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TECNOLOGIA MECÂNICA Temas abordados: • • Corte Corte por por arrombamento arrombamento • • Forjamento

TECNOLOGIA MECÂNICA

TECNOLOGIA MECÂNICA Temas abordados: • • Corte Corte por por arrombamento arrombamento • • Forjamento

Temas abordados:

CorteCorte porpor arrombamentoarrombamento

ForjamentoForjamento

HydrHydroformingoforming

TECNOLOGIA MECÂNICA CORTE POR ARROMBAMENTO Tecnologia Mecânica 2

TECNOLOGIA MECÂNICA

TECNOLOGIA MECÂNICA CORTE POR ARROMBAMENTO Tecnologia Mecânica 2

CORTE POR ARROMBAMENTO

Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO • Corte de chapa, va rão, tubo, etc. •

Corte por arrombamento

Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO • Corte de chapa, va rão, tubo, etc. • Normalmente

CORTE POR ARROMBAMENTO

Corte de chapa, varão, tubo, etc.

Normalmente realizado a frio

Espessuras máximas de 6 a 8 mm

realizado a frio • Espessuras máximas de 6 a 8 mm Aplicações : − Carroçarias de
realizado a frio • Espessuras máximas de 6 a 8 mm Aplicações : − Carroçarias de

Aplicações:

Carroçarias de automóveis e de camiões;

Fuselagens dos aviões;

Painéis das carruagens;

Móveis de escritório;

Computadores;

Electrodomésticos;

Utensílios de cozinha;

Discos para cunhagem de moeda;

Tecnologia Mecânica

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Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO • Punção e matriz que definem os contornos interior

Corte por arrombamento

Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO • Punção e matriz que definem os contornos interior do

CORTE POR ARROMBAMENTO

• Punção e matriz que definem os contornos interior do furo efectuado na chapa e exterior da peça, respectivamente;

• Folga entre o punção e a matriz – 5% a 10% da espessura da chapa;

Processa-se por deformação plástica seguida de rotura

Devido a tensões de corte distribuídas ao longo da espessura, segundo o perímetro de corte

j F τ γ τ F
j
F
τ
γ
τ
F
de corte distribuídas ao longo da espessura, segundo o perímetro de corte j F τ γ

Tecnologia Mecânica

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Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO CONVENCIONAL Qualidade das superfícies – Repuchamento Penetração

Corte por arrombamento

Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO CONVENCIONAL Qualidade das superfícies – Repuchamento Penetração

CORTE POR ARROMBAMENTO CONVENCIONAL

Qualidade das superfícies

Repuchamento Penetração Início da fissuração Secção resistente
Repuchamento
Penetração
Início
da
fissuração
Secção resistente
Penetração Início da fissuração Secção resistente zona de repuchamento empeno rebarba superfície polida
zona de repuchamento empeno rebarba
zona de repuchamento
empeno
rebarba

superfície polida e brilhante

superfície irregular originada pela fissuração

Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO CONVENCIONAL – Força de corte olsDe nmeac ot F

Corte por arrombamento

Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO CONVENCIONAL – Força de corte olsDe nmeac ot F =

CORTE POR ARROMBAMENTO CONVENCIONAL

Força de corte

olsDe nmeac ot F = 08 σ , ph max R Força 2/3 F max
olsDe
nmeac
ot
F
= 08 σ
,
ph
max
R
Força
2/3 F
max
F max
h
Cone de rotura
Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO CONVENCIONAL – Redução da força de corte: • Inclinação

Corte por arrombamento

Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO CONVENCIONAL – Redução da força de corte: • Inclinação das

CORTE POR ARROMBAMENTO CONVENCIONAL

Redução da força de corte:

Inclinação das arestas de corte do punção ou da matriz:

• Inclinação das arestas de corte do punção ou da matriz : • Decalagem de punções:
• Inclinação das arestas de corte do punção ou da matriz : • Decalagem de punções:

Decalagem de punções:

• Inclinação das arestas de corte do punção ou da matriz : • Decalagem de punções:

Tecnologia Mecânica

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Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO CONVENCIONAL • Ferramentas de corte progressivo - Na primeira

Corte por arrombamento

Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO CONVENCIONAL • Ferramentas de corte progressivo - Na primeira fase

CORTE POR ARROMBAMENTO CONVENCIONAL

Ferramentas de corte progressivo - Na primeira fase executam-se

os cortes interiores, enquanto que na segunda fase são feitos os cortes exteriores

porta-punções punções piloto arco matriz base arco
porta-punções
punções
piloto
arco
matriz
base
arco
Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO – Aplicação Rotor e estator de um motor eléctrico

Corte por arrombamento

Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO – Aplicação Rotor e estator de um motor eléctrico Tecnologia

CORTE POR ARROMBAMENTO – Aplicação

por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO – Aplicação Rotor e estator de um motor eléctrico Tecnologia Mecânica

Rotor e estator de um motor eléctrico

por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO – Aplicação Rotor e estator de um motor eléctrico Tecnologia Mecânica
Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO – Prensas mecânicas de excêntrico Tecnologia Mecânica 10

Corte por arrombamento

Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO – Prensas mecânicas de excêntrico Tecnologia Mecânica 10

CORTE POR ARROMBAMENTO – Prensas mecânicas de excêntrico

Corte por arrombamento CORTE POR ARROMBAMENTO – Prensas mecânicas de excêntrico Tecnologia Mecânica 10
Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO • Foi desenvolvido nos anos 20 (Séc.

Corte por arrombamento

Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO • Foi desenvolvido nos anos 20 (Séc. 20)

CORTE FINO ou de PRECISÃO

Foi desenvolvido nos anos 20 (Séc. 20) na indústria relojoeira Suíca

Produz peças na forma final com superfícies lisas e polidas, sem as irregularidades características do corte por arrombamento convencional - geradas sem aparecerem mecanismos de fissuração

As folgas variam entre 0,5~1% da espessura a cortar

Vantagens:

• Elevada qualidade das superfícies cortadas – Elimina a necessidade de se recorrer a operações de acabamento;

• Peças planas;

• Repetibilidade e tolerâncias dimensionais apertadas;

• Redução significativa do choque e consequente redução do ruído e vibrações;

Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Ferramenta Elementos complementares com que as

Corte por arrombamento

Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Ferramenta Elementos complementares com que as ferramentas

CORTE FINO ou de PRECISÃO – Ferramenta

Elementos complementares com que as ferramentas de corte fino estão dotadas:

encostadores com anéis de retenção;

• encostador/desembainhador porta-punção guia do punção punção encostador com anel de retenção matriz
• encostador/desembainhador
porta-punção
guia do punção
punção
encostador com
anel de retenção
matriz
encostador ou desembainhador
anel de retenção matriz encostador ou desembainhador Força máxima de corte F max = C f

Força máxima de corte

F

max

=

C

f

σ

R

p h

C

f varia entre 0.9 e 1.2

Força no anel de retenção – 30% e 50% da força máxima de corte

Força no encostador/desembainhador – 10% e 25% da força máxima de corte

Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Mecanismo de corte Tecnologia Mecânica 13

Corte por arrombamento

Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Mecanismo de corte Tecnologia Mecânica 13

CORTE FINO ou de PRECISÃO – Mecanismo de corte

Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Mecanismo de corte Tecnologia Mecânica 13
Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Mecanismo de corte Tecnologia Mecânica 13
Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Mecanismo de corte Tecnologia Mecânica 13
Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Mecanismo de corte Tecnologia Mecânica 13
Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Mecanismo de corte Tecnologia Mecânica 13
Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Mecanismo de corte Tecnologia Mecânica 13
Corte por arrombamento CORTE por ARROMBAMENTO CONVENCIONAL vs. CORTE FINO ou de PRECISÃO – Morfologia

Corte por arrombamento

Corte por arrombamento CORTE por ARROMBAMENTO CONVENCIONAL vs. CORTE FINO ou de PRECISÃO – Morfologia e

CORTE por ARROMBAMENTO CONVENCIONAL vs. CORTE FINO ou de PRECISÃO

Morfologia e Qualidade das Superfícies

CONVENCIONAL vs. CORTE FINO ou de PRECISÃO – Morfologia e Qualidade das Superfícies Tecnologia Mecânica 14
CONVENCIONAL vs. CORTE FINO ou de PRECISÃO – Morfologia e Qualidade das Superfícies Tecnologia Mecânica 14
Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Ferramentas progressivas O seu custo é

Corte por arrombamento

Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Ferramentas progressivas O seu custo é superior

CORTE FINO ou de PRECISÃO – Ferramentas progressivas

O seu custo é superior às de corte por arrombamento convencional

é superior às de corte por arrombamento convencional Lubrificação! Revestimento das ferramentas - TiN

Lubrificação!

Revestimento das ferramentas - TiN

às de corte por arrombamento convencional Lubrificação! Revestimento das ferramentas - TiN Tecnologia Mecânica 15
Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Prensas hidráulicas As cadencias de funcionamentos

Corte por arrombamento

Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Prensas hidráulicas As cadencias de funcionamentos são

CORTE FINO ou de PRECISÃO – Prensas hidráulicas

As cadencias de funcionamentos são inferiores às das prensas utilizadas no corte por arrombamento convencional

prensas utilizadas no corte por arrombamento convencional Prensa Hidráulica CNC de Corte Fino Força Nominal: 4000
prensas utilizadas no corte por arrombamento convencional Prensa Hidráulica CNC de Corte Fino Força Nominal: 4000

Prensa Hidráulica CNC de Corte Fino Força Nominal: 4000 kN Cadência Máxima: 50 golpes/min

Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Linha de produção automática Prensa Hidráulica

Corte por arrombamento

Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Linha de produção automática Prensa Hidráulica CNC

CORTE FINO ou de PRECISÃO – Linha de produção automática

FINO ou de PRECISÃO – Linha de produção automática Prensa Hidráulica CNC de Corte Fino Força

Prensa Hidráulica CNC de Corte Fino Força Nominal: 14000 kN

Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Aplicações na indústria automóvel Caixa de

Corte por arrombamento

Corte por arrombamento CORTE FINO ou de PRECISÃO – Aplicações na indústria automóvel Caixa de veloci

CORTE FINO ou de PRECISÃO – Aplicações na indústria automóvel

ou de PRECISÃO – Aplicações na indústria automóvel Caixa de veloci dades automática de um automóvel

Caixa de velocidades automática de um automóvel ligeiro

Caixa de veloci dades automática de um automóvel ligeiro Componentes utilizados na indústria automóvel Tecnologia

Componentes utilizados na indústria automóvel

dades automática de um automóvel ligeiro Componentes utilizados na indústria automóvel Tecnologia Mecânica 18
TECNOLOGIA MECÂNICA FORJAMENTO Tecnologia Mecânica 19

TECNOLOGIA MECÂNICA

TECNOLOGIA MECÂNICA FORJAMENTO Tecnologia Mecânica 19

FORJAMENTO

Forjamento FORJAMENTO • Processos tecnológicos de deformação plástica na massa de materiais metálicos; • A

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO • Processos tecnológicos de deformação plástica na massa de materiais metálicos; • A
Forjamento FORJAMENTO • Processos tecnológicos de deformação plástica na massa de materiais metálicos; • A

FORJAMENTO

Processos tecnológicos de deformação plástica na massa de materiais metálicos;

A frio, a morno ou a quente;

Efectuado por forças de compressão aplicadas através de matrizes;

por forças de compressão aplicadas através de matrizes ; APLICAÇÕES : • indústria automóvel •

APLICAÇÕES:

indústria automóvel

indústria aeroespacial;

indústria militar de defesa, agrícola, mineira, de ferramentas manuais e de equipamentos industriais em geral, etc.

Tecnologia Mecânica

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Forjamento FORJAMENTO – Vantagens dos componentes forjados • Os forjados são produzidos a partir de

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO – Vantagens dos componentes forjados • Os forjados são produzidos a partir de pré-formas

FORJAMENTO – Vantagens dos componentes forjados

Os forjados são produzidos a partir de pré-formas simples, geralmente sob a forma de varão ou barra;

Quase todos os metais e ligas metálicas podem ser forjados;

Existam poucas restrições ao tamanho dos componentes forjados

poucas restrições ao tamanho dos componentes forjados Cubos e biela Projécteis Divisória de titânio do avião

Cubos e biela

ao tamanho dos componentes forjados Cubos e biela Projécteis Divisória de titânio do avião F-22 Tecnologia

Projécteis

tamanho dos componentes forjados Cubos e biela Projécteis Divisória de titânio do avião F-22 Tecnologia Mecânica

Divisória de titânio do avião F-22

Forjamento FORJAMENTO – Vantagens dos componentes forjados • Produzem-se componentes com tolerâncias apertadas ;

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO – Vantagens dos componentes forjados • Produzem-se componentes com tolerâncias apertadas ;

FORJAMENTO – Vantagens dos componentes forjados

Produzem-se componentes com tolerâncias apertadas;

Os componentes são recicláveis;

Assegura o fabrico de peças com excelentes propriedades mecânicas, nomeadamente:

Boa resistência mecânica;

Boa ductilidade;

Boa tenacidade

Boa resistência à fadiga;

Eficiente em termos do aproveitamento da matéria-prima e da diminuição dos desperdícios;

O controlo da sequência de fabrico assegura uma elevada taxa de repetitibilidade das peças forjadas;

Os custos de produção são em geral baixos;

Forjamento FORJAMENTO – Classificação em função da temperatura de trabalho Temperatura Frio < 0 .

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO – Classificação em função da temperatura de trabalho Temperatura Frio < 0 . 3

FORJAMENTO – Classificação em função da temperatura de trabalho

Temperatura

Frio

< 0.3 T fusão

Morno

0.3 a 0.5 T fusão

Quente

> 0.6 T fusão

0 . 3 T fusão Morno 0.3 a 0.5 T f u s ã o Quente
0 . 3 T fusão Morno 0.3 a 0.5 T f u s ã o Quente
Forjamento FORJAMENTO EM MATRIZ ABERTA Tecnologia Mecânica 24

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO EM MATRIZ ABERTA Tecnologia Mecânica 24

FORJAMENTO EM MATRIZ ABERTA

Forjamento FORJAMENTO EM MATRIZ ABERTA Tecnologia Mecânica 24
Forjamento FORJAMENTO EM MATRIZ ABERTA Tecnologia Mecânica 24
Forjamento FORJAMENTO EM MATRIZ ABERTA Tecnologia Mecânica 24
Forjamento FORJAMENTO EM MATRIZ ABERTA Tecnologia Mecânica 24
Forjamento FORJAMENTO EM MATRIZ ABERTA Tecnologia Mecânica 24

Tecnologia Mecânica

24

Forjamento FORJAMENTO EM MATRIZ FECHADA • Peças com maior grau de complexid ade e com

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO EM MATRIZ FECHADA • Peças com maior grau de complexid ade e com tolerâncias

FORJAMENTO EM MATRIZ FECHADA

Peças com maior grau de complexidade e com tolerâncias mais apertadas

grau de complexid ade e com tolerâncias mais apertadas Forjamento convencional Componentes obtidos por forjamento

Forjamento convencional

e com tolerâncias mais apertadas Forjamento convencional Componentes obtidos por forjamento de precisão Tecnologia

Componentes obtidos por forjamento de precisão

Forjamento FORJAMENTO EM MATRIZ FECHADA • Forjamento convencional - a quente ou a morno, par

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO EM MATRIZ FECHADA • Forjamento convencional - a quente ou a morno, par a

FORJAMENTO EM MATRIZ FECHADA

Forjamento convencional - a quente ou a morno, para fabrico de peças com complexidade de forma e tolerâncias geométricas que se enquadrem nos padrões gerais de fabrico.

Forjamento de precisão - a frio ou a morno, utilizado para produzir grandes séries de peças na forma final ou quase final, com tolerâncias de fabrico mais apertadas do que as habitualmente conseguidas no forjamento convencional.

as habitualme nte conseguidas no forjamento convencional. Componentes da indústria automóvel, obtidos por
as habitualme nte conseguidas no forjamento convencional. Componentes da indústria automóvel, obtidos por

Componentes da indústria automóvel, obtidos por forjamento de precisão

Forjamento FORJAMENTO CONVENCIONAL Rebarba! Sequência de fabrico - Biela Tecnologia Mecânica 27

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO CONVENCIONAL Rebarba! Sequência de fabrico - Biela Tecnologia Mecânica 27

FORJAMENTO CONVENCIONAL

Forjamento FORJAMENTO CONVENCIONAL Rebarba! Sequência de fabrico - Biela Tecnologia Mecânica 27

Rebarba!

Sequência de fabrico - Biela

Forjamento FORJAMENTO CONVENCIONAL Rebarba! Sequência de fabrico - Biela Tecnologia Mecânica 27
Forjamento FORJAMENTO DE PRECISÃO • Sequência de fabrico de um eixo de secção variável Tecnologia

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO DE PRECISÃO • Sequência de fabrico de um eixo de secção variável Tecnologia Mecânica

FORJAMENTO DE PRECISÃO

Sequência de fabrico de um eixo de secção variável

Forjamento FORJAMENTO DE PRECISÃO • Sequência de fabrico de um eixo de secção variável Tecnologia Mecânica
Forjamento FORJAMENTO DE PRECISÃO • Sequência de fabrico de um eixo de secção variável Tecnologia Mecânica
Forjamento FORJAMENTO – Na indústria automóvel • A indústria do forjamento emprega cerca de 32

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO – Na indústria automóvel • A indústria do forjamento emprega cerca de 32 mil

FORJAMENTO – Na indústria automóvel

A indústria do forjamento emprega cerca de 32 mil pessoas na Europa;

Cerca de 50% da sua produção destina-se ao mercado dos veículos - automóveis, camiões, máquinas agrícolas, máquinas de movimentação de terras, etc.;

• 25% à indústria aeroespacial;

E a parcela remanescente na indústria de construção metalo-mecânica em geral.

na indústria de construção metalo-mecânica em geral . • 80% da produção mundial do forjamento de

80% da produção mundial do forjamento de precisão (exceptuando os

Estados Unidos da América) tem por destino o automóvel

Forjamento FORJAMENTO – Na indústria automóvel Em média um automóvel ligeiro de passageiros incorpora mais

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO – Na indústria automóvel Em média um automóvel ligeiro de passageiros incorpora mais de

FORJAMENTO – Na indústria automóvel

Em média um automóvel ligeiro de passageiros incorpora mais de 250 componentes forjados: • Componentes
Em média um automóvel ligeiro de passageiros incorpora mais de 250
componentes forjados:
Componentes do motor: Válvulas, árvore de cames, cambota, bielas etc.
Componentes da transmissão: Engrenagens cónicas, carretos, anéis
sincronizadores, juntas, eixos, cubos de embraiagem, etc.
Componentes da direcção: Colunas, rótulas, barras de torsão, eixos de
direcção, etc.
Êmbolos de travão
Componentes para os motores eléctricos: Carretos do motor de arranque,
"driver" e "pole rotor", etc. ;

Componentes do chassis e da suspensão: Pernos, cubos da roda, braços e triângulos de suspensão, etc.

Tecnologia Mecânica

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Forjamento FORJAMENTO – Casos de estudo Socket plate (prato de encaixe) – Processo de fabrico:

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO – Casos de estudo Socket plate (prato de encaixe) – Processo de fabrico: Forjamento

FORJAMENTO – Casos de estudo

Socket plate (prato de encaixe)

– Processo de fabrico: Forjamento em matriz fechada;

– Dimensões: 108 × 95 × 17 mm

– Peso: 0.14 kg

– Material: Alumínio KN432

– Tensão de rotura: 345 MPa

– Tensão limite de elasticidade: 215 MPa

– Dureza (HB): 100-199

– Operações secundárias: Maquinagem

– Tratamento térmico: T4

– Processo de fabrico alternativo: Fundição

– Produção anual superior a 3 000 000

T4 – Processo de fabrico alternativo: Fundição – Produção anual superior a 3 000 000 Tecnologia
Forjamento FORJAMENTO – Casos de estudo Dobradiça de um automóvel desportivo – Processo de fabrico:

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO – Casos de estudo Dobradiça de um automóvel desportivo – Processo de fabrico: Forjamento

FORJAMENTO – Casos de estudo

Dobradiça de um automóvel desportivo

– Processo de fabrico: Forjamento em matriz fechada a quente;

– Dimensões: 120 × 220 mm

– Peso: 0.8 kg

– Material: Alumínio AISI 7075

– Tensão de rotura: 480 MPa

– Tensão limite de elasticidade: 415 MPa

– Operações secundárias: Maquinagem

– Tratamento superficial: Revestimento com pós

– Processo de fabrico alternativo: Fundição

– Produção anual: 5 000

com pós – Processo de fabrico alternativo: Fundição – Produção anual: 5 000 Tecnologia Mecânica 32
Forjamento FORJAMENTO – Casos de estudo Braço (triângulo) de suspensão superior – Processo de fabrico:

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO – Casos de estudo Braço (triângulo) de suspensão superior – Processo de fabrico: Forjamento

FORJAMENTO – Casos de estudo

Braço (triângulo) de suspensão superior

– Processo de fabrico: Forjamento a frio e forjamento a quente;

– Dimensões: 241 × 1255 × 2

– Peso: 3.73 kg

– Material: SAE 1541

– Tensão de rotura: 800 MPa

– Tensão limite de elasticidade: 620 MPa

– Operações secundárias: Mandrilagem e perfuração,

– Tratamento superficial: Pintura

– Processo de fabrico alternativo:

Estampagem

– Produção anual: Superior a 1 400 000

– Processo de fabrico alternativo: Estampagem – Produção anual: Superior a 1 400 000 Tecnologia Mecânica
Forjamento FORJAMENTO – Casos de estudo Olhal para macaco hidráulico agrícola – Processo de fabrico:

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO – Casos de estudo Olhal para macaco hidráulico agrícola – Processo de fabrico: Forjamento

FORJAMENTO – Casos de estudo

Olhal para macaco hidráulico agrícola

– Processo de fabrico: Forjamento a quente;

– Peso: 1 kg

– Material: Aço AISI 1045

– Operações secundárias: Mandrilagem, torneamento e facejamento,

– Processo de fabrico alternativo:

Maquinagem

– Produção anual: Entre 10 000 e 12 000

– Inicialmente este componente era produzido através de 13 operações diferentes de maquinagem

Inicialmente este componente era produzido através de 13 operações diferentes de maquinagem Tecnologia Mecânica 34
Forjamento FORJAMENTO – Casos de estudo Cambota para motor de alta performance V6 – Processo

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO – Casos de estudo Cambota para motor de alta performance V6 – Processo de

FORJAMENTO – Casos de estudo

Cambota para motor de alta performance V6

– Processo de fabrico: Forjamento em matriz fechada a quente;

– Comprimento: 510 mm

– Peso: 26 kg

– Material: Aço microligado

– Tensão de rotura: 825 MPa

– Tensão limite de elasticidade: 495 MPa

– Operações secundárias: Acabamento por maquinagem e furação

– Processo de fabrico alternativo:

Fundição

Acabamento por maquinagem e furação – Processo de fabrico alternativo: Fundição Tecnologia Mecânica 35
Forjamento FORJAMENTO – Casos de estudo Engrenagem – Processo de fabrico: Forjamento de precisão; –

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO – Casos de estudo Engrenagem – Processo de fabrico: Forjamento de precisão; – Dimensões

FORJAMENTO – Casos de estudo

Engrenagem

– Processo de fabrico: Forjamento de precisão;

– Dimensões (mm): φ76 a φ432

– Peso: 3.73 kg

– Material: Aço AISI 8620

– Tensão de rotura: 635 MPa

– Tensão limite de elasticidade: 355 MPa

– Operações secundárias: Calibração e rectificação,

– Tratamento térmico: Normalização;

– Processo de fabrico alternativo:

Forjamento da pré-forma e fresagem para abertura de dentes;

– Produção anual: 5 000 a 7 000.

da pré-forma e fresagem para abertura de dentes; – Produção anual: 5 000 a 7 000.
Forjamento FORJAMENTO – Casos de estudo Biela – Processo de fabrico: Forjamento em matriz fechada

Forjamento

Forjamento FORJAMENTO – Casos de estudo Biela – Processo de fabrico: Forjamento em matriz fechada a

FORJAMENTO – Casos de estudo

Biela

– Processo de fabrico: Forjamento em matriz fechada a quente sem rebarba;

– Comprimento: 210 mm

– Peso: 2.9 kg

– Material: Aço E4340

– Tensão de rotura: 1240MPa

– Tensão limite de elasticidade: 1095 MPa

– Operações secundárias: Acabamento por maquinagem

– Tratamento térmico: Recozimento ou arrefecimento controlado

– Processo de fabrico alternativo:

Pulverotecnologia

– Produção anual: 2 000 000

– Processo de fabrico alternativo: Pulverotecnologia – Produção anual: 2 000 000 Tecnologia Mecânica 37
TECNOLOGIA MECÂNICA HYDROFORMING Tecnologia Mecânica 38

TECNOLOGIA MECÂNICA

TECNOLOGIA MECÂNICA HYDROFORMING Tecnologia Mecânica 38

HYDROFORMING

Hydroforming HYDROFORMING - Estampagem através de elementos líquidos, aplica-se a : – CHAPA • Quase

Hydroforming

Hydroforming HYDROFORMING - Estampagem através de elementos líquidos, aplica-se a : – CHAPA • Quase exclusivamen

HYDROFORMING - Estampagem através de elementos líquidos, aplica-se a :

– CHAPA

de elementos líquidos, aplica-se a : – CHAPA • Quase exclusivamen te utilizada em protótipos –

Quase exclusivamente utilizada em protótipos

– TUBOS

Largamente utilizada ao nível industrial

APLICAÇÕES:

indústria automóvel

indústria aeronáutica

Hydroforming HYDROFORMING DE CHAPA – Metade da ferramenta é substituída por um meio flexível. •

Hydroforming

Hydroforming HYDROFORMING DE CHAPA – Metade da ferramenta é substituída por um meio flexível. • Adequado

HYDROFORMING DE CHAPA – Metade da ferramenta é substituída por um meio flexível.

Adequado à produção de pequenas ou médias séries;

Permite redução dos custos e tempo de produção;

Adequado à estampagem de componentes de forma irregular e complexa (não é necessário alinhamento entre os vários componentes);

Existem dois tipos de ferramentas de Hydroforming de Chapa:

Contacto directo do fluido com a chapa;

– Existência de uma membrana elástica (FLEXFORMING) - fronteira entre o fluido e o material.

Hydroforming HYDROFORMING DE CHAPA através do contacto directo do fluido com a chapa: Sequência do

Hydroforming

Hydroforming HYDROFORMING DE CHAPA através do contacto directo do fluido com a chapa: Sequência do processo:

HYDROFORMING DE CHAPA através do contacto directo do fluido com a chapa:

CHAPA através do contacto directo do fluido com a chapa: Sequência do processo: 1. Com a

Sequência do processo:

1. Com

a

prensa

aberta

a

câmara

é

preenchida

com

líquido

até

à

posição

inicial;

2. A chapa é colocada e pressionada pelo encostador, de modo a garantir a selagem da câmara;

3. O processo é iniciado com o movimento do punção, e a sua penetração na chapa, aumentando a pressão do líquido na câmara;

4. Após atingir a profundidade desejada a pressão na câmara é libertada;

Hydroforming HYDROFORMING DE CHAPA através da utilização de um membrana elástica como fronteira entre o

Hydroforming

Hydroforming HYDROFORMING DE CHAPA através da utilização de um membrana elástica como fronteira entre o fluido

HYDROFORMING DE CHAPA através da utilização de um membrana elástica como fronteira entre o fluido e o material (FLEXFORMING):

Reentrância
Reentrância

Fluido sob pressão

Membrana

elástica

Chapa

Meia ferramenta rígida

Zona da membrana a funcionar como encostador

Sequência do processo - posicionamento, pressurização e descompressão:

1. A chapa é colocada sobre a meia ferramenta rígida que se encontra sobre a mesa da prensa;

2. O fluido actua sobre a membrana, forçando-a a envolver a chapa em torno da meia ferramenta rígida;

3. A pressão do fluido é elevada e uniforme de modo a assegurar tolerâncias de fabrico apertadas;

de modo a asseg urar tolerâncias de fabrico apertadas; Nota: Obtêm-se reentrâncias que seriam impossíveis de
de modo a asseg urar tolerâncias de fabrico apertadas; Nota: Obtêm-se reentrâncias que seriam impossíveis de
de modo a asseg urar tolerâncias de fabrico apertadas; Nota: Obtêm-se reentrâncias que seriam impossíveis de

Nota: Obtêm-se reentrâncias que seriam impossíveis de se obter por estampagem convencional.

1. posicionamento

2. pressurização

3. descompressão

Hydroforming FLEXFORMING – Equipamento Tempos de ciclo: 1 a 3 min. Pressões máx: 140 MPa

Hydroforming

Hydroforming FLEXFORMING – Equipamento Tempos de ciclo: 1 a 3 min. Pressões máx: 140 MPa Espessura:

FLEXFORMING – Equipamento

Tempos de ciclo: 1 a 3 min. Pressões máx: 140 MPa Espessura: 0,1 a 16
Tempos de ciclo: 1 a 3 min.
Pressões máx: 140 MPa
Espessura: 0,1 a 16 mm

1- Mesa móvel para ferramentas

 

6- Intensificador de pressão

11- Enrolador da borracha de “desgaste”

2- Pré-tensionado com quilómetros de fio de aço enrolado

7- Equipamento hidráulico

12- Painel de controle do operador

3- Sistema de pressão de fios enrolados móvel

8- Cabine isoladora do som

13- Estação de carregamento da mesa

4- Mesa da prensa com a unidade da “fluid cell”

9- Compartimento de controle eléctrico

14- Entrada de óleo

5-

Tubulação

de

enchimento

de

alta

10- Centro de controle do motor

 

pressão

 

Tecnologia Mecânica

43

Hydroforming HYDROFORMING DE CHAPA Vantagens • A obtenção de profundidades de esta mpagem superiores, com

Hydroforming

Hydroforming HYDROFORMING DE CHAPA Vantagens • A obtenção de profundidades de esta mpagem superiores, com melhor

HYDROFORMING DE CHAPA

Vantagens

A obtenção de profundidades de estampagem superiores, com melhor distribuição de extensões, comparativamente com a estampagem convencional;

A estampagem de formas complexas em apenas uma operação;

A redução dos custos das ferramentas, pelo facto de apenas ser utilizado um componente rígido de materiais económicos;

Obtenção de excelente acabamento superficial da chapa que está em contacto com o meio líquido.

Desvantagens

Tempos de ciclo elevados protótipos ou pequenas séries

Hydroforming APLICAÇÕES Projecto ULSAB – UltraLight Steel Auto Body - Consórcio foi composto por fabricantes

Hydroforming

Hydroforming APLICAÇÕES Projecto ULSAB – UltraLight Steel Auto Body - Consórcio foi composto por fabricantes de

APLICAÇÕES

Projecto ULSAB UltraLight Steel Auto Body - Consórcio foi composto por fabricantes de aço de todo o mundo e a Porsche Engineering Services, Inc. para fazer frente à crescente utilização de ligas de alumínio na indústria automóvel.

Objectivo: Reduzir o peso da estrutura automóvel, feita de aço, mantendo o seu desempenho e acessibilidade 25% de redução do peso

el, feita de aço, mantendo o seu desempenho e acessibilidade → 25% de redução do peso
el, feita de aço, mantendo o seu desempenho e acessibilidade → 25% de redução do peso
Hydroforming SHEET HYDROFORMING – Aplicações para a indústria automóvel Tecnologia Mecânica 46

Hydroforming

Hydroforming SHEET HYDROFORMING – Aplicações para a indústria automóvel Tecnologia Mecânica 46

SHEET HYDROFORMING – Aplicações para a indústria automóvel

Hydroforming SHEET HYDROFORMING – Aplicações para a indústria automóvel Tecnologia Mecânica 46
Hydroforming SHEET HYDROFORMING – Aplicações para a indústria automóvel Tecnologia Mecânica 46
Hydroforming SHEET HYDROFORMING – Aplicações para a indústria automóvel Tecnologia Mecânica 46
Hydroforming SHEET HYDROFORMING – Aplicações para a indústria automóvel Tecnologia Mecânica 47

Hydroforming

Hydroforming SHEET HYDROFORMING – Aplicações para a indústria automóvel Tecnologia Mecânica 47

SHEET HYDROFORMING – Aplicações para a indústria automóvel

Hydroforming SHEET HYDROFORMING – Aplicações para a indústria automóvel Tecnologia Mecânica 47
Hydroforming SHEET HYDROFORMING – Aplicações para a indústria automóvel Tecnologia Mecânica 47
Hydroforming SHEET HYDROFORMING – Aplicações para a indústria automóvel Tecnologia Mecânica 47
Hydroforming SHEET HYDROFORMING – Aplicações para a indústria automóvel Tecnologia Mecânica 47

Tecnologia Mecânica

47

Hydroforming TUBE HYDROFORMING • Expansão tubular de tubos metálicos, através utilização de um fluido

Hydroforming

Hydroforming TUBE HYDROFORMING • Expansão tubular de tubos metálicos, através utilização de um fluido

TUBE HYDROFORMING

Expansão tubular de tubos metálicos, através utilização de um fluido pressurizado injectado para o interior do tubo;

A pressão é suficientemente elevada para que o tubo se deforme plasticamente e se ajuste à cavidade da matriz;

tubulares (dobradas ou

Pré-formas não).

Características das peças:

Elevada tensão de cedência;

Elevada rigidez;

Peso optimizado;

Rigor geométrico.

Elevada tensão de cedência; • Elevada rigidez; • Peso optimizado; • Rigor geométrico. Tecnologia Mecânica 48
Elevada tensão de cedência; • Elevada rigidez; • Peso optimizado; • Rigor geométrico. Tecnologia Mecânica 48
Elevada tensão de cedência; • Elevada rigidez; • Peso optimizado; • Rigor geométrico. Tecnologia Mecânica 48

Tecnologia Mecânica

48

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Sequência do processo A pré-forma tubular, dobrada ou não, é colocada

Hydroforming

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Sequência do processo A pré-forma tubular, dobrada ou não, é colocada no

TUBE HYDROFORMING – Sequência do processo

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Sequência do processo A pré-forma tubular, dobrada ou não, é colocada no
Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Sequência do processo A pré-forma tubular, dobrada ou não, é colocada no

A pré-forma tubular, dobrada ou não, é colocada no interior da ferramenta, sob a matriz (que define o contorno da peça a obter);

As matrizes são fechadas e o interior do tubo é enchido com o fluido pressurizador. São utilizados dispositivos de selagem para evitar perdas de pressão. A pressão é aumentada até ao valor pretendido;

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Sequência do processo Movimento dos cilindros axiais, regulação da pressão do

Hydroforming

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Sequência do processo Movimento dos cilindros axiais, regulação da pressão do

TUBE HYDROFORMING – Sequência do processo

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Sequência do processo Movimento dos cilindros axiais, regulação da pressão do
Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Sequência do processo Movimento dos cilindros axiais, regulação da pressão do

Movimento dos cilindros axiais, regulação da pressão do fluido: o material sofre expansão, os punções de selagem comprimem as extremidades do tubo e o material escoa no interior das matrizes;

Abertura da prensa e extracção do componente final;

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Sequência do processo Tecnologia Mecânica 51

Hydroforming

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Sequência do processo Tecnologia Mecânica 51

TUBE HYDROFORMING – Sequência do processo

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Sequência do processo Tecnologia Mecânica 51
Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Sequência do processo Tecnologia Mecânica 51
Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Pressões • “Low Pressure Hydroforming – LPH” - Pressões até 35

Hydroforming

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Pressões • “Low Pressure Hydroforming – LPH” - Pressões até 35 MPa.

TUBE HYDROFORMING – Pressões

“Low Pressure Hydroforming – LPH” - Pressões até 35 MPa.

“High Pressure Hydroforming - HPH” - (maioria das aplicações automóveis) - 105 a 210 MPa. Poderão existir aplicações com cerca de 690 MPa.

“Pressure Sequence Hydroforming – PSH” - Neste processo a pressão é aumentada progressivamente à medida que se fecha a matriz, contribuindo para uma redução do atrito entre as paredes do tubo e da matriz. No final quando a matriz já se encontra fechada é aplicada uma pressão mais elevada para definir melhor as arestas da peça e anular a recuperação elástica.

Hydroforming TUBE HYDROFORMING VANTAGENS : • Rácio integridade estrutural/peso das peças • Precisão

Hydroforming

Hydroforming TUBE HYDROFORMING VANTAGENS : • Rácio integridade estrutural/peso das peças • Precisão

TUBE HYDROFORMING

VANTAGENS:

• Rácio integridade estrutural/peso das peças

• Precisão dimensional e repetibilidade do processo

• Integração de operações:

 

o

Redução do número de componentes e peso

o

Redução da quantidade de matéria-prima e sucata

o

Melhoria da resistência mecânica e da rigidez

o

Menor número de ferramentas => Menor custo

DESVANTAGENS:

• Elevado tempo de ciclo (20 s)

• Elevado custo dos equipamentos

• Pouco conhecimento do processo por ser uma tecnologia recente

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Operações subsequentes de furação Executadas na matriz de hydroforming A

Hydroforming

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Operações subsequentes de furação Executadas na matriz de hydroforming A

TUBE HYDROFORMING – Operações subsequentes de furação Executadas na matriz de hydroforming

de furação Executadas na matriz de hydroforming A Piercing) diversas formas: - cavidade na matriz; -

A

Piercing)

diversas formas:

- cavidade na matriz;

- saliência na matriz;

- extracção do rombo;

- sem extracção do rombo.

operação

de

furação

(Hydro

de

pode

ser

realizada

do rombo; - sem extracção do rombo. operação de furação (Hydro de pode ser realizada Tecnologia
do rombo; - sem extracção do rombo. operação de furação (Hydro de pode ser realizada Tecnologia
do rombo; - sem extracção do rombo. operação de furação (Hydro de pode ser realizada Tecnologia
Hydroforming TUBE HYDROFORMING - Aplicações A. Componente estrutural do tejadilho B. Suporte para o painel

Hydroforming

Hydroforming TUBE HYDROFORMING - Aplicações A. Componente estrutural do tejadilho B. Suporte para o painel de

TUBE HYDROFORMING - Aplicações

Hydroforming TUBE HYDROFORMING - Aplicações A. Componente estrutural do tejadilho B. Suporte para o painel de

A. Componente estrutural do tejadilho

B. Suporte para o painel de instrumentos

C. Suporte de radiador

D. Corpo de apoio do motor

E. Componente estrutural

F. Componente estrutural lateral

Hydroforming Volvo Maio de 2001 Chassis de Arquitectura “Spaceframe” Audi Space Frame ASF – A8

Hydroforming

Hydroforming Volvo Maio de 2001 Chassis de Arquitectura “Spaceframe” Audi Space Frame ASF – A8 (1994)
Volvo Maio de 2001 Chassis de Arquitectura “Spaceframe” Audi Space Frame ASF – A8 (1994)
Volvo
Maio de 2001
Chassis de
Arquitectura “Spaceframe”
Audi Space Frame
ASF – A8 (1994)
ASF – A2
(2000)
Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Equipamento Linha completamente automatizada de produção de suportes de motor -

Hydroforming

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Equipamento Linha completamente automatizada de produção de suportes de motor -

TUBE HYDROFORMING – Equipamento

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Equipamento Linha completamente automatizada de produção de suportes de motor -

Linha completamente automatizada de produção de suportes de motor - Adam Opel AG

Cadência - 1 milhão de Peças/Ano

Etapas:

1.Dobragem do tubo 2.Verificação a laser de fendas na dobragem

3.Pré-Forma

4.Na prensa de hydroforming – 2000 kN 5.Hydroforming e Hydropiercing (22 furos) 6.Fc = 35.000 kN 7.P = 1500 bar – 150 MPa 8.Maquinagem das extremidades do tubo 9.Lavagem e secagem 10.Transferência para armazém

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Equipamento Suporte de radiador Vari-Form (350.000 Peças/Ano) Alimentação manual

Hydroforming

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Equipamento Suporte de radiador Vari-Form (350.000 Peças/Ano) Alimentação manual

TUBE HYDROFORMING – Equipamento

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Equipamento Suporte de radiador Vari-Form (350.000 Peças/Ano) Alimentação manual
Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Equipamento Suporte de radiador Vari-Form (350.000 Peças/Ano) Alimentação manual

Suporte de radiador Vari-Form (350.000 Peças/Ano)

Alimentação manual das peças após dobragem

de radiador Vari-Form (350.000 Peças/Ano) Alimentação manual das peças após dobragem Tecnologia Mecânica 58
Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Casos de estudo Suporte de radiador (Dodge Ram Pickup) Diversos tubos

Hydroforming

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Casos de estudo Suporte de radiador (Dodge Ram Pickup) Diversos tubos do

TUBE HYDROFORMING – Casos de estudo

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Casos de estudo Suporte de radiador (Dodge Ram Pickup) Diversos tubos do

Suporte de radiador (Dodge Ram Pickup)

Diversos tubos do sistema de escape
Diversos tubos do sistema
de escape

Corpo do Assento dos Passageiros Porsche Boxter

tubos do sistema de escape Corpo do Assento do s Passageiros Porsche Boxter Suporte de motor

Suporte de motor

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Casos de estudo Componentes do motor Opel Corsa, 2002 Honda Civic,

Hydroforming

Hydroforming TUBE HYDROFORMING – Casos de estudo Componentes do motor Opel Corsa, 2002 Honda Civic, 2002

TUBE HYDROFORMING – Casos de estudo

Componentes do motor

TUBE HYDROFORMING – Casos de estudo Componentes do motor Opel Corsa, 2002 Honda Civic, 2002 Lancia

Opel Corsa, 2002

– Casos de estudo Componentes do motor Opel Corsa, 2002 Honda Civic, 2002 Lancia Thesis, 2002

Honda Civic, 2002

Componentes do motor Opel Corsa, 2002 Honda Civic, 2002 Lancia Thesis, 2002 BMW Mini, 2002 MG

Lancia Thesis, 2002

motor Opel Corsa, 2002 Honda Civic, 2002 Lancia Thesis, 2002 BMW Mini, 2002 MG ZT, 2002

BMW Mini, 2002

2002 Honda Civic, 2002 Lancia Thesis, 2002 BMW Mini, 2002 MG ZT, 2002 Opel Astra, 2002

MG ZT, 2002

Civic, 2002 Lancia Thesis, 2002 BMW Mini, 2002 MG ZT, 2002 Opel Astra, 2002 Rover 75,

Opel Astra, 2002

Thesis, 2002 BMW Mini, 2002 MG ZT, 2002 Opel Astra, 2002 Rover 75, 2002 Ford Mondeo,

Rover 75, 2002

BMW Mini, 2002 MG ZT, 2002 Opel Astra, 2002 Rover 75, 2002 Ford Mondeo, 2002 Componentes

Ford Mondeo, 2002

Componentes estruturais

Rover 75, 2002 Ford Mondeo, 2002 Componentes estruturais BMW 3 series, 2002 Audi A2, 2002 Chrylser

BMW 3 series, 2002

Ford Mondeo, 2002 Componentes estruturais BMW 3 series, 2002 Audi A2, 2002 Chrylser PT Cruiser, 2002

Audi A2, 2002

Componentes estruturais BMW 3 series, 2002 Audi A2, 2002 Chrylser PT Cruiser, 2002 Dodge Dakota, 2003

Chrylser PT Cruiser, 2002

BMW 3 series, 2002 Audi A2, 2002 Chrylser PT Cruiser, 2002 Dodge Dakota, 2003 Jaguar S

Dodge Dakota, 2003

Audi A2, 2002 Chrylser PT Cruiser, 2002 Dodge Dakota, 2003 Jaguar S Type, 2003 Jaguar XJ

Jaguar S Type, 2003

PT Cruiser, 2002 Dodge Dakota, 2003 Jaguar S Type, 2003 Jaguar XJ Type, 2003 S u

Jaguar XJ Type, 2003

Dodge Dakota, 2003 Jaguar S Type, 2003 Jaguar XJ Type, 2003 S u s p e

Suspensão

Dodge, 2003

2003 Jaguar XJ Type, 2003 S u s p e n s ã o Dodge, 2003

Jeep Grand Cherokee, 2003