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Inclusão nas

Instituições
Educacionais
Adaptado pelo Alex Sandro C. Sant’Ana

Adaptado da apresentação de Slides de Mônica de Carvalho Magalhães Kassar - UFMS


Inclusão nas Instituições educacionais

O que é inclusão?

Inclusão

5. Sentido amplo
6. Sentido educacional
Inclusão nas Instituições educacionais

Inclusão -> indica a


existência de
excluídos.

A “inclusão” dos
“excluídos”

Uma política de inclusão


Inclusão nas Instituições educacionais

A inclusão é uma das metas das


políticas públicas atuais.

O que é uma política pública?


Pode ser entendida como a ação do
Estado (poder público) frente à
sociedade.

As políticas sociais são as ações


diretamente relacionadas ao bem
estar da população.

Exemplos: educação, saúde,


moradia, seguro social, etc.
Inclusão nas Instituições educacionais

As políticas sociais...

-> são implantadas na tentativa


de regular a tensão entre os
trabalhadores e os detentores
dos meios de produção, para
manutenção do modo de
produção.

-> também são impulsionadas


pela luta dos trabalhadores na
garantia de melhores
condições de vida.
Inclusão nas Instituições educacionais

Quem são os excluídos


que devem ser incluídos
nas políticas de inclusão?

Afro-descendentes,
índios, outras diferenças
étnicas e religiosas,
pobres, deficientes...

Por que são excluídos?


Inclusão nas Instituições educacionais

Características da
sociedade brasileira...

- Grande desigualdade
econômica;
- Diferença de
oportunidades;
- Diferença de condições
de vida (acesso,
permanência, êxito na
educação, saúde, etc...)
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As determinações sociais...

1. Na sociedade capitalista, existe a relação


entre 2 grupos antagônicos:

-> Os proprietários que compram a força de


trabalho do trabalhador (necessitam que sua
atividade seja lucrativa)

-> Os trabalhadores livres, que vendem sua força


de trabalho e recebem os salários

2. O lugar ocupado pelo contingente de


excedentes na sociedade

A população trabalhadora excedente


constitui um exército industrial de reserva
disponível... (MARX, 1989, p.733).
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Na sociedade capitalista...

.A “população excluída” (contingente de


excedentes) encontra sua “inclusão” na
lógica capitalista.

.É uma “exclusão” funcional ao sistema.

.As políticas de inclusão não superam a


exclusão característica do capitalismo, na
medida em que não afetam o modo de
produção capitalista, mas apenas colaboram
para o “ajustamento” ou “acomodamento” da
relação entre capital e trabalho.
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Em que momento são propostas as


políticas de inclusão? ... A partir
da década de 1990
Característica do Estado brasileiro a partir da
década de 1990

- Reforma do Aparelho de Estado (BRASIL, 1995)

O Estado (poder público) deve deixar de "ser


o responsável direto pelo desenvolvimento
econômico e social pela via da produção de
bens e serviços, para fortalecer-se na função
de promotor e regulador desse
desenvolvimento” (BRASIL, 1995, p.11),
dividindo sua responsabilidade com o terceiro
setor, através de “parcerias” (movimento de
publicização).
Inclusão nas Instituições educacionais

"o Estado abandona o papel


de executor ou prestador
direto de serviços, mantendo-
se entretanto, no papel de
regulador e provedor ou
promotor destes,
principalmente dos serviços
sociais como educação e
saúde..." (BRASIL, 1995, p. 12).
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Idéias NÃO originais


do Brasil...

“...o papel do Estado é


fundamental para o processo
de desenvolvimento
econômico e social, porém
não como agente direto do
crescimento mas como sócio,
elemento catalisador e
impulsionador desse
processo” (Banco Mundial, 1997, p.1)
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Conseqüências dessa organização


administrativa...

Exemplo:
verbas destinadas à Educação pelo
Governo Federal em 1995 -> 14
bilhões

verbas destinadas à Educação pelo


Governo Federal em 1998 -> 11
bilhões

*Decréscimo de investimentos
apesar do aumento no número de
matrículas, principalmente no Ensino
Fundamental.
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Quanto mais as contradições da


sociedade capitalista afloram no estágio
da produção...

... mais se clama por eliminá-las no estágio


da distribuição.

Ou

Quanto maior a exclusão...

Mais forte parece ser o discurso de inclusão


Inclusão nas Instituições educacionais

Pequeno histórico da formação da


sociedade brasileira

- Chegada dos europeus (1500)


- Tentativa de escravização da
população nativa (Séc. XVI)
- Tráfico e escravização da população
africana (Sécs. XVII, XVIII e XIX)
- Aparecimento das crianças
abandonadas (Séc. XVII)
- Fim da escravatura (1888)
- Formação das favelas no Rio de
Janeiro (fim Séc. XIX início XX)
- Formação das periferias em São Paulo
(início XX)
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- Educação: a Companhia de Jesus e a população


nativa
Características:
disciplina
concentração
subjugação dos sentidos
* a disciplina escolar teve origem na disciplina religiosa

Como era?
.Crianças índias + crianças órfãs portuguesas
.Separação pais/filhos

pais: vícios da vida selvagem / filhos: alma pura,


pronta para educação

Catequese:
- Esvaziamento da identidade indígena
- Forma de controle
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A criança abandonada

Registro de crianças
abandonadas desde século XVII
(+/- 1690)

Quem eram...
filhos de relações ilegítimas
crianças tiradas de suas mães,
quando alugadas.
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1822 – Independência do
Brasil

1824 – Primeira Constituição


Federal, que prevê...
Gratuidade da instrução
primária a todos os cidadãos...

Quem era “cidadão”?


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No Império brasileiro...

• Vende-se uma preta da nação, com


bastante leite e da primeira barriga, sem
cria, mui vistosa e rapariga (Diário do Rio de
Janeiro, de 4 de julho de 1850 apud Lima e
Venâncio, 1991)

• Aluga-se uma preta, para ama com


muito bom leite, de 40 dias e do primeiro
parto, é muito carinhosa para crianças,
não tem vício algum e é muito sadia e
também se vende a cria. (Jornal do
Commercio, 3 de agosto de 1850 apud Lima e
Venâncio, 1991)
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1871 - Lei do Ventre Livre

Art. 1º Ficam livres os filhos de mulheres


escravas
Devem ficar com a mãe até os 8 anos
(sob responsabilidade do senhor da
mãe para criar e tratar)
Aos 8 anos o senhor poderia:
a) continuar a utilizar os serviços até os
21 anos;
b) entregar ao Estado e pedir
indenização.

Art. 2º No caso de crianças abandonadas


ou cedidas ao Estado, estas eram
encaminhadas para estabelecimentos
públicos e associações autorizadas pelo
poder público, que poderiam usar seus
serviços até 21 anos.
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A partir desse período surgem, no Rio


de Janeiro, instituições para atender
“menores abandonados”

- trabalho agrícola e artesanal

“Nas nossas mãos temos um paliativo,


senão um remédio, para os males que
possam cair sobre a agricultura: temos
os meninos do país, que podem tornar-
se excelentes obreiros, bons
agricultores; temos todos esses
crioulinhos libertos...” (Fazenda-escola ou
colônia agrícola de órfãos e meninos
abandonados ou sem trabalho, 1873 apud Lima
e Venâncio, 1991)
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Para bebes abandonados foram


criadas as “Rodas”, com altos índices
de mortalidade

Exemplo: Roda os Expostos do Rio


de Janeiro
Em 13 anos, recebeu 12.000
crianças, mas “vingaram” 1.000
(relato de 1821)

Dados indicam que os maus-tratos


continuaram durante todo século
XIX...

“ É necessário reprimir o abuso dos


senhores de escravos, que mandam
lançar na Roda ou abandonam os
ingênuos com o fim de alugarem suas
mães ou obterem delas maior soma
de trabalho” (Vieira, J. Higiene da
primeira infância, 1882, apud Costa, 1979)
Inclusão nas Instituições educacionais

1888 – Fim da escravidão


Não absorção da força de
trabalho negra nos setores
da economia.

A população anteriormente
escravizada, sem acesso à
educação e muitas vezes
sem emprego, busca
antigos cortiços como local
de moradia (Rio de Janeiro).
Inclusão nas Instituições educacionais

1889 – República
A educação é vista como
indispensável para a formação da
“nação” brasileira -> formação dos
novos cidadãos.

Anos 1930
A educação é indispensável para
modernização do país (início do
desenvolvimento da industrialização
no Brasil).

OBS: Em 1940, 31% da população brasileira


viviam em zona urbana e 69% na zona rural.

Já em 1970, 56% viviam nas cidades, enquanto


que 44% na zona rural.
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1932 – Manifesto dos pioneiros da Escola Nova,
redigido por Fernando Azevedo.

Princípios: escola pública, laica, obrigatória e


gratuita.

Constituição de 1934 – Assegura a obrigatoriedade


da escola primária

A situação existente: Estavam dispensados da


escola alunos nas seguintes condições...
“a) a falta de escola pública ou subvencionada num círculo
de raio de dois quilômetros em relação às crianças do sexo
feminino e de três para as crianças do sexo masculino; b)
incapacidade física ou mental certificada pelo médico escolar
ou verificada por outro meio idôneo; na incapacidade física
se compreendem, além das deformações ou enfermidades
que fisicamente inabilitam para a freqüência, as moléstias
contagiosas ou repulsivas; c) indigência, enquanto não se
fornecer, pelos meios de assistência previstos neste
regulamento, o vestuário indispensável à decência e à
higiene; d) a instrução recebida em casa ou em
estabelecimento particular” (Decreto - Lei n. 7970-A de 15 de
outubro de 1927 – Minas Gerais)
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Escolaridade no Brasil

Anos Pop. 5 Total de Taxa de


a 19 matrícul escolari
anos as zação
1920 12.7030 1.033.4 8,99%
07 12
1940 15.530. 3.32847 21,43%
819 1
1950 18.826. 4.924.2 26,15%
409 26
1960 25.677. 8.635.4 33,37%
611 29
1970 35.170. 18.896. 53,72%
643 260
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1961 – 1ª Lei de Diretrizes e Bases


da Educação Nacional – 4.024/61

OBS: Educação Especial contemplada


Art. 88
Art. 89

1964 – Golpe Militar – Política orgânica


– preocupação com o controle)
1971 – Lei Educacional do Ensino de 1º
e 2º Graus.
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Lei Educacional do Ensino de 1º e 2º Graus - 5.692/71

Algumas intenções:
- Ampliação da obrigatoriedade escolar (7 – 14 anos)
- Ampliação da oferta do ensino de 1º Grau
- Formação de mão-de-obra qualificada para a indústria

Algumas conseqüências:
- Ampliação de vagas
- Ampliação do número de classes especiais

Alguns problemas:
50% das crianças reprovavam ou evadiam ao longo do 1º grau
Alta taxa de analfabetismo (30% da população)
Alta taxa de professores leigos (23%)
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Democratização do país
1988 – Constituição Federal
atual

Características:
-Descentralização
-Municipalização

Características também
presentes na Lei de Diretrizes
e Bases atual – LDB/1996
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Anos 1990
Discussão mundial:
Desenvolvimento econômico
diferente
Desenvolvimento social
Características do desenvolvimento mundial:
Desigualdade entre os países

Características do desenvolvimento brasileiro:


Desigualdades social – econômica – cultural

(Desigualdade / diferença)

Discurso de inclusão -> políticas de inclusão


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Anos 1990 – século XXI

1990 - Conferência Mundial de


Educação para Todos
1993 – Plano Decenal de Educação
para Todos

1994 – Declaração de Salamanca

1996 – LDB/96

2001 – Resolução CEB/CNE nº


02/2001, que dispõe sobre as
Diretrizes da Educação Especial na
Educação Básica.
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Matrícula Inicial (Censo Escolar 2003)


Ensino
Médio Ed. Jovens e Adultos
Fundamental (1º Grau Regular) Ed. Especial
Depen (2° Grau (Supletivo presencial)
dência Classe Regular)
Admini Pré- de Curso
Creche
strativa Escola Alfabet Normal
ização
Total 1ª a 4ª 5ª a 8ª Total Fundam Total Fundam.

4.403.43
Total 1.237.558 5.155.676 598.589 34.438.749 18.919.122 15.519.627 9.072.942 358.898 189.867 6 3.315.887
2.166.91
Est. 18.127 302.336 10.058 13.272.739 4.759.823 8.512.916 7.667.713 76.013 53.138 5 1.387.505

Federal 671 1.787 665 25.997 7.008 18.989 74.344 721 449 1.284 909

Mun. 748.707 3.532.969 347.104 17.863.888 12.426.793 5.437.095 203.368 62.341 43.837 1.953.280 1.846.964

Privada 470.053 1.318.584 240.762 3.276.125 1.725.498 1.550.627 1.127.517 219.823 92.443 281.957 80.509
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Programa Educação Inclusiva:


Direito à Diversidade
Objetivo:

“disseminar a política de
educação inclusiva nos
municípios brasileiros e apoiar a
formação de gestores e
educadores para atuar como
multiplicadores no processo de
transformação dos sistemas
educacionais em sistemas
educacionais inclusivos”
(BRASIL/MEC, 2003).
Inclusão nas Instituições educacionais

A inclusão está
fundamentada....

“no princípio da universalização


do acesso à educação e na
atenção à diversidade” [...] e
requer a necessária
transformação da escola e das
alternativas pedagógicas com
vistas ao desenvolvimento de
uma educação para todos nas
escolas regulares” (BRASIL/MEC,
2003).
Inclusão nas Instituições educacionais

Como os programas de
inclusão – em especial
inclusão escolar - têm sido
implantados considerando-se
os rumos tomados pelo
Estado brasileiro a partir dos
anos 90?
Inclusão nas Instituições educacionais

As escolas “inclusivas”

Como têm funcionado?

Educação Inclusiva X
Educação Especial?
Inclusão nas Instituições educacionais

Relação público-privado na Educação


Especial
Dados coletados diretamente no
INEP:
Ano Federal Estadual Municipal Privado Total % Público % Privado
1997 1053 102636 38241 106714 248.644 42,92 57,08

1998 872 91959 44693 155879 293.403 46,87 53,13

1999 832 87427 48422 174673 311.354 43,90 56,10

2000 815 79.633 51.515 168.557 300.520 43,91 56,09

2001 840 76.412 53.242 192.905 323.399 40,35 59,65

2002 788 76.762 57.054 203.293 337.897 39,83 60,17

2003 721 76.013 62.341 219.823 358.898 38,75 61,25

2004 747 71.546 64.418 234.672 371.383 36,81 63,19

Fonte: MEC/INEP/SEEC – “sinopse estatística – 1997/2004” disponível em


www.inep.gov.br/basica/censo/Escolar/Sinopse/sinopse.asp
acessado em 27/01/2006.
Inclusão nas Instituições educacionais

Ano Educação Especial

Total Pública Privada % %


Geral Pública Privada
Relação Público
X 1998 337.326 179.364 157.962 53,17
46,83
Privado
Dados coletados 1999 374.699 196.073 178.626 52,33
47,67
na página
da SEESP: 2000 382.215 208.586 173.629 54,57
45,43

2001 404.743 207.040 197.703 51,15


48,85

2002 448.601 239.234 209.367 53,33


46,67

2003 504.039 276.261 227.778 54,80


45,20

2004 566.753 323.258 243.495 57,03


42,97

Fonte: MEC/INEP (Censo Escolar 1998-2004)


Essa tabela foi capturada do site http://www.mec.gov.br/seesp/matricula.shtm , em 13/02/2006.
Inclusão nas Instituições educacionais

Concentração de matrículas no setor privado


(3º setor) é um paradoxo diante do discurso
da Educação Inclusiva?
...

Com a Reforma do Estado (a partir de 1995),


o Estado deve incentivar o processo de
publicização.

O terceiro setor deve tratar dos “Serviços


Não Exclusivos”, em que o “Estado atua
simultaneamente com outras organizações
públicas não-estatais e privadas” (BRASIL,
1995, p.39).
Inclusão nas Instituições educacionais

Sentidos da inclusão...

- Movimento de pais (países


escandinavos)

- Movimentos de pais no Brasil (APAE/


Pestalozzi, etc.).

- Integração (princípio de normalização)

- Inclusão
Inclusão nas Instituições educacionais

Outros sentidos da
integração/inclusão...
Em 1970, Gallagher (1973) afirmava:

“um retardado e internado entre as


idades de 10 e 60 anos, nos Estados
Unidos, para ser cuidado, custa ao
Estado (...) um total de US$250.000
durante toda a sua vida. O mesmo
indivíduo recebendo educação e
tratamento adequados pode tornar
uma pessoa útil e contribuir para a
sociedade...”
Inclusão nas Instituições educacionais

“Assim, o custo extra que


representam os custos extras com
educação especial pode ser
compensador quanto a benefícios
econômicos maiores. Há um
estudo segundo o qual um adulto
retardado e educado poderia
ganhar US$ 40 para cada dólar
extra despendido com sua
educação” (Gallagher*, 1973, p. 11)

*consultor do MEC – CENESP)


Inclusão nas Instituições educacionais

Na Declaração de Salamanca...

“A experiência, sobretudo nos


países em via de
desenvolvimento, indica que o
alto custo das escolas
especiais supõe, na prática
que só uma pequena minoria
de alunos (...) se beneficia
dessas instituições...
Inclusão nas Instituições educacionais

...Em muitos países em desenvolvimento, calcula-se


em menos de um por cento o número de
atendimentos de alunos com necessidades educativas
especiais. A experiência (...) indica que as escolas
integradoras, destinadas a todas as crianças da
comunidade, têm mais êxito na hora de obter o apoio
da comunidade e de encontrar formas inovadoras e
criativas de utilizar os limitados recursos disponíveis”
(Declaração de Salamanca, 1994, p.24-5 – grifo
nosso)

(A lógica o mercado...)
Inclusão nas Instituições educacionais

A lógica de mercado e a Escola

Dados têm indicado que...

- a necessidade de barateamento na
ampliação do atendimento educacional
pode estar direcionando as ações do
Governo Brasileiro.

- o barateamento do atendimento
acarreta o atendimento universal
precário.
Inclusão nas Instituições educacionais

Dados do INEP:

95,20% dos alunos do


ensino de 4ª série não
desenvolveram um
estágio de
aprendizado
equivalente ao nível de
habilidade que
corresponda a esse
nível de ensino! (Dados do
SAEB de 2005)
Para amanhã:
Trazer uma venda para
os olhos.