). Por sua vez. principalmente.4. k2 e k3. de Belo Horizonte. para σd. 4. Os resultados são apresentados em MPa nas Tabelas 4. faz uma regressão tipo potencial com uma única variável. As duas primeiras são relativas aos materiais do Rio de Janeiro e as demais.1.8. ou seja.7. o tipo de material. por último.10 para CPs 15x30. Este módulo composto é aquele proposto por Macêdo (1996) e ratificado pelos estudos de Ferreira (2002): MR = k1σ3K2σdK3 .8. porém uma regressão a partir de todos os dados desta combinação. tensão confinante (σ3) ou tensão desvio (σd). realizou-se a compactação e o ensaio de Módulo de Resiliência de mais 8 (oito) corpos-de-prova por amostra segundo a combinação de amostras listadas no Quadro 3. são apresentados os resultados de MR de amostras do Rio de Janeiro. na Tabela 4. totalizando 10 CPs destinados ao ensaio de MR ao serem considerados os resultados deste ensaio dos CPs 01B e 01C (constantes na Tabela 4. 74 . valores do coeficiente de correlação R2 baixos (inferiores a 0. onde k1. embora não se tenha para o Rio de Janeiro aquele proveniente de concreto para efetuar-se uma comparação entre os mesmos. σd). depois o efeito da energia de compactação e. Na Tabela 4.7 encontram-se o Módulo de Resiliência e seu correspondente R2.

7 – Módulo de Resiliência (MR) em MPa – Amostras do Rio de Janeiro 75 .Tabela 4.

Portanto. Contudo. Considerando os resultados de MR entre as amostras com mesma granulometria e compactadas com energias diferentes. e o efeito da energia de compactação ao compararmos as combinações CIBH e CMBH. reduzindo as deformações recuperáveis.Tabela 4.9). por exemplo. apresentou-se uma diferença de resultados maior quanto menor a 76 . como. a Tabela 4. neste caso. contempladas nos CPs 15 x 30 cm. existe não só a influência do tamanho do corpo de prova como da granulometria dos agregados. usaram mais energia para seu deslocamento relativo nestes CPs durante a sua compactação do que para sua fragmentação e estes deslocamentos tenham ocorrido durante o ensaio de MR. pois todas as amostras são britas corridas com composição granulométrica semelhante. Na Figura 4. Através da proximidade entre os valores de k2 e k3. percebe-se que estes são sistematicamente e consideravelmente inferiores àqueles provenientes de CPs 10 x 20 cm (Figura 4. agregado tipo misto (M).8 – Módulo de Resiliência (MR) em MPa Grupo de amostras do Rio de Janeiro Por outro lado.8. a MSIRJ e a MSMRJ. por exemplo. energia de compactação modificada (M). Acredita-se que as partículas de maior diâmetro. ou seja. verifica-se que a energia e a granulometria influenciam pouco nos valores de MR. originário de Belo Horizonte (BH) e tamanho de CP 15 x 30 cm (G). Quando se verificam os resultados de MR para a amostra MMBHG.9 mostra o efeito do tipo de material (concreto ou misto). quando se apresentam os resultados de MR para as combinações CBH e MBH. a participação da granulometria não pôde ser avaliada. pode-se observar que os valores de Módulo de Resiliência em função do σd em MPa das amostras de britas graduadas de RCD do Rio de Janeiro se apresentam relativamente próximos.

Tabela 4. Assim a diferença entre o MR das amostras de granulometria superior é maior (MSIRJ e a MSMRJ) que aqueles de granulometrias intermediária e inferior (MIIRJ e MIMRJ).presença de finos na composição granulométrica na amostra. aquelas que foram compactadas em energia maior apresentam maior módulo. Por sua vez.9 – Módulo de Resiliência (MR) em MPa – Amostras de Belo Horizonte Tabela 4.10 – Módulo de Resiliência (MR) em MPa – Amostras de Belo Horizonte (CP15x30 cm) 77 .

O MR global das amostras de concreto e misto (CBH e MBH) representa a média das mesmas. A partir da Figura 4.Observa-se ainda na Figura 4.150 MPa existe uma convergência ou aproximação de todos os valores de módulo.7 uma mudança sensível a partir de σd = 0.250 0.150 0. Embora os resultados sejam próximos uns dos outros (aproximadamente 10%).Amostras de britas graduadas de RCD do Rio de Janeiro MSIRJ MSMRJ MMIRJ MMMRJ MIIRJ MIMRJ MRJ 400 350 300 MR (MPa) 250 200 150 100 50 0 0.000 0.350 0.8 ilustra o que pode ser observado através da Tabela 4.7 – Resultado de Módulo de Resiliência por tensões desvio para as amostras de britas graduadas de RCD do Rio de Janeiro e MR global (MRJ). como já observado nas amostras do Rio de Janeiro.7. valor em que a amostra MSMRJ deixa de apresentar maior MR.050 0. o qual assume para todos os valores da tensão desvio σd um valor intermediário para o MR dentre todas as amostras.8.150 MPa. Por fim.300 0. A Figura 4.100 0.450 ♦d (MPa) Figura 4. as amostras compactadas sob energia modificada apresentam Módulo de Resiliência superior às demais.400 0.200 0. Módulo de Resiliência . 78 . alterando-se para amostra MIMRJ e uma aproximação maior entorno do MR global do agregado misto do Rio de Janeiro (MRJ). observa-se nas amostras de brita corrida de RCD de Belo Horizonte que todas as provenientes de agregados de concreto apresentam MR superior àquelas oriundas de agregados tipo misto. a partir de σd = 0.

12 em Kgf/cm2 ou o MR = 672.44 #d-0.Resultado de Módulo de Resiliência por tensões desvio para as amostras de brita corrida de RCD de Belo Horizonte e MR global para amostra de RCD de concreto e misto (CBH e MBH).9 #3 0. contemplando os agregados reciclados de RCD do Rio de Janeiro e Belo Horizonte e as britas corridas (BC) estudadas por 79 .12 em MPa.9).350 0.09 em Kgf/cm2 ou o MR = 836.200 0.40 #d -0.400 0.300 0.2 #3 0. pôde-se plotar graficamente o MR x σd em MPa (Figura 4.250 0. Ramos (2003) apresenta a equação média do Módulo de Resiliência Composto das Britas Corridas de uma série de pedreiras do Estado do Rio de Janeiro em função das energias de compactação intermediária e modificada. • Para energia modificada: o MR = 3658. A seguir apresentam-se as equações dos Módulos que representam estas britas para cada uma das energias: • Para a energia intermediária: o MR = 3584.150 0.4 #3 0.8 #3 0.44 #d-0.000 0.Módulo de Resiliência .450 ♦d (MPa) Figura 4.050 0.40 #d -0.Amostras de brita corrida de RCD de Belo Horizonte CIBH CMBH MIBH MMBH CBH MBH 450 400 350 MR (MPa) 300 250 200 150 100 50 0 0.09 em MPa Com esta informação supracitada e de forma análoga a Ramos (2003).8 .100 0.

400 0.9 pode-se observar o Módulo de Resiliência de todas as amostras de agregados do Rio de Janeiro.450 8 d (MPa) Figura 4. independentemente da energia de compactação empregada (Figura 4.Ramos (2003). Módulo de Resiliência .200 0.9 .150 0.300 0.8). BCIRJ e BCMRJ. 2003) Por fim. bem como das amostras de britas corridas estudas por Ramos (2003). como já citado anteriormente.000 0. o módulo das britas corridas do Rio de Janeiro (BCIRJ e BCMRJ).250 0. na Figura 4. • O MR das amostras de agregados reciclados de concreto são maiores do aquele referente às amostras de agregados tipo Misto. MRJ. e de Belo Horizonte.Amostras de agregados de RCD e convecional do Rio de Janeiro e Belo horizonte MRJ MMBHG CBH MBH BCIRJ(Ramos2003) BCMRJ(Ramos2003) 450 400 350 MR (MPa) 300 250 200 150 100 50 0 0.050 0. • A partir do valor da tensão desvio (σd) igual a 0.Resultado de Módulo de Resiliência por tensões desvio para as amostras de agregados de RCD do Rio de Janeiro e Belo Horizonte e convencional do Rio de Janeiro (Ramos. as quais codificou-se em BCIRJ (Brita Corrida compactada sob energia intermediária do Rio de Janeiro) e BCMRJ e esta última compactada sob energia modificada. compactadas sob energia 80 . MMBHG.350 0. Com auxílio desta figura observa-se que: • O valor do MR das amostras de agregados reciclados do Rio de Janeiro está situado abaixo daquele referente aos agregados provenientes de concreto e acima daquele associado às amostras de material tipo Misto de BH.150 MPa.100 0. CBH e MBH.

5. porém sem caracterizar uma diferença que desqualifique os agregados reciclados como tais. excetuando a amostra MMBHG. Por fim. conclui-se que: 1. Agregado tipo Concreto apresentam MR superior. entre os de Concreto e os Misto de BH. apresenta-se superior àqueles associados a quaisquer amostras de material reciclado. Considerando que na Usina do Estoril em Belo Horizonte são separados os RCD de forma a produzir agregados reciclados tipo Misto e de Concreto. em se tratando de MR de amostras provenientes de agregados reciclados. seja em função de σ3 (R2 81 . convencional e reciclado. conclui-se portanto que também a origem (metrópole) influencia pouco no valor deste módulo. ou seja esta diferença não é tão sensível como aquela observada entre agregados e solos argilosos ou agregados e misturas asfálticas. gerando apenas agregados tipo Misto e. o MR da amostras destes últimos apresentam valores intermediários entre aqueles produzidos na primeira usina. A diferença do MR neste ponto entre ambos os materiais. pode-se afirmar que o MR dos agregados convencionais e reciclados são equivalentes. que apresentam composição granulométrica contemplando partículas maiores. 4. apresentam MR inferior a todas as demais confeccionadas em CPs 10 x 20 cm. além disso. o a equação para o MR proposto por Hicks (1970) não representa adequadamente também o agregado reciclado de RCD. aproximadamente 50% destas últimas. 2. na Usina do Catumbi no Rio de Janeiro não existe tal triagem. 3.intermediária ou modificada. é o principal responsável na diferenciação dos valores de módulo. de Concreto ou Misto. por exemplo. é aproximadamente igual a 20%. • As amostras ensaiadas em CPs 15 x 30 cm. ou seja. Os materiais convencionais apresentam maiores módulos para elevadas tensões desvios (σd>0. A composição granulométrica e a energia de compactação exercem pouca influência no valor do Módulo de Resiliência dos agregados em geral.150 MPa. Portanto. O tipo de material.250MPa). • Para valores inferiores a σd = 0.

Na Tabela 4. produzindo nos CPs as maiores deformações plásticas. por outro lado. em função de σd. A primeira delas (MSIRJ) escolhida por apresentar nesta tese os menores resultados de MR e. Os ensaios de deformação permanente foram realizados em 3 CPs 10 x 20 cm de cada amostra com repetições de carga superiores a 2x10 ciclos.11 são apresentadas as equações de deformação permanente das amostras anteriormente citada do Rio de Janeiro. Não existe norma que defina sob que par de tensões deva ser escolhido para a realização do ensaio de deformação permanente. objeto de estudo nesta tese.93. onde o coeficiente de correlação R2 está sempre acima de 0. como por exemplo para o materiais do Rio de Janeiro.6).150 kgf/cm2 e σ3=1. o módulo composto por estas duas tensões proposto por Macêdo (1996) e ratificado por Ferreira (2002) se ajusta satisfatoriamente. procurouse verificar a evolução da deformação permanente através do número de aplicação de cargas no respectivo ensaio dinâmico e a existência ou não de seus limites. a última (MIMRJ) os maiores valores dentre aqueles oriundos desta cidade. Por outro lado. à exceção de um CP cujo 5 ensaio foi interrompido depois de 103 aplicações de carga por problemas no equipamento.60) seja.< 0. deve-se considerar o par de tensões mais compatível com aquele que submeterá a amostra em campo. escolheram-se duas amostras de agregados reciclados de RCD do Rio de Janeiro para submetê-las ao ensaio de deformação permanente.4 Ensaio triaxial dinâmico – Deformação permanente Com vista a caracterizar os agregados reciclados. 4. com codificação acrescida da letra 82 . diferenciando-se dos agregados reciclados de Brasília que forma bem representados pela equação de Hicks (1970) em função de σ3 (Tabela 2. caso esta evolução seja assintótica. Considerando as limitações de materiais e de tempo.050 kgf/cm2. este par de tensões citado anteriormente foi escolhido por ser aquele de maior magnitude na fase de condicionamento do ensaio de MR. No entanto. MSIRJ e MIMRJ sob o par de tensão σd=3. Por outro lado. e. por sua vez.

00 % ou 2. analisadas em conjunto. a extrapolação do mesmo apontou um comportamento semelhante aos demais CPs da mesma amostra. aproximadamente igual a 1.20 mm das demais. verificando-se uma variação de aproximadamente 50% entre as duas granulometrias e 10% para a energia de compactação.10 os gráficos relativos a essa equação.11) que foi ensaiada no mesmo nível de tensão dos agregados reciclados do Rio de Janeiro. • A deformação permanente é muito mais sensível à distribuição granulométrica e à energia de compactação. • Comparando os dados acima com aqueles obtidos por Espinosa (1987). do que ao Módulo de Resiliência.60 % ou 1.00 mm (valor máximo) para as primeiras contra 0.D (deformação permanente) e na Figura 4. • Um dos CPs da amostra MIMRJ (DMIMRJ02) levado à 504300 aplicações de carga. • A equação potencial (εp = KNA ) representou a deformação das duas amostras satisfatoriamente (R > 0. 83 . embora todos valores apresentados sejam muito baixos. especificamente para “Brita IC” (Tabela 4.12 e Figura 4. 2 • Embora o CP DMIMRJ01 tenha tido seu ensaio interrompido prematuramente. observa-se que estes últimos apresentaram valores de deformação axial permanente inferiores àqueles encontrados para esta brita.91). apresentou um comportamento assintótico mostrado em todos os demais ensaios. Verificou-se que: • As amostras DMSIRJ apresentaram deformações permanentes específicas (εp) superiores àquelas apresentadas pelas amostras DMIMRJ.

20% 1.60% 0.0603 0.40% 0.Tabela 4.0052 0.0436 0.0024 0.80% εp 0.11 – Equação de Deformação Permanente de duas amostras de agregados reciclados do Rio de Janeiro εp = KNA Amostra CP 10 x 20 K A R2 DMSIRJ01 0.0037 0.9380 DMIMRJ02 0. (*) Está em pontilhado a extrapolação do gráfico do ensaio interrompido depois de 1000 aplicações de carga.9402 DMIMRJ04 0.00% 0.9535 DMIMRJ01 0.0042 0.00% 0 100000 200000 300000 400000 500000 600000 N (aplicações) Figura 4.0018 0.9131 DMSIRJ03 0.0551 0. 84 .0591 0.9191 DMSIRJ02 0.0621 0.9432 Deformação Específica Axial (ε) X Nº de Aplicações de Carga (N) .0032 0.Amostras de agregados reciclados do Rio de Janeiro DMIMRJ01 DMIMRJ02 DMIMRJ04 DMSIRJ01 DMSIRJ03 DMSIRJ02 1.10 – Gráficos Deformação Permanente X Número de Aplicações de Carga para amostras do Rio de Janeiro.0697 0.20% 0.

Após os ensaios de deformação permanente foram realizados nos corpos-de-prova DMSIRJ.15 1.70 0. 85 .00262 0.00308 0.00% 0 20000 40000 60000 80000 100000 120000 N Figura 4.70 0. ensaios de Módulo de Resiliência a fim de se verificar a alteração ou não do mesmo após um número considerável de aplicações de carga (N>3x10 ).3.951 Brita IC 3.07730 0. os resultados destes ensaios estão também apresentados na Figura 4.05 0.10 0.12 – Equação de Deformação Permanente de duas amostras de britas do Rio de Janeiro por níveis de tensões (Espinosa.00466 0.00181 0.03330 0.60% 0.976 Deformação Específica Axial (εp) X Nº de aplicações de carga (N) .983 Brita IB 2.1987) A Nível de Tensão εp = KN Amostra σd σ3 K A R (kgf/cm²) Brita IA 0.10 0.00196 0. A codificação 5 ADP constante na Tabela 4.03190 0.11 – Gráficos Deformação Permanente X Número de Aplicações de Carga para amostras de brita do Rio de Janeiro (Espinosa.20% 0.982 Brita IIB 0.Amostras de brita (Espinosa.03170 0.80% 0.70 0.70 0.21 0. Por outro lado.13 significa “após ensaio de deformação permanente”.40% 0.84 0.00% εp 0.13 juntamente com aquele “médio” para tal amostra obtido no ensaio de MR apresentada no item 4.20% 1. 1987).03830 0.Tabela 4.944 Brita IIA 2.1987) Brita IA Brita IB Brita IC Brita IIA Brita IIB 1.

observa-se que: 1.25 0. embora esteja contemplado neste módulo a contribuição de k2 (observação 1). tem-se que contribuição de k2 para esta diferença é de aproximadamente de 30% e de k3 é de 10%. Graficamente. 86 .3 0. 2.Amostras de britas graduadas de RCD do Rio de Janeiro (MSIRJ) antes e após ensaio de Deformação Permanente.35 0. A equação do MR composto também se mostrou adequado para os CPs MSIRJADP. Todos os três resultados obtidos após o ensaio de deformação permanente apresentaram MR superiores àqueles apresentados pela amostra MSIRJ.1 0.13.05 0. 3.4 0. apresentando um fator de correlação R2 > 0. A partir dos resultados de MR expostos na Figura 4.Amostras do Rio de Janeiro antes e após o ensaio de deformção permanente (ADP) MSIRJ MSIRJ-ADP-01 MSIRJ-ADP-02 MSIRJ-ADP-03 MSIRJ-ADP 500 450 400 350 MR (MPa) 300 250 200 150 100 50 0 0 0.Tabela 4. conforme listado na Tabela 4. pode-se verificar que quanto maior for σd maior a convergência entre os resultados de MR.45 σd (MPA) Figura 4.Módulo de Resiliência .12 .15 0.13 – Módulo de Resiliência da amostra MSIRJ obtido após o ensaio de Deformação Permanente Módulo de Resiliência .13. Analisando o MR através dos parâmetros k2 e k3.2 0.95.

especifica para o agregado um desgaste de no máximo 50%. Caso considerada a especificação do DNER que.6. todas as amostras possuem desgaste superior a este. quando colocado na máquina “Los Angeles” juntamente com uma carga abrasiva. este ensaio objetiva verificar o desgaste sofrido pelo agregado.4. para uso em revestimento.5 Ensaio de abrasão Los Angeles Como já citado no item 3. tem-se que os resultados deste ensaio devem ser inferiores a 55%.14 são apresentados os resultados deste ensaio. Este ensaio contemplou os agregados disponibilizados pelas usinas de reciclagem do Catumbi (RJ) e do Estoril (BH): Britas 0 e 1 da primeira usina e as britas corridas de agregados reciclados tipo Misto e de Concreto da última. Observa-se que o valor 55% aferido para a brita corrida tipo Misto é igual a 54. apenas os agregados da usina do Estoril enquadram-se dentro das especificações.7% considerando uma casa decimal. Portanto. Adotando as especificações da NBR 11804 para sub-base e base de pavimentos. Tabela 4. Contudo e 87 . Na Tabela 4.14 – Resultados do Ensaio de Abrasão Los Angeles de Agregados Reciclados de RCD do Rio de Janeiro e Belo Horizonte Nº de Massa da Resultado Graduação Agregado Origem Rotações Nº de Carga de Ensaio Los Reciclado (Usina) do Esferas Abrasiva (An) Angeles Tambor (g) Brita 0 Catumbi C 500 8 3330+20 59 Brita 1 Catumbi B 500 11 4584+25 66 Estoril A 500 12 5000+25 55 Estoril A 500 12 5000+25 52 Brita corrida Misto Bitra corrida Concreto Na norma NBR 15116 não consta nenhum parâmetro que diga respeito ao Ensaio de Abrasão “Los Angeles”.

apresentamse inferiores. os agregados reciclados do Rio de Janeiro que sofreram grandes desgastes à abrasão apresentaram pequenos acúmulos de deformações plásticas. quanto a deformação permanente. do que aqueles provenientes de agregados reciclados do Rio de Janeiro e Belo Horizonte.5 mm. adotou-se a norma NBR 7809. correlacionando os resultados deste ensaio com aqueles de MR. certamente contribuirá para a redução destes índices 88 . 45%. contradizendo a expectativa em contrário calcada no fato destes agregados tipo Misto possuírem visualmente sensível presença de fragmentos aparentemente lamelares cerâmicos oriundos de telhas. Todos estes agregados apresentaram-se adequados ao uso segundo a norma NBR 15116.15 são apresentados os resultados do ensaio de Índice de Forma da Brita 1 da usina do Catumbi e das britas corridas da usina do Catumbi. verifica-se que os agregados reciclados com menor desgaste à abrasão. as brita corridas de Belo Horizonte. e de Salvador (Carneiro et al. 4. Embora não seja evidente no ensaio de Índice de Forma. 1999). necessariamente não apresentam os maiores resultados de módulo e. A suscetibilidade à fragmentação é outro aspecto relevante. pisos e azulejos. isso não é relevante quando se empregam estes materiais nas demais camadas do pavimento.0 como limite ao emprego destes agregados. principalmente aqueles tipo misto. respeitada a dimensão máxima supracitada. melhores. ou seja.principalmente. que prescreve o método através do qual se determina o índice de forma do agregado graúdo com dimensão máxima característica superior a 9.6 Ensaio de Índice de Forma Como citado no capítulo anterior. Por fim. A cubicidade dos agregados reciclados. ou seja. 2001). Tal afirmação é facilmente verificável no próprio peneiramento inerente a este ensaio. os resultados disponíveis deste ensaio realizado em agregados reciclados de Brasília (Motta. decorre em parte da sua suscetibilidade ao desgaste superficial das partículas. Por outro lado. Na Tabela 4. 49%. A norma NBR 15116 especifica valor inferior a 3.

registradas como amostra Nº: 08251/04 e amostra Nº: 08252/04 respectivamente. A seguir são apresentados os resultados obtidos por esta empresa. Quanto ao ensaio de Solubilizado: Os parâmetros analisados que estão em destaque na TABELA 4. ao contrário dos demais ensaios.1 Agregados reciclados tipo Misto da usina do Catumbi Quanto ao ensaio de Massa Bruta: Os parâmetros analisados apresentaram concentrações inferiores às indicadas nas Listagens 9 e 10 da norma ABNT/NBR 10004/87. ensaio de lixiviação e ensaio de solubilização Conforme citado no item 3. seja em laboratório seja em campo. Duas amostras de agregados reciclados.16 apresentaram concentrações de Alumínio e Fenol superiores às indicadas na Listagem 8 da norma 89 . estes realizados sobre a massa bruta. de lixiviação e solubilização não foram desenvolvidos nos laboratórios de Geotecnia da COPPE/UFRJ.9 4.Misto Estoril 2.15 – Índice de Forma de agregados reciclados de RCD do Rio de Janeiro e Belo Horizonte Índice de Forma Agregado Reciclado Origem (Usina) (IF) Brita 1 Catumbi 2. uma da usina do Catumbi (misto) e outra da usina do Estoril (misto) foram enviadas ao laboratório da empresa TASQA Serviços Analíticos Ltda para este fim. 4.8. Tabela 4. Quanto ao ensaio de Lixiviado: Os parâmetros analisados apresentaram concentrações inferiores às indicadas na Listagem 7 da norma ABNT/NBR 10004/87.7 Brita corrida .7.Concreto Estoril 2.7 Ensaio sobre a massa bruta.8 Bitra corrida .quando os agregados forem submetidos ao procedimento de compactação.

2 Agregados reciclados tipo Misto da usina do Estoril Quanto ao ensaio de Massa Bruta: Os parâmetros analisados apresentaram concentrações inferiores às indicadas nas Listagens 9 e 10 da norma ABNT/NBR 10004/87.7.ABNT/NBR 10004/87. Portanto. Contudo. segundo a NBR 10004/2004 a concentração de Fenol se encontra abaixo do limite máximo. Solubilizado e Massa Bruta – Agregado reciclado tipo Misto do Rio de Janeiro 4.16 -Resultados Analíticos Parâmetros Químicos no Lixiviado. 90 . a partir dos resultados dos parâmetros analisados. esta amostra (coletada em julho de 2003) se classifica como: Resíduo Classe II (Resíduo Não-Inerte) Tabelas 4.

Quanto ao ensaio de Solubilizado: Os parâmetros analisados mostrados em destaque na TABELA 4. Solubilizado e Massa Bruta – Agregado reciclado tipo Misto de Belo Horizonte. esta amostra (coletada em agosto de 2003) se classifica como: Resíduo Classe II (Resíduo Não-Inerte) Tabelas 4. Portanto. 91 . a partir dos resultados dos parâmetros analisados.Quanto ao ensaio de Lixiviado: Os parâmetros analisados apresentaram concentrações inferiores às indicadas na Listagem 7 da norma ABNT/NBR 10004/87.17 apresentaram concentrações superiores às indicadas na Listagem 8 da norma ABNT/NBR 10004/87.17 -Resultados Analíticos Parâmetros Químicos no Lixiviado.

cuidados a serem tomados com a drenagem de águas superficiais e subterrâneas. portanto. Este. passando por produtos plásticos abundantes em lixos metropolitanos. 3. 92 . Contemplando o exposto acima. A norma NBR 10004/87 é de 1987 e não está direcionada a um uso específico do resíduo. 2. turbidez e sabor. imagina-se. são aqueles que submetidos ao ensaio de Solubilização de Resíduos (NBR 10006) não tiveram. Ela cita ainda. como cita a norma. Em geral. e Selênio. a princípio. Contudo. No entanto. suas origens vão desde de sabonetes e xampus anticaspa a ligas metálicas. O pavimento é projetado considerando um sistema de drenagem que o proteja da ação danosa da água. considerar que tais resultados não inviabilizam o uso de agregados reciclados de RCD. Contudo vale salientar: 1. conforme Listagem nº 8 (Anexo H) da norma NBR 10004. por sua vez. pois foram classificado como não inertes. em Belo Horizonte. também tiveram suas concentrações acima dos valores máximos permitidos. no caso do Rio de Janeiro. deve-se. constituindo parte da matéria-prima de artefatos cerâmicos e também estão presentes “in natura” entre os RCD. que tanto os materiais produzidos na usina do Catumbi quanto aqueles da usina do Estoril não são adequados a aplicação em pavimentação.A partir dos resultados apresentados anteriormente. excetuando-se os padrões de aspecto cor. 5. da Classe III. Um dos constituintes que apresentou concentração superior àquela preconizada por norma foi o Alumínio. tanto para a amostra do Rio de Janeiro quanto para a de Belo Horizonte. nenhum dos seus constituintes solubilizados a concentrações superiores ao padrão de potabilidade da água. Resíduos inertes. Fenóis. por exemplo. estes resultados indicam uma atenção especial ao seu emprego. como exemplo destes materiais: rochas. 4. tijolos. é um metal abundante em solos tropicais. ou seja. vidros e certos plásticos e borrachas que não são decompostos prontamente. o nível do lençol freático no Brasil se apresenta baixo em relação ao nível do terreno.

Desta forma. 2003) defendida na COPPE/UFRJ. a tensão vertical no subleito e da tensão de tração na fibra inferior do revestimento asfáltico. É uma via de elevado volume de tráfego. e os resultados relativos a este dimensionamento. Pode-se definir através da análise mecanística a deflexão máxima. determinando a estrutura que venha a atender ao número de eixos equivalentes de referência. O trecho estudado corresponde ao Lote 2: Avenida Brasil/ Madureira.8 Aplicação dos resultados de Módulo de Resiliência Objetivando verificar a viabilidade econômica da utilização dos agregados reciclados de RCD dos Municípios do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte. Para esta. contendo todas as informações pertinentes ao dimensionamento mecanístico. Apresenta-se uma breve descrição da Via Light e os materiais que comporão o corpo do pavimento. além dos ensaios rotineiramente executados em materiais destinados à execução de 93 . A pedreira selecionada para utilização no projeto foi a Pedreira Ibrata. Segundo Darous (2003). neste capítulo é apresentado um redimensionamento mecanístico de um trecho de pavimento da Via Light. estudando a substituição do agregado convencional formador da base (e subbase) do pavimento por estes agregados artificiais. foi adotado neste redimensiomento o programa computacional que apresentou os resultados mais satisfatórios segundo Darous em sua tese supracitada: o FEPAVE2 (Finite Element Analysis of Pavement Structures) o qual possibilita a aplicação da elasticidade não-linear. incluindo aí os agregados reciclados. Foi objeto de tese de mestrado (Darous. Por outro lado. Esta via foi escolhida por dois motivos básicos: 1. utilizando os módulos de Resiliência dos materiais determinados nos ensaios dinâmicos. expressando a sua importância para a metrópole do Rio de Janeiro.4. 2. assegura-se a expectativa de vida de fadiga e de deformação permanente. a Via Light se destina a ser um corredor rodoviário entre a sede do Município de Nova Iguaçu e o centro da cidade do Rio de Janeiro.

4. Fadiga das camadas betuminosas • Deformação específica horizontal máxima de tração ($tlim) = 8.8. foi utilizado o resultado do ensaio que apresentou menor dispersão.421 #d 0.terraplenagem e pavimentos.075 em kgf/cm². O subleito também foi ensaiado. os Ensaios Triaxiais Dinâmicos.1 Via Light . 94 . Este será o material a ser substituído pelos módulos referentes aos agregados reciclados de RCD. -5 determinada pelo critério do Instituto de Asfalto para o número N de projeto= 2.08 x 107 (AASHTO).18). fornecendo o MR = 4125#3 0.769 #3 0. no Laboratório de Geotecnia da COPPE/UFRJ. denominada alternativa PR5 (Tabela 4.18 – Via Light / Trecho 2 . apresenta-se abaixo o resultado final para a estrutura desta via.Estrutura do pavimento Como a premissa do redimensionamento da estrutura do pavimento do Trecho 2 da Via Light foi a substituição dos agregados convencionais por aqueles originados de RCD com a manutenção de todos demais materiais e propriedades. Para efeito de projeto. 2003) Vale ressaltar que Darous adotou para os critérios de ruptura (fadiga das camadas betuminosas e acúmulo de deformações plásticas) os seguintes valores: 1.062 #d -0. segundo Darous (2003): Tabela 4. objetivando a obtenção do Módulo de Resiliência da brita a ser utilizada no projeto.473 em kgf/cm².Alternativa PR5 (Darous. foram executados. obtendo-se o Módulo de Resiliência Composto equivalente a MR = 2.61x10 .

19 constam os resultados finais para as estruturas do pavimento associadas ao uso de cada uma destas amostras.8) para a determinação da tensão vertical limite. Na Tabela 4. determinado segundo a expressão do -4 Instituto de Asfalto para o mesmo N. como o programa FEPAVE fornece as tensões verticais no topo do subleito.2. mantendo-se invariável a espessura da camada de revestimento (15 cm) como mostrado na Tabela 4. Acúmulo de deformações plásticas • Deformações específicas verticais de compressão ($vlim) ocorrentes no topo da camada de subleito = -2. Contudo.2 Via Light – Redimensionamento No redimensionamento da estrutura do pavimento desta via.8. ao contrário da deformação de tração que foi um fator limitante para a determinação da espessura da camada de base. MIBH e MMBH (Quadro 3. assim. o atendimento do projeto ao Critério de “Acúmulo de Deformações Plásticas”. a tensão vertical no topo do subleito 95 . a substituição dos agregados da base e da sub-base ocorreu considerando como ponto de partida as espessuras de camadas da alternativa PR5. Obteve-se a espessura de 20 cm para a base composta por qualquer das quatro amostra acima. consideraram-se as seguintes amostras de agregados reciclados: MIIRJ.6% encontrada entre a deformação de tração limite e a deformação de tração obtida para a base composta pela amostra MIBH.19. considerando desprezível a diferença máxima de 3. verificando. considera-se a média dos MRs ao longo do subleito e a aplica à equação desenvolvida por Heukelom e Klomp (equação 2. A partir daí. A princípio. procurou-se verificar a possibilidade da redução da espessura do revestimento. Ressalta-se que. assim otimizando economicamente o projeto.1).45x10 . MIMRJ. 4.

sócio proprietário da usina).Resultado final para as espessuras das camadas de pavimento Amostra Espessuras (cm) Camada MIIRJ MIMRJ MIBH MMBH MIIRJR Revestimento 15 15 15 15 14 Base 20 20 20 20 13 εtlim 8. o preço do m³ de brita corrida no município do Rio de Janeiro era aproximadamente igual R$ 24.351 8. além da redução do volume da base a ser adotada e/ ou do revestimento.354 -5 8. o valor praticado de venda era de R$ 10.19 – Via Light/Trecho 2 .(σvsl) mostrou-se em todos os casos muito inferior àquela obtida pela equação de Heukelom e Klomp para o mesmo tráfego (1/18 σvlim). Por outro lado. pode-se verificar que. Por fim.64x10 0.349 -5 8. MIIRJR = alternativa que contempla o uso da amostra MIIRJ com alteração da camada de revestimento. Na Usina do Catumbi. no ano de 2003.71x10 σvsl ** -5 0. gerente da usina).00 / m³ (fonte: Fernando Afonso. agosto de 2003 (fonte: Miriam Jesus Coelho.00 (fonte: EMOP. por sua vez. o custo de seus agregados girava em torno de R$ 8.72x10 0. 96 . nesta mesma época.92x10 0.87x10 -5 0. Na Usina do Estoril.75 / m³. março de 2003). Tabela 4. a utilização do agregado reciclado ainda se mostra atrativa economicamente quando se considera o custo destes materiais e aqueles convencionais.336 -5 8.511 (∗∗) Tensão vertical no topo subleito em kgf/cm².

O tipo de material. decorrente da quebra de partículas. A compactação para obtenção dos corpos-de-prova para ensaio de Módulo de Resiliência impõe uma alteração na composição granulométrica destes materiais de RCD. ambientalmente benéfico e. seja pelo menor consumo dos mesmos. de Concreto ou Misto. seja pelo menor preço deste material em relação àqueles convencionais. caracterizando a adoção da “filosofia” da racionalidade. o tipo de material e a origem dos agregados reciclados influenciam pouco nos resultados obtidos no ensaio de compactação para a umidade ótima (wot) para o peso específico aparente seco máximo (γsecmax). a energia de compactação e a origem (municípios do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte) exercem pouca influência no valor do Módulo de Resiliência. percebendo-se um aumento de partículas entre o material passante na peneira nº 10 e retido na nº 40. da filosofia da preservação. embora as amostras sejam originadas de materiais tão heterogêneos como os RCD. em especial para as amostras do Rio de Janeiro. mas de um país. Com base nos estudos realizados foi possível obter as seguintes conclusões: O uso dos agregados reciclados de RCD estudados nesta pesquisa é viável tecnicamente. Considerando o redimensionamento do projeto da Via Light/Trecho 2. o uso de agregados reciclados se mostrou viável economicamente. é o principal responsável na 97 . uma resposta à necessidade de crescimento sustentável não apenas de um município. A composição granulométrica. a energia de compactação. econômico e sócio-ambiental. A granulometria. além disso. objetivou atender a três aspectos: técnico.CAPÍTULO 5 CONCLUSÕES E SUGESTÕES DE PESQUISAS FUTURAS A caracterização mecanística dos agregados reciclados de RCD dos municípios do Rio de Janeiro e Belo Horizonte para uso em pavimentação apresentada nesta tese. economicamente motivador.

analisadas em conjunto. principalmente aqueles tipo Misto. em função de σd. a suscetibilidade à fragmentação contribui para a redução destes índices.diferenciação dos resultados deste ensaio. (as britas corridas de Belo Horizonte) necessariamente não apresentam os maiores resultados de módulo. Por outro lado. 98 . A equação para o MR proposto por Hicks (1970) não representa adequadamente o agregado reciclado de RCD. todos os agregados estudados se apresentaram adequados ao uso segundo a norma NBR 15116. A cubicidade dos agregados reciclados verificada neste ensaio. os agregados reciclados do Rio de Janeiro que sofreram grandes desgastes à abrasão apresentaram pequenos acúmulos de deformações plásticas. A deformação permanente dos materiais estudados é muito mais sensível à distribuição granulométrica e à energia de compactação. Quanto ao ensaio de Abrasão Los Angeles.60) seja. decorre em parte da suscetibilidade ao desgaste superficial das partículas. seja em função de σ3 (R2 < 0. Verifica-se porém que os agregados reciclados com menor desgaste à abrasão. verificável no próprio peneiramento inerente a este ensaio. seja em laboratório seja em campo. Embora não seja evidente no ensaio de Índice de Forma. Quanto ao Índice de Forma (NBR 7809). quando os agregados reciclados são submetidos ao procedimento de compactação. Os valores de MR têm a mesma ordem de grandeza daqueles apresentados por materiais britados convencionais de uso corrente em base de ruas da cidade do Rio de Janeiro caracterizados em estudos por Ramos (2003). todas as amostras estudadas apresentaram desgaste superior àquele admitido pela especificação do DNER para base. Quanto a deformação permanente. o módulo composto por estas duas tensões proposto por Macêdo (1996) e se ajusta satisfatoriamente. do que ao Módulo de Resiliência. Agregados tipo de Concreto apresentam MR superior. principalmente.

recomenda-se: • Dosar as britas graduadas e/ou corridas de agregados reciclados a partir da distribuição granulométrica resultante dos ensaios de compactação e de Módulo de Resiliência. de Alumínio e Fenóis (este último está abaixo do limite para a NBR 10004/2004) para agregados do município do Rio de Janeiro e de Alumínio e Selênio para aqueles de Belo Horizonte. 99 . àquelas indicadas na Listagem 8 da norma ABNT/NBR 10004/87. Portanto. No entanto. • Realizar ensaios de MR de uma amostra de agregado reciclado em CPs de várias idades. no que diz respeito aos valores de MR. Como sugestão de novos estudos. e otimizar a produção de agregados nas usinas com vistas à aplicação dos mesmos em bases e sub-bases de pavimento. tal resultado não inviabiliza o uso de agregados reciclados de RCD. visando gerar uma nova alternativa ao fornecimento de material à pavimentação com a redução das atividades de triagem dos mesmos. as amostras estudadas destas metrópoles são classificadas como Resíduo Classe II (Resíduo Não-Inerte). Os ensaios de solubilização apresentaram concentrações superiores. realizando novamente estes ensaios de forma a verificar a distribuição granulométrica mais adequada. • Submeter novas amostras a ensaios de MR. objetivando verificar se a alteração da “cultura do desperdício” e a reforma e demolição de edificações mais recentes nos municípios do Rio de Janeiro e Belo Horizonte implica em uma variação sensível nos valores deste módulo.Nos ensaios de massa bruta e de lixiviação as amostras passaram nos limites da norma NBR 10004/87. considerando a mistura dos agregados reciclados tipo Misto e de concreto de Belo Horizonte. • Realizar novos ensaios de MR. Isso seria uma nova variável na pesquisa: o fator tempo. observando a existência do efeito pozolânico.

a partir de agregados reciclados submetidos ao procedimento de compactação. 100 . caracterizando a forma efetiva do material na base e sub-base dos pavimentos. qual a forma do material que estará intertravado (“interlocking”) nestas camadas. e segundo a nova norma NBR 10004 de 30 de novembro de 2004. verificando a adequação maior ou menor da mistura ao desgaste superficial. • Ensaiar segundo a Abrasão Los Angeles britas graduadas e não mais as britas 0 e 1 provenientes da usina do Catumbi no Rio de Janeiro.• Desenvolver mais ensaios de deformação permanente. • Ensaiar novas amostras de agregados de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro quanto à lixiviação e solubilização. considerando diferentes níveis de tensão e um número grande de aplicações de carga. verificando se a classificação de resíduos não-inerte (classe II) persiste ao longo do tempo ou se está constatação é apenas pontual. com maior número e maior diversividade de amostras. ou seja. • Verificar o quanto a suscetibilidade à fragmentação das partículas cerâmicas altera os resultados do ensaio de Índice de Forma.

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Anexo 1 Resultados de ensaios de caracterização PBH / SUDECAP / Diretoria de Manutenção .

0 77. = A .8 12.6 14.6 95.3 GRANULOMETRIA DEPOIS DA COMPACTAÇÃO Peneiras 3/4" 1/2" 3/8" Nº 04 Nº 10 Nº 20 Nº 40 Nº 250 Nº 100 Nº 200 Classificação H.4 58.2 26.B.2 1.0 98.1 65.6 18.690 GRANULOMETRIA ANTES DA COMPACTAÇÃO Peneiras 1 1/2" 1" 3/4" 1/2" 3/8" Nº 04 Nº 10 Nº 20 Nº 40 Nº 250 Nº 100 Nº 200 % Passada 100.PBH .0 40.4 1.R.6 Próctor Modificado 116.4 86.0 45.4 19.DIRETORIA DE MANUTENÇÃO MATERIAL RECICLADO DA CONSTRUÇÃO CIVIL ENSAIOS DE CARATERIZAÇÃO CBR Expansão (%) Umidade ótima (%) Densidade Máxima Seca (t/m³) Próctor Normal 38.7 53.3 1.7 25.723 .0 0 16.0 93.6 85.a Índice de grupo = 0 % Passada 100.0 37.9 22.SUDECAP .5 0 14.628 Próctor Intermediário 70.6 0 16.8 29.1 .

Anexo 2 Ensaios de Granulometria Folhas de ensaio .

PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: Agregado rec.00 Peso Acum.83 100.84 100.59 0.5 0.28 0.10 733. 0.17 1233.40 0.4 1230.5 1260.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Brita 1 .13 1.00 % Acum.7 3/8" 9.57 0.17 0.90 18.15 1. 0.00 Média % 100.81 34.00 Passante % 100.16 0.6 1233.9 1258.5 1219.00 100.28 0.075 Fundo PPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.6 22.42 nº 80 0.3 0.2 1231.00 26.42 0.91 23.16 0.46 99.Entulho Catumbi/RJ Projeto: Tese de Mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.35 99.7 Retido Peso % 0.18 nº 200 0.00 77.80 96.0 338.00 272.62 0.8 0.33 2.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.4 26.4 1.02 2.00 338.98 161.0 Retido Peso % 0.46 196.8 nº 10 2 nº 40 0.72 99.00 Passante % 100.4 1225.1 1228.1 0.00 73.075 Fundo Peso Acum.54 0.65 0.6 12.5 nº 04 4.7 2.0 0. 0.55 97.4 0.42 nº 80 0.6 1006.8 1226.5 nº 04 4.17 1.12 2.00 % Acum.4 1057.28 0.0 0.64 0.1 0.57 99.08 2.8 1254.Usina do Catumbi OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ Rio de Janeiro DATA: 3/8/03 REG.LAB.81 83.45 2.90 0.0 1262.75 1.0 0.54 17.00 22.0 272.3 15. 0.60 99.65 0.00 75.60 99.43 99.11 2.5 59.38 99.18 nº 200 0. DE GEOTECNIA .19 1.8 1256.19 16.8 nº 10 2 nº 40 0.3 0.7 3/8" 9.6 0.1 56.43 0.16 1262.20 3. misto .1 1253. .40 0.70 100.10 81.97 0.72 99.81 719.1 1202.36 99.0 0.

Curva Granulométrica .1 n.01 n.o 200 0.o 10 n.Agregado reciclado tipo Misto .o 4 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 100 .Brita 1 Rio de Janeiro-RJ 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 Peneiras (#) 0 0.o 40 1 Diâmetro (mm) n.o 80 n.

7 3/8" 9.48 99.5 1195.00 Passante % 100.09 82.34 13.42 nº 80 0.8 1185.15 0.075 Fundo PPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.9 1191. .8 12. DE GEOTECNIA .PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: Agregado rec.0 7.95 2.00 134.16 0.8 1170.01 93.00 0.1 0.0 0.00 0.00 100.00 11.3 80.85 99.52 0.00 0.42 nº 80 0.00 0.93 2.18 nº 200 0.00 0.07 97. 0.00 96.0 0.Usina do Catumbi OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ Rio de Janeiro-RJ DATA: 3/8/03 REG.26 2.00 100.0 0.00 8.43 4.99 0.00 100.70 100.18 nº 200 0.00 88.8 1197.00 Peso Acum. 0.00 % Acum.4 2.4 0.52 0.8 1188.00 0.80 100.8 nº 10 2 nº 40 0.00 % Acum.36 1.10 2.075 Fundo Peso Acum.3 0.4 0.24 99.0 1195.0 0.00 0.5 nº 04 4. 0.1 74.Entulho Catumbi/RJ Projeto: Tese de Mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.84 100.0 0.23 958.0 0.00 100.5 1092.30 1.51 31.9 0.27 99.9 989.96 1.62 13.00 91.70 98.0 96.00 100.5 nº 04 4.77 8.57 95. 0.8 1.48 149.22 4.76 3.0 0. misto .0 0.16 1197.0 134.0 0.18 0.2 1184.6 0.83 0.91 17.LAB.00 0.5 11.00 90.8 Retido Peso % 0.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Brita 0 .20 1197.7 Retido Peso % 0.76 0.20 0.73 0.09 892.00 100.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.00 Média % 100.80 100.0 0.15 11.0 1138.4 1197.23 91.9 8.7 3/8" 9.8 nº 10 2 nº 40 0.00 Passante % 100.01 99.

º 200 0.01 n.º 4 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 100 .º 10 n.Agregado reciclado misto .Curva Granulométrica .1 n.º 80 n.º 40 Diâmetro 1 n.Brita 0 Rio de Janeiro-RJ 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 Peneiras (#) 0 0.

Rec.retido material %total USBS acum.00 3676.8 20 30.pas.0 PENEIRAMENTO FINO 1" 0.75 21.92 100.90 umido passando na # 10 2B C2 F3 solo umido + capsula 98.2 SEDIMENTAÇÃO peso umido (g) 116.7 30. acum.31 81.pas.27 62.79 52.79 capsula 18.94 fator de correção 0.PENEIRAMENTO FINO E GROSSO PESO AMOSTRA SECA UMIDADE HIGROSCÓPICA amostra total umida 3901.2 30 40. RJ Cinconegui/Francisco RECEBIDO EM __/__/ __ DATA: 20/08/03 REG.9 40 51.0 10 0.79 106.69 100.932 7.16 94.30 2984.69 solo seco 74.01 107. DE GEOTECNIA .73 72.4 8 692. 3/8" 0.90 99.0 22.9 4 6.4 60 65.3 200 85.60 seco passando na # 10 2825.0 55.0 peneiras retido material %parcial %total 3/4" 0.0 76.19 69.90 2825.50 peso seco (g) 107.651 obs.59 99.976 PENEIRAMENTO GROSSO umidade média (hm %) peneiras mat.926 7.00 3676.20 cápsula n 0 retido na # 10 850.58 umidade (h%) 7.39 81.6 40.CARACTERIZAÇÃO AMOSTRA: OPERADOR: Pedrisco . passado acum.69 100.18 22.93 DENSIDADE REAL DOS GRÃOS: 2.9264 1 1/2" 0.14 56.72 88.00 3676.3 47.1 16.10 3670.69 100. .03 42.00 3676.79 76.59 18.66 67.5 100 76. acum.30 solo seco + capsula 92.34 29.GRANULOMETRIA .pas.Ag.59 31.2 77.90 39.LAB.9 10 850.02 amostra total seca 3676.0 USBS acumul.69 100. passado 7. COPPE/UFRJ PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.15 3050.53 19.

00 Peneiras (#) 0.00 20.00 70.00 30.00 60.01 nº 200 0.Curva Granulométrica .00 0.º 100 n.00 10.º 40 Diâmetro (mm) 1 n.00 90.º 4 3/8 10 3/4 1" 1 1/2" 100 .1 n.Agregado reciclado misto -Pedrisco Rio de Janeiro-RJ 100.º 10 n.00 50.00 Passante (%) 80.00 40.

21 3526.5 96.01 umidade (h%) 5.7 53.LAB.13 100.2 60 47.36 57.20 3457.83 99.4 40 30.81 seco passando na # 10 3342.97 95.8 90.CARACTERIZAÇÃO AMOSTRA: OPERADOR: Pó-de-pedra .7 10 161.91 23.13 100. Rec.pas.13 100.GRANULOMETRIA .5 79.0 peneiras retido material %parcial %total 3/4" 0.19 DENSIDADE REAL DOS GRÃOS: 2.628 5.16 peso seco (g) 108.RJ Cinconegui/Francisco RECEBIDO EM __/__/ __ DATA: 20/08/03 REG.50 solo seco + capsula 66.9477 1 1/2" 0.03 95. . passado acum.9 22.573 PENEIRAMENTO GROSSO umidade média (hm %) peneiras mat.0 PENEIRAMENTO FINO 1" 0.2 100 69. acum.60 cápsula n 0 retido na # 10 161.28 25.4 85.88 60.0 95.13 100.3 8 45. DE GEOTECNIA .pas.PENEIRAMENTO FINO E GROSSO PESO AMOSTRA SECA UMIDADE HIGROSCÓPICA amostra total umida 3687.4 4 3.00 3503.7 30 17.74 91.19 100.00 3503.30 3499. COPPE/UFRJ PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.5 68.13 solo seco 56.69 89.9 20 11.10 umido passando na # 10 47 F22 79 solo umido + capsula 69.358 5. . 3/8" 0. passado 5.37 9.94 36.39 61.pas.0 10 0 108.82 77.03 capsula 10. acum.8 SEDIMENTAÇÃO peso umido (g) 114.3 200 82.31 55.Ag.retido material %total USBS acum.00 3503.73 66.37 71.0 34.35 30.52 fator de correção 0.75 69.93 98.0 USBS acumul.10 3342.80 amostra total seca 3503.641 obs.00 3503.25 38.39 83.

1 n.º 10 1 Diâmetro (mm) n.Agregado reciclado Misto .º 100 0.Curva Granulométrica .º 200 n.01 n.º 40 n.Pó-de-pedra Rio de Janeiro-RJ 100 90 Passante (%) 80 70 60 50 40 30 20 10 Peneiras (#)0 0.º 4 3/8 3/4" 10 1" 1 100 .

AGREGADO RECICLADO DO RIO DE JANEIRO
DOSAGEM - CURVA SUPERIOR
Peneiras
#
1"
3/8"
nº 04
nº 10
nº 40
nº 200

mm
25
9,5
4,8
2
0,42
0,075

TeseCinconeguiAnexos
PlanSuperior

Brita 1
Brita 0
Pedrisco
Pó de Pedra
Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem
Total %
5%
Total %
10%
Total %
50%
Total %
35%
100,00
5,00
100,00
10,00
100,00
50,00
100,00
35,00
2,97
0,15
90,34
9,03
100,00
50,00
100,00
35,00
0,65
0,03
13,10
1,31
99,80
49,90
99,90
34,97
0,59
0,03
2,96
0,30
76,90
38,45
95,40
33,39
0,42
0,02
1,52
0,15
39,70
19,85
68,20
23,87
0,16
0,01
0,18
0,02
15,00
7,50
22,80
7,98

DNER
Faixa
D
100
60
50
40
25
10

100
100
85
70
45
25

Curva
Superior
100%
100,00
94,18
86,21
72,17
43,89
15,51

Tolerância
da Faixa
de Projeto
-7
7
-7
7
-5
5
-5
5
-2
2
-2
2

Enquadramento na Faixa D do DNER
Limite Inferior

Limite Superior

Curva Superior

100
90
80

Passante (%)

70
60
50
40
30
20
10
0
0,001

0,01

0,1

1

Diâmetro das Partículas (mm)

10

100

AGREGADO RECICLADO DO RIO DE JANEIRO
DOSAGEM - CURVA INTERMEDIÁRIA
Peneiras
#
1"
3/8"
nº 04
nº 10
nº 40
nº 200

mm
25
9,5
4,8
2
0,42
0,075

TeseCinconeguiAnexos
PlanMedia

Brita 1
Brita 0
Pedrisco
Pó de Pedra
Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem
Total %
15%
Total %
20%
Total %
35%
Total %
30%
100,00
15,00
100,00
20,00
100,00
35,00
100,00
30,00
2,97
0,45
90,34
18,07
100,00
35,00
100,00
30,00
0,65
0,10
13,10
2,62
99,80
34,93
99,90
29,97
0,59
0,09
2,96
0,59
76,90
26,92
95,40
28,62
0,42
0,06
1,52
0,30
39,70
13,90
68,20
20,46
0,16
0,02
0,18
0,04
15,00
5,25
22,80
6,84

DNER
Faixa
D
100
60
50
40
25
10

100
100
85
70
45
25

Curva
"Média"
100%
100,00
83,51
67,62
56,22
34,72
12,15

Tolerância
da Faixa
de Projeto
-7
7
-7
7
-5
5
-5
5
-2
2
-2
2

1 1 Diâmetro dos Partículas (mm) 10 100 .Enquadramento na Faixa D do DNER Limite Inferior Limite Superior Curva Média 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 0 0.01 0.001 0.

00 100.69 95.06 0.87 0.59 0.20 23.00 2.00 10.42 0.8 2 0.29 9.00 35.50 22.00 100.075 TeseCinconeguiAnexos PlanInferior Brita 1 Brita 0 Pedrisco Pó de Pedra Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem Total % 35% Total % 20% Total % 10% Total % 35% 100.42 0.80 9.52 0.00 35.04 90.00 1.90 34.80 7.90 7.79 41.10 2.96 0.00 100.00 100.97 68.04 15.21 2.57 Tolerância da Faixa de Projeto -7 7 -7 7 -5 5 -5 5 -2 2 -2 2 .00 20.39 0.5 4.CURVA INFERIOR Peneiras # 1" 3/8" nº 04 nº 10 nº 40 nº 200 mm 25 9.88 28.16 0.70 3.97 0.00 10.62 99.98 99.18 0.00 64.11 47.15 1.98 DNER Faixa D 100 60 50 40 25 10 100 100 85 70 45 25 Curva Inferior 100% 100.07 100.40 33.AGREGADO RECICLADO DO RIO DE JANEIRO DOSAGEM .00 0.23 13.97 1.34 18.65 0.30 39.59 76.00 35.

01 0.1 1 Diâmetro das Párticulas (mm) 10 100 .001 0.Enquadramento na Faixa D do DNER Limite Inferior Limite Superior Curva Inferior 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 0 0.

05 11.18 60.58 40.8 Retido Peso % 137.5 nº 04 4.Usina de Estoril OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ Belo Horizonte .2 229.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Agregado concreto-BH Projeto: Tese de mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1 1/2" 38 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.25 75.15 66.2 17.3 Retido Peso % 155.41 96.06 99.3 425.00 Passante % 91.36 59.LAB.94 0.3 840.0 8.85 33.0 0.6 313. 8.56 53.76 100.7 3/8" 9.6 150.81 68.4 1558.44 78.3 100.24 0.8 468.95 0.6 7.8 100.80 39.56 10.1 8.2 723.00 Passante % 93.71 30.7 975.7 4.2 7.075 Fundo COPPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.7 3/8" 9.4 162.6 1846.37 32.25 0.075 Fundo Peso Acum.7 11.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: Agregado de concreto .69 3.95 88.6 10.8 2090.MG DATA: 3/5/2004 REG.1 6.06 28.0 1420. 137.55 58.3 18.42 nº 80 0.4 1245. 6.5 313.0 1743.0 173.1 1739. 155.00 Peso Acum.3 3.0 % Acum.3 1205.1 12.9 312.5 2085.20 60.8 77.94 71.4 824.94 26.44 46.3 9.4 623.2 1743.8 nº 10 2 nº 40 0.0 115.5 nº 04 4.00 Média % 92.3 2008.35 42.0 6.2 6.0 117.7 5.0 10.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1 1/2" 38 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.31 11.3 15.63 67.2 2090.3 1062.54 29.3 201.4 6.06 73.31 96.56 21.1 450.65 57.18 nº 200 0.14 3.9 3.9 115.46 70.8 nº 10 2 nº 40 0.53 52.6 140.82 39.0 583.59 3.3 0. .75 100.0 215.24 0.0 % Acum.6 64.45 41.7 20.51 51.44 89.18 nº 200 0.7 222.7 183.8 8.97 0.42 nº 80 0.49 48.7 1674.03 99. DE GEOTECNIA .

o 4 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 1 1/2" 100 .o 80 n.o 40 1 Diâmetro (mm) n.o 10 n.01 n.1 n.o 200 0.Curva Granulométrica .Agregado reciclado de Belo Horizonte-MG 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 0 Peneiras (#) 0.

5 176.7 8.40 7.7 3/8" 9.40 100.68 51.2 1414.0 7.5 Retido Peso % 166.5 410.6 147.54 0.70 7.15 35.4 10.61 63.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: Agregado misto .60 27.LAB.7 3/8" 9.27 58.9 98.6 1308. 166.52 56.39 36.39 17.9 7.075 Fundo Peso Acum.2 107.50 28.4 96.5 1407. .8 11.7 9.67 99.0 89.2 959.Usina de Estoril OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ Belo Horizonte .6 1438.83 33.0 191.8 851.5 640.67 83.48 99.04 83.00 Passante % 88.8 nº 10 2 nº 40 0.90 43.8 9.1 1198.0 269. DE GEOTECNIA .6 19.9 3.7 7.57 0.2 15.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1 1/2" 38 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.93 59.48 43.075 Fundo COPPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.5 141.5 10.7 623.32 48.18 nº 200 0.60 92. 11.72 78.45 18.7 0.4 885.00 Peso Acum.5 1414.00 Passante % 97.8 6.27 54.5 239.0 1154.9 Retido Peso % 41.55 81.55 7.5 12.1 98.33 16.50 71.8 nº 10 2 nº 40 0.6 8.5 nº 04 4.96 16.6 227.73 45.5 nº 04 4. 41.46 100.42 0.05 67.42 nº 80 0.30 92.0 6. 2.02 61.0 % Acum.3 1333.33 0.6 13.42 nº 80 0.17 66.07 40.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Agregado misto-BH Projeto: Tese de mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1 1/2" 38 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.0 % Acum.18 nº 200 0.9 233.1 153.6 0.6 134.52 62.1 1429.5 771.52 0.9 100.2 16.8 394.8 80.00 Média % 92.48 37.40 72.MG DATA: 1/5/2004 REG.98 45.85 52.5 6.0 551.9 1438.3 113.98 38.8 130.9 10.6 5.2 703.0 524.60 0.02 54.9 9.3 130.5 100.

o 40 1 Diâmetro (mm) n.o 4 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 1 1/2" 100 .01 n.o 80 n.o 10 n.1 n.o 200 0.Curva Granulométrica .Agregado reciclado tipo Misto Belo Horizonte-MG 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 0 Peneiras (#) 0.

00 0.42 nº 80 0.0 10.0 846.9 221.00 Peso Acu.00 2.9 14.5 2064.5 25.Agregado reciclado misto Belo Horizonte .96 90.4 289. 0.91 98.4 410.8 MIBH01B Retido Peso % 18.8 16.00 % 99.4 594.4 46.15 88.6 31. % % 0.6 2737.2 6.06 86.65 99.59 9.12 55.8 1166.7 15. 17.94 13.91 95.77 32.04 9.35 99.86 98.9 303.6 8.3 11. 0.8 303.0 12.9 4.41 9.0 2743.2 10.8 261.0 418.2 9.98 84.4 MIBH01C Retido Peso % 0.00 % 100.18 nº 200 0.9 1.26 100.1 268.65 90.9 333.56 4.2 4.0 32.1 452.04 79.73 73.43 21. 18.66 5.45 85.0 388.14 1.MIBH01D Peneiras Abertura # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.09 1.50 46.17 77.02 15.2 2010.00 .0 Passante % Acum.7 2475. 0.2 10.96 20.5 12.83 22.11 68.00 0.06 24.24 25.6 422.5 0.02 21.8 358.4 10.88 99.55 84.5 884.7 230.9 2719.89 31.84 100.4 100.6 581.00 Peso Acu.9 2719.58 63.42 36.3 8.0 2522.0 Passante Passante Média % Acum.68 0.7 882.MIBH01C.78 43.2 2775.22 56.46 66.MG Após Ensaio de Módulo de Resiliência ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Projeto: Tese de mestrado .34 94.4 428.5 31.3 289.4 MIBH01D Retido Peso % 17.94 26.0 Passante % Acum.00 97.8 2463.2 139.39 42.62 78.8 885.85 11.7 2784.0 193.2 0.5 2784.6 11.4 100.0 1218.8 nº 10 2 nº 40 0.88 57.2 1.57 78.94 1.2 30.54 67.Cinconegui Material MIBH01B.Curva Granulométrica .6 2693.0 82.9 9.6 158.06 0.6 2775.7 3/8" 9.76 74.8 100.4 166.3 844.5 2164.7 133.16 0.0 82.8 581.5 nº 04 4.6 1013.0 0.3 1281.32 100.50 53.7 121.71 15.0 2.38 78.09 95.2 6.9 306.2 281.7 5.075 Fundo Peso Acu.7 115.7 0.

o 80 n.Agregado reciclado misto Belo Horizonte .o 10 Diâmetro (mm) 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 100 .Curva Granulométrica .01 n.1 n.o 200 0.o 40 1 n.o 4 MBH 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 Peneiras (#) 0 0.MG Após Ensaio de Módulo de Resiliência Média MIBH01B MIBH01C MIBH01D n.

84 78.64 98.00 Peso Acum.4 1070.4 164.34 139.20 261.5 nº 04 4.74 0.28 1179. DE GEOTECNIA .9 635.8 nº 10 2 nº 40 0.9 22.075 Fundo COPPE/UFRJ CLIENTE: PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.39 46.4 8.10 66.4 22.42 nº 80 0.10 14.5 8.6 491.74 23.0 11. 9.28 15.33 85.18 nº 200 0.89 16.87 54.81 24.03 9.8 nº 10 2 nº 40 0.3 9.4 6.21 1174.72 100.84 32.00 Média % 92.1 10.0 6.31 75.79 100. 107.24 118.01 152.2 7.35 58.33 % Acum.80 104.4 1078.40 90.07 76.69 24.8 8.075 Fundo Peso Acum.4 1174.10 29.83 80.6 303.16 67.01 25.3 12.64 96.3 173.9 990.7 3/8" 9.6 6.8 12.00 Passante % 90.90 70.75 109.63 75.18 nº 200 0. .67 14.44 8.68 14.65 41.37 73.99 74.2 617.7 3/8" 9.93 23.90 % Acum.00 59.3 9.13 45.67 86.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Entulho Brasília S7000 Projeto: Tese de Mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.1 464.8 272.6 383.4 9.0 885.0 1179.8 Retido Peso % 78.21 0.5 346.LAB.97 90.22 143.25 103.81 108.5 nº 04 4.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: OPERADOR: RECEBIDO EM ___/___/___ DATA: REG. 6.00 Passante % 93.32 85.6 1000.5 5.86 79.11 85.7 8.11 83.9 85.6 6.35 39. 78.64 47.96 268.2 896.65 60.53 69.15 91.0 6.80 93.26 76.85 8.36 52.42 nº 80 0.28 0.4 Retido Peso % 107.

º 80 n.Entulho de Brasília .º 40 Peneiras (#) n.º 4 3/8" 1/2" 3/4" 1" Passante (%) 70 .º 10 n.Curva Superior (S7000) Am 1 Am2 100 90 80 60 50 40 30 20 10 0 n.º 200 n.

73 104.64 50.8 305.9 12.5 15.97 48.46 121.88 4.075 Fundo OPPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.0 166.09 54.42 nº 80 0.01 138.49 -15.97 129.71 60.59 60.78 142.00 % Acum.8 768.5 865.64 -3.8 13.9 13.4 17.49 115.97 Média % 84.1 360. 4.1 26.69 80.27 -4.6 1087.10 126.5 nº 04 4. 26.78 66.36 110.9 Retido Peso % 231.41 40.10 -26.22 90.22 33.87 856.42 nº 80 0.78 9.49 70.8 12.80 35.Curva Intermediária OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ DATA: abril-03 REG.0 945.8 nº 10 2 nº 40 0.17 152.0 4.3 7.95 70.00 47.96 83.20 -8.04 Passante % 95.29 -7.8 12. DE GEOTECNIA .46 10.1 7.97 42.82 23.19 47.00 % Acum.98 105.75 173.00 52.92 -15.5 16.91 35.54 89.1 1005.6 464.6 691.4 Retido Peso % 42.40 100.80 100.04 124.4 1081.11 85.6 921.51 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.79 68.18 76.18 nº 200 0.97 Passante % 73.53 83.8 12.04 16.0 57.5 9.71 107.LAB.91 45.93 58.11 103.59 132.34 21.47 16.7 3/8" 9.1 10. 42.5 nº 04 4.3 5.04 Peso Acum.8 548.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Entulho Brasília M7000 Projeto: Tese de Mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12. 231.18 nº 200 0.20 64.31 1039.07 3.0 989.0 7.9 655.05 29.7 3/8" 9.80 76. .4 549.7 415.9 13.3 5.8 nº 10 2 nº 40 0.46 -21.93 96.075 Fundo Peso Acum.3 1037.36 112.3 5.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA Entulho de Brasília .

Curva Intermediária (M7000) Am 1 Am2 100 90 80 60 50 40 30 20 10 0 n.Entulho Brasília .º 4 3/8" 1/2" 3/4" 1" Passante (%) 70 .º 40 Peneiras (#) n.º 200 n.º 80 n.º 10 n.

32 96.66 56.8 3.4 7.24 % Acum.3 8.29 1174. 206.18 nº 200 0.18 nº 200 0.11 37.00 Passante % 82.55 62.00 Peso Acum.9 881.6 3.76 35.13 17.6 791.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.8 nº 10 2 nº 40 0.20 94.75 96.71 100.6 1061.17 49.8 7.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: Entulho de Brasília .8 1135.47 42.86 100.34 43.30 89.41 18.2 670.93 10.Curva Inferior OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ DATA: abril-03 REG.25 27.0 7.4 956.34 69.76 27.06 32.42 nº 80 0.79 88.8 852.85 104. .LAB.24 72.76 25.43 93.57 6.8 nº 10 2 nº 40 0. DE GEOTECNIA .13 93.87 6.57 201. 5.5 nº 04 4.66 90.7 3.21 0.9 408.46 3.8 1177.14 1177.3 10.38 155.6 319.8 973.75 72.0 581.7 1050. 17.6 1174.57 34.25 3.68 3.88 93.6 1104.27 17.8 Retido Peso % 206.9 7.20 115.6 3.075 Fundo COPPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.28 121.63 91.0 13. 67.29 0.6 9.2 1140.42 nº 80 0.14 0.7 3/8" 9.24 74.4 22.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Entulho Brasília I7000 Projeto: Tese de Mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.7 3/8" 9.89 39.8 22.3 17.00 Média % 88.5 nº 04 4.80 82.22 6.76 251.62 36.09 46.94 67.075 Fundo Peso Acum.4 21.34 9.87 82.59 81.43 % Acum.9 17.39 38.6 5.48 89.09 262.2 Retido Peso % 67.4 65.01 26.6 3.1 1095.41 262.45 37.8 736.00 Passante % 94.95 45.0 3.52 10.83 50.

Entulho Brasília .º 40 Peneiras (#) n.º 10 n.º 200 n.º 4 3/8" 1/2" 3/4" 1" Passante (%) 70 .Curva Inferior (I7000) Am 1 Am2 100 90 80 60 50 40 30 20 10 0 n.º 80 n.

Anexo 3 Ensaios de Compactação Folhas de ensaio .

68 18.0 7.83 10.Seco (g) 122.60 149.70 39.00 20.00 1570.0 19.Usina do Catumbi .00 20.40 85.55 1.10 134.23 1.934 1.85 1.65 1.00 1570.85 41.00 95.00 20.00 1570.00 2869.80 151. Intermediária 10 golpes/camadas n da Camadas 14.Úmido(g) Solo Seco(g) Js (g/cm3 ) 1 49 10.RJ Prof.40 154. molde(g) P.40 111.00 152.0 11.828 42 43 5 3 10.00 20.50 96.33 9.19 15.00 172.50 135.70 169.80 2915.00 1570.50 16.0 13.ENSAIO DE COMPACTAÇÃO Amostra : Tipo : MSIRJ .70 7976.90 Umidade (%) 9.0 23.00 4919.1549x + 0.8 COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA ENSAIO 0 Molde N Diâmetro(cm) Altura(cm) Volume(cm3) P.T.90 8171.8 1.78 41.90 2766.75 1.T.80 1.10 Solo Seco (g) 81.00 4906.10 125.20 41.857 53 51 3 3 10.30 41.20 8198.: Laura Motta CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO 0 E.20 136.73 1.762 44 51 Cápsula n0 Tara (g ) 40.40 102.00 4940.70 P.00 94.0 21.51 15.20 15.00 6 42.50 42.60 wot = 13.846 48 45 4 34 10.00 4940.0 Umidade ( % ) COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA Projeto : Tese de mestrado Interessado : Cinconegui Local : Rio de Janeiro 25/09/2003 figura : data : 25.00 y = -0.91 1.93 w.95 3 Peso esp.70 76.85 14.70 1.0056x2 + 0.0 15.80 168.00 149.0 17.média (%) 42.30 106.16 1.60 11.0 .00 4906.71 11.18 17.60 147.Úmido (g) 130. aparente seco (g/cm ) 1.50 5.63 14.00 1570.00 127.798 R2 = 0.00 106.771 55 54 2 34 10.73 1.20 8266.0 9.40 118.04 11.60 2780.10 2897.20 113.50 164.T.01 2.70 P.00 54.90 1.90 8235.91 40.00 20.20 18.

00 4900.886 47 52 3 3 10.50 2796.RJ Prof.0 21.80 P.ENSAIO DE COMPACTAÇÃO Amostra : Tipo : MSMRJ .07 14.20 Cápsula n0 Tara (g ) 64.70 13.0 23.00 1570.95 17.85 1.08 1.10 101.20 139.60 177.T.0043x2 + 0.71 11.60 2960.00 1570.20 120.00 102.80 11.20 8236.70 61.10 167.20 240.2219 R2 = 0.90 194.71 w.00 4911.10 2941.20 160.0 .0 11.5 1.67 1.70 2919.90 246.0 9.0 17.Úmido (g) 173.40 269.80 68.50 5.00 20.873 99 101 4 34 10.65 1.90 185.22 y = -0.00 20.50 14.0 15.00 20.24 66.0 Umidade ( % ) COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA Projeto : Tese de mestrado Interessado : Cinconegui Local : Rio de Janeiro 30/09/2003 figura : data : 25.90 1.48 8.60 Solo Seco (g) 100.30 167.83 2.40 206.: Laura Motta CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO 0 E.30 8263.20 8072.20 8229.80 11. Modificada 10 golpes/camadas n da Camadas 31 COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA ENSAIO 0 Molde N Diâmetro(cm) Altura(cm) Volume(cm3) P.781 111 112 65.00 P. molde(g) P.0 13.00 1570.10 179.Úmido(g) Solo Seco(g) Js (g/cm3 ) 1 49 10.40 Umidade (%) 8.10 157.70 154.75 1.0 19.9835 1.00 20.10 174.60 1.0 7.66 14.80 228.36 17.Usina do Catumbi .00 20.00 4958. aparente seco (g/cm ) 1.00 4958.00 1570.10 222.80 1.93 8.55 wot = 12.40 204.10 121.00 13.860 116 117 5 49 10.média (%) 39.25 40.20 17.90 114.80 163.T.825 102 103 2 49 10.73 1.70 172.40 2864.46 1.00 6 65.00 203.23 61.00 4958.20 8251.79 1.00 12.95 3 Peso esp.19 63.Seco (g) 164.20 133.70 1.T.1073x + 1.00 1570.

40 317.09 12.90 258.00 4919.ENSAIO DE COMPACTAÇÃO Amostra : Tipo : MMIRJ .00 20.00 4972.30 11.80 386.65 1.40 P.20 64.53 6 58.10 376.75 1.10 61.30 303.60 Wot = 13.00 4919. molde(g) P.40 Umidade (%) 8.1245x + 1.17 0 Molde N Diâmetro(cm) Altura(cm) Volume(cm3) P.0 17.28 1.: Laura Motta CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO 0 E. aparente seco (g/cm ) 1.00 1570.00 180.00 4875.30 2871.00 20.30 2761.40 218.80 255.32 8.759 100 122 58. Intermediária 10 golpes/camadas n da Camadas 14.2 1.0 19.0 Umidade ( % ) COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA Projeto : Tese de mestrado Interessado : Cinconegui Local : Rio de Janeiro 02/10/2003 figura : data : 25.00 349.20 278.30 12.60 2896.00 y = -0.0 7.12 1.80 8171.00 304.0 11.00 1570.00 8061.00 1570.40 218.52 15.00 20.9978 1.Úmido (g) 444.00 60.00 8264.60 344.Usina do Catumbi .Úmido(g) Solo Seco(g) Js (g/cm3 ) 9.T.60 Solo Seco (g) 356.90 P.0313 R2 = 0.0 23.50 57.70 1.90 14.60 17.0 15.70 64.75 1.74 w.829 110 115 3 3 10.10 158.00 269.80 233.90 66.96 17.858 106 121 4 49 10.55 1.00 1570.8 COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA ENSAIO Cápsula n0 Tara (g ) 1 34 10.845 104 119 5 49 10.80 8236.00 239.00 20.T.0 21.Seco (g) 415.50 5.0047x2 + 0.10 13.760 114 105 2 34 10.00 1570.90 1.60 282.00 4875.00 7880.40 365.28 10.30 220.95 3 Peso esp.0 .0 13.00 20.97 56.0 9.44 13.40 2763.60 2916.70 407.90 62.30 280.85 1.10 331.20 17.RJ Prof.33 1.40 379.00 237.10 283.75 2.10 177.80 1.34 1.média (%) 10.T.

42 17.80 273.80 272.: Laura Motta CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO 0 E.0 13.10 198.13 41.832 43 48 42.70 212.70 1.ENSAIO DE COMPACTAÇÃO Amostra : Tipo : MMMRJ .40 3 49 10.Usina do Catumbi .40 14.00 4903.80 2859.70 308. molde(g) P.92 6 39.80 241.0 23.10 238.98 41.95 3 Peso esp.10 1.26 41.00 1570.834 45 49 P.70 278.40 200.24 1.0 15.00 1570.0 21.60 Umidade (%) 8.10 207.0 7.20 272.20 8320.10 13.80 204.85 1.70 17.média (%) 9.00 4956.73 15.896 44 51 15.70 40.Úmido(g) Solo Seco(g) Js (g/cm3 ) Cápsula n0 Tara (g ) 1 34 10.00 20.00 8021.34 10.90 1.T. aparente seco (g/cm ) 1.00 8104.60 wot = 12.10 17.Úmido (g) 9.70 214.20 258.20 238.T.50 5.20 5 49 10.00 1570.0919 R2 = 0.90 246.75 1.70 4 3 10.60 8227.70 230.80 280.0 .90 11.0 Umidade ( % ) COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA Projeto : Tese de mestrado Interessado : Cinconegui Local : Rio de Janeiro 06/10/2003 figura : data : 25.822 53 55 2 34 10.7 1.00 4907.30 12.99 1.05 11.65 1.00 20.10 2880.30 Solo Seco (g) 215.60 247.00 1570. Modificada 10 golpes/camadas n da Camadas 31 COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA ENSAIO 0 Molde N Diâmetro(cm) Altura(cm) Volume(cm3) P.0 11.00 y = -0.00 42.78 40.00 2977.97 w.00 1570.RJ Prof.T.0 9.00 20.40 189.758 42 54 276.80 2760.55 1.70 266.20 8204.0 19.50 40.67 2.96 12.98 41.90 145.76 1.00 20.70 223.00 183.00 4956.00 20.80 1.66 1.0 17.10 186.10 255.80 2875.005x2 + 0.9616 1.Seco (g) 257.60 247.1265x + 1.00 4903.90 P.

70 387.20 7876.00 4905.14 64.70 3 S/ Nº 10.60 298.40 14.97 64.42 w.Usina do Catumbi .75 1.ENSAIO DE COMPACTAÇÃO Amostra : Tipo : MIIRJ .821 110 114 14.00 4639.761 107 109 40.0 9.70 346.0 13.8 COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA ENSAIO 0 Molde N Diâmetro(cm) Altura(cm) Volume(cm3) P.80 288.30 2859.00 20.00 20.50 5.25 60.50 P.10 11.00 484.00 20.00 20.20 7866.099x + 1.39 1.60 545.40 152.766 106 121 194.00 1570.80 238.20 7610.17 60.T.0 19.0 11.20 193.50 359.60 463.80 1.30 468.70 423.00 351.93 1.815 115 120 P.13 1.90 315.41 1.70 253.1816 R2 = 0.50 2764.745 46 50 2 34 10.00 1570.: Laura Motta CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO 0 E.00 4956.50 281.Seco (g) 182.10 314.00 338.10 2739.94 1.90 13.10 259.84 16.49 61.T.70 1.86 57.0 1.RJ Prof.74 2. Intermediária 10 golpes/camadas n da Camadas 14.0 .23 58.0 7.45 11.48 12.0 Umidade ( % ) COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA Projeto : Tese de mestrado Interessado : Cinconegui Local : Rio de Janeiro 07/10/2003 figura : data : 25.50 Umidade (%) 8.80 Solo Seco (g) 141.50 340.0 17.60 4 49 10.90 424.0 21.60 206.9999 1.95 3 Peso esp.34 14. molde(g) P.média (%) 8.T.65 wot = 13.30 360.00 359.30 16.00 1570.50 2850.0038x2 + 0.0 23.63 6 56.00 1570. aparente seco (g/cm ) 1.0 15.00 y = -0.80 41.20 2772.50 599.00 20.55 1.Úmido(g) Solo Seco(g) Js (g/cm3 ) Cápsula n0 Tara (g ) 1 S/ Nº 10.60 378.80 16.90 1.00 7975.05 10.00 4639.00 4639.80 5 S/ Nº 10.10 8212.60 1.85 1.00 1570.00 12.Úmido (g) 8.

ENSAIO DE COMPACTAÇÃO
Amostra :

Tipo :

MIMRJ - Usina do Catumbi - RJ

Prof.: Laura Motta

CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO
0
E. Modificada
10 golpes/camadas
n da Camadas

31

COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
ENSAIO

Cápsula n0
Tara (g )

1
34
10,00
20,00
1570,00
4810,30
7926,10
2866,33
1,826
135
136

2
34
10,00
20,00
1570,00
4811,20
8010,90
2907,92
1,852
137 139

3
34
10,00
20,00
1570,00
4810,50
8205,60
2997,27
1,909
144 146

4
34
10,00
20,00
1570,00
4810,80
8149,80
2905,17
1,850
142 145

5
34
10,00
20,00
1570,00
4811,50
8096,20
2826,66
1,800
140 141

70,80

69,00

61,10

68,00

69,30

65,20

P.T.Úmido (g)

371,00

367,10 374,50 390,10 380,40 348,90 332,80 396,00 492,60 465,70

P.T.Seco (g)

347,40

342,80 347,10 358,90 344,80 314,40 298,40 353,60 435,50 408,50

Solo Seco (g)

276,60

273,80 286,00 297,50 276,80 252,10 229,10 285,50 370,30 336,70

Umidade (%)

8,53

0

Molde N
Diâmetro(cm)
Altura(cm)
Volume(cm3)
P. molde(g)
P.T.Úmido(g)
Solo Seco(g)

Js (g/cm3 )

8,88
8,70

w.média (%)

9,58

61,40

10,49

12,86

10,03

62,30

13,69

15,02

13,27

68,10

14,85

15,42

14,93

6

71,80

16,99

16,20

2,00
y = -0,0066x2 + 0,1631x + 0,8997
R2 = 0,9159

1,95

3

Peso esp. aparente seco (g/cm )

1,90
1,85
1,80
1,75
1,70
1,65
1,60

wot = 12,4
1,55
1,50
5,0

7,0

9,0

11,0

13,0

15,0

17,0

19,0

21,0

23,0

Umidade ( % )

COPPE/UFRJ
LABORATÓRIO DE GEOTECNIA
Projeto : Tese de mestrado
Interessado :
Cinconegui
Local :
Rio de Janeiro
07/10/2003
figura :
data :

25,0

ENSAIO DE COMPACTAÇÃO
Amostra :

Tipo :

CIBH - Usina do Estoril - BH-MG

Prof.: Laura Motta

CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO
0
E. Intermediária
10 golpes/camadas
n da Camadas

17,9

COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
ENSAIO

Cápsula n0
Tara (g )

1
34
10,00
20,00
1570,00
4806,30
7882,70
2764,59
1,761
151
160

2
34
10,00
20,00
1570,00
4806,30
7997,40
2823,78
1,799
170 171

3
34
10,00
20,00
1570,00
4806,30
8083,40
2849,04
1,815
173 174

4
34
10,00
20,00
1570,00
4806,30
8107,10
2841,23
1,810
175 176

5
34
10,00
20,00
1570,00
4806,30
8118,80
2816,62
1,794
178 192

32,80

31,40

32,30

39,80

40,80

35,90

P.T.Úmido (g)

288,60

303,50 353,60 289,60 298,60 382,60 419,70 405,30 376,20 397,80

P.T.Seco (g)

262,60

276,00 317,00 260,20 266,00 335,50 370,60 350,80 329,50 340,00

Solo Seco (g)

229,80

244,60 284,70 223,40 226,20 301,20 329,80 312,10 293,60 299,40

Umidade (%)

11,31

11,24

0

Molde N
Diâmetro(cm)
Altura(cm)
Volume(cm3)
P. molde(g)
P.T.Úmido(g)
Solo Seco(g)

Js (g/cm3 )

11,28

w.média (%)

12,86

36,80

13,16

14,41

13,01

34,30

15,64

14,89

15,02

38,70

17,46

15,91

16,18

6

40,60

19,31

17,61

2,00
y = -0,0035x2 + 0,1067x + 1,0052
R2 = 0,9988

1,95

3

Peso esp. aparente seco (g/cm )

1,90
1,85
1,80
1,75
1,70
1,65
1,60

wot = 15,2

1,55
1,50
5,0

7,0

9,0

11,0

13,0

15,0

17,0

19,0

21,0

23,0

Umidade ( % )

COPPE/UFRJ
LABORATÓRIO DE GEOTECNIA
Projeto : Tese de mestrado
Interessado :
Cinconegui
Local :
Rio de Janeiro
15/03/2004
figura :
data :

25,0

ENSAIO DE COMPACTAÇÃO
Amostra :

Tipo :

CMBH - Usina do Estoril - BH-MG

Prof.: Laura Motta

CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO
0
E. Modificada
10 golpes/camadas
n da Camadas

37,5

COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
ENSAIO

Cápsula n0
Tara (g )

1
34
10,00
20,00
1570,00
4809,80
7980,30
2861,91
1,823
162
163

2
S/ Nº
10,00
20,00
1570,00
4639,50
7948,10
2923,09
1,862
152 154

3
49
10,00
20,00
1570,00
4954,90
8323,20
2923,15
1,862
175 176

4
34
10,00
20,00
1570,00
4809,40
8168,50
2863,15
1,824
173 174

5
S/N
10,00
20,00
1570,00
4639,50
7950,60
2776,75
1,769
168 170

38,70

32,00

41,80

40,80

39,90

38,80

P.T.Úmido (g)

261,70

251,00 281,30 284,00 306,40 312,60 283,50 281,80 272,20 321,40

P.T.Seco (g)

240,80

228,90 253,70 255,00 271,30 276,40 248,30 244,50 234,80 274,40

Solo Seco (g)

202,10

196,90 211,90 217,20 230,50 237,70 208,40 210,10 196,00 242,20

Umidade (%)

10,34

11,22

0

Molde N
Diâmetro(cm)
Altura(cm)
Volume(cm3)
P. molde(g)
P.T.Úmido(g)
Solo Seco(g)

Js (g/cm3 )

10,78

w.média (%)

13,03

37,80

13,35

15,23

13,19

38,70

15,23

16,89

15,23

34,40

17,75

19,08

17,32

6

32,20

19,41

19,24

2,00
y = -0,0037x2 + 0,1047x + 1,1253
R2 = 0,9976

1,95

3

Peso esp. aparente seco (g/cm )

1,90
1,85
1,80
1,75
1,70
1,65
1,60

Wot = 14,1

1,55
1,50
5,0

7,0

9,0

11,0

13,0

15,0

17,0

19,0

21,0

23,0

Umidade ( % )

COPPE/UFRJ
LABORATÓRIO DE GEOTECNIA
Projeto : Tese de mestrado
Interessado :
Cinconegui
Local :
Rio de Janeiro
25/09/2003
figura :
data :

25,0

ENSAIO DE COMPACTAÇÃO
Amostra :

Tipo :

MIBH - Usina do Estoril - BH-MG

Prof.: Laura Motta

CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO
0
E. Modificada
10 golpes/camadas
n da Camadas

37,5

COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
ENSAIO

Cápsula n0
Tara (g )

1
S/ Nº preto
10,00
20,00
1570,00
4639,20
7730,30
2696,55
1,718
100
109

2
49
10,00
20,00
1570,00
4954,90
8131,80
2736,22
1,743
150 154

3
34
10,00
20,00
1570,00
4808,10
8052,00
2753,35
1,754
175 177

4
S/n
10,00
20,00
1570,00
4639,20
7859,00
2720,80
1,733
176 178

5
34
10,00
20,00
1570,00
4808,10
8000,00
2672,34
1,702
113 121

62,00

64,70

42,10

40,80

38,70

65,80

P.T.Úmido (g)

403,00

420,80 239,60 260,20 266,20 253,10 234,30 243,90 420,80 351,20

P.T.Seco (g)

360,00

374,80 212,20 228,80 230,80 221,80 205,00 210,60 361,80 304,20

Solo Seco (g)

298,00

310,10 170,10 195,00 190,00 184,10 166,30 174,70 296,00 248,00

Umidade (%)

14,43

14,83

0

Molde N
Diâmetro(cm)
Altura(cm)
Volume(cm3)
P. molde(g)
P.T.Úmido(g)
Solo Seco(g)

Js (g/cm3 )

14,63

w.média (%)

16,11

33,80

16,10

18,63

16,11

37,70

17,00

17,62

17,82

35,90

19,06

19,93

18,34

6

56,20

18,95

19,44

2,00
y = -0,0074x2 + 0,2509x - 0,3623
R2 = 0,9347

1,95

3

Peso esp. aparente seco (g/cm )

1,90
1,85
1,80
1,75
1,70
1,65
1,60

Wot = 17,0

1,55
1,50
5,0

7,0

9,0

11,0

13,0

15,0

17,0

19,0

21,0

23,0

Umidade ( % )

COPPE/UFRJ
LABORATÓRIO DE GEOTECNIA
Projeto : Tese de mestrado
Interessado :
Cinconegui
Local :
Rio de Janeiro
25/09/2003
figura :
data :

25,0

ENSAIO DE COMPACTAÇÃO
Amostra :

Tipo :

MMBH - Usina do Estoril - BH-MG

Prof.: Laura Motta

CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO
0
E. Modificada
10 golpes/camadas
n da Camadas

37,5

COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
ENSAIO

Cápsula n0
Tara (g )

1
S/ Nº preto
10,00
20,00
1570,00
4639,20
7800,00
2784,80
1,774
160
165

2
49
10,00
20,00
1570,00
4954,90
8225,40
2837,14
1,807
158 164

3
34
10,00
20,00
1570,00
4808,10
8090,90
2802,56
1,785
153 159

4
S/n
10,00
20,00
1570,00
4639,20
7909,70
2766,20
1,762
156 168

5
34
10,00
20,00
1570,00
4808,10
7996,90
2654,64
1,691
162 163

31,40

43,30

41,20

33,50

40,70

38,70

P.T.Úmido (g)

288,50

270,20 288,20 286,20 253,10 235,80 266,20 247,70 318,10 280,80

P.T.Seco (g)

257,70

243,40 255,20 252,60 221,00 207,50 231,40 215,50 271,70 238,80

Solo Seco (g)

226,30

200,10 214,00 222,10 187,50 165,00 190,70 176,80 233,00 206,60

Umidade (%)

13,61

13,39

0

Molde N
Diâmetro(cm)
Altura(cm)
Volume(cm3)
P. molde(g)
P.T.Úmido(g)
Solo Seco(g)

Js (g/cm3 )

13,50

w.média (%)

15,42

30,50

15,13

17,12

15,27

42,50

17,15

18,25

17,14

38,70

18,21

19,91

18,23

2,00

6

32,20

20,33

20,12

y = -0,0055x2 + 0,1732x + 0,4483
R2 = 0,9914

1,95

3

Peso esp. aparente seco (g/cm )

1,90
1,85
1,80
1,75
1,70
1,65
1,60

Wot = 15,7

1,55
1,50
5,0

7,0

9,0

11,0

13,0

15,0

17,0

19,0

21,0

23,0

Umidade ( % )

COPPE/UFRJ
LABORATÓRIO DE GEOTECNIA
Projeto : Tese de mestrado
Interessado :
Cinconegui
Local :
Rio de Janeiro
25/09/2003
figura :
data :

25,0

Anexo 4
Módulo de Resiliência Composto
Planilhas

09048 -8.88 1.78 9.034 0.87 19.137 0.27302629 -1.17006 -7.66 -0.000359 0.27302629 -2.103 0.021 0.98777435 -1.000343 0.77061 -7.67364877 -2.62 13.000524 0.45 3.000679 0.71 -0.02 1.88673193 -3.53699 -7.000898 0.72176 -7.02 14.59515 -8.97592965 -2.67364877 -2.23 0.78062089 -3.412 0.51719 -7.98777435 -1.45 2.000389 0.19418321 -2.43369 -8.000889 0.67364877 -2.86433016 -2.069 0.51 1.76814 -7.98 5.82 -0.63 0.33 -0.38139475 -3.000163 0.43 1.000691 0.52 1.88592 -8.034 0.27302629 -1.27302629 -2.02 0.000327 0.98777435 -1.95758 -7.73 13.67364877 -2.67364877 -2.35561 -6.38139475 -3.034 0.17 11.27302629 -2.27302629 -2.041 0.155 0.53 4.38 -0.103 0.000577 0.103 0.98777435 -3.08 -0.75934 -7.67364877 -2.97778 -7.57987911 -2.77848 -7.36820 -6.01 0.021 0.069 0.27302629 -2.051 0.01 0.051 0.001043 0.67364877 -2.97592965 -2.38139475 -2.137 0.000427 0.67364877 -2.22 2.01 32.32479 -6.86 16.29 -0.33 -0.103 0.000122 0.11 -0.174414 -1.021 0.309 0.19418321 -2.94621 -7.000375 0.27302629 -1.96588968 K1 = 1/k1 528 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.97132 -7.051 0.021 0.24 21.35 22.069 0.137 0.62586 -8.97592965 -2.000376 0.27302629 -1.86323284 -3.79 0.00116 0.85709 -8.67 6.07 -0.000965 0.062 0.20 -0.98777435 -1.000084 0.051 0.67364877 -2.069 0.38139475 -2.09 0.51 -0.001227 0.000185 0.29098418 -0.17 0.18 -0.103 0.01149 -7.412 0.051 0.70 5.47515 -7.97923 -7.034 0.000189 0.206 0.88 15.174414 -1.13 0.001138 0.000255 0.03 0.42 -0.021 0.021 0.86323284 -3.91 3.29098418 -0.38139475 -2.000387 0.2683745 b1 -0.75 6.78062089 -3.27302629 -1.67364877 -1.32 0.27302629 -1.000737 0.97 0.051 0.07 -0.28 8.103 0.00093 0.98777435 -1.12965 -6.67364877 -2.000567 0.38139475 -3.97592965 -2.000066 0.051 0.41 -0.155 0.103 0.88673193 -3.11 0.97592965 -2.08330 -6.103 0.14 -0.75 18.66481 -9.57987911 -1.103 0.57987911 -2.034 0.10 -0.51221 -7.206 0.034 0.56 -0.50 19.33 1.98777435 -3.15622 -6.60 14.137 0.29098418 -0.00317 -8.000814 0.38139475 -2.000114 0.069 0.45 1.89662 -9.001261 0.034 0.98777435 -1.001147 0.412 0.44 0.38139475 -2.14983 -6.01 0.069 0.206 0.85 -0.90976 -7.92941 -7.72 12.27302629 -1.86323284 -3.27302629 -2.000631 0.70318 -9.70237 -9.051 0.206 0.55 -0.86323284 -3.97592965 -2.000319 0.86433016 -2.021 0.94621 -7.00036 0.103 0.06091 -8.29489 -6.041 0.38139475 -3.67364877 -2.84680 -7.97592965 -2.00078 0.27302629 -2.51 0.05 -0.46 3.051 0.034 0.16 21.000659 0.000127 0.86 0.57987911 -1.86 10.95590 -7.97592965 -2.021 0.034 0.137 0.034 0.97 -0.000632 0.069 0.275 0.103 0.137 0.000801 0.22 -0.85193 -7.000237 0.78062089 -3.000419 0.81791 -3.57987911 -2.000684 0.97 0.02555 -9.38139475 -3.000553 0.38469 -8.33 19.041 0.069 0.412 0.03 -0.15 15.98777435 -1.021 0.04 12.47 -0.38 0.97592965 -2.98777435 -1.89 -0.000354 0.86323284 -3.103 0.00035 0.000216 0.000858 0.09 0.27302629 -2.87 5.137 0.30 8.15 -0.62 5.27302629 -2.206 0.0002 0.034 0.051 0.069 0.76 8.137 0.73 25.021 0.57987911 -2.63373 -8.86323284 -3.103 0.42 16.57987911 -1.4719057 b2 1.17 10.034 0.137 0.069 0.206 0.309 0.44 1.86323284 -3.206 0.44732 -8.021 0.97592965 -2.67364877 -2.041 0.000354 0.001275 0.57376 -7.275 0.021 0.137 0.86433016 -2.38139475 -3.98777435 -1.47171 -8.13 0.000257 0.98777435 -1.021 0.19418321 -2.034 0.103 0.86323284 -3.98777435 -1.02541 -6.069 0.67364877 -2.63 3.000953 0.50015 -7.57987911 -2.4719 K3 = 1-k3 -0.034 0.29098418 -0.48 1.38 -0.27302629 -3.20 1.73 23.069 0.67 20.57 -0.62586 -8.70 0.034 0.10 23.69 -0.43 0.33 2.16394 -8.000591 0.069 0.98777435 -1.67585 -9.021 0.137 0.98777435 -1.97592965 -2.021 0.64 0.155 0.57987911 -1.28 1.68838 -8.67364877 -2.28 10.034 0.45 1.05032 -9.137 0.78062089 -3.069 0.55402 -7.069 0.000178 0.000785 0.27302629 -1.58 0.50 -0.000774 0.36 -0.000852 0.88 11.051 0.31 2.67364877 -1.08 3.32 12.97592965 -2.77764 -7.36 -0.94338 -7.10 -0.88 24.000077 0.174414 -1.01534 -6.051 0.59293 -7.98777435 -3.103 0.82 23.174414 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 36 4 -1 30 -18 -21 -8 -37 -20 -54 -38 -11 -46 -1 28 -8 28 68 124 13 -5 28 -26 -35 6 -41 -32 -12 -40 -20 -24 -18 31 -5 25 72 59 7 1 39 -5 -6 -10 -30 -16 -14 -23 -4 -37 -6 33 21 49 81 104 48 24 84 -1 -7 49 -18 -21 -39 -32 4 -19 16 47 -11 57 80 104 39 29 59 -8 -10 31 -26 -2 8 -26 -2 -24 1 44 14.53 -0.000376 0.85 15.062 0.03 6.051 0.45 9.27302629 -1.001228 0.103 0.034 0.48 8.04 36.97592965 -2.000504 0.36662 -8.26643 -7.38139475 -3.90 21.86433016 -2.137 0.000391 0.78062089 -3.97 15.78 1/2 .309 TeseCinconeguiAnexosMSIRJ (2) Ha 0.206 0.103 0.034 0.67364877 -2.069 0.11355 -6.137 0.83079 -7.27302629 -2.98777435 -1.27302629 -2.97592965 -2.14 0.4719057 1.062 0.27 10.67364877 -2.86323284 -3.54 -0.38139475 -2.069 0.103 0.46840 -7.000909 0.66 -0.051 0.2385891 2 R = 0.97592965 -2.97592965 -2.67 17.70 -0.38139475 -3.42188 -7.86323284 -3.27302629 -1.00022 0.27302629 -2.86323284 -3.86323284 -3.137 0.000062 0.59 0.00021 0.02 -0.66 18.19418321 -2.275 0.86323284 -3.001094 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.58 10.137 0.069 0.49 -0.000998 0.34745 -7.103 0.000105 0.98777435 -3.00108 0.021 0.103 0.19418321 -2.000283 0.86323284 -3.062 0.051 0.062 0.38139475 -2.000839 0.034 0.07931 -7.85451 -7.041 0.27302629 -2.034 0.35 0.051 0.26 -0.57 2.98777435 -1.86323284 -3.23858915 k1 k2 k3 0.86433016 -2.000201 0.86323284 -3.67364877 -2.38139475 -3.23 -0.069 0.67364877 -1.98777435 -1.65 4.137 0.021 0.069 0.98033 -7.86323284 -3.103 0.67364877 -2.069 0.051 0.93 2.137 0.33 2.02 0.06792 -8.46 14.57987911 -1.97592965 -2.16155 -7.88592 -7.021 0.15 -0.66222 -7.38139475 -3.000126 0.99 2.63 11.069 0.88673193 -3.069 0.86323284 -3.103 0.34 11.27302629 -1.000833 0.051 0.31 10.000423 0.21 7.21292 -6.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MSIRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.103 0.069 0.174414 -1.000533 0.000372 0.03 11.069 0.27302629 -1.97592965 -2.137 0.27425 -7.27302629 -1.27302629 -2.155 0.103 0.103 0.021 0.206 0.52 17.000583 0.27302629 -1.28755 -6.46 -0.38139475 -2.86323284 -3.021 0.206 0.70 3.88858 -7.103 0.137 0.275 0.67364877 -2.25 0.103 0.44023 -7.103 0.000066 0.10508 -7.137 0.2386 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 250 186 165 270 184 163 255 186 182 228 202 206 265 262 266 324 309 323 339 195 160 268 176 149 270 182 171 271 200 198 287 246 269 327 306 327 273 190 167 279 197 179 254 193 186 268 217 213 274 257 272 353 330 336 318 230 190 324 201 177 313 204 181 244 208 222 291 280 286 321 338 336 318 222 194 298 195 174 295 197 200 291 214 216 286 264 282 -9.000833 0.05 0.67364877 -1.001895307 -0.03 13.103 V d (kgf/cm2) 0.98777435 -1.47 -0.155 0.95 32.09048 -6.38139475 -2.35 0.67364877 -2.38139475 -2.309 0.88673193 -3.86323284 -3.000639 0.70 -0.051 0.29 0.86 0.000173 0.97592965 -2.103 0.27302629 -2.27737 -8.45767 -8.309 0.67364877 -1.97592965 -2.51 3.051 0.37 15.93219 -7.000302 0.74 -0.86 0.86565 -7.75873 -7.000388 0.

00 0.275 0.30612 -7.98777435 -1.11 1.021 0.35 -0.30674 -6.034 0.86323284 -3.051 0.81410 -7.10 -0.30 4.67364877 -1.81 8.07 0.034 0.000307 225 0.051 0.021 0.000383 269 0.79935 -8.309 0.103 0.47 -1.91 3.36116 -8.069 0.000204 250 0.103 0.103 0.000809 255 0.89931 -7.86323284 -3.069 0.000432 317 0.98777435 -1.051 0.78062089 -3.38139475 -2.20 0.58 7.034 0.73787 -7.34316 -8.27302629 -2.051 0.80 1.97592965 -2.01 15.54251 -7.93 17.051 0.000839 328 0.19418321 -2.069 0.103 0.88 0.95 2.29006 -7.000316 218 0.38139475 -3.86323284 -3.7125 0.137 0.27302629 -2.27302629 -2.137 0.14 -0.67364877 -2.78062089 -3.412 0.97 25.92 0.37 7.000671 204 0.67364877 -2.000428 320 0.001269 325 0.069 0.069 0.97592965 -2.069 0.137 0.97592965 -2.56 -0.000181 227 0.57987911 -1.051 0.412 0.49739 -7.67364877 -2.27302629 -1.01 3.206 0.30 -0.021 0.15 15.98777435 -3.15 0.02767 -6.021 0.137 0.000657 157 0.97592965 -2.174414 -1.000407 152 0.000612 168 0.062 0.51 19.38139475 -2.103 0.86323284 -3.000402 256 0.64 -0.98777435 -1.57987911 -2.87 -0.034 0.000856 321 0.38139475 -2.00016 213 0.103 0.78062089 -3.43 -0.79 5.29098418 -0.74 -0.26 12.19418321 -2.001152 268 0.034 0.66 21.61701 -7.38139475 -3.27302629 -1.051 0.069 0.000195 262 0.11971 -6.000662 207 0.95 4.46 -0.27302629 -1.67364877 -2.000515 200 0.92387 -7.08866 -7.137 0.65002 -9.174414 -1.041 0.32025 -6.000371 186 0.103 0.09 3.069 0.54 -0.79 3.98777435 -1.021 0.137 0.137 0.98777435 -1.38139475 -2.57987911 -1.41 -0.58 -0.412 0.72 1.137 0.66953 -9.17 11.66 9.103 0.67364877 -2.034 0.98777435 -1.74708 -7.034 0.07 -0.92287 -7.19418321 -2.069 0.27302629 -1.49 -0.137 0.39878 -8.47163 -7.051 0.103 0.49 -0.86323284 -3.041 0.155 0.06 -0.05977 -7.27302629 -2.08808 -8.98777435 -1.103 0.55 5.57987911 -2.00 1.27 10.75 23.062 0.67 23.001139 271 0.32 0.99840 -9.25 0.069 0.86323284 -3.000403 171 0.86323284 -3.47 18.000985 209 0.000797 194 0.000409 169 0.31018 -7.97592965 -2.27302629 -1.09 28.81657 -7.27302629 -1.137 0.069 0.16 -0.000436 314 0.67364877 -1.47515 -7.74034 -7.13 -0.65389 -1.88673193 -3.38139475 -3.86323284 -3.051 0.000576 179 0.000217 235 0.88673193 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 11 47 70 70 44 19 67 -6 -12 -8 -23 -16 -2 -33 -4 -23 -8 32 -9 34 67 48 6 -1 48 -16 -16 -2 -42 -8 -41 -33 -3 -26 3 43 -4 44 70 36 7 -6 -27 -24 -21 -13 -41 -25 -58 -32 -9 -42 -12 32 -12 29 63 30 -17 -14 24 -31 -27 -18 -36 -30 -63 -45 -12 -56 0 29 -15 34 63 -2 -19 -13 -36 -34 -25 -28 -44 -26 -64 -36 -14 -54 -15 26 -18 40 64 Média 3.72 3.43 -0.034 0.61 -0.52 1.34 11.98777435 -1.000567 182 0.275 0.001293 319 0.46 0.98777435 -1.38139475 -3.66 13.000111 306 0.206 0.38139475 -3.137 0.44023 -7.38139475 -2.37 19.64 0.00096 215 0.001267 325 0.000084 250 0.26 0.88673193 -3.103 0.75332 -7.89583 -7.000386 179 0.137 0.174414 -1.03445 -8.86 12.57987911 -1.034 0.78062089 -3.04 -0.001279 322 0.000963 214 0.61 1.069 0.309 0.137 0.86 9.19 -0.74 20.155 0.069 0.309 0.051 0.30 -0.000246 280 0.97592965 -2.22039 -8.76626 -7.29 7.98777435 -1.27302629 -1.69 19.103 0.77497 -7.00 0.12 -0.000704 195 0.38469 -8.103 0.27302629 -2.24 -0.59 12.00055 187 0.0.86323284 -3.42025 -8.86748 -7.25 17.97592965 -2.53 -0.000661 207 0.86323284 -3.90876 -7.50 9.80670 -8.16 2/2 .00 21.98777435 -1.57987911 -1.67364877 -2.275 0.98777435 -1.137 0.137 0.275 0.000999 206 0.67364877 -2.12 14.67364877 -2.27302629 -2.000251 163 0.000099 212 0.49 17.97592965 -2.80 8.44 4.000874 315 0.40 22.21 0.069 0.15 9.051 0.22 -0.88673193 -3.000821 251 0.98777435 -1.86323284 -3.57 -0.81 13.42 9.41 8.17 6.041 0.309 0.67364877 -2.86323284 -3.103 0.206 0.412 TeseCinconeguiAnexosMSIRJ (2) 0.051 0.97592965 -2.43561 -7.021 0.59 -0.97592965 -2.000362 285 0.10499 -6.206 0.67364877 -2.79 -0.041 0.66168 -9.74 3.000208 245 0.103 0.88673193 -3.67110 -9.67364877 -2.000831 248 0.19418321 -2.98777435 -1.98777435 -1.06324 -6.59 -0.33 21.309 0.103 0.21 -1.206 0.021 0.27302629 -2.09288 -6.021 0.021 0.10598 -7.51145 -8.02 9.38 10.81518 -7.000887 310 0.001294 318 0.069 0.137 0.000074 284 0.86433016 -2.051 0.95188 -7.78062089 -3.98777435 -3.02 10.97592965 -2.27302629 -1.86323284 -3.38139475 -3.81 16.000376 165 0.062 0.137 0.69752 -7.034 0.86323284 -3.34 1.000418 328 0.069 0.412 0.32783 -8.000217 189 0.27302629 -2.103 0.13 -0.25 0.77 -0.67364877 -1.97592965 -2.97 -0.51719 -7.000658 208 0.137 0.36 5.069 0.38139475 -3.75639 -7.67364877 -1.30 -0.021 0.15 -0.06 0.43348 -8.034 0.77760 -7.034 0.67364877 -2.88 29.87 0.98777435 -1.08330 -6.12 24.38139475 -2.137 0.19 0.67364877 -1.174414 -1.021 0.24 -0.97592965 -2.86323284 -3.206 0.000086 244 0.81906 -7.24 13.103 0.86323284 -3.38139475 -2.000286 241 0.04483 -7.00008 263 0.85451 -8.137 0.021 0.33 -0.206 0.75 -0.041 0.82 7.86323284 -3.103 0.77 0.27302629 -1.88673193 -3.44 -1.000569 181 0.86323284 -3.021 0.06612 -7.103 0.97592965 -2.79 0.27302629 -1.069 0.33 0.98777435 -1.94858 -7.31 3.07617 -6.137 0.27302629 -2.87 11.63 10.86433016 -2.04243 -6.103 0.103 0.15952 -7.79 18.80 15.29098418 -0.155 0.38139475 -3.27302629 -2.069 0.000773 266 0.001012 204 0.16 0.051 0.051 0.45 -0.137 0.27302629 -2.98777435 -1.206 0.86433016 -2.36979 -8.0002 255 0.97592965 -2.98777435 -3.60 1.29098418 -0.206 0.60 14.412 0.034 0.78003 -7.275 0.38139475 -2.27302629 -2.021 0.33 11.069 0.16 -0.67364877 -2.82 -0.53 -1.27302629 -2.97592965 -2.86433016 -2.137 0.103 0.74 -0.86323284 -3.034 0.27302629 -2.97592965 -2.13 0.57 -0.76578 -7.57987911 -1.05 18.57987911 -2.93498 -7.25873 -6.034 0.26 -0.62 17.57987911 -2.27 0.000647 159 0.26 0.000336 185 0.53 20.103 0.062 0.97592965 -2.54 12.000898 173 0.29098418 -0.051 0.53 24.69 10.27302629 -1.000118 288 0.41 -0.137 0.04358 -6.103 0.001097 282 0.021 0.103 0.069 0.27302629 -2.47797 -7.20 15.000599 172 0.98777435 -1.137 0.069 0.99 11.14 -0.137 0.103 0.64 -0.103 0.88592 -9.000167 204 0.67364877 -2.069 0.98 17.00041 151 0.65079 -9.000247 166 0.32176 -6.034 0.57987911 -2.22 0.27302629 -1.94546 -7.83 1.97592965 -2.001142 271 0.000404 255 0.000881 176 0.67364877 -2.38139475 -2.000873 315 0.27 21.034 0.27302629 -1.85967 -7.103 0.98777435 -3.16523 -6.45940 -7.155 0.275 0.51 -0.84 1.000835 186 0.04 -0.206 0.82405 -7.034 0.000783 263 0.35 0.000388 160 0. Padrão 55.63 21.021 0.069 0.0004 343 0.67364877 -2.67364877 -2.04 -0.034 0.98777435 -3.65 -0.97592965 -2.137 0.137 0.57134 -7.11 -0.00063 163 0.01534 -8.021 0.86323284 -3.67364877 -2.26 15.32631 -6.39 3.38139475 -2.000352 196 0.98777435 -1.26 1.155 0.95570 -7.67364877 -2.051 0.000874 177 0.29098418 -0.38139475 -3.50559 -7.20 1.98777435 -1.37 -0.021 0.137 0.051 0.174414 -1.29098418 -0.98777435 -1.41 14.19418321 -2.001167 265 0.000358 288 0.67364877 -2.000845 325 0.98777435 -1.103 0.034 0.80180 -7.27302629 -1.000216 190 0.38139475 -3.04243 -8.86433016 -2.021 0.75365917 -7.13466 -8.15238 -6.051 0.80 20.069 0.062 0.000129 264 0.001289 320 Desv.04 -0.051 0.27302629 -1.021 0.74 -0.98777435 -1.60 12.34 16.01 0.000424 323 0.000314 220 0.28 -0.43561 -7.

03169 -7.86323284 -3.27302629 -2.32 -0.36 -0.97592965 -2.051 0.103 0.67364877 -2.04719 -7.021 0.84572 -7.000242 0.38 21.15952 -7.80 4.41 -0.069 0.44 20.27302629 -1.137 0.000546 0.86323284 -3.67364877 -2.82 7.137 0.001189 0.86323284 -3.103 0.07 2.57987911 -2.103 0.309 TeseCinconeguiAnexosMSMRJ (2) Ha 0.69 2.034 0.78062089 -3.86323284 -3.93777 -7.97592965 -2.021 0.000598 0.4553 K3 = 1-k3 -0.15 0.19418321 -2.43 -0.137 0.000306 0.54 42.31 4.80 0.206 0.82433 -9.42 -0.3335162 b1 -0.06 -0.19 -0.97592965 -2.82405 -7.000245 0.001076 0.034 0.412 0.137 0.000958 0.86323284 -3.98777435 -1.051 0.021 0.206 0.59890 -8.051 0.67 27.174414 -1.07027 -8.000286 0.53 24.76 9.0003 0.38139475 -3.83358 -9.000495 0.275 0.97592965 -2.53 22.103 0.137 0.206 0.021 0.67364877 -2.021 0.57987911 -1.97592965 -2.00068 0.034 0.137 0.67364877 -1.97592965 -2.79692 -7.103 0.06 8.38139475 -3.86323284 -3.103 0.27302629 -1.000651 0.051 0.67364877 -2.034 0.68 1.65 28.83916 -7.062 0.43 1.29098418 -0.56702 -8.86433016 -2.86323284 -3.001077 0.67364877 -1.000203 0.78 0.08569 -8.309 0.27302629 -1.05 37.034 0.81830 -8.021 0.94904 -7.45 12.19418321 -2.86323284 -3.98777435 -1.000098 0.67364877 -1.78062089 -3.137 0.206 0.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MSMRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.137 0.16 0.000543 0.051 0.78062089 -3.57987911 -2.103 0.000264 0.021 0.67778 -7.000058 0.34 34.051 0.27302629 -3.17 -0.96 0.05 16.000521 0.50 31.67364877 -2.13338 -8.069 0.86 6.31 0.137 0.137 0.062 0.041 0.38139475 -3.73 16.11503 -8.137 0.021 0.83 0.91 0.60 5.32657 -7.069 0.29098418 -0.98777435 -3.38139475 -2.000171 0.38139475 -2.034 0.000336 0.000701 0.38139475 -3.051 0.01 3.206 0.81156 -7.069 0.137 0.36 -0.001241 0.4553271 1.86433016 -2.069 0.27302629 -2.275 0.00 0.034 0.28 -0.61 12.000486 0.000157 0.38139475 -2.069 0.034 0.051 0.84522 -8.275 0.35 -1.10 0.000964 0.000894 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.309 0.97592965 -2.01 10.42 -0.103 0.155 0.069 0.206 0.11110 -6.155 0.14728 -8.67364877 -1.41 10.25 15.86323284 -3.051 0.06 -0.000682 0.309 0.103 0.000913 0.93 -1.27160 -8.041 0.97592965 -2.86323284 -3.11173 -7.27302629 -1.95570 -7.062 0.86323284 -3.38139475 -2.31425 -7.051 0.27 22.02 1.000312 0.000129 0.03 22.034 0.12 0.80 7.27302629 -1.021 0.69 1.103 0.20 15.103 0.034 0.000543 0.103 0.069 0.034 0.06 0.000092 0.64112 -8.062 0.89 4.000082 0.22 0.069 0.35 4.27302629 -2.67364877 -2.04817 -8.021 0.67364877 -2.97592965 -2.70 -0.19418321 -2.000695 0.05 0.05 -0.81 0.27302629 -2.11 -0.051 0.000276 0.155 0.57987911 -2.05 13.27302629 -2.75926 -7.051 0.021 0.98777435 -1.29098418 -0.67364877 -2.57987911 -2.23904 -8.47 8.22 0.137 0.69184 -9.00032 0.137 0.51289 -8.33 9.38139475 -2.33 16.07251 -9.27302629 -1.49 14.97592965 -2.94 14.98777435 -1.38139475 -2.000554 0.62930 -7.23054 -8.72647 -7.069 0.05 -0.18219 -6.0004 0.000357 0.27302629 -1.51840 -7.97592965 -2.98777435 -1.86323284 -3.021 0.034 0.27302629 -2.46 0.069 0.051 0.27302629 -2.000161 0.98777435 -1.069 0.57987911 -1.44 0.26 18.96010 -7.45 -0.000949 0.80 0.46 1.27 -0.97592965 -2.38139475 -2.03 0.021 0.96 0.29342 -6.86323284 -3.75 -0.38139475 -3.04719 -9.52 2.174414 -1.069 0.67364877 -2.000065 0.174414 -1.21709 -9.57987911 -2.02 -0.96588968 K1 = 1/k1 563 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.000178 0.50230 -7.42 4.91 4.021 0.38139475 -3.67364877 -2.000816 0.021 0.04 -0.03 -0.137 0.92 1.23956 -7.88673193 -3.27302629 -2.27302629 -1.32 0.06 -0.069 0.103 0.99543 -7.206 0.79163 -8.27302629 -1.000819 0.67364877 -2.61 0.86323284 -3.97 1.19 -0.58 -1.000838 0.37 -1.97592965 -2.00076 0.67364877 -2.63 0.98777435 -3.000665 0.95066 -7.000869 0.17825 -6.174414 -1.000176 0.01980 -3.76 14.67364877 -2.021 0.67385 -7.81 12.27302629 -2.206 0.13 10.069 0.72 9.19511 -9.38 -0.000239 0.73411 -7.58 -0.61095 -8.206 0.137 0.57987911 -1.99 1.000441 0.97592965 -2.021 0.000686 0.86323284 -3.98777435 -1.46840 -7.29048 -6.000149 0.16302 -7.12 -0.000325 0.99 25.76 5.28463 -6.86323284 -3.27302629 -1.57987911 -1.59 1.78062089 -3.26300 -8.137 0.83450 -7.30 0.43 27.069 0.38139475 -3.000721 0.25503419 k1 k2 k3 0.71 17.034 0.27302629 -2.38 -0.07 -0.051 0.034 0.67364877 -2.50 -0.000401 0.00032 0.11 1.000763 0.71969 -7.88673193 -3.92 1.58 13.103 0.67364877 -2.86323284 -3.98777435 -3.000501 0.33 6.000559 0.27302629 -2.32 0.45 16.412 0.67364877 -1.94058 -7.42 6.67364877 -2.000837 0.08449 -7.35 11.51840 -7.069 0.97592965 -2.31572 -7.103 0.19 1/2 .041 0.80 10.103 0.103 0.041 0.000411 0.2550342 2 R = 0.51 -1.155 0.57987911 -1.27302629 -2.98777435 -1.206 0.001775779 -0.000444 0.034 0.000053 0.000353 0.63 9.27302629 -2.00007 0.42192 -6.275 0.021 0.069 0.50 -0.26 36.08 -0.97592965 -2.021 0.103 0.103 0.03 3.000725 0.103 0.82155 -8.27302629 -1.18 -0.64503 -8.28 0.38139475 -2.051 0.25 16.19418321 -2.98777435 -1.27302629 -1.051 0.000463 0.23 -0.67364877 -2.98777435 -1.069 0.309 0.103 0.16 1.15 -0.000285 0.98777435 -1.40879 -8.88673193 -3.10743 -6.069 0.051 0.103 0.90 -0.001087 0.000152 0.73 -0.174414 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 63 14 2 23 -27 -27 -12 -47 -37 -68 -48 -24 -65 -29 17 -36 20 46 -4 -47 -42 -23 -71 -57 -59 -73 -55 -48 -76 -32 -69 -28 21 -30 19 61 40 11 -3 29 -23 -18 6 -37 -18 -45 -32 -4 -52 1 53 7 63 93 102 51 28 83 3 -10 15 -27 -11 -1 -24 -3 -21 4 51 30 65 97 136 58 33 61 2 -8 32 -26 -13 4 -24 -7 -14 10 76 19.034 0.103 V d (kgf/cm2) 0.65 26.98777435 -1.20 0.97592965 -2.86323284 -3.67364877 -2.33700 -8.75 -0.63373 -8.48279 -7.42 7.069 0.051 0.103 0.97592965 -2.23487 -6.069 0.88673193 -3.32 1.29372 -8.069 0.48936 -7.034 0.38139475 -2.155 0.51 0.000356 0.99840 -7.10 -0.000718 0.86433016 -2.38139475 -3.29098418 -0.034 0.98777435 -3.00021 0.021 0.27302629 -1.89 23.01 17.09193 -7.412 0.27302629 -2.98777435 -1.00085 0.38139475 -3.80 10.47 1.50 39.062 0.37 18.069 0.2550 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 323 233 199 309 212 189 298 212 197 261 229 226 292 270 287 343 337 332 256 172 155 264 168 158 251 186 178 282 201 217 289 271 290 348 336 347 300 230 194 315 216 198 317 222 216 285 245 246 306 300 323 385 379 379 362 270 225 370 242 206 325 232 223 329 252 246 337 303 321 408 381 383 396 277 230 347 241 208 342 234 221 333 252 242 343 310 346 -9.12 20.04 5.000207 0.75 -1.27302629 -1.55976 -8.103 0.56 0.137 0.97592965 -2.000787 0.67364877 -2.33905 -7.87 -0.29 23.54 1.58 8.48 11.99 0.034 0.103 0.001064 0.75 -0.86 0.86323284 -3.38139475 -3.38139475 -2.00027 0.000337 0.67364877 -2.000148 0.00011 0.86323284 -3.98777435 -1.137 0.02 0.99877 -7.11 9.103 0.051 0.103 0.103 0.73464 -9.103 0.069 0.4553271 b2 1.27302629 -2.051 0.49835 -7.91 1.412 0.48 0.86433016 -2.000108 0.137 0.78062089 -3.86433016 -2.98777435 -1.98777435 -1.98777435 -1.034 0.94442 -7.137 0.67 -0.22934 -6.000394 0.75507 -8.97592965 -2.19418321 -2.041 0.17 17.

22247 -8.78062089 -3.069 0.60057 -7.137 0.57987911 -2.021 0.27302629 -1.000088 386 0.10 -0.062 0.81 -0.27304 -8.034 0.75 0.98777435 -1.27302629 -1.97592965 -2.24 -0.00047 219 0.021 0.09 0.96619 -7.18072 -7.000713 386 0.29098418 -0.97592965 -2.137 0.27302629 -2.68 1.94 35.000341 182 0.174414 -1.103 0.86323284 -3.19418321 -2.41 1.57 6.93 13.27302629 -1.069 0.91882 -7.82 -0.069 0.16 1.54 0.38139475 -3.36 10.83 4.000178 230 0.001097 282 0.137 0.034 0.069 0.021 0.27302629 -1.137 0.72791 -8.87387 -7.051 0.94621 -7.041 0.44732 -7.137 0.051 0.97592965 -2.73 0.27302629 -1.00042 245 0.50 20.89 2.38139475 -3.12 0.83 14.051 0.92387 -7.88 0.88306 -7.14219 -7.01 8.57987911 -2.57987911 -1.21 13.48401 -7.91 1.81156 -8.062 0.44 0.000165 309 0.051 0.07 -0.27302629 -1.11 0.275 0.137 0.00 0.001025 301 0.103 0.174414 -1.98777435 -1.174414 -1.96 3.59600 -8.051 0.27302629 -1.86323284 -3.4911 0.103 0.103 0.000362 378 0.069 0.29098418 -0.61 10.42644 -7.81245 -9.86323284 -3.86323284 -3.92084 -7.309 0.021 0.97592965 -2.57987911 -1.59600 -8.86323284 -3.27302629 -1.47 0.15 -0.103 0.051 0.000872 236 0.31 -0.08217 -7.000219 315 0.98777435 -1.051 0.72 7.38139475 -3.97592965 -2.19145 -6.86323284 -3.07 3.000057 368 0.29098418 -0.103 0.034 0.18 15.73329 -7.137 0.034 0.001075 383 0.137 0.58 0.001299 317 0.069 0.98777435 -1.52 -1.62812 -7.79890 -1.38139475 -2.93513 -7.97592965 -2.38139475 -2.85 -0.24 0.67364877 -2.15 2.67364877 -2.069 0.88673193 -3.73 15.051 0.27302629 -1.000068 309 0.000564 243 0.31 0.22 15.86323284 -3.10 -0.94 15.001119 368 0.86433016 -2.069 0.275 0.40 4.069 0.67364877 -2.49 16.66278 -8.103 0.67364877 -2.83543 -9.412 0.021 0.67364877 -2.67364877 -2.05 11.65 15.27302629 -1.000562 244 0.94904 -7.88673193 -3.86323284 -3.17172 -8.35 -0.98777435 -1.000184 277 0.98777435 -1.24 0.021 0.000095 358 0.24 0.19418321 -2.27302629 -2.000308 334 0.98777435 -1.000248 278 0.86323284 -3.18789 -9.275 0.30080 -6.21 -0.97592965 -2.91 31.57987911 -1.86323284 -3.00042 326 0.27302629 -1.97592965 -2.10 0.98777435 -1.18 3.309 0.103 0.92 8.000973 318 0.000347 199 0.65663 -8.412 0.41 11.13 0.99543 -7.98777435 -1.206 0.000123 276 0.000291 354 0.137 0.051 0.97592965 -2.309 0.00 0.000062 339 0.38 0.31 25.19 9.034 0.103 0.50 -0.75 4.86323284 -3.0.95 14.67364877 -2.103 0.69962 -7.86323284 -3.38139475 -2.09 2.06 -0.000239 289 0.98777435 -1.72 19.77 4.92185 -9.67364877 -2.67364877 -2.97592965 -2.00 0.08 7.68 0.103 0.000734 375 0.00333 -8.000356 385 0.000309 223 0.98777435 -1.43 20.000656 314 0.98777435 -1.103 0.97592965 -2.18 17.97925 -6.04472 -8.000672 307 0.20078 -6.14908 -7.275 0.03 1.82 0.78062089 -3.77 -0.56 17.98777435 -3.069 0.137 0.000841 245 0.98777435 -3.000113 301 0.309 0.000136 250 0.000278 223 0.57987911 -2.98777435 -1.155 0.70 -0.206 0.38139475 -3.034 0.051 0.23 -0.137 0.000688 299 0.000768 202 0.88673193 -3.64616 -9.103 0.86323284 -3.20971 -9.67364877 -2.24603 -6.86323284 -3.103 0.27302629 -1.63 -0.155 0.43 16.19677 -6.38139475 -2.000583 235 0.000749 275 0.000309 333 0.59103162 -7.13876 -9.000532 194 0.38139475 -3.27302629 -2.65 -1.12 -0.38139475 -2.206 0.24 -0.03 3.52394 -8.05 10.000694 223 0.412 0.051 0.67364877 -2.034 0.309 0.38139475 -2.069 0.98777435 -1.000898 229 0.08541 -7.76 8.66 -0.38139475 -3.137 0.65 21.31 13.021 0.034 0.155 0.27302629 -2.19 -0.034 0.034 0.71 12.11 22.069 0.000931 295 0.38 0.67364877 -2.103 0.000989 208 0.137 0.412 0.27302629 -1.08 0.38 -0.021 0.95 11.000162 253 0.034 0.97592965 -2.137 0.412 TeseCinconeguiAnexosMSMRJ (2) 0.137 0.000746 369 0.28172 -8.98777435 -1.05 0.67364877 -2.73411 -7.67364877 -2.77 0.54 -0.103 0.137 0.88673193 -3.98777435 -1.137 0.000292 212 0.062 0.000843 244 0.57987911 -2.97592965 -2.34324 -7.33 0.137 0.000348 394 0.67364877 -1.06 14.000191 215 0.78062089 -3.98777435 -3.97592965 -2.98363 -9.91 1.19418321 -2.034 0.50 0.103 0.93205 -7.069 0.56324 -8.29098418 -0.08092 -8.000753 365 0.27302629 -2.051 0.041 0.77 8.069 0.49 6.000347 395 0.206 0.18 -0.069 0.57 -0.72 4.27302629 -2.97592965 -2.069 0.32025 -6.72420 -8.051 0.000353 388 0.32935 -6.103 0.77526 -6.06 5.54 1.051 0.000064 328 0.021 0.97592965 -2.94 7.000337 205 0.137 0.041 0.27302629 -1.000149 275 0.000438 235 0.021 0.81 0.206 0.77246 -8.28172 -6.33905 -7.21428 -6.23 -0.174414 -1.27302629 -2.27302629 -2.051 0.30525 -6.000976 317 0.27302629 -1.54 20.27302629 -2.68838 -8.155 0.90 20.45594 -8.98777435 -1.35 0.103 0.01534 -8.034 0.000238 290 0.27302629 -2.26 -0.051 0.48 8.09520 -7.051 0.30 1.000537 192 0.206 0.79 1.62 -1.021 0.103 0.59 -0.52765 -7.86323284 -3.069 0.021 0.97592965 -2.22 -0.103 0.67364877 -2.021 0.26 23.88673193 -3.26163 -8.000289 239 0.33 7.000244 283 0.77526 -7.40 -0.92 20.86433016 -2.74 -0.069 0.206 0.051 0.53887 -8.78062089 -3.04 -0.21700 -6.29 7.50 1.137 0.155 0.062 0.86323284 -3.000068 309 0.29098418 -0.67364877 -2.069 0.137 0.19418321 -2.52951 -7.04 14.27302629 -2.00054 191 0.041 0.69 15.27302629 -2.38139475 -2.97592965 -2.051 0.103 0.86323284 -3.000161 317 0.30208 -7.034 0.40 0.24603 -8.27302629 -2.02555 -8.86323284 -3.08 0.001115 370 Desv.137 0.02 -0.08217 -7.75 15.96619 -7.48046 -7.103 0.34 -0.71 0.38 2.67364877 -1.98777435 -3.103 0.069 0.000986 418 0.38 5.206 0.000688 225 0.103 0.08 -0.90 1.78062089 -3.98777435 -1.81518 -7.103 0.52 -0.137 0. Padrão 63.67364877 -2.38139475 -2.0011 375 0.38139475 -3.63 13.95 23.38139475 -3.27 0.137 0.52 5.63373 -7.034 0.021 0.000538 255 0.39 -0.47 14.49 1.36 0.47 13.103 0.069 0.000453 227 0.76 4.000713 217 0.70957 -7.26 0.00014 364 0.174414 -1.062 0.00073 212 0.98777435 -1.021 0.000578 178 0.034 0.000675 305 0.97592965 -2.98777435 -1.79532 -9.000305 338 0.94058 -7.08812 -7.034 0.67364877 -1.137 0.021 0.069 0.82 1.000327 190 0.60 0.137 0.88673193 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 15 57 89 49 -4 -7 -36 -34 -37 -25 -44 -21 -41 -42 -20 -24 7 32 0 52 83 68 28 15 -10 -16 -22 6 -24 -16 -47 -33 -13 -23 0 47 17 49 98 109 56 26 100 8 17 54 -32 -8 -15 -34 -5 -19 15 48 10 69 132 49 11 -15 15 -40 -25 -33 -68 -32 -40 -70 -41 -66 -24 12 -52 -21 32 79 34 31 72 0 4 -1 -14 -10 -51 -22 -4 -3 6 43 7 58 84 Média 3.000479 215 0.206 0.38139475 -2.57987911 -1.38139475 -3.84 11.000179 285 0.27302629 -2.19418321 -2.31834 -7.034 0.97592965 -2.034 0.000662 207 0.27302629 -2.49 22.86433016 -2.67364877 -2.11 13.01 2.103 0.000987 313 0.86433016 -2.89 4.79 13.64381 -7.412 0.98777435 -1.38139475 -2.275 0.13 -0.000354 291 0.96331 -7.67364877 -2.93 2.57987911 -1.53 -0.000272 228 0.000736 374 0.98777435 -1.90286 -7.98777435 -1.29098418 -0.57 13.137 0.07 0.32 2/2 .041 0.67364877 -2.98777435 -3.07854 -8.38139475 -3.021 0.67364877 -1.70352 -8.86323284 -3.63 18.051 0.63 25.67364877 -1.50 -0.07 14.33817 -8.86433016 -2.034 0.57987911 -2.76 1.275 0.23 0.069 0.00028 246 0.64 -0.98777435 -1.70 33.021 0.069 0.07 -0.74 22.000442 233 0.069 0.48 29.000166 247 0.021 0.103 0.103 0.021 0.86323284 -3.137 0.06 -0.206 0.137 0.16 -0.

27302629 -1.000785 0.069 0.021 0.137 0.051 0.98777435 -1.051 0.55 1.137 0.27302629 -2.137 0.33 0.103 0.83 0.67364877 -2.206 0.99 -0.70 11.70 10.069 0.4697 K3 = 1-k3 -0.72 16.21 38.001099 0.27302629 -3.63 2.412 0.000208 0.42 -0.40 -0.000851 0.000808 0.97592965 -2.27302629 -1.27302629 -1.38469 -8.103 0.27302629 -1.78964 -7.35 -0.000077 0.021 0.000095 0.206 0.49 29.000393 0.92 7.034 0.051 0.27302629 -2.000627 0.67385 -8.000681 0.069 0.000634 0.000507 0.034 0.85193 -7.35 10.38139475 -3.34 -0.45 21.069 0.47171 -8.069 0.001134 0.051 0.97592965 -2.37286 -8.103 0.103 0.83 10.34 19.155 0.103 0.88673193 -3.38 -0.001032 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.051 0.27302629 -1.29098418 -0.051 0.103 0.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MMIRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.98777435 -1.89 7.31 -0.98777435 -1.000386 0.82 19.20 1.17 8.21700 -6.38139475 -3.137 0.27 7.67364877 -1.275 0.051 0.034 0.069 0.021 0.65 -0.29 13.021 0.68 13.78062089 -3.67364877 -2.98777435 -3.19418321 -2.034 0.67364877 -1.0002 0.000254 0.309 0.61 -0.10 -0.000171 0.137 0.000203 0.09701 -7.83190 -7.051 0.000861 0.46840 -7.33 13.86 0.000669 0.39 0.93498 -7.06 -0.98777435 -3.137 0.62 -0.29098418 -0.000058 0.57987911 -2.02861 -7.041 0.94 26.86323284 -3.32 -0.67364877 -2.31 0.75246 -9.69 9.034 0.15494 -6.14983 -8.97132 -7.000518 0.47 -0.93 5.041 0.82 26.069 0.38139475 -2.137 0.000793 0.069 0.27302629 -2.38139475 -3.034 0.000825 0.27302629 -2.069 0.412 0.069 0.82155 -7.034 0.08 -0.81335 -7.57987911 -2.58700 -7.68 15.000146 0.000085 0.001774605 -0.86323284 -3.53 -0.50015 -7.07 2.82 -0.27302629 -2.13 -0.81 7.48 14.000247 0.57 13.02 -0.34 10.97592965 -2.27302629 -2.98777435 -1.86323284 -3.57987911 -1.25483 -7.76 0.000185 0.57987911 -1.86323284 -3.051 0.65642 -7.42188 -7.034 0.97592965 -2.103 0.000362 0.021 0.86323284 -3.67506 -9.71 0.86323284 -3.034 0.19418321 -2.02 0.00039 0.86433016 -2.000199 0.000643 0.98777435 -3.051 0.86433016 -2.78 9.27818 -7.03 0.275 0.55 -0.38139475 -2.00647 -7.97 20.27302629 -1.38139475 -3.19 7.39 6.21 0.65 2.30 0.38 22.38139475 -2.000389 0.000254 0.44 2.062 0.84936 -7.67364877 -2.034 0.77051 -7.57987911 -1.29098418 -0.155 0.103 0.91 7.78 0.309 0.87626 -3.000422 0.27302629 -1.103 0.98777435 -1.034 0.95 5.85967 -9.137 0.79 7.97592965 -2.021 0.13969 -6.42 12.25 18.88673193 -3.19418321 -2.00087 0.155 0.86323284 -3.000835 0.051 0.21 0.051 0.36 23.000808 0.069 0.54 25.66874 -9.47797 -7.103 0.86323284 -3.97592965 -2.67364877 -2.04702 -8.15 -0.12095 -6.47797 -7.38139475 -2.45421 -8.67364877 -2.23021364 k1 k2 k3 0.069 0.27302629 -2.000764 0.000415 0.83 -0.069 0.84425 -9.206 0.000084 0.57 -0.65 3.021 0.19 20.59515 -7.412 0.85967 -8.000562 0.27302629 -1.67364877 -2.53884 -8.034 0.92287 -7.78723 -7.021 0.67364877 -2.103 0.000985 0.275 0.97592965 -2.27818 -7.00055 0.069 0.206 0.67364877 -2.97592965 -2.137 0.021 0.000781 0.42 6.051 0.069 0.10 10.000414 0.00022 0.000664 0.67364877 -1.21 0.08 0.67364877 -2.103 0.63 16.57987911 -1.27302629 -1.54 -0.98777435 -3.67364877 -2.051 0.137 0.32783 -7.069 0.206 0.97592965 -2.000392 0.103 0.000906 0.19 0.00086 0.034 0.001093 0.86323284 -3.59 7.86433016 -2.069 0.86323284 -3.38139475 -2.155 0.88 3.103 0.98777435 -1.000473 0.56554 -7.206 0.2302136 2 R = 0.051 0.66 3.98777435 -1.04483 -7.45 -0.103 0.103 0.08808 -8.000645 0.38139475 -3.86433016 -2.95 1.01 -0.051 0.98777435 -1.17694 -6.174414 -1.103 0.000868 0.000326 0.80520 -7.13215 -8.11 13.27302629 -2.27302629 -2.52221 -7.77 10.08541 -9.97592965 -2.26 -0.29 20.78062089 -3.25 9.34937 -8.97818 -7.12095 -6.155 0.103 0.103 0.021 0.103 0.86323284 -3.48401 -7.77 -0.000335 0.174414 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 68 13 11 -18 -22 -16 -1 -32 -20 -18 -41 -10 -42 -19 25 -19 25 55 27 -5 -14 37 -36 -34 -33 -52 -34 -32 -53 -22 -63 -24 29 -25 21 53 24 10 -14 17 -26 -30 -20 -49 -36 -25 -49 -8 -24 -15 39 -1 42 81 49 6 -16 53 -41 -32 -20 -36 -28 -25 -47 -4 -39 -9 27 -20 35 92 139 48 27 107 -1 -7 73 -17 -16 35 -45 6 -29 2 46 23.69 6.45 -0.67 -0.78 8.57987911 -2.19418321 -2.88673193 -3.275 0.103 0.92387 -7.000346 0.38139475 -2.069 0.103 0.27302629 -2.67364877 -2.206 0.034 0.11 21.137 0.40 23.38139475 -3.68 11.98777435 -1.034 0.069 0.38139475 -3.000146 0.034 0.000734 0.43 1.86323284 -3.85421 -7.29098418 -0.83190 -7.31723 -7.38139475 -2.75 -0.27302629 -2.57987911 -2.000127 0.28 0.78062089 -3.27302629 -2.069 0.56 -0.000401 0.67364877 -2.000369 0.24 0.051 0.98777435 -1.56 5.75507 -8.83 -0.94 0.137 0.206 0.25 9.39 -0.67364877 -1.00021 0.50230 -7.67364877 -2.137 0.103 0.27302629 -1.36 22.11 1.001055 0.051 0.43 12.98777435 -1.50 -0.38139475 -3.57987911 -2.97592965 -2.27302629 -1.29195 -6.86323284 -3.67364877 -2.051 0.30 0.82 18.034 0.103 V d (kgf/cm2) 0.27302629 -1.24 15.000358 0.16 -0.137 0.4696671 b2 1.00138 -8.84170 -7.90471 -7.97592965 -2.062 0.28 -0.98777435 -1.86323284 -3.97592965 -2.16 -0.17 -0.000657 0.25 0.53 -0.86323284 -3.30973 -6.27302629 -1.32 -0.2302 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 292 205 185 233 191 178 276 203 194 279 212 221 285 260 279 331 323 326 250 186 161 288 177 160 243 183 180 265 201 209 264 255 283 325 319 324 247 202 161 268 187 164 256 186 178 272 205 222 303 264 293 349 340 353 273 197 158 304 172 162 256 199 186 272 206 227 288 270 281 330 333 363 362 240 201 358 212 187 349 218 197 332 209 237 298 281 299 -9.103 0.26163 -8.86323284 -3.97592965 -2.05 10.174414 -1.309 0.88673193 -3.27302629 -1.43 -0.78 28.04932 -7.174414 -1.50 -0.069 0.98777435 -1.05742 -6.28 -0.86323284 -3.021 0.000362 0.103 0.062 0.000118 0.84 6.86323284 -3.81883 -7.137 0.14 0.27302629 -2.034 0.52221 -7.66 1.57987911 -1.86323284 -3.97 18.021 0.021 0.001262 0.27 -0.43 4.021 0.000386 0.94 18.001108 0.000308 0.10013 -6.78200 -9.40 -0.041 0.38139475 -2.37456 -8.98777435 -1.00127 0.86323284 -3.103 0.69 -0.062 0.3341775 b1 -0.98777435 -1.00026 0.06910 -6.103 0.97592965 -2.137 0.31 0.174414 -1.137 0.38 0.67364877 -2.062 0.069 0.97592965 -2.27 -0.51719 -8.19418321 -2.28 6.98777435 -1.069 0.94 8.021 0.97592965 -2.034 0.30612 -7.000932 0.021 0.98777435 -1.05858 -8.08 9.41 -0.40 0.309 TeseCinconeguiAnexosMMIRJ (2) Ha 0.000553 0.021 0.67364877 -2.000579 0.137 0.000072 0.26 0.50559 -8.67364877 -2.206 0.74 20.021 0.43 23.103 0.37 0.67364877 -2.38139475 -3.4696671 1.65 -0.38 9.84 0.27302629 -2.96907 -7.412 0.97592965 -2.86433016 -2.31 8.78062089 -3.000799 0.09 -0.50 -0.000926 0.97592965 -2.34626 -6.034 0.27302629 -2.00034 0.97592965 -2.78062089 -3.21 0.77 -0.001168 0.051 0.069 0.000208 0.137 0.103 0.041 0.021 0.98464 -7.137 0.46 0.56 -0.67364877 -1.38139475 -2.72 1/2 .36346 -8.92387 -7.206 0.137 0.041 0.38139475 -2.59 -0.67364877 -2.38139475 -3.000199 0.98656 -7.96588968 K1 = 1/k1 564 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.069 0.021 0.309 0.81 9.000112 0.57 5.21 15.10 17.

78 -0.137 0.98777435 -1.26443 -8.38139475 -3.275 0.206 0.00 0.27302629 -1.47 -0.041 0.000817 337 0.021 0.103 0.46 22.000415 330 0.000165 248 0.98777435 -1.206 0.92 8.37 5.82653 -8.034 0.67364877 -1.88673193 -3.27302629 -1.10987 -6.00 1.98777435 -3.78723 -7.051 0.25 1.67364877 -2.000361 285 0.86323284 -3.54 12.57987911 -2.26 0.021 0.137 0.27302629 -2.88992 -7.76814 -7.26873 -7.51656 -7.000277 249 0.034 0.97592965 -2.137 0.000341 402 0.22 2.98777435 -1.46 17.000868 317 0.57987911 -1.88327 -7.50 -0.67364877 -2.174414 -1.069 0.01534 -8.98 17.47318 -7.000301 229 0.86323284 -3.85 -0.11848 -8.000412 333 0.19418321 -2.97592965 -2.88062 -7.38139475 -3.00112 368 0.29098418 -0.069 0.24 29.68 6.034 0.86323284 -3.062 0.206 0.041 0.069 0.041 0.206 0.98 3.67364877 -2.24 0.034 0.00015 227 0.051 0.27302629 -1.000756 272 0.051 0.021 0.32 9.92490 -7.19 -0.000748 368 0.001078 287 0.83265 -7.000761 361 0.32 20.27302629 -2.021 0.35 5.069 0.68 -0.48 13.034 0.034 0.90 5.88673193 -3.069 0.137 0.000364 376 0.61 1.137 0.63 -0.97592965 -2.45880 -8.0007 221 0.08 -0.069 0.38139475 -2.96 7.051 0.000834 247 0.000948 435 Desv.19418321 -2.66 -0.38139475 -2.38139475 -3.69 1.06 1.000397 156 0.137 0.00758 -7.034 0.86323284 -3.137 0.051 0.16 25.103 0.91 19.000155 219 0.26643 -7.48 26.15 11.17 1.051 0.06 0.034 0.000881 234 0.67364877 -2.06 14.38139475 -2.90 0.29098418 -0.88673193 -3.53699 -7.021 0.001018 304 0.041 0.86323284 -3.00 16.38139475 -2.50 -0.0009 229 0.206 0.08211 -8.07 -0.069 0.41028 -8.98777435 -1.19149 -7.021 0.79621 -9.97592965 -2.000983 314 0.57987911 -1.000203 251 0.29 22.27302629 -1.001135 363 0.78062089 -3.103 0.51 10.137 0.021 0.000787 262 0.53 -0.021 0.91 0.69 0.97592965 -2.86323284 -3.000196 352 0.47163 -7.67364877 -2.69 19.051 0.051 0.60 2.05 0.01642 -7.275 0.051 0.062 0.67364877 -2.86748 -8.034 0.412 0.67364877 -2.103 0.63 11.000137 248 0.103 0.034 0.38139475 -2.95 0.38139475 -2.44 0.98777435 -1.137 0.021 0.62 5.58 -0.103 0.103 0.000668 154 0.174414 -1.08928 -6.26 15.98777435 -1.88673193 -3.034 0. Padrão 63.000697 197 0.000605 170 0.103 0.069 0.069 0.20347 -8.33700 -6.86323284 -3.000409 152 0.67364877 -1.021 0.79823 -8.12 13.001067 290 0.069 0.137 0.20238 -7.98777435 -1.88673193 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 26 63 97 46 19 -18 -24 -31 -17 -25 -42 -23 -45 -52 -2 -43 -1 69 -26 41 91 53 -32 -23 -31 -37 -40 -39 -46 -41 -34 -57 3 -54 -17 33 -20 33 64 30 2 -12 -3 -12 -24 -32 -54 -29 -68 -40 -3 -60 -32 36 -30 19 77 139 57 16 89 -4 10 -30 -13 -6 -48 -33 -3 -42 -6 50 -18 38 96 165 80 36 93 7 4 25 0 7 55 -13 3 3 38 60 52 69 163 Média 6.103 0.000058 362 0.051 0.97778 -7.76 -0.83 -0.000533 193 0.12 0.87 -0.051 0.000641 214 0.01 1.38139475 -3.062 0.069 0.38139475 -2.27302629 -2.19418321 -2.70400 -9.86323284 -3.38139475 -3.52 -0.103 0.000313 220 0.309 0.86433016 -2.47163 -7.53 0.97592965 -2.95066 -7.48279 -7.98777435 -1.27 0.67364877 -2.000207 246 0.155 0.27302629 -1.00068 201 0.000274 252 0.43 26.103 0.86323284 -3.97592965 -2.74139 -9.000054 389 0.021 0.412 TeseCinconeguiAnexosMMIRJ (2) 0.45892 -7.86323284 -3.412 0.63 16.000078 269 0.000262 263 0.034 0.36 -0.000377 273 0.12854 -9.309 0.412 0.72 9.57987911 -1.000423 324 0.50230 -7.51 -0.137 0.91 14.86323284 -3.034 0.069 0.94 29.000905 228 0.40 9.001181 349 0.82 -0.26 -0.86 18.103 0.27 17.86323284 -3.001226 336 0.10840 -7.86323284 -3.30 -0.43 0.27302629 -1.88673193 -3.206 0.069 0.000898 173 0.95 11.97592965 -2.103 0.58 1.73 26.051 0.29098418 -0.069 0.069 0.78062089 -3.12 38.67364877 -2.29098418 -0.67364877 -2.53740 -7.103 0.021 0.98777435 -1.00058 178 0.27302629 -1.67778 -7.069 0.98777435 -1.38257 -7.07251 -7.174414 -1.19 0.47 0.86433016 -2.17 -0.00033 209 0.0.051 0.21034 -8.137 0.174414 -1.000905 228 0.15 19.000622 220 0.98777435 -3.000386 267 0.44487 -7.57 1.27302629 -1.56 -0.137 0.000151 272 0.069 0.80488 -7.103 0.18747 -6.09 -0.00084 185 0.14 23.97592965 -2.174414 -1.23 0.28 0.000503 205 0.83157 -8.46 14.034 0.79443 -9.07 0.85 12.29342 -7.97592965 -2.78062089 -3.000215 237 0.86323284 -3.00081 340 0.90 0.155 0.062 0.75639 -7.001118 369 0.137 0.96116 -1.53 -0.40 0.98777435 -1.00758 -7.38139475 -3.98363 -7.46 19.034 0.03 -0.38139475 -2.86323284 -3.19811 -6.034 0.67364877 -2.412 0.27302629 -2.98777435 -1.86433016 -2.03 -0.103 0.67364877 -2.97592965 -2.000383 162 0.31122 -8.98777435 -3.86433016 -2.103 0.103 0.27302629 -1.000831 331 0.000195 210 0.65 1.051 0.45248 -8.021 0.27302629 -1.000428 320 0.84 15.103 0.67364877 -2.63 -0.67364877 -2.021 0.069 0.90 15.98777435 -1.09 2.30 16.27302629 -1.20751 -6.50 0.78062089 -3.069 0.069 0.35 2.97 25.52 1.28 -0.56361 -8.137 0.10 8.38139475 -3.14 26.98777435 -3.98777435 -1.20 0.000463 222 0.137 0.57987911 -1.57 2/2 .01312 -7.000083 253 0.275 0.04932 -6.86323284 -3.67364877 -2.68561 -7.000343 201 0.412 0.000326 190 0.29098418 -0.90 11.000438 235 0.41 -0.47 0.19418321 -2.069 0.137 0.67364877 -2.14 42.98777435 -1.034 0.36 1.27302629 -2.38 -0.000312 330 0.275 0.051 0.04 5.137 0.137 0.94 12.35248 -7.98777435 -3.97592965 -2.03673 -7.38139475 -3.021 0.103 0.98777435 -1.137 0.88 22.67364877 -1.05 0.27302629 -2.275 0.021 0.000741 278 0.000295 210 0.069 0.29 1.98777435 -1.069 0.062 0.155 0.41 26.27302629 -1.021 0.19418321 -2.84290 -7.103 0.206 0.98777435 -1.97592965 -2.49 24.41 0.137 0.67364877 -2.137 0.57987911 -2.034 0.29098418 -0.103 0.14728 -6.73329 -7.000744 208 0.39667 -8.28 8.88 14.000099 343 0.155 0.27302629 -2.4185 0.80 17.38139475 -2.57987911 -2.021 0.46 -1.051 0.86323284 -3.309 0.72 -0.27302629 -1.05 3.97592965 -2.48478 -8.309 0.12 0.59 0.034 0.80 29.98777435 -1.86323284 -3.051 0.55 29.19 -0.97592965 -2.20 -0.069 0.98777435 -1.98777435 -1.27302629 -2.27 21.23 12.206 0.67364877 -1.98777435 -1.034 0.59 18.98777435 -1.57987911 -2.78112 -9.0001 340 0.71 -0.75507 -8.38 -0.000651 316 0.137 0.72 0.27302629 -1.000958 323 0.54251 -7.05 9.137 0.84680 -7.021 0.77209 -7.38 15.000569 241 0.89 37.70957 -8.000519 198 0.16 5.59492 -8.67364877 -2.000212 193 0.85967 -7.40 -0.92663 -7.103 0.03445 -8.051 0.91836 -7.18088 -6.05 -0.42 6.97592965 -2.275 0.021 0.65 -0.137 0.89553 -7.49 11.78062089 -3.92111 -7.97592965 -2.41895988 -7.103 0.31 0.000544 189 0.67364877 -2.97592965 -2.46 0.000257 160 0.10 0.27302629 -2.98777435 -1.57987911 -1.309 0.86323284 -3.38139475 -3.62 -0.103 0.000378 183 0.85 -0.137 0.22039 -8.000363 284 0.000569 181 0.27302629 -2.27302629 -2.137 0.137 0.89 19.01 8.81 1.00081 191 0.041 0.99 21.103 0.65 2.103 0.02861 -9.04 -0.52 2.61 1.05 -0.14 20.38139475 -2.27302629 -2.25 1.36 -0.06931 -7.11848 -6.09288 -6.000209 244 0.67364877 -2.80180 -8.206 0.069 0.01 0.95 -0.27302629 -2.97592965 -2.27302629 -2.97592965 -2.57987911 -2.000169 302 0.24717 -7.103 0.38139475 -3.28 11.155 0.67364877 -1.000879 234 0.86433016 -2.000391 176 0.09 12.27302629 -1.051 0.66 -0.86323284 -3.41 1.27302629 -2.48 -0.79449 -7.103 0.000076 276 0.051 0.05 -0.206 0.12 12.103 0.137 0.

051 0.275 0.88673193 -3.97592965 -2.54 -0.206 0.86433016 -2.47 -0.000381 0.051 0.77936 -9.60 -0.78062089 -3.67364877 -2.001055 0.35874 -6.000781 0.275 0.00 10.71 24.000538 0.98777435 -1.30823 -8.67364877 -2.97592965 -2.034 0.35 0.49 1.103 0.174414 -1.001699173 -0.034 0.78062089 -3.97592965 -2.17 -0.38139475 -3.021 0.069 0.99246 -7.155 0.000739 0.27302629 -1.16 0.83 13.137 0.06 -0.66 -0.85421 -9.41 7.069 0.91288 -9.57987911 -1.67364877 -2.2584 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 375 279 232 362 248 208 342 238 231 277 236 240 316 294 318 362 363 359 284 190 166 272 179 161 266 191 188 242 215 225 293 277 301 361 349 362 313 197 168 266 184 185 280 195 210 283 216 234 317 297 323 355 374 391 296 200 169 298 191 171 291 201 188 311 210 233 305 278 318 360 352 378 276 199 173 231 187 173 274 198 190 283 222 222 302 268 286 -9.65072 -7.67 -0.103 0.000814 0.21021 -8.000742 0.88 1.412 0.55 1.000114 0.98777435 -1.97592965 -2.85967 -7.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MMMRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.27302629 -2.034 0.041 0.67364877 -1.98777435 -1.000128 0.22 -0.137 0.103 0.37 -0.38139475 -3.98777435 -3.68 8.29098418 -0.14 11.000208 0.97592965 -2.103 0.87534 -7.27302629 -2.021 0.034 0.55 14.45 -0.86323284 -3.41283 -7.069 0.174414 -1.25 0.38139475 -2.38139475 -3.15 1.000513 0.98777435 -1.24 20.57987911 -1.98777435 -1.051 0.02 -0.000633 0.206 0.68 -0.103 0.103 0.67364877 -1.000067 0.44 2.034 0.38139475 -3.103 0.52 22.103 0.36 1/2 .22826 -9.38 -0.27302629 -1.27302629 -1.18 28.86323284 -3.000285 0.67364877 -2.103 0.07 0.58 19.98720 -7.069 0.38139475 -2.03169 -7.3776134 b1 -0.67364877 -2.000386 0.000641 0.18615 -6.81156 -7.137 0.44 20.03105 -7.88209 -7.000205 0.051 0.57 6.103 0.86323284 -3.98777435 -1.98777435 -1.0007 0.56 1.38139475 -3.15494 -6.79 -0.98777435 -1.000957 0.38139475 -2.021 0.155 0.27302629 -1.86433016 -2.137 0.155 0.000604 0.17 -0.55 -0.43 -0.206 0.98464 -7.61 -0.96588968 K1 = 1/k1 589 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.137 0.03445 -8.021 0.97592965 -2.137 0.67364877 -1.86433016 -2.137 0.000374 0.36 3.034 0.062 0.27302629 -1.53 -0.29 0.27302629 -2.38139475 -3.051 0.13 0.04 4.13 0.91 22.021 0.021 0.000637 0.74 0.67364877 -2.99440 -7.29806 -7.051 0.000149 0.051 0.00052 0.03 -0.07 -0.041 0.034 0.034 0.137 0.38139475 -3.062 0.27302629 -2.034 0.00 5.021 0.000736 0.000267 0.103 0.48478 -8.051 0.38139475 -2.19418321 -2.98 4.46 -0.034 0.14 -0.57987911 -2.19418321 -2.30 26.98777435 -1.97592965 -2.74708 -7.27302629 -2.137 0.02 -0.98777435 -1.000369 0.57523 -7.103 0.93 3.27302629 -2.041 0.137 0.86323284 -3.103 0.82508 -8.47797 -7.67364877 -2.95171 -7.39 -0.06091 -8.63 14.97592965 -2.89125 -7.67364877 -2.103 0.56 -0.206 0.137 0.000823 0.93 14.000326 0.000618 0.35248 -8.86227 -7.08 16.01 -0.53 17.67364877 -1.021 0.68 5.069 0.38139475 -2.27302629 -1.10 0.69 2.051 0.069 0.33547 -7.78062089 -3.103 0.000074 0.19418321 -2.034 0.02 -0.38902 -6.79016 -8.000244 0.49474 -8.85 -0.001137 0.70 10.51 0.86323284 -3.98777435 -1.86323284 -3.27302629 -2.27302629 -1.041 0.27302629 -2.93219 -8.57987911 -2.000244 0.001026 0.000125 0.60893 -8.50 15.18 12.103 0.86433016 -2.051 0.58976 -7.67364877 -2.33 -0.48 24.021 0.93718 -7.062 0.29098418 -0.71 1.2583839 2 R = 0.27302629 -2.55 -0.63 4.67364877 -2.57987911 -2.84 26.000249 0.51 -0.28 19.26 0.27222 -8.13 14.309 0.103 0.42 9.38139475 -2.000369 0.12 0.069 0.021 0.11 -0.62 -0.051 0.034 0.75 24.69 3.98777435 -1.103 0.80 17.137 0.034 0.86323284 -3.09 0.98777435 -3.86323284 -3.84 1.54831 -7.86323284 -3.069 0.103 0.27302629 -1.103 0.97592965 -2.062 0.67364877 -2.36504 -7.88062 -7.021 0.79 -0.41 18.069 0.000147 0.137 0.88673193 -3.27302629 -2.75 1.000361 0.97592965 -2.94 23.001089 0.98777435 -1.82508 -7.07 0.000595 0.27302629 -1.86433016 -2.67364877 -2.88673193 -3.021 0.309 0.67364877 -2.4953663 b2 1.000694 0.034 0.57987911 -1.45248 -7.30 0.60 1.103 0.86 29.000071 0.98363 -7.56 10.034 0.000787 0.09892 -8.94 8.06 1.98777435 -3.069 0.309 0.87 0.57987911 -2.16302 -7.27304 -6.67364877 -2.86323284 -3.38 4.000182 0.07931 -7.63 15.19418321 -2.39 -0.88673193 -3.27302629 -2.000094 0.021 0.01 -0.000652 0.11 -0.051 0.55283 -8.000881 0.137 0.069 0.00 0.33 -0.051 0.13 1.38139475 -3.206 0.137 0.206 0.069 0.206 0.50 -0.84 0.041 0.48763 -7.17 0.86323284 -3.000192 0.034 0.97592965 -2.137 0.82987 -3.49250 -7.76973 -9.000743 0.97592965 -2.103 0.27302629 -1.27302629 -1.03 3.93 -0.75 1.137 0.103 0.86323284 -3.17 23.021 0.09 0.52765 -7.17 -0.069 0.37 0.000432 0.051 0.99 11.27302629 -1.55802 -7.57987911 -1.03 22.87271 -7.40 14.22 7.00058 0.13 0.000175 0.103 0.36 0.38 15.174414 -1.174414 236 198 178 264 220 198 291 242 218 312 262 235 343 287 259 367 307 276 236 198 178 264 220 198 291 242 218 312 262 235 343 287 259 367 307 276 236 198 178 264 220 198 291 242 218 312 262 235 343 287 259 367 307 276 236 198 178 264 220 198 291 242 218 312 262 235 343 287 259 367 307 276 236 198 178 264 220 198 291 242 218 312 262 235 343 287 259 139 81 54 98 28 9 52 -4 13 -35 -25 5 -27 7 60 -5 56 82 48 -8 -12 8 -41 -38 -25 -51 -30 -70 -47 -11 -50 -10 43 -7 43 86 78 -1 -10 2 -35 -13 -11 -47 -8 -30 -45 -2 -26 10 64 -13 67 114 60 2 -9 34 -29 -28 1 -42 -30 -2 -51 -2 -39 -9 60 -8 45 102 41 1 -5 -33 -33 -25 -17 -44 -28 -30 -40 -13 -41 -20 27 37.021 0.137 0.000757 0.37 0.83 29.034 0.000278 0.069 0.27302629 -3.34 0.000351 0.000366 0.25838393 k1 k2 k3 0.000926 0.137 0.67364877 -2.41194 -8.67364877 -2.000216 0.97 16.74 1.000971 0.309 TeseCinconeguiAnexosMMMRJ (2) Ha 0.86323284 -3.20616 -6.27302629 -2.137 0.021 0.14728 -6.174414 -1.38139475 -3.86323284 -3.35 0.034 0.38139475 -2.61150 -7.051 0.56168 -7.02 -0.155 0.64 -0.103 0.96348 -7.14 -0.11355 -8.001081 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.44 -0.000556 0.45 26.051 0.92663 -7.069 0.27302629 -2.03 -0.42695 -8.59 -0.75 2.75 16.98777435 -3.051 0.86323284 -3.001148 0.29098418 -0.00 21.35 0.4954 K3 = 1-k3 -0.000527 0.39 -0.93718 -7.051 0.069 0.27302629 -2.10 -0.103 0.73 23.103 V d (kgf/cm2) 0.000385 0.000496 0.103 0.45 15.069 0.000222 0.000056 0.71 12.97592965 -2.38139475 -2.29098418 -0.27302629 -1.00067 0.90471 -8.51145 -8.98777435 -1.97592965 -2.54 0.155 0.86323284 -3.275 0.26443 -6.412 0.000378 0.000338 0.069 0.97592965 -2.86323284 -3.42 3.97592965 -2.02861 -7.61082 -8.000186 0.10255 -8.206 0.86323284 -3.069 0.000206 0.67364877 -2.18789 -7.31834 -7.11 0.206 0.000858 0.00077 0.051 0.98777435 -1.000826 0.90471 -7.38139475 -2.27302629 -1.97592965 -2.09 0.16912 -6.86323284 -3.062 0.412 0.412 0.78062089 -3.01 -0.021 0.13 0.034 0.137 0.069 0.103 0.000917 0.67364877 -2.069 0.67364877 -2.98777435 -1.32 9.67364877 -2.000147 0.051 0.27302629 -2.38139475 -3.021 0.31834 -7.68 -0.78062089 -3.069 0.05 0.91 5.021 0.67364877 -1.97592965 -2.000076 0.69 7.44 18.309 0.069 0.4953663 1.21428 -6.000374 0.82250 -9.069 0.000884 0.57987911 -1.000325 0.000341 0.21 20.000359 0.206 0.92 12.54 6.95472 -7.000971 0.00038 0.86323284 -3.103 0.069 0.275 0.89125 -8.40 -0.44 18.97592965 -2.57987911 -2.79 0.034 0.19418321 -2.03 12.06 3.18 17.38139475 -2.98777435 -1.20481 -6.021 0.97592965 -2.44023 -7.

97592965 -2.000664 310 0.000137 248 0.309 0.86323284 -3.38139475 -3.42 0.27302629 -1.95 -0.86323284 -3.27302629 -2.91288 -7.000515 200 0. Padrão 75.36019 -9.103 0.48279 -7.103 0.27302629 -1.60 19.19418321 -2.87 15.206 0.000641 214 0.44 15.001132 364 Desv.67 8.021 0.27302629 -1.67364877 -2.44 0.88062 -8.29098418 -0.86433016 -2.27302629 -2.52 -0.137 0.67364877 -2.31570 -8.86323284 -3.96907 -7.48 1.52394 -7.98777435 -1.27302629 -2.000539 191 0.08092 -8.81 3.98777435 -1.000916 225 0.96 5.000856 321 0.000395 347 0.062 0.57987911 -1.000211 194 0.67364877 -2.98656 -7.137 0.39 -0.27302629 -2.000801 343 0.11110 -6.63 -0.86323284 -3.70 8.069 0.86323284 -3.82 65.86323284 -3.80 15.70464 -8.034 0.67364877 -1.78 49.97592965 -2.97592965 -2.38139475 -2.000665 206 0.137 0.051 0.051 0.034 0.27302629 -2.38139475 -2.83662 -7.36 19.99 10.25 -0.22 -0.38139475 -2.21 -0.00081 340 0.021 0.48 -0.78723 -8.38 0.069 0.23 20.51 22.98777435 -1.137 0.000413 249 0.000105 390 0.69 18.86433016 -2.20 26.309 0.19 -0.103 0.49 -0.19418321 -2.56 -0.034 0.33854 -6.48 -0.33393 -6.37 22.22 0.021 0.59 6.86323284 -3.35593 -7.16007 -6.000741 278 0.275 0.24 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-2.12 -0.206 0.021 0.59 13.45076 -7.412 0.86323284 -3.412 0.97592965 -2.44904 -8.97592965 -2.000661 0.60 -0.103 0.103 0.38139475 -3.000468 0.67364877 -1.27302629 -1.86433016 -2.43 -0.13 0.86323284 -3.103 V d (kgf/cm2) 0.103 0.15207 -8.51221 -7.97592965 -2.93498 -7.90349 -8.000371 0.86323284 -3.84 2.000774 0.41 19.465651 b2 1.206 0.78062089 -3.34 -0.21836 -6.27302629 -1.21 8.35 -0.103 0.98777435 -3.98897 -7.000316 0.069 0.65 6.97592965 -2.64503 -7.31 70.31425 -7.86323284 -3.16 0.16 26.83 6.31 -0.27302629 -1.98777435 -1.57987911 -2.27302629 -1.67364877 -2.26 0.000201 0.67364877 -2.57 20.01 13.98 0.103 0.034 0.38139475 -2.00055 0.99246 -7.98777435 -1.84 0.000765 0.67364877 -1.97592965 -2.465651 1.78062089 -3.70 10.22 13.47 0.28172 -6.36 -0.27 29.000106 0.22 0.89125 -7.000733 0.021 0.96221 -7.86323284 -3.97592965 -2.062 0.27302629 -2.79 0.001055 0.87 6.137 0.27302629 -2.000698 0.86323284 -3.27302629 -1.93498 -9.103 0.98777435 -3.41 20.103 0.00042 0.98777435 -1.001069 0.034 0.63373 -8.27302629 -3.069 0.16394 -6.000146 0.80 8.103 0.48 0.000793 0.43 8.53 -0.82 19.38139475 -2.98777435 -1.051 0.000362 0.26 7.034 0.000094 0.92 14.000206 0.309 0.00039 0.000688 0.309 0.069 0.08569 -7.38139475 -2.000657 0.069 0.67364877 -2.97592965 -2.26163 -8.42 -0.021 0.021 0.32176 -6.08 -0.14855 -8.84103 -7.000581 0.137 0.021 0.021 0.051 0.034 0.27302629 -1.021 0.275 0.81162 -7.000176 0.069 0.59691 -7.137 0.97592965 -2.27222 -8.52 -0.73 3.051 0.57987911 -1.34008 -6.19418321 -2.07 -0.155 0.15366 -8.137 0.39 0.000025 0.103 0.27302629 -1.000943 0.67364877 -2.206 0.27302629 -1.87626 -3.86 6.000358 0.38139475 -2.000922 0.103 0.86323284 -3.05 12.02 9.021 0.38139475 -3.155 0.034 0.206 0.65 -0.206 0.000782 0.83190 -7.38139475 -2.67364877 -2.000066 0.3192477 b1 -0.137 0.051 0.041 0.051 0.103 0.40386 -7.80 1.103 0.98777435 -1.57987911 -1.98777435 -1.97 24.60 -0.77 0.01 0.275 0.47 8.85 1.77 -0.021 0.66 7.88673193 -3.069 0.59 26.00029 0.47 -0.82 0.79 -0.98777435 -1.07 0.73548 -10.47 12.00005 0.103 0.27302629 -1.000901 0.069 0.98777435 -1.86323284 -3.66 18.95 2.46840 -7.85421 -9.000405 0.051 0.67364877 -1.97592965 -2.13969 -6.21700 -6.92387 -7.000308 0.23 31.26 -0.034 0.34 1.35 11.29098418 -0.30 0.86323284 -3.051 0.49 13.87917 -7.051 0.48763 -7.03 0.47 4.05977 -7.11971 -6.137 0.021 0.96644 -7.86323284 -3.041 0.137 0.44 11.034 0.000199 0.33 0.96588968 K1 = 1/k1 555 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.86323284 -3.051 0.86433016 -2.275 0.000275 0.89 0.034 0.155 0.57987911 -2.66704 -7.103 0.67364877 -2.16 -0.069 0.069 0.86323284 -3.78062089 -3.137 0.34 -0.27302629 -2.34 0.137 0.24 0.000358 0.67364877 -2.57987911 -2.60 4.97592965 -2.98777435 -1.88673193 -3.83410 -7.78062089 -3.309 0.62586 -8.19677 -8.86323284 -3.98777435 -1.4657 K3 = 1-k3 -0.86433016 -2.034 0.051 0.27302629 -2.81974 -9.03 -0.97592965 -2.42 13.41 8.11 39.000785 0.137 0.051 0.05 10.412 0.069 0.174414 -1.65642 -7.73970 -9.97592965 -2.27302629 -2.98777435 -3.98777435 -1.041 0.16 -0.000749 0.23 8.84936 -7.021 0.16 12.38139475 -2.98777435 -1.069 0.000324 0.90 26.54 -0.000582 0.32783 -7.45940 -8.27302629 -1.38139475 -3.67364877 -2.16 2.50559 -8.174414 -1.00021 0.062 0.86323284 -3.70 23.14983 -8.137 0.59515 -7.00019 0.75507 -8.00037 0.034 0.79 20.68 -0.25 0.000357 0.65 15.000095 0.19874 -7.000502 0.90201 -7.000516 0.98 -0.000058 0.155 0.93 0.23 4.062 0.52 13.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MIIRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.021 0.72 20.06 -0.103 0.61082 -8.18 0.86323284 -3.31 12.000171 0.86433016 -2.67364877 -2.88 35.67364877 -2.000185 0.069 0.03477 -7.103 0.137 0.069 0.66 9.309 TeseCinconeguiAnexosMIIRJ (2) Ha 0.79 -0.08541 -9.61 -0.27302629 -1.000837 0.000786 0.041 0.103 0.96907 -7.051 0.021 0.01201 -7.103 0.67364877 -2.103 0.63 8.27302629 -2.98 16.97592965 -2.98 18.38139475 -3.52951 -7.001029 0.59663 -9.000523 0.000396 0.103 0.98777435 -1.051 0.000649 0.25719451 k1 k2 k3 0.19418321 -2.04932 -7.062 0.27302629 -2.29098418 -0.18 0.021 0.137 0.38139475 -3.56940 -8.57987911 -1.034 0.27302629 -1.001032 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.051 0.17 0.000119 0.38139475 -3.38139475 -3.47797 -7.000224 0.000338 0.069 0.98777435 -1.034 0.27302629 -2.27302629 -2.86323284 -3.97592965 -2.206 0.034 0.38139475 -2.98777435 -1.000537 0.86323284 -3.44606 -8.67 1.051 0.22934 -6.021 0.73 7.2571945 2 R = 0.2572 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 318 230 214 321 218 200 268 220 207 251 222 229 278 295 300 338 347 348 266 195 176 301 191 177 248 197 198 282 211 223 289 266 289 346 340 347 840 436 312 680 308 245 459 264 236 373 255 262 318 312 328 366 379 377 313 204 173 286 193 179 290 205 203 288 236 246 305 299 326 369 375 391 362 240 201 358 212 187 349 218 197 332 209 237 298 281 299 -9.27302629 -1.069 0.001183 0.72 59.86323284 -3.43 3.03 2.19418321 -2.069 0.034 0.19418321 -2.000245 0.56849 -7.38139475 -2.98777435 -3.137 0.56 -0.309 0.34 0.069 0.206 0.57987911 -1.67364877 -2.29098418 -0.78062089 -3.67364877 -2.001092 0.000352 0.33487 -7.38139475 -2.52221 -9.67364877 -1.103 0.021 0.32 0.13 -0.069 0.88673193 -3.

38139475 -2.95758 -7.37297 -6.00046 224 0.051 0.98777435 -3.051 0.051 0.49 17.000675 203 0.87 0.47 -0.30 7.97592965 -2.00015 273 0.069 0.29098418 -0.10 -0.309 0.72877 -9.98777435 -1.412 0.000711 290 0.27302629 -1.27302629 -2.86323284 -3.67364877 -2.76452 -9.86433016 -2.103 0.68428 -7.062 0.77 -0.21021 -6.88673193 -3.57987911 -2.000872 236 0.92 0.034 0.38469 -8.65 -0.97592965 -2.18088 -6.16265 -6.86433016 -2.98777435 -1.01 0.021 0.062 0.000394 348 0.38139475 -3.000256 270 0.18 21.88 30.103 0.19418321 -2.103 0.97487 -7.58700 -8.38139475 -2.52 -0.37 17.88673193 -3.05 21.000182 280 0.00092 224 0.67364877 -2.86323284 -3.33 -0.051 0.137 0.27302629 -1.29 -0.67364877 -2.98777435 -1.034 0.174414 -1.57 -0.000513 201 0.98777435 -1.137 0.81 7.08808 -6.78242 -7.27302629 -2.67364877 -2.16653 -6.65 -0.82 0.23 21.57 -0.38139475 -2.062 0.98777435 -1.001111 371 Desv.57 15.000241 286 0.57987911 -1.48 10.04472 -7.000093 226 0.00092 224 0.72 -0.041 0.43 -0.021 0.98777435 -1.103 0.062 0.97592965 -2.18 17.137 0.82 -0.97592965 -2.98777435 -1.78062089 -3.62 -0.000376 165 0.97592965 -2.45 0.91836 -7.48 15.0002 255 0.021 0.46 -0.11 9.00035 294 0.67364877 -1.86323284 -3.97592965 -2.27302629 -2.103 0.33 31.275 0.86323284 -3.80249 -1.98777435 -1.069 0.86323284 -3.93000 -7.67364877 -2.38 9.000392 176 0.67364877 -2.55 2.98777435 -1.00042 148 0.38139475 -3.98777435 -1.034 0.051 0.000527 195 0.54 15.069 0.021 0.97592965 -2.51 15.87797 -9.28 -0.19 30.86433016 -2.4734 0.19418321 -2.021 0.103 0.97592965 -2.97592965 -2.021 0.88673193 -3.28 0. 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226 248 310 276 309 361 367 368 288 229 202 351 233 205 345 235 248 319 286 284 359 373 325 381 415 411 266 183 176 270 213 179 259 202 212 284 223 229 290 287 318 -9.01945 -9.56 30.17 -0.27302629 -1.19418321 -2.000952 0.01038 -7.05 -0.00038 0.25 -0.87626 -7.069 0.000246 0.48 -0.46 -1.069 0.86323284 -3.74 -0.58110 -7.06 0.71 28.98777435 -1.86748 -7.67364877 -1.051 0.41028 -7.069 0.44023 -7.000197 0.034 0.91 24.67364877 -2.22110 -8.103 0.034 0.137 0.57987911 -2.16653 -6.000352 0.021 0.103 0.38139475 -3.19 30.98777435 -1.27302629 -1.59691 -8.412 0.25 -0.52 9.000502 0.000839 0.3813767 b1 -0.86 -1.17 -0.22 3.206 0.27302629 -1.86323284 -3.19418321 -2.19945 -6.034 0.155 0.86323284 -3.97592965 -2.000596 0.174414 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 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0.069 0.103 V d (kgf/cm2) 0.38139475 -3.86323284 -3.54452 -8.47 5.034 0.22934 -8.03 21.33 1.60 0.62 6.29098418 -0.38139475 -3.021 0.86323284 -3.94339 -7.96 25.97592965 -2.48 10.38139475 -2.98777435 -3.069 0.069 0.95 0.55 19.72 0.62 -0.47 3.56 -0.062 0.000287 0.034 0.27302629 -1.069 0.67364877 -2.000148 0.54 5.03 14.24 0.21 0.000476 0.55 1/2 .000383 0.137 0.20078 -6.47 -0.155 0.034 0.52 3.041 0.000731 0.05 -0.309 0.137 0.000073 0.33 -0.103 0.86433016 -2.000899 0.37776 -8.206 0.000612 0.000356 0.27302629 -1.034 0.000324 0.81 21.88673193 -3.98777435 -1.34 0.137 0.98777435 -1.021 0.86433016 -2.86323284 -3.18 2.034 0.103 0.41 -0.069 0.97592965 -2.87534 -7.57987911 -1.60692 -7.021 0.95188 -8.67364877 -2.000529 0.67 10.051 0.00 6.103 0.39878 -7.98464 -7.137 0.72 0.27302629 -1.021 0.20 -0.68 1.034 0.001121 0.000216 0.36 -0.92 24.103 0.000613 0.60 0.000126 0.069 0.13 2.77526 -7.38139475 -2.67364877 -2.174414 -1.67364877 -2.021 0.021 0.275 0.103 0.15 -0.000564 0.000926 0.97592965 -2.53 -0.63 14.46288 -8.94 -0.041 0.71564 -7.97592965 -2.07 0.069 0.38139475 -2.103 0.90576 -9.4412 K3 = 1-k3 -0.206 0.27302629 -2.38139475 -3.000217 0.021 0.64381 -7.60 -0.155 0.16653 -8.24336 -7.57 0.000063 0.36 18.103 0.27302629 -1.29 9.84666 -7.98777435 -1.97592965 -2.000479 0.86323284 -3.61 28.29 10.39498 -7.86323284 -3.85 -0.27302629 -2.00051 0.98777435 -1.97 0.09 13.86323284 -3.27 1.01 25.74 8.275 0.41 -0.67364877 -2.412 0.93 16.000747 0.051 0.034 0.79353 -9.97592965 -2.45 4.051 0.97592965 -2.051 0.021 0.069 0.051 0.27302629 -1.000355 0.10 0.000097 0.88673193 -3.57987911 -2.062 0.021 0.77 -0.000263 0.000379 0.275 0.29098418 -0.24080 -8.021 0.50015 -6.137 0.81830 -7.18219 -8.103 0.137 0.069 0.86323284 -3.103 0.80 12.10 10.000076 0.98777435 -3.27302629 -2.96907 -7.137 0.021 0.00036 0.87 5.412 0.61 -0.67364877 -2.137 0.49 12.97592965 -2.98777435 -1.07 19.40 0.86323284 -3.57 14.000999 0.103 0.069 0.53231 -7.57987911 -2.000746 0.81 -0.00035 0.034 0.97592965 -2.48478 -8.98777435 -1.021 0.309 0.309 TeseCinconeguiAnexosMIMRJ (2) Ha 0.67364877 -2.001191 0.86433016 -2.04 0.000725 0.86323284 -3.38139475 -2.80 11.034 0.10 1.97592965 -2.27302629 -2.137 0.69 18.98777435 -1.137 0.069 0.60 -0.96588968 K1 = 1/k1 591 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.67364877 -1.38139475 -3.051 0.19677 -6.069 0.32 10.309 0.103 0.000553 0.57987911 -1.03 0.73329 -7.02 14.062 0.206 0.98777435 -1.174414 -1.38139475 -2.42527 -8.27302629 -1.30 0.23 11.28 -0.86323284 -3.27302629 -2.27302629 -2.78062089 -3.069 0.000346 0.05 -0.000224 0.86323284 -3.034 0.28 36.62 -0.155 0.206 0.82 27.31 0.97592965 -2.67364877 -2.16 -0.041 0.27302629 -2.26 -0.000574 0.97592965 -2.103 0.021 0.001063 0.174414 -1.67364877 -2.61701 -8.034 0.53 0.86323284 -3.103 0.45 25.60 8.46 22.72 4.78 -0.90876 -7.67364877 -2.17 3.103 0.67364877 -2.52 -0.000393 0.23765 -6.051 0.137 0.051 0.47318 -7.67364877 -1.069 0.44 -0.41 0.18 13.95695 -7.78062089 -3.01 6.000179 0.67364877 -2.25 2.31 24.041 0.62812 -8.034 0.00077 0.97592965 -2.000126 0.27302629 -2.50724 -7.22 -0.67364877 -1.034 0.000772 0.08 -0.44606 -8.04483 -7.90 -0.412 0.38139475 -2.56 25.000118 0.67364877 -2.174414 -1.27302629 -3.

98777435 -1.76107 -7.38139475 -3.001072 288 0.000678 229 0.57 0.000364 283 0.98777435 -1.13 7.09520 -9.64 6.275 0.86323284 -3.034 0.034 0.19 -0.051 0.034 0.98777435 -1.86 0.103 0.103 0.98777435 -3.000584 235 0.38139475 -3.59 0.021 0.021 0.38139475 -3.66 0.17433 -8.069 0.051 0.103 0.80 1.60 12.206 0.91836 -7.000304 339 0.98777435 -1.67364877 -1.57987911 -2.000686 401 0.16782 -8.86 -0.26 -0.000056 375 0.58140 -8.57987911 -1.98777435 -1.051 0.000322 320 0.09 6.09 2.68 -0.034 0.22 15.38139475 -2.174414 -1.67 15.97592965 -2.137 0.03 4.94 -0.02 22.83 3.39 -0.041 0.37616 -7.155 0.000945 327 0.06 40.57987911 -2.12 6.97592965 -2.000779 264 0.07 -0.86433016 -2.23 1.98777435 -1.05858 -7.051 0.000952 433 0.38139475 -2.021 0.103 0.98777435 -1.57987911 -1.10013 -8.000233 296 0.103 0.051 0.69 16.069 0.38 22.98777435 -1.33 16.97592965 -2.29098418 -0.96331 -7.98777435 -3.000107 318 0.000426 242 0.103 0.19418321 -2.86323284 -3.39 26.91 3.38139475 -3.53 -0.155 0.08 7.27302629 -2.034 0.03332 -7.57987911 -1.155 0.412 0.98777435 -1.275 0.86 17.67364877 -1.03 18.06 34.45248 -8.02 3.97592965 -2.051 0.000775 355 0.08 11.78062089 -3.137 0.89 3.33 0.000068 309 0.069 0.64 11.27302629 -2.05 0.155 0.59 -0.103 0.206 0.47171 -8.062 0.01 10.137 0.000077 273 0.48 11.000695 296 0.103 0.67364877 -2.13 0.98464 -7.89287 -9.021 0.67 31.27302629 -1.96 -0.09193 -7.52 -0.38139475 -3.00058 267 0.23 8.44561 -7.000589 175 0.000312 221 0.27302629 -1.30 0.000039 538 0.38139475 -2.069 0.50724 -7.98777435 -1.15195 -9.98777435 -3.27302629 -2.25307 -6.0.88673193 -3.08 -0.062 0.86323284 -3.103 0.98777435 -1.0002 205 0.39 -0.000101 337 0.91288 -7.67364877 -2.069 0.000323 192 0.67364877 -1.062 0.68 19.56168 -7.67364877 -2.06 0.000578 237 0.069 0.11 18.56 12.36447 -7.23349 -6.000253 273 0.412 TeseCinconeguiAnexosMIMRJ (2) 0.27302629 -2.00086 359 0.59600 -8.31 -0.51719 -8.27302629 -2.35 6.27302629 -1.59 17.275 0.96348 -7.000078 269 0.88858 -7.98777435 -1.11 4.28212 -7.29 4.86323284 -3.86433016 -2.38139475 -3.137 0.021 0.103 0.00097 -8.034 0.000858 321 0.000469 292 0.412 0.60 -0.82 -0.98777435 -1.000626 329 0.00038 271 0.50015 -7.43708 -8.38139475 -2.98777435 -1.90 0.97592965 -2.27302629 -1.38139475 -2.62255 -7.29784 -6.29098418 -0.034 0.30 18.27302629 -1.45 2.67 1.62 -0.29636 -8.86433016 -2.15750 -6.67 21.069 0.137 0.12 12.60 9.25 44.021 0.275 0.069 0.79016 -8.137 0.94904 -8.10 0.021 0.45594 -7.55 0.29 8.67364877 -2.309 0.137 0.069 0.98777435 -1.86323284 -3.137 0.33 -0.71 -0.86323284 -3.86323284 -3.000208 197 0.034 0.97592965 -2.021 0.309 0.97592965 -2.137 0.43 2.021 0.71969 -7.26 -0.67364877 -2.01945 -7.000128 266 0.17 14.001006 307 0.66 0.103 0.27302629 -2.17 -0.137 0.99 35.19418321 -2.55 24.206 0.07 1.69 1.16654 -9.27302629 -1.22080 -7.91 18.034 0.069 0.75926 -8.94031 -7.67364877 -2.48 4.206 0.206 0.000747 368 0.137 0.61 1.19418321 -2.66491 -7.051 0.96 1.00107 385 Desv.84010 -1.45 -0.33 8.49250 -9.78 22.069 0.38139475 -3.000329 416 0.87 -0.137 0.034 0.000444 232 0.97592965 -2.86433016 -2.09701 -8.034 0.103 0.103 0.051 0.000282 365 0.08 -0.137 0.021 0.000643 320 0.069 0.97592965 -2.021 0.174414 -1.137 0.174414 -1.48 -0.78062089 -3.29098418 -0.62 -0.021 0.069 0.88673193 -3.00018 283 0.94058 -7.14 19.137 0.069 0.000722 285 0.85 31.78062089 -3.62255 -7.97592965 -2.23487 -6.57987911 -2.27302629 -2.19 0.90 1.14268 -7.29098418 -0.63 11.76107 -7.21 0.137 0.000926 222 0.94131 -9.103 0.47797 -7.05 0.206 0.57987911 -2.67364877 -1.09 1.034 0.33 14.03786 -9.062 0.021 0.81 0.412 0.069 0.98777435 -1.103 0.069 0.000284 218 0.67 0.08812 -8.206 0.53887 -8.88673193 -3.50 3.67364877 -2.137 0. Padrão 71.87 32.06091 -6.021 0.021 0.28 4.14 -0.137 0.59 -0.051 0.29 -0.79 0.27302629 -1.67364877 -2.27302629 -1.86323284 -3.000366 189 0.000677 304 0.069 0.27302629 -2.000426 242 0.22 -0.29098418 -0.206 0.32 0.27302629 -2.000184 223 0.9872 -0.000771 201 0.103 0.000205 302 0.52 13.000385 356 0.021 0.000353 176 0.09 18.103 0.103 0.000409 335 0.10 0.137 0.87534 -7.37 5.67364877 -1.069 0.00015 340 0.103 0.034 0.000967 426 0.64 7.000348 394 0.08 7.001162 355 0.034 0.13 -0.103 0.06 0.45422 -7.70 -0.57987911 -1.051 0.38139475 -2.82 9.137 0.021 0.07251 -7.137 0.00018 283 0.88673193 -3.85193 -8.97592965 -2.069 0.20039 -8.000766 269 0.60 15.61907 -8.98777435 -1.38139475 -3.67364877 -2.19418321 -2.98777435 -1.412 0.000113 363 0.000687 226 0.60057 -8.38139475 -3.80340 -10.86323284 -3.98777435 -3.000131 389 0.000532 194 0.80488 -7.16 4.000157 261 0.97592965 -2.86323284 -3.97592965 -2.000375 365 0.67364877 -2.034 0.00026 265 0.174414 -1.98777435 -3.041 0.70 13.27302629 -2.000337 205 0.31 -0.97592965 -2.103 0.04 20.051 0.25 -0.86323284 -3.81 30.35 22.67364877 -2.27302629 -2.84 0.78062089 -3.91 -0.16 9.90 9.86323284 -3.01 0.27302629 -1.80 1.97592965 -2.309 0.26 3.57987911 -1.069 0.051 0.000553 248 0.000911 339 0.206 0.12 0.03 10.034 0.27160 -8.021 0.67364877 -2.46 -1.17360 -7.103 0.01 0.98777435 -1.275 0.34937 -7.36 -0.19418321 -2.44 -0.26 11.88673193 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 -12 30 74 291 149 107 217 59 48 87 23 30 1 13 41 11 24 80 16 76 128 25 -17 -20 -10 -48 -42 -50 -62 -44 -58 -68 -33 -83 -40 9 -43 -4 57 128 47 22 61 -16 -7 38 -18 -9 5 -31 -6 -15 16 60 70 64 108 61 9 7 28 -20 -6 -19 -18 -12 -51 -42 14 -34 -1 48 39 57 135 22 -9 -4 42 -32 -23 -19 -28 -37 -67 -44 -22 -65 -19 28 -22 43 87 Média 3.137 0.27302629 -1.051 0.28318 -8.19945 -6.069 0.16 0.33854 -6.86323284 -3.27302629 -1.000389 265 0.13090 -8.10154664 -7.67364877 -2.97592965 -2.062 0.000069 493 0.051 0.38139475 -3.38139475 -2.46840 -7.051 0.041 0.069 0.27302629 -2.034 0.25 -0.000319 216 0.000708 388 0.34 18.000112 304 0.174414 -1.000202 252 0.103 0.27302629 -1.000213 324 0.103 0.23 26.000721 381 0.137 0.29098418 -0.309 0.27302629 -2.35 14.86323284 -3.137 0.98777435 -1.00052 198 0.06 22.38139475 -2.97592965 -2.86323284 -3.17 0.000491 210 0.83823 -7.00065 211 0.88673193 -3.98777435 -1.051 0.82 25.034 0.041 0.069 0.137 0.78062089 -3.041 0.206 0.000487 211 0.39 8.67364877 -2.137 0.103 0.97592965 -2.97592965 -2.67364877 -2.39 -0.68 5.22 0.000825 250 0.86323284 -3.28463 -6.051 0.27302629 -1.09848 -7.001015 406 0.50 3.86227 -7.23 0.52 0.051 0.66 9.00111 371 0.25483 -7.15 9.57987911 -2.86323284 -3.37 3.59 2.27 0.000356 289 0.90177 -7.86323284 -3.23 2/2 .34 1.67364877 -2.069 0.67364877 -2.05032 -7.13 0.000305 203 0.75761 -9.99 0.0008 194 0.137 0.000882 234 0.24 -0.309 0.27302629 -1.155 0.98777435 -1.98777435 -1.58 0.48 19.034 0.98777435 -1.051 0.103 0.103 0.275 0.95695 -9.000306 448 0.16265 -6.67364877 -2.86433016 -2.069 0.27302629 -1.62725 -8.42 0.97592965 -2.42 1.99 30.67364877 -2.86323284 -3.021 0.07 18.86323284 -3.38139475 -2.13 -0.99543 -7.034 0.137 0.103 0.80180 -7.38139475 -2.04096 -7.82 54.051 0.27302629 -2.67364877 -2.00021 329 0.84 0.17 -0.27302629 -2.000269 257 0.103 0.28 -0.02 13.45880 -8.412 0.021 0.96433 -8.103 0.137 0.

Ensaio Triaxial Dinâmico
Módulo de Resiliência (módulo composto)
"Amostra" :
CIBH

COEFICIENTES DA REGRESSÃO
INTERSEÇÃO
-6,3090682
b1
-0,4659208
b2
1,28533647
k1
k2
k3
0,001819728 -0,4659208 1,2853365
2
R = 0,99814487
K1 = 1/k1
550

DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO
V  (kgf/cm2)

V d (kgf/cm2)

0,021
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
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0,103
0,103

TeseCinconeguiAnexosCIBH (2)

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0,103
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Ha
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234
374
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243
342
259
253
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306
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280
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193
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234
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199
200
275
217
239
274
289
329

LN H a

LN V 3

LN V d

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-6,84949 -1,98777435 -0,88673193
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-7,98951 -3,86323284 -2,78062089
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-8,69155 -2,97592965 -2,97592965
-7,56554 -2,97592965 -2,27302629
-7,16394 -2,97592965 -1,86433016
-8,29006 -2,67364877 -2,67364877
-7,36979 -2,67364877 -1,98777435
-7,05510 -2,67364877 -1,57987911
-7,88592 -2,27302629 -2,27302629
-7,24743 -2,27302629 -1,57987911
-6,97176 -2,27302629
-1,174414

MR = K1V 3k2V dk3
K2 = -k2
0,4659

K3 = 1-k3
-0,2853

MR Calculado
(kgf/cm2)

ERRO
(kgf/cm2)

ERRO (%)

Resíduo
Padronizado

274
226
201
298
244
217
321
263
234
339
279
248
365
299
266
384
315
280
274
226
201
298
244
217
321
263
234
339
279
248
365
299
266
384
315
280
226
201
298
244
217
321
263
234
339
279
248
365
299
266
384
315
280
274
226
201
298
244
217
321
263
234
339
279
248
365
299
266
384
315
280
226
201
298
244
217
321
263
234
339
279
248
365
299
266

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39
33
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3
25
21
-4
19
8
-8
38
-21
38
120
18
104
175
65
-39
-21
-43
-52
-26
-61
-55
-18
-60
-43
13
-55
7
99
-7
81
153
-8
-20
84
-41
-41
-44
-76
-31
-103
-65
-20
-87
-19
57
-25
40
110
476
-36
-42
84
-69
-52
-88
-79
-41
-98
-74
-14
-80
-27
55
-48
34
108
14
-18
673
-32
-30
-17
-64
-34
-64
-61
-9
-91
-10
63

28,36
14,56
14,16
20,13
1,41
10,47
6,20
1,52
7,69
2,21
2,98
13,38
6,17
11,28
31,02
4,47
24,84
38,49
19,24
20,72
11,76
16,73
26,87
13,82
23,39
26,77
8,30
21,38
18,44
4,94
17,85
2,14
27,05
1,97
20,49
35,36
3,63
10,79
21,89
20,15
23,32
15,84
41,05
15,54
43,50
30,45
8,91
31,30
6,87
17,66
7,01
11,34
28,15
63,53
19,06
26,34
21,89
39,59
31,55
37,87
43,35
20,97
40,55
35,95
6,14
28,11
9,77
17,14
14,30
9,63
27,88
5,74
9,82
69,28
14,85
16,14
5,76
32,13
16,75
23,35
28,21
3,97
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3,38
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-0,16
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0,13
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-0,29
-0,16
-0,31
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-0,19
-0,45
-0,41
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-0,44
-0,32
0,10
-0,41
0,05
0,73
-0,05
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1,13
-0,06
-0,14
0,62
-0,30
-0,30
-0,32
-0,56
-0,23
-0,76
-0,48
-0,15
-0,64
-0,14
0,42
-0,19
0,30
0,81
3,51
-0,27
-0,31
0,62
-0,51
-0,38
-0,65
-0,58
-0,30
-0,72
-0,54
-0,11
-0,59
-0,20
0,41
-0,35
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0,80
0,10
-0,13
4,96
-0,23
-0,22
-0,13
-0,47
-0,25
-0,47
-0,45
-0,07
-0,67
-0,07
0,46

1/2

0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
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0,069
0,069
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0,103
0,103
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-66
-37
-120
-73
-21
-91
-18
51
-29
41
119
Média

11,50
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-0,67
-0,13
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-0,21
0,30
0,88

2/2

Ensaio Triaxial Dinâmico
Módulo de Resiliência (módulo composto)
"Amostra" :
CMBH

COEFICIENTES DA REGRESSÃO
INTERSEÇÃO
-6,3628995
b1
-0,4392731
b2
1,26524918
k1
k2
k3
0,00172436
-0,4392731 1,2652492
2
R = 0,99814487
K1 = 1/k1
580

DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO
V  (kgf/cm2)
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137

V d (kgf/cm2)
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412
0,021
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412
0,021
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137

TeseCinconeguiAnexosCMBH (2)

Ha
0,000075
0,000209
0,000029
0,000238
0,000424
0,00011
0,000421
0,000625
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0,000285
0,000635
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0,00065
0,000929
0,000153
0,000316
0,000092
0,000314
0,000519
0,000176
0,000488
0,000741
0,000232
0,000605
0,000818
0,000334
0,000664
0,000903
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0,000734
0,000991
0,000022
0,000175
0,000371
0,000089
0,000361
0,000585
0,000192
0,000512
0,000703
0,000242
0,000608
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0,000345
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0,000905
0,000374
0,000718
0,000964
0,000118
0,000243
0,000061
0,000247
0,000444
0,000124
0,000423
0,000627
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0,00051
0,000722
0,000295
0,000592
0,00081
0,000316
0,000613
0,000919
0,00004
0,000193
0,000378
0,000132
0,000381
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0,000207
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0,000772
0,000267
0,000638
0,00086
0,000357
0,000685
0,000935
0,000393

MR (kgf/cm2)
547
297
1.172
290
243
464
245
248
392
265
277
361
324
371
423
423
443
268
196
370
220
198
290
211
209
297
226
252
308
310
342
359
375
416
955
234
167
382
191
176
266
201
220
285
225
253
299
302
341
366
383
427
347
255
557
279
232
411
243
247
394
269
285
349
348
381
434
449
448
525
212
164
258
181
178
246
195
201
258
215
240
289
301
330
349

LN H a

LN V 3

LN V d

-9,49802 -3,86323284 -3,19418321
-8,47318 -3,86323284 -2,78062089
-10,44821 -3,38139475 -3,38139475
-8,34324 -3,38139475 -2,67364877
-7,76578 -3,38139475 -2,27302629
-9,11503 -2,97592965 -2,97592965
-7,77288 -2,97592965 -2,27302629
-7,37776 -2,97592965 -1,86433016
-8,64503 -2,67364877 -2,67364877
-7,56747 -2,67364877 -1,98777435
-7,20213 -2,67364877 -1,57987911
-8,16302 -2,27302629 -2,27302629
-7,36189 -2,27302629 -1,57987911
-7,09168 -2,27302629
-1,174414
-8,03477 -1,98777435 -1,98777435
-7,33854 -1,98777435 -1,29098418
-6,98140 -1,98777435 -0,88673193
-8,78507 -3,86323284 -3,19418321
-8,05977 -3,86323284 -2,78062089
-9,29372 -3,38139475 -3,38139475
-8,06612 -3,38139475 -2,67364877
-7,56361 -3,38139475 -2,27302629
-8,64503 -2,97592965 -2,97592965
-7,62520 -2,97592965 -2,27302629
-7,20751 -2,97592965 -1,86433016
-8,36877 -2,67364877 -2,67364877
-7,41028 -2,67364877 -1,98777435
-7,10865 -2,67364877 -1,57987911
-8,00437 -2,27302629 -2,27302629
-7,31723 -2,27302629 -1,57987911
-7,00979 -2,27302629
-1,174414
-7,87009 -1,98777435 -1,98777435
-7,21700 -1,98777435 -1,29098418
-6,91680 -1,98777435 -0,88673193
-10,72447 -3,86323284 -3,86323284
-8,65072 -3,86323284 -3,19418321
-7,89931 -3,86323284 -2,78062089
-9,32687 -3,38139475 -3,38139475
-7,92663 -3,38139475 -2,67364877
-7,44390 -3,38139475 -2,27302629
-8,55802 -2,97592965 -2,97592965
-7,57719 -2,97592965 -2,27302629
-7,26015 -2,97592965 -1,86433016
-8,32657 -2,67364877 -2,67364877
-7,40534 -2,67364877 -1,98777435
-7,11355 -2,67364877 -1,57987911
-7,97197 -2,27302629 -2,27302629
-7,28902 -2,27302629 -1,57987911
-7,00758 -2,27302629
-1,174414
-7,89125 -1,98777435 -1,98777435
-7,23904 -1,98777435 -1,29098418
-6,94442 -1,98777435 -0,88673193
-9,04483 -3,86323284 -3,19418321
-8,32245 -3,86323284 -2,78062089
-9,70464 -3,38139475 -3,38139475
-8,30612 -3,38139475 -2,67364877
-7,71969 -3,38139475 -2,27302629
-8,99523 -2,97592965 -2,97592965
-7,76814 -2,97592965 -2,27302629
-7,37456 -2,97592965 -1,86433016
-8,65072 -2,67364877 -2,67364877
-7,58110 -2,67364877 -1,98777435
-7,23349 -2,67364877 -1,57987911
-8,12854 -2,27302629 -2,27302629
-7,43200 -2,27302629 -1,57987911
-7,11848 -2,27302629
-1,174414
-8,05977 -1,98777435 -1,98777435
-7,39715 -1,98777435 -1,29098418
-6,99222 -1,98777435 -0,88673193
-10,12663 -3,86323284 -3,86323284
-8,55282 -3,86323284 -3,19418321
-7,88062 -3,86323284 -2,78062089
-8,93271 -3,38139475 -3,38139475
-7,87271 -3,38139475 -2,67364877
-7,45421 -3,38139475 -2,27302629
-8,48279 -2,97592965 -2,97592965
-7,54452 -2,97592965 -2,27302629
-7,16653 -2,97592965 -1,86433016
-8,22826 -2,67364877 -2,67364877
-7,35717 -2,67364877 -1,98777435
-7,05858 -2,67364877 -1,57987911
-7,93777 -2,27302629 -2,27302629
-7,28609 -2,27302629 -1,57987911
-6,97496 -2,27302629
-1,174414
-7,84170 -1,98777435 -1,98777435

MR = K1V 3k2V dk3
K2 = -k2
0,4393

K3 = 1-k3
-0,2652

MR Calculado
(kgf/cm2)

ERRO
(kgf/cm2)

ERRO (%)

Resíduo
Padronizado

248
222
322
267
240
346
287
257
364
304
272
390
325
292
410
341
306
248
222
322
267
240
346
287
257
364
304
272
390
325
292
410
341
306
296
248
222
322
267
240
346
287
257
364
304
272
390
325
292
410
341
306
248
222
322
267
240
346
287
257
364
304
272
390
325
292
410
341
306
296
248
222
322
267
240
346
287
257
364
304
272
390
325
292
410

299
74
850
23
3
118
-42
-9
28
-39
4
-29
0
80
13
82
137
20
-26
48
-47
-41
-56
-76
-48
-67
-77
-21
-82
-15
50
-52
34
109
658
-14
-55
60
-76
-64
-80
-86
-37
-79
-78
-19
-92
-23
50
-44
42
121
100
33
235
12
-8
66
-43
-10
30
-35
13
-41
23
90
23
108
142
229
-35
-58
-64
-86
-62
-99
-92
-57
-106
-89
-33
-102
-24
39
-62

54,65
25,11
72,54
7,95
1,22
25,48
17,20
3,74
7,11
14,57
1,46
8,04
0,15
21,44
2,96
19,38
30,91
7,48
13,24
12,88
21,44
20,91
19,23
35,85
23,00
22,45
34,07
8,19
26,62
4,72
14,74
14,42
8,96
26,30
68,98
5,82
32,94
15,72
39,62
36,29
30,07
42,53
16,69
27,72
34,73
7,66
30,79
7,72
14,55
12,02
10,94
28,31
28,65
12,92
42,23
4,47
3,44
15,99
17,76
4,07
7,64
13,02
4,51
11,83
6,63
23,52
5,35
23,97
31,65
43,61
16,71
35,45
25,00
47,35
34,89
40,24
47,27
28,14
40,92
41,38
13,75
35,34
8,03
11,72
17,71

2,30
0,57
6,53
0,18
0,02
0,91
-0,32
-0,07
0,21
-0,30
0,03
-0,22
0,00
0,61
0,10
0,63
1,05
0,15
-0,20
0,37
-0,36
-0,32
-0,43
-0,58
-0,37
-0,51
-0,59
-0,16
-0,63
-0,11
0,39
-0,40
0,26
0,84
5,06
-0,10
-0,42
0,46
-0,58
-0,49
-0,61
-0,66
-0,28
-0,61
-0,60
-0,15
-0,71
-0,18
0,38
-0,34
0,32
0,93
0,76
0,25
1,81
0,10
-0,06
0,51
-0,33
-0,08
0,23
-0,27
0,10
-0,32
0,18
0,69
0,18
0,83
1,09
1,76
-0,27
-0,45
-0,49
-0,66
-0,48
-0,76
-0,71
-0,43
-0,81
-0,68
-0,25
-0,78
-0,19
0,30
-0,47

1/2

41858 -7.18 0.021 0.48936 -8.27302629 -1.034 0.88111 -8.38139475 -2.86323284 -3.069 0. 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-40 -93 -78 -32 -105 -42 33 -72 23 104 48 -44 -45 -29 -70 -56 -74 -79 -45 -81 -75 -30 -107 -23 71 -63 25 91 Média 10.60 -0.021 0.67364877 -2.137 0.02 1.54075 -7.155 0.17 0.000855 241 0.88673193 -3.034 0.137 0.000488 211 0.27302629 -2.67364877 -2.98777435 -1.069 0.98777435 -1.000039 538 0.069 0.45 8.051 0.15 23.86323284 -3.27302629 -2.61 1.000545 189 0.78062089 -3.021 0.28 11.001037 397 Desv.08 21.062 0.000188 271 0.62586 -8.000229 301 0.57987911 -1.103 0.07263 -10.206 0.051 0.97592965 -2.34 28.50 6.000116 293 0.86323284 -3.92111 -7.22 0.15195 -9.34 28.38616 -7.27302629 -2.103 0.206 0.137 0.062 0.67364877 -2.59890 -7.103 0.309 0.051 0.000056 607 0.19874 -7.01339 -7.86433016 -2.27302629 -2.97592965 -2.06441 -7.000591 232 0.37 -0.103 0.05 -0.67364877 -2.19 0.47 18.000319 194 0.57987911 -2.77764 -7.062 0.85 36.00071 290 0.000878 352 0.103 0.06 28.27302629 -1.98777435 -1.62 -0.34 -0.27302629 -2.58 -0.000361 285 0.103 0.00034 403 0.137 0.88673193 -3.31 46.103 0.98777435 -1.24 -0.137 0.35 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0.069 0.19418321 -2.30 -0.55 25.98656 -7.000024 875 0.86323284 -3.79016 -8.97592965 -2.93 45.86323284 -3.00072 429 0.08 36.29098418 -0.000171 298 0.63373 -7.19 -0.55 4.1673151 -7.27302629 -1.24 26.67364877 -2.275 0.000321 193 0.23 27.000353 195 0.000254 272 0.14 -0.000727 283 0.000983 419 0.75 30.137 0.034 0.051 0.86323284 -3.97592965 -2.86323284 -3.67364877 -2.62 5.103 0.19277 -6.069 0.02 31.81 6.20 39.57376 -7.051 0.000061 344 0.47 -0.069 0.000116 293 0.19418321 -2.26 0.86 0.000201 204 0.000951 325 0.29098418 -0.000504 204 0.27302629 -2.97778 -9.67364877 -2.85 23.09 24.000331 311 0.86323284 -3.021 0.38139475 -2.000696 444 0.98777435 -1.98777435 -1.82 23.98777435 -3.38139475 -3.55 -0.27302629 -1.06 14.069 0.034 0.36 38.56361 -8.98777435 -3.10 5.43 0.021 0.069 0.137 0.12 0.79 -0.206 0.06 34.206 0.103 0.67364877 -2.000556 495 0.206 0.021 0.97592965 -2.27737 -7.51221 -7.000323 319 0.87 4.43 -0.000712 218 0.034 0.16 4.000491 279 0.069 0.97592965 -2.103 0.27302629 -1.137 0.06792 -7.

06 2.52 -0.97592965 -2.000297 0.034 0.23765 -6.034 0.14474 -8.034 0.021 0.25 -0.80424 -7.45 4.000393 0.78062089 -3.78465 -7.07 25.67364877 -2.000938 0.137 0.57 -0.62 2.78062089 -3.021 0.000397 0.28 -0.29372 -7.66918 -8.15 24.137 0.069 0.27302629 -1.86323284 -3.50230 -7.49739 -7.57987911 -2.27 0.67364877 -2.89 0.86323284 -3.08 -0.74 4.29098418 -0.000891 0.12 -0.38139475 -2.021 0.27302629 -2.84 9.98777435 -1.45940 -7.000719 0.84170 -9.48 11.069 0.69752 -8.103 0.069 0.72 0.21 -0.000675 0.034 0.01 0.27302629 -1.000761 0.034 0.137 0.91076 -6.76106 -7.82 17.55802 -7.206 0.051 0.275 0.85709 -7.98777435 -1.137 0.86323284 -3.00 23.54 6.63 38.000778 0.000972 0.137 0.49 27.001243 0.67364877 -2.91 34.38139475 -3.67364877 -1.27302629 -1.05346 -7.44 36.206 0.67364877 -2.069 0.86323284 -3.86323284 -3.98777435 -1.89188 -7.16 -0.98777435 -3.000827 0.05 0.60 -0.137 0.000204 0.309 TeseCinconeguiAnexosMIBH (2) Ha 0.38139475 -3.71 1.89 13.11507 -7.051 0.069 0.51 30.21 5.137 0.4489 K3 = 1-k3 -0.000914 0.74 5.19 19.78483 -7.000017 0.000318 0.137 0.36 19.33 -0.98777435 -1.47 13.98777435 -3.03 -0.103 0.051 0.000092 0.103 0.64 2.63936 -7.86323284 -3.155 0.000957 0.67364877 -2.97592965 -2.67364877 -1.33854 -6.27302629 -2.39 17.137 0.38139475 -3.26 -0.72 0.08 0.29 -0.98777435 -1.86323284 -3.34 32.22 -0.103 0.275 0.000518 0.041 0.86323284 -3.59 4.000567 0.041 0.32 -0.034 0.62 6.04 0.11503 -7.13 0.27 -0.60 23.103 0.27302629 -2.27302629 -2.062 0.034 0.51 41.02250 -9.069 0.69426 -7.46 22.27302629 -1.39056 -7.38139475 -2.103 0.27302629 -2.38139475 -2.27302629 -1.137 0.174414 -1.87 12.98777435 -1.00011 0.034 0.062 0.27302629 -2.000249 0.61 43.86323284 -3.96 83.02317 -8.206 0.000328 0.55784 -6.021 0.103 0.86323284 -3.22 1.021 0.000192 0.000456 0.67364877 -2.99 10.29098418 -0.000446 0.034 0.000843 0.94 22.309 0.67364877 -2.58 7.000167 0.06324 -6.57987911 -1.83157 -7.07 -0.069 0.33 -0.57987911 -1.52951 -7.02 -0.000358 0.27302629 -2.19418321 -2.98777435 -1.27302629 -3.56 -0.37 -0.000672 0.001238 0.000408 0.17 1/2 .57 -0.57987911 -2.000992 0.76 1.97592965 -2.29 19.36 0.021 0.86323284 -3.32327 -8.103 0.00081 0.67364877 -2.103 0.57987911 -1.97176 -6.000576 0.54 25.034 0.38139475 -2.88 28.98777435 -1.000801 0.67364877 -2.74564 -9.39 -0.76814 -9.001011 0.137 0.069 0.275 0.98777435 -1.103 0.46 -0.78062089 -3.069 0.103 0.17433 -8.23201 -7.57987911 -1.88673193 -3.29098418 -0.000152 0.000826 0.48 -0.08092 -6.051 0.86433016 -2.051 0.86323284 -3.86433016 -2.15 40.46 11.103 0.38 25.069 0.051 0.91579 -7.98777435 -3.98777435 -1.00066 0.97592965 -2.97592965 -2.98777435 -1.00047 0.00333 -7.96 2.000997 0.206 0.021 0.27302629 -1.16 15.002325011 -0.051 0.001386 0.27302629 -2.174414 206 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 206 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 206 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 206 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 347 7 -9 51 -29 -16 6 -22 -1 -28 -40 29 -13 24 102 13 80 174 1.38139475 -3.051 0.71519 -7.000578 0.000268 0.66 32.000509 0.001046 0.88673193 -3.97592965 -2.12178 -7.000281 0.000079 0.38139475 -2.70 0.44 17.86323284 -3.86323284 -3.01 -0.051 0.069 0.000177 0.18 0.97592965 -2.78062089 -3.09 19.64 9.02 -0.000038 0.18 -0.17 0.57987911 -2.79353 -3.11 0.000349 0.98777435 -1.001015 0.000227 0.86323284 -3.412 0.48 -0.103 0.069 0.206 0.034 0.67364877 -2.103 0.000856 0.38139475 -3.05 -0.06 -0.57987911 -2.07 0.67364877 -2.96044 -7.18 8.412 0.137 0.38139475 -2.103 0.21 12.000494 0.38139475 -3.001131 0.051 0.34 17.021 0.98230 -8.38139475 -3.27302629 -2.17792 -8.051 0.069 0.51 -0.021 0.000423 0.27302629 -1.29098418 -0.19 6.79163 -7.24 6.86323284 -3.137 0.021 0.67364877 -2.103 0.33 -0.06910 -8.22 18.15 29.98777435 -1.97592965 -2.38139475 -3.27302629 -1.27302629 -2.137 0.86323284 -3.001158 0.67364877 -2.069 0.000789 0.69023 -7.034 0.021 0.97592965 -2.021 0.000495 0.57987911 -1.04 0.68838 -8.137 0.021 0.49 29.21 -0.02 -0.31 1.001391 0.97592965 -2.99222 -7.000416 0.78062089 -3.001121 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.96 0.57987911 -2.08 0.55 -0.275 0.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MIBH COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.034 0.21 -0.034 0.30525 -8.309 0.2581875 R2 = 0.27302629 -1.15 0.67364877 -1.66278 -6.58133 -9.051 0.000766 0.06 0.69302 -7.48 -0.12965 -6.069 0.51 -0.10 0.000387 0.155 0.062 0.96 0.93498 -7.000203 0.19418321 -2.137 0.86323284 -3.61 26.32 -0.103 0.137 0.38139475 -2.37 -0.44606 -8.069 0.103 0.051 0.412 0.98777435 -1.56554 -7.97592965 -2.97592965 -2.137 0.041 0.36 -0.034 0.174414 -1.000478 0.92 2.12 0.021 0.4488598 b2 1.03 0.98777435 -1.103 0.137 0.86278 -7.19418321 -2.09771 -6.051 0.93615 -6.86 8.051 0.062 0.137 0.412 0.57 4.09892 -6.17716 -7.27302629 -1.67364877 -2.89682 -8.28 0.67364877 -2.76 39.27302629 -2.74477 -7.45594 -8.03 12.155 0.000335 0.00138 -7.18 13.61095 -6.40 8.99768 -7.206 0.103 0.206 0.07854 -6.86661 -10.000537 0.30080 -6.27302629 -2.103 0.30 0.95171 -6.67 13.000851 0.11848 -8.67364877 -2.000191 0.67364877 -2.04 4.069 0.67364877 -1.86433016 -2.77 9.001042 0.103 0.155 0.83 3.38139475 -2.88673193 -3.40 23.18088 -6.000522 0.069 0.97592965 -2.06 -0.19418321 -2.27302629 -2.27302629 -1.034 0.56324 -7.069 0.23 0.309 0.09 0.27302629 -1.86433016 -2.67364877 -2.206 0.94 27.206 0.99814487 K1 = 1/k1 430 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.000712 0.30 1.021 0.37 -0.97592965 -2.11 4.174414 -1.98777435 -1.069 0.38139475 -2.06 33.97592965 -2.041 0.58306 -8.103 0.02 -0.069 0.103 0.97592965 -2.35 0.069 0.97592965 -2.051 0.83 25.64590 -6.069 0.31 26.137 0.235 246 189 370 193 178 266 192 191 217 211 225 259 271 304 300 321 350 339 154 133 224 140 134 205 153 153 206 166 182 219 220 250 262 283 297 266 138 122 192 133 131 190 145 148 198 163 178 215 215 249 277 276 296 215 158 309 169 156 251 179 174 246 191 203 248 249 276 -10.86433016 -2.61298 -7.93 13.051 0.33 29.000919 0.069 0.034 0.35 0.001176 0.103 0.103 0.89287 -7.38 10.97592965 -2.67364877 -2.57773 -8.24743 -6.15878 -6.309 0.021 0.000841 0.4488598 1.000433 0.17 0.98777435 -1.041 0.034 0.97 11.000062 0.25818753 k1 k2 k3 0.051 0.00065 0.174414 -1.021 0.67364877 -2.2582 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 553 181 147 276 159 153 250 182 182 231 176 224 266 257 311 307 326 395 1.034 0.155 0.27302629 -2.38139475 -3.000123 0.034 0.98777435 -3.47515 -7.103 0.27302629 -2.87 30.206 0.29806 -7.27302629 -1.051 0.000266 0.103 0.38139475 -3.31 15.38139475 -2.103 V d (kgf/cm2) 0.38 0.001016 0.67364877 -1.051 0.069 0.22452 -7.062 0.021 0.28 0.19418321 -2.97592965 -2.029 72 33 144 5 9 22 -12 8 -41 -6 31 -19 38 94 6 75 129 133 -19 -23 -2 -48 -35 -39 -51 -30 -52 -51 -13 -60 -14 40 -32 37 76 60 -35 -34 -34 -55 -39 -54 -59 -35 -61 -54 -17 -63 -18 39 -18 30 75 41 2 83 -19 -13 7 -25 -9 -13 -26 8 -31 16 66 62.42 30.49 -0.12 0.20 13.28 -0.68 0.97592965 -2.0640305 b1 -0.88673193 -3.000467 0.000299 0.103 0.08 6.27302629 -1.48 6.

57987911 -2.97592965 -2.29098418 -0.103 0.16 20.06 -0.103 0.02 0.05 0.000426 242 0.001 155 0.41 0.137 0.27 2/2 .051 0.069 0.85 28.38139475 -3.88673193 -3.412 TeseCinconeguiAnexosMIBH (2) 0.48 18.174414 -1.04472 -6.000233 176 0.00114 136 0.19418321 -2.155 0.000878 313 0.000636 162 0.57987911 -2.73464 -6.069 0.034 0.021 0.07 28.45892 -7.034 0.15 21.01534 -8.206 0.90876 -7.70849 -6.81 49. 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0.86323284 -3.000108 315 0.22 -0.74734 -7.69184 -10.206 0.78062089 -3.77673 -7.40759 -1.68 20.38139475 -2.174414 -1.103 0.27302629 -1.70 -0.000925 223 0.73329 -9.051 0.55283 -8.25731 -8.29 15.069 0.57987911 -1.00121 340 0.21 -0.34 -0.000245 208 0.000579 178 0.155 0.98777435 -1.38139475 -2.88673193 -3.78507 -7.069 0.103 0.72045 -9.18 5.70 1.93219 -9.000066 318 0.99 19.98777435 -1.86323284 -3.86323284 -3.97592965 -2.051 0.000961 286 0.97592965 -2.38139475 -2.35248 -8.98777435 -1.19 0.27302629 -2.062 0.67364877 -2.001105 186 0.74940 -7.34 -0.98777435 -1.27302629 -2.13 0.30 21.30 0.67364877 -1.23 -0.30 5.137 0.03 -0.90 31.43 19.45 14.206 0.051 0.069 0.98777435 -1.90776 -8.000153 222 0.27302629 -1.98777435 -1.10 -0.68561 -7.96 1.61150 -7.67364877 -2.

78 0.78062089 -3.98140 -8.069 0.35 30.52 -0.99 -0.021 0.275 0.72 17.000388 0.19418321 -2.75 0.000818 0.0003 0.000301 0.38139475 -3.27302629 -2.062 0.27302629 -1.19418321 -2.05858 -6.041 0.034 0.001102 0.069 0.98777435 -1.103 0.103 0.97592965 -2.23 -0.57987911 -1.67 17.069 0.39 0.31 -0.16 5.86323284 -3.30465 -7.30 19.000711 0.021 0.38139475 -3.069 0.38139475 -3.74649 -7.85137 -3.38139475 -3.47 0.29098418 -0.062 0.66 -0.137 0.59 -0.81156 -7.86433016 -2.27302629 -1.57987911 -2.000922 0.412 0.021 0.78062089 -3.000826 0.069 0.86323284 -3.80 26.67364877 -2.12 -0.051 0.412 0.09193 -7.021 0.40 -0.61 -0.86433016 -2.38139475 -2.28 37.88673193 -3.275 0.000929 0.14 28.000396 0.97592965 -2.001348 0.309 TeseCinconeguiAnexosMMBH (2) Ha 0.98777435 -1.97592965 -2.97592965 -2.97592965 -2.26643 -7.86323284 -3.034 0.86323284 -3.98777435 -1.034 0.78062089 -3.021 0.41359 -7.57987911 -2.79692 -7.63 27.84 30.137 0.4295357 b2 1.10865 -6.103 0.000411 0.103 0.57987911 -2.103 0.65 38.67364877 -2.000471 0.16 27.29342 -8.97592965 -2.103 0.67364877 -2.83190 -7.155 0.09 9.27302629 -1.21 -0.73101 -7.16 26.38139475 -3.67364877 -1.034 0.97592965 -2.98777435 -1.137 0.36019 -7.98777435 -1.52 -0.069 0.92 51.47171 -8.034 0.51 -0.85451 -7.309 0.52505 -8.103 0.000917 0.84425 -7.000146 0.52 -0.09 7.61 26.98363 -7.99440 -7.60491 -7.29098418 -0.86323284 -3.97592965 -2.86323284 -3.000235 0.98777435 -1.97592965 -2.98777435 -1.034 0.31 -0.67364877 -2.38139475 -2.000492 0.001094 0.103 V d (kgf/cm2) 0.44821 -8.137 0.46 11.4295 K3 = 1-k3 -0.206 0.75 -0.97592965 -2.98777435 -1.051 0.17 27.67364877 -2.53 7.000413 0.56 -0.96 10.27302629 -1.55 -0.88 18.00073 0.069 0.034 0.36 23.000073 0.309 0.86323284 -3.66065 -7.000091 0.137 0.17 0.40 -0.97592965 -2.137 0.49 0.000064 0.02 31.000149 0.86565 -7.59 15.137 0.172 300 236 560 265 234 473 226 242 342 291 329 423 387 417 273 175 167 230 168 148 198 148 169 176 159 187 207 240 253 278 298 306 296 177 157 254 167 149 216 177 167 230 187 198 225 252 275 291 319 338 292 152 135 228 157 151 217 172 167 225 180 206 249 262 263 291 323 342 288 156 140 250 149 141 238 171 179 202 175 188 240 249 292 -9.051 0.98777435 -1.98777435 -3.02 35.19418321 -2.05510 -6.137 0.137 0.412 0.034 0.38139475 -3.000372 0.051 0.000262 0.000214 0.000429 0.86323284 -3.38139475 -2.40698 -7.79449 -7.000938 0.000783 0.000697 0.051 0.103 0.000077 0.051 0.1684702 b1 -0.50 -0.137 0.021 0.000693 0.81 25.051 0.69 7.103 0.98897 -6.27302629 -1.137 0.86433016 -2.86323284 -3.67995 -7.137 0.25166 -6.069 0.26 0.48 -0.74 0.051 0.27302629 -2.88 9.22 1.60913 -9.56 -0.000341 0.47 -0.103 0.000439 0.86323284 -3.37 -0.021 0.00068 0.24305927 k1 k2 k3 0.103 0.85 13.06910 -8.57987911 -1.021 0.67364877 -2.27302629 -1.002094438 -0.000603 0.069 0.27302629 -2.76 -0.78062089 -3.82 12.32025 -8.37 -0.27302629 -2.000204 0.76 -0.96 4.77 30.32 20.89662 -8.32 40.38139475 -2.49 -0.000866 0.000709 0.35168 -7.97592965 -2.000851 0.41858 -6.38139475 -2.137 0.4295357 1.04 -0.069 0.91983 -9.31 12.137 0.24 14.137 0.60 25.68864 -7.174414 -1.09 18.051 0.38139475 -2.86323284 -3.30 18.103 0.000306 0.051 0.174414 -1.37 -0.67364877 -2.103 0.06792 -6.206 0.051 0.000148 0.103 0.103 0.86 1.38139475 -2.44953 -7.001058 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.02 13.67364877 -2.86323284 -3.38139475 -2.35 0.103 0.66065 -7.83 51.67364877 -2.021 0.2430593 R2 = 0.03477 -7.137 0.07 39.27 16.98777435 -1.67364877 -1.103 0.86323284 -3.000762 0.051 0.86323284 -3.27302629 -1.000662 0.103 0.98777435 -1.86323284 -3.81 0.67364877 -2.14 -0.174414 -1.27302629 -1.02 0.67364877 -2.034 0.67364877 -2.76 8.206 0.57987911 -1.91767 -7.98033 -8.09 12.27302629 -3.68 9.22 -0.000458 0.06 30.103 0.67364877 -2.57987911 -1.67364877 -1.86433016 -2.137 0.000236 0.68864 -8.64 8.069 0.021 0.103 0.63 -0.069 0.19418321 -2.19 -0.000231 0.000234 0.75405 -7.21 -0.206 0.37 22.27302629 -2.021 0.38139475 -3.67364877 -2.206 0.32 28.000072 0.98777435 -1.206 0.57987911 -2.92 -0.2431 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 641 304 1.069 0.23 0.24 26.83410 -8.00093 0.38139475 -3.000412 0.069 0.98777435 -1.98777435 -3.44 0.61 36.98777435 -1.78062089 -3.24884 -6.36 -0.99 0.174414 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 232 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 232 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 232 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 232 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 443 125 918 86 42 286 34 25 183 -20 20 30 27 90 93 109 165 40 -22 -12 -24 -46 -47 -76 -83 -40 -114 -86 -35 -106 -24 14 -51 20 53 63 -20 -22 0 -47 -45 -58 -54 -42 -60 -58 -25 -88 -12 36 -39 40 86 59 -46 -43 -26 -57 -43 -57 -59 -43 -65 -66 -16 -63 -2 24 -39 45 90 55 -41 -38 -4 -65 -53 -36 -60 -30 -88 -71 -34 -72 -15 53 69.35 -0.90876 -7.000852 0.97592965 -2.66 43.88673193 -3.57987911 -2.000471 0.52 -0.034 0.26729 -8.00122 0.56 38.174414 -1.051 0.44732 -6.069 0.27448 -8.37743 -7.16 12.00 -0.27302629 -2.67364877 -2.062 0.98777435 -3.57987911 -1.00122 0.70890 -9.37 2.27302629 -2.155 0.309 0.26 -0.81063 -7.034 0.67364877 -2.86433016 -2.70890 -7.05163 -7.69 25.67364877 -1.67364877 -2.00027 0.000858 0.069 0.30 1.12 27.00023 0.137 0.13 0.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MMBH COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.103 0.103 0.97592965 -2.65663 -8.46 -0.05 0.412 0.001175 0.50 -0.94 1.069 0.21 0.30 -0.38139475 -3.41 -0.19418321 -2.001204 0.13 56.103 0.49739 -10.37309 -7.069 0.53884 -8.069 0.49 21.021 0.000458 0.27302629 -2.31 34.55 -0.25 78.051 0.40 -0.29098418 -0.98777435 -1.98777435 -1.103 0.53 28.35 -0.051 0.81791 -7.14 10.90286 -7.103 0.86323284 -3.27302629 -2.27302629 -2.275 0.034 0.06091 -6.309 0.062 0.17 0.30 0.062 0.000134 0.000136 0.72420 -8.021 0.97592965 -2.069 0.034 0.206 0.041 0.38139475 -2.000787 0.000324 0.27302629 -2.069 0.0006 0.069 0.21709 -7.137 0.041 0.97176 -8.99814487 K1 = 1/k1 477 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.88673193 -3.034 0.069 0.98 5.021 0.16 8.79 25.27302629 -1.56 38.72 -0.53 18.001122 0.52 14.000392 0.34 0.103 0.15238 -6.021 0.17 -0.021 0.034 0.021 0.97592965 -2.051 0.000698 0.051 0.034 0.000583 0.27302629 -2.27302629 -1.24717 -7.27302629 -2.034 0.29098418 -0.38139475 -2.14728 -6.27302629 -2.021 0.33 -0.22247 -8.103 0.137 0.34 0.26873 -6.67364877 -2.17956 -6.78 0.79264 -7.36 6.67364877 -2.38139475 -3.11173 -7.041 0.206 0.001043 0.77 64.155 0.17 0.000607 0.000257 0.38 -0.000442 0.19 0.10840 -7.31 -0.27302629 -2.97592965 -2.09 31.43 0.06 28.11 0.98777435 -1.38 36.67364877 -1.98777435 -3.46 31.000999 0.39 26.000498 0.034 0.137 0.10 -0.57 -0.034 0.27302629 -1.041 0.08 3.21973 -6.000863 0.61703 -6.27302629 -1.55283 -8.76 54.97592965 -2.79206 -7.000732 0.97592965 -2.30 0.35593 -7.72211 -9.90 11.09892 -6.73787 -9.051 0.00086 0.31 13.051 0.206 0.155 0.67364877 -2.40 -0.000071 0.155 0.000462 0.18 41.86323284 -3.27302629 -1.034 0.86323284 -3.12 13.88673193 -3.97592965 -2.275 0.000029 0.27302629 -1.069 0.051 0.103 0.46 1/2 .069 0.000436 0.89 43.103 0.81830 -7.000988 0.206 0.

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-3.98777435 -7.82341 -2.041 0.89 0.98777435 -6.309 0.67364877 -1.86323284 -2.02 -0.49 -0.26163 -3.38139475 -2.034 0.67364877 -1.206 0.38139475 -3.51 0.97592965 -1.069 0.98777435 -6.069 0.20 0.103 0.137 0.000144 0.02 -0.000846 0.309 0.67364877 -7.26 37.137 0.275 0.38139475 -3.54641 -2.14 15.56940 -3.041 0.19945 -2.051 0.54 6.27302629 -7.04 -0.000946 0.57987911 -7.206 0.103 0.10178 -2.001155 0.19418321 -8.103 0.86323284 -3.001161 0.034 0.51106 -3. Padrão TeseCinconeguiAnexosMMBH (2) 295 307 347 266 217 405 208 188 311 224 191 296 212 220 281 262 303 335 359 392 300 214 168 333 182 166 241 187 182 228 198 220 254 267 313 306 338 357 432 225 810 219 184 354 195 209 321 204 222 270 258 294 334 325 355 301 204 507 218 227 333 219 224 280 204 212 306 276 284 338 329 356 233 147 122 198 134 133 200 151 161 223 183 197 241 218 266 273 284 323 114.56 23.98777435 -1.000409 0.67364877 -7.52 -0.57987911 -6.97592965 -2.000812 0.50 7.155 0.000317 0.

86323284 -3.93513 -7.000325 0.86 8.051 0.98777435 -3.86323284 -3.00046 0.67 4.98777435 -1.001297 0.021 0.97009 -8.002139 0.98777435 -1.78062089 -3.021 0.000965 0.94431 -8.137 0.56 -0.034 0.98777435 -1.67364877 -2.37 20.103 0.155 0.49 33.46 0.48 0.41367 -6.99523 -8.001725 0.174414 -1.22214 -5.18 11.041 0.19418321 -2.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MMBHG COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -4.174414 -1.38139475 -2.01 -0.15 -0.206 0.85327 -6.27302629 -1.000166 0.30823 -6.021 0.67364877 -2.97 18.27302629 -2.67364877 -2.47 17.27302629 -1.309 0.75 11.38896 -6.76539 -7.206 0.36504 -6.66278 -6.021 0.155 0.97592965 -2.206 0.67364877 -2.000973 0.034 0.29 -0.42 28.069 0.001766 0.00137 0.24 12.17 1.002554 0.309 0.86323284 -3.051 0.67364877 -1.40 0.12 -0.021 0.000787 0.7604649 b1 0.86323284 -3.02555 -7.60469 -7.57987911 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 121 123 123 121 122 123 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 121 123 123 121 122 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 121 123 123 121 122 123 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 121 123 123 121 122 123 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 45 0 -18 6 -16 -20 -6 -17 -12 -21 -16 1 -19 3 36 -15 22 49 66 -8 -12 -4 -19 -29 -12 -29 -22 -31 -15 -8 -31 -5 16 -22 7 40 -13 -28 0 -14 -24 -14 -27 -18 -21 -18 -5 -30 -5 25 -19 15 38 12 -19 -30 -9 -22 -32 -15 -28 -10 -28 -25 -5 -27 0 25 -24 16 42 313 55 27 81 25 2 34 7 10 28 9 18 26.069 0.32 0.57987911 -1.62 -0.53138 -7.84290 -6.001008 0.051 0.25 1.30 -0.034 0.000327 0.98777435 -1.103 0.021 0.001393 0.21 7.86487 -7.05 27.38139475 -3.069 0.051 0.97592965 -2.11971 -8.034 0.062 0.000363 0.67364877 -2.98777435 -1.001906 0.137 0.36 -0.38139475 -3.71 16.174414 -1.67364877 -2.001135 0.27302629 -1.17443 -6.33 -0.82987 -6.71 -0.12515 -7.57987911 -1.137 0.103 0.000284 0.29098418 -0.77 -0.206 Ha 0.17 0.57987911 -1.001101 0.137 0.000276 0.062 0.001016 0.32 71.001038 0.85 25.83 31.309 0.39056 -7.78062089 -3.002079 0.103 0.206 0.000571 0.000623 0.041 0.86323284 -3.98777435 -1.19 -0.68211 -6.07 0.46 -0.034 0.051 0.64 -0.021 0.137 0.70 -0.00011 0.021 0.034 0.72 17.27302629 -2.38139475 -2.034 0.051 0.11 18.137 0.19 17.64616 -6.98399578 k1 k2 k3 0.27302629 -2.021 0.82 -0.0325 K3 = 1-k3 0.27302629 -1.034 0.01 -0.50 12.55 30.001453 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 -0.86323284 -3.88673193 -3.67364877 -2.28902 -6.11 16.96619 -7.001348 0.97592965 -2.38139475 -3.97592965 -2.97592965 -2.13 32.67364877 -2.000124 0.23 10.39 0.38139475 -3.38139475 -2.26 15.13 11.051 0.64 -0.051 0.42 1.57343 -6.137 0.67364877 -3.034 0.38139475 -3.18351 -6.034 0.57 1.97592965 -2.97592965 -2.309 0.47 -0.89188 -7.97592965 -2.84 4.26275 -6.74 1.50 0.103 0.034 0.137 0.069 0.034 0.57 0.86323284 -3.103 0.01 16.62 0.103 0.92111 -7.27302629 -2.000262 0.001354 0.67364877 -2.77856 -7.71 5.78112 -6.67364877 -2.45 1/2 .137 0.77 23.97592965 -2.97592965 -2.28 0.000437 0.67364877 -1.069 0.19 -0.64 4.57987911 -2.021 0.001727 0.98777435 -3.86323284 -3.000759 0.40 -0.021 0.98777435 -1.70352 -7.26 -0.34 16.17587 -6.021 0.051 0.22 -0.000384 0.74 5.68 0.45 6.27302629 -2.33393 -6.98777435 -1.069 0.000154 0.11250 -6.27302629 -1.36 14.000461 0.01 4.001503 0.034 0.19418321 -2.39 28.412 0.16654 -7.051 0.38139475 -2.63 18.67 -0.86323284 -3.19418321 -2.103 0.08 34.27302629 -1.103 0.0160 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 169 125 109 130 109 106 117 107 113 101 108 125 102 126 159 106 144 172 191 118 114 120 106 97 111 95 103 91 108 117 91 117 140 98 129 164 113 99 123 111 101 109 98 106 101 105 119 91 118 149 102 137 161 136 107 96 115 103 94 107 97 114 94 98 119 94 123 148 96 139 164 438 181 153 205 150 127 157 131 134 150 132 142 -8.73 -0.38 0.14742 -8.069 0.051 0.001648 0.174414 -1.34 17.37297 -8.103 0.14728 -6.55 7.000128 0.34781 -8.27302629 -1.78820 -6.98777435 -1.21361 -5.97592965 -2.10 -0.069 0.38139475 -2.44 -0.15 18.137 0.000628 0.034 0.53412 -3.98 0.64 -0.26 14.27302629 -2.275 0.57987911 -1.29098418 -0.069 0.021 0.38139475 -3.38139475 -2.86433016 -2.73 -0.001067 0.002082 0.412 0.000809 0.103 0.67 2.27302629 -2.38139475 -2.53 -0.275 0.69 -0.069 0.87 0.034 0.069 0.72 -0.051 0.000404 0.206 0.02 25.155 0.000475 0.103 0.29098418 -0.206 0.27302629 -2.38139475 -3.103 0.11503 -7.98777435 -1.034 0.70 0.00 0.40819 -6.137 0.137 0.275 0.041 0.66559 -6.19418321 -2.103 0.66953 -6.001299 0.15 23.98777435 -1.97592965 -2.27302629 -1.60913 -6.00047 0.001153 0.103 0.97592965 -2.069 0.21564 -6.155 0.86323284 -3.137 0.000227 0.021 0.96348 -7.000735 0.13 -0.67364877 -2.95 1.66 34.03247216 0.069 0.31 -0.94338 -6.63 11.002393 0.68 2.069 0.16 -0.67364877 -2.00067 0.14 -0.98777435 -1.001939 0.67364877 -2.57987911 -2.78062089 -3.103 0.82158 -6.97592965 -2.97592965 -2.000681 0.041 0.36253 -6.67364877 -1.021 0.069 0.56 14.001274 0.38139475 -3.137 0.39 0.39 -0.33904 -6.45 22.034 0.041 0.81410 -8.069 0.98947 -9.03169 -7.27302629 -2.069 0.50 -0.38139475 -2.38139475 -2.002002 0.021 0.051 0.002215 0.58 18.30 -0.27 21.206 0.52024 -8.76 -0.051 0.069 0.78 -0.000347 0.88673193 -3.001639 0.31 6.67364877 -2.137 0.40 30.001985 0.021 0.27302629 -1.97592965 -2.34928 -6.81154 -7.06 7.73558 -6.051 0.002505 0.001269 0.25 28.57987911 -2.51 21.001081 0.000048 0.38139475 -3.27302629 -2.103 0.67364877 -2.86433016 -2.000683 0.000633 0.97592965 -2.034 0.38139475 -3.24717 -7.103 0.069 0.38139475 -2.86323284 -3.000296 0.00109 0.034 0.28 34.86323284 -3.64770 -6.275 0.14 0.412 0.24558 -6.24 0.86433016 -2.86433016 -2.86323284 -3.86433016 -2.000459 0.29195 -6.19418321 -2.57630 -6.062 0.01 28.08 30.49 -0.88673193 -3.27302629 -2.55 -0.008561628 0.68428 -7.86323284 -3.86323284 -3.86323284 -3.155 0.76 0.84572 -7.82 14.062 0.051 0.000644 0.103 0.103 0.57987911 -2.86323284 -3.27302629 -2.67364877 -2.64 0.001421 0.41 -0.86323284 -3.46812 -8.069 0.48 0.53 -0.65220 -6.78062089 -3.021 0.137 0.001457 0.67364877 -1.55639 -6.84 14.39 -0.103 0.68646 -6.83 5.98777435 -3.001056 0.03247216 b2 0.137 0.07 24.98777435 -1.29098418 -3.08 0.103 0.04 16.103 0.19511 -7.27302629 -2.051 0.59294 -7.12 0.98777435 -1.51 9.00168 0.103 0.069 0.62 4.103 0.02 -0.48 10.021 0.27302629 -1.03521 -9.20 29.137 0.051 0.36 -0.78062089 -3.04 0.001748 0.36137 -6.67364877 -2.98777435 -1.051 0.86323284 -3.001064 0.000542 0.103 0.27302629 -1.87046 -6.67364877 -2.98777435 -3.67364877 -2.91 -0.01 -0.051 0.069 TeseCinconeguiAnexosMMBHG 0.206 0.97592965 -2.67364877 -1.22 0.9839958 2 R = 0.38 20.001127 0.89979 -6.034 0.86323284 -3.91 25.001397 0.50029 -7.20 21.54 22.021 0.80 6.97592965 -2.39 1.27302629 -1.137 0.96588968 K1 = 1/k1 117 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) V d (kgf/cm2) 0.79 -0.062 0.001758 0.27302629 -1.000653 0.99 13.38096 -6.48 -0.137 0.069 0.85 10.47 39.34358 -6.069 0.069 0.98777435 -1.71 3.97592965 -2.

98777435 -6.11 11.27702 -1.21 -0.18 7.57987911 -6.16 2/2 .71796 -2.041 0.27302629 -6.17 0.000823 0.98777435 -6.001096 0.30782 -2.137 0.103 0.000247 0.74247 -2.23 3.069 0.97592965 -2.001982 0.001822 0.137 0.002445 Desv.137 0.05 16.08 10.137 0.67364877 -6.47 5.137 0.137 0.275 0.84 12.78062089 -8.137 TeseCinconeguiAnexosMMBHG 0.22365 -2.002198 0.103 0.11 0.000569 0.00148 0.103 0.0.155 0.23 3.174414 -6.021 0.4413 0.98777435 -1.38139475 -3.51571 -2.88673193 121 123 123 121 122 123 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 121 123 123 121 122 123 4 17 46 4 37 65 52 8 -11 14 -4 -18 -5 -15 -8 -4 -10 2 -18 3 32 -13 24 46 Média 3.001725 0.27302629 -1.98777435 -1.309 0.021 0.103 0.10 0.97592965 -6.38139475 -2.44561 -2.04 -0.11 16.206 0.79 9.30612 -3.69 20.137 0.000534 0.103 0.31 8.206 0.95695 -3.27302629 -7.38139475 -2.021 0.03639 -3.000307 0.98777435 -0.051 0.001636 0.86323284 -2.86323284 -3.021 0.000948 0.46 0.97592965 -2.062 0.66716 -1.53511 -3.103 0.137 0.98777435 -0.29 2.45 23.47163 -3.001635 0.90976 -2.000584 0.034 0.97592965 -1.35 17.27302629 -2.26 0.103 0.034 0.10 -0.000119 0.36 -0.83 -0.103 0.99 16.96116 -2.98777435 -6.19418321 -7.275 0.33 0.47 29.41550 -2.44 -0.42 1.27302629 -6.67364877 -6.01371 -1.91 27.206 0.67364877 -1.67364877 -1.001879 0.18 4.61 27.36253 -1.88673193 -9.103 0.051 0.27302629 -1.069 0.412 0.10255 -2.034 0.09 0.000998 0.27302629 -6.09 -0.98777435 -1.051 0.034 0.57987911 -6.12021 -1.38139475 -7.051 0.41611 -2.98777435 -1.069 0.27302629 -1.39 14.81609 -1.57987911 -6.27302629 -1.62182 -2.001331 0.45 34.90 1.103 0.069 0. Padrão 125 139 170 125 159 187 176 134 116 138 121 108 118 109 116 118 113 126 103 126 156 108 146 169 39.86433016 -7.3622059 -7.86323284 -8.001272 0.174414 -6.069 0.62 1.29098418 -6.20 -0.32 0.67364877 -2.412 0.27 0.86323284 -3.49 2.000952 0.309 0.39 -0.64 1.000434 0.08866 -3.13 -0.29098418 -6.001209 0.27302629 -2.95 1.

Anexo 5 Abrasão Los Angeles Folhas de Ensaio .

3 4.Brita 1 Local: Usina do Catumbi . G. retida na peneira de 1.COPPE/UFRJ Norma DNER-ME 035/98 Projeto: Tese de mestrado Interessado: Amostra: Agregado reciclado misto .8 2.RJ Nº de rotações do tambor: Peneira Abertura em mm Nº de esferas: 500 Massa retida (g) Inicial LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO DE ABRASÃO LOS ANGELES Cinconegui da Graça Fernandes Prof.F ou G) escolhida para ensaio. 38 25 n = graduação (A. Da Motta 09/09/2004 Graduação: Data: 11 Massa de carga abrasiva (g): 4584+25 An = (mn .5 2505 6.C.5 2505 9.D.: Laura M. 19 m'n = massa total da amostra lavada e seca.7 mm. após o ensaio.4 Massa total (g): 5010 1724 B AB = 66 . mn = massa total da amostra lavada e seca. colocada no tambor.B.m'n) x 100/mn Final 63 50 Onde: An = abrasão "Los Angeles" na graduação n.E. 12.

F ou G) escolhida para ensaio. retida na peneira de 1.7 mm.3 4.Brita 0 Local: Usina do Catumbi .5 2503 6. Da Motta 09/09/2004 Graduação: Data: 8 Massa de carga abrasiva (g): 3330+20 An = (mn .C.D. mn = massa total da amostra lavada e seca. colocada no tambor.m'n) x 100/mn Final 63 50 Onde: An = abrasão "Los Angeles" na graduação n.: Laura M.5 2501 9. após o ensaio.4 Massa total (g): 5004 2031 C AC = 59 .COPPE/UFRJ Norma DNER-ME 035/98 Projeto: Tese de mestrado Interessado: Amostra: Agregado reciclado misto . 12. 38 25 n = graduação (A. 19 m'n = massa total da amostra lavada e seca.RJ Nº de rotações do tambor: Peneira Abertura em mm Nº de esferas: 500 Massa retida (g) Inicial LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO DE ABRASÃO LOS ANGELES Cinconegui da Graça Fernandes Prof. G.E.8 2.B.

38 n = graduação (A. Da Motta 24/08/2004 Graduação: Data: 12 Massa de carga abrasiva (g): Final Onde: An = abrasão "Los Angeles" na graduação n.: Laura M.3 4.COPPE/UFRJ Norma DNER-ME 035/98 Projeto: Tese de mestrado Interessado: Amostra: Agregado reciclado de concreto Local: Usina do Estoril . 6. G. 25 19 1233 1264 12. colocada no tambor.8 2. após o ensaio.4 Massa total (g): 5000 2411 A AA = 52 .5 1245 9.B.F ou G) escolhida para ensaio. m'n = massa total da amostra lavada e seca.BH/MG Nº de rotações do tambor: Peneira Abertura em mm Nº de esferas: 500 Massa retida (g) Inicial LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO DE ABRASÃO LOS ANGELES Cinconegui da Graça Fernandes Prof.C. retida na peneira de 1.m'n) x 100/mn 63 50 mn = massa total da amostra lavada e seca.7 mm.D.5 1258 5000+25 An = (mn .E.

E.BH/MG Interessado: Nº de rotações do tambor: Nº de esferas: Peneira Abertura em mm 500 Massa retida (g) Inicial LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO DE ABRASÃO LOS ANGELES Cinconegui da Graça Fernandes Prof.COPPE/UFRJ Norma DNER-ME 035/98 Projeto: Tese de mestrado Amostra: Agregado reciclado misto Local: Usina do Estoril .F ou G) escolhida para ensaio.C. Da Motta 09/09/2004 Graduação: Data: 12 Massa de carga abrasiva (g): 5000+25 An = (mn . colocada no tambor. retida na peneira de 1.7 mm. após o ensaio. G.4 Massa total (g): 5004 2268 A AA = 55 .5 965 6. 19 1337 m'n = massa total da amostra lavada e seca.B.: Laura M. 38 25 1355 n = graduação (A. mn = massa total da amostra lavada e seca.m'n) x 100/mn Final 63 50 Onde: An = abrasão "Los Angeles" na graduação n.8 2.5 1347 9.3 4.D. 12.

Anexo 6 Índice de Forma Folhas de Ensaio .

0 15.8 4.4 1.4 13.8 6.5 5.0 6.9 3.1 27.Método do Paquímetro .2 27.4 6.5 5.2 12.4 17.4 9.1 15.2 16.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .8 30.6 33.2 31.0 18.9 17.8 22.8 28.6 1.9 5.4 9.2 34.2 8.5 28.6 1.1 9.7 2.8 27.3 50.3 12.6 4.9 14.6 7.0 27.2 39.7 20.1 28.7 2.4 3.3 9.8 1.5 19.7 2.8 34.8 28.9 2.8 1.9 38.0 16.6 17.6 4.1 3.3 24.7 28.8 3.7 5.3 c/e 3.9 22 9842.5 7.4 17.5 13.2 4.4 16 6027.0 28.6 9.3 13.1 16.3 4.NBR 7809 Amostra : Agregado Misto Brita 1.5 2.5 1.3 26.0 30.4 17.1 2.3 11.2 2.5 e (mm) 8.9 47.6 25.7 19.6 3.0 28.5 1.3 28.3 9.1 2.5 9.6 15.1 2.2 1.0 4.3 6.6 8.7 16.7 25.9 25.5 Local : Rio de Janeiro-RJ Cinconegui da Graça Fernandes 24/08/2004 Folha: 01/02 Qtde de grãos 0 0 2 32 122 44 200 c (mm) 36.3 61 2148.1 32.6 30.9 20.6 1.2 34.9 Retido Peso (g) F=%Peso 0 0 91.7 2.4 c/e 2.1 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.5 6.2 17.6 1.9 20.6 34.0 5.9 13.5 10.5 40.9 38.7 10.4 27.6 35.0 1.3 5.4 1.0 27.60 100 25 e (mm) 25.5 25.1 27. : Laura Motta data : Peneiras # mm 2" 50.8 18.4 13.6 1.6 14.3 11.0 24.0 19.1 24.6 2.0 1.7 30.7 2.6 2.0 18.5 Total Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 c (mm) 53.9 3.6 2.7 36.5 34.6 33.9 3.2 23.6 20.0 1.5 32.5" 38.3 13.9 10.7 14.4 10.4 28.0 29.6 15.6 11.8 27.3 2.2 2.6 2.0 30.8 3.8 24.5 c (mm) 32.2 .7 c/e 3.8 2.9 51.Índice de Forma .2 14.7 18.9 2.3 32.5 1.7 27.7 1.2 18.7 5.4 40.4 6.0 1 1575.8 1.6 2.0 3.1 58.3 18.9 2.8 31.1 11.5 6.7 14.0 6.3 3.9 1.9 18.9 11.3 2.1 26.3 4.1 26.5 1.Usina do Catumbi Projeto : Tese de mestrado Interessado : (a) Profº .0 9.9 13.8 6.2 2.1 4.5 19 e (mm) 12.5 12.1 65.0 2.7 41.5 2.5 2.2 7.0 3.8 7.5 3/8" 9.8 10.6 2.7 17.3 7.8 26.3 2.

5 22.8 13.2 17.6 2.1 3.6 28.2 12.8 7.7 18.3 7.7 21.0 20.3 4.6 16.6 6.5 1.1 28.2 1.6 20.2 1.9 5.2 c (mm) 28.0 1.7 13.3 15.7 18.3 22.9 15.7 24.6 2.0 4.4 2.4 9.1 4.2 13.3 5.8 16.6 2.9 18.3 3.0 9.9 1.5 28.4 2.9 6.0 16.9 22.9 16.7 26.6 4.1 8.5 20.2 18.6 31.0 32.6 30.3 13.1 Local : Rio de Janeiro-RJ Cinconegui da Graça Fernandes 24/08/2004 12.6 25.0 15.4 24.6 9.1 5.9 4.4 7.3 29.9 9.5 7.7 4.0 7.9 3.7 29.3 2.9 1.0 25.8 23.3 6.3 8.4 23.7 15.9 12.3 32.8 7.1 7.0 21.5 22.9 1.0 13.8 27.9 29.6 1.7 4.5 11.7 19.7 12.9 4.4 13.1 6.2 1.6 2.0 26.2 4.5 22.6 5.0 10.6 15.4 1.1 9.8 12.9 10.4 20.7 2.1 18.4 2.2 12.3 6.7 28.8 2.0 27.2 10.6 16.5 12.1 5.9 1.8 5.7 4.4 9.5 3.5 2.5 13.5 23.7 6.9 5.9 1.0 23.6 18.8 24.5 c/e 6.7 20.2 7.8 20.8 9.5 e (mm) 7.6 21.8 10.3 29.3 22.1 3.1 2.4 26.7 1.0 20.5 9.8 7.5 e (mm) 13.6 c/e 1.4 2.5 18.1 2.7 2.5 4.2 8.1 1.8 2.8 3.9 10.9 3.3 2.0 1.9 1.6 23.6 3.6 25.9 18.0 30.9 2.7 Cálculo do Índice de Forma (IF) : IF = [(c/e)med1 + .1 1.4 4.1 8.2 13.7 6.0 19.5 26.5 25.5 35.6 1.9 20.4 2.1 1.6 7.5 1.5 9.3 21.6 11.8 29.8 10.8 21.3 1.3 1.6 7.0 2.9 23.9 24.0 3.9 1.9 1.6 5.0 32.0 9.3 6.5 e (mm) 4.4 1.3 47.2 24.6 3.3 9.8 10.0 4.0 4.2 20.5 8.4 15.6 15.8 2.5 2.3 6.4 23.4 18.5 3.3 29.5 13.8 25.6 22.9 6.1 2.0 24.5 2.7 2.4 11.3 7.4 25.6 1.0 1.0 3.3 11.3 15.8 7.8 7.6 1.8 6.1 11.0 15.6 9.8 16.2 9.8 6.5 24.7 34.9 1.2 2.2 12.4 4.NBR 7809 Amostra : Agregado Misto Brita 1.8 16. : Laura Motta data : Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 c (mm) 20.9 6.9 5.9 38.7 2.8 30.7 c/e 3..Método do Paquímetro .6 23.0 4.0 8.2 2.5 7.1 .4 2.9 8.2 6.3 4.4 28.3 11.0 12.8 2.5 3.6 24.7 11.7 2.6 8.4 27.7 28.7 11.7 4.2 2..0 4.8 2.2 6.8 3.4 6.3 19.3 8.5 10.5 2.5 9.2 25.Índice de Forma .2 3.9 9.1 46.3 9.6 22.7 12.2 10.5 3.8 1.9 2.3 11.8 1.4 10.2 7.4 2.4 23.7 13.8 22.4 11.0 12.5 18.3 1.7 15.8 1.0 1.3 31.9 10.5 6.7 14.2 15.8 18.5 6.2 15.Usina do Catumbi Projeto : Tese de mestrado Interessado : (a) Profº .4 3.5 3. + (c/e)medn] / n c = Comprimento de um grão e = Espessura de um grão n = Número de parcelas c/e med = Valor médio IF = 2.3 6.6 1.1 2.6 3.3 16.8 29.0 2.5 2.5 10.3 23.9 3.1 10.8 02/02 Folha: c (mm) 22.8 3.0 3.9 3.3 1.1 8.0 24.4 1.9 37.2 2.9 32.4 1.5 29.8 28.1 10.5 18.1 6.6 11.3 3.5 4.4 6.7 25.6 1.4 25.8 3.0 12.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .1 16.9 18.4 13.0 2.

3 40.9 55.3 c (mm) 54.8 2.6 52.0 33.4 77.8 37.1 38.8 .8 19.5 47.1 51.6 12.4 39.2 21.9 24.9 16.8 2.1 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.4 51.0 46.1 3.6 c/e 3.4 3.0 16.5 3/8" 9.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .4 c/e 3.9 2.2 Retido Peso (g) F=%Peso 1366.8 1.5 3.4 2.5 52.6 29.0 2.9 2.7 13.4 51.3 83.2 1.3 50.5 4.0 1.6 2.4 2.8 40.0 57.1 1.0 15.4 2.3 68.1 2.3 18.0 45.8 18.0 1.5 1.3 62.0 15.9 2.0 17.3 18.6 17.5 3.0 25 e (mm) 16.0 43.3 2.0 92.8 3.1 37.60 100 50.3 2.7 70. : Laura Motta data : Peneiras # mm 2" 50.7 2.8 30.2 2.4 26.4 26.8 3.7 39.0 2.3 3.9 19.1 12 16233.0 8.0 44.5 42.8 20.0 25 2676.5 16 4210.8 3.0 44.1 19.0 3.4 28.5 51.8 21.3 1.4 29.5 19.5 24.5 30.0 10.2 52.9 1.6 16.8 17.2 46.1 55.9 85.8 19.5" 38.0 58.2 2.3 18.8 16.5 4.7 2.1 e (mm) 34.6 56.4 2.0 26 1992.0 51.5 21.2 3.2 4.Índice de Forma .8 c/e 3.2 23.6 32.7 45.4 2.NBR 7809 Amostra : Agregado de Concreto .0 53.7 13.2 2.4 40.2 2.5 Total Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 c (mm) 99.2 20.3 8 1941.5 94.3 46.8 46.4 58.9 2.6 31.7 21.7 29.2 28.8 2.4 2.6 74.5 52.7 35.0 47.5 43.4 1.3 2.5 63.8 20.6 Local : Belo Horizonte-MG Cinconegui da Graça Fernandes 20/06/2004 Folha: 01/02 Qtde de grãos 17 24 50 33 52 25 200 c (mm) 105.4 38.0 12.1 2.9 2.1 20.8 45.4 25.2 3.9 26.7 40.6 68.6 15.0 57.0 26.2 13.0 2.6 1.5 3.5 1.5 44.2 2.1 18.7 29.5 2.0 14.5 64.7 12 4047.3 28.6 38.6 5.9 38.5 22.2 18.Método do Paquímetro .5 25.9 16.5 71.4 47.2 41.7 2.7 1.4 3.4 65.6 68.8 1.5 24.5 38.7 3.7 24.4 51.1 2.7 63.1 3.2 55.5 3.1 2.1 24.4 13.1 3.0 45.5 49.Usina do Estoril Projeto : Tese de mestrado Interessado : Profº(a).5 1.2 21.8 e (mm) 28.0 2.7 49.7 60.8 18.6 24.7 25.7 2.7 106.8 87.4 3.5 52.5 72.0 15.7 20.4 43.5 64.8 7.5 4.6 51.8 62.4 1.5 1.0 14.5 54.

1 15.7 10.1 20.5 2.0 26.1 5.0 12.7 12.7 2.3 3.0 7.6 8.1 11.1 5.8 1.1 14.0 33.0 2.3 27.7 25.8 15.0 18.8 1.6 2.0 13.0 18.3 9.2 10.0 36.8 43.1 10.8 13.3 36.8 2.6 c/e 4.8 14.2 14.3 12.0 14.4 12.0 35.8 7.0 4.1 3.1 7.9 1.3 2.4 1.1 3.0 11.2 3.2 32.4 11.6 14.1 7.1 7.3 8.0 c/e 2.1 23.5 16.8 13.1 14.1 35.1 2.5 2.Método do Paquímetro .6 7.3 8.1 14.9 12.7 22.8 2.3 16.2 22.2 11.2 3.5 20.2 3.8 31.8 2.5 8.4 27.4 32.2 30.2 15.0 10.6 18.6 2.9 12.9 34.2 3.1 2.8 11.2 3.0 1.7 13.3 10.9 35.3 2.0 9.8 1.6 35.6 1.3 9.2 11.1 2.3 2.0 10.5 2.5 2.0 9.9 2.6 2.5 2.2 14.9 30.0 3.2 37.5 e (mm) 15.8 2.7 22.8 4.3 5.9 11.6 25.4 8.5 2.8 19.1 9.5 17.7 22.3 7.1 9.2 2.6 26.7 12.2 29.0 25.8 2.1 14.5 12.2 10.5 20.4 17.6 c (mm) 36.3 3.6 25.2 28.9 28.3 1.2 1.5 28. + (c/e)medn] / n c = Comprimento de um grão e = Espessura de um grão n = Número de parcelas c/e med = Valor médio IF = 2.6 19.5 19.2 16.2 25.0 8.9 3.0 2.3 2.NBR 7809 Amostra : Agregado de Concreto .7 28.0 1.7 38.0 4.5 2.2 9.7 1.6 2.8 29.6 44.0 2.7 29.9 3.3 2.1 1.9 15.2 1.2 2.9 19 e (mm) 9.0 8.0 30.5 2.8 28.5 2.0 8.4 7.3 2.4 11.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .1 29.6 18.1 1.1 13.2 2.1 8.3 19.3 02/02 Folha: c (mm) 23.0 9.1 31.Usina do Estoril Projeto : Tese de mestrado Interessado : Profº(a).0 22.4 28.4 2.7 19.9 20.8 27.0 18.1 27.7 8.0 4.2 32.0 9..9 2.1 3.8 41.6 2.8 9.3 14.9 4.1 22.6 17.5 e (mm) 7.6 11.3 8.7 12.8 2.8 2.9 40.3 3.7 28.4 2.8 8.9 8.6 2.9 22.7 2.0 40.3 3.4 2.Índice de Forma .3 10.6 32.8 21.4 7.1 6.4 33.6 2.9 1.2 2.0 8.8 3.4 7.6 19.0 3.5 16.4 6.7 1.5 8.7 20.9 c/e 3.7 .8 2.5 6.1 1.2 15.2 25.8 2.2 2.3 14. : Laura Motta data : Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 c (mm) 40.0 31.1 22.6 6.0 42.0 11..4 6.5 5.6 7.7 1.3 9.0 2.0 3.7 11.5 12.3 12.3 8.9 2.3 16.5 3.3 26.8 1.0 2.0 17.4 15.5 3.7 24.4 11.0 2.9 3.9 11.0 9.4 6.3 1.8 23.1 8.0 2.8 24.9 7.0 2.1 2.3 19.6 5.1 17.8 28.3 Cálculo do Índice de Forma (IF) : IF = [(c/e)med1 + .7 1.4 3.1 Local : Belo Horizonte-MG Cinconegui da Graça Fernandes 20/06/2004 12.8 34.2 20.2 23.1 9.3 2.4 13.3 31.0 2.2 10.7 10.7 36.7 14.1 1.8 17.1 4.6 13.2 4.3 8.5 39.3 9.

2 25.6 90.5 4.7 c/e 1.5 25.1 2.6 80.6 3.5 43.5 2.6 2.9 48.1 2.8 3.1 82.8 Local : Belo Horizonte-MG Cinconegui da Graça Fernandes 19/06/2004 Folha: 01/02 Qtde de grãos 30 29 48 32 40 20 200 c (mm) 82.3 c (mm) 39.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .0 63.8 50.4 3.1 41.8 17.8 16.6 2.7 18.0 2.8 50.4 3.9 32.4 2.4 24.4 1.0 19.1 22.5 33.1 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.5 25 e (mm) 22.5 41.9 2.0 1.2 2.Usina do Estoril Projeto : Tese de mestrado Interessado : (a) Profº .0 10 10278.7 39.5 65.8 92.5 69.6 3.Índice de Forma .3 24.3 70.0 52.0 48.2 22.Método do Paquímetro .6 40.0 26.8 e (mm) 37.1 Retido Peso (g) F=%Peso 1549.4 41.7 16.8 2.4 2.2 49.5 28.1 2.5 50.1 41.1 59.4 17.0 72.2 22.7 64.8 1.0 25.7 16 2069.3 2.6 20.7 3.0 38.1 22.6 1.4 4.1 3.7 16.2 2.0 62.4 5.6 2.9 13.0 43.6 2.2 2.5 3/8" 9.1 4.3 18.9 35.8 27.7 38.1 e (mm) 32.2 77.0 55.0 69. : Laura Motta data : Peneiras # mm 2" 50.1 21.4 52.8 31.9 2.6 1.1 20.6 2.4 3.2 57.0 24.9 c/e 2.6 3.5 .4 2.6 2.7 1.2 15 2471.3 38.6 30.70 100 50.6 29.2 105.5 20.0 14.5 23.1 59.3 2.2 1.2 2.0 24.7 35.0 21.5 2.5 Total Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 42 43 44 45 46 47 48 c (mm) 121.3 1.2 3.1 5.0 51.4 66.1 61.5 1.5 42.5 9.0 23.9 3.6 c/e 3.3 24.1 2.1 19.7 2.9 16.5 49.2 44.0 11.6 44.9 22.5 50.0 47.7 19.3 9.5" 38.6 62.0 45.3 46.6 46.7 3.4 37.7 24 1658.5 15 1502.6 14.7 44.2 7.8 2.3 9.5 41.2 13.8 1.8 2.9 53.7 54.5 19.7 8.7 6.4 2.2 1.5 17.4 13.2 16.0 58.NBR 7809 Amostra : Agregado Misto .2 52.8 10.2 65.0 37.1 59.8 2.6 20 1027.5 41.3 16.7 2.0 68.5 26.4 21.8 40.4 74.8 2.3 93.

0 10.9 3.1 2.3 2.5 8.3 2.5 33.5 19.0 5.6 39.4 8.5 Cálculo do Índice de Forma (IF) : IF = [(c/e)med1 + .7 1.2 1.3 9.1 1.3 15.5 15.5 19 e (mm) 13.5 28.8 16.1 29.2 31.8 14.3 4.7 22.0 1.8 6.4 2.0 2.8 c/e 2.0 14.1 2.0 11.5 8.8 11.0 37.0 36.9 9.Método do Paquímetro .6 2.9 2.7 9.0 9.3 13.3 6.4 4.2 2.5 1.8 2.7 3.2 3.5 33.4 48.5 24.7 2.5 8.4 4.8 33.4 2.0 21.6 48.0 2.9 .1 3.5 11.8 8.9 7.3 26.4 2.4 9.4 4.4 21.7 5.0 24.4 28.6 55.5 7.6 38.5 3.0 42.5 15. : Laura Motta data : Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 c (mm) 47.2 16.6 24.0 4.1 12.4 11.3 14.6 22.5 17.8 14.5 e (mm) 13.2 11. + (c/e)med n] / n c = Comprimento de um grão e = Espessura de um grão n = Número de parcelas c/e med = Valor médio IF = 2.2 2.0 18.2 31.4 1.0 3.0 18.0 5.8 9.5 1.1 c/e 3.5 24.0 29.1 34.3 2.0 11.0 7.2 3.9 36.8 9.3 7.8 1.8 3.0 2.5 1.1 13.5 11.9 17.5 22.6 30.4 12.1 2.3 3.6 26.0 12.5 14.5 2.5 2.8 21.9 26..0 8.9 16.3 12.2 22.0 22.0 10.5 9.9 7.0 15.4 2.0 12.5 2.5 10.1 27.5 2.0 6.8 16.8 31.5 9.4 14.0 8.6 14.9 3.0 10.8 6.0 32.6 21.9 2.7 27.9 1.4 3.8 48.Usina do Estoril Projeto : Tese de mestrado Interessado : (a) Profº .9 8.2 2.0 1.8 16.7 11.0 c/e 1.1 1.9 1.5 e (mm) 8.8 12.9 22.5 1.5 13.7 9.0 2.9 37.9 5.0 27.3 5.2 7.6 Local : Belo Horizonte-MG Cinconegui da Graça Fernandes 19/06/2004 12.0 18.3 13.7 15.0 4.4 34.0 6.0 1.4 11.1 2.7 32.8 2.5 1.7 11.7 9.1 11.0 11.7 1.3 5.2 64.6 29.7 8.3 02/02 Folha: c (mm) 17.7 1.4 12.5 1.8 41.7 21.0 3.7 19.3 22.8 2.4 2..3 3.0 11.2 27.1 11.6 29.5 6.4 21.1 25.7 31.7 10.0 3.7 23.2 19.8 3.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .6 8.6 3.3 12.0 1.0 42.5 3.4 3.2 22.4 4.0 30.6 8.0 26.6 14.7 13.5 17.0 15.0 24.3 2.3 19.9 2.9 13.0 16.2 4.5 7.6 7.1 c (mm) 23.8 2.Índice de Forma .4 6.3 8.4 3.7 30.6 24.8 1.0 4.1 17.2 9.0 9.0 2.7 43.1 15.1 2.4 28.4 4.1 2.0 2.NBR 7809 Amostra : Agregado Misto .1 23.3 35.6 3.2 3.

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