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Anatomia e Fisiologia dos Rins

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Trabalho realizado por:

Alex Gurgel Pontes. Orientador:

Prof. Blair José Rosa Filho.

Contato: alexgurgelpt@ig.com.br

1- Introdução

Este estudo visa uma visão completa da função renal desde, da anatomia a sua fisiologia e as várias maneiras que o corpo, tende a se adaptar para obter a homeostasia será observado ainda um pequeno Atlas para rever a estrutura anatômica.

2- Anatomia dos Rins

  • 2.1 Os rins são um par de órgãos retroperitoneais, situado anteriormente aos músculos da

parede posterior do abdômen. Com aproximadamente 11 cm de altura, 06 de largura e 03 de espessura, que varia de 115 à 170gr por rim. O rim direito é geralmente inferior ao esquerdo

em virtude da presença do fígado.

  • 2.2 O rim forma a urina e, enquanto a forma, também regula a concentração da maioria das

substâncias no líquido extracelular. Isso ocorre através da remoção de materiais do plasma sanguíneo que estão presentes em excesso, enquanto conserva substancias que estão em

quantidades normais e anormais.

  • 2.3 Os rins são compostos de centenas de milhares de minúsculas unidades excretoras

chamadas néfrons, as quais se esvaziam em ductos microscópicos conhecidos por túbulos

renais. Os néfrons são pequenas fábricas químicas ou filtros que produzem a urina à medida que o plasma do sangue passa através deles. Esvaziam a urina nos túbulos coletores e depois na pelve do rim e daí, através ureter, na bexiga. Aproximadamente uma quarta parte do sangue que sai do coração é conduzida aos rins. Os néfrons extraem os resíduos e as substâncias químicas tóxicas, o excesso de minerais e a água do sangue que passa por eles. O rim também é uma glândula exócrina e endócrina, E também função do rim deixar no sangue as necessárias substâncias químicas. Com importância fundamental na manutenção da homeostasia, o rim mantém a constância do meio interno:

  • 1- Controle do volume hídrico

    • 2- Controle do pH

      • 3- Controle da osmolaridade.

Através da Excreção e Reabsorção de vários íons, metabólitos, substâncias exógenas e principalmente água. Para excretar e reabsorver, o rim usa três processos:

Excreção - Filtração glomerular e secreção tubular Reabsorção Reabsorção tubular Obs: O rim do lado esquerdo é mais alto do que o direito, pois do lado direito tem o fígado.

2.4 Os rins são responsáveis pelo equilíbrio de substancia, pois ele filtra o sangue. Apesar de sua massa relativamente pequena, o rim processa diariamente quantidades enormes de solutos e água e regula finamente a excreção da maioria das substâncias para equilibrar suas taxas de ingestão e produção pelo metabolismo.

2.5 Os rins são envolvidos pela fáscia renal, que se divide para envolver o rim. Em um corte transversal pode-se observar o córtex renal, camada mais externa, mais descorada e finamento granular, e a medula renal, mais interna e escura. A medula emite prolongamento que invadem o córtex e são denominadas pirâmides renais, os espaços entre as pirâmides estão preenchidos por córtex renal, ai denominado coluna renal. O seio renal que é um recesso, esta revestida pela continuação da cápsula e conte os vasos renais e s pelve renal, uma expansão da extremidade superior do ureter. No interior do seio, a pelve renal divide-se em dois ou três tubos largos e curtos, os cálices renais maiores, cada um se subdivide em 7 a 14 cálices renais menores, os quais recebem o ápice das pirâmides renais, denominados papila renal. Nesta, abrem-se os túbulos coletores, através dos qual a urina ecoa para a pelve e ureter.

3- Funcionamento dos Rins:

3.1

O sangue chega ao rim através da artéria renal, que se ramifica muito no interior do órgão,

originando grande número de arteríolas aferentes, onde cada uma ramifica-se no interior da cápsula de Bowman do néfron, formando um enovelado de capilares denominado glomérulo de Malpighi.

  • 3.2 Os capilares do glomérulo deixam extravasar diversas substâncias presentes no sangue

(água, uréia, glicose, aminoácidos, sais e diversas moléculas de tamanho pequeno), através de suas finas paredes. Essas substâncias extravasadas passam entre as células da parede da cápsula de Bowman e atingem o túbulo contorcido proximal, onde constituem o filtrado glomerular (urina inicial). O filtrado glomerular é semelhante, em composição química, ao plasma sanguíneo, com a diferença de que não possuem proteínas, incapazes de atravessar os

capilares glomerulares.

4- Função Endócrina do Rim

Além do seu papel na regulação da excreção da água e dos solutos, o rim tem duas importantes funções endócrinas; a conversão da vitamina D, a calcitriol (1,25 diidroxivitamina D3) e a síntese de eritropoietina. A vitamina D3 da dieta e a que são formadas na pele tem que ser hidroxiladas para serem plenamente ativas. Enzimas, no rim, são responsáveis pela conversão final do metabólico 25- hidroxi e 1,25- diidroxi, que é a forma mais ativa da vitamina.

5- Néfron

  • 5.1 Cada rim é constituído de cerca de um milhão de néfrons, onde cada um é capaz de forma

urina. O rim é incapaz de regenerar novos néfrons. Em caso de lesão ou doença renal, ou no processo de envelhecimento normal, verifica-se diminuição gradual no numero de néfrons.

  • 5.2 Cada néfron possui dois componentes principais: um glomérulo (capilares glomerulares),

através do quais grandes quantidades de líquidos, são filtrados do sangue; e um longo túbulo no qual o liquido filtrado é convertido em urina no seu trajeto até a pelve renal.

  • 5.3 Néfron é a unidade funcional do rim e é subdividido em duas porções intimamente

relacionadas entre si: porção circulatória (arteríola aferente, glomérulo, arteríola eferente) e porção urinária (cápsula de Bowman, túbulos renais e ducto coletor).

5.4

A arteríola aferente abastece os capilares glomerulares. A partir deles forma-se um líquido

livre de proteínas que escoa para o espaço de Bowman (atravessando abarreira dos vasos

glomerulares). Esse líquido é chamado de ultrafiltrado.

  • 5.5 O ultra-filtrado possui a mesma concentração que o plasma com exceção das proteínas. Ele

atravessa, passivamente, o capilar e chega ao espaço de Bowman. Nesse, o ultrafiltrado entra em contato com a cápsula de Bowman e daí cai nos túbulos renais formando a urina. O capilar

glomerular é formado por endotélio, membrana basal (constituída por três laminas).

  • 5.6 Rara interna, densa e rara externa (as quais possuem fenestrações permeáveis a solutos

e água) e diafragma (estrutura circular com poros permeáveis à água e aos solutos). A estrutura do capilar glomerular representa a barreira atravessada pelo plasma formando o

ultra-filtrado.

  • 5.7 Como já citado anteriormente, apenas uma fração do plasma é filtrada. Além disso,

existem substâncias que são secretadas diretamente nos túbulos renais sem serem anteriormente filtradas e existem aquelas que são totais ou parcialmente reabsorvidas pelos

túbulos renais contribuindo pouco ou nada na composição final da urina.

6- Mecanismos Básicos da Formação da Urina

  • 6.1 A filtração glomerular não depende apenas da membrana capilar, mas também de uma

somatória de pressões que estão vinculadas ao glomérulo renal. A pressão do sangue que

chega pelas arteríolas aferentes é denominada pressão hidrostática capilar (phc).

  • 6.2 Ela tende a deslocar líquido do capilar para o espaço de Bowman. Phc é muito alta no

glomérulo, pois: a distância entre a aorta e a artéria renal e entre essa e a arteríola aferente é curta, não existe resistência ao fluxo de sangue da aorta abdominal até a arteríola aferente e a arteríola eferente diâmetro menor que a aferente dificultando o escoamento sanguíneo e deixando o glomérulo repleto de sangue levando a um maior phc. Phc varia entre 80 e 85

mmhg.

  • 6.3 Além de phc temos a pressão oncótica (Ponc) dentro do capilar. Ela é resultado da

presença de proteínas plasmáticas, principalmente a albumina, que retém líquido dentro do vaso Ponc varia entre 25 e 30 mmhg.

A terceira pressão é exercida pelo líquido pré-formado no espaço de Bowman que tende a reter o líquido no próprio espaço de Bowman. Essa é a pressão de Bowman (PB) e ela varia entre 5 e l5 mmhg.

6.4

A somatória das pressões é denominada pressão efetiva de filtração (PEF) e é dada pela

seguinte equação: PEF = Phc Ponc PB. Ela é aproximadamente 40 mmhg.

PEF leva a uma saída de ultrafiltrado para o espaço de Bowman e daí para os túbulos renais. Ele também é chamado de filtrado glomerular.

Sua formação obedece a um ritmo glomerular chamado de taxa de filtração glomerular (TFG) medida em ml/min.

Assim, filtrado glomerular corresponde ao volume plasmático filtrado e TFG corresponde ao volume plasmático filtrado por minuto.

  • 6.5 O sangue que chega, aos capilares glomerulares atravessa a barreira capilar formada por

endotélio, membrana basal e podócitos.

Quanto maior a pressão arterial média (Pam), maior a pressão hidrostática capilar e maior a taxa de filtração glomerular (fora da faixa de Pam entre 60 l60 mmhg.).

Quando Pam está entre 60 e l60 mmhg, tenta-se manter a TFG constante (= 120 ml/min) através de mecanismos de auto-regulação.

Quando Pam superior a l60 mmhg, temos um elevado fluxo da arteríola aferente, uma grande quantidade de sangue no glomérulo e isso desencadearão lesão glomerular (fisiopatologia da hipertensão relacionada à insuficiência renal).

7-Urina

Diariamente passam pelos rins, quase dois mil litros de filtrado glomerular. A urina inicial caminha sucessivamente pelo túbulo contorcido proximal, pela alça de Herle e pelo túbulo contornado distal, de onde é lançada em duto coletor.

Durante o percurso, as paredes dos túbulos renais reabsorvem glicose, vitaminas, hormônios, parte dos sais e a maior parte da água que compunham a urina inicial.

As substâncias reabsorvidas passam para o sangue dos capilares que envolvem o néfron. Esses capilares originam-se da ramificação da arteríola eferente, pela qual o sangue deixa a cápsula de Bowman. A uréia, por não ser reabsorvida pelas paredes do néfron, é a principal constituinte da urina.

8- Função Renal e Sistema Tampão

  • 8.1 Tem como principal função manter o controle do meio interno. Os três estados da função

renal são: o volume do controle hídrico, do pH e da osmolaridade e pressão.

Os rins fazem à regulação da remoção de íons de hidrogênio. Em condições normais, a concentração de íons de hidrogênio no sangue é de 4 x 10-5 m Eq/litro. As variações podem ser de 3 a 5n Eq/litro, sendo normais, já as extremas estão entre 10 n Eq/litro ate 160 n Eq/litro, sem causar morte. Portanto a concentração dos íons é geralmente baixa, e é utilizada em escala logarítmica, usando como unidade o pH.

pH = log _1 [H+]

__

= - log [H+]

8.2

O pH baixo corresponde a uma alta concentração, e o pH alto, corresponde a uma baixa

concentração de íons.

 

O pH normal do sangue arterial é de 7,4 (acidose quando o pH cai e alcalose quando aumenta). Sangue venoso e dos líquidos intersticiais é de 7,35 por causa da quantidade de CO2 liberadas nos tecidos para formar H2CO3.

Obs: O limite inferior do pH em que uma pessoa pode viver mais que horas é de 6,8 e o limite superior é de 8,0.

<

______

ácido

___________

7 __________

básico

______

>

Neutro

 

8.3

Os três sistemas que regulam a concentração de íons de hidrogênio dos líquidos corporais

que evitam desenvolver a acidose e a alcalose são: os sistemas químicos de tampões ácido- básico que se juntam ou com ácido ou base que evitam alterações exacerbadas na concentração e eles não eliminam os íons do organismo, nem os adicionam, porem os mantém

fixados ate que o equilíbrio possa ser restabelecido.

 

O centro respiratório que regula a remoção de CO2 do liquido extracelular; os rins que têm a capacidade de excretar urina ácida ou alcalina, fazendo assim o reajuste da concentração do liquido extracelular para valores normais durante a acidose ou alcalose. O rim é sem duvida o mais potente dos sistemas reguladores do equilíbrio ácido-básico.

Tampão é qualquer substancia capaz de se ligar reversivelmente a íons de hidrogênio.

Tampão + H +---------------> H Tampão

 

8.4

Quando a concentração de íons aumenta, a reação é forçada para a direita e mais íons se

ligam ao tampão, em quanto houver tampão disponível. E quando a concentração diminui, a reação se desloca para a esquerda e ocorre liberação de íons no tampão. Desse jeito as

alterações de íons são minimizadas.

Grandes quantidades de ácido são produzidas diariamente pelo organismo, e cerca de 80m Eq de hidrogênio são ingeridos ou produzidos também diariamente pelo metabolismo. Sem tamponamento, a produção e a ingestão diária de ácidos provocariam enormes alterações na concentração de íons de hidrogênio dos líquidos corporais.

9- Equilíbrio entre a ingestão e a excreção de líquidos em condições de equilíbrio dinâmico

No equilíbrio dinâmico, como as exigidas para homeostasia, o volume total dos líquidos corporais e as quantidades totais de solutos e suas concentrações permanecem relativamente constantes. Ocorre troca continua entre de líquidos e solutos com o ambiente externo, bem como no interior do corpo. A ingestão de líquidos é altamente variável, e precisa ser contrabalançada por igual excreção de líquidos do corpo, evitando qualquer aumento ou diminuição no volume dos líquidos corporais.

10- Compartimentos dos líquidos corporais

Os líquidos corporais totais se encontram distribuídos em dois compartimentos: o liquido extracelular e o intracelular.

O extracelular é subdividido em liquido intersticial e plasma sanguíneo. Quando discutimos os

valores “médios” dos compartimentos dos líquidos corporais, é preciso saber que existem

variações, dependendo da idade, do sexo, e do grau de obesidade.

11- Regulação das trocas de liquido e equilíbrio osmótico entre os líquidos intracelular e extracelular

11.1 As quantidades relativas de liquido extracelular distribuída entre o plasma e os espaços intersticiais são determinados principalmente pelo equilíbrio das forças hidrostáticas e coloidosmótica através da membrana capilar.

11.2 A distribuição de líquidos entre os compartimentos intracelular e extracelular é determinada principalmente pelo efeito osmótico dos solutos menores - especialmente sódio, cloreto e outros eletrólitos - que atuam através da membrana celular.

As membranas celulares são altamente permeáveis à água, mas impermeáveis a íons pequenos como sódio e cloreto. A água se move rapidamente através das membranas celulares, de modo que o liquido intracelular permanece isotônico em relação ao liquido extracelular.

12- Princípios básicos de osmose e pressão osmótica

  • 12.1 Osmose refere-se à difusão efetiva de água de uma região onde ela exista em alta

concentração, para uma região em que esta concentração de água for menor.

  • 12.2 A membrana celular é relativamente permeável à maioria dos solutos, e altamente

permeável à água, e toda vez que tiver maior concentração de solutos em um dos lados da membrana, a água sofrerá difusão através da membrana para a região onde a concentração de solutos é maior.

Velocidade de osmose é a velocidade da difusão da água. O numero total de partículas numa

solução é medido em termos de “osmole”. Um osmole (osm) é igual a 1 mol (mol; 6,02 x 10²³)

de partículas de soluto.

  • 12.3 É denominado osmolaridade quando é expressa em osmole por quilograma de água e

osmolaridade quando expressa em osmole por litro de solução.

Pressão osmótica > Osmose de moléculas de água através de uma membrana seletivamente permeável pode ser impedida pela aplicação de uma pressão em sentido oposto ao da osmose.

  • 12.4 Relação entre pressão osmótica e osmolaridade > A pressão osmótica de uma solução é

diretamente proporcional à concentração de partículas osmoticamente ativas nesta solução, independente de o soluto ser uma molécula grande ou pequena.

Po osmole por litro, R constante dos gases ideal e T temperatura absoluta em graus kelvin.

12- Princípios básicos de osmose e pressão osmótica 12.1 Osmose refere-se à difusão efetiva de água

13- O equilíbrio osmótico é mantido entre os líquidos intracelular e extracelular

  • 13.1 Pode-se verificar o desenvolvimento de grandes pressões osmóticas através da

membrana celular, com alterações relativamente pequenas na concentração de solutos do

liquido extracelular.

  • 13.2 Quando as concentrações de água nos líquidos intracelular e extracelular são idênticas e

os solutos não podem penetrar nas células nem abandoná-las, esta solução é denominada

isotônica.

  • 13.3 Quando uma célula é colocada numa solução que tem concentração menor de solutos

não permeantes, ocorrerá difusão da água para o interior da célula, causando o seu

intumescimento são consideradas hipotônicas.

 

13.4

Quando uma célula é colocada numa solução com maior concentração de solutos não

permeantes e a água flui da célula para o liquido extracelular é denominada hipertônica.

 

13.5

O equilíbrio osmótico entre os líquidos intracelular e extracelular é rapidamente

alcançado. A transferência de líquidos através das membranas celulares ocorre tão rapidamente que qualquer diferença de osmolaridade entre estes dois compartimentos é habitualmente corrigida através de segundos ou no máximo de minutos.

Os líquidos costumam penetrar no organismo através do trato gastrintestinal, devendo ser transportados pelo sangue para todos os tecidos antes que ocorra equilíbrio osmótico completo.

14- As múltiplas funções dos rins na homeostasia

 

14.1

Uma importante função dos rins é livrar o corpo dos produtos de degradação que são

ingeridos ou produzidos pelo metabolismo, uma segunda função é controlar o volume e a

composição dos líquidos corporais. Os rins desempenham também funções através da filtração do plasma e remoção de substancias do filtrado em graus variáveis, dependendo das necessidades do organismo. Eles depuram o filtrado de substancias indesejáveis, excretando- as na urina, enquanto retém substancias necessárias, desenvolvendo-as no sangue.

 

14.2

Os rins desempenham múltiplas funções incluindo:

Regulação do equilibro hidreletrolítico

Regulação da osmolaridade dos líquidos corporais e das concentrações dos eletrólitos

Regulação do equilíbrio acido-básico

Excreção de produtos de degradação metabólica e substancias químicas estranhas

Regulação da pressão arterial

Secreção de hormônios

Gliconeogênese (síntese de glicose)

14.3

Na presença da doença renal crônica ou de insuficiência renal aguda, essas funções

homeostáticas se encontram comprometidas e verifica-se rápida ocorrência de graves

anormalidades no volume e na composição dos líquidos corporais.

15- Controle Renal do equilíbrio Ácido-Básico

  • 15.1 A excreção de urina ácida reduz a quantidade de ácido no liquido extracelular, enquanto a

excreção de urina básica remove a base dos líquidos extracelulares.

  • 15.2 O mecanismo global pelo quais os rins excretam urina ácida ou básica é o seguinte:

Grandes quantidades de íons bicarbonato são filtradas continuamente para os túbulos; sua excreção na urina remove, portanto a base do sangue. Por outro lado, grandes quantidades de íons hidrogênio também são secretadas no lúmen tubular pelas células epiteliais tubulares,

removendo, assim, o acido do sangue.

  • 15.3 Se houver secreção de mais íons hidrogênio do que filtração de íons bicarbonato, haverá

perda final de acido dos líquidos extracelulares. Por outro lado, se a filtração de bicarbonato

for maior do que a secreção de hidrogênio haverá perda final de base. Bibliografia:

HALL; JOHN E HALL; GUYTON; ARTHUR C. GUYTON. Título: FISIOLOGIA HUMANA E

MECANISMOS DAS DOENCAS

..-.

Fonte: RIO DE JANEIRO; GUANABARA KOOGAN; 2006

DANGELO e FATTINE. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. Rio de Janeiro. Livraria Atheneu, 2º edição, 2000. CHEIDA. Biologia integrada. São Paulo. Ed. FTD, 2002 LIMA, Pedroso. Biofísica Médica, Imprensa da Universidade de Coimbra.2002 GARCIA, E. A. C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 1998. Heneine, I. F. Biofísica Básica. Rio de Janeiro, Atheneu, 1987. Netter, Frank H, Atlas de Anatomia Humana, ELSEVIER MEDICINA BRASIL, 4 º Edição - 2002 Obs:

- Todo crédito e responsabilidade do conteúdo é de seu autor. - Publicado em 27/09/2010.