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Arrasto e Sustentação em escoamento de corpos imersos

Revista Eletrônica Multidisciplinar
Revista Eletrônica
Multidisciplinar

Ana Beatriz Boçon Jorge Theodoro Eduardo Brock

1 Faculdade Educacional Araucária Engenharia de Produção, 5D

RESUMO

O arrasto e a sustentação em corpos imersos estão espalhados pela natureza sem que nos demos conta, o fato de uma brisa (que pode ser encarada como um escoamento de um fluido) passar por um edifício ou uma arvore geram forças em torno deste corpo, assim como mudam o escoamento em seu entorno. Muitas teorias científicas são formuladas de maneira empírica, essa é uma delas, essas forças que atuam sobre os corpos podendo mantê-los no chão, no ar ou na água,

Palavras chave: xxxxxxx, xxxxxxxx, xxxxxxxxxx, xxxxxxxx

ABSTRACT

The summary should contain a brief description of the work. Employ 150 to 250 words which should be emphasized: the objectives, methodology, and give a preview of the results. Use left alignment without paragraph indentation, leading simple and justified text in Arial font size 10. Highlight, right after the summary, three key words that represent the subject matter in a clear and objective. For the "Abstract" using the same guidelines of the abstract.

Key Words: xxxxxxxxx, xxxxxxxxxx, xxxxxxxxx, xxxxxxx

1. INTRODUÇÃO

Quando se pensa em escoamentos podemos deduzir, de maneira simplista que falamos de fluidos e esses sendo associados aos líquidos, entretanto o fluido pode se referir a um gás, que será objeto de estudo neste artigo. Um dos primeiros motivos que levou o homem ao estudo de escoamentos externos, como cita Potter (2004) é o estudo da aerodinâmica, pode-se evidenciar em outras áreas das engenharias estudos similares aplicados dentro de seu escopo cientifico como na engenharia civil o escoamento em torno de edifícios, pontes com bases submersas dentre outras.

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Arrasto e Sustentação em escoamento de corpos imersos

O escoamento ao redor de corpos imersos podem ser caracterizados pelo corpo totalmente imerso que será estudado aqui ou o parcialmente imerso, onde a interação entre o fluido e o corpo resultará em forças que atuarão sobre o corpo, podendo o fluido se mover através do corpo imóvel ou vice-versa. (WHITE,2011)(MUNSON, 2004). Este estudo pode ser conhecido também como Fluidodinâmica como cita Brunetti(2008), onde esses escoamentos apresentam efeitos viscosos próximos aos corpos. A geometria do corpo terá papel fundamental no escoamento, pois ao redor do corpo as pressões serão diferentes agindo sobre sua superfície, quanto mais complexo seu formato mais difícil será a analise das forças. O numero de Reynolds será um parâmetro importante a ser analisado, com seu numero sendo baixo (Re < 10) ele será um escoamento deslizante de pouca aplicação para esse estudo na engenharia como

“escoamento em torno de gotículas de pulverização”(Potter, 2004). Por sua vez, com

números de Reynolds altos (Re > 1000) eles podem se subdividir em três categorias, entretanto somente a primeira será abordada aqui.

  • 1. Escoamentos incompressíveis e imersos em submarinos, a baixas velocidades

em aeronaves, helicópteros, automóveis;

  • 2. Escoamentos em uma superfície livre feita por líquidos;

  • 3. Escoamentos a altas velocidades e compressíveis.

Os escoamentos incompressíveis e imersos podem ser subdivididos em outras duas categorias: os corpos carenados, com superfícies planas que leva em consideração as camadas-limites laminares e turbulentas, onde desenvolvem “sobre uma placa plana com um gradiente de pressão diferente de zero” (Potter, 2004), e os corpos rombudos, geralmente é analisado de maneira empírica, apresenta forças de arrasto e sustentação, onde a região separada é parte preponderante para o estudo do arrasto. A camada-limite citada acima surgiu como conceito em 1904 elaborada por Ludwig Prandtl (Fox,2001) e se refere à região no fluido onde há um gradiente de velocidade como mostra a Figura1, apresenta efeitos viscosos que são confinados a camada-limite anexadas ao contorno do corpo, o comportamento laminar próximo a seu ponto de estagnação para um corpo rombudo e conforme essa camada contorna o corpo ela passa a ser turbulenta até se desprender no ponto de separação gerando uma região separada com o escoamento recirculando atrás do corpo e uma esteira onde a perda de velocidade. O corpo carenado possui uma área de esteira normalmente pequena, assim

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como a região separada, mas quando este corpo apresenta uma inclinação gerando o ângulo de ataque, surge uma condição conhecida como Estol, onde existe separação e ela acontece próxima da porção frontal e produz um alto arrasto, usado em aterrissagens de aeronaves.

Arrasto e Sustentação em escoamento de corpos imersos como a região separada, mas quando este corpo

FIGURA 1: ESCOAMENTO EM TORNO DE CORPOS IMERSOS. (A) ESSE É O ESCOAMENTO EM TORNO DE UM CORPO ROMBUDO E O (B) MOSTRA O ESCOAMENTO EM TORNO DE UM CORPO CARENADO. FONTE: POTTER, PG.282, 2004.

Na região fora da camada-limite, o efeito de viscosidade é desprezível e o fluido pode ser tratado como não viscoso, a velocidade é constante juntamente com a pressão. (FOX, 2001). Como citado anteriormente, o corpo imerso está sujeito a forças derivados do escoamento, sendo elas:

O Arrasto que pode ser definido como a força sobre o corpo quando se escolhe o eixo paralelo à corrente livre. O momento sobre este eixo é chamado de momento de

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rolamento e,ele infere perda no escoamento. A sustentação é a força perpendicular ao arrasto, sendo o momento sobre ela conhecido como momento de guinada. A ultima componente é a força Lateral e o momento sobre ela é chamado de momento de Arfagem, ele não infere ganho ou perda para o escoamento. (WHITE, 2008).

Arrasto e Sustentação em escoamento de corpos imersos rolamento e,ele infere perda no escoamento. A sustentação

FIGURA 2: AS FORÇAS QUE COMPÕEM UM ESCOAMENTO EM CORPOS IMERSOS. FONTE: WHITE, PG.487, 2008.

2. Arrasto

Todo o corpo que se desloca em paralelo a linha da corrente livre sofrerá forças de cisalhamento em sua superfície gerando o arrasto. Devido a complexidade dos cálculos e algumas teorias insatisfatórias, White (2008) diz que o arrasto pode acontecer em corpos bi e tridimensionais. Quando a geometria do corpo apresentar simetria em dois de seus planos, o de arrasto e o de sustentação e essa intersecção desses planos, conhecida como linha de corda, estiverem paralelas ao sentido da corrente livre, somente a força de arrasto se fará presente como mostra a figura 3. Como cita Munson (2004), grande parte do conhecimento relacionado ao arrasto foi obtido através de inúmeros experimentos utilizando túnel de vento, tanques de prova, túnel de água ente outros equipamentos. O coeficiente de arrasto é um valor adimensiomal e é dado pela equação:

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(1)

onde, C a é o coeficiente de arrasto, F a é a força de arrasto [N], ρ é a massa especifica do fluido [Kg/m 3 ], V é a velocidade [m/s] com que o fluido escoa pelo corpo e A é a área do corpo [m²]. (POTTER, 2004). “O fator ½ representa o nosso tradicional tributo a Euler e Bernoulli”, (White, 2008).

Arrasto e Sustentação em escoamento de corpos imersos (1) onde, C é o coeficiente de arrasto,

FIGURA 3: NO ESCOAMENTO SE DOIS PLANOS SÃO SIMÉTRICOS SOMENTE O ARRASTO APARECE. FONTE: WHITE, PG.487, 2008.

A adição de rugosidades ou cavidades ao corpo, principalmente em sua face frontal irão induzir uma camada-limite turbulenta, o que irá atrasar o ponto de separação visto pelo θ, diminuindo o coeficiente de arrasto (C d ) como mostra a figura 4, sendo que ambos os cilindros tem o mesmo numero de Reynolds. O coeficiente de arrasto apresenta-se alto com a camada-limite laminar devido ao gradiente de pressão adverso na região traseira do cilindro gerando uma larga esteira.(WHITE, 2008).

Arrasto e Sustentação em escoamento de corpos imersos (1) onde, C é o coeficiente de arrasto,

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FIGURA 4: ESCOAMENTO EM TORNO DE DOIS CILINDROS, ONDE (A) POSSUI UM ESCOAMENTO LAMINAR E (B) UM ESCOAMENTO TURBULENTO EM SUAS CAMADAS- LIMITES. FONTE: WHITE, P.490, 2008.

O numero de Reynolds é um numero adimensional, é a razão entre a velocidade da corrente livre V [m/s] e o comprimento do corpo L [m] sobre a sua viscosidade cinemática v [m²/s].

(2)

O arrasto é a soma de dois tipos de arrastos, embora seja difícil separá-los na pratica é possível prever o ponto de separação utilizando a teoria da camada-limite. Os arrastos são:

Arrasto por atrito, também conhecido como arrasto de superfície ocorre devido à tensão de cisalhamento sobre o objeto associado ao seu formato. Esse arrasto é muito pequeno quando o numero de Reynolds é muito alto, entretanto em corpos rombudos ou com o numero de Reynolds baixo ele se torna a maior parte do arrasto. (MUNSON,

2004).

(3)

onde, D f é o arrasto pela pressão, τ p é a tensão de cisalhamento, o θ corresponde ao angulo [º]onde haverá a separação do escoamento e dA é a variação de área [m²]. (MUNSON, 2004). A rugosidade não afeta o coeficiente de arrasto em um escoamento laminar, entretanto irá afetar significativamente o coeficiente de arrasto de atrito. Arrasto por pressão, também conhecido como Arrasto por forma, segundo Munson (2004) ele se deve pela distribuição de pressão agindo sobre o objeto. Devido ao formato, seja ele qual for, a pressão sobre o coro será diferente podendo ser calculada utilizando a seguinte equação:

(4)

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onde, D p é o arrasto por pressão, p é a pressão sobre o corpo, dA representa a área onde a pressão esta atuando [m²]. Existe a relação t/c referente a área frontal do corpo, muito importante para se estimar o coeficiente de arrasto, nos anexos 1 e 2 são apresentados dados empíricos de coeficientes com diversas formatos de 2 ou 3 dimensões, em alguns deles são apresentados inclusive os valores para camadas-limites laminar e turbulenta.

3. Sustentação

A sustentação acontece quando uma força normal elevada é fornecida pelo corpo a corrente livre e possui um arrasto bem pequeno. O formato dos corpos de sustentação não difere muito das asas dos pássaros, com a espessura t/c 0,24. É formado um ângulo entre a linha da corda (chord) e a corrente livre, a ele é atribuído o nome de ângulo de ataque α ( angle of attack) e ambas as forças de sustentação e arrasto irão variar conforme este angulo. Alguns exemplos de corpos de sustentação podem ser os hidrofólios, aletas e os aerofólios, a figura 5 mostra uma aleta de sustentação com superfícies simétricas. (WHITE, 2008).

(5)

O coeficiente de sustentação é, assim como o coeficiente de arrasto, um valor adimensional, onde F s é à força de sustentação [N], ρ é a massa especifica do fluido [Kg/m³], V é a velocidade do fluido ou do corpo [m/s] e A é a área do corpo [m²].

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Arrasto e Sustentação em escoamento de corpos imersos FIGURA 5: ALETA DE SUSTENTAÇÃO, COM SUAS ESPECIFICAÇÕES.

FIGURA 5: ALETA DE SUSTENTAÇÃO, COM SUAS ESPECIFICAÇÕES. FONTE: WHITE, P.504, 2008.

Segundo Munson (2004), os corpos de sustentação mais comuns agem em uma longa faixa de numero de Reynolds onde dentro da camada limite e da esteira ficam contidos os efeitos viscosos, a tensão de cisalhamento tem pouco efeito para a sustentação e a distribuição da pressão na superfície é responsável pela maior parte de sustentação. Quando um corpo ou dispositivo de sustentação é confeccionado, o mesmo é feito de modo que a distribuição das pressões superiores e inferiores sejam diferentes. O fato do bordo de ataque ser arredondado evita que aconteça separação da camada-limite e o bordo de fuga agudo age gerando um movimento de esteira tangencial produzindo a sustentação.

.. 4

Aplicações de arrasto e sustentação

Como visto anteriormente, esses fenômenos estão mais presentes que se possa imaginar em nosso cotidiano e sendo assim serão apresentado a seguir algumas aplicações de seus usos.

4.1. Aerodinâmica de veículos de rodagem

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Muito tem se estudado a respeito da aerodinâmica dos veículos de rodagem desde sua criação, em especial os efeitos de arrasto e sustentação. Uma das principais melhorias alcançadas por estes estudos foi a diminuição do C a 1 dos automóveis devido a mudança de formas da área frontal. Idealiza-se hoje, um C a ≈ 0, 5 para um automóvel comercial, entretanto se consegue um arrasto próximo de 0,3. A figura 6 mostra a evolução na redução o coeficiente. Os automóveis por possuírem em essência uma forma rombuda e proximidade ao solo, eles podem sofrer grandes influencias aerodinâmicas se simples alterações forem feitas em sua geometria. Como foi observado por Bearman et al (White, 2008), um chanfro com ângulo de 25º conseguiu quadruplicar a força de sustentação (no sentido do solo), gerando tração maior nos pneus e duplicando o arrasto, para a forma idealizada de um automóvel liso. (WHITE, 2008).

1 C a = Coeficiente de arrasto.

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Arrasto e Sustentação em escoamento de corpos imersos FIGURA 6: É APRESENTADA A DIMINUIÇÃO GRADATIVA DO

FIGURA 6: É APRESENTADA A DIMINUIÇÃO GRADATIVA DO ARRASTO COM O PASSAR DAS DÉCADAS (a), (b) APRESENTA OS COEFICIENTE DE ARRASTO (DRAG COEFFICIENT) E O COEFICIENTE DE SUSTENTAÇÃO COM UMA FORÇA PARA BAIXO (DOWNWARD FORCE COEFFICIENT).

Fonte: White, p.497, 2008.

4.2. Aerodinâmica dos aerofólios

O aerofólio, por ser um corpo carenado não apresenta separação em sua camada-limite e sofre somente o arrasto por atrito decorrente da tensão de cisalhamento na parede, ele pode ser calculado usando as equações simplificadas de Navier-Stokes, mas não vem ao caso ser explorado neste artigo. A sustentação por outro lado, pode ser calculado de maneira aproximada integrando a distribuição de pressão que envolve o aerofólio. (POTTER, 2004).

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Considerando a área A dos coeficientes de sustentação e arrasto como sendo, c a corda multiplicada por L como comprimento do aerofólio temos:

(6)

(7)

Para os aerofólios convencionais, a sustentação apresenta proporcionalidade direta ao ângulo de ataque α quando os corpos não são simétricos como mostra a figura 7, até próximos da região de Estol. (POTTER, 2004).

Arrasto e Sustentação em escoamento de corpos imersos Considerando a área A dos coeficientes de sustentação

FIGURA 7: O COEFICIENTE DE SUSTENTAÇÃO C S É DIRETAMENTE PROPORCIONAL AO ÂNGULO α. FONTE: POTTER, P.300, 2004.

Para uma aeronave, o aerofólio é o principal responsável pela sustentação. A movimentação para fora dos flapes das asas aumenta a corda e em conseqüência o ângulo de ataque do flape. Assim o ar sob pressão pode deslocar-se para o lado superior do escoamento, onde existe baixa quantidade de movimento, que por sua vez evita que aconteça separação na camada-limite, mantendo grande sustentação como mostra a figura 8.

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Arrasto e Sustentação em escoamento de corpos imersos FIGURA 8: AS LINHAS DE ESCOAMENTO PASSANDO PELA

FIGURA 8: AS LINHAS DE ESCOAMENTO PASSANDO PELA ASA ATRAVÉS DA FENDA GERADA PELO FLAPE. FONTE: POTTER, P.300, 2004.

4.3. Exercício

Um jato executivo pesando 50 kN e tem uma área de asa de 30m². A aeronave voa em condições de cruzeiro a 10 km de altitude padrão com um coeficiente de arrasto de 0,018 e um coeficiente de sustentação de 0,2. (a) Calcule a velocidade de cruzeiro em km/h e (b) qual a potência necessária para manter a velocidade de cruzeiro?

Solução: A massa especifica do ar a 10 km de altitude é 0.4125 kg/m³.

  • (a) Utilizando a equação 5 e isolando a velocidade teremos:

50000

0.

5

0.

0

0

  • (b) Sabendo a velocidade usa-se a equação da potencia:

{

}

3. CONCLUSÃO

{(0,0

0,

) 0.

5 (

0

)(

0)} (

0

)

(8)

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4. REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520 Informação e documentação. Citação em documentos. Apresentação. Rio de Janeiro, ago 2002a.

BRUNETTI, Franco. Mecânica dos Fluídos. São Paulo: Pearson Prentice Hall,

2008.

MUNSON, Bruce R.; YOUNG, Donald F.; OKIISHI, Theodore H

Fundamentos

.. da Mecânica dos Fluidos. 1. ed. São Paulo: Edgard Blüncher LTDA, 2004.

POTTER, Merle C.; WIGGERT, David C Paulo : Cengage Learning, 2004.

..

Mecânica dos Fluidos. 1.ed. São

WHITE, Frank M

..

Mecânica dos fluidos. 6. ed. Porto Alegre : AMGH, 2008.

FOX, Robert W.; McDONALD, Alan T.; PRITCHARD, Philip J Mecânica dos fluidos. 7. ed. Rio de Janeiro : LTC, 2001.

..

Introdução à

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Anexo 1

Arrasto e Sustentação em escoamento de corpos imersos Anexo 1 FIGURA 9: TABELA COM NUMERO DE

FIGURA 9: TABELA COM NUMERO DE REYNOLDS DE ≥10 4 PARA ESCOAMENTO EM CORPOS IMERSOS EM DUAS DIMENSÕES. FONTE: WHITE, 2008.

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Anexo 2

Arrasto e Sustentação em escoamento de corpos imersos Anexo 2 FIGURA 10: TABELA COM NUMERO DE

FIGURA 10: TABELA COM NUMERO DE REYNOLDS DE ≥10 4 PARA ESCOAMENTO EM CORPOS IMERSOS EM TRÊS DIMENSÕES. FONTE: WHITE, 2008.

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