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CARACTERIZAÇÃO MECANÍSTICA DE AGREGADOS RECICLADOS DE

RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO DOS MUNICÍPIOS DO RIO DE
JANEIRO E DE BELO HORIZONTE PARA USO EM PAVIMENTAÇÃO
Cinconegui da Graça Fernandes
TESE SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DOS
PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE
FEDERAL

DO

RIO

DE

JANEIRO

COMO

PARTE

DOS

REQUISITOS

NECESSÁRIOS PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM CIÊNCIAS EM
ENGENHARIA CIVIL.
Aprovada por:
_________________________________________________
Profª. Laura Maria Goretti da Motta, D.Sc.

_________________________________________________
Prof. Jacques de Medina, L.D.

_________________________________________________
Drª. Prepredigna Delmiro Elga Almeida da Silva, D.Sc.

_________________________________________________
Prof. Alexandre Benetti Parreira, D.Sc.

RIO DE JANEIRO, RJ – BRASIL
DEZEMBRO DE 2004

FERNANDES, CINCONEGUI DA GRAÇA
Caracterização
Reciclados

de

Mecanística
Resíduos

de

de

Agregados

Construção

e

Demolição Para Uso em Pavimentação dos
Municípios do Rio de Janeiro e de Belo
Horizonte [Rio de Janeiro] 2004.
IX. 109 p. 29,7 cm (COPPE/UFRJ, M.Sc.,
Engenharia Civil, 2004)
Tese - Universidade Federal do Rio de Janeiro,
COPPE.
1.

Agregados Reciclados,

2.

Caracterização Mecanística,

3.

Pavimentação.

I. COPPE/UFRJ II. Título (série).

ii

À sociedade humana, dedico esta tese,
exploradora, por natureza, e tutora, por intelecto, da vida na Terra.

iii

Maria do Socorro Mateus. Francisco Duque. Álvaro Dellê. Eduardo Macedo. destacando meus amigos Marcos (Bororó). Aos técnicos e ao pessoal de apoio do Laboratório de Geotecnia Prof. Marcos Fritz. apoio e ao amor que sempre me dispensaram. Ao Corpo Discente da área de Geotecnia. em especial aqueles que compõem o Programa de Engenharia Civil na área de Geotecnia. Alexandre Pacheco. Ana. Diego Turri. Fernando Afonso. Aos meus irmãos Sidinei e Márcio e ao meu primo Felipe. destacadamente aos amigos Sidiclei Magalhães. Rodrigo. Petrônio iv . Filipe Franco. minha querida Orientadora. Rodrigo Müller. e apenas comuns àqueles indivíduos especiais. Carlinhos e Ricardo Gil por todo o apoio dado ao desenvolvimento dos meus ensaios laboratoriais e também as secretárias Márcia e Joseane pela atenção a mim empenhada. dotada de brilhantismo e humildade singulares. José Luiz Gerlach. Daniel Cordeiro. inclusive pelos conhecimentos filosóficos e acadêmicos que aos poucos me libertam dos grilhões de minha natureza ignorante. Aos meus amados pais. João e Gilza Fernandes.AGRADECIMENTOS A Deus e a meu Mestre Jesus Cristo por tudo. pela paciência e pela solicitude nos esclarecimentos das minhas mais diversas indagações. Helton Ribeiro. Ralph. Aos Professores Meyer e Henrique Longo pela confiança e pelo apoio ao ingresso no curso de mestrado em Geotecnia. que marcam positivamente a evolução da humanidade com a dignidade de suas vidas. Ao Corpo Docente da COPPE. essenciais às conquistas dos meus mais dignos sonhos. Jacques de Medina e do laboratório de informática do PEC. Nicolle de Freitas. Anderson. Marcos Balaguer. À magnífica Profª Laura Maria Goretti da Motta. Raphael Thuler. André Luiz da Silva. pela orientação. Candida Pedroza. bem como à Profª Helena Polivanov. Cíntia. Maurício Barros. Osmar Garcia. Tatiana. Adriana Martins. Carolina Costa. pelo carinho e pela confiança em minhas idéias e atitudes.

uma das referências deste trabalho. ao Engº Agenor. Renata Rocha. destacando mais uma vez o Engº Fernando Afonso. Saulo Loureiro. À Eletrobrás através do Engº Angelo Carillo. aos meus amigos Luiz Estima. deram-me o prazer e a honra de compartilharem comigo a grande aventura da busca do conhecimento. Alan Nudel. bem como. v .Montezum. além disso. à Elizabeth Cornélio e à Rita de Cássia da Motta. Chefe da Divisão de Engenharia de Geração. Além disso. garantindome condições psicológicas favoráveis a um bom desenvolvimento do mesmo. À Prof ª Consuelo Alves da Costa por ter me presenteado com a tese de mestrado do Engº de Produção Marcelo Abelaira Vizzoto. A CAPES pelo apoio financeiro fornecido durante este curso de mestrado. À Prefeitura de Belo Horizonte e em especial à Drª Nilda Xavier Pires. inclusive se incumbindo pessoalmente da entrega destes no Laboratório Jacques de Medina. que me forneceu os agregados reciclados para a sua caracterização. Marcelo Jaques. forneceram sem restrições para os ensaios de caracterização mecanística todos os agregados que eu necessitasse e pudesse transportar. À Usina de Reciclagem do Catumbi. sugestões e incentivos a realização deste trabalho. que possibilitou a continuidade desta tese após o meu ingresso nesta empresa. À Secretaria da COPPE. Rodrigo Martins. Rosso. José A. que com extrema cordialidade e diligência me apresentou esta usina e obras executadas e em execução por esta Prefeitura com o emprego dos agregados reciclados. Simone Garcia. Verônica Cavalcante e Viviane Guedes que contribuíram através das mais diferentes formas para a realização deste trabalho e. à Engª Miriam Jesus Coelho e a toda equipe de trabalho da Usina de Reciclagem do Estoril. Heitor de Oliveira. Marcos Pozzato e Jailson Alves pelos comentários. Leonardo Gardino. José Jair Bianchesi. Márcio Pimenta. A todo aquele que de forma anônima contribui para a conclusão desta pesquisa. destacadamente ao Jairo Leite. Roberto de Carvalho. como também pelo fornecimento e indicação de parte do material bibliográfico aqui empregado.

os resultados apresentados nesta tese corroboram para a comprovação das viabilidades técnica. sub-base e reforços de subleito de pavimentos rodoviários urbanos e rurais. bem como aqueles de enfoque ambiental. substituindo os agregados convencionais por estes originados na britagem dos RCD. econômica. Foram também realizados ensaios comuns à caracterização de agregados convencionais. social e ecológica do emprego destes materiais em pavimentação. visando sua aplicação em bases. Por fim.) CARACTERIZAÇÃO MECANÍSTICA DE AGREGADOS RECICLADOS DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO DOS MUNICÍPIOS DO RIO DE JANEIRO E DE BELO HORIZONTE PARA USO EM PAVIMENTAÇÃO Cinconegui da Graça Fernandes Dezembro/2004 Orientadora: Laura Maria Goretti da Motta Programa: Engenharia Civil Neste trabalho são caracterizados mecanisticamente os agregados reciclados de resíduos de construção e demolição (RCD) dos Municípios do Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Verificou-se através de cálculo numérico a adequação do uso destes materiais em estruturas de pavimento a partir de um projeto rodoviário real.Sc.Resumo da Tese apresentada à COPPE/UFRJ como parte dos requisitos necessários para a obtenção do grau de Mestre em Ciências (M. vi .

Sc. Their application was checked by numeric calculus in pavement structures from actual design through the substitution the nature aggregates for theses one.) MECHANISTIC CHARACTERIZATION OF THE RECYCLED AGGREGATE FROM CONSTRUCTION AND DEMOLITION’S WASTES PROCEEDING FROM RIO DE JANEIRO COUNTY AND FROM BELO HORIZONTE COUNTY FOR APPLICATION IN PAVEMENT Cinconegui da Graça Fernandes December/2004 Advisor: Laura Maria Goretti da Motta Department: Civil Engineering In this work the recycled aggregates from construction and demolition’s waste (CDW) proceeding from Rio de Janeiro County and from Belo Horizonte County are mechanistically characterized intending their employment in bases. in sub-base and in reinforcement layer of the urban and rural’s highway pavement.Abstract of Thesis presented to COPPE/UFRJ as a partial fulfillment of the requirements for the degree of Master of Science (M. Also they were accomplished by same test used to the characterization of natural aggregates beside the environmental tests. vii . the shown results in this thesis confirm that their employment in highway pavement is technically economically socially and environmentally viable. Finally.

......................................... 1 CAPÍTULO II ......................................................................... 45 3.............................2 Ensaio........................................2 Ensaio.........1 Aparelhagem.......................................Módulo de Resiliência ...........................................................................5 Ensaios de Lixiviação e de Solubilização ................................................... 55 3......... 43 3..................... 54 3........................ 37 Materiais e Métodos ............................. 53 3.4 Ensaio triaxial dinâmico – Módulo de Resiliência......... 13 2................. 7 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA.................................................. 43 3..............3 Programa para análise de estrutura de pavimento – FEPAVE ......4.......3 Ensaio de Abrasão “Los Angeles” .......................................................... 18 2...................2....... 47 3.................2 Ensaio..........................................2...... 12 2.................................................................................................................................................. 12 2................................................2..........5.. 38 3....3.....1 Aparelhagem.................................. 21 2...................................... 23 2...........................2.1 Aparelhagem................................................................ 49 3..6 Ensaio de abrasão Los Angeles............2...............3....................7 Ensaio Triaxial Dinâmico – Deformação Permanente.................. 7 2............................. 8 2........................5 Ensaio triaxial dinâmico – Deformação permanente...............1 Aparelhagem.................2 Caracterização de agregados reciclados..................................................2 Ensaio...1 Agregados reciclados de RCD .............4........... 31 2.......... 33 CAPÍTULO III.......................................... 44 3.............................................................. Granulometria .... 50 3.....................................................6 Ensaio Triaxial Dinâmico ....................2 Ensaio...............1 Aparelhagem............................................. 55 3...........1 Normalização internacional e nacional para agregados reciclados de RCD ..........1 Gravimetria do RCD (matéria-prima) ..........................................................................2.............5....................................................2..........2 Análise granulométrica......ÍNDICE CAPÍTULO I..............................................................................................................2.................................. 24 2....................................................2.....................................................4 Ensaio de Índice de Forma............................... 54 3...............................................6........................................................................................................................................................................................................................................ 37 3................3 Ensaio de compactação..................................................................................................................................................................................................... 1 INTRODUÇÃO....................................6................................................... 45 3...........2.............. 48 3............... 56 viii ...........

......................................7..................................................................... 65 4.................................. 65 4.... 61 3.......................................Módulo de Resiliência composto – Planilhas ANEXO 5 .............. 57 3..................................................... 93 4............................................ 97 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ....................2 Via Light – Redimensionamento........8................................................8.....................................................................1 Ensaio.........3 Ensaio de Solubilização ..........................1......................................................................................................................................... 69 4...............8.................... 61 3...........................8.............2 Ensaio de Lixiviação ........ 101 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA.................. 89 4.................................................................................................................7.........................4 Ensaio triaxial dinâmico – Deformação permanente......................5 Ensaio de abrasão Los Angeles............. 61 3......Resultados de ensaios de caracterização – PBH/SUDECAP/Diretoria de Manutenção ANEXO 2 ............................................Índice de Forma – Folhas de Ensaio ix .....1.7 Ensaio de índice de forma ........ 82 4.8 Aplicação dos resultados de Módulo de Resiliência .Abrasão Los Angeles – Folhas de ensaio ANEXO 6 ... 57 3.............................3 Ensaio triaxial dinâmico – Módulo de Resiliência.......................Estrutura do pavimento ............ ensaio de lixiviação e ensaio de solubilização.......7.............................................. 90 4.......1 Agregados reciclados tipo Misto da usina do Catumbi ................. 89 4.....Ensaios de granulometria – Folhas de ensaio ANEXO 3 .......................... 95 CAPÍTULO 5 .............................. 58 3......2 Ensaio...........................8 Ensaio sobre a massa bruta..............................................2 Ensaio de compactação.................................1..................................... 74 4........6 Ensaio de Índice de Forma ......1 Via Light ...................................................1 Análise granulométrica............................................. 97 CONCLUSÕES E SUGESTÕES DE PESQUISAS FUTURAS ......... 88 4...................2 Agregados reciclados tipo Misto da usina do Estoril...........3........7............................ 108 ANEXO 1 ...........................Ensaios de compactação – Folhas de ensaio ANEXO 4 ................. 59 3...... ensaio de lixiviação e ensaio de solubilização ...............8....................................................1 Aparelhagem.......... 87 4.... 94 4......... 65 ANÁLISE DOS RESULTADOS OBTIDOS ............................. 62 CAPÍTULO 4 .............................8........................................................................1 Ensaio sobre a Massa Bruta...................................7 Ensaio sobre a massa bruta...............

ao considerarmos os custos. países com pouco material primário tais como Holanda. pp.1 Segundo o Report Nº EPA530-R-98-010 publicado em junho de 1998 pela U. por exemplo. E.S. estima-se que nos EUA foram gerados. pesquisadores brasileiros e estrangeiros estão caracterizando e estudando formas de aproveitamento técnico-econômico-ambiental dos denominados resíduos de construção e demolição (RCD) ou simplesmente entulhos. Através de novas construções.CAPÍTULO I INTRODUÇÃO Ao longo das últimas décadas. justificam-se pesquisas que venham propiciar um destino nobre a estes RCD.. atingindo percentual superior a 90 %. P.. que são gerados pelo progresso humano. 2003). sendo: 1 Coelho. ainda assim precisando importar areia da Sibéria e entulhos da Inglaterra (Coelho & Chaves. Portanto. A. Reciclagem de Entulho – uma opção de negócio potencialmente lucrativa e ambientalmente simpática. In Areia e Brita. 1998 apud Ciocchi. suas fontes.. 1 . Environmental Protection Agency Municipal and Industrial Solid Waste Division Office of Solid Waste. Em Salvador. Chaves. São Paulo. de forma a subsidiar o aproveitamento dos mesmos através da reciclagem. pela necessidade de se dominar e transformar a natureza a seu benefício. Bélgica e Dinamarca são os que mais reciclam entulhos. nº 5. Contudo. A busca pelo chamado desenvolvimento sustentável levou países como os EUA e a Espanha a desenvolverem programas governamentais que visam diagnosticar os setores geradores de resíduos. 1998. 136 milhões de toneladas de RCD (TABELA 1. são coletados cerca de 2750 t/dia de RCD. 2001). gera-se RCD que compõe a maior parte do lixo dos grandes centros urbanos. reformas ou demolições daquelas já existentes. 50% de todo o lixo dessa capital (Cassa et al. no ano de 1996.1). tipos e quantidades. ou seja. 31-35. P. os impactos ambientais e suas restrições legais envolvidos na destinação de grandes quantidades desse resíduo.

Neste país. recicla menos de 5% do entulho gerado a cada ano. Isso permite verificar que.1 . apenas 20% a 30% deste resíduo gerado foi destinado à reciclagem. onde as técnicas de reciclagem de concreto começaram há cerca de 20 anos. por exemplo. segundo Ciocchi (2003) o Brasil. com o intuito de melhor gerir os RCD. 44% referente a reformas prediais e 8% em canteiros de obra.1. TABELA 1. 2. quando vista como uma única organização geopolítica. metais e madeira.2). Por outro lado. a Europa se apresenta em condições semelhantes aos EUA quanto ao percentual de resíduos reciclados.Resumo da geração estimada de RCD nos EUA em 1996. 43% dos resíduos de origem residencial (58 milhões t/ano) e 57% de origem nãoresidencial (78 milhões t/ano). o Conselho de Ministros aprovou a Resolução de 14 de junho de 2001 da Secretaria Geral de Meio Ambiente que define o Plano Nacional de Resíduos de Construção e Demolição 2001-2006. asfalto. Nesta TABELA 1. onde são encontrados. custos e financiamentos de plantas de reciclagem. 2 . diagnóstico da situação atual com estimativas das quantidades de entulho produzido nas diversas comunidades espanholas. 1998) Residencial Não-residencial Total Origem 3 3 3 (x10 t) (%) (x10 t) (%) (x10 t) (%) Construção 6560 11 4270 6 10830 8 Reforma 31900 55 28000 36 59900 44 Demolição 19700 34 45100 58 61800 48 Total 58160 100 77370 100 135530 100 Percentual 43 57 100 Fonte: Franklin Associates Na Espanha. bem como porcentagem reciclada ou reutilizada e aquela vertida ou incinerada nos demais países da União Européia (TABELA 1. 48% referente a demolições de edifícios. pontes e limpeza de terreno. (Report Nº EPA530-R-98-010.1 não estão incluídos os resíduos relativos a rodovias. destacando-se materiais como concreto.

1999. não está disponível ao público. Segundo John & Agopyan (2001). o grau de conhecimento da tecnologia de emprego dos agregados na produção de componentes. Fevereiro. documentação técnica abrangente e consistente. cerâmica vermelha e branca) na produção de pavimentação e este procedimento esteja em uso no Brasil desde o final da década de 80.2 . era ainda mais rudimentar. Ainda segundo John & Agopyan (2001).Geração e Reciclagem de RCD (Pallás. no entanto.Plano Nacional de RCD (2001-2006) da Espanha . and their economic impacts. O mesmo acontece com a produção de argamassa a partir dos agregados em canteiros de obras. o mesmo não pode ser dito do emprego do agregado. embora existisse alguma experiência prática incipiente e algumas pesquisas sistemáticas em planejamento à 3 . concreto. Embora existam experiências no emprego de agregados mistos (solo. se o processo de produção de agregados reciclados de RCD em sua versão tecnológica mais simples está consolidado no Brasil. como blocos de pavimentação. CE. que recentemente tem sido objeto de investigação acadêmica.2001) Estado Membro Alemanha Reino Unido França Itália Espanha Holanda Bélgica Áustria Portugal Dinamarca Grécia Suécia Finlândia Irlanda Luxemburgo Total Entulho (x106) t 59 30 24 20 13 11 7 5 3 3 2 2 1 1 0 180 Porcentagem reutilizada ou reciclada 17 45 15 9 <5 90 87 41 <5 81 <5 21 45 <5 N/A 28 Porcentagem vertida ou incinerada 83 55 85 91 >95 10 13 59 >95 19 >95 79 55 >95 N/A 72 Fonte: Construction and demolition waste management practices. Symonds & Ass.TABELA 1. meio-fios e blocos de alvenaria. argamassas. pedras.

Utilização de quantidade significativa de material reciclado tanto na fração miúda quanto na graúda.. 1999): 1. o controle tecnológico necessário ao emprego efetivo destes materiais depende de estudos que forneçam parâmetros para a sua avaliação. Simplicidade dos processos de execução do pavimento e de produção do agregado reciclado. que ao lado do aspecto ambiental supracitado. critérios e procedimentos para a gestão de resíduos da construção civil.. lotes vagos e em áreas protegidas por Lei. inciso I dessa resolução estabelece que os resíduos Classe A. sendo dispostos de modo a permitir a sua utilização ou reciclagem futura. Um aspecto que dificulta a utilização de agregados reciclados é a sua aparente heterogeneidade.”. 2. apresenta-se como um agente essencial ao aumento sensível do percentual da reciclagem desse material. Existem ainda os aspectos técnicos e econômicos. 4 . Além do aspecto legal. visto ser este controle essencial ao emprego do agregado reciclado em pavimentação. 4º diz: “Os resíduos da construção civil não poderão ser dispostos em aterros de resíduos domiciliares. de 5 de julho de 2002. em encostas.época do documento. Burgos e Alberte. no país. material de estudo desta tese. ou encaminhados a áreas de aterro de resíduos da construção civil. a Resolução do CONAMA Nº 307. 2001. O artigo 10. Por exemplo. que estabelece diretrizes. No Brasil. corpos d’água. O aproveitamento destes na forma de agregados para pavimentação como materiais destinados a camadas de base e sub-base apresenta as seguintes vantagens (Carneiro. o parágrafo 1º. A reciclagem de agregados de RCD na produção de concreto só agora está sendo objeto de pesquisas. Os estudos neste sentido estão em fase inicial. devem ser contemplados no estudo de aproveitamento dos RCD. sabe-se que a reciclagem do entulho contribui para a preservação dos recursos naturais ao reduzir a degradação ambiental causada pela extração das matérias-primas convencionais. Contudo. art.. em áreas de “bota fora”. Trichês e Kruckyj. deverão ser reutilizados ou reciclados na forma de agregados.

4. destaca-se o desenvolvimento computacional que permite considerar os esforços mecânicos como aqueles transmitidos ao pavimento pelas rodas dos veículos. ou de caráter ambiental. visando uso em pavimentação.3. por exemplo. cursos d’água e encostas. agregados reciclados de RCD das cidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte. ou seja. 6. as características dos materiais que compõem as camadas dos pavimentos (módulo de resiliência) e inclusive esta própria estratificação dos mesmos. materiais cerâmicos. Diminuição nos custos de pavimentação. considerações concernentes a uma visão mais mecanística e menos empírica do projeto rodoviário. a ação da temperatura. Em Belo Horizonte já existem vias urbanas executadas (dimensionadas empiricamente) com esse material aplicado em base e sub-bases de pavimentos. como 5 . como acontece em outras estruturas da engenharia civil (edifícios. etc. silos. etc. Os objetivos do presente trabalho são: caracterizar mecanicanisticamente. reduzindo a necessidade de áreas para implantação de novos aterros.. justifica-se o desenvolvimento de pesquisas na área de pavimentação que venha a contribuir quanto ao aproveitamento de agregados provenientes de RCD. como os ensaios químicos de Lixiviação e de Solubilização de RCD.. terrenos baldios. pedras. Possibilidade de utilização dos diversos materiais componentes do entulho (concretos. Assim sendo. Redução dos custos da administração pública Municipal com a remoção do material depositado clandestinamente ao longo das vias públicas. argamassas. nesta tese são apresentadas algumas contribuições. e atendendo às restrições ambientais. por ser considerado material não plástico e com baixa ou nula expansibilidade. com sucesso.. sejam elas de caráter estritamente mecanística oriundas.).. areia. barragens. Aumento da vida útil dos aterros sanitários. Utilização de parte do material em granulometrias graúdas. 5. de ensaios triaxiais dinâmicos. 7. 8. de forma a aplicá-los em bases e sub-bases de pavimentos. Assim. Utilização em locais com presença de água.). Por fim.

Resultados de ensaios de caracterização – PBH/SUDECAP/Diretoria de Manutenção. em agosto de 2003. apresenta-se a revisão bibliográfica. abordando o estágio de normalização nacional e internacional sobre o tema. permitindo compará-lo com um pavimento projetado anteriormente para uma obra real do município do RJ com agregados naturais (convencionais). o primeiro sendo esta introdução. trata-se dos procedimentos e equipamentos de ensaios adotados. Tem-se ainda seis anexos: • Anexo 1 . bem como a contribuição de alguns centros de pesquisa em ensaios e resultados que contribuem na composição das condições de contorno dessa Tese. Para a realização deste trabalho foram feitos estudos que estão apresentados em 5 capítulos. • Anexo 2 – Ensaios de granulometria – Folhas de ensaio. • Anexo 6 – Índice de Forma – Folhas de Ensaio. são apresentados os resultados obtidos nos diversos ensaios e a partir destes apresenta-se ainda um pavimento dimensionado com agregados reciclados de RCD. No quarto capítulo. No segundo capítulo. • Anexo 4 – Módulo de Resiliência composto – Planilhas. No quinto e último capítulo. são apresentadas as conclusões e sugestões de continuidades da pesquisa. mostrando em que condições os resultados deste estudo foram obtidos. • Anexo 3 – Ensaios de compactação – Folhas de ensaio. No terceiro capítulo. 6 .pôde comprovar o autor deste trabalho em visita a obras concluídas e em andamento. • Anexo 5 – Abrasão Los Angeles – Folhas de ensaio.

Dentro do aspecto técnico. onde se encontra a seguinte definição: “O pavimento é uma estrutura construída após a terraplenagem e destinada. 2. 7 . e abordando o pavimento de forma análoga a uma estrutura de edifício ou de uma barragem. técnico e. Medina (1997) define Mecânica dos Pavimentos como “disciplina da engenharia civil que estuda os pavimentos como sistemas em camadas e sujeitos às cargas dos veículos”. a Matemática e demais ciências podem interpretar. Portanto. em seu conjunto. fugindo do puro empirismo. econômico. a: 1. melhorar as condições de rolamento quanto à comodidade e segurança. o caráter social. 3. tornando mais durável a superfície de rolamento”. econômica e simultaneamente. resistir aos esforços horizontais que nela atuam. resistir e distribuir ao subleito os esforços verticais produzidos pelo tráfego.CAPÍTULO II REVISÃO BIBLIOGRÁFICA A norma brasileira de pavimentação NBR-7207/82 da ABNT proveio da antiga norma “Terminologia e classificação de pavimentação” TB-7 de 1953. principalmente. enfatizam-se os aspectos normativo. que devem envolver qualquer projeto de Engenharia e com os quais procura-se balizar essa pesquisa. à exceção do aspecto ambiental. O autor do presente trabalho acredita nas relações de causa e efeito em que a Física. a citação do livro “Mecânica dos Pavimentos” não é obra do acaso. Por outro lado. Ao se apresentar a definição acima. que era vital nos primórdios da pavimentação. procurou-se conduzir a revisão bibliografia e demais partes desta pesquisa a respeito dos agregados reciclados de RCD e de sua matéria-prima baseados nos aspectos conceituais da Mecânica dos Pavimentos.

reparos e demolições de obras de construção civil e os resultantes da preparação e da escavação de terrenos. em termos de normalização Internacional. comumente chamados de entulhos de obras. editou-se.1 Normalização internacional e nacional para agregados reciclados de RCD Segundo Levy (2001). blocos cerâmicos. com validade a partir de 30/09/2004. As diretrizes da RILEM TC 121 DRG apresentadas no 3º Simpósio Internacional sobre Demolição e Reutilização de Concreto e Alvenaria (1993). gesso. O relatório do comitê CEN 154 AHG . 5. concreto. pavimento asfáltico. A Norma Holandesa CUR (1986). rocha. Preparo de concreto sem função estrutural. a partir de resíduos sólidos da construção civil. No Brasil. destinando-se a: 1. caliça ou metralha. O adendo à Norma dinamarquesa DIF (1989). reformas.. 2. para agregados reciclados existem: 1. argamassa. 3. tubulações. 2. Esta Norma estabelece os requisitos de emprego de agregados reciclados. sub-base e base de pavimentações ou revestimento primário de vias não pavimentadas. tais como: tijolos.2. este grupo já tem pronta a lista dos ensaios necessários para cada aplicação que permitiu detectar a necessidade de se pesquisar determinadas propriedades além de criar certos ensaios específicos. 6. a norma ABNT NBR 15116 Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil – Utilização em pavimentação e preparo de concreto sem função estrutural – Requisitos. A Norma Britânica 6543. solo. vidros. fiação elétrica etc. A proposta japonesa de normalização BCSJ de (1977). Nesta norma define-se: “resíduos da construção civil – Resíduos provenientes de construções. plásticos. Obras de pavimentação viária: em camadas de reforço de subleito. forros. telhas.Recycled Aggregates. madeira.” 8 . 4.

1 – Vista geral onde será construído o novo Hospital Paulino Werneck. implantação e operação. a preocupação com propriedades como a distribuição granulométrica do material. 9 . Índice de Forma. NBR 15113 – Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes – Aterros – Diretrizes para projeto. além dos parâmetros de capacidade de suporte e expansibilidade. implantação e operação. dentre outros aspectos. equipamento (escavadeira) utilizado na demolição das edificações então existentes e remoção de RCD. RCD proveniente de reforma domiciliar. NBR 15114 – Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes – Área de reciclagem – Diretrizes para projeto. Figura 2. Nesta norma também destaca-se. (Fotos do autor). pilhas de RCD.Como exemplo ilustrativo deste material apresentam-se na Figura 2. Tem-se publicadas pela ABNT em 30/06/2004 e com validade a partir de 30/07/2004 as normas: 1.1 algumas fotos obtidas pelo autor deste trabalho. 2. os teores máximos de contaminantes.

tais como peças ou fragmentos de tijolos. argamassas. placas de revestimento e outros). argamassa e concreto. ou seja. em obras de pavimentação sob a fiscalização da Prefeitura do Município de São Paulo (PMSP). artefatos ou 10 .3. segundo a NBR 15116: A. telhas. meios-fios e outros) produzidos nos canteiros de obras. revestimentos e assemelhados. Atendendo à resolução do CONAMA 307/2002. Resíduos Sólidos Cimentícios de Construção Civil – Constituídos predominantemente (acima de 70% em massa) de materiais compostos por areias com aglomerantes. confeccionados com argila e submetidos à queima. os resíduos se classificam em quatro classes. B. tubos. Resíduos de construção. concretos endurecidos. 3. reformas e reparos de pavimentação e de outras obras de infraestrutura. com posterior aplicação em obras de pavimentação. demolição. inclusive solos provenientes de terraplenagem. NBR 15115 – Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes – Execução de camadas de pavimentação – Procedimentos. tais como: 1. Nesta tese são estudados aqueles definidos como Classe A. demolição. resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados. blocos. denominado "Agregado Reciclado". manilhas. alguns municípios do país dispõem de especificações para o uso de agregados reciclados. como no caso de São Paulo que na Portaria 32/SIURB G/2003 estabelece a PMSP/SP ETS . Resíduos Sólidos Cerâmicos de Construção Civil – Constituídos predominantemente (acima de 70% em massa) de materiais cerâmicos. reformas e reparos de edificações: componentes cerâmicos (tijolos. telhas. Resíduos de processo de preparo e/ou demolição de peças pré-moldadas em concreto (blocos. blocos. 2. Resíduos de construção. Por outro lado. 2. sub-base ou base mista de pavimentos com Agregado Reciclado de Resíduo Sólido da Construção Civil. C e D.001/2002 que define os critérios que orientam a execução de camadas de reforço do subleito. em: 1. Esta norma da PMSP classifica os resíduos sólidos da construção civil que se aplicam à reciclagem.

lajes e lajotas. segue apresentando a definição destes resíduos segundo a Resolução nº 307 do CONAMA (idêntica àquela apresentada pela NBR 15116). agregados pétreos. foram constituídos dois Grupos de Trabalho com apoio do SINDUSCON e do IBRACON. Resíduos Sólidos Mistos de Construção Civil . Academicamente. ABNT/NBR 10005/87 – Lixiviação de resíduos – Procedimentos. tendo como materiais constitutivos básicos as areias.Constituídos predominantemente (acima de 70% em massa) dos materiais descritos nos itens 1 e 2. que se refere a “Resíduos Sólidos Inertes” oriundos de obras de construção civil. como matéria orgânica ou inorgânica (composição química) e como perigoso. No capítulo III (“Arcabouço Legal e Normativo”). para a denominação de resíduos sólidos freqüentemente chamados de entulho de obras. vigas. cimentos e cales. onde é apresentada uma proposição de diretrizes para produção e normalização de resíduo de construção reciclado e suas aplicações em argamassas e concretos. tais como blocos. adotando em seu trabalho esta última. bem como a adotada pela COMLURB (Companhia Municipal de Limpeza Urbana) do município do Rio de Janeiro. Também em 2001. pode-se citar a contribuição advinda de LIMA (1999). para preparação de textos básicos visando a elaboração de documentos intitulados: 11 . A norma NBR 10004/1987 classifica os resíduos sólidos como seco ou molhado (natureza física). colunas e assemelhados. 3. Tem-se complementarmente as normas: 1. para regulamentação dos agregados provenientes da reciclagem. 2. não inerte e inerte (risco potencial ao meio ambiente). através do Comitê Técnico CT 206 Meio Ambiente. ABNT/NBR 10007/87 – Amostragem de resíduos – Procedimentos. ABNT/NBR 10006/87 – Solubilização de resíduos – Procedimentos. renovação e demolição de imóveis (incluídos os bens móveis inservíveis e os resíduos oriundos de poda de árvores e limpeza de jardins). 3.fragmentos de concreto ou argamassa de cimento. Nunes (2004) apresenta a terminologia Resíduos Sólidos de Construção e Demolição (RCD) e Resíduos Sólidos de Construção Civil (RCC). caliça ou metralha.

Por outro lado. Na construção de edifícios. as características do RCD estão condicionadas a parâmetros específicos da região geradora dos mesmos e à variação ao longo do tempo.“Práticas recomendadas para a utilização de agregados reciclados”. a pouca bibliografia disponível está voltada basicamente para o aproveitamento desses materiais em concretos. onde pode-se verificar a variabilidade dessa matéria-prima e entender a sua importância no comportamento de seus agregados ao fim dessa Tese. blocos. 2. desde da matéria-prima que o compõe (entulho. 12 . argamassa. nesse caso) até a forma em que ele é empregado.2 Caracterização de agregados reciclados Salienta-se que.1 Gravimetria do RCD (matéria-prima) O comportamento mecânico do agregado reciclado de RCD. mas como estes materiais são avaliados por critérios mecânicos e físicos que também são pertinentes à pavimentação. estes estudos também são descritos nesta revisão. 2. um em pavimentação e o outro em concreto. embora esta pesquisa trate da caracterização mecânica de agregados reciclados para base e sub-base de pavimentos. Assim parece pertinente apresentar os resultados de ensaios gravimétricos de RCD listados por Carneiro et al (2001) e Fernando Afonso (pesquisa em andamento COPPE) (TABELA 2. enquanto nos países desenvolvidos são gerados altos percentuais de papel e plástico (provenientes de embalagens). nos países em desenvolvimentos são geradas grandes quantidades de concreto. como de qualquer outro material depende de vários fatores. entre outros.2. devido às altas perdas do processo. ainda segundo Carneiro et al (2001).1) de algumas regiões do país e do exterior. passando pelo seu processo de fabricação.

5 Brito Filho (1999). ao local de coleta da amostra (canteiro/aterro) e ao tipo de obras predominantes. 1 Construction.2. desde a mais graúda à partícula mais fina.. citado por Levy (1997) (!!∗∗) Material misto (cerâmica. 13 . bases e sub-bases de pavimentos flexíveis. as diferenças observadas na composição do RCD podem ser atribuídas ao período de amostragem.TABELA 2. entre outros). 2. Granulometria Para Pinto (1998) a granulometria do agregado.2. Por outro lado. 1993. areia e rocha. à técnica de amostragem utilizada. Origem Material Reino Hong São São São Ribeirão Rio de 7 Concreto e argamassa Solo e areia Cerâmica Rochas Outros Unido1 Kong2 Carlos3 Paulo4 Paulo5 Preto6 Salvador Janeiro8 9 17 69 12 33 59 53 66 75* 19 - 82* 32 - 22 - 5 11 12 23 28 29 1 1 3 3 30 5 23 18 - 14 5 6 12 14 8** (∗!) Solo. em porcentagem. concreto e argamassa).. aterros. é uma das características que asseguram estabilidade aos pavimentos. o sistema de classificação de solos e agregados proposto pela AASHTO (American Association of State Highway and Transportation Officials) (1978) utiliza a curva granulométrica para avaliar e classificar o material de acordo com sua aplicação (vias secundárias. tais como trabalhos rodoviários e sobras de demolição. subleitos.1 – Composição.1996 2 Hong Kong Polytechnic.. representada pela curva de distribuição granulométrica. em conseqüência do maior atrito interno obtido por entrosamento das partículas. do entulho de diversas regiões/países Carneiro et al (2001) com modificações. citado por John (2000) 6 Zordan (1997) 3 Pinto (1989) 7 Carneiro (2000) 4 Castro (1998) 8 Afonso (2004) Carneiro et al (2001) ressaltam ainda que além dos fatores regionais.

que. & Brown. T.: 70% solo “laterítico” e 30% agregado reciclado miúdo): um de comportamento laterítico proveniente da Formação Barreiras e o outro de comportamento não laterítico. Granulometria contínua. As duas misturas com o agregado reciclado miúdo não se enquadraram nas faixas granulométricas especificadas pela NBR-11804. por sua vez. servindo inclusive de referência para a pesquisa citada anteriormente de Carneiro et al (2001). as misturas se mostraram adequadas à sua aplicação em bases e sub-base de pavimentos. é aquela em que estão presentes todos os tamanhos de partículas de um determinado intervalo granulométrico. observou-se que. 'Construction and the Environment'. K. para verificar a viabilidade técnica do emprego de agregados reciclados de RCD de Salvador-BA em camadas de base e subbase de pavimentos. A partir da análise de resultados de ISC (Índice de Suporte Califórnia). Bodi et al (1995) realizaram um dos primeiros trabalhos em pavimentação no Brasil utilizando esse tipo de agregado. eles verificaram o 2 Sagoe–Crentsil. 7–12 June 1998 14 . 'Performance requirements of building products derived from construction and demolition waste'. possibilitando constituir um material mais compacto. Gavle. ao contrário daquelas confeccionadas com a fração graúda dos mesmos. foram considerados estes agregados em duas frações: graúda (passante na peneira 19mm e retido na peneira 4. do horizonte C saprolítico. Essas duas frações foram misturadas a dois solos seguindo determinados percentuais (ex. respeitando determinadas dosagens.8mm) e miúda (passante na peneira 4. como citado anteriormente. Proc. Dentre outras coisas. conseqüentemente mais resistente e menos deformável.8mm). indicam a necessidade de que a curva granulométrica seja contínua e que se enquadre nas faixas granulométricas especificadas. No trabalho realizado por Carneiro et al (2001). permitindo. que os grãos menores do material se encaixem nos vazios intergranulares dos maiores.No que se refere a esses agregados reciclados. No entanto. porém utilizando agregado reciclado e solos do município de São Paulo-SP. No Brasil.K. 1998. Suécia. CIB World Building Congress. as especificações para materiais de base e sub-base de pavimentos estabilizados granulometricamente são apresentados por normas DNER e ABNT (NBR11804). por sua vez. isso não vem sendo considerado na sua confecção. De forma semelhante. Sagoe-Crentsil & Brown (1998) 2 apud Buttler (2003) cita que a granulometria do agregado depende do processo de britagem utilizado.

ambos os produtos são apresentados como bica corrida. possibilitando a produção de brita graduada. uma vez que na britagem. uma vez que.comportamento das misturas nas várias dosagens. não se pode afirmar se houve. em função do aumento da porcentagem de RCD na mistura. observando que os grãos de RCD britado apresentam boa resistência à compressão e ao embricamento. Segundo eles. Vias como a Av. distinguindo-os em tipo A (compostos basicamente de concreto e argamassas) e tipo B (material misto: cerâmica. vem sendo executadas com esses materiais bases e sub-bases de pavimentos com projeto calcado no ISC e na experiência dos Engenheiros desse Município. a fragmentação se dá no plano de menor resistência do material. resultando em material de enchimento e ancoragem dos grãos mais resistentes. A Prefeitura Municipal de Belo Horizonte vem produzindo agregados reciclados de RCD nas Estações de reciclagem de Entulho da Construção Civil dos bairros Estoril e Pampulha. um superdimensionamento das camadas do pavimento. Portanto. Desde 1996. com trecho executado com esse material (existem trechos em agregado convencional e minério de ferro) em meados da década de 90 (Figura 2. como citado antes. as frações menos resistentes são praticamente reduzidas às granulometrias de areias ou solos. Existe o projeto de uma terceira usina que em acréscimo às demais. Mário Werneck. contou-se com a experiência laboratorial e executiva dos Engenheiros da Prefeitura de Belo Horizonte. concreto. argamassa e outros). ou não. possuirá um conjunto de peneiras. 15 . este fato é que resulta em uma curva de capacidade de suporte crescente.2) apresentamse em condições de tráfego semelhantes àqueles trechos confeccionados com agregado convencional. feitas empiricamente. quando comparados ao entulho bruto. Granulometricamente. Contudo.

ago/2003). Apresenta-se na Tabela 2.2 – Av.Figura 2. Levy (1997) 16 .2– Requisitos gerais para agregado reciclado destinado a pavimento (granulometria) – NBR 15116 Agregado reciclado Normas de ensaios classe A Propriedades Agregado Agregado Miúdo Graúdo Miúdo Graúdo não uniforme e bem Distribuição graduada com granulométrica coeficiente de NBR 7181 uniformidade C u > 10 Dimensão máxima característica " 63 mm NBR NM 248 Em comparação à aplicação em camadas inferiores de pavimento e no que se refere a granulometria. Mário Werneck.2 parte da tabela apresentada na norma ABNT NBR 15116 no tocante à granulometria sugerida para emprego de RCD em pavimentação: Tabela 2. (Foto do autor. cita-se a utilização dos agregados reciclados em concreto. com trecho executado com agregado reciclado.

Porém a alternativa usada no preparo de concretos de boa qualidade consiste em obter o agregado em pelo menos dois grupos de tamanhos. o meio técnico indicava que o ideal para produção de concreto seria utilizar areia grossa. Atualmente com a dificuldade crescente de se localizar este tipo de areia. a utilização da curva granulométrica como parâmetro para seleção de um agregado a ser utilizado na produção de concreto. denominados bica corrida ou brita graduada. ou seja.informa que produzir agregados reciclados bem graduados e limpos. Ainda. Como inúmeros outros conceitos. porém decidir se a granulometria do agregado pode ser considerada aceitável ou não para produção de concreto. 2001) a procedência dos resíduos de construção destinados à produção de agregados reciclados deve ser considerada relevante. podem levar a um consumo de cimento extremamente elevado. sem qualquer restrição pelos consumidores. entre as concreteiras a utilização de areia fina assim como areias compostas artificialmente com finos de pedreiras têm sido normalmente utilizadas na produção de concretos. para que. fisicamente sua granulometria deverá enquadrar-se dentro de determinados limites e. quimicamente. sendo as principais divisões entre agregado miúdo e agregado graúdo (Neville. ao passarem por um determinado britador estes resíduos darão origem a agregados com forma totalmente diferentes entre si. o de granulometria ideal foi se modificando com o tempo. desde o menor até o maior. uma vez que dependendo da sua origem. não será suficiente para garantir a qualidade do processo de reciclagem. (Levy. no Estado de São Paulo. Em determinadas condições. o concreto produzido possa ser durável e haja garantia da estabilidade das estruturas construídas. O material deverá ser adequado à finalidade específica para a qual se destina. Esta areia normalmente era encontrada na região de Jacareí. desta forma. é uma tarefa mais complexa e parece que ainda nos dias atuais o meio técnico não apresenta consenso sobre o assunto. tornando inviável técnica e 17 . 1997). Levy (2001) diz que quando se fazem concretos com menor exigência de qualidade. agregados provenientes de jazidas de rocha que contêm uma variedade completa de tamanhos. só poderá conter níveis mínimos toleráveis de contaminação. às vezes. não pode ser adotado como critério absoluto ao invés disso deve ser entendido como critério orientativo para prever a trabalhabilidade do concreto a ser produzido com determinado agregado. Na década de 70. usam-se. A determinação da curva granulométrica de um agregado é uma tarefa simples. Portanto.

é que. sem destacar a aplicação em base ou sub-base de pavimento.B. o valor Los Angeles deve ser baixo para os serviços do tipo tratamento superficial e macadame betuminoso. retida na peneira de 1. uma vez que apresentam características diferenciadas. o agregado reciclado graúdo apresentou 18 .economicamente a produção de concretos de classes com resistências superiores a 30 MPa.F ou G) escolhida para ensaio. uma argamassa com excesso de agregado miúdo. textura e granulometria. além da forma. mn = massa total da amostra lavada e seca.7 mm.3 Ensaio de Abrasão “Los Angeles” Define-se no método de ensaio DNER-ME 035/98 a abrasão “Los Angeles” do agregado como o desgaste sofrido pelo mesmo.D.2. portanto. colocada no tambor. mn’ = massa total da amostra lavada e seca.E.C. submetido a um determinado número de revoluções desta máquina à velocidade de 30 rpm a 33 rpm. para verificar a viabilidade técnica do emprego de agregados reciclados de RCD de Salvador-BA em camadas de base e subbase de pavimentos. sendo que nas misturas betuminosas geralmente pode-se projetar uma matriz argamassada de modo a atenuar a má qualidade do agregado. minimiza o atrito dos grãos. o recomendável. O resultado do ensaio (An) é avaliado pela perda de material em relação massa inicial (mn) da amostra passante na peneira Nº 12: An = (mn – mn’) x 100 / mn (2. alvenaria ou concreto.1) Onde: An = abrasão “Los Angeles” na graduação n. Pinto (1998) ressalta que. citado no item anterior. No trabalho realizado por Carneiro et al (2001). quando colocado na máquina “Los Angeles” juntamente com uma carga abrasiva (esferas padrões de aço). após o ensaio. evitando-se a mistura. Por exemplo. Para esse pesquisador. 2. n = graduação (A. sem alterar as demais características da mistura betuminosa. a seleção de agregados reciclados na produção de concretos seja realizada dependendo de sua origem. filer e cimento asfáltico.

com agregados reciclados proveniente de Brasília-DF. An= 45%. produzidos por 32 pedreiras de pequeno e médio porte. no laboratório de Geotecnia da COPPE. onde se compara a perda de material por abrasão em uma amostra de agregado natural. a região metropolitana respondia por cerca de 80% da demanda total do estado. ressaltando que o resultado para a idade de 7 dias. 7. Segundo o Sindibrita. a qual girou em torno de 42% (1 dia) e 29% (28 dias). ou seja. ficou próximo (~30%) daquele a 28 dias. Ribeiro et al (2003) relacionaram: 19 . Foram coletadas amostras de rochas e de agregados em duas graduações de brita (1 e 2) em 24 pedreiras situadas na região do Grande Rio.45% de desgaste neste ensaio. No que diz respeito à norma NBR 15116 .Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil – Utilização em pavimentação e preparo de concreto sem função estrutural – Requisitos – ABNT. da Motta em 1999. Para o ensaio Los Angeles. o estudo realizado por Ribeiro et al (2003) levantou que o Rio de Janeiro era em 1996 o segundo mercado consumidor de pedra britada do país. embora superior. Portanto o material do citado estudo atendeu às especificações da NBR 11804 para sub-base e base de pavimentos (<55%). e realizado pela Profª Laura M. Eram 9 milhões de toneladas de material. 28 dias). os quais foram britados e peneirados separadamente em granulometria que se encaixam nas curvas superior. Um trabalho interessante foi desenvolvido por Buttler (2003). G. Para fins de comparação entre os agregados reciclados e aqueles convencionais. não consta nenhum parâmetro que diga respeito ao Ensaio de Abrasão “Los Angeles”. Dois dos ensaios adotados para classificar estes materiais foram o de Abrasão “Los Angeles” e Índice de Forma (abordado em item seguinte). estes apresentaram um desgaste médio de 49%. Foi realizado um estudo em parceria pela NOVACAP e COPPE. média e inferior da faixa A da especificação DNER-ES 303/97. com a perda de material dos agregados reciclados a partir de concretos produzidos com este agregado de várias idades (1. que foi aproximadamente igual a 20 %. No tocante ao ensaio de abrasão “Los Angeles”.

então. 2. que fixa a perda máxima no ensaio de abrasão em 50%. 20 . para uso em revestimento. as duas graduações de brita produzidas apresentaram resultados insatisfatórios. da ASTM. e que aconselha ainda que. Em 4 das 24 pedreiras analisadas (16. regular. que prevêem. A norma C-33/72. nos agregados para concreto hidráulico exposto ao desgaste. bom para valores de 20% a 30%. realizando ensaios dinâmicos de amostras de britas de várias pedreiras do município e próximas para a confecção de um catálogo de pavimentos flexíveis. 3. pelo menos uma das duas graduações apresentou resultado insatisfatório. A especificação do DNER (de maior interesse para a esta Tese) que. Ramos (2003) apresenta um estudo com materiais granulares empregados no município do Rio de Janeiro e Grande Rio. A norma brasileira NBR 7211. Em 12 das 24 pedreiras (50% dos casos).7% dos casos). 6. para lastro ferroviário. As especificações do LNEC. As recomendações francesas. apenas as amostras de brita 0 de duas pedreiras apresentaram desgastes à Abrasão Los Angeles iguais a 50% e 51% respectivamente. Sua classificação por faixas de avaliação: excelente para desgastes de até 20%. menor ou igual a 40% (E-266/73). e insatisfatória para desgastes superiores a 40%.1. para desgastes de 30% a 40%. As demais amostras de brita 0 e 1 das demais pedreiras apresentaram valores inferiores ao limite de 50%. 2. e. Neste trabalho. Verificaram. um desgaste menor ou igual a 35% (E-265/73). para revestimentos superficiais. que fixa o desgaste máximo em 40%. que para norma brasileira NBR 7211: 1. caso em que prescrevem um desgaste inferior a 25%. 4. A especificação brasileira EB 655. 7. 5. para concretos betuminosos. o índice máximo seja de 30%. estabelece que a abrasão deve ser inferior a 50% em peso do material (intervalo igual àquele do DNER). especifica para o agregado um desgaste de no máximo 50%. bastante rigorosas na especificação de tratamentos superficiais.

Assim como no item anterior.3 parte da tabela apresentada na norma NBR 15116. em termos de índice de forma. ponderada pela quantidade de grãos de cada fração granulométrica que o compõe.2. Adotaram inicialmente o modo de determinação 21 . o índice de forma para o agregado graúdo reciclado com dimensão máxima característica superior a 9.5 mm. pois estes últimos são facilmente quebrados pela ação do tráfego. Carneiro et al (2001) obtiveram para os agregados reciclados de Salvador.5 mm o valor de 2.6. porém no que diz respeito ao índice de forma: TABELA 2.4 Ensaio de Índice de Forma Segundo a norma NBR 7809.2. este índice é média da relação entre o comprimento e a espessura dos grãos do agregado. dando origem à formação acelerada de buracos na pista da rodovia. apresentando-se assim não lamelar e dentro do que está preconizado na norma NBR 15116. cita-se o trabalho Ribeiro et al (2003) com os agregados naturais ou convencionais (britas 1 e 2) do município do Rio de Janeiro e Grande Rio. que prescreve o método através do qual se determina o índice de forma do agregado graúdo com dimensão máxima característica superior a 9.3 – Requisitos gerais para agregado reciclado destinado a pavimento (índice de forma) – NBR 15116 Agregado reciclado classe A Propriedades Miúdo Graúdo - "3 Índice de forma Normas de ensaios Agregado Agregado Miúdo Graúdo - NBR 7809 Pinto (1998) afirma que nos tratamentos superficiais é importante trabalhar com agregados mais cúbicos ou menos lamelares. Apresenta-se na TABELA 2.

portanto a utilização de resíduos provenientes de alvenaria para produção de 22 . calculadas a partir da medida de 3 dimensões das britas. aplicável ao caso neste estudo adota a medida de apenas duas dimensões das partículas. Também Ramos (2003) apresenta resultados semelhantes. Observou-se que este critério foi atendido por todas as pedreiras analisadas. Se por um lado. observando que a forma dos grãos tem influência no volume total de pasta necessário para garantir a plasticidade especificada de determinado concreto e que . fato que evidencia que todos possuem forma adequada ao emprego na produção de concreto. destaca-se mais uma vez Levy (2001). não constitui surpresa o fato de que concretos elaborados exclusivamente com estes agregados. e a norma brasileira NBR 7211 estabelece que a relação entre a maior e a menor não deve ser superior a 3. Com base em pesquisas executadas por Hansen e Narud (1983) apud Levy (2001) conclui-se que os agregados miúdos reciclados provenientes de processo de britagem. encontra-se na área de pavimentação poucos trabalhos com agregados reciclados de “entulho” em que se contemple os estudos da forma dos mesmos. Assim. Com a utilização de agregados reciclados não haveria de ser diferente. Formatos cúbicos e texturas impermeáveis apresentam menor demanda de água para atingir determinada plasticidade. Ribeiro et al (2003) continuam citando que a norma brasileira NBR 7809. Levy (2001) continua afirmando: “Uma vez que os agregados miúdos reciclados contêm um grande número de partículas angulares. em se tratando de tecnologia do concreto isso é bem difundido e essencial à análise do comportamento e da confecção desse material. ainda em trabalhos voltados a aplicação de agregados reciclados de RCD em concreto de cimento Portland (CCP). de acordo com estudo realizado por Ravindrarajah & Tam (1985). Tal fato deve ser considerado sempre que se realizar um estudo de dosagem de CCP. sejam mais consistentes e conseqüentemente apresentem menor trabalhabilidade do que concretos preparados com agregados naturais utilizando-se o mesmo traço”. que avalia a forma segundo duas relações. verificando que os índices de forma de todos os agregados ensaiados corresponderam à forma cúbica. apresentam formas maiores e mais angulosas do que seria desejável para produção de boas misturas. por outro. a forma das partículas dos agregados reciclados é mais angular que a dos agregados naturais.especificado pela NBR 5564.

agregados a serem utilizados no preparo de novos concretos deve ser analisada com cautela. Quanto ao emprego no Brasil desses ensaios voltado à aplicação em projetos rodoviários. Contudo. nãoinerte ou perigoso. uma vez que corriqueiramente adotam-se os agregados reciclados de RCD como inertes. Por outro lado. agregados mais angulosos e mais absorventes que os agregados provenientes de resíduos de concreto.2. geração de hidretos e vapor a frio. Em contrapartida. ou seja. Segundo eles. Existem considerações sobre teores de contaminantes.5 Ensaios de Lixiviação e de Solubilização O ensaio de lixiviação tem como objetivo identificar a concentração de substâncias que se separam do material por meio de lavagem e percolação. A partir desses dois ensaios pode-se também classificar se o agregado reciclado é inerte. NBR 15116 . por exemplo. 23 . a determinação da concentração de metais foi realizado por espectrometria de emissão atômica.Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil – Utilização em pavimentação e preparo de concreto sem função estrutural – Requisitos – ABNT não trata deste assunto. Os resultados obtidos se apresentaram de acordo com os limites máximos permitidos para resíduos sólidos pela NBR 10004. espectrometria de absorção atômica em chama. Estes ensaios são preconizados pelas normas NBR 10004 e 10005. os agregados reciclados graúdo e miúdo de pesquisa de Salvador não apresentaram riscos à saúde pública nem ao meio ambiente. porém contemplando aqueles que têm ação nociva unicamente sobre a qualidade dos concretos confeccionados com esse tipo de agregado. 2. o ensaio de solubilização identifica a concentração de substâncias solúveis em água presentes no material. Vizzoto (2003) ressalta que existem poucos dados a respeito. Carneiro et al (2001) verificaram para os agregados reciclados de Salvador a possibilidade de risco de contaminação ambiental por metais pesados através dos ensaios de lixiviação e solubilização. uma vez que tal solução sempre apresentará como produto final.

Até o momento. Tabela 2.4) que foram britados e peneirados separadamente em granulometria que se encaixasse nas curvas superior. para caracterização de resíduos sólidos da construção civil do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte para uso em camadas de pavimentos urbanos. caracterizando os agregados reciclados através do seu módulo de resiliência e deformações permanentes decorrentes de aplicação de cargas repetidas em ensaios triaxiais dinâmicos.4 – Resumo dos ensaios de compactação e ISC para o agregado reciclado de entulho realizado na NOVACAP (Motta & Fernandes.4.2. σd) e a sua correspondente deformação axial recuperável. Módulo de Resiliência e ensaios triaxiais dinâmicos realizados com um dos objetivos de definir equações que exprimam o valor deste módulo de acordo com determinadas tensões atuantes. é essencial o uso de termos como resiliência.6 Ensaio Triaxial Dinâmico . nos laboratórios desta instituição com materiais provenientes de Brasília-DF (Tabela 2. O trabalho encomendado pela NOVACAP à COPPE e realizado pela Profª Laura Motta em 1999.5) inclusive para corpos de prova 15 x 30 cm. 2003) 24 .Módulo de Resiliência Adotando-se uma abordagem mecanística ou mecanística-empírica em projetos rodoviários. média e inferior da faixa A da especificação DNER-ES 303/97. que também apresenta o andamento da pesquisa desta tese à época. não foram identificados trabalhos acadêmicos que abordassem ensaios dinâmicos.3 e 2. Figura 2.2. O Módulo de Resiliência de solos e materiais de pavimentação para base e sub-base é definido como a relação entre a tensão pulsante aplicada no ensaio triaxial (tensão desvio.5 e 2. Figuras 2. Estes resultados de ensaio são apresentados por Motta & Fernandes (2003). fazendo um breve relato de experiências da capital mineira com uso deste material e de outros locais. apresenta resultados para o MR (módulo de resiliência) (Tabelas 2.6.

(Motta e Fernandes.5 – Resultados dos ensaios de compactação e triaxial dinâmico para o agregado reciclado de Brasília. corpo de prova inteiro e desfeito. realizados na NOVACAP. frações. 2003) Tabela 2. 2003).Figura 2.3 – Agregado reciclado de Brasília: vista geral. realizados na COPPE (Motta e Fernandes. 2003). Figura 2. (Motta e Fernandes. na energia intermediária.4 – Resultado do ensaio de compactação para o agregado reciclado na energia intermediária. 25 .

Medina (1997) atribui a Francis Hveem o primeiro estudo sistemático cujo objetivo era determinar a deformabilidade de pavimentos.01 0.9325 10 0.6 –Resumo dos modelos de comportamento tensão-deformação para o agregado reciclado de entulho de Brasília (Motta e Fernandes. 2003). 2003). Lamentavelmente a norma 15116 de 2004 voltada para agregado reciclado de RCD para uso em pavimentação não contempla esse tipo de ensaio. (Motta e Fernandes.6222 R2 = 0. preparada com granulometria mais fina da faixa A do DNER.5 – Módulo de Resiliência da amostra de agregado de Brasília. existem diversos trabalhos acadêmicos no país voltados para a caracterização mecânica de agregados naturais.1 1 Tensão Conf inante. CP1 – 2º ponto da curva de compactação.VARIAÇÃO DO MÓDULO RESILIENTE COM A TENSÃO CONFINANTE Módulo resilie. preterindo uma abordagem mecanística do projeto de pavimentos em detrimento da visão e do ensaio tradicional em nosso país.4x 0. MR (MPa) 1000 100 y = 1586. aquele do ISC (Índice de Suporte Califórnia). σ3 (MPa) Figura 2. Como referência inicial dos mesmos. Esse levantamento foi iniciado pelo órgão rodoviário da Califórnia em 1938 com as medições de deflexões de pavimentos sujeitos 26 . Por outro lado. Tabela 2.

culminando na campanha de medidas em 1951. Várias teses de mestrado e doutorado no estudo da mecânica dos pavimentos foram desenvolvidas ao longo destes anos. etc. resultando numa grande quantidade de informações sobre o comportamento de ensaios dinâmicos de cargas repetidas em solos. Solos que apresentam o mesmo valor de ISC (resistência) podem possuir comportamentos diferentes quando submetidos a ação de cargas repetidas. ocasionando na maioria das vezes deslocamentos muito reduzidos. comentava Seed (1955) apud Santos (1998). Por outro lado. aço.ao tráfego. argumentando que.2) para representar o comportamento resiliente dos materiais granulares graúdos. agregados naturais. 27 . uma referência fundamental para os estudos de laboratório sobre resiliência iniciados em 1977 na COPPE/UFRJ foi o Special Report 162 do TRB de 1975. Pérez Espinosa (1987) foi o primeiro a ensaiar no Brasil materiais de granulometria mais grossa e utilizou um modelo (equação 2. com valores bem menores do que 0. que são baixas as correlações entre o índice de resistência ISC com o desempenho do pavimento.1”considerado no referido ensaio. calcado em ensaios triaxiais de carga repetida de uma brita. período em que se estabeleceram os valores máximos admissíveis de deflexões de forma que os pavimentos tivessem uma vida de fadiga satisfatória. Tais estudos intensificaram-se a partir do Convênio COPPE/UFRJ e o IPR/DNER em 1978. ao invés de elástica para as deformações reversíveis. Hveem relacionava o trincamento progressivo que ocorria nos revestimentos asfálticos com as deformações resilientes das camadas subjacentes. misturas asfálticas e bases cimentadas.2) Onde: MR = Módulo de Resiliência. podendo não corresponder ao efeito das cargas que são aplicadas rapidamente. Ainda segundo Medina (1997). com intensidade variável e freqüências diferentes. estas são nos pavimentos muito maiores que nos sólidos elásticos como o concreto. Portanto. principalmente o subleito. adotando o termo resiliente. o ensaio de ISC determina o índice de resistência à penetração por compressão de um solo. MR = k3θk4εac (2.

quanto para granulares. Contudo.3) Onde: #3 = tensão de confinamento. que o Modelo Resiliente Composto representa a melhor forma de expressar a resiliência dos materiais. Macêdo (1996) propôs um modelo que apresentou boa correlação tanto para solo argiloso. εa = deformação axial A partir dos dados levantados nestes diversos trabalhos. por sua vez. foi possível obter parâmetros de resiliência e modelos de fadiga. fundamenta-se no conhecimento do módulo de resiliência dos materiais expresso por modelos de comportamento elástico não linear. A classificação através da resiliência dos solos. Pelo banco de dados que serviu de base para esta proposição de classificação.4. conforme Macêdo (1996). são superiores a 0. presente no Manual de Pavimentação do DNER (1996). R2. 28 . proposto por Hicks (1970) para retratar o comportamento do solo granular é aquele apresentado na equação 2.k3. representado pela equação 2. sabe-se que algumas características estão implícitas tais como os solos granulares. que leva em consideração os par de tensões confinante e desvio. cujos valores de coeficiente de correlação. referência para os agregados reciclados de RCD. c = parâmetros de resiliência. Ferreira (2002). são aqueles que apresentam menos que 35% em peso de material passando na peneira nº 200 (0. θ = soma das tensões principais.075 mm). k1 e k2 = constantes ou parâmetros de resiliência determinadas em ensaio triaxial de carga repetida. estudou os vários modelos para o comportamento resiliente dos materiais e concluiu também. k4.90 e apresenta melhor performance que o modelo proposto por Hicks. que. foram considerados para dimensionamento de reforço dos pavimentos flexíveis por Preussler (1983) e nos dimensionamentos de pavimentos novos por Motta (1991). O modelo normalmente utilizado.3: MR = K1#3K2 (2.

50. pois varia com a forma de obtenção. muitos autores já comentaram que os ensaios dinâmicos não são indicados para “especificações” genéricas. tendo o material que ser compatibilizado com seus “vizinhos” na estrutura. devendo compor as exigências de especificação de cada projeto específico. k1. Por outro lado. No Manual do DNER (1996). encontra-se de acordo com o comportamento resiliente. se k2 " 0. O Solo do grupo C de baixo grau de resiliência pode ser utilizado em qualquer camada do pavimento. não sendo aconselhado seu uso em estrutura de pavimentos. ou seja k2 > 0. uma das grandes vantagens do uso dos 29 . O solo do grupo A apresenta grau de resiliência elevado. o Módulo de Resiliência não é propício como índice de qualificação de um agrupamento de solos. 2. Este. O solo do grupo B apresenta resiliência moderada.MR= k1 #3 k2 #d k3 (2. com as características de moldagem do corpo de prova. B e C). Observação esta muito interessante quando se lida com novos materiais como os agregados reciclados de entulho.4) Onde: #3 = tensão de confinamento. Portanto. especialmente quando expressa comportamento elástico não linear.50 terá bom comportamento. não é um valor intrínseco do material. e 3. resultando em estruturas com baixas deflexões. caso contrário. Pérez Espinosa (1987) também fez esta ressalva quando do estudo de deformação permanente de materiais granulares. dependendo de k2. Como lembrado por Ramos (2003). k2 e k3 = constantes ou parâmetros de resiliência. que retratam o modelo MR = k1#3k2: 1. Segundo Ramos (2003). a discriminação de três classes de solos (A. não é uma propriedade índice. podendo ser empregado em qualquer camada do pavimento. sabe-se que em Mecânica dos Pavimentos considera-se o pavimento como um sistema em camadas. com a energia e muitos outros parâmetros. #d = tensão desvio. continua ele. depende da espessura e da qualidade do subleito.

o módulo do material torna-se aproximadamente constante”. Ramos (2003) apresenta resultados de Módulo de Resiliência (MR) para os materiais granulares. e valor de 480 MPa para brita corrida na energia intermediária e 380 MPa para o pó de pedra na energia intermediária. para a condição de tensão desvio mínima e confinante máxima. sendo portanto um modelo bem apropriado para o estudo dos solos e materiais granulares.50. Entretanto o módulo dos materiais estudados mostraram que a tensão desvio também tem sua influência. como conseqüência de movimentos relativos entre partículas. 30 . “quando um determinado solo não coesivo (areia ou pedregulho) é submetido a um carregamento repetido. com a equação proposta por Macêdo (1996). vê-se que tanto os modelos obtidos para amostras de pó de pedra quanto de brita corrida apresentam valores de R2 > 0. Analisando os materiais em função da tensão confinante. 500 MPa para brita corrida na energia modificada. no caso do pó de pedra entre 0.04 e para as britas corridas de 0. Em alguns casos o valor do coeficiente de correlação chegou próximo a 0.63 para pó de pedra e R2 <0. o solo apresenta um arranjo estável de partículas e um comportamento quase elástico no sentidos de que toda a deformação nele causada pelo carregamento é recuperável quando este é retirado. No caso contrário.92. Ao se verificar a influência do par de tensões em conjunto. As equações médias dos materiais granulares estudados por Ramos o valor de módulo. visto que os mesmos possuem fraca coesão. pó de pedra e brita corrida da cidade do Rio de Janeiro.93 a 0.93 a 0.métodos mecanísticos de dimensionamento é não partir de restrições “absolutas” quanto aos materiais.05. grandes deformações permanentes ocorrem durante os primeiros ciclos da carga. ou fratura das mesmas nos pontos de contato. A partir deste instante. verifica-se coeficiente de correlação variável. Ramos (2003) comenta que a tensão confinante apresenta maior contribuição para o estudo do módulo de resiliência dos materiais granulares.69 para brita corrida. modelo proposto por Hicks. R2 <0. com vários resultados superiores a 0. onde o modelo em função da tensão desvio apresenta fraca correlação. Segundo Preussler (1978) apud Ramos (2003). o material adquire rigidez e as deformações permanentes ao final de cada ciclo da carga aplicada diminuem até tornarem-se muito pequenas ou nulas. Com a repetição de carregamento. Nestas condições.

observou que a análise das deformações permanentes é um problema relativamente complexo. as deformações permanentes. Pérez Espinosa (1987). constituindo um fator importante no projeto de pavimentos flexíveis. Uma equação bastante simples utilizada para representar esta deformação (εp) é conhecida como modelo de Monismith. Por sua vez. dada por: ε k2 p = k1N (2. cujo par de tensões é pré-fixado.2.ou seja. que permite somente a avaliação do afundamento sob o eixo do carregamento. irreversíveis. e a deformação axial (principal) permanente evolui com o aumento do número de aplicações de carga.5) Onde: k1 e k2 são coeficientes determinados experimentalmente. 31 . tanto ao nível de sua evolução em função do número de repetições da carga quanto ao nível das relações entre as tensões e deformações. estão presentes seja nas trilhas de rodas dos caminhões nas estradas seja em estacionamentos de revestimento asfáltico.7 Ensaio Triaxial Dinâmico – Deformação Permanente Segundo Medina (1997). existindo dois métodos para a avaliação do afundamento da trilha de roda para um determinado tráfego acumulado: o primeiro através das relações entre tensões e as deformações permanentes volumétrica e cisalhante e o segundo via relações entre as tensões e a deformação principal permanente. para tensão desvio máxima e confinante máxima obteve-se 220 MPa para brita corrida na energia modificada e na intermediária e 160 MPa para o pó de pedra na energia intermediária. esta última pode ser avaliada durante o ensaio de carga repetida. 2. embora o defeito mais freqüente nos pavimentos flexíveis brasileiros seja o trincamento do revestimento asfáltico deflexão do mesmo apoiado em camadas granulares geralmente deformáveis elasticamente. N é o número de ciclos aplicações de carga.

Conference on the Structural Design of Asphalt Parements.Na tentativa de contemplar a deformação permanente devida ao tráfego e não a soma desta com aquela verificada durante a construção do pavimento. Martinez. onde a estrutura do pavimento é concebida para proteger o subleito quanto à ruptura por cisalhamento ou por acúmulo de deformação permanente. Motta (1991) ressalta que ela não é função somente do subleito. por exemplo. Outro modelo foi sugerido por Barksdale (1972) apud Pérez Espinosa (1987) contemplando. In: Proc. Delft. mas do somatório das contribuições de todas as camadas. N é o número de aplicações de carga. Barksdale propôs ainda um método de cálculo para se determinar o afundamento da trilha de roda. L. as tensões aplicadas para um número específico de aplicações de carga. dentro da engenharia rodoviária brasileira. Fifth Int.. J. baseando-se este no CBR. foi considerada no Método do DNER. subdividindo a estrutura do pavimento em subcamadas. K’1 e K’2 são coeficientes determinados experimentalmente. Sabe-se que conforme o valor da tensão desvio pode haver o acomodamento das deformações permanentes. A deformação permanente. calculando as tensões no centro das mesmas através de teorias elásticas ou viscoelásticas não-lineares e. J. “Structural finite element design of unbound material pavement from cycle loading traiaxial tests”. é a deformação axial permanente após 100 aplicações de carga. somando todos os produtos das deformações plásticas médias no centro destas subcamadas pela espessura das mesmas.6) Onde: ε p(N) ε p(100) é a deformação axial permanente após N aplicações de carga (N >> 100). Porém para tensões desvio Paute. por fim. Contudo.. 1982. a coesão e o ângulo de atrito interno. como enunciou Preussler (1978). 3 32 . foi proposta por Paute e Martinez (1982)3 apud Pérez Espinosa (1987) a seguinte relação: ε p(N) = εp(100) + K’1(N-100) K’2 (2.

L. O conceito de confiabilidade está associado ao risco estatístico que se quer admitir em um projeto. Califórnia. M. mas neste caso representado somente por um certo valor de ajuste do tráfego. permitindo estimar a média e o desvio padrão dos parâmetros de projeto. em Berkeley. a deformação permanente pode crescer continuamente. a evolução da deformação permanente através do número de aplicação de cargas em ensaios dinâmicos e a existência ou não de seus limites. e desde então tem sido testado e estudado em teses de mestrado e doutorado pertinentes à análise de estruturas flexíveis de pavimento. sugerindo diferentes níveis de confiança a serem empregados nos projetos. foi introduzido este conceito de maneira explícita. tendo Motta (1991) implementado o programa FEPAVE para uso em microcomputador e o adaptando à consideração da confiabilidade pelo tratamento probabilístico de Rosenblueth (FEPAVE 2). caso esta evolução seja assintótica. através de análise não linear. O programa foi doado a COPPE em 1973. em linguagem científica FORTRAN para computadores de grande porte (“mainframe”). No manual da AASHTO em 1986. Módulos de Resiliência dependentes da temperatura e do estado de tensões atuante. objeto de estudo nesta tese. Wilson desenvolveu este programa em 1965. 2. Wilson promoveram modificações na versão original de forma a permitir a geração automática de configurações de elementos finitos adequadas à análise de estruturas axissimétricas de pavimentos flexíveis. USA. J. por exemplo. Em 1968. Monismith e E. conforme a importância da estrada e sua localização em região urbana ou rural. foi desenvolvido na Universidade da Califórnia. não se tem conhecimento a respeito de ensaios realizados que verifiquem. 33 . L. Por fim. para agregados reciclados. além de adaptar. Duncan. C. Finite Element Analysis of Pavement Structures. L.3 Programa para análise de estrutura de pavimento – FEPAVE O FEPAVE.de certo porte ou valor limiar da mesma. E.

[$] =deformação. As rigidezas elementares acoplam-se numa matriz de rigidez global da estrutura. ou mais. que é função das características do material. de forma que as determinações das tensões sejam acuradas (mais importante quanto mais próximo à carga). • A razão das dimensões dos lados do quadrilátero não deve ser maior que 5:1. sendo R o raio da área carregada. Aplica-se a teoria da elasticidade para obter a relação entre as forças e os deslocamentos nodais de cada elemento e. se for não linear. têm-se os deslocamentos nodais. onde o meio continuo é dividido em elementos fictícios de dimensões finitas. A característica dos materiais é em geral tomada como o valor do módulo de resiliência ou de elasticidade que. com comportamento elástico. Resolvido o sistema. Os elementos ligam-se pelas faces ou lados. a partir destes. ligadas entre si por pontos nodais que se assimilam a articulações sem atrito. permite variar o módulo dos materiais asfálticos em função do perfil de temperaturas ao longo da 34 . De acordo com o operador. os deslocamentos no seu interior.O programa FEPAVE 2 utiliza o método dos elementos finitos. isotrópico podendo ser linear ou não linear.7) Onde: [D] = matriz constitutiva. Calcula-se a matriz de rigidez de cada elemento. O FEPAVE2 admite até 12 camadas de materiais diferentes. dependerá do estado de tensões. o programa gera automaticamente uma malha e acolhe os módulos dependentes ou não das tensões. Algumas regras se recomendam para a discretização do meio contínuo: • A fronteira lateral de cerca de 20 R. A partir destes calculam-se as tensões no interior de cada elemento e os deslocamentos nos nós para todo o meio estratificado. Além disso. As deformações (especificas) são as derivadas primeiras dos deslocamentos e as tensões relacionam-se às deformações: [#] = [D] x [$] (2. [#] = tensão. • A fronteira do fundo a 40 R.

Impressão de resultados. 2. o que representa o efeito conjunto das duas rodas mesmo quando se usa a elasticidade não linear. A análise não linear permite a obtenção de uma estrutura mais flexível e próxima a real. Para facilitar a utilização do programa. O programa foi definido para carregamento único (eixo simples de roda simples). Execução 5.EXE. tendo constatado que para algumas estruturas: 1. Silva (1995) estudou a consideração de modelos lineares e não lineares. em linguagem Pascal que é composto de um menu principal com oito sub-rotinas: 1. onde R é o raio da área de contato do pneu. 8. Entrada de dados. 4. A deformação de tração na camada inferior do revestimento na análise não linear é 38 % superior. Alterar e/ou exibir dados. Ler arquivo. 7. sendo que para o caso de pavimentos com comportamento elástico linear pode-se simular a roda dupla através da superposição dos efeitos. Valores do coeficiente de Poisson e módulo de resiliência. A tensão vertical máxima medida no topo do subleito é 22% maior para caso linear. 3. Sair do programa 35 . Gráficos e resumos de resultados. A deflexão na superfície é maior no modelo não linear e é mais próxima da medida no campo. 2. Silva (1995) criou um arquivo de dados utilitário denominado UTILFEP. 6. 4. o deslocamento calculado para uma distância radial de 3R/2. admite-se para cálculo da deflexão máxima correspondente ao eixo padrão. 3. Correntemente. multiplicado por 2.espessura da camada.

006Mr/(1+0. 36 .8) Onde: #vertical = tensão vertical no subleito (kgf/cm²).Com base nos resultados obtidos. É comum na COPPE empregar a curva de fadiga em função da diferença de tensão e para o subleito (deformação plástica) utilizar a equação desenvolvida por Heukelom e Klomp (1962). que não é aplicável a todos os casos: #vertical = 0. Mr = Módulo de Resiliência do subleito (kgf/cm²).7log(N)) (2. verifica-se se a estrutura proposta atende aos Critérios de Ruptura para o período de projeto estudado: fadiga da camada betuminosa e de acúmulos de deformações plásticas (permanente). N = valor do número de solicitações admissíveis definido para o projeto.

tratam-se de amostras de materiais oriundos de usinas ou estações de reciclagem de entulho da construção civil dos bairros do Catumbi (Rua Itapirú. Em visita a estas vias realizada em agosto de 2003. 527) no Rio de Janeiro e do Estoril (Rua Nilo Antônio Gazire. Fato. 147) em Belo Horizonte. que estão associados à classificação de resíduos quanto ao aspecto ambiental. foram realizados também ensaios de Lixiviação e Solubilização. e atendendo às restrições ambientais. Em Belo Horizonte. Além de ruas e avenidas em plena operação. foram observados algumas trincas no revestimento. os ensaios realizados e apresentados neste capítulo são aqueles imprescindíveis ao dimensionamento mecanístico de pavimentos e/ou contemplados na norma NBR. a primeira destas de propriedade privada e a segunda de propriedade pública municipal. Nesta tese. o propósito desta tese é caracterizar mecanicanisticamente alguns agregados reciclados de RCD das cidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte. quando se diz agregado reciclado de RCD do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte. em menor proporção e gravidade das aquelas apresentadas em trechos adjacentes executados com agregados convencionais ou provenientes de minério de ferro. de forma a aplicá-los em bases e sub-bases de pavimentos. já existem vias urbanas executadas com esse material. este. contudo. observando uma relevante deposição das maiores partículas da brita corrida (superiores a 19 mm) às margens das pistas (Figura 3. mas que foram dimensionadas empiricamente. visitaram-se outras em diferentes fases de execução.CAPÍTULO III Materiais e Métodos Como já citado no Capítulo I. Por fim. também importante na escolha das dimensões dos corpos-de-prova a serem usados nesta pesquisa.1). 37 .

38 . A usina do Catumbi no Rio de Janeiro. Cita-se.1 Agregados reciclados de RCD Segundo Nunes (2004). dentre 5507 municípios brasileiros apenas onze possuem usinas de reciclagem operando ou em pré-operação. A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) possui as estações de reciclagem do Estoril e da Pampulha. segregação na captação e alteração da destinação) implantadas e operando. por sua vez. Molhagem do RCD ao chegar na usina ainda na caçamba do caminhão. 2. como exemplo. rua imprimada.1 – Rua em Belo Horizonte antes da imprimação. ponto do pavimento a ser reparado e visulaização da brita corrida copmpactada. rua imprimada com partículas segregadas à margem. ago/2003). 3.2): 1. pertence à iniciativa privada desprovida de qualquer apoio do poder público municipal à sua inserção no processo de limpeza pública urbana. sendo este município o único a possuir as três diretrizes da gestão de RCD (facilitação da disposição. Descarregamento do RCD em área apropriada.Figura 3. (Fotos do autor. totalizando 14 usinas. o procedimento de geração de agregados reciclados de RCD na usina do Estoril (Figura 3.

Figura 3. 5. 6. 7. separando basicamente papéis. Britagem do RCD e deposição dos agregados sobre esteiras rolantes. carregamento de caminhão com agregados reciclados destinados às obras da PBH. através de eletroímãs. ago/2003). lançamento de RCD no britador. 8. madeira e metais (grandes fragmentos). (Fotos do autor. vista geral da área de descarregamento de RCD. gesso.Molhagem do RCD ao chegar na usina. plásticos. Transporte do material britado para a área de armazenagem específica.3. 9.2 . Espalhamento do RCD em leiras com utilização de pá-carregadeira. Triagem do material com a separação dos RCD provenientes de peças de concretos. de pequenos artefatos metálicos existentes dentre os agregados ainda sobre as esteiras. 39 . prétriagem do RCD. 4. Pré-triagem do RCD. Retirada. transporte em esteira com eletroímã dos agregados. Carga e lançamento de RCD (fragmentos de concreto ou mistos) no britador com auxílio da pá-carregadeira.

O primeiro é o agregado reciclado obtido do beneficiamento de RCD. O segundo é o agregado reciclado 40 . 2. 4. composto na sua fração graúda de no mínimo 90% em massa de fragmento a base de cimento Portland e rochas. denominado Tipo B.Observa-se ainda que: 1. O agregado reciclado tipo Concreto.3 . A molhagem do RCD ou dos agregados reciclados é realizada periodicamente sobre os seus depósitos a fim de se evitar a formação de poeira em suspensão. (Fotos do autor. é destinado à confecção de blocos e peças de pavimentos intertravados de concreto (Figura 3. Nesta pesquisa contou-se com dois tipos de agregados reciclados. denominados simplificadamente concreto e misto. Figura 3. atingindo a vizinhança habitacional. O agregado reciclado tipo misto. ago/2003).3). 3. denominado Tipo A pela PBH.Blocos e intertravados de concreto produzidos com agregados reciclados tipo A produzidos na usina do Estoril (PBH). é destinado às obras de pavimentação. Existe nesta usina uma barreira vegetal com intuito de se evitar a dispersão desta poeira.

o produto da britagem disponibilizado foi a brita corrida ou bica corrida. 41 . Esta particularidade se mostrou importante a partir do momento que se pode graduar as britas para ensaio. os agregados provenientes da estação de reciclagem do Estoril foram fornecidos nos dois tipos. 2003).composto na sua fração graúda de menos de 90% em massa de fragmentos à base de cimento Portland e rochas.4 – Peneirador. A usina do Catumbi disponibilizou para a pesquisa agregados do tipo misto separados por frações granulométricas. porém não separadas por peneiramento. concreto e misto. Em contrapartida. Devido à ausência de peneiramento na usina como aquele citado no parágrafo anterior. cuja denominação local é agregados tipo A e tipo B respectivamente. visando assim obter maior representatividade desses materiais nos ensaios. (Fotos Fernando Afonso. Salienta-se ainda que. Na coleta das amostras de agregados nas usinas e na redução das mesmas para ensaios de laboratório.4). Figura 3. embora não tenham sido utilizadas. do pó-de-pedra à brita 1 (Figura 3. pilhas de agregados reciclados – Usina do Catumbi. esta usina forneceu britas de frações superiores. variando-as em três granulometrias distintas (superior. intermediária e inferior) dentro da faixa D para base (DNER-ES 303/97). foram adotadas as normas DNER-PRO 120/97 e DNER-PRO 199/96 respectivamente.

a energia de compactação e a sua fonte geradora (usina).1.1 – Amostras ensaiadas em laboratório Energia de Agregado Granulometria compactação Misto Misto Misto Misto Misto Misto Concreto Concreto Misto Misto Superior Superior Intermediária Intermediária Inferior Inferior Bica Corrida Bica Corrida Bica Corrida Bica Corrida Intermediária Modificada Intermediária Modificada Intermediária Modificada Intermediária Modificada Intermediária Modificada Cidade Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro Belo Horizonte Belo Horizonte Belo Horizonte Belo Horizonte Figura 3. Amostra MSIRJ MSMRJ MMIRJ MMMRJ MIIRJ MIMRJ CIBH CMBH MIBH MMBH Quadro 3. a granulometria do material em função da posição dentro da faixa D ou não especificada chamada bica corrida (Figura 3. amostras de agregados reciclados do Rio de Janreiro ensacadas de acordo com sua granulometria (superior.5).2).4 – Parte dos agregados reciclados do Rio de Janeiro e Belo Horizonte armazenados no Laboratório de Geotecnia da COPPE. contemplando: o tipo de material.Após a análise granulométrica das amostras de campo (item 3. pôde-se desenvolver os ensaios da pesquisa sobre as amostras de laboratório nas combinações apresentadas no Quadro 3. intermediária ou inferior). 42 .

Quarteador. ensaiando-se as britas 1 e 0. sensível a 0. 3. Escovas apropriadas para a limpeza de peneiras. 4. Tabuleiros metálicos.2. 43 . Agitador mecânico de peneiras. 3. Balança com capacidade de 10 kg.1 g. 7.1 Aparelhagem Com base no descrito na norma DNER 083/98. foi também realizado o Ensaio de Sedimentação DNER-ME 051/94. Para tanto. inclusive tampa e fundo.1.2 Análise granulométrica A partir deste ensaio pôde-se desenvolver os estudos sobre as amostras de laboratório apresentadas na Quadro 3. capaz de manter temperatura uniforme (110+5ºC). com dispositivo para fixação desde uma peneira até seis. a partir do qual determinou-se a composição granulométrica dos agregados reciclados de ambas as usinas.5): 1. 6. adotou-se o Método de Ensaio DNER-ME 083/98. É importante informar ainda que. 5.3. Peneiras de malhas quadradas. Estufa com dimensão apropriadas. o pedrisco e o pó-de-pedra do Catumbi e as bicas corridas do Estoril (Anexo 2). 2. no caso do pedrisco e do pó-de-pedra. utilizou-se (Figura 3.

2004). Foram utilizados nestes ensaios dois modelos de peneirador mecânico.2. 44 . um de peneira quadrada de dimensões 50x50x10cm para a parte graúda e outro de peneiras redondas para a fração miúda. 3. (Fotos do autor. sensível a 0.2 Ensaio Após a redução da amostra por quarteamento. 3. Encaixe das peneiras. Secagem de amostra em estufa com esfriamento à temperatura ambiente e determinação da sua massa total.Figura 3. seguiu-se: 1.5 . estufa. Lançamento da amostra sobre a peneira superior.1 g.Balança com capacidade de 10 kg. com fundo. no agitador de peneiras com abertura de malha em ordem crescente da base ao topo. de modo a evitar a formação de camada espessa de material sobre qualquer uma das peneiras. previamente limpas. peneirador com peneiras quadradas. 2. peneirador com peneiras redondas. sendo a balança preconizada pela norma com capacidade de 20 kg com sensibilidade a 1 g.

3. 4. Realização do peneiramento pela agitação mecânica do conjunto. realizaram-se os ensaios de compactação. Colher de pedreiro. no caso do material do Rio de Janeiro. Os resultados deste ensaio serão apresentados no Capítulo 4 e Anexo 2. O passo seguinte à determinação da composição granulométrica dos agregados foi a realização da dosagem destes. o intervalo de umidade na qual poderiam ser moldados os corpos de prova para a obtenção do Módulo de Resiliência dos materiais amostrados. Elásticos. Pesagem do material retido em cada peneira.4.1 Aparelhagem Com base no descrito na norma DNER-ME 162/94 e compatibilizando os corpos-deprova aos subseqüentes ensaios triaxiais dinâmicos.3. que é retirada com escova. pois adotar um intervalo de + 2% da umidade ótima poderia gerar Módulos de Resiliência que não representassem estas amostras. 5. baseados no Método de Ensaio DNER-ME 162/94. 6. intermediária e inferior) enquadradas na faixa D do DNER.3 Ensaio de compactação Para as amostras listadas no Quadro 3. para a obtenção das três curvas granulométricas (superior. 3. Provetas de 1000 ml e 200 ml. Soma de todas as massas retidas. Estas também serão apresentadas no próximo capítulo. e que não deve ter sua passagem forçada através das mesmas. Sacos plásticos. juntamente com a porção que porventura tenha ficado preso às malhas. 6. com entalhe superior externo. 45 . Molde cilíndrico tripartido. determinando a massa específica máxima do solo seco e a respectiva umidade ótima e.1. utilizou-se (Figura 3. 2.6): 1. com diâmetro interno aproximadamente igual a 10 cm e altura 20 cm. 5. Tabuleiro metálico. 3. juntamente com o ensaio triaxial dinâmico.

Braçadeiras metálicas para o confinamento do molde cilíndrico. perfazendo um total de cinco pontos com o teor de água variando entorno de 2%. homogeneizando-os com a colher de pedreiro até poder formar com as mãos grumos consistentes. 13. 7. Película plástica circular (diâmetro aproximadamente igual a 15 cm). Balança com capacidade de 10 kg. sobre o tabuleiro metálico. Régua metálica biselada rígida de comprimento aproximadamente igual a 30 cm. adicionado o mesmo volume de água utilizada na mistura anterior mais 2%. 11. Cilindro complementar com entalhe inferior interno. Cápsulas de alumínio. homogeneizando e embalando-a. 2. 5. Régua graduada. Pega-se outra porção da amostra. 14. Anota-se a quantidade de água adicionada necessária para esta porção da amostra atingir o ponto acima citado. Coloca-se uma porção da amostra a ser compactada. 4. Antes da realização do ensaio propriamente dito. 16.7. 12. 8. Colher. 3. Pega-se as cinco porções da amostras homogeneizadas. adiciona-se gradativamente água ao material. Compactador mecânico. Embala-se essa porção da amostra dentro de dois sacos plásticos hermeticamente fechados (vedando-os com auxílio de elásticos). Com a(s) proveta(s) graduada(s). com massa igual a 5 kg. capaz de manter temperatura uniforme (110+5 ºC). foi feita a preparação das amostras nas seguintes etapas: 1. dispondo todas estas em outro saco plástico. Suporte metálico para o molde cilíndrico com dispositivo de fixação. Estufa com dimensão apropriadas.1 g. sensível a 0. Repete-se esse procedimento para mais três porções da amostra. e colocando-o na câmara úmida por um período não menor que 24 horas. 15. 17. 46 . 9. 6. 10.

cápsulas e demais utensílios usados no ensaio de compactação.2 Ensaio Após as 24 horas de permanência na câmara úmida: 1. Leva-se o molde cilíndrico à balança e mede-se sua massa. sobre a película plástica. ajustando o número de golpes a ser efetuado pelo mesmo. Retira-se uma parcela da primeira porção da amostra a ser compactada. Figura 3. 3.Observa-se que neste procedimento não identificou-se a umidade higroscópica das amostras.6 . colocando-a em cápsula de alumínio cuja massa foi previamente determinada. 7. o número de camadas a serem compactadas e a energia de compactação. Retiram-se as porções da amostra da câmara úmida. à base metálica. Fixa-se o molde. 4. 2. medindo-se a massa do conjunto (cápsula e amostra) para posterior determinação da umidade de compactação. 47 . 5. 6. Em seguida coloca-se uma parcela do material úmido no molde cilíndrico de forma a perfazer 1/10 da altura do mesmo após a compactação.Compactadores mecânicos. moldes de CP. compatível com o peso do soquete.3. Coloca-se o molde cilíndrico no compactador mecânico. confinado por duas braçadeiras. Monta-se o molde cilíndrico tripartido. 3. a altura de queda do mesmo.

Retira-se o molde da base e mede-se sua massa. 13.4 Ensaio triaxial dinâmico – Módulo de Resiliência 48 . Após compactar as cinco primeiras camadas e também depois da décima. calcula-se a massa específica aparente seca das amostras e suas respectivas umidades de compactação. encontra-se a correspondente umidade ótima. 18. Realizou-se com os três corpos-de-prova de maior massa específica aparente seca os ensaios triaxiais dinâmicos para obtenção do Módulo de Resiliência. Verifica-se a altura da camada. Este procedimento objetivou verificar em qual intervalo de umidade poder-se-ia compactar as futuras séries de corpos-de-prova de forma a se obter um Módulo de Resiliência representativo para cada amostra estudada (discriminadas na Quadro 3. confrontando os resultados com as respectivas umidades dos mesmos. Bisela-se o topo do molde cilíndrico. utilizando a régua graduada e ajustando a quantidade de material requerido para as demais camadas a serem compactadas. coloca-se o cilindro complementar e compactam-se as duas últimas. Leva-se o molde cilíndrico à bancada e retira-se o cilindro complementar. 9. Depois de compactar a oitava camada. 11. Aciona-se o equipamento de compactação para a realização dos golpes anteriormente citado e a subseqüente compactação da camada. 17. 12. totalizando três cápsulas. ficando o corpo-de-prova com uma superfície plana e nivelada ao topo do molde. 14. Após a verificação da constância de massa das cápsulas secas em estufa. Repete-se todo o procedimento anteriormente citado para as demais porções da amostra nos outros teores de umidade. 10. Monta-se o gráfico umidade de compactação versus massa específica aparente seca.8. 19. retiram-se novas porções de material do saco plástico para obtenção da umidade de compactação. Colocam-se as cápsulas em estufa. 15. 16. Repetem-se os três últimos itens para a compactação de outras quatro camadas. No gráfico. 20. 3. conhecido o volume do molde.1). para o ponto de maior valor de massa específica aparente seca.

7): a. f. c. 2. 5. d.O ensaio de compactação de preparação do CPs a serem submetidos ao ensaio dinâmico foi feito no item anterior. Sistema de ar comprimido. 3. b. Cabeçote (top-cap). Conexão. Mangotes. g. Temporizador de controle da freqüência e tempo de duração do carregamento (tensão desvio). 49 . 6. Válvula de transmissão do carregamento vertical. Haste. Sistema de aquisição e reprodução de dados como tensões confinantes e desvio. Regulador de pressão para aplicação da tensão desvio. 3. Regulador de pressão para aplicação da tensão confinante.1 tem como referência o Método de Ensaio DNERME 131/94. b.1 Aparelhagem 1. Este ensaio é um pré-requisito do ensaio triaxial dinâmico. A realização do ensaio triaxial dinâmico para a determinação do Módulo de Resiliência das amostras citadas no Quadro 3.4. 4. Sistema de medição de deformação da amostra composto por: a. No entanto. os procedimentos e equipamentos utilizados são aqueles adotados no laboratório de Geotecnia da COPPE/UFRJ que estão descritos em Vianna (2002). c. Sistema pneumático de carregamento composto por (Figura 3. Sistema para vácuo. Cilindro de pressão e pistão de carga. d. Hastes rosqueadas sobre as quais são posicionados os LVDTs. Dois transdutores mecânico-eletromagnético de deslocamento tipo LVDT (Linear variable differential transformer). Amplificador de sinal dos transdutores. deformações elásticas e totais e registros em microcomputador com monitor e impressora. e. no qual são preparados os corpos-de-prova.

1 g. Coloca-se o cabeçote sobre o CP. 10.7. 4. Desmoldam-se as três partes do cilindro. 14. Membrana de borracha. 8. 3. Cilindro para colocação da membrana de borracha (encamisador). Pedra porosa. envolve-se o CP com a membrana de borracha. 15. 12. Coloca-se o CP sobre a base da célula triaxial. Estufa com dimensão apropriadas. Cuba metálica. Balança com capacidade de 10 kg. Fixam-se os LVDTs ao cabeçote. sensível a 0. 14. 12. Estrutura da prensa. Retiram-se as braçadeiras. Colocam-se elásticos envolvendo a membrana na altura da base da célula triaxial. descontando-se a massa do molde tripartido. Coloca-se o corpo-de-prova (CP) sobre a pedra porosa ainda envolvido pelo molde cilíndrico tripartido. Suporte central. 3. Célula triaxial. Elásticos. 10. Base. 11. capaz de manter temperatura uniforme (110+5ºC). 9. Assenta-se a tampa da célula triaxial. Coloca-se a conexão da haste ao pistão de carga. 17. 5. 6. Com o auxílio do encamizador. 15. Colocam-se as hastes de fixação da tampa da célula triaxial.2 Ensaio 1. 13. Colocam-se elásticos envolvendo a membrana na altura do cabeçote. 11.4. 2. 9. Encaixam-se os mangotes de ar comprimido para aplicação das tensões desvio e confinante. 50 . 16. 8. mede-se a massa do corpo-de-prova. 13. ainda dentro do molde. Coloca-se o cilindro da célula triaxial. 7. prendendo-a às respectivas hastes. Após a compactação.

Também nesta etapa as condições (18 ciclos de carga. 24. Coloca-se o CP em estufa para secagem. 25. 22. Faz-se o ajuste fino. outros) para o ensaio já estão programadas no microcomputador. conhecido o volume do mesmo e a massa da cuba metálica. dos LVDTs dentro do intervalo de voltagem para a leitura dos deslocamentos. 20. Na tabela 3. 26. 23. verifica-se os valores e os gráficos diretamente no monitor e. Libera-se o ar comprimido.2. Após a aplicação do último ciclo de carga. Verifica-se a massa do CP imediatamente após o ensaio. com o auxílio das hastes rosqueadas (item 3. Liga-se o sistema de aquisição e reprodução de dados. para eliminar ou minimizar os efeitos da deformação plástica e da história de tensões. Após condicionamento. Após a verificação da constância de massa do CP em estufa e. com aplicação de 500 golpes em três estágios de aplicação de tensão desvio e confinante. O equipamento triaxial da COPPE já está automaticamente programado para realização desta fase. 21. 18. Retira-se o corpo de prova. caso todos os pontos tenham sido computados ou nenhuma anomalia verificada. Coloca-se o CP na cuba metálica. número de golpes/ciclo. 19. o ensaio pode ser considerado terminado.3 estão dispostos estes ciclos de carga.4.16.1 – 3c). calcula-se a umidade de ensaio do CP. 17. Inicia-se a fase de condicionamento. ajustam-se novamente os transdutores e inicia-se o ensaio triaxial. conforme Quadro 3. 51 .

pode-se imediatamente reiniciar o ensaio triaxial. (Fotos do autor. traça uma linha de tendência potencial com o respectivo valor de R2 . 2002) além de fornecer todos os pontos do ensaio. que pode ser adotada ou não para representar o Módulo de Resiliência da amostra. O programa instalado no microcomputador (Vianna. 2004). Salienta-se ainda que em ocorrendo qualquer anomalia nos resultados. como as relações tensão desvio e deformação resiliente.7 – Visão geral do equipamento montado para o ensaio triaxial. equipamento de controle monitoramento de tensões e microcomputador.Figura 3. 52 . sem a necessidade de proceder ao condicionamento.

070 0.275 0.048 0.070 0.103 0.034 0.021 0.309 0. A maioria dos ensaios foi realizada em CP de 10 x 20 cm.137 0.412 3.069 0.103 0.103 0.103 0. a deformação permanente é a parcela da deformação total que não é recuperável a cada aplicação de carga.3 – Ciclos de carga e valores de tensão do ensaio de Módulo de Resiliência Ciclo de carga 1–1 1–2 1–3 2–1 2–2 2–3 3–1 3–2 3–3 4–1 4–2 4–3 5–1 5–2 5–3 6–1 6–2 6–3 Tensão confinante (σ 3 ) (MPa) 0. Quadro 3.2 – Estágios de tensões utilizados na fase de condicionamento no ensaio triaxial Estágio 1 2 3 Tensão confinante (σ 3 ) (MPa) 0.5 Ensaio triaxial dinâmico – Deformação permanente Segundo Medina (1997).069 0.206 0.041 0.141 0.021 0.069 0.051 0.211 Quadro 3. e que se acumula com a repetição das 53 .062 0. e alguns poucos em CP 15 x 30 cm.154 0.105 Tensão desvio (σ d ) (MPa) 0.206 0.034 0.137 0.Todos os ensaios triaxiais dinâmicos deste estudo foram realizados na condição de drenagem livre.137 Tensão desvio (σ d ) (MPa) 0.051 0.

4.315 MPa.5. possibilitando acompanhar a evolução destas deformações ao longo do ensaio e permitindo que se possa acrescentar ou reduzir o número de aplicações de carga durante a realização deste. 6.2 Ensaio O procedimento adotado neste ensaio é análogo àquele descrito no item 3. os procedimentos adotados são aqueles adotados no laboratório de Geotecnia da COPPE/UFRJ.5. 8. calcula-se a umidade de ensaio do CP. 7. Informa-se o par de tensões para aplicação sobre o corpo-de-prova. Observa-se ainda que as deformações permanentes acumuladas registradas no ensaio são referidas à posição do registro inicial da primeira aplicação de carga e que o gráfico deformação permanente versus número de aplicações de carga é apresentado em tela do monitor pelo programa computacional desenvolvido pelo engenheiro Ricardo Gil Domingues (Vianna. Após a verificação da constância de massa do CP em estufa e. 2002) a partir da centésima aplicação da mesma. tensão desvio σd = 0. Retira-se o corpo de prova.1 Aparelhagem A aparelhagem necessária à realização deste ensaio é a mesma citada no item 3. 2.cargas no ensaio triaxial dinâmico. 3. conhecido o volume do mesmo e a massa da cuba metálica. 54 . segue: 1. 5. 3. após o ajuste fino dos LVDTs. Verifica-se a massa do CP imediatamente após o ensaio. Coloca-se o CP na cuba metálica. Informa-se o número de repetições de carga a ser aplicada (entre 104 e 105).2 para a determinação do Módulo de Resiliência. inicia-se os registros das deformações na primeira aplicação de carga e também fixa-se um só nível de tensão durante todo o ensaio.4.1. 4. fecha-se o programa. Após a aplicação da última carga. Coloca-se o CP em estufa para secagem. Neste estudo foi escolhido tensão confinante σ3=0. excetuando a fase de condicionamento prévio. Portanto. 3. Para este ensaio. dentro do intervalo de voltagem para a leitura dos deslocamentos.105 MPa. ou seja.

embora não seja obrigatório. fixada e operada de forma a manter a velocidade periférica uniforme. Balança com capacidade de 20 kg e com sensibilidade a 1 g. 25. Para tanto. 3. 4. Máquina “Los Angeles” cujas dimensões são apresentadas na norma.1 Aparelhagem Adotando-se o que prescreve a norma DNER-ME 035/98: 1.6. 55 .4 . com massa entre 390 e 445 g. 6. 6. 19. Bandeja de folha de flandres de aproximadamente 700 x 500 x 50 mm. Neste caso. 2 e 1.6 mm de diâmetro.3. Pá de cabo curto. 2. 4. 5. 7. Tabuleiro metálico.8 .4 – Graduação para o ensaio de abrasão Los Angeles Agregado reciclado Usina de reciclagem Graduação para ensaio Los Angeles Brita 0 Catumbi C Brita 1 Catumbi B Bica corrida .3 .7. capaz de manter temperatura entre 105 ºC e 110 ºC. apresenta-se no Quadro 3. 2. Peneiras de malhas quadradas com caixilhos metálicos e aberturas nominais em milímetros iguais a: 76. sendo fabricada.Misto Estoril A Bica corrida . 8. e tendo massa total igual a + 5000g).4 a graduação para ensaio dos agregados reciclados das usinas do Catumbi e do Estoril. 38.Concreto Estoril A 3. Estufa com dimensão apropriada. 63. devese conhecer a distribuição granulométrica dos agregados a serem estudados. Adotou-se nessa pesquisa o Método de Ensaio DNER-ME 035/98. 50. Carga abrasiva (12 esferas de aço com aproximadamente 47. Quadro 3.6 Ensaio de abrasão Los Angeles Este ensaio objetiva verificar o desgaste sofrido pelo agregado quando colocado na máquina “Los Angeles” juntamente com uma carga abrasiva.

12. 14. 4. Lava-se o material retido na peneira 1. 11. C e D. 7. Fecha-se o tambor cuidando para que não se perca material.7 mm. 56 . 13. com aproximação de 1 g. Escova de fibra. Separam-se as esferas. 5. 3. fornecendo a amostra da graduação escolhida. 6. secando-o em estufa. dimensões e uniformidade de superfície. Misturam-se as diversas porções da graduação. Retira-se todo o material do tambor.9. obtendo as massas e tolerâncias especificadas na Tabela 1 da norma DNER-ME 035/98. durante no mínimo 3 horas. Aciona-se o tambor com velocidade de 30 a 33 rpm (se for disponível este controle) até completar 500 rotações.7 mm. B. 9. 8. porém devem apresentar superfície uniforme e composição química que atenda àquela prescrita na norma. Determina-se a carga abrasiva do ensaio. Passa-se a amostra na peneira 1. 10. Verificam-se as condições das esferas quanto a massa. limpando-as com escova. Determinam-se as massas das porções da graduação acima citada. rejeitando-se o material passante. Esferas de ferro fundido poderão ser usadas com as mesmas dimensões e carga daquelas de aço. 3. 2. Lava-se e seca-se em estufa o agregado a ser ensaiado até se verificar constância de massa.6. Peneira-se o agregado e quarteiam-se as diferentes porções retiradas nas diferentes peneiras. Limpa-se internamente o tambor. obtendo a massa da amostra seca antes do ensaio. ou 1000 rotações para as demais graduações. Colocam-se a amostra e a respectiva carga abrasiva. de acordo com a graduação escolhida.2 Ensaio Após a escolha da graduação a ser adotada no ensaio procedem-se as seguintes etapas (Figura 3.8): 1. para as graduações A.

amostras a serem ensaiadas de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro. calcula-se a abrasão Los Angeles (An) pela equação 2.7.8 .7 mm)do ensaio. 2.Máquina “Los Angeles”.1 Aparelhagem 1.7 Ensaio de índice de forma Nesta pesquisa foi adotada a norma NBR 7809. A escolha desta norma deu-se por dois motivos: o primeiro se refere a simplicidade inerente ao método. Balança com capacidade de 10 kg.1. da série normal e intermediária. que exigi basicamente o uso do paquímetro para sua realização e o outro está na indicação do uso desta pela norma NBR 15116.1 g. 3. Peneiras de ensaio. 16. Paquímetro aferido com sensibilidade de 0. deixando-o esfriar e determina-se sua massa com aproximação de 1 g. Retira-se o material da estufa. 3. De posse das massas da amostra lavada e seca antes (mn) e depois (mn’. retida na peneira 1.5 mm.15.1 mm. Figura 3. 3. 57 . segundo a NBR 5734. sensível a 0. que prescreve o método através do qual se determina o índice de forma de agregados graúdos cuja dimensão máxima característica seja superior a 9.

Fi = porcentagem em massa retida individual correspondente a fração i. Ni = número inteiro de grãos para medição da fração i. calculado segundo a fórmula: Ni = 200 x Fi / (F1 + F2 + …+ Fi + …+ Fn) (3. 3. Quarteamento de cada fração obtida até a obtenção do número de grãos. Estufa com dimensão apropriadas.5 – Massa mínima da amostra inicial Dimensão (D) dos grãos (mm) Massa mínima da amostra inicial (kg) D < 19 8 19 < D < 25 16 25 < D < 38 24 38 < D 32 No laboratório realizam-se os seguintes procedimentos: 1. 4.5 mm e aquelas cujas porcentagens.2 Ensaio Segundo a norma. capaz de manter temperatura uniforme (110+5 ºC). retidas individuais sejam iguais ou inferiores a 5%. em massa. Análise granulométrica da amostra. 3.5: Tabela 3. Desprezo das frações passantes na peneira de malha 9. 58 . a amostra do agregado remetida ao laboratório deve ser colhida nas quantidades constantes na Tabela 3. Secagem da amostra em estufa até constância de massa. F1 + F2 + …+ Fi + …+ Fn = soma das porcentagens em massa retidas individuais das frações obtidas. 2.4.1) Onde: 200 = número de grãos necessários ao ensaio.7.

a revisão das normas: 1.5. Contudo. entrou em vigor a partir de 30/11/2004. ABNT/NBR 10006/2004 – Solubilização de resíduos – Procedimento para obtenção de extrato solubilizado de resíduos sólidos. ABNT/NBR 10007/2004 – Amostragem de resíduos. ABNT/NBR 10005/2004 – Lixiviação de resíduos – Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos. ABNT/NBR 10007/87 – Amostragem de resíduos – Procedimentos. os ensaios sobre a massa bruta.8 Ensaio sobre a massa bruta. 20th (1998). e ainda 59 . uma da usina do Catumbi (misto) e outra da usina do Estoril (misto). das relações entre o comprimento e a espessura (c/e) de todos os grãos medidos. segundo este laboratório. Cálculo do índice de forma pela média. foram adotadas as seguintes normas e referências: 1. arredondando o resultado ao décimo. 4. 3. EPA – Environmental Protection Agency’s. 6. foram enviadas ao laboratório da empresa TASQA Serviços Analíticos Ltda (2004) para este fim. 4. de lixiviação e solubilização não foram realizados nos laboratórios de Geotecnia da COPPE/UFRJ. ABNT/NBR 10005/87 – Lixiviação de resíduos – Procedimentos. 6. ou seja. 2. 5. Observa-se que. 3. ponderada pela fórmula acima. 3. Duas amostras de agregados reciclados. ABNT/NBR 14598:2000 – Produtos de petróleo – Determinação do ponto de fulgor pelo aparelho de vaso fechado Pensky-Martens. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater – American Public Health Association – Ed. 5. após a realização destes ensaios. Medição do comprimento (c) e da espessura (e) de cada um dos grãos obtidos pelo quarteamento. ABNT/NBR 10004/2004 – Resíduos Sólidos – Classificação. 2. ABNT/NBR 10004/87 – Resíduos Sólidos – Classificação. ABNT/NBR 10006/87 – Solubilização de resíduos – Procedimentos. ensaio de lixiviação e ensaio de solubilização Ao contrário dos demais ensaios.

001 para 0. A classificação de resíduos sólidos envolve a identificação do processo ou atividade que lhes deu origem.01 (Fenóis totais). A recomendação de uso da USEPA – SW 846 – Test methods for evaluating solid waste – Physical/chemical methods da edição mais recente. complementação e a atualização da norma em vigor e a desvinculação do processo de classificação em relação apenas à disposição final de resíduos sólidos.6. passa de 0. barris. de insumos e do processo no qual o resíduo foi gerado devem ser explicitados. bem como sugestão de amostradores de resíduos líquidos e sólidos. de seus constituintes e características. onde a descrição de matérias-primas. as premissas estabelecidas para a revisão foram a correção. A segregação dos resíduos na fonte geradora e a identificação da sua origem são partes integrantes dos laudos de classificação. os insumos e o processo que lhe deu origem. Ressalta-se a alteração no Padrão para o ensaio de solubilização quanto aos limites máximos no extrato em mg/L. por exemplo. que foram baseados nas normas NBR 10004/87. Os procedimentos de ensaios constantes dos relatórios da TASQA (2004). são transcritos a seguir. de resíduos ou similares. O limite para o Fenol. Como citado no item Introdução da norma ABNT/NBR 10004/2004. A identificação dos constituintes a serem avaliados na caracterização do resíduo deve ser estabelecida de acordo com as matérias-primas. 10005/87 e 10006/87. Todos os procedimentos sofreram alteração e/ou complementação. e a comparação destes constituintes com listagens de resíduos e substâncias cujo impacto à saúde e ao meio ambiente é conhecido. incluindo a procedimento de retirada de amostras de montes ou pilhas e de sacos. 60 .

8.0 se necessário com a solução de Ácido Acético. O extrato de lixiviado é montado mantendo-se a proporção de 100g da amostra na base úmida para 1600g de água ultrapurificada. Caso 2: Amostras Líquidas com Teor de Sólidos Não-Filtráveis inferior à 0. A agitação é encerrada após 24 horas. Para o caso da dosagem de cianeto.5 mol/l.0 ± 0. A solução resultante é filtrada em filtro de porosidade 0. 3.1 Ensaio sobre a Massa Bruta Para a determinação dos elementos metálicos. uma massa de 10g foi submetida a tratamento por ácido sulfúrico. A solução obtida foi diluída com água ultrapurificada até o volume de 100 ml. A mistura é colocada sob agitação.5 mol/L gasto é anotado e o volume final da fração líquida é completado com água ultrapurificada o suficiente para 1600ml de solução. O pH da mistura é medido e se for superior a 5. 2.8.2 é ajustado em 5.3. verifica-se o teor de sólidos não filtráveis da amostra para que esta seja preparada por um dos três casos abaixo: Caso 1: Amostras Sólidas 1. 5. procedendo-se a destilação do mesmo.45µm para em seguida ser submetida às determinações químicas. Primeiramente.2 Ensaio de Lixiviação O teste de Lixiviação foi aplicado de acordo com o descrito na norma ABNT/NBR 10005 de setembro/1987.1. 4. Em períodos adequados o pH do meio é monitorado de forma a mantê-lo em 5. uma massa de cerca de 5 g de amostra previamente homogeneizada foi digerida por meio de ácido clorídrico/nítrico. 3.5% 61 .8.1. seguido de absorção em solução de hidróxido de sódio.2 através da adição de solução de Ácido Acético 0. O volume de solução de Ácido Acético 0.1 Ensaio 3.

A fração líquida obtida é quantificada e acondicionada para ser adicionada ao extrato do lixiviado dos Sólidos Não-Filtráveis. 3.45µm até obtenção de uma massa de Sólidos Não-Filtráveis. Primeiramente filtra-se a amostra em filtro de porosidade 0. Ferro. Cianeto. 3. Selênio.45µm na qual a fase sólida é descartada. Chumbo.1. 2. Fenol Total.3 Ensaio de Solubilização 1. Sulfatos. Tampa-se o frasco e deixa-se em repouso total por 7 dias.5% 1. Após este período de repouso. Manganês. Fluoretos.8. Nitratos.45µm. É colocada 250g da amostra (Base Seca) em frasco de 2000ml. Mercúrio. Cobre. Caso 3: Amostras Líquidas com Teor de Sólidos Não-Filtráveis superior à 0. esta solução é filtrada em esquema de aparelhagem com membrana filtrante com 0. Procedimento Analítico As seguintes determinações foram realizadas: Solubilizado: • Alumínio. Surfactantes. Cádmio. 62 . É adicionado 1000 ml de água ultrapurificada e agitada a amostra em velocidade baixa por 5 minutos. Dureza. Cloretos. Sódio. Prata. Zinco. 2. 4. A porção de Sólidos Não-Filtráveis é submetida a extração como no Caso 1. Arsênio. Cromo Total. Estas soluções foram empregadas na determinação dos resultados analíticos do "Solubilizado". Bário. As amostras analisadas pertencem ao Caso 1.O extrato para análise é obtido através da filtração da amostra em filtro de porosidade 0. 3.

pH. Vanádio. Cádmio. Mercúrio. cujas técnicas analíticas estão indicadas no Quadro 3. Óleos e Graxas. Selênio. Fenol Total. Cromo VI. Prata.Lixiviado: • Arsênio. Cianetos.6: 63 . Mercúrio. Berílio. Chumbo. Selênio. Cromo Total. Chumbo. Fluoretos. As metodologias de quantificação e de preparação das amostras aplicadas foram aquelas mencionadas na norma. Massa Bruta: • Arsênio. Bário.

Quadro 3.6 .F - SM 4500 CN .C SM 4500 F .D Cobre - - SM 3111B SM 3500 Cr .B - - Cromo Total - SM 3120B SM 3120B Dureza - - SM 3111B Fenóis SM 5530C - SM 5530C Ferro - - SM 3111B Fluoreto - SM 4500 F .Metodologias de quantificação e de preparação das amostras Método Método Parâmetro Método (Solubilizado) (Massa Bruta) (Lixiviado) Alumínio - - SM 3120B SM 3120B SM 3120B SM 3120B Bário - SM 3120B SM 3120B Berílio SM 3120B - - Cádmio - SM 3120B SM 3120B Chumbo SM 3120B SM 3120B SM 3120B Cianeto SM 4500 CN .C Manganês - - SM 3111B Mercúrio EPA 7470 A EPA 7470 A EPA 7470 A - - SM 4500 F SM 4500B - - - SM 3120B SM 3120B SM 3120B SM 3120B SM 3120B Sódio - - SM 3111B Sulfato - - SM 4500E Surfactantes - - SM 5540C SM 3120B - - - - SM 3111B Arsênio Cromo Hexavalente Nitrato pH Prata Selênio Vanádio Zinco 64 .F Cloreto - - SM 4500 Cl .

Agregado reciclado tipo Misto .Curva Granulométrica .1) e 0.00 Peneiras (#) 0. o pedrisco e o pó-de-pedra da usina do Catumbi e as bicas corridas (Figura 4.00 90.00 10.1 n.1.00 50. De posse da granulometria dos materiais do Rio de Janeiro.CAPÍTULO 4 ANÁLISE DOS RESULTADOS OBTIDOS 4. dosaram-se três grupos de amostras para a pesquisa.2 e 4. enquadrando-as na Faixa D do DNER para base (Tabelas 4.o 200 0. 4. a pesquisa contou com três britas graduadas de agregados reciclados de RCD tipo Misto do Rio de Janeiro e duas britas corridas de Belo Horizonte: uma a partir de agregados de concreto e outra proveniente de agregados tipo misto.00 40.o 10 n.00 0.o 40 1 n.00 Passante (%) 70.1 .3): uma no limite superior desta faixa.1 Análise granulométrica Determinou-se inicialmente a composição granulométrica dos agregados reciclados. outra no limite inferior e o último numa posição intermediária em relação às duas primeiras (Figura 4. Curva Granulométrica .3) da estação do Estoril.00 80. ensaiando-se as britas 1 (Figura 4.00 20.2).Brita 1 / Agregado reciclado tipo Misto – RJ 65 .01 n. Assim.Brita 1 Rio de Janeiro-RJ 100.00 30.o 4 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 100 Diâmetro (mm) Figura 4.o 80 n.00 60.

e em percentuais de britas 1 e 0. Tabela 4.Brita graduada – Curva Inferior. constatando uma distribuição similar entre ambos os materiais.2 – Dosagem .Brita graduada – Curva Intermediária. intermediária e inferior.1 – Dosagem . Por outro lado. fez-se como já citado a análise granulométrica do agregado reciclado tipo Misto de BH. bem como aquele proveniente de concretos. procurando assim facilitar os trabalhos laboratoriais.Brita graduada – Curva Superior.Quanto à graduação das britas nas distribuições granulométricas superior. Tabela 4. embora disponibilizada pela prefeitura de Belo Horizonte (Anexo 1). considerando as tolerâncias permitidas para cada fração granulométrica. esta foi realizada por “tentativa e erro”. visando a aproximação máxima dos limites da faixa D. Tabela 4. pedrisco e pó-de-pedra que representassem valores múltiplos de 10 (dez) para as massas em grama destes agregados.3 – Dosagem . 66 .

00 30.00 Passante (%) 60.00 Peneira (#) 0.00 20.00 Passante (%) 70.00 0.00 80.Britas graduadas / Agregado reciclado tipo Misto – RJ Curva Granulométrica . o 10 o n.1n. 4 3/8" 1/2" 3/4" 10 1" 1 1/2" 100 Diâmetro (mm) Figura 4.Brita corrida / Agregado reciclado Misto e de Concreto – BH As cinco curvas granulométricas (três curvas para o material do Rio de Janeiro e duas curvas para o material de Belo Horizonte) representam. de fato.00 40.RJ Faixa D do DNER Limite Inferior Limite Superior Curva Superior Curva Intermediária Curva Inferior 100.00 10.00 Peneiras (#) 0.00 70.00 20.00 50. Misto 100.00 30.00 0.01 nº 200 nº 40 0.Curva Granulométrica .2 .Agregado reciclado de Belo Horizonte-MG Agreg.00 90.1 nº 10 1 nº 4 3/8 10 1" 100 Diâmetro (mm) Figura 4. quatro distribuições 67 .Curvas Granulométricas .00 50.Agregado reciclado tipo Misto . 200 0. Concreto Agreg.00 60.01 o n. o 80 o n.00 40.3 .Curvas Granulométricas .00 80.00 90.00 10. 40 1n.

pré-requisito para o ensaio de módulo. C e D são respectivamente o 2º. é constantemente monitorada durante a realização deste ensaio. Figura 4. foi realizada ainda uma nova análise granulométrica após os ensaios dinâmicos (Módulo de Resiliência) com três amostras (Figura 4. percebendo um aumento da quantidade de partículas entre o material passante na peneira nº 10 e retido na nº 40. Isto decorreu da quebra de partículas ocasionada fundamentalmente no ensaio de compactação. MIBH01C e MIBH01D (agregado tipo Misto.2).4 – Corpos-de-prova (CPs) de agregados tipo Misto de Belo Horizonte. MIBH01C e MIBH01D). três graduadas e uma corrida. tem-se que. Figura 4. pode-se ver ainda a distribuição granulométrica média das três amostras supracitadas.distintas entre si. Na Figura 4. ela seria percebida através da deformação do CP que. compactado sob energia intermediária. No caso dos agregados reciclados da usina do Estoril.5. 3º e 4º pontos da curva de compactação (item 4.4) denominadas de MIBH01B. Esta análise.5. Corroborando com esta afirmativa. 68 . que foram objetos de análise dos resultados obtidos a partir dos ensaios de compactação e de Módulo de Resiliência posteriormente executados. compactados sob energia intermediária (MIBH01B. originado de Belo Horizonte). por sua vez. bancada com estes CPs destinados a novo ensaio de granulometria após processo de destorroamento. caso esta quebra de partículas houvesse ocorrido devido ao ensaio de MR. onde 01 significa primeira amostra da série a ser ensaiada dinamicamente e as letras B. permitiu verificar uma alteração na composição granulométrica destes materiais. em comparação com aquela feita inicialmente.

apresenta-se o resultado gráfico para a série de amostras MSIRJ01. 200 0.1 o n.00 20.6. Os demais gráficos e planilhas correlatas estão apresentados no Anexo 3.Curva Granulométrica .00 Passante (%) 70.5 . determinou-se o valor de R de modo a avaliar a adequação da 2 linha de tendência aos pontos do ensaio.Antes e após (MBH) o ensaio de Módulo de Resiliência 4.00 0. 4 MBH 100.4 os resultados de umidade ótima e peso específico máximo aparente seco relativo a todas as amostras ensaiadas. 80 o n. gerando-se assim uma equação de 2º grau onde o ponto de máximo (vértice da parábola) corresponde à umidade ótima e ao peso específico aparente seco máximo (wot. 69 .00 40. perfazendo as dez amostras apresentadas no Quadro 3. As curvas de compactação foram traçadas a partir da adição de uma linha de tendência.01 o n. submeteram-se as amostras neste ensaio às energias modificada e intermediária respectivamente.MG Após Ensaio de Módulo de Resiliência Média MIBH01B MIBH01C MIBH01D 1 n.00 60.00 90.2 Ensaio de compactação Com vistas ao emprego dos agregados reciclados de RCD em camadas de base e subbase de pavimentos. peso específico aparente seco) deste ensaio. γsmax). Estão mostrados na Tabela 4. Além destes parâmetros e da equação.00 80. 10 o 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 100 Diâmetro (mm) Figura 4. que considerasse quatro ou todos os cincos pontos (umidade.00 10. 40 o n. Na figura 4. obtida pela regressão polinomial de 2ª ordem.00 30.1.00 Peneiras (#) 0.00 50.Comparação entre curvas granulométricas .Agregado reciclado misto Belo Horizonte .

0 9.0 25. aparente seco (g/cm ) 1.76 MMBH Modificada 15.0 23.8 1.55 1.65 1.85 D 1.50 5.0 15.0056x 2 + 0.89 MMIRJ Intermediária 13.87 MIBH Intermediária 17.0 13. Tabela 4.82 CMBH Modificada 14.87 MSMRJ Modificada 12.2.95 C B 3 Peso esp.798 R 2 = 0.7 1.4 – Umidade ótima versus peso específico aparente seco .83 MIMRJ Modificada 12.0 1.90 1.0 21.2 1.amostras estudadas Energia de Peso específico aparente Amostra Umidade ótima (%) 3 compactação seco (g/cm ) MSIRJ Intermediária 13.80 A 1.1 1.81 70 .86 MMMRJ Modificada 12.5%.89 MIIRJ Intermediária 13. Neste fator de influência foi considerado o conjunto de todas as amostras.1549x + 0.0 Umidade ( % ) Figura 4.4 1.Curva de compactação da amostra MSIRJ.0 7. Embora seja difícil analisar a influência da granulometria nos resultados de peso específico e umidade ótima desconsiderando a energia de compactação.7 1.6 .0 17.91 CIBH Intermediária 15.0 1.0 11.934 1.60 1. o tipo de material e a origem dos mesmo.2 1. pôde-se observar que a dispersão dos resultados no caso da umidade ótima (wot) está entorno de 11% e o peso específico aparente seco máximo (γsecmax) aproximadamente igual a 2.75 E Wot = 13.70 1.8 1.00 y = -0.0 19.5 1.

considerou-se o valor de módulo para o maior par de tensões (σ3=0. definindo assim qual seria o intervalo de umidade a ser empregada na compactação dos futuros CPs a serem ensaiados para a obtenção deste módulo. pôde-se observar uma dispersão semelhante quando verifica-se o tipo de material (misto ou concreto). concluindo-se que esse parâmetro deveria situar se entre wot 2% < w < wot + 1% .6.5 são apresentados os resultados nos quais baseou-se essa conclusão.412 MPa) associado à respectiva umidade (w). Para tanto. Por outro lado. C e D da Figura 4. quanto a energia de compactação e a origem do material. visto que o universo de amostras provenientes de concreto é mínima. Realizaram-se ainda ensaios de Módulo de Resiliência (MR) com os três corpos-deprova (pontos B.137 MPa . Na Tabela 4. como mostrado na Tabela 4. conclui-se que. os resultados de umidade ótima e de peso específico aparente seco.6) que apresentaram as umidades de compactação mais próximas àquelas definidas como ótima. 71 . a variação dos resultados é baixa. destacadamente para a energia intermediária e dentre amostras do Rio de Janeiro. Por fim. σd=0. principalmente considerando que a umidade ótima é menor quanto maior for a energia de compactação e que a relevância desta análise de dispersão recai sobre o peso específico aparente seco máximo. Salienta-se que esse nível de tensões foi escolhido por apresentar uma baixa dispersão entre resultados de ensaios dentro da série de amostras. mostram-se com baixa dispersão.Além da granulometria. especificamente dentre aqueles provenientes de agregados reciclados tipo Misto. embora as amostras sejam originadas de materiais tão heterogêneos como os RCD.

Ressalta-se que para a amostra MMBH. o ensaio do terceiro CP (MMBH01D). 72 . sendo interrompido nos primeiros estágios de carga (Tabela 4. ou seja.6).Tabela 4. aquele referente ao quarto ponto (D) da curva de compactação. apresentou grandes deformações plásticas.5 – Fatores de influências nos valores de Umidade Ótima e Peso Específico Aparente Máximo.

7 MSMRJ01B 11.2 MIMRJ01C 12.0 -3. (∗∗) Ensaio interrompido.2 347 0 0.3 332 -14 -4.8 MIBH01D 17.2 -1.1 1.0 MSMRJ01D 15.4 0.4 306 0 0.7 292 -54 -15.2 -1.8 CMBH01D 14.0 2.2 394 0 0.0 334 0 0.2 MSIRJ01C 13.0 MMMRJ01B 11.0 CMBH01B 11.6 220 -126 -36.Tabela 4.1 -1.3 241 -121 -33.0 456 62 15.0 MMIRJ01D 15.6 417 111 36.0 -1.9 0.9 285 -39 -12.1 395 61 18.1 416 -12 -2.0 -2.4 MIIRJ01B 10.9 326 2 0.3 -1.0 434 40 10.9 -3.6 – Umidade de compactação versus Módulo de Resiliência para (σ3 =0.3 MIMRJ01B 11.1 -1.412 MPa) Umidade (w) ∆ (w-wot) MR ∆ (MR-MRot)* ∆ (MR-MRot)/MRot* Amostra (%) (MPa) (%) (MPa) (%) MSIRJ01B 11.9 -1.0 MSMRJ01C 12.1 348 1 0.2 -4.3 -0.0 MIBH01B 13.4 346 0 0.7 -0.0 MIIRJ01D 15.2 0.7 CIBH01C 11.2 CIBH01D 13.8 0.3 207 -120 -36.0 MSIRJ01D 15.0 324 0 0.5 359 -3 -0.0 2 280 -67 -19.5 CMBH01C 13.1 443 15 3.2 -6.9 -2.0 MMBH01D 16.6 CIBH01B 9.1 0.6 MMIRJ01C 13.8 0.1 1.4 MMIRJ01B 11.1 1.3 371 25 7. σd = 0.7 428 0 0.0 0.7 0. 73 .7 (**) (**) (**) (∗) MRot foi considerado igual ao MR do CP cuja a umidade está mais próximo a ótima.9 323 -4 -1.3 MIIRJ01C 13.137 MPa.1 327 0 0.0 MIMRJ01D 14.0 362 0 0.1 2.8 MMMRJ01C 12.1 350 16 4.0 MMBH01B 14.3 MIBH01C 17.3 MMBH01C 15.0 MMMRJ01D 15.4 346 0 0.2 0.

totalizando 10 CPs destinados ao ensaio de MR ao serem considerados os resultados deste ensaio dos CPs 01B e 01C (constantes na Tabela 4. Na Tabela 4. valores do coeficiente de correlação R2 baixos (inferiores a 0.10 para CPs 15x30. As duas primeiras são relativas aos materiais do Rio de Janeiro e as demais. principalmente. Como o programa desenvolvido pelo Laboratório de Geotenia /COPPE para plotagem de dados de ensaio de Módulo de Resiliência. k2 e k3 são os coeficientes experimentais da equação.8.3 Ensaio triaxial dinâmico – Módulo de Resiliência Conhecido o intervalo de umidade de compactação a ser empregado. através dos coeficientes k1.8. depois o efeito da energia de compactação e. ou seja. Os resultados são apresentados em MPa nas Tabelas 4.4. Por sua vez. são apresentados os resultados de MR de amostras do Rio de Janeiro. 4.7. embora não se tenha para o Rio de Janeiro aquele proveniente de concreto para efetuar-se uma comparação entre os mesmos. tensão confinante (σ3) ou tensão desvio (σd). para σd. Este módulo composto é aquele proposto por Macêdo (1996) e ratificado pelos estudos de Ferreira (2002): MR = k1σ3K2σdK3 . 74 .1. na Tabela 4. considerando primeiramente o efeito da distribuição granulométrica. Foram realizados 119 ensaios de MR nesta pesquisa (113 em CPs 10 x 20 cm e 6 em CPs 15 x 30 cm). 4. Salienta-se ainda que este último não é uma média aritmética dos 10 resultados de sua série. para cada CP e para cada combinação de amostras do Rio de Janeiro. realizou-se a compactação e o ensaio de Módulo de Resiliência de mais 8 (oito) corpos-de-prova por amostra segundo a combinação de amostras listadas no Quadro 3. por último. k2 e k3. e como a dispersão entre os resultados deste ensaio apresentou-se alta. faz uma regressão tipo potencial com uma única variável.7 encontram-se o Módulo de Resiliência e seu correspondente R2.9 para CPs 10x20 cm e 4. de Belo Horizonte.6). o tipo de material. onde k1. porém uma regressão a partir de todos os dados desta combinação. σd).60) tanto para σ3 como. optou-se por uma regressão que resultasse em um Módulo de Resiliência Composto contemplando ambas as tensões (σ3.

Tabela 4.7 – Módulo de Resiliência (MR) em MPa – Amostras do Rio de Janeiro 75 .

por exemplo.Tabela 4. neste caso.9 mostra o efeito do tipo de material (concreto ou misto). Quando se verificam os resultados de MR para a amostra MMBHG. quando se apresentam os resultados de MR para as combinações CBH e MBH. existe não só a influência do tamanho do corpo de prova como da granulometria dos agregados. Através da proximidade entre os valores de k2 e k3.8. por exemplo. Acredita-se que as partículas de maior diâmetro. usaram mais energia para seu deslocamento relativo nestes CPs durante a sua compactação do que para sua fragmentação e estes deslocamentos tenham ocorrido durante o ensaio de MR. apresentou-se uma diferença de resultados maior quanto menor a 76 . agregado tipo misto (M). verifica-se que a energia e a granulometria influenciam pouco nos valores de MR. pois todas as amostras são britas corridas com composição granulométrica semelhante. Considerando os resultados de MR entre as amostras com mesma granulometria e compactadas com energias diferentes. percebe-se que estes são sistematicamente e consideravelmente inferiores àqueles provenientes de CPs 10 x 20 cm (Figura 4. a MSIRJ e a MSMRJ. ou seja. a participação da granulometria não pôde ser avaliada. originário de Belo Horizonte (BH) e tamanho de CP 15 x 30 cm (G). como. a Tabela 4. reduzindo as deformações recuperáveis.8 – Módulo de Resiliência (MR) em MPa Grupo de amostras do Rio de Janeiro Por outro lado. Contudo. Portanto. contempladas nos CPs 15 x 30 cm. pode-se observar que os valores de Módulo de Resiliência em função do σd em MPa das amostras de britas graduadas de RCD do Rio de Janeiro se apresentam relativamente próximos.9). e o efeito da energia de compactação ao compararmos as combinações CIBH e CMBH. energia de compactação modificada (M). Na Figura 4.

9 – Módulo de Resiliência (MR) em MPa – Amostras de Belo Horizonte Tabela 4. aquelas que foram compactadas em energia maior apresentam maior módulo.10 – Módulo de Resiliência (MR) em MPa – Amostras de Belo Horizonte (CP15x30 cm) 77 . Assim a diferença entre o MR das amostras de granulometria superior é maior (MSIRJ e a MSMRJ) que aqueles de granulometrias intermediária e inferior (MIIRJ e MIMRJ). Tabela 4.presença de finos na composição granulométrica na amostra. Por sua vez.

a partir de σd = 0.8 ilustra o que pode ser observado através da Tabela 4.7 – Resultado de Módulo de Resiliência por tensões desvio para as amostras de britas graduadas de RCD do Rio de Janeiro e MR global (MRJ).150 MPa.Amostras de britas graduadas de RCD do Rio de Janeiro MSIRJ MSMRJ MMIRJ MMMRJ MIIRJ MIMRJ MRJ 400 350 300 MR (MPa) 250 200 150 100 50 0 0. O MR global das amostras de concreto e misto (CBH e MBH) representa a média das mesmas. A Figura 4.250 0. observa-se nas amostras de brita corrida de RCD de Belo Horizonte que todas as provenientes de agregados de concreto apresentam MR superior àquelas oriundas de agregados tipo misto.200 0.7.300 0.100 0. 78 . Módulo de Resiliência .7 uma mudança sensível a partir de σd = 0.150 MPa existe uma convergência ou aproximação de todos os valores de módulo. Por fim. o qual assume para todos os valores da tensão desvio σd um valor intermediário para o MR dentre todas as amostras. como já observado nas amostras do Rio de Janeiro.350 0.8. A partir da Figura 4. valor em que a amostra MSMRJ deixa de apresentar maior MR.400 0. as amostras compactadas sob energia modificada apresentam Módulo de Resiliência superior às demais.000 0.450 ♦d (MPa) Figura 4. alterando-se para amostra MIMRJ e uma aproximação maior entorno do MR global do agregado misto do Rio de Janeiro (MRJ).Observa-se ainda na Figura 4.150 0.050 0. Embora os resultados sejam próximos uns dos outros (aproximadamente 10%).

12 em MPa.2 #3 0.9).9 #3 0.4 #3 0.Módulo de Resiliência .44 #d-0.8 #3 0.350 0. pôde-se plotar graficamente o MR x σd em MPa (Figura 4. Ramos (2003) apresenta a equação média do Módulo de Resiliência Composto das Britas Corridas de uma série de pedreiras do Estado do Rio de Janeiro em função das energias de compactação intermediária e modificada.40 #d -0.300 0.44 #d-0.250 0.12 em Kgf/cm2 ou o MR = 672.450 ♦d (MPa) Figura 4.8 .Amostras de brita corrida de RCD de Belo Horizonte CIBH CMBH MIBH MMBH CBH MBH 450 400 350 MR (MPa) 300 250 200 150 100 50 0 0.050 0.40 #d -0.100 0. contemplando os agregados reciclados de RCD do Rio de Janeiro e Belo Horizonte e as britas corridas (BC) estudadas por 79 .200 0. A seguir apresentam-se as equações dos Módulos que representam estas britas para cada uma das energias: • Para a energia intermediária: o MR = 3584.09 em Kgf/cm2 ou o MR = 836.150 0.09 em MPa Com esta informação supracitada e de forma análoga a Ramos (2003).400 0.000 0. • Para energia modificada: o MR = 3658.Resultado de Módulo de Resiliência por tensões desvio para as amostras de brita corrida de RCD de Belo Horizonte e MR global para amostra de RCD de concreto e misto (CBH e MBH).

como já citado anteriormente.050 0.9 . e de Belo Horizonte. Módulo de Resiliência .150 0.250 0.8). bem como das amostras de britas corridas estudas por Ramos (2003).300 0.000 0.200 0.9 pode-se observar o Módulo de Resiliência de todas as amostras de agregados do Rio de Janeiro. compactadas sob energia 80 .400 0. independentemente da energia de compactação empregada (Figura 4.Resultado de Módulo de Resiliência por tensões desvio para as amostras de agregados de RCD do Rio de Janeiro e Belo Horizonte e convencional do Rio de Janeiro (Ramos. • O MR das amostras de agregados reciclados de concreto são maiores do aquele referente às amostras de agregados tipo Misto.450 8 d (MPa) Figura 4.150 MPa.350 0. 2003) Por fim.Amostras de agregados de RCD e convecional do Rio de Janeiro e Belo horizonte MRJ MMBHG CBH MBH BCIRJ(Ramos2003) BCMRJ(Ramos2003) 450 400 350 MR (MPa) 300 250 200 150 100 50 0 0. CBH e MBH. o módulo das britas corridas do Rio de Janeiro (BCIRJ e BCMRJ).Ramos (2003). Com auxílio desta figura observa-se que: • O valor do MR das amostras de agregados reciclados do Rio de Janeiro está situado abaixo daquele referente aos agregados provenientes de concreto e acima daquele associado às amostras de material tipo Misto de BH. BCIRJ e BCMRJ.100 0. as quais codificou-se em BCIRJ (Brita Corrida compactada sob energia intermediária do Rio de Janeiro) e BCMRJ e esta última compactada sob energia modificada. MRJ. • A partir do valor da tensão desvio (σd) igual a 0. na Figura 4. MMBHG.

apresenta-se superior àqueles associados a quaisquer amostras de material reciclado. de Concreto ou Misto. Os materiais convencionais apresentam maiores módulos para elevadas tensões desvios (σd>0. A composição granulométrica e a energia de compactação exercem pouca influência no valor do Módulo de Resiliência dos agregados em geral. por exemplo. convencional e reciclado. Portanto. além disso.intermediária ou modificada. o MR da amostras destes últimos apresentam valores intermediários entre aqueles produzidos na primeira usina. 4.250MPa). na Usina do Catumbi no Rio de Janeiro não existe tal triagem. que apresentam composição granulométrica contemplando partículas maiores. gerando apenas agregados tipo Misto e. excetuando a amostra MMBHG. conclui-se portanto que também a origem (metrópole) influencia pouco no valor deste módulo. ou seja esta diferença não é tão sensível como aquela observada entre agregados e solos argilosos ou agregados e misturas asfálticas. aproximadamente 50% destas últimas. é aproximadamente igual a 20%. • Para valores inferiores a σd = 0. 5. seja em função de σ3 (R2 81 . o a equação para o MR proposto por Hicks (1970) não representa adequadamente também o agregado reciclado de RCD. Considerando que na Usina do Estoril em Belo Horizonte são separados os RCD de forma a produzir agregados reciclados tipo Misto e de Concreto. apresentam MR inferior a todas as demais confeccionadas em CPs 10 x 20 cm. • As amostras ensaiadas em CPs 15 x 30 cm. O tipo de material. ou seja. A diferença do MR neste ponto entre ambos os materiais. pode-se afirmar que o MR dos agregados convencionais e reciclados são equivalentes. entre os de Concreto e os Misto de BH. 3. 2.150 MPa. Agregado tipo Concreto apresentam MR superior. conclui-se que: 1. em se tratando de MR de amostras provenientes de agregados reciclados. porém sem caracterizar uma diferença que desqualifique os agregados reciclados como tais. Por fim. é o principal responsável na diferenciação dos valores de módulo.

a última (MIMRJ) os maiores valores dentre aqueles oriundos desta cidade. o módulo composto por estas duas tensões proposto por Macêdo (1996) e ratificado por Ferreira (2002) se ajusta satisfatoriamente.6). objeto de estudo nesta tese. Não existe norma que defina sob que par de tensões deva ser escolhido para a realização do ensaio de deformação permanente. por outro lado. A primeira delas (MSIRJ) escolhida por apresentar nesta tese os menores resultados de MR e.93. 4. escolheram-se duas amostras de agregados reciclados de RCD do Rio de Janeiro para submetê-las ao ensaio de deformação permanente. Na Tabela 4. à exceção de um CP cujo 5 ensaio foi interrompido depois de 103 aplicações de carga por problemas no equipamento. como por exemplo para o materiais do Rio de Janeiro. Considerando as limitações de materiais e de tempo. No entanto. com codificação acrescida da letra 82 . em função de σd.4 Ensaio triaxial dinâmico – Deformação permanente Com vista a caracterizar os agregados reciclados. produzindo nos CPs as maiores deformações plásticas. deve-se considerar o par de tensões mais compatível com aquele que submeterá a amostra em campo. Por outro lado.150 kgf/cm2 e σ3=1. este par de tensões citado anteriormente foi escolhido por ser aquele de maior magnitude na fase de condicionamento do ensaio de MR. Por outro lado. Os ensaios de deformação permanente foram realizados em 3 CPs 10 x 20 cm de cada amostra com repetições de carga superiores a 2x10 ciclos.< 0. e. caso esta evolução seja assintótica. procurouse verificar a evolução da deformação permanente através do número de aplicação de cargas no respectivo ensaio dinâmico e a existência ou não de seus limites. onde o coeficiente de correlação R2 está sempre acima de 0.11 são apresentadas as equações de deformação permanente das amostras anteriormente citada do Rio de Janeiro. diferenciando-se dos agregados reciclados de Brasília que forma bem representados pela equação de Hicks (1970) em função de σ3 (Tabela 2.050 kgf/cm2. MSIRJ e MIMRJ sob o par de tensão σd=3. por sua vez.60) seja.

60 % ou 1. 83 . • A equação potencial (εp = KNA ) representou a deformação das duas amostras satisfatoriamente (R > 0. verificando-se uma variação de aproximadamente 50% entre as duas granulometrias e 10% para a energia de compactação. • A deformação permanente é muito mais sensível à distribuição granulométrica e à energia de compactação. 2 • Embora o CP DMIMRJ01 tenha tido seu ensaio interrompido prematuramente. aproximadamente igual a 1. a extrapolação do mesmo apontou um comportamento semelhante aos demais CPs da mesma amostra.D (deformação permanente) e na Figura 4. observa-se que estes últimos apresentaram valores de deformação axial permanente inferiores àqueles encontrados para esta brita. Verificou-se que: • As amostras DMSIRJ apresentaram deformações permanentes específicas (εp) superiores àquelas apresentadas pelas amostras DMIMRJ.91).11) que foi ensaiada no mesmo nível de tensão dos agregados reciclados do Rio de Janeiro. embora todos valores apresentados sejam muito baixos. • Um dos CPs da amostra MIMRJ (DMIMRJ02) levado à 504300 aplicações de carga. especificamente para “Brita IC” (Tabela 4.20 mm das demais.00 % ou 2. do que ao Módulo de Resiliência. • Comparando os dados acima com aqueles obtidos por Espinosa (1987). analisadas em conjunto.12 e Figura 4. apresentou um comportamento assintótico mostrado em todos os demais ensaios.00 mm (valor máximo) para as primeiras contra 0.10 os gráficos relativos a essa equação.

0018 0.9402 DMIMRJ04 0.11 – Equação de Deformação Permanente de duas amostras de agregados reciclados do Rio de Janeiro εp = KNA Amostra CP 10 x 20 K A R2 DMSIRJ01 0.0621 0. (*) Está em pontilhado a extrapolação do gráfico do ensaio interrompido depois de 1000 aplicações de carga.9432 Deformação Específica Axial (ε) X Nº de Aplicações de Carga (N) .20% 0.9191 DMSIRJ02 0.0037 0.00% 0 100000 200000 300000 400000 500000 600000 N (aplicações) Figura 4.Tabela 4.0591 0.40% 0.20% 1.60% 0.00% 0.0436 0.10 – Gráficos Deformação Permanente X Número de Aplicações de Carga para amostras do Rio de Janeiro.0042 0.0052 0.0697 0.0603 0.9535 DMIMRJ01 0.9380 DMIMRJ02 0.0032 0. 84 .9131 DMSIRJ03 0.80% εp 0.0024 0.Amostras de agregados reciclados do Rio de Janeiro DMIMRJ01 DMIMRJ02 DMIMRJ04 DMSIRJ01 DMSIRJ03 DMSIRJ02 1.0551 0.

85 .982 Brita IIB 0.03170 0.3.70 0. os resultados destes ensaios estão também apresentados na Figura 4.70 0.Tabela 4.80% 0.1987) Brita IA Brita IB Brita IC Brita IIA Brita IIB 1.20% 0.03190 0.03330 0.951 Brita IC 3.10 0.13 juntamente com aquele “médio” para tal amostra obtido no ensaio de MR apresentada no item 4.10 0. Por outro lado. Após os ensaios de deformação permanente foram realizados nos corpos-de-prova DMSIRJ.40% 0.00181 0.00262 0.00196 0.70 0.944 Brita IIA 2.70 0.60% 0.03830 0. ensaios de Módulo de Resiliência a fim de se verificar a alteração ou não do mesmo após um número considerável de aplicações de carga (N>3x10 ).00308 0.11 – Gráficos Deformação Permanente X Número de Aplicações de Carga para amostras de brita do Rio de Janeiro (Espinosa.07730 0.84 0.1987) A Nível de Tensão εp = KN Amostra σd σ3 K A R (kgf/cm²) Brita IA 0.12 – Equação de Deformação Permanente de duas amostras de britas do Rio de Janeiro por níveis de tensões (Espinosa.00% 0 20000 40000 60000 80000 100000 120000 N Figura 4.15 1.976 Deformação Específica Axial (εp) X Nº de aplicações de carga (N) .Amostras de brita (Espinosa. 1987).983 Brita IB 2.05 0. A codificação 5 ADP constante na Tabela 4.21 0.20% 1.13 significa “após ensaio de deformação permanente”.00466 0.00% εp 0.

2 0. Graficamente. A partir dos resultados de MR expostos na Figura 4.05 0. Analisando o MR através dos parâmetros k2 e k3.13.Amostras do Rio de Janeiro antes e após o ensaio de deformção permanente (ADP) MSIRJ MSIRJ-ADP-01 MSIRJ-ADP-02 MSIRJ-ADP-03 MSIRJ-ADP 500 450 400 350 MR (MPa) 300 250 200 150 100 50 0 0 0.35 0.Módulo de Resiliência .12 .Amostras de britas graduadas de RCD do Rio de Janeiro (MSIRJ) antes e após ensaio de Deformação Permanente. 2.Tabela 4.13.95. conforme listado na Tabela 4.13 – Módulo de Resiliência da amostra MSIRJ obtido após o ensaio de Deformação Permanente Módulo de Resiliência . 3. Todos os três resultados obtidos após o ensaio de deformação permanente apresentaram MR superiores àqueles apresentados pela amostra MSIRJ. tem-se que contribuição de k2 para esta diferença é de aproximadamente de 30% e de k3 é de 10%. pode-se verificar que quanto maior for σd maior a convergência entre os resultados de MR.1 0.4 0. apresentando um fator de correlação R2 > 0. observa-se que: 1.45 σd (MPA) Figura 4. 86 . embora esteja contemplado neste módulo a contribuição de k2 (observação 1).25 0. A equação do MR composto também se mostrou adequado para os CPs MSIRJADP.3 0.15 0.

para uso em revestimento. Observa-se que o valor 55% aferido para a brita corrida tipo Misto é igual a 54.5 Ensaio de abrasão Los Angeles Como já citado no item 3. todas as amostras possuem desgaste superior a este. quando colocado na máquina “Los Angeles” juntamente com uma carga abrasiva. Portanto. Contudo e 87 . tem-se que os resultados deste ensaio devem ser inferiores a 55%. especifica para o agregado um desgaste de no máximo 50%. Tabela 4. apenas os agregados da usina do Estoril enquadram-se dentro das especificações. Caso considerada a especificação do DNER que.14 – Resultados do Ensaio de Abrasão Los Angeles de Agregados Reciclados de RCD do Rio de Janeiro e Belo Horizonte Nº de Massa da Resultado Graduação Agregado Origem Rotações Nº de Carga de Ensaio Los Reciclado (Usina) do Esferas Abrasiva (An) Angeles Tambor (g) Brita 0 Catumbi C 500 8 3330+20 59 Brita 1 Catumbi B 500 11 4584+25 66 Estoril A 500 12 5000+25 55 Estoril A 500 12 5000+25 52 Brita corrida Misto Bitra corrida Concreto Na norma NBR 15116 não consta nenhum parâmetro que diga respeito ao Ensaio de Abrasão “Los Angeles”. Adotando as especificações da NBR 11804 para sub-base e base de pavimentos. Este ensaio contemplou os agregados disponibilizados pelas usinas de reciclagem do Catumbi (RJ) e do Estoril (BH): Britas 0 e 1 da primeira usina e as britas corridas de agregados reciclados tipo Misto e de Concreto da última. este ensaio objetiva verificar o desgaste sofrido pelo agregado.4. Na Tabela 4.14 são apresentados os resultados deste ensaio.6.7% considerando uma casa decimal.

as brita corridas de Belo Horizonte. quanto a deformação permanente. principalmente aqueles tipo misto. ou seja. do que aqueles provenientes de agregados reciclados do Rio de Janeiro e Belo Horizonte. pisos e azulejos.principalmente. 2001). os resultados disponíveis deste ensaio realizado em agregados reciclados de Brasília (Motta. 49%. 4. certamente contribuirá para a redução destes índices 88 . Todos estes agregados apresentaram-se adequados ao uso segundo a norma NBR 15116. contradizendo a expectativa em contrário calcada no fato destes agregados tipo Misto possuírem visualmente sensível presença de fragmentos aparentemente lamelares cerâmicos oriundos de telhas. Embora não seja evidente no ensaio de Índice de Forma. melhores. correlacionando os resultados deste ensaio com aqueles de MR. Na Tabela 4.0 como limite ao emprego destes agregados. Por outro lado. respeitada a dimensão máxima supracitada. 45%. adotou-se a norma NBR 7809. ou seja. apresentamse inferiores. A norma NBR 15116 especifica valor inferior a 3. decorre em parte da sua suscetibilidade ao desgaste superficial das partículas. A cubicidade dos agregados reciclados. os agregados reciclados do Rio de Janeiro que sofreram grandes desgastes à abrasão apresentaram pequenos acúmulos de deformações plásticas. que prescreve o método através do qual se determina o índice de forma do agregado graúdo com dimensão máxima característica superior a 9. A suscetibilidade à fragmentação é outro aspecto relevante.15 são apresentados os resultados do ensaio de Índice de Forma da Brita 1 da usina do Catumbi e das britas corridas da usina do Catumbi. 1999). isso não é relevante quando se empregam estes materiais nas demais camadas do pavimento. verifica-se que os agregados reciclados com menor desgaste à abrasão. Tal afirmação é facilmente verificável no próprio peneiramento inerente a este ensaio. Por fim.5 mm. e de Salvador (Carneiro et al.6 Ensaio de Índice de Forma Como citado no capítulo anterior. necessariamente não apresentam os maiores resultados de módulo e.

ao contrário dos demais ensaios. seja em laboratório seja em campo.7 Brita corrida .16 apresentaram concentrações de Alumínio e Fenol superiores às indicadas na Listagem 8 da norma 89 .7 Ensaio sobre a massa bruta.9 4.15 – Índice de Forma de agregados reciclados de RCD do Rio de Janeiro e Belo Horizonte Índice de Forma Agregado Reciclado Origem (Usina) (IF) Brita 1 Catumbi 2.8.quando os agregados forem submetidos ao procedimento de compactação. 4. de lixiviação e solubilização não foram desenvolvidos nos laboratórios de Geotecnia da COPPE/UFRJ. uma da usina do Catumbi (misto) e outra da usina do Estoril (misto) foram enviadas ao laboratório da empresa TASQA Serviços Analíticos Ltda para este fim.Misto Estoril 2. Quanto ao ensaio de Lixiviado: Os parâmetros analisados apresentaram concentrações inferiores às indicadas na Listagem 7 da norma ABNT/NBR 10004/87.7. Duas amostras de agregados reciclados.1 Agregados reciclados tipo Misto da usina do Catumbi Quanto ao ensaio de Massa Bruta: Os parâmetros analisados apresentaram concentrações inferiores às indicadas nas Listagens 9 e 10 da norma ABNT/NBR 10004/87.Concreto Estoril 2. Quanto ao ensaio de Solubilizado: Os parâmetros analisados que estão em destaque na TABELA 4. estes realizados sobre a massa bruta.8 Bitra corrida . registradas como amostra Nº: 08251/04 e amostra Nº: 08252/04 respectivamente. Tabela 4. A seguir são apresentados os resultados obtidos por esta empresa. ensaio de lixiviação e ensaio de solubilização Conforme citado no item 3.

segundo a NBR 10004/2004 a concentração de Fenol se encontra abaixo do limite máximo.7. Contudo. Solubilizado e Massa Bruta – Agregado reciclado tipo Misto do Rio de Janeiro 4. esta amostra (coletada em julho de 2003) se classifica como: Resíduo Classe II (Resíduo Não-Inerte) Tabelas 4. 90 .2 Agregados reciclados tipo Misto da usina do Estoril Quanto ao ensaio de Massa Bruta: Os parâmetros analisados apresentaram concentrações inferiores às indicadas nas Listagens 9 e 10 da norma ABNT/NBR 10004/87. a partir dos resultados dos parâmetros analisados.16 -Resultados Analíticos Parâmetros Químicos no Lixiviado.ABNT/NBR 10004/87. Portanto.

17 apresentaram concentrações superiores às indicadas na Listagem 8 da norma ABNT/NBR 10004/87. Solubilizado e Massa Bruta – Agregado reciclado tipo Misto de Belo Horizonte.17 -Resultados Analíticos Parâmetros Químicos no Lixiviado.Quanto ao ensaio de Lixiviado: Os parâmetros analisados apresentaram concentrações inferiores às indicadas na Listagem 7 da norma ABNT/NBR 10004/87. 91 . Quanto ao ensaio de Solubilizado: Os parâmetros analisados mostrados em destaque na TABELA 4. a partir dos resultados dos parâmetros analisados. esta amostra (coletada em agosto de 2003) se classifica como: Resíduo Classe II (Resíduo Não-Inerte) Tabelas 4. Portanto.

é um metal abundante em solos tropicais. a princípio. deve-se. Contemplando o exposto acima. considerar que tais resultados não inviabilizam o uso de agregados reciclados de RCD. Resíduos inertes. conforme Listagem nº 8 (Anexo H) da norma NBR 10004. imagina-se. por exemplo. Em geral. Contudo vale salientar: 1. No entanto. passando por produtos plásticos abundantes em lixos metropolitanos. Ela cita ainda. A norma NBR 10004/87 é de 1987 e não está direcionada a um uso específico do resíduo. 2. suas origens vão desde de sabonetes e xampus anticaspa a ligas metálicas. turbidez e sabor. vidros e certos plásticos e borrachas que não são decompostos prontamente. tanto para a amostra do Rio de Janeiro quanto para a de Belo Horizonte. portanto. 92 .A partir dos resultados apresentados anteriormente. constituindo parte da matéria-prima de artefatos cerâmicos e também estão presentes “in natura” entre os RCD. Fenóis. são aqueles que submetidos ao ensaio de Solubilização de Resíduos (NBR 10006) não tiveram. também tiveram suas concentrações acima dos valores máximos permitidos. nenhum dos seus constituintes solubilizados a concentrações superiores ao padrão de potabilidade da água. tijolos. 4. 5. Este. da Classe III. estes resultados indicam uma atenção especial ao seu emprego. como exemplo destes materiais: rochas. ou seja. que tanto os materiais produzidos na usina do Catumbi quanto aqueles da usina do Estoril não são adequados a aplicação em pavimentação. e Selênio. O pavimento é projetado considerando um sistema de drenagem que o proteja da ação danosa da água. excetuando-se os padrões de aspecto cor. o nível do lençol freático no Brasil se apresenta baixo em relação ao nível do terreno. pois foram classificado como não inertes. Contudo. cuidados a serem tomados com a drenagem de águas superficiais e subterrâneas. 3. no caso do Rio de Janeiro. como cita a norma. em Belo Horizonte. Um dos constituintes que apresentou concentração superior àquela preconizada por norma foi o Alumínio. por sua vez.

Desta forma. A pedreira selecionada para utilização no projeto foi a Pedreira Ibrata. 2003) defendida na COPPE/UFRJ.8 Aplicação dos resultados de Módulo de Resiliência Objetivando verificar a viabilidade econômica da utilização dos agregados reciclados de RCD dos Municípios do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte. Foi objeto de tese de mestrado (Darous. Para esta. Por outro lado. Pode-se definir através da análise mecanística a deflexão máxima. Segundo Darous (2003). Esta via foi escolhida por dois motivos básicos: 1. É uma via de elevado volume de tráfego. e os resultados relativos a este dimensionamento. determinando a estrutura que venha a atender ao número de eixos equivalentes de referência. expressando a sua importância para a metrópole do Rio de Janeiro. neste capítulo é apresentado um redimensionamento mecanístico de um trecho de pavimento da Via Light. Apresenta-se uma breve descrição da Via Light e os materiais que comporão o corpo do pavimento. além dos ensaios rotineiramente executados em materiais destinados à execução de 93 . contendo todas as informações pertinentes ao dimensionamento mecanístico. estudando a substituição do agregado convencional formador da base (e subbase) do pavimento por estes agregados artificiais. incluindo aí os agregados reciclados. a tensão vertical no subleito e da tensão de tração na fibra inferior do revestimento asfáltico. 2. foi adotado neste redimensiomento o programa computacional que apresentou os resultados mais satisfatórios segundo Darous em sua tese supracitada: o FEPAVE2 (Finite Element Analysis of Pavement Structures) o qual possibilita a aplicação da elasticidade não-linear. utilizando os módulos de Resiliência dos materiais determinados nos ensaios dinâmicos. O trecho estudado corresponde ao Lote 2: Avenida Brasil/ Madureira.4. a Via Light se destina a ser um corredor rodoviário entre a sede do Município de Nova Iguaçu e o centro da cidade do Rio de Janeiro. assegura-se a expectativa de vida de fadiga e de deformação permanente.

94 .062 #d -0.61x10 .terraplenagem e pavimentos. segundo Darous (2003): Tabela 4. 2003) Vale ressaltar que Darous adotou para os critérios de ruptura (fadiga das camadas betuminosas e acúmulo de deformações plásticas) os seguintes valores: 1.08 x 107 (AASHTO). os Ensaios Triaxiais Dinâmicos.075 em kgf/cm². 4. objetivando a obtenção do Módulo de Resiliência da brita a ser utilizada no projeto. Para efeito de projeto. foi utilizado o resultado do ensaio que apresentou menor dispersão.473 em kgf/cm². fornecendo o MR = 4125#3 0. obtendo-se o Módulo de Resiliência Composto equivalente a MR = 2. -5 determinada pelo critério do Instituto de Asfalto para o número N de projeto= 2. apresenta-se abaixo o resultado final para a estrutura desta via.769 #3 0. denominada alternativa PR5 (Tabela 4.Estrutura do pavimento Como a premissa do redimensionamento da estrutura do pavimento do Trecho 2 da Via Light foi a substituição dos agregados convencionais por aqueles originados de RCD com a manutenção de todos demais materiais e propriedades. Este será o material a ser substituído pelos módulos referentes aos agregados reciclados de RCD. O subleito também foi ensaiado.421 #d 0. no Laboratório de Geotecnia da COPPE/UFRJ.Alternativa PR5 (Darous. foram executados.1 Via Light .18 – Via Light / Trecho 2 . Fadiga das camadas betuminosas • Deformação específica horizontal máxima de tração ($tlim) = 8.18).8.

19. determinado segundo a expressão do -4 Instituto de Asfalto para o mesmo N.2. o atendimento do projeto ao Critério de “Acúmulo de Deformações Plásticas”. mantendo-se invariável a espessura da camada de revestimento (15 cm) como mostrado na Tabela 4. procurou-se verificar a possibilidade da redução da espessura do revestimento. Na Tabela 4. MIMRJ. assim otimizando economicamente o projeto. MIBH e MMBH (Quadro 3. considerando desprezível a diferença máxima de 3. a tensão vertical no topo do subleito 95 . ao contrário da deformação de tração que foi um fator limitante para a determinação da espessura da camada de base.2 Via Light – Redimensionamento No redimensionamento da estrutura do pavimento desta via.45x10 .6% encontrada entre a deformação de tração limite e a deformação de tração obtida para a base composta pela amostra MIBH. como o programa FEPAVE fornece as tensões verticais no topo do subleito.8. assim. A princípio. A partir daí. verificando.8) para a determinação da tensão vertical limite. Obteve-se a espessura de 20 cm para a base composta por qualquer das quatro amostra acima. 4. consideraram-se as seguintes amostras de agregados reciclados: MIIRJ. Ressalta-se que. Contudo. a substituição dos agregados da base e da sub-base ocorreu considerando como ponto de partida as espessuras de camadas da alternativa PR5.1). considera-se a média dos MRs ao longo do subleito e a aplica à equação desenvolvida por Heukelom e Klomp (equação 2.19 constam os resultados finais para as estruturas do pavimento associadas ao uso de cada uma destas amostras. Acúmulo de deformações plásticas • Deformações específicas verticais de compressão ($vlim) ocorrentes no topo da camada de subleito = -2.

o custo de seus agregados girava em torno de R$ 8.00 / m³ (fonte: Fernando Afonso. o preço do m³ de brita corrida no município do Rio de Janeiro era aproximadamente igual R$ 24. agosto de 2003 (fonte: Miriam Jesus Coelho. no ano de 2003.75 / m³. a utilização do agregado reciclado ainda se mostra atrativa economicamente quando se considera o custo destes materiais e aqueles convencionais. março de 2003). Na Usina do Estoril.64x10 0.19 – Via Light/Trecho 2 . nesta mesma época.72x10 0. sócio proprietário da usina).511 (∗∗) Tensão vertical no topo subleito em kgf/cm². gerente da usina). Por fim. 96 .349 -5 8. por sua vez. além da redução do volume da base a ser adotada e/ ou do revestimento.336 -5 8. Por outro lado. MIIRJR = alternativa que contempla o uso da amostra MIIRJ com alteração da camada de revestimento.Resultado final para as espessuras das camadas de pavimento Amostra Espessuras (cm) Camada MIIRJ MIMRJ MIBH MMBH MIIRJR Revestimento 15 15 15 15 14 Base 20 20 20 20 13 εtlim 8. o valor praticado de venda era de R$ 10.(σvsl) mostrou-se em todos os casos muito inferior àquela obtida pela equação de Heukelom e Klomp para o mesmo tráfego (1/18 σvlim). Tabela 4. pode-se verificar que.87x10 -5 0.00 (fonte: EMOP. Na Usina do Catumbi.71x10 σvsl ** -5 0.351 8.354 -5 8.92x10 0.

a energia de compactação. seja pelo menor consumo dos mesmos. Com base nos estudos realizados foi possível obter as seguintes conclusões: O uso dos agregados reciclados de RCD estudados nesta pesquisa é viável tecnicamente. de Concreto ou Misto. o tipo de material e a origem dos agregados reciclados influenciam pouco nos resultados obtidos no ensaio de compactação para a umidade ótima (wot) para o peso específico aparente seco máximo (γsecmax). a energia de compactação e a origem (municípios do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte) exercem pouca influência no valor do Módulo de Resiliência. A compactação para obtenção dos corpos-de-prova para ensaio de Módulo de Resiliência impõe uma alteração na composição granulométrica destes materiais de RCD. seja pelo menor preço deste material em relação àqueles convencionais. o uso de agregados reciclados se mostrou viável economicamente. econômico e sócio-ambiental. objetivou atender a três aspectos: técnico. A granulometria.CAPÍTULO 5 CONCLUSÕES E SUGESTÕES DE PESQUISAS FUTURAS A caracterização mecanística dos agregados reciclados de RCD dos municípios do Rio de Janeiro e Belo Horizonte para uso em pavimentação apresentada nesta tese. embora as amostras sejam originadas de materiais tão heterogêneos como os RCD. mas de um país. decorrente da quebra de partículas. uma resposta à necessidade de crescimento sustentável não apenas de um município. ambientalmente benéfico e. O tipo de material. da filosofia da preservação. A composição granulométrica. é o principal responsável na 97 . além disso. caracterizando a adoção da “filosofia” da racionalidade. Considerando o redimensionamento do projeto da Via Light/Trecho 2. percebendo-se um aumento de partículas entre o material passante na peneira nº 10 e retido na nº 40. economicamente motivador. em especial para as amostras do Rio de Janeiro.

A cubicidade dos agregados reciclados verificada neste ensaio. Por outro lado. A equação para o MR proposto por Hicks (1970) não representa adequadamente o agregado reciclado de RCD. o módulo composto por estas duas tensões proposto por Macêdo (1996) e se ajusta satisfatoriamente. Quanto a deformação permanente. principalmente. analisadas em conjunto. Quanto ao ensaio de Abrasão Los Angeles. quando os agregados reciclados são submetidos ao procedimento de compactação.60) seja. A deformação permanente dos materiais estudados é muito mais sensível à distribuição granulométrica e à energia de compactação. do que ao Módulo de Resiliência. decorre em parte da suscetibilidade ao desgaste superficial das partículas. Agregados tipo de Concreto apresentam MR superior. todos os agregados estudados se apresentaram adequados ao uso segundo a norma NBR 15116. principalmente aqueles tipo Misto. Embora não seja evidente no ensaio de Índice de Forma. seja em função de σ3 (R2 < 0. Verifica-se porém que os agregados reciclados com menor desgaste à abrasão. Quanto ao Índice de Forma (NBR 7809). todas as amostras estudadas apresentaram desgaste superior àquele admitido pela especificação do DNER para base. os agregados reciclados do Rio de Janeiro que sofreram grandes desgastes à abrasão apresentaram pequenos acúmulos de deformações plásticas. em função de σd. a suscetibilidade à fragmentação contribui para a redução destes índices. (as britas corridas de Belo Horizonte) necessariamente não apresentam os maiores resultados de módulo. seja em laboratório seja em campo.diferenciação dos resultados deste ensaio. verificável no próprio peneiramento inerente a este ensaio. Os valores de MR têm a mesma ordem de grandeza daqueles apresentados por materiais britados convencionais de uso corrente em base de ruas da cidade do Rio de Janeiro caracterizados em estudos por Ramos (2003). 98 .

No entanto. àquelas indicadas na Listagem 8 da norma ABNT/NBR 10004/87. • Realizar ensaios de MR de uma amostra de agregado reciclado em CPs de várias idades. e otimizar a produção de agregados nas usinas com vistas à aplicação dos mesmos em bases e sub-bases de pavimento. objetivando verificar se a alteração da “cultura do desperdício” e a reforma e demolição de edificações mais recentes nos municípios do Rio de Janeiro e Belo Horizonte implica em uma variação sensível nos valores deste módulo. recomenda-se: • Dosar as britas graduadas e/ou corridas de agregados reciclados a partir da distribuição granulométrica resultante dos ensaios de compactação e de Módulo de Resiliência. de Alumínio e Fenóis (este último está abaixo do limite para a NBR 10004/2004) para agregados do município do Rio de Janeiro e de Alumínio e Selênio para aqueles de Belo Horizonte. observando a existência do efeito pozolânico. Os ensaios de solubilização apresentaram concentrações superiores. considerando a mistura dos agregados reciclados tipo Misto e de concreto de Belo Horizonte. tal resultado não inviabiliza o uso de agregados reciclados de RCD. no que diz respeito aos valores de MR. Como sugestão de novos estudos. Isso seria uma nova variável na pesquisa: o fator tempo.Nos ensaios de massa bruta e de lixiviação as amostras passaram nos limites da norma NBR 10004/87. realizando novamente estes ensaios de forma a verificar a distribuição granulométrica mais adequada. • Submeter novas amostras a ensaios de MR. 99 . as amostras estudadas destas metrópoles são classificadas como Resíduo Classe II (Resíduo Não-Inerte). visando gerar uma nova alternativa ao fornecimento de material à pavimentação com a redução das atividades de triagem dos mesmos. • Realizar novos ensaios de MR. Portanto.

a partir de agregados reciclados submetidos ao procedimento de compactação. 100 . com maior número e maior diversividade de amostras. ou seja. considerando diferentes níveis de tensão e um número grande de aplicações de carga. qual a forma do material que estará intertravado (“interlocking”) nestas camadas. caracterizando a forma efetiva do material na base e sub-base dos pavimentos. • Ensaiar novas amostras de agregados de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro quanto à lixiviação e solubilização. • Verificar o quanto a suscetibilidade à fragmentação das partículas cerâmicas altera os resultados do ensaio de Índice de Forma. • Ensaiar segundo a Abrasão Los Angeles britas graduadas e não mais as britas 0 e 1 provenientes da usina do Catumbi no Rio de Janeiro.• Desenvolver mais ensaios de deformação permanente. verificando a adequação maior ou menor da mistura ao desgaste superficial. verificando se a classificação de resíduos não-inerte (classe II) persiste ao longo do tempo ou se está constatação é apenas pontual. e segundo a nova norma NBR 10004 de 30 de novembro de 2004.

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Anexo 1 Resultados de ensaios de caracterização PBH / SUDECAP / Diretoria de Manutenção .

0 40.1 .7 25.8 12.1 65.0 77.3 GRANULOMETRIA DEPOIS DA COMPACTAÇÃO Peneiras 3/4" 1/2" 3/8" Nº 04 Nº 10 Nº 20 Nº 40 Nº 250 Nº 100 Nº 200 Classificação H.R.DIRETORIA DE MANUTENÇÃO MATERIAL RECICLADO DA CONSTRUÇÃO CIVIL ENSAIOS DE CARATERIZAÇÃO CBR Expansão (%) Umidade ótima (%) Densidade Máxima Seca (t/m³) Próctor Normal 38.B.9 22.0 0 16.4 19.6 Próctor Modificado 116.6 18.2 26.a Índice de grupo = 0 % Passada 100.3 1.0 98.0 37.6 95.4 86.2 1.6 0 16.0 93.4 58.723 .0 45.5 0 14. = A .8 29.4 1.6 14.6 85.PBH .SUDECAP .628 Próctor Intermediário 70.7 53.690 GRANULOMETRIA ANTES DA COMPACTAÇÃO Peneiras 1 1/2" 1" 3/4" 1/2" 3/8" Nº 04 Nº 10 Nº 20 Nº 40 Nº 250 Nº 100 Nº 200 % Passada 100.

Anexo 2 Ensaios de Granulometria Folhas de ensaio .

35 99.57 99.1 1253.57 0.19 1.75 1.4 26.00 Passante % 100.00 % Acum.075 Fundo Peso Acum.40 0.18 nº 200 0.18 nº 200 0.83 100. 0.2 1231.28 0.81 719.7 3/8" 9.17 1.20 3.97 0.4 1.28 0.72 99.54 0. 0. .42 nº 80 0. 0.Entulho Catumbi/RJ Projeto: Tese de Mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12. 0.6 22.00 Média % 100.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.6 12.1 0.9 1258.0 272.8 nº 10 2 nº 40 0.10 733.3 0.1 0.54 17. DE GEOTECNIA .5 1260.62 0.72 99.02 2.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: Agregado rec.00 75.45 2.00 272.6 1006.36 99.LAB.4 1225.60 99.7 2.8 1256.91 23.00 100.16 1262.11 2.42 0.1 1228.19 16.42 nº 80 0.00 22.60 99.38 99.43 0.81 83.98 161.3 0.5 nº 04 4.64 0.00 73.00 Passante % 100.4 1230.8 1226.3 15.55 97.0 0.5 1219.1 1202.0 0.16 0.46 99.0 338.10 81.Usina do Catumbi OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ Rio de Janeiro DATA: 3/8/03 REG.90 18.84 100.4 1057.17 0.00 26.075 Fundo PPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.0 Retido Peso % 0.0 0.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Brita 1 .65 0.0 0.15 1.8 0.81 34.70 100. misto .65 0.80 96.4 0.5 0.46 196.59 0.5 59.8 nº 10 2 nº 40 0.43 99.7 Retido Peso % 0.16 0.7 3/8" 9.00 338.12 2.33 2.8 1254.00 % Acum.90 0.00 Peso Acum.13 1.28 0.1 56.0 1262.00 77.6 1233.5 nº 04 4.6 0.08 2.40 0.17 1233.

o 200 0.Curva Granulométrica .o 40 1 Diâmetro (mm) n.o 4 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 100 .1 n.01 n.o 10 n.Agregado reciclado tipo Misto .Brita 1 Rio de Janeiro-RJ 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 Peneiras (#) 0 0.o 80 n.

57 95.0 1195.42 nº 80 0.62 13.5 1092.00 100.20 1197.5 11.00 11.9 989.4 2.85 99.30 1.34 13.52 0.1 74.09 892.22 4.8 nº 10 2 nº 40 0.Entulho Catumbi/RJ Projeto: Tese de Mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.00 Passante % 100.8 1197.7 Retido Peso % 0.0 96.42 nº 80 0.5 1195.00 100.27 99.70 100.70 98.00 96.00 Passante % 100.52 0. 0.23 91.0 0.0 0.00 88.00 90.8 nº 10 2 nº 40 0. 0.09 82.73 0.76 3.075 Fundo Peso Acum.01 99.8 12.20 0.80 100.0 0.15 11.36 1.18 nº 200 0.00 % Acum.2 1184.00 % Acum.00 0.3 80.26 2.9 8.48 149.00 0.00 134.96 1.5 nº 04 4.6 0.00 91.4 0.43 4.24 99. . DE GEOTECNIA .8 1188.80 100.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.76 0.4 0. 0.18 0.93 2.7 3/8" 9.00 8.00 0.Usina do Catumbi OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ Rio de Janeiro-RJ DATA: 3/8/03 REG. misto .0 0.15 0.9 1191.9 0.8 1.075 Fundo PPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.00 0.16 1197.18 nº 200 0.01 93.00 Peso Acum.0 0.95 2.0 7.0 0.91 17.5 nº 04 4.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Brita 0 .99 0.00 100.51 31.00 0.48 99.00 100.4 1197.07 97.0 0.8 Retido Peso % 0.0 0.10 2.00 0.77 8.0 0.3 0.00 100.00 Média % 100.00 0.84 100.00 0.83 0.00 100.1 0.0 1138.8 1185.7 3/8" 9. 0.0 134.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: Agregado rec.23 958.LAB.0 0.16 0.8 1170.

01 n.Brita 0 Rio de Janeiro-RJ 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 Peneiras (#) 0 0.º 200 0.Curva Granulométrica .º 40 Diâmetro 1 n.º 80 n.Agregado reciclado misto .º 4 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 100 .1 n.º 10 n.

10 3670.0 peneiras retido material %parcial %total 3/4" 0.69 solo seco 74. acum.00 3676.CARACTERIZAÇÃO AMOSTRA: OPERADOR: Pedrisco .PENEIRAMENTO FINO E GROSSO PESO AMOSTRA SECA UMIDADE HIGROSCÓPICA amostra total umida 3901.4 60 65.LAB.20 cápsula n 0 retido na # 10 850.72 88.39 81.90 2825.50 peso seco (g) 107.976 PENEIRAMENTO GROSSO umidade média (hm %) peneiras mat.34 29.73 72.7 30.3 200 85.0 10 0.5 100 76.651 obs.90 99.31 81.90 39.60 seco passando na # 10 2825.pas.8 20 30.2 77.926 7.69 100.00 3676.79 76.2 SEDIMENTAÇÃO peso umido (g) 116.02 amostra total seca 3676.0 76.15 3050. 3/8" 0. passado 7.69 100.retido material %total USBS acum.53 19.9264 1 1/2" 0.6 40.27 62.0 PENEIRAMENTO FINO 1" 0.58 umidade (h%) 7.932 7.01 107.79 52.pas.Ag.19 69.0 22.16 94.59 99.3 47.66 67. acum.9 40 51. passado acum.79 106.69 100.GRANULOMETRIA .59 31. Rec. COPPE/UFRJ PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.14 56.59 18.79 capsula 18.18 22.30 solo seco + capsula 92. DE GEOTECNIA .1 16.0 55.9 10 850.93 DENSIDADE REAL DOS GRÃOS: 2.03 42.9 4 6.30 2984.4 8 692. RJ Cinconegui/Francisco RECEBIDO EM __/__/ __ DATA: 20/08/03 REG. .pas.0 USBS acumul.90 umido passando na # 10 2B C2 F3 solo umido + capsula 98.92 100.94 fator de correção 0.00 3676.2 30 40.00 3676.75 21.69 100.

00 40.00 Peneiras (#) 0.Curva Granulométrica .º 100 n.00 30.00 20.01 nº 200 0.00 Passante (%) 80.00 90.00 60.1 n.00 10.00 0.Agregado reciclado misto -Pedrisco Rio de Janeiro-RJ 100.00 50.º 10 n.º 40 Diâmetro (mm) 1 n.00 70.º 4 3/8 10 3/4 1" 1 1/2" 100 .

5 96.RJ Cinconegui/Francisco RECEBIDO EM __/__/ __ DATA: 20/08/03 REG.39 61.0 10 0 108.7 10 161.16 peso seco (g) 108.03 95.01 umidade (h%) 5.39 83.retido material %total USBS acum.4 4 3.pas.641 obs.13 100.37 9.5 79.00 3503.3 200 82.81 seco passando na # 10 3342.83 99. COPPE/UFRJ PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.0 95.358 5.4 40 30. acum.7 53.0 peneiras retido material %parcial %total 3/4" 0.94 36.88 60.31 55.80 amostra total seca 3503.75 69.37 71.60 cápsula n 0 retido na # 10 161.00 3503.0 USBS acumul.pas.97 95.9 22.25 38. .9477 1 1/2" 0.20 3457.pas.628 5.69 89.Ag.13 100.0 34. .13 100. passado 5.19 100.19 DENSIDADE REAL DOS GRÃOS: 2.8 SEDIMENTAÇÃO peso umido (g) 114. Rec.0 PENEIRAMENTO FINO 1" 0.50 solo seco + capsula 66.52 fator de correção 0.2 100 69.GRANULOMETRIA .91 23.10 umido passando na # 10 47 F22 79 solo umido + capsula 69.73 66. 3/8" 0.9 20 11.21 3526.35 30.5 68.30 3499.13 solo seco 56.7 30 17. DE GEOTECNIA .10 3342.4 85.00 3503. acum.8 90.36 57.13 100.82 77.74 91.LAB.03 capsula 10.2 60 47.3 8 45.CARACTERIZAÇÃO AMOSTRA: OPERADOR: Pó-de-pedra .93 98.573 PENEIRAMENTO GROSSO umidade média (hm %) peneiras mat.00 3503. passado acum.PENEIRAMENTO FINO E GROSSO PESO AMOSTRA SECA UMIDADE HIGROSCÓPICA amostra total umida 3687.28 25.

º 200 n.Pó-de-pedra Rio de Janeiro-RJ 100 90 Passante (%) 80 70 60 50 40 30 20 10 Peneiras (#)0 0.º 4 3/8 3/4" 10 1" 1 100 .º 10 1 Diâmetro (mm) n.º 100 0.Curva Granulométrica .Agregado reciclado Misto .º 40 n.01 n.1 n.

AGREGADO RECICLADO DO RIO DE JANEIRO
DOSAGEM - CURVA SUPERIOR
Peneiras
#
1"
3/8"
nº 04
nº 10
nº 40
nº 200

mm
25
9,5
4,8
2
0,42
0,075

TeseCinconeguiAnexos
PlanSuperior

Brita 1
Brita 0
Pedrisco
Pó de Pedra
Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem
Total %
5%
Total %
10%
Total %
50%
Total %
35%
100,00
5,00
100,00
10,00
100,00
50,00
100,00
35,00
2,97
0,15
90,34
9,03
100,00
50,00
100,00
35,00
0,65
0,03
13,10
1,31
99,80
49,90
99,90
34,97
0,59
0,03
2,96
0,30
76,90
38,45
95,40
33,39
0,42
0,02
1,52
0,15
39,70
19,85
68,20
23,87
0,16
0,01
0,18
0,02
15,00
7,50
22,80
7,98

DNER
Faixa
D
100
60
50
40
25
10

100
100
85
70
45
25

Curva
Superior
100%
100,00
94,18
86,21
72,17
43,89
15,51

Tolerância
da Faixa
de Projeto
-7
7
-7
7
-5
5
-5
5
-2
2
-2
2

Enquadramento na Faixa D do DNER
Limite Inferior

Limite Superior

Curva Superior

100
90
80

Passante (%)

70
60
50
40
30
20
10
0
0,001

0,01

0,1

1

Diâmetro das Partículas (mm)

10

100

AGREGADO RECICLADO DO RIO DE JANEIRO
DOSAGEM - CURVA INTERMEDIÁRIA
Peneiras
#
1"
3/8"
nº 04
nº 10
nº 40
nº 200

mm
25
9,5
4,8
2
0,42
0,075

TeseCinconeguiAnexos
PlanMedia

Brita 1
Brita 0
Pedrisco
Pó de Pedra
Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem
Total %
15%
Total %
20%
Total %
35%
Total %
30%
100,00
15,00
100,00
20,00
100,00
35,00
100,00
30,00
2,97
0,45
90,34
18,07
100,00
35,00
100,00
30,00
0,65
0,10
13,10
2,62
99,80
34,93
99,90
29,97
0,59
0,09
2,96
0,59
76,90
26,92
95,40
28,62
0,42
0,06
1,52
0,30
39,70
13,90
68,20
20,46
0,16
0,02
0,18
0,04
15,00
5,25
22,80
6,84

DNER
Faixa
D
100
60
50
40
25
10

100
100
85
70
45
25

Curva
"Média"
100%
100,00
83,51
67,62
56,22
34,72
12,15

Tolerância
da Faixa
de Projeto
-7
7
-7
7
-5
5
-5
5
-2
2
-2
2

1 1 Diâmetro dos Partículas (mm) 10 100 .Enquadramento na Faixa D do DNER Limite Inferior Limite Superior Curva Média 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 0 0.001 0.01 0.

06 0.00 35.23 13.18 0.39 0.59 0.11 47.00 35.42 0.98 DNER Faixa D 100 60 50 40 25 10 100 100 85 70 45 25 Curva Inferior 100% 100.57 Tolerância da Faixa de Projeto -7 7 -7 7 -5 5 -5 5 -2 2 -2 2 .97 68.98 99.59 76.70 3.87 0.AGREGADO RECICLADO DO RIO DE JANEIRO DOSAGEM .00 100.80 9.00 100.79 41.10 2.CURVA INFERIOR Peneiras # 1" 3/8" nº 04 nº 10 nº 40 nº 200 mm 25 9.00 10.00 100.16 0.62 99.88 28.20 23.90 7.96 0.97 0.21 2.5 4.90 34.50 22.00 20.34 18.00 64.29 9.15 1.52 0.00 1.80 7.07 100.04 90.97 1.00 100.00 10.42 0.40 33.04 15.8 2 0.00 2.30 39.00 0.075 TeseCinconeguiAnexos PlanInferior Brita 1 Brita 0 Pedrisco Pó de Pedra Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem Amostra Dosagem Total % 35% Total % 20% Total % 10% Total % 35% 100.65 0.00 35.69 95.

001 0.01 0.1 1 Diâmetro das Párticulas (mm) 10 100 .Enquadramento na Faixa D do DNER Limite Inferior Limite Superior Curva Inferior 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 0 0.

63 67.44 78.94 0. 155.3 201.0 % Acum.4 6.4 1245. .1 1739.42 nº 80 0.3 425.25 0.15 66.8 nº 10 2 nº 40 0.0 0.0 10.00 Passante % 91.7 4.95 0.5 2085.06 28.3 840.7 3/8" 9.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Agregado concreto-BH Projeto: Tese de mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1 1/2" 38 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.2 17.MG DATA: 3/5/2004 REG.0 173.9 312.54 29.3 3.8 77.81 68.31 96.1 12.0 8.0 1420.7 975.LAB.82 39.5 nº 04 4.59 3.0 583.85 33.65 57.75 100.14 3.31 11.0 6.06 73.00 Peso Acum.6 150.94 71.6 313.05 11.8 Retido Peso % 137.7 183.03 99.6 140.80 39.24 0.7 11.35 42.41 96.3 1062.42 nº 80 0.94 26.36 59.2 7.8 100. 6.6 7.7 222.4 162.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1 1/2" 38 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.5 nº 04 4.Usina de Estoril OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ Belo Horizonte .1 6.075 Fundo COPPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.97 0.55 58.2 6.18 60.8 nº 10 2 nº 40 0.69 3.3 100.0 215.18 nº 200 0.7 20.0 115. 137.5 313.44 89.2 723.075 Fundo Peso Acum.2 229.3 Retido Peso % 155.6 1846.0 % Acum.3 0.44 46.00 Passante % 93.00 Média % 92.8 8.8 468.1 8.58 40.53 52.49 48.4 623.45 41.8 2090.18 nº 200 0.56 21.2 2090.7 3/8" 9. 8.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: Agregado de concreto .06 99.9 3.56 10.3 18.3 15.37 32.1 450.20 60.25 75.7 1674.3 2008.6 64.51 51.0 117.4 824.3 9.0 1743.3 1205.4 1558.71 30.2 1743.46 70.6 10.24 0.76 100. DE GEOTECNIA .95 88.56 53.9 115.7 5.

o 200 0.01 n.1 n.o 4 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 1 1/2" 100 .o 10 n.o 40 1 Diâmetro (mm) n.Curva Granulométrica .o 80 n.Agregado reciclado de Belo Horizonte-MG 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 0 Peneiras (#) 0.

73 45.4 96.27 58.98 38.45 18. 166.40 72.39 17.3 113.27 54.9 7.67 83. DE GEOTECNIA .05 67.6 13.57 0.00 Passante % 97.2 703.0 6.02 61.2 107.9 233.5 640.42 nº 80 0.48 99.5 176.15 35.40 100.8 80.70 7.1 98.0 % Acum. .30 92.9 3.18 nº 200 0.0 269.0 89.6 1438.04 83.5 410.8 851.61 63.8 nº 10 2 nº 40 0.8 11.2 15.50 28.5 Retido Peso % 166.8 6.2 959.8 394.7 3/8" 9.7 3/8" 9.00 Peso Acum.6 147.60 92.54 0. 41.67 99.5 nº 04 4.48 43.4 10.6 5.72 78.50 71.5 239.1 1429.6 1308.0 524.7 8.0 % Acum.5 nº 04 4.33 16.18 nº 200 0.55 7.1 1198.0 7.00 Passante % 88.7 7.0 1154.33 0.MG DATA: 1/5/2004 REG.98 45.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Agregado misto-BH Projeto: Tese de mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1 1/2" 38 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.0 551.7 0.5 12. 11.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: Agregado misto .5 6.6 227.42 0.85 52.42 nº 80 0.5 141.52 62.60 0.5 771.1 153.LAB.075 Fundo Peso Acum.60 27.40 7.0 191.075 Fundo COPPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB. 2.00 Média % 92.6 19.52 0.52 56.5 1407.Usina de Estoril OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ Belo Horizonte .3 1333.32 48.2 1414.9 Retido Peso % 41.46 100.2 16.8 9.5 100.6 8.8 130.55 81.6 134.7 623.8 nº 10 2 nº 40 0.48 37.6 0.39 36.07 40.5 1414.4 885.9 100.9 1438.9 9.96 16.9 10.93 59.83 33.68 51.7 9.90 43.17 66.9 98.5 10.02 54.3 130.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1 1/2" 38 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.

Agregado reciclado tipo Misto Belo Horizonte-MG 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 0 Peneiras (#) 0.o 40 1 Diâmetro (mm) n.01 n.o 80 n.o 10 n.o 4 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 1 1/2" 100 .1 n.Curva Granulométrica .o 200 0.

98 84.4 289.2 1.9 2719.0 12.0 82.06 0.MIBH01C.7 2784.7 0.88 99.9 221.6 11.2 10.0 2.5 nº 04 4.94 1. 0.0 846.0 82.5 31.02 21.5 12.4 100.6 2737.8 1166.3 289.6 2693.2 139.00 Peso Acu.8 100.65 99.MG Após Ensaio de Módulo de Resiliência ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Projeto: Tese de mestrado .3 11.2 6.26 100.4 MIBH01D Retido Peso % 17.7 3/8" 9.22 56.1 452.46 66.6 581.50 46.4 10.3 8.50 53.6 8.88 57.5 25.4 410.0 Passante Passante Média % Acum.14 1.96 20.0 Passante % Acum.91 95.3 1281.00 % 99.38 78.06 86.5 0.17 77. 17.7 133.2 6.9 1.56 4.18 nº 200 0.0 418.15 88.Agregado reciclado misto Belo Horizonte .0 Passante % Acum.96 90.8 303.4 MIBH01C Retido Peso % 0.2 9.5 2164.2 2775.075 Fundo Peso Acu.0 2522.0 2743.85 11.7 115.9 306.0 1218.91 98.57 78.06 24.5 2784.9 2719.68 0.5 2064.00 0.89 31.2 4.7 2475.3 844.00 0.09 1.77 32.7 15.8 MIBH01B Retido Peso % 18.84 100.24 25.83 22.9 303.94 13.7 882.0 32.4 428.6 422.59 9.71 15.41 9.7 5.45 85.8 261.0 10.00 Peso Acu.2 30.8 2463.9 4.04 9.43 21.02 15.55 84.2 2010.5 884.04 79. 0.35 99.78 43.0 388.62 78.8 885.4 166.1 268.6 31.42 36.00 2.6 158.2 0.73 73.09 95.00 97.Curva Granulométrica . 0.6 2775.4 100.58 63.94 26. % % 0.9 9.8 nº 10 2 nº 40 0.11 68. 18.8 16.2 281.32 100.65 90.0 193.00 .4 594.8 581.Cinconegui Material MIBH01B.6 1013.66 5.00 % 100.34 94.MIBH01D Peneiras Abertura # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.8 358.16 0.86 98.0 0.9 14.9 333.54 67.39 42.42 nº 80 0.4 46.7 121.7 230.2 10.76 74.12 55.

Curva Granulométrica .Agregado reciclado misto Belo Horizonte .01 n.o 40 1 n.1 n.o 10 Diâmetro (mm) 3/8" 10 1/2" 3/4" 1" 100 .o 4 MBH 100 90 80 Passante (%) 70 60 50 40 30 20 10 Peneiras (#) 0 0.MG Após Ensaio de Módulo de Resiliência Média MIBH01B MIBH01C MIBH01D n.o 200 0.o 80 n.

75 109.80 104.25 103.80 93.4 22.0 1179.28 0.79 100.26 76.74 23.00 Passante % 90.32 85.4 8.11 85.99 74.1 464.96 268.10 29.97 90.42 nº 80 0.10 14.74 0.01 25.67 86.4 6.5 346.33 % Acum.00 Média % 92.075 Fundo Peso Acum.9 22.00 Peso Acum.1 10.0 885.10 66.3 9.00 Passante % 93.42 nº 80 0.85 8.90 % Acum.7 3/8" 9.72 100.37 73.35 39.8 12.18 nº 200 0.81 108.2 7.8 nº 10 2 nº 40 0.9 635.5 nº 04 4. 107.6 1000.21 1174.35 58.6 6.39 46.8 nº 10 2 nº 40 0.65 41.65 60.21 0.33 85.03 9.4 1078.31 75.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: OPERADOR: RECEBIDO EM ___/___/___ DATA: REG.84 78.93 23.5 8.0 6.64 47.6 6.63 75.9 990.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.15 91.4 9. .81 24.075 Fundo COPPE/UFRJ CLIENTE: PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.40 90.90 70. 6.13 45.4 1174.01 152. 78.6 491.2 617.5 5.6 303.18 nº 200 0.44 8.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Entulho Brasília S7000 Projeto: Tese de Mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.64 96.24 118.22 143. 9.69 24.68 14.89 16.36 52.00 59.9 85.86 79.84 32.7 8.28 15.07 76.5 nº 04 4.8 8.28 1179.20 261.4 Retido Peso % 107.4 1070.0 11.53 69.8 Retido Peso % 78.0 6.3 9.34 139.2 896.64 98.67 14.8 272.87 54.7 3/8" 9.83 80.3 173.16 67.6 383.4 164.LAB.3 12. DE GEOTECNIA .11 83.

º 80 n.º 200 n.º 10 n.Curva Superior (S7000) Am 1 Am2 100 90 80 60 50 40 30 20 10 0 n.º 4 3/8" 1/2" 3/4" 1" Passante (%) 70 .Entulho de Brasília .º 40 Peneiras (#) n.

80 100.3 7.87 856.09 54.88 4.92 -15.0 7.10 -26. 4.78 9.17 152.97 42.3 5.80 76.7 3/8" 9.11 103.3 5.96 83.41 40.97 129.04 Peso Acum.82 23.0 166.5 9.18 76.075 Fundo Peso Acum.4 17.79 68.05 29.8 12.20 64. DE GEOTECNIA .ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Entulho Brasília M7000 Projeto: Tese de Mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.64 -3. .1 360.6 1087.93 58.LAB. 26.11 85.5 nº 04 4.18 nº 200 0.75 173.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA Entulho de Brasília .64 50.8 548.49 -15.73 104.49 115.8 12.00 % Acum.18 nº 200 0.8 768.91 35.8 12.5 865.8 13.51 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.47 16.20 -8.04 Passante % 95.9 13.49 70.22 90.6 464.075 Fundo OPPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.78 66.8 nº 10 2 nº 40 0.42 nº 80 0.Curva Intermediária OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ DATA: abril-03 REG.78 142.31 1039.19 47.69 80.10 126.22 33.1 1005.8 305.46 -21.3 1037.9 13.00 % Acum.0 945. 231.0 989.6 921.1 7.80 35.36 110.71 107.93 96.5 15.59 132. 42.29 -7.95 70.9 Retido Peso % 231.1 10.5 16.5 nº 04 4.0 57.07 3.7 3/8" 9.46 121.01 138.34 21.71 60.4 Retido Peso % 42.27 -4.4 549.3 5.36 112.59 60.97 Passante % 73.97 48.00 52.9 655.04 124.53 83.42 nº 80 0.97 Média % 84.54 89.1 26.8 nº 10 2 nº 40 0.7 415.98 105.46 10.40 100.0 4.4 1081.91 45.04 16.6 691.00 47.9 12.

º 40 Peneiras (#) n.º 200 n.Curva Intermediária (M7000) Am 1 Am2 100 90 80 60 50 40 30 20 10 0 n.Entulho Brasília .º 4 3/8" 1/2" 3/4" 1" Passante (%) 70 .º 80 n.º 10 n.

8 1135.42 nº 80 0.01 26.57 6.87 6. .29 0.8 Retido Peso % 206.88 93.0 581.8 736.62 36.4 7. 206.66 90.66 56.LAB.55 62.Curva Inferior OPERADOR: Cinconegui RECEBIDO EM ___/___/___ DATA: abril-03 REG.39 38.00 Passante % 94.14 0.0 13.24 % Acum.6 3.30 89.075 Fundo COPPE/UFRJ CLIENTE: Cinconegui PROGRAMA DE ENGENHARIA CIVIL LAB.80 82.00 Passante % 82.00 AMOSTRA 2 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.34 43.68 3.0 7.47 42.8 1177.9 17.71 100.76 251.18 nº 200 0.4 22.6 3.85 104.42 nº 80 0.87 82.95 45.8 nº 10 2 nº 40 0.2 1140.76 25.17 49.7 3.6 1174.83 50.24 74.6 3.3 17.6 9.46 3.9 408.29 1174.52 10.6 1104.2 Retido Peso % 67.89 39.8 973.00 Peso Acum.6 319.00 Média % 88.9 7.8 nº 10 2 nº 40 0.5 nº 04 4. 17.4 65.57 34.PAVIMENTAÇÃO AMOSTRA: Entulho de Brasília .09 262. DE GEOTECNIA .76 27.86 100.25 3.25 27.ANÁLISE GRANULOMÉTRICA DE AGREGADOS Material: Entulho Brasília I7000 Projeto: Tese de Mestrado Cinconegui AMOSTRA 1 Peneiras # mm 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.4 956.9 881.11 37.34 69.38 155.21 0.57 201.4 21.06 32.76 35.13 93.7 3/8" 9.1 1095.59 81.6 5.13 17.45 37.20 115.27 17.28 121.5 nº 04 4.20 94.79 88.8 852.34 9.75 72.09 46.94 67.32 96.43 93.3 10.2 670.41 262. 5.3 8.6 791.8 3.6 1061.8 22.48 89. 67.63 91.75 96.8 7.18 nº 200 0.93 10.0 3.14 1177.41 18.22 6.7 1050.7 3/8" 9.43 % Acum.24 72.075 Fundo Peso Acum.

º 200 n.º 10 n.º 80 n.Curva Inferior (I7000) Am 1 Am2 100 90 80 60 50 40 30 20 10 0 n.Entulho Brasília .º 4 3/8" 1/2" 3/4" 1" Passante (%) 70 .º 40 Peneiras (#) n.

Anexo 3 Ensaios de Compactação Folhas de ensaio .

50 164.1549x + 0.00 20.80 168.00 127.Úmido (g) 130.60 147.00 20.0 15.23 1.75 1.78 41.73 1.70 39.00 4906.10 125.85 41.0 7.63 14.828 42 43 5 3 10.20 8198.60 2780.70 7976.00 2869.00 1570.20 136.10 134.40 154. molde(g) P.00 94.85 1.20 15.20 8266.90 8235.60 149.: Laura Motta CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO 0 E.00 1570.40 102.Seco (g) 122.934 1.65 1.83 10.90 2766.93 w.85 14.0 13. Intermediária 10 golpes/camadas n da Camadas 14.18 17.RJ Prof.Usina do Catumbi .0 17.71 11.00 1570.00 20.70 P.30 106.T.00 1570.80 2915.00 4940.00 149.50 5.00 1570.00 152.0 .10 Solo Seco (g) 81.91 40.Úmido(g) Solo Seco(g) Js (g/cm3 ) 1 49 10.40 118.73 1.60 wot = 13.40 111.857 53 51 3 3 10.01 2.80 1.95 3 Peso esp.80 151.0 9.0 21.20 41.90 Umidade (%) 9. aparente seco (g/cm ) 1.0056x2 + 0.55 1.16 1.798 R2 = 0.0 11.média (%) 42.00 106.762 44 51 Cápsula n0 Tara (g ) 40.50 135.00 y = -0.00 54.00 4906.40 85.T.00 95.ENSAIO DE COMPACTAÇÃO Amostra : Tipo : MSIRJ .90 8171.00 4919.20 113.20 18.T.70 P.50 16.70 76.33 9.68 18.91 1.19 15.30 41.70 1.8 1.00 6 42.00 20.771 55 54 2 34 10.70 169.10 2897.0 23.51 15.04 11.846 48 45 4 34 10.00 172.50 42.0 Umidade ( % ) COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA Projeto : Tese de mestrado Interessado : Cinconegui Local : Rio de Janeiro 25/09/2003 figura : data : 25.90 1.60 11.50 96.0 19.8 COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA ENSAIO 0 Molde N Diâmetro(cm) Altura(cm) Volume(cm3) P.00 20.00 4940.

73 1.20 139.00 20.40 269.80 11.90 1.00 6 65.83 2.0 19.79 1.Úmido(g) Solo Seco(g) Js (g/cm3 ) 1 49 10.46 1.00 4911.07 14. aparente seco (g/cm ) 1.00 4958.90 194.95 17.60 Solo Seco (g) 100.0 23.36 17.00 1570.Seco (g) 164.90 246.93 8.65 1.00 20.50 5.781 111 112 65.60 177.08 1.860 116 117 5 49 10.00 20.00 203.0 9.80 228.40 206.00 P. molde(g) P.00 12.T.40 Umidade (%) 8.00 1570.20 17.20 Cápsula n0 Tara (g ) 64.Úmido (g) 173.00 102.25 40.1073x + 1.24 66.873 99 101 4 34 10.20 8251.0 15.0 17.00 20.ENSAIO DE COMPACTAÇÃO Amostra : Tipo : MSMRJ .85 1.66 14.71 11.: Laura Motta CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO 0 E.20 8236.00 4900.10 167.70 154.20 120.RJ Prof.825 102 103 2 49 10.9835 1.10 157.0 Umidade ( % ) COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA Projeto : Tese de mestrado Interessado : Cinconegui Local : Rio de Janeiro 30/09/2003 figura : data : 25.60 2960.70 1.20 160.30 167.20 240.30 8263.22 y = -0.00 20.55 wot = 12.20 133.60 1.10 101.95 3 Peso esp.80 11.Usina do Catumbi .70 61.40 2864.00 1570.00 13.10 174.50 14.10 121.0 11.10 222.80 P.00 1570.2219 R2 = 0.média (%) 39.20 8229.70 2919.00 4958.00 4958.10 2941.50 2796.0 13.80 1.90 114.T.10 179. Modificada 10 golpes/camadas n da Camadas 31 COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA ENSAIO 0 Molde N Diâmetro(cm) Altura(cm) Volume(cm3) P.40 204.0043x2 + 0.T.0 7.48 8.71 w.5 1.0 .886 47 52 3 3 10.23 61.20 8072.80 68.90 185.67 1.70 172.0 21.19 63.75 1.00 1570.70 13.80 163.

00 20.T.30 2761.Seco (g) 415.40 317.90 66.0 17.10 331.00 7880.00 1570.00 4919.40 2763.74 w.10 177.00 20.90 P.30 303.80 8236.60 Solo Seco (g) 356.80 386.70 1.50 57.00 1570.60 344.85 1.95 3 Peso esp.97 56.00 180.00 304.90 62.00 4875.52 15.8 COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA ENSAIO Cápsula n0 Tara (g ) 1 34 10.00 y = -0.30 280.40 P.00 20. Intermediária 10 golpes/camadas n da Camadas 14.40 218.0047x2 + 0.0313 R2 = 0.0 11.60 17.75 1.75 1.0 7.00 4875.60 2896.60 282.28 10.T.00 60.0 Umidade ( % ) COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA Projeto : Tese de mestrado Interessado : Cinconegui Local : Rio de Janeiro 02/10/2003 figura : data : 25. aparente seco (g/cm ) 1.00 4972.60 Wot = 13.80 1.858 106 121 4 49 10. molde(g) P.Úmido (g) 444.70 64.00 8061.30 2871.80 8171.90 258.53 6 58.média (%) 10.32 8.40 218.10 283.1245x + 1.50 5.Usina do Catumbi .00 237.40 365.09 12.845 104 119 5 49 10.65 1.33 1.75 2.9978 1.829 110 115 3 3 10.10 158.00 349.00 20.10 13.30 220.759 100 122 58.0 23.Úmido(g) Solo Seco(g) Js (g/cm3 ) 9.: Laura Motta CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO 0 E.60 2916.T.760 114 105 2 34 10.40 Umidade (%) 8.00 1570.10 61.0 9.12 1.34 1.70 407.0 15.RJ Prof.96 17.2 1.ENSAIO DE COMPACTAÇÃO Amostra : Tipo : MMIRJ .0 13.40 379.17 0 Molde N Diâmetro(cm) Altura(cm) Volume(cm3) P.00 4919.0 19.20 278.90 14.10 376.00 239.0 21.00 1570.30 12.44 13.55 1.0 .80 255.00 269.20 64.28 1.00 20.30 11.20 17.00 1570.00 8264.90 1.80 233.

10 2880.70 223.0 19.92 6 39.26 41.60 247.0 17.10 198.76 1.80 241.00 8104.55 1.758 42 54 276.90 11.80 2875.60 wot = 12.97 w.10 238.9616 1.00 4956.10 13.00 20.média (%) 9.00 4907.0 21.00 20.34 10.80 273.85 1.00 8021.896 44 51 15.70 308.60 8227.20 272.0 .00 1570.40 200.70 230.Úmido (g) 9. molde(g) P.30 Solo Seco (g) 215.70 278.60 247.70 17.7 1.0 15.90 145.80 280.20 238.20 258.80 2859.05 11.00 4903.00 y = -0.0 13.90 P.10 207.66 1.70 266.0 9.10 1.70 40.40 14.78 40.20 8204.834 45 49 P.70 214.40 3 49 10.95 3 Peso esp.99 1.30 12.60 Umidade (%) 8. Modificada 10 golpes/camadas n da Camadas 31 COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA ENSAIO 0 Molde N Diâmetro(cm) Altura(cm) Volume(cm3) P.0 7.00 1570.RJ Prof.00 1570.00 1570.822 53 55 2 34 10.ENSAIO DE COMPACTAÇÃO Amostra : Tipo : MMMRJ . aparente seco (g/cm ) 1.80 1.80 272.0 Umidade ( % ) COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA Projeto : Tese de mestrado Interessado : Cinconegui Local : Rio de Janeiro 06/10/2003 figura : data : 25.0919 R2 = 0.00 4903.96 12.00 20.90 246.90 1.10 17.80 204.T.005x2 + 0.00 20.70 212.00 183.T.42 17.Usina do Catumbi .Seco (g) 257.00 42.20 5 49 10.00 4956.Úmido(g) Solo Seco(g) Js (g/cm3 ) Cápsula n0 Tara (g ) 1 34 10.50 40.832 43 48 42.20 8320.0 23.98 41.67 2.10 186.98 41.75 1.0 11.70 4 3 10.: Laura Motta CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO 0 E.70 1.24 1.13 41.00 20.00 2977.1265x + 1.73 15.50 5.65 1.40 189.T.80 2760.00 1570.10 255.

50 359.45 11.50 340.80 5 S/ Nº 10.00 20.20 2772.00 484.00 4905.T.97 64.099x + 1.00 12.0 1. aparente seco (g/cm ) 1.50 5.84 16.761 107 109 40.0038x2 + 0.39 1.10 11.17 60.70 346.00 20.10 314.60 4 49 10.80 288.50 2850.49 61.766 106 121 194.00 4956.00 1570.ENSAIO DE COMPACTAÇÃO Amostra : Tipo : MIIRJ .1816 R2 = 0.0 21.65 wot = 13.Seco (g) 182.48 12.T.0 19.80 1.Usina do Catumbi .70 423.70 253.20 7866.14 64.0 7.0 23. molde(g) P.Úmido(g) Solo Seco(g) Js (g/cm3 ) Cápsula n0 Tara (g ) 1 S/ Nº 10.80 238.41 1.23 58.55 1.0 17.0 15.60 206.00 1570.50 2764.0 9.40 152.90 1.30 2859.85 1.60 378.90 424.42 w.30 360.86 57.9999 1.80 Solo Seco (g) 141.50 599.70 1. Intermediária 10 golpes/camadas n da Camadas 14.T.00 20.34 14.93 1.60 298.90 315.815 115 120 P.63 6 56.745 46 50 2 34 10.13 1.RJ Prof.20 7876.00 4639.00 20.821 110 114 14.80 16.média (%) 8.00 1570.60 545.10 2739.50 281.0 11.25 60.Úmido (g) 8.8 COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA ENSAIO 0 Molde N Diâmetro(cm) Altura(cm) Volume(cm3) P.40 14.95 3 Peso esp.94 1.00 4639.00 4639.10 259.90 13.00 338.00 1570.70 387.00 7975.80 41.05 10.75 1.0 13.30 16.74 2.20 193.60 1.: Laura Motta CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO 0 E.30 468.0 Umidade ( % ) COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA Projeto : Tese de mestrado Interessado : Cinconegui Local : Rio de Janeiro 07/10/2003 figura : data : 25.00 351.0 .00 20.70 3 S/ Nº 10.00 1570.00 y = -0.60 463.50 P.50 Umidade (%) 8.10 8212.00 359.20 7610.

ENSAIO DE COMPACTAÇÃO
Amostra :

Tipo :

MIMRJ - Usina do Catumbi - RJ

Prof.: Laura Motta

CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO
0
E. Modificada
10 golpes/camadas
n da Camadas

31

COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
ENSAIO

Cápsula n0
Tara (g )

1
34
10,00
20,00
1570,00
4810,30
7926,10
2866,33
1,826
135
136

2
34
10,00
20,00
1570,00
4811,20
8010,90
2907,92
1,852
137 139

3
34
10,00
20,00
1570,00
4810,50
8205,60
2997,27
1,909
144 146

4
34
10,00
20,00
1570,00
4810,80
8149,80
2905,17
1,850
142 145

5
34
10,00
20,00
1570,00
4811,50
8096,20
2826,66
1,800
140 141

70,80

69,00

61,10

68,00

69,30

65,20

P.T.Úmido (g)

371,00

367,10 374,50 390,10 380,40 348,90 332,80 396,00 492,60 465,70

P.T.Seco (g)

347,40

342,80 347,10 358,90 344,80 314,40 298,40 353,60 435,50 408,50

Solo Seco (g)

276,60

273,80 286,00 297,50 276,80 252,10 229,10 285,50 370,30 336,70

Umidade (%)

8,53

0

Molde N
Diâmetro(cm)
Altura(cm)
Volume(cm3)
P. molde(g)
P.T.Úmido(g)
Solo Seco(g)

Js (g/cm3 )

8,88
8,70

w.média (%)

9,58

61,40

10,49

12,86

10,03

62,30

13,69

15,02

13,27

68,10

14,85

15,42

14,93

6

71,80

16,99

16,20

2,00
y = -0,0066x2 + 0,1631x + 0,8997
R2 = 0,9159

1,95

3

Peso esp. aparente seco (g/cm )

1,90
1,85
1,80
1,75
1,70
1,65
1,60

wot = 12,4
1,55
1,50
5,0

7,0

9,0

11,0

13,0

15,0

17,0

19,0

21,0

23,0

Umidade ( % )

COPPE/UFRJ
LABORATÓRIO DE GEOTECNIA
Projeto : Tese de mestrado
Interessado :
Cinconegui
Local :
Rio de Janeiro
07/10/2003
figura :
data :

25,0

ENSAIO DE COMPACTAÇÃO
Amostra :

Tipo :

CIBH - Usina do Estoril - BH-MG

Prof.: Laura Motta

CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO
0
E. Intermediária
10 golpes/camadas
n da Camadas

17,9

COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
ENSAIO

Cápsula n0
Tara (g )

1
34
10,00
20,00
1570,00
4806,30
7882,70
2764,59
1,761
151
160

2
34
10,00
20,00
1570,00
4806,30
7997,40
2823,78
1,799
170 171

3
34
10,00
20,00
1570,00
4806,30
8083,40
2849,04
1,815
173 174

4
34
10,00
20,00
1570,00
4806,30
8107,10
2841,23
1,810
175 176

5
34
10,00
20,00
1570,00
4806,30
8118,80
2816,62
1,794
178 192

32,80

31,40

32,30

39,80

40,80

35,90

P.T.Úmido (g)

288,60

303,50 353,60 289,60 298,60 382,60 419,70 405,30 376,20 397,80

P.T.Seco (g)

262,60

276,00 317,00 260,20 266,00 335,50 370,60 350,80 329,50 340,00

Solo Seco (g)

229,80

244,60 284,70 223,40 226,20 301,20 329,80 312,10 293,60 299,40

Umidade (%)

11,31

11,24

0

Molde N
Diâmetro(cm)
Altura(cm)
Volume(cm3)
P. molde(g)
P.T.Úmido(g)
Solo Seco(g)

Js (g/cm3 )

11,28

w.média (%)

12,86

36,80

13,16

14,41

13,01

34,30

15,64

14,89

15,02

38,70

17,46

15,91

16,18

6

40,60

19,31

17,61

2,00
y = -0,0035x2 + 0,1067x + 1,0052
R2 = 0,9988

1,95

3

Peso esp. aparente seco (g/cm )

1,90
1,85
1,80
1,75
1,70
1,65
1,60

wot = 15,2

1,55
1,50
5,0

7,0

9,0

11,0

13,0

15,0

17,0

19,0

21,0

23,0

Umidade ( % )

COPPE/UFRJ
LABORATÓRIO DE GEOTECNIA
Projeto : Tese de mestrado
Interessado :
Cinconegui
Local :
Rio de Janeiro
15/03/2004
figura :
data :

25,0

ENSAIO DE COMPACTAÇÃO
Amostra :

Tipo :

CMBH - Usina do Estoril - BH-MG

Prof.: Laura Motta

CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO
0
E. Modificada
10 golpes/camadas
n da Camadas

37,5

COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
ENSAIO

Cápsula n0
Tara (g )

1
34
10,00
20,00
1570,00
4809,80
7980,30
2861,91
1,823
162
163

2
S/ Nº
10,00
20,00
1570,00
4639,50
7948,10
2923,09
1,862
152 154

3
49
10,00
20,00
1570,00
4954,90
8323,20
2923,15
1,862
175 176

4
34
10,00
20,00
1570,00
4809,40
8168,50
2863,15
1,824
173 174

5
S/N
10,00
20,00
1570,00
4639,50
7950,60
2776,75
1,769
168 170

38,70

32,00

41,80

40,80

39,90

38,80

P.T.Úmido (g)

261,70

251,00 281,30 284,00 306,40 312,60 283,50 281,80 272,20 321,40

P.T.Seco (g)

240,80

228,90 253,70 255,00 271,30 276,40 248,30 244,50 234,80 274,40

Solo Seco (g)

202,10

196,90 211,90 217,20 230,50 237,70 208,40 210,10 196,00 242,20

Umidade (%)

10,34

11,22

0

Molde N
Diâmetro(cm)
Altura(cm)
Volume(cm3)
P. molde(g)
P.T.Úmido(g)
Solo Seco(g)

Js (g/cm3 )

10,78

w.média (%)

13,03

37,80

13,35

15,23

13,19

38,70

15,23

16,89

15,23

34,40

17,75

19,08

17,32

6

32,20

19,41

19,24

2,00
y = -0,0037x2 + 0,1047x + 1,1253
R2 = 0,9976

1,95

3

Peso esp. aparente seco (g/cm )

1,90
1,85
1,80
1,75
1,70
1,65
1,60

Wot = 14,1

1,55
1,50
5,0

7,0

9,0

11,0

13,0

15,0

17,0

19,0

21,0

23,0

Umidade ( % )

COPPE/UFRJ
LABORATÓRIO DE GEOTECNIA
Projeto : Tese de mestrado
Interessado :
Cinconegui
Local :
Rio de Janeiro
25/09/2003
figura :
data :

25,0

ENSAIO DE COMPACTAÇÃO
Amostra :

Tipo :

MIBH - Usina do Estoril - BH-MG

Prof.: Laura Motta

CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO
0
E. Modificada
10 golpes/camadas
n da Camadas

37,5

COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
ENSAIO

Cápsula n0
Tara (g )

1
S/ Nº preto
10,00
20,00
1570,00
4639,20
7730,30
2696,55
1,718
100
109

2
49
10,00
20,00
1570,00
4954,90
8131,80
2736,22
1,743
150 154

3
34
10,00
20,00
1570,00
4808,10
8052,00
2753,35
1,754
175 177

4
S/n
10,00
20,00
1570,00
4639,20
7859,00
2720,80
1,733
176 178

5
34
10,00
20,00
1570,00
4808,10
8000,00
2672,34
1,702
113 121

62,00

64,70

42,10

40,80

38,70

65,80

P.T.Úmido (g)

403,00

420,80 239,60 260,20 266,20 253,10 234,30 243,90 420,80 351,20

P.T.Seco (g)

360,00

374,80 212,20 228,80 230,80 221,80 205,00 210,60 361,80 304,20

Solo Seco (g)

298,00

310,10 170,10 195,00 190,00 184,10 166,30 174,70 296,00 248,00

Umidade (%)

14,43

14,83

0

Molde N
Diâmetro(cm)
Altura(cm)
Volume(cm3)
P. molde(g)
P.T.Úmido(g)
Solo Seco(g)

Js (g/cm3 )

14,63

w.média (%)

16,11

33,80

16,10

18,63

16,11

37,70

17,00

17,62

17,82

35,90

19,06

19,93

18,34

6

56,20

18,95

19,44

2,00
y = -0,0074x2 + 0,2509x - 0,3623
R2 = 0,9347

1,95

3

Peso esp. aparente seco (g/cm )

1,90
1,85
1,80
1,75
1,70
1,65
1,60

Wot = 17,0

1,55
1,50
5,0

7,0

9,0

11,0

13,0

15,0

17,0

19,0

21,0

23,0

Umidade ( % )

COPPE/UFRJ
LABORATÓRIO DE GEOTECNIA
Projeto : Tese de mestrado
Interessado :
Cinconegui
Local :
Rio de Janeiro
25/09/2003
figura :
data :

25,0

ENSAIO DE COMPACTAÇÃO
Amostra :

Tipo :

MMBH - Usina do Estoril - BH-MG

Prof.: Laura Motta

CARACTERÍSTICAS DO ENSAIO
0
E. Modificada
10 golpes/camadas
n da Camadas

37,5

COMPACTAÇÃO DOS CORPOS DE PROVA
ENSAIO

Cápsula n0
Tara (g )

1
S/ Nº preto
10,00
20,00
1570,00
4639,20
7800,00
2784,80
1,774
160
165

2
49
10,00
20,00
1570,00
4954,90
8225,40
2837,14
1,807
158 164

3
34
10,00
20,00
1570,00
4808,10
8090,90
2802,56
1,785
153 159

4
S/n
10,00
20,00
1570,00
4639,20
7909,70
2766,20
1,762
156 168

5
34
10,00
20,00
1570,00
4808,10
7996,90
2654,64
1,691
162 163

31,40

43,30

41,20

33,50

40,70

38,70

P.T.Úmido (g)

288,50

270,20 288,20 286,20 253,10 235,80 266,20 247,70 318,10 280,80

P.T.Seco (g)

257,70

243,40 255,20 252,60 221,00 207,50 231,40 215,50 271,70 238,80

Solo Seco (g)

226,30

200,10 214,00 222,10 187,50 165,00 190,70 176,80 233,00 206,60

Umidade (%)

13,61

13,39

0

Molde N
Diâmetro(cm)
Altura(cm)
Volume(cm3)
P. molde(g)
P.T.Úmido(g)
Solo Seco(g)

Js (g/cm3 )

13,50

w.média (%)

15,42

30,50

15,13

17,12

15,27

42,50

17,15

18,25

17,14

38,70

18,21

19,91

18,23

2,00

6

32,20

20,33

20,12

y = -0,0055x2 + 0,1732x + 0,4483
R2 = 0,9914

1,95

3

Peso esp. aparente seco (g/cm )

1,90
1,85
1,80
1,75
1,70
1,65
1,60

Wot = 15,7

1,55
1,50
5,0

7,0

9,0

11,0

13,0

15,0

17,0

19,0

21,0

23,0

Umidade ( % )

COPPE/UFRJ
LABORATÓRIO DE GEOTECNIA
Projeto : Tese de mestrado
Interessado :
Cinconegui
Local :
Rio de Janeiro
25/09/2003
figura :
data :

25,0

Anexo 4
Módulo de Resiliência Composto
Planilhas

14983 -6.54 -0.103 0.27302629 -1.38469 -8.26 -0.069 0.000814 0.97592965 -2.51 1.000372 0.50 19.137 0.93 2.88673193 -3.137 0.57987911 -2.27302629 -3.96588968 K1 = 1/k1 528 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.66222 -7.034 0.021 0.97592965 -2.2385891 2 R = 0.069 0.000066 0.021 0.27302629 -2.45 1.98777435 -1.45 2.98777435 -1.206 0.103 0.88 24.000427 0.90976 -7.001895307 -0.37 15.001043 0.000889 0.97592965 -2.034 0.33 1.23 0.034 0.069 0.17 0.62586 -8.10 -0.94621 -7.47 -0.103 0.15 -0.57987911 -1.21 7.137 0.98777435 -1.27302629 -2.000062 0.062 0.67364877 -2.000376 0.34745 -7.97592965 -2.88 11.22 -0.82 23.08 3.28755 -6.49 -0.275 0.86433016 -2.051 0.000114 0.000237 0.069 0.97132 -7.051 0.00116 0.034 0.001275 0.67364877 -2.103 0.38139475 -2.57987911 -2.001138 0.000319 0.68838 -8.62 13.28 10.000084 0.33 2.206 0.000391 0.000388 0.11 0.051 0.55402 -7.0002 0.11355 -6.90 21.98777435 -1.86323284 -3.000189 0.137 0.57987911 -1.206 0.98777435 -1.103 0.33 19.65 4.75 18.81791 -3.73 13.27 10.04 36.174414 -1.021 0.47515 -7.58 0.051 0.16394 -8.00035 0.206 0.034 0.174414 -1.70 -0.67364877 -2.27302629 -2.67364877 -2.00108 0.97778 -7.05032 -9.137 0.38139475 -2.000327 0.77764 -7.86433016 -2.275 0.95758 -7.02 14.47 -0.38139475 -2.27302629 -1.000201 0.97592965 -2.103 0.57987911 -1.051 0.000591 0.97592965 -2.000419 0.73 25.021 0.38 0.66 -0.309 0.103 0.051 0.09 0.10508 -7.48 8.57987911 -2.38139475 -2.07931 -7.137 0.27302629 -1.000577 0.069 0.46840 -7.98777435 -1.32479 -6.97592965 -2.72176 -7.000533 0.034 0.98 5.000583 0.29489 -6.27302629 -2.069 0.137 0.27302629 -2.67364877 -2.98777435 -1.98777435 -1.27737 -8.137 0.93219 -7.00021 0.27302629 -2.000126 0.35 0.08 -0.67364877 -1.86323284 -3.206 0.52 1.19418321 -2.103 0.86 10.45 9.38139475 -2.86323284 -3.67364877 -1.88 15.98777435 -3.27302629 -1.19418321 -2.95590 -7.86323284 -3.36 -0.97592965 -2.155 0.051 0.76 8.034 0.034 0.98777435 -3.27302629 -2.59293 -7.13 0.01149 -7.16 21.309 0.103 0.70 0.174414 -1.42188 -7.86323284 -3.85451 -7.38139475 -3.51221 -7.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MSIRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.137 0.03 6.51 0.38139475 -3.000632 0.051 0.97592965 -2.57 -0.86565 -7.000178 0.07 -0.041 0.021 0.000354 0.137 0.88592 -8.103 0.051 0.27302629 -2.88673193 -3.51719 -7.98777435 -1.67364877 -2.137 0.57987911 -2.103 0.103 0.00036 0.103 0.02555 -9.86323284 -3.97592965 -2.062 0.103 0.155 0.01 0.58 10.87 19.82 -0.103 0.000255 0.88858 -7.98033 -7.97592965 -2.70 5.26643 -7.71 -0.67364877 -2.000504 0.000858 0.89662 -9.14 -0.46 -0.069 0.38139475 -2.16155 -7.36820 -6.137 0.069 0.137 0.103 0.94338 -7.174414 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 36 4 -1 30 -18 -21 -8 -37 -20 -54 -38 -11 -46 -1 28 -8 28 68 124 13 -5 28 -26 -35 6 -41 -32 -12 -40 -20 -24 -18 31 -5 25 72 59 7 1 39 -5 -6 -10 -30 -16 -14 -23 -4 -37 -6 33 21 49 81 104 48 24 84 -1 -7 49 -18 -21 -39 -32 4 -19 16 47 -11 57 80 104 39 29 59 -8 -10 31 -26 -2 8 -26 -2 -24 1 44 14.69 -0.412 0.00022 0.103 0.000185 0.43 1.67364877 -2.27302629 -2.01 0.27302629 -2.206 0.91 3.14 0.29098418 -0.67364877 -1.103 0.00317 -8.206 0.4719 K3 = 1-k3 -0.021 0.51 3.034 0.000122 0.42 16.67364877 -2.78062089 -3.23858915 k1 k2 k3 0.001227 0.38139475 -3.88673193 -3.44 0.44 1.051 0.33 -0.309 0.35 0.45767 -8.01534 -6.001147 0.34 11.43369 -8.46 3.29098418 -0.63 3.87 5.70 -0.021 0.069 0.069 0.000839 0.86 0.67364877 -2.97592965 -2.069 0.069 0.27302629 -2.85 15.206 0.15622 -6.67364877 -2.103 0.62586 -8.36662 -8.103 V d (kgf/cm2) 0.33 2.38139475 -2.67364877 -2.94621 -7.09 0.67364877 -1.13 0.051 0.43 0.000852 0.31 2.55 -0.57376 -7.021 0.79 0.25 0.309 TeseCinconeguiAnexosMSIRJ (2) Ha 0.27302629 -1.38139475 -2.88592 -7.32 12.67 6.11 -0.88 1.19418321 -2.021 0.02541 -6.000359 0.51 -0.103 0.28 8.00093 0.97592965 -2.000953 0.29098418 -0.38139475 -3.000524 0.021 0.86323284 -3.48 1.03 11.103 0.034 0.051 0.000659 0.000801 0.38 -0.64 0.021 0.103 0.000998 0.02 0.60 14.85709 -8.70318 -9.86323284 -3.35 22.137 0.051 0.86323284 -3.27302629 -1.000639 0.57987911 -1.021 0.034 0.27302629 -1.000898 0.86323284 -3.103 0.78062089 -3.38139475 -3.000163 0.84680 -7.155 0.70237 -9.08330 -6.103 0.97 15.000833 0.86323284 -3.97592965 -2.59 0.31 10.069 0.59515 -8.99 2.034 0.412 0.069 0.97923 -7.50 -0.33 -0.23 -0.069 0.034 0.206 0.27302629 -1.86 16.02 0.000354 0.57987911 -1.12965 -6.85 -0.27425 -7.17006 -7.20 1.27302629 -1.29098418 -0.66 -0.4719057 1.069 0.86323284 -3.137 0.051 0.206 0.137 0.15 -0.069 0.27302629 -1.73 23.041 0.034 0.17 11.103 0.021 0.034 0.86323284 -3.98777435 -1.38139475 -3.06091 -8.67364877 -2.97592965 -2.27302629 -1.86323284 -3.22 2.051 0.67364877 -2.103 0.97 -0.86323284 -3.97592965 -2.021 0.000567 0.137 0.000216 0.103 0.27302629 -2.45 3.86433016 -2.67364877 -2.29 0.53 -0.10 -0.000679 0.000389 0.67 17.05 0.034 0.86323284 -3.57 2.06792 -8.02 1.15 15.137 0.53 4.63 0.35561 -6.021 0.53699 -7.67364877 -2.75934 -7.412 0.97592965 -2.86433016 -2.67364877 -1.50015 -7.000631 0.000343 0.01 0.275 0.174414 -1.000774 0.000833 0.01 32.000965 0.03 0.57987911 -2.000105 0.041 0.38139475 -3.062 0.70 3.97592965 -2.95 32.44023 -7.034 0.98777435 -1.98777435 -3.66481 -9.78062089 -3.000127 0.2683745 b1 -0.27302629 -2.56 -0.86323284 -3.19418321 -2.00078 0.97592965 -2.98777435 -1.000375 0.44732 -8.021 0.001261 0.63 11.034 0.67364877 -2.103 0.98777435 -1.45 1.275 0.27302629 -1.86 0.062 0.98777435 -1.034 0.30 8.000376 0.97592965 -2.67364877 -2.38139475 -3.62 5.000302 0.86 0.89 -0.67364877 -2.46 14.000737 0.09048 -8.83079 -7.155 0.38139475 -3.000387 0.36 -0.041 0.2386 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 250 186 165 270 184 163 255 186 182 228 202 206 265 262 266 324 309 323 339 195 160 268 176 149 270 182 171 271 200 198 287 246 269 327 306 327 273 190 167 279 197 179 254 193 186 268 217 213 274 257 272 353 330 336 318 230 190 324 201 177 313 204 181 244 208 222 291 280 286 321 338 336 318 222 194 298 195 174 295 197 200 291 214 216 286 264 282 -9.86323284 -3.09048 -6.66 18.85193 -7.034 0.000423 0.41 -0.24 21.000257 0.021 0.051 0.78062089 -3.72 12.021 0.97 0.069 0.88673193 -3.04 12.38139475 -3.103 0.155 0.98777435 -1.03 -0.98777435 -1.27302629 -1.000173 0.78 9.000066 0.75 6.98777435 -1.069 0.17 10.74 -0.18 -0.67 20.069 0.28 1.051 0.000691 0.041 0.001094 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.001228 0.27302629 -1.27302629 -2.069 0.05 -0.52 17.137 0.000684 0.63373 -8.19418321 -2.021 0.069 0.77848 -7.75873 -7.051 0.21292 -6.86323284 -3.051 0.051 0.98777435 -3.77061 -7.86433016 -2.069 0.309 0.10 23.412 0.02 -0.137 0.47171 -8.4719057 b2 1.27302629 -2.76814 -7.000283 0.78 1/2 .000785 0.78062089 -3.29 -0.86323284 -3.069 0.062 0.67585 -9.92941 -7.38 -0.97 0.021 0.38139475 -2.069 0.38139475 -2.07 -0.000553 0.20 -0.000909 0.67364877 -2.42 -0.32 0.03 13.137 0.000077 0.

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Padrão 55.137 0.04358 -6.069 0.103 0.19418321 -2.80 1.49 17.051 0.94858 -7.47 -1.275 0.86323284 -3.000167 204 0.51719 -7.04243 -8.99840 -9.26 0.38139475 -3.98777435 -1.13 0.57987911 -1.10 -0.09288 -6.92387 -7.034 0.32 0.000086 244 0.41 -0.81410 -7.103 0.86323284 -3.98777435 -1.57987911 -2.15238 -6.137 0.98777435 -1.42 9.021 0.04 -0.27302629 -1.67364877 -2.412 TeseCinconeguiAnexosMSIRJ (2) 0.155 0.309 0.81 16.021 0.137 0.069 0.38139475 -2.53 20.65 -0.001142 271 0.29098418 -0.86323284 -3.79 -0.26 0.39 3.069 0.78062089 -3.309 0.64 0.67364877 -2.051 0.051 0.137 0.000898 173 0.78003 -7.000251 163 0.000286 241 0.57987911 -1.0004 343 0.000424 323 0.069 0.000217 235 0.069 0.001279 322 0.97592965 -2.88592 -9.206 0.021 0.97592965 -2.17 6.000704 195 0.001293 319 0.59 -0.137 0.137 0.041 0.034 0.98777435 -3.137 0.95 2.137 0.69 19.07 -0.33 -0.000985 209 0.103 0.81 13.27302629 -2.67364877 -1.67364877 -2.77497 -7.000208 245 0.137 0.051 0.206 0.174414 -1.95188 -7.45940 -7.034 0.97592965 -2.206 0.051 0.20 15.000362 285 0.103 0.67364877 -2.12 -0.57987911 -2.74 -0.86323284 -3.98777435 -1.84 1.26 -0.09 28.19418321 -2.57987911 -2.103 0.72 3.57 -0.13 -0.86323284 -3.33 21.66 13.034 0.021 0.10499 -6.206 0.47797 -7.94546 -7.103 0.27302629 -1.38139475 -2.000099 212 0.81906 -7.08808 -8.57987911 -1.15952 -7.66 21.38139475 -3.137 0.06612 -7.00041 151 0.51 19.86323284 -3.98777435 -1.15 15.051 0.174414 -1.37 -0.26 1.49739 -7.034 0.93498 -7.04 -0.0.000388 160 0.275 0.137 0.051 0.041 0.86433016 -2.062 0.86323284 -3.021 0.103 0.74034 -7.65002 -9.07617 -6.103 0.98777435 -3.98777435 -1.00096 215 0.27302629 -2.069 0.174414 -1.66 9.000111 306 0.38139475 -2.02767 -6.16 -0.062 0.000658 208 0.27302629 -1.95 4.19 0.81518 -7.38139475 -3.27302629 -1.36 5.88673193 -3.05 18.000383 269 0.021 0.98777435 -1.021 0.67364877 -2.34316 -8.59 -0.38139475 -3.000612 168 0.30 -0.32176 -6.000246 280 0.32025 -6.16 -0.88 29.15 0.034 0.60 12.86323284 -3.29098418 -0.021 0.92 0.309 0.65389 -1.98777435 -1.38139475 -3.103 0.27302629 -2.137 0.000835 186 0.069 0.04483 -7.051 0.88673193 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 214 183 165 240 202 184 263 223 202 283 240 218 310 263 239 332 281 255 11 47 70 70 44 19 67 -6 -12 -8 -23 -16 -2 -33 -4 -23 -8 32 -9 34 67 48 6 -1 48 -16 -16 -2 -42 -8 -41 -33 -3 -26 3 43 -4 44 70 36 7 -6 -27 -24 -21 -13 -41 -25 -58 -32 -9 -42 -12 32 -12 29 63 30 -17 -14 24 -31 -27 -18 -36 -30 -63 -45 -12 -56 0 29 -15 34 63 -2 -19 -13 -36 -34 -25 -28 -44 -26 -64 -36 -14 -54 -15 26 -18 40 64 Média 3.79 18.001152 268 0.06 -0.67364877 -2.67364877 -1.001289 320 Desv.65079 -9.000084 250 0.92287 -7.09 3.39878 -8.021 0.000874 177 0.051 0.137 0.17 11.103 0.79935 -8.34 1.034 0.67364877 -2.97592965 -2.33 11.000352 196 0.87 -0.30 -0.051 0.275 0.000783 263 0.24 -0.

021 0.43 27.97592965 -2.000161 0.38139475 -2.67364877 -2.63 0.034 0.83450 -7.80 0.38139475 -2.206 0.38139475 -2.137 0.00011 0.67364877 -2.67364877 -2.309 0.78062089 -3.000356 0.05 37.30 0.98777435 -1.72647 -7.97592965 -2.98777435 -1.29342 -6.48279 -7.000357 0.27302629 -1.87 -0.46840 -7.051 0.23956 -7.103 0.60 5.05 -0.96 0.155 0.80 7.10743 -6.27302629 -3.50 -0.206 0.35 -1.67364877 -2.000178 0.97592965 -2.137 0.62930 -7.26300 -8.97592965 -2.103 0.069 0.275 0.49 14.98777435 -1.14728 -8.174414 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 63 14 2 23 -27 -27 -12 -47 -37 -68 -48 -24 -65 -29 17 -36 20 46 -4 -47 -42 -23 -71 -57 -59 -73 -55 -48 -76 -32 -69 -28 21 -30 19 61 40 11 -3 29 -23 -18 6 -37 -18 -45 -32 -4 -52 1 53 7 63 93 102 51 28 83 3 -10 15 -27 -11 -1 -24 -3 -21 4 51 30 65 97 136 58 33 61 2 -8 32 -26 -13 4 -24 -7 -14 10 76 19.103 0.051 0.001189 0.92 1.412 0.37 -1.86323284 -3.98777435 -1.000964 0.27302629 -2.27302629 -2.000869 0.103 0.31 0.11 1.000721 0.91 4.50 31.78062089 -3.50 39.98777435 -3.27302629 -2.27302629 -2.034 0.86323284 -3.137 0.069 0.86323284 -3.38139475 -3.103 0.07 -0.034 0.0003 0.47 8.103 0.81 0.11 -0.034 0.97592965 -2.38139475 -3.000554 0.103 0.98777435 -1.67 27.67 -0.000695 0.001077 0.12 0.35 11.97592965 -2.021 0.65 26.89 23.17 17.103 0.97592965 -2.069 0.103 0.48936 -7.021 0.67364877 -2.27302629 -1.01 3.034 0.021 0.22 0.206 0.069 0.137 0.33905 -7.27 -0.46 0.84522 -8.86323284 -3.103 0.137 0.06 -0.67364877 -2.000306 0.034 0.29098418 -0.103 0.034 0.137 0.000152 0.001064 0.069 0.137 0.04719 -9.38139475 -2.051 0.32 1.89 4.137 0.137 0.28463 -6.021 0.137 0.000276 0.67364877 -2.069 0.46 1.67364877 -2.82155 -8.000108 0.68 1.069 0.57987911 -2.23487 -6.03169 -7.000686 0.98777435 -1.67364877 -1.000651 0.93 -1.103 0.38139475 -3.103 0.000819 0.57987911 -1.000958 0.11 9.27302629 -1.001076 0.27302629 -1.000665 0.206 0.76 9.021 0.97592965 -2.59 1.86323284 -3.206 0.48 11.000053 0.27302629 -2.062 0.01980 -3.56 0.15 0.13 10.174414 -1.11110 -6.309 0.88673193 -3.000203 0.034 0.069 0.75 -1.103 0.103 0.53 22.31425 -7.67364877 -2.000718 0.000543 0.98777435 -3.86323284 -3.86323284 -3.19 -0.062 0.83358 -9.00027 0.04817 -8.034 0.103 0.041 0.86323284 -3.02 1.88673193 -3.99543 -7.97592965 -2.33 16.97592965 -2.000264 0.10 0.309 0.82433 -9.71969 -7.000157 0.59890 -8.06 8.27302629 -2.412 0.000285 0.000171 0.103 0.57987911 -2.051 0.98777435 -1.137 0.67364877 -2.000701 0.86323284 -3.062 0.63373 -8.67364877 -2.15952 -7.00007 0.86433016 -2.22 0.069 0.38139475 -2.88673193 -3.27302629 -2.97592965 -2.67364877 -2.76 14.92 1.000725 0.069 0.021 0.03 3.000787 0.57987911 -2.27302629 -2.103 0.000837 0.2550 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 323 233 199 309 212 189 298 212 197 261 229 226 292 270 287 343 337 332 256 172 155 264 168 158 251 186 178 282 201 217 289 271 290 348 336 347 300 230 194 315 216 198 317 222 216 285 245 246 306 300 323 385 379 379 362 270 225 370 242 206 325 232 223 329 252 246 337 303 321 408 381 383 396 277 230 347 241 208 342 234 221 333 252 242 343 310 346 -9.45 -0.275 0.98777435 -1.97592965 -2.22934 -6.47 1.19418321 -2.56702 -8.91 0.07251 -9.51 -1.27302629 -2.64112 -8.137 0.38139475 -3.000353 0.57987911 -1.051 0.137 0.137 0.069 0.069 0.00068 0.45 12.051 0.86323284 -3.01 10.206 0.38 -0.35 4.99 0.069 0.000092 0.103 0.94442 -7.73464 -9.75 -0.021 0.32 0.034 0.51840 -7.000286 0.86433016 -2.000501 0.29 23.000838 0.000325 0.000521 0.021 0.034 0.29098418 -0.041 0.103 0.041 0.57987911 -1.000129 0.98777435 -1.000559 0.98777435 -1.96588968 K1 = 1/k1 563 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.103 0.069 0.67364877 -2.02 -0.38139475 -2.27302629 -1.309 TeseCinconeguiAnexosMSMRJ (2) Ha 0.05 -0.61095 -8.86323284 -3.206 0.4553 K3 = 1-k3 -0.29048 -6.19418321 -2.86 6.98777435 -1.07027 -8.021 0.29098418 -0.03 0.32657 -7.86323284 -3.45 16.000394 0.06 -0.137 0.27302629 -1.72 9.79163 -8.275 0.103 0.86323284 -3.99 1.000242 0.00032 0.000486 0.069 0.21709 -9.069 0.069 0.51289 -8.000058 0.38139475 -2.78 0.04719 -7.069 0.33 6.67364877 -2.67364877 -1.05 16.12 -0.99840 -7.051 0.86433016 -2.01 17.000894 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.021 0.86323284 -3.43 1.91 1.43 -0.000245 0.000401 0.069 0.000148 0.98777435 -3.40879 -8.71 17.000913 0.021 0.57987911 -2.19418321 -2.19 -0.67364877 -2.069 0.021 0.137 0.94058 -7.2550342 2 R = 0.79692 -7.97592965 -2.38139475 -3.42 4.67364877 -2.58 8.38139475 -2.18219 -6.041 0.73 16.03 -0.23054 -8.041 0.27 22.001087 0.27302629 -2.42 -0.38 21.021 0.19 1/2 .103 0.82 7.051 0.000543 0.67364877 -2.174414 -1.80 4.42 6.27302629 -1.07 2.155 0.034 0.000816 0.309 0.412 0.86433016 -2.00 0.000337 0.18 -0.51840 -7.69 2.27302629 -2.034 0.20 0.32 0.0004 0.33700 -8.19511 -9.81156 -7.86323284 -3.20 15.000763 0.069 0.000411 0.103 0.155 0.28 -0.103 0.155 0.67364877 -2.86323284 -3.99 25.17 -0.062 0.99877 -7.27302629 -1.78062089 -3.98777435 -1.16302 -7.034 0.97592965 -2.42192 -6.05 13.051 0.49835 -7.27302629 -2.86323284 -3.38139475 -3.174414 -1.48 0.51 0.206 0.00021 0.069 0.051 0.034 0.67364877 -1.75 -0.11173 -7.29098418 -0.54 42.38 -0.34 34.31572 -7.97 1.034 0.27302629 -1.27302629 -1.4553271 b2 1.13338 -8.051 0.25 16.97592965 -2.52 2.41 -0.42 7.75 -0.38139475 -3.95066 -7.27302629 -1.80 0.61 0.57987911 -1.06 0.28 0.069 0.021 0.12 20.25503419 k1 k2 k3 0.67778 -7.23904 -8.3335162 b1 -0.137 0.000065 0.27302629 -1.86 0.103 0.03 22.96 0.000098 0.021 0.034 0.206 0.23 -0.04 -0.96010 -7.08 -0.98777435 -1.98777435 -3.38139475 -2.16 0.26 36.67364877 -1.27302629 -1.17825 -6.00085 0.09193 -7.53 24.70 -0.15 -0.67364877 -1.41 10.57987911 -1.98777435 -1.000598 0.38139475 -3.021 0.069 0.000682 0.103 0.275 0.58 -0.65 28.000176 0.76 5.44 0.02 0.174414 -1.73411 -7.021 0.001241 0.000336 0.021 0.94904 -7.069 0.19418321 -2.206 0.000495 0.36 -0.50230 -7.051 0.67364877 -2.38139475 -2.16 1.051 0.00076 0.69 1.98777435 -1.137 0.75507 -8.000441 0.137 0.000082 0.11503 -8.58 13.034 0.103 V d (kgf/cm2) 0.25 15.73 -0.062 0.67364877 -2.155 0.97592965 -2.81 12.000463 0.001775779 -0.82405 -7.75926 -7.021 0.80 10.051 0.051 0.64503 -8.78062089 -3.29372 -8.86323284 -3.98777435 -1.000949 0.26 18.37 18.137 0.86323284 -3.83 0.61 12.27302629 -1.67385 -7.83916 -7.27302629 -2.32 -0.78062089 -3.034 0.051 0.034 0.38139475 -3.19418321 -2.88673193 -3.93777 -7.051 0.90 -0.44 20.94 14.27302629 -2.84572 -7.57987911 -2.50 -0.27302629 -2.08449 -7.63 9.97592965 -2.97592965 -2.000207 0.69184 -9.000444 0.27160 -8.04 5.10 -0.06 -0.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MSMRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.000239 0.00032 0.97592965 -2.80 10.81830 -8.58 -1.55976 -8.31 4.98777435 -1.051 0.05 0.86433016 -2.42 -0.08569 -8.38139475 -3.95570 -7.000546 0.33 9.051 0.54 1.103 0.97592965 -2.36 -0.86323284 -3.000312 0.137 0.4553271 1.051 0.103 0.000149 0.412 0.

02 -0.90 20.92185 -9.94058 -7.034 0.051 0.86323284 -3.85 -0.103 0.0.82 -0.91 1.069 0.67364877 -1.67364877 -2.98777435 -1.27302629 -1.07 0.000308 334 0.275 0.069 0.000872 236 0.069 0.021 0.000348 394 0.24 0.000538 255 0.22 15.70 33.27302629 -2.04 14.77 0.137 0.021 0.98777435 -1.07 -0.64 -0.000238 290 0.22 -0.16 1.43 16.021 0.30 1.27302629 -1.93205 -7.00 0.97592965 -2.24603 -8.021 0.33817 -8.034 0.000161 317 0.57987911 -2.103 0.206 0.38139475 -3.103 0.38 0.31834 -7.65 21.72 4.67364877 -2.86323284 -3.000068 309 0.051 0.78062089 -3.54 20.001119 368 0.26 23.38139475 -3.38139475 -2.000976 317 0.14219 -7.28172 -6.38139475 -2.23 -0.88306 -7.67364877 -2.069 0.22247 -8.034 0.041 0.86323284 -3.33 0.91 1.275 0.98777435 -1.88 0.309 0.61 10.03 1.95 14.137 0.051 0.98777435 -1.021 0.97592965 -2.062 0.98363 -9.01 8.051 0.103 0.09 0.137 0.103 0.97592965 -2.27302629 -1.74 -0.98777435 -1.68838 -8.82 0.15 -0.72791 -8.27302629 -2.021 0.309 0.97592965 -2.50 -0.00 0.68 1.00047 219 0.42644 -7.98777435 -1.000165 309 0.155 0.81245 -9.000248 278 0.05 10.83 4.00073 212 0.79532 -9.38139475 -3.206 0.11 0.72 19.000149 275 0.051 0.86323284 -3.08 -0.88673193 -3.137 0.103 0.98777435 -3.13 -0.06 14.86323284 -3.137 0.52951 -7.206 0.78062089 -3.38139475 -3.19418321 -2.08217 -7.069 0.67364877 -2.86323284 -3.20078 -6.86323284 -3.93 13.103 0.27302629 -2.67364877 -2.206 0.67364877 -2.19418321 -2.38139475 -3.137 0.20971 -9.88673193 -3.67364877 -2.00042 245 0.19418321 -2.000986 418 0.57 -0.67364877 -2.034 0.81518 -7.4911 0.309 0.13876 -9.05 0.96619 -7.24 0.021 0.27302629 -2.67364877 -2.27302629 -2.000289 239 0.069 0.051 0.000442 233 0.000219 315 0.32 2/2 .00 0.000746 369 0.137 0.27302629 -2.174414 -1.44 0.70 -0.47 13.56324 -8.13 0.97592965 -2.103 0.27302629 -2.051 0.29098418 -0.000062 339 0.48 29.97592965 -2.034 0.000136 250 0.79 1.38 0.31 -0.034 0.137 0.21 13.000068 309 0.103 0.000688 225 0.041 0.73329 -7.27302629 -1.66 -0.38139475 -3.137 0.21 -0.74 22.174414 -1.062 0.18 -0.021 0.000479 215 0.78062089 -3.08 7.83 14.000583 235 0.412 0.000123 276 0.000562 244 0.57987911 -2.137 0.051 0.76 4.59600 -8.137 0.137 0.000931 295 0.44732 -7.412 0.206 0.94 7.000162 253 0.000337 205 0.069 0.000656 314 0.19 -0.034 0.54 -0.86323284 -3.88673193 -3.38139475 -2.67364877 -2.77 8.52 -0.19677 -6.01 2.56 17.21428 -6.08092 -8.000305 338 0.034 0.75 15.001097 282 0.27302629 -2.59103162 -7.50 1.27302629 -1.98777435 -1.38139475 -2.041 0.174414 -1.67364877 -2.98777435 -3.48 8.041 0.021 0.19 9.95 23.000453 227 0.81156 -8.75 4.27304 -8.43 20.103 0.98777435 -1.03 3.70957 -7.000347 395 0.98777435 -1.10 -0.93513 -7.000309 333 0.27302629 -1.051 0.65663 -8.86323284 -3.86433016 -2.94 35.50 0.01534 -8.63 25.412 0.07 3.86323284 -3.034 0.97925 -6.021 0.91 31.000564 243 0.67364877 -1.206 0.103 0.137 0.94621 -7.67364877 -2.57 6.86323284 -3.98777435 -3.000578 178 0.19418321 -2.27302629 -2.206 0.137 0.88673193 -3.103 0.98777435 -3.069 0.57987911 -1.000309 223 0.137 0.78062089 -3.73 15.051 0.52 5.47 0.97592965 -2.67364877 -1.206 0.27302629 -1.000662 207 0.21700 -6.26 0.98777435 -1.79890 -1.069 0.59 -0.91882 -7.29098418 -0.034 0.137 0.000179 285 0.000353 388 0.38139475 -3.000987 313 0.275 0.27302629 -2.97592965 -2.11 22.28172 -8.034 0.00333 -8.98777435 -1.034 0.000688 299 0.103 0.18 3.000272 228 0.001299 317 0.174414 -1.97592965 -2.99543 -7.08541 -7.97592965 -2.12 -0.94904 -7.64381 -7.67364877 -2.000178 230 0.034 0.103 0.034 0.103 0.97592965 -2.00028 246 0.000239 289 0.155 0.23 0.06 5.30208 -7.98777435 -1.000734 375 0.41 11.062 0.78062089 -3.57987911 -1.92 8.77526 -7.103 0.54 0.57987911 -1.275 0.27302629 -1.103 0.27302629 -1.069 0.26163 -8.000537 192 0.98777435 -1.29098418 -0.76 1.69 15.137 0.89 4.98777435 -1.15 2.67364877 -2.103 0.62 -1.38139475 -2.309 0.069 0.000749 275 0.33905 -7.021 0.59600 -8.70352 -8.38139475 -2.67364877 -1.021 0.155 0.000713 386 0.67364877 -1.82 1.0011 375 0.069 0.49 16.48401 -7.11 13.86433016 -2.09 2.09520 -7.27 0.72 7.19145 -6.021 0.275 0.000362 378 0.36 10.97592965 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Padrão 63.000278 223 0.52394 -8.07854 -8.051 0.84 11.137 0.30525 -6.000191 215 0.97592965 -2.103 0.27302629 -1.86323284 -3.92084 -7.27302629 -2.021 0.67364877 -2.206 0.08 0.97592965 -2.38139475 -2.000736 374 0.103 0.000672 307 0.49 6.98777435 -1.67364877 -2.38139475 -2.02555 -8.77 -0.66278 -8.97592965 -2.73 0.412 0.31 13.24 0.86433016 -2.97592965 -2.069 0.24603 -6.034 0.103 0.000675 305 0.63 -0.034 0.001115 370 Desv.19418321 -2.021 0.069 0.069 0.38 -0.17172 -8.000354 291 0.35 0.27302629 -1.000244 283 0.412 TeseCinconeguiAnexosMSMRJ (2) 0.000327 190 0.34 -0.000713 217 0.069 0.47 14.57 13.38139475 -3.89 2.49 1.98777435 -1.88673193 -3.29098418 -0.137 0.63 18.27302629 -2.000694 223 0.38139475 -2.021 0.155 0.000166 247 0.000064 328 0.88673193 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 260 219 197 286 239 216 310 259 234 330 277 249 357 299 270 378 317 286 15 57 89 49 -4 -7 -36 -34 -37 -25 -44 -21 -41 -42 -20 -24 7 32 0 52 83 68 28 15 -10 -16 -22 6 -24 -16 -47 -33 -13 -23 0 47 17 49 98 109 56 26 100 8 17 54 -32 -8 -15 -34 -5 -19 15 48 10 69 132 49 11 -15 15 -40 -25 -33 -68 -32 -40 -70 -41 -66 -24 12 -52 -21 32 79 34 31 72 0 4 -1 -14 -10 -51 -22 -4 -3 6 43 7 58 84 Média 3.000898 229 0.64616 -9.98777435 -1.309 0.29098418 -0.96619 -7.53887 -8.97592965 -2.000347 199 0.52 -1.137 0.98777435 -1.137 0.71 0.000973 318 0.103 0.137 0.06 -0.069 0.10 0.27302629 -1.103 0.90286 -7.034 0.27302629 -1.33 7.27302629 -2.24 -0.000753 365 0.155 0.18789 -9.27302629 -2.00042 326 0.63373 -7.77526 -6.98777435 -1.103 0.38139475 -2.06 -0.103 0.051 0.000532 194 0.86323284 -3.35 -0.77246 -8.000184 277 0.45594 -8.27302629 -2.

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297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 68 13 11 -18 -22 -16 -1 -32 -20 -18 -41 -10 -42 -19 25 -19 25 55 27 -5 -14 37 -36 -34 -33 -52 -34 -32 -53 -22 -63 -24 29 -25 21 53 24 10 -14 17 -26 -30 -20 -49 -36 -25 -49 -8 -24 -15 39 -1 42 81 49 6 -16 53 -41 -32 -20 -36 -28 -25 -47 -4 -39 -9 27 -20 35 92 139 48 27 107 -1 -7 73 -17 -16 35 -45 6 -29 2 46 23.041 0.08541 -9.85193 -7.38139475 -2.38469 -8.27302629 -2.04932 -7.412 0.40 23.98464 -7.54 25.000799 0.67364877 -2.57987911 -1.82155 -7.67364877 -1.021 0.000518 0.96907 -7.97592965 -2.000645 0.38139475 -2.40 0.70 10.000203 0.19418321 -2.103 0.034 0.92 7.275 0.49 29.000681 0.37286 -8.021 0.10 -0.000208 0.67364877 -2.50 -0.001262 0.86323284 -3.81883 -7.000362 0.062 0.000208 0.36346 -8.90471 -7.000414 0.86323284 -3.021 0.43 1.98777435 -1.27302629 -2.78964 -7.27302629 -2.86323284 -3.69 -0.069 0.50230 -7.29195 -6.21700 -6.000507 0.84 6.001032 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.13 -0.97592965 -2.174414 -1.103 0.77 -0.000386 0.13969 -6.97592965 -2.93498 -7.174414 -1.53 -0.309 0.000553 0.00022 0.67364877 -2.034 0.051 0.000389 0.86433016 -2.75246 -9.00138 -8.00039 0.000932 0.051 0.12095 -6.97592965 -2.000085 0.09 -0.78062089 -3.17 -0.72 16.98777435 -1.155 0.29 20.309 0.4696671 b2 1.021 0.103 0.069 0.97592965 -2.98777435 -1.67364877 -2.000835 0.00127 0.000185 0.27302629 -2.32 -0.000058 0.000146 0.27302629 -1.000077 0.000643 0.15 -0.67364877 -2.103 0.14 0.069 0.37 0.86323284 -3.98777435 -1.069 0.4696671 1.021 0.137 0.27302629 -1.000084 0.34626 -6.25 0.021 0.000254 0.034 0.062 0.069 0.155 0.00087 0.01 -0.13215 -8.021 0.155 0.03 0.86323284 -3.000308 0.98777435 -1.15494 -6.137 0.000199 0.27302629 -2.000369 0.412 0.42 6.50 -0.84425 -9.137 0.051 0.000657 0.67364877 -2.97592965 -2.021 0.034 0.000392 0.65 -0.27302629 -1.103 0.86323284 -3.88673193 -3.27302629 -1.38139475 -2.10 17.38139475 -2.174414 -1.89 7.069 0.77 -0.26163 -8.83190 -7.97592965 -2.68 11.27302629 -1.30973 -6.00021 0.57987911 -2.051 0.069 0.137 0.43 -0.78200 -9.034 0.000562 0.57987911 -1.021 0.27302629 -1.27302629 -2.103 0.46840 -7.94 8.05858 -8.08 9.00086 0.04702 -8.27302629 -2.98777435 -3.97592965 -2.97132 -7.78723 -7.000346 0.67364877 -1.051 0.56 5.103 0.59 7.206 0.66 3.95 5.30 0.069 0.103 0.309 0.034 0.000362 0.84936 -7.25 18.78 9.000127 0.97 18.25 9.000422 0.137 0.000358 0.034 0.97592965 -2.57987911 -2.85967 -9.59 -0.29098418 -0.94 18.034 0.001099 0.001108 0.86433016 -2.206 0.53884 -8.92387 -7.47797 -7.02 -0.57987911 -2.021 0.137 0.206 0.08 0.034 0.59515 -7.86323284 -3.19418321 -2.98777435 -1.103 0.97592965 -2.05742 -6.000112 0.31 0.103 0.85421 -7.069 0.137 0.103 0.86323284 -3.67364877 -2.50 -0.40 -0.069 0.94 0.38139475 -3.412 0.0002 0.97592965 -2.78062089 -3.062 0.000781 0.02861 -7.38139475 -3.103 0.28 6.137 0.051 0.000146 0.29 13.2302 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 292 205 185 233 191 178 276 203 194 279 212 221 285 260 279 331 323 326 250 186 161 288 177 160 243 183 180 265 201 209 264 255 283 325 319 324 247 202 161 268 187 164 256 186 178 272 205 222 303 264 293 349 340 353 273 197 158 304 172 162 256 199 186 272 206 227 288 270 281 330 333 363 362 240 201 358 212 187 349 218 197 332 209 237 298 281 299 -9.000199 0.051 0.000764 0.88673193 -3.79 7.137 0.27302629 -2.16 -0.46 0.83 -0.206 0.51719 -8.67364877 -2.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MMIRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.38139475 -3.041 0.67364877 -2.65 2.78062089 -3.97592965 -2.137 0.75 -0.27302629 -2.27302629 -2.137 0.034 0.000473 0.2302136 2 R = 0.19 7.88 3.97592965 -2.86433016 -2.000335 0.000669 0.21 0.57987911 -2.000808 0.97592965 -2.051 0.206 0.11 1.54 -0.06 -0.021 0.62 -0.24 15.67364877 -2.81 9.051 0.000118 0.041 0.86323284 -3.103 V d (kgf/cm2) 0.001055 0.20 1.27302629 -2.309 0.44 2.67364877 -2.35 10.069 0.98656 -7.001093 0.21 0.021 0.26 0.155 0.30612 -7.74 20.57 5.82 -0.27302629 -1.98777435 -1.27302629 -1.137 0.55 -0.39 0.000095 0.103 0.67 -0.98777435 -1.19 20.98777435 -3.27818 -7.034 0.43 12.10013 -6.98777435 -1.034 0.08808 -8.98777435 -3.33 13.155 0.28 -0.50015 -7.021 0.000415 0.86323284 -3.67364877 -2.32783 -7.051 0.32 -0.000171 0.069 0.78 0.98777435 -1.069 0.07 2.50559 -8.103 0.137 0.103 0.86323284 -3.38139475 -3.103 0.98777435 -1.31723 -7.27302629 -3.99 -0.42188 -7.69 9.97592965 -2.275 0.103 0.86433016 -2.17 8.051 0.33 0.86323284 -3.82 19.36 23.000254 0.051 0.47171 -8.25 9.47 -0.21 38.28 0.34937 -8.000785 0.034 0.82 26.275 0.069 0.069 0.21 15.88673193 -3.97818 -7.27 -0.069 0.27 7.34 -0.27302629 -2.92387 -7.3341775 b1 -0.29098418 -0.61 -0.000985 0.83190 -7.38139475 -2.206 0.69 6.000326 0.29098418 -0.57987911 -1.38 9.38 -0.34 10.52221 -7.28 -0.001774605 -0.000393 0.98777435 -1.38139475 -2.27302629 -2.45 -0.67364877 -2.81 7.103 0.31 8.069 0.27302629 -1.4697 K3 = 1-k3 -0.88673193 -3.38139475 -3.26 -0.034 0.85967 -8.27302629 -1.206 0.75507 -8.23021364 k1 k2 k3 0.103 0.021 0.47797 -7.63 2.78 28.021 0.21 0.27302629 -2.051 0.86323284 -3.67364877 -1.78062089 -3.67364877 -2.53 -0.31 -0.021 0.98777435 -1.000386 0.94 26.001168 0.034 0.48 14.000247 0.81335 -7.76 0.97592965 -2.38139475 -2.97 20.57987911 -2.034 0.000734 0.051 0.38139475 -3.52221 -7.66 1.56 -0.11 21.78 8.00055 0.45 -0.27302629 -2.34 19.27818 -7.034 0.103 0.67364877 -2.174414 -1.16 -0.37456 -8.42 -0.86 0.275 0.11 13.77 10.98777435 -3.83 10.86323284 -3.051 0.27302629 -1.000634 0.000627 0.27302629 -1.91 7.67364877 -2.25483 -7.051 0.31 0.137 0.38139475 -3.98777435 -1.83 0.000401 0.38 22.051 0.000664 0.84 0.80520 -7.001134 0.86323284 -3.82 18.98777435 -1.63 16.19 0.000868 0.103 0.68 13.000926 0.92287 -7.93 5.069 0.67506 -9.034 0.65 3.43 23.67385 -8.00647 -7.103 0.78062089 -3.069 0.86323284 -3.12095 -6.27302629 -1.27302629 -1.98777435 -1.97592965 -2.069 0.062 0.45421 -8.29098418 -0.02 0.57 -0.103 0.43 4.97592965 -2.09701 -7.45 21.67364877 -2.87626 -3.86433016 -2.57 13.97592965 -2.66874 -9.021 0.103 0.

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Padrão 63.000412 333 0.069 0.11848 -6.103 0.98777435 -1.97592965 -2.03 -0.05 9.91836 -7.000898 173 0.55 29.00068 201 0.87 -0.86323284 -3.27302629 -1.20751 -6.67364877 -2.05 0.069 0.000155 219 0.70400 -9.88673193 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 223 192 174 251 213 194 276 235 214 297 254 231 327 279 254 350 298 272 26 63 97 46 19 -18 -24 -31 -17 -25 -42 -23 -45 -52 -2 -43 -1 69 -26 41 91 53 -32 -23 -31 -37 -40 -39 -46 -41 -34 -57 3 -54 -17 33 -20 33 64 30 2 -12 -3 -12 -24 -32 -54 -29 -68 -40 -3 -60 -32 36 -30 19 77 139 57 16 89 -4 10 -30 -13 -6 -48 -33 -3 -42 -6 50 -18 38 96 165 80 36 93 7 4 25 0 7 55 -13 3 3 38 60 52 69 163 Média 6.051 0.001018 304 0.051 0.74139 -9.309 0.71 -0.01 1.01534 -8.069 0.29098418 -0.73329 -7.0001 340 0.16 5.051 0.24717 -7.051 0.000391 176 0.103 0.14 26.80 29.19149 -7.84 15.062 0.000078 269 0.01 0.23 12.000423 324 0.27302629 -2.98777435 -1.18747 -6.67364877 -2.069 0.97592965 -2.000341 402 0.57987911 -1.47318 -7.90 0.103 0.000438 235 0.000605 170 0.91 19.27302629 -1.29 22.000099 343 0.15 11.103 0.309 0.034 0.51 -0.27302629 -1.65 -0.76 -0.38139475 -3.19418321 -2.155 0.12 38.000519 198 0.53699 -7.00058 178 0.069 0.000212 193 0.174414 -1.069 0.98777435 -1.001135 363 0.051 0.30 16.103 0.98777435 -1.65 1.069 0.50 -0.41028 -8.01 8.95 11.36 -0.069 0.67364877 -1.98777435 -1.97592965 -2.06931 -7.206 0.000622 220 0.97592965 -2.58 -0.86433016 -2.069 0.69 1.57987911 -1.000363 284 0.60 2.021 0.021 0.67364877 -2.96 7.31 0.37 5.103 0.98777435 -3.67364877 -1.137 0.97592965 -2.98777435 -1.86323284 -3.22039 -8.57987911 -1.03 -0.051 0.27302629 -2.103 0.000215 237 0.062 0.49 11.034 0.00 16.137 0.20238 -7.021 0.15 19.98 17.86323284 -3.46 19.88673193 -3.08 -0.27302629 -2.27302629 -1.67364877 -2.31122 -8.069 0.27302629 -1.98777435 -1.86433016 -2.27302629 -1.04 5.95 0.83157 -8.021 0.000277 249 0.00 1.24 29.000533 193 0.001118 369 0.38139475 -3.00081 191 0.275 0.001067 290 0.26 0.051 0.034 0.069 0.034 0.041 0.09 12.000834 247 0.78062089 -3.10987 -6.98777435 -1.85 -0.97592965 -2.97592965 -2.069 0.18088 -6.000831 331 0.034 0.001078 287 0.38139475 -3.137 0.034 0.46 -1.051 0.062 0.04 -0.12 0.051 0.051 0.48 13.86323284 -3.103 0.78062089 -3.19 0.27302629 -2.38139475 -2.38139475 -3.67364877 -1.412 0.000651 316 0.92 8.021 0.92663 -7.412 TeseCinconeguiAnexosMMIRJ (2) 0.83265 -7.27302629 -1.80 17.021 0.034 0.00758 -7.07 0.28 -0.034 0.137 0.67364877 -2.069 0.27302629 -2.137 0.103 0.00015 227 0.76814 -7.000207 246 0.069 0.78062089 -3.29098418 -0.309 0.20 0.97592965 -2.27 21.021 0.88673193 -3.97592965 -2.051 0.97592965 -2.86323284 -3.27302629 -1.103 0.98777435 -1.69 19.174414 -1.22 2.034 0.38139475 -2.78 -0.09288 -6.38139475 -2.05 -0.000905 228 0.86323284 -3.000787 262 0.27302629 -2.137 0.97592965 -2.08211 -8.85 -0.98777435 -1.412 0.103 0.021 0.38139475 -3.88 14.97592965 -2.000503 205 0.103 0.65 2.46 0.82653 -8.103 0.137 0.4185 0.103 0.98777435 -1.28 0.000748 368 0.47 0.67364877 -2.35 5.88673193 -3.103 0.27302629 -2.041 0.412 0.051 0.57 2/2 .000083 253 0.137 0.47 -0.98777435 -1.47 0.034 0.67364877 -2.36 -0.000312 330 0.05 -0.0009 229 0.68561 -7.000905 228 0.041 0.17 1.000761 361 0.27302629 -2.07251 -7.00084 185 0.72 0.174414 -1.41895988 -7.000361 285 0.01312 -7.06 14.206 0.89 37.137 0.38139475 -3.50 -0.98777435 -1.27302629 -1.137 0.86323284 -3.36 1.97592965 -2.000274 252 0.103 0.28 8.48478 -8.98777435 -1.034 0.86433016 -2.42 6.07 -0.97592965 -2.

137 0.86323284 -3.66 -0.103 0.88673193 -3.02861 -7.61 -0.31834 -7.000823 0.174414 -1.67364877 -2.54 6.87534 -7.000374 0.18 12.412 0.021 0.38139475 -3.27302629 -2.86227 -7.062 0.78062089 -3.29098418 -0.001026 0.137 0.79 -0.38139475 -2.70 10.069 0.29098418 -0.103 0.79016 -8.26 0.67364877 -1.86433016 -2.034 0.93219 -8.50 15.33547 -7.17 -0.37 0.86323284 -3.16912 -6.78062089 -3.67364877 -2.98777435 -1.86323284 -3.44 18.021 0.041 0.36 3.206 0.57987911 -2.67364877 -2.206 0.14728 -6.39 -0.021 0.27302629 -1.82250 -9.98777435 -3.137 0.42695 -8.91 5.041 0.97592965 -2.67364877 -2.19418321 -2.86323284 -3.103 0.94 23.75 16.27302629 -2.86323284 -3.98777435 -1.051 0.29806 -7.38139475 -3.000496 0.09 0.69 2.97592965 -2.021 0.10255 -8.021 0.21021 -8.03169 -7.206 0.84 26.98777435 -1.34 0.33 -0.31834 -7.137 0.103 0.000787 0.05 0.38139475 -2.206 0.99440 -7.84 1.103 0.069 0.57523 -7.86433016 -2.44 2.68 -0.000056 0.51145 -8.103 0.09 0.57987911 -2.98 4.00052 0.000249 0.97592965 -2.67364877 -1.48478 -8.137 0.069 0.75 24.034 0.67364877 -2.3776134 b1 -0.51 0.021 0.85421 -9.034 0.103 0.103 0.069 0.37 -0.35 0.206 0.27302629 -1.69 3.021 0.93718 -7.4953663 b2 1.36 1/2 .13 0.001148 0.98464 -7.17 -0.45 -0.35874 -6.000917 0.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MMMRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.57 6.38139475 -2.92 12.68 8.00 21.81156 -7.94 8.97592965 -2.00 5.000694 0.000538 0.000149 0.63 15.67364877 -2.051 0.27302629 -2.137 0.2583839 2 R = 0.11 -0.92663 -7.000527 0.051 0.051 0.103 0.021 0.069 0.069 0.36504 -7.103 0.069 0.93718 -7.98720 -7.97592965 -2.60893 -8.07 0.86323284 -3.021 0.41283 -7.000826 0.97 16.034 0.11 -0.000369 0.97592965 -2.000147 0.46 -0.27304 -6.22826 -9.98777435 -1.01 -0.155 0.87271 -7.137 0.27302629 -2.67364877 -2.35 0.000114 0.39 -0.000652 0.069 0.000244 0.18 17.062 0.47 -0.27302629 -1.95472 -7.034 0.97592965 -2.275 0.57987911 -1.021 0.06091 -8.53 17.78062089 -3.03 3.49250 -7.38139475 -2.000361 0.103 0.000386 0.27302629 -1.001081 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.103 0.103 0.206 0.000369 0.77936 -9.45 15.000326 0.86433016 -2.412 0.2584 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 375 279 232 362 248 208 342 238 231 277 236 240 316 294 318 362 363 359 284 190 166 272 179 161 266 191 188 242 215 225 293 277 301 361 349 362 313 197 168 266 184 185 280 195 210 283 216 234 317 297 323 355 374 391 296 200 169 298 191 171 291 201 188 311 210 233 305 278 318 360 352 378 276 199 173 231 187 173 274 198 190 283 222 222 302 268 286 -9.27302629 -1.97592965 -2.71 24.78062089 -3.27302629 -1.000325 0.021 0.069 0.275 0.27302629 -2.051 0.206 0.49474 -8.309 0.000432 0.034 0.44023 -7.44 20.18615 -6.137 0.069 0.91 22.069 0.50 -0.309 0.59 -0.069 0.75 1.034 0.38139475 -3.25838393 k1 k2 k3 0.11355 -8.67364877 -2.57987911 -1.103 0.021 0.57987911 -2.062 0.67364877 -1.000374 0.84 0.10 0.034 0.275 0.041 0.137 0.07931 -7.98777435 -1.137 0.034 0.75 2.97592965 -2.103 0.74 1.000076 0.97592965 -2.67364877 -2.61082 -8.000074 0.30823 -8.069 0.27302629 -2.82508 -8.12 0.27302629 -1.54 -0.82987 -3.000381 0.86323284 -3.28 19.86323284 -3.38139475 -3.54831 -7.86323284 -3.97592965 -2.021 0.103 0.000556 0.38 4.55 -0.137 0.15494 -6.20616 -6.051 0.000278 0.069 0.38139475 -2.65072 -7.000182 0.103 0.38139475 -3.25 0.86323284 -3.21 20.01 -0.87 0.76973 -9.103 0.55802 -7.4954 K3 = 1-k3 -0.103 0.69 7.103 0.051 0.034 0.000147 0.103 0.137 0.82508 -7.001137 0.000513 0.000618 0.069 0.19418321 -2.000378 0.000385 0.27302629 -1.98777435 -1.98777435 -1.27302629 -3.48 24.56 -0.051 0.49 1.17 0.67 -0.103 0.95171 -7.45 26.021 0.00058 0.97592965 -2.57987911 -1.98777435 -3.98777435 -1.38 15.155 0.000971 0.275 0.88209 -7.38139475 -3.97592965 -2.22 7.90471 -8.86433016 -2.88673193 -3.85967 -7.20481 -6.68 5.80 17.27302629 -1.00038 0.051 0.30 26.99 11.54 0.40 -0.14 -0.68 -0.17 23.93 14.14 11.02 -0.00 0.034 0.137 0.000285 0.062 0.53 -0.44 18.86323284 -3.15 1.27302629 -2.27302629 -2.08 16.97592965 -2.000222 0.86323284 -3.83 13.67364877 -2.16302 -7.83 29.40 14.03 22.137 0.03 -0.103 0.000633 0.069 0.79 -0.000366 0.55 1.034 0.67364877 -2.57987911 -2.67364877 -2.069 0.021 0.137 0.000341 0.86323284 -3.86 29.57987911 -1.88062 -7.74708 -7.97592965 -2.98777435 -1.062 0.58 19.38139475 -2.55 -0.98777435 -1.000736 0.57987911 -1.10 -0.06 1.4953663 1.000071 0.38902 -6.000186 0.034 0.91288 -9.19418321 -2.069 0.37 0.38139475 -2.67364877 -2.021 0.155 0.27302629 -1.051 0.206 0.27302629 -2.137 0.041 0.000957 0.000067 0.034 0.137 0.103 V d (kgf/cm2) 0.412 0.103 0.051 0.051 0.000781 0.09 0.13 0.98777435 -3.67364877 -2.069 0.41 7.041 0.13 1.27302629 -2.034 0.39 -0.36 0.86323284 -3.137 0.67364877 -2.000267 0.051 0.155 0.09892 -8.27302629 -1.79 0.98363 -7.03105 -7.000125 0.001055 0.069 0.27302629 -1.137 0.63 14.27302629 -2.56 10.03445 -8.97592965 -2.02 -0.01 -0.034 0.86323284 -3.137 0.14 -0.47797 -7.069 0.73 23.0007 0.000216 0.16 0.174414 -1.07 -0.309 0.55283 -8.97592965 -2.30 0.051 0.55 14.57987911 -2.021 0.26443 -6.069 0.38139475 -3.85 -0.000094 0.000192 0.98777435 -1.29 0.00 10.137 0.412 0.29098418 -0.174414 -1.103 0.000881 0.000884 0.99246 -7.89125 -8.000359 0.64 -0.67364877 -2.06 -0.93 -0.000208 0.11 0.001089 0.103 0.000604 0.56 1.19418321 -2.42 3.41 18.98777435 -1.98777435 -1.000757 0.000128 0.034 0.206 0.45248 -7.069 0.103 0.98777435 -3.22 -0.86323284 -3.38139475 -3.97592965 -2.67364877 -1.000739 0.88673193 -3.03 -0.18 28.88 1.86433016 -2.44 -0.27302629 -2.051 0.000641 0.034 0.97592965 -2.034 0.000206 0.02 -0.000971 0.38 -0.38139475 -2.000175 0.56168 -7.89125 -7.86323284 -3.32 9.00067 0.000351 0.97592965 -2.67364877 -2.98777435 -1.48763 -7.67364877 -2.13 0.60 1.98777435 -1.000205 0.67364877 -2.35 0.000926 0.51 -0.67364877 -1.60 -0.78062089 -3.18789 -7.96348 -7.069 0.103 0.000858 0.19418321 -2.03 12.86323284 -3.71 12.29098418 -0.000742 0.27302629 -2.000743 0.88673193 -3.021 0.74 0.174414 236 198 178 264 220 198 291 242 218 312 262 235 343 287 259 367 307 276 236 198 178 264 220 198 291 242 218 312 262 235 343 287 259 367 307 276 236 198 178 264 220 198 291 242 218 312 262 235 343 287 259 367 307 276 236 198 178 264 220 198 291 242 218 312 262 235 343 287 259 367 307 276 236 198 178 264 220 198 291 242 218 312 262 235 343 287 259 139 81 54 98 28 9 52 -4 13 -35 -25 5 -27 7 60 -5 56 82 48 -8 -12 8 -41 -38 -25 -51 -30 -70 -47 -11 -50 -10 43 -7 43 86 78 -1 -10 2 -35 -13 -11 -47 -8 -30 -45 -2 -26 10 64 -13 67 114 60 2 -9 34 -29 -28 1 -42 -30 -2 -51 -2 -39 -9 60 -8 45 102 41 1 -5 -33 -33 -25 -17 -44 -28 -30 -40 -13 -41 -20 27 37.17 -0.52 22.13 14.000814 0.38139475 -3.06 3.86323284 -3.27222 -8.90471 -7.051 0.103 0.33 -0.000338 0.000244 0.67364877 -2.27302629 -2.75 1.96588968 K1 = 1/k1 589 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.71 1.41194 -8.206 0.98777435 -1.13 0.00077 0.07 0.021 0.309 TeseCinconeguiAnexosMMMRJ (2) Ha 0.02 -0.38139475 -2.155 0.21428 -6.61150 -7.051 0.52765 -7.62 -0.43 -0.63 4.034 0.051 0.27302629 -2.42 9.38139475 -3.35248 -8.24 20.309 0.27302629 -1.000595 0.58976 -7.021 0.051 0.000637 0.04 4.38139475 -2.98777435 -1.27302629 -1.001699173 -0.051 0.174414 -1.069 0.86323284 -3.93 3.

021 0.98777435 -1.27302629 -1.35593 -7.67364877 -1.98777435 -3.034 0.103 0.21 6.29489 -8.19 -0.19418321 -2.24336 -7.11 5.44 0.38 0.034 0.103 0.98777435 -1.78062089 -3.051 0.38139475 -3.000105 390 0.98777435 -1.78062089 -3.000415 149 0.103 0.78377 -1.00064 161 0.81700 -7.80670 -7.85 10.84103 -7.27302629 -1.00065 211 0.137 0.041 0.89484 -7.29098418 -0.03 12.01 13.98777435 -1.23578 -7.27302629 -1.137 0.069 0.000515 200 0.137 0.57987911 -1.001074 384 0.103 0.41 19.000164 207 0.38 -0.000333 186 0.70 8.86323284 -3.33393 -6.034 0.000741 278 0.16 2/2 .000816 337 0.38 9.001171 352 0.27302629 -2.68 0.25 -0.83637 -9.000137 248 0.11 15.47171 -8.051 0.71564 -7.103 0.12 0.82906 -7.000831 248 0.069 0.98777435 -3.99 10.86487 -7.00 26.37 22.000371 278 0.97592965 -2.97592965 -2.35 0.88673193 -3.021 0.069 0.000825 333 0.069 0.000952 216 0.73329 -8.21 -0.74 7.051 0.206 0.10865 -8.103 0.67 8.021 0.051 0.021 0.27302629 -2.38139475 -3.59 -0. Padrão 75.174414 -1.57987911 -2.000186 371 0.38139475 -2.27302629 -2.27302629 -1.98777435 -1.27302629 -2.14 6.38139475 -3.051 0.069 0.97592965 -2.83 2.88673193 -3.36 19.38139475 -2.50378 -7.94 9.069 0.57987911 -1.39 -0.000335 409 0.206 0.98777435 -1.034 0.98777435 -1.27302629 -2.000137 248 0.22 17.86323284 -3.95 24.49 -0.021 0.034 0.95570 -7.67364877 -2.021 0.83 0.000378 164 0.14 0.93 -0.27302629 -2.67364877 -2.97 26.000212 241 0.021 0.86323284 -3.137 0.00 8.36031 -8.55 1.09288 -8.069 0.069 0.103 0.309 0.22 49.38139475 -2.000665 206 0.000779 264 0.206 0.38139475 -2.27818 -7.86323284 -3.04 14.98 8.11 4.000818 189 0.78 49.000293 352 0.137 0.27302629 -1.034 0.0.27302629 -1.69 6.000082 256 0.051 0.96 5.74990 -9.67364877 -2.67364877 -1.103 0.44 8.034 0.54 17.57134 -7.27302629 -2.069 0.13 0.96907 -7.88673193 -3.051 0.103 0.67364877 -2.10 0.000366 281 0.29098418 -0.74224 -10.137 0.87 -0.67364877 -2.14 -0.069 0.000539 191 0.38139475 -2.206 0.31 0.02 1.11110 -6.57987911 -2.27 15.41 0.034 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13.60 -0.63 8.051 0.38139475 -3.19 -0.29098418 -0.103 0.206 0.034 0.97592965 -2.66 25.95 2.97592965 -2.137 0.38139475 -3.051 0.47 -0.021 0.97592965 -2.000362 0.35 -0.38139475 -2.97592965 -2.33 0.021 0.44 10.27302629 -2.43 8.85 1.069 0.000698 0.67364877 -2.98777435 -1.27302629 -2.18 0.51221 -7.000468 0.86433016 -2.38139475 -3.86323284 -3.034 0.46 52.000185 0.069 0.137 0.412 0.57987911 -1.000176 0.465651 1.309 0.38139475 -2.86323284 -3.001069 0.61082 -8.000358 0.000245 0.041 0.66 4.33487 -7.155 0.86323284 -3.93 0.98777435 -3.11 39.67364877 -2.000396 0.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MIIRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.103 0.79 20.000523 0.000119 0.67364877 -2.67364877 -1.00 6.88673193 -3.86323284 -3.86323284 -3.88673193 -3.98777435 -1.051 0.90201 -7.45 4.103 0.000785 0.034 0.37 3.96907 -7.31 70.137 0.05977 -7.10 -0.77526 -9.57987911 -2.000079 0.97592965 -2.27302629 -1.38139475 -3.000657 0.85421 -9.05 12.38139475 -2.44 11.000201 0.000025 0.19418321 -2.001092 0.98777435 -3.20 -0.56849 -7.103 0.67364877 -1.062 0.31 12.38139475 -3.001183 0.29098418 -0.19677 -8.75 4.67364877 -2.137 0.79 -0.000178 0.23 8.47 0.02 9.034 0.174414 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 70 21 26 46 -10 -7 -30 -29 -17 -67 -45 -11 -67 6 40 -29 40 72 18 -14 -12 27 -38 -29 -51 -52 -26 -36 -55 -17 -57 -23 28 -21 33 70 592 227 124 406 79 39 161 15 12 55 -11 22 -28 22 67 -1 73 101 65 -5 -15 11 -36 -27 -9 -44 -22 -30 -31 6 -41 10 66 2 69 114 114 31 13 84 -17 -19 51 -31 -27 14 -58 -3 -48 -9 39 22.069 0.77 -0.174414 -1.069 0.63373 -8.32 -0.103 0.98777435 -1.38139475 -3.26 7.97592965 -2.000725 0.137 0.67385 -8.000106 0.13 0.206 0.069 0.08541 -9.000374 0.22934 -6.34 -0.36 0.59515 -7.021 0.000067 0.00019 0.97592965 -2.25 -0.38139475 -3.103 0.86323284 -3.137 0.54 -0.11 3.88673193 -3.103 0.31425 -7.12 -0.000113 0.67364877 -2.32 0.051 0.16 12.034 0.07 0.22 13.79 0.069 0.60 -0.97592965 -2.000581 0.021 0.52 -0.000793 0.00037 0.27302629 -3.76 0.000516 0.137 0.000657 0.86433016 -2.206 0.103 0.99246 -7.84936 -7.82 1.174414 -1.051 0.4657 K3 = 1-k3 -0.57987911 -2.98897 -7.57987911 -1.98777435 -1.73 3.01201 -7.50559 -8.08812 -7.86323284 -3.000206 0.82 19.000324 0.03 0.97592965 -2.36 -0.78062089 -3.103 0.021 0.32783 -7.57987911 -2.174414 -1.86323284 -3.27302629 -1.03 -0.92387 -7.97592965 -2.90 26.103 0.52951 -7.86323284 -3.062 0.137 0.034 0.98777435 -3.17 0.57987911 -2.103 0.021 0.67364877 -2.98777435 -1.021 0.103 0.000782 0.051 0.75 20.97592965 -2.034 0.001801298 -0.48763 -7.000837 0.81974 -9.65642 -7.67364877 -2.38139475 -2.137 0.86323284 -3.041 0.98 16.67364877 -2.32783 -8.27302629 -2.38139475 -2.10 0.57987911 -1.051 0.48 0.11971 -6.069 0.65 -0.069 0.00039 0.86323284 -3.43 -0.27302629 -1.27302629 -2.45 3.021 0.13 -0.16 -0.27302629 -2.000868 0.051 0.03477 -7.03 2.034 0.000326 0.000576 0.97592965 -2.000316 0.97592965 -2.137 0.000537 0.87626 -3.87 6.66704 -7.78062089 -3.103 0.000582 0.67 -0.84 0.88673193 -3.14 0.97592965 -2.16 2.309 0.01 0.309 TeseCinconeguiAnexosMIIRJ (2) Ha 0.38902 -7.98777435 -1.034 0.000618 0.001055 0.309 0.174414 -1.000405 0.02 21.52221 -9.31 -0.069 0.07 -0.67364877 -2.27302629 -2.78062089 -3.021 0.08 -0.04932 -7.56 -0.34 1.77 0.93777 -7.03639 -7.34 0.27302629 -2.000502 0.67364877 -2.27302629 -1.103 0.98 -0.000352 0.069 0.98777435 -1.97592965 -2.021 0.98777435 -1.34008 -6.33 -0.48 0.86323284 -3.051 0.13 -0.67364877 -2.49 13.000346 0.98 18.59663 -9.000688 0.069 0.069 0.68 -0.56940 -8.35 11.14 0.14 0.86323284 -3.000358 0.44904 -8.47797 -7.45940 -8.137 0.14563 -9.14855 -8.051 0.89125 -7.58 20.41 19.15207 -8.57987911 -1.051 0.034 0.32176 -6.97 24.43 3.46 1/2 .87917 -7.21 8.137 0.14 19.22 0.27302629 -1.98777435 -1.98 0.89 0.73548 -10.137 0.412 0.41 20.84 2.103 0.98777435 -1.53 -0.206 0.000774 0.98777435 -1.67364877 -2.034 0.67 1.206 0.93498 -7.66 18.02 5.25719451 k1 k2 k3 0.38139475 -3.412 0.83 6.08569 -7.67364877 -2.069 0.70 10.37 -0.16 26.86433016 -2.27 29.98777435 -1.000922 0.27302629 -1.309 0.21836 -6.19418321 -2.86433016 -2.000473 0.14983 -8.65 6.18 0.65 -0.05 10.40386 -7.00024 0.034 0.000094 0.103 0.16 -0.96588968 K1 = 1/k1 555 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.206 0.001032 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.27302629 -2.84103 -7.88 35.16394 -6.000208 0.15366 -8.67364877 -1.73 7.23 4.16 14.069 0.83410 -7.021 0.000943 0.103 0.034 0.000066 0.00042 0.137 0.90349 -8.000734 0.21 -0.034 0.137 0.92 14.062 0.062 0.021 0.103 0.98777435 -1.000058 0.051 0.67364877 -2.00029 0.021 0.275 0.86433016 -2.069 0.051 0.06 -0.062 0.26729 -6.27302629 -1.206 0.069 0.81162 -7.67364877 -2.12 16.19418321 -2.98777435 -1.59 13.38139475 -3.3192477 b1 -0.26163 -8.069 0.000809 0.80 1.000224 0.041 0.64503 -7.000308 0.34 0.000733 0.000275 0.86 6.000371 0.41 8.20 20.2572 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 318 230 214 321 218 200 268 220 207 251 222 229 278 295 300 338 347 348 266 195 176 301 191 177 248 197 198 282 211 223 289 266 289 346 340 347 840 436 312 680 308 245 459 264 236 373 255 262 318 312 328 366 379 377 313 204 173 286 193 179 290 205 203 288 236 246 305 299 326 369 375 391 362 240 201 358 212 187 349 218 197 332 209 237 298 281 299 -9.069 0.000146 0.66 7.103 0.103 0.27302629 -1.00055 0.97592965 -2.67364877 -2.206 0.103 0.17563 -8.67364877 -2.034 0.051 0.27302629 -2.051 0.45076 -7.27302629 -2.069 0.00005 0.45 -0.10598 -7.27 0.30 0.16 0.021 0.75507 -8.27302629 -1.27302629 -2.61 -0.000749 0.041 0.86323284 -3.27302629 -2.97592965 -2.137 0.29098418 -0.051 0.26 -0.051 0.2571945 2 R = 0.155 0.19874 -7.103 0.021 0.38139475 -2.103 0.069 0.47 12.000095 0.65 15.86323284 -3.206 0.034 0.98777435 -1.57987911 -1.001029 0.000171 0.021 0.000786 0.051 0.25 0.38139475 -2.02861 -7.275 0.103 0.86323284 -3.155 0.000947 0.27302629 -2.19418321 -2.67364877 -2.

91767 -7.062 0.000507 203 0.275 0.32 13.67364877 -1.44606 -8.98777435 -1.67364877 -2.57 -0.000285 242 0.0002 255 0.88673193 -3.46114 -7.021 0.137 0.42644 -7.137 0.72 -0.000628 218 0.67364877 -2.97592965 -2.86323284 -3.43348 -8.27302629 -1.00008 263 0.08808 -6.051 0.07 36.000167 305 0.062 0.069 0.103 0.19418321 -2.155 0.00092 224 0.98777435 -1.89 -0.39498 -7.27302629 -1.000872 236 0.57987911 -1.38 9.85 26.069 0.137 0.01 -0.034 0.38139475 -3.88673193 -3.21 8.18088 -6.11 0.27033 -7.57987911 -1.309 0.051 0.76 0.000278 223 0.27302629 -1.069 0.041 0.57987911 -2.137 0.98777435 -1.57987911 -1.000128 266 0.07058 -7.021 0.51 -0.069 0.40863 -8.98777435 -1.103 0.04 0.45 17.55 0.86433016 -2.23 21.59 28.86323284 -3.000574 179 0.021 0.06 0.57987911 -2.59 17.38139475 -2.54765 -7.000403 340 0.000405 170 0.79621 -9.16302 -7.069 0.41 1.19418321 -2.37 -0.27 0.88368 -8.30080 -6.37297 -6.12343 -6.27302629 -2.98777435 -1.155 0.275 0.44 1.12 0.137 0.33 31.19 -0.72877 -9.81657 -7.95 -0.021 0.98777435 -1.86433016 -2.021 0.91836 -7.26586 -6.85451 -7.88592 -8.000134 254 0.58 25.65 -0.000388 265 0.041 0.96348 -7.155 0.30 -0.77526 -8.000219 187 0.034 0.11848 -8.275 0.069 0.98777435 -1.28 0.137 0.80249 -1.58 14.137 0.24 -0.81162 -7.05 21.39226 -7.97592965 -2.103 0.24884 -6.103 0.206 0.33 0.034 0.97592965 -2.23 25.103 0.88673193 -3.67364877 -2.000854 241 0.000531 194 0.67364877 -1.31834 -7.103 0.00035 294 0.48 10.67364877 -2.000739 279 0.069 0.93000 -7.86323284 -3.137 0.44023 -7.86323284 -3.00 -0.069 0.034 0.000219 233 0.98777435 -1.33487 -7.0.97487 -7.001003 308 0.62 -0.275 0.11 2/2 .16265 -6.65 6.35 10.80 0.062 0.00081 191 0.000241 286 0.069 0.103 0.00092 224 0.000513 201 0.48 39.051 0.137 0.18 7.48 -0.22 17.87271 -7.86433016 -2.000806 341 0.87 17.67364877 -2.53 2.000363 284 0.87 12.49 17.24 11.000216 190 0.000699 295 0.54 15.37 -0.57987911 -1.137 0.021 0.57 -0.034 0.65 -0.103 0.86323284 -3.069 0.98777435 -1.97592965 -2.26 -0.92111 -7.86 11.069 0.17 -0.051 0.25 -0.051 0.98777435 -3.206 0.034 0.034 0.27302629 -2.27302629 -1.57987911 -2.98777435 -1.90476 -7.33071 -7.87271 -7.59 19.000835 329 0.137 0.412 0.96619 -7.45 0.29098418 -0.93410 -7.103 0.81 7.034 0.38139475 -2.38139475 -2.000772 267 0.78062089 -3.89 19.88673193 -3.206 0.38139475 -3.67364877 -1.47171 -8.000302 228 0.78 6.051 0.27302629 -2.75 -0.021 0.97592965 -2.98777435 -1.000256 270 0.00046 224 0.37616 -6.78 32.206 0.46 -0.38139475 -2.034 0.27302629 -2.97592965 -2.45 3.68 1.000378 164 0.38139475 -3.000413 167 0.069 0.52 -0. Padrão 85.275 0.000755 364 0.94 -0.206 0.98777435 -1.59 9.38139475 -3.069 0.98777435 -1.86323284 -3.86853 -7.67364877 -2.98777435 -3.86323284 -3.38139475 -2.137 0.000079 266 0.86433016 -2.17 6.04129 -8.27302629 -2.103 0.137 0.66 11.75 15.000652 158 0.97592965 -2.041 0.57987911 -1.103 0.137 0.86323284 -3.103 0.137 0.61150 -7.44 -0.19418321 -2.27302629 -2.051 0.81609 -9.275 0.79 7.29098418 -0.021 0.06558 -7.67364877 -2.103 0.76452 -9.10 16.48 15.000616 222 0.98777435 -1.63 -0.000155 219 0.98777435 -1.001196 344 0.67364877 -2.98777435 -3.32 0.38139475 -2.86323284 -3.86323284 -3.000392 176 0.47 -0.67364877 -2.86323284 -3.22 0.103 0.034 0.206 0.25 22.00042 148 0.103 0.12591 -8.40369 -8.97592965 -2.97592965 -2.97592965 -2.309 0.137 0.11848 -8.29 -0.36 -0.034 0.99114 -7.000675 203 0.27302629 -1.01 15.02 24.206 0.000077 273 0.051 0.78062089 -3.000626 219 0.30 7.29098418 -0.000379 164 0.97592965 -2.43 -0.021 0.069 0.051 0.37 17.001111 371 Desv.137 0.412 0.103 0.97592965 -2.07 -0.021 0.13 20.18 17.10 -0.83916 -7.98777435 -1.87 0.64 18.98777435 -3.000115 296 0.82 -0.86433016 -2.021 0.41 0.68 -0.155 0.19 30.97 22.27302629 -2.000364 190 0.97592965 -2.27302629 -1.74 23.67364877 -2.27302629 -1.103 0.88673193 -3.55 -0.19 -0.38139475 -3.38139475 -2.31 -0.86323284 -3.09 0.103 0.174414 -1.034 0.19945 -6.90 3.54831 -7.97592965 -2.103 0.04 -0.67364877 -2.57987911 -2.53 0.78242 -7.25 -0.81 26.000606 170 0.103 0.98777435 -1.69752 -7.103 0.021 0.28 34.51 15.37 -0.137 0.54 0.001118 369 0.051 0.000051 412 0.000182 280 0.78062089 -3.33547 -8.041 0.034 0.000244 168 0.062 0.00071 218 0.103 0.103 0.27302629 -1.73 -0.86323284 -3.051 0.17 1.38139475 -3.43539 -8.56 -0.95758 -7.21 20.57987911 -2.021 0.20072896 TeseCinconeguiAnexosMIIRJ (2) -7.77 -0.27302629 -1.051 0.22 11.14 25.00024 288 0.32 12.38139475 -2.04472 -7.00081 191 0.206 0.82 4.137 0.86323284 -3.16 0.98777435 -1.92 21.155 0.309 0.14 11.137 0.27302629 -2.18789 -9.137 0.034 0.000778 353 0.84425 -7.27302629 -2.09 0.15 -0.000804 193 0.103 0.38469 -8.069 0.38139475 -3.55 2.08 -0.75 4.00104 297 0.137 0.39 -0.000381 360 0.174414 -1.051 0.84 1.01 13.000376 165 0.94546 -7.000226 305 0.137 0.57523 -7.97592965 -2.4734 0.18 16.86323284 -3.91836 -7.43 -0.000381 360 0.051 0.97592965 -2.103 0.28 -0.50 13.051 0.60 0.38139475 -2.062 0.021 0.000609 169 0.00059 175 0.05 14.00015 273 0.18879 -6.034 0.021 0.07 28.034 0.64 1.87 2.22 -0.29098418 -0.78062089 -3.98777435 -1.88673193 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 248 209 188 274 229 206 299 249 224 318 267 240 346 289 261 367 307 276 10 55 92 14 -19 -24 -21 -53 -36 -44 -55 -33 -48 -48 -16 -62 -13 37 -27 35 70 25 -41 -23 -9 -58 -37 -36 -54 -33 -32 -48 -16 -49 -10 48 -19 47 81 -22 -43 -40 -55 -62 -48 -66 -70 -47 -76 -64 -26 -80 -22 28 -38 23 68 18 -22 -24 21 -39 -32 -18 -48 -32 -30 -44 -4 -51 1 55 -7 58 100 164 64 35 130 0 -3 7 -25 -6 -13 -28 1 -46 5 57 -7 48 94 Média 2.206 0.034 0.57 -0.412 0.67 -0.97592965 -2.67364877 -1.137 0.103 0.67364877 -2.034 0.069 0.86323284 -3.103 0.001069 289 0.42 5.034 0.97592965 -2.000761 361 0.000394 348 0.069 0.10508 -7.15878 -6.000344 299 0.46288 -7.27302629 -1.87797 -9.28 2.000364 376 0.000963 214 0.80488 -8.27302629 -1.54 24.65 -0.22 0.86323284 -3.91 10.28291 -8.01 5.21 -0.069 0.27302629 -2.67364877 -2.000247 166 0.021 0.27302629 -1.26 0.000084 405 0.412 0.21 -0.86323284 -3.67364877 -2.069 0.38139475 -3.39 -0.000978 316 0.77209 -7.98777435 -1.27 -0.19418321 -2.67364877 -2.25025 -8.000575 238 0.97 13.103 0.069 0.98777435 -1.27302629 -2.206 0.051 0.000417 329 0.08 0.001191 346 0.000974 317 0.98777435 -3.88 25.051 0.29098418 -0.97592965 -2.98777435 -1.309 0.45 0.38139475 -3.051 0.73296 -9.000747 276 0.09 1.27302629 -1.01 0.174414 -1.33 -0.021 0.67364877 -2.62 31.27302629 -1.137 0.78062089 -3.88 30.021 0.000093 226 0.051 0.069 0.79206 -7.51719 -7.000347 297 0.051 0.67364877 -1.50 -0.021 0.58700 -8.67364877 -2.27302629 -1.88062 -8.412 0.412 0.29098418 -0.51 8.174414 -1.069 0.137 0.67364877 -2.069 0.000527 195 0.38139475 -3.57 15.001154 357 0.021 0.11 9.86323284 -3.12 29.42 -0.174414 -1.98777435 -1.57 -0.57 1.069 0.97592965 -2.27302629 -2.20 38.000711 290 0.137 0.137 0.27302629 -2.103 0.82 0.001096 376 0.27302629 -2.85 27.069 0.000775 355 0.67364877 -2.92 0.000194 263 0.21021 -6.57 -0.18 21.84103 -7.16653 -6.86323284 -3.98777435 -1.38139475 -2.27302629 -2.99114 -7.54075 -7.137 0.42644 -7.041 0.67364877 -2.56 27.034 0.30612 -7.19418321 -2.000875 177 0.56 -0.68428 -7.309 0.103 0.

53 -0.98777435 -3.86323284 -3.10 10.000393 0.97592965 -2.23765 -6.86323284 -3.103 0.000324 0.97592965 -2.051 0.74 8.74 -0.61 28.4412 K3 = 1-k3 -0.78062089 -3.84 19.47 -0.62 -0.051 0.000296 0.86323284 -3.000999 0.412 0.98777435 -1.137 0.000564 0.000209 0.67364877 -2.38139475 -2.206 0.069 0.17 -0.137 0.103 0.58110 -7.81 -0.38 15.041 0.71564 -7.021 0.27302629 -1.81 21.103 0.40 0.000243 0.67364877 -2.18 2.60 8.000197 0.07 19.26 0.67364877 -2.41 -0.98777435 -1.00 6.000073 0.98777435 -1.051 0.000063 0.57987911 -1.38139475 -3.19418321 -2.86748 -7.069 0.069 0.000178 0.000749 0.86433016 -2.27302629 -1.01 25.08 -0.27 1.37776 -8.68 1.97592965 -2.78062089 -3.50724 -7.27302629 -2.27302629 -2.57987911 -2.000246 0.051 0.155 0.034 0.52 9.000831 0.70 11.98777435 -1.103 0.59691 -8.27302629 -1.54 5.137 0.051 0.000164 0.56 30.27 -0.19418321 -2.069 0.103 0.00737 -7.57987911 -2.67364877 -2.88673193 -3.29098418 -0.16 -0.13 2.14 20.38139475 -3.137 0.069 0.069 0.206 0.98777435 -1.86323284 -3.78 5.53 0.174414 -1.25 0.034 0.92 13.67364877 -2.69 18.41028 -7.137 0.38139475 -3.000356 0.90 -0.000518 0.021 0.20078 -6.051 0.53231 -7.000502 0.19418321 -2.98777435 -1.001191 0.155 0.01423 -7.38139475 -3.62 -0.95758 -7.103 0.034 0.021 0.09288 -8.27302629 -1.021 0.26 -0.103 0.32 10.000148 0.05 -0.18219 -8.000224 0.98777435 -1.38139475 -2.11 -0.29098418 -0.57 0.069 0.206 0.86323284 -3.01945 -9.84666 -7.38139475 -2.051 0.4411886 1.000476 0.103 0.174414 -1.021 0.98777435 -1.73329 -7.52 3.103 0.31018 -7.52505 -8.27302629 -1.069 0.78062089 -3.000352 0.86323284 -3.67364877 -1.30 -0.67364877 -2.87 5.062 0.000332 0.24336 -7.034 0.86 -1.57987911 -1.3813767 b1 -0.021 0.103 0.28 -0.000971 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.000731 0.19418321 -2.86323284 -3.64 0.069 0.206 0.10 0.000612 0.86323284 -3.034 0.88673193 -3.27302629 -1.97592965 -2.72 0.137 0.67364877 -2.97592965 -2.56 -0.000596 0.67364877 -1.38139475 -3.000076 0.67364877 -1.87534 -7.77 -0.48046 -8.021 0.000216 0.05 -0.80160 -9.19 30.034 0.309 0.137 0.86323284 -3.034 0.97592965 -2.051 0.062 0.25 2.309 0.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MIMRJ COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.000329 0.27302629 -1.000438 0.57987911 -2.001032 0.000574 0.97592965 -2.062 0.000379 0.034 0.57987911 -2.47 9.67364877 -2.67364877 -2.11 1.034 0.103 0.19418321 -2.2159 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 276 203 174 288 199 183 287 207 201 280 224 236 294 276 299 349 357 371 276 196 175 270 182 173 235 199 189 262 204 222 269 267 291 326 328 346 333 227 188 366 207 195 311 216 204 305 226 248 310 276 309 361 367 368 288 229 202 351 233 205 345 235 248 319 286 284 359 373 325 381 415 411 266 183 176 270 213 179 259 202 212 284 223 229 290 287 318 -9.60 0.54 12.034 0.021 0.62812 -8.97 16.97592965 -2.48 10.021 0.98777435 -1.412 0.92 24.37 -0.31 24.051 0.67364877 -2.67364877 -2.069 0.39498 -7.001002 0.55 1/2 .103 0.67364877 -2.49 2.000126 0.82 27.93 16.28 -0.021 0.206 0.95 0.137 0.60 -0.4411886 b2 1.01038 -7.000126 0.67364877 -2.27302629 -2.94058 -9.137 0.00076 0.49 12.44606 -8.27302629 -1.041 0.23 11.72 4.000355 0.86323284 -3.27302629 -1.04483 -7.30674 -6.19 11.000097 0.67364877 -2.46 22.38139475 -2.98464 -7.60 0.034 0.67364877 -2.38139475 -2.27302629 -2.86323284 -3.17 0.062 0.84170 -7.000725 0.22110 -8.00035 0.000662 0.021 0.73296 -9.137 0.62 6.103 0.12 20.103 0.41 0.174414 -1.00036 0.08 -0.137 0.41 -0.27302629 -2.137 0.79353 -9.08330 -6.38139475 -2.55 19.021 0.069 0.021 0.03 14.86433016 -2.137 0.96907 -7.034 0.38139475 -3.45 25.63373 -7.051 0.96588968 K1 = 1/k1 591 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.000746 0.08866 -9.94339 -7.29098418 -0.98777435 -1.60692 -7.97592965 -2.38139475 -2.021 0.25 -0.98 11.67364877 -1.67238 -8.24080 -8.57 14.069 0.00042 0.19945 -6.275 0.000479 0.57987911 -1.67364877 -2.021 0.2158867 2 R = 0.86433016 -2.16 -0.39715 -7.32025 -6.77 -0.90576 -9.309 TeseCinconeguiAnexosMIMRJ (2) Ha 0.021 0.87626 -7.000202 0.04 1.88673193 -3.001692791 -0.94 23.27302629 -3.103 0.07 0.86323284 -3.38139475 -3.43561 -7.98777435 -1.86323284 -3.000179 0.45 4.000772 0.206 0.412 0.48478 -8.051 0.86433016 -2.000529 0.27302629 -2.97592965 -2.22 -0.27302629 -2.78062089 -3.10 1.000839 0.61 -0.27302629 -2.57987911 -2.67364877 -2.069 0.034 0.000263 0.309 0.000613 0.71 28.57987911 -1.86323284 -3.47318 -7.001112 0.00051 0.95695 -7.94 -0.25 -0.27302629 -1.27302629 -1.021 0.000899 0.42 -0.48 -0.44023 -7.46 1.98777435 -1.67364877 -2.29098418 -0.16653 -6.48478 -8.103 0.27302629 -2.27302629 -2.97592965 -2.97923 -7.000355 0.54452 -8.02 14.174414 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 29 -11 -22 12 -37 -34 -16 -52 -37 -43 -55 -19 -60 -29 20 -29 32 73 29 -18 -21 -6 -55 -44 -67 -61 -48 -61 -75 -33 -85 -38 11 -51 3 48 86 12 -7 90 -29 -22 9 -43 -34 -18 -52 -8 -44 -29 30 -17 42 70 40 15 6 75 -4 -12 42 -24 10 -4 7 29 5 68 45 3 91 114 18 -31 -20 -6 -24 -38 -43 -58 -26 -39 -55 -26 -64 -18 39 10.94 15.97 16.000307 0.46288 -8.021 0.137 0.069 0.98777435 -3.137 0.98777435 -3.97 0.86323284 -3.27302629 -2.000217 0.36 -0.034 0.68 -0.000719 0.94339 -8.44 -0.93718 -3.000747 0.21 0.09 13.000952 0.27302629 -1.051 0.103 0.155 0.16912 -6.034 0.56 25.38139475 -3.069 0.00077 0.27302629 -1.000079 0.27302629 -2.041 0.10865 -8.103 0.069 0.000226 0.000346 0.97923 -8.86323284 -3.86323284 -3.000181 0.16653 -8.051 0.86323284 -3.275 0.80 12.54 5.051 0.98777435 -1.103 0.000818 0.069 0.56554 -7.46 -1.97592965 -2.103 0.61 -0.26 18.309 0.42527 -8.38139475 -2.137 0.137 0.000093 0.000497 0.069 0.000605 0.61 14.41 0.97592965 -2.17 -0.21588674 k1 k2 k3 0.34 0.103 0.77526 -7.33 1.137 0.021 0.12515 -7.206 0.67 10.103 V d (kgf/cm2) 0.50015 -6.27302629 -2.47 3.000076 0.98777435 -1.103 0.86323284 -3.069 0.000333 0.30 0.06 0.206 0.38139475 -3.137 0.98 0.78 -0.034 0.001063 0.97592965 -2.41 -0.38139475 -2.103 0.29 10.275 0.86323284 -3.04 0.52 -0.206 0.103 0.63 14.05 -0.000287 0.21 0.12 -0.103 0.051 0.15603 -7.90876 -7.32245 -7.29 9.19677 -6.069 0.000671 0.034 0.062 0.80 11.051 0.275 0.39878 -7.03 0.01 6.97592965 -2.034 0.000926 0.64381 -7.069 0.137 0.67364877 -2.174414 -1.81830 -7.00038 0.29 18.155 0.95188 -8.40386 -7.22 3.051 0.137 0.26 -0.24 0.84 -0.97592965 -2.57987911 -1.72 0.88673193 -3.103 0.155 0.09 1.81 31.17 3.91 24.034 0.27302629 -1.38 12.98777435 -1.103 0.33 -0.000625 0.43 23.069 0.021 0.67364877 -1.86433016 -2.74 -0.67364877 -2.38139475 -2.28 36.96 25.041 0.28291 -8.051 0.103 0.069 0.36 18.78062089 -3.27302629 -2.000553 0.051 0.103 0.92941 -7.97592965 -2.412 0.85 -0.39 4.37 6.97592965 -2.000383 0.000772 0.22934 -8.04472 -7.40 0.47 5.98777435 -1.98777435 -1.52 -0.03 21.15 12.97592965 -2.27302629 -2.38139475 -3.000118 0.03477 -7.97592965 -2.60 -0.051 0.98777435 -3.000872 0.034 0.20 -0.31 0.069 0.65009 -7.001121 0.16 1.18 13.87797 -7.61701 -8.206 0.15 -0.069 0.041 0.

98777435 -1.137 0.000775 355 0.069 0.86323284 -3.86433016 -2.68 19.33 14.12 6.16654 -9.85 31.50724 -7.069 0.17 0.80 1.00018 283 0.069 0.60 9.86323284 -3.28 -0.09520 -9.27302629 -1.98777435 -1.38139475 -2.49250 -9.103 0.051 0.28 4.78 22.66 0.27160 -8.59 2.33 0.034 0.86323284 -3.051 0.67364877 -2.021 0.206 0.15 9.000409 335 0.64 11.61 1.45248 -8.103 0.67364877 -2.309 0.051 0.000113 363 0.206 0.174414 -1.67364877 -2.000078 269 0.174414 -1.83 3.000322 320 0.57987911 -1.08812 -8.12 0.97592965 -2.48 -0.43 2.000469 292 0.000385 356 0.13 0.67364877 -2.91 3.82 25.31 -0.88673193 -3.05 0.051 0.05 0.27302629 -2.00065 211 0.275 0.051 0.09 6.86 -0.66491 -7.309 0.03 18.29098418 -0.38139475 -2.19 -0.000213 324 0.00097 -8.86323284 -3.137 0.000858 321 0.44561 -7.39 -0.98777435 -1.27302629 -1.30 0.52 13.25 -0.021 0.27302629 -1.67364877 -2.45 -0.000356 289 0.034 0.98777435 -1.58140 -8.06 0.09848 -7.86323284 -3.000312 221 0.62 -0.89 3.86323284 -3.000708 388 0.05032 -7.23 8.103 0.137 0.27302629 -2.155 0.06 0.28212 -7.57987911 -1.021 0.137 0.97592965 -2.16 9.069 0.37 3.000253 273 0.051 0.069 0.96 -0.71969 -7.155 0.103 0.67 15.23 2/2 .97592965 -2.98777435 -1.98464 -7.309 0.412 0.051 0.103 0.98777435 -1.25307 -6.034 0.39 -0.86433016 -2.98777435 -1.67364877 -2.97592965 -2.53 -0.051 0.034 0.52 0.309 0.021 0.15195 -9.27302629 -1.24 -0. Padrão 71.96 1.97592965 -2.034 0.034 0.069 0.48 4.00021 329 0.75761 -9.23487 -6.27302629 -1.38139475 -2.83823 -7.76107 -7.91288 -7.87534 -7.27302629 -1.021 0.80180 -7.03332 -7.47171 -8.103 0.38139475 -3.88858 -7.98777435 -1.000444 232 0.03 10.034 0.103 0.98777435 -1.001162 355 0.021 0.62255 -7.98777435 -1.98777435 -1.13 -0.00086 359 0.103 0.81 0.04096 -7.29 8.33 -0.08 11.000112 304 0.103 0.051 0.38139475 -3.27302629 -2.86323284 -3.206 0.021 0.97592965 -2.103 0.000348 394 0.000578 237 0.000208 197 0.069 0.000491 210 0.63 11.38139475 -3.30 18.051 0.001015 406 0.27302629 -2.00015 340 0.15750 -6.80488 -7.07 -0.01945 -7.29 -0.08 7.16 0.90 9.68 -0.137 0.86323284 -3.86433016 -2.103 0.26 3.00038 271 0.03786 -9.60057 -8.98777435 -1.041 0.206 0.103 0.38139475 -3.000626 329 0.034 0.069 0.412 0.051 0.17 14.275 0.88673193 -3.155 0.59 -0.14 -0.08 7.42 0.97592965 -2.97592965 -2.16 4.27302629 -2.97592965 -2.17 -0.87 32.001072 288 0.206 0.60 -0.50 3.00026 265 0.96331 -7.103 0.069 0.86323284 -3.98777435 -1.51719 -8.27302629 -2.69 1.137 0.137 0.27302629 -1.98777435 -1.97592965 -2.99543 -7.23 26.137 0.76107 -7.67364877 -2.069 0.44 -0.45422 -7.9872 -0.309 0.67364877 -2.000678 229 0.000101 337 0.02 22.37616 -7.000687 226 0.27302629 -2.041 0.98777435 -1.95695 -9.22 -0.069 0.85193 -8.000157 261 0.27302629 -1.11 4.11 18.98777435 -1.000306 448 0.000233 296 0.98777435 -1.86323284 -3.67364877 -2.412 0.67364877 -1.17 -0.021 0.103 0.46 -1.88673193 -3.137 0.67364877 -2.60 15.27302629 -1.275 0.67 1.29098418 -0.19418321 -2.206 0.98777435 -1.000205 302 0.206 0.67364877 -1.174414 -1.97592965 -2.000284 218 0.38139475 -3.58 0.32 0.275 0.000323 192 0.069 0.000643 320 0.021 0.103 0.28463 -6.36447 -7.86323284 -3.91 -0.051 0.034 0.000487 211 0.137 0.06 40.22 15.38139475 -2.021 0.137 0.86433016 -2.25 44.08 -0.000389 265 0.000426 242 0.137 0.78062089 -3.50 3.67364877 -2.26 11.00018 283 0.57987911 -2.062 0.86323284 -3.137 0.137 0.09 1.06 22.94131 -9.67 31.07 1.19418321 -2.86323284 -3.137 0.19 0.23 0.10 0.00107 385 Desv.67364877 -2.103 0.021 0.90 1.97592965 -2.67 21.67364877 -2.000747 368 0.82 9.275 0.000366 189 0.94031 -7.62255 -7.29098418 -0.86323284 -3.069 0.48 11.97592965 -2.60 12.000337 205 0.34 18.034 0.021 0.57987911 -2.98777435 -1.98777435 -3.27302629 -2.103 0.98777435 -3.62725 -8.000269 257 0.91 18.051 0.71 -0.38139475 -2.19945 -6.78062089 -3.103 0.38139475 -3.01 0.069 0.94 -0.000945 327 0.38139475 -2.86323284 -3.38139475 -2.43708 -8.67364877 -2.034 0.000686 401 0.000911 339 0.09701 -8.062 0.137 0.000107 318 0.000068 309 0.99 30.45880 -8.86323284 -3.98777435 -3.10154664 -7.103 0.39 -0.67364877 -2.000779 264 0.000695 296 0.000353 176 0.27302629 -1.98777435 -1.103 0.000304 339 0.13090 -8.67364877 -2.97592965 -2.55 0.00058 267 0.89287 -9.07251 -7.000375 365 0.33 16.137 0.86 17.20039 -8.069 0.45 2.034 0.06091 -6.84 0.38139475 -3.000825 250 0.27302629 -1.000589 175 0.000926 222 0.38139475 -3.97592965 -2.16265 -6.103 0.56168 -7.0008 194 0.000584 235 0.87 -0.000426 242 0.137 0.29098418 -0.29 4.05858 -7.25 -0.98777435 -1.27302629 -1.88673193 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 247 214 196 276 237 217 302 260 238 323 279 255 354 305 279 377 325 298 -12 30 74 291 149 107 217 59 48 87 23 30 1 13 41 11 24 80 16 76 128 25 -17 -20 -10 -48 -42 -50 -62 -44 -58 -68 -33 -83 -40 9 -43 -4 57 128 47 22 61 -16 -7 38 -18 -9 5 -31 -6 -15 16 60 70 64 108 61 9 7 28 -20 -6 -19 -18 -12 -51 -42 14 -34 -1 48 39 57 135 22 -9 -4 42 -32 -23 -19 -28 -37 -67 -44 -22 -65 -19 28 -22 43 87 Média 3.069 0.88673193 -3.38139475 -2.26 -0.000128 266 0.23 1.67364877 -1.33854 -6.21 0.67 0.48 19.137 0.021 0.38139475 -2.59 -0.78062089 -3.27302629 -2.034 0.27302629 -1.034 0.67364877 -1.103 0.94904 -8.96433 -8.99 35.50015 -7.051 0.59 17.86323284 -3.069 0.27302629 -2.68 5.103 0.09 18.000202 252 0.041 0.000677 304 0.275 0.174414 -1.61907 -8.000282 365 0.137 0.37 5.78062089 -3.137 0.103 0.81 30.52 -0.91836 -7.23349 -6.97592965 -2.062 0.38 22.137 0.155 0.137 0.84 0.34937 -7.000771 201 0.57987911 -2.80340 -10.80 1.59600 -8.38139475 -3.01 0.069 0.03 4.67364877 -2.28318 -8.79016 -8.98777435 -3.051 0.000069 493 0.021 0.70 -0.206 0.09193 -7.000721 381 0.041 0.27302629 -2.67364877 -2.86323284 -3.069 0.70 13.412 TeseCinconeguiAnexosMIMRJ (2) 0.27302629 -1.000077 273 0.34 1.103 0.021 0.12 12.19418321 -2.86433016 -2.98777435 -1.034 0.000553 248 0.000952 433 0.29784 -6.36 -0.78062089 -3.35 14.034 0.103 0.27302629 -2.57987911 -1.67364877 -2.021 0.38139475 -2.94058 -7.66 0.103 0.137 0.35 6.86323284 -3.22080 -7.001006 307 0.0002 205 0.034 0.062 0.069 0.82 54.75926 -8.13 0.021 0.034 0.01 10.57 0.069 0.35 22.103 0.39 26.57987911 -2.25483 -7.09 2.19418321 -2.82 -0.000329 416 0.22 0.31 -0.97592965 -2.86323284 -3.06 34.59 0.174414 -1.27302629 -2.04 20.103 0.00111 371 0.55 24.97592965 -2.137 0.206 0.86227 -7.62 -0.57987911 -2.88673193 -3.98777435 -1.051 0.051 0.206 0.000722 285 0.57987911 -1.000766 269 0.27302629 -2.000319 216 0.02 13.0.56 12.39 8.98777435 -1.08 -0.84010 -1.57987911 -1.64 7.137 0.67364877 -2.10 0.99 0.79 0.19418321 -2.051 0.42 1.90177 -7.29636 -8.02 3.069 0.17360 -7.069 0.034 0.27 0.137 0.46840 -7.86 0.45594 -7.27302629 -2.14 19.155 0.27302629 -1.412 0.034 0.021 0.000131 389 0.00052 198 0.051 0.137 0.67364877 -1.000364 283 0.412 0.13 7.66 9.000305 203 0.000882 234 0.98777435 -3.021 0.000532 194 0.17433 -8.97592965 -2.000184 223 0.000967 426 0.000056 375 0.38139475 -3.069 0.13 -0.051 0.069 0.000039 538 0.33 8.041 0.062 0.137 0.103 0.07 18.64 6.69 16.29098418 -0.26 -0.90 0.97592965 -2.96348 -7.16782 -8.53887 -8.021 0.14268 -7.10013 -8.29098418 -0.47797 -7.

Ensaio Triaxial Dinâmico
Módulo de Resiliência (módulo composto)
"Amostra" :
CIBH

COEFICIENTES DA REGRESSÃO
INTERSEÇÃO
-6,3090682
b1
-0,4659208
b2
1,28533647
k1
k2
k3
0,001819728 -0,4659208 1,2853365
2
R = 0,99814487
K1 = 1/k1
550

DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO
V  (kgf/cm2)

V d (kgf/cm2)

0,021
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103

TeseCinconeguiAnexosCIBH (2)

0,021
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412
0,021
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412
0,021
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309

Ha
0,000055
0,000155
0,000265
0,000091
0,000279
0,000424
0,000149
0,000398
0,000612
0,000199
0,000506
0,000719
0,0003
0,000611
0,0008
0,000341
0,000657
0,000904
0,000062
0,000219
0,000345
0,000133
0,000359
0,000539
0,000196
0,000497
0,000718
0,000247
0,000582
0,000789
0,000333
0,000674
0,000846
0,000364
0,000695
0,00095
0,000188
0,000342
0,000089
0,00034
0,000584
0,000184
0,000553
0,000766
0,000292
0,000641
0,000904
0,000371
0,000736
0,000955
0,000382
0,000775
0,001056
0,000028
0,000216
0,00039
0,000089
0,000395
0,000623
0,000219
0,000562
0,000802
0,000286
0,000668
0,000881
0,000362
0,000756
0,000961
0,000408
0,00079
0,00106
0,000171
0,000339
0,000035
0,000325
0,00055
0,000168
0,000518
0,000774
0,000251
0,00063
0,000863
0,000376
0,000712
0,000938

MR (kgf/cm2)
382
265
234
374
247
243
342
259
253
347
271
287
343
337
386
402
419
456
339
187
180
256
192
191
260
207
216
279
235
261
309
306
365
376
396
434
218
181
382
203
176
277
186
202
236
214
228
278
280
324
359
355
390
750
190
159
382
175
165
233
183
193
241
205
234
285
272
322
336
348
389
240
183
971
212
187
304
199
200
275
217
239
274
289
329

LN H a

LN V 3

LN V d

-9,80818 -3,86323284 -3,86323284
-8,77209 -3,86323284 -3,19418321
-8,23578 -3,86323284 -2,78062089
-9,30465 -3,38139475 -3,38139475
-8,18430 -3,38139475 -2,67364877
-7,76578 -3,38139475 -2,27302629
-8,81156 -2,97592965 -2,97592965
-7,82906 -2,97592965 -2,27302629
-7,39878 -2,97592965 -1,86433016
-8,52221 -2,67364877 -2,67364877
-7,58897 -2,67364877 -1,98777435
-7,23765 -2,67364877 -1,57987911
-8,11173 -2,27302629 -2,27302629
-7,40041 -2,27302629 -1,57987911
-7,13090 -2,27302629
-1,174414
-7,98363 -1,98777435 -1,98777435
-7,32783 -1,98777435 -1,29098418
-7,00868 -1,98777435 -0,88673193
-9,68838 -3,86323284 -3,86323284
-8,42644 -3,86323284 -3,19418321
-7,97197 -3,86323284 -2,78062089
-8,92516 -3,38139475 -3,38139475
-7,93219 -3,38139475 -2,67364877
-7,52579 -3,38139475 -2,27302629
-8,53740 -2,97592965 -2,97592965
-7,60692 -2,97592965 -2,27302629
-7,23904 -2,97592965 -1,86433016
-8,30612 -2,67364877 -2,67364877
-7,44904 -2,67364877 -1,98777435
-7,14474 -2,67364877 -1,57987911
-8,00737 -2,27302629 -2,27302629
-7,30228 -2,27302629 -1,57987911
-7,07499 -2,27302629
-1,174414
-7,91836 -1,98777435 -1,98777435
-7,27160 -1,98777435 -1,29098418
-6,95905 -1,98777435 -0,88673193
-8,57907 -3,86323284 -3,19418321
-7,98070 -3,86323284 -2,78062089
-9,32687 -3,38139475 -3,38139475
-7,98656 -3,38139475 -2,67364877
-7,44561 -3,38139475 -2,27302629
-8,60057 -2,97592965 -2,97592965
-7,50015 -2,97592965 -2,27302629
-7,17433 -2,97592965 -1,86433016
-8,13876 -2,67364877 -2,67364877
-7,35248 -2,67364877 -1,98777435
-7,00868 -2,67364877 -1,57987911
-7,89931 -2,27302629 -2,27302629
-7,21428 -2,27302629 -1,57987911
-6,95380 -2,27302629
-1,174414
-7,87009 -1,98777435 -1,98777435
-7,16265 -1,98777435 -1,29098418
-6,85327 -1,98777435 -0,88673193
-10,48331 -3,86323284 -3,86323284
-8,44023 -3,86323284 -3,19418321
-7,84936 -3,86323284 -2,78062089
-9,32687 -3,38139475 -3,38139475
-7,83662 -3,38139475 -2,67364877
-7,38096 -3,38139475 -2,27302629
-8,42644 -2,97592965 -2,97592965
-7,48401 -2,97592965 -2,27302629
-7,12840 -2,97592965 -1,86433016
-8,15952 -2,67364877 -2,67364877
-7,31122 -2,67364877 -1,98777435
-7,03445 -2,67364877 -1,57987911
-7,92387 -2,27302629 -2,27302629
-7,18747 -2,27302629 -1,57987911
-6,94754 -2,27302629
-1,174414
-7,80424 -1,98777435 -1,98777435
-7,14348 -1,98777435 -1,29098418
-6,84949 -1,98777435 -0,88673193
-8,67385 -3,86323284 -3,19418321
-7,98951 -3,86323284 -2,78062089
-10,26016 -3,38139475 -3,38139475
-8,03169 -3,38139475 -2,67364877
-7,50559 -3,38139475 -2,27302629
-8,69155 -2,97592965 -2,97592965
-7,56554 -2,97592965 -2,27302629
-7,16394 -2,97592965 -1,86433016
-8,29006 -2,67364877 -2,67364877
-7,36979 -2,67364877 -1,98777435
-7,05510 -2,67364877 -1,57987911
-7,88592 -2,27302629 -2,27302629
-7,24743 -2,27302629 -1,57987911
-6,97176 -2,27302629
-1,174414

MR = K1V 3k2V dk3
K2 = -k2
0,4659

K3 = 1-k3
-0,2853

MR Calculado
(kgf/cm2)

ERRO
(kgf/cm2)

ERRO (%)

Resíduo
Padronizado

274
226
201
298
244
217
321
263
234
339
279
248
365
299
266
384
315
280
274
226
201
298
244
217
321
263
234
339
279
248
365
299
266
384
315
280
226
201
298
244
217
321
263
234
339
279
248
365
299
266
384
315
280
274
226
201
298
244
217
321
263
234
339
279
248
365
299
266
384
315
280
226
201
298
244
217
321
263
234
339
279
248
365
299
266

108
39
33
75
3
25
21
-4
19
8
-8
38
-21
38
120
18
104
175
65
-39
-21
-43
-52
-26
-61
-55
-18
-60
-43
13
-55
7
99
-7
81
153
-8
-20
84
-41
-41
-44
-76
-31
-103
-65
-20
-87
-19
57
-25
40
110
476
-36
-42
84
-69
-52
-88
-79
-41
-98
-74
-14
-80
-27
55
-48
34
108
14
-18
673
-32
-30
-17
-64
-34
-64
-61
-9
-91
-10
63

28,36
14,56
14,16
20,13
1,41
10,47
6,20
1,52
7,69
2,21
2,98
13,38
6,17
11,28
31,02
4,47
24,84
38,49
19,24
20,72
11,76
16,73
26,87
13,82
23,39
26,77
8,30
21,38
18,44
4,94
17,85
2,14
27,05
1,97
20,49
35,36
3,63
10,79
21,89
20,15
23,32
15,84
41,05
15,54
43,50
30,45
8,91
31,30
6,87
17,66
7,01
11,34
28,15
63,53
19,06
26,34
21,89
39,59
31,55
37,87
43,35
20,97
40,55
35,95
6,14
28,11
9,77
17,14
14,30
9,63
27,88
5,74
9,82
69,28
14,85
16,14
5,76
32,13
16,75
23,35
28,21
3,97
33,07
3,38
19,12

0,80
0,28
0,24
0,55
0,03
0,19
0,16
-0,03
0,14
0,06
-0,06
0,28
-0,16
0,28
0,88
0,13
0,77
1,29
0,48
-0,29
-0,16
-0,31
-0,38
-0,19
-0,45
-0,41
-0,13
-0,44
-0,32
0,10
-0,41
0,05
0,73
-0,05
0,60
1,13
-0,06
-0,14
0,62
-0,30
-0,30
-0,32
-0,56
-0,23
-0,76
-0,48
-0,15
-0,64
-0,14
0,42
-0,19
0,30
0,81
3,51
-0,27
-0,31
0,62
-0,51
-0,38
-0,65
-0,58
-0,30
-0,72
-0,54
-0,11
-0,59
-0,20
0,41
-0,35
0,25
0,80
0,10
-0,13
4,96
-0,23
-0,22
-0,13
-0,47
-0,25
-0,47
-0,45
-0,07
-0,67
-0,07
0,46

1/2

0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
0,051
0,051
0,051
0,069
0,069
0,069
0,103
0,103
0,103
0,137
0,137
0,137

TeseCinconeguiAnexosCIBH (2)

0,137
0,275
0,412
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412
0,041
0,062
0,034
0,069
0,103
0,051
0,103
0,155
0,069
0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137
0,275
0,412

0,000398
344
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365
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403
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222
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174
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607
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204
0,000572
180
0,00016
319
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193
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203
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234
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219
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236
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276
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296
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331
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352
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369
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405
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342
0,00032
194
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1.360
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210
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191
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321
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201
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205
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212
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231
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275
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279
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318
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360
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349
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381
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218
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576
0,000284
243
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315
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212
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209
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249
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235
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245
0,000355
290
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307
0,000943
328
0,00039
351
0,00074
372
0,001028
401
0,000146
281
0,000313
198
0,000056
607
0,000316
218
0,000546
189
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349
0,000511
202
0,000719
216
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225
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255
0,000344
299
0,000711
290
0,00093
332
0,000389
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395
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233
0,000344
180
0,000047
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0,000343
201
0,000552
187
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295
0,000523
197
0,000789
196
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219
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400
Desv. Padrão 135,8199056

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280
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217
321
263
234
339
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384
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226
201
298
244
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321
263
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266
384
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201
298
244
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263
234
339
279
248
365
299
266
384
315
280

-40
51
122
-4
-27
309
-40
-37
-2
-69
-31
-105
-60
-12
-88
-4
65
-32
55
124
116
-7
1.062
-33
-26
0
-62
-29
-73
-67
-17
-90
-20
51
-24
35
101
69
17
278
-1
-14
-6
-51
-25
-90
-44
-4
-74
8
61
-33
57
120
55
-3
309
-25
-29
28
-61
-18
-47
-54
6
-65
-9
66
-32
55
114
7
-21
425
-43
-31
-26
-66
-37
-120
-73
-21
-91
-18
51
-29
41
119
Média

11,50
13,86
30,40
1,97
15,65
50,85
19,80
20,78
0,73
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15,24
44,97
27,60
5,18
32,01
1,20
19,55
8,98
14,77
30,74
33,85
3,66
78,06
15,91
13,82
0,10
30,60
14,19
27,28
31,47
7,46
32,72
7,16
16,19
6,73
9,97
26,45
23,38
8,00
48,22
0,36
6,64
1,99
23,96
11,77
36,13
18,65
1,44
25,64
2,57
18,69
9,26
15,35
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19,52
1,39
50,85
11,67
15,29
8,09
30,34
8,45
15,98
23,94
2,53
21,74
3,24
19,81
8,98
14,77
28,97
2,99
11,44
58,75
21,21
16,56
8,91
33,40
19,01
54,80
35,34
9,03
33,42
6,43
16,02
8,13
11,46
29,85
19,4850

-0,29
0,37
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-0,03
-0,20
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7,82
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0,00
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2,05
-0,01
-0,10
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-0,37
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-0,19
-0,21
0,21
-0,45
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-0,34
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0,05
-0,48
-0,07
0,48
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0,40
0,84
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-0,15
3,13
-0,31
-0,23
-0,19
-0,48
-0,28
-0,88
-0,54
-0,15
-0,67
-0,13
0,37
-0,21
0,30
0,88

2/2

Ensaio Triaxial Dinâmico
Módulo de Resiliência (módulo composto)
"Amostra" :
CMBH

COEFICIENTES DA REGRESSÃO
INTERSEÇÃO
-6,3628995
b1
-0,4392731
b2
1,26524918
k1
k2
k3
0,00172436
-0,4392731 1,2652492
2
R = 0,99814487
K1 = 1/k1
580

DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO
V  (kgf/cm2)
0,021
0,021
0,034
0,034
0,034
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0,137
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0,103
0,103
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0,069
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0,103
0,103
0,103
0,137

V d (kgf/cm2)
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0,206
0,309
0,137
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0,412
0,021
0,041
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0,103
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0,155
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0,137
0,206
0,103
0,206
0,309
0,137

TeseCinconeguiAnexosCMBH (2)

Ha
0,000075
0,000209
0,000029
0,000238
0,000424
0,00011
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0,000314
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0,000176
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0,00004
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0,000381
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0,000772
0,000267
0,000638
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0,000357
0,000685
0,000935
0,000393

MR (kgf/cm2)
547
297
1.172
290
243
464
245
248
392
265
277
361
324
371
423
423
443
268
196
370
220
198
290
211
209
297
226
252
308
310
342
359
375
416
955
234
167
382
191
176
266
201
220
285
225
253
299
302
341
366
383
427
347
255
557
279
232
411
243
247
394
269
285
349
348
381
434
449
448
525
212
164
258
181
178
246
195
201
258
215
240
289
301
330
349

LN H a

LN V 3

LN V d

-9,49802 -3,86323284 -3,19418321
-8,47318 -3,86323284 -2,78062089
-10,44821 -3,38139475 -3,38139475
-8,34324 -3,38139475 -2,67364877
-7,76578 -3,38139475 -2,27302629
-9,11503 -2,97592965 -2,97592965
-7,77288 -2,97592965 -2,27302629
-7,37776 -2,97592965 -1,86433016
-8,64503 -2,67364877 -2,67364877
-7,56747 -2,67364877 -1,98777435
-7,20213 -2,67364877 -1,57987911
-8,16302 -2,27302629 -2,27302629
-7,36189 -2,27302629 -1,57987911
-7,09168 -2,27302629
-1,174414
-8,03477 -1,98777435 -1,98777435
-7,33854 -1,98777435 -1,29098418
-6,98140 -1,98777435 -0,88673193
-8,78507 -3,86323284 -3,19418321
-8,05977 -3,86323284 -2,78062089
-9,29372 -3,38139475 -3,38139475
-8,06612 -3,38139475 -2,67364877
-7,56361 -3,38139475 -2,27302629
-8,64503 -2,97592965 -2,97592965
-7,62520 -2,97592965 -2,27302629
-7,20751 -2,97592965 -1,86433016
-8,36877 -2,67364877 -2,67364877
-7,41028 -2,67364877 -1,98777435
-7,10865 -2,67364877 -1,57987911
-8,00437 -2,27302629 -2,27302629
-7,31723 -2,27302629 -1,57987911
-7,00979 -2,27302629
-1,174414
-7,87009 -1,98777435 -1,98777435
-7,21700 -1,98777435 -1,29098418
-6,91680 -1,98777435 -0,88673193
-10,72447 -3,86323284 -3,86323284
-8,65072 -3,86323284 -3,19418321
-7,89931 -3,86323284 -2,78062089
-9,32687 -3,38139475 -3,38139475
-7,92663 -3,38139475 -2,67364877
-7,44390 -3,38139475 -2,27302629
-8,55802 -2,97592965 -2,97592965
-7,57719 -2,97592965 -2,27302629
-7,26015 -2,97592965 -1,86433016
-8,32657 -2,67364877 -2,67364877
-7,40534 -2,67364877 -1,98777435
-7,11355 -2,67364877 -1,57987911
-7,97197 -2,27302629 -2,27302629
-7,28902 -2,27302629 -1,57987911
-7,00758 -2,27302629
-1,174414
-7,89125 -1,98777435 -1,98777435
-7,23904 -1,98777435 -1,29098418
-6,94442 -1,98777435 -0,88673193
-9,04483 -3,86323284 -3,19418321
-8,32245 -3,86323284 -2,78062089
-9,70464 -3,38139475 -3,38139475
-8,30612 -3,38139475 -2,67364877
-7,71969 -3,38139475 -2,27302629
-8,99523 -2,97592965 -2,97592965
-7,76814 -2,97592965 -2,27302629
-7,37456 -2,97592965 -1,86433016
-8,65072 -2,67364877 -2,67364877
-7,58110 -2,67364877 -1,98777435
-7,23349 -2,67364877 -1,57987911
-8,12854 -2,27302629 -2,27302629
-7,43200 -2,27302629 -1,57987911
-7,11848 -2,27302629
-1,174414
-8,05977 -1,98777435 -1,98777435
-7,39715 -1,98777435 -1,29098418
-6,99222 -1,98777435 -0,88673193
-10,12663 -3,86323284 -3,86323284
-8,55282 -3,86323284 -3,19418321
-7,88062 -3,86323284 -2,78062089
-8,93271 -3,38139475 -3,38139475
-7,87271 -3,38139475 -2,67364877
-7,45421 -3,38139475 -2,27302629
-8,48279 -2,97592965 -2,97592965
-7,54452 -2,97592965 -2,27302629
-7,16653 -2,97592965 -1,86433016
-8,22826 -2,67364877 -2,67364877
-7,35717 -2,67364877 -1,98777435
-7,05858 -2,67364877 -1,57987911
-7,93777 -2,27302629 -2,27302629
-7,28609 -2,27302629 -1,57987911
-6,97496 -2,27302629
-1,174414
-7,84170 -1,98777435 -1,98777435

MR = K1V 3k2V dk3
K2 = -k2
0,4393

K3 = 1-k3
-0,2652

MR Calculado
(kgf/cm2)

ERRO
(kgf/cm2)

ERRO (%)

Resíduo
Padronizado

248
222
322
267
240
346
287
257
364
304
272
390
325
292
410
341
306
248
222
322
267
240
346
287
257
364
304
272
390
325
292
410
341
306
296
248
222
322
267
240
346
287
257
364
304
272
390
325
292
410
341
306
248
222
322
267
240
346
287
257
364
304
272
390
325
292
410
341
306
296
248
222
322
267
240
346
287
257
364
304
272
390
325
292
410

299
74
850
23
3
118
-42
-9
28
-39
4
-29
0
80
13
82
137
20
-26
48
-47
-41
-56
-76
-48
-67
-77
-21
-82
-15
50
-52
34
109
658
-14
-55
60
-76
-64
-80
-86
-37
-79
-78
-19
-92
-23
50
-44
42
121
100
33
235
12
-8
66
-43
-10
30
-35
13
-41
23
90
23
108
142
229
-35
-58
-64
-86
-62
-99
-92
-57
-106
-89
-33
-102
-24
39
-62

54,65
25,11
72,54
7,95
1,22
25,48
17,20
3,74
7,11
14,57
1,46
8,04
0,15
21,44
2,96
19,38
30,91
7,48
13,24
12,88
21,44
20,91
19,23
35,85
23,00
22,45
34,07
8,19
26,62
4,72
14,74
14,42
8,96
26,30
68,98
5,82
32,94
15,72
39,62
36,29
30,07
42,53
16,69
27,72
34,73
7,66
30,79
7,72
14,55
12,02
10,94
28,31
28,65
12,92
42,23
4,47
3,44
15,99
17,76
4,07
7,64
13,02
4,51
11,83
6,63
23,52
5,35
23,97
31,65
43,61
16,71
35,45
25,00
47,35
34,89
40,24
47,27
28,14
40,92
41,38
13,75
35,34
8,03
11,72
17,71

2,30
0,57
6,53
0,18
0,02
0,91
-0,32
-0,07
0,21
-0,30
0,03
-0,22
0,00
0,61
0,10
0,63
1,05
0,15
-0,20
0,37
-0,36
-0,32
-0,43
-0,58
-0,37
-0,51
-0,59
-0,16
-0,63
-0,11
0,39
-0,40
0,26
0,84
5,06
-0,10
-0,42
0,46
-0,58
-0,49
-0,61
-0,66
-0,28
-0,61
-0,60
-0,15
-0,71
-0,18
0,38
-0,34
0,32
0,93
0,76
0,25
1,81
0,10
-0,06
0,51
-0,33
-0,08
0,23
-0,27
0,10
-0,32
0,18
0,69
0,18
0,83
1,09
1,76
-0,27
-0,45
-0,49
-0,66
-0,48
-0,76
-0,71
-0,43
-0,81
-0,68
-0,25
-0,78
-0,19
0,30
-0,47

1/2

051 0.00035 197 0.000878 352 0. Padrão 130.000067 507 0.81 -0.52 20.86323284 -3.8506 0.034 0.41858 -7.103 0.000531 388 0.27302629 -2.034 0.64 7.051 0.21 0.67364877 -2.103 0.103 0.57987911 -1.000696 444 0.25 32.67364877 -1.051 0.069 0.041 0.06 0.97592965 -2.034 0.62 5.77 -0.73 22.103 0.63373 -7.00019 268 0.98777435 -1.55 -0.137 0.38139475 -3.36 30.309 0.069 0.77 0.27302629 -2.051 0.137 0.97592965 -2.0006 228 0.000056 607 0.05 -0.35 -0.19418321 -2.021 0.55 25.27302629 -2.041 0.15 23.57 34.38139475 -3.86323284 -3.27818 -7.06 34.62520 -7.38139475 -2.034 0.412 0.03 24.069 0.67385 -7.67364877 -2.000244 283 0.137 0.80 0.16 37.309 0.38139475 -3.98777435 -1.51472 -8.021 0.137 0.95 14.06 28.000275 375 0.069 0.000254 272 0.38139475 -3.29 13.85 36.38139475 -2.000319 194 0.91 38.137 0.98777435 -1.38179 -7.64 -0.051 0.069 0.309 0.30 6.25025 -8.000116 293 0.000519 198 0.97592965 -2.43348 -8.91 9.57987911 -1.000327 211 0.000719 382 0.37 -0.97592965 -2.051 0.051 0.103 0.86323284 -3.43 -0.98777435 -1.29098418 -0.86 0.97592965 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-45 -29 -70 -56 -74 -79 -45 -81 -75 -30 -107 -23 71 -63 25 91 Média 10.051 0.36 -0.034 0.95188 -7.137 0.103 0.29098418 -0.55 11.10 -0.97592965 -2.97592965 -2.38139475 -2.84 26.12 0.103 0.07 -0.41 20.412 0.02 31.21 21.021 0.27016 -8.73 0.37 -0.67364877 -2.92111 -7.96 12.103 0.22796 -6.103 0.000591 465 0.97592965 -2.000691 298 0.96 6.000066 318 0.174414 -1.59890 -7.98777435 -3.08 21.06 9.01 6.38616 -7.35 25.75 30.034 0.98 17.26 14.06192 -7.86433016 -2.062 0.27302629 -2.041 0.000852 363 0.61 7.86323284 -3.70464 -8.000363 284 0.59 0.069 0.67364877 -2.034 0.98777435 -1.275 0.67364877 -1.137 0.000617 251 0.67364877 -2.58 -0.25 -0.275 0.001037 397 Desv.08 36.67364877 -2.103 0.275 0.069 0.59293 -7.069 0.000501 206 0.000296 463 0.000171 298 0.38 1.021 0.000172 238 0.206 0.23 -0.95800 -7.19418321 -2.56361 -8.12515 -7.18 0.20481 -8.001005 410 0.02 1.67364877 -2.27302629 -1.412 0.24 -0.034 0.137 0.86 0.97592965 -2.86433016 -2.051 0.34 28.57376 -7.27302629 -1.18 1.000855 241 0.38139475 -2.137 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-0.27302629 -1.137 0.72 40.000178 388 0.34 28.97592965 -2.

103 0.98777435 -1.86433016 -2.103 0.27302629 -1.83157 -7.00011 0.99814487 K1 = 1/k1 430 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.57 4.30 0.79163 -7.67364877 -2.36 0.27302629 -2.57987911 -1.000509 0.49 27.05 0.069 0.38139475 -2.27302629 -2.11 0.89682 -8.03 12.86323284 -3.97592965 -2.22 -0.40 23.61095 -6.021 0.000851 0.06 2.89188 -7.44 17.02250 -9.63 38.275 0.041 0.23201 -7.98777435 -1.000393 0.38139475 -3.000167 0.86323284 -3.07 25.74 4.63936 -7.84 9.71519 -7.034 0.93 13.000249 0.27 -0.01 -0.38139475 -2.051 0.98777435 -3.11 4.24743 -6.88673193 -3.38139475 -3.67364877 -1.069 0.137 0.60 -0.18 0.000789 0.47 13.25 -0.76814 -9.98230 -8.11503 -7.051 0.15878 -6.051 0.29372 -7.206 0.103 0.19418321 -2.18 -0.28 0.62 6.61 26.78062089 -3.51 -0.000856 0.85709 -7.041 0.103 0.206 0.91579 -7.27302629 -2.021 0.97592965 -2.309 0.19418321 -2.86433016 -2.61298 -7.000349 0.80424 -7.000446 0.33 -0.98777435 -3.58133 -9.66918 -8.137 0.27302629 -1.051 0.00065 0.000778 0.235 246 189 370 193 178 266 192 191 217 211 225 259 271 304 300 321 350 339 154 133 224 140 134 205 153 153 206 166 182 219 220 250 262 283 297 266 138 122 192 133 131 190 145 148 198 163 178 215 215 249 277 276 296 215 158 309 169 156 251 179 174 246 191 203 248 249 276 -10.67364877 -2.45 4.062 0.56 -0.000079 0.67364877 -2.069 0.27302629 -3.06910 -8.67364877 -2.97592965 -2.97592965 -2.001011 0.103 0.48 -0.55 -0.86323284 -3.98777435 -1.86433016 -2.50230 -7.56554 -7.103 0.83 25.97 11.000387 0.95171 -6.98777435 -3.17716 -7.103 0.309 0.02 -0.86433016 -2.67364877 -1.137 0.70 0.86433016 -2.67 13.000576 0.29806 -7.06 33.67364877 -2.67364877 -2.069 0.041 0.137 0.86323284 -3.29 19.07 -0.33 -0.034 0.103 0.000177 0.069 0.11848 -8.001391 0.051 0.57987911 -2.71 1.27302629 -2.48 -0.021 0.74564 -9.88673193 -3.27302629 -2.12965 -6.4488598 b2 1.51 41.034 0.38139475 -2.137 0.55784 -6.103 0.000827 0.62 2.86323284 -3.86323284 -3.021 0.58 7.103 0.97592965 -2.69302 -7.137 0.57987911 -1.000433 0.000297 0.05 -0.000456 0.99 10.000522 0.15 24.64590 -6.91 34.98777435 -1.001243 0.000092 0.000358 0.67364877 -2.001238 0.21 -0.000478 0.19 6.000299 0.103 0.034 0.21 -0.051 0.137 0.67364877 -2.96 0.0640305 b1 -0.57987911 -2.10 0.38139475 -3.69426 -7.98777435 -1.38139475 -3.38139475 -2.051 0.38139475 -3.000801 0.17433 -8.69752 -8.021 0.88 28.001042 0.034 0.59 4.67364877 -2.57987911 -2.32 -0.021 0.001121 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.27302629 -2.062 0.17 0.18088 -6.27302629 -1.021 0.000268 0.57773 -8.33 -0.000972 0.412 0.06324 -6.034 0.034 0.24 6.034 0.155 0.000719 0.07 0.069 0.021 0.98777435 -3.174414 206 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 206 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 206 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 206 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 294 246 222 173 156 226 188 170 244 203 183 258 216 195 279 233 210 347 7 -9 51 -29 -16 6 -22 -1 -28 -40 29 -13 24 102 13 80 174 1.069 0.38 10.04 0.034 0.09771 -6.27302629 -1.309 TeseCinconeguiAnexosMIBH (2) Ha 0.103 V d (kgf/cm2) 0.001131 0.069 0.19 19.051 0.72 0.000397 0.27302629 -2.68838 -8.137 0.88673193 -3.38139475 -3.069 0.103 0.19418321 -2.206 0.94 27.15 0.103 0.034 0.27302629 -2.30525 -8.22 18.062 0.27302629 -1.174414 -1.86323284 -3.21 5.67364877 -1.96044 -7.27302629 -1.00333 -7.000761 0.034 0.000038 0.74477 -7.86323284 -3.021 0.000416 0.034 0.051 0.001176 0.000494 0.034 0.78465 -7.00138 -7.155 0.000062 0.034 0.67364877 -1.03 -0.034 0.09892 -6.11507 -7.051 0.02 -0.38139475 -3.137 0.000826 0.069 0.103 0.66278 -6.12178 -7.37 -0.4489 K3 = 1-k3 -0.98777435 -1.97592965 -2.98777435 -1.069 0.000766 0.49 29.27302629 -1.06 -0.36 19.08 6.309 0.57987911 -1.001158 0.000537 0.275 0.79353 -3.155 0.27302629 -2.97592965 -2.137 0.97592965 -2.07854 -6.051 0.06 0.44 36.021 0.021 0.069 0.57987911 -1.08 0.97592965 -2.67364877 -2.103 0.38 25.103 0.97592965 -2.05346 -7.33 29.062 0.60 23.29098418 -0.54 25.2581875 R2 = 0.97592965 -2.33854 -6.03 0.67364877 -2.36 -0.99222 -7.021 0.37 -0.000467 0.45940 -7.069 0.103 0.97592965 -2.051 0.57987911 -2.98777435 -1.38139475 -2.68 0.103 0.96 83.86323284 -3.51 30.034 0.000672 0.97592965 -2.72 0.021 0.155 0.97592965 -2.27302629 -1.34 17.97592965 -2.029 72 33 144 5 9 22 -12 8 -41 -6 31 -19 38 94 6 75 129 133 -19 -23 -2 -48 -35 -39 -51 -30 -52 -51 -13 -60 -14 40 -32 37 76 60 -35 -34 -34 -55 -39 -54 -59 -35 -61 -54 -17 -63 -18 39 -18 30 75 41 2 83 -19 -13 7 -25 -9 -13 -26 8 -31 16 66 62.206 0.103 0.48 -0.051 0.86323284 -3.46 -0.051 0.74 5.000017 0.78062089 -3.000518 0.89 13.67364877 -2.38139475 -2.40 8.26 -0.19418321 -2.069 0.069 0.31 15.000843 0.98777435 -1.069 0.17 1/2 .08 -0.001015 0.02317 -8.000204 0.27 0.39 -0.48 6.137 0.069 0.28 0.29098418 -0.000938 0.103 0.78062089 -3.94 22.2582 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 553 181 147 276 159 153 250 182 182 231 176 224 266 257 311 307 326 395 1.98777435 -1.000203 0.000841 0.002325011 -0.98777435 -1.137 0.17792 -8.021 0.021 0.37 -0.86323284 -3.38139475 -3.98777435 -1.051 0.000191 0.67364877 -2.28 -0.25818753 k1 k2 k3 0.57987911 -2.08092 -6.88673193 -3.86323284 -3.000227 0.69023 -7.16 -0.92 2.46 22.021 0.86661 -10.91076 -6.31 1.98777435 -1.000891 0.38139475 -3.21 -0.52951 -7.96 2.001046 0.67364877 -2.000281 0.55802 -7.103 0.206 0.000712 0.069 0.23 0.51 -0.97592965 -2.041 0.61 43.86323284 -3.206 0.00066 0.103 0.20 13.97592965 -2.069 0.17 0.14474 -8.001386 0.069 0.000914 0.09 0.78062089 -3.04 0.29 -0.27302629 -2.051 0.21 12.38 0.52 -0.069 0.87 12.39 17.46 11.137 0.86323284 -3.31 26.89 0.000992 0.56324 -7.38139475 -2.174414 -1.000495 0.034 0.58306 -8.76 1.45594 -8.000675 0.67364877 -1.27302629 -1.27302629 -1.04 4.137 0.57 -0.000266 0.22 1.412 0.15 29.069 0.16 15.84170 -9.06 -0.051 0.96 0.98777435 -1.12 -0.00081 0.97592965 -2.67364877 -2.00047 0.12 0.137 0.86323284 -3.27302629 -1.000408 0.57987911 -1.78062089 -3.206 0.000997 0.103 0.00 23.83 3.206 0.93615 -6.051 0.49739 -7.78483 -7.93498 -7.137 0.27302629 -2.32327 -8.27302629 -2.034 0.67364877 -2.18 8.309 0.000318 0.27302629 -1.000192 0.30 1.48 11.041 0.29098418 -0.051 0.32 -0.062 0.000328 0.412 0.275 0.069 0.67364877 -2.206 0.49 -0.000567 0.000423 0.67364877 -2.4488598 1.021 0.28 -0.27302629 -1.35 0.18 13.103 0.77 9.67364877 -2.000578 0.15 40.021 0.42 30.001016 0.38139475 -2.76 39.27302629 -2.27302629 -2.30080 -6.86323284 -3.103 0.000152 0.08 0.98777435 -1.39056 -7.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MIBH COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.98777435 -1.137 0.57 -0.103 0.034 0.38139475 -2.137 0.97176 -6.44606 -8.34 32.069 0.02 -0.86278 -7.64 9.103 0.137 0.99768 -7.069 0.000123 0.67364877 -2.87 30.155 0.38139475 -3.23765 -6.103 0.64 2.29098418 -0.206 0.275 0.174414 -1.47515 -7.86323284 -3.051 0.034 0.27302629 -2.000919 0.76106 -7.97592965 -2.137 0.12 0.86 8.02 -0.09 19.27302629 -1.22452 -7.35 0.103 0.13 0.86323284 -3.000957 0.38139475 -2.174414 -1.19418321 -2.97592965 -2.66 32.54 6.000335 0.412 0.01 0.89287 -7.82 17.137 0.98777435 -1.

98777435 -1.40759 -1.000431 160 0.93 18.00 0.60027 -7.45892 -7.98777435 -1.78062089 -3.29098418 -0.02 0.98777435 -1.45421 -7.19418321 -2.27302629 -1.11724 -6.051 0.034 0.041 0.22 -0.66481 -9.97592965 -2.155 0.000579 178 0.19418321 -2.49366 -7.069 0.10 0.57 2.103 0.45 56.13 0.174414 -1.52 -0.27302629 -1.72045 -9.062 0.051 0.57987911 -1.000418 246 0.44 -0.26 -0.23199 -8.11 5.26729 -8.206 0.000854 181 0.155 0.034 0.51 5.92 -0.14 52.52 0.98777435 -1.021 0.000048 438 0.78062089 -3.78062089 -3.97592965 -2.70 -0.051 0.103 0.103 0.97592965 -2.38139475 -3.27302629 -2.103 0.021 0.000918 300 0.98777435 -1.98777435 -1.137 0.051 0.27302629 -2.67364877 -2.069 0.000885 233 0.17 43.69184 -10.04 3.33 0.86433016 -2.52 -0.021 0.000766 134 0.67364877 -2.069 0.000844 244 0.000239 172 0.98777435 -1.034 0.19418321 -2.68561 -7.000426 242 0.20604 -7.44 6.19 -0.26300 -6.069 0.137 0.70 0.86323284 -3.23 -0.069 0.206 0.000512 121 0.8510619 -7.67364877 -2.86433016 -2.021 0.18747 -7.03 0.00 1.001275 323 0.38139475 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Padrão 105.86323284 -3.78003 -7.86323284 -3.174414 -1.43 19.88673193 -3.051 0.051 0.80160 -7.174414 -1.137 0.42 17.21 -0.13338 -7.06 0.137 0.051 0.97592965 -2.67364877 -2.55802 -7.20 53.25731 -8.25 26.07736 -6.67364877 -2.35248 -8.58 18.000071 296 0.15 17.021 0.27302629 -1.034 0.041 0.38139475 -3.001112 185 0.61150 -7.000066 318 0.069 0.18 0.103 0.16 14.88673193 -3.86323284 -3.001105 186 0.28 12.98777435 -1.27302629 -1.34 -0.00114 136 0.57987911 -1.86323284 -3.99331 -6.27302629 -2.137 0.034 0.041 0.67 17.08928 -6.155 0.103 0.137 0.62 -0.02250 -7.67364877 -2.57987911 -2.206 0.18 5.27302629 -2.137 0.041 0.000878 313 0.27302629 -2.000756 181 0.19 35.98572 -6.29098418 -0.22 6.43 35.67364877 -2.069 0.03 -0.000809 127 0.0.000494 277 0.412 0.08 18.71713 -8.38 15.29 15.27302629 -1.000169 201 0.00046 224 0.034 0.98777435 -1.26 64.38139475 -3.000562 123 0.000036 583 0.00121 340 0.137 0.57 23.103 0.137 0.67364877 -2.68 4.98777435 -3.275 0.001241 332 0.30 0.27302629 -2.98777435 -1.29098418 -0.001126 274 0.04129 -7.021 0.31 28.01534 -8.61 68.62586 -8.98248 -8.137 0.000764 179 0.03 -0.29098418 -0.034 0.021 0.61 23.412 0.22 -0.97592965 -2.44 16.103 0.70 1.83 18.73787 -7.069 0.03 -0.069 0.38139475 -2.103 0.86323284 -3.77673 -7.34 -0.412 TeseCinconeguiAnexosMIBH (2) 0.051 0.11173 -7.412 0.48 18.137 0.57987911 -1.034 0.57987911 -1.05 0.67364877 -2.05 17.04702 -6.000386 179 0.33 0.14 24.16 20.59 9.069 0.67563 -7.069 0.05032 -7.08 0.001277 215 0.41 0.19418321 -2.137 0.33 -0.35 18.10 0.97592965 -2.021 0.12 -0.86323284 -3.57 20.29098418 -0.98777435 -1.26729 -6.000961 286 0.000319 216 0.034 0.15 -0.000464 295 0.051 0.000182 187 0.14 33.27302629 -2.000437 236 0.16 0.90876 -7.67364877 -2.

30 18.0006 0.275 0.73101 -7.000301 0.155 0.000938 0.67364877 -2.56 38.19 -0.33 -0.041 0.38139475 -2.67364877 -2.78 0.000929 0.06 30.103 0.67364877 -2.98140 -8.021 0.98777435 -1.021 0.47 -0.034 0.11 0.72211 -9.07 39.000458 0.29098418 -0.137 0.97592965 -2.44 0.21 -0.67364877 -2.97592965 -2.22247 -8.062 0.174414 -1.78062089 -3.29098418 -0.67364877 -1.00093 0.23 0.103 0.61703 -6.91983 -9.069 0.02 35.38139475 -3.83 51.97592965 -2.81156 -7.97592965 -2.44732 -6.40 -0.98777435 -1.137 0.00086 0.27302629 -1.001348 0.103 0.38139475 -2.61 -0.00 -0.86323284 -3.86323284 -3.103 0.04 -0.27302629 -1.89 43.98777435 -1.19418321 -2.57987911 -1.206 0.000442 0.103 0.46 31.13 0.4295 K3 = 1-k3 -0.29098418 -0.53 18.000231 0.000429 0.00023 0.29098418 -0.27302629 -2.069 0.24305927 k1 k2 k3 0.051 0.86323284 -3.97592965 -2.000341 0.155 0.051 0.98033 -8.02 31.103 0.000732 0.21973 -6.30 1.103 0.021 0.56 -0.000388 0.79692 -7.24884 -6.000372 0.103 0.98897 -6.000698 0.96 4.60913 -9.86323284 -3.062 0.069 0.97592965 -2.001102 0.98777435 -1.86323284 -3.67364877 -2.034 0.56 -0.174414 -1.66 43.65 38.14728 -6.000852 0.000439 0.034 0.103 0.55283 -8.27302629 -1.98777435 -1.0003 0.38139475 -2.81063 -7.069 0.57987911 -1.09 31.86323284 -3.52 -0.000071 0.98777435 -1.000073 0.38139475 -3.021 0.27302629 -1.31 12.041 0.67364877 -2.11173 -7.069 0.38139475 -2.51 -0.051 0.83190 -7.98777435 -3.206 0.53884 -8.72 -0.22 -0.034 0.10 -0.069 0.021 0.021 0.30 19.98777435 -3.26873 -6.13 56.32 40.98777435 -1.74649 -7.103 0.52 -0.062 0.27302629 -2.021 0.30 -0.137 0.206 0.062 0.09 7.021 0.000709 0.103 0.55 -0.000149 0.97592965 -2.85 13.000091 0.78062089 -3.57987911 -2.98777435 -1.37 2.034 0.000064 0.57987911 -1.34 0.000204 0.14 10.27302629 -1.27302629 -1.412 0.37309 -7.67364877 -2.97592965 -2.00068 0.05163 -7.98777435 -3.36 -0.32 20.44953 -7.103 0.29342 -8.05858 -6.49 -0.069 0.103 0.000136 0.50 -0.67364877 -2.137 0.84 30.81791 -7.56 38.60491 -7.97592965 -2.86323284 -3.021 0.27302629 -2.52 -0.86323284 -3.172 300 236 560 265 234 473 226 242 342 291 329 423 387 417 273 175 167 230 168 148 198 148 169 176 159 187 207 240 253 278 298 306 296 177 157 254 167 149 216 177 167 230 187 198 225 252 275 291 319 338 292 152 135 228 157 151 217 172 167 225 180 206 249 262 263 291 323 342 288 156 140 250 149 141 238 171 179 202 175 188 240 249 292 -9.051 0.155 0.19418321 -2.000858 0.97592965 -2.206 0.84425 -7.000498 0.000988 0.83410 -8.23 -0.137 0.98777435 -1.69 25.97592965 -2.78062089 -3.82 12.05 0.27 16.66065 -7.35168 -7.50 -0.86433016 -2.76 8.38139475 -2.97592965 -2.30 0.86323284 -3.16 26.27302629 -2.051 0.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MMBH COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -6.99814487 K1 = 1/k1 477 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) 0.137 0.27448 -8.67364877 -2.103 0.1684702 b1 -0.14 -0.08 3.000214 0.31 13.16 12.27302629 -2.021 0.09193 -7.65663 -8.000236 0.77 64.96 10.22 1.06091 -6.021 0.155 0.206 0.062 0.27302629 -2.000693 0.86323284 -3.000492 0.67364877 -1.49739 -10.27302629 -3.034 0.034 0.67364877 -2.069 0.051 0.309 0.75 0.39 26.206 0.37743 -7.103 0.43 0.000146 0.002094438 -0.31 34.00073 0.67364877 -2.174414 -1.069 0.37 -0.25166 -6.14 28.57987911 -2.034 0.051 0.103 0.051 0.97592965 -2.26643 -7.09 12.4295357 1.86323284 -3.137 0.98777435 -1.000471 0.26729 -8.38139475 -3.27302629 -2.79264 -7.32025 -8.78062089 -3.137 0.86 1.137 0.069 0.52 -0.60 25.57987911 -1.000826 0.000607 0.275 0.86323284 -3.000413 0.03477 -7.36019 -7.94 1.000583 0.40 -0.000134 0.27302629 -2.103 0.051 0.137 0.034 0.38139475 -2.103 0.021 0.051 0.35 -0.99 0.16 8.41 -0.275 0.137 0.40 -0.52505 -8.00122 0.16 5.034 0.16 27.27302629 -1.61 26.069 0.46 -0.72 17.81830 -7.38139475 -2.12 27.103 0.069 0.00027 0.275 0.06792 -6.000471 0.15238 -6.051 0.24 26.000306 0.88673193 -3.97592965 -2.90 11.81 0.069 0.021 0.103 0.4295357 b2 1.041 0.68864 -7.034 0.137 0.034 0.001058 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 0.069 0.86433016 -2.38139475 -2.32 28.79 25.27302629 -1.35 0.70890 -9.103 0.000999 0.103 0.38139475 -3.97592965 -2.98363 -7.000762 0.06 28.309 0.70890 -7.069 0.41359 -7.034 0.02 0.39 0.034 0.2431 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 641 304 1.17956 -6.27302629 -2.98777435 -1.069 0.86433016 -2.68 9.000262 0.069 0.85137 -3.66065 -7.67364877 -2.67364877 -2.79206 -7.59 -0.103 0.206 0.000392 0.57987911 -2.48 -0.67364877 -1.31 -0.76 -0.27302629 -2.75405 -7.000436 0.67995 -7.38139475 -2.38 -0.97592965 -2.98 5.001122 0.38139475 -3.27302629 -2.97592965 -2.98777435 -1.76 -0.27302629 -1.73787 -9.99440 -7.90286 -7.103 0.57 -0.47171 -8.38139475 -3.17 0.99 -0.86323284 -3.137 0.27302629 -1.38139475 -3.174414 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 232 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 232 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 232 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 330 278 252 232 197 179 254 214 194 274 231 209 290 245 222 312 264 239 443 125 918 86 42 286 34 25 183 -20 20 30 27 90 93 109 165 40 -22 -12 -24 -46 -47 -76 -83 -40 -114 -86 -35 -106 -24 14 -51 20 53 63 -20 -22 0 -47 -45 -58 -54 -42 -60 -58 -25 -88 -12 36 -39 40 86 59 -46 -43 -26 -57 -43 -57 -59 -43 -65 -66 -16 -63 -2 24 -39 45 90 55 -41 -38 -4 -65 -53 -36 -60 -30 -88 -71 -34 -72 -15 53 69.26 0.051 0.21709 -7.78062089 -3.051 0.000922 0.309 TeseCinconeguiAnexosMMBH (2) Ha 0.38 36.31 -0.67364877 -2.78 0.19418321 -2.86323284 -3.97592965 -2.34 0.155 0.137 0.67 17.92 51.001043 0.09892 -6.069 0.86323284 -3.000787 0.000324 0.88 18.000029 0.021 0.000866 0.38139475 -3.2430593 R2 = 0.10840 -7.309 0.000458 0.67364877 -2.79449 -7.67364877 -2.001204 0.001175 0.19418321 -2.000234 0.000235 0.30 0.000711 0.000077 0.034 0.02 13.67364877 -2.103 0.97176 -8.97592965 -2.67364877 -2.72420 -8.28 37.069 0.86323284 -3.80 26.37 -0.98777435 -1.174414 -1.000783 0.68864 -8.021 0.034 0.069 0.97592965 -2.041 0.35 -0.051 0.103 0.98777435 -1.57987911 -1.30465 -7.412 0.52 14.49 21.17 0.103 0.051 0.103 V d (kgf/cm2) 0.034 0.000072 0.88673193 -3.75 -0.57987911 -2.98777435 -3.46 11.19 0.24 14.35 30.041 0.06910 -8.034 0.57987911 -2.17 -0.37 -0.31 -0.069 0.10865 -6.77 30.051 0.88 9.25 78.000257 0.55 -0.12 13.021 0.89662 -8.17 0.27302629 -2.27302629 -1.53 28.38139475 -3.21 -0.000697 0.051 0.67364877 -1.000662 0.051 0.90876 -7.05510 -6.27302629 -1.27302629 -2.412 0.91767 -7.63 27.76 54.034 0.88673193 -3.000412 0.09 9.86323284 -3.000863 0.18 41.051 0.67364877 -2.103 0.034 0.38139475 -2.36 23.98777435 -1.47 0.86433016 -2.40 -0.92 -0.021 0.74 0.000917 0.98777435 -1.051 0.64 8.000462 0.000603 0.00122 0.53 7.61 36.069 0.86565 -7.137 0.103 0.412 0.206 0.309 0.17 27.069 0.67364877 -2.41858 -6.26 -0.66 -0.12 -0.85451 -7.44821 -8.137 0.021 0.35593 -7.137 0.63 -0.27302629 -2.206 0.000818 0.98777435 -1.069 0.36 6.27302629 -1.137 0.27302629 -2.19418321 -2.67364877 -1.21 0.49 0.86323284 -3.40698 -7.137 0.000851 0.000148 0.59 15.000411 0.69 7.38139475 -3.069 0.000396 0.137 0.27302629 -1.09 18.86433016 -2.37 22.24717 -7.206 0.001094 0.46 1/2 .81 25.88673193 -3.137 0.

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Padrão TeseCinconeguiAnexosMMBH (2) 295 307 347 266 217 405 208 188 311 224 191 296 212 220 281 262 303 335 359 392 300 214 168 333 182 166 241 187 182 228 198 220 254 267 313 306 338 357 432 225 810 219 184 354 195 209 321 204 222 270 258 294 334 325 355 301 204 507 218 227 333 219 224 280 204 212 306 276 284 338 329 356 233 147 122 198 134 133 200 151 161 223 183 197 241 218 266 273 284 323 114.78507 -2.91015 -2.58110 -3.051 0.27302629 -1.63 -0.10178 -2.08 -0.23 -0.309 0.67364877 -2.001052 0.05 53.275 0.67347 -1.92 1.28755 -2.05 0.69 -0.88 28.00051 0.041 0.38139475 -2.75639 -2.56 7.051 0.98777435 -1.01 -0.88893 -2.062 0.67364877 -2.174414 -7.94 23.051 0.021 0.93 1.98777435 -7.28 -0.88673193 -9.02 46.86323284 -2.29098418 -6.98777435 -1.000367 0.70 -0.03 0.97592965 -7.00056 0.39 0.041 0.03 0.59 0.000465 0.97592965 -2.40 0.78062089 -10.98777435 -1.412 0.17 23.000692 0.000233 0.069 0.85 21.67364877 -7.29098418 -6.09 0.04 0.137 0.103 0.89 21.36 -0.29098418 -6.137 0.36 46.81162 -1.00055 0.57987911 -6.05 -0.000961 0.000095 0.103 0.88673193 -8.38139475 -7.000836 0.19418321 -8.27302629 -7.021 0.22 -0.29 18.174414 -7.103 0.44 -0.069 0.37 14.38741 -3.27302629 -1.66065 -2.44 34.67364877 -7.98777435 -0.000315 0.67364877 -2.103 0.86323284 -3.38139475 -2.42 -0.45 0.14983 -2.069 0.57987911 -7.275 0.19418321 -8.103 0.103 0.069 0.000851 0.67364877 -1.66 6.80 68.000042 0.001156 0.069 0.38139475 -8.78062089 -9.051 0.71072 -1.137 0.06 0.034 0.19418321 -7.61 22.78062089 -9.86323284 -3.98777435 -1.57987911 -7.021 0.103 0.08217 -2.00046 0.103 0.000136 0.103 0.103 0.67364877 -2.54641 -2.56940 -3.00 0.97592965 -2.60 18.034 0.137 0.98777435 -6.000619 0.13340 -2.051 0.01869 -1.06 -0.137 0.103 0.97592965 -2.000813 0.000785 0.27302629 -6.82 0.000212 0.000936 0.412 0.27302629 -2.33 1.137 0.38139475 -8.000382 0.78062089 -9.98777435 -7.103 0.31018 -2.97390 -2.88 1.137 0.000946 0.069 0.137 0.034 0.98777435 -7.50 7.000405 0.75 2.001162 0.00041 0.55 22.50559 -2.021 0.19054 -3.00097 0.18430 -3.206 0.174414 -7.86323284 -2.275 0.05 -0.38139475 -2.38139475 -2.61082 -3.00 -0.069 0.041 0.103 0.000692 0.000747 0.00037 0.97592965 -2.56 23.069 0.77856 -3.87009 -2.31 5.051 0.45 49.30823 -2.034 0.38139475 -2.98777435 -6.45892 -2.27302629 -2.069 0.81162 -2.67364877 -1.77 5.88673193 -9.60 2.051 0.47 0.000192 0.29098418 -6.041 0.60 0.82341 -2.64 -0.069 0.000379 0.38139475 -2.000275 0.98777435 -1.069 0.27302629 -8.85706 -2.76 2.75761 -1.000084 0.99543 -2.275 0.06 21.000684 0.00009 0.27302629 -1.64 -0.67364877 -1.15 9.103 0.62 21.000164 0.069 0.19418321 -7.56 0.000968 0.67364877 -1.103 0.83 0.174414 -7.97496 -2.44 0.57987911 -7.73548 -1.98777435 -1.021 0.86323284 -8.93821 -2.01038 -3.000471 0.66802 -3.27302629 -1.04 -0.54 -0.000154 0.86433016 -8.97592965 -2.97592965 -1.10 0.98777435 -7.034 0.08688 -1.19418321 -8.86323284 -2.034 0.59691 -1.137 0.021 0.155 0.99 0.26 10.98777435 -0.53 -0.103 0.000528 0.206 0.27592 -2.001188 0.103 0.27302629 -1.84570 -2.29098418 -6.27302629 -7.70 -0.000776 0.86323284 -8.137 0.05661 -3.85 12.137 0.000172 0.42 29.86 9.25 15.60 3.137 0.155 0.000895 0.000516 0.034 0.34316 -2.30 54.

66278 -6.25 28.11 16.069 0.67364877 -2.000542 0.021 0.67364877 -2.021 0.86323284 -3.275 0.137 0.19418321 -2.26 -0.58 18.001064 0.00137 0.95 1.86323284 -3.206 Ha 0.82 -0.16654 -7.021 0.97592965 -2.137 0.103 0.13 -0.001748 0.97592965 -2.53 -0.27302629 -2.001056 0.27302629 -1.31 -0.02 -0.021 0.01 4.67364877 -2.76 0.67364877 -2.000759 0.73 -0.27302629 -1.034 0.22214 -5.034 0.18 11.86 8.000296 0.00046 0.36137 -6.07 0.40 0.04 0.001758 0.33 -0.57343 -6.002505 0.84290 -6.04 16.27302629 -1.42 28.051 0.40819 -6.53138 -7.309 0.46 -0.27302629 -2.30823 -6.000735 0.03521 -9.137 0.000384 0.86323284 -3.57987911 -2.38139475 -3.19418321 -2.81154 -7.86323284 -3.000124 0.60913 -6.069 0.034 0.155 0.62 4.27302629 -2.021 0.069 0.98777435 -1.137 0.137 0.39056 -7.051 0.67 -0.103 0.001153 0.27302629 -1.97592965 -2.21564 -6.001101 0.001397 0.0160 MR (kgf/cm2) LN H a LN V 3 LN V d MR Calculado (kgf/cm2) ERRO (kgf/cm2) ERRO (%) Resíduo Padronizado 169 125 109 130 109 106 117 107 113 101 108 125 102 126 159 106 144 172 191 118 114 120 106 97 111 95 103 91 108 117 91 117 140 98 129 164 113 99 123 111 101 109 98 106 101 105 119 91 118 149 102 137 161 136 107 96 115 103 94 107 97 114 94 98 119 94 123 148 96 139 164 438 181 153 205 150 127 157 131 134 150 132 142 -8.78062089 -3.000227 0.67364877 -1.174414 -1.98777435 -1.47 39.39 -0.412 0.137 0.64 -0.78112 -6.88673193 -3.069 0.98777435 -1.41367 -6.38139475 -2.27302629 -1.27302629 -1.56 14.38139475 -2.29098418 -3.54 22.069 0.021 0.96588968 K1 = 1/k1 117 DADOS DO ENSAIO TRIAXIAL DINÂMICO V  (kgf/cm2) V d (kgf/cm2) 0.67 2.001393 0.86433016 -2.38139475 -3.034 0.01 -0.275 0.11250 -6.002393 0.051 0.103 0.27 21.155 0.85327 -6.97592965 -2.67364877 -2.17 1.68 0.74 1.98399578 k1 k2 k3 0.03247216 0.103 0.96619 -7.67364877 -2.77 -0.103 0.24 0.67364877 -2.06 7.206 0.67364877 -2.98777435 -1.67 4.24717 -7.79 -0.26 14.28 34.98777435 -1.66953 -6.29098418 -0.069 0.97592965 -2.051 0.27302629 -1.14 -0.97592965 -2.39 0.01 28.000325 0.99523 -8.20 29.98777435 -1.27302629 -2.03247216 b2 0.36 -0.002002 0.01 -0.97592965 -2.36 14.97592965 -2.137 0.22 -0.38139475 -3.021 0.137 0.81410 -8.97592965 -2.64 -0.38139475 -2.84 4.45 6.17587 -6.67364877 -2.89188 -7.002082 0.08 30.103 0.155 0.67364877 -2.08 34.001067 0.47 17.68211 -6.33904 -6.14 0.98777435 -1.206 0.034 0.97592965 -2.86433016 -2.78820 -6.103 0.33393 -6.93513 -7.91 25.000461 0.137 0.051 0.38139475 -2.0325 K3 = 1-k3 0.98777435 -3.412 0.38139475 -2.89979 -6.86323284 -3.88673193 -3.98777435 -3.73558 -6.27302629 -1.051 0.062 0.069 0.000459 0.000681 0.76 -0.001269 0.67364877 -1.051 0.000644 0.021 0.86323284 -3.206 0.000404 0.38096 -6.051 0.155 0.103 0.19418321 -2.97 18.67364877 -3.66 34.02 25.29 -0.38139475 -3.174414 -1.27302629 -1.17443 -6.86323284 -3.86323284 -3.67364877 -1.03169 -7.19 17.49 -0.069 0.67364877 -2.57987911 -1.30 -0.103 0.062 0.98777435 -1.000128 0.001016 0.84572 -7.71 16.041 0.99 13.01 -0.103 0.034 0.48 0.98777435 -1.069 0.21361 -5.83 5.000653 0.98777435 -1.021 0.36 -0.67364877 -2.001348 0.069 0.002554 0.021 0.86323284 -3.64770 -6.27302629 -1.034 0.27302629 -1.137 0.069 0.39 28.97009 -8.069 0.75 11.001127 0.98777435 -1.71 5.57987911 -1.051 0.103 0.021 0.13 32.021 0.001725 0.56 -0.72 -0.00047 0.069 0.27302629 -2.39 0.57630 -6.50 -0.68646 -6.27302629 -2.041 0.103 0.25 1.88673193 -3.001503 0.000633 0.48 -0.051 0.70 -0.38139475 -3.103 0.97592965 -2.59294 -7.71 -0.39 1.001453 MR = K1V 3k2V dk3 K2 = -k2 -0.77856 -7.206 0.069 0.86487 -7.Ensaio Triaxial Dinâmico Módulo de Resiliência (módulo composto) "Amostra" : MMBHG COEFICIENTES DA REGRESSÃO INTERSEÇÃO -4.82 14.57987911 -2.137 0.137 0.34928 -6.27302629 -1.206 0.051 0.37297 -8.008561628 0.00168 0.98947 -9.001135 0.17 0.05 27.76539 -7.103 0.55639 -6.97592965 -2.34 16.051 0.103 0.12 -0.97592965 -2.069 0.86433016 -2.97592965 -2.034 0.000571 0.14742 -8.001766 0.98777435 -3.23 10.137 0.36504 -6.000787 0.021 0.034 0.57987911 -1.67364877 -2.27302629 -2.069 0.021 0.62 -0.174414 -1.38139475 -3.103 0.53412 -3.57987911 -2.85 25.91 -0.66559 -6.000475 0.97592965 -2.051 0.103 0.27302629 -2.27302629 -1.46 0.67364877 -2.26275 -6.55 7.021 0.137 0.32 71.27302629 -2.002215 0.38139475 -2.412 0.069 0.64 -0.069 0.309 0.034 0.18351 -6.50029 -7.051 0.000262 0.87 0.000276 0.86433016 -2.000628 0.000327 0.97592965 -2.001939 0.062 0.034 0.50 0.69 -0.64616 -6.000965 0.041 0.68 2.80 6.65220 -6.98777435 -3.206 0.051 0.34781 -8.155 0.97592965 -2.38 20.37 20.29098418 -0.00109 0.38139475 -2.001297 0.83 31.000437 0.034 0.40 30.57987911 -2.38896 -6.002079 0.42 1.10 -0.49 33.57 0.001274 0.11 18.97592965 -2.82158 -6.12515 -7.51 21.275 0.051 0.34358 -6.82987 -6.07 24.39 -0.15 18.67364877 -2.000623 0.103 0.309 0.84 14.86323284 -3.28902 -6.67364877 -2.19418321 -2.034 0.27302629 -2.041 0.021 0.137 0.24 12.001906 0.02555 -7.67364877 -2.51 9.9839958 2 R = 0.000166 0.21 7.103 0.98777435 -1.000284 0.36253 -6.062 0.00011 0.00 0.021 0.062 0.57987911 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 121 123 123 121 122 123 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 121 123 123 121 122 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 121 123 123 121 122 123 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 121 123 123 121 122 123 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 45 0 -18 6 -16 -20 -6 -17 -12 -21 -16 1 -19 3 36 -15 22 49 66 -8 -12 -4 -19 -29 -12 -29 -22 -31 -15 -8 -31 -5 16 -22 7 40 -13 -28 0 -14 -24 -14 -27 -18 -21 -18 -5 -30 -5 25 -19 15 38 12 -19 -30 -9 -22 -32 -15 -28 -10 -28 -25 -5 -27 0 25 -24 16 42 313 55 27 81 25 2 34 7 10 28 9 18 26.86323284 -3.92111 -7.30 -0.26 15.87046 -6.034 0.19 -0.19 -0.67364877 -1.96348 -7.01 16.001299 0.44 -0.27302629 -2.29195 -6.001081 0.12 0.38139475 -3.034 0.60469 -7.50 12.31 6.63 11.64 0.38139475 -2.67364877 -2.57 1.051 0.85 10.000154 0.00067 0.78 -0.20 21.32 0.46812 -8.98777435 -1.98 0.45 22.14728 -6.002139 0.001354 0.86433016 -2.137 0.86323284 -3.28 0.98777435 -1.000363 0.94338 -6.103 0.48 10.64 4.86323284 -3.86323284 -3.309 0.19418321 -2.137 0.45 1/2 .275 0.98777435 -1.001639 0.000048 0.001727 0.001648 0.63 18.48 0.74 5.174414 -1.38139475 -3.103 0.021 0.034 0.94431 -8.78062089 -3.069 TeseCinconeguiAnexosMMBHG 0.034 0.000973 0.41 -0.27302629 -2.53 -0.001985 0.069 0.000347 0.38139475 -3.001008 0.041 0.52024 -8.021 0.19511 -7.11971 -8.38139475 -2.069 0.86323284 -3.97592965 -2.15 23.11503 -7.137 0.021 0.137 0.051 0.71 3.001038 0.206 0.70 0.103 0.103 0.73 -0.16 -0.069 0.86323284 -3.67364877 -1.68428 -7.72 17.051 0.38139475 -3.57987911 -1.86323284 -3.069 0.67364877 -2.24558 -6.22 0.78062089 -3.051 0.08 0.38 0.7604649 b1 0.137 0.97592965 -2.034 0.55 30.000683 0.98777435 -1.001457 0.069 0.70352 -7.34 17.78062089 -3.38139475 -2.55 -0.40 -0.78062089 -3.29098418 -0.206 0.034 0.86323284 -3.13 11.86323284 -3.069 0.47 -0.62 0.103 0.86323284 -3.034 0.000809 0.103 0.27302629 -2.77 23.15 -0.001421 0.103 0.

021 0.0.67364877 -6.38139475 -2.32 0.18 7.001209 0.20 -0.001331 0.38139475 -3.86323284 -3.27302629 -1.103 0.021 0.27 0.36253 -1.18 4.09 -0.41550 -2.98777435 -1.034 0.39 -0.45 23.57987911 -6.67364877 -6.103 0.22365 -2.27302629 -6.53511 -3.051 0.137 0.79 9.47163 -3.000948 0.27302629 -1.97592965 -2.12021 -1.31 8.103 0.27302629 -7.98777435 -0.01371 -1.000952 0.57987911 -6.57987911 -6.78062089 -8.051 0.11 0.98777435 -1.17 0.03639 -3.001272 0.86323284 -3.90 1.041 0.99 16.155 0.069 0.001096 0.49 2.41611 -2.137 0.16 2/2 .23 3.67364877 -1.309 0.001725 0.98777435 -6.29 2.86433016 -7.98777435 -1.00148 0.29098418 -6.27302629 -1.08866 -3.000247 0.11 16.88673193 121 123 123 121 122 123 124 126 127 123 125 126 123 124 125 122 123 124 121 123 123 121 122 123 4 17 46 4 37 65 52 8 -11 14 -4 -18 -5 -15 -8 -4 -10 2 -18 3 32 -13 24 46 Média 3.44561 -2.4413 0.412 0.051 0.36 -0.001879 0.103 0.98777435 -6.33 0.10 0.19418321 -7.021 0.67364877 -2.62 1.103 0.23 3.27302629 -6.000584 0.275 0.137 0.309 0.81609 -1.10 -0.27302629 -6.206 0.86323284 -2.26 0.103 0.069 0.000823 0.42 1.09 0.27302629 -2.47 5.46 0.27302629 -2.91 27.08 10.29098418 -6.30782 -2.05 16.034 0.137 0.069 0.062 0.98777435 -0.002198 0.39 14.021 0.412 0.069 0.38139475 -2.000534 0.04 -0.137 TeseCinconeguiAnexosMMBHG 0.103 0.137 0.62182 -2.30612 -3.137 0.000569 0.38139475 -7.64 1.001636 0.174414 -6.103 0.67364877 -1.98777435 -6.97592965 -6.034 0.44 -0.174414 -6.21 -0.27302629 -1.10255 -2.001982 0.35 17.002445 Desv.11 11.66716 -1.000307 0.000119 0.001822 0.98777435 -1.206 0.206 0.74247 -2.000998 0.13 -0.97592965 -2.103 0.71796 -2.45 34.051 0. Padrão 125 139 170 125 159 187 176 134 116 138 121 108 118 109 116 118 113 126 103 126 156 108 146 169 39.95 1.3622059 -7.27702 -1.47 29.86323284 -8.51571 -2.90976 -2.84 12.001635 0.96116 -2.103 0.275 0.137 0.137 0.95695 -3.069 0.000434 0.69 20.034 0.83 -0.61 27.97592965 -1.88673193 -9.

Anexo 5 Abrasão Los Angeles Folhas de Ensaio .

D. G.F ou G) escolhida para ensaio.COPPE/UFRJ Norma DNER-ME 035/98 Projeto: Tese de mestrado Interessado: Amostra: Agregado reciclado misto .: Laura M.RJ Nº de rotações do tambor: Peneira Abertura em mm Nº de esferas: 500 Massa retida (g) Inicial LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO DE ABRASÃO LOS ANGELES Cinconegui da Graça Fernandes Prof.C.Brita 1 Local: Usina do Catumbi . 19 m'n = massa total da amostra lavada e seca.5 2505 9.m'n) x 100/mn Final 63 50 Onde: An = abrasão "Los Angeles" na graduação n.E. colocada no tambor. Da Motta 09/09/2004 Graduação: Data: 11 Massa de carga abrasiva (g): 4584+25 An = (mn . retida na peneira de 1.4 Massa total (g): 5010 1724 B AB = 66 . 38 25 n = graduação (A.5 2505 6.8 2.B. 12. mn = massa total da amostra lavada e seca.7 mm.3 4. após o ensaio.

: Laura M.B.5 2501 9.4 Massa total (g): 5004 2031 C AC = 59 .COPPE/UFRJ Norma DNER-ME 035/98 Projeto: Tese de mestrado Interessado: Amostra: Agregado reciclado misto . Da Motta 09/09/2004 Graduação: Data: 8 Massa de carga abrasiva (g): 3330+20 An = (mn . retida na peneira de 1. 12.D. G. colocada no tambor.7 mm.m'n) x 100/mn Final 63 50 Onde: An = abrasão "Los Angeles" na graduação n. 19 m'n = massa total da amostra lavada e seca.E.Brita 0 Local: Usina do Catumbi .8 2. 38 25 n = graduação (A.C.F ou G) escolhida para ensaio.5 2503 6.RJ Nº de rotações do tambor: Peneira Abertura em mm Nº de esferas: 500 Massa retida (g) Inicial LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO DE ABRASÃO LOS ANGELES Cinconegui da Graça Fernandes Prof. mn = massa total da amostra lavada e seca.3 4. após o ensaio.

5 1245 9.: Laura M.B.D.C.7 mm. G.8 2. 25 19 1233 1264 12.E. 6.F ou G) escolhida para ensaio.COPPE/UFRJ Norma DNER-ME 035/98 Projeto: Tese de mestrado Interessado: Amostra: Agregado reciclado de concreto Local: Usina do Estoril . 38 n = graduação (A. m'n = massa total da amostra lavada e seca.m'n) x 100/mn 63 50 mn = massa total da amostra lavada e seca. após o ensaio. retida na peneira de 1. colocada no tambor. Da Motta 24/08/2004 Graduação: Data: 12 Massa de carga abrasiva (g): Final Onde: An = abrasão "Los Angeles" na graduação n.4 Massa total (g): 5000 2411 A AA = 52 .3 4.BH/MG Nº de rotações do tambor: Peneira Abertura em mm Nº de esferas: 500 Massa retida (g) Inicial LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO DE ABRASÃO LOS ANGELES Cinconegui da Graça Fernandes Prof.5 1258 5000+25 An = (mn .

: Laura M. 38 25 1355 n = graduação (A. 19 1337 m'n = massa total da amostra lavada e seca.m'n) x 100/mn Final 63 50 Onde: An = abrasão "Los Angeles" na graduação n. após o ensaio.4 Massa total (g): 5004 2268 A AA = 55 . colocada no tambor. 12.3 4.8 2. Da Motta 09/09/2004 Graduação: Data: 12 Massa de carga abrasiva (g): 5000+25 An = (mn .5 965 6. G.E.C.7 mm.BH/MG Interessado: Nº de rotações do tambor: Nº de esferas: Peneira Abertura em mm 500 Massa retida (g) Inicial LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO DE ABRASÃO LOS ANGELES Cinconegui da Graça Fernandes Prof.F ou G) escolhida para ensaio.COPPE/UFRJ Norma DNER-ME 035/98 Projeto: Tese de mestrado Amostra: Agregado reciclado misto Local: Usina do Estoril .5 1347 9.D. retida na peneira de 1.B. mn = massa total da amostra lavada e seca.

Anexo 6 Índice de Forma Folhas de Ensaio .

8 1.5 28.2 14.5 9.6 14.6 9.6 20.2 2.7 5.9 38.9 18.6 35.3 26.0 6.1 58.8 1.5 13.0 4.0 24.9 2.4 16 6027.5 1.6 33.1 3.5 2.1 28.8 1.1 4.0 18.Usina do Catumbi Projeto : Tese de mestrado Interessado : (a) Profº .2 34.60 100 25 e (mm) 25.9 10.Método do Paquímetro .6 2.4 3.4 1.0 19.9 2.6 15.1 65.1 2.9 5.8 27.1 11.4 13.6 1.3 6.5 1.8 3.7 25.7 18.8 2.9 3.3 32.4 40.5 5.0 27.0 1.0 28.3 24.6 8.9 2.3 3.4 9.8 4.7 19.3 4.6 1.3 9.4 27.9 14.1 15.5 Local : Rio de Janeiro-RJ Cinconegui da Graça Fernandes 24/08/2004 Folha: 01/02 Qtde de grãos 0 0 2 32 122 44 200 c (mm) 36.1 27.3 13.3 c/e 3.6 7.7 1.2 39.7 36.5 1.8 6.5 25.2 16.5 32.6 17.6 34.6 11.7 2.Índice de Forma .7 28.3 13.0 28.2 18.9 1.5 5.7 41.1 2.4 1.7 27.0 6.3 50.8 3.2 8.3 11.9 22 9842.7 10.6 30.3 5.3 2.6 4.3 9.7 2.9 3.9 17.4 17.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .9 3.7 2.6 2.3 18.2 31.5 6.1 9.0 30.5 2.5 10.7 2.8 28.9 13.0 2.3 12.3 11.0 3.8 18.0 15.0 29.9 38.9 25.8 31.6 2.5 7.8 24.4 10.5 19.7 20.6 1.0 18.4 c/e 2.3 2.2 2.7 14.7 16.5" 38.2 23.5 e (mm) 8.9 51. : Laura Motta data : Peneiras # mm 2" 50.4 9.5 c (mm) 32.2 2.9 20.2 12.4 6.8 7.8 28.3 28.9 Retido Peso (g) F=%Peso 0 0 91.8 27.6 33.5 6.2 27.1 16.7 30.2 7.0 16.5 3/8" 9.3 7.6 2.1 26.5 19 e (mm) 12.9 47.1 26.2 4.8 6.6 2.4 17.8 22.8 34.4 6.7 5.2 34.5 34.1 27.7 c/e 3.8 10.8 26.0 3.2 .3 4.9 13.2 1.1 24.6 25.1 2.5 1.0 9.0 1.5 12.6 3.6 1.2 17.1 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.0 27.5 40.6 4.0 1 1575.6 15.4 13.1 32.0 5.9 11.0 1.5 2.8 30.NBR 7809 Amostra : Agregado Misto Brita 1.6 2.7 2.6 1.7 17.7 14.0 30.3 61 2148.5 Total Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 c (mm) 53.9 20.3 2.4 28.4 17.

6 5.3 2.9 9.4 13.6 15.9 9.4 25.7 28.2 12.9 1.3 15.3 19.4 2.3 11.4 6.8 2.1 11.2 1.1 8.4 23.5 e (mm) 4.6 2.5 6.5 e (mm) 7. + (c/e)medn] / n c = Comprimento de um grão e = Espessura de um grão n = Número de parcelas c/e med = Valor médio IF = 2.6 25.6 24.4 1.NBR 7809 Amostra : Agregado Misto Brita 1.6 23.5 13.5 7.3 4.6 1.3 6.9 18.8 29.0 27.3 47.4 3.8 02/02 Folha: c (mm) 22.Usina do Catumbi Projeto : Tese de mestrado Interessado : (a) Profº .5 c/e 6.7 6.4 23.5 2.6 16.Índice de Forma .4 26.9 1.2 3.7 4.2 2.5 10.0 2.6 c/e 1.4 7.9 2.9 38.6 28.2 25.9 20.2 24.5 3.9 24.1 1.7 11.5 24.3 6.6 18.2 13.0 25.0 8.4 18.6 21.8 12.2 6.9 1.9 18.4 2.5 2.3 16.7 18.5 18.2 12.0 19.7 19.5 18.2 13.0 13.7 6.5 3.8 7.5 e (mm) 13.6 1.9 1.1 9.4 24.9 6.9 1.6 7.7 28.1 1.6 4.7 24.8 20.6 1.4 13.4 2.0 4.8 24.3 1.1 Local : Rio de Janeiro-RJ Cinconegui da Graça Fernandes 24/08/2004 12.4 10.3 3.8 10.7 2.1 28.6 2.5 20.8 3.7 18.2 7.2 15.5 29.8 16.9 5.5 22.9 5.2 2.4 25.0 32.7 2.9 3.1 7.5 12.8 1.1 10.5 1.0 12.7 29.2 6.8 7.8 30.6 23.3 2.3 29..0 1.6 22.1 6.9 1.1 2.6 3.9 16.8 2.0 4.3 31.7 34.7 4.6 1.9 15.8 3.8 7.1 8.6 30.3 9.0 1.4 2.4 11.8 9.5 9.9 1.3 1.7 25.5 28.5 2.6 9.2 20.3 5.9 18.0 12.5 2.6 16.8 18.2 1.0 24.7 c/e 3.1 5.8 6.0 20.0 1.9 3.8 13.0 7.0 4.4 15.0 9.4 23.7 21.0 9.1 .COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .8 16.1 2.5 9.8 16.4 9.9 22.5 3.7 12.1 2.6 1.3 8.0 3.9 4.0 2.8 7.5 7.9 1.3 9.8 5.9 5.5 9.9 4.7 2.8 2.1 10.6 31.6 6.6 11.2 10.9 6..7 1.0 3.6 2.6 5.9 10.3 8.3 6.4 2.8 2.1 5.1 4.4 20.4 4.6 7.4 2.1 1.9 29.9 1.7 12.7 4.3 21.7 20.2 18.9 12.8 10.2 9. : Laura Motta data : Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 c (mm) 20.5 22.2 c (mm) 28.6 22.6 25.8 10.8 21.5 11.1 2.5 35.9 23.2 10.2 8.7 13.3 7.5 1.3 4.6 3.2 15.3 6.1 8.7 4.5 4.3 3.0 15.7 15.5 26.8 29.1 18.5 18.9 37.9 3.1 3.3 29.7 2.9 2.0 12.3 22.5 2.5 23.5 6.0 4.0 15.5 22.6 9.2 2.5 13.8 1.7 26.Método do Paquímetro .0 24.6 20.9 6.5 10.4 1.1 46.2 4.3 23.4 1.5 25.6 11.4 28.0 1.6 3.5 4.0 2.0 30.0 16.3 11.3 7.0 23.3 13.8 23.3 32.7 Cálculo do Índice de Forma (IF) : IF = [(c/e)med1 + .0 20.8 2.0 4.2 1.8 6.4 4.0 3.4 11.5 3.0 21.9 10.4 27.3 11.6 8.9 10.9 3.5 3.3 29.2 12.9 8.2 7.8 27.0 26.1 16.0 32.6 1.4 6.8 3.7 11.3 6.9 32.3 1.2 17.3 1.8 1.1 3.8 3.7 14.2 2.8 22.8 28.6 2.8 25.3 22.7 13.3 15.4 9.7 2.8 7.0 10.7 15.1 6.4 2.6 15.5 8.4 1.

8 e (mm) 28.6 29.2 46.6 5.2 20.4 28.6 51.0 47.7 39.7 70.4 77.9 2.4 3.5 4.2 Retido Peso (g) F=%Peso 1366.0 57.6 24.5 43.6 32.4 51.5 42.5 71.1 20.5 3/8" 9.7 106.0 92.4 2.1 2.8 1.1 2.6 52.6 68.9 16.7 25.9 55.5 22.2 1.6 74.8 3.Usina do Estoril Projeto : Tese de mestrado Interessado : Profº(a).4 c/e 3.2 2.9 2.7 2.8 19.5 3.4 51.0 2.0 25 2676.4 43. : Laura Motta data : Peneiras # mm 2" 50.5 72.6 31.1 19.6 16.8 30.6 c/e 3.8 c/e 3.4 3.1 3.1 1.0 45.1 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.5 1.4 65.7 63.5 54.6 1.9 2.8 2.5 52.4 1.7 2.0 26 1992.8 46.8 18.8 17.0 15.4 13.3 2.5 52.5 2.0 58.3 2.4 58.5 1.7 20.3 62.5 47.8 18.0 44.0 46.5 24.4 51.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .9 2.0 43.6 56.8 1.3 3.0 1.8 3.5 4.8 3.2 23.7 29.3 2.2 52.2 21.1 2.4 47.1 55.0 45.8 7.3 68.8 40.5 1.3 28.7 3.8 20.4 2.8 45.1 e (mm) 34.1 2.4 29.1 3.5 1.7 60.4 1.Índice de Forma .2 2.6 Local : Belo Horizonte-MG Cinconegui da Graça Fernandes 20/06/2004 Folha: 01/02 Qtde de grãos 17 24 50 33 52 25 200 c (mm) 105.0 10.8 21.0 44.9 24.0 1.7 49.4 39.1 18.0 51.1 51.3 18.0 2.5 44.5 21.0 53.5 24.2 28.5 49.7 2.7 45.3 1.9 16.9 1.3 8 1941.5 63.2 21.0 2.1 12 16233.1 37.4 26.4 2.5 Total Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 c (mm) 99.5 30.5 64.2 2.6 12.5 19.3 18.5 64.8 62.5 3.4 2.7 2.5 94.8 19.9 2.6 68.8 2.5 3.7 24.0 17.6 2.5 51.0 25 e (mm) 16.0 8.0 26.2 55.3 40.7 13.1 3.7 13.5 16 4210.9 19.60 100 50.3 50.9 38.3 c (mm) 54.2 2.8 87.4 2.4 2.0 16.5 38.2 13.2 2.0 12.5 4.5 52.6 15.3 18.2 18.Método do Paquímetro .0 2.2 3.4 40.8 .7 35.5" 38.8 2.4 26.9 26.6 38.0 3.7 12 4047.3 83.8 37.2 4.0 15.0 14.8 20.2 41.2 3.5 25.3 46.5 3.4 3.9 85.8 16.6 17.7 29.0 57.1 38.7 21.NBR 7809 Amostra : Agregado de Concreto .0 14.1 24.4 38.0 15.4 25.7 1.0 33.7 40.

0 4.8 28.2 10.2 14.6 c (mm) 36.8 1.8 34.6 2.5 2.5 2.8 2.3 2.9 3.8 27.6 2.3 31.1 9.5 3.3 7.0 11.6 2.2 11.0 9.5 2.6 35.0 13.2 1.4 6.6 7.8 8.6 2.2 32.3 1.8 13.1 1.6 8.0 9.7 2.1 6.3 27.1 23.7 13.0 31.2 23.8 31.1 9.4 3.9 4.6 11.1 5.8 15.5 20.5 19.8 17.Método do Paquímetro .8 2.7 11.8 11.0 36.3 10.3 2.1 1.7 22.0 2.2 10.8 4.0 35.NBR 7809 Amostra : Agregado de Concreto .8 2.6 26.9 1.1 8.6 44.3 2.5 2.4 11.9 c/e 3.8 13.5 28.5 20.7 38.1 15.6 18.7 22.1 2.0 10.6 2.4 2.3 Cálculo do Índice de Forma (IF) : IF = [(c/e)med1 + .8 1.5 2.2 14.0 9.3 12.3 02/02 Folha: c (mm) 23.0 18.0 8.2 10.5 8.2 32.3 2.0 2.1 22.0 25.7 .1 20.8 2.6 14.2 3.0 9.0 30.1 3.0 9.2 2.2 25.6 7.0 2.3 5.2 15.9 8.Usina do Estoril Projeto : Tese de mestrado Interessado : Profº(a).1 31.2 30.3 2.2 3.7 28.3 8.1 7.4 11.4 33.0 17.8 29.9 40.1 17.6 18.1 7.7 20.1 14.7 25.2 22.5 3.1 2.1 8.0 1.9 12.1 1.6 19.8 2.1 9.5 2.1 22.2 11.3 3.5 e (mm) 15.9 15.4 2.4 12.7 22.7 29.5 17.2 28.0 2.2 15.3 14.4 1.7 8.1 7.1 4.7 14.0 8.0 2.3 9.2 2.0 8..6 25.0 11.6 5.4 28.5 e (mm) 7.4 27.0 18.3 2.3 1.9 11.0 c/e 2.7 1.5 5.1 10.8 23.1 14.1 35.3 19.2 2.7 2.3 12.9 11.0 2.3 9.0 2.3 16.4 6.3 3.4 6.8 9.8 7.8 2.8 19.2 37.8 2.2 29.0 2.2 1.4 15.4 17.8 1.6 1.1 27.9 12.Índice de Forma .5 39.0 1.1 Local : Belo Horizonte-MG Cinconegui da Graça Fernandes 20/06/2004 12.9 34.0 4. : Laura Motta data : Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 c (mm) 40.2 25.9 1.1 13.7 12.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .0 40.8 21.4 2.5 12.4 32.9 3.5 2.1 2.3 9.0 12.6 25.1 14.3 3.0 4.9 2.0 33.9 20.4 11.4 7.0 22.5 12..1 11.2 2.7 12.9 2.0 2.7 10.0 14.0 18.3 36.7 36.7 1.8 2.6 17.3 14.8 28.7 19.3 10.8 14.6 2.0 7.5 16.2 3.1 5.7 10.8 43.3 26.6 2.1 3.4 7.0 3.9 19 e (mm) 9.3 3.8 2.0 3.2 2.2 9. + (c/e)medn] / n c = Comprimento de um grão e = Espessura de um grão n = Número de parcelas c/e med = Valor médio IF = 2.6 32.9 35.7 12.6 19.8 1.4 7.9 3.8 24.7 28.5 2.9 2.8 41.1 29.1 2.3 8.0 26.9 30.6 6.7 1.5 6.5 2.0 8.0 10.8 3.7 24.9 22.3 8.3 8.5 16.4 13.3 2.2 3.0 3.3 9.9 7.2 16.3 16.7 1.9 28.6 c/e 4.3 19.6 13.3 8.1 14.5 8.2 20.4 8.2 3.1 1.1 3.2 4.0 42.

1 41.5 20.5 9.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .9 32.5 .0 45.8 40.6 2.1 22.3 24.7 54.2 22.5 23.4 37.0 52.4 5.4 52.5 65.5 2.0 19.7 39.NBR 7809 Amostra : Agregado Misto .6 14.4 2.5 41.2 77.6 2.8 2.3 70.3 2.6 3.2 7.3 46.8 50.0 25.5 26.7 c/e 1.5" 38.0 63.8 2.1 41.3 9.4 2.5 42.9 22.4 4.7 24 1658.5 19.3 1.1 19.8 2.2 2.0 51.5 25.1 5.8 2.6 3.4 66.5 69.0 38.5 2.0 68.8 27.8 1.7 64.1 2.7 35.9 c/e 2.9 2.2 15 2471.6 40.1 20.5 4.7 16.2 1.2 3.6 90.7 2.8 Local : Belo Horizonte-MG Cinconegui da Graça Fernandes 19/06/2004 Folha: 01/02 Qtde de grãos 30 29 48 32 40 20 200 c (mm) 82.2 52.4 1.9 3.Usina do Estoril Projeto : Tese de mestrado Interessado : (a) Profº .6 46.1 59.1 4.6 2.9 2.7 8. : Laura Motta data : Peneiras # mm 2" 50.0 55.4 21.3 24.5 50.0 72.6 2.6 80.6 c/e 3.2 2.7 6.4 3.1 59.4 2.2 25.6 30.0 2.4 13.9 53.9 35.2 2.1 1" 25 3/4" 19 1/2" 12.7 1.2 16.8 16.5 1.1 59.8 31.7 16.1 2.8 e (mm) 37.0 24.2 44.6 1.3 18.8 50.6 20.4 3.6 1.2 49.8 1.8 2.8 17.0 47.2 1.4 2.0 23.8 3.5 33.4 74.2 22.6 62.1 21.6 3.3 16.Método do Paquímetro .1 82.5 28.2 105.2 57.9 48.9 16.0 1.2 13.0 58.6 29.7 3.5 41.7 16 2069.0 69.1 e (mm) 32.0 48.8 10.7 2.5 3/8" 9.4 3.0 10 10278.0 43.7 18.7 44.6 20 1027.7 19.3 9.5 25 e (mm) 22.0 26.4 41.5 17.0 62.3 93.2 65.Índice de Forma .3 2.1 2.5 43.7 38.0 14.5 49.70 100 50.4 17.5 Total Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 42 43 44 45 46 47 48 c (mm) 121.6 2.5 15 1502.0 11.1 3.2 2.8 92.5 41.5 50.6 2.0 37.4 24.7 3.6 44.1 2.1 Retido Peso (g) F=%Peso 1549.3 38.3 c (mm) 39.1 61.0 21.9 13.0 24.1 22.

7 21.2 7.1 c (mm) 23.2 1.8 c/e 2.7 23.2 11.7 1.0 2.5 11.1 2.3 26.4 12.2 31.2 2.0 c/e 1.0 16.0 24.2 9.1 1.0 2.0 15.6 2.0 1.7 5.0 1.0 37.3 12.0 18.8 14.6 21.7 9.5 2.0 2.6 7.8 8.0 4.6 30.8 6.2 22.NBR 7809 Amostra : Agregado Misto .5 1.5 2.5 22.5 13.5 19 e (mm) 13.9 3.7 10.0 27.8 2.0 12..0 22.4 4.3 13.8 2.7 2.0 3.8 16.3 22.0 11.1 13.8 2.8 31.0 18.5 9.7 8.8 9.3 02/02 Folha: c (mm) 17.3 8.8 2.5 3.0 29.3 15.5 1.7 27.1 29.7 3..Método do Paquímetro .9 1.8 11.4 48.4 3.9 16.5 1.8 1.7 9.4 3.5 7.1 15.7 11.6 55.1 25.6 24.7 22.3 7.4 11.4 4.9 .1 c/e 3.5 8.1 1.4 8.4 2.0 9.6 29.4 21.0 7.0 3.0 11.0 26.4 2.4 3. : Laura Motta data : Peneira Grão (Nº) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 c (mm) 47.9 36.1 11.7 11.9 22.6 26.0 5.9 8.8 12.2 2.4 9.COPPE/UFRJ LABORATÓRIO DE GEOTECNIA ENSAIO .0 14.8 9.0 24.4 4.2 3.5 8.4 28.7 1.5 28.5 8.1 12.5 2.2 27.5 1.3 12.8 33.0 30.0 12.3 5.3 4.4 4.2 2.5 10.0 1.0 42.0 1.0 10.3 2.5 19.Usina do Estoril Projeto : Tese de mestrado Interessado : (a) Profº .3 3.8 3.5 14.7 32.9 37.1 2.9 2.4 12.4 14.5 e (mm) 8.2 3.0 2.8 48.5 15.0 3.5 6.0 6.4 2.5 2.4 6.5 9.0 21.4 28.1 2.1 11.7 43.1 34.2 64.0 6.8 3.7 30.5 11.7 15.0 2.8 6.7 31.3 2.6 8.1 2.5 3.0 42.6 3.6 8.0 32.3 13.5 1.2 3.6 Local : Belo Horizonte-MG Cinconegui da Graça Fernandes 19/06/2004 12.7 9.3 2.9 26.9 7.0 10.5 15.0 15.6 22.7 1.8 16.3 19.6 14.2 22.4 2.0 5.4 4.6 29.5 33.9 17.6 24.2 16.5 24.1 3.2 19.7 13.3 9.Índice de Forma .5 17.8 1.0 8.4 2.4 21.5 1.1 27.8 21.8 16.5 33.2 4.9 9.0 11.8 41.9 1.3 35.9 3.3 2.0 10.6 3.0 4.3 3.0 36.9 2.6 39.0 8.3 5.1 17.9 7.1 23.5 Cálculo do Índice de Forma (IF) : IF = [(c/e)med1 + .9 5.4 34.3 6.4 11.8 14.5 e (mm) 13.6 14.5 17.9 2.1 2.5 24.0 4.0 2.1 2.0 9.6 38.2 31.6 48. + (c/e)med n] / n c = Comprimento de um grão e = Espessura de um grão n = Número de parcelas c/e med = Valor médio IF = 2.0 11.4 1.5 7.7 19.9 13.0 18.3 14.

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