ESTADO DO CEARÁ

SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS

NORMA TÉCNICA N.O 001/2008

PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO

FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2010
(Incluidas alterações da Portaria GAB CMD 020/2010, de 10/02/2010) 

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NORMA TÉCNICA N° 001/2008 PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos e Tabelas 1 OBJETIVO 1.1 Estabelecer os critérios para tramitação de documentos referentes à segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco no Estado do Ceará. 2 APLICAÇÃO 2.1 A presente Norma Técnica aplica-se aos processos de segurança contra incêndio e pânico adotados no Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE). 2.2 Quando houver legislação municipal (Código de Obras) que exija medidas de segurança contra incêndio e pânico mais restritivas nas edificações que as preconizadas nesta Norma Técnica, deve ser adotada aquela legislação. 3 DEFINIÇÕES 3.1 Para efeitos desta Norma Técnica, aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. 4 PROCEDIMENTOS 4.1 Forma de apresentação 4.1.1 As medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco devem ser apresentadas ao CBMCE para análise por meio do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSIP). 4.2 Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico 4.2.1 Critérios para apresentação de PSIP

4.2.1.1 O Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSIP) deve ser utilizado para apresentação das medidas de segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco com área total construída acima de 750m² e/ou mais de dois pavimentos. 4.2.1.2 O Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico Simplificado (PSIPS) deve ser utilizado para apresentação das medidas de segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco com área total construída de até 750m² e/ou até dois pavimentos. 4.2.1.3 Toda e qualquer edificação, independente da área total construída, destinada a reunião de público, unidade de combustível, venda e depósito de explosivos, portos, casas de fogos, eventos temporários, indústrias, teatros, cinemas, hotéis e construções temporárias em locais de difícil evacuação devem apresentar as medidas de segurança contra incêndio e pânico por meio de Projeto, conforme disposição desta Norma Técnica. 4.2.1.4 O Projeto Contra Incêndio e Pânico Simplificado é utilizado para apresentação das medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco com área construída de até 750 m² e/ou até dois pavimentos, nas condições abaixo: a) edificação e áreas de risco na qual não se exija proteção por sistema hidráulico de combate a incêndio; b) posto de serviço e abastecimento cuja área construída não ultrapasse 750 m², excetuada a área de cobertura exclusiva para atendimento de bomba de combustível. c) locais de revenda de gases inflamáveis cuja proteção não exija sistemas fixos de combate a incêndio, devendo ser observado os afastamentos e demais condições de segurança exigidos por legislação específica; d) locais com presença de inflamáveis com tanques ou vasos aéreos cuja proteção não exija sistemas fixos de combate a incêndio, devendo ser observado os afastamentos e demais condições de segurança exigidos por legislação específica; e) locais de reunião de público cuja lotação não ultrapasse 100 (cem) pessoas e não exija sistema fixo de combate a incêndio;

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f) não é permitida a apresentação de PSIPS onde a edificação e áreas de risco haja a necessidade de comprovação da situação de separação entre edificações e áreas de risco. 4.2.2.1 O PSIP e o PSIPS devem ser compostos pelos seguintes documentos: -Para o PSIP a) cartão de identificação (anexo A); b) pasta do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico; c) Memorial Descritivo de Segurança Contra Incêndio e Pânico (anexo B); d) anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela elaboração do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico , que deve ser juntada na via que permanecerá na Coordenadoria de Atividades Técnicas (CAT), com via do comprovante de recolhimento do respectivo emolumento; e) planta das medidas de segurança contra incêndio, devidamente etiquetadas; f) comprovante de recolhimento do emolumento referente ao serviço de análise de projetos. g) documentos necessário. -Para o PSIPS a) formulário de segurança contra incêndio para PSIPS (anexo H); b) documentos necessário. complementares, quando complementares, quando

4.2.2.1.3 Memorial Descritivo de Segurança Contra Incêndio e Pânico 4.2.2.1.3.1 Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos sistemas de segurança contra incêndio e pânico e descrição de seus elementos constituintes, tais como hidrantes, chuveiros automáticos, central de GLP, laje de segurança, aparelhos extintores, controle de fumaça, saídas de emergência, dentre outros. 4.2.2.1.3.2 No desenvolvimento dos cálculos hidráulicos para as medidas de segurança de resfriamento deve ser levado em conta o desempenho dos equipamentos, utilizando as referências de vazão, pressão e perda de carga, sendo necessária a apresentação de catálogos. 4.2.2.1.4 Anotação Técnica (ART) de Responsabilidade

4.2.2.1.4.1 Deve ser apresentada responsável técnico que elaborou o PSIP.

pelo

4.2.2.1.4.2 Todos os campos devem ser preenchidos e no campo “descrição das atividades profissionais contratadas” deve estar especificado o serviço pelo qual o profissional se responsabiliza. 4.2.2.1.4.3 A assinatura do contratante (proprietário ou responsável pelo uso) é facultativa. 4.2.2.1.4.4 Comprovante de recolhimento da taxa. 4.2.2.1.4.5 Deve ser apresentada em duas vias, sendo uma original. 4.2.2.1.5 Comprovante de recolhimento do emolumento referente ao serviço de análise de projetos 4.2.2.1.5.1 Deve ser apresentado responsável técnico que elabora o PSIP. pelo

4.2.2.1.1 Cartão de identificação 4.2.2.1.1.1 Ficha elaborada em papel A4 ou equivalente que contém os dados básicos da edificação e áreas de risco, com finalidade de controle do PSIP junto a CAT, conforme anexo A desta Norma Técnica. 4.2.2.1.1.2 O cartão de identificação deve ser afixado na parte frontal da pasta do PSIP, em via única. 4.2.2.1.2 Pasta do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico 4.2.2.1.2.1 Pasta suspensa, sem divisórias, com grampo, que acondiciona todos os documentos do PSIP.

4.2.2.1.5.2 A área total construída deve ser a mesma declarada na ART. 4.2.2.1.5.3 Deve ser apresentada em duas vias, sendo uma original. 4.2.2.1.6 Planta das medidas de segurança contra incêndio 4.2.2.1.6.1 Representação gráfica da edificação e áreas de risco, contendo informações por meio de

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legenda padronizada pelo CBMCE, contendo a localização das medidas de segurança contra incêndio, bem como os riscos existentes na edificação e áreas de risco, conforme descrito no item 4.2.3. 4.2.2.1.7 Documentos complementares 4.2.2.1.7.1 Documentos solicitados pela Coordenadoria de Atividades Técnicas a fim de subsidiar a análise do PSIP da edificação e áreas de risco, quando as características da mesma assim os exigirem. 4.2.3 Apresentação da planta das medidas de segurança contra incêndio 4.2.3.1 Deve ser apresentada da seguinte forma: a) ser elaborada no formato A4 (210 mm x 297 mm), A3 (297 mm x 420 mm), A2 (420 mm x 594 mm) ou A1 (594 mm x 840 mm); b) as escalas adotadas devem ser as estabelecidas em normas oficiais; c) adotar escala que permita a visualização das medidas de segurança contra incêndio; d) quando a planta de uma área construída ou área de risco não couber integralmente em escala reduzida em condições de legibilidade na folha “A1”, esta pode ser fracionada, contudo deve adotar numeração que indique onde está localizada tal área na planta de situação; e) a planta de situação deve estar em escala; f ) adotar os símbolos gráficos da norma técnica específica; g) seguir a forma de apresentação gráfica conforme padrão adotado por normas oficiais; h) é facultativa a apresentação da planta de fachada, porém, os detalhes de proteção estrutural, compartimentação vertical e escadas devem ser apresentados em planta de corte; i) deve ser etiquetada; j) a numeração da etiqueta deve ser a mesma da ART apresentada; l) quando o PSIP apresentar dificuldade para visualização das medidas de segurança contra incêndio alocados em um espaço da planta, devido à grande quantidade de elementos gráficos, deve ser feita linha de chamada em círculo com linha pontilhada com alocação dos símbolos exigidos. 4.2.4 Conteúdo da planta das medidas de segurança contra incêndio 4.2.4.1 Devem constar de todas as plantas os seguintes detalhes genéricos: 1) símbolos gráficos, conforme norma técnica específica, da localização das medidas de

segurança contra incêndio e pânico na planta baixa; 2) legenda de todas as medidas de segurança contra incêndio utilizadas no PSIP; 3) áreas construídas e áreas de risco com suas características, tais como: a) tanques de combustível (substância e capacidade); b) casa de caldeiras ou vasos sob pressão; c) dutos e aberturas que possibilitem a propagação de calor; d) cabinas de pintura; e) locais de armazenamento de recipientes contendo gases inflamáveis (capacidade do recipiente e quantidade armazenada); f) áreas com risco de explosão; g) centrais prediais de gases inflamáveis; h) depósitos de metais pirofóricos; i) depósito de produtos perigosos; j) outros riscos que necessitem de segurança contra incêndio e pânico específica; 4) quadro de situação da edificação e áreas de risco, indicando os logradouros que delimitam a quadra; 5) cotas dos desníveis em uma planta baixa, quando houver; 6) medidas de proteção passiva contra incêndio nas plantas de corte, tais como: dutos de ventilação da escada, degraus, corrimão, patamares, piso antiderrapante, distância vergapeitoril, escadas, antecâmaras, detalhes de estruturas e outros quando houver a exigência específica destes detalhes construtivos; 7) localização e independência do sistema elétrico em relação a chave geral de energia da edificação e áreas de risco sempre que a medida de segurança contra incêndio tiver seu funcionamento baseado em motores elétricos; 8) miniatura da implantação com hachuramento da área sempre que houver planta fracionada em mais de uma folha, conforme planta chave; 9) Os detalhes genéricos constantes do PSIP devem ser apresentados na primeira folha ou, nos casos em que tais detalhes não caibam nesta, devem constar nas próximas folhas, tais como: a) legenda; b) esquema vertical de incêndio/GLP/SPDA; c) quadro de localização da edificação e áreas de risco; d) detalhes de corrimãos e guarda-corpos; e) detalhes de degraus; f) detalhes do SPDA, capturas, conectores, descidas e aterramento; g) detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança; h) detalhe do registro de recalque; i) nota sobre o sistema de sinalização adotado; j) esquema de bomba de incêndio;

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l) especificação dos chuveiros automáticos; m) demais detalhes conforme sistemas específicos; n) outros. 4.2.4.2 Detalhes específicos que devem constar na planta de acordo com a medida de segurança projetada para a edificação e áreas de risco: 4.2.4.2.1 Acesso de viatura na edificação e áreas de risco: a) largura e altura do portão de entrada e da via de acesso; b) indicação do peso suportado pela pavimentação da via em quilograma-força (kgf); c) localização da placa de advertência de desobstrução da via de acesso para emergência; d) indicação da altura mínima livre, quando for o caso; e) indicar o retorno para as vias de acesso com mais de 45 m de comprimento; f ) largura e comprimento da faixa de estacionamento; h) nota indicando que a faixa de estacionamento deve ficar livre de postes, painéis, árvores ou outro tipo de obstrução; i) localização da placa de proibição na faixa de estacionamento das viaturas do CBMCE. 4.2.4.2.2 Separação entre edificações: a) indicar a distância de outras edificações; b) indicar a ocupação; c) indicar a carga de incêndio; d) indicar as aberturas nas fachadas; e) indicar a fachada da edificação considerada para o cálculo de isolamento de risco; f) parede corta-fogo de isolamento de risco; 4.2.4.2.3 Saídas de emergências: a) detalhes de degraus; b) detalhes de corrimãos; c) detalhes de guarda-corpos; d) largura das escadas; e) detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança (quando houver); f ) largura das portas das saídas de emergência; g) indicar barra antipânico (quando houver); h) casa de máquinas do elevador de emergência (quando houver exigência); i) antecâmaras de segurança (quando houver exigência); j) indicar a lotação do ambiente quando se tratar de local de reunião de público, individualizando a lotação por ambiente.

4.2.4.2.4 Dimensionamento de lotação e saídas de emergência em centros esportivos e de exibição: a) larguras das escadas, acessos e portas das saídas de emergência; b) barra antipânico onde houver; c) corrimãos em escadas e rampas, inclusive os corrimãos centrais; d) dimensões da base e espelho dos degraus; e) porcentagem de inclinação das rampas; f ) as lotações dos ambientes; g) delimitação física da área de público em pé; h) dimensões dos camarotes (quando houver); i) dimensões das cadeiras fixas (dobráveis ou não) e o espaçamento entre as mesmas; j) indicar o revestimento do piso; l) indicar os equipamentos de som; m) localização do grupo moto-gerador; n) localização dos blocos autônomos; o) indicar a sinalização de piso. 4.2.4.2.5 Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco: a) indicar a carga de incêndio específica para as ocupações não listadas na norma técnica específica. 4.2.4.2.6 Controle de fumaça: a) entrada de ar (aberturas, grelhas, venezianas e insuflação mecânica); b) exaustões naturais (entradas, aberturas, grelhas, venezianas, clarabóias e alçapões); c) exaustores mecânicos; d) dutos e peças especiais; e) registro corta-fogo e fumaça; f ) localização dos pontos de acionamento alternativo do sistema; g) localização dos detectores de incêndio; h) localização da central de alarme/detecção de incêndio; i) localização da casa de máquinas dos insufladores e exaustores; j) localização da fonte de alimentação, quadros e comandos. 4.2.4.2.7 Iluminação de emergência: a) os pontos de iluminação de emergência; b) quando o sistema de iluminação de emergência for alimentado por grupo motogerador que não abranja todas as luminárias da edificação e áreas de risco, devem ser indicadas as luminárias a serem acionadas em caso de emergência; c) o reservatório de combustível do grupo motogerador e sua capacidade, bem como as dimensões do dique de contenção; d) o posicionamento da central do sistema; e) fonte alternativa de energia do sistema;

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f) quando o sistema for abrangido por grupo moto-gerador, deve constar em PSIP a abrangência, autonomia e sistema de automatização; g) duto de entrada, duto de saída, parede cortafogo e porta corta-fogo da sala do grupo motogerador quando o mesmo estiver localizado em área com risco de captação de fumaça ou gases quentes provenientes de um incêndio; h) detalhe ou nota em planta da proteção dos dutos quando passarem por área de risco. 4.2.4.2.8 Sistema de detecção e alarme de incêndio: a) localização pontual dos detectores; b) os acionadores manuais de alarme de incêndio; c) os sinalizadores sonoros e visuais; d) central do sistema; e) painel repetidor (quando houver); f ) fonte alternativa de energia do sistema. 4.2.4.2.9 Sistema de sinalização de emergência: a) Deve ser lançada uma nota referenciando o atendimento do sistema de sinalização de emergência de acordo com a norma técnica específica. 4.2.4.2.10 Sistema de proteção por aparelhos extintores de incêndio: a) indicar as unidades extintoras; b) quando forem usadas unidades extintoras com capacidades diferentes de um mesmo agente, deve ser indicada a capacidade ao lado de cada símbolo. 4.2.4.2.11 Sistema de hidrantes para combate a incêndio: a) indicar os hidrantes; b) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento no barrilete, quando o sistema de acionamento for automatizado, bem como, a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial, e com permanência humana constante; c) indicar o registro de recalque, bem como o detalhe que mostre suas condições de instalação; d) indicar o reservatório de incêndio e sua capacidade; e) indicar a bomba de incêndio principal e jockey (quando houver) com indicação de vazão e altura manomêtrica; f) deve constar a perspectiva isométrica do hidrante mais desfavorável (sem escala e com cotas); g) deve constar o detalhe da sucção quando o reservatório for subterrâneo ou ao nível do solo.

4.2.4.2.12 Sistema de chuveiros automáticos: a) localização das bombas do sistema com indicação da vazão e altura manomêtrica; b) a área de aplicação dos chuveiros hachurada para os respectivos riscos; c) os tipos de chuveiros especificados; d ) localização do painel de alarme; e) locais onde foram substituídos os chuveiros por detectores de incêndio; f) deve constar o esquema somente da tubulação envolvida no cálculo; g) toda a tubulação abrangida pelo cálculo deve ter seu diâmetro e comprimento cotado no esquema; h) devem ser apresentadas todas as tubulações de distribuição com respectivos diâmetros; i) devem ser indicados os pontos de chuveiros automáticos em toda a edificação e áreas de risco; j) localização do registro de recalque; l) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento do sistema no barrilete, bem como a localização do acionador manual alternativo da bomba em local de supervisão predial com permanência humana constante; m) indicar a capacidade e localização do reservatório de incêndio. 4.2.4.2.13 Manipulação, armazenamento, comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP) a) localização da central de GLP; b) indicar a capacidade dos cilindros, bem como a capacidade total da central; c) afastamentos das divisas de terrenos, áreas edificadas no mesmo lote e locais de risco; d) local de estacionamento do veículo abastecedor, quando o abastecimento for a granel; e) sistema de proteção da central; f) localização do botijão e das aberturas previstas para ventilação (caso de área interna em unidade habitacional quando permitido por norma técnica) e forma de instalação. 4.2.4.2.14 Fogos de artifício: a) croqui das edificações limítrofes (ocupação identificada) num raio de 100 m; b) detalhe em planta das espessuras das paredes, lajes de cobertura, telhados, pisos, dentre outros. 4.2.4.2.15 Hidrante urbano: a) posicionamento dos hidrantes em planta de situação; b) o raio de ação do hidrante mais próximo, caso não haja possibilidade técnica de implantação.

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4.2.5 Apresentação do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico junto ao CBMCE 4.2.5.1 O PSIP deve ser apresentado na Seção de Atendimento ao Público da Coordenadoria de Atividades Técnicas em no mínimo duas vias e no máximo quatro. 4.2.5.2 O interessado deve comparecer a CAT com o comprovante de recolhimento, junto à instituição bancária autorizada, do emolumento referente ao serviço de análise. 4.2.5.3 O recolhimento do emolumento realizado através de compensação bancária que apresentar irregularidades de quitação deve ter seu processo de análise interrompido. 4.2.5.4 O processo de análise deve ser reiniciado quando a irregularidade for sanada. 4.2.6 Prazos para análise 4.2.6.1 A CAT tem o prazo máximo de quinze dias úteis para analisar o PSIP. 4.2.6.2 Cada período de re-análise do PSIP tem o mesmo prazo para ser concluído. 4.2.6.3 A Seção de Atendimento ao Público deverá fornecer um protocolo de acompanhamento da análise que contenha um número seqüencial de entrada. 4.2.6.4 Deve ser observada pelo Núcleo de Análise a ordem cronológica do número seqüencial de entrada do projeto. 4.2.6.5 A ordem do item anterior pode ser alterada para o atendimento das ocupações ou atividades temporárias ou interesse da administração pública, conforme cada caso. 4.2.7 Substituição ou atualização do PSIP 4.2.7.1 Substituição do PSIP: 4.2.7.1.1 A edificação e áreas de risco que se enquadrar em uma das condições abaixo relacionadas, deve ser realizada a reformulação de seu PSIP: a) ampliação de área construída que implique o redimensionamento dos elementos das saídas de emergência, tais como tipo e quantidade de escadas, acessos, portas, rampas, lotação e outros;

b) ampliação de área construída que implique o redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente, tais como: pressão, vazão, potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio; c) ampliação de área que implique a adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista anteriormente); d) a mudança de ocupação da edificação e áreas de risco com ou sem agravamento de risco que implique a ampliação das medidas de segurança contra incêndio existentes e/ou exigência de nova medida de segurança contra incêndio; e) a mudança de leiaute da edificação e áreas de risco que implique a adoção de nova medida de segurança ou torne ineficaz a medida de segurança prevista no PSIP existente; f) o aumento da altura da edificação e áreas de risco que implique a adoção de nova medida de segurança contra incêndio e/ou redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente e/ou rotas de fuga; g) sempre que, em decorrência de várias ampliações ou diversas alterações, houver acúmulo de plantas que dificultem a compreensão e o manuseio do PSIP por parte da CAT, a decisão para substituição do PSIP cabe ao chefe do Núcleo de Análise. 4.2.7.1.2 A via original do Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP) deve ser recolhido pela CAT e emitido novo documento relativo ao projeto reformulado. 4.2.7.2 Atualização do PSIP: 4.2.7.2.1 É a complementação de informações ou alterações técnicas relativas ao PSIP aprovado, por meio de documentos encaminhados à CAT, via memorial descritivo, que ficam apensos ao PSIP. 4.2.7.2.2 São aceitas as modificações ou complementações desde que não se enquadrem nos casos previstos no item 4.2.7.1.1. 4.2.8 Disposições gerais para apresentação de PSIP 4.2.8.1 Cada medida de segurança contra incêndio deve ser dimensionada conforme o critério existente em norma técnica específica. 4.2.8.2 A medida de segurança contra incêndio não exigida ou dimensionada acima dos parâmetros normatizados deve ser orientada por escrito, pelo analista, ao proprietário ou

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responsável pelo uso, quanto a não obrigatoriedade daquela medida ou parte dela. 4.2.8.3 Devem ser adotados todos os modelos de documentos exemplificados nas normas técnicas para apresentação no PSIP, porém, é permitida a fotocópia e a reprodução por meios eletrônicos, dispensando símbolos e brasões neles contidos. 4.2.8.4 Todas as páginas dos documentos devem ser numeradas em ordem crescente, além de apresentarem a indicação da quantidade de páginas do documento ao lado da numeração. 4.2.8.5 Todas as páginas dos documentos onde não haja campo para assinatura devem ser rubricadas pelo responsável técnico e proprietário ou responsável pelo uso. 4.2.8.6 Quando for emitido laudo de irregularidades constatadas na análise do PSIP pela CAT, o interessado deve encaminhar resposta circunstanciada, item por item, por meio de carta resposta, esclarecendo as providências adotadas para que o PSIP possa ser re-analisado pelo Núcleo de Análises até a sua aprovação final. 4.2.8.7 O recolhimento do emolumento referente ao serviço de análise de projeto dá direito a realização de quantas re-análises forem necessárias dentro do período de um ano a contar da data de emissão do primeiro laudo de irregularidades. 4.2.8.8 A instalação das medidas de segurança contra incêndio e pânico somente deve ocorrer quando da emissão do Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP). 4.2.8.9 Nos casos de extravio do protocolo de análise, o responsável técnico, proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito à CAT, esclarecendo o fato ocorrido, para consulta do processo. 4.2.9 Emissão do Certificado de Aprovação do Projeto do CBMCE 4.2.9.1 Após a realização da análise e aprovação do PSIP pelo analista, deve ser emitido pela CAT o respectivo Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP). 4.2.9.2 A retirada do CAPSIP na Seção de Atendimento ao Público da CAT só é permitida com a apresentação do respectivo protocolo de análise.

4.2.9.3 Nos casos de extravio do protocolo de análise, o responsável técnico, proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito à CAT, esclarecendo o fato ocorrido, para consulta do processo. 4.2.9.4 O CAPSIP terá validade permanente, desde que não sofra nenhuma alteração que se enquadre no item 4.2.7.1.1. 4.2.9.5 Nos casos de extravio da primeira via do CAPSIP, deve o proprietário ou responsável pelo uso encaminhar uma solicitação por escrito à CAT, esclarecendo o fato ocorrido, onde o Núcleo de Análise deve emitir a fotocópia com autenticação do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. 4.2.9.6 A via original do CAPSIP deve ser devolvida ao Núcleo de Análise quando houver a necessidade de re-emissão do documento por mudança de dados apresentados erroneamente pelo interessado. 4.3 Procedimentos de vistoria 4.3.1 Solicitação de vistoria 4.3.1.1 A vistoria da CAT na edificação e áreas de risco é realizada mediante solicitação do proprietário, responsável pelo uso ou responsável técnico com a apresentação dos documentos constantes do item 4.3.5. 4.3.1.2 Qualquer pessoa munida dos documentos pré-estabelecidos pode protocolar a solicitação de vistoria da edificação e áreas de risco. 4.3.1.3 O interessado protocola o pedido de vistoria na Seção de Atendimento ao Público da CAT indicando o número do último PSIP aprovado. 4.3.1.4 Caso o interessado não saiba informar o número do PSIP, a CAT deve realizar a pesquisa pelo endereço. 4.3.1.5 É facultativa a assinatura da ART pelo contratante (proprietário ou responsável pelo uso) e obrigatória pelo responsável técnico. 4.3.1.6 Podem ser apresentadas cópias dos documentos especificados nos itens 4.3.5. 4.3.1.7 Deve ser recolhido o emolumento junto à instituição bancária autorizada de acordo com a área total construída do local a ser vistoriado.

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4.3.1.8 O pagamento do emolumento realizado através de compensação bancária que apresentar irregularidades de quitação deve ter seu processo de vistoria interrompido. 4.3.1.9 O processo de vistoria deve ser reiniciado quando a irregularidade for sanada. 4.3.1.10 Não é permitida vistoria para áreas parcialmente construídas. 4.3.1.11 Quando um PSIP englobar várias edificações que atendam aos critérios de risco isolado e que possuam medidas de segurança contra incêndio instaladas e independentes, e que não haja vínculo funcional ou produtivo, deve ser permitida a vistoria para áreas parciais desde que haja condição, de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros e às respectivas guarnições, tais como condomínio de edifícios residenciais, condomínio de edifícios comerciais, condomínio de edifícios de escritórios, condomínio de edifícios industriais e condomínios de depósitos. 4.3.1.12 Após o recolhimento do respectivo emolumento, a CAT deve fornecer um protocolo de acompanhamento da vistoria que contenha um número seqüencial de entrada. 4.3.1.13 Deve ser observada pelo Núcleo de Vistorias a ordem cronológica do número seqüencial de entrada para a realização da vistoria. 4.3.1.14 Devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação, o Núcleo de Vistorias deve declinar do princípio da cronologia e realizar a vistoria para instalações e ocupações temporárias no menor prazo possível. 4.3.1.15 Para solicitação de vistorias, referentes ao PSIP para instalações e ocupações temporárias, o interessado deve solicitar a vistoria com antecedência mínima de dez dias antes da realização do evento.

4.3.2.2 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 4.2.7.1.1, tal fato deve implicar a apresentação de novo PSIP. 4.3.2.3 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 4.2.7.2, tal fato deve implicar a atualização do PSIP. 4.3.2.4 Nos casos de PSIP regido por legislação anterior, quando constatado em vistoria a existência de medidas de segurança contra incêndio instaladas na edificação e áreas de risco que não estejam previstas no PSIP original e que sejam possíveis de instalar no local, que atendam às exigências de segurança contra incêndio vigentes, deve ser emitido o Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico mediante a apresentação de termo de compromisso do proprietário, conforme Anexo C, para apresentação de novo PSIP atualizado de acordo com norma técnica específica. 4.3.2.5 No caso do item anterior, quando constatado em vistoria que as medidas de segurança contra incêndio instaladas conforme o PSIP não atendem as exigências de segurança contra incêndio vigentes à época, deve ser emitido o relatório de vistoria ao interessado comunicando as irregularidades. Neste caso não será emitido o Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico até o atendimento dos itens pendentes. 4.3.2.6 O PSIP aprovado anteriormente e que foi substituído por iniciativa do interessado somente para regularizar em planta as medidas de segurança contra incêndio que não constavam do projeto anterior, deve ser substituído. 4.3.2.7 No caso do item anterior, deve ser emitido novo Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP). 4.3.2.8 Quando constatado em vistoria alguma irregularidade passível de substituição, o vistoriante deve encaminhar o PSIP ao Núcleo de Análise e notificar o responsável para que apresente novo PSIP na CAT. 4.3.2.9 A irregularidade ou a aprovação da vistoria deve ser anotada no relatório de vistoria, que deve ser deixado pelo vistoriante na edificação e áreas de risco com o acompanhante. 4.3.2.10 Quando ocorrer a necessidade do primeiro retorno da vistoria na edificação e áreas

4.3.2 Durante a vistoria 4.3.2.1 O responsável pela edificação e áreas de risco a ser vistoriada deve prover-se de pessoa habilitada com conhecimento do funcionamento das medidas de segurança contra incêndio para que possa manuseá-los quando da realização da vistoria.

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o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter.3. na entrada da edificação e áreas de risco.2. proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito à CAT.7 Após a emissão do CESIP para a edificação e áreas de risco.3.3.3. 4.12 O responsável apresentará suas argumentações por meio do formulário próprio.3. esclarecendo o fato ocorrido. que venham a diminuir as condições de segurança da edificação e áreas de risco e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 10 de 55  . 4. uma placa indicativa contendo a lotação máxima permitida. 4. 4. 4.2 Para a avaliação da irregularidade constatada na instalação ou funcionamento da medida de segurança contra incêndio deve ser levado em consideração a possibilidade da reparação imediata e ininterrupta pelo proprietário ou responsável pelo uso. o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter o original ou cópia na entrada da edificação e áreas de risco em local visível ao público. 4.4. 4.3. 4.4.4.3. desde que o prazo de validade não tenha expirado.2. a CAT deve emitir ofício ao interessado informando a cassação do CESIP.3. 4.6 O CESIP somente pode ser emitido para edificação e áreas de risco que tenha todas as medidas de segurança contra incêndio instaladas e em funcionamento. deve ser emitido pela CAT o respectivo Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP).11 Caso a solicitação do retorno de vistoria seja realizada diretamente na CAT. 4. 4. quando houver discordância do relatório emitido pelo vistoriante ou havendo necessidade de regularização de alguma pendência.2 A retirada do CESIP na Seção de Atendimento ao Público da CAT só é permitida com a apresentação do respectivo protocolo de vistoria.3. verificando a necessidade ou não da cassação do CESIP. 4. comprovando a solicitação de nova vistoria.de risco devido às irregularidades constatadas em vistoria anterior. o interessado deve apresentar o último relatório de vistoria (original ou cópia) emitido pelo vistoriante. o responsável técnico.3.3 Emissão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico do CBMCE 4.4 Nos casos de extravio da primeira via do CESIP.3.3 Verificado que o proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação e áreas de risco não tomou as providências necessárias para a reparação da irregularidade.3. previstas no PSIP aprovado de acordo com a legislação pertinente. para consulta do processo. respeitando a complexidade da medida de segurança. 4. deve o proprietário ou responsável pelo uso encaminhar uma solicitação por escrito à CAT. de acordo com o PSIP aprovado.2.4 Cassação do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico do CBMCE 4.4. 4.1 Quando constatado pela CAT que ocorreram alterações prejudiciais nas medidas de segurança contra incêndio da edificação e áreas de risco que possua CESIP com prazo de validade em vigência. onde o Núcleo de Vistorias deve emitir a fotocópia com autenticação do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.3.3.3 Nos casos de extravio do protocolo de vistoria.3.14 Em local de reunião de público.13 As medidas de segurança contra incêndio e pânico instaladas na edificação e áreas de risco e não previstas no PSIP não serão aceitas como medidas adicionais de segurança.4 O proprietário ou responsável pelo uso poderá recorrer do ato de cassação por meio de recurso junto à CAT.1 Após a realização da vistoria na edificação e áreas de risco e aprovação pelo vistoriante.3.3.3.3. deve ser instaurado o procedimento administrativo pelo Coordenador da CAT.3. 4.3. 4.5 Constatadas as alterações nas medidas de segurança contra incêndio e pânico.3.4.3. esclarecendo o fato ocorrido.2.3. estes devem ser carimbados pelo Núcleo de Vistorias.5 A via original do CESIP deve ser devolvida ao Núcleo de Vistorias quando houver a necessidade de nova emissão do documento por mudança de dados apresentados erroneamente pelo interessado. devidamente fundamentadas nas referências normativas.3. com a apresentação do relatório de irregularidades da vistoria (original ou cópia) ou o protocolo de vistoria.

5.5. autonomia e automatização.3.5.5. f) de instalação e/ou manutenção do sistema de detecção de incêndio. 4.3.5.1 Documento que atesta que as portas de saídas de emergência da edificação estão instaladas com sentido de abertura no fluxo da rota de fuga e permanecem abertas durante a realização do evento.3. g) de instalação e/ou manutenção do sistema de controle de fumaça.6 Certificado de Aprovação do Projeto 4. sobre o ato de cassação do CESIP.3 Plano de intervenção de incêndio (quando da renovação do CESIP) 4. em via original ou 4.3. 4. 4.3. inscrição estadual ou municipal. d) de inspeção e/ou manutenção de vasos sob pressão.1 Plano estabelecido em função dos riscos da edificação e áreas de risco para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência. 4.3.5.1 Documento autenticada.5.3. deve ser providenciada a cassação do CESIP.3.5 Podem ser emitidas várias ART desmembradas com as respectivas responsabilidades por medidas específicas.1 Documento em via original ou autenticada que contém informações da razão social. 4.5. 4. alarme de incêndio.6.5.8.3.7 Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica 4.3.2.8 Comprovante de Recolhimento do Emolumento 4.6 A Prefeitura e o Ministério Público devem ser informados.1 Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teóricos e práticos de prevenção e combate a incêndio.1 Documento em via original ou via autenticada. dentre outras.3. extintores. quando houver apenas um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas.4.5. após a conclusão do procedimento.4 Termo de responsabilidade das saídas de emergência 4.5.1.5.5. c) de instalação e/ou manutenção do grupo motogerador.5.3.3.3.2 A Anotação de Responsabilidade Técnica de instalação é exigida quando da solicitação da primeira vistoria da edificação e áreas de risco.3.1 Anotação de Responsabilidade Técnica: a) de instalação e/ou de manutenção das medidas de segurança contra incêndio (hidrantes. 4.5.5 Documentos necessários para a solicitação de vistoria de acordo com o risco e/ou medida de segurança existente na edificação e áreas de risco 4.3. sinalização de emergência e compartimentação horizontal e vertical).1. iluminação de emergência.1.1.1 A Anotação de Responsabilidade Técnica deve ser emitida para os serviços específicos de instalação e/ou manutenção das medidas de segurança contra incêndio previstas na edificação e áreas de risco.3.5. e) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de chuveiros automáticos.7.5.3.5.2 Atestado de brigada contra incêndio 4. 4.que não foram sanadas no prazo estipulado pela CAT. 4. por ofício.1. Atestado de abrangência do grupo moto-gerador 4. 4. quando houver mais de um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas. 4.3 A Anotação de Responsabilidade Técnica de manutenção é exigida quando da renovação do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros. 4.3.3.3.5. 4.5.3. 4.9 Notas Fiscais Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 11 de 55  .3.5.3. saídas de emergência. publicando o ato no Diário Oficial do Estado.5. b) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de utilização de gases inflamáveis.5.4.1 Documento que contém informações sobre a abrangência.4 Pode ser emitida uma única ART.

o responsável deve solicitar nova vistoria a Coordenadoria de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. caso sejam constatadas irregularidades pelo vistoriante.8.3 Quando houver a necessidade de cancelar o CESIP emitido para retificação de dados. 4.3.8.2 As alterações de dados referentes ao PSIP.7 As vistorias motivadas pela CAT são isentas de emolumentos. o CBMCE deve responder nos prazos legais das requisições e as demais solicitações em trinta dias.3.7.6 Modelos 4. devem ser encaminhadas por meio de formulário próprio juntamente com cópias de documentos autenticadas que comprovem o teor da solicitação.3.3. 4.4. endereço e telefone do órgão solicitante.8 Disposições gerais da vistoria 4.1 Para renovação do CESIP. Após este prazo é exigido o recolhimento de novo emolumento.9 Solicitação de vistoria por autoridade pública 4.3.3. 4. o prazo de validade do CESIP deve ser para o período da realização do evento e só deve ser válido para o endereço onde foi efetuada a vistoria.9. b) entidade filantrópica declarada oficialmente como de utilidade pública (asilo. 4. creche. 4. 4.3.8.8 ficam dispensadas de pagamento de emolumento. desde que tenha competência legal para tal.5.8.3. 4.1 Conjunto de notas fiscais de compra de todos os equipamentos instalados. contendo endereço da edificação e áreas de risco. 4.8. devendo encaminhar o pedido por escrito à CAT solicitando tal dispensa. 4.3.4 O pagamento do emolumento de vistoria dá direito a realização de uma vistoria e de um retorno de vistoria. 4.8. que não impliquem a substituição.2 Termo de responsabilidade das saídas de emergência (Anexo E).7. bem como seu funcionamento.8. manutenção ou utilização indevida. 4.1 Atestado de brigada contra incêndio (anexo D).8.3.10 Na vistoria. conforme projeto aprovado pelo Núcleo de Análise. estadual e federal). 4.6 O prazo máximo para solicitação de retorno de vistoria é de seis meses a contar da data de emissão do relatório de vistoria apontando as irregularidades. 4.3 O interessado deve comparecer na Seção de Atendimento ao Público da CAT com o comprovante de recolhimento do emolumento referente ao serviço de vistoria. 4. 4.2 Para PSIP de instalação e ocupação temporária. motivação do pedido e identificação do funcionário público signatário. 4.3.3.6.9 As entidades citadas no item 4.3.8.3.3.3 A contar da data de entrada do ofício na CAT.3 Atestado de abrangência do grupo motogerador (Anexo F).3. 4. o prazo de validade do novo CESIP deve se restringir ao mesmo período de validade emitido no CESIP cancelado. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 12 de 55  .3.8.3. 4.6.3.3. sem prejuízo de outras sanções.8 Ficam dispensados do pagamento de emolumento: a) órgão da administração pública direta (municipal. entre outros). via ofício.9.6.1 O CESIP terá prazo de validade de 1 (um) ano.3. constando o endereço da edificação.3. não se responsabilizando pela instalação.3.3.7. 4.1 A solicitação de vistoria pode ser encaminhada ao CBMCE por autoridade da administração pública. mediante devolução da via original do documento.2 A solicitação de vistoria deve ser feita via ofício com timbre do órgão público. compete ao CBMCE a verificação das medidas de segurança contra incêndio previamente aprovadas.9. c) outros que as legislações determinarem.8. 4.11 O proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação e áreas de risco é responsável pela manutenção e funcionamento das medidas de segurança contra incêndio sob pena de cassação do CESIP.9.7 Prazo de validade do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico 4.5 O prazo máximo para realização de vistoria pelo Núcleo de Vistorias é de trinta dias corridos.3.8.3.

4.2 O recurso será dirigido ao Coordenador Atividades Técnicas.8. 4. 4. o prazo para resposta fica prorrogado para trinta dias. c) para esclarecimento de dúvida quanto a procedimentos administrativos e técnicos.4.4. a Câmara Técnica. contados da data de protocolo do recurso. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 13 de 55  . d) para solicitação de revisão de ato praticado pela CAT (relatórios de vistorias). prevalecerá a maior altura.5.8. 4. 4.4 A solicitação do interessado pode ser feita conforme Anexo G ou modelo semelhante confeccionado com recursos da informática. 4. 4.8.3 Em caso de uma única saída de emergência ao nível do logradouro.4 Recursos 4. 4.4. contados da data de protocolo. 4. vestiários e instalações sanitárias ou respectivas dependências sem aproveitamento para quaisquer atividades ou permanência humana.8 Formulário próprio para atendimento 4. 4. c) mezaninos cuja área não ultrapasse a 1/3 (um terço) da área do pavimento onde se situa. tendo por base sempre o piso do último pavimento habitável. datilografado ou manuscrito com letra de forma legível.4. e pode ser acompanhado de documentos que elucidem a dúvida ou comprovem os argumentos apresentados.1 O proprietário. barriletes. uma acima e outra abaixo do nível de descarga.4.4.3 Recebido o recurso.5 Podem fazer uso do presente instrumento o proprietário. casas de máquinas.4.4.4. 4.4 Para fins de aplicação desta Norma Técnica. em três vias. as alturas poderão ser tomadas de forma independente. a comunicação deve ser feita por carta resposta.5.5 Cumprimento das medidas de segurança contra incêndio e pânico 4. 4.5. em níveis diferentes. responsável técnico responsável pelo uso da edificação e áreas risco poderá interpor recurso das decisões CAT no prazo de trinta dias contados da data conhecimento da decisão.5. reservatórios de água e assemelhados.8.7 Em caso do formulário ser encaminhado para instância superior. a áticos. o cálculo de acessos (escadas) procederá de forma a considerar duas alturas distintas. no prazo de trinta dias.7 A decisão será publicada no Boletim do Comando Geral do CBMCE. 4.4. respeitando a ordem cronológica de entrada do pedido.2.8.8. 4.4 A decisão será publicada no Boletim do Comando Geral do CMBCE. d) o pavimento superior da unidade “duplex” do último piso da edificação.4. quando da necessidade de responder ao Núcleo de Análise sobre qualquer irregularidade ou dúvida. e) para atualização de PSIP. anexada no interior do PSIP.4.4. a CAT deve responder no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis. contados da data de publicação da decisão a que alude o item anterior. seu procurador ou o responsável técnico. em última instância administrativa. o Coordenador decidirá no prazo de trinta dias.1 Para o dimensionamento das saídas de emergência. exclusivamente. no cálculo da área a ser protegida com 4.4.8. 4. b) para solicitação de retificação de dados do PSIP.2 Para implementação das medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco que tiverem saída para mais de uma via pública.1 Para fins de aplicação desta Norma Técnica.4. em função de cada uma das saídas.4.6 A contar da data do protocolo.5 Caberá recurso. ficando vedado as perguntas genéricas que deixem a cargo da CAT quanto à busca da solução específica.2 O interessado quando do preenchimento do formulário deve propor questão específica sobre a aplicação da legislação.3 Durante a fase de análise do PSIP.1 O Formulário próprio para atendimento deve ser utilizado nos seguintes casos: a) para solicitação de substituição e retificação do CESIP. na mensuração da altura da edificação não serão considerados: a) os subsolos destinados exclusivamente a estacionamento de veículos. b) pavimentos superiores destinados.5. 4.6 A Câmara Técnica decidirá no prazo de dez dias. ou de da de 4. f ) outras situações a critério da CAT.

000 habitantes.5. divisão H-3 (hospitais e assemelhados). numa distância máxima de 600m da entrada principal da edificação que se deseja dispensá-lo. 4. 4. tanques e outras instalações desde que não tenham área 2 superior a 4 m .2 Consideram-se obrigatórias as exigências assinaladas com “X” nas tabelas anexas. 4.5. 2 d) Edificações acima de 4. b) para subsolos das edificações que possuírem ocupações distintas de estacionamento de veículos.1 Na implementação das medidas de segurança contra incêndio. onde a exigência ocorrerá quando a altura for superior ou igual a 42 (quarenta e dois) metros.10. salas de aulas e similares. dependendo da destinação da mesma. pertencente a outra edificação. celas.9 A laje de Segurança será cobrada em todas as edificações com altura superior ou igual a 30 (trinta) metros. apartamentos. leitos.10 O Hidrante urbano é dispositivo de uso exclusivo do Corpo de Bombeiros para abastecimento de viaturas em operações de extinção de incêndio. salas comerciais.5. subdivisão A-2. para municípios que possuam acima de 200. ainda. 4.000m de área construída. comerciais. portanto.5. o quê deverá ser confirmado “in loco” para obtenção do Certificado de Conformidade. respeitando as exigências da Lei em vigor. d) reservatórios de água. na ocasião da obtenção do Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP) deverá ser apresentado documentado comprobatório da existência (planta de locação e situação) e funcionamento do hidrante urbano. onde a exigência ocorrerá quando a altura for superior ou igual a 24 (vinte e quatro) metros. 4. c) quanto à carga de incêndio: de acordo com a Tabela 3 em anexo.5. para municípios que possuam até 100. as edificações e áreas de risco devem atender aos critérios contidos no item 4.5.6. hotéis residenciais e “apart-hotéis”. 2 c) Edificações acima de 3.as medidas de segurança contra incêndio. emitido pela companhia de água e esgoto.10. em notas transcritas logo abaixo das tabelas. 4.5.000 habitantes.5.5. serem observadas as ressalvas.1 Enquanto não for elaborada norma técnica específica.5.000 habitantes. b) das ocupações do Grupo H. caixas d’água. não serão computados: a) telheiros.8 O Elevador de Emergência será exigido em todas as edificações com altura superior a 60 (sessenta) metros. 2 e) Edificações acima de 6. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 14 de 55  . exigido nos seguintes casos: a) Edificações que possuam mais de trinta unidades de casas.5.5.6 Além das exigências da presente Norma Técnica.500m de área construída.5. orientarão a elaboração do PSIP as NBR´s que tratarem das medidas de segurança contra incêndio e pânico requeridas para a edificação e áreas de risco.7 O sistema de controle de fumaça será exigido: a) para edificações com altura superior a 60 (sessenta) metros. incluindose as vilas e condomínios residenciais. 4.2 Para efetivação do considerado no item anterior.5 Para efeitos desta Norma Técnica. 4. exceto para ocupações destinadas a residências.5. c) beirais de telhado até um metro de projeção.5.5. 4. e) piscinas e assemelhados. as edificações e áreas de risco deverão atender a exigências da Norma Técnica específica. exceto quando se tratar: a) das ocupações do Grupo A (residenciais). 4. b) platibandas. onde a exigência ocorrerá quando a altura for superior a 80 (oitenta) metros. sendo. 4. para o sistema em questão. b) Edificações industriais.000m de área construída.3 Todas as medidas de segurança contra incêndio devem obedecer aos parâmetros estabelecidos nesta Norma Técnica. d) quanto aos requisitos mínimos de segurança: de acordo com as Tabela 4 e 5 em anexo. exceto quando se tratar: a) das edificações do Grupo A. b) quanto à altura: de acordo com a Tabela 2 em anexo. com laterais abertas. para municípios que possuam até 200. destinados à proteção de utensílios. as edificações e áreas de risco serão classificadas da seguinte maneira: a) quanto à ocupação: de acordo com a Tabela 1 em anexo.5. 4. quando esta existir. devendo.1 Poderá ser dispensada a instalação do hidrante urbano caso já exista uma outra unidade.

b) a vistoria técnica.5.4.6.1 A apresentação do CAPSIP e do CESIP da edificação e áreas de risco é de responsabilidade do proprietário ou responsável pelo uso. 4.4. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 15 de 55  . desde que sejam consideradas convenientes e oportunas pela comissão e que atendam os objetivos da segurança contra incêndio e pânico no Estado do Ceará. 4. sendo um total de 07(sete).6.2. a qual será presidida pelo Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará e composta por 2 (dois) representantes da própria Corporação.1 O aludido sistema poderá ser dispensado desde que haja comprovação por meio dos cálculos estabelecidos na NBR 5419. 4.3 As medidas de segurança contra incêndio e pânico devem ser projetadas e executadas por profissionais ou empresas credenciados junto à Coordenadoria de Atividades Técnicas. a qualquer título: a) utilizar a edificação de acordo com o uso para o qual foi projetada. nas instalações do Comando Geral. 4. quando necessário. serão analisadas particularmente por Comissão Técnica : a) comércio de explosivos (Grupo L) com área superior a 100m2 (cem metros quadrados). b) apresentar propostas de alteração das normas técnicas. 4. 4.2 Todos os depósitos de explosivos.2 O Coordenador da CAT indicará os oficiais e praças aptos ao exercício da função de bombeiro militar fiscal.1.6.4.11.1 Caberá ao Comandante Geral do CBMCE a nomeação dos demais integrantes que compõem a CEA. 2 (dois) representantes das administrações municipais. 4. 4.6. inclusive.3 A nomeação de oficiais e praças para o exercício da função de bombeiro militar fiscal ocorrerá por ato do Comandante Geral. b) indústrias e depósitos de explosivos (Grupo L). a qual deverá reunir-se semestralmente em local apropriado. a garantia de existência e funcionamento do hidrante urbano.1 Fica instituída a Comissão Especial de Avaliação (CEA).6 Disposições Finais 4. exercida pelo analista de projetos.5 Câmara Técnica 4.5.6.3 Todo o procedimento considerado nos itens anteriores é de inteira responsabilidade do interessado no processo.2 Nas edificações e áreas de risco já construídas é de inteira responsabilidade do proprietário ou do responsável pelo uso.11 O Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas será exigido em todas as edificações com altura superior a 12m ou área 2 superior a 750m . b) tomar as providências legais cabíveis para a adequação da edificação e áreas de risco às exigências desta norma.1. deverão ser protegidos por este sistema.6. devendo serem oficiais da ativa ou reserva. ligadas às questões de segurança e incêndio.6. 4. independente da altura ou área.6.4 Para a edificação ser considerada como existente é indispensável a apresentação de documentação comprobatória. 4.6.12 As edificações com as características abaixo descritas.3 As propostas de alteração das normas técnicas deverão ser apreciadas pela Câmara Técnica e serão homologadas pelo Comandante do Geral do CBMCE. exercida pelo vistoriante. 4.6.1 Á Coordenadoria de Atividades Técnicas incumbe o credenciamento de seus integrantes para o exercício da função de bombeiro militar fiscal por meio de cursos de habilitação e treinamentos.2. c) ocupação do(s) subsolo(s) para outra finalidade que não seja a de estacionamento de veículos.6. 4. podendo ser convocada extraordinariamente. 2 (dois) representantes de universidades e outros representantes afins. 4.10.5. 4.5.2 O exercício da função de bombeiro militar fiscal se divide em duas atividades operacionais complementares: a) a análise de projetos.6.5.2.6.1 Os membros da Câmara Técnica serão nomeados por ato do Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.1. 4. 4.5.6. preferencialmente detentores de formação superior na área de engenharia.11. 2 (dois) representantes de entidades públicas ou privadas.2 Competirá à Comissão a que alude o item anterior: a) avaliar as normas técnicas e os eventuais problemas ocorridos em sua aplicação.

3 A Câmara Técnica é utilizável nas fases de análise. d) casos em que o CAT não possua os instrumentos adequados para a avaliação em análise e/ou vistoria. c) utilização de novos sistemas construtivos ou de novos conceitos de medidas de segurança contra incêndio.4. devendo a mesma ser analisada por Comissão Técnica.6. poderá determinar outras medidas que. prevista neste regulamento. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 16 de 55  .5.5.6 Além dos requisitos constantes desta Norma.6.6. 4.2 A Câmara Técnica é o instrumento administrativo em grau de recurso que funciona como instância superior de decisão de assunto relacionado ao serviço de segurança contra incêndio e pânico. 4. vistoria ou quando há necessidade de estudo de casos especiais como forma de garantir ao interessado a manutenção de exigências de futuro PSIP. julgar convenientes à segurança contra incêndios. o Corpo de Bombeiros militar do Estado do Ceará. a seu critério. quando se tratar de edificações ou de outra atividade diferenciada. b) utilização de normas internacionais. a exemplo de: a) solicitação de isenção de medidas de segurança contra incêndio.

: Bairro: Município: Proprietário ou responsável pelo uso: Fone: e-mail: Responsável técnico: CREA: Fone: e-mail: Áreas Existente: m2 Construir: m2 Total: m2 2 Ocupação: Risco: _______ (_____ MJ/m )   EM ____/____/____ EM LAUDO DE IRREGULARIDADES ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ APROVADO EM ____/____/____ Assinatura: Fone: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG:   Aprovado em ____/____/____ ________________________ Oficial Analista ________________________ Chefe do Núcleo de Análise Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará  TRAMITAÇÃO DO PROJETO       Página 17 de 55  .o _____/_____ Data de entrada na CAT: ____/____/____ Atendente: Rua: n.ANEXO A CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS   CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO Projeto de Segurança Contra Incêndio n.o Compl.

cálculos segundo norma técnica específica e apontar áreas de risco consideradas separadas. DA SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA Especificar detalhes consideráveis e localização da sinalização de emergência. apresentar cálculos abaixo e descrever áreas individualizadas. DO ENQUADRAMENTO (indicar as medidas de segurança requeridas pela edificação e áreas de risco) DO ACESSO DE VIATURAS Largura da via interna: Altura da entrada principal: Especificar detalhes consideráveis e localização do acesso de viaturas. DA SEPARAÇÃO DE EDIFICAÇÕES Especificar detalhes consideráveis sobre separação.ANEXO B MEMORIAL DESCRITIVO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS MEMORIAL DESCRITIVO E JUSTIFICATIVO SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DA EDIFICAÇÂO E ÁREAS DE RISCO: DE CÁLCULO DO PROJETO DE Número da art do projeto: Classificação da edificação: Proprietário: Projetista: Classificação da atividade: Risco: Endereço: Área total construída*: Área total do terreno: Número de Pavimentos: Altura considerada: Altura total da edificação: Número de unidades por andar: Número de unidades comerciais: Número total de unidades: Descrição dos pavimentos: * Caso utilize separação de edificações. DA ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 18 de 55  .

DA SAÍDA DE EMERGÊNCIA Quanto a ocupação: Quanto à altura: Quanto as características construtivas: Área do maior pavimento (pavimento): Número de saídas: Tipo de escada: Especificar cálculo do dimensionamento das saídas de emergência. B ou C Altura de instalação do extintor (metros): DISTRIBUIÇÃO DOS APARELHOS EXTINTORES TIPO E CAPACIDADE EXTINTORA LOCALIZAÇÃO CO2 PQS * * PAVIMENTOS * * RISCO ISOLADO * * TOTAL * peso e capacidade extintora Especificar detalhes consideráveis sobre os aparelhos extintores e sinalização.Tipo de lâmpada: Potência (watt): Tensão de alimentação: Autonomia: Nível de iluminamento: Especificar detalhes consideráveis da iluminação de emergência. DOS SISTEMAS DE DETECÇÃO E ALARME Localização da central: Especificar detalhes consideráveis dos sistemas de detecção e alarme. para locais de reunião de público especificar cálculo de público. Porta corta fogo: Dimensões: Janela da escada (caixilho fixo de vidro aramado): Janela de exaustão da antecâmara: Área dos dutos de ventilação: TRF dos elementos estruturais do duto: Altura do corrimão: especificar que deve ser de ambos os lados TRF dos elementos estruturais: Número de escadas: DO SISTEMA DE PROTEÇÃO POR HIDRANTES Tipo de material: Diâmetro da tubulação: especificar maior e menor trecho Localização do hidrante de recalque: Pó ABC * * * Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 19 de 55  . DOS APARELHOS EXTINTORES: Risco da edificação: A.

90 X 60 X 17 cm DO CÁLCULO DA BOMBA PARA HIDRANTES: Pressão mínima exigida: Pressão no requinte: Pressão máxima na canalização: Localização do hidrante de recalque: a)      b) c) Cálculo da perda de carga Sucção Expulsão Requinte Mangueira Perda de carga total Cálculo da altura manométrica total Cálculo da bomba Especificação da bomba: Vazão (m3/h): Altura manométrica (m): DO HIDRANTE DE RECALQUE: Identificá-lo pelos lados interno e externo na cor vermelha e as letras “HID” no seu interior na cor branca.: Localizar o HR na entrada principal da edificação.70 X 45 X 17 cm TIPO(2) .Localização do hidrante urbano: DA CANALIZAÇÃO PREVENTIVA Tipo de material: Diâmetro da tubulação: especificar maior e menor trecho Localização do hidrante de recalque: Número total de caixas: Volumes da RTI (litros): especificar volume de HID + SPK Cálculo do consumo predial: Volume total da caixa: Dimensões da caixa: Altura do nível da RTI (metros): considerar volume de HID + SPK DISTRIBUIÇÃO DAS CAIXAS DE INCÊNDIO: Especificar todos os pavimentos CAIXA DE INCÊNDIO/BLOCO MANGUEIRA 1½“ PAVIMENTOS TIPO QUANTIDADE QUANT POR CX COMPRIMENTO TOTAL TIPO(1) . Obs.897): Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 20 de 55  . DOS CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (de acordo com as NBR 10.

em laje c/viga Afastamento vertical do spk ao forro: DISTRIBUIÇÃO DOS CHUVEIROS AUTOMÁTICOS LOCALIZAÇÃO QUANTIDADE DIMENSIONAMENTO DOS SUB-RAMAIS E RAMAIS PARA RISCOS LEVE E ORDINÁRIO NÚMERO DE SPRINKLERS DIÂMETRO DO TUBO 1 1” ou 3/4” 2 1” 3 1¼“ 4 1¼“ 5 1½“ 10 2” 30 2½“ 60 3” até 100 4” DO CÁLCULO DA BOMBA PARA SPRINKLERS: Pressão mínima exigida: Pressão no bico: Pressão máxima na canalização: Localização do hidrante de recalque: a) Cálculo da perda de carga  Sucção  Expulsão  Perda de carga total b) Cálculo da altura manométrica total c) Cálculo da bomba Especificação da bomba: Vazão (m3/h): Altura manométrica (m): DO HIDRANTE DE RECALQUE: Identificá-lo pelos lados interno e externo na cor amarela e as letras “SPK” no seu interior na cor preta.Tipo de material: Diâmetro da tubulação: especificar maior e menor trecho Localização do hidrante de recalque: Volumes da RTI (litros): especificar conforme norma Coloração da ampola Temperatura de acionamento Tipo: Letra de código = “h“ Tubulação: diâmetro variável em ferro galvanizado Afastamento vertical do spk ao teto: em laje lisa. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 21 de 55  .

DO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS Classificação: Nível de proteção: Classificação da estrutura: Tipo de estrutura: Área de exposição equivalente Cálculo da necessidade de SPDA: Segundo NBR 5419. DIMENSIONAMENTO DO SPDA: Tipo de captação: Largura da malha (gaiola): Raio de proteção (franklin): Altura do captor*: * Apresentar os cálculos de todas as hastes isoladas Espaçamento médio: Perímetro da coberta: Número de descidas: Material utilizado: Altura da proteção mecânica de PVC rígido: Tipo de aterramento: Material utilizado: Resistência do aterramento: DA CENTRAL DE GÁS: Tipo: Capacidade: Tubulação: TRF dos elementos estruturais: Distância a outra instalação: Especificar detalhes consideráveis da central de GLP e caso não faça utilização de GLP. inserir nota atestando o fato.: Localizar o HR na entrada principal da edificação. _______________________________________ Nome do projetista Graduação CREA CE ETIQUETA . quando desnecessário.Obs.ART Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 22 de 55  . comprovar com cálculo.

nos moldes previstos na Norma Técnica n.o 001/2008. _____________________________. Comprometo-me a substituir o atual PSIP acima descrito.município de ______________________________________/CE.o _________.o ____________.o 001/2008. bairro ______________________________________________ . ______ de ____________________ de _____ _______________________________ Nome RG/CPF Endereço Proprietário/responsável pelo uso da edificação Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 23 de 55  . ora desatualizado devido à não previsão em planta das medidas de segurança contra incêndio e pânico exigidas na Tabela 4 da Norma Técnica n. a edificação situada na __________________________________________________________. que possui Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSIP) aprovado nesse Corpo de Bombeiros Militar sob o n. n.ANEXO C TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO Visando à concessão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. prevendo as medidas de segurança contra incêndio e pânico exigidas na mencionada Tabela 4 da norma em alusão.

que as pessoas abaixo relacionadas participaram com bom aproveitamento do treinamento de “Brigada de Incêndio” ministrado na edificação localizada ______________________________________________________.município de ___________________/CE e estão aptas ao manuseio dos equipamentos de prevenção e combate a incêndio da edificação: NOME R. para os devidos fins.o _________.G. bairro _____________________________________ . ______ de ____________________ de _____ _______________________________ Nome RG/CPF Registro CBMCE Somente válido com a comprovação da capacitação técnica do signatário (anexar cópia da credencial) Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 24 de 55  .ANEXO D ATESTADO DE BRIGADA DE INCÊNDIO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS ATESTADO DE BRIGADA DE INCÊNDIO Atesto. CPF _____________________________. n.

que possui Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSIP) aprovado nesse Corpo de Bombeiros Militar sob o n.ANEXO E TERMO DE RESPONSABILIDADE DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS TERMO DE RESPONSABILIDADE DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Visando à concessão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. Assumo toda a responsabilidade civil e criminal quanto à permanência das portas abertas. bairro ________________________________ .o ____________. atestamos que as portas das saídas de emergência da edificação o situada na __________________________________________________________. n. estão instaladas com sentido de abertura no fluxo da rota de fuga e permanecem abertas durante a realização do evento. _________.município de ____________________________/CE. _____________________________. ______ de ____________________ de _____ _______________________________ Nome RG/CPF Endereço Proprietário/responsável pelo uso da edificação Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 25 de 55  .

bairro __________________________________ .898. encontra-se instalado de acordo com as exigências da NBR 10.município de _____________________/CE. tendo as seguintes características: Motor (marca e modelo): Potência: Tensão: Tipo de acionamento: Combustível: Capacidade do tanque: Autonomia: Abrangência: _____________________________. Visando à concessão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. atesto que o grupo moto-gerador existente na edificação situada na ______________________________________________________. ____________________________________________________________. registrado no Crea sob o n.o ___________.ANEXO F TERMO DE ABRANGÊNCIA DO GRUPO MOTO-GERADOR ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS TERMO DE ABRANGÊNCIA DO GRUPO MOTO-GERADOR Eu. n. ______ de ____________________ de _____ _______________________________ Nome do responsável técnico Número da ART Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 26 de 55  .o _________.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 27 de 55  .

o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 28 de 55  .o: Procurador INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO Endereço: Área (m2): PSIP n.o: Altura (m): Ocupação: Vistoria n.ANEXO G FORMULÁRIO PRÓPRIO PARA ATENDIMENTO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS FORMULÁRIO PRÓPRIO PARA ATENDIMENTO Data: ____/____/____ Solicitante: Fone: Proprietário Finalidade da consulta: Responsável pelo uso Atendente: e-mail: Responsável técnico N.

 Elementos Estruturais        Estrutura portante(concreto. aço. madeira. Medidas de Segurança Contra Incêndio        (   ) Controle de materiais de acabamento  (   ) Sinalização de Emergência  (   ) Saídas de Emergência  (   ) Extintores     (   ) Iluminação de Emergência        5. outros):     3. Identificação da Edificação e/ou Área de Risco  Logradouro Público:     Bairro:     Proprietário:     Responsável pelo Uso:     Áreas(m2)  Existente:     Nº   Município:  E‐mail:  E‐mail:  A Construir:  Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 29 de 55  . outros):        Estrutura de sustentação da cobertura(concreto. divisão e descrição:     Risco(Mj/m2):  2. Riscos Especiais           (   ) Armazenamento de líquidos  inflamáveis/combustíveis  (   ) Fogos de Artifício     (   ) Gás Liquefeito de Petróleo  (   ) Vaso sob pressão(caldeira)  (   ) Armazenamento de produtos perigosos  Outros(especificar)                            Ass: Proprietário ou Responsável pelo uso  Ass: Vistoriante do Corpo de Bombeiros  VISTORIAS           Protocolo nº  Data:  Atendente:     Vistoriante:  Data:  Parecer:       I. Forma da Apresentação  Protocolo (uso do Corpo de Bombeiros)              Projeto Contra Incêndio e Pânico Simplificado                    4. aço. madeira.ANEXO H ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS FORMULÁRIO DE SEGURANÇA PARA PROJETO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO SIMPLIFICADO    Complemento:  UF: CE  Fone:  Fone:  Total:  ocupação do  Detalhes  Altura(m):  nº de pav:  subsolo:  Uso.

Edifícios de apartamento em geral e condomínios horizontais.   Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 30 de 55  . mosteiros. Centro de compras em geral (shopping centers).TABELA 1 CLASSIFICAÇÕES E EXIGÊNCIAS EM EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À OCUPAÇÃO Grupo Ocupação/Uso Divisão Descrição Exemplos Casas térreas ou assobradadas (isoladas e não isoladas). hotéis residenciais) e assemelhados. Hotéis. internatos. futebol e outros que não estejam incluídos em F-3). artigos hospitalares e assemelhados. laboratórios químicos. Pensionatos. dança. supermercados em geral. Escritórios administrativos ou técnicos. residências geriátricas. galerias comerciais. pintura de letreiros e outros. A-1 Habitação unifamiliar A Residencial A-2 Habitação multifamiliar A-3 Habitação coletiva B-1 B Serviço de Hospedagem B-2 Hotel e assemelhado Hotel residencial C-1 Comércio com baixa carga de incêndio Comércio com média e alta carga de incêndio C Comercial C-2 C-3 Shoppings centers D-1 Local para prestação de serviço profissional ou condução de negócios D-2 D Serviço profissional D-3 Agência bancária Serviço de reparação (exceto os classificados em G-4) D-4 Laboratório E-1 Escola em geral E-2 Escola especial E-3 E Educacional e cultura física E-4 Espaço para cultura física Centro de treinamento profissional E-5 Pré-escola Creches. Laboratórios de análises clínicas sem internação. sauna. pré-universitários. Escolas profissionais em geral. conventos. mercados e assemelhados. motéis. musculação e outros) esportes coletivos (tênis. magazines. Escolas de ensino fundamental e médio. Lavanderias. hospedarias. pensões. casas de cômodos e assemelhados. Locais de ensino e/ou práticas de artes marciais. E-6 Escola para portadores de deficiências Escolas para excepcionais. centros profissionais e assemelhados. pousadas. escolas religiosas e assemelhadas. Escolas de artes e artesanato. casas de fisioterapia e assemelhados. fotográficos e assemelhados. assistência técnica. deficientes visuais e auditivos e assemelhados. universitários e assemelhados. Hotéis e assemelhados com cozinha própria nos apartamentos (incluem-se apart-hotéis. alojamentos. jardins-de-infância. ginástica (artística. instituições financeiras (que não estejam incluídas em D-2). louças. cursos supletivos. reparação e manutenção de aparelhos eletrodomésticos. Agências bancárias e assemelhados. Edifícios de lojas de departamentos. Armarinhos de artigos de metal. albergues. chaveiros. escolas maternais.

quartéis. estações de transbordo em geral e assemelhados. refeitórios. aeroportos. Oficinas de conserto de veículos. garagens (exceto veículos de carga e coletivos). prontos-socorros. tiros ao alvo. Jardim zoológico. cafés. cartórios. e assemelhados (Edificações permanentes). bilhares. retificadoras de motores e assemelhados. capelas. Igrejas. Oficinas e garagens de veículos de carga e coletivos. centro de documentos históricos. portos. F-2 Local religioso e velório F-3 Centro esportivo e de exibição e Locais de Diversão F-4 Estação e terminal de passageiro F Local de Reunião de Público F-5 Arte cênica e auditório F-6 Clube social e Diversão F-7 Construção provisória F-8 Local para refeição F-9 Recreação pública F-10 Exposição de objetos e animais G-1 Garagem sem acesso de público e sem abastecimento Garagem com acesso de público e sem abastecimento Local dotado de abastecimento de combustível G-2 G Serviço automotivo e assemelhados G-3 G-4 Serviço de conservação. crematórios. sambódromos. borracharia. Boates. clínicas e consultórios veterinários e assemelhados (inclui-se alojamento com ou sem adestramento) Asilos. autódromos. aquários. mesquitas. centrais de polícia. hospitais psiquiátricos. academias. clubes e assemelhados. lanchonetes. Restaurantes. casa de saúde. necrotérios. manutenção e reparos G-5 Hangares H-1 Hospital veterinário e assemelhados H-2 H Serviço de saúde e institucional H-3 Local onde pessoas requerem cuidados especiais por limitações físicas ou mentais Hospital e assemelhado H-4 Repartição pública. templos. rodeios. álcool e assemelhados (Todos sem celas). salas de funerais e assemelhados. reformatórios. auditórios em geral e assemelhados. Estádios. cantinas e assemelhados. boliches e assemelhados. auditórios de estúdios de rádio e televisão. orfanatos. Postos de abastecimento e serviço. arenas em geral. pista de patinação. cinemas. Garagens coletivas sem automação. tribunais. metrô. cemitérios. Garagens automáticas. máquinas agrícolas e rodoviárias. delegacias. clínicas com internação e assemelhados (todos com internação). parques recreativos e assemelhados (Edificações permanentes). Abrigos para aeronaves com ou sem abastecimento Hospitais. tratamento de dependentes de drogas. sinagogas. clubes sociais. show-room. Estações rodoferroviárias e marítimas. bingos. Salões e salas de exposição de objetos e animais.  Grupo Ocupação/Uso Divisão Descrição Exemplos F-1 Local onde há objeto de valor inestimável Museus. bibliotecas e assemelhados. Legislativo e Judiciário. vaquejadas. em geral. heliponto. Edificações do Executivo. salões de baile. restaurantes dançantes. e assemelhados. galerias de arte. Hospitais. parques de diversão e/ou exposição. abrigos geriátricos. postos policiais e assemelhados. ginásios e piscinas com arquibancadas. planetários. micaretas. sem abastecimento (exceto veículos de carga e coletivos). bares. Circos. Teatros em geral. edificações das forças armadas e policiais Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 31 de 55  .

Locais em construção ou demolição e assemelhados. esculturas de pedra. armas. areias. armazenamento e distribuição de líquidos ou gases combustíveis e inflamáveis. ambulatórios. unidades de hemodiálise. espuma sintética. Comércio em geral de fogos de artifício e assemelhados. instrumentos musicais. penitenciárias. louças. tintas. cimentos. consultórios em geral. Fabricação de explosivos. centrais de transmissão ou de distribuição de energia e assemelhados. tais como fábricas em geral. Central telefônica. postos de atendimento de urgência. H Serviço de saúde e institucional H-6 Clínicas e consultórios médicos e odontológicos I-1 Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam baixo potencial de incêndio.200MJ/m2 Locais onde há alto risco de incêndio. destinados a transporte de passageiros ou cargas diversas. borracha e assemelhados.200MJ/m2. bebidas destiladas. fábricas de caixas e assemelhados. M-1 Túnel Túnel rodo ferroviário e marítimo. metais. máquinas). reformatórios. Depósitos com carga de incêndio até 300MJ/m2. Edificações sem processo industrial que armazenam tijolos. Depósitos onde a carga de incêndio ultrapassa a 1.   Grupo Ocupação/Uso Divisão Descrição Exemplos Clínicas médicas. M-2 Tanques ou Parque de Tanques M Especial M-3 Central de comunicação e energia M-4 Propriedade em transformação M-5 Processamento de lixo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 32 de 55  . L-3 Depósito Depósito de material explosivo. tais como: artigos de vidro. Propriedade destinada ao processamento. destilarias.H-5 Local onde a liberdade das pessoas sofre restrições Manicômio Judiciário. prisões em geral (casa de detenção. Atividades que manipulam materiais com baixo risco de incêndio. Todos sem embalagem. sabão. refinarias. Locais onde a carga de incêndio não chega a 300MJ/m2 Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam médio potencial de incêndio. jóias. gesso. presídios) e instituições assemelhadas (todos com celas). Atividades que manipulam materiais com médio risco de incêndio. postos de saúde e assemelhados (Todos sem internação). J-4 Todo tipo de Depósito L-1 Comércio L Explosivos L-2 Indústria Indústria de material explosivo. Edificação destinada a produção. alimentos marcenarias.200 MJ/m² I Indústria I-2 I-3 J-1 Depósitos de material incombustível J-2 J Depósito J-3 Todo tipo de Depósito Todo tipo de Depósito Depósitos com carga de incêndio entre 300 a 1. aparelhos de rádio e som. relógios. fotogravuras. artigos de metal. automóveis. suco de frutas. elevadores de grãos.200MJ/m². onde os processos não envolvem a utilização intensiva de materiais combustíveis (aço. ferramentas. Locais com carga de incêndio entre 300 a 1. Locais com carga de incêndio superior a 1. pedras. centros de comunicação. móveis. serralheria. materiais oxidantes. manipulação. atividades industriais que envolvam líquidos e gases inflamáveis. ceras. reciclagem ou armazenamento de material recusado/descartado. metais e outros materiais incombustíveis.

parque florestal e assemelhados.00 m < H  24.00 m 6. F3. M-7 Pátio de Containers TABELA 2 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES QUANTO À ALTURA Tipo I II III IV V VI Denominação edificação térrea edificação de baixa altura edificação medianamente baixa edificação de média altura edificação medianamente alta edificação alta Altura um pavimento H  6.M-6 Terra selvagem Floresta.00 m 12.200MJ/m² TABELA 4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES COM ÁREA MENOR OU IGUAL A 750 M2 E/OU COM MENOS DE DOIS PAVIMENTOS F C F2.200MJ/m² acima de 1.00 m < H  12. Ee B G Saídas de Emergência Iluminação de Emergência Sinalização de Emergência Extintores Central de Gás X X1 X X X X X² X X X Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 33 de 55  . Área aberta destinada a armazenamento de containers.00 m H > 30. F7 e F8 F1 e F5 X X1 X X X X X3 X X X X X1 X X X H1 e H4 X X1 X X X H2 e H3 X X1 X X X H5 X X1 X X X X X1 X X X H IeJ L1 X X4 X X X L Medidas de Segurança contra Incêndio A. F4. D.00 m TABELA 3 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À CARGA DE INCÊNDIO Risco Baixo Médio Alto Carga de Incêndio MJ/m² até 300MJ/m² entre 300 e 1. reserva ecológica. F6.00 m < H  30.00 m 24.

Para as edificações com lotação superior a 50 (cinqüenta) pessoas e/ou com mais de 01 (um) pavimento. 2 – Edificações com carga de incêndio alta. Exigido para o portão de acesso ao condomínio e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 34 de 55  .NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Somente para as edificações com mais de 01 (um) pavimento. NOTAS GENÉRICAS: a – Para a divisão M. NOTAS GENÉRICAS: a – O pavimento superior da unidade duplex do último piso da edificação não será computado para a altura da edificação. ver tabelas e Normas Técnicas específicas. 2 – Estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços. e c – As Divisões L2 e L3 somente poderão ser analisadas mediante Câmara Técnica. 3 . d – As edificações da divisão A1 ficam isentas da presente exigência. b – A Divisão L1 (Explosivos) está limitada à edificação térrea até 100 m2 (observar Norma Técnica especifica). A-2 e A-3 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X1 X X X X3 X X X X H6 X1 X X X X3 X X X X 6 < H  12 X1 X X X X3 X X X X 12 < H  24 X1 X X X X3 X X X X 24 < H  30 X1 X X X X3 X X X X H > 30 X1 X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.   TABELA 5A EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO A COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Central de Gás Chuveiros Automáticos GRUPO A – RESIDENCIAIS Condomínios Residenciais (A-1). 3 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 30m. 4 – Luminárias à prova de explosão.

5 X6 X X X 6 < H  12 X7 X X X X4. 7 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Exigido para o portão de acesso ao condomínio e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. 4 – Os detectores de incêndio devem ser instalados em todos os quartos. 6 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m.5 X6 X X X H6 X7 X X X3 X4. 3 – Estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviço.5 X6 X X X 12 < H  24 X7 X X X X4.TABELA 5B EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO B COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos GRUPO B – SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM B-1 e B-2 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X7 X X X3 X4. 2 – Pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 35 de 55  . exceto para as selagens dos shafts e dutos de instalações. 5 – Quando a edificação possuir Carga Incêndio Alta.5 X6 X X X 24 < H  30 X7 X X X X X X X X X H > 30 X7 X X X X4 X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.

C-2 e C-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea X7 X X X X5 X8 X X X H6 X7 X X X X5 X8 X X X 6 < H  12 X7 X X X X5 X8 X X X 12 < H  24 X7 X X X X5 X8 X X X X 24 < H  30 X7 X X X X5 X X X X X X H > 30 X7 X X X X X X X X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos Central de Gás X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 5 – Somente para as áreas de depósitos superiores a 750m².TABELA 5C EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO C COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO C – COMERCIAIS Divisão C-1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 36 de 55  . e 8 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. Exigido para o portão de acesso ao condomínio comercial. 7 – Recomendado para as vias de acesso e faixa de estacionamento.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 37 de 55  . e 5 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. D-3 e D-4 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X4 X X X H6 X4 X X X 6 < H  12 X4 X X X 12 < H  24 X4 X X X 24 < H  30 X4 X X X H > 30 X4 X X X X X X X X X X4 NOTAS ESPECÍFICAS: 4 – Recomendado.TABELA 5D EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO D COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça X5 X X X X5 X X X X5 X X X X5 X X X X X X X GRUPO D – SERVIÇOS PROFISSIONAIS D-1. D-2.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 38 de 55  . E-4. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. 4 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. E-2. E-5 e E-6 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea X3 X X X X4 X X X H6 X3 X X X X4 X X X 6 < H  12 X3 X X X X4 X X X 12 < H  24 X3 X X X X4 X X X 24 < H  30 X3 X X X X X X X H > 30 X3 X X X X X X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 3 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. E-3.TABELA 5E EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO E COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO E – EDUCACIONAL E CULTURAL Divisão E-1. NOTAS GENÉRICAS: a – Edificações destinadas a escolas que possuam alojamentos ou dormitórios devem ser protegidas pelo sistema de detecção de fumaça nos quartos. b – Os locais destinados a laboratórios devem ter proteção em função dos produtos utilizados.

6 X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X3 X X X X4 X X X X X3 X X X X4 X X X X X3 X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X X3 X X X X4 X3 X X X X4 Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Detecção de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 3 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. 4 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. F-2 E F-8 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-1 e F-8 Classificação quanto à altura (em metros) F-2 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X3 X X X X4 X3 X X X X4 X3 X X X X X5 X X X X X X X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X3 X X X X4 X5. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 39 de 55  .1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-1. e 6 – Somente para edificações do Grupo F-1. 5 – Quando a Carga Incêndio for Alta.TABELA 5F.6 X X X X3 X X X X4 X5.

Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 40 de 55  . F-4 E F-9 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-3 e F-9 F-4 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X2 X X X X2 X X X Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X2 X X X X2 X X X X2 X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X X2 X X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.TABELA 5F.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-3.

5 – Recomendado. casa de máquinas e assemelhados.6 X X X X5 X X X X3 X4.6 X X X X5 X X X X3 X4. e 6 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. e nos locais de reunião onde houver teto e/ou forro falso com revestimento combustível. 4 – Somente para locais com público acima de 1000 pessoas. cozinhas. pisos técnicos.TABELA 5F.6 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 3 – Somente para os locais como depósitos.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-5 E F-6 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-5 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X5 X X X X3 X4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 41 de 55  . escritórios.6 X X X F-6 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X5 X X X X3 X X X X X5 X X X X X X X X X5 X X X X X X X X X X5 X X X X X X X X X Divisão 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X5 X X X X3 X X X X X5 X X X X X X X X X5 X X X X X X X X X X5 X X X X X X X X X X5 X X X X3 X4.

será submetida à Comissão Técnica para definição das medidas de Segurança contra incêndio. NOTAS GENÉRICAS: a – A Divisão F-7 com altura superior a 6 metros. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 42 de 55  .4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-7 E F-10 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-7 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X3 X X X X3 X X X F-10 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X3 X X X X X5 X X X X X X X X X X X X X X X X5 X X X X5 X X X X3 X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X3 X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFÍCAS: 3 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. 5 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.TABELA 5F.

TABELA 5G. 3 – Recomendado. a no máximo 5 m da saída de emergência. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 43 de 55  .1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-1 E G-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-1 e G-2 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X3 X X X H6 X3 X X X 6 < H  12 X3 X X X 12 < H  24 X3 X X X 24 < H  30 X3 X X X H > 30 X3 X X X X X2 X X X X X X X2 X X X X X2 X X X X X2 X X X X X2 X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Deve haver pelo menos um acionador manual. por pavimento.

por pavimento. NOTA GENÉRICA: a .2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-3.TABELA 5G.As exigências acima referem-se às ocupações de divisões G-3 e G-4. a no máximo 5 m da saída de emergência. 4 – Recomendado. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 44 de 55  . A ocupação de divisão G-5 será analisada em Comissão Técnica. G-4 E G-5 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X4 X X X X4 X X X G-4 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X X2 X X X X X X X X X X X X X4 X X X X X2 X X X X X4 X X X X X2 X X X X Divisão 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X4 X X X X X2 X4 X X X X X2 X X X X X4 X X X X4 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Deverá haver pelo menos um acionador manual.

Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. e 5 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. 4 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. 2 – Acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-1 E H-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL Divisão H-1 Classificação quanto à altura (em metros) H-2 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X1 X2 X X X X4 X X X X1 X2 X X X X X4 X X X X1 X2 X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X4 X X X X4 X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X4 X X X X4 X X X X X2 X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X5 X5 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Os detectores deverão ser instalados em todos os quartos. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 45 de 55  .TABELA 5H.

TABELA 5H.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-3 E H-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X5 X5 X X X H-4 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X4 X X X X X4 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X1 X2 X X X X X4 X X X X1 X2 X X X X X4 X X X X4 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Os detectores deverão ser instalados em todos os quartos. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. 2 – Acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores. e 5 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 46 de 55  . 4 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.

Presídios.TABELA 5H. Para os Manicômios Judiciários e assemelhados. etc.) não será necessário automática de incêndio.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-5 E H-6 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-5 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X X X X X X X X X1 X4 X X X X4 X X X H-6 Classificação Quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X2 X2 X X X X X X X X X X X X X4 X X X X2 X2 X X X X2 X4 X X X X2 X2 X X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X X X X X1 X4 X X X X X X X X1 X4 X X X X X X X X1 X X X X X X X X X1 X X X X X X4 X X X X4 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Para a Divisão H-5. 2 – Caso haja internação na Divisão H-6 (clínica). as prisões em geral (Casas de Detenção. prever detecção em todos os quartos. a edificação será enquadrada como H-3. 4 – Recomendado. detecção Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 47 de 55  . Penitenciárias.

TABELA 5I. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 48 de 55  .1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-1 E I-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão I-1 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X2 X X X X2 X X X GRUPO I – INDUSTRIAIS I-2 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X2 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 49 de 55  .TABELA 5I. e 2 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-3 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO I – INDUSTRIAIS I-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X H6 X2 X 6 < H  12 X2 X 12 < H  23 X2 X X X X X X X X X X 23 < H  30 X2 X X X X X X X X X X X Acima de 30 X2 X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.

TABELA 5J. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 50 de 55  .1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-1 E J-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão J-1 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X3 X X X X3 X X X GRUPO J – DEPÓSITOS J-2 Classificação Quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 23 < H Acima  12  23  30 de 30 X3 X X X X3 X X X X3 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H  6  12  23  30 de 30 X3 X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X X X X X X X X X3 X X X X3 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 3 – Recomendado de acesso e faixas de estacionamento. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 51 de 55  . Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-3 E J-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão J-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X2 X X2 X GRUPO J – DEPÓSITOS J-4 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 23 < H H > 30  12  23  30 X2 X X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 23 < H H > 30 Térrea H  6  12  23  30 X2 X X2 X X X2 X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X2 X X2 X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Controle de Fumaça Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Recomendado de acesso e faixas de estacionamento.TABELA 5J.

TABELA 5M.Vide Tabela 4. 4 – Rede de hidrante seca.00m. 3 – Deve ser ligado a sistema automático de acionamento (ex. NOTAS GENÉRICAS: a – Todos os túneis em paralelo devem ter interligação conforme Normas Técnicas Específicas. e 5 – Rede de hidrante completa (bomba.TABELA 5L. etc. e b – Os túneis com extensão superior a 1000m devem ser submetidos a análise em Comissão Técnica. reserva.1 Grupo de ocupação e uso GRUPO L – EXPLOSIVOS Divisão L-1 (COMÉRCIO) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H6 6 < H  12 Medidas de Segurança contra Incêndio NOTA GENÉRICA: A – Será permitida somente edificação com área até 100 m² .). com guarda-corpo em ambos os lados) com largura mínima de 1.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-1 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO M – ESPECIAIS M-1 TÚNEL Extensão em metros (m) Medidas de Segurança contra Incêndio Até 200 Saídas de emergência Controle de fumaça em espaços comuns e amplos Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Sistema de Comunicação Sistema Circuito de TV Extintores Hidrantes X X4 X X5 X2 X X2 X X1 De 200 à 500 X1 De 500 à 1000 X1 X3 X2 X X Acima de 1000 X1 X3 X2 X X X X X5 Divisão NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Considerar saídas como sendo passarelas laterais (corredores de circulação. além das exigências acima. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 52 de 55  . 2 – A brigada de incêndio deve ser pessoal treinado da Empresa responsável ou Administradora. detector de incêndio). mangueiras.

e 4 – Recomendado de acesso e faixas de estacionamento. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 53 de 55  .3 X4 X X X3 X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X2 Tanques ou cilindros Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Resfriamento Espuma NOTAS ESPECÍFICAS: 1– Somente quando a área construída for superior a 750 m². comercialização e utilização de GLP e comercialização.240kg 6. NOTA GENÉRICA: a – deverão ser verificadas as exigências quanto ao armazenamento constantes nas Normas que tratam de armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis. desde que não sejam utilizadas para outros fins.TABELA 5M. excluídas as coberturas de bombas de combustível. conforme Norma Técnica Específica. 3 – Luminárias à prova de explosão. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.240kg 6. 2 – Somente para líquidos inflamáveis e combustíveis. utilização e distribuição de Gás Natural.240kg X4 X4 X4 X4 X X X X X1 X X1.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-2 (QUALQUER ÁREA E ALTURA) Grupo de ocupação e uso GRUPO M – ESPECIAIS Divisão M-2 – Líquidos e gases combustíveis e Inflamáveis Produtos acondicionados Postos de Líquidos acima Líquidos acima serviços ou Líquidos até 20 m³ Líquidos até 20 m3 de 20 m3 ou de 20 m3 ou abastecimentos ou gases até ou gases até gases acima de gases acima de 6.240kg 6.

Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. através de supressão total do ambiente.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-3 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-3 – Centrais de Comunicação e Energia Classificação Quanto à altura (em metros) Térrea X2 X X X H6 X2 X X X 6 < H  12 X2 X X X 12 < H  23 X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X1 23 < H  30 X2 X X X X X X X X X1 Acima de 30 X2 X X X X X X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores HidranteS Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – O sistema de chuveiros automáticos para a divisão M-3 pode ser substituído por sistema de gases. e 2 – Recomendado de acesso e faixas de estacionamento. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 54 de 55  .TABELA 5M.

M-5.4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-4. M-6 e M-7.M-6 e M-7 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores X X X X H6 X X X X 6 < H  12 X X X X 12 < H  23 X X X X 23 < H  30 X X X X H > 30 X X X X NOTA GENÉRICA: a – Nas divisões M-5. M-6 E M-7 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-4 . quando houver edificação (construção) com área superior a 750m². o processo deve ser analisado através de Comissão Técnica.M-5 .TABELA 5M. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 55 de 55  .

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 002/2008 TERMINOLOGIA E SIMBOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 21 .

3. que acompanha o Bombeiro Militar Fiscal. sob a projeção do paramento externo da parede da edificação. Os símbolos gráficos constantes nesta Norma Técnica se aplicam aos projetos de segurança contra incêndio. Ampliação: Aumento da área construída da edificação.1. ao ponto mais alto da edificação. carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio.8. Alambrado: Tela de arame ou outro material similar.15.13.4. 3.1. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema.7. que tem como finalidade conduzir a água da Estação de Tratamento de Águas (ETA). ou qualquer parte da parede externa da edificação com índice de resistência ao fogo menor que o exigido para a face exposta da edificação.10. até as redes de distribuição. 2.11. 3. Adota-se a NBR 14100/98 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos para projetos. área de refúgio ou descarga para saída do recinto do evento. dotado de porta. ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo). 3. 3. Adutora: Canalização. embutido ou aparente. Abrigo: Compartimento. 2. Alarme de incêndio: Dispositivo de acionamento automático e desligamento manual.2. balcões.2. sob a projeção do paramento externo da parede da edificação. para alcançar a escada ou rampa. constituindo a rota de saída horizontal. passagens. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 21 . Altura Total da Edificação: é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga. ao piso do último pavimento Habitável. 3. Abandono de edificação: Retirada organizada e segura da população usuária de uma edificação conduzida à via pública ou espaço aberto. Abertura desprotegida: Porta. sob a projeção do parâmetro externo da parede da edificação. Análise preliminar de risco: Estudo prévio sobre a existência de riscos.3. destinado a armazenar mangueiras. Afastamento horizontal entre aberturas: Distância mínima entre as aberturas nas fachadas (parede externa) dos setores compartimentados. aplicam-se os seguintes termos e definições: 3. OBJETIVO Esta Norma Técnica padroniza os termos. Agente extintor: Produto utilizado para extinguir o fogo. 3.9. varandas e terraços. Acesso: Caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor. 3. símbolos e definições utilizados na legislação de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. vestíbulos. Os acessos podem ser constituídos por corredores.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 002/2008 TERMINOLOGIA E SIMBOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexo 1. Altura da edificação: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga. com as inclusões e adequações de exigências constantes nesta instrução. 3. 3. capaz de proteger contra intempéries e danos diversos. DEFINIÇÕES Para efeitos desta Norma Técnica. ficando em local seguro. 3. Altura ascendente: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível da descarga.12. esguichos.6. executando os testes necessários na vistoria. geralmente de grande diâmetro. Acompanhante: Pessoa com conhecimentos da operacionalidade dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios instalados na edificação. 3. janela ou qualquer outra abertura não dotada de vedação com o exigido índice de proteção ao fogo. 3. 3. destinado a alertar as pessoas sobre a existência de um incêndio no risco protegido. APLICAÇÃO Esta Norma Técnica se aplica a toda legislação de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado do Ceará. 3. com resistências mecânicas de 5000 N / m.14. 2.5.

admitindo-se acréscimo de 25%.18.17.35. localizado dentro dos limites do heliporto ou heliponto.24.Tipo III: Utiliza equipamentos que aplicam a espuma por meio de jatos que atingem a superfície do líquido em queda livre. sendo esta utilizada exclusivamente para proteção das ilhas de bombas em postos de gasolina. Área de armazenagem: Local destinado a estocagem de fogos de artifício industrializado. Andar: Volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos. Área de Risco: Ambiente externo à edificação que contém armazenamento de produtos inflamáveis. do respectivo órgão do Comando Aéreo Regional. 3. Anemômetro de fio quente ou termo anemômetro: Tipo de anemômetro que opera associando o efeito de troca de calor convectiva no elemento sensor (fio quente) com a velocidade do ar que passa pelo mesmo. cadastrado no Comando Aéreo Regional respectivo. Área de pouso e decolagem: Local do Heliponto ou Heliporto. e dos recintos fechados de escadas e rampas. Área construída ou edificada: Área da projeção da coberta de uma edificação. portas.39.840 kg de GLP. Área de pouso ocasional: Local de dimensões definidas. Não se enquadra na definição do item 3. paredes. totalizando 1900 MJ/m³. Anemômetro: Instrumento que realiza a medição da velocidade de gases. a área coberta ou projeção da mesma. 3. 3.27. e pelas quais pode-se irradiar o incêndio. em caráter temporário. Área de refúgio para helipontos: Local ventilado.° 09 – Separação entre Edificações. provocando o mínimo de submergência. 3. no processo de segurança contra incêndio. 3. acessado através das saídas de emergência de um setor ou setores. com ventilação natural garantida por janela para o exterior. 3. específica e por prazo limitado. por dutos de entrada e saída de ar ou por ventilação forçada (pressurização).36.22 desta NT. 3. exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade. Área de toque: Parte da área de pouso e decolagem.16. 3.26. compreendendo os corredores de inspeção.30. 3. Área de estacionamento: Local destinado ao estacionamento de helicópteros. que poderá ser utilizado para pousos e decolagens de Helicópteros. Área de refúgio: Local seguro que é utilizado temporariamente. na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar. quando esta for constituída de material metálico com pé direito de no mínimo 6m.34. com acesso à escada de emergência. parcialmente utilizados e vazios.37. 3. Área de estocagem: local destinado ao acondicionamento de fogos de artifícios industrializados. ou entre o pavimento e o nível superior a sua cobertura.21. para pousos e decolagens de helicópteros mediante autorização prévia. 3. 3. elementos de vedação).20. quando existirem. Área de armazenamento: Local contínuo destinado ao armazenamento de recipientes transportáveis de gás liqüefeito de petróleo (GLP). Área construída parcial: Área da projeção da coberta de uma edificação. 3. do espaço compreendido pelo perímetro interno das paredes externas e paredes corta fogo.19. 3.23. conforme Norma Técnica n. previamente delimitado. que pode ser usado. Análise: Ato de verificação das exigências das medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco. próximo ao local de resgate de vítimas com uso de helicópteros para casos de impossibilidade de abandono da edificação pelas rotas de fuga previamente dimensionadas. 3. onde o Helicóptero pousa e decola . 3. Área de pavimento: Medida em metros quadrados. adotando-se como parâmetro a carga de incêndio de 1520 MJ /m³. com risco isolado. 3.31.33. em qualquer pavimento de uma edificação. Área de armazenamento especial: Área destinada ao armazenamento superior a 99. produtos combustíveis e/ou instalações elétricas e de gás.38.22. Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros: Local construído sobre edificações. Área construída total: Somatória de todas as áreas construídas de uma edificação. com dimensões definidas. Possibilita realizar medições de valores baixos de velocidade. mas que são projetados para reduzir a submergência e agitar a superfície do líquido. 3.1 m/s. cheios.Tipo II: Utiliza aplicadores que não depositam a espuma suavemente na superfície do líquido. 3. com dimensões definidas. Área de aberturas na fachada de uma edificação: Superfície aberta nas fachadas (janelas.22. Aplicação por espuma: Tipo I: utiliza aplicador que deposita a espuma suavemente na superfície do líquido. 3. Antecâmara: Recinto que antecede a caixa da escada.3. e excluindo a área de antecâmara. em geral com valores em torno de 0. 3.25.32. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 21 . 3. 3.29. parapeitos e vergas que não apresentam resistência ao fogo. separado desta por porta corta-fogo e situado em helipontos elevados.1. 3.28. Admissível somente em bases de GLP e deve ter seu processo analisado por Comissão Técnica.

Bomba de pressurização (“jockey”): Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a manter o sistema pressurizado em uma faixa preestabelecida. 3.64. 3. 3. As barreiras de fumaça podem ter aberturas que são protegidas por dispositivos de fechamento automático ou por dutos de ar. 3. baldes. duto de coleta e dreno. 3. adequados para controlar o movimento da fumaça. chamas ou calor de um local ou instalação para outro contíguo.56. e que tenha sido aprovado no curso de formação. Armazém de produtos acondicionados: Área coberta ou não. tonéis. 3. que presta serviços de prevenção de incêndio e atendimento de emergência em edificações e eventos. 3. Aspersor: Dispositivo utilizado nos chuveiros automáticos ou sob comando. andar ou teto.50. chama-se quina do degrau. tanto vertical quanto horizontal. para aplicação de agente extintor. 3.59. Barreiras de fumaça (“smoke barriers”): Membrana.. conectando dois ou mais pavimentos cobertos. com a finalidade de coletar vazamentos de óleo isolante. destinada a abrigar máquinas.48. a linha de concorrência dos planos do degrau e do espelho. 3. neste caso obrigatoriamente inclinada. escada rolante e “shafts” de hidráulica. onde são acondicionados recipientes (tais como tambores. a saliência do bocal ou da quina sobre o degrau imediatamente inferior não pode ser menor que 15 mm em projeção horizontal.55. com dedicação exclusiva.) que contenham produtos ou materiais combustíveis ou produtos inflamáveis.49.67. 3. de acordo com a norma específica. 3.46. 3. 3. eletricidade. Atestado de brigada contra incêndio: Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teórico e prático de prevenção e combate a incêndio. 3.63.43.44. 3.54. latas. exclusivamente a armazenagem de recipientes de líquidos inflamáveis. Bomba principal: Dispositivo hidráulico centrifugo destinado a recalcar água para os sistemas de combate a incêndio. pelo menos.61. Bombeiro público (Militar ou civil): Pessoa pertencente a uma corporação de atendimento às emergências públicas. que é projetada e construída para restringir o movimento da fumaça. Barreiras de proteção: Dispositivos que evitam a passagem de gases. quando estes não puderem ser abastecidos pelo reservatório elevado. Bacia de contenção de óleo isolante: Dispositivo constituído por grelha. piso técnico de elevadores. 3. 3.45. 3.41. 3. ar condicionado e cabos de comunicação. Avisador: Dispositivo previsto para chamar a atenção de todas as pessoas dentro de uma área de perigo. com fechamento na cobertura. tal como uma parede.40. Átrio (“Atrium”): Espaço amplo criado por um andar aberto ou conjuntos de andares abertos. ou da própria administração do estabelecimento.. Armazém de líquidos inflamáveis: Construção destinada.58. arredondada inferiormente ou não. Autonomia do sistema: Tempo mínimo em que o sistema de iluminação de emergência assegura os níveis de iluminância exigidos. Bombeiro voluntário: Pessoa pertencente a uma organização não Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 21 . Ático: Parte do volume superior de uma edificação.60. 3. 3. Bombeiro profissional civil: Pessoa pertencente a uma empresa especializada. etc.53. 3. Área de venda: Local destinado a permanência de pessoas para escolha e compra de fogos de artifício. Avisador sonoro e visual: Dispositivo que emite sinais audíveis e visíveis de alerta combinados.42.3. Área do maior pavimento: Área do maior pavimento da edificação. preenchido com pedra britada.47. Balcão ou sacada: Parte de pavimento da edificação em balanço em relação à parede externa do prédio. tendo. Avisador visual: Dispositivo que emite sinais visuais de alerta. excetuando-se os locais destinados a escada. Bomba com motor a explosão: Equipamento para o combate a incêndio cuja força provém da explosão do combustível misturado com o ar. uma face aberta para o espaço livre exterior. 3. 3.62. excluindo-se o de descarga. Avisador sonoro: Dispositivo que emite sinais audíveis de alerta. 3. Bacia de contenção: Região delimitada por uma depressão do terreno ou diques destinada a conter integralmente o vazamento de produtos líquidos dos tanques.66. Bomba com motor elétrico: Equipamento para combate a incêndio cuja força provém da eletricidade. Bomba de reforço: Dispositivo hidráulico destinado a fornecer água aos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente. Áreas de produção: Locais onde se localizam poços de petróleo. Bocal ou nariz do degrau: Borda saliente do degrau sobre o espelho.51. Nota: Se o degrau não possui bocal.65.57. controlado pela central.52. 3. 3. caixas de água e circulação vertical.

no mesmo pavimento ou para pavimentos elevados consecutivos. Carretel axial: Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semirígidas. pisos e tetos. instituído pelo Comandante do Corpo de Bombeiros. Combate a incêndio: Conjunto de ações táticas destinadas a extinguir ou isolar o incêndio com uso de equipamentos manuais ou automáticos. 3. 3.69. Botijão portátil: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP) com capacidade nominal de até 5 kg de GLP. 3. Central de gás: Área devidamente delimitada. respeitando o Código do Consumidor. 3. voluntárias ou não. Brigada de incêndio: Grupo organizado de pessoas.75. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. Estatuto da Criança e do Adolescente e o R 104. Comércio de fogos de artifício no varejo: local destinado à venda de fogos de artifício de classes A e B. Camada de fumaça (“smoke layer”): Espessura acumulada de fumaça abaixo de uma barreira física ou térmica.71. previstas pela legislação e constantes no processo.92.89. interna ou externamente ao edifício. 3.81.88. de tal modo que o incêndio fique Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 21 .77. contido apenas pelo equipamento de transportes. treinadas e capacitadas para atuar na prevenção.73.85. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP. 3. 3. Carga a granel: produto que é transportado sem qualquer embalagem. constituídas de elementos de construção resistentes ao fogo.79. a edificação possua as condições de segurança contra incêndio. 3. quarto de hotel ou assemelhado.84. convertê-los em indicações adequadas.). relacionada com um acidente. seja ele tanque. 3. Como construído (“as built”): Documentos. que podem contribuir para a propagação e radiação do fogo. estabelecendo um período de revalidação. calor. Cobertura: Elemento construtivo. desenhos ou plantas do sistema. Código Penal. dentro de uma área preestabelecida. Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio: Documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) certificando que. 3. com o objetivo de avaliar e propor alterações necessárias ao Código de Segurança Contra Incêndio. vento etc. caçamba ou container. com a função de protegê-la da ação dos fenômenos naturais (chuva. Botoeira “liga-desliga”: Acionador manual.91. Comissão especial de avaliação (CEA): Grupo de pessoas qualificadas no campo da segurança contra incêndio. representativas de entidades públicas e privadas.87. 3. 3.72.74. 3. Carga de incêndio específica: Valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado.70. Compartimentação horizontal: Medida de proteção.80. durante a vistoria. vaso. 3.76. 3. calor e gases. expresso em megajoule 2 (MJ) por metro quadrado (m ). 3. para bomba principal.68. 3. 3. 3. 3.governamental que presta serviços de atendimento às emergências públicas. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador.78.82. 3. inclusive o revestimento das paredes. Compartimentação: Medidas de proteção passiva. destinados ao armazenamento de gás liquefeito de petróleo (GLP) para consumo. que contém os recipientes transportáveis ou estacionário(s) e acessórios. 3. com o objetivo de analisar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas mais complexas ou apresentarem dúvidas quantos às exigências previstas na legislação. destinados a evitar ou minimizar a propagação do fogo. separando ambientes. divisórias. Carga de incêndio: Soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis contidos em um espaço. Comissão técnica: Grupo de estudo do CBMCE. Câmara de espuma: Dispositivo dotado de selo de vapor destinado a conduzir a espuma para o interior do tanque de armazenamento de teto cônico. 3. Código Civil. determinados nas normas técnicas em vigor. Botijão: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP). do tipo liga-desliga. localizado no topo da edificação. Circulação de uso comum: Passagem que dá acesso à saída de mais de uma unidade autônoma. 3. Combustibilidade dos elementos de revestimento das fachadas das edificações: Característica de reação ao fogo dos materiais utilizados no revestimento das fachadas dos edifícios. Central de alarme: Equipamento destinado a processar os sinais provenientes dos circuitos de detecção. 3. Capacidade volumétrica: Capacidade total em volume de água que o recipiente pode comportar.90. Causa: Origem de caráter humano ou material.86.83. abandono da edificação. comandar e controlar os demais componentes do sistema. combate a um princípio de incêndio e prestar os primeiros socorros.

que consiste na auto combustão de um corpo (composto de combustível. em qualquer estado físico. trabalhando como carga quando o sistema está com a tensão alta. aplicada em áreas de escadas e rampas destinadas a servir de apoio para as pessoas durante o deslocamento. comburente e outros). com a finalidade de orientar sua população. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. 3. Podem ser: Dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de aspersão e terminam em um defletor ou uma calha que distribui a espuma. para acondicionamento de carga geral a transportar.107. 3. 3. e trabalhando como gerador quando o sistema está com a tensão baixa. destinado ao pisoteio e o espelho que é a parte vertical do degrau. com superfície lisa.97. do manipulador.105. chama ou fumaça. 3. Contêiner: Grande caixa metálica de dimensões e características padronizadas. quando sensibilizado por fenômenos físicos e/ou químicos. espaços ou andares. ao eixo da rua ou a uma linha imaginária entre duas edificações ou áreas compartimentadas do mesmo lote.98. basicamente. portas. 3.101. esguichos de fluxo direcional.contido no local de origem e evite a sua propagação no plano horizontal. construídos para evitar ou minimizar a propagação do incêndio de dentro para fora de seus limites. 3. que permite o recalque de água para o sistema.94. Estes dispositivos podem ter formas como as de tubos abertos. 3. compreendendo um ou mais cômodos. 3. tais como: localização de ambientes.100. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 21 . Destravadores eletromagnéticos: Dispositivo de controle de abertura com travamento determinado pelo acionamento magnético. ou pequenas câmaras de geração com bocas de saídas abertas.104. 3. Densidade populacional (d): Número de pessoas em uma área determinada (pessoas/m2). 3.93. o qual ocorre por camadas e a velocidades controladas (de alguns décimos de milímetros até quatrocentos metros por segundo.113. Dispositivo de recalque: Registro para uso do Corpo de Bombeiros. 3.109. 3.99. 3. Dispositivos de descarga: Equipamentos que aplicam a espuma sob forma de neblina e que aplicam o agente numa corrente compacta de baixa velocidade.103. que lhe define a altura. 3. saídas. Detector automático de incêndio: Dispositivo que. separando pavimentos consecutivos.102. Descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. Deflagração: fenômeno característico dos chamados baixos explosivos. Comunicação visual: Conjunto de informações visuais aplicadas em uma edificação. arredondada e contínua. prestação de serviços e propagandas. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e dificulte a sua propagação. Compartimento: Parte de uma edificação. detecta princípios de incêndio podendo ser ativado. 3. dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de uma corrente compacta de baixa velocidade. Compensadores Sincronos: Equipamento que compensa reativos do sistema.96. selos e “dampers” corta-fogo. decorrente da passagem de corrente elétrica.108. 3. não se tratando especificamente de sinalização de emergência. de edificação e do público em geral.110. com a finalidade de facilitar o seu embarque.95. Cor de contraste: Aquela que contrasta com a cor de segurança a fim de fazer com que a última se sobressaia. Corrimão: Barra. Distância máxima horizontal de caminhamento: Afastamento máximo a ser percorrido pelo espectador para alcançar um acesso. cano ou peça similar. 3. 3. Compartimentar: Separar um ou mais locais do restante da edificação por intermédio de paredes resistentes ao fogo. Degrau: Conjunto de elementos de uma escada composta pela face horizontal conhecida como “piso”. Deslizador de espuma: Dispositivo destinado a facilitar a aplicação suave da espuma sobre líquidos combustíveis armazenados em tanques. estabelecida a partir do limite de área de armazenamento. Distância de segurança: Afastamento entre uma face exposta da edificação ou de um local compartimentado à divisão do lote. 3. medida perpendicularmente à face exposta da edificação.106. 3. Compartimentação vertical: Medida de proteção.111. Cor de segurança: Aquela para a qual é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança ou saúde. desembarque e transbordo entre diferentes meios de transporte. podem ter ou não defletores ou calhas incluídos como partes integrantes do sistema. Distância mínima de segurança: Afastamento mínimo entre a área de armazenamento de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) e outra instalação necessária para a segurança do usuário.112. 3. por calor.

137.135. às escadas. 3. com ou sem espaços vazios. Embalagens: elemento ou conjunto de elementos destinados a envolver. Elemento estrutural: Todo e qualquer elemento de construção do qual dependa a resistência e a estabilidade total ou parcial da edificação. para permitir a ventilação. com aberturas dispostas de forma a poderem ser consideradas uniformemente distribuídas.114. podendo possuir mezaninos cuja somatória de áreas deve ser menor ou igual à terça parte da área do piso de pavimento. 3. exclusivamente. baixa ou atingindo o teto.132.133. dispensando-se o duto interno e/ou externo para pressurização. 3. em cada pavimento: 3.119.121. responsável pela radiação de calor. conter ou proteger produtos durante sua movimentação. portanto. Edificação aberta lateralmente: Edificação ou parte de edificação que. que permite a saída. EPI: Equipamentos de proteção individual. 3. Duto de entrada de ar (DE): Espaço no interior da edificação. 3. 3. equipamento ou material. ingestão ou absorção cutânea. mantendo-os. devidamente ventilados e livres de fumaça em caso de incêndio.136.131. 3.126. Distribuição de GNL a granel: Compreende as atividades de aquisição ou recepção. acima da cobertura da edificação. 3. 3. ao meio ambiente e ao patrimônio. 3. com isso.122. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas.118. sendo por inalação. Efeito chaminé (“Stack effect”): Fluxo de ar vertical dentro das edificações.116. 3. Edificação: Área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro do edifício e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas.125. 3. causado pela diferença de temperatura interna e externa. Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo. 3. tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. EPI de nível “A”: É o nível máximo de proteção para todas as possíveis vias de intoxicação.128. transporte. Duto de saída de ar (DS): Espaço vertical no interior da edificação. 3. 3. compreendido entre a parte inferior do forro de um pavimento e a parte superior do piso do pavimento imediatamente superior. 3.138. Elemento de compartimentação: Elemento de construção que compõe a compartimentação da edificação. armazenamento. Efeito do sistema: Efeito causado pelo erro de projeto e/ou instalação com configurações inadequadas do sistema onde o ventilador está instalado. comercialização ou consumo. ocasionando redução do desempenho do ventilador em termos de vazão. convecção de gases quentes ou a transmissão direta de chama. 3.130. Utiliza-se roupa encapsulada Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 7 de 21 . podendo também exercer a atividade de liquefação de gás natural. armazenamento. que serão realizadas por pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras. 3.115. ou 3. 3. controle de qualidade e comercialização do gás natural liquefeito (GNL). coletado ao nível inferior desta. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. 3. convecção de gases quentes e ou transmissão direta de chamas. 3.123. Duto “plenum”: Condição de dimensionamento do sistema de pressurização no qual se admite apenas um ponto de pressurização. 3. Entrepiso: Conjunto de elementos de construção. Edificação principal: Construção que abriga a atividade principal sem a qual as demais edificações não teriam função. Edificação destinada ao comércio de fogos de artifício no varejo: Local destinado ao armazenamento e venda de fogos de artifício e estampido industrializados.3.127. Divisória ou tabique: Parede interna. em qualquer pavimento. transvasamento. Observação: Em qualquer caso.124. decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional. que conduza ar puro. por meio de transporte próprio ou contratado. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas.129.134.120. Emergência: Situação crítica e fortuita que representa perigo à vida. Dosador: Equipamento destinado a misturar quantidades determinadas de “extrato formador” de espuma e água. de gases e fumaça para o ar livre. Edificação térrea: Construção de um pavimento. com sede e administração no País. sem efeito estrutural e que. tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação de calor. pode ser suprimida facilmente em caso de reforma. antecâmaras ou acessos.117.

Os átrios e shoppings cobertos são exemplos de espaços amplos. em cada pavimento. 3. Estado de flutuação: Condição em que a bateria de acumuladores elétricos recebe uma corrente necessária para a manutenção de sua capacidade nominal. para exposições de produtos com possibilidade de respingos. Escada aberta externa (AE): Escada de emergência precedida de porta corta-fogo (PCF) no seu acesso. os dispositivos da iluminação de emergência. 3. pode mover-se ou acumular-se sem restrições. para conservar energia e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 8 de 21 . Espuma mecânica: Agente extintor constituído por um aglomerado de bolhas produzidas por agitação da água com extrato formador de espuma (EFE) e ar. Espaço livre exterior: Espaço externo à edificação para o qual abram seus vãos de ventilação e iluminação. Escada enclausurada à prova de fumaça (EPF): Escada cuja caixa é envolvida por paredes corta-fogo e dotada de portas corta-fogo. 3. cuja projeção esteja fora do corpo principal da edificação. sendo dotada de guarda corpo ou gradil (Barreiras) e corrimãos em todas sua extensão (degraus e patamares). 3. Pode ser constituído por logradouro público ou pátio amplo. Estado de funcionamento do sistema: Condição na qual a(s) fonte(s) de energia alimenta(m).152. 3. Escada à prova de fumaça pressurizada (PFP): Escada à prova de fumaça. não possuindo portas cortafogo.139. Esguicho: Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras. 3. 3.163.de proteção química.143.158. Esguicho regulável: Acessório hidráulico que dá forma ao jato.154. de modo a evitar fogo e fumaça em caso de incêndio. Utiliza-se roupa de proteção química conforme especificação da tabela de compatibilidade da roupa. EPR: Equipamentos de proteção respiratória. Tanto inibido manualmente com religamento automático ou por meio de célula fotoelétrica. 3. permitindo desta forma eficaz ventilação. propiciando um seguro abandono. com proteção respiratória de pressão positiva.145. Escada enclausurada: Escada protegida com paredes resistentes ao fogo e portas corta-fogo.141. Espaços comuns e amplos (“large volume spaces”): Espaço descompartimentado.140. Escada aberta: Escada não enclausurada por paredes e porta corta fogo.146. Estação fixa de emulsificação: Local onde se situam bombas. 3. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto. Estado de repouso do sistema: Condição na qual o sistema foi inibido de iluminar propositadamente.160. 3. Espaços separados (“separated spaces”): Espaços dentro de edificações que são isolados das áreas grandes por barreiras de fumaça. geralmente com dois ou mais pavimentos que se comunicam internamente.148.151.153.157.147. 3. dosadores. 3.149. 3. dentro do qual a fumaça proveniente de um incêndio. Estação de carregamento: Instalação especialmente construída para carregamento de caminhões-tanques ou de vagões-tanques. “halls” e outros. cuja condição de estanqueidade à fumaça é obtida por intermédio de pressurização. Espaço confinado: Local onde a presença humana é apenas momentânea para prestação de um serviço de manutenção em máquinas. válvulas e reservatórios de extrato formador de espuma. permitindo o uso d’água em forma de chuveiro de alta velocidade. tubulações e sistemas. comunica-se diretamente com os demais ambientes como corredores. EPI de nível “B”: É o nível de proteção intermediário. 3. Escada enclausurada protegida (EP): Escada devidamente ventilada situada em ambiente envolvido por paredes resistentes ao fogo e dotada de portas corta-fogo. 3. Os espaços comuns podem permitir aberturas diretamente dentro dos espaços amplos ou podem conectarse por meio de passagens abertas.156. 3. 3. EPI de nível “C”: É o nível mínimo necessário a qualquer tipo de acidente envolvendo produtos químicos. efetivamente. nos quais a fumaça proveniente de um incêndio pode propagar-se livremente. Escada não enclausurada ou escada comum (NE): Escada que embora possa fazer parte de uma rota de saída. 3. 3.159.142. cujo acesso é por antecâmara igualmente enclausurada ou local aberto. 3. tanto no espaço amplo como no espaço comum.150. 3.162.161. destinado a dar forma.155. Espaços comuns (“communicating space”): Espaços dentro de uma edificação com comunicação com espaços amplos adjacentes. Escoamento (E): Número máximo de pessoas possíveis de abandonar um recinto dentro do tempo máximo de abandono. visando restringir o movimento da fumaça. 3. Estação móvel de emulsificação: Veículo especificado para transporte de extrato formador de espuma (EFE) e o seu emulsionamento com a água. direção e controle ao jato. 3. 3.144. 3. os quais não podem ser utilizados no suprimento de ar.

3. misturada formando uma massa.168. som.171.183. 3. Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de ozônio.170. sem obstrução. Exercício simulado: Atividade prática realizada periodicamente para manter a brigada e os ocupantes das edificações com condições de enfrentar uma situação real de emergência. 3.179. 3. 3. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 9 de 21 . podendo apresentar-se em mistura entre si e com pequenas frações de outros hidrocarbonetos. 3. Fachada de acesso operacional: Face da edificação localizada ao longo de uma via pública ou privada com largura livre maior ou igual a 6 m. 3. destinado a combater princípios de incêndio. nitrogênio ou outros componentes normalmente encontrados no gás natural. 3. Estado de vigília do sistema: Condição em que a fonte de energia alternativa (sistema de iluminação de emergência) está pronta para entrar em funcionamento na falta ou na falha da rede elétrica da concessionária. 3. 3. Este elemento terminal é utilizado para direcionar e/ou distribuir do modo adequado o fluxo de ar de determinado ambiente. respeitando-se os turnos de trabalho. que emitirá ou receberá a propagação de um incêndio. Fluxo luminoso residual: Fluxo luminoso medido após o tempo de autonomia garantida pelo fabricante no funcionamento do sistema.188. 3. luz. ou combinação destes. Fogos de artifício: são substâncias ou misturas concebidas para produzir um efeito. produzindo calor intenso e pressões elevadas.174. adotando-se para o cálculo do escoamento. portátil ou sobre rodas.182. Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases. Gás natural liqüefeito (GNL): Fluido no estado líquido em condições criogênicas.184. 3. posicionado no final de cada trecho. Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico.169. que juntamente com a quantidade de ar que é conduzida. propano. por calor. caracterizada pela deflagração. Gás liquefeito de petróleo (GLP): Produto constituído de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (propano.164. propeno. Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual.167.173. 3. São inodoros. 3. 3. São produtos controlados conforme o anexo I do R 104.172. Fluxo luminoso nominal: Fluxo luminoso medido após 2 min de funcionamento do sistema. 3.177. possibilitando o acesso operacional dos equipamentos de combate e seu posicionamento em relação a ela. 3. Grelha de insuflamento: Dispositivo utilizado nas redes de distribuição de ar. Fator de massividade (“fator de -1 forma”) (m ): Razão entre o perímetro exposto ao incêndio e a área da seção transversal de um perfil estrutural. decorrente de um material submetido a pirólise ou combustão. composto predominantemente de metano e que pode conter quantidades mínimas de etano. 3.176.175. Fachada: Face de uma edificação constituída de vedos e aberturas. Explosão em massa: aquela que afeta virtualmente toda a carga de maneira instantânea 3. Fonte de energia alternativa: Dispositivo destinado a fornecer energia elétrica ao(s) ponto(s) de luz de emergência na falta ou falha de alimentação na rede elétrica da concessionária. 3. ou de qualquer outra forma. incolores. Fumaça (“smoke”): Partículas de ar transportadas na forma sólida. 3.165. quando do escurecimento da noite. Exercício simulado parcial: Atividade prática abrangendo apenas uma parte da planta. auto sustentáveis.178. Exaustão: Princípio pelo qual os gases e produtos de combustão são retirados do interior do túnel. 3.185. 3.186. compatibilidade entre os produtos e a identificação de seus riscos. gás ou fumaça. fluxo igual a 88 pessoas por minuto (F=88). líquida e gasosa. que produz ruídos e efeitos luminosos. 3. É responsável pela segurança veicular. Fluxo (F): Número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/min) em um determinado meio de abandono. A fachada deve possuir pelo menos um meio de acesso ao interior do edifício e não ter obstáculos. Faixa de estacionamento: Trecho das vias de acesso que se destina ao estacionamento e operação das viaturas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE). maus condutores de eletricidade e não corrosivos.181. 3. Expedidor: Pessoa responsável pela contratação do embarque e transporte de logística envolvendo produtos perigosos expressos em nota fiscal ou conhecimento de transporte internacional. Gerador de espuma: Equipamento que se destina a facilitar a mistura da solução com o ar para a formação de espuma. como resultado das reações químicas exotérmicas. contemplando duas unidades de passagem.manter a bateria em estado de carga para uso em emergência.180.166. Filtro de partículas: Elemento destinado a realizar retenção de partículas existentes no escoamento de ar e que estão sendo arrastadas por este fluxo. buteno).187. butano.

ao nível do solo ou elevada. Hidrante de parede: Ponto de tomada de água instalado na rede particular. 3. Heliponto elevado: Local instalado sobre edificações. Heliponto público: Local destinado ao uso de helicópteros em geral. Iluminação auxiliar: Iluminação destinada a permitir a continuação do trabalho.204. Grupo moto-ventilador: Equipamento composto por motor elétrico e ventilador. rampa. terraço. características térmicas dos elementos de vedação e da carga de incêndio específica. 3. 3. 3. Heliponto civil: Local destinado. Heliportos elevados: Heliportos localizados sobre edificações. 3. expresso em minutos. ligado à rede pública de abastecimento de água.191.190. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 10 de 21 . sendo comutadas automaticamente para a fonte de alimentação de energia alternativa em caso de falta e/ou falha da fonte normal. Iluminação permanente: Sistema no qual. aeroportos. balcão.208. e θg é a temperatura dos gases. só em caso de falta da fonte normal. horizontais e verticais. as lâmpadas de iluminação de emergência são alimentadas pela rede elétrica da concessionária. em princípio. embutido em parede. estação de passageiros. Hidrante de coluna: Aparelho ligado à rede pública de distribuição de água. em função da geometria. com a finalidade de gerar energia elétrica. Iluminação de balisamento: Sistema composto por símbolos iluminados que indicam a rota de fuga em caso de emergência. ventilação. são alimentadas automaticamente pela fonte de alimentação de energia alternativa. 3. Heliportos: Helipontos públicos dotados de instalações e facilidades para apoio de helicópteros e de embarque e desembarque de pessoas. maciça ou não. que permite a adaptação de bombas e/ou mangueiras para o serviço de extinção de incêndios.195. Incêndio natural: Variação de temperatura que simula o incêndio real.207. sendo vedada sua utilização em caráter comercial. galeria e assemelhado.211.200. metrô. Hidrante para sistema de espuma: Equipamento destinado a alimentar com água ou solução de espuma as mangueiras para combate a incêndio. 3. 3.193. 3. com a finalidade de insulflar ar dentro de um corpo de escada de segurança para pressurizá-la e expulsar a possível entrada de fumaça. Grupo moto-gerador: Equipamento cuja força provém da explosão do combustível misturado ao ar. equipamentos de manutenção etc. em caso de falha do sistema normal de iluminação. Iluminação não permanente: Sistema no qual.206.192. 3. 3. Guarda ou guarda-corpo: Barreira protetora vertical.194. as lâmpadas de iluminação de emergência não são alimentadas pela rede elétrica da concessionária e. na falta de iluminação normal. utilizada para pousos e decolagens de helicópteros. tampões. etc. 3. 3.212. Hidrante: Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores. mangueiras de incêndio e demais acessórios. Heliponto: Área homologada ou registrada. delimitando a face lateral aberta da escada. Iluminação de ambiente ou aclaramento: Iluminação com intensidade suficiente para garantir a saída segura de todas as pessoas do local em caso de emergência. em graus Celsius no instante t. 3. 3. podendo estar no interior de um abrigo de mangueira.205. θo é a temperatura do ambiente antes do início do aquecimento em graus Celsius.213. tais como: pátio de estacionamento.210.203. locais de abastecimento. 3. 3. geralmente tomada igual a 20º C. Incêndio-padrão: Elevação padronizada de temperatura em função do tempo. Hidrante urbano: Ponto de tomada de água provido de dispositivo de manobra (registro) e união de engate rápido.198. Heliponto privado: Local destinado ao uso de helicópteros civis. 3. Por exemplo: centros médicos. servindo como proteção contra eventuais quedas de um nível para outro. ao uso de helicópteros civis. incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais. Iluminação de emergência: Sistema que permite clarear áreas escuras de passagens. Heliponto militar: Local destinado ao uso de helicópteros militares. 3. 3.189.3. podendo ser emergente (de coluna) ou subterrâneo (de piso).209. de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas.196. patamar.199.201.202. Iluminação de balizamento ou de sinalização: Iluminação de sinalização com símbolos e/ou letras que indicam a rota de saída que pode ser utilizada neste momento.197. 3. 3. 3. dada pela seguinte expressão: θg=θo + 345 log (8t+1) onde: t é o tempo. 3.

3. por meio da queima e/ou outro meio previsto e autorizado na legislação competente. 3. 3.219.3. Instalações fixas de aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás carbônico diretamente sobre o material que queima. Jato compacto: Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas. por meio da intervenção do homem. elétrica. Instalações sob comando: O agente extintor fica armazenado em depósitos fixos e é conduzido através de tubulações rígidas até pontos táticos. com os necessários complementos. Itinerário: Trajeto a ser percorrido pelas guarnições do Corpo de Bombeiros na ida ou no regresso do atendimento de uma emergência. Instalação de gás liquefeito de petróleo (GLP): Sistema constituído de tubulações. Interface da camada de fumaça (“smoke layer interface”): Limite teórico entre uma camada de fumaça e a fumaça provinda do ar externo (livre). 3. 3.227. para fins de atividades de produção industrial. 3.223. 3. destinados a evitar a propagação do fogo. Instalação: Toda montagem mecânica.221. estendendo-se radialmente do ponto de choque da coluna de fogo contra o teto. Instalações industriais: Conjunto de equipamentos que não se enquadram como depósitos. geração ou controle de energia. ocupação de toda espécie. O fluxo de solução de 1200L/min ou mais pode ser usado. Instalação interna: Conjunto de tubulações. Inibidor de vórtice: Acessório de tubulação destinado a eliminar o efeito do vórtice dentro de um reservatório. de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado. cuja montagem tenha caráter permanente ou temporária. Jato de fumaça sob o teto (“ceiling jet”): Fluxo de fumaça sob o teto. interligada à Escada de Segurança. a densidade da fumaça na zona de transição cai a zero. calor e gases. nem subir altura superior a 3. Destes pontos. que está apoiado em posição e que pode ser dirigido por um homem. 3. 3. A reação do esguicho usualmente limita o fluxo da solução a aproximadamente 1000L/min no máximo.232. 3.222. Abaixo desse limite efetivo. Instalações temporárias: Locais que não possuem características construtivas em caráter definitivo. medidores. Inundação total: Descarga de gases limpos. 3.218. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 11 de 21 . onde existem válvulas terminais (difusores). a interface da camada de fumaça é um limite efetivo dentro da zona de diminuição de impacto. mas.226. postos de serviço ou refinarias. destinado à condução e ao uso do gás no interior da edificação. reguladores. que pode ter vários metros de espessura.224.217. Na prática. por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido. Este equipamento é de comando manual. localizada na coberta da edificação.233. Normalmente.214. Jato de espuma de monitor (canhão): Jato de grande capacidade de esguicho. equipado na sua extremidade livre um esguicho difusor com válvula de comando manual de jato. ou outra.228. 3. registros e aparelhos de utilização de gás. onde líquidos inflamáveis são armazenados e processados. podendo ser desmontadas e transferidas para outros locais. observado na extremidade do esguicho. 3. a temperatura do jato de fumaça sob o teto será maior que a camada de fogo adjacente. eletroeletrônica. acessórios e equipamentos que conduzem e utilizam o GLP para consumo. 3. Instalações fixas de mangotinhos: Dispositivo com suprimento fixo de gases compreendendo um ou mais cilindros que alimentam um mangotinho acondicionado em um carretel de alimentação axial. 3.229. 3.70m.220. previamente estabelecido por meio de croqui. Nota: Um lanço de escada nunca pode ter menos de três degraus.215. 3. Podem ser de comando automático ou manual. que necessite de proteção contra incêndio previsto na legislação.225.230. Jato de linha de mangueira: Jato de espuma de um esguicho que pode ser segurado e dirigido manualmente. sendo proibido qualquer desnível ou ressalto e mantendo a condição de enclausuramento. Instalador: Pessoa física ou jurídica responsável pela execução da instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação. com no mínimo 50m².231. hidráulica. 3. Lanço de escada: Sucessão ininterrupta de degraus entre dois patamares sucessivos. Laje de Segurança : Área de refúgio. contenção ou distribuição de fluídos líquidos ou gasosos.216. as tubulações são complementadas com mangotinhos até o local do foco de incêndio onde o agente é aplicado. 3. Isolamento de riscos: Medidas de proteção passiva por meio de compartimentação (vedos fixos resistentes ao fogo) ou afastamentos entre blocos. entre os blocos isolados.

249. Linha de solução: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a solução de espuma mecânica. 3. Mangueira flexível: Tubo flexível de material sintético com características comprovadas para uso do gás liquefeito de petróleo (GLP).8ºC.252.8 ºC. mangueira semi-rígida. Classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. 3. também conhecido como líquido Classe I. 3. Classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22. Listagem confiável: Relação de dados e características de projeto de equipamentos ou dispositivos. Loteamento: Parcelamento do solo com abertura de novos sistemas de circulação ou prolongamento. mais perto da borda. Manômetro de líquido ajustável: Tipo de manômetro que permite a realização da avaliação da diferença de pressão entre dois ambientes por meio da comparação entre alturas de colunas de líquido dito manométrico.248.237. Maior risco: Aquele que possa existir oriundo de instalações projetadas ou existentes que requeira a maior demanda de água para o combate a incêndio. Permite o ajuste do valor inicial. podendo ou não possuir proteção metálica ou têxtil.4ºC. Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37. 3. Local de abastecimento: Área determinada pelo conjunto de veículo abastecedor. em um lote de recipientes. Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37.238. Local de saída única: Condição de um pavimento da edificação. 3. antes do início da medição (ajuste do “zero”). 3.258.250.241.236. c) Classe IIIB: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93. inclusive os degraus ingrauxidos nos locais em que a escada faz deflexão. onde haja a probabilidade de um perigo se materializar causando um dano. Linha de espuma: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a espuma. Local de risco: Área interna ou externa da edificação. 3.242. 3.251.246.256. b) Classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60 º C e inferior a 93. pois. Mangotinho: Ponto de tomada de água onde há uma simples saída contendo válvula de abertura rápida. Manuseio de produtos controlados: trato com produto controlado com finalidade Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 12 de 21 .8 ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. 3.240.8 ºC e inferior a 60 ºC.3. esguicho regulável e demais acessórios. Manômetro: Instrumento que realiza a medição de pressões efetivas ou relativas.8 ºC. Laudo: Peça na qual o profissional habilitado relata o que observou e dá as suas conclusões. mangueira flexível de abastecimento e central de gás liquefeito de petróleo (GLP).254. Limite de área de armazenamento: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP). Classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. modificação ou ampliação dos existentes.55m da borda livre da escada ou da parede. 3. ficando.243. 3. 3. Largura do degrau (b): Distância entre o bocel do degrau e a projeção do bocel do degrau imediatamente superior. 3. quando este for exigido.245. fabricado com fios naturais ou artificiais.257.8 ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37. subdividido como segue: a) Classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37. Nas escadas de menos de 1.8ºC.é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) indicando inobservâncias técnicas da legislação vigente no Projeto de Segurança Contra Incêndio. acrescida da largura do corredor de inspeção.253.239. em um lote de recipientes.235. Limite do lote de recipientes: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP). aceita pelo proprietário da instalação ou seu preposto legal designado. 3. todos os degraus possuem piso de largura igual. 3. 3. adaptador (se necessário).247. solução ou espuma. Mangueira de incêndio: Tubo flexível. 3. 3. 3. sem que haja corredor de inspeção entre estes. Nota: Sobre esta linha. 3.259.10 m de largura. onde a saída é possível apenas em um sentido. a linha de percurso coincide com o eixo da escada. 3. usado para canalizar água.234.244. medida horizontalmente sobre a linha de percurso da escada.255. Lotes de recipientes: Conjunto de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP). Laudo de Correção do Projeto Contra Incêndio .4 º C. 3. subdividindo-se em: 3.8 ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. 3. publicada pelo fabricante e reconhecida por órgãos regulamentadores ou normativos. estando afastada 0.8 ºC. Linha de percurso de uma escada: Linha imaginária sobre a qual sobe ou desce uma pessoa que segura o corrimão. 3.

além de instalação elétrica e/ou hidráulica. Mezanino: Pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares. 3. necessários para evitar o surgimento de um incêndio.261. Nota: É aplicado para a determinação da altura da edificação. 3. 3.283. submetidos `a ignição ou combustão. empregado como escritório. visando preservar os ocupantes num nível que não exista ameaça de vida.273. estética ou segurança. depósito.276. ábacos e tabelas. são agregados à mesma com fins de conforto. ao se entrar na edificação. ou ainda aqueles protegidos por produtos que dificultem a queima. 3.269.279. Módulo habitável: Contêiner adaptado. Neblina de água: Jato de pequenas partículas d’água.280. com ou sem emprego de escadas. 3. a serem instalados nas edificações e áreas de risco. 3. 3. visando relacionar os meios humanos e materiais disponíveis por uma empresa. Monitor: Equipamento destinado a formar e orientar jatos de água ou espuma de grande volume e alcance. 3. O monitor pode ser alimentado com a solução mediante tubulação permanente ou mangueiras. produzido por esguichos especiais.263. recebem tratamento para melhor se comportarem frente a ação do calor. Monitor portátil (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e encontra-se num suporte móvel ou sobre rodas.270. cálculos.272. 3. Mapeamento de risco: Estudo desenvolvido pelo responsável por uma edificação em conjunto com o Corpo de Bombeiros. localizar. 3. 3. de modo que pode ser transportado para cena do incêndio. almoxarifado ou guarita.267. tais como circos. Ocupação predominante: Atividade ou uso principal exercido na edificação.266. possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à vida. O módulo habitável pode ser formado por um ou mais contêineres conjugados. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 13 de 21 .281. Monitor fixo (Canhão): Equipamento que lança jato de espuma e está montado num suporte estacionário fixo ao nível do solo ou em elevação. que recebeu portas e janelas. Materiais incombustíveis: Produtos ou substâncias que. 3.264. desde a concepção até a sua implantação e manutenção. espetáculos e parques de diversões. Mudança de ocupação: Alteração de uso que motive a mudança de divisão da edificação e áreas de risco constante da tabela de classificações das ocupações prevista neste Regulamento. Norma Técnica do Corpo de Bombeiros (NTCB): é o documento técnico elaborado pelo CBMCE que regulamenta as medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco. Materiais semicombustíveis: Produtos ou substâncias que. Materiais de acabamento: Produtos ou substâncias que. armazenamento e manipulação. Será considerado andar o mezanino que possuir área maior que um terço (1/3) da área do andar subdividido. submetidos `a ignição ou combustão. havendo comunicação entre os módulos.268. derretimento.específica como. dispostos horizontalmente (afastados ou não entre si) ou verticalmente. através de portas.282. Ocupação mista: Edificação que abriga mais de um tipo de ocupação. 3. 3. 3. sala de reuniões. caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação. Ocupação temporária: Atividade desenvolvida de caráter temporário.265. Memorial: Conceitos. Materiais fogo-retardantes: Produtos ou substâncias que. 3.262. ao meio ambiente e ao patrimônio. Nível de descarga: Nível no qual uma porta externa conduz a um local seguro no exterior. premissas e etapas utilizados para definir.274. feiras. Máximo enchimento: Volume máximo de gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido que um recipiente pode armazenar com segurança. Nível de acesso: Ponto do terreno em que atravessa a projeção do parâmetro externo da parede do prédio. sala de treinamento ou de aula. em seu processo químico. em acordo com as condições legais exigidas. não apresentam rachaduras. por exemplo. Medidas de segurança contra incêndio: Conjunto de dispositivos ou sistemas. Meio defensável (“tenable environment”): Meio no qual a fumaça e o calor estão limitados e restritos.260. 3.271. Ocupação: Atividade ou uso da edificação. deformações excessivas e não desenvolvem elevada quantia de fumaça e gases.275. Materiais combustíveis: Produtos ou substâncias (não resistentes ao fogo) que sofrem ignição ou combustão quando sujeitos a calor. 3. 3.278. apresentam baixa taxa de queima e pouco desenvolvimento de fumaça. 3. não fazendo parte da estrutura principal. limitar sua propagação. sua utilização manutenção. É composto de parte descritiva. seguido da qualificação e otimização da capacidade de reação. 3.277. 3. 3. 3.

aberto em pelo menos três lados. indicando: a) principais riscos. 3. Parede corta-fogo: Elemento construtivo que. 3. devidamente treinada por órgão ou instituição similar. contendo informações através de legenda específica da localização. dividido pela área de aberturas existentes na mesma fachada. Considera-se. 3. 3. Pista de rolagem: Pista de dimensões definidas. 3. 3. Percentual de aberturas em uma fachada: Relação entre a área total (edificações não compartimentadas) ou área parcial (edificações compartimentadas) da fachada de uma edificação.307. Defesa Civil. destinada à rolagem de helicópteros entre área de pouso ou de decolagem e a área de estacionamento ou de serviços. federal.3.285. 3. em caso de sinistro. Pesquisa de incêndio: Apuração das causas. também. em desnível aéreo. Planta de risco: Mapa simplificado no formato A2. Ocupações temporárias em instalações permanentes: Instalações de caráter temporário e transitório. Plano de Auxílio Mútuo (PAM): Plano que tem por objetivo conjugar os esforços dos órgãos públicos (Corpo de Bombeiros. 3. e ao uso de pedestres. devendo os lados abertos ficar afastados. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 14 de 21 . estadual.287. podendo acumular a função de motorista.300. Operação de abastecimento: Atividade de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP. Passarela: Obra de arte destinada à transposição de vias. 3. em escala padronizada. mediante exame técnico das edificações.301. materiais e equipamentos.293.292. Plano particular de intervenção (PPI): Procedimento peculiar de atendimento de emergência em locais previamente definidos.297.302. 3.50 m das divisas.305.296. Pessoa habilitada: pessoa dotada de conhecimento técnico e treinada para comercializar fogos de artifício. é estanque à propagação da chama e proporciona um isolamento térmico durante um tempo de 02 (duas) de fogo. A3 ou A4. 3.295. desde que reúna as habilitações necessárias. não definitivo em local com características de estrutura construtiva permanente. o local coberto. envolvendo as medidas de proteção ativa e passiva.294. Polícia etc) e brigadas de incêndio e de abandono das empresas privadas.288. 3. Plano de intervenção de incêndio: Plano estabelecido em função dos riscos da edificação para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência. Operação manual: Atividade que depende da ação do elemento humano. em desnível subterrâneo. municipal. no mínimo. aberto em pelo menos duas faces opostas.25cm de espessura em alvenaria ou 0.303.306. 3. Planilha de levantamento de dados: Instrumento utilizado para a catalogação de todas as informações e dados da empresa. no local e/ou em laboratório especializado. Operação automática: Atividade que não depende de qualquer intervenção humana para determinar o funcionamento da instalação. cujo perímetro aberto tenha. 1. 3. Passagem subterrânea: Obra de arte destinada à transposição de vias. podendo ser em mais de uma folha. Órgão competente: Órgão público. no mínimo. 3. a uma instalação ou a um procedimento. Piso: Superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito. Pavimento de descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este.15cm de espessura em concreto.304. Considera-se parede de 0. e ao uso de pedestres ou veículos. Perigo: Propriedade de causar dano inerente a uma substância.286. desenvolvimento e conseqüências dos incêndios.308. 3. Operador: Profissional habilitado a executar a operação de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP. 3. 3. Pavimento: Plano de piso. sob a ação do fogo. Pavimento em pilotis: Local edificado de uso comum.299. Planta de bombeiro: Representação gráfica da edificação. podendo ser anexadas ocupações temporárias. 70% do perímetro total. 3.289. como tal. indispensável à elaboração de um PPI. elaborado por profissionais de grupo multidisciplinar (Engenheiros ou Técnicos que atuem na área de segurança de incêndio e ambiental). Plano global de segurança: Integração de todas as medidas de prevenção contra incêndios e pânico que garantam a segurança efetiva das pessoas (aspecto humano) e do edifício. 3.284. 3. 3. 3. 3.290.298. conserva suas características de resistência mecânica. ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio. em conjunto com o Corpo de Bombeiros. arranjo e previsão dos meios de segurança contra incêndio e riscos existentes.291.

309. cabos. População: Número de pessoas para as quais uma edificação. proporcionar meios de controle e extinção do incêndio e permitir o acesso para as operações do Corpo de Bombeiros. bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações. 3. armazenamento de produtos perigosos.b) c) d) e) f) g) h) i) paredes corta-fogo e de compartimentação. destinadas à circulação de pessoas e de equipamentos. instalado nas aberturas da parede de compartimentação. 3. número de pavimentos. Posto de comando: Local fixo ou móvel. 3. permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação e áreas de risco. é projetada. devido ao seu poder de destruição ou outra propriedade. Porta corta-fogo (PCF): Dispositivo construtivo com tempo mínimo de resistência ao fogo. com representantes de todos os órgãos envolvidos no atendimento de uma emergência. 3.321.313. Ponto de abastecimento: Ponto de interligação entre o engate de enchimento da mangueira de abastecimento e a válvula do recipiente que deve ser abastecido. 3. Profundidade de piso em subsolo: Profundidade medida em relação ao nível de descarga da edificação. segurança e medicina do Trabalho. Ponto de luz: Dispositivo constituído de lâmpada(s) ou outros dispositivos de iluminação. 3. 3. seções. eletrodutos. Propagação por condução: Decorrente do contato direto de chamas pela fachada ou pela cobertura (em colapso) de um incêndio em uma Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 15 de 21 . Produtos perigosos: Substâncias químicas com potencial lesivo à saúde humana e ao meio ambiente. monta-cargas. invólucro(s) e/ou outros(s) componente(s) que têm a função de promover o aclaramento do ambiente ou a sinalização.323. segundo as leis vigentes. Profissional habilitado: Toda pessoa com formação em higiêne. 3. População flutuante: Número de pessoas que não se enquadra no item de população fixa.330. elevadores. Processo de segurança contra incêndio: Documentação que contém os elementos formais exigidos pelo CBPMESP na apresentação das medidas de segurança contra incêndio de uma edificação e áreas de risco que devem ser projetadas para avaliação em análise técnica. Posto de abastecimento e serviço: Atividade onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos.314. elevações. e outros. 3. 3.326. tubos de lixo.329. com uma única ou mais edificações. de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio. Profissional legalmente habilitado: Pessoa física ou jurídica que goza do direito. 3. das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares. Planta: Desenho onde estão situadas uma única ou mais empresas. dificultar a propagação do incêndio.310. necessárias à definição das características principais do sistema de combate a incêndio. vias de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros. 3. Produto controlado: produto que. População fixa: Número de pessoas que permanece regularmente na edificação. 3. e técnicas de emergências médicas (carga horária mínima de 40 horas). 3. tubulações hidráulico-sanitárias.315. com o 2° grau completo e que possuam especialização em prevenção e combate à incêndio (carga horária mínima de 60 horas). 3. inclusive das especificações de materiais e equipamentos. ventilação.327. Projeto: Conjunto de peças gráficas e escritas. bem como os terceiros nestas condições. hidrantes externos. 3. 3.328. de modo a garantir a segurança social e militar do país. capacitadas técnica. 3. hidrantes públicos próximos da edificação (se houver).325.319.317. devidamente registrado nos Conselhos Regionais competentes ou no Ministério do Trabalho e os militares das Forças Armadas. 3. Poço de instalação: Passagem essencialmente vertical deixada numa edificação com finalidade específica de facilitar a instalação de serviços tais como dutos de ar-condicionado. moral e psicologicamente. destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado. conforme sua área de especialização.320. 3. reserva de incêndio.318. detalhes e perspectivas isométricas e. 3. composto de plantas. PPI: Plano Particular de Intervenção.322. Poço de sucção: Elemento construtivo do reservatório. considerando-se os turnos de trabalho e a natureza da ocupação.311. ou parte dela. registro de recalque.324.312. 3. Será sempre pelo número máximo diário de pessoas.316. Prevenção de incêndio: Conjunto de medidas que visam: evitar o incêndio. deva ter seu uso restrita a pessoas físicas e jurídicas legalmente habilitadas. assim como do memorial. Projetista: Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto. O controle é feito pelo exército ou polícia civil.

Um registro de fumaça pode ser combinado. Quadro de áreas: Tabela que contém as áreas individualizadas das edificações e seus pavimentos.edificação. Rede de distribuição: Parte do sistema de abastecimento formado de tubulações e órgãos acessórios.332.343. 3. destinado a interrromper o fluxo de água das instalações hidráulicas de combate a incêndio em edificações.349. Reservatório de escorva: Reservatório de água com volume necessário para manter a tubulação de sucção da bomba de incêndio sempre cheia d’água.346.351. fumaça ou chama e a atuar equipamentos de proteção e dispositivos de sinalização e alarme. Registro de fumaça (“smoke damper”): Dispositivo utilizado no sistema de controle de fumaça. 3. Rede de detecção. 3.335. Reservatório elevado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado acima do nível do terreno natural com a tubulação formando uma coluna d’água.353. de forma contínua.339.336. Registro de fluxo: Dispositivo com a função de direcionar o fluxo de ar. de resistir à ação do fogo por um determinado período de tempo. Rede de alimentação: Conjunto de condutores elétricos. quando utilizado duplicidade de equipamentos.333. 3. instalados nos dutos de ventilação e dutos de exaustão. Registro de paragem: Dispositivo hidráulico manual. Quando relacionado a fogos de artifício deve ser profissional com formação nas áreas de Engenharia Química. Responsável técnico: Profissional habilitado para elaboração e/ou execução de atividades relacionadas a segurança contra incêndio. mantendo sua integridade. ou pela própria fachada (composta de material combustível) para uma outra edificação adjacente. 3. 3.342. Engenharia de Minas ou Engenharia de Segurança. projetado para resistir à passagem de ar ou fumaça. Reservatório enterrado ou subterrâneo: Reserva de incêndio cuja parte superior encontra-se instalada abaixo do nível do terreno natural. 3. 3. Recipiente transportável: Recipiente que pode ser transportado manualmente ou por qualquer outro meio.354. 3. inclusive a sua proteção.340. 3.334. Rede elétrica da concessionária: Energia elétrica fornecida pela concessionária do município. destinada a colocar água potável à disposição dos consumidores. estanqueidade e isolação e/ou características de vedação aos gases e chamas. que atingem a fachada da outra edificação adjacente. a qual opera independente da vontade do usuário.338. normalmente utilizado na saída dos grupos moto-ventiladores. É considerado transportável para efeito de proteção contra incêndio o recipiente com volume máximo de 500 l.345. Reservatório ao nível do solo: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado no mesmo nível do terreno natural. sinalização e alarme: Conjunto de dispositivos de atuação automática destinados a detectar calor.25 m³. que se propaga para outra edificação contígua. Reforma: Alterações nas edificações e áreas de risco sem aumento de área construída. Registro de recalque: Dispositivo hidráulico destinado a permitir a introdução de água proveniente de fontes externas. Refinaria: Unidade industrial na qual são produzidos líquidos inflamáveis. na instalação hidráulica de combate a incêndio das edificações. 3. em escala comercial.352. Reserva de incêndio: Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio. evitando que a pressão assuma valores maiores por onde ocorra escape do ar.348. Reservatório semi-enterrado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado abaixo do nível do terreno natural e com a parte superior acima do nível do terreno natural. 3. 3. 3. 3. 3. que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. Registro (“dumper”) de sobrepressão: Dispositivo que atua como regulador em ambiente que deva ser mantido em determinado nível de pressão.350. Recipiente estacionário: Recipiente fixo. 3. pela cobertura (em colapso). Rampa: Parte construtiva inclinada de uma rota de saída. 3. 3. gasolina natural ou outras fontes de hidrocarbonetos. com capacidade superior a 0. 3. Registros corta-fogo (“dampers”): Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo.331.341.344.337. que se destina a unir dois níveis ou setores de um recinto de evento. 3. Propagação por convecção: Decorrente de gases quentes emitidos pelas aberturas existentes na fachada ou pela cobertura da edificação incendiada. atendendo a requisitos de resistência a fogo e fumaça. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 16 de 21 . 3. 3. que se propaga por radiação por meio de aberturas existentes na fachada. dutos e demais equipamentos empregados na transmissão de energia do sistema. 3. Resistência ao fogo: Propriedade de um elemento construtivo.347.356. a partir de petróleo. 3. Propagação por radiação térmica: Aquela emitida por um incêndio em uma edificação. 3. em quantidade e pressão recomendada.355.

adotar-se-á para efeito da classificação do maior risco. instalados nas passagens de eletrodutos e tubulações que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. Segurança: Compromisso a cerca da relativa proteção da exposição a riscos. rota de fuga. avaliado conforme norma existente. Risco: Propriedade de um perigo se materializar causando um dano. “Shopping” coberto (“covered mall”): Espaço amplo criado por uma área coberta de pedestre em uma edificação agregando um número de ocupantes. pressões anormais. que se caracteriza pela distância medida horizontalmente entre a cobertura de uma edificação e a fachada de outra. vestíbulo.3. protozoários. 3. a ocupação que possuir maior carga de incêndio pôr m². lanchonetes. rota de saída ou saída: Caminho contínuo.359. de largo emprego na zona rural para cobertura de ranchos. Separação corta-fogo: Elemento de construção que funciona como barreira contra a propagação do fogo.363. Separação de riscos de incêndio: Recursos que visam a separar fisicamente edificações ou equipamentos. passagem coberta. no fabrico de vassouras e também utilizadas como cobertura de edificações destinadas à reunião de público. internos e externos à edificação e áreas de risco. 3. “halls”. Saída horizontal: Passagem de um edifício para outro por meio de porta corta-fogo. Nota 2:Ocorrendo concentração de público.362. balcões.361. 3. Rótulo: elemento que representa informações como. 3. bactérias. O risco pode ser físico (ruídos. tais como bares. 3. Setor: Espaço delimitado por elementos construtivos que condicionam a circulação das pessoas para outras partes do recinto. parasitas e animais peçonhentos). permitindo ainda a lotação ordenada do local.374. Segurança contra incêndio: Conjunto de ações e recursos. até atingir a via pública ou espaço aberto (área de refúgio) com garantia de integridade física.377. 3. 3. para o dimensionamento das saídas de emergências. radiações. Risco predominante: Maior risco determinado pela carga de incêndio dentre as ocupações. fungos.360. temperaturas extremas. 3. 3. 3. umidade e iluminação deficiente). Separação entre edificações: Distância segura entre cobertura e fachada de edificações adjacentes. corredores.358.371. Podem ser áreas livres. fumos. conexões entre túneis paralelos ou outros dispositivos de saída ou combinações desses. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. passagens externas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 17 de 21 . vertical ou horizontal. “Shaft”: Abertura existente na edificação.373. devidamente protegido e sinalizado. Risco primário: Risco principal do produto de acordo com tabela do Decreto 96. manuseio e identificação do produto. vibrações.357. piaçava (ou piaçaba): Fibras vegetais de fácil combustão. recinto de evento ou túnel. onde a saída é possível apenas em um sentido. 3. anteparos e/ou paredes de material incombustível.368. em função da área dos pavimentos. Risco iminente: Possibilidade de ocorrência de sinistro que requer ação imediata. 3. Pode ser químico (poeiras.044. 3. Risco isolado: Condição que possibilita isolar por todos os lados.365. 3. pessoal de combate a incêndio ou por meios do extravasamento de produto para áreas externas ao risco. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. de qualquer ponto da edificação. tais como lojas de varejo. proporcionado por portas.367. 18 de maio de 1988. 3. de 18 de maio de 1988. que permite a passagem e interligação de instalações elétricas. 3. Sapé. Pode ainda ser biológico (vírus. casas de espetáculos etc. Risco secundário: Risco subsidiário do produto de acordo com tabela do Decreto 96. 3. restaurantes. O risco é a relação entre a probabilidade e a conseqüência. escadas. Saída de emergência. 3.369. vapores. por meio de equipamentos. vestíbulos.372. bares. Nota 1: Ocorrendo equivalência na somatória da carga de incêndio. rampas. símbolos e/ou expressões emolduradas referentes à natureza. gases. onde esses espaços ocupados são abertos permitindo comunicação direta com a área de pedestres. escritórios ou outros usos similares.044. Selos corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. bacilos.376. 3.366.364. que permitam controlar a situação de incêndio. que resulta na intensidade de uma exposição. passadiço ou balcão. 3. com resistência mínima à exposição ao fogo de 2 horas.370. Severidade da exposição: Soma total da energia produzida com a evolução de um incêndio. líquidos e neblinas provenientes de produtos químicos). Saída única: Local em um setor do recinto de evento. entretenimento e diversão. hidráulicas ou de demais outros dispositivos necessários. a ser percorrido pelo usuário em caso de emergência. prevalecerá como sendo o maior risco. barreiras de proteção.375.

que se aquecem em contato com ar. de transportes ou estocagem. 3. ou determinará o alarme para a edificação. Tanque: Reservatório cilíndrico para armazenar líquidos combustíveis ou inflamáveis. 3. acessórios. são monitorados para acompanhar a falha ou integridade dos condutores e dos equipamentos que controlam o sistema. devido a fatores diversos.399. que repassará este aviso a uma equipe de intervenção. a localização e os procedimentos referentes a saídas de emergência. 3. de forma a processar água sobre o foco de incêndio em uma densidade adequada para extinguí-lo ou controlá-lo em seu estágio inicial. 3. que engloba uma ou mais unidades de abastecimento. sendo. Supervisão (“supervision”): Auto-teste do sistema de controle de fumaça. em situação não real. Subsolo: Pavimento situado abaixo do perfil do terreno. 3. Sistema de detecção e alarme: Conjunto de dispositivos que visa a identificar um princípio de incêndio.396. capazes de se incendiarem. bombas de incêndio (quando necessário). dimensões e cores. Sistema de aspersão de espuma: Sistema especial. acrescida de outras edificações separadas e distanciadas entre si.401. de único proprietário. 3.402. acidente.381. 3.384. podendo os transformadores permanecer ou não enclausurados. causado por incêndio.398. 3. Sistema de carregamento: Dispositivo para o abastecimento de tanques de combustível de motores de veículos. 3. 3. etc.383. Subestação de uso múltiplo: Instalação localizada em uma única área compartilhada pelo proprietário e por terceiros. com os tipos descritos abaixo: 3.386. aspectos econômicos e sociais. mensagens.385. 3.3. Subestação não-atendida: Instalação tele-controlada ou operada localmente por pessoas não permanentes ou não estacionadas. que visa a controlar a temperatura entre – 35ºC a – 40ºC de forma a manter o gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido sem a necessidade de pressurização. Sistema de controle de fumaça (“smoke management system”): Um sistema projetado. abastecimento de água. 3. Tanque atmosférico não refrigerado: Reservatório não equipado com sistema de refrigeração. válvulas e dispositivos sensíveis à elevação de temperatura. localizada em região urbana.391. Não será considerado subsolo o pavimento que possuir ventilação natural e tiver sua laje de cobertura acima de 1. realizados por pessoal especializado. Sinistro: Ocorrência de prejuízo ou dano. 3. hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta norma. Sinais visuais: Compreendem a combinação de símbolos. para modificar o movimento da fumaça. formas geométricas. rede de tubulação. 3. na qual o circuito de condutores ou dispositivos de função. ligado à fonte da solução produtora.394. visando o treinamento dos participantes.390.380. Simulado: Emprego técnico e tático dos meios disponíveis. 3.378. Subestação compacta: Instalação atendida ou não.20m do perfil do terreno. 3. 3. Subestação subterrânea: instalações que se encontram situadas abaixo do nível do solo.388. a existência.397. Sistemas de hidrantes ou de mangotinhos: Conjunto de dispositivos de combate a incêndio composto por reserva de incêndio. de forma rápida e eficaz.382. Sistema de chuveiros automáticos: Conjunto integrado de tubulações. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 18 de 21 . Subestação atendida: Instalação operada localmente e que dispõe de pessoas permanentes ou estacionadas. Subestação abrigada: Instalação total ou parcialmente abrigada. 3. Tanques de maior risco: Reservatório contendo líquidos combustíveis ou inflamáveis e que possui maior demanda de vazão de espuma mecânica. Tanque atmosférico refrigerado: Reservatório equipado com sistema de refrigeração. que inclui todos os métodos isolados ou combinados. 3.395. Subestação de uso múltiplo: Instalação convencional.393.392. estando equipado com aspersores de neblina para descarga e distribuição na área a ser protegida. 3. com limitação de área do empreendimento. equipamentos de segurança contra incêndios e riscos potenciais de uma edificação ou áreas relacionadas a produtos perigosos. Sinalização de emergência: Conjunto de sinais visuais que indicam. Substância sujeita a combustão espontânea: substância sujeita a aquecimento espontânea nas condições normais de pressão e temperatura.387.400. com o conseqüente abandono da área. explosão. notificando sua ocorrência a uma central. 3. Subestação elétrica convencional: Instalação de pátio se encontram ao ar livre. 3. 3.389.379.

406. 3. assinalada por designação especial numérica.418. sendo pressurizada por viatura de combate a incêndios. de 16 de dezembro de 1963. Tempo de comutação: Intervalo de tempo entre a interrupção da alimentação da rede elétrica da concessionária e a entrada em funcionamento do sistema de iluminação de emergência.423. desde a reserva de incêndio até os hidrantes ou mangotinhos. Terraço: Local descoberto sobre uma edificação ou ao nível de um de seus pavimentos acima do pavimento térreo.408. Unidade de processamento: Estabelecimento ou parte de estabelecimento cujo objetivo principal é misturar. instalados nas aberturas das paredes de compartimentação ou dos entrepisos. Vazamento: Vazão de ar que sai do ambiente e/ou da rede de dutos de modo não desejável causando perda de uma parcela do ar que é insuflado. destilarias ou unidades químicas. 3.411. que por condições específicas. Unidade de combustível: Postos de abastecimento de combustíveis. Teste: Verificação ou prova (fazer funcionar experimentalmente). 3. 3. separar ou processar. Tanque de teto cônico: Reservatório com teto soldado na parte superior do costado. 3.410. Tanque vertical: Reservatório de base apoiada sobre o solo.414. Tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF): Duração de resistência ao fogo dos elementos construtivos de uma edificação. não em balanço. estabelecida pelas normas. Temperatura crítica: temperatura que causa o colapso no elemento estrutural. natural ou outro similar) é montada. visando ainda ao não confinamento de gás em locais não ventilados.429. Tráfego: conjunto de atos relacionados com o transporte de produtos controlados e compreende as fases de embarque. 3. soldas e conexões. 3. 3. sujeita às limitações da lei. aquecer. nafta.417. Vedadores corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. de outra forma. conexões e outros acessórios destinados a conduzir água. para efeitos de identificação.413.405. Tubulação: Conjunto de tubos. 3. fica permanentemente sem água no seu interior. tendo pelo menos uma das faces aberta para o logradouro ou área de ventilação. 3. 3. 3. e é através deste fluxo de ar que são estabelecidas as trajetórias que serão percorridas pelo ar que gera a pressurização. Tubulação seca: Parte do sistema de hidrantes. 3.427. 3. nos termos da Lei Federal nº 4591. 3. Tubo-luva de proteção: Dispositivo no interior do qual a tubulação de gás (GLP. edificações destinadas a depósito e armazenamento de líquidos e gases inflamáveis e similares. Tempo máximo de abandono (t): Duração considerada para que todos os ocupantes do recinto consigam atingir o espaço livre exterior.55 m. Tanque de teto flutuante: Reservatório cujo teto será diretamente apoiado na superfície do líquido no qual flutua.424. Torre de espuma: Equipamento portátil destinado a facilitar a aplicação da espuma em tanques.0 minuto.415. 3. Nesta definição não estão incluídas as refinarias.404. próximo às juntas.426. Varanda: Parte da edificação. 3. limitada pela parede perimetral do edifício. 3. destinadas à passagem de instalações elétricas e hidráulicas etc.403. constituída de dependências e instalações de uso privativo e de parcela de dependências e instalações de uso comum da edificação. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 19 de 21 .412.3. Unidade de passagem: Largura mínima para a passagem de uma fila de pessoas. 3. fixada em 0. 3. e cuja finalidade é diminuir o risco de um princípio de incêndio. 3.425. Unidade autônoma: Parte da edificação vinculada a uma fração ideal de terreno. 3. 3. trânsito.421. 3. desembarque e entrega.409. 3. Válvula de retenção: Dispositivo hidráulico destinado a evitar o retorno da água para o reservatório. Válvulas: Acessórios de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações. Túnel rodoviário: Passagem horizontal construída embaixo da terra ou da água usado para o tráfego de automóveis. Taxa de aplicação: Vazão de solução de espuma a ser lançada sobre a área da superfície líquida em chamas.416. líquidos inflamáveis. para determinar a qualidade ou comportamento de um sistema de acordo com as condições estabelecidas na Instrução Técnica.428.419. definida no projeto do sistema.420. 3.407. Veículo abastecedor: Veículo especificamente homologado para transporte e transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) a granel. Nota: Capacidade de uma unidade de passagem é o número de pessoas que passa por esta unidade em 1.422. atingir a proteção contra incêndio existente nos dutos de sucção e/ou pressurização. Trajetórias de escape: Vazão de ar que sai dos ambientes pressurizados.

Os significados de todos os símbolos utilizados devem ser representados em uma legenda. à área de risco e à faixa de estacionamento.439. Ventilação cruzada: Movimentação de ar. que. e/ou para transporte de equipamentos ou materiais para extinção de incêndios. Caso o projetista necessite de algum símbolo não apresentado no anexo. 3. Via urbana: Espaços abertos destinados à circulação pública (tais como ruas. em casos de abandono de emergência. Veículo transportador: Veículo que dispõe de tanque criogênico. 3. proporcional à escala de qualquer desenho do projeto.434. Vítima: Pessoa ou animal que sofreu qualquer tipo de lesão ou dano. em inspeção no local. Não podem ser utilizados nos projetos de segurança símbolos diferentes dos referenciados na presente norma. Vigas principais: Elementos estruturais ligados diretamente aos pilares ou a outros elementos estruturais que sejam essenciais à estabilidade do edifício como um todo. 3.3. 3. 4.436.438.2. 4. 4. que se caracteriza por aberturas situadas em lados opostos das paredes de uma edificação. Via de acesso: Espaço destinado para as viaturas do CBMCE adentrarem no entorno à edificação. a área na cor preta existente no interior de algum dos símbolos pode ser substituída por hachuras ou pode ser pontilhada. situados na área urbana e caracterizados principalmente por possuírem imóveis edificados ao longo de sua extensão. 3. 3.4. Os símbolos gráficos são compostos por uma forma geométrica básica. Os símbolos gráficos que devem constar nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco são apresentadas no Anexo. Velocidade (v): Distância percorrida por uma pessoa em uma unidade de tempo.435.3. ou caminhos e similares).442. 3. define o significado específico do conjunto gráfico representado.1. Vias de acesso para atendimento a emergências: Áreas ou locais definidos para passagem de pessoas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 20 de 21 . Caso seja conveniente.444. Vistoria: Ato de verificar o cumprimento das exigências das medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco. 4.432. construído e operado com observância do disposto em norma e devidamente certificado pelo INMETRO.433. que define uma categoria de segurança contra incêndio e pânico e por um símbolo suplementar. As dimensões dos símbolos devem estar em uma mesma escala. Veios: Dispositivos instalados no interior de curvas. sendo uma localizada junto ao piso e a outra situada junto ao teto.6.431. também. 3. este deve contar em legenda. de forma clara e de fácil identificação pelo leitor. Ventilação constante: Movimentação constante de ar em um ambiente. Bombeiro Mlitar Fiscal: Servidor público militar. autorizado para o exercício do serviço de análise de projetos e vistorias do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.6. 3.443. bifurcações ou outros acessórios com a finalidade de direcionar o fluxo de ar.441. 3.3.1. 3. avenidas. vielas. à diminuição da perda de carga localizada. 3. Os símbolos podem ser suplementados por figuras detalhadas. Vistoria periódica: Ato de verificar as edificações quanto aos Sistemas de Proteção Contra Incêndio e pânico por motivação qualquer.440. 3.437.430. Veneziana de tomada de ar: Dispositivo localizado em local fora do risco de contaminação por fumaça proveniente do incêndio e por partículas que proporcionam o suprimento de ar adequado para o sistema de pressurização. 4. 3. Viaduto: Obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de passagem superior. visando. 4. 4. Procedimentos 4. quando colocado no interior da forma geométrica básica. números ou abreviaturas. especialmente projetado e utilizado para o transporte e transvasamento de gás natural liquefeito (GNL).

ANEXO SÍMBOLOS GRÁFICOS EXTINTOR DE PÓ EXTINTOR DE GÁS CARBÔNICO EXTINTOR DE ÁGUA EXTINTOR SOBRE RODAS OU CARRETA HIDRANTE DE PAREDE HIDRANTE URBANO BLOCO AUTÔNOMO PARA ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA HIDRANTE SAÍDA DUPLA Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 21 de 21 .

O 03/2011 Prevenção Contra Incêndio e Pânico em Estádios e Áreas Afins (Dimensionamento de Lotação e Saídas de Emergência) FORTALEZA – CEARÁ Maio .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.2011 .

SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 Objetivo Aplicação Referências normativas e bibliográficas Definições Área de acomodação do público – setores Saídas (normais e de emergência) Dimensionamento das saídas Setores para espectadores em pé em ANEXOS A Exemplos de dimensionamento B Figuras eventos esportivos em geral 9 Outras exigências 10 Edificações de caráter temporário 11 Edificações existentes 12 Da proteção contra incêndio 13 Prescrições diversas 14 Publicação 2 .

FIFA: Zurich. Decreto nº 6. de 16 de março de 2009. COELHO. 23 da Lei nº 10.3 As normas técnicas NT 01 e NT 05 Para edificações permanentes. arenas. construções provisórias para público. Regulamento das Condições Técnicas e de Segurança dos edificações destinadas a reunião de público enquadradas nas divisões F-3 e F-7 (estádios. de 15 de maio de 1 OBJETIVO 2003.556.1 Para compreensão desta Norma NORMATIVAS E Técnica é necessário consultar as seguintes normas. atendendo a Lei nº 13. Ron. Antônio Leça. Regulamenta o art.assentos plásticos para estádios desportivos e lugares públicos não cobertos. NBR 9077 – Saídas de emergência em edificações NBR 9441 .Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais. 2000. 18. rodeios.Decreto Regulamentar Nº10/01. 4. 2007.Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.795.Execução de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio.2 que 05. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. FIFA. de 16 de dezembro de 1995. PORTUGAL.671.Plano de emergência contra incêndio – Requisitos NBR 15476 – Móveis plásticos . GUIDE TO SAFETY AT SPORTS GROUNDS (Green Guide). 3 .ed. Decreto Regulamentar nº 34/95. ginásios. com os parâmetros de saídas sejam lotação inferior a 2. Estabelecer os requisitos mínimos necessários para a segurança contra incêndio e pânico em centros esportivos. COTÉ. circos. NBR 5419 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. 2. 2008. cobertas ou ao ar livre. Instrução Técnica nº 37/2010 . de 15 de maio de 2003. Instrução Técnica nº 12/2010 . 2 2. Faculdade de Universidade do Porto. PORTUGAL. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 3.ed.assentos plásticos para estádios desportivos e lugares públicos fechados. Quincy: NFPA. em especial quanto à determinação da população máxima e o dimensionamento das saídas visando à proteção da vida. Modelação matemática do abandono de edifícios sujeitos à ação de um Engenharia da incêndio. United Kingdom. de 29 de dezembro de 2004 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Ceará.Life Safety Code Handbook. NBR 9050 – Adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente.ed. 2.BRASIL.500 pessoas. admite-se dimensionados conforme a norma técnica NT complementam o presente texto nos assuntos não detalhados nesta norma técnica. NBR 15219 . Dispõe sobre o Estatuto de Defesa do Torcedor e dá outras providências.1 APLICAÇÃO Esta norma técnica se aplica às Portugal. NFPA-101 . permanentes ou não. fechadas ou abertas. de eventos e de exibição. de 07/06/01. NBR 15816 – Móveis plásticos . Lei nº 10. Football Stadiums -Technical recommendations and requirements. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: BRASIL. arquibancadas e similares). 5.671.

4. 4.13 Plano estabelecido de em emergência: função dos documento riscos da entre aplicam-se as definições abaixo: 4. Pode ser constituída por corredores ou átrios cobertos ou a céu aberto.1. Ver Figura 1. 4. em estádios.20 m. de forma ordenada e eficiente de toda a população fixa e flutuante da edificação em caso de uma situação de sinistro.3 Acesso radial: é um corredor de circulação que dá acesso direto na área de acomodação dos espectadores (patamares das arquibancadas). Ver Figura 1. varandas.12 Plano de abandono: conjunto de normas e ações visando à remoção rápida. constituindo a rota de saída para se alcançar uma escada.Recintos de Espectáculos e Divertimentos Públicos. auditórios.4 Assento A rebatível: peça do mobiliário assento que possui apresenta duas peças principais. permanecendo na posição recolhida quando desocupada. segura. que encerra um conjunto de ações 4 .1 DEFINIÇÕES Para entendimento desta norma técnica 4. Deve ter largura mínima de 1.1. podendo ser inclinado (rampa) ou com degraus.1. passagens.1. proporcionando às pessoas continuarem sua saída para um local de segurança. 4. 4.7 Barreiras antiesmagamento: barreiras destinadas a evitar esmagamentos dos espectadores. escadas abertas externas. ou uma rampa. no qual as pessoas estão sem perigo imediato dos efeitos do fogo.1. cada uma em plano mais elevado que a outra. balcões. acabamento Este e local de deve possuir resistência ao fogo e elementos construtivos. geralmente acessos radiais ou entre um acesso radial e possui piso plano ou levemente inclinado (rampa). corredores de circulação (saída) ventilados (mínimo de 1/3 da lateral com ventilação permanente). ou uma área de refúgio. 4. devido à pressão da multidão aglomerada nas áreas de acomodação de público em pé. Podem ser providas de assentos (cadeiras ou poltronas) ou não.1. seja por contra de peso ou de mola. encosto e assento.1.1.8 Bloco: agrupamento localizados de assentos dois preferencialmente uma barreira. 4.1.6 Barreiras: estruturas físicas destinadas a impedir ou dificultar a livre circulação de pessoas.1. terraços e similares. 4 4. ou descarga para saída do recinto.5 Arquibancada: série de assentos em filas sucessivas. Há também a modalidade de arquibancadas para público em pé. Exemplos: escadas de segurança. etc. 4. revestimento incombustíveis.1. circos. anfiteatros. características retráteis. as pessoas têm alguma proteção contra os efeitos do fogo e de da fumaça.9 Descarga: parte da saída de emergência que fica entre a escada ou a rampa e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública. vestíbulos. 4. edificação.10 Local de segurança: local fora da edificação.11 Local de relativa segurança: local dentro de uma edificação ou estrutura onde. Os acessos podem ser constituídos por corredores.1 Acesso: caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor. 4. 4.1. por um período limitado de tempo.1.2 Acesso lateral: é um corredor de circulação assentos paralelo ou às filas (fileiras) de arquibancadas. e que se destina a dar melhor visibilidade aos espectadores. em forma de degraus.

contendo sinalização complementar de balizamento pertinentes. por determinada largura de saída (pessoas/minuto). duas alternativas de saída de emergência. devendo também as fileiras serem identificadas nas laterais dos acessos radiais.1. 5. 5 . acessibilidade e outros) e acessos e saídas independentes. sendo. conseguem deixar a respectiva área de acomodação (setor) e adentrarem em um local seguro ou de relativa segurança. 4. sanitários. 5 ÁREA DE ACOMODAÇÃO DO PÚBLICO – SETORES 5.). Recomenda-se que cada setor tenha lotação máxima de 10. com marcação fixa e visível. visando à proteção da vida.1. os blocos.17 Taxa de fluxo (F): número de pessoas que passam por minuto.1.14 Posto de comando: local fixo ou móvel.1 Os recintos para eventos desportivos devem ser setorizados em função de suas dimensões a fim de evitar-se que. arena etc.1.1. as fileiras e os assentos dos espectadores (inclusive quando o assento for no próprio ser patamar da arquibancada) devem devidamente conforme normas técnicas (setores de público. da fila e da numeração do assento. permitindo a ocupação ordenada do recinto.6 Os ingressos disponibilizados para o evento devem conter a respectiva identificação do portão. 5.000 pessoas.1. 5. do meio ambiente e do patrimônio. 4. do setor. 4. 5. devidamente equipado com todos os recursos de informação e de comunicação disponíveis no local. atendendo às prescrições desta norma técnica.2 Em todos os setores deve haver saídas suficientes. socorro e salvamento.1. em função da população existente. do bloco. o movimento dos ocupantes venha a saturar determinadas rotas de fuga bem como possibilitar às equipes de segurança. 4. campo.5 Os setores. em condições normais. 5.16 Setor: espaço delimitado para acomodação dos espectadores. Nota: Não inclui o tempo total necessário para percorrer a circulação inteira de saída (do assento ao exterior).1.1. definido por um conjunto de blocos. quadra.1 Generalidades numerados e identificados. destinado à coordenação integrada das operações desenvolvidas pelos órgãos de Defesa Civil e Segurança Pública em situação de normalidade.1. atendimento médico. em uma situação de emergência.18 Tempo de saída: é o tempo no qual todos os espectadores. de forma que estes sejam providos de todos os recursos (bares.15 Sala de Comando e Controle: local instalado proporcione em visão ponto geral estratégico de que todo recinto no atendimento de uma 5. com representantes de todos os órgãos envolvidos emergência. 4. em lados distintos.19 Túnel de acesso ou “vomitório”: passagem coberta que interliga as áreas de acomodação de público (arquibancadas) às circulações de saída ou de entrada do recinto. no mínimo. em cor contrastante com a superfície.4 As rotas de fuga dos espectadores devem ser independentes das rotas de fuga dos atletas ou artistas que se apresentam no recinto.1. 4. condições para executarem suas respectivas ações nos diversos eventos.1.e procedimentos a serem adotados.3 O projeto das arquibancadas deverá prever a possibilidade de divisão física entre setores. através de barreiras que possam ser removidas. bem como a redução das conseqüências de sinistros.

b. largura mínima de 0.2.80 m. 5.15 m e máxima de 0.75 m. altura mínima de 0. 5.5.1 Os destinados arquibancadas poltronas). 5.2. 5.5 Os patamares (degraus) das arquibancadas para público sentado (cadeiras individuais ou assentos numerados direto na arquibancada.3.40 m para circulação nas filas. 5.2 Para estádios e similares (arquibancadas permanentes): 20 m. aqueles inseridos dentro dos setores previamente estabelecidos e com rotas de fuga definidas. 0. b. devem ser reduzidos arquibancadas provisórias (desmontáveis) ver Seção específica. quando houver apenas um corredor de acesso.1. b. 7 m.2.2 Patamares (degraus) das desde que atendidos os seguintes requisitos: a. a cada 50 cm entre seus eixos. comprimentos previstos na arquibancadas 5. poltronas) nas filas das arquibancadas devem obedecer às seguintes regras: 5. altura máxima de 0.2.7 Para edificações a serem construídas. serem constituídos com material incombustível ou retardante ao fogo.3 Para ginásios cobertos e similares (locais internos) e para arquibancadas provisórias (desmontáveis): 14 m. largura mínima 0.1.3 máximos em 50%. recomenda-se que a altura destes esteja entre 0. no mínimo. caso as filas sejam equipadas com cadeiras com assento rebatível ou não possuam cadeiras (assentos numerados direto na arquibancada).42 m de largura útil e deve ser instalado.2.2. medidos centralizadamente.40 m. 5.5.6 Quando os próprios patamares das arquibancadas forem usados como degraus de escada.1 Para edificações existentes admitese patamares com largura mínima de 0. quando houver acessos nas duas extremidades da fila. quando houver acesso em ambas extremidades da fila.5. previstos na Subseção 5.2.8 As arquibancadas para público em pé devem ser dotadas de barreiras antiesmagamento – ver Seção “Guarda-corpos (barreiras) e corrimãos”.4 Os permitido) patamares devem (degraus) as das arquibancadas para público em pé (quando possuir seguintes dimensões (ver Figura 2): a. 5. Assentos assentos (cadeiras aos individuais ou devem das ser 5. b. 5.2. d. não será admitida a previsão de espectadores em pé.15 m a 0. e. ter espaçamento mínimo de 0.19 m.19 m. 5.1. no mínimo.57 m (ver Figura 3). 10 m. entre a 6 . deverão ser reduzidos em 25%. c. conforme normas vigentes.2.2. possuir resistência mecânica suficiente para os esforços solicitados.1 O comprimento máximo e o número máximo de assentos (cadeiras. cada assento deverá possuir.2 Para Subseção 5.1.2. 5. quando houver apenas um corredor de acesso (ver Figura 1). espectadores dimensionados conforme normas técnicas e ter as seguintes características (ver Figuras 3 e 4): a.7 Somente são considerados lugares destinados a espectadores. quando permitido) devem possuir as seguintes dimensões: a. e. caso as cadeiras sejam não-rebatíveis (tipo concha) das os filas. os valores máximos de comprimento da fila.

3 À frente das primeiras fileiras de dos setores de arquibancadas.3.80m.1. deve-se assegurar que: a.1.1 A inclinação máxima admitida para os setores de arquibancada será de 37 graus (medida entre a primeira fila e a última. e.1. espaços livres no exterior. 6. d. nos recintos de grande aglomeração de pessoas.4.2 É importante que se forneça.3.1 As saídas podem ser nominadas didaticamente em: a.3.1 SAÍDAS (NORMAIS E DE EMERGÊNCIA) Regras gerais (saídas horizontais e verticais) 6. circulações de saídas horizontais e verticais e respectivas portas. bem como nos setores com assentos no próprio patamar da arquibancada (quando permitido). quando houver.5 A altura mínima do guarda-corpo da parte de trás da arquibancada deverá ser de 1.3. Para edificações existentes admite-se este espaçamento com 0. f.55 m para circulação (ver Figura 4). escadas ou rampas. e. 5. tendo como base a cota inferior dos degraus das arquibancadas em relação à linha horizontal). deverá ser mantida a distância mínima de 0. localizadas em cotas inferiores.3. com altura mínima de 0.4. circulações de saída capazes de comportar. exceto se o patamar possuir largura igual ou superior a 1. haja número suficiente de saídas em posições adequadas (distribuídas de forma uniforme).3 Os responsáveis pela edificação e pela organização do evento devem garantir a permanência de equipes habilitadas para assegurar que as vias de saída estejam planejadas para prover aos espectadores uma circulação livre e desimpedida até que eles consigam atingir a área externa da edificação.10 m. descarga. a inclinação máxima deve ser de 25 graus. a passagem das pessoas dentro de um período de tempo aceitável. serem afixados de forma a não permitir sua remoção ou desprendimento de partes sem auxílio de ferramentas. devendo apresentar este planejamento no Plano de Emergência. 5. 5. e evitar o congestionamento das saídas e o estresse psicológico. 5. 6 6.projeção dianteira de um assento de uma fila e as costas do assento em frente. de forma segura.35 m (ver Figura 4).6 A altura mínima do guarda-corpo das laterais da arquibancada deve atender à Seção 6.4 Inclinações das arquibancadas 5.10 m. 5. acessos. Ver Figuras 3 e 4.2 Nos setores com arquibancadas para público em pé.4 A altura mínima do guarda-corpo frontal da arquibancada deverá ser de 1.70m do piso e resistência mínima de 1. 6. ter encosto com altura mínima de 30cm. c.000 pessoas deverão adotar assentos rebatíveis.2 Os estádios com público superior a 35. assentos por metro).4. 5.4 – Guada-corpos. 5.1.5 kN/m (Kilonewton 7 .1 Nos setores de arquibancadas com a instalação de barreiras inclinação igual ou superior a 32 graus tornase obrigatória (guarda-corpos) na frente de cada fila de assentos.1. barreiras e corrimãos. 5. b. Assim.

7.1. Ver Figura 14. devendo ser adotadas as rotas mais diretas possíveis. devendo. no sentido da saída do recinto. e. escritórios.1.5 O piso das áreas destinadas à saída do público. conforme dimensionamento da capacidade das saídas e caminhamentos máximos. ser mantida a mesma largura ou. as pessoas não tenham que percorrer distâncias excessivas para sair do local de assistência (acomodação). no mínimo. 6. vestiários. em lados distintos. camarotes.1. circulações podem estreitamento em suas larguras. sendo que deve haver. área de concentração dos atletas ou artistas.1. duas opções (alternativas) de fuga.1. locais fechados e outros.1. Cópia do Plano de Emergência deve ser mantida na sala de comando e controle do recinto. administração. além de ser incombustível. acionado pelos componentes do serviço de segurança ou da brigada de 8 .10 As saídas que não servem aos setores de arquibancadas ou à platéia devem atender aos parâmetros normativos pertinentes adotados na NT 05.1. pista outros) acessíveis ao público devem ser previstas passagens que permitam aos espectadores sua utilização mediante em caso de emergência. 5 m das saídas (túneis. locais de venda. 6.1. todas as áreas de circulações de saída tenham larguras adequadas à respectiva população.9 Para recintos com previsão de público igual ou superior a 2. sentidos. no mínimo. 6. d. normais tanto como em em 6.13 Os desníveis existentes nas saídas horizontais devem ser vencidos por rampas de inclinação não superior a 10% e patamar horizontal de descanso a cada 10 m.1. os elementos construtivos e os materiais de acabamentos e de revestimento devem ser incombustíveis. no mínimo.1. 6. será admitida a largura mínima de 1. no caso de aumento de fluxo na circulação.6 As adequadas. todas as saídas tenham sinalização e identificação condições emergência. c. campo.1 Vestiários. deverá também ser executado e de conter balizamento não em material sinalização conforme sofrer antiderrapante complementar 6. escadas.11 Devem ser previstos espaços adequados para portadores de necessidades especiais. 6.12 Toda circulação horizontal deve estar livre de obstáculos e permitir o acesso rápido e seguro do público às saídas verticais dos respectivos pisos ou à área de descarga. no mínimo. 6.12. 6. 6. sala de imprensa.7 As saídas devem possuir.1. devendo constar as plantas ou croquis que estabeleçam o “plano de abandono” de cada um dos setores. 6.1. deverá ser elaborado Plano de Emergência. 6. acessos dos sanitários e outros locais de acúmulo de pessoas devem distar. 6. em cada setor. atendendo aos critérios descritos nas normas técnicas pertinentes.10m. Ex: camarins.8 As saídas devem ser dimensionadas em função da população de cada setor considerado.1 No caso de edificações existentes. barreiras dentre ou alambrados dos que locais separam a área do evento (arena.4 Nas saídas. deve-se dimensionar para o novo número de pessoas.14 Nas quadra. haja dispositivos que direcionem o fluxo de pessoas que irão adentrar em uma rota de fuga.500 pessoas. de abertura nos dois sistema normas técnicas pertinentes.b.20 m de largura. rampas e outros).1. 1.

). maçanetas.21 Todas as portas e portões de saída final em uma via de saída normal devem abrir no sentido do fluxo de saída e serem mantidos na posição totalmente aberta. 6.1. não podendo ser obstruídos pela movimentação de entrada do público ao recinto. de acordo com os parâmetros da NT 09. 6.14.1.1 As faixas previstas no item anterior deverão possuir no mínimo 5. 6. espelhos.23 As catracas de acesso devem ser reversíveis. O responsável pela segurança deve verificar ou ser informado quando todas as portas e portões das saídas finais estiverem conforme prescrições desta Norma Técnica. dobradiças e outros.1. 6. atenderem que se devendo estas ao proporcionalmente destinam. instaladas ao final de todos os acessos radiais. porém.1 As passagens (portões) de acesso ao campo devem ser pintadas em cor amarela.24 As catracas devem ser dimensionadas para atender a todo o público e a seu acesso em um tempo máximo de 1 hora com a devida agilidade e atendimento aos procedimentos de segurança. Estas saídas devem ser monitoradas pessoalmente pelo serviço de segurança ou pela brigada de incêndio.20 m. as paredes não devem ter cantos vivos. antes do fim do evento. 6. Para este cálculo.15.1. sendo que estes espaços não poderão ser computados no cálculo das saídas de emergência. exceto os portões de acesso ao campo. deve ser considerada uma capacidade máxima de 660 espectadores por catraca por hora. 6.1.1.1. saídas público a separadamente. descarga etc.26 É vedada a utilização de portas e portões de correr ou de enrolar nas saídas.20 As saídas finais devem ser monitoradas pessoalmente pela segurança ou brigada. dimensionados de acordo com o estabelecido nesta norma técnica. 6.19 Nenhuma saída deve ser fechada de modo que não possa ser facilmente e imediatamente aberta em caso de emergência. e possuir largura dimensionada para o abandono seguro da população do recinto.1.0 cm de largura e serem contínuas até a barreira. a qualquer momento.1.1. 6.1.1. 6. 9 . para permitir a saída de alguém do recinto.incêndio. escadas. Estas passagens devem ser seguramente na posição aberta. 6. portão ou alambrado. contrastantes com a cor do piso (ver Figuras 3.16 Quando houver mudanças de direção. Ao abrir. que devem ser devidamente monitorados pelo serviço de segurança ou pela brigada de incêndio.1.1. 6. devendo permanecer sempre livres e prontos para utilização. não sendo permitido qualquer tipo de travamento no sentido de saída do recinto. 6.1.25 Ao lado das entradas devem ser previstas portas ou portões destinados à saída dos espectadores. não devem obstruir qualquer tipo de circulação (corredores.1. com prazo suficiente para garantir a saída segura do público.18 As portas e portões de saída devem ser providos de barras antipânico.17 As portas e os portões de saída do público devem abrir sempre no sentido de fuga das pessoas.22 Não devem existir peças plásticas em fechaduras. nunca inferior a 1. em caso de necessidade.1 Deverão ser observadas medidas que permitam a saída do público de torcidas distintas. 6. enquanto o recinto for utilizado pelo público.21. 6. com as respectivas sinalizações. 6. 6.15 Os acessos radiais deverão ser na cor amarela ou sinalizados com faixas amarelas nas extremidades laterais.27 As circulações devem ser iluminadas e sinalizadas com indicação clara do sentido da saída. 8 e 9).

d. com altura entre 0.2 As saídas verticais (escadas ou rampas) devem ainda satisfazer as exigências descritas a seguir: 6.7 Os degraus das escadas (exceto os degraus dos acessos radiais) devem atender aos seguintes requisitos: a.4 – Guada-corpos.28 Todas as saídas (portas. atendendo aos requisitos da Seção 6.2.2. para facilitar o deslocamento rápido em caso de emergência.64 (m) 6.2.63 ≤ (2h + b) ≤ 0.2. caracol ou helicoidal. 6.2. 6. 6. o piso dos degraus e patamares revestidos por materiais incombustíveis e antiderrapantes.18 m. 6. barreiras e corrimãos.2.20 m.2.2.1. 6.27 m. caso 6.2 O lanço máximo.1 Os degraus dos acessos radiais.9 O uso de rampas é obrigatório nos 10 .2. com seus respectivos números de identificação.29 As portas e passagens nas circulações devem ter altura mínima de 2. o balanceamento dos degraus deve atender a relação entre altura do espelho (h) e a largura da pisada (b). c.15 m ≤ h ≤ 0.2. estes deverão ser sinalizados observando sinalização específica conforme normas técnicas pertinentes. quando houver mudança de direção na escada ou na rampa.2.80m a 0. 6.6 Elevadores. largura mínima de 1.2. as escadas devem ter lanço mínimo de 3 degraus. e.2.2. 0.00 m para as existentes.80 m e no mínimo a cada 1. a saber: 0.8 Em áreas de uso comum não são admitidas escadas em leque. 6. devem ser balanceados em função da inclinação da arquibancada e das dimensões dos patamares (ver Figura 3). nos dois lados (interno e externo).6. b. não deve ultrapassar 3.40 m de largura ou mais devem possuir corrimãos intermediários no máximo a cada 1.2. altura dos espelhos dos degraus (h) deve situar-se entre 0.5 cm).escadas ou rampas existam saliências ou um degrau de escada. f. elevadores de emergência e escadas rolantes não podem ser considerados como saídas de emergência. entre dois patamares consecutivos.2. guarda-corpos com altura mínima de 1.1.005 m (0.20 m para edificações novas e de 2.20 m (ver Figura 5).2. 6. b.2.4.1 Serem contínuas desde o piso ou nível que atendem até o piso de descarga ou nível de saída do recinto ou setor. ou seja. os quais sejam tecnicamente impossíveis de serem corrigidos. 6.1 Todos os tipos de escadas ou de rampas deverão ter: a.10 m.20m (exemplo: patamar entre dois lanços na mesma direção). o comprimento mínimo dos patamares deve ser igual à largura da respectiva saída.20 m de altura (rampas e escadas).15 m e 0.5 Os patamares devem ter largura igual à da escada ou da rampa e comprimento conforme regras descritas abaixo: a. corrimäos contínuos em ambos os lados. b.2.18 m.2. c. com tolerância de 0. 6. largura mínima das pisadas (b): 0.92m. atendendo aos requisitos da Seção 6.7. as escadas e rampas com 2. o comprimento mínimo deve ser igual a 1.4 Devem ser construídas em lances retos e sua mudança de direção deve ocorrer em patamar intermediário e plano. caso não haja mudança de direção.2 Saídas verticais .2. nas arquibancadas.2.3 Para edificações existentes. portões) devem ser claramente marcadas. 6.

possam provocar a aglomeração de público. pela sua natureza ou sua utilização.2. deverão ser previstos divisores físicos que impeçam tal utilização. para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações para acesso de deficientes físicos.2 Nos acessos ao recinto devem ser planejadas áreas de acúmulo de público suficientemente dimensionadas para conter o público com segurança.2. 6. b.2.4 Guarda-corpos.15 As inclinações das rampas não deverão exceder a 10% (1:10). para evitar-se congestionamento nas circulações internas da edificação.2. 6. 6. c. organizado em filas antes de passar pelas catracas. e. devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem. não devendo ser dispostas dependências que. 6.11 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras.2.2.seguintes casos: a. quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada. obstáculos ou instalações que possam causar lesões em caso de abandono de emergência. serem mantidas livres e desimpedidas. no sentido descendente de saída. c.3. 6.2. 6. Caso necessário.12 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível. o que comprometeria as saídas do recinto. na descarga e acesso de elevadores de emergência. serem distribuídas e de forma de exterior. tais como bares.3.14 Não é permitida a colocação de portas nas rampas (ou nas escadas).3 No dimensionamento da área de descarga.3 Descarga e espaços livres no dimensionadas. não possuir saliências. devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. 6. Dessa forma. sendo que estas devem estar situadas sempre em patamares planos. por exemplo: desvios de trânsito nas vias próximas ao recinto.3. conforme normas técnicas pertinentes. tendo comprimento mínimo de 1.20 m. 6. barreiras e corrimãos adotados pela organização do evento e pelas autoridades competentes para que a descarga do público tenha fluxo suficiente na área externa. b.2. lojas de “souvenirs” ou outras ocupações.2.2. d. 6. 6.4 As a.2.13 As rampas podem suceder um lanço de escada. sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção. mas não podem precedê-lo.3. não serem utilizadas como depósito de qualquer natureza. 6. não descargas serem devem atender aos como de seguintes requisitos: utilizadas de veículos estacionamento qualquer natureza.10 As rampas devem ser dotadas de guarda-corpos de forma análoga às escadas. pistas de dança.1 Cuidados especiais devem ser equidistante dimensionadas maneira a atender o fluxo a elas destinado e o respectivo caminhamento máximo. medidas de segurança devem ser adotadas para se evitar a aglomeração de público nas descargas externas do recinto. com comprimento não inferior à da folha da porta de cada lado do vão.2. medidos na direção do trânsito. mesmo que corretamente 11 . proibição de “comércio” nas proximidades das saídas e outros. 6. ao redor do recinto.

Nota: somente deverão ser utilizadas longarinas quando for inviável a utilização de balaústres. com aberturas de 60 cm no início e término dos patamares e. 6. quando houver acomodações ou assentos em ambos os lados.15 m. porém.4.7. os corrimãos devem ser laterais (individuais por fila) ou corrimãos devem possuir as terminações (extremidades) arredondadas ou para parede ou e de outra solução que Deve alternativa. as quais deverão ser voltadas aberturas.1 Toda saída deve ser protegida.4. a fim de se evitar acidentes. prolongando-se mais 0. 6. de ambos os lados.0 kN/m (ver Figuras 6.6 Os curvas.80m.7. centrais.10 m devem possuir fechamento dos encostos (guarda-costas) do último nível superior de assentos.5 Os corrimãos deverão ser dotados em ambos os lados das escadas (ou rampas).9 No perímetro de proteção dos túneis de acesso (vomitórios). de forma idêntica aos guarda-corpos.80 e 0. 6.4.40 m de largura. neste caso.4. ambos com vão máximo de 0.4.6. 6.3 As arquibancadas cujas alturas em relação ao piso de descarga sejam superiores a 2. para compor a altura mínima de 1.4.1.90 m (90 cm) a guarda seja confeccionada com concreto (ver Figura 8). visando facilitar o acesso aos mesmos e permitir a passagem de um lado para o outro.2 A altura das barreiras. sempre que houver qualquer desnível maior de 18 cm.1 Estes intervalos (aberturas) terão uma largura livre correspondente à largura do patamar.20 m e máximo 1. 6. Os lanços (canais) determinados pelos corrimãos centrais deverão ter largura mínima de 1.4. não possuindo quinas vivas ou reentrâncias agarramento saliências roupas.10 m e sua resistência mecânica varia de acordo com a sua função e posicionamento (ver Figuras 6).4. recomenda-se que até a altura 0. desde que o guarda-corpo atenda também aos preceitos do corrimão. permitam NT 05. 6. formando canais de circulação (ver Figura 5). com altura mínima de 1. conforme a NT 05. 6.1 Quando os corrimãos forem centrais (ver Figuras 7 e 9). suas extremidades devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes.4.4 O fechamento dos guarda-corpos deve ser por meio de longarinas (barras horizontais) ou. 6. de preferência. internamente. 6. deve ser.10 m. de 1. devendo estar situados entre 80 cm e 92 cm acima do nível do piso.80 m em relação a este nível (ver Figura 4). no mínimo.11 Nas comuns enclausuradas) e rampas não enclausuradas pode-se dispensar o corrimão.12 Para escadas de escoamento e circulação de público com largura útil total maior do que 3. com altura entre 0.4. 6.4. 7 e 9).4. com corrimãos e guardacorpos contínuos.92 m e resistência mínima de 2. 6.4.6 m devem ser instaladas barreiras retardantes antes da chegada às 12 atender também aos mesmos parâmetros da .8 As escadas com mais de 2.10 Os corrimãos devem ser construídos para resistir a uma carga mínima de 900 N (Newton) aplicada verticalmente de cima para baixo e horizontalmente escadas em ambos os (não sentidos.7 Nos acessos radiais das arquibancadas. atender balaústres aos (barras mesmos verticais). 6.30m nas extremidades. 6.4. devendo ainda parâmetros da NT 05. devem ser dotadas de corrimãos centrais. estes deverão ter descontinuidades (intervalos) no mínimo a cada 2 fileiras e no máximo a cada 4 fileiras de assentos.

consultar o “Guide To Safety at Sports Grounds” (“Green Guide” .2. antes de serem colocadas em uso. deverá ser adotada a densidade (D) máxima de 3 pessoas/m² (fator de segurança e controle de lotação).2. a densidade (D) será de 2. 6. mesas). d. poltronas. da arena de rodeios e similares for usada para acomodação dos espectadores (público). c.5 Para setores (ou áreas) de público em pé: as áreas destinadas ao público em pé.6 A regra acima se aplica também quando a área do gramado.3 No caso de camarotes que não possuam cadeiras fixas.1. b. 13 .2 Arquibancadas sem cadeiras ou poltronas: na proporção de 0.5 m linear de arquibancada por pessoa.1 Arquibancadas poltronas número (rebatíveis total de com ou cadeiras ou não-rebatíveis): demarcados assentos (observando-se os espaçamentos conforme Seção 5. espaçadas em função da inclinação e devem possuir os seguintes requisitos: a. “x” é a extensão da arquibancada em metros e “n” o número de degraus da arquibancada. contudo.2.mesmas para um melhor controle e promoção de um ritmo contínuo de público (ver Figura 12). 6. serem contínuas entre os acessos radiais. evento.2. 7.10 m (sendo permitida uma tolerância de variação de até 3%). da quadra.2 A lotação do recinto (população máxima) deve ser calculada obedecendo-se aos critérios abaixo descritos. devendo-se adotar. excluindo-se sanitários. da pista. do campo. terem devem mecânica 7. sendo exigido laudo técnico específico com f.5 pessoas por m² de área.1 DIMENSIONAMENTO DAS SAÍDAS Cálculo da população saídas em de emergência da são 7.2. para fins de cálculo das dimensões das saídas será utilizada a densidade (D) máxima de público.2.13. deverá ser adotada a fórmula: P = (2 x).1. terem alturas de 1.1. = 4 pessoas/m²). não possuírem As pontas bordas ou bordas ser e agudas. devendo possuir manutenção constante. onde “P” é a população máxima. resistência distâncias entre barreiras conforme Figura 10. 7.4. arredondadas.13 Barreiras antiesmagamentos (ver Figuras 10 e 11) devem ser previstas nas arquibancadas para público em pé.1.1.n. por engenheiro habilitado. 7 7.3 – Assentos).ver Capítulo 3 desta NT). 7. caso existam.1. para fins de definição da capacidade real máxima e disponibilização de ingressos (lotação real).1 Para maiores informações sobre dimensionamento de guardas e barreiras. dimensionadas função população máxima no recinto e/ou setor do evento. e. a população será definida conforme o leiaute.1.4 No caso de camarotes que possuam mobiliários (cadeiras. copas e outros ambientes.1 As 7. nessas condições. devendo-se adotar o valor de 4 pessoas por metro quadrado da área útil destinada aos espectadores (Dmáx. serem recolhimento vistoriadas de antes ART de do cada profissional competente. 7. 7.1.4. terem sua resistência e funcionalidade testadas. Para cálculo da capacidade de público do setor.

bem como as possíveis substituições por outras medidas de segurança CBMCE.1 O tempo máximo de saída é usado. a necessidade de redução do público em função da necessidade de divisão de setores por parte das autoridades policiais. nestes locais. deve ser devidamente comprovada pelo responsável técnico. camarotes.1 Para autoridades este tipo de uso. subsolos.1. 7. medidas de segurança devem ser adotadas.6. com presença de carga de incêndio (por exemplo: museus. sendo necessária ainda. Nota: A necessidade de chuveiros automáticos e de detecção. a necessidade de redução de público em função do risco que o evento oferece. depósitos. poderá ser adotado o critério de redução de público.1. estúdios. 7. 7.2. independente da característica da edificação (ver Seção 7.2. 7. as ser competentes devem para evacuação. no campo.1. adotar tempo de saída de 2.2. na contra incêndio (quando permitidas). consultadas quanto às possíveis restrições. para definição das saídas de emergência. por autoridades competentes. com as respectivas lotações. pela organização do evento.5 minutos. cabines de imprensa. em função deste risco.2.2. utilizando-se para tal fim a avaliação da redução do tempo necessário área de concentração dos atletas ou artistas e outros). para cada evento. bibliotecas.2. e possíveis áreas de risco verificadas em vistoria. Nesta situação específica. por meio de memória de cálculo.nestes locais.2. atenderá as normas técnicas do 14 .11 É vedada a utilização das áreas de circulação e rotas de saída para o cômputo do público. nos termos desta norma técnica. camarins. Caso a arquibancada seja interna (local fechado). Neste caso. a previsão de sistemas de chuveiros automáticos e de detecção automática de incêndio. em conjunto com a taxa de fluxo (F) para determinar a capacidade do sistema de saída da área de acomodação do público para um local de segurança ou de relativa segurança (ver Capítulo 4 – Definições). 7. Nota: Não inclui.10 Quando verificada. estacionamentos. barreiras físicas e outros dispositivos eficazes devem ser usados para se evitar a superlotação de algum setor (ou área). para se evitar que haja migração de determinadas áreas para outras com melhor visibilidade do evento.3 Nas áreas internas destinadas a usos diversos. até um local de relativa segurança. lojas. deverá ser adotado o tempo máximo de 5 minutos para evacuação.4 Nas áreas de eventos temporários em local aberto e no gramado. por exemplo). sendo tais informações essenciais para o dimensionamento das rotas de fuga. o tempo máximo de saída.8 Nos setores de público em pé. medidas de controle de acesso rigorosas.2. assim.2 O público desta área deverá ser computado no dimensionamento das saídas permanentes do recinto.2 Nas áreas de arquibancadas externas (baixo risco de incêndio).6. provocando assim uma saturação de alguns pontos e esvaziamento de outros. o tempo total necessário para percorrer a circulação inteira de saída (do assento ao exterior).9 Para definição da lotação máxima e disponibilização de ingressos de cada setor. o tempo máximo será de 6 minutos (ginásios poliesportivos. estádios cobertos ou com cobertura retrátil. 7.2.1.1.2. restaurantes. administração. 7. será de 8 minutos (ver Figura 14).2 Tempo de saída 7.2 – Tempo de saída). deverá ser considerada. 7.7 A organização dos setores. 7. 7.2.1.1. 7.

8 Distâncias máximas a serem 7.2. deve ser utilizada a taxa de fluxo (F) que é o indicativo do número de pessoas que passam por minuto por determinada largura de saída (pessoas/minuto). podem ser adotadas medidas como limitar a lotação no setor ou aumentar as saídas. na pista. frustrados ou estressados.3 O dimensionamento das saídas será em função da taxa de Fluxo (F) referente à abertura considerada. o tempo máximo será de 5 minutos. Para estádios existentes.1 Para dimensionar o abandono de uma edificação. a distância máxima a ser percorrida por um espectador até atingir uma saída não poderá ser superior a 120 metros. são os seguintes: a. nas escadas e circulações com degraus: 66 pessoas por minuto por metro (ou 79 pessoas por minuto. a distância máxima de percurso para se alcançar um local de segurança ou de relativa segurança não pode ser superior a 60 metros (incluindo a distância percorrida na fila de assentos e nos acessos – radiais e laterais). Para fins de aplicação desta Norma Técnica. Aceita-se para edificações análise de existentes.3. tendo em vista o tempo máximo de saída da área de acomodação e o risco à vida humana decorrente da emergência. partindo de seu assento ou posição. em menos tempo do que o período pré-estipulado para a saída completa do setor. Comissão mediante Técnica. 7. 7.2.3.6 Para os locais cuja construção consista em materiais não-retardantes ao fogo.20 m). d. a serem consideradas são as percorridas Os critérios para se determinar as distâncias máximas de percurso para o espectador.5 Em certas circunstâncias pode ser necessário aplicar um tempo de egresso menor do que o estabelecido. e similares (quando usados para o público). que os espectadores ficam agitados. o tempo máximo de saída não poderá ser superior a 2.7 Para diminuir o tempo de saída. b. para uma largura de 1.2 Siglas adotadas: P = população (pessoas) E = capacidade de escoamento (pessoas) D = densidade (pessoas por m²) F = taxa de fluxo (pessoas por minuto) L = Largura (metro) 7. o valor de 73 pessoas por minuto por metro.3. Dimensionamento das saídas relativos de ao emergência parâmetros escoamento de pessoas (larguras dos acessos e saídas) 7.2. admitese o caminhamento máximo de 40 metros. conforme item específico tratado nesta norma técnica. em observação regular. 7.2.5 minutos. A distância máxima a ser percorrida pelo espectador em setores de arquibancadas para alcançar a entrada do túnel de acesso (vomitório) não poderá ser superior a 30 m (ver figura 15).3 c. na quadra. as taxas de fluxo máximas seguintes: a. 7.arena. Nos casos de eventos temporários em locais abertos. por exemplo. se for constato pelos responsáveis. A distância máxima a ser percorrida pelo espectador em setores alcançar de um arquibancadas para acesso radial (corredor) não pode ser superior a 10 metros (ver figura 15). 15 . 7.

restaurantes.3.1 A estabilidade estrutural da edificação deve ser comprovada em laudo técnico específico. aceita-se para edificações existentes.3. 8. serão admitidas as taxas de Fluxo (F) estabelecidas na 4ª edição do “Guide to Safety at Sport Grounds (Green Guide)”. áreas de instalação de geradores e outras áreas similares devem ser compartimentadas das áreas de público e circulações de saída com elementos instalação automáticos. não será admitida a previsão de espectadores em pé. 9. conforme item específico tratado nesta norma técnica. com a finalidade de atendimento à Copa do Mundo de 2014.3.2 As áreas internas da edificação. Esta compartimentação poderá ser substituída por chuveiros considerando sempre o arredondamento em função da segurança (ex. lojas. devem possuir resistência ao fogo suficiente 16 .5 Os elementos estruturais das coberturas espectadores em pé será de 1. 9. 9. a previsão de lugares para espectadores em pé. sala de imprensa.: majoração das larguras de saída e minoração da capacidade de público).4 Nas edificações que não possuam a lotação máxima de arquibancadas. 9. arenas e similares. para uma largura de 1. bem como devem possuir resistência ao fogo suficiente para o abandono seguro dos ocupantes e para as ações de socorro. adota-se número devem compatível com as ações e as solicitações a que são sujeitos (conforme normas da ABNT). áreas VIP.1. usados para eventos esportivos).000 pessoas.3 Os dutos e “shafts” (horizontais ou resistentes de sistema ao de fogo. 7. 9 9. administração. o isolamento dos locais e a proteção das circulações. 9.4 A reação ao fogo dos materiais (estádios.2 Nas edificações existentes. conforme normas técnicas pertinentes.1 Para as edificações a serem construídas verticais) das instalações do recinto devem ser devidamente selados quando atravessarem qualquer elemento de construção (em especial paredes e lajes).3 Não serão permitidos espectadores em pé nas arquibancadas em edificações com lotação superior a 5. mediante análise de comissão técnica.20 m). mantendo-se assim a compartimentação dos espaços. nos elementos de decoração e no mobiliário deve ser controlada para limitar o risco de deflagração e a velocidade do desenvolvimento e propagação do incêndio. subsolos. utilizados nos acabamentos. não poderá exceder a 20% da lotação total. nas saídas horizontais (portas. áreas de estacionamentos. 8 Setores para espectadores em pé em eventos esportivos em geral 8. escritórios. 8. 7. depósitos.1 Para edificações cujos projetos já tenham sido aceitos formalmente pelo Comitê Organizador da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014.000 pessoas.b. camarotes. imediatamente concentração de atletas ou artistas. ginásios. camarins. 8. museus. o valor de 109 pessoas por minuto por metro. como áreas técnicas.1 OUTRAS EXIGÊNCIAS Os elementos estruturais dos recintos apresentar resistência mecânica corredores) e rampas: 83 pessoas por minuto por metro (ou 100 pessoas por minuto. emitido por profissional capacitado e habilitado.4 Caso fracionado o cálculo o inferior resulte ou em valor inteiro superior.

7 Os subsolos que possuírem ocupações de estacionamento devem de veículos às ocupados) atender distintas (subsolos exigências adicionais das normas técnicas do CBMCE. tais como depósitos de materiais diversos.8 Sala de Comando e Controle 10.6 As instalações elétricas e o sistema de contra atender descargas aos atmosféricas previstos. deverá ser setorizado e monitorado pela central instalada na Sala de Comando e Controle. automática de incêndio e compartimentação. que possa dar visão completa de todo recinto (setores de público. 9. áreas de comércio.1 Na edificação deve-se prever uma sala em local estratégico.6 Antes do início de cada evento.2 Os vãos (espelhos) entre os assentos das arquibancadas que possuam alturas superiores a 0. em caso de emergência. 9. 9.8.1.7 O sistema de alarme e detecção automática de incêndio. incluindo controle de acesso. as edificações cuja estrutura seja de caráter temporário (desmontáveis) devem atender ainda ao seguinte: 10. devendo ser mantidos limpos e sem quaisquer materiais combustíveis durante todo o período do evento. quando houver. 9.8. deve-se avaliar o melhor local para destinação do Posto de Comando. quadra. 9. requisitos proteção devem respectivamente. 10. 17 .8. sejam mantidos em funcionamento por período mínimo de 120 minutos. devidamente equipada com todos os recursos de informação e de comunicação disponíveis no local.8.para o abandono seguro dos ocupantes e para as ações de socorro. arena e outros). 9.1 Além dos critérios estabelecidos nos itens anteriores.1 Os estruturas espaços vazios abaixo ao das 9. 10 Edificações de caráter temporário (materiais retardantes ao fogo). de saída. na NBR 5410 (Instalações elétricas de baixa tensão) e NBR 5419 (Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas).1. banheiros e outros. no caso de interrupção do fornecimento de energia. camarotes.8. de forma a impedir a passagem de pessoas.15 m devem ser fechados com materiais de resistência mecânica análoga aos guarda-corpos.2 Nesta sala deve-se interligar os sistemas de monitoramento e de alarmes (incêndio e segurança) existentes no recinto. com possibilidade de setorização e instalações que permitam destinadas público (arquibancadas. chuveiros detecção automáticos.4 Os recintos devem ser equipados com sistema de sonorização. e outros) não podem ser utilizados como áreas úteis.8.5 Os equipamentos de sonorização devem ser conectados a sistemas autônomos de alimentação elétrica para que. principalmente quanto às medidas de: controle de rotas fumaça. sendo que em caso de emergência. conforme normas das ou mesmas de deverão ser técnicas da ABNT e os materiais utilizados na construção incombustíveis baixa propagação difundir. 9. aviso de abandono ao público e acionar os meios de socorro para intervir em caso de incêndio ou outras emergências. campo.3 A Sala de Comando e Controle funcionará como Posto de Comando Integrado das operações desenvolvidas em situação de normalidade.8. o público presente deve ser orientado quanto à localização das saídas de emergência para cada setor e sobre os sistemas de segurança existentes. 9. 9.

00 metros de largura e 4.1. 10.3 Em na rota de ocupações fuga. as ações ser das intempéries. afixados de forma a não permitir sua remoção sem auxílio de ferramentas ou que permitam o desprendimento de partes. inclusive. mediante sistema de abertura acionado pelos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio. 10. estruturas suspensas e outros).5 Nos locais destinados aos espectadores e rotas de fuga todas as fiações e circuitos elétricos devem estar embutidos. que possuam locais de concentração de público acima de 10.13 Deverão ser garantidos dois acessos de veículos de emergência com dimensões mínimas de 4.12 Os elementos de suporte estrutural das tendas ou outras coberturas flexíveis devem possuir as mesmas características de resistência e/ou retardo de fogo. praças e similares.7 Em eventos realizados em pistas.50m. com a devida comprovação por meio de documentação pertinente. todas as fiações e circuitos elétricos devem estar embutidos. em lados ou extremidades opostas.1. as especialmente do vento.8 Nos corredores de acesso. campos. 10.4 Os circuitos elétricos e fiação do sistema de iluminação de emergência devem ser instalados em conformidade com a NT 09 e NBR 5410. além de devidamente isolados.1. (iluminação. com largura mínima útil (livre e desimpedidas) de 2. 18 . grupo e moto-gerador outros). tendas. 10.1. instalações elétricas outros.11 Os acabamentos. sem ressaltos ou aberturas. 10. equipamentos coberturas flexíveis (lonas) e no mobiliário principal devem ser especificados de forma a restringir a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça. considerando as cargas geradas pela movimentação do público levando-se em consideração a resistência e comportamento do solo que receberá as cargas. arquibancadas. desde temporárias que e possuam sejam competentes. prevendo-se. 10. 10. arena ou outros). Os disjuntores não podem ser afixados sobre materiais combustíveis. Se montados por intermédio de placas. 10.1.6 Nas barreiras ou alambrados que separam área do evento dos locais de público devem ser previstas passagens que permitam aos espectadores sua utilização em caso de emergência. viabilizando a remoção de vítimas.9 Os elementos estruturais dos recintos devem apresentar resistência mecânica compatível com as ações e solicitações a que são sujeitos. e sonorização.1. materiais elementos utilizados de nos decoração. 10.10 Deverão Anotações de apresentadas Responsabilidade Técnica (desmontáveis) são aceitos pisos em madeira resistência características mecânica antiderrapantes compatível.000 pessoas. 10.7.1. 10. além de devidamente isolados. de forma a garantir a necessária evacuação do público. devendo ser instalados em local adequado e fora do alcance do público. com previsão de público em pé.10.1.1. estas devem ser afixadas de forma a permanecerem alinhadas em um mesmo plano.1. camarotes.1.1 Estes corredores de acesso deverão ser previamente definidos pelas autoridades (ART) referentes às estruturas provisórias (palcos.50 metros de altura até o espaço de concentração de público (campo. devem ser previstos corredores de acesso aos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio. bem como mantenham a superfície plana.1.

19 . capacidade extintora. 12.1 Extintores de incêndio 12.1. O caminhamento (distância a percorrer) máximo para alcançar uma bateria de extintores deve ser de no máximo 35 m. de 29 de dezembro de 2004 e respectivas Normas Técnicas que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Ceará. pelas suas à Brigada de Incêndio e ao pessoal de segurança. 11. bares. restaurantes. cabines de rádios. 12.2 O responsável técnico pelo pedido de análise em comissão técnica deve apresentar os argumentos quanto à impossibilidade do atendimento técnica. citados nos artigos anteriores e disponibilizar funcionários que possuam a cópia da chave. quando necessária.1 A proteção por hidrantes.1. de forma a garantir a segurança durante a permanência e abandono das pessoas além da intervenção do socorro público de maneira rápida e segura em caso de emergência. vestiários. lojas. camarotes. dos requisitos desta norma devidamente embasados c. estacionamentos cobertos e demais áreas onde não há presença de espectadores. admitindo-se as adaptações abaixo: a. deverá ser feita conforme especificações da NT 06. nos locais de acesso restrito ao Corpo de Bombeiros Militar. devese atender às prescrições NT 04. deverão atender à NT 04. vestiários. sociais e similares) estão isentas da instalação de extintores de incêndio no e do item caminhamento anterior. não permitam as adequações previstas nesta norma técnica devem ser avaliadas por comissão técnica composta por Oficiais do Corpo medidas de Bombeiros substitutivas Militar. cadeiras. 12. instalação e classes de incêndio.11 EDIFICAÇÕES EXISTENTES 11. sala de imprensa. museus. apresentando (alternativas) mitigadoras sugeridas.1. camarotes. estacionamentos cobertos e demais áreas onde não há presença de espectadores. uma chave mestra para abertura de todos os locais de acesso restrito que contenham equipamentos de combate a incêndio. os hidrantes poderão ser instalados em locais de acesso restrito ao corpo de bombeiros militar e à brigada de incêndio. cabines de rádios. b.2 Hidrantes e Mangotinhos 12. deverão prescrições da NT 06. nos locais de acesso de público. quanto à ou exigência tecnicamente inviável. a quantidade. as áreas de acomodação do público (arquibancadas. atendendo: a. os extintores poderão ser instalados em baterias. os responsáveis pelo evento deverão colocar a disposição. 12.2 Nos locais administrativos. bares. atender às tecnicamente. d. c. previsto características e inviabilidade técnica. no centro de comando dos bombeiros.2. museus. sala de imprensa. em armários com chave mestra. 12 DA PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Os equipamentos de segurança contra incêndio dos recintos devem ser projetados de acordo com a Lei Estadual Nº 13.1 A proteção por extintores de incêndio é obrigatória em todos os eventos.1 As edificações que. lojas. restaurantes. próximo aos locais para sua abertura.556. Nos locais administrativos. o caminhamento (distância a percorrer) máximo para alcançar um hidrante deve ser de 30 m. b.3 Nos locais de acesso de público. e propor medidas alternativas.

cabines de .5. cadeiras.5 Sinalização de Emergência 12.4 Iluminação de Emergência 12. vazão. sociais e similares). 12. lojas.5.1 A proteção pelo sistema de iluminação de emergência é obrigatória em todos os eventos. 12. c. g. cadeiras. na cabine de comando. b. Os afastamentos e demais requisitos deverão atender às prescrições 20 as áreas de acomodação do público (arquibancadas. como reserva técnica. cadeiras. deverá ser instalado microfone conectado ao sistema de som do estádio. pressão. conforme especificações abaixo: a.e. devem ser utilizados quatro lances de mangueiras de quinze metros junto aos hidrantes instalados nas circulações de acesso às áreas de acomodação de público (arquibancadas. Os acionadores manuais de alarme deverão ser instalados junto aos hidrantes. os avisadores sonoros deverão ser substituídos por sistema de som audível em toda a área de circulação e acomodação do público (arquibancadas. 12. Nas edificações permanentes em que houver a necessidade da utilização de gás liquefeito de petróleo ou gás natural. b. bares. todas as demais características de instalação do sistema de alarme e sonorização deverão atender o previsto na NT 12 e NBR 9441 da ABNT. sociais e similares). d. b. devendo ser cobertas pelos hidrantes instalados nas circulações de acesso considerando-se o caminhamento máximo de 60 m.4. rádios.6 Central de GLP / GN a. junto à central de alarme. devendo atender às prescrições da NT 09. c. sala de imprensa. e. este deverá ser abastecido através de central. 12. devem atender as prescrições das normas técnicas da ABNT e deverão conter a mensagem “S A Í D A” com pictograma universal (fotoluminescente). registros. bombas. camarotes. É obrigatório do uso de gerador para estádios e similares. em cor fotoluminescente. a proteção por detecção deverá ser instalada nos locais administrativos. válvulas etc. tubulações. vestiários. c. Atender as dimensões mínimas conforme normas técnicas da ABNT. restaurantes.3 Para os eventos realizados em construções provisórias poderá ser utilizada a sinalização de saída através de faixas que deverão atender as seguintes exigências: a. 12.1 A proteção por alarme será obrigatória nos estádios com área construída acima de 750m² e/ou maior que 2 pavimentos. possuir fundo verde e a mensagem de “s a í d a” com pictograma universal. sociais e similares) estão isentas da instalação de hidrantes.1 A proteção pelo sistema de sinalização de emergência é obrigatória em todos os eventos.5. f. museus. quando necessária. nos locais de acesso de público. todas as demais características da instalação de hidrantes e mangotinhos. possuir iluminação própria garantida em caso de emergência.3 Detecção e Alarme de Incêndio 12.3. atendendo às prescrições da NT 12. 12. deverão atender às prescrições da NT 06.2 Todas as sinalizações de rotas de fuga. Não será permitido o abastecimento nos horários de realização dos eventos com acesso de público. estacionamentos cobertos e demais áreas onde não há presença de espectadores.

c. d.00 de largura. devidamente sinalizados.3 Deverão ser fixados em todos os setores. depósitos. Deve-se prever no recinto acesso e saída adequados aos serviços de emergência. 21 . conforme modelo constante da Figura 13.8. 13. contendo o Plano de Abandono em Situações de Emergência. As vias de acesso e saída dos serviços de emergência devem ser separadas dos acessos e saídas usadas pelo público. 13. responsáveis pela segurança do evento. sendo que a central deverá ser instalada em local onde seja impedido o acesso de público. com presença de carga de incêndio (por exemplo: museus. 12. em todos os acessos de entrada do recinto placas indicativas da capacidade total de público e nas entradas dos setores. camarins.5 Deverão ser garantidos dois acessos de veículos de emergência junto ao campo. 13.7 Recomenda-se que seja reservada e devidamente sinalizada. efetuado devendo apenas seu desligamento consulta ser aos após área de concentração dos atletas ou artistas e similares deverá ser previsto a proteção por chuveiros automáticos. 02 (duas) vias de acesso que permitam o acesso ao campo.1 A proteção pelo sistema de chuveiros automáticos deve atender às prescrições da NT 01 e NT 15. ginásios e similares. observando o prescrito nas normas técnicas pertinentes. 12.9 É obrigatória a instalação de um grupo moto gerador de energia para a manutenção de todos os sistemas elétricos de segurança (emergência). placas indicativas da capacidade de público do respectivo setor.8 A iluminação do ambiente dos eventos deverá ser mantida acesa até a saída total do público.6 Deverá ser reservada e devidamente sinalizada. uma área para pouso de aeronaves de emergência. em locais visíveis dos estádios. área destinada a viaturas de emergência. no mínimo.4 Deverão ser instaladas. cabines de imprensa. a localização atual do usuário. estacionamentos. Nos estádios. b.00 m de comprimento por 8. devem ser previstas.8.2 O administrador do recinto.1 Os estádios de futebol deverão ter equipes de pronto atendimento a emergências do tipo Brigadas de Incêndio.7 Acesso de viaturas a. 13. na área adjacente ao estádio e próximo ao portão que dá acesso ao campo. deverá apresentar no Corpo de Bombeiros Militar um Plano de emergência. lojas. 12. subsolos.00 x 30. camarotes. 13.2 Nas áreas internas destinadas a usos diversos. 13. administração. c. obedecendo às prescrições pertinentes da NT 10.00 m. 13. as duas saídas de emergência mais próximas. b. telefones da sala de comando e controle. estúdios. viabilizando a remoção de vítimas. restaurantes. em lados ou extremidades opostas. 13. o gerente de operações ou seu responsável legal. com dimensões mínimas de 30. 13 PRESCRIÇÕES DIVERSAS 13.8 Chuveiros Automáticos 12. com dimensões mínimas de 20. o caminhamento para atingir estas saídas. conforme Portaria ou Norma Técnica do CBMCE. mapas indicando: a.pertinentes da NT 07. bibliotecas.

14 PUBLICAÇÃO 14. não deve ser adotado o procedimento de abertura dos portões de forma a permitir o acesso de público.10 O atendimento às exigências contidas nesta norma técnica não exime o responsável pela edificação ou evento da responsabilidade de atendimento a outras normas. atendendo às normas pertinentes.11 Devem ser instalados postos de da data de sua publicação oficial no Diário Oficial do Estado do Ceará (DOE). com acesso franco em recintos com áreas delimitadas.1 As medidas de Segurança Contra Incêndio e Pânico contidas nesta norma técnica passam a serem exigidas após 30 dias 22 .14 É vedada a realização de eventos. estaduais e municipais que poderão evidenciar outras limitações em decorrência dos efeitos dos impactos ambientais e urbanos gerados pelo evento. desde que aprovados pelas autoridades competentes). como a instalação de locais adequados para o atendimento médico de urgência e o emprego de pessoal qualificado para tal. 13. legislações e medidas de segurança específicas. 13. 13.12 O organizador do evento deverá estar atento às recomendações das autoridades federais. de forma a se garantir a lotação prevista no projeto ficando este controle sob a responsabilidade dos organizadores do evento. 13. 13.13.15 Quando da ocorrência de tumultos na área externa ou pressão para entrada nos recintos onde estiverem sendo realizados quaisquer eventos.13 Em delimitadas todos os eventos ser com áreas deverão instalados mecanismos de controle de acesso de público (catracas reversíveis ou outros dispositivos de controle. sem o devido controle de acesso e lotação máxima. dentre outras. atendimento pré-hospitalar em pontos distintos do recinto.

d.7 m >>> >>> L = 45.distribuídos conforme esta NT 23 .2 >>> >>> L = 45. fluxo (F) nos acessos radiais permitido para prédios existentes (mediante análise) e para os estádios da COPA-2014: F = 73 pessoas por minuto por metro b.1.1 População (P): a. tempo (T) de saída do setor = máximo de 8 minutos (estádio com todas medidas de segurança) c. d. das saídas verticais: L=P÷E L = 85. dos acessos radiais deste bloco L=P÷E L = 2.80 m) = 33 patamares c.2.50 m d.000 ÷ 528 L = 86 m de largura totais . cálculo da largura total (l).20 m cada . Fluxo (F) nas saídas verticais: F = 66 pessoas por minuto por metro b. Capacidade de escoamento por metro (E): E = F x T = 83 x 8 = 664 pessoas por metro. com as todas as medidas de segurança descritas nesta NT. A.50 m) = 40 assentos e. Arquibancada para público sentado (assentos individuais) com dimensões de 20 metros (frente) por 26. Taxa de Fluxo (F) nas saídas horizontais: F = 83 pessoas por minuto por metro.distribuídos conforme esta NT.000 espectadores: A.distribuídos conforme esta NT. cálculo da população do setor: P = 33 patamares x 40 assentos = 1320 pessoas A. espaçamento mínimo entre assentos = 0. Determinar a população desta arquibancada e a largura necessária dos acessos radiais: A. portas): a. quantidade de assentos por patamar: (20 m ÷ 0. c. Estádio existente. b.1 Estádio novo. quantidade de patamares (degraus) da arquibancada: (26.80 m b. Cálculo da largura total (L).ANEXO A (informativo) Exemplos de dimensionamento de saídas A. mínima.000 ÷ 664 L = 68 m de larguras totais . largura (L) dos patamares: L = 0. com previsão de lotação (P) de 45. Cálculo da largura total (L).: rampas.4 (lateral).2 Saídas verticais (escadas): a. mínima. Tempo (T) de saída dos setores: T = máximo de 8 minutos.2.2 m A. das saídas horizontais: L=P÷E L = 67.4 m ÷ 0. mínima. com as todas as medidas de segurança descritas nesta NT. Tempo (t) de saída dos setores: T = máximo de 8 minutos. Capacidade de escoamento por metro (E): E = F x T = 66 x 8 = 528 pessoas por metro. capacidade de escoamento (E) por metro: E = F x T = 73 x 8 = 584 pessoas por metro d.1 Para saídas horizontais (ex.26 m >>> >>> L = 1320 ÷ 584 L = 2 acessos radiais de 1.2 Largura (L) dos acessos radiais: a. c.1.

com base no “Green Guide” 24 .20m Largura Máxima 10m Largura Máxima 20m Acesso lateral Acesso Largura mínima 1.ANEXO B – FIGURAS Figura 1 .Detalhe do comprimento e número máximo de assentos Acesso 1.20m Acesso Acesso radial Acesso radial Barreira Acesso lateral Acesso radial Acesso Área de atividade (evento) Fonte: CBPMESP e ARENA.

Detalhe de patamares para público em pé Fonte: CBPMESP e ARENA.Figura 2 . com base no “Green Guide” 25 .

Detalhe das dimensões dos assentos e dos patamares das arquibancadas Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 26 .Figura 3 .

para instalações esportivas novas.para instalações esportivas novas.10m Se H Setores com inclinação superior ou igual a 32º A Nível do Assento 2. para instalações esportivas existentes. com base no “Green Guide” 27 . 70cm altura mínima 110 cm largura mínima 55 cm H 1º Fileira B Nota: A B Mínimo 40cm. para instalações esportivas existentes.80m Mín. Verificar outras variações e exigências no texto da norma.10m = Altura = 1. Mínimo 35cm.10m = Altura = 1.Figura 4 . Mínimo 75cm.Detalhe dos assentos nos patamares e guardas-corpos (barreiras) Altura mínima: Se H 2. Fonte: CBPMESP e ARENA. Mínimo 80cm .

Figura 5 . com base no “Green Guide” 28 .20m Máx 1.Dimensões dos corrimãos e guarda-corpo das escadas 30 cm Ver detalhe 110cm 92cm 92cm 110cm 92 cm 92 cm Mín 1.80m Nota: 30 cm a) Verificar também os itens sobre guarda-corpos e corrimãos desta norma. Fonte: CBPMESP e ARENA.

0 kN/m Fonte: CBPMESP e ARENA.0 kN/m Guarda-corpos nas escadas. guarda-corpos e corrimãos centrais: cargas de projeto. Carga: 1.10m Carga: 1. Altura: 1.0 kN/m Guarda-corpos laterais alinhados paralelamente com a direção do movimento de pessoas. Altura: 80cm a 92cm Carga: 1. Altura: 80cm a 92cm Carga: 1. perpendiculares ou oblíquos à direção do movimento de pessoas. Altura: 1.10m Carga: 2.0 kN/m Guarda-corpos nos pés dos corredores.Barreiras.Figura 6 .10m Carga: 1. Altura: 1.80m acima dos níveis dos assentos ou da arquibancada em nível mais elevado.10m Carga: 3.10m Carga: 3.0 kN/m Guarda-corpos adjacentes à fileira dos assentos. Altura: 1. alturas e disposições Corrimão auxiliar de apoio na entrada das fileiras.0 kN/m Corrimão Central nas escadas entre assentos. Altura: 1.0 kN/m CAMPO DE JOGO ACESSOS Guarda-corpos ao lado das escadas alinhados com a direção do movimento. Altura: 1.10m Carga: 2. Altura: 1.5 kN/m Guarda-corpos atrás da fileira dos assentos.0 kN/m Guarda-corpos a 55 cm (mínimo) da fileira dos assentos fixos ou da arquibancada em nível mais baixo. com base no “Green Guide” 29 .

Figura 7 .Corrimãos centrais e laterais CORRIMÃOS (Mín: 2 Fileiras . com base no “Green Guide” guarda-corpos 30 .Máx: 4 Fileiras) CORRIM ÃO CENTRAL guarda-corpos ABERTURA (1 fileira) guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos CORRIMÃOS guarda-corpos guarda-corpos CORRIM ÃO LATERAL AUXILIAR (1/2 fileira) guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos Fonte: CBPMESP e ARENA.

Perspectiva de vomitório padrão Fonte: CBPMESP e ARENA 31 .Figura 8 .

Perspectiva de corrimãos centrais e laterais Fonte: CBPMESP e ARENA 32 .Figura 9 .

Figura 10 . com base no “Green Guide” 33 .Barreiras antiesmagamento – posição e resistência mecânica Fonte: CBPMESP e ARENA.

Barreiras antiesmagamento – contínuas e não-contínuas Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 34 .Figura 11 .

.Barreiras retardantes (controle de velocidade) ÁREA EXTERNA Obstáculos: .10m B B A A Mínimo: 1. com base no “Green Guide” 35 . sendo somados A + B.Figura 12 .20m.Para efeito de cálculo de dimensionamento dos obstáculos adotar a seguinte fórmula: 2 (A + B) = 2C / 3 OU (A + B)= C/3 Fonte: CBPMESP e ARENA.20m ÁREA INTERNA DE CIRCULAÇÃO C= Variável Notas: .Altura mínima de 1.Largura mínima de A ou B deve ser 1. não pode ser superior a 3m de largura.De Concreto ou Metálico .

Figura 13 .Sinalização de lotação Fonte: IT-20/2004 do CBPMESP 36 .

com base no “Green Guide” 37 .Saídas e escoamento do público Fonte: CBPMESP e ARENA.Figuras 14 .

20m PAREDE OU DIVISA Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 38 .20m Largura máxima 10 m Largura Mínima 1.20m ÁREA EXTERNA CAMPO DE JOGO Largura máxima 20 m "vomitório" Largura Mínima 1.30m para edificações novas .Distâncias a percorrer e acessos Máxima distância até a entrada do "vomitório": .40m para edificações existentes Largura Mínima 1.Figura 15 .20m "vomitório" Largura Mínima 1.

O 003/2008 DIMENSIONAMENTO DE LOTAÇÃO E SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 13 .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

sendo que as rotas de fuga dos espectadores devem ser independentes das rotas de fuga dos atletas ou artistas que se apresentam no recinto.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para a determinação da população e o dimensionamento de saídas de emergência em centros esportivos e de exibição. F-4. devem ser numeradas.7 Somente são considerados lugares destinados a espectadores aqueles inseridos dentro dos setores previamente estabelecidos e com rotas de fuga definidas.1 Todas as edificações enquadradas na divisão F-3. F-5. nas estruturas térreas. 3 DEFINIÇÕES 3.8 Onde houver assentos destinados aos espectadores. isto é. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.1.1.3 Um recinto de evento deve ser setorizado em função de suas dimensões a fim de evitar-se que em uma situação de emergência o movimento dos ocupantes venha a saturar determinadas rotas de fuga.2 As edificações enquadradas na divisão F-3.4 Em todos os setores deve haver.1. 2 APLICAÇÃO 2. no mínimo. 2. fechadas ou abertas. conforme Tabela 1 – Classificação das Edificações e Áreas de Risco quanto à Ocupação o da Norma Técnica n.500 pessoas.000 m ou com população superior 2.9 As saídas de emergências que não servem aos setores de arquibancadas e platéias devem seguir os parâmetros da Norma Técnica n. F-7 e F-10 com área construída total maior que 2 10. e respectivas portas ou ao espaço livre exterior. 001/2008.6 Os lugares dotados de assentos destinados a espectadores. vestiários. com área construída total igual ou inferior a 2 10. b) escadas ou rampas. quando houver.1 As saídas de emergência compreendem o seguinte: a) acesso ou rotas de saídas horizontais. 4. bem como as filas por eles constituídas. acessos às escadas.45m acima do piso do pavimento e ter.1 Saídas de Emergência 4.500 pessoas. 001/2008. cobertas ou ao ar livre. 4 PROCEDIMENTOS 4. c) descarga.1. permanentes ou não. devem atender aos requisitos da Norma Técnica nº 10 no tocante à lotação e dimensionamento das saídas de emergência. permanentes ou não. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 13 .1. fechadas ou abertas. com a identificação fixa e visível. 2 com área construída total maior que 10.000 m ou com população superior a 2.5 Recomenda-se que os setores sejam identificados por meio de cores diferenciadas e predominantes. 4.1. 0. 4. estes devem ficar 0. duas alternativas de saída de emergência. bem como as demais ocupações. 4.45m de profundidade (ver Figuras 2 e 6).º 10 (Ex: camarins. conforme Tabela 1 – Classificação das Edificações e Áreas de Risco quanto à Ocupação o da Norma Técnica n. evitando-se o pânico. 2.1. cobertas ou ao ar livre. 4. 4.1.2 O piso das áreas destinadas à saída de emergência deverão ser sempre executados em material incombustível e antiderrapante.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 003/2008 DIMENSIONAMENTO DE LOTAÇÃO E SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos (figuras) 1 OBJETIVO 1.45m de largura por 0.500 pessoas.1 Para efeitos desta Norma Técnica.3 Os critérios técnicos estabelecidos nesta Norma Técnica para o dimensionamento de saídas de emergência podem servir de subsídios para outras ocupações das divisões F-2. 4.000 m ou com população igual ou inferior a 2.1. pelo menos. área de concentração dos atletas ou artistas e outros).

2.3. cujas portas de saída de emergência sejam do tipo basculante. medido na direção do trânsito.2 Saídas de emergência acessos e portas horizontais – 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 13 .6 Os degraus das escadas devem atender aos seguintes requisitos: a) altura dos espelhos dos degraus (h) deve situar-se entre 0.escadas ou rampas 4.3. de acordo com o estabelecido e adotado nas normas técnicas específicas.2. exceto os elevadores de emergência que atendam os requisitos da norma técnica especifica para este tipo de elevador. 0. a saber: ૙.2 As escadas devem ter lanço mínimo de três degraus e o lanço máximo. h é altura do espelho e b a largura do pisante.8 O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) na descarga e acesso de elevadores de emergência. ou seja.5 Elevadores e escadas rolantes não são aceitos como saídas de emergência. nos termos da o Norma Técnica n.2.2m de largura. 4.18 m.3. no mínimo. d) não possuir peças plásticas em fechaduras.1 As saídas de emergência verticais devem ser contínuas desde o piso ou nível que atendem até o piso de descarga ou nível de saída do recinto ou setor. 4. e) serem iluminados e sinalizados com indicação clara do sentido da saída. 2 ou 3).3 As escadas deverão ser construídas em lances retos e sua mudança de direção deve ocorrer em patamar intermediário e plano.15m e 0. f) quando houver mudanças de direção.3.7 m de altura.3. mediante compromisso prévio e escrito do responsável pelo uso. de correr. não deve ultrapassar 3. b) estar livres de obstáculos e permitir o acesso rápido e seguro do público às saídas de emergência verticais dos respectivos pisos ou à área de descarga. as paredes não devem ter cantos vivos.2. de enrolar ou sanfonadas e houver impossibilidade técnica para sua adequação aos critérios estabelecidos nos itens 4.3.2. 1.15 ≤ h ≤ 0.7.050.2 As arquibancadas que possuírem assentos fixos devem contar com um espaçamento de 30cm a 55cm para circulação entre eles. quando se tratar de escada reta.4 Em edificações existentes.3. maçanetas. d) os acessos destinados aos portadores de deficiências devem observar ainda os demais critérios descritos na NBR 9.7 Em áreas de uso comum não são admitidas escadas em leque ou caracol. 4.4. espelhos. 4. b) possuir largura dimensionada para evacuação segura da população do recinto e nunca inferior a 1.2.4 Os patamares deverão ter largura igual à da escada e comprimento igual ou superior à sua largura.3 desta Norma Técnica. 4. c) os desníveis existentes nas saídas de emergência horizontais devem ser vencidos por rampas de inclinação não superior a 10% e patamar horizontal de descanso a cada 10m.3 As portas de saída de emergência devem atender aos seguintes requisitos: a) abrir sempre no sentido de fuga.1 e 4. 4. b) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada. c) o balanceamento dos degraus deve atender a relação entre altura do espelho (h) e a largura do pisante (b).65 ሺ݉ሻ 4.3.2.1 À frente da primeira das fileiras de assentos fixos dos setores de arquibancadas localizadas em cotas inferiores deverá ser mantida a distância mínima de 55cm para circulação (ver Figura 4).7. dado pela fórmula: ࢖ ൌ ሺ૛ࢎ ൅ ࢈ሻ ࢔ ൅ ࢈ Onde: n é um número inteiro (1.27m. dobradiças e outros.18m.2. dependendo do tipo de assento e de sua fixação às arquibancadas (ver Figura 2). 4. 4.1 Os acessos horizontais às descargas ou às rotas de saídas de emergência verticais devem satisfazer as seguintes condições: a) possuir. b) largura mínima dos pisantes (b): 0.20m. 4. 01/2008. estas devem permanecer abertas e monitoradas pela segurança durante a realização do evento. 4. ૟૙ ൏ 2ࢎ ൅ ࢈ ൏ 0. entre dois patamares consecutivos. c) ser providas de barras antipânico.3 Acesso ou rotas de saídas de emergência verticais . 4.

com os mesmos requisitos dos corrimãos centrais.3 No dimensionamento da área de descarga devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem. 4. devem ser dotadas de um corrimão central com barra dupla de apoio para as mãos.5.3.2m de largura.10 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras.5. sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3.4.12 As rampas podem suceder um lanço de escada. a fim de evitar quedas. não devendo ser dispostas dependências que. tais como bares. tendo comprimento mínimo de 1.4. quando necessário. de forma idêntica aos guarda-corpos. de 1.4. 4.5.9 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos de forma análoga às escadas de saída de emergência. porém com altura mínima de 1. lojas de “souvenirs” ou outras ocupações.3.4 O fechamento dos guarda-corpos deve atender aos mesmos requisitos da Norma Técnica nº 05/2008. internamente. c) não ser utilizada como depósito de qualquer natureza. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 13 . 4.14 As inclinações das rampas não deverão exceder a 10% (1:10).7 m.3.4. com interrupções nos patamares para permitir o acesso e fluxo de pessoas entre setores adjacentes e. pistas de dança. 4. espaçados a intervalos de 1.5 Os corrimãos deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas. 4.3.8 Os corrimãos devem ser construídos para resistir a uma carga de 900N/m aplicada verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos.5 Guarda-corpo e corrimãos 4.8m em relação a este nível (ver Figura 4). parte da saída de emergência que fica entre a escada e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública pode ser constituída por corredores ou átrios cobertos ou a céu aberto. com comprimento não inferior à da folha da porta de cada lado do vão. suas extremidades devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes. no mínimo. 4. 4. (ver Figura 5).13 Não é permitida a colocação de portas em rampas.7 As escadas centrais que servem os setores de arquibancadas e platéias.3. com mais de 2.c) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações para acesso de deficientes físicos. sendo que estas devem estar situadas sempre em patamares planos.4. deve ser.2 m. mas não podem precedê-lo. devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. 4. dotadas de divisores físicos que impeçam tal utilização. possam provocar a aglomeração de público.5. no sentido descendente de saída. b) ser mantida livre e desimpedida. devendo estar situados entre 80cm e 92cm acima do nível do piso atendendo também aos demais requisitos previstos na Norma Técnica nº 05/2008. sendo. medidos na direção do trânsito. 4. pela sua natureza ou sua utilização. 4. sempre que houver qualquer desnível maior de 18cm. 4.1 A descarga.4.6 Escadas situadas nas laterais de arquibancadas poderão ser dotadas de corrimão em apenas um dos lados com os mesmos requisitos do item anterior. d) ser distribuídas de forma eqüidistante e de maneira a atender o fluxo a ela destinada e o respectivo caminhamento máximo.1m e sua resistência mecânica varia de acordo com a sua função e posicionamento (ver Figuras 1 e 3).2 A altura das guardas. 4.2m.1 Toda saída de emergência deve ser protegida de ambos os lados por paredes ou guardas (guarda-corpos) continuas. neste caso. 4. 4.3. 4.5. 4.4 Descarga 4.2 As descargas devem ainda atender ao seguinte: a) não ser utilizável como estacionamento de veículos de qualquer natureza.11 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível.3 As arquibancadas cujas alturas em relação ao piso de descarga sejam superiores a 3m devem possuir fechamento dos encostos (guardacostas) do último nível superior de assentos. 4.

F-4. c) no caso de camarotes que não possuam cadeiras fixas. 4.2. ou por cadeira móvel existente. o tempo máximo de abandono de 12min ou 240m de caminhamento até à escada/rampa ou à área de descarga. espaço. permitirá um fluxo de: Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 13 . para fins de cálculo. desde que sejam comprovados em estudo a ser apresentado pelo responsável técnico à Comissão Técnica do CBMCE.2. devem ser levadas em consideração para determinar com mais precisão a população que será considerada para o dimensionamento das rotas de fuga.5.4. é de 4 pessoas por m² (1pessoa/0. para determinado setor. V = Velocidade (dado em metros por minuto). conforme os critérios estabelecidos nesta Norma Técnica e devidamente comprovados pelo responsável técnico. o cálculo da população máxima será determinado pelos itens abaixo. deverá ser observado. D = Densidade (número de pessoas por metro quadrado).3. 4.4 Outros métodos analíticos de cálculo de população. F-5. e 3min ou 60m para as divisões F-2.7.5 da Norma Técnica nº 05/2008. no máximo. decorrente da emergência são os seguintes: a) a distância máxima a ser percorrida pelo espectador.6 Distâncias máximas a serem percorridas e tempo máximo de abandono 4. e 4. tendo em vista o risco à vida humana.7.1. em recintos cobertos (ver Figura 7). conforme os itens 4.2 Para as edificações. F-7 e F-10. podem ser aceitos. na situação mais desfavorável. 4.20m de largura. adotando-se o mais restritivo: a) a população do recinto do evento. área de refugio ou logradouro público). para fins de cálculo.1 Para dimensionar o abandono de uma edificação. c) quando o abandono de área for em local fechado (delimitado por barreiras físicas) e coberto e se fizer através de várias saídas. cujo tempo máximo de abandono adotado será 6min. deve ser utilizado o fluxo unitário (F) que é o indicativo do número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/minuto) pelas saídas de emergência.8. 4. bem como as legislações municipais pertinentes. como um todo. 4. mobiliário e equipamentos urbanos. para alcançar um acesso ou área de acumulação não pode ser superior a 20m. em recintos ao ar livre. d) para os deficientes físicos deve ser atendida a NBR 9.1 Parâmetros relativos ao escoamento de pessoas (E): 4.1 Público em pé a) Exemplo 1: considerando-se saída com 1.6.25 2 m ). b) a densidade (D) para público sentado. 4. para fins de cálculo. quando sentada. e de 4 (quatro) pessoas por m² em área plana quando em pé (ver Figura 6). e L = Largura do caminho (dado em metros) 4. deverá ser observado. 4.8.2 A velocidade de movimento de saída em situação de emergência nos centros esportivos e de exibição.4. para fins de dimensionamento. observada a fórmula: ࡲ ൌ ࢂ࢞ࡰ࢞ࡸ Onde:F = Fluxo (dado em pessoas por minuto).050 que trata da acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência a edificações. devidamente normalizados ou internacionalmente reconhecidos.7.8.4.8.7.9 Os critérios para se determinar as distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior.1. 4.3 A organização dos setores existentes no recinto através da numeração dos lugares.8. a densidade (D).8 Dimensionamento emergência das saídas de 4. para fins de cálculo. 4.8.2. desde que o guarda-corpo atenda também aos preceitos do corrimão.4. instalação de cadeiras fixas e delimitação física das áreas destinadas a espectadores em pé. será de 20m/min. o tempo máximo de abandono de 6min ou 120m de caminhamento até à escada/rampa ou à área de descarga para ocupações da divisão F-3. em setores de arquibancadas.9 Nas escadas comuns (tipo NE) e rampas não enclausuradas pode-se dispensar o corrimão.5m linear por pessoa. é calculada na proporção de 0.1.1.8. b) quando o abandono de área for em local fechado (delimitado por barreiras físicas) e ao ar livre e se fizer através de várias saídas.1 As saídas de emergência são dimensionadas em função da população máxima no recinto e/ou setor do evento. é de 4 pessoas por m² da área bruta do camarote.7 Cálculo da população 4. e a 10m.

cujo tempo máximo de abandono adotado será 12min.20m de largura para determinado setor. P = população da edificação. áreas de comércio.2 m de saída 4. Lt = (15.10.2 ‫ܧ‬ Lt = 15.152 pessoas por 1.20 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 13 . banheiros e outros. 4.8.6 A segurança estrutural deve atender aos requisitos da norma técnicas específica.1 Determinação da largura total de saídas a) Exemplo 3: para o setor de uma edificação com população calculada em 15.1. na situação mais desfavorável.63m.8.2. b) os vãos (espelhos) entre os assentos das arquibancadas que possuam alturas superiores a Onde: Lt = largura total das saídas. 4. devendo ser mantidos limpos e sem quaisquer materiais combustíveis durante todo o período do evento. aviso de abandono ao público e acionar os meios de socorro para intervir em caso de incêndios ou outros sinistros.F = V x D x L.1 Os recintos devem ser equipados com meios técnicos e instalações que permitam difundir.8.1 Além dos critérios estabelecidos nos itens anteriores.9. caracterizadas conforme o disposto na Norma Técnica nº 01/2008.4 Os sistemas de iluminação e sinalização de emergência. 4.20 m de saída 4. onde: V= 20m/min (velocidade 2 máxima). como demonstramos abaixo: P = 15. 4. L = 1. tais como depósitos de materiais diversos.20 m (largura da saída) F = 96 pessoas/min. para aquela saída é possível escoar: E (escoamento) = t (tempo) x F (fluxo) E = 6 x 96 E = 576 pessoas por 1.8.1. cujo tempo máximo de abandono adotado será 12min. alarme e detecção de incêndio.9.9. ‫ ݐܮ‬ൌ ܲ ‫ ݔ‬1. Dmáx = 1 pessoa/0. 2 Dmáx = 4 pessoas/m . é possível escoar: E (escoamento) = t (tempo) x F (fluxo) E = 12 x 96 E = 1. o público presente deve ser orientado através do sistema de som quanto à localização das saídas de emergência para cada setor e sobre os sistemas de segurança existentes.2 Cálculo da largura total (somatório das larguras) das saídas 4.000 pessoas. permitirá um fluxo de: F= V x D x L.2 Público sentado a) Exemplo 2: considerando-se uma saída com 1.63 m 4.9. E = 1. onde: V= 20m/min (velocidade máxima).10 Edificações de caráter temporário 4. considerando-se a velocidade de 20m/min. E = escoamento. sejam mantidos em funcionamento por período mínimo de 60 minutos. L = 1.25 m2 (público sentado).2 Os equipamentos de som amplificados devem ser conectados a sistemas autônomos de alimentação elétrica para que.5 Os elementos decorativos e demais materiais de acabamento devem ser dispostos de maneira a não criar obstáculos nas áreas de circulação e atender aos requisitos da norma técnicas específica.152) x 1. ou seja.152 pessoas/min.9.1. a soma das larguras das saídas será de 15. 4. 4.000 pessoas.9.000/1. devem atender ainda ao seguinte: a) os espaços vazios abaixo das arquibancadas não podem ser utilizados como áreas úteis. 4.9 Sistemas complementares 4. em caso de emergência.1 Antes do início de cada evento.2m (largura da saída) F = 96 pessoas/min Levando-se em conta o tempo máximo de abandono de 6min. extintores e hidrantes devem ser executados obedecendo aos critérios das respectivas normas técnicas.9.1 A largura efetiva das saídas será calculada de forma a permitir um fluxo de 96 pessoas/min em 1. Dmáx = 4pessoas/m . as edificações cuja estrutura seja de caráter temporário. no caso de interrupção do fornecimento de energia.3 Os difusores de alarme geral devem ser instalados em local seguro e fora do alcance do público. 4.2.2 m de passagem. Levando-se em conta o tempo máximo de abandono de 12min para aquela saída.2.

estão dispensadas de proteção passiva contra o fogo. características antiderrapantes e sejam afixados de forma a não permitir sua remoção sem auxílio de ferramentas.11. além de devidamente isolados. c) em ocupações temporárias (desmontáveis) são aceitos pisos em madeira na rota de fuga.410.1 Os centros esportivos e de exibição considerados existentes nos termos da Norma o Técnica n. de caráter temporário nos termos da Norma Técnica nº 01/2008. pelas suas características. prevendo-se inclusive as ações das intempéries. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 7 de 13 . 4. f) nas barreiras ou alambrados que separam a arena ou campo de jogo dos locais acessíveis ao público devem ser previstos acessos ou passagens que permitam aos espectadores sua utilização em caso de emergência. g) os elementos estruturais dos recintos devem apresentar resistência mecânica compatível com as ações e solicitações a que são sujeitos. mediante sistema de abertura acionado pelos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio (ver Figura 7). de forma a garantir a necessária evacuação do público. especialmente do vento. j) os elementos de suporte estrutural das tendas ou outras coberturas flexíveis devem possuir as mesmas características de resistência e/ou retardo de fogo. f) os recintos devem ser servidos por. i) os materiais utilizados nos acabamentos. devem ser objetos de estudo para análise da Comissão Técnica do CBMCE no tocante à exigência tecnicamente inviável. as adequações previstas nesta Norma Técnica. no mínimo. elementos de decoração. h) as estruturas metálicas desmontáveis. todas as fiações e circuitos elétricos devem estar embutidos.2 O responsável técnico pelo pedido de análise da Comissão Técnica deve apresentar as justificativas quanto à impossibilidade do atendimento dos requisitos desta Norma Técnica e propor medidas alternativas de forma a garantir a evacuação das pessoas e a intervenção do socorro de maneira rápida e segura em caso de sinistro. coberturas flexíveis (lonas) e no mobiliário principal devem estar em conformidade com os requisitos da norma técnica específica.3m devem ser fechados com materiais de resistência mecânica análoga aos guarda-corpos. de forma a impedir a passagem de pessoas.11. duas vias de acesso que permitam a aproximação. desde que possuam resistência mecânica compatível. e) nos locais destinados aos espectadores e rotas de fuga.0. d) os circuitos elétricos e fiação do sistema de iluminação de emergência devem ser instalados em conformidade com a norma técnica específica e as demais instalações elétricas devem atender aos demais requisitos previstos na NBR 5. de forma a restringir a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça. 01/2008 e que não permitam. 4.11 Edificações existentes 4. devido às suas características construtivas e de montagem. estacionamento e a manobra das viaturas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará e atender aos demais requisitos preconizados na norma técnica específica.

ANEXOS – FIGURAS Figura 1 – Disposição dos guarda-corpos (posição. altura e resistência mecânica) Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 8 de 13 .

Figura 2 – Detalhe de assentos Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 9 de 13 .

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 10 de 13 .9 desta Norma Técnica.Figura 3 – Detalhe de altura Notas: a) O fechamento do guarda-corpo deve atender aos requisitos previstos na norma técnica específica. b) Verificar também o item 4.5.

Figura 4 – Distâncias mínimas Figura 5 – Tipos de guarda-corpos ou corrimãos Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 11 de 13 .

Figura 6 – Detalhe de assentos Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 12 de 13 .

Figura 7 – Distâncias a percorrer Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 13 de 13 .

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 004/2008 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR APARELHOS EXTINTORES FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 5 .

5-B : C. c) carga de dióxido de carbono (CO2): um aparelho extintor com capacidade extintora de. no mínimo.1. 2-A : 10-B. 2-A : 20-B : C.1. no mínimo. d) carga de pó BC: um aparelho extintor com capacidade extintora de.2 Para os casos não previstos nesta Norma Técnica adota-se a NBR12.2 Os aparelhos extintores portáteis e sobrerodas constantes dos projetos aprovados com data anterior à publicação desta Norma Técnica. 2-A.1 Aparelhos extintores portáteis Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 5 .3 O emprego dos aparelhos extintores segundo o risco.1 Esta Norma Técnica estabelece critérios para proteção contra incêndio em edificações e áreas de risco por meio de aparelhos extintores de incêndio.1. esta área será classificada no maior risco.1 e 4.3. deve ser: a) carga de água: um aparelho extintor com capacidade extintora de.2.1. 20-B : C. respectivamente. b) carga de espuma mecânica: um aparelho extintor com capacidade extintora de. Tabela 1 – Distribuição dos aparelhos extintores segundo risco. dentro de sua projeção. 4. f) carga de compostos halogenados: um aparelho extintor com capacidade extintora de. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.693 (Sistema de Proteção por Aparelho extintores de Incêndio). área destinada a estacionamento de veículos.4 Quando em uma edificação. obedecerá as disposições da Tabela 1. e) carga de pó ABC – um aparelho extintor com capacidade extintora de. 2. 4.1. 5-B : C.1 A capacidade aparelho extintora mínima de cada tipo de aparelho extintor portátil. 4.2 Instalação e sinalização 4.2. for previsto.1 Capacidade extintora 4.1 Para efeitos desta Norma Técnica. por aparelhos extintores que atendam aos itens 4. a área a ser protegida e a distância máxima a ser percorrida pelo operador.1 A classificação acima deve ser exigida por ocasião da emissão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) a partir da publicação desta Norma Técnica. no mínimo. 4. 2 APLICAÇÃO 2. com exceção das edificações residenciais unifamiliares.2.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 004/2008 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR APARELHOS EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos 1 OBJETIVO 1. no mínimo. área e distância a ser percorrida 2 RISCO ÁREA (m ) DISTÂNCIA (m) BAIXO 500 20 MÉDIO 250 15 ALTO 150 10 4. quando reprovado por não ser possível fazer sua manutenção.1. no mínimo. no mínimo. para que se constitua uma unidade aparelho extintora. 3 DEFINIÇÕES 3. 4 PROCEDIMENTOS 4.1 Esta Norma Técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco. devem ser substituídos.1. para efeito de dimensionamento da capacidade extintora e número de unidades empregadas no local.

2.4.2.2.1. m) outros que necessitam de proteção adequada.1.2. f) incinerador.1.1. 4. B e C dentro de uma edificação ou área de risco. 4. com altura recomendada entre 0.7 São aceitos aparelhos extintores com acabamento externo em material cromado.1.1.2. l) contêineres de telefonia.1.1.1.10 Em locais de riscos especiais devem ser instalados aparelhos extintores de incêndio que atendam ao item 4.60m do piso acabado. além da sinalização. um aparelho extintor de incêndio a não mais de 5 m da entrada principal da edificação e das escadas nos demais pavimentos.1 As distâncias máximas a serem percorridas pelo operador de aparelhos extintores sobre-rodas devem ser acrescidas da metade dos valores estabelecidos no item 4.1 Os aparelhos extintores serão localizados na parte externa do risco. 4.1. 4.2.2. no mínimo. 4.1.2. gás liquefeito de petróleo.4. apoiados em suportes apropriados. devem ser seguidas as normas técnicas específicas. 4.2 O aparelho extintor de pó ABC poderá substituir qualquer tipo de aparelho extintor de classes específicas A.10m e 0.3 desta Norma Técnica.2. 4.10.2. 4. não sendo aceitas combinações de dois ou mais aparelho extintores. a altura de fixação do suporte deve ser de 1. desde que permaneçam.8 Quando os aparelhos extintores de incêndio forem instalados em abrigos embutido na parede ou divisória.1 É permitida a instalação de duas unidades aparelho extintoras iguais de pó ABC. 4. à exceção do aparelho extintor de espuma mecânica.1.2 Os aparelhos extintores não devem ser instalados em escadas e antecâmaras. i) escada rolante (casa de máquinas).2.20m do piso. desde que possuam marca de conformidade expedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação.4 Cada pavimento das edificações ou risco isolado deve possuir. duas unidades extintoras.2. j) quadro de redução para baixa tensão. pelo menos.2. h) ponte rolante. de forma que sejam intercalados na proporção de dois aparelhos extintores para o risco predominante e um para a proteção do risco secundário. devidamente sinalizados e com boa visibilidade para que os possíveis operadores possam se familiarizar com sua localização. tais como: a) casa de caldeira.1. 4.3 É permitida a instalação de aparelhos extintores sobre o piso acabado.1. b) casa de bombas.1.9 As unidades extintoras devem ser as correspondentes a um só aparelho extintor. 4.1.1.10.2.1.2.1. c) casa de força elétrica.2. gás natural e pátio de contêineres.2.1 Quando os aparelhos extintores forem instalados em paredes ou divisórias. metal polido entre outros. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 5 . 4. devendo ser previstos aparelhos extintores internos sempre que julgado necessário.2 Devem ser posicionados de modo que a possibilidade do fogo bloquear seu acesso seja a menor possível.2.2.2 Aparelhos extintores sobre-rodas. 4.4.6 Os aparelhos extintores de incêndio devem ser adequados à classe de incêndio predominante dentro dá área de risco a ser protegida. e) galeria de transmissão. 4.1 Devem estar desobstruídos. k) transformadores. g) elevador (casa de máquinas). 4.1.10.2.2.3 Deve ser instalado. deve existir uma superfície transparente que possibilite a visualização do aparelho extintor no interior do abrigo. d) casa de máquinas. latão.2.2 Para proteção por aparelhos extintores de incêndio em instalações de líquidos inflamáveis e combustíveis.5 É permitida a instalação de uma única unidade extintora de pó ABC em edificações ou 2 risco com área construída inferior a 50m . 4. 4. sem prejuízo da proteção geral da edificação ou risco. 4. sendo uma para incêndio classe A e outra para incêndio classe B e C.

4 O emprego de aparelhos extintores sobrerodas só é computado como proteção efetiva em locais que permita o livre acesso a todos os pontos.4.2. no mínimo em dois pontos distintos e opostos da área externa de armazenamento de contêineres.2. a proteção da metade da área total correspondente ao risco.6 A proteção por aparelhos extintores sobrerodas deve ser obrigatória nas edificações onde houver manipulação e/ou armazenamento de explosivos e líquidos inflamáveis ou combustíveis. o prazo de validade/garantia de funcionamento dos aparelhos extintores deve ser aquele estabelecido pelo fabricante e/ou pela empresa de manutenção certificada pelo Sistema Brasileiro de Certificação.4 Para ensaio de funcionamento das amostras colhidas. preferencialmente.2. sem impedimento de portas estreitas. além dos aparelhos extintores instalados por percurso máximo e riscos específicos. 4. próximo ao setor de abastecimento do posto.2 Não é permitida a proteção de edificações ou áreas de risco unicamente por aparelhos extintores sobre-rodas. 4.2.2. admitindo-se. 4.3 Os órgãos técnicos de vistoria do CBMCE podem.2. 4.1 Os aparelhos extintores sobre-rodas devem. colher amostras para avaliação das condições de funcionamento dos aparelhos extintores. 4.8 Para proteção de reservatórios de alimentação exclusiva de grupo moto-gerador.2.3. considerando o complemento por aparelhos extintores portáteis.3 Certificação e validade/garantia 4. soleiras ou degraus no chão. situar-se em pontos centrais.2 Para efeito de vistoria do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. deverão ser instaladas mais duas unidades extintoras portáteis de pó químico seco (pó ABC ou BC) ou espuma mecânica em local de fácil acesso. serão necessários dois aparelhos extintores portáteis (pó ABC ou pó BC ou espuma mecânica). com capacidade máxima de 500 litros. a não mais de 150m do tanque mais desfavorável.2. 4. e) carga de pó ABC – 6-A : 80-B : C.5 Os aparelhos extintores sobre-rodas devem ser localizados em pontos estratégicos e sua área de proteção deve ser restrita ao nível do piso que se encontram. 4.2. desde que tenha condições técnicas de conduzir estes aparelhos extintores por veículo de emergência da própria edificação ou área de risco.2. poderão estar todos localizados e centralizados num abrigo sinalizado.3 As capacidades mínimas dos aparelhos extintores sobre-rodas devem ser: a) carga d’água – 10-A. c) organismo de Certificação de Produto constante do selo do Inmetro.2. 4. 4. 4. durante as vistorias. os aparelhos extintores poderão ser centralizados e localizados em abrigos sinalizados.3.3.2. em locais onde haja parques de tanques.2. em relação aos aparelhos extintores portáteis e aos limites da área de risco a proteger.9 Os aparelhos extintores. Esta regra não se aplica nas áreas de transbordo ou manipulação de produtos inflamáveis ou combustíveis.5. c) carga de dióxido de carbono – 10-B : C.2.7 Em locais de abastecimentos e/ou postos de abastecimento e serviços onde os tanques de combustíveis são enterrados. 4. devem ser convidadas as seguintes entidades: a) proprietário do aparelho extintor.2. no máximo. de forma alternada entre aparelhos extintores portáteis e sobre-rodas na área de risco. 4.1 Os aparelhos extintores devem possuir marca de conformidade concedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação. 4.3. d) Instituto Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial.2.2.2. exceto quando os reservatórios de inflamáveis/combustíveis forem enterrados. de acordo com esta Norma Técnica.2.2. caso não haja veículo de emergência a distância máxima entre o abrigo e o tanque mais desfavorável será de 50 m. b) empresa/fabricante que fez a última manutenção.10 Nos pátios de contêineres. d) carga de pó BC – 80-B : C. e) Instituto de Pesos e Medidas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 5 . b) carga de espuma mecânica – 6-A : 40-B.

localizada abaixo do extintor. obrigatoriamente.1 A Coordenadoria de Atividades Técnicas emitirá documentação específica para tal finalidade.6. a sinalização deverá ser de tal maneira que a mesma possa ser vista em todas as direções.3. galpões.5.4.4 O ensaio deve ser feito nos três aparelhos extintores de cada tipo.4.1 O ensaio deve ser feito em data préestabelecida e não deve ultrapassar trinta dias da data da coleta das amostras. manutenção e recarga de aparelhos extintores fica condicionado à autorização da Coordenadoria de Atividades Técnicas.2 As amostras para ensaio devem ser compostas de três aparelhos extintores de cada tipo.4.5 Os aparelhos extintores ensaiados devem ser recarregados com recurso proveniente da Taxa Anual de Segurança Contra Incêndio. e devolvidos à edificação para substituir os que lá foram deixados.4.4. 4. 4.4. 4. Nas instalações industriais.4.3.3.3.2.4. A comercialização de aparelhos extintores. Quando o aparelho extintor estiver localizado em coluna.6 As edificações que possuírem as amostras de aparelhos extintores reprovadas durante os ensaios.4. escolhidos aleatoriamente entre todos existentes na edificação. se novo pedido de vistoria for feito. dos quais os três devem atender aos itens de desempenho estabelecidos nas NBRs específicas. 4.4. depósitos.3. 4. com a repetição lateral da sinalização de emergência.4. devem providenciar a manutenção ou substituição dos modelos dos aparelhos extintores reprovados.1.3 Os aparelhos extintores retirados para ensaio devem ser substituídos pelo CBMCE no ato da retirada. 4.4 Considerações Finais 4. cobrada pelo CBMCE.4. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 5 . pintada em vermelho e. oficinas. estarem devidamente cadastradas.3. 4. no âmbito do Estado do Ceará.7 Vencidos os trinta dias. 4.3. por aparelhos extintores do mesmo tipo e de capacidade igual ou superior.4.4.4. 4. a fim de não deixar a edificação desprotegida. devem ser seguidos os procedimentos estabelecidos para a primeira vistoria. devem ser coletadas novas amostras nos mesmos termos do ensaio anterior e solicitada nova vistoria. devendo as mesmas. 4.1 Após este procedimento. 4. mercados e similares. os quais devem ser lacrados na presença da pessoa da edificação que estiver acompanhando a vistoria. os locais onde os aparelhos extintores forem colocados 2 terão uma área de 1m do piso. poderá ser ocupada. em hipótese alguma. O funcionamento de empresas de fabricação.5. será autorizada pela Coordenadoria de Atividades Técnicas.3. 4.4.1 As empresas cadastradas junto à Coordenadoria de Atividades Técnicas deverão manter atualizados os pontos de venda e revenda de extintoras.4.

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2 Componentes da saída de emergência 4.1 As saídas de emergência são dimensionadas em função da população da edificação.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento das saídas de emergência.4. F-6 e F-7. dimensões em planta e características construtivas. 3 DEFINIÇÕES 3. em caso de incêndio ou pânico.1 Para efeitos desta Norma Técnica.1 Para os efeitos desta Norma Técnica.4 Exclusivamente para o cálculo da população.1 Esta Norma Técnica se aplica a todas as edificações.1 Classificação das edificações 4. c) as áreas de escadas. 4. em razão de sua disposição em planta. 2 e 3 desta Norma Técnica.3 Exclusivamente para o cálculo da população.4. completamente protegida em sua integridade física. sacadas. bem como áreas de sanitários e elevadores nas ocupações C e F. b) as áreas totais cobertas das edificações F-3 e F6. 01/2008. c) escadas ou rampas. B e H.1.2 A população de cada pavimento da edificação é calculada pelos coeficientes da tabela 4. 4 PROCEDIMENTOS 4. considerando sua ocupação dada na Tabela 1 Classificação das Edificações e Áreas de Risco o quanto à Ocupação da Norma Técnica n. b) rotas de saídas horizontais. excetuadas àquelas pertencentes às edificações dos grupos de ocupação A. 2 APLICAÇÃO 2. são excluídas das áreas de pavimento. de acordo com a Tabela 1 Classificação das Edificações e Áreas de Risco o quanto à Ocupação da Norma Técnica n. nas edificações térreas. 4.3 Cálculo da população 4.3. corredores e elevadores nas ocupações D e E.4 Dimensionamento das saídas de emergência 4. para que sua população possa abandoná-las. devem ser incluídas nas áreas de pavimento: a) as áreas de terraços. e respectivas portas ou espaço livre exterior. b) Quanto à altura. quando. com as Tabelas 1.1. 4. observados os seguintes critérios: Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 26 . 4. ser utilizados como arquibancadas. 4. as áreas de sanitários. 4.500 pessoas. eventualmente. exceto para os locais destinados à divisão F-3. as edificações são classificadas: a) quanto à ocupação. onde deve ser consultada a Norma Técnica nº /2008. rampas e assemelhados. quando houver. respectivamente.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 005/2008 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos (tabelas) 1 OBJETIVO 1. esses lugares puderem. com área superior a 10. d) descarga.1 Largura das saídas 4.1 A saída de emergência compreende o seguinte: a) acessos.3.3. inclusive conchas e assemelhados.1 A largura das saídas deve ser dimensionada em função do número de pessoas que por elas deva transitar. no caso de edificações dos grupos F-3. beirais e platibandas. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.2.3. 01/2008. de acordo. e permitir o acesso de guarnições de bombeiros para o combate ao fogo ou retirada de pessoas.000m² ou população total superior a 2.

3 As portas que abrem no sentido do trânsito de saída.2 m. tais como móveis.2 As portas que abrem para dentro de rotas de saída.4.2 A largura das saídas.3 Exigências adicionais sobre largura de saídas 4.a) os acessos são dimensionados em função dos pavimentos que sirvam à população. 4.3. 4.1. ressalvando o disposto a seguir. considerando-se o sentido da saída. b) permanecer desobstruídos em todos os pavimentos. nas ocupações do grupo H. correspondente a três unidades de passagem de 55 cm.1.5.4. para as rampas. sempre mantendo uma largura mínima livre de 1.5 m.65 m. b) as escadas. correspondente a três unidades de passagem de 55 cm. no sentido do trânsito de saída.4. devem ficar em recessos de paredes.2 Larguras mínimas a serem adotadas As larguras mínimas das saídas de emergência. d) ter pé-direito mínimo de 2.5 Acessos 4. c) 1. 4.3 e 4. descargas.1. c) ter larguras de acordo com o estabelecido no item 4. divisórias móveis. cuja altura mínima livre deve ser de 2 m.2 Os acessos devem permanecer livres de quaisquer obstáculos. isto é.5.1 A largura das saídas deve ser medida em sua parte mais estreita. de forma a não reduzir a largura efetiva em valor maior que 0. e) ser sinalizados e iluminados (iluminação de emergência de balizamento) com indicação clara do sentido da saída.4.4. em ângulo de 180º.4. para as ocupações em geral. correspondente a quatro unidades de passagem de 55 cm. vergas de portas e outros. para as escadas.3. b) 1. d) 2. para dentro de rotas de saída. 4. divisão H-2.5. pilares e outros. acessos às rampas (corredores e passagens) e descarga das rampas. e estas somente em saídas com largura superior a 1.2 m para as ocupações em geral e de 1.1 m (ver figura 2).65 m. em qualquer caso. o qual determina as larguras mínimas para os lanços correspondentes aos demais pavimentos. os acessos (corredores e passagens) e descarga. Figura 2 – Abertura das portas no sentido de saída‘ 4. com exceção de obstáculos representados por vigas.3. dos acessos.2 m. devem ser as seguintes: a) 1. conforme coeficiente da Tabela 4 do anexo e critérios das seções 4. escadas. rampas e descargas são dimensionadas em função do pavimento de maior população. P = população. não sendo admitidas saliências de alizares. divisão H-3.4. locais para exposição de mercadorias e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 26 . divisão H-2 e H-3. não podem diminuir a largura efetiva destas em valor menor Figura 1 – Medida da largura em corredores e passagens 4.1 Generalidades 4. com dimensões maiores que as indicadas na Figura 1. para as rampas. em ângulo de 90º. nas ocupações do grupo H. acessos (corredores e passagens) e descarga.2 m. nas ocupações do grupo H.4. Onde: N = número de unidades de passagem.1. é dada pela seguinte fórmula: ࡺൌ ࡼ ࡯ que a metade (ver figura 2). 4.1. em seu movimento de abrir.65 m para as divisões H-2 e H-3.1 Os acessos devem satisfazer às seguintes condições: a) permitir o escoamento fácil de todos os ocupantes da edificação. C = capacidade da unidade de passagem conforme Tabela 4 do anexo. arredondado para número inteiro.

1 As portas das rotas de saídas e aquelas das salas com capacidade acima de 50 pessoas.1 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior.5. I-1. como. escritórios de plano espacial aberto e galpões sem o arranjo físico interno (leiaute). 4.4.2 Porta com dimensão maior ou igual a 2. em duas folhas.1. tanto interna como externamente.5. a distância mínima de trajeto entre as suas portas de acesso deve ser no mínimo 10m.5. tendo em vista o risco à vida humana decorrente do fogo e da fumaça.1 No caso das distâncias máximas a percorrer para as rotas de fuga que não forem definidas no projeto arquitetônico.5.5. b) o acréscimo de risco em função das características construtivas da edificação.2.2.3.2 Distâncias máximas a serem percorridas 4. edificações classes X. para efeito da distância máxima a ser percorrida. J-1 e J-2 terão suas distâncias máximas a serem percorridas acrescidas de 150% (cento e cinqüenta por cento). valendo por quatro unidades de passagem.5.2 m deverá ter duas folhas.5.4. valendo por uma unidade de passagem. desde que em ambos os casos as ocupações possuam controle de fumaça. valendo por três unidades de passagem. 4. Y e Z.2 Havendo necessidade de acrescer escadas. 4. por exemplo.1 Para as ocupações do grupo J-1 e J-2.5. pode ser considerada como saída. 4. no vão livre. nota c. encontra-se na Tabela 6. devem abrir no sentido do trânsito de saída (ver Figura 2).2.2 m. devem ser consideradas as distâncias diretas comparadas aos limites da Tabela 5. 4.2 A largura.2. vão livre ou “luz” das portas. desde que as ocupações sejam automatizadas e que a permanência humana seja transitória.1 Porta com dimensão maior que 1. das portas em até 75mm de cada lado (golas). J-3 e J-4.2. com altura máxima de 1. 4.3 No caso de duas ou mais escadas de emergência.5. 4. c) 1.3. de forma permanente.2.2 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir as portas de acesso às saídas das edificações e o acesso às escadas ou às portas das escadas (nos pavimentos) constam da Tabela 5 e devem ser consideradas a partir da porta de acesso da unidade autônoma mais distante. em comunicação com os acessos e descargas. d) a redução de risco pela facilidade de saídas em edificações térreas. para o contramarco e alizares.5 Edificações exclusivamente térreas dos grupos G-1. utilizadas nas rotas de saída de emergências. dimensões em planta e características construtivas de cada edificação. 4.5.3 Para uso da Tabela 5 devem ser consideradas as características construtivas da edificação.2. devem considerar: a) o acréscimo de risco quando a fuga é possível em apenas um sentido. b) 1 m. área de refúgio.2.2. constante da Tabela 3.4 Em edificações térreas. para divisões I-2. sem grades fixas.2. com peitoril.4.2.1 As portas devem ter as seguintes dimensões mínimas de luz: a) 80 cm. protegida ou à prova de fumaça).5. qualquer abertura. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 26 . 4.3 Número de saídas nos pavimentos 4.5. poderá ser desconsiderado o dispositivo acima. 4. estas devem ser do mesmo tipo que a exigida por esta Norma Técnica. valendo por duas unidades de passagem. reduzidas em 30% (trinta por cento). essas distâncias poderão ser acrescidas de 100% (cem por cento) (ver nota “a” da Tabela 5). G-2. admitindo-se uma redução no vão de luz. d) 2 m.2 m exige coluna central.outros.5.2m² e nenhuma dimensão inferior a 1 m.5 m.1.4. c) a redução de risco em caso de proteção por chuveiros automáticos ou detectores. 4.5. em duas folhas.4. desde que o seu caminhamento interno não ultrapasse 10 m. vão livre com área mínima de 1.5. em função da altura. 4. devem ser dimensionadas como estabelecido no item 4. comuns ou corta-fogo. 4.5. isto é. 4.5.4. mesmo quando o prédio esteja supostamente fora de uso.3.1 O número e o tipo de saídas exigido para os diversos tipos de ocupação.5. escada comum de saída de emergência.4 Portas de saídas de emergência 4.5.

1 As ocupações de divisão F-2. podem ser dispensadas da exigência anterior.6. c) abrir nos dois sentidos.1 O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) para unir dois pavimentos de diferentes níveis em acesso a áreas de refúgio em edificações com ocupações dos grupos H-2 e H-3. escadas e outros devem ser providas de dispositivos mecânicos e automáticos.785.6 Para as ocupações do grupo F.07 m².6. das portas de comunicação com os acessos às escadas e descarga. térreas (com ou sem mezaninos).6. obedecendo à NBR 11. das rotas de saída. 4. etc. d) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações em que houver usuários de cadeiras de rodas (ver NBR 9. devem ser corta-fogo e a prova de fumaça conforme estabelecido na NBR 11. 4. nas portas dos seguintes locais: a) rotas de saídas.1 Nesse caso. 4. com área máxima construída de 1500m². medidos na direção do trânsito. sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3.6. exceto quando esta for utilizada somente como porta de segurança da edificação.5. devem: a) ter condições de reter a fumaça. com altura mínima de 25 cm.5.4. sendo admissível que se mantenham abertas desde que disponham de dispositivo de fechamento.4.6. de modo a permanecerem fechadas.5. caso o corredor possibilite saída nos dois sentidos.2 Condições de atendimento 4. c) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada.6.4 As portas das antecâmaras.4. sem necessidade de chave.6.3 As portas das antecâmaras das escadas à prova de fumaça e das paredes corta-fogo devem ser do tipo corta-fogo (PCF). deve haver internamente portas de saídas. dispensando-se maçanetas.5. espelhos.1 O dimensionamento das rampas deve obedecer ao estabelecido no item 4.2 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras. 4.742. das salas. b) abrir no sentido do fluxo de saída.4.6. será obrigatória a instalação de barra antipânico nas portas de saídas de emergência. b) na descarga e acesso de elevadores de emergência.5.5.6.4. admitindo-se que a abertura pelo lado externo seja feita apenas por meio de chave. 4. mas não podem precedê-lo. conforme NBR 11. através de termo de responsabilidade das saídas de emergência. abrindo no sentido de fuga. assinado pelo proprietário ou responsável pelo uso. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 26 . através de termo de responsabilidade das saídas de emergência. no que lhe for aplicável. devendo permanecer aberta durante todo o transcorrer dos eventos.6.2. no sentido descendente de saída.5 Se as portas dividem corredores que constituem rotas de saída. quando necessário.4 As rampas podem suceder um lanço de escada.4. 4. c) salas com capacidade acima de 50 pessoas.2. 4.050). devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. desde que haja compromisso do responsável pelo uso. 4. desde que seja possível a abertura pelo lado interno.1 Obrigatoriedade 4.5.5. tendo comprimento mínimo de 1.2.4. b) entrada em unidades autônomas.4.742.6 Rampas 4.1.3 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível. conforme estabelecido na NBR 11.4.7 É vedada a utilização de peças plásticas em fechaduras. 4. 4. dobradiças e outros.2.2.5. de que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos.20 m.1 desta Norma Técnica. com capacidade acima de 100 pessoas.5.7 m. atentando para o item 4.4.8 A colocação de fechaduras com chave nas portas de acesso e descargas é permitida. 4.4.742 e ser providas de visor transparente de área mínima de 0.2 Nas rotas de fuga não se admite portas de enrolar ou de correr. mas destrancadas no sentido do fluxo de saída. 4. maçanetas.4. desde que haja compromisso do responsável pelo uso. ou seja.

6. h) quando houver exigência de duas ou mais escadas de emergência e estas ocuparem a mesma caixa de escada (volume). de acordo com a norma técnica específica.8 As exigências de sinalização. com no mínimo 0.7. g e h do item 4.7 Escadas 4. devendo ter compartimentação. c) 12. EP. não podendo ter comunicação direta com outro lanço na mesma prumada (ver Figura 3). 4. aplicam-se.5 de coeficiente de atrito dinâmico.6.1 Em qualquer edificação. 4.7. f) atender a todos os pavimentos. o sentido da saída for ascendente.6. I e J. a exemplo das escadas. conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida. as rampas não poderão suceder ao lanço de escada e vice-versa. quando o sentido de saída é na descida. 4. b) 12.7.3. 4.9 Devem atender às condições estabelecidas nas alíneas a.6.9. Quando houver exigência Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 26 .8. nas edificações de ocupações D e G.3 Quando. b) oferecer resistência ao fogo nos elementos estruturais além da incombustibilidade.7. F e H. com largura não inferior à da folha da porta de cada lado do vão.2. acima e abaixo da descarga.6.7.5% (1:8).7 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos de forma análoga ao especificado no item 4. exceto para escadas tipo NE (comum).5 Não é permitida a colocação de portas em rampas. ausência de obstáculos e outros.1 No caso de edificações dos grupos H2 e H3. conforme a norma técnica específica na divisão entre os lanços ascendente e descendente em relação ao piso de descarga. indicando a rota de fuga e descarga.7. d) ser dotadas de guardas em seus lados abertos conforme item 4. 1:8. e que permaneçam antiderrapantes com o uso. 4. c) atender às condições específicas estabelecidas quanto aos materiais de acabamento e revestimento utilizados na escada.4.1 desta Norma Técnica. com no mínimo 0. Figura 3 – Segmentação das escadas no piso da descarga g) ter os pisos em condições antiderrapantes.7. não será aceita comunicação entre si.13. PF seguindo para isso as condições específicas a cada uma delas estabelecidas nos itens 4.2.11.5%. os pavimentos sem saída em nível para o espaço livre exterior devem ser dotados de escadas.12 e 4. devendo haver compartimentação entre ambas. quando não enclausuradas.4. 4.3.2. d. e permanecer antiderrapante com o uso. onde deve ser acrescida a iluminação de emergência e sinalização de balizamento. as quais devem: a) ser constituídas com material estrutural e de compartimentação incombustível. B.7. mas terminando obrigatoriamente no piso de descarga.3.3 Declividade 4.2. com as devidas alterações.6.3.10 Devem ser classificadas. isto é. a inclinação máxima é de 10%.6. às rampas.6.1 Generalidades 4.7.1 A declividade máxima das rampas externas à edificação deve ser de 10% (1:10). b. dos acessos. f. nas ocupações C. 4. 4. conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida. 4.7.2.8. deve ser dado um acréscimo de 25% na largura calculada conforme o item 4. isto é. 1:10.2. 4. 4. e) ser dotadas de corrimãos em ambos os lados. e. em ocupações em que sejam admitidas rampas de mais de 10% em ambos os sentidos.5 de coeficiente de atrito dinâmico.2. estas devem estar situadas sempre em patamares planos. como NE.6 O piso das rampas deve ser antiderrapante.1. 4.2 As declividades máximas das rampas internas devem ser de: a) 10%. E. 4.8. sendo a saída em rampa ascendente.6. iluminação.6. nas edificações de ocupações A. enclausuradas ou não. 4.6.10. c. 4.7.

não se aplicando.4 Caixas das escadas 4. e) ter bocel (nariz) de 1. quanto aos critérios de acesso. conforme item 4. sem obrigatoriedade de aumento na largura das escadas. não deve ultrapassar 3. ou. 5 mm. 4.7. estas serão consideradas como uma única escada.2 Largura 4.de uma escada e for utilizado o recurso arquitetônico de construir 2 escadas em um único corpo.1 As larguras das escadas devem atender aos seguintes requisitos: a) ser proporcionais ao número de pessoas que por elas devam transitar em caso de emergência. mesmo por curto espaço de tempo.7. larguras e alturas iguais e.5 cm.7.2 As caixas de escadas não podem ser utilizadas como depósitos. num mesmo lanço.4.5 cm. nem para a localização de quaisquer móveis ou equipamentos. balanço da quina do degrau sobre o imediatamente inferior com este mesmo valor mínimo (ver Figura 4).7 m de altura.7.3.7. Figura 4 – Altura e largura dos degraus d) ter. diferenças entre as alturas de degraus de. a fórmula anterior. com tolerância de 0. para permitir localização de guarda ou fixação do corrimão. 4. 4.2. i) atender ao item 4. quando se tratar de escada reta.1). medido na direção do trânsito.3.1 Os degraus devem: a) ter altura h (ver Figura 4) compreendida entre 16 cm e 18 cm.7.7.3. no mínimo. caso em que a medida do degrau (largura do degrau) será feita segundo a linha de percurso e a parte mais estreita desses degraus engrauxidos não tenha menos de 15 cm (ver Figura 5) e 7 cm. 4. deve haver patamares com comprimento mínimo igual à largura da folha da porta. entre dois patamares consecutivos.3 Dimensionamento de degraus e patamares 4. b) no mínimo. que se podem projetar até 10cm de cada lado.7.3 O comprimento dos patamares deve ser (ver Figura 6): a) dado pela fórmula: ࢖ ൌ ሺ૛ࢎ ൅ ࢈ሻ ࢔ ൅ ࢈ onde n é um número inteiro (1. dos acessos e das descargas devem ter acabamento liso.1 As paredes das caixas de escadas. quando se tratar de escadas não destinadas a saídas de emergências (ver item 4.4 Em ambos os lados de vão da porta.7. exceto os previstos especificamente nesta Norma Técnica.4. 4.3.1. 4. ventilação e iluminação. quando este inexistir. excluindo os corrimãos (mas não as guardas ou balaustradas). Figura 5 – Escada com lanços curvos e degraus balanceados 4. b) ser medidas no ponto mais estreito da escada ou patamar. nesse caso.2. 2 ou 3). espaço mínimo de 10cm entre lanços. no máximo.7.5. das guardas. respectivamente. b) ter largura b (ver Figura 4) dimensionada pela fórmula de Blondel: 63 ܿ݉ ൑ ሺ2݄ ൅ ܾሻ ൑ 64 ܿ݉. igual à largura da escada quando há mudança de direção da escada sem degraus ingrauxidos.7. em lanços sucessivos de uma mesma escada. c) ser balanceados quando o lanço da escada for curvo (escada em leque) ou em espiral. quando se desenvolver em lanços paralelos.4. c) ter. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 7 de 26 .2 O lanço mínimo deve ser de três degraus e o lanço máximo.5.

7.7. 4. dispensa-se a aplicação da fórmula dos patamares (4.6.8. conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida.3. b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0.4 As paredes das caixas de escadas enclausuradas devem garantir e possuir Tempo de Resistência ao Fogo por. de janelas abrindo para o espaço livre exterior. balanceamento e outros) e. as escadas devem ser construídas concomitantemente com a execução da estrutura.2 As janelas das escadas protegidas devem: a) estar situadas junto ao teto ou.3). devendo pelo menos uma das faces da janela estar a no máximo 15 cm do teto.8.7. com altura da escada não superior a 3.1 A escada comum (NE) deve atender aos requisitos dos itens 4. para passagem da rede elétrica. que permaneçam antiderrapantes com o uso. f) atender ao prescrito no item 4. porém.8.7. e devem: a) atender aos mezaninos e áreas privativos de qualquer edificação. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 8 de 26 .5.7. no máximo.1 As escadas em leque.1 a 4. c) ocupações I até M: h = 23cm. respeitando. b) ter as portas de acesso a esta caixa de escada do tipo corta-fogo (PCF).5 Os pontos de fixação das escadas metálicas na caixa de escada devem possuir Tempo de Resistência ao Fogo de 120 min.3.6 Escadas em edificações em construção 4. conforme item 4.7.3. devendo estar localizada na parede junto ao teto ou no máximo a 15cm deste.5. em espiral e de lances retos são consideradas como escadas secundárias.7.1m de largura e dispensando-se corrimãos intermediários.4.1. bastando que o patamar tenha um mínimo de 80cm. no término da escada. 4.7.7.8.2 Admitem-se nas escadas secundárias.80m². d) ser dotadas de corrimãos.7.4.80m² em cada pavimento (ver Figura 8). no mínimo. não destinadas a saídas de emergência. b) ocupações H: h = 19cm. podendo ser aceitas na posição centralizada. a 1. permitindo a fácil evacuação da obra e o acesso dos bombeiros.4. exceto o 4.1.7.3 (dimensionamento dos degraus.7. atendendo ao previsto no item 4.7m. nas escadas curvas (escadas em leque).8. devendo distar Figura 6 – Lanço mínimo e comprimento de patamar 4. 4. exceto o 4. porém.7.1 As escadas enclausuradas protegidas (ver Figura 7) devem atender ao requisitos dos itens 4. conforme fórmula de Blondel. 120 min. a 15cm deste. d) ser dotadas de janela que permita a ventilação em seu término superior. bastando. no mínimo. não podem existir aberturas para tubulações de lixo.7. armários para medidores de gás e assemelhados. apenas um corrimão nas escadas com até 1.8 Escadas enclausuradas protegidas (EP) 4.7. 4.7. sempre a fórmula de Blondel: a) ocupações A até G: h = 20cm. desde que a população seja inferior a 20 pessoas.7.4.c. em todos os pavimentos (exceto no da descarga.5 de coeficiente de atrito dinâmico. 4. estando o peitoril. c) ser dotadas. 4. centros de distribuição elétrica. com área mínima de 0. com no mínimo 0. com resistência de 90 min de fogo. 4.7. acima dos lances de degraus.4. as seguintes alturas máximas h dos degraus.7.1 Em edificações em construção. e) ser dotadas de guardas em seus lados abertos. b) ter largura mínima de 80cm.7.c.2. no mínimo. onde isto é facultativo).1m acima do piso do patamar ou degrau adjacente e tendo largura mínima de 80cm.7.7. exclusivamente de serviço e não destinadas a saídas de emergência.5 Escadas não destinadas a saídas de emergência 4. e: a) ter suas caixas isoladas por paredes resistentes a 2 h de fogo.7.1 a 4. atendendo ao prescrito no item 4.3. c) ter os pisos em condições antiderrapantes. c) ser dotadas de venezianas ou outro material que assegure a ventilação permanente.7 Escadas não enclausuradas ou escada comum (NE) 4.3 Nas caixas de escadas.

7. A distância das venezianas pode ser reduzida para 1. Figura 7 .3. b) este caixilho deve ser guarnecido com vidro aramado.12.pelo menos 3m.11. com espessura mínima de 6. sua área máxima não pode ultrapassar 0.20m² no mínimo. sendo vedado o uso de perfis ocos. devendo ficar junto ao solo da caixa da escada podendo ser no piso do pavimento térreo ou no patamar intermediário entre o pavimento térreo e o pavimento imediatamente superior. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote. 4. em condições análogas à tomada de ar dos dutos de ventilação (ver item 4.2 A iluminação natural das caixas de escadas enclausuradas. provido de fecho acionável por chave ou ferramenta especial. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 9 de 26 . ou. recomendável mas não indispensável.2 a 4. d) ser construídas em perfis metálicos reforçados. b) ter sua ligação com a caixa da escada por meio de antecâmaras ventiladas. no mínimo.10 ou 4.8. de outras aberturas.11.80m². em projeção horizontal.7.7.3 Na impossibilidade de colocação de janela na caixa da escada enclausurada protegida.7. 4. madeira.5 mm. chapa dobrada. plástico e outros. largura mínima de 0. Os caixilhos devem ser fixados na posição aberta.8m. 4.4. d) havendo mais de uma abertura de iluminação. exceto o 4.1 a 4. c) em paredes dando para o exterior.7. que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível. conforme a alínea c do item 4.7. terraços ou balcões.10 e os últimos no item 4. devem: a) ter comprimento mínimo de 1.7.c. c) ser ventiladas por dutos de entrada e saída de ar. atendendo as primeiras ao prescrito no item 4.8.8.4m. para ingressos nas escadas enclausuradas (ver Figura 9). de qualquer outra abertura. sendo vedados os tipos em eixo vertical e “máxiar”. e: a) ter suas caixas enclausuradas por paredes resistentes a quatro horas de fogo.12. 4.4 As escadas enclausuradas protegidas devem possuir ventilação permanentes inferior.9.7.11). e) os caixilhos poderão ser do tipo basculante.7. a distância entre elas não pode ser inferior a 0. situadas junto ao teto ou.7.5m e a soma de suas áreas não deve ultrapassar 10% da área da parede em que estiverem situadas.1 As escadas enclausuradas à prova de fumaça (ver Figuras 9.5 mm.10 Antecâmaras 4.7. em parede dando para antecâmara ou varanda. os corredores de acesso devem: a) ser ventiladas por janelas. deve obedecer aos seguintes requisitos: a) ser obtida por abertura provida de caixilho de perfil metálico reforçado.80m. devendo ser aberto somente para fins de manutenção ou emergência.10.5m.Escada enclausurada protegida 4.1. com área mínima de 0. a 15 cm deste. malha de 12.7. b) ter ingresso por antecâmaras ventiladas.7. abrindo para o espaço livre exterior. executadas nos moldes do especificado no item 4.7.7. de acordo com os itens 4.1 As antecâmaras.4. b) ter pé-direito mínimo de 2.7.9. junto ao teto. 10 e 11) devem atender ao estabelecido nos itens 4. transparente ou não.9 Escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF) 4.7.1. com área de 1. vestiários ou áreas de serviço.5m².7. que permita a entrada de ar puro. pode ser de até 1m². c) ser providas de portas corta-fogo (PCF) com resistência de 60min ao fogo. podendo essa distância ser reduzida para 2m para caso de aberturas instaladas em banheiros. quando houver.

a 15 cm deste. com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2. medida eixo a eixo.84m² e.7. Figura 8 .5cm por 2. com resistência de 60min de fogo cada. j) as aberturas dos dutos de entrada e saída de ar das antecâmaras deverão ser guarnecidas por telas de arame. quando retangular. no máximo. da porta de entrada da antecâmara. quando de secção retangular. quando retangular.Ventilação da escada enclausurada protegida e seu acesso c) ter.2 Os dutos de saída de ar (gases e fumaça) devem: a) ter aberturas somente nas paredes que dão para as antecâmaras.d) ser dotadas de porta corta-fogo (PCF) na entrada e na comunicação da caixa da escada.84m² e. ૚૙૞ ࢞ ࢔ onde: s = secção mínima em m² n = número de antecâmaras ventiladas pelo duto. em qualquer caso. com área mínima de 0. a uma distância horizontal de 3m. d) elevar-se no mínimo 3m acima do eixo da abertura da antecâmara do último pavimento servido pelo eixo.5 vezes a área da secção do duto. f) ter a abertura de saída de ar do duto respectivo situada junto ao teto ou no máximo. obedecer à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. h) ter a abertura de saída de ar situada. quando não forem totalmente abertos no topo.11. da porta de entrada da escada. g) ter. aberturas de saída de ar com área efetiva superior ou igual a 1.7. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. área não inferior a 0. a uma distância horizontal de 3m. no máximo. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. medida em planta.11 Dutos de ventilação natural 4. b) ter secção mínima calculada pela seguinte expressão: ࢙ ൌ ૙. e) ter a abertura de entrada de ar do duto respectivo situada junto ao piso ou.1 Os dutos de ventilação natural devem formar um sistema integrado: o duto de entrada de ar (DE) e o duto de saída de ar (DS) 4.7. devendo essas aberturas ser dispostas Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 10 de 26 .5cm. i) ter paredes resistentes ao fogo por no mínimo 120min. entre as aberturas de entrada e de saída de ar. a distância vertical mínima de 2 m. 4. devendo seu topo situar-se 1 m acima de qualquer elemento construtivo existente sobre a cobertura. com área mínima de 0. e) ter. guarnecidas ou não por venezianas ou equivalente. medida em planta.84m² e.11. e a abertura de entrada de ar situada. no máximo. a 15 cm deste.

7 As dimensões dos dutos dadas em 4. que não diminua a área efetiva de ventilação. de 15cm de espessura. longe de qualquer eventual fonte de fumaça em caso de incêndio. a uma parede de tijolos maciços. com espessura dos fios superior ou igual a 3mm e malha com dimensões mínimas de 2. e) ter abertura em sua extremidade inferior ou junto ao teto do primeiro pavimento.5 A secção da parte horizontal inferior do duto de entrada de ar deve: a) ser. f) não serem utilizados para a instalação de quaisquer equipamentos ou canalizações. no caso de edificações com mais de 30m de altura.em. isto é. casas de máquinas. no mínimo.7.11. no mínimo.11. 4. duas faces opostas com área nunca inferior a 1m² cada uma. 4. no mínimo. 4. de preferência.1 A abertura exigida na letra e. 4. e se situarem em nível superior a qualquer elemento construtivo do prédio (reservatórios.3 As paredes dos dutos de saídas de ar devem: a) ser resistentes. quando atenderem a até 15 antecâmaras. devendo esta abertura ser guarnecidas por telas de arame. cumeeiras. que assegure a captação de ar fresco respirável. b) ter revestimento interno liso. 4.6 A tomada de ar do duto de entrada de ar deve ficar. em edificações com altura igual ou inferior a 30m.7. Figura 9 – Escada enclausurada à prova de fumaça com elevador de emergência (a posição deste é somente exemplificativa) na antecâmara 4. a duas horas de fogo.4. b) ter isolamento térmico e inércia térmica equivalente.7.7. no mínimo. d) ser totalmente fechados em sua extremidade superior.11.11. ao nível do solo ou abaixo deste. igual à do duto. g) ser fechados na base.11.2 são as mínimas absolutas.5cm. aceitando-se Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 11 de 26 . sua secção deve ser aumentada para compensar a redução.5cm por 2.11. e de 23cm de espessura. c) ter revestimento interno liso. possuindo acesso direto ao exterior.11. muretas e outros). pelo menos.5 vezes a área da secção do trecho vertical do duto de entrada de ar.7.4 Os dutos de entrada de ar devem: a) ter paredes resistentes ao fogo por duas horas.7. b) ser igual a 1.11.: piso térreo). poderá ser projetada junto ao teto do primeiro pavimento que possua acesso direto ao exterior (Ex. c) atender às condições das alíneas “a” à “c” e “f” do item 4. quando atenderem a mais de 15 antecâmaras. rebocada.7.7.2.

Figura 10 .mesmo recomendando o cálculo exato pela mecânica dos fluídos destas secções.Exemplo de dutos de ventilação Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 12 de 26 . em especial no caso da existência de subsolos e em prédios de excepcional altura ou em locais sujeitos a ventos excepcionais.

7.12. varandas e terraços que sirvam para ingresso às escadas enclausuradas à prova de fumaça e qualquer outra abertura desprotegida do próprio prédio ou das divisas do lote deve ser.1. terraços e assemelhados.8.7. 4.7. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 13 de 26 . e: a) ter seu acesso provido de porta corta-fogo com resistência mínima de 90min. 4. b e c. entre a abertura desprotegida do próprio prédio até o paramento externo do balcão.7.2.10.20m.12 Escada enclausurada varandas e terraços por balcões. d) em se tratando de terraço a céu aberto. Figura 11 – Escada enclausurada do tipo PF ventilada por balcão 4.7. c) atender tão somente aos pavimentos acima do piso de descarga. e) ter altura de peitoril de 1. b) manter raio mínimo de escoamento exigido em função da largura da escada. f) ter distância de no mínimo 3m de outras aberturas em projeção horizontal. ressalvado o estabelecido no item 4.7. mas nunca a menos de 3m.1.13 Escadas à pressurizada (PFP) prova de fumaça 4. conforme item 4. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote.12. 4.12. varanda ou terraço para o ingresso na escada enclausurada à prova de fumaça (PF).30m.2m.7.3 e 4. varandas e terraços deverão ser antiderrapantes.2. não situado no último pavimento.2 A distância horizontal entre o paramento externo das guardas dos balcões. isto é.4 Será aceita uma distância de 1.7. o acesso deve ser protegido por marquise com largura mínima de 1. quando: a) o prédio for dotado de chuveiros automáticos.1 Os balcões.6.a.3m. c) na edificação considerada não houver ocupações pertencentes aos grupos C ou I. para qualquer altura da edificação.7.7. b) ter guarda de material incombustível e não vazada com altura mínima de 1. para ingresso em escadas enclausuradas. ou escadas pressurizadas. (ver Figura 11) 4. varandas.8.7. desde que: a) área efetiva mínima de ventilação seja de 1.12. atendendo ao prescrito no item 4. b) o somatório das áreas das aberturas da parede fronteira à edificação considerada não ultrapassar um décimo da área total dessa parede. igual a um terço da altura da edificação. 4. c) as aletas possuam um ângulo de abertura de no mínimo 45 graus em relação ao plano vertical da janela. c) ter piso praticamente em nível e desnível máximo de 30mm dos compartimentos internos do prédio e da caixa de escada enclausurada.7. d) as antecâmaras deverão atender o item 4. devem atender aos seguintes requisitos: a) ser dotados de portas corta-fogo na entrada e na saída com resistência mínima de 60min.15m.2 pode ser reduzida à metade.1 As escadas abertas externas (ver Figuras 13 e 14) podem substituir os demais tipos de escadas e devem atender aos requisitos dos itens 4. g) os pisos de balcão. 4.11.12.6. através de janela com ventilação permanente. devendo atender a todas as exigências da norma técnica específica.7. 4. no mínimo.13.14 Escada aberta externa (AE) 4.7.4.3. podem sempre substituir as escadas enclausuradas protegidas (EP) e as escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF).5m². a um sexto da altura. desde que entre elas seja interposta uma parede com TRF mínimo de 2 horas.7.1 As escadas à prova de fumaça pressurizadas.14.12. e no mesmo plano de parede. mas nunca a menos de 3m.12.5 Será aceita a ventilação no balcão da escada à prova de fumaça. b) as distâncias entre as aletas das aberturas das janelas tenham espaçamentos de no mínimo 0.1 a 4.3.3 A distância estabelecida no item 4. terminando obrigatoriamente neste.

de modo que uma esfera de 15cm de diâmetro não possa passar por nenhuma abertura.8. isto é.8. no mínimo. quando medida verticalmente do topo da guarda a uma linha que una as pontas dos bocéis ou quinas dos degraus. podendo ser reduzida para até 0. de seus patamares.2 A altura das guardas.8.3 As alturas das guardas em escadas externas. de 1. mezaninos e outros (ver Figura 15). corredores. balcões. deve ser. medida internamente. h) na existência de shafts. terraços. tais aberturas deverão ser delimitadas por paredes estanques nos termos da norma técnica específica. para evitar quedas. e) toda abertura desprotegida do próprio prédio até escada deverá ser mantida distância mínima de 3m quando a altura da edificação for inferior ou igual a 12m e de 8m quando a altura da edificação for superior a 12m. Figura 13 – Escada aberta externa 4. escadas.8.8. sempre que houver qualquer desnível maior de 19cm. reentrâncias ou quaisquer elementos que possam enganchar em roupas. telas e assemelhados. as guardas vazadas. rampas e outros deve ser protegida de ambos os lados por paredes ou guardas (guarda-corpos) contínuas. patamares. Figura 12 – Escada aberta externa f) a distância do paramento externo da escada aberta até o limite de outra edificação no mesmo terreno ou limite da propriedade deverá atender aos critérios adotados na norma técnica específica. devem: a) ter balaústres verticais. longarinas intermediárias.1 Toda saída de emergência. i) será admitido esse tipo de escada até com altura de 23m. grades.1.d) entre a escada aberta e a fachada da edificação deverá ser interposta outra parede com TRF mínimo de duas horas.1.8. grades.1. atendendo os critérios estabelecidos na norma técnica específica. b) ser isentas de aberturas. saliências.8 Guardas e corrimãos 4. vidros de segurança laminados ou aramados e outros. medido como especificado no item 4. g) a estrutura portante da escada aberta externa deverá ser construída em material incombustível.05m ao longo dos patamares. de balcões e assemelhados.2.1 Guarda-corpos e balaustradas Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 14 de 26 . telas.1. 4. dutos ou outras aberturas verticais que tangenciam a projeção da escada aberta externa.1. 4. galerias. 4. mezaninos.4 As guardas constituídas por balaustradas.92 m nas escadas internas. corredores. 4.3m. devem ser de no mínimo 1. TRF de duas horas. escadas.

8. longarinas.1. além do corrimão principal. no máximo. se for o caso. início e término da escada com suas extremidades voltadas para a parede ou com solução alternativa.c) ser constituídas por materiais não estilhaçáveis. além do corrimão principal na altura normal exigida.8. em escadas largas.2m de largura devem ter corrimão intermediário. ressalvado o caso de escadas em ocupações dos tipos H-2 e H-3. verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos.2 Uma escada pode ter corrimãos em diversas alturas. no mínimo.2.4 Corrimãos intermediários 4. Os lanços determinados pelos corrimãos intermediários devem ter.8.4.1m de largura.8. deve haver corrimãos nas alturas indicadas para os respectivos usuários.8. as esquadrias.8.05m de altura. 4.2 Corrimãos 4.8. No caso de secção circular. 4. tábuas largas e outros (ver Figura 15). sem encontrar quaisquer obstruções.2.2. 4. 4. aplicada em qualquer ponto deles. permitindo um contínuo deslocamento da mão ao longo de toda a sua extensão.3. se for o caso. as divisórias leves e outros elementos de construção que envolvam as saídas de emergência devem ser projetados de forma a: a) resistir a cargas transmitidas por corrimãos nelas fixados ou calculadas para resistir a uma força horizontal de 730N/m aplicada a 1. Exceção: será feita as ocupações do grupo I e J para as escadas e saídas não emergenciais.2 Os corrimãos devem ser calculados para resistir a uma carga de 900N. b) ter seus painéis. as grades de balaustradas.5 Não são aceitáveis. 4. prolongando-se.2.8.Dimensões de guardas e corrimãos 4.1 As guardas de alvenaria ou concreto.20kPa aplicada à área bruta da guarda ou equivalente da qual façam parte. seu diâmetro varia entre 38mm e 65mm (ver Figura 15). jardins-deinfância e assemelhados.6 Para auxílio dos deficientes visuais.2 (ver Figura 14). Figura 14 . 1. uma unidade de passagem especial com 69cm entre corrimãos.4. devendo estar situados entre 80cm e 92cm acima do nível do piso.3 Os corrimãos devem ser projetados de forma a poderem ser agarrados fácil e confortavelmente.Pormenores de corrimãos 4.8. 4. sendo em escadas. as reações devidas a esse carregamento não precisam ser adicionadas às cargas especificadas na alínea precedente (ver Figura 16). em escolas.8.1 Escadas com mais de 2. os corrimãos das escadas deverão ser contínuos.2m do Figura 15 . corrimãos constituídos por elementos com arestas vivas.3 Exigências estruturais 4. exigindo-se o uso de vidros aramados ou de segurança laminados. a cada 1.8. as paredes.2. 4.2 As extremidades dos corrimãos intermediários devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes.8. sempre que for possível. no mínimo.8.8m.8. que exijam máximo apoio com ambas as mãos em corrimãos. essa medida tomada verticalmente da forma especificada no item 4.4 Os corrimãos devem estar afastados 40mm. pelo menos 0. sem interrupção nos patamares. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 15 de 26 . utilizadas por pessoas muito idosas e deficientes físicos. arestas ou soluções de continuidade.1 Os corrimãos deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas.2.3. em saídas de emergência. das paredes ou guardas às quais forem fixados. balaústres e assemelhados calculados para resistir a uma carga horizontal de 1. onde pode ser previsto. adotando-se a condição que conduzir a maiores tensões (ver Figura 16). 4.

2. o elevador de emergência deve ter cabine com dimensões apropriadas para o transporte de maca.9.4. em número igual ao das escadas de emergência.9. 4. 4.4. tendo acesso direto. 4.7. nos termos do item 4. e em torres exclusivamente monumentais de ocupação F-2.1.192 e (ver Figura 9): a) ter sua caixa enclausurada por paredes resistentes a quatro horas de fogo.9. 4.2 Exigências 4.1 Conceituação e exigências 4. c) possuir dispositivo de retorno e bloqueio dos carros no pavimento da descarga. cada uma delas (a área de refúgio e o restante do pavimento). 4.3 Escadas externas de caráter monumental podem. ainda.1 É obrigatória a instalação de elevadores de emergência: a) em todas as edificações residenciais A-2 e A-3 com altura superior a 80m e nas demais ocupações com altura superior a 60 m.3 Nas ocupações institucionais H-3.10. d) deve estar ligado a um grupo moto-gerador de emergência.7.2. de modo que as respectivas portas permaneçam abertas. 4.9.8.4 As caixas de corrida (poço) e casas de máquinas dos elevadores de emergência devem ser enclausuradas e totalmente isoladas das caixas de corrida e casas de máquinas dos demais elevadores.8. para hall enclausurado e pressurizado. b) nas ocupações institucionais H-2 e H-3.2 O painel de comando deve atender. anulando as chamas existentes.10. para varanda conforme o item 4. que ele seja ligado a um gerador externo na falta de energia elétrica na rede pública.1.12.10. para patamar de escada pressurizada ou local análogo do ponto de vista de segurança contra fogo e fumaça. d) possuir duplo comando automático e manual reversível. sem prejuízo do fechamento do vão do poço nos demais pavimentos. 4.1 Área de refúgio é a parte de um pavimento separada por paredes corta-fogo e portas corta-fogo. ter apenas dois corrimãos laterais.5 O elevador de emergência deve atender a todos os pavimentos do edifício.9.2. independente dos elevadores de uso comum.9.1 Obrigatoriedade 4. excepcionalmente.1 As paredes que definem as áreas de refúgio devem apresentar resistência ao fogo conforme estabelecido em norma técnica específica. 4. b) ter suas portas metálicas abrindo para antecâmara ventilada.10.1. excetuadas as de classe de ocupação G-1. A caixa de corrida (poço) deve ter abertura de ventilação permanente em sua parte superior. incluindo os localizados abaixo do pavimento de descarga com altura ascendente superior a 12m. a pelo menos uma escada/rampa de emergência (ver Figura 17).10 Área de refúgio 4.7.410 e NBR 7.2.2. sempre que sua altura ultrapassar a 12m. mediante chamada apropriada.9.1 Enquanto não houver norma específica referente a elevadores de emergência.1. b) possuir chave de comando de reversão para permitir a volta do elevador a este piso. às seguintes condições: a) estar localizado no pavimento da descarga.2.10.9. Figura 16 – Pormenores construtivos da instalação de guardas e as cargas a que elas devem resistir 4.9 Elevadores de emergência 4. atendendo às condições estabelecidas na alínea d do item 4. quando forem utilizadas por grandes multidões. independentemente de sua largura. em caso de emergência.2 A estrutura dos prédios dotados de áreas de refúgio deve ter resistência conforme estabelecido em norma técnica específica. possuindo este circuito chave reversível no piso da descarga. c) ter circuito de alimentação de energia elétrica com chave própria independente da chave geral do edifício.1. que possibilite Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 16 de 26 . estes devem atender a todas as normas gerais de segurança previstas nas NBR 5.

4 A área em pilotis que servir como descarga deve: a) não ser utilizável como estacionamento de veículos de qualquer natureza. como especificado no item 4.10. c) corredor a céu aberto.b) ter pisos e paredes revestidos com materiais que atendam às condições da norma técnica específica.3 Hospitais e assemelhados 4.11. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 17 de 26 . bem como nas ocupações E-6.2. salas de medidores. b) área em pilotis.escadas não enclausuradas e altura até 12m.1. as áreas de refúgio não devem ter áreas superiores a 2. parte da saída de emergência de uma edificação.2 O corredor ou átrio enclausurado que for utilizado como descarga deve: a) ter paredes resistentes ao fogo por tempo equivalente ao das paredes das escadas que a ele conduzirem.1 Em ocupações H-2 e H-3. Nesses casos a área mínima de refúgio de cada pavimento ficará restrita a 30% da área de cada pavimento. no mínimo com largura de 2. tais como apartamentos. b) a existência de compartimentação de área no pavimento será aceita como área de refúgio.1 A descarga. 4. 4.11. em rampas.1. que fica entre a escada e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública. sala de estar e salão de festas (ver Figura 18).1. quando necessário. isolando-o de todo compartimento que com ele se comunique.11. 4. a comunicação entre as áreas de refúgio e/ou entre essas áreas e saídas deve ser em nível ou. desde que entre o acesso à escada e a área externa (fachada ou alinhamento predial) possua um espaço reservado e desimpedido.3. H-2 e H-3 com altura superior a 12 m. 4. sala de espera. caso haja desníveis. E-6. recepção.3 Admite-se que a descarga seja feita por meio de saguão ou hall térreo não enclausurado.11.Desenho esquemático da área de refúgio 4.000m².2 Obrigatoriedade 4.2 Nessas ocupações H-2 e H-3.4. 4. pode ser constituída por: a) corredor ou átrio enclausurado.1 Não será exigida a letra a acima.1 Tipos 4. sendo.3. 4.11. dotada de divisores físicos que impeçam tal utilização. restaurante e outros.11. não podendo ser utilizada como depósito de qualquer natureza. portaria. atendendose às dimensões exigidas no item 4.1.2m. c) ter portas corta-fogo com resistência de 90min de fogo.10.10. nas edificações onde as escadas exigidas forem do tipo NE .11. desde que tenha acesso direto às saídas de emergência (escadas ou rampas).10. Figura 17 .2.1. sendo admitido nesse saguão ou hall elevadores.11 Descarga 4.10. quando a escada for à prova de fumaça ou quando a escada for enclausurada protegida. desde que entre o final da descarga e a fachada ou alinhamento predial (passeio) mantenha-se um espaço livre para acesso ao exterior.6.1 É obrigatória a existência de áreas de refúgio em todos os pavimentos nos seguintes casos: a) em edificações institucionais de ocupação E-5. Figura 18 – Descarga através de hall térreo não enclausurado 4. b) Ser mantida livre e desimpedida.

Acesso de galeria comercial à descarga 4.1 Galerias comerciais (galerias de lojas) podem estar ligadas à descarga desde que seja feito por meio de antecâmara enclausurada e ventilada diretamente para o exterior ou através de dutos.13.12. 4.12. a soma das larguras das escadas que a ela concorrem.11. ser em Figura 19 – Dimensionamento de corredores de descarga 4.2m.1. 4. Figura 20 . 4.3.1 As rotas de saída devem ter iluminação natural e/ou artificial em nível suficiente.12.2 A largura das descargas não pode ser inferior: a) a 1. 4.1 Considera-se ponto de ancoragem todo dispositivo destinado à ancoragem de cordas para a retirada de vítimas e acesso de bombeiros na edificação e áreas de risco.1 A iluminação de emergência deve ser executada obedecendo ao estabelecido em norma técnica específica.2 Iluminação de emergência 4.3 Outros ambientes com acesso 4. nas edificações classificadas com H-2 e H-3 por sua ocupação.4.11.3 Sinalização de saídas de emergência 4. desde que seja agregado à largura desta uma unidade de saída (0. e a 1. 4. é indispensável a iluminação artificial noturna.1 No dimensionamento da descarga.4. considerando-se esta largura para cada segmento de descarga entre saídas de escadas (ver Figura 19).2.13 Acesso de guarnições de bombeiros na edificação e áreas de risco por meio de ponto de ancoragem 4. em toda a sua extensão. conforme indicado na Figura 20. dentro dos padrões estabelecidos para as escadas à prova de fumaça (PF).1 A sinalização de saída deve executada obedecendo ao estabelecido norma técnica específica.000 quilogramas força (tubulação preferencialmente com diâmetro de 63mm ou vergalhão com diâmetro mínimo de 50mm).2 Dimensionamento 4.413.12 Iluminação de emergência e sinalização de saída 4. b) ser constituído de material que resista a esforços de tração de 3.2.12.12. devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem. e) a distância mínima entre o ponto de ancoragem e a projeção horizontal da fachada atendida deve ser de 1m.2m.65 e 2.55 m). c) ser constituído de material que resista às intempéries. o dia. dotadas de duas portas corta-fogo P-60.11. b) à largura calculada conforme 4.1 Iluminação das rotas de saídas de emergência 4.1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 18 de 26 .11.13.2 Características do ponto de ancoragem: a) permitir a fixação de modo a não provocar a abrasão ou esforços de corte nas cordas.2. nos prédios em geral.5 O elevador de emergência pode estar ligado ao hall de descarga. não sendo necessário que a descarga tenha. Mesmo nos casos de edificações destinadas a uso unicamente durante 4.11. d) ser fixado em pelo menos 2 pontos com resistência igual ao exigido na letra b.11.3.12. de acordo com a NBR 5.

4. Nesse caso a área de refúgio fica restrita a 30%. devendo ter identificação tanto internamente como externamente.3 Exigências especiais para construções subterrâneas subsolos e edificações sem janelas 4. b) quando.2.20m acima do piso interno e que não tenham medida alguma menor que 60cm (luz). b e c do item 4. subsolos e edificações sem janelas . c) estas aberturas sejam de fácil manuseio.14 Acesso sem obstáculos 4.1m de altura livre. ter ao menos uma das saídas direta ao exterior.Generalidades e conceituação 4. de forma a permitir operações de salvamento provenientes do exterior. ter no mínimo duas saídas de emergência.15.1 As edificações sem janelas são aquelas edificações. com acesso de público ou população superior a 50 pessoas. através de suas paredes periféricas ou aberturas para ventilação ou salvamento.2. ou parte delas. devem possuir rampas e elevadores de segurança ou outros dispositivos onde houver diferença de nível entre pavimentos.3. 2m² de aberturas inteiramente acima do solo a cada 15m lineares de parede periférica.15 Construções subterrâneas. ressalvados os casos descritos nos itens 4. na qual o piso se ache abaixo do pavimento da descarga. em lados opostos.15.1.3 Exigências a) toda edificação com altura superior a 23m deve possuir pelo menos um ponto de ancoragem.15. no mínimo. c) é obrigatória a adoção de áreas de refúgio em subsolos com área superior a 500m².14. 4.2. localizado na última laje e com acesso fácil aos bombeiros e ocupantes da edificação. devem permitir a saída conveniente de seus usuários e atender às exigências abaixo: a) para subsolos com áreas de construção superior a 500m2 ou população total superior a 100 pessoas.2 Essas rotas devem permanecer livres de quaisquer obstáculos ou saliências nas paredes (móveis.15.1.2. em áreas sem acesso direto ao exterior e sem janelas para permitir ventilação e auxílio de bombeiros.2. subsolos e as edificações sem janelas.15.15. com. no caso de subsolo.2 Edificações sem janelas 4. ressalvando o especificado no item 4. 15m nestas paredes. que não possuem meios de acesso direto ao exterior.13. obedecendo às alíneas a. extintores de incêndio e outros) e ter as larguras exigidas pela NBR 9. b) todos os pavimentos acima do térreo tiverem aberturas de acesso ou janelas em dois lados do prédio. para efeito de saídas de emergência.15. os pavimentos nas condições seguintes: a) o pavimento que for provido em pelo menos dois lados de. ou parte delas.4. A existência de compartimentação de área no pavimento.2 Não são considerados subsolos. sem passagem pela descarga térrea. no mínimo.2. 4.050. da área de cada pavimento.2.1.3 Uma edificação não-térrea (ver Tabela 1) não é considerada sem janelas quando: a) existirem acessos conforme a alínea a do item 4.1. não destinados a garagem.15.1 Construções subterrâneas ou subsolos 4.15.15. b) os pontos de ancoragem devem ser localizados de forma centralizada em relação às fachadas que visem a atender.15. inclusive usuários de cadeiras de rodas.15.15. espaçados. consideram-se construções subterrâneas ou subsolos as edificações. qualquer incêndio ou fumaça tende a provocar pânico.1.1 As rotas de saída destinadas ao uso de doentes e deficientes físicos.2. tanto do lado interno como externo. 60cm de largura livre por 1. no mínimo. desde que tenha Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 19 de 26 .1 As construções subterrâneas. obedecendo às alíneas b e c do item 4. 4.2 Uma edificação térrea (ver Tabela 1) ou porção dela não é considerada sem janelas quando: a) o pavimento tiver portas ao nível do solo. no mínimo.14. com distância mínima de 10m entre elas. exceto para os subsolos destinados a estacionamento de veículos. 4.2. b) estas aberturas deve ter dimensões mínimas de 60cm x 60cm.15. das janelas ou grades fixas existentes. b) estas aberturas tenham peitoril a não mais de 1.1 Para os efeitos desta Norma Técnica.2 e 4. será aceita como área de refúgio.15. 4. além das demais exigências desta Norma Técnica que lhes forem aplicáveis.3. painel de acesso ou janelas espaçadas a não mais de 50m nas paredes exteriores. 4. considerando que. destinado a atender cada fachada.2. pelo menos. 4.

para todos os grupos de ocupação. d) as distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior. com altura inferior a 12m. devendo distar pelo menos 3m.acesso direto às saídas de emergência (escadas ou rampas). Para edificações com altura superior a 12m. f) Quando o subsolo tiver outra ocupação que não a de estacionamento de veículos e possuir altura ascendente superior a 12m. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote. exige-se pressurização da escada. d) nos subsolos de edificações com exigência de escada tipo EP ou PF.4m de outras aberturas que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível. G-2. I-1. com altura ascendente de até 12m. caso a escada possua uma ou mais faces voltadas para área aberta externa. podendo esta distância ser reduzida para 2m para caso de aberturas instaladas em banheiros. sendo que as portas de acesso às unidades autônomas (residências) não podem ter aberturas. Caso a escada possua uma ou mais faces voltadas para área aberta externa. podendo esta distância ser reduzida para 2m para caso de aberturas instaladas em banheiros. de qualquer outra abertura. devendo ser respeitado os projetos anteriormente aprovados junto ao CBMCE. vestiários ou áreas de serviço. deverá o interessado propor medidas alternativas por meio de Comissão Técnica do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. em projeção horizontal. J-1 e J-2. e) Nos casos em que for comprovada tecnicamente a inviabilidade da adaptação.16 Exigências para edificações construídas anterior a 11 de março de 1983 a) para edificações com ocupação residencial. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote.divisão A-2. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 20 de 26 . b) para as demais ocupações. Exceção será feita às edificações térreas dos grupos G-1. grupo A . A distância das venezianas podem ser reduzidas para 1. que terão suas distâncias máximas a serem percorridas acrescidas em 100% da Tabela 5. deve-se manter uma ventilação permanente de no mínimo 0. os subsolos e prédios sem janelas devem atender aos parâmetros estabelecidos em norma técnica que trate acerca do controle de fumaça.50m² em uma das faces. em projeção horizontal. devendo distar pelo menos 3m. e para aquelas com altura superior a 12m deve ser adotada a escada enclausurada com PCF P-90 e alvenaria resistente ao fogo. vestiários ou áreas de serviço. de modo a evitar a passagem de fumaça. de qualquer outra abertura. serão acrescidas em 50% da Tabela 5 desta Norma Técnica. em cada pavimento. 5. aceita-se escada tipo NE. e) além das exigências acima. em cada pavimento. A distância das venezianas podem ser reduzidas para 1. exige-se escada simplesmente enclausurada com PCF P-90. área de refúgio. gases ou calor aos demais pavimentos elevados.4m de outras aberturas que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível. deve ser adotada a escada tipo comum (NE). deve-se manter uma ventilação permanente de no mínimo 0.50m² em uma das faces. a escada deve ser do tipo pressurizada (PF). c) as edificações que possuírem subsolos deverão ser isoladas do pavimento térreo. escada protegida). Alturas superiores a 12m.

ANEXOS – TABELAS Tabela 1 – Classificação das edificações quanto à altura Tabela 2 – Classificação das edificações quanto às suas dimensões em planta Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 21 de 26 .

Tabela 3 – Classificação das edificações quanto às suas características construtivas
CÓDIGO TIPO ESPECIFICAÇÃO Edifícios onde pelo menos duas das três condições estão presentes: a) Não possuam TRF, mesmo que existam condições de isenção; b) Não possuam compartimentação vertical completa, de acordo com norma técnica específica, mesmo que existam condições de isenção; c) Não possuam controle dos materiais de acabamento, de acordo com norma técnica específica, mesmo que existam condições de isenção Edifícios onde apenas um das três condições está presente: a) Não possuam TRF, mesmo que existam condições de isenção; b) Não possuam compartimentação vertical completa, de acordo com norma técnica específica, mesmo que existam condições de isenção; c) Não possuam controle dos materiais de acabamento, de acordo com norma técnica específica, mesmo que existam condições de isenção. Edifícios onde nenhuma das três condições abaixo está presente: a) Não possuam TRF, mesmo que existam condições de isenção; b) Não possuam compartimentação vertical completa, de acordo com norma técnica específica, mesmo que existam condições de isenção; c) Não possuam controle dos materiais de acabamento, de acordo com norma técnica específica, mesmo que existam condições de isenção.

X

Edificações em que o crescimento e a propagação do incêndio podem ser fáceis e onde a estabilidade pode ser ameaçada pelo incêndio.

Y

Edificações onde um dos três eventos é provável: a) rápido crescimento do incêndio; b) propagação vertical do incêndio; c) colapso estrutural.

Z

Edificações concebidas para limitar: a) rápido crescimento do incêndio; b) propagação vertical do incêndio; c) colapso estrutural.

Nota: As edificações devem, preferencialmente, ser sempre projetadas e executadas conforme classificação do tipo Z.

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Tabela 4 – Dados para dimensionamento das saídas de emergência

NOTAS: (A) Os parâmetros dados nesta Tabela são os mínimos aceitáveis para o cálculo da população (ver seção 4.3). (B) As capacidades das unidades de passagem em escadas e rampas estendem-se para lanços retos e saída descendente. Nos demais casos devem sofrer redução como abaixo especificado. Essas porcentagens de redução são cumulativas, quando for o caso: a) Lanços ascendentes de escadas, com degraus até 17cm de altura: redução de 10%; b) Lanços ascendentes de escada com degraus até 17,5cm de altura: redução de 15%; c) Lanços ascendentes de escadas com degraus até 18cm de altura: redução de 20%;

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d) Rampas ascendentes, declividade até 10%: redução de 1% por degrau percentual de inclinação (1% a 10%); e) Rampas ascendentes de mais de 10% (máximo: 12,5%): redução de 20%. (C) Em apartamentos de até dois dormitórios, a sala deve ser considerada como dormitório: em apartamentos maiores (três e mais dormitórios), as salas de costura, gabinetes e outras dependências que possam ser usadas como dormitórios (inclusive para empregadas) são considerados como tais. Em apartamentos mínimos, sem divisões em planta, considera-se uma pessoa para cada 6m² de área de pavimento. (D) Alojamento = dormitório coletivo, com mais de 10m². (E) Por “Área” entende-se a “Área do pavimento” que abriga a população em foco; quando discriminado o tipo de área (por ex.: área do alojamento), é a área útil interna da dependência em questão. (F) Auditórios e assemelhados, em escolas, bem como salões de festas e centros de convenções em hotéis são considerados nos grupos de ocupação F5 ,F-6 e outros, conforme o caso. (G) As cozinhas e suas áreas de apoio, nas ocupações B, F-6 e F-8, têm sua ocupação admitida como no grupo D, isto é, uma pessoa por 7m² de área. (H) Em hospitais e clínicas com internamento (H-3), que tenham pacientes ambulatoriais, acresce-se à área calculada por leito, a área de pavimento correspondente ao ambulatório, na base de uma pessoa por 7m². (I) O símbolo “+” indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (não cobertos por esta Norma Técnica). (J) A parte de atendimento ao público de comércio atacadista deve ser considerada como do grupo C. (L) Esta tabela se aplica a todas as edificações, exceto para os locais destinados a divisão F-3, com área superior a 10.000m² ou população total superior a 2.500 pessoas, onde deve ser consultada norma técnica específica.

Tabela 5 – Distâncias máximas a serem percorridas

NOTAS: a) Edificações exclusivamente térreas dos grupos G-1, G-2, I-1, J-1 e J-2, terão suas distâncias máximas a serem percorridas acrescidas de 150% e para as divisões I-2; J-3 e J-4, estas distâncias poderão ser acrescidas de 100%, desde que, em ambos os casos, as ocupações acima possuam controle de fumaça, de acordo com norma técnica específica.

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b) Esta tabela se aplica a todas as edificações, exceto para os locais destinados à divisão F-3, com área superior a 10.000m² ou população total superior a 2.500 pessoas, onde deve ser consultada norma técnica específica. c) Para que ocorram as distâncias previstas na Tabela 5 e notas acima, é necessária a apresentação do leiaute definido em planta baixa (salão aberto, sala de eventos, escritórios, escritórios panorâmicos, galpões e outros). Caso não seja apresentado o leiaute definido em planta baixa, as distâncias definidas acima serão reduzidas em 30% (trinta por cento).

Tabela 6 – Número mínimo de saídas e tipos de escadas de emergência por ocupação

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NOTAS: a) Para o uso desta tabela, devem ser consultadas as tabelas anteriores, onde são dados os significados dos códigos alfabéticos e alfanuméricos utilizados e mais as dos indicados a seguir; b) Abreviatura dos tipos de escada: NE = Escada não enclausurada (escada comum); EP = Escada enclausurada protegida (escada protegida); PF = Escada à prova de fumaça. c) Outros símbolos e abreviaturas usados nesta tabela: Tipo esc. = Tipo de escada; Gr. = Grupo de ocupação (uso) – conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio Div. = Subdivisão do grupo de ocupação – conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio Nota (1) = Em edificações de ocupação do grupo A – divisão A-2, área de pavimento “N” (menor ou igual a 750 m²), altura acima de 30 m, contudo não superior a 50 m, a escada poderá ser do tipo EP (Escada Enclausurada Protegida), sendo que acima desta altura (50m) permanece a escada do tipo PF (Escada Enclausurada à Prova de fumaça); + = Símbolo que indica necessidade de consultar Norma Técnica, normas ou regulamentos específicos (ocupação não coberta por essa Norma Técnica); - = Não se aplica. d) Para as ocupações do grupo F-3, onde o local tratar-se de recintos esportivos e/ou de espetáculos artístico cultural (exceto ginásios e piscinas com ou sem arquibancadas, academias e pista de patinação), deve ser consultada norma técnica específica; e) Grupo H-2 e H-3: Altura superior a 12 m = além das saídas de emergências por escadas (Tabela 6), deve possuir elevador de emergência (ver Figura 9) e áreas de refúgio (ver Figura 18). As áreas de refúgio quando situadas somente em alguns pavimentos de níveis diferentes deve ter seus acessos ligados por rampa (4.6.1.a). Para as edificações que possuam área de refúgio em todos os pavimentos (exceto pavimento térreo), não há necessidade de rampa interligando os diferentes níveis em acessos às áreas de refúgio. f) Havendo necessidade de duas ou mais escadas de segurança, uma delas poderá ser do tipo Aberta Externa (AE), atendendo ao item 4.7.14 desta Norma Técnica. g) A quantidade mínima de escadas previstas nesta tabela pode ser desconsiderada desde que a edificação possua até 36 m de altura e a(s) escada(s) proposta(s) atendam aos parâmetros de distância máxima a percorrer (Tabela 5) e quantidade mínima de unidades de passagem para a lotação prevista (Tabela 4). h) O número de escadas de emergência depende também do dimensionamento das saídas pelo cálculo da população (Tabela 4) e das distâncias a serem percorridas (Tabela 5). i) Para a divisão F-3, com área superior a 10.000m² ou população total superior a 2.500 pessoas, deve ser consultada norma técnica específica.

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ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS

NORMA TÉCNICA N.O 006/2008

SISTEMA DE HIDRANTES PARA COMBATE A INCÊNDIO

FEVEREIRO/2010
(Incluidas alterações da Portaria GAB CMD 020/2010, de 10/02/2010) 

 

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NORMA TÉCNICA N° 006/2008 SISTEMA DE HIDRANTES PARA COMBATE A INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1.1 Esta Norma Técnica fixa as condições necessárias exigíveis para dimensionamento, instalação, manutenção, aceitação e manuseio, bem como as características dos componentes do sistema de hidrantes para combate a incêndio. 2 APLICAÇÃO 2.1 Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias as instalações de sistemas de hidrantes para combate a incêndio, de acordo com o o previsto na Norma Técnica n. 001/2008. 3 DEFINIÇÕES 3.1 Para efeitos desta Norma Técnica, aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. 4 PROCEDIMENTOS 4.1 Requisitos Gerais 4.1.1 Os sistemas de combate a incêndio por hidrantes estão classificados em tipos I, II, III e IV, conforme especificado na Tabela 2. 4.1.2 Todos os parâmetros, ábacos, tabelas e outros recursos utilizados no projeto e no dimensionamento devem ser relacionados no memorial. 4.1.3 Não é admitida a referência a outro projeto para justificar a aplicação de qualquer informação no memorial. 4.2 Projeto

4.2.1 Deve ser constado no memorial cálculos e dimensionamentos referente ao sistema de hidrantes a ser instalado, além de uma perspectiva isométrica da tubulação (sem escala, com cotas e com os hidrantes o numerados), conforme Norma Técnica n. 001/2008. 4.2.2 O Núcleo de Análise de Projetos poderá solicitar documentos relativos ao sistema e hidrantes, se houver necessidade. 4.3 Recalque 4.3.1 Todos os sistemas devem ser dotados de dispositivos de recalque, consistindo em um prolongamento de diâmetro no mínimo igual ao da tubulação principal, cujos engates devem ser compatíveis com junta de união tipo “engate rápido” com diâmetro nominal de 65mm. 4.3.2 Quando a vazão do sistema for superior a 1.000l/min, o dispositivo de recalque deve possuir um registro de recalque adicional com as mesmas características definidas em 5.3.1, sendo que o prolongamento da tubulação deve ter diâmetro no mínimo igual ou superior ao existente na tubulação de recalque do sistema. 4.3.3 O dispositivo de recalque, situado no passeio público correspondente à fachada principal da edificação, deve possuir as seguintes características (Figura 1): a) ser enterrado em caixa de alvenaria, com fundo permeável ou dreno; b) a tampa deve ser articulada e requadro em ferro fundido ou material similar, identificada pela palavra “INCÊNDIO”, com dimensões de 0,40m x 0,60m; c) estar afastada a 0,50m da guia do passeio; d) a introdução voltada para cima em ângulo de 45º e posicionada, no máximo, a 0,15m de profundidade em relação ao piso do passeio; e) o volante de manobra deve ser situado a no máximo 0,50m do nível do piso acabado; e f) a válvula deve ser do tipo gaveta ou esfera, permitindo o fluxo de água nos dois sentidos e instalada de forma a garantir seu adequado manuseio. 4.3.4 A localização do dispositivo de recalque sempre deve permitir aproximação da viatura apropriada para o recalque da água, a partir do logradouro público, para o livre acesso dos bombeiros.

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4.3.5 É vedada a instalação do dispositivo de recalque em local que tenha circulação ou passagem de veículos.

4.6.1.2 As vazões da Tabela 2 devem ser obtidas no requinte do esguicho acoplado à sua respectiva mangueira de incêndio. 4.6.1.3 Para cada ponto de hidrante são obrigatórios os materiais descritos na Tabela 4. 4.6.1.4 As vazões da Tabela 2 correspondem a: a) jato compacto de 13mm para sistema tipo I; b) jato compacto de 16mm para sistema tipo II; c) jato compacto de 19mm para sistema tipo III; d) jato compacto de 25mm para sistema tipo IV. 4.7 Distribuição dos Hidrantes

FIGURA 1 – Dispositivo de recalque 4.4 Abrigo 4.4.1 As mangueiras de incêndio devem ser acondicionadas dentro dos abrigos de forma a permitir sua utilização com facilidade e rapidez. 4.4.2 Os abrigos podem ser construídos de materiais metálicos, pintados em vermelho, e sinalizados conforme norma técnica específica, devendo, também, possuir a inscrição “INCÊNDIO” em sua parte frontal. 4.4.3 Os abrigos devem possuir apoio ou fixação própria, independente da tubulação que abastece o hidrante. 4.4.4 O abrigo deve ter utilização exclusiva, conforme estabelecido nesta Norma Técnica. 4.4.5 Os abrigos dos sistemas de hidrantes não devem ser instalados a mais de 3 m da expedição da tubulação, devendo estar em local visível e de fácil acesso. 4.4.6 A porta do abrigo não pode ser trancada. 4.4.7 A tomada de água pode ser instalada dentro do abrigo, desde que não impeça a manobra ou a substituição de qualquer peça. 4.5 Válvulas de abertura para hidrantes 4.5.1 As válvulas dos hidrantes devem ser do tipo angulares de diâmetro não inferior a 65mm (2 ½ “). 4.6 Requisitos específicos 4.6.1 Tipos de sistemas 4.6.1.1 Os tipos de sistemas previstos são dados na Tabela 2. 4.7.1 Os pontos de tomada de água devem ser posicionados: a) nas proximidades das portas externas, escadas e/ou acesso principal a ser protegido, a não mais de 5m; b) em posições centrais nas áreas protegidas, devendo atender ao item a) obrigatoriamente; c) fora das escadas ou antecâmaras de fumaça; e d) de 1,0 a 1,5m do piso acabado. 4.7.2 No caso de projetos que utilizem hidrantes externos, devem atender ao afastamento de no mínimo uma vez e meia a altura da parede externa da edificação a ser protegida. 7.7.2.1 Podem ser utilizados até 60m de mangueira de incêndio (em lances de 15m), desde que devidamente dimensionados por cálculo hidráulico. 7.7.2.2 Recomenda-se que sejam utilizadas mangueiras de incêndio de 65mm de diâmetro para redução da perda de carga, não sendo vetado o uso de mangueiras de 1 1/2” desde que hidraulicamente dimensionados para as pressões exigidas. 4.7.3 A utilização do sistema não deve comprometer a fuga dos ocupantes da edificação; portanto, deve ser projetado de tal forma que dê proteção em toda a edificação, sem que haja a necessidade de adentrar as escadas, antecâmaras ou outros locais determinados exclusivamente para servirem de rota de fuga dos ocupantes. 4.8. Dimensionamento do sistema 4.8.1 O dimensionamento deve consistir na determinação do caminhamento das tubulações, dos diâmetros dos acessórios e dos suportes, necessários e suficientes para garantir o funcionamento dos sistemas previstos nesta Norma Técnica. 4.8.2 Os hidrantes devem ser distribuídos de tal forma que qualquer ponto da área a ser protegida seja alcançado por um esguicho (sistemas tipo I, II ou III) ou

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dois esguichos (sistema tipo IV), considerando-se o comprimento do lance de mangueira de 15m através de seu trajeto real e desconsiderando-se o alcance do jato de água. 4.8.3 O raio máximo de proteção de cada ponto de hidrante deverá ser, obrigatoriamente, de 30m, desconsiderando-se o alcance do jato de água. 4.8.4 Para o dimensionamento, deve ser considerado o uso simultâneo dos dois jatos de água mais desfavoráveis considerados nos cálculos, para qualquer tipo de sistema especificado, considerando, em cada jato de água, no mínimo as vazões obtidas conforme a Tabela 2 e condições de 4.6.1.2. 4.8.5 Independente do procedimento de dimensionamento estabelecido, recomenda-se a utilização de esguichos reguláveis em função da melhor efetividade no combate ao incêndio, desde que seja atendida a vazão mínima para cada esguicho prescrita na Tabela 2 e alcance do jato, conforme itens 4.11.2.1 e 4.11.2.2. 4.8.6 O local mais desfavorável considerado nos cálculos deve ser aquele que proporciona menor pressão dinâmica no esguicho. 4.8.7 Nos casos de mais de um tipo de ocupação (ocupações mistas) na edificação (que requeira proteção por sistemas distintos), o dimensionamento dos sistemas deve ser feito para cada tipo de sistema individualmente ou dimensionado para atender o maior risco. 4.8.8 Cada sistema deve ser dimensionado de modo que as pressões dinâmicas nas entradas dos esguichos não ultrapassem o dobro daquela obtida no esguicho mais desfavorável considerado no cálculo. 4.8.8.1 Pode-se utilizar quaisquer dispositivos para redução de pressão, desde que comprovadas as suas adequações técnicas. 4.8.9 Recomenda-se que o sistema seja dimensionado de forma que a pressão máxima de trabalho em qualquer ponto não ultrapasse 100mca (1.000kPa). 4.8.9.1 Situações que requeiram pressões superiores à estipulada serão aceitas, desde que comprovada a adequação técnica dos componentes empregados e atendido o requisito especificado em 4.8.8 e 4.8.8.1. 4.8.10 O cálculo hidráulico da somatória de perda de carga nas tubulações deve ser executado por métodos adequados para este fim, sendo que os resultados alcançados têm que satisfazer a uma das seguintes equações apresentadas:

a) Darcy-Weisbach (“formula universal “) e fórmula geral para perdas de carga localizadas:

Onde: hf é a perda de carga, em metros de coluna d’água; f é o fator de atrito (diagramas de Moody e HunterRouse); L é o comprimento da tubulação (tubos), em metros; D é o diâmetro interno, em metros; v é a velocidade do fluido, em metros por segundo; g é a aceleração da gravidade em metros por segundo, por segundo; k é a somatória dos coeficientes de perda de carga das singularidades (conexões). b) Hazen-Williams

Onde: hf é a perda de carga em metros de coluna d’água; Lt é o comprimento total, sendo a soma dos comprimentos da tubulação e dos comprimentos equivalentes das conexões; J é a perda de carga por atrito em metros por metros; Q é a vazão, em litros por minuto; C é o fator de Hazem Willians (ver Tabela 1) D é o diâmetro interno do tubo em milímetros. 4.8.11 A velocidade da água no tubo de sucção das bombas de incêndio não deve ser superior a 2 m/s (sucção negativa) ou 3 m/s (sucção positiva), a qual deve ser calculada pela equação:

Onde: v é a velocidade da água, em metros por segundo; Q é a vazão de água, em metros cúbicos por segundo; A é a área interna da tubulação, em metros quadrados. 4.8.11.1 Para o cálculo da área deve ser considerado o diâmetro interno da tubulação. 4.8.12 A velocidade máxima da água na tubulação não deve ser superior a 5m/s, cujo cálculo deve ser realizado conforme equação indicada em 4.8.11. 4.8.13 No sistema de malha ou anel fechado, deve existir válvulas de paragem, localizadas de tal maneira que pelo menos dois lados em uma malha que envolva quadras de processamento ou armazenamento,

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11. com o jato paralelo ao solo.1 A reserva técnica de incêndio deve ser prevista para permitir o primeiro combate durante determinado tempo. Reservatório e Reserva Técnica de Incêndio 4. ou bronze ASMT B 62. 4.50mca (5.3 No caso de ocupações mistas com uma bomba de incêndio principal.3 Os esguichos são dispositivos hidráulicos para lançamento de água através de mangueiras de incêndio. 4.10.11.1 A bomba de incêndio deve ser do tipo centrífuga.9. para fundidos.11. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 5 de 18  .1.9.2 Esguichos 4.2 Os componentes das instalações devem ser previstos em normas ou em especificações reconhecidas e aceitas pelos órgãos oficiais. conforme a NBR 5626/98.9. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato.9.9.11.1.0kPa). de 0.9. 4. C-83800. 4.8 O reservatório pode ser subdividido desde que todas as unidades estejam ligadas diretamente à tubulação de sucção da bomba de incêndio.2. 4. C-46400 e C-48500 da ASMT B 283 para forjados ou C-83600.1 O alcance do jato compacto produzido por qualquer sistema adotado conforme Tabela 2 não deve ser inferior a 8m.10.11.8.2. deve ser feito o dimensionamento de vazão da bomba e de reservatório para o maior risco e os esguichos e mangueiras podem ser previstos de acordo com os riscos específicos. 4.11. 4.2 As prescrições e recomendações encontram-se no anexo C.1 Os componentes que não satisfaçam a todas as especificações das normas existentes ou às exigências dos órgãos competentes e entidades envolvidas devem ser submetidos a ensaios e verificações.1 Outros materiais podem ser utilizados. 4.9. 4. 4.14 Para efeito de equilíbrio de pressão nos pontos de cálculos é admitida a variação máxima.9.9 Não é permitida a utilização da reserva técnica de incêndio pelo emprego conjugado de reservatórios subterrâneos e elevados. 4.8. liga 864 da ASMT B 30 para fundidos.7 As águas provenientes de fontes naturais tais como: lagos.2 O alcance do jato para esguicho regulável produzido por qualquer sistema adotado conforme Tabela 2 não deve ser inferior a 8m.11.4 A altura manométrica total da bomba deve ser calculada para o hidrante mais desfavorável do sistema.9. C-84800 e C 86400 da ASTM B 584.4 Deve ser previsto conforme o Anexo B.10 Os reservatórios devem ser dotados de meios que assegurem uma reserva efetiva e ofereçam condições seguras para inspeção.1 Geral 4. acionada por motor elétrico ou combustão.11. 4.2 O dimensionamento do volume de água da reserva técnica de incêndio deve obedecer os critérios da Tabela 3. positiva ou negativa.2.6 O reservatório que também acumula água para consumo normal da edificação deve ser adequado para preservar a qualidade da água.9. 4. reservatório construído 4.4.1 As subdivisões devem ter no mínimo 4. 4. rios.10.5m de capacidade. ou sendo reguláveis possibilitando a emissão de jato compacto ou neblina. 4.9. expedida pelos órgãos competentes. 3 4. com o jato paralelo ao solo com o esguicho regulado para jato compacto. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato. 4. 4. 4.11 Componentes das instalações 4. a fim de obterem aceitação formal da utilização nas condições específicas da instalação.9.10 Bombas de incêndio 4.11. 4. açudes etc devem ser captadas conforme descrito no Anexo B.2.4 Devem ser construídos em latão ligas C37700. no caso de rompimento ou bloqueio dos outros dois. 4.10.5 O inibidor de vórtice e poço de sucção para reservatório elevado deve ser conforme o Anexo B.possam ficar em operação.3 Pode ser admitida a alimentação de outros sistemas de proteção contra incêndio. desde que comprovada a sua adequação técnica e aprovado pelo órgão competente. 4. possibilitando a emissão do jato compacto quando não reguláveis. sob comando ou automáticos. através da interligação das tubulações.2.

4. 4. de modo que cada ponto de fixação resista a cinco vezes a massa do tubo cheio de água mais a carga de 100Kg.9 A tubulação deve ser fixada nos elementos estruturais da edificação por meio de suportes metálicos.10 Os materiais termoplásticos. 4.3.3 As roscas de saída das válvulas para acoplamento do engate rápido devem ser conforme a NBR 5667/80 ou ANSI/ASME B1.5. não excedendo os comprimentos máximos estabelecidos na Tabela 2.1 e A.5.11. somente devem ser utilizados enterrados a 0.2. 4. 4. conforme a NBR 10897/90. na forma de tubos e conexões.7 NH/98. que passam em dutos verticais ou horizontais e que sejam visíveis através da porta de inspeção. 4.11. escorvas e outros dispositivos devem ser dimensionados conforme a aplicação.2 Para as edificações do Grupo A pode ser utilizada tubulação com diâmetro nominal 50mm (2”) em cobre. 4.3.4. 4.6.11. recursos para simulação e ensaios. se for exposto ao fogo.3 Mangueira de incêndio 4.20.11.4.60m.6 O acionador do esguicho regulável.5.6.11.6. 4. 4. 4.11.11. 4.6.3.11.2.11.1.11. rígidos e espaçados em no máximo 4m.6.3 Os drenos.8 O adaptador tipo engate rápido para acoplamento das mangueiras deve obedecer ao item 4.5.6.2.11.6. 4.2.11. 4.6.6. conforme ASTM D 2000.2 O comprimento total das mangueiras que servem cada saída a um ponto de hidrante deve ser suficiente para vencer todos os desvios e obstáculos que existem.11. considerando também toda a influência que a ocupação final é capaz de exercer. quando necessários.4 As válvulas devem satisfazer aos ensaios de estanqueidade pertinentes.8 O meio de ligação entre os tubos. 4.5.11.11.6.1 A tubulação do sistema não deve ter diâmetro nominal inferior a 65mm (2 ½ “).7 Cada esguicho instalado deve ser adequado aos valores de pressão disponível e de vazão de água.1 As uniões de engate rápido entre mangueiras de incêndio devem ser conforme a NBR 14349/99. 4.11.4.11.6 As tubulações destinadas à alimentação dos hidrantes não podem passar pelos poços de elevadores ou dutos de ventilação. através de laudo de laboratório oficial competente. conexões e acessórios diversos deve garantir a estanqueidade e a estabilidade mecânica da junta e não deve sofrer comprometimento de desempenho. no ponto de hidrante considerado. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 6 de 18  . 4.2 da BS 5041 PARTE 1/87.5 Os componentes de vedação devem ser em borracha.1 Na ausência de normas brasileiras aplicáveis as válvulas.11.11. mantendo seu funcionamento normal. de alavanca ou de colar. com objetivo de proporcionar manutenção em trechos da tubulação sem desativação do sistema.4 Uniões/Engates 4.11.11. 4.4.1. 4. 4.1 A mangueira de incêndio para uso de hidrante deve atender às condições da NBR 11861/98. especificados em A.11.11.11.11.1. deve permitir a modulação da conformação do jato e o fechamento total do fluxo.7 Todo e qualquer material previsto ou instalado deve ser capaz de resistir ao efeito do calor e esforços mecânicos.3 Devem ser utilizadas somente mangueiras com lances de 15m.11. 4. para proporcionar o seu perfeito funcionamento.5 Válvulas 4. fora da projeção da edificação e satisfazendo a todos os requisitos de resistência à pressão interna e a esforços mecânicos necessários ao funcionamento da instalação. 4.11.11. é recomendável que atendam aos requisitos da BS 5041 parte 1/87. tubo sem costura e exclusivamente para edificações de risco leve ou baixo e desde que comprovado tecnicamente o desempenho hidráulico dos componentes e do sistema.5 Os trechos das tubulações do sistema.11.2 As roscas de entrada das válvulas devem ser de acordo com a NBR 6414/83 ou NBR 12912/93.4 As tubulações aparentes do sistema devem ser em cor vermelha.6 Tubulações e conexões 4.5 É recomendada a instalação de válvulas de bloqueio adequadamente posicionadas. 4. devem ser em cor vermelha.2 As dimensões e os materiais para a confecção dos adaptadores tipo engate rápido devem atender a NBR 14349/99.

7.12.8.6.6.6. de acordo com AWS A5.1 O dimensionamento do sistema de hidrantes. NBR 5647-3/99 e NBR 5647-4/99.8/92 ou equivalentes.11. 4.1 Outros tipos de solda podem ser usados. a rede de hidrantes pode possuir uma bomba de pressurização para completar a altura manométrica necessária.11. NBR 5647-2/99. desde que alimentada por fonte alternativa de energia.6. 4.4. 4.13 As conexões de ferro maleável devem ser conforme a NBR 6925/85 ou NBR 6943/93. pelas suas características e localização no sistema. 4. BcuP-4. 4. de acordo com o item 4.11. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 7 de 18  .6.14 As conexões de aço devem ser conforme ASMT A 234/97.16 As conexões de cobre devem ser conforme a NBR 11720/94. caso as áreas de risco.1 Os instrumentos devem ser adequados ao trabalho a que se destinam. conforme cada ocupação respectiva. considerando a não simultaneidade de eventos. 4.12 Considerações Gerais 4.16.12.18 As conexões de PVC devem ser conforme a NBR 10351/88.5 Os casos não contemplados nesta norma serão submetido à Câmara Técnica para decisão por meio de parecer técnico. utilizando solda capilar com material de enchimento BcuP-3.11.11.6. 4.6. sendo utilizado para atender às condições do item 4. 4. 4. 4.2 Os manômetros devem ser conforme a NBR 14105/98.8.12.12.11. 4.7.15 Os tubos de cobre devem ser conforme a NBR 13206/94. as bombas de incêndio devem atender aos maiores valores de pressão e de vazão dos cálculos obtidos. onde seja necessária a proteção por sistemas de resfriamento e/ou de proteção por espuma.11.11.11. 4.11.7 não é somado ao volume da reserva de água dos demais sistemas.2 Quando o conjunto do sistema hidráulico de combate a incêndio for único (bombas de incêndio e tubulações).7. de resfriamento ou de espuma.12.4 Para fins de dimensionamento da reserva técnica de incêndio para os casos do sistema de hidrantes. sendo especificados pelo projetista.8. NBR 5587/85 ou NBR 5590/95.6.3 Nas áreas de edificações. 4.7. 4. tais como tanques isolados ou parques de tanques sejam separados das demais construções. o volume da reserva do sistema de hidrantes calculado para as condições do item 4. tais como tanque ou parque de tanques.11.7 Instrumentos do sistema 4.8. 4.11.3 A pressão de acionamento a que podem estar submetidos os pressostatos corresponde a no máximo 70% da sua maior pressão de funcionamento. devem seguir os parâmetros definidos pela Tabela 3.12 Os tubos de aço devem ser conforme as NBR 5580/93.6.6. desde que atendam o item 4.11.17 Os tubos de PVC devem ser conforme as NBR 5647-1/99.11 A tubulação enterrada com tipo de acoplamento ponta e bolsa deve ser provida de blocos de ancoragem em concreto nas mudanças de direção e abraçadeiras com tirantes nos acoplamentos conforme especificado na NBR 10897/90.11. 4.

J-2 e J-3 1. F-5. JMJ/m2). II. III e IV torna facultativo o uso de pressurização mecânica. C-1. H-5. TABELA 3 – VOLUME MÍNIMO DA RESERVA TÉCNICA DE INCÊNDIO CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO D-1 (acima de 300 MJ/m2).0 TIPO I II III IV ESGUICHO jato compacto de 13 mm ou regulável jato compacto de 16 mm ou regulável jato compacto de 19 mm ou regulável jato compacto de 25 mm ou regulável Nota: 1) Nos sistemas de hidrantes dimensionados por cálculo hidráulico total. D-4 C-2 (acima de 800 (até 300 MJ/m2).5m3 RTI3 15m3 RTI3 22. H-3. I-2 G-2. F-3. E-6.5m3 RTI4 30m3 RTI4 45m3 2 3 3 3 4 3 RTI 4. D-2. E-1.000m2 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 8 de 18  .000m2 > A > 50. E-3.5m3 RTI2 4. L-2 e L-3 F-1 (até 300 MJ/m2). H-6. F-4.000m2 > A > 10.5 600/2.5m3 RTI3 7. H-4. B-1. D-3 (acima de A-2. D-4 (acima de 300 MJ/m2). D-1(até 300 MJ/m2).5m RTI 7. 15m e 20m respectivamente para os tipo I. F-7. C-3. 10m .000m2 > A > 20. H(acima de 300 até 800 800 MJ/m²). C-2 (até 300 MJ/m2).500m2 > A > 5. G-3. G-5. E-4. G-1. F-10. (acima de 300 até 800 300 MJ/m²). as pressões acima são substituídas pelas pressões resultantes do cálculo. J-4.000m2 5. B-2. L-1 e M-1 2. E-2.5m RTI 30m RTI5 45m3 RTI2 9m3 RTI3 15m3 RTI5 48m3 RTI5 72m3 2 3 3 3 5 3 RTI 9m RTI 15m RTI 48m RTI5 72m3 RTI2 9m3 RTI3 15m3 RTI5 48m3 RTI5 72m3 ÁREA DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO A < 2.ANEXO A – TABELAS TABELA 1 – FATOR "C" DE HAZEN-WILLIAMS TIPO DE TUBO Ferro fundido ou dúctil sem revestimento interno Aço preto (sistema de tubo seco) Aço preto (sistema de tubo molhado) Galvanizado Plástico Ferro fundido ou dúctil com revestimento interno de cimento Cobre Nota: 1) Os valores de "C" de Hazen Willians são válidos para tubos novos FATOR "C" 100 100 120 120 150 140 150 TABELA 2 – TIPOS DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR HIDRANTE MANGUEIRAS DE INCÊNDIO DIÂMETRO COMPRIMENTO (mm) MÁXIMO (m) 40 40 40 ou 65 65 2x15(30) 2x15(30) 2x15(30) 2x15(30) NÚMERO DE EXPEDIÇÕES simples simples simples duplo VAZÃO (l/min) E PRESSÃO (kgf/cm2) MINIMAS NO HIDRANTE MAIS DESFAVORÁVEL 150/0. F-6. MJ/m2). J-2 e M-3 (acima de 300 até 800 MJ/m²) RTI2 4. 2) As alturas estáticas de 4m. D-3 300 MJ/m2).000m2 A > 50.500m2 2.0 400/1.4 250/1. G-4. F-9. E-5. H1. F-1 (acima de MJ/m2). J-3 (acima de F-2. I-2 (acima de 800 MJ/m2). I-1. A-3.000m2 10.000m2 20.5m3 RTI3 7. F-8. I-3.

Notas: 1) Os volumes acima devem ser acrescidos de 600 x n° de pontos de hidrantes para compor a RTI 2) Sistema de hidrantes para combate a incêndio tipo I 3) Sistema de hidrantes para combate a incêndio tipo II 4) Sistema de hidrantes para combate a incêndio tipo III 5) Sistema de hidrantes para combate a incêndio tipo IV TABELA 4 – COMPONENTES PARA CADA HIDRANTE SIMPLES MATERIAIS Abrigo Mangueira de incêndio Chaves para hidrantes (engate rápido) Esguicho TIPOS DE SISTEMA II III Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim I Sim Sim Sim Sim IV Sim Sim Sim Sim Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 9 de 18  .

1 Quando o abastecimento é feito somente pela ação da gravidade. conforme ilustrado nas Figuras B. B.1.1. B.1.3 Reservatório ao nível do solo. B.1 a B.1. B.3 O reservatório deve ser construído em material que garanta a resistência ao fogo e resistência mecânica. sentido reservatório-sistema. B. pode-se desconsiderar a dimensão A da Tabela B.5 O reservatório deve ser provido de sistemas de drenagem e ladrão conveniente dimensionados e independentes. com o ponto de tomada da sucção da bomba principal localizado junto ao fundo deste.2.2.5 Quando o tudo de sucção D for dotado de um dispositivo anti-vórtice. B.ANEXO B – RESERVATÓRIOS B. desde que garantida a reserva efetiva permanentemente.3.1. para os pontos dos hidrantes mais desfavoráveis considerados no cálculo. b) da face superior do tubo de adução (quando a adução for feita nas paredes laterais dos reservatórios) até os hidrantes mais desfavoráveis considerados no cálculo.3.4 O reservatório pode ser uma cisterna da edificação a ser protegida. Essa altura é considerada: a) do fundo de reservatório (quando a adução for feita na parte inferior do reservatório) até os hidrantes mais desfavoráveis considerados no cálculo. em sistema “by pass”.3.2.6 É recomendado que a reposição da capacidade efetiva seja efetuada à razão de 1l/min por metro cúbico de reserva. B.3 A tubulação de descida do reservatório elevado para abastecer os sistemas de hidrantes deve ser provida de uma válvula de gaveta e uma válvula de retenção.1 – Dimensões de poços de sucção DIÂMETRO NOMINAL DO TUBO DE SUCÇÃO (mm) 65 80 100 150 200 250 DIMENSÃO A (mm) 250 310 370 500 620 750 DIMENSÃO B (mm) 80 80 100 100 150 150 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 10 de 18  . antes de ser criado um vórtice com a bomba principal em plena carga. considerando-se o sentido reservatório- sistema.1.1 Quando o reservatório atender a outros abastecimentos.1.1 a B.2 Reservatório elevado (ação da gravidade) B.enterrado ou subterrâneo.1 – Tomada superior de sucção para a bomba principal B. o reservatório elevado deve estar à altura suficiente para fornecer as vazões e pressões mínimas requeridas para cada sistema. conforme as Figuras B. B.3 Para o cálculo da capacidade efetiva. para garantir as pressões e vazões mínimas para aqueles pontos. B. e deve ser determinado pela dimensão A da Tabela B. TABELA B.1.1 Nestas condições. Figura B.4 O nível X é calculado como o mais baixo nível.3. o abastecimento dos sistemas de hidrantes deve ser efetuado através de bombas fixas. A válvula de retenção deve ter passagem livre. O reservatório no nível do solo ou subterrâneo somente será usado após aprovação da câmara técnica do Corpo de Bombeiros. B.1 Geral B.2 O reservatório deve conter uma capacidade efetiva.3. deve-se utilizar uma bomba de reforço. semi.2 Quando a altura do reservatório elevado não for suficiente para fornecer as vazões e pressões requeridas. deve ser considerada como altura a distância entre o nível normal da água e o nível X da água. A instalação desta bomba deve atender ao Anexo C e demais itens desta Norma Técnica.3. as tomadas de água destes devem ser instaladas de modo a garantir o volume que reserve a capacidade efetiva para o combate.3 e Tabela B.1. B. B.2 A capacidade efetiva do reservatório deve ser mantida permanentemente. B.

3 – Tomada inferior de sucção para a bomba principal B.2.3.se como reserva técnica de incêndio. o reservatório deve dispor de um poço de sucção como demonstrado nas Figuras B. semienterrado ou subterrâneo.10 O reservatório deve ter localização de fácil acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros.6.1.1. conforme exemplos das Figuras B.3. as dimensões mínimas A e B da Figura B. as distâncias mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção.3.B.1. não computando.3.6 Não se deve utilizar o dispositivo anti-vórtice quando a captação no reservatório de incêndio ocorrer em posição horizontal.1 a B.3. Figura B. deve-se atender aos requisitos de B.7 Sempre que possível.1 a B.2 – Tomada lateral de sucção para a bomba principal B. também. B. respeitando.1 e B. respeitando-se também as dimensões mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção. Figura B. e com as dimensões mínimas A e B da Tabela B. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 11 de 18  .8 Caso não seja previsto o poço de sucção. B.3.1.9 No caso de reservatório ao nível do solo. ainda assim deverão ser previstas.

de acordo com os critérios adotados. Esta condição é conseguida quando a linha do eixo da bomba se situa abaixo do nível X de água.1. nas bombas de incêndio e no painel de comando.4 As bombas de incêndio devem ser protegidas contra danos mecânicos. Admite-se que a linha de centro do eixo da bomba se situe 2m acima do nível X de água ou a 1/3 da capacidade efetiva do reservatório. quando o abastecimento é feito por bomba de incêndio. possuindo a montante uma válvula de paragem e a jusante uma válvula de retenção e outra de paragem.6. agentes químicos.1 – Condição positiva de sucção da bomba de incêndio C. preferencialmente.2 As dimensões das casas de bombas devem ser tais que permitam acesso em toda volta das bombas de incêndio e espaço suficiente para qualquer serviço de manutenção local. devendo ser utilizada para este fim.11 A capacidade das bombas principais. deve ser previsto pelo menos um ponto de acionamento manual para a(s) mesma(s). C. C.1.1. localizado na casa de bombas.9 As bombas de incêndio. após o acionamento do hidrante.6 A automatização da bomba principal ou de reforço deve ser executada de maneira que.1.1).1 Geral C.1.1. deve possuir uma bomba elétrica e uma movida com motor à explosão. inclusive viabilidade de remoção completa de qualquer das bombas de incêndio. no próprio painel de comando. é suficiente para manter a demanda do sistema de hidrantes.7 Quando a(s) bomba(s) de incêndio for(em) automatizada(s).o que for menor. C.1 O desligamento deve ocorrer somente por meio manual.1. C. C.5m de pé direito. C.1.2 As bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão.1. C.1. intempéries.1.1. instalado em local seguro e que permita fácil acesso. acima do que é considerada condição de sucção negativa (ver Figura C.1. C.1 Nas instalações industriais. Figura C. deverão possui acesso no mínimo através de escadas do tipo marinheiro.1. em vazão e pressão.5 As bombas principais devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica. deve possuir pelo menos uma bomba elétrica ou de combustão interna.11.1 As casas de bombas quando estiverem em compartimento enterrado ou em barriletes. C.10 As bombas de incêndio. uma bomba de pressurização (jockey) deve ser instalada. C.1 Não é recomendada a instalação de bombas de incêndio com pressões superiores a 100mca (1MPa). sendo que o barrilete deve possuir no mínimo 1. devem ser instaladas em condição de sucção positiva. C.1. sem interposição de correias e correntes.1.2.1 Quando o abastecimento é feito por bomba de incêndio. devem atingir pleno regime em aproximadamente 30s após a sua partida.1.1.8 O funcionamento automático é indicado pela simples abertura de qualquer ponto de hidrante da instalação.12 Quando for necessário manter a rede do sistema de hidrantes devidamente pressurizada em uma faixa preestabelecida e. C. fogo ou umidade. esta entre em funcionamento imediatamente.3 As bombas de incêndio devem ser utilizadas somente para o combate aos incêndios. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 12 de 18  .ANEXO C – BOMBAS DE INCÊNDIO C. C. C.1. C. para compensar pequenas perdas de pressão.

C.2 – Cavalete de automação das bombas principal e de pressurização Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 13 de 18  .2 e ligados nos painéis de comando e chaves de partida dos motores de cada bomba. deverão também ser dotadas de manovacuômetro para determinação da pressão em sucção. d) falta de energia no comando da partida.2 Bombas de incêndio acopladas a motores elétricos C. indicando pelo menos os seguintes eventos: C.1.15 As bombas principais devem ser dotadas de manômetro para determinação da pressão em sua descarga.1 Bomba elétrica: a) painel energizado. medida sem vazão (shut-off). movida com motor à explosão (não sujeita à automatização). C. manipulação. elétrica ou de combustão interna. possuindo sinalização ótica e acústica.14.1. C. b) bomba em funcionamento. b) bomba em funcionamento.12.C.1.2 Bomba de combustão interna: a) painel energizado.12. C. conforme item 4.14.3 Recomenda-se que o diferencial de pressão entre os acionamentos seqüenciais das bombas seja de aproximadamente 10mca (100 kPa) C.1. C. deve ser dotado de uma botoeira para ligar manualmente tais bombas.15. é obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio.13 As automatizações da bomba de pressurização (jockey) para ligá-la e desligá-la automaticamente. e da bomba principal para somente ligá-la automaticamente. d) chave na posição manual ou painel desligado.1 Nos casos em que foram instaladas em condição de sucção negativa. armazenamento.9. sendo uma elétrica e a outra.1. C.1. Figura C. C.16 As edificações que tenham áreas de risco destinadas à produção. devem ser feitos através de válvulas de fluxo ou pressostatos instalados conforme apresentado na Figura C.12. c) falta de fase. ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão. 1. C. c) baixa carga da bateria.1 As bombas de incêndio dos sistemas de hidrantes devem dispor de dispositivos para acionamento automático e manual.1. tendo a(s) bomba(s) de incêndio dos hidrantes atendendo a sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis e/ou sistemas de proteção por espuma. transferência e distribuição de gases e líquidos inflamáveis ou combustíveis.1.14 O painel de sinalização das bombas principal ou de reforço.1.1 A bomba de pressurização (jockey) deve ter vazão máxima de 20l/min.2 A pressão de operação da bomba de pressurização (jockey) instalada no sistema deve ser no mínimo de 5mca acima da pressão da bomba principal.2.

4). e) o reservatório de escorva deve ter seu abastecimento por outro reservatório elevado e possuir de forma alternativa abastecimento pela rede pública de água da concessionária local. atendendo ao requisito de C. de no mínimo 200l e diâmetro de 19mm.3): a) ter a sua própria tubulação de sucção. C.5 A alimentação elétrica das bombas de incêndio deve ser independente do consumo geral.C. instalado na casa de máquinas.2. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 14 de 18  .4 É permitida a instalação de bombas de incêndio com as sucções acima do nível de água.2. sem prejuízo do funcionamento do motor da bomba de incêndio (ver Figura C.2. C. para os sistemas tipo II e III. b) ter a válvula de pé com crivo no extremo da tubulação de sucção. c) ter meios adequados que mantenham a tubulação de sucção sempre cheia de água. d) o volume do reservatório de escorva e o diâmetro da tubulação que abastece a bomba de incêndio devem ser. exceto quando estes últimos se destinem a sistemas de proteção e combate a incêndio que utilizem a água como agente de combate.2. C. as bombas de incêndio acionadas por motor elétrico podem ser alimentadas por um gerador diesel.2.7. C. desde que atenda os seguintes requisitos (ver Figura C.6 Na falta de energia da concessionária.2 O acionamento manual deve ser previsto no painel de controle. de forma a permitir o desligamento geral da energia.3 As bombas de incêndio não podem ser instaladas em salas que contenham qualquer outro tipo de máquina ou motor.2.

f) potência. a instalação pode ser conforme esquematizado na figura C. C. a plena carga.2. C. C. c) modelo da bomba.5 – Esquema de instalação de bomba de reforço abastecendo os pontos de hidrantes mais desfavoráveis considerados no cálculo Legenda: 1 – Bomba de reforço 2 – Válvula – gaveta 3 – Válvula de retenção 4 – Chave de fl uxo com retardo 5 – Pontos de hidrantes /mangotinhos 6 – Registro de recalque 7 – Reservatório NA . fogo e umidade. ampéres. h) rotações por minuto sob a tensão nominal.2. i) tensão de entrada em volts. Figura C.3 – Esquema de instalação de bomba de incêndio com sucção acima do nível da água e) pressão nominal.13 Os motores elétricos também devem ser caracterizados através de placa de identificação. conforme especificado em B.2. l) freqüência. b) número de série.8 As chaves elétricas de alimentação das bombas de incêndio devem ser sinalizadas com a inscrição “ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE INCÊNDIO – NÃO DESLIGUE”. em CV. conjunto com os demais componentes elétricos da edificação. j) corrente de funcionamento.2. protegida deve ser dimensionada para suportar o g) rotações por minutos de regime. c) modelo.2. C.5. funcionamento das bombas de incêndio em h) diâmetro do rotor.7 A entrada de força para a edificação a ser f) altura manométrica. b) tipo.4 – Esquema de ligação elétrica para acionamento da bomba de incêndio C. d) número de série. d) vazão nominal. C.2. for automatizada por chave de fluxo. em hertz.2. g) altura manométrica.2.10 Nos casos em que a bomba de reforço.Figura C. indicando bomba em funcionamento.12 Cada bomba principal ou de reforço deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante.2.9 Os fios elétricos de alimentação do motor das bombas de incêndio. e) vazão nominal. C. quando dentro da área protegida pelo sistema de hidrantes devem ser protegidos contra danos mecânicos e químicos.Normalmente aberta Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 15 de 18  .11 A bomba de pressurização (jockey) pode ser sinalizada apenas com recurso ótico. exibindo: a) nome do fabricante. Figura C.

C.20 O sistema de proteção dos motores elétricos deve ser conforme a NBR 5410/97. C. de preferência no próprio motor. seja qual for a carga.1 São dotados de injeção direta de combustível por bomba injetora ou de ar comprimido.2. Figura C.18 A partida do motor elétrico deve estar de acordo com a recomendações da NBR 5410/97 ou da concessionária local.1. C. da bomba para o bloco do motor.3. o qual volta sempre à posição normal.3. a fim de se evitar o superaquecimento das mesmas. C. derivada da voluta da bomba e com retorno preferencialmente para o reservatório ou tanque de escorva (ver Figura C.2 São dotados de sistema de arrefecimento por ar ou água. C. inferior à mínima recomendada pelo fabricante.5 Dispões de controlador de rotação.2.1 O motor a combustão deve ser instalado em ambiente cuja temperatura não seja.21 O alarme acústico do painel deve ser tal que.NF . diagrama elétrico interno e listagem dos materiais aplicados. C. durante seis horas ininterruptas.6). C.1 A injeção direta de água.3.Normalmente fechada C.15 O painel deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba de incêndio e convenientemente protegido contra respingos de água e penetração de poeira. tolerada uma faixa de +10%. de C.3.13 O painel de comando para proteção e partida automática do motor da bomba de incêndio deve ser selecionado de acordo com a potência em CV do motor . não sendo permitido o emprego de ar comprimido.1.4.3.1.3. C. de acordo com o diagrama elétrico correspondente.3. C.2. diagrama elétrico. para a partida. C. C. uma vez cancelado por botão de impulso.16 Todos os fios devem ser anilhados. sem apresentar quaisquer avarias.2 As bombas de incêndio devem ter condição de operar a plena carga.3. C. régua de bornes. C.2. C.2. o qual deve manter a rotação nominal.3.3.3. ou dotado de sistema preaquecimento permanentemente ligado.2.19 O painel deve ser fornecido com os desenhos dimensionais.3 Os sistemas de refrigeração aceitáveis devem ser os descritos nos itens C.1 a C.3. C.22 As bombas de incêndio com vazão nominal acima de 600l/min deverão dispor de um fluxo contínuo de água através de uma tubulação de 6mm ou placa de orifício de 6mm. no local onde forem instaladas.3 Bombas acopladas a motores de combustão interna C.17 O período de aceleração do motor não deve exceder 10s. leiaute. de acordo com as especificações do fabricante. volte a funcionar normalmente quando surgir um novo evento.1. A saída de água de resfriamento deve passar no mínimo 15cm acima do bloco do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 16 de 18  .2.3 A aspiração de ar para combustão pode ser natural ou forçada (turbo).1.3.14 O sistema de partida deve ser do tipo magnético.2. em qualquer hipótese.4 Dispõe de meios de operação manual. C.6 – Arrefecimento da bomba principal elétrica C.2.3.2.

3.3. sem que haja danos às suas placas.5 O tanque de combustível do motor deve ser montado de acordo com as especificações do fabricante e deve conter um volume de combustível suficiente para manter o conjunto moto-bomba operando a plena carga durante o tempo de no mínimo duas vezes o tempo de funcionamento dos abastecimentos de água. cada um deve ser dotado de seu próprio tanque de combustível. vindo água fria diretamente da bomba específica para este fim. indicando bomba em funcionamento. C.3.8 Um painel de comando deve ser instalado no interior da casa de bombas. d) número de série.3.1.7 O motor a explosão deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante. para cada sistema existente na edificação.4 O escapamento dos gases do motor deve ser provido de silencioso. C.3.3.4 Por meio de ventoinhas ou ventilador. e) potência em CV.2 Por trocador de calor. f) rotações por minuto nominal. com pressões limitadas pelo fabricante do motor. determinando ainda.1 Deve ser instalada sob o tanque uma bacia de contenção com volume mínimo de uma vez e meia a capacidade do tanque de combustível.6 Existindo mais de um motor a explosão.motor e terminar em um ponto onde possa ser observada sua descarga. acionado diretamente pelo motor ou por correias. por meio de amperímetros e voltímetros.3. por meio de um carregamento duplo de baterias.     Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 17 de 18  .3. C.3.3.3. C. o sistema de partida deve ser sempre automático. C.3. C. localizadas na casa de bombas. C.3. sendo direcionados para serem expelidos fora da casa de bombas. considerando o regime contínuo de funcionamento. C.11 O sistema de flutuação automática deve ser capaz de carregar uma bateria descarregada em até 24 h. as quais devem ser múltiplas. com suas respectivas tubulações de alimentação para bomba injetora. C. c) modelo.3.10 Nos casos em que houver apenas uma bomba de incêndio. independente. sem chances de retornar ao seu interior.5.3. C. por motor à explosão. devem ser mantidas carregadas por um sistema de flutuação automática. b) tipo.9 As baterias do motor a explosão.3. as quais devem ser múltiplas.3. A saída de água do trocador também deve ser posicionada conforme o item C.10 O sistema de flutuação deve ser capaz de atender. de acordo com as especificações do fabricante. C. o estado de carga de cada jogo de baterias.3.3 Por meio de radiador no próprio motor. C. aos dois jogos de baterias (principal e reserva) C. sendo o ventilador acionado diretamente pelo motor ou por intermédio de correias.

artigos de tabaco. tais como escritórios. D.1. quando embalados. D. a carga de incêndio calculada de acordo com a norma técnica específica não ultrapasse 100 MJ/m². desde que o caminhamento máximo do hidrante seja o estabelecido na Tabela 2 desta Norma Técnica e o hidrante do pavimento inferior assegure sua proteção.1.3 Fica isenta a instalação de pontos de hidrantes em zeladorias.1.3 Ginásios poliesportivos e piscinas cobertas. contíguas aos processos industriais. artigos defumados.1 Podem ser considerados casos especiais de isenção de sistemas de hidrantes para combate a incêndio as áreas das edificações com as seguintes ocupações: D. cerâmicas. porão e subsolo de até 150 m² ou nos pavimentos superiores de apartamentos “duplex” ou “triplex”. D. produtos de adubo químico. agregados e água. expedições.2 Fica isenta a instalação de pontos de hidrantes em edículas. exceto para as indústrias destinadas a: artigos de bijouterias. depósitos. D. almoxarifados.1. cal.1 A isenção acima não se aplica às áreas de apoio superiores a 750 m².  ANEXO D – CASOS DE ISENÇÃO DE SISTEMAS DE HIDRANTES D. escritórios em andar superior. D. metais. mezaninos. e que o hidrante do pavimento mais próximo assegure sua proteção e o acesso aos locais citados não seja através de escada enclausurada. com áreas exclusivamente destinadas a processos industriais com carga de incêndio igual ou inferior a 200 2 MJ/m .4 Processos industriais com altos fornos onde o emprego de água seja desaconselhável. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 18 de 18  .1 Nas indústrias térreas. com área inferior a 70 m². D. vagões e transformadores. refeitórios e áreas similares. desde que o caminhamento máximo adotado seja o comprimento estabelecido na Tabela 2 desta Norma Técnica.2 Depósitos de materiais incombustíveis. desde que não utilizados para outros eventos que não atividades esportivas e desde que as áreas de apoio não ultrapassem 750 m².1. desde que.1. localizadas nas coberturas de edifícios. tais como: cimento.

com .O 007/2008 MANIPULAÇÃO.ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N. COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www. ARMAZENAMENTO.pdffactory.

3 Os Tanques estacionários de GLP com volume acima de 500 litros devem possuir dispositivos de bloqueio de válvula automática (válvulas de excesso de fluxo). armazenamento. Maior que 3.1. 4.01 120 (*) O afastamento entre tanques de capacidade acima de 120 m .CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 007/2008 MANIPULAÇÃO.2.01 a 3. DEFINIÇÕES 3.pdffactory.3. instalação interna e sistema de abastecimento a granel de gás liquefeito de petróleo (GLP). não pode ser inferior a três metros. armazenamento. 4. d) central de GLP (recipientes transportáveis e estacionários) e abastecimento a granel. Tabela 1 – Afastamento mínimo de segurança para os tanques de armazenamento de GLP Capacidade 3 volumétrica (m ) 0. APLICAÇÃO 2.1 Esta Norma Técnica aplica-se nas edificações e áreas de riscos destinadas a: a) terminais de armazenamento de GLP. (nebulizadores ou canhão monitor) com válvula de acionamento à distância. destinados à comercialização. 3.2.2 A localização da instalação destinada à manipulação.5 (*) 3 ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes. 4.5 a 2 2.5 15 23 30 Afastamento mínimo entre tanques (m) 1 1 1. armazenamento de recipientes estacionários.01 a 454 38 454. utilização. b) manipulação.1. 2. Objetivo 2.1.1 Bases de armazenamento e engarrafamento das distribuidoras. c) armazenamento de recipientes transportáveis de GLP. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www. Definições 4.1 Para efeitos desta Norma Técnica aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. a Portaria Nº 76/1966 (Conselho Nacional de Petróleo) e a NR-20/1978. manipulação. conforme Tabela 1.01 a 8 8.785 91 4. 4. transportáveis e distribuição de GLP. 2. 3 341. Aplicação 3. transportáveis e distribuição de GLP. ARMAZENAMENTO.4 Os recipientes acima de 500 litros devem estar afastados de edificações e divisas de outra propriedade e entre tanques. central de GLP. As unidades de processo destinadas a envasamento de recipientes (carrossel) devem ser providas de sistema fixo de resfriamento (nebulizadores tipo dilúvio). e) ocupações temporárias.01 a 265 265. adotam-se as normas brasileiras afins.01 a 120 120. 4. OBJETIVO 1. distribuição e revenda de GLP é regulamentada pela Lei de Uso e Ocupação do Solo de cada município do Estado do Ceará.01 a 341 Afastamento de edificações (m) 3 7. COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO SUMÁRIO 1.785.1. armazenamento de recipientes estacionários. Procedimentos Anexos 1.1 Os locais destinados ao carregamento de veículos-tanque devem ser providos de sistema fixo de resfriamento. 4.1.01 a 757 61 757. comercialização.1 Para fins dos critérios de segurança na instalação e operação de terminais de GLP.1 Esta Norma Técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio nos locais de manipulação.1 Os Tanques estacionários destinados a envazamentos de recipientes devem possuir registro de fechamento por meio de controle com acionamento à distância para os casos de vazamento. PROCEDIMENTOS 4.1.com .

com capacidade nominal de até 13 kg de GLP cheios.4 Na entrada do imóvel onde está (ão) localizada(s) a(s) área(s) de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP.10 A delimitação da área de armazenamento deve ser através de pintura no piso ou por meio de cerca de tela metálica. de modo a permitir uma superfície que suporte carga e descarga.9 Não é permitida a armazenagem de outros materiais na área de armazenamento dos recipientes transportáveis de GLP. extintor (es) e placa (s). podendo ou não a (s) área (s) de armazenamento ser encoberta (s). com os seguintes dizeres: “PERIGO – INFLAMÁVEL”. parcialmente utilizados ou vazios para consumo próprio. Capac.920 Kg VI(*) ou 3840 10 20 BC botijões Até 99. d) seis placas.2. tendo a cobertura menor resistência mecânica do que a estrutura que a suporta. Obs2. 4.20 m entre o topo da pilha de botijões cheios e a cobertura.2 A instalação para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC com sinalização vertical e sistema de hidrantes de acordo com a Tabela 2. quando tratar-se de Área de Armazenamento Classe III ou IV.2.2.5 m de ralos. Para áreas de armazenamento superiores à classe II.960 Kg V ou 1920 8 20 BC botijões Até 49. Quant.5 O local que armazene 5 (cinco) ou menos recipientes transportáveis de GLP.: As dimensões das placas devem ser tais que a uma distância mínima de 3. quando tratar-se de Área de Armazenamento Classe V. destinados à comercialização.2. em quilogramas de GLP. também 4. Capac. Armazenamento Classe Extintor portátil Extintor sobre rodas Quantidade Quant. em local ventilado. c) quatro placas. medida do piso acabado à base da placa.2. quando se tratar de Área de Armazenamento Classe I ou II. 4. da chuva e da umidade.240 Kg III ou 480 6 20 BC botijões Até 12.480 Kg IV ou 960 7 20 BC botijões Até 24.3 Para as instalações de armazenamento transportáveis de GLP cheios.560 Kg II ou 120 3 20 BC botijões Até 6. em quilogramas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www. de uma área deve ser limitada pela soma da massa líquida total dos recipientes transportáveis cheios. 4. material para teste de vazamento. Obs. parcialmente utilizados ou vazios.2.1. As placas devem estar distanciadas entre si em no máximo 15 m. d) estar afastado no mínimo 1. bem como de galerias subterrâneas e similares. excetuando-se aqueles exigidos pela legislação vigente. gradil metálico ou elemento vazado de concreto. 4. 4.2 Armazenamento de recipientes transportáveis de GLP. deve ter no mínimo 2.4. 4.960 Kg.2. b) duas placas.0 m seja possível a visualização e a identificação da sinalização.pdffactory.2. para assegurar ampla ventilação. devem-se exibir placas de advertências em lugares visíveis. caixas de gordura e esgotos. de cada classe. cerâmica ou outro material resistente ao fogo. 4.680 botijões Obs1. 4.2. c) estar afastado de outros produtos inflamáveis.: Os extintores devem proteger um raio máximo de 10 metros. a uma altura de 1. b) estar protegido do sol.1 As áreas de armazenamento de recipientes transportáveis estão divididas em função da quantidade de GLP estocado.840 Kg ou 14 20 BC 2 80 BC (*) mais de 7.com . deve ser exibida placa que indique no mínimo a(s) classe(s) de armazenamento existente(s) e a capacidade de armazenamento de GLP. “É EXPRESSAMENTE PROIBIDO FUMAR E USAR FOGO OU QUALQUER INSTRUMENTO QUE PRODUZA FAÍSCAS”.2. tais como: balança.840 Kg VII(*) Ou 7. parcialmente utilizados e vazios.80 m. distribuídas ao longo do perímetro da área de armazenamento.: (*) Prever projeto de proteção contra incêndio e pânico com sistema de proteção por hidrantes para área de armazenamento acima de 24.1 São classificadas em classes que requerem afastamentos de segurança e devem atender a exigências conforme o Anexo A desta norma. nas seguintes quantidades: a) uma placa. 4. permanente de no mínimo 1. concretado ou pavimentado. ao ar livre. de fontes de calor e faíscas.60 m de pé-direito e possuir um espaço livre.680 12 20 BC 1 80 BC botijões Mais de Especial 99. quando coberta. devem ser observados os seguintes requisitos: a) possuir ventilação natural. A estrutura e a cobertura devem ser construídas com produto resistente ao fogo. 4.6 A capacidade de armazenamento.7 Os recipientes transportáveis de GLP devem ser armazenados sobre piso plano e nivelado.8 A área de armazenamento.2. quando tratar-se de Área de Armazenamento Classe VI e superiores. de GLP Até 520 Kg ou I 2 20 BC 40 botijões Até 1. Tabela 2 – Unidade e capacidade extintora de pó BC para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP.

24. vazios ou parcialmente utilizados devem ser dispostos em lotes.2. parcialmente utilizados ou vazios das Classes I e II. devem estar situadas em imóveis cercados de muros ou qualquer outro tipo de cercamento.11 As áreas de armazenamento classes I. o imóvel pode possuir outros acessos com dimensões quaisquer e com qualquer tipo de abertura. 4.13 Não é permitida a circulação de pessoas estranhas ao manuseio dos recipientes transportáveis de GLP na área de armazenamento. devem ser construídas e posicionadas de maneira que se interponham entre o(s) recipiente(s) de GLP e o ponto considerado.2 As paredes resistentes ao fogo devem ser totalmente fechadas (sem aberturas) e construídas em alvenarias sólidas. O imóvel deve possuir no mínimo uma abertura. 4. devem possuir acesso através de duas ou mais aberturas de no mínimo 1.20 Acondicionar os recipientes transportáveis de GLP cheios.2. elemento vazado de concreto. que abram de dentro para fora. e os equipamentos elétricos instalados dentro desta área devem estar em conformidade com as ABNT NBR 5410 e ABNT NBR 5418. deve obedecer aos limites do Anexo B desta norma.18 Os recipientes de GLP cheios.14 A distância máxima a ser percorrida. de qualquer ponto dentro da área de armazenamento. devem ser classificadas como área de risco. quando delimitadas por cerca de tela metálica. observados os mesmos cuidados dispensados aos recipientes cheios de GLP.00 m de largura. abrindo de dentro para fora.2.21 Armazenar os botijões vazios ou parcialmente utilizados separadamente dos cheios. 4.16 O armazenamento de recipientes transportáveis de GLP.demarcar com pintura no piso.24 Parede resistente ao fogo em áreas de armazenamento transportáveis de GLP. com passagens totalmente desobstruídas. 4.2. para permitir a evasão de pessoas em caso de acidentes.5 As paredes resistentes ao fogo não podem ser construídas entre os lotes de recipientes.3 As paredes resistentes ao fogo devem possuir no mínimo 2.2. As áreas de armazenamento classe IV ou superior.2. 4. Adicionalmente.10 m de altura. gradil metálico. em pilhas de até cinco unidades. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www. as distâncias mínimas de segurança definidas no Anexo A desta norma. cerâmica ou outro material resistente ao fogo.2. 4. conforme ABNT NBR 9441. 4.2. Entre os lotes de recipientes e entre esses lotes e os limites da área de armazenamento deve haver corredores de circulação com no mínimo 1. canaletas.17 Recipientes de massa líquida superior a 13 kg devem obrigatoriamente ser armazenados na posição vertical.pdffactory.2. observando sempre a garantia de ambiente ventilado. que abram de dentro para fora e fiquem localizadas no mesmo lado nas extremidades ou em lados adjacentes ou opostos.24. cerâmica ou outro material resistente ao fogo. 4.0 m.2.com .5 m. 4. rebaixos ou similares deve ser de no mínimo 1. 4.12 As áreas de armazenamento de qualquer classe.22 Manter no local para todas as áreas de armazenamento. em pilhas.10 m de altura.2. II e III. gradil metálico.4 As paredes resistentes ao fogo. ralos.20 m de largura e 2. A distância mínima entre as paredes resistentes ao fogo e o limite dos lotes de recipientes é de 1.2. permitindo-se aos vazios o empilhamento de até cinco unidades conforme Anexo B desta norma. o local para os lotes de recipientes. em pilhas de até quatro unidades e os lotes de recipientes vazios ou parcialmente utilizados até 600 recipientes de massa líquida igual a 13 kg.0 m.2.23 As áreas de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP e seu entorno até uma distância de 3. conforme ABNT NBR 10636. líquidos e materiais necessários para teste de vazamento de GLP.10 m de altura.2. medidos a partir dos limites do lote de recipientes e do topo das pilhas de armazenamento. isolando o risco entre estes e podendo reduzir pela metade os afastamentos constantes do Anexo A desta norma.2. com tempo de resistência ao fogo (TRF) mínimo de 2 (duas) horas. com dimensões mínimas de 1. não pode ser superior a 25 m. com massa líquida igual ou inferior a 13 kg de GLP. 4.24. 4. 4. somente é permitida a instalação de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP cheios.2.19 Em postos de revenda de combustíveis e serviços.20 m de largura e 2. quando existentes. não podendo ser empilhados. 4. A distância da área de armazenamento às aberturas para captação de águas pluviais. quando delimitadas pelos mesmos tipos de materiais citados neste item.2.2. elemento vazado de concreto.15 Na área de armazenamento somente é permitido o empilhamento de recipientes transportáveis de GLP. podem ser reduzidas pela metade.24. 4.2. parcialmente cheios ou vazios na área de armazenamento em posição vertical com a válvula voltada para cima.20 m de largura e 2. quando cercada. Os lotes de recipientes cheios podem conter até 480 recipientes de massa líquida igual a 13 kg. até uma das aberturas. 4.6 m de altura. 4. quando não delimitadas por cerca de tela metálica. devem possuir acesso através de uma ou mais aberturas de no mínimo 1. concretos ou construção similar.24. 4. Somente as áreas de armazenamento classes I e II não necessitam de corredores de circulação. 4.1 Com a construção de paredes resistentes ao fogo.

2 Os afastamentos constantes da Tabela 3 podem ser reduzidos pela metade. 4. caso seja interposta uma parede.80 m.021.0 m. estacionários e abastecimento a granel). construídos conforme as especificações de paredes resistentes ao fogo podem ser considerados como tal. podendo se aproximar da(s) área(s) de armazenamento para as operações de carga e/ou descarga.8m.5 3 3 6 15 3 4.3 Os recipientes transportáveis também devem atender aos afastamentos mínimos em relação à projeção das coberturas de edificações. canaletas. poços. com altura mínima de 1. em locais ventilados.0 7. entre o recipiente e o ponto considerado. 4.25. contada a partir do bocal de descarga do motor aos limites da (s) área (s) de armazenamento.5m. 4. duas horas. de forma a permitir ampla ventilação.5.3 A central de GLP deve ter cobertura de material incombustível com o mesmo TRF das paredes. de 24 de maio de 1995. no mínimo. ralos.5. e Decreto nº 1.24. 4.24. constantes da Tabela 5.3. nos termos da presente Norma Técnica.2.1 Devem ter acesso restrito e controlado ao imóvel.6 Quando a área de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP for parcialmente cercada por paredes resistentes ao fogo. Materiais de fácil combustão Fontes de ignição (inclusive estacionamento de veículos) Depósitos de materiais inflamáveis ou comburentes Depósito de hidrogênio Redes elétricas Afastamento (m) 1.4.2. essas não podem ser adjacentes e o comprimento total dessas paredes não deve ultrapassar 60% do perímetro da área de armazenamento.2.3. águas pluviais. 4. 4.pdffactory. de 27 de dezembro de 1993. 4.2.8 Os muros de delimitação da propriedade. 4. 4. atendendo aos afastamentos de segurança. no mínimo. 4.1 Os recipientes (transportáveis ou estacionários) devem ser situados no exterior das edificações.3.5 (*) As paredes de limites de propriedades devem ser resistentes ao fogo por.3 No caso de duas ou mais centrais de GLP em uma edificação. 4. de acordo com a Tabela 3.3.5 Os afastamentos constantes da Tabela 5 podem ser reduzidos pela metade. nos termos do Decreto nº 1. quando atenderem a todas as considerações estipuladas nesta Norma para este elemento.3.3.2 Quando os veículos necessitarem permanecer estacionados no interior do imóvel.7. não considerando a limitação do item 4. 4. no mínimo. e pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. com altura mínima de 1.2.8m.3.3.25 Veículos transportadores de recipientes de GLP e outros veículos de apoio. duas horas.2 O número máximo de recipientes permitidos na central de GLP é de 6 (seis).24. Tabela 3 – Afastamentos de recipientes transportáveis ou estacionários em relação a locais de risco. constantes da Tabela 4. 4.501.5 3. Tabela 4 – Afastamentos de recipientes transportáveis em relação às projeções das edificações. 4.26 A fiscalização concernente às áreas de armazenamento de GLP será executada pelo Departamento Nacional de Combustíveis (atualmente Agência Nacional do Petróleo).3.25. estas devem distar entre si em no mínimo 7. sendo obrigatório que durante essas operações o motor do veículo e seus equipamentos elétricos auxiliares (rádio etc. com resistência ao fogo por.2.com . Locais Aberturas de dutos de esgoto. 4.2. 2 (duas) horas. não podem estar a uma distância menor do que 3.1 A central de GLP pode ser subdividida com a utilização de paredes divisórias resistentes ao fogo com TRF mínimo de 2h para enquadramento em outro nível de afastamento.) estejam desligados e a com a chave de partida na ignição.5. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www.7 O comprimento total da parede resistente ao fogo deve ser igual ao comprimento do lado paralelo da área de armazenamento.3 Central de GLP (recipientes transportáveis. entre o recipiente e o ponto considerado.24. acrescido de no mínimo 1 m ou no máximo de 3 m em cada extremidade. com altura mínima de 1.5. Quantidade de GLP (kg) Até 540 (*) A partir de 540 até 1080 A partir de 1080 até 2520 A partir de 2520 até 4000 Afastamento (m) 0 1. caso seja interposta uma parede. com resistência ao fogo por.4 Os recipientes estacionários devem atender aos afastamentos da projeção das edificações.2.

i) qualquer tipo de forro falso ou compartilhamento não ventilado.0 Afastamento (m) 0 1.4.4. 4.6 até 8.5 De 5.5.4. g) poços de ventilação capazes de confinar o gás proveniente de eventual vazamento.4. as tubulações. Tabela 6: Unidade e capacidade extintora de pó B C. no pavimento da unidade a que atende. Central de GLP Quantidade de GLP (Kg) Até 270 271 a 1.8 A instalação de central de GLP (recipientes transportáveis ou estacionários) é vedada sobre forros e terraços de coberturas.5 Adotar Tabela 1 4. 4.5. 4. 4.800 Acima de 1.3 Na travessia de elementos estruturais. sendo que estes vazios devem ser sempre visitáveis e previstos em área de ventilação permanente e garantida.3 A tubulação não pode ser considerada como elemento estrutural nem ser instalada interna a ele. 1 2 2 1 80 B 4.5 Proteção 4. c) dutos para incineradores de lixo.4.1 As tubulações instaladas devem ser estanques e desobstruídas.1. destinada ao uso individual de cada unidade e localizada fora da mesma. 4.4. os quais devem conter apenas as tubulações de gás. l) todo e qualquer local que propicie o acúmulo de gás vazado.6 Localização 4.1. danos por fogo ou outras evidências de condição insegura e devem apresentar bom estado de conservação das válvulas. j) locais de captação de ar para sistemas de ventilação. ou por estas e o solo. 4.5 3 7. conexões e acessórios. exceto quando destinada à conexão de equipamento hermeticamente isolado.0 Acima de 8.4 É proibida a utilização de tubulações de gás como aterramento elétrico. conservação e substituição a qualquer tempo.4.com .1 Excepcionalmente. f) compartimentos destinados a dormitórios.5.4.5m para passagem.1 A tubulação deverá ser embutida.3. 4. Capacidade Volumétrica do tanque (m³) Até 1 De 1. com ventilação permanente nas extremidades.6.4.9 A central de GLP localizada junto à passagem de veículos deve possuir obstáculo de proteção mecânica com altura mínima de 0. b) reservatório de água.3. 4.4.4. Ressalvados os vazios construídos e preparados especificamente para esse fim (shafts). deve-se colocar entre elas um material isolante elétrico.5. e) compartimentos de equipamentos elétricos.6m situado à distância não inferior a 1 m com duas horas de resistência ao fogo. o Extintor sobre-rodas n.4. quando aparentes.3. o 4.6 A central de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC conforme Tabela 6. 20 B 20 B 20 B Cap. desde que atenda aos afastamentos previstos na Tabela 3.pdffactory.2 Em locais que possam ocorrer choques mecânicos. 4.7 A central de GLP pode ser instalada em corredor que seja a única rota de fuga da edificação. acrescidos de 1.800 Extintor portátil n.3.2 As válvulas e os reguladores de pressão devem ser instalados de modo a permanecerem protegidos contra danos físicos e permitir fácil acesso.4 A tubulação da rede interna não pode passar no interior de: a) dutos de lixo. deve ser utilizado um tubo-luva. corrosão. poderá ser aparente.2.4.1 As tubulações aparentes devem: Cap.6.4. conforme o item 4.5.1 até 2 De 2. devem ser protegidas. sem a devida ventilação. mediante aprovação do Corpo de Bombeiros.4.5. 4. 4.5. a ser instalado junto à central de GLP. Instalações internas de GLP: 4. 4.4.1 até 5. líquidos não inflamáveis e demais acessórios. sendo obrigatória a sua instalação fora da projeção da edificação. 4.3.5 Quando o cruzamento de tubulações de gás e condutores elétricos for inevitável. amassamentos.2 A instalação de gás coletiva deve ser provida de caixa com válvula redutora de 2° estágio e registro de corte. Tabela 5 – Afastamentos dos recipientes estacionários em relação às projeções das edificações. h) qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria.10 Os recipientes de GLP não podem apresentar vazamentos. ar condicionado e águas pluviais.4. d) poços e elevadores. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www.

esgoto. é responsável pelo procedimento de segurança nas operações de transvasamento. c) o veículo abastecedor não pode ficar posicionado de forma a interferir na rota de fuga das pessoas. animais e outros objetos estranhos.8 A pessoa jurídica autorizada a exercer a atividade de distribuição de GLP a granel. podem ser previstos dispositivos ou sistemas que garantam a exaustão de gás eventualmente vazado. d) em caso de superposição de tubulação.com .3 Recomenda-se o uso mínimo de conexões nas tubulações situadas no interior do tubo-luva. desligamento. caixas de gordura.5. devendo atender aos seguintes critérios: a) o estacionamento do veículo abastecedor deve ser em área aberta e ventilada. 4. manter um afastamento mínimo de 25mm entre a tubulação e as suas paredes internas. bem como do acionamento das luzes de alerta. 4. e 0.5. desligamento. b) ter um afastamento das demais tubulações suficiente para ser realizada manutenção nas mesmas. sinalização por meio de cones e placas de advertências “PERIGO – PROIBIDO FUMAR”. a tubulação de gás deve ficar abaixo das outras tubulações. respeitando-se o horário de menor fluxo pessoas no local do abastecimento. 4. em locais sujeitos ao tráfego de veículos sobre a mangueira.7 O local de abastecimento deve ser sinalizado (proibição e alerta).9 As normas de segurança acima citadas referemse ao correto posicionamento.a) ter as distâncias mínimas entre a tubulação de gás e condutores de eletricidade de 0. no mínimo.1 O caminhamento máximo da mangueira flexível deve ser de oito metros. travamento e aterramento do veículo transportador. 4.5 Deve haver comunicação ininterrupta entre os operadores durante a manobra de abastecimento.6.4.4. bueiros. 4. como ralos.5 Instalações de GLP com abastecimento a granel: 4. 4. c) ter afastamento de no mínimo 2m de pára-raios e seus respectivos pontos de aterramento. de 24 de março 1999. ficando obrigada a orientar os usuários do sistema quanto às normas de segurança a serem obedecidas. play-grounds.6 Devem ser realizadas por. b) nos casos em que não for possível a extremidade inferior estar fora da projeção horizontal. de acordo com a NBR 5419/93. b) nas proximidades de fontes de calor ou fontes de ignição como tubulações de vapor. devendo manter um afastamento mínimo de três metros dessa. do do de de 4. dentre outros procedimentos que se façam necessários. estabilização e aterramento.5.3 O abastecimento deve ser realizado no interior da área onde é descarregado o produto. deve-se atender aos parágrafos 1º e 2º artigo 4º da Portaria ANP nº 47.5m.4. em local seguro e protegido contra a entrada de água. b) deverá haver espaço livre para manobra. e) estar convenientemente protegido contra a corrosão. dentre outros procedimentos que se façam necessários. salões de festas.4 Os abrigos de medidores de consumo de GLP devem possuir proteção por um extintor de pó BC. possuir abertura captada de algum ambiente permanentemente ventilado. impedindo a aproximação de pessoa não habilitada dentro de um raio mínimo de 3 metros a contar do ponto de abastecimento e do módulo de operação do veículo abastecedor (traseira do veículo abastecedor). 4. c) em áreas sociais tais como hall. 4.5. sendo que as duas devem ter saída para a projeção horizontal fora da edificação. estacionamento e escape rápido do veículo abastecedor.2 É vedado que a mangueira flexível passe por: a) áreas internas às edificações. c) no caso de dutos.5.5. 4. g) ser executado com material incombustível e resistente à água.4.5.6 Gerais Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 7 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www. dois operadores com treinamento dirigido à operação de abastecimento das centrais de GLP e operação de veículos abastecedores.2. 4.6. d) ter resistência mecânica adequada a possíveis esforços decorrentes das condições de uso. e prevenção por extintores. h) estar adequadamente suportado. d) próximo a aberturas no piso. se o condutor for protegido por conduite. Opcionalmente. galerias subterrâneas e similares. entre o ponto de estacionamento do veículo abastecedor e a central de GLP. 4. nos casos contrários. 4.6. podendo ser visualmente ou por intermédio de aparelhos de comunicação. observando o correto posicionamento. f) não apresentar vazamento em toda a sua extensão. à prova de geração de energia que possa iniciar um incêndio.pdffactory.4 No impedimento de atendimento aos critérios item acima. fornos etc. piscinas.3m. O tubo-luva quando for utilizado deve: a) ter no mínimo duas aberturas situadas nas suas extremidades.5.

1 Os projetos pertinentes à instalação da central de GLP devem ser elaborados por profissional habilitado. 4.6. indicando a quantidade. deve ser apresentado em todas as plantas de pavimento da edificação 4. h) categoria do vaso de prevenção conforme NR-13 do Ministério do Trabbalho.14 O recipiente transportável não deve ser fixado ao local da instalação para que seja possível sua remoção.6. equipamentos importantes ou recipientes de armazenamento de produtos perigosos. chumbadores. 4.15 Não é permitida vegetação seca ou qualquer material combustível dentro da área delimitada para a central de GLP. a disposição e a capacidade volumétrica de armazenagem.pdffactory.6. atender à NBR 8460.1 e 4.6.1 Todas as válvulas e conexões devem ser localizadas na sua parte superior.12 Os recipientes de GLP não podem ser instalados uns sobre os outros.6.6.10 Recipientes com capacidade volumétrica total acima de 0.6.8 Todo recipiente transportável deve possuir acessórios adequados para o manuseio e transporte.2. 4. b) nome do fabricante. protegidas contra impactos diretos durante transporte e manuseio.6. 4.6. 4.6.11 Cada recipiente deve ser identificado em lugar visível e com gravações de forma permanente.13 O piso onde os recipientes são diretamente assentados deve ser de material incombustível e ter nível igual ou superior ao do piso circundante. etc.6.5.9 Não devem existir conexões na parte inferior de recipientes transportáveis. não possuindo outros meios de ligação como prisioneiros. 4.5m3 (aproximadamente 250Kg de capacidade de GLP) só podem ser transportados com no máximo 5% em volume de GLP. conforme definido nos itens 4. 4.11. em situação de emergência.6.3 O caminhamento da tubulação de GLP. 4. 4.9. acessórios e vaporizadores até o primeiro regulador de pressão é de 1.8.5 Tubulações de fase líquida de GLP não podem passar no interior das edificações.2. permitindo assentamento estável em plano nivelado.11.com .2 Para recipientes transportáveis.6.6. d) pressão de projeto (em MPa).7 As instalações de GLP devem permitir o reabastecimento dos recipientes sem a interrupção da alimentação do gás aos aparelhos de utilização. 4. a forma de abastecimento e seu detalhamento.6.6. após o fechamento da válvula de serviço e desconexão ao coletor. independente da posição de instalação. e) data de fabricação do recipiente.2.11.6.4. 4.4 A pressão de projeto para os recipientes. 4.7 MPa. 4. f) número de fabricação do recipiente.9. evitando seu contato com o solo.2 Os protetores devem ser parte integrante do recipiente.2 A área destinada para a central de GLP deve constar na planta baixa do projeto.6. 4. exceto nos abrigos para recipientes e outros equipamentos pertencentes à central de GLP. c) capacidade total (em litros).6.6.2 A base deve ser parte integrante do recipiente.6.1 Deve possuir base na sua parte inferior.o 01/2008.1 Somente é permitida a passagem de tubulações de GLP na fase líquida em interior de edificações para processos industriais específicos que utilizem o GLP na fase líquida. 4.11.6.17 A parede resistente ao fogo deve ser totalmente fechada (sem aberturas) e construída em alvenaria sólida. g) pressão de ensaio (em MPa).6.1 A central de GLP deve ser locada no pavimento térreo da edificação e distar 1m dos limites laterais e fundos da propriedade. 4.8. i) área da superfície externa (em m2).6. 4. com materiais e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 8 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www.2.2 O acesso à central de GLP deve ser obrigatoriamente efetivado pelo interior da propriedade.1 Para todos os recipientes estacionários: a) identificação da norma ou código de construção e ano de edição.6. da central até os pontos de consumo. não sendo permitida a instalação em rebaixos ou recessos.6. tubulações. 4.3 A montagem e a manutenção das instalações de centrais e tubulações para GLP devem ser realizadas por profissionais qualificados. 4. conforme Norma Técnica n.16 É recomendável que recipientes horizontais sejam instalados de forma que seus eixos longitudinais não fiquem direcionados a edificações. 4. correntes. 4. 4. 4. concreto ou construção similar.6. 4.6.

6.6kV. 4.24 No que não contrariar esta Norma Técnicas.17.21 A tubulação de condução do GLP deve ser realizada em tubo de cobre conforme NBR 13. o que for maior.8m de altura ou estar na mesma altura do recipiente.6 e 23 Maior que 23 Distância mínima (m) 1. 4.6. 4. 4.22 A distribuidora somente poderá abastecer uma instalação centralizada após comprovar que os ensaios e testes foram realizados de acordo com as normas vigentes.23 Não será permitida a utilização de GLP na forma de botijões e cilindros para o uso de “oxicorte. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 9 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www.6.20 A central de GLP que atender aos requisitos de ventilação e cobertura incombustível pode ser instalada sob rede de até 0. com tempo de resistência ao fogo (TRF) mínima de duas horas. sendo permitido número total limitado a duas.pdffactory.523 e NBR 15. classe A ou I.2 É recomendável a construção de somente uma parede resistente ao fogo. Tabela 7 – Afastamentos para redes elétricas Nível de tensão (kV) Menor ou igual a 0.5 4.19 A central de GLP deve possuir aberturas para ventilação natural de no mínimo 10% da planta baixa.com .206.1 A parede resistente ao fogo deve possuir no mínimo 1.514 da ABNT.6.18 A central de GLP não deve estar localizada sob redes elétricas e deve atender às distâncias mínimas de sua projeção horizontal conforme Tabela 7. medidos do ponto mais próximo do recipiente.6.6. e estar localizada entre 1m e 3m. os casos omissos serão orientados pelas disposições da NBR 13. 4. solda ou similar” em áreas internas às edificações.6.6 Entre 0.6.formas aprovadas. 4.17.6. 4.8 3 7. 4.

ANEXO A AFASTAMENTOS DE SEGURANÇA PARA AS ÁREAS DE ARMAZENAMENTO DE RECIPIENTES TRANSPORTÁVEIS DE GLP ANEXO B EMPILHAMENTO DE RECIPIENTES TRANSPORTÁVEIS DE GLP Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 10 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www.pdffactory.com .

O 008/2008 CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 7 .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

2 O levantamento da carga de incêndio específica constante do Anexo B deve ser realizado em módulos de no máximo 500m² de área de piso (espaço considerado).1 Ocupações não listadas na tabela do Anexo A devem ter os valores da carga de incêndio específica determinados por similaridade. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 7 . 4. 1cal equivale a 4.185 Joules (J). 2 APLICAÇÃO 2. 4.1 Módulos maiores de 500m² podem ser utilizados quando o espaço analisado possuir materiais combustíveis com potenciais caloríficos semelhantes e uniformemente distribuídos.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 008/2008 CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1.2 Pode-se admitir a similaridade entre as edificações comerciais (grupo “C”) e industriais (grupo “I”).2 A carga de incêndio específica do piso analisado deve ser tomada como sendo a média entre os dois módulos de maior valor.1 Esta Norma Técnica estabelece os valores característicos das cargas de incêndio das edificações e áreas de risco. e 1BTU equivale a 252 calorias (cal). conforme a ocupação e uso específico. 4.1. 4. sendo que para edificações destinadas a depósitos (Grupo “J”).2.1 Para determinação da carga de incêndio específica das edificações.1.aplica-se a metodologia constante do Anexo B. explosivos (Grupo “L”) e ocupações especiais (Grupo “M”).2. aplica-se a tabela constante do Anexo A.1 As cargas de incêndio constantes desta Norma Técnica aplicam-se às edificações e áreas de riscos para classificação do risco e determinação do nível de exigência das medidas de segurança contra incêndio. 4. 3 DEFINIÇÕES 3. 4. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.1 Para efeitos desta Norma Técnica.3 Considerar que 1kg (um quilograma) de madeira equivale a 19 megajoules (MJ). 4 PROCEDIMENTOS 4.

Pessoais e Técnicos Escritórios Estúdios de rádio ou de televisão ou de fotografia Laboratórios químicos Laboratórios (outros) Lavanderias Oficinas elétricas Oficinas hidráulicas ou mecânicas Pinturas Processamentos de dados Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 7 . metal ou vidro Artigos de cera Artigos de couro. borracha. Loja C –2/ C –3 C –1 C –1 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –2 C –1 C –1 C –2 D -2 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -1 D -4 D -4 D -3 D -3 D -3 D -3 D -1 Serviços Profissionais.ANEXO A 1 CLASSIFICAÇÃO DAS CLASSES DE INCÊNDIO ESPECÍFICAS POR OCUPAÇÃO OCUPAÇÃO/USO 1 DESCRIÇÃO Alojamentos estudantis 1 DIVISÃO A-3 A-2 A-1 A-3 B-1 B-1 B-2 C –1 C –2 C –1 C -1 C -1 C –1 C -2 C –2 C –1 C –2 C –2 C –2 C –2 C –1 C –1 C –1 C –2 1 CARGA DE INCÊNDIO (qfi) EM MJ/m2 300 300 300 300 500 500 300 40 700 300 300 300 300 2100 800 200 700 500 500 1000 300 80 200 1000 800 300 300 400 700 400 600 600 400 800 1000 200 200 1000 300 400 100 200 400 1000 700 300 500 300 300 600 200 500 400 Residencial Apartamentos Casas térreas ou sobrados Pensionatos Hotéis Motéis Apart-hotéis Açougue Antigüidades Aparelhos domésticos Armarinhos Armas Artigos de bijouteria. esportivos Automóveis Bebidas destiladas Brinquedos Calçados Drogarias (incluindo depósitos) Ferragens Floricultura Galeria de quadros Livrarias Lojas de departamento ou centro de compras (Shoppings) Máquinas de costura ou de escritório Materiais fotográficos Móveis Papelarias Perfumarias Produtos têxteis Relojoarias Supermercados Tapetes Tintas e vernizes Verduras frescas Vinhos Vulcanização Agências bancárias Agências de correios Centrais telefônicas Cabeleireiros Copiadora Encadernadoras Serviços de Hospedagem Comercial Varejista.

fotográficos. ópticos Acessórios para automóveis Acetileno Alimentação Artigos de borracha. feltro. coriça.OCUPAÇÃO/USO DESCRIÇÃO Academias de ginástica e similares Pré-escolas e similares Creches e similares Escolas em geral Bibliotecas Cinemas. teatros e similares Circos e assemelhados Centros esportivos e de exibição Clubes sociais. tapetes Colas Colchões (exceto espuma) Condimentos. Hospitais em geral Presídios e similares Quartéis e similares Aparelhos eletroeletrônicos. boates e similares Estações e terminais de passageiros Exposições Igrejas e templos Museus Restaurantes Estacionamentos DIVISÃO E-3 E-5 E-5 E-1/E2/E4/E6 F-1 F-5 F -7 F-3 F-6 F-4 F -10 F-2 F-1 F-8 G-1/G-2 G-4 G-3 G -5 H -2 H -6 H-1/H-3 H-5 H-4 I-2 I–1 I-2 I-2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–2 I–2 I–2 I–3 I–1 I–3 I–1 I–1 I–2 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 CARGA DE INCÊNDIO (qfi) EM MJ/m2 300 300 300 300 2000 600 500 150 600 200 Adotar Anexo B 200 300 300 200 300 300 200 350 200 300 100 450 400 300 700 800 600 200 200 1000 80 40 500 1000 200 80 300 500 600 300 800 500 80 200 500 400 1000 600 800 2000 200 1700 80 300 400 40 600 800 500 40 400 800 1000 200 Educacional e Cultura Física Locais de Reunião de Público Serviços Automotivos e Assemelhados Oficinas de conserto de veículos e manutenção Postos de abastecimentos (tanque enterrado) Hangares Asilos Clínicas e consultórios médicos ou odontológicos. couro. espuma Artigos de argila. conservas Confeitarias Congelados Couro sintético Defumados Serviços de Saúde e Institucionais Industrial Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 7 . cerâmica ou porcelanas Artigos de bijuteria Artigos de cera Artigos de gesso Artigos de mármore Artigos de peles Artigos de plásticos em geral Artigos de tabaco Artigos de vidro Automotiva e autopeças (exceto pintura) Automotiva e autopeças (pintura) Aviões Balanças Baterias Bebidas destilada Bebidas não alcóolicas Bicicletas Brinquedos Café (inclusive torrefação) Caixotes barris ou pallets de madeira Calçados Carpintarias e marcenarias Cera de polimento Cerâmica Cereais Cervejarias Chapas de aglomerado ou compensado Chocolate Cimento Cobertores.

OCUPAÇÃO/USO DESCRIÇÃO Discos de música Doces Espumas Farinhas Feltros Fermentos Fiações Fibras sintéticas Fios elétricos Flores artificiais Fornos de secagem com grade de madeira Forragem Fundições de metal Galpões de secagem com grade de madeira Geladeiras Gelatinas Gesso Gorduras comestíveis Gráficas (empacotamento) Gráficas (produção) Guarda-chuvas Instrumentos musicais Janelas e portas de madeira Jóias Laboratórios farmacêuticos Laboratórios químicos Lápis Lâmpadas Laticínios Malharias Máquinas de lavar de costura ou de escritório Massas alimentícias Mastiques Materiais sintéticos ou plásticos Metalúrgica Montagens de automóveis Motocicletas Motores elétricos Móveis Óleos comestíveis Padarias Papéis (acabamento) Papéis (preparo de celulose) Papéis (procedimento) Papelões betuminados Papelões ondulados Pedras Perfumes Pneus Produtos adesivos Produtos de adubo químico Produtos alimentícios (expedição) Produtos com ácido acético Produtos com ácido carbônico Produtos com ácido inorgânico Produtos com albumina Produtos com alcatrão Produtos com amido Produtos com soda Produtos de limpeza Produtos graxos Produtos refratários Rações Relógios Resinas Roupas Sabões Sacos de papel Sacos de juta DIVISÃO I–2 I–2 I–3 I–3 I–2 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–2 I-3 I–1 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–3 I–2 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–3 I–1 I–1 I–1 I–1 I–2 I–2 I–2 I–2 I–1 I–2 I–3 I–2 I–1 I–1 I–2 I–2 I–1 I–2 I–1 I–1 I–1 I–3 I–2 I–3 I–1 I–3 I–1 I–1 I–3 I–1 I–3 I–2 I–1 I–2 I–2 CARGA DE INCÊNDIO (qfi) EM MJ/m2 600 800 3000 2000 600 800 600 300 300 300 1000 2000 40 400 1000 800 80 1000 2000 400 300 600 800 200 300 500 600 40 200 300 300 1000 1000 2000 200 300 300 300 600 1000 1000 500 80 800 2000 800 40 300 700 1000 200 1000 200 40 80 2000 800 2000 40 2000 1000 200 2000 300 3000 500 300 800 500 Industrial Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 7 .

01/2008.OCUPAÇÃO/USO Sorvetes Sucos de fruta Tapetes Têxteis em geral Tintas e solventes Tintas látex Tintas não-inflámaveis Transformadores Tratamento de madeira Tratores Vagões Vassouras ou escovas Velas de cera Vidros ou espelhos Vinagres DESCRIÇÃO DIVISÃO I–1 I–1 I–2 I–2 I–3 I–2 I–1 I–1 I–3 I–1 I–1 I–2 I–3 I–1 I–1 CARGA DE INCÊNDIO (qfi) EM MJ/m2 80 200 600 700 4000 800 200 200 3000 300 200 700 1300 200 80 Conforme Anexo B Industrial Demais Usos Demais atividades não enquadradas acima Nota: o 1) Para a classificação detalhada das ocupações (Divisão) consultar a tabela específica da Norma Técnica n. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 7 .

B.ANEXO B MÉTODO PARA LEVANTAMENTO DA CARGA DE INCÊNDIO ESPECÍFICA B. Tabela B. em quilograma. em megajoule por metro quadrado de área de piso.potencial calorífico específico de cada componente i do material combustível. ocasião em que Mi deverá ser reavaliado. Esse valor não poderá ser excedido durante a vida útil da edificação exceto quando houver alteração de ocupação.1 – Valores do potencial calorífico específico TIPO DE MATERIAL Acetona Acrílico Algodão Benzeno Borracha Celulose C-Hexano Couro D-glucose Epóxi Etano Etanol Eteno Etino Fibra sintética 6. Hi . Lubrificante Lã Lixo de cozinha Madeira Metano Metanol Monóxido de carbono N-Butano N-Octano N-Pentano Palha Papel Petróleo Poliacrilonitrico H (MJ/kg) 30 28 18 40 Espuma – 37 Tiras – 32 16 43 19 15 34 47 26 50 48 29 17 41 23 18 19 50 19 10 45 44 45 16 17 41 30 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 7 de 7 .6 Grãos Graxa. em metro quadrado. explosivos e ocupações especiais podem ser determinadas pela seguinte expressão: ‫ݍ‬௙௜ ൌ ∑ ‫݅ܪ݅ܯ‬ ‫ܣ‬௙ TIPO DE MATERIAL Policarbonato Poliéster Poliestireno Polietileno Polimetilmetacrilico Polioximetileno Poliuretano Polipropileno Polivinilclorido Propano PVC Resina melamínica Seda H (MJ/kg) 29 31 39 44 24 15 23 43 16 46 17 18 19 Onde: qfi . conforme Tabela B. Mi .2 O levantamento da carga de incêndio deverá ser realizado conforme item 4 desta Norma Técnica e seus subitens.1 Os valores da carga de incêndio específica para as edificações destinadas a depósitos.massa total de cada componente i do material combustível.área do piso do compartimento. Af . em megajoule por quilograma.valor da carga de incêndio específica.1.

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 009/2008 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 2 .

4.898. o grupo motogerador deve ser instalado em compartimento resistente ao fogo por 2 h. 4. 4.6 Pode ser exigir que os equipamentos utilizados no sistema de iluminação de emergência sejam devidamente certificados por órgão competente. 3 DEFINIÇÕES 3. 4 PROCEDIMENTOS 4. 4.4 Quando a tomada de ar externo for realizada por meio de duto.5 As luminárias de aclaramento (ou de ambiente).3 Na condição acima descrita.7 A autonomia do bloco autônomo deve ser quatro horas.5m de altura e as luminárias de balizamento (ou de sinalização). 4. desde que não contrarie as adequações constantes desta Norma Técnica.1 A certificação deve ser comprovada por ocasião da vistoria. 4. devem ser instalados em local não acessível ao público. com acesso protegido por PCF (P90). 4. 4.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 009/2008 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1. a tubulação e as caixas de passagem devem ser metálicas ou em PVC rígido antichama.3 No caso de instalação aparente. 4.1 Deve-se garantir acesso controlado e desobstruído desde a área externa da edificação até o grupo moto-gerador.1 Na impossibilidade de reduzir a tensão de alimentação das luminárias.4 A distância máxima entre dois pontos de iluminação de aclaramento deve ser de 15m ponto a ponto. pode ser utilizado um interruptor diferencial de 30mA com disjuntor termomagnético de 10A. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.1 Esta Norma Técnica se aplica às edificações e áreas de risco onde o sistema de iluminação de emergência for exigido. bem como seus comandos. para o seu perfeito funcionamento.5. 4. devem ter tensão máxima de alimentação de 30V. desde que atenda à NBR 10898. ventilado e que não ofereça risco de acidentes aos usuários.2 Adota-se a NBR 10898 naquilo que não contrariar o disposto nesta Norma Técnica.1 Outro distanciamento entre pontos pode ser aceito.1. 4. 2 APLICAÇÃO 2.1.6.8 O sistema de iluminação de emergência será elaborado de acordo com critérios estabelecidos na NBR 10. este deve ser construído ou protegido por material resistente ao fogo por 2 h. sem risco de incêndio.1 Grupo moto-gerador 4.1 Para efeitos desta Norma Técnica. 4. 2. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 2 .4.1. conforme NBR 6150. quando instaladas a menos de 2. 4. deve ser garantido que a tomada de ar seja realizada sem o risco de se captar a fumaça oriunda de um incêndio.2 Os componentes da fonte de energia centralizada de alimentação do sistema de iluminação de emergência.1 Esta Norma Técnica fixa as condições necessárias para o projeto e instalação do sistema de iluminação de emergência em edificações e áreas de risco.1.2 No caso de grupo moto-gerador instalado em local confinado.

O 010/2008 ACESSO DE VIATURAS NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2010 (Incluidas alterações da Portaria GAB CMD 020/2010.ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N. de 10/02/2010) Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 1 de 4  .

1.1. visando a disciplinar o seu emprego operacional na busca e salvamento de vítimas e no combate aos incêndios. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 2 de 4  . este deverá atender à largura mínima de 4m e altura mínima de 4.1.1 Condições gerais 4. condomínios comerciais e condomínios industriais que tenham arruamento interno e que seja necessário o acesso de viaturas operacionais do CBMCE para a busca e salvamento de vítimas e o combate aos incêndios.1. respeitadas as medidas mínimas indicadas.1.1.4 desta Norma Técnica.3 e 4.1. 4.1.2 Suportar viaturas com peso de 25.1.1 Via de acesso e faixa de estacionamento 4. desde que atendam aos itens 4. em formato de “Y” (Figura 3) ou em formato de “T” (Figura 4).1 Para efeitos desta Norma Técnica.3 Desobstrução em toda a largura e com altura livre mínima de 4.5. 2 APLICAÇÃO 2. 4.1 Largura mínima de 6m.1. que não os especificados acima. Figura 1 – Altura e largura mínimas de acesso à edificação 4.1. 4.1.1.1.1.4 Quando o acesso for provido de portão. 4.1.1.1.1.000 quilogramas-força.  CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 010/2008 ACESSO DE VIATURAS NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1.1. Figura 2 – Retorno circular 4. mas que garantam a entrada e a saída de viaturas.1.1.2.1. 4 PROCEDIMENTOS 4.1.1 Esta Norma Técnica fixa condições mínimas exigíveis para o acesso e estacionamento de viaturas do CBMCE nas edificações e áreas de risco.5 As vias de acesso que excedam 45 m de comprimento devem possuir retorno circular (Figura 2).1.1 Esta Norma Técnica se aplica aos condomínios residenciais.1. 4.1.1.1. 3 DEFINIÇÕES 3.1.1. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.6 São aceitos outros tipos de acessos com retornos.1.1.5m. conforme Figura 1.1 Características da via de acesso 4.1.

2.1. árvores ou qualquer outro elemento que possa obstruir a operação das viaturas.2.1.1. Figura 5 – Desnível lateral Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 3 de 4  .1. com placas de proibido parar e estacionar e com sinalização de solo demarcadas com faixas amarelas e identificadas com as palavras “RESERVADO PARA VIATURAS DO CORPO DE BOMBEIROS”.2.1.2.1. excetuando-se as edificações que possuírem áreas das unidades habitacionais até 50m2. conforme Figuras 5 e 6.1.1 Edificações com altura menor ou igual a 12m 4.2.1.1.1 Largura mínima de 8m. de 4.000 quilogramas-força.2. Figura 6 – Desnível longitudinal 4.8 A faixa de estacionamento deve ser adequadamente sinalizada.2. 4. 4.1.2.1.3 Suportar viaturas com peso de 25. medidas a partir de sua borda mais próxima. painéis.4.1.2 Características das faixas estacionamento 4.1.1.7 A faixa de estacionamento deve estar livre de postes. deve possuir via de acesso e faixa de estacionamento.1.2 A via de acesso deve atender ao disposto nos itens 4. a contar do meio-fio. 4.1.1. 4.1. 4.2.2 Comprimento mínimo de 15m.5 Deve existir pelo menos uma faixa de estacionamento paralela a uma das faces da edificação que possua aberturas (portas e ou janelas).2 Condições específicas Figura 4 – Retorno em “T” 4.4 O desnível máximo da faixa de estacionamento não poderá ultrapassar o valor de 5%. Figura 3 – Retorno em “Y” 4. conforme Figura 7.1.1.6 Distância máxima da faixa de estacionamento até a face da edificação deve ser de 8m.2.1 e seus subitens.1.1 Quando a edificação principal estiver afastada mais de 20m da via pública.1. tanto longitudinal quanto transversal. 4.2.

3 A faixa de estacionamento deve atender ao disposto nos itens 4.2. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 4 de 4  .2 As edificações multifamiliares.1.2 e seus subitens.2.3.1.1.3 Condomínio de residências unifamiliares 4.2.1. 4.2 e seus subitens.1.2. enquadradas como isentas de canalização preventiva poderão substituir as exigências desta Norma Técnica por instalação de hidrante(s) externo(s).2.2.2.500m .4. 4. podendo esta exigência ser substituída por instalação de hidrante(s) externo(s).1. 4.1.1 Deve possuir via de acesso atendendo ao disposto no item 4. 4. conectado(s) a tubulação seca interligada a hidrante de passeio situado na calçada da via pública.1 e seus subitens.1.4. cada risco deve ser atendido pela via de acesso e ter pelo menos uma faixa de estacionamento.2.1 e seus subitens.2.1.2. 4.1 No caso da edificação apresentar afastamento superior a 10m da via pública.4 No caso da edificação possuir riscos isolados 2 que ultrapassem 1.2.2 A via de acesso deve atender ao disposto nos itens 4.4.1. esta deve possuir via de acesso e faixa de estacionamento. cada risco deve ser atendido pela via de acesso e possuir pelo menos uma faixa de estacionamento.4 Considerações Gerais 4.2.1.2. Figura 7 – Faixa de estacionamento 4.1 As edificações com área total construída acima de 750m² e/ou mais de dois pavimentos dotadas de alarme contra incêndio poderão ser isentas das exigências desta Norma Técnica.3 A faixa de estacionamento deve atender ao disposto nos itens 4.2 Edificações com altura superior a 12m 4.1. conectado(s) a tubulação seca interligada a hidrante de passeio situado na calçada da via pública.2.4 No caso da edificação ser constituída de riscos isolados. 4.

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 011/2008 DESLOCAMENTO DE VIATURAS NA ZONA URBANA FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 2 .

Figura 1 – Retorno circular 4. 2 APLICAÇÃO 2. 4. visando a possibilitar o seu emprego operacional na busca e salvamento de vítimas e no combate aos incêndios. 4 PROCEDIMENTOS 4. 4.000 4.1. com peso de 25.4.5m. 4.1 Possuir largura mínima de 5m.2.2 Suportar viaturas quilogramas-força.1 Possuir largura mínima de 8m.1.1.2 e 4.1 Possuir altura livre mínima de 4. que não os especificados acima.2.1 Esta Norma Técnica deve orientar a elaboração dos planos de urbanização dos municípios cearenses. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 2 .2 Passagens subterrâneas e viadutos 4.1 Esta Norma Técnica fixa as condições mínimas exigíveis para o deslocamento de viaturas de bombeiros na zona urbana.1 Para efeitos desta Norma Técnica.1 São aceitos outros tipos de retornos.2 Suportar viaturas quilogramas-força.1.5m.1. 4.3.3.3 Altura livre mínima de 4. em formato de “Y” (Figura 2) ou em formato de “T” (Figura 3).1. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.5m.1.3 Passarelas 4.1. desde que atendam aos itens 4. 3 DEFINIÇÕES 3.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 011/2008 DESLOCAMENTO DE VIATURAS NA ZONA URBANA SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1. 4.4 A via urbana que exceda 45m de comprimento deve possuir retorno circular (Figura 1).2.1 Via Urbana 4.000 Figura 2 – Retorno em “Y” 4.3. respeitadas as medidas mínimas indicadas.3 Desobstrução em toda a largura e com altura livre mínima de 4. com peso de 25. mas que garantam a entrada e a saída de viaturas. Figura 4 – Retorno em “T” 4.1.

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 012/2008 SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 3 .

não deve ser superior a 30m. 4.3 Todo sistema deve ter duas fontes de alimentação.1 O projeto de sistemas de detecção e alarme de incêndio deve conter os elementos necessários ao seu completo entendimento.1 A principal é a rede de tensão alternada e a auxiliar é constituída por baterias ou “no-break”. 4. sendo que só será aceita essa comunicação. 3 DEFINIÇÕES 3. esta deve ter autonomia mínima de 24 h em regime de supervisão.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 012/2008 SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1. junto à central. 4. 4.8 Preferencialmente. 4.1 Em locais de grande concentração de pessoas. desde que exista brigada de incêndio na edificação.3.6.9 Nos edifícios com mais de um pavimento.3.7 A distância máxima a ser percorrida por uma pessoa. 4. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. caso não sejam tomadas às ações necessárias para verifi car o pré-alarme da central. os acionadores manuais devem ser localizados junto aos hidrantes. para suprimento das indicações sonoras e/ou visuais ou o tempo necessário para a evacuação da edificação.2 No entanto. com tempo de retardo de no máximo 2min. em qualquer ponto da área protegida até o acionador manual mais próximo.4 As centrais de detecção e alarme deverão ter dispositivo de teste dos indicadores luminosos e dos sinalizadores acústicos. sendo que no regime de alarme deve ser de no mínimo 15min. o alarme geral é obrigatório para toda a edificação. também deverá ter os mesmos parâmetros de autonomia mínima. 4.3. para evitar tumulto. 4.5 A central de alarme/detecção e o painel repetidor devem ficar em local onde haja constante vigilância humana e de fácil visualização. 4 PROCEDIMENTOS 4. 4. que deve ser audível em toda edificação. 4.6.6.3 Quando a alimentação auxiliar for por gerador.1 Esta Norma Técnica aplica-se a todas as edificações onde se exigem os sistemas de detecção e alarme de incêndio. conforme norma técnica específica. deverá ser previsto pelo menos um acionador manual em cada pavimento.1 Para efeitos desta Norma Técnica. 4. pode-se ainda optar por uma mensagem eletrônica automática de orientação de abandono.6. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 3 . 4.2 Os detalhes para execução gráfica do PSIP devem atender aos procedimentos exigidos pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. 2 APLICAÇÃO 2. 4. como pré-alarme.6 A central deve acionar o alarme geral da edificação.3 Nesses tipos de locais.2 Quando a fonte de alimentação auxiliar for constituída por bateria de acumuladores ou “no-break”. ao invés do alarme geral. o alarme geral pode ser substituído por um sinal sonoro (pré-alarme) apenas na sala de segurança. 4.4 Mesmo com o pré-alarme na central de segurança.1 Esta Norma Técnica estabelece os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento dos sistemas de detecção e alarme de incêndio em edificações e áreas de risco. cujos procedimentos para elaboração do PSIP devem atender à Norma Técnica nº 001/2008. 4. a central deve possuir um temporizador para o acionamento posterior do alarme geral.

não devendo o período total ultrapassar o tempo requerido de resistência ao fogo da estrutura. 4. será obrigatória também a instalação de avisadores visuais.22. será obrigatória a instalação de avisadores visuais e sonoros. caso o acionador manual do piso principal dê cobertura/caminhamento para a área do mezanino.8.8. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 3 . para aviso visual sobre as saídas de emergência pode ser acrescentada à execução do sistema de alarme e detecção.25 O sistema de detecção e alarme será elaborado de acordo com critérios estabelecidos na NBR 9.23 Em locais em que a altura da cobertura do prédio prejudique o sensoriamento dos detectores. onde o acionador manual é opcional. tais como interfone.17 Nas centrais de detecção e/ou alarme é obrigatório conter um painel/esquema ilustrativo indicando a localização com identificação dos acionadores manuais ou detectores dispostos na área da edificação. 4. respeitadas as características técnicas da central. será obrigatória a instalação de detectores nos entreforros e entrepisos (pisos falsos) que contenham instalações com materiais combustíveis.441. 4. 4. desde que haja um retorno do alarme. não seja possível ouvir o alarme geral. atendendo ao item 4. Esse painel pode ser substituído por um display da central que indique a localização do acionamento. quando do pedido de vistoria. danceteria.21.13 Quando houver exigência de sistema de detecção para uma edificação. 4. etc. 4.15 Os eletrodutos e a fiação devem atender aos itens 5.20 A colocação de leds de alto brilho. bem como naqueles pontos em que não se recomenda o uso de detectores sobre equipamentos. anotação de responsabilidade técnica preenchida pelo responsável técnico pela instalação do sistema de detecção. a contar dos mais elevados. 4. 4. dança. 4. devem ser usados detectores com tecnologias.) onde se tem naturalmente uma situação acústica elevada. será obrigatória a instalação de acionadores manuais.24 Deverá ser apresentado à Coordenadoria de Atividades Técnicas. discoteca. podem ser acrescentados sistemas complementares de confirmação de indicação de alarme. nos locais onde a produção de fumaça seja esperada em grande quantidade.21.16 Os acionadores manuais instalados na edificação devem obrigatoriamente conter a indicação de funcionamento (cor verde) e alarme (cor vermelha) indicando o funcionamento e supervisão do sistema.14 Os elementos de proteção contra calor que contenham a fiação do sistema deverão ter resistência mínima de 60min.11 Onde houver sistema de detecção instalado. quando a central do sistema for do tipo convencional.1 a 5. garantindo que os detectores foram instalados de acordo com o prescrito na NBR 9441.21 Edifícios residenciais acima de 23m deverão ter. 4.1 As garagens de edifícios residenciais que se valerem do sistema de interfone como substituto do alarme devem possuir interfone devidamente sinalizado.22.1 A distribuição segue o mesmo critério dos acionadores manuais.7.2 O intervalo de alarme entre o conjunto de três pavimentos deve ser de no máximo de 2min. com seqüência de 10 segundos e no mínimo 1min de duração. 4. espetáculos. 4.3. 4.10 Os mezaninos estarão dispensados desta exigência. desde que não contrarie as adequações constantes desta Norma Técnica. quando houver a exigência de sistema de detecção e alarme. rede rádio. bem como o dispositivo do item 4. 4. tal procedimento deve se repetir em seqüência de alarme de três em três pavimentos.16.19.3. informando que a central recebeu a identificação.5 da NBR 9441/98. que atuem pelo princípio de detecção linear de absorção da luz (“beam detector”). etc. música. 4. exceto para ocupações das divisões F6.. devidamente sinalizados. 4. 4. para a pessoa que acionou o dispositivo. 4. dispositivo de alarme paralelo que emita som ao mesmo tempo para todos os apartamentos.1 Após o abandono desses três pavimentos.22 Edifícios com escada pressurizada poderão ter alarme setorizado alarmando conjuntamente o pavimento sinistrado e os dois outros contíguos acima e abaixo.12 Nos locais onde. quando há sistema de detecção.18 Nos locais de reunião de público (casas de show.4.19 Em locais de ocupação de indústria e depósito com alto risco de propagação de incêndio. 4. devido a sua atividade sonora intensa. salões de baile.1 Quando a central for do tipo inteligente pode ser dispensada a presença dos leds nos acionadores. 4. no sistema de interfone.

O 013/2008 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 10 .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

1 Esta Norma Técnica estabelece os parâmetros da compartimentação horizontal e da compartimentação vertical. com extensão mínima de 0.4. em lados opostos da parede corta-fogo de compartimentação. externo à edificação.2 desta Norma Técnica. deve ser determinada por meio da NBR 10636. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 10 . no que tange aos panos de alvenaria ou de painéis pré-moldados fechando o espaço entre os elementos estruturais.2 Características de construção 4. 4. c) Vedadores corta-fogo. 3 DEFINIÇÕES 3.1.1 A compartimentação horizontal é constituída dos seguintes elementos construtivos: a) Paredes corta-fogo de compartimentação. a 1 m acima da linha de cobertura (telhado). 2 APLICAÇÃO 2. pertencentes a áreas de compartimentação horizontal distintas dos edifícios devem estar distanciadas de forma a evitar a propagação do incêndio por radiação térmica. e) Selos corta-fogo.1. b) Portas corta-fogo.1 Compartimentação horizontal 4.1. e) a distância mencionada no item anterior poderá ser substituída por um prolongamento da parede cortafogo de compartimentação. f) a resistência ao fogo da parede corta-fogo de compartimentação.1 Para efeitos desta Norma Técnica. 4 PROCEDIMENTOS 4.1 Esta Norma Técnica aplica-se todas as edificações onde são exigidas a compartimentação horizontal e acompartimentação vertical. serão exigidos os seguintes requisitos: a) a parede corta-fogo de compartimentação deverá ser construída entre o piso e o teto devidamente vinculada à estrutura do edifício. c) as paredes mencionadas no item anterior devem ser dimensionadas estruturalmente de forma a não entrarem em colapso caso ocorra a ruína da cobertura do edifício do lado afetado pelo incêndio. entre pavimentos elevados consecutivos (compartimentação vertical). f) Afastamento horizontal entre aberturas. com reforços estruturais adequados.1 Para os ambientes compartimentados horizontalmente entre si.1. h) as distâncias requeridas no item anterior podem ser suprimidas caso as aberturas sejam protegidas por portas ou vedadores corta-fogo ou vidros corta-fogo. g) as aberturas situadas em fachadas paralelas ou ortogonais. no mínimo. b) no caso de edificações que possuem materiais construtivos combustíveis na cobertura (estrutura ou telhado). conforme previsto na o Norma Técnica n.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 013/2008 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1. a parede corta-fogo de compartimentação deverá estender-se. d) Registros corta-fogo (dampers). estes atendendo às condições da NBR 14925 e apresentando resistência ao fogo conforme as condições do item 4. i) cada setor compartimentado deverá possuir facilidade de acesso para alcançar as saídas de emergência. devem ser afastadas horizontalmente entre si por trecho de parede com dois metros de extensão devidamente consolidada à parede corta-fogo de compartimentação e apresentando a mesma resistência ao fogo. ou seja. estabelecendo detalhamentos técnicos relativos à área de compartimentação.2. já a resistência ao fogo dos seus elementos estruturais deve ser dimensionada para situação de incêndio. 001/2008. que permita o abandono rápido das pessoas (ver Figura 1). para isso devem ser consideradas as condições de dimensionamento estabelecidas na norma técnica específica. de forma a impedir a propagação de incêndio no pavimento de origem para outros ambientes no plano horizontal (compartimentação horizontal) e a propagação de incêndio no sentido vertical.9m. d) as aberturas situadas na mesma fachada.

telefônicas e outros que permitam a comunicação direta entre áreas compartimentadas devem ser seladas de forma a promover a vedação total cortafogo atendendo às seguintes condições: a) devem ser ensaiadas para caracterização da resistência ao fogo seguindo os procedimentos da NBR 6479. c) quando houver necessidade de passagem entre ambientes compartimentados providos de portas de acordo com a NBR 11711. pela existência de obstáculos na abertura.5m . c) quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de incêndio.2. representados. b) os tubos plásticos de diâmetro interno superior a 40mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo em um dos lados da parede.1 As aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo. Figura 1 – Compartimentação horizontal 4. sendo aplicáveis as seguintes condições: 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 10 .3. desde que as dimensões máximas especificadas nesta norma sejam respeitadas.3. por esteiras transportadoras. a) as portas corta-fogo devem atender ao disposto na norma NBR 11742 para saída de emergência e NBR 11711 para compartimentação em ambientes comerciais e industriais. b) na situação de compartimentação de áreas de edificações comerciais e industriais são aceitas também portas corta-fogo de acordo com a norma NBR 11742.3. hidrossanitárias.4 Selos corta-fogo 4.4.2 Portas corta-fogo 4. desde que a área da 2 abertura não ultrapasse 1.3.1 As portas destinadas à vedação de aberturas em paredes corta-fogo de compartimentação devem ser do tipo corta-fogo.1 Quaisquer aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação destinadas à passagem de instalações elétricas.3 Proteção das aberturas nas paredes cortafogo de compartimentação 4. o fechamento automático dos vedadores deve ser comandado por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441. pode-se utilizar alternativamente a proteção por cortina d’água.4.1.1.3.3. por exemplo. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e deve ser prevista a possibilidade de fechamento dos dispositivos de forma manual na central do sistema. d) na impossibilidade de serem utilizados vedadores corta-fogo.3. de forma que cada área compartimentada seja dotada de saídas para o exterior da edificação e áreas adjacentes (ver Figura 1). 4.3 Vedadores corta-fogo 4.1.1. atendendo aos parâmetros das normas técnicas específicas.1. 4.3.1. devem ser instaladas adicionalmente portas de acordo com a NBR 11742 (ver Figura 1).1.2.1.1 As aberturas nas paredes corta-fogo de compartimentação de passagem exclusivas de materiais devem ser protegidas por vedadores cortafogo atendendo às seguintes condições: a) os vedadores corta-fogo devem atender ao disposto na norma NBR 11711. b) caso a classe de ocupação não se refira a edifícios industriais ou depósitos.1.2 A compartimentação horizontal deve ser compatibilizada com o atendimento da norma técnica específica.

2 Em subsolos não destinados exclusivamente ao estacionamento de veículos. os quartos de hotéis. conforme norma técnica específica.1. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e o fechamento dos dispositivos deve poder ser efetuado por decisão humana na central do sistema. para efeito desta Norma Técnica.2.5 Registros corta-fogo (dumpers) 4. f) vedadores corta-fogo.4.4 Características de resistência ao fogo 4.2.5. além da adequada selagem cortafogo da abertura em torno dos dutos.3 As paredes divisórias entre unidades autônomas e entre unidades e as áreas comuns.5 Condições especiais da compartimentação horizontal 4. e) a falha do dispositivo de acionamento do registro corta-fogo deve se dar na posição de segurança. B.5. o fechamento automático dos registros deve ser comandado por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441. f) os dutos de ventilação.3.1.2 Compartimentação vertical 4.1 A compartimentação horizontal está dispensada nas áreas destinadas exclusivamente a estacionamento de veículos. 4. garantindo resistência ao fogo igual a das paredes.1 O mesmo se aplica às portas das unidades autônomas que dão acesso aos corredores e/ou hall de entrada. H5 e H6) devem possuir requisitos mínimos de resistência ao fogo. as salas de aula. a área de 2 compartimentação será de 500 m .2. porém nunca inferior a 60min. 4. 4. 4.2 São consideradas unidades autônomas. que permitam realizar a exaustão de gases e fumaça do ambiente. os apartamentos residenciais.5. g) os elementos construtivos corta-fogo/pára-chama de separação vertical entre pavimentos consecutivos. d) quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de fumaça. 4. 4. ar-condicionado e/ou exaustão.1.c) a destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem.1 Áreas superiores a 500 m deverão possuir medidas de proteção analisadas pela Câmara Técnica. b) enclausuramento de escadas por meio de parede corta-fogo de compartimentação. devem existir registros corta-fogo devidamente ancorados à parede corta-fogo de compartimentação.2 Os elementos de proteção das aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação podem apresentar TRF de 30min menor que a resistência das paredes corta-fogo de compartimentação.1.3.3. d) selos corta-fogo.1. que devem também ter os requisitos de resistência ao fogo conforme o prescrito na norma técnica específica. E e H (H2. 4.5. c) no caso da classe de ocupação não se referir aos edifícios industriais ou depósitos.1. poços para outras finalidades por meio de porta párachama.2.4 Em complementação aos sistemas de proteção. motéis e flats.5. e) registros corta-fogo (dumpers). b) os registros corta-fogo devem ser dotados de acionamentos automáticos comandados por meio de fusíveis bimetálicos ou por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 9441.1 Quando dutos de ventilação.5.4. 4. H3. c) enclausuramento de elevadores e monta-carga.1.1.1 No interior da edificação.1. as enfermarias e quartos de hospital. 4.3. ar-condicionado ou exaustão atravessarem paredes corta-fogo de compartimentação.1. 4. que não possam ser dotados de registros cortafogo. h) selagem perimetral corta-fogo.2.3.5. de acordo com o prescrito na norma técnica específica.2 Características de construção 4. os subsolos deverão possuir aberturas de ventilação adequadas ao exterior. devem ser dotados de proteção em toda a extensão (de ambos os lados das paredes). 4.2 As seguintes condições devem ser atendidas: a) os registros corta-fogo devem ser ensaiados para caracterização da resistência ao fogo seguindo os procedimentos da NBR 6479.5. as áreas de compartimentação horizontal devem ser separadas por paredes corta-fogo de compartimentação.1. 4.1. 4. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento do registro. para as ocupações dos grupos A (A2 e A3). as celas de presídios e assemelhados.1 A compartimentação vertical é constituída dos seguintes elementos construtivos: a) entrepisos corta-fogo. ou seja. devendo atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (TRF).1.5.1 Compartimentação vertical na envoltória do edifício 2 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 10 .1.

com intuito de dificultar a propagação vertical do incêndio pelo exterior dos edifícios: a) deve existir separação na fachada entre aberturas de pavimentos consecutivos. tais selos devem ser fixados aos elementos de separação de modo que sejam estruturalmente independentes dos caixilhos da fachada. estes devem apresentar altura mínima de 1. f) os materiais transparentes ou translúcidos das janelas devem ser incombustíveis. as abas devem projetar-se. a incombustibilidade desses materiais deve ser determinada em ensaio utilizandose o método ISO 1182. vigas ou prolongamentos dos entrepisos.2.2.2. 4.2. Figura 2 – Compartimentação vertical c) quando a separação for provida por meio dos prolongamentos dos entrepisos.2.2. de forma a garantir a resistência ao fogo do conjunto.3 A resistência ao fogo dos entrepisos deve ser determinada por meio de ensaio segundo a NBR 5628 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 10 .2.2. c) as frestas ou as aberturas entre a “fachada-cortina” e os elementos de separação devem ser vedados com selos corta-fogo em todo perímetro.9 m além do plano externo da fachada (Figura 3 – Anexo A desta IT).2m separando aberturas de pavimentos consecutivos (ver Figura 2).1 As seguintes condições devem ser atendidas pelas fachadas. exceção feita aos vidros laminados.2 Os entrepisos podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de outros materiais que garantam a separação física dos pavimentos. cuja resistência ao fogo não deve ser comprometida pelas transposições que intercomunicam pavimentos. ou seja.1.1 Nas edificações com fachadas totalmente envidraçadas ou “fachadas-cortina” são exigidas as seguintes condições: Figura 3 – Compartimentação vertical (entrepiso) 4.2. d) os selos corta-fogo perimetrais indicados no item anterior deverão ser detalhados em projeto atendendo os requisitos da Norma Técnica nº 001/2008.2. de forma a não comprometer a resistência ao fogo destes elementos.1 desta Norma Técnica.1 A compartimentação vertical no interior dos edifícios é provida por meio de entrepisos. e) as fachadas pré-moldadas devem ter seus elementos de fixação devidamente protegidos contra a ação do incêndio e as frestas com as vigas e/ou lajes devidamente seladas. b) quando a separação for provida por meio de vigas e/ou parapeitos. 4. d) os elementos de separação entre aberturas de pavimentos consecutivos e as fachadas cegas devem ser consolidadas de forma adequada aos entrepisos. a incombustibilidade desses materiais devem ser determinada em ensaios utilizando-se o método ISO 1182. 4. exceção feita aos vidros laminados. que podem se constituir de vigas e/ou parapeito ou prolongamento dos entrepisos. além do alinhamento da fachada. b) devem ser previstos atrás destas fachadas. 0.2 Compartimentação vertical no interior dos edifícios 4. de acordo com o item 4. instalados parapeitos.4. elementos de separação. no mínimo.2.2.2.2.2.1.2.2. a) os caixilhos e os componentes transparentes ou translúcidos devem ser compostos por materiais incombustíveis.

podem ser substituídas pelo enclausuramento dos halls de acesso aos elevadores.3. deve ser determinada por meio da NBR 10636. f) no caso de dutos de ventilação.3 Escadas 4. 4. b) as portas corta-fogo de ingresso nas escadas e entre as antecâmaras e a escada devem atender ao disposto na NBR 11742. c) os poços destinados a elevadores. já a resistência ao fogo dos seus elementos estruturais deve ser dimensionada para situação de incêndio. g) Caso esses registros não possam ser instalados. ar-condicionado e exaustão que atravessarem as lajes. construídas e instaladas de acordo com NBR 11711. caracterizados de acordo com o método ISO 1182.1 Os poços destinados a elevadores devem ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos.3.4 Elevadores 4. b) as aberturas existentes nos entrepisos.2. d) suas aberturas devem ser protegidas por vedadores pára-chamas os quais devem apresentar resistência ao fogo igual às das paredes.2. além da selagem da passagem destes equipamentos. 4.1.2.3. todas as aberturas no entrepiso destinadas às passagens das instalações de serviços devem ser vedadas por selos corta-fogo. c) as portas pára-chamas.2.4 Deve atender às seguintes condições: a) no interior da edificação. os trechos das escadas que provém do subsolo ou dos pavimentos elevados devem ser enclausurados de maneira equivalente a todos os outros pavimentos. mantidas permanentemente abertas e comandadas por sistema de detecção automática de fumaça. por meio de paredes e portas corta-fogo.2.2.2.2. 4.3.3.2.3. f) a exigência de resistência ao fogo das paredes de enclausuramento da escada também se aplica às antecâmaras quando estas existirem. seguindo-se as orientações contidas na norma técnica específica.4.2. d) as portas corta-fogo das escadas devem permanecer fechadas. f) as portas mencionadas no item anterior não devem estar incluídas nas rotas de fuga. monta-carga e outras finalidades devem ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação.3.2. d) as portas corta-fogo mencionadas no item anterior devem fechar automaticamente em caso de incêndio.3. devem ser protegidas por vedadores corta-fogo.4.1 As escadas devem ser enclausuradas por meio de paredes corta-fogo de compartimentação e portas corta-fogo.4.3.2 As portas de andares dos elevadores devem ser classificadas como pára-chamas. de acordo com a NBR 9441. por meio de portas retráteis corta-fogo. devidamente consolidadas de forma adequada às lajes dos pavimentos.1 Os entrepisos devem enquadrar-se na categoria compartimentação e podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de materiais que garantam a separação física de pavimentos no interior dos edifícios.1.3.3 Entrepisos 4.ou dimensionada de acordo com norma brasileira pertinente. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 10 .3. conforme item anterior. com resistência ao fogo.3.2.2. e) nos pavimentos de descarga. devidamente ancorados à laje. 4.3.2.2. as quais devem atender aos requisitos da norma técnica específica.3 As seguintes condições devem ser adicionalmente consideradas: a) devem ser atendidas as condições estabelecidas no item 4. e) uma outra alternativa às portas pára-chamas de andar constitui-se de enclausuramento dos halls dos elevadores. atendendo às seguintes condições: a) a resistência ao fogo da parede de compartimentação.2. fechando automaticamente em caso de incêndio e atendendo ainda ao disposto no item 5.2. exceção feita à pintura de acabamento. e) as escadas devem ser enclausuradas por meio paredes corta-fogo de compartimentação e portas corta-fogo. b) as portas de andares dos elevadores não devem permanecer abertas em razão da presença da cabine nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura.2.2.2.1.2.2.3. 4. toda tubulação deve estar protegida de forma a apresentar resistência ao fogo conforme requisitos da norma técnica específica.3. 4.2.2. comandadas por sistema de detecção automática de fumaça devendo atender ao disposto na NBR 11742 e as disposições constantes do item 4.2. 4. devem existir registros corta-fogo.2 As aberturas existentes nos entrepisos devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo.2. tais selos podem ser substituídos por paredes corta-fogo de compartimentação cegas posicionadas entre piso e teto. c) as portas corta-fogo utilizadas para enclausuramento das escadas devem ser construídas integralmente com materiais incombustíveis. mas não trancadas. no que tange aos panos de alvenaria ou de painéis pré-moldados fechando o espaço entre os elementos estruturais.2.

podendo. 4.2.2.3.2.2. ou seja.4.2.3.2. i) as portas de andar de elevadores e as portas de enclausuramento dos halls devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. 4. b) os elementos de compartimentação do átrio devem apresentar resistência ao fogo. arcondicionado ou exaustão atravessarem os entrepisos.2. 4. 4.3.2.5. as áreas distintas de compartimentação horizontal não devem intercomunicar-se através do átrio nos pavimentos.3.5 Monta-cargas 4. requerendo na primeira situação um esforço máximo de 130N.2.9.2 A condição básica a ser atendida por qualquer átrio é a seguinte: a) cada átrio deve fazer parte exclusivamente de uma única prumada de áreas de compartimentação horizontal.3.2.2.2.2. é necessário que as seguintes condições adicionais sejam atendidas: a) compartimentação do átrio deve ser feita em todos os pavimentos servidos em seu perímetro interno ou no perímetro da área de circulação que o rodeia em cada pavimento.2.5. as derivações existentes nos pavimentos devem ser protegidas por registros cortafogo.1.2.2.2 Caso os dutos de ventilação.3.9 Átrios 4.3. 4.g) as portas retráteis corta-fogo também devem ser abertas ou fechadas no local de sua instalação. h) o enclausuramento dos halls dos elevadores permitirá a disposição do elevador de emergência em seu interior.2.3 Para que a existência do átrio não afete a compartimentação vertical.8.3.1.5.2 As portas de andar devem ser classificadas como pára-chamas.3.3.3.2. arcondicionado e exaustão não possam ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos. de correr ou de deslocamento horizontal.1.3.2. vidros corta-fogo e vedadores cortafogo.1. 4.2.1 As aberturas nos entrepisos de passagem exclusiva de materiais devem ser protegidas por vedadores corta-fogo. hidrossanitárias. telefônicas e outras. c) as portas mencionadas devem ser ensaiadas seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.2.1.2.2.3. inclusive.2.2. manual ou mecanicamente.9.2. além da adequada selagem corta-fogo da abertura em torno do duto.1 Quando dutos de ventilação. 4.2. devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: a) devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.2. 4. 4. garantindo a adequada resistência ao fogo.2.3.3. c) as paredes corta-fogo de compartimentação devem atender às condições estabelecidas no item 4. cujo acionamento deve atender às condições estabelecidas no item 4. c) a destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem.3 As seguintes condições devem ainda ser consideradas: a) devem ser atendidas as condições estabelecidas no item 4.3.5.3. b) os tubos plásticos com diâmetro interno superior a 40mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo abaixo do entrepiso.3.3.3 Nesse caso.3. que permitam a comunicação direta entre os pavimentos de um edifício. atendendo às condições estabelecidas no item 4. devem existir registros corta-fogo devidamente ancorados aos entrepisos e atendidas as condições estabelecidas no item 4.6 Prumadas das instalações de serviço 4.1 Quaisquer aberturas existentes nos entrepisos destinadas à passagem de instalação elétrica. constituírem-se por paredes corta-fogo de compartimentação.2. devendo atender a uma série de condições para não facilitarem a propagação do incêndio. devendo ser Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 7 de 10 .3.3.6.1 Os átrios devem ser entendidos como espaços no interior de edifícios que interferem na compartimentação horizontal ou vertical. d) os vedadores corta-fogo podem ser retráteis. ar-condicionado e exaustão 4.2. 4.8 Aberturas de passagem de materiais 4.1 Os poços destinados à monta-carga devem ser constituídos por paredes corta-fogo de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos. 4.7.2.3.2. b) as portas de andar do monta-carga não devem permanecer abertas em razão de presença da cabine nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura.5.9. d) alternativamente às portas pára-chamas do montacarga.2.7.2.2.3.7 Aberturas de passagem de dutos de ventilação.2.3.2. devem ser dotados de proteção em toda a extensão. os halls de acesso aos elevadores devem ser enclausurados conforme as condições estabelecidas no item 4.7.

3.3 Áreas máximas de compartimentação 4.compostos integralmente por materiais incombustíveis. b) as selagens das prumadas das instalações de serviço e os registros protegendo aberturas de passagem de dutos de ventilação.3.3 Como exceção às regras estabelecidas em 4. conforme estabelecido em norma técnica específica.3. comandado por sistema de detecção automática de fumaça.2. ao TRRF igual ao estabelecido na norma técnica específica. porém nunca inferior a 60 min.10.1 tem-se o seguinte: a) as paredes de enclausuramento das escadas e elevadores de segurança.2. rampas destinadas à circulação de pessoas. incluindo as fachadas sem aberturas (cegas). respectivamente.2.2. as áreas distintas de compartimentação horizontal não devem intercomunicar-se através dos dutos de ventilação permanente. ar condicionado ou exaustão.2.2. desde que o somatório de áreas desses pavimentos não ultrapasse os valores estabelecidos para a compartimentação horizontal.2. quanto à resistência ao fogo. cujo acionamento deve atender às condições estabelecidas no item 4.2 Os elementos de proteção das transposições nos entrepisos (selagens corta-fogo) e os elementos de compartimentação vertical na envoltória do edifício.3.1. 4. 4. d) os dutos de ventilação. dutos e shafts de instalações dos subsolos Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 8 de 10 .2.2. e) as condições de fechamento dos vedadores mencionados no item anterior devem ser tais que não ofereçam risco de provocar acidentes e ferimentos nas pessoas. d) alternativamente ao disposto na alínea “c” deste item. por intermédio de átrios. e) as paredes e registros corta-fogo tratadas em 4.2. 4.2.2.11.3.3. c) as portas corta-fogo de ingresso nas escadas em cada pavimento devem apresentar resistência mínima ao fogo de 90min quando forem únicas (escadas sem antecâmaras) e de 60min quando a escada for dotada de antecâmara.2.3.1 Para o estabelecimento das áreas máximas de compartimentação horizontal deve-se atender aos valores estabelecidos no Anexo A.2.1 As prumadas totalmente enclausuradas por onde passam as instalações de serviço. 4. não podendo ser inferior a 180min. 60min e 30min.1. os tempos requeridos de resistência ao fogo conforme norma técnica específica. 4. como esgoto e águas pluviais. 4.1. no mínimo.2. 4. 4. devem atender aos TRRF conforme norma técnica específica.3.3. conforme Anexo A.3.2.1 Portas e vedadores corta-fogo podem apresentar TRRF de 30 min menor que as paredes.2 e 4. no mínimo. porém nunca inferior a 60min.3.3. 4. escadas. exclusivamente.10.5.3.3.2.3.1 Os entrepisos devem atender aos TRRF.5 As escadas. ou seja.10 Prumadas enclausuradas 4.11 (prumadas de ventilação permanente) devem apresentar resistência mínima ao fogo de.11 Prumadas de ventilação permanente 4.4 Não será considerada a compartimentação vertical nos casos de interligação de pavimentos consecutivos (nos pisos acima do térreo). dutos e antecâmaras. e) as paredes que compõem estas prumadas devem atender ao disposto no item 4.1.3. quando não podem ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos devem ser protegidos em toda a extensão de forma a garantir a resistência mínima ao fogo de 120min. devem atender.2.2.2. de uma única prumada de áreas de compartimentação horizontal.2 As paredes de enclausuramento devem atender ao disposto no item 4. 4. cada derivação das prumadas deve ser protegida por registro corta-fogo.2. não necessitam ser seladas desde que as paredes sejam corta-fogo e as derivações das instalações que as transpassam sejam devidamente seladas. b) cada prumada de ventilação deve fazer parte. devem estar de acordo com a NBR 9441. ar-condicionado e exaustão e prumada de ventilação permanente devem apresentar. se os vedadores apresentarem fechamento automático.2.3 Características de resistência ao fogo 4.2.2.3. rampas de circulação ou escadas rolantes. constituídas pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas.2.1 Os dutos de ventilação permanentes de banheiro e similares devem atender às seguintes condições para que não comprometam a compartimentação vertical dos edifícios: a) devem ser integralmente compostos por materiais incombustíveis. porém nunca inferior ao TRRF estabelecido na norma técnica específica.3. c) a prumada de ventilação permanente deve ser compartimentada em relação às demais áreas da edificação não destinadas a banheiros ou similares por meio de paredes e portas corta-fogo. limitando-se no máximo a três pavimentos consecutivos. devem estar caracterizados através dos procedimentos de ensaio da NBR 6479.3. porém. 4.2.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 9 de 10 . bem como corredores internos que proporcionem o fracionamento do risco.6 Recomenda-se que as áreas descobertas destinadas ao armazenamento de produtos combustíveis possuam afastamentos dos limites da propriedade.devem ser compartimentados integralmente em relação ao piso térreo. piso de descarga e demais pisos elevados. 4. de forma a dificultar a propagação do fogo e facilitar as operações de combate a incêndio.

000 2. E-3.000 1. H-2. G-2. C-2 C-3 D-1. H-5.500(1) (4) − 10.000 (1) 3. D-2.000 CT 1. G-3 G-4 G-5 H-1.000 −(4) 5.ANEXO A Tabela de área máxima de compartimentação GRUPO TIPO DENOMINAÇÃO ALTURA A-1. F-4. M-5.000 CT TIPOS DE EDIFICAÇÕES III IV Edificação de Edificação de baixa-média média altura altura 6m < H ≤ 12m 12m < H ≤ 24m −(4) −(4) 4.000 1. M-7 NOTAS: (1) A área de compartimentação pode ser aumentada em 100% caso haja sistema de detecção de fumaça e controle de fumaça. M-6. (2) A edificação destinada a clínica com internação (H-6) será enquadrada como H-3.500(1) 4.000 CT CT (4) (4) − − (4) − 2.000 −(4) 10.500 CT CT CT CT CT CT VI Edificação alta H > 30m −(4) 1. A-2.000 CT CT V Edificação medianamente alta 24m < H ≤ 30m −(4) 2.500 2.000 1.000 5.500 2.500(1) −(4) −(4) (4) − −(4) (1) 2.000 2.500 1. (3) CT – Câmara Técnica (4) As edificações estão dispensadas da compartimentação horizontal.000 (1) 2. E-5.000 −(4) −(4) 3.500 CT CT CT 500 3.500 2. D-4 E-1.000 −(4) 1. conforme normas técnicas específicas.000(1) 7.500 2.500 −(4) −(4) 3.500 1.000 2.500(1) 2.000 CT CT 1.000 2. D-3.000 800 −(4) −(4) 1.500 1.000 CT CT CT CT CT CT CT CT 2. E-6 F-1.000 800 −(4) −(4) 800 CT 800 −(4) 1.000(1) 100 CT CT 1.000 1.500 1. E-2.000 3.000 CT (4) − (4) − (4) − 7.000 750 II Edificação baixa H ≤ 6m −(4) 5. H-4. mantendo a compartimentação vertical.000 −(4) −(4) −(4) −(4) (4) − 2.000 CT (4) − 1.000 1. A-3 B-1. F-3.000 CT (4) − 1. I Edificação térrea Um pavimento −(4) −(4) (1) 5.000 5. F-2.500 800 −(4) 1.500 1.000 (1) 5.500 −(4) 5.000 −(4) −(4) (4) − −(4) (1) 5. H-6(2) H-3 I-1.000 2.000 3.000 1.000 3. E-4.000 5.000 3. F-6.000 5.000 CT (4) − (4) − 10.000 1. F-8 F-7 F-10 G-1.500 1.000 −(4) 1.000 1. L-3 M-1 M-2 M-3 M-4.000 2. F-9 F-5.500 2.000 1. B-2 C-1.000 CT CT CT CT CT CT Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 10 de 10 .000 1. I-2 I-3 J-1 J-2 J-3 J-4 L-1 L-2.

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 014/2008 FOGOS DE ARTIFÍCIO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 4 .

f) sistema de proteção contra descarga atmosférica e aterramento. j) o local deverá ter prévia aquiescência da prefeitura municipal. por peça. 4. 4. b) possuir entradas distintas. c) “pots-à-feu”. 3 DEFINIÇÕES 3. teatros. mercados. 4. para fins desta Norma Técnica. b) lojas térreas. aplicam-se os seguintes requisitos: a) apresentar PSIP independente de área construída.1 Esta Norma Técnica aplica-se às edificações destinadas ao comércio varejista de fogos de artifício. incisos I e II.2 “Classe B” a) os fogos de estampido que contenham até 0. incisos I e II. traumas graves. 4. incisos III e IV. sem bomba. feiras de Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 4 . c) cinemas. em razão de sua periculosidade. face ao risco que representam e restrições quanto ao uso. danos que invalidem a reutilização da edificação. “morteirinhos de jardim”. R 105. de 21 de novembro de 2000. em área urbana. praças de esportes públicos ou particulares.3 Às edificações de comércio varejista de fogos de artifício.1.2 As classes C e D.3 Afastamentos de outras edificações 4.2.1.1. 112. não são objeto desta Norma Técnica. b) foguetes com ou sem flecha. bem como evitar o risco de injúrias à vida (mutilações. c) iluminação de emergência. creches e assemelhados. “serpentes voadoras” e outros equiparáveis. templos religiosos.1 Somente são permitidas instalações para venda de fogos de artifícios para classes A e B nos seguintes locais: 2 a) edificações até 100m .2 gramas de pólvora por peça. de apito ou de lágrimas. do R-105.1 Esta Norma Técnica estabelece as condições necessárias de segurança contra incêndios e explosões em edificações destinadas ao comércio de fogos de artifício no varejo.2 Não são permitidas instalações para venda de fogos de artifícios para classes A e B nos locais de reunião de público. maternidades. shopping center e similares. galerias comerciais. supermercados. h) todas as “saídas” devem ser dimensionadas e sinalizadas conforme norma técnica respectiva. art. conforme artigo 112. 4. b) hospitais. fatos incapacitantes e óbitos) pela utilização inadequada de fogos de artifício. prontossocorros. d) extintores. sem estampido.665. casas de espetáculos. em qualquer nível. conforme o estabelecido no Decreto Federal n° 3.1. casas de repouso. § 1º. intoxicações.2 Características das edificações 4. 2. postos de saúde. de edifícios vizinhos e a recuperação do meio ambiente. § 4º. deformações.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 014/2008 FOGOS DE ARTIFÍCIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1. 4.1 Considera-se a classificação de fogos de artifício. 2 APLICAÇÃO 2.1.1 Distância de 100 metros: a) estabelecimento de ensino de qualquer espécie.3.2. b) fogos de estampido que contenham até 0. g) pisos antifaiscantes. sem pavimentos superiores. i) as instalações elétricas devem ser a prova de explosão e executadas de acordo com a NBR 5410/97. 4 PROCEDIMENTOS 4.1 Para efeitos desta Norma Técnica. queimaduras. apresentado em documentação expedida pela pelo órgão municipal. e) sinalização de emergência. sanatórios. casas de saúde. estádios de futebol. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.25g de pólvora.2.1 Classificação 4.1 “Classe A” a) fogos de vista.

b) declaração de responsabilidade. catálogos ou fotos dos produtos. b) memorial ou laudo descritivo de construção assinado por engenheiro responsável pela edificação e respectiva anotação de responsabilidade técnica.1. trens. metrô etc.2 Os seguintes documentos acompanharão esta solicitação: a) cópia do registro atualizado do encarregado de fogo. inflamáveis e/ou combustíveis líquidos e/ou gasosos.1. bem como qualquer outro local de concentração de público.4.5. onde estejam discriminadas sua denominação usual. e) repartições públicas.5.6 Da documentação 4. 4.2 Fica reconhecida a ASSOBRAPI – Associação Brasileira de Pirotecnia. d) terminais e/ou pontos de parada de meios de transporte público (ônibus.4.4. 4. 4. 5. montagem.1 A exposição de material fica limitada às caixas vazias.4. seja de qualquer natureza e de qualquer tipo de embalagem (exemplos: sacos de papel. 5.3 Os estabelecimentos comerciais deverão providenciar anualmente o CESIP.2 A distância do empilhamento ao teto fica limitada em 1m. desmanche ou qualquer outra alteração das características iniciais de fabricação do produto.4.4.1 Fica vedada a estocagem de pólvora ou fogos de estampido com fogos de artifício não explosivo.1 Deverão ser apresentados junto com o PSIP os seguintes documentos: a) autorização da administração municipal. 4. c) quadro em local visível na loja.1 A estocagem de fogos de artifício em áreas urbanas obedecerá aos critérios abaixo. para isso apresentar cópia da identidade do encarregado de fogo. 5. 5.). de que possui ciência desta Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 4 . como entidade de direito privado que poderá prestar serviços de formação de pessoal técnico.4. que cite os artigos do Código do Consumidor sobre o limite de idade para compra de fogos de artifícios.3 Fica proibida a existência de qualquer fonte de calor na área de venda. sua classificação e procedência. Os shows pirotécnicos. 4.4.5 Do manuseio 4. para o comércio de fogos de artifício.3. fábricas e depósitos de explosivos.2 Distância de 200 metros: a) posto de serviços em geral.3. plástico e estopa). 4.qualquer espécie.1 Produtos com validade prescrita deverão cumprir exigências do R 105. terminais de abastecimento de gás liquefeito de petróleo e similares. de qualquer monta serão permitidos. desde que solicitado vistoria técnica no local do evento com antecedência de no mínimo de cinco dias úteis.1 Fica proibida a manipulação.1 A formação de pessoal técnico habilitado poderá ser feita por outra instituição. desde que comprovada competência e reconhecida pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.3 Proibição de estocagem 4.4. PRESCRIÇÕES DIVERSAS 5. 4.6.1 Para cada show pirotécnico deverá haver um profissional responsável.2 Os fogos de artifício somente poderão ser expostos à venda devidamente acondicionados e com rótulos explicativos de seu efeito e de seu manejo e. 5.4 De produtos a granel 4. deverão. 5. responsável pela queima junto à CAT. por parte do encarregado de fogo. embalagem.5. 4. assessoria e responsabilidade técnica pelos respectivos engenheiros habilitados na área de engenharia química. de minas ou de segurança. protegido contra elevações bruscas de temperatura. 5.1 Mostruário 5. devendo ser ventilado e seco.5.4. de ráfia.2. e umidade que possam influir na degradação dos produtos: a) apresentar à CAT a lista com os artifícios pirotécnicos a explosão estocados na loja.4. b) será permitido o estoque de no máximo quatro unidades de cada artifício pirotécnico. 5. 4. f) locais temporários de concentração de público. 4.4 Da estocagem 4.4.4 Os estabelecimentos que se dispuserem a realizar shows pirotécnicos. responsável pela queima.1 Fica proibida a estocagem e comercialização de fogos de artifício a granel. atestando a regularidade dos equipamentos de prevenção e combate a incêndio.

6 Das construções provisórias 5. detalhamento gráfico da disposição dos fogos.3 As barracas devem possuir extintores de acordo com a área a proteger. classe e quantidade de fogos de artifício a serem utilizados. separando-os por tipo e diâmetro interno dos dispositivos. g) apresentar a liberação de órgãos diversos quando assim a queima o requerer. da indústria fabricante dos fogos de artifício que serão utilizados.1 As barracas de vendas de fogos a varejo. ii. iv. i) os dispositivos de solo deverão estar localizados conforme Tabela 1. estacionamentos.6. creches. penitenciárias e estabelecimentos de reabilitação de menores infratores deverá ser no mínimo duas vezes maior que o disposto na tabela do item de afastamento de edificações. c) documento formalizado informando o “nome fantasia”. edificações.5. f) a queima no mar deverá ter a prévia aquiescência do órgão próprio de fiscalização da marinha. razão social. contendo os seguintes itens: i. não 2 poderão ter área superior a 12m e só poderão funcionar no período autorizado. 5. a qual deverá ser submetida a avaliação e aprovação do CBMCE. Tabela 1 – Distancia de segurança DIÂMETRO INTERNO DO DISPOSITIVO 1” (25mm) 2” (50mm) 3” (75mm) 4” (100mm) 5” (125mm) 6” (150mm) 7” (175mm) 8” (200mm) 10” (250mm) DISTÂNCIA DE SEGURANÇA 38 metros 75 metros 112 metros 150 metros 185 metros 225 metros 262 metros 300 metros 375 metros 5.3 Para dispositivos com diâmetro interno acima de 10” (250mm) deverá ser feita uma análise de risco por parte do responsável pelo evento.2 O local deverá ter prévia aquiescência da prefeitura municipal. iii. e) não haverá permissão de show pirotécnico em local onde seja previsto a presença de grande quantidade de público.6. reservas ecológicas e quaisquer outras áreas que possam ser sensíveis a ação dos fogos de artifício. v.4 A distância de segurança utilizada para escolas.Norma Técnica e que todos os itens de segurança serão cumpridos. do que será realizado no evento. depósitos de inflamáveis. 5. hospitais. h) distanciamento da zona de queima ao público presente. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 4 . 5. quantidade estimada de público. CNPJ. d) croqui. nome e CRQ do responsável técnico pela fabricação e número de registro no Exército Brasileiro.6. com assinatura do encarregado de fogo. veículos. 5. divisão do público estimado em blocos com no máximo 50 x 100m e estabelecimento das vias internas para casos de emergência. distância de redes elétricas.5.

O 015/2008 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 4 .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

4.8 O dimensionamento do sistema pode ser feito por tabelas. a instalação de chuveiros automáticos em casa de máquinas. tabelas e demais parâmetros técnicos deverão seguir os critérios contidos nas normas brasileiras citadas. área de operação.1 As tubulações para hidrantes devem ser conectadas às tubulações principais de forma que estejam em condições de operar quando o sistema de chuveiros automáticos estiver em manutenção. 4.897 e na NBR 13. 4.1 Nas edificações existentes. ligados ao sistema de alarme do prédio ou ao alarme do sistema de chuveiros automáticos. sala de gerador e similares. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 4 . substituindo-se por válvula de retenção instalada na expedição da bomba e chave de fluxo para acionamento do alarme. 2 APLICAÇÃO 2.2 A classificação do risco. além do atendimento dos critérios definidos nas normas técnicas específicas. atendendo às demais exigências previstas nas normas técnicas oficiais. 3 DEFINIÇÕES 3. a reserva de incêndio deve ser calculada em função da vazão de risco mais grave e do tempo de funcionamento do risco predominante. onde não exista exigência do sistema de chuveiros automáticos ou quando este for proposto como solução técnica alternativa. desde que não contrarie as adequações constantes desta Norma Técnica. 4. e que atendam aos requisitos técnicos previstos nas normas técnicas específicas.9. 4 PROCEDIMENTOS 4. 4. pode ser utilizada a instalação parcial. 4.10 Quando não houver necessidade da instalação de mais do que uma válvula de governo e sendo a reserva efetiva. deverá ser apresentado o esquema isométrico da área de operação e caminhamento da tubulação até o abastecimento de água. sendo somadas as reservas efetivas de água para o combate a incêndios. 001/2008. tabelas e cálculo hidráulico ou cálculo total. devem ser garantidas as vazões e pressões mínimas exigidas.3 Para fins de apresentação do projeto junto à Coordenadoria de Atividades Técnicas.1 Esta Norma Técnica estabelece as condições a serem atendidas pelas edificações e áreas de risco em que seja necessária a instalação do sistema de chuveiros automáticos.1 Esta Norma Técnica aplica-se a todas as edificações e áreas de risco onde for exigida a instalação do sistema de chuveiros automáticos. situada acima do pavimento mais elevado.7 Nos casos de edificações com ocupação mista. 4. devese atender a todas as áreas comuns da edificação. 4.5 A critério do projetista.6 A substituição do item acima fica limitada a compartimentos com área máxima de 200m². onde haja exclusivamente equipamentos elétricos energizados.1 O sistema de proteção por chuveiros automáticos será elaborado de acordo com critérios estabelecidos na NBR 10.9 Nos casos em que hidrantes são instalados em conjunto com o sistema de chuveiros automáticos. casa de bombas de incêndio. 4.792. 4.4 Nas edificações onde houver exigência da instalação do sistema de chuveiros automáticos. de acordo com a norma adotada. 4. de acordo com o previsto na o Norma Técnica n. a instalação desta válvula de governo pode ser dispensada. de modo que atenda às funções da válvula de governo e alarme.1 Para efeitos desta Norma Técnica.4. pode ser substituída pela instalação de detectores. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 015/2008 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1. subestações.

4.300 60 250 2. O circuito do alarme de que trata o item anterior deverá ser supervisionado. 4.13 O registro de recalque para chuveiros automáticos deve conter sinalização e indicação claras.12. 2) Nas vazões acima. não estão incluídas vazões do sistema de hidrantes. aprovadas para o uso em instalações de proteção contra incêndios.000 90 Notas: 1) Nas pressões acima. normalmente presente nas válvulas de governo e alarme.11 O gongo hidráulico. interligando a mesma ao sistema de alarme principal da edificação. em sistemas conjugados ou não. deverão ser utilizadas válvulas redutoras de pressão.15 Quando for necessária a redução de pressão.16 A tabela 1 apresenta as condições mínimas de funcionamento do sistema de chuveiros automáticos para cada classe de risco de ocupação.4. as pressões acima são substituídas pelas pressões resultantes do cálculo. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 4 . 4. 3) Nos sistemas de chuveiros dimensionados por cálculo hidráulico total.250 60 350 3. 4. de forma a ser diferenciado do recalque do sistema de hidrantes. é adicionada a pressão estática entre a válvula-alarme e/ou chave detectora de fluxo d´água e o chuveiro mais elevado. pode ser substituído pelo alarme elétrico. Tabela 1 – Condições mínimas de funcionamento do sistema de chuveiros automáticos Requisitos de abastecimento de água para sistema de chuveiros automáticos elaborados por tabela ou cálculo hidráulico Classificação dos riscos Pressões e vazões mínimas na válvula de alarme e/ou chave detectora de fluxo de água Pressões (kPa) Vazões (L/min) Tempo mínimo de operação para determinar a capacidade efetiva (min) Risco leve 110 600 30 Risco ordinário (grupo I) Risco ordinário (grupo II) Risco ordinário (grupo III) Risco extraordinário 110 900 60 110 1.14 Não são aceitas placas de orifício para balanceamento do sistema de chuveiros automáticos. de forma a avisar quando passar água no sistema a partir do funcionamento de um único chuveiro. 4.

Passo 3: Determinar a densidade de projeto exigida. Passo 13: Repetir os passos 8 e 9 para as subidas (ao invés de chuveiros) até que todas as subidas da área de cálculo tenham sido calculadas. A. A. Passo 2: Determinar o tamanho da área de aplicação dos chuveiros automáticos. Esses passos podem ser usados como um guia para o projeto do sistema ou como um “check list” para a análise do projeto. Passo 4: Estabelecer o número de chuveiros contidos na área de cálculo. Passo 7: Calcular a pressão mínima exigida para o primeiro chuveiro. Os ramais que cruzam deverão ser balanceados com a mais alta pressão de demanda. válvulas e acessórios e diferença de materiais da tubulação enterrada. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 4 . Passo 5: Determinar o formato da área de cálculo. Passo 8: Calcular a perda de carga entre o primeiro e o segundo chuveiro. os passos 6 até 10 são repetidos para o lado oposto. Passo 12: Calcular o fator K para a primeira subida. Passo 14: Computar a perda de carga no ponto de abastecimento com as compensações devido a desníveis geométricos.1 A técnica de projeto hidráulico pode ser resumida em 15 passos básicos. com fatores adicionais calculados para as linhas desiguais.2 Os 15 passos são os seguintes: Passo 1: Identificar a ocupação ou o risco a ser protegido. Passo 6: Calcular a vazão mínima exigida para o primeiro chuveiro.ANEXO A PASSOS BÁSICOS PARA CÁLCULOS HIDRÁULICOS DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS Passo 15: Comparar a vazão calculada com o suprimento de água disponível. Passo 11: Se a área de cálculo se estender até o outro lado do subgeral. Passo 9: Calcular a vazão do segundo chuveiro. Passo 10: Repetir os passos 9 e 10 para os chuveiros seguintes até que todos os chuveiros do ramal estejam calculados.

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 016/2008 COBERTAS COMBUSTÍVEIS FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 3 .

3 Afastamentos 4.2. de forma a evitar que fagulhas ou gases quentes sejam conduzidos para a cobertura combustível.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 016/2008 COBERTAS COMBUSTÍVEIS SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1. 4. piaçava e similares. churrasqueiras e similares devem estar no interior de compartimentos com piso. coifas e congêneres devem também estar à distância mínima de 2 m de qualquer parte da cobertura combustível e nunca acima de sua projeção. 4. 4.1 Esta Norma Técnica estabelece as condições mínimas de segurança para edificações que tenham suas coberturas construídas com fibras de sapé. (Figura 1) Figura 1 – Afastamentos de coifas e chaminés da coberta combustível 4.1 A presente Norma Técnica aplica-se às edificações que tenham cobertas construídas com fibras de sapé.1. paredes e cobertura incombustíveis. gases inflamáveis (como o gás Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 3 .1 Instalações elétricas 4.2 Fogões.1 As edificações de cobertura de sapé devem ter isolamento de risco conforme norma técnica específica. piaçava e similares.1. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.4 Depósitos de combustíveis como gás liquefeito de petróleo (GLP) devem estar fora da projeção da cobertura e distante pelo menos a 3m do seu alinhamento (Figura 2). 3 DEFINIÇÕES 3. 4 PROCEDIMENTOS 4.2. 4.3.2. fornos.1 Para efeitos desta Norma Técnica.1 As instalações elétricas devem ser projetadas e executadas segundo normas técnicas oficiais.2 Fontes de calor 4.2 A fiação e os componentes da instalação elétrica devem ser corretamente dimensionados para evitar superaquecimentos e curto-circuitos que possam inflamar as fibras vegetais.3 As saídas de chaminés.1 As fontes de calor que podem inflamar as fibras combustíveis devem ser isoladas e mantidas à distância mínima de 5 m.3 A fiação que não estiver embutida em alvenaria ou concreto deve estar totalmente protegida por eletrodutos metálicos.2 Manter distância mínima de 100 m de depósitos ou de postos de abastecimento de combustíveis. respeitando também os parâmetros da norma técnica específica.2. 2 APLICAÇÃO 2.3. 4. 4. Figura 2 – Afastamentos da coberta combustível de central de gás liquefeito de petróleo 4.1.

independentemente da área construída. projetado e executado segundo normas técnicas oficiais. 2 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 3 .6. 2 2 4.7.4. 4. 4.6 Medidas de segurança contra incêndios 4.4. incluindo clientes e funcionários.7.3 Edificações de área superior a 750 m .1 Todos os funcionários. independentemente da área de cobertura combustível. 4.4 O sistema de aspersão de água que visa manter as fibras permanentemente úmidas ou destinadas ao próprio combate das chamas. sem prejuízo das demais medidas constantes desta norma.liquefeito de petróleo) e fábricas ou revendas de explosivos ou fogos de artifício. devem possuir treinamento teórico e prático de técnicas de prevenção e combate a incêndios.2 Não são permitidos subsolos.6 Devem ser previstos acessos e saídas para deficientes físicos. 4. 4. 4. 4.1 As saídas devem ser mantidas livres e desimpedidas.3. abaixo da cobertura combustível. de acesso facilitado.4.4. acima e abaixo da cobertura. dois pavimentos (térreo e primeiro andar).2 Para o cálculo do número de pessoas.01 m por pessoa.4. c) sinalização. extintores portáteis. e) proteção passiva nas fibras vegetais. serão exigidos os seguintes sistemas: a) projeto de segurança contra incêndio e pânico. segundo a NBR 9050/94. sendo dispensados os extintores sobre-rodas. 4. 4. em lados opostos.1.4. podem ser empregadas sem prejuízo às demais medidas de proteção contra incêndio acima definidas. 4. para o tempo de resistência ao fogo de 60 minutos.6.2. serão exigidos projeto de segurança contra incêndio e pânico.4 Saídas 4. 4.4 No caso em que a população total. independentemente da área de cobertura. 4.7 Disposições gerais 4.2 Todos os funcionários treinados deverão compor a brigada contra incêndio da edificação.4.50 m (área construída). 4. 4. 4. d) rotas de fuga e saídas de emergência. 4. preferencialmente. e. deve ser projetado para edificações com 2 área de coberta superior a 200m . 4. bem como barras anti-pânico nas saídas de emergência.7.2 As portas de saída não devem estar alinhadas em uma única parede. adotar a área ocupada por pessoa como sendo 2 0. b) extintores portáteis e/ou sobre-rodas.6. será obrigatória a instalação de sistema de iluminação de emergência. de forma que os ocupantes não tenham dificuldade em abandonar a edificação em caso de sinistro.3 A largura das saídas.3. conforme norma técnica de específica.2 Chapas metálicas. 4.6.4.1 Quando a área da coberta for superior a 2 750m o sistema de aspersão deve possuir temporizador com intervalos máximos de uma hora de acionamento.6. corredores. deverão ainda contar com sistema de hidrantes e alarme manual.5 A distância máxima a ser percorrida para a saída da edificação nunca poderá ser superior a 15m.2 Para as edificações com área construída 2 superior a 200 m . além das medidas de segurança exigidas em 4. 4.5.6.4.1 Para as edificações com área construída total. escadas ou rampas será calculada tomando como base 0. for superior a 50 pessoas. sinalização e saídas. no máximo.7.1 As edificações enquadradas nesta norma devem possuir.5.1 O valor mínimo da largura das saídas é 2m.3 Edificações de área superior a 900 m devem ser submetidas à análise prévia da Câmara Técnica do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará para a utilização das cobertas previstas nesta norma.5 Pessoal treinado até 200 m .

 de 10/02/2010)  Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 1 de 55  .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 001/2008 PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2010 (Incluidas alterações da Portaria GAB CMD 020/2010.

deve ser adotada aquela legislação. hotéis e construções temporárias em locais de difícil evacuação devem apresentar as medidas de segurança contra incêndio e pânico por meio de Projeto. excetuada a área de cobertura exclusiva para atendimento de bomba de combustível. 4. 4 PROCEDIMENTOS 4.1 Para efeitos desta Norma Técnica.1.2. portos. cinemas. d) locais com presença de inflamáveis com tanques ou vasos aéreos cuja proteção não exija sistemas fixos de combate a incêndio. teatros.1 O Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSIP) deve ser utilizado para apresentação das medidas de segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco com área total construída acima de 750m² e/ou mais de dois pavimentos. venda e depósito de explosivos.2 O Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico Simplificado (PSIPS) deve ser utilizado para apresentação das medidas de segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco com área total construída de até 750m² e/ou até dois pavimentos.1 Critérios para apresentação de PSIP 4.1 Estabelecer os critérios para tramitação de documentos referentes à segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco no Estado do Ceará. destinada a reunião de público. nas condições abaixo: a) edificação e áreas de risco na qual não se exija proteção por sistema hidráulico de combate a incêndio. 2.2. eventos temporários. b) posto de serviço e abastecimento cuja área construída não ultrapasse 750 m². casas de fogos.2.2 Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico 4. 3 DEFINIÇÕES 3.1.1. 4. e) locais de reunião de público cuja lotação não ultrapasse 100 (cem) pessoas e não exija sistema fixo de combate a incêndio.2 Quando houver legislação municipal (Código de Obras) que exija medidas de segurança contra incêndio e pânico mais restritivas nas edificações que as preconizadas nesta Norma Técnica.1 A presente Norma Técnica aplica-se aos processos de segurança contra incêndio e pânico adotados no Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE).1 As medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco devem ser apresentadas ao CBMCE para análise por meio do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSIP).3 Toda e qualquer edificação. 4.1 Forma de apresentação 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 2 de 55  .2. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. devendo ser observado os afastamentos e demais condições de segurança exigidos por legislação específica. 2 APLICAÇÃO 2.2.4 O Projeto Contra Incêndio e Pânico Simplificado é utilizado para apresentação das medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco com área construída de até 750 m² e/ou até dois pavimentos. 4. c) locais de revenda de gases inflamáveis cuja proteção não exija sistemas fixos de combate a incêndio.1. devendo ser observado os afastamentos e demais condições de segurança exigidos por legislação específica.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 001/2008 PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos e Tabelas 1 OBJETIVO 1. independente da área total construída. conforme disposição desta Norma Técnica. unidade de combustível. indústrias.1.

1 Deve ser apresentado responsável técnico que elabora o PSIP.1.2.2.2 A área total construída deve ser a mesma declarada na ART.2 Pasta do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico 4. 4.2.1.1. c) Memorial Descritivo de Segurança Contra Incêndio e Pânico (anexo B).1.2.2.2.2.2. 4. 4. b) pasta do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico.1 Deve ser apresentada responsável técnico que elaborou o PSIP.2. tais como hidrantes.2.2.2.1. sem divisórias.2. aparelhos extintores.3.4. -Para o PSIPS a) formulário de segurança contra incêndio para PSIPS (anexo H).1.1 Ficha elaborada em papel A4 ou equivalente que contém os dados básicos da edificação e áreas de risco.4 Anotação Técnica (ART) de Responsabilidade 4.2.2.1. controle de fumaça.1.5 Deve ser apresentada em duas vias.4.2. pressão e perda de carga.2.1.1 Representação gráfica da edificação e áreas de risco. sendo necessária a apresentação de catálogos. que acondiciona todos os documentos do PSIP.2 No desenvolvimento dos cálculos hidráulicos para as medidas de segurança de resfriamento deve ser levado em conta o desempenho dos equipamentos.6.2.5 Comprovante de recolhimento do emolumento referente ao serviço de análise de projetos 4.1 Pasta suspensa.2 Todos os campos devem ser preenchidos e no campo “descrição das atividades profissionais contratadas” deve estar especificado o serviço pelo qual o profissional se responsabiliza.2.4 Comprovante de recolhimento da taxa. em via única.1 Cartão de identificação 4.2.2. sendo uma original.2. f) comprovante de recolhimento do emolumento referente ao serviço de análise de projetos.2. 4.1. quando complementares. que deve ser juntada na via que permanecerá na Coordenadoria de Atividades Técnicas (CAT). g) documentos necessário.2.2. devidamente etiquetadas.2.2 O cartão de identificação deve ser afixado na parte frontal da pasta do PSIP.1. com grampo. chuveiros automáticos.1.2. 4.1.2.4. quando 4. saídas de emergência. 4.5.2.f) não é permitida a apresentação de PSIPS onde a edificação e áreas de risco haja a necessidade de comprovação da situação de separação entre edificações e áreas de risco.2.4.2. com finalidade de controle do PSIP junto a CAT.5. dentre outros. b) documentos necessário. complementares.5.1. conforme anexo A desta Norma Técnica.1.1. central de GLP.2. 4.2.2.1 O PSIP e o PSIPS devem ser compostos pelos seguintes documentos: -Para o PSIP a) cartão de identificação (anexo A). pelo 4. e) planta das medidas de segurança contra incêndio.1. 4.4.2.1. utilizando as referências de vazão.2. 4.3. 4.6 Planta das medidas de segurança contra incêndio 4.1.2. com via do comprovante de recolhimento do respectivo emolumento. contendo informações por meio de Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 3 de 55  .2.1.2. pelo 4.2.1 Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento dos sistemas de segurança contra incêndio e pânico e descrição de seus elementos constituintes.1. d) anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela elaboração do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico .3 A assinatura do contratante (proprietário ou responsável pelo uso) é facultativa.2.3 Memorial Descritivo de Segurança Contra Incêndio e Pânico 4. sendo uma original. 4.2. laje de segurança.1.2.3 Deve ser apresentada em duas vias. 4.

A3 (297 mm x 420 mm). 7) localização e independência do sistema elétrico em relação a chave geral de energia da edificação e áreas de risco sempre que a medida de segurança contra incêndio tiver seu funcionamento baseado em motores elétricos. nos casos em que tais detalhes não caibam nesta. i) nota sobre o sistema de sinalização adotado.1 Devem constar de todas as plantas os seguintes detalhes genéricos: 1) símbolos gráficos. contendo a localização das medidas de segurança contra incêndio. b) as escalas adotadas devem ser as estabelecidas em normas oficiais. e) detalhes de degraus. g) seguir a forma de apresentação gráfica conforme padrão adotado por normas oficiais. h) detalhe do registro de recalque. tais como: a) tanques de combustível (substância e capacidade).3.1. esta pode ser fracionada.1 Deve ser apresentada da seguinte forma: a) ser elaborada no formato A4 (210 mm x 297 mm).3. devem constar nas próximas folhas.2. 4.7 Documentos complementares 4. descidas e aterramento. A2 (420 mm x 594 mm) ou A1 (594 mm x 840 mm).2. compartimentação vertical e escadas devem ser apresentados em planta de corte. tais como: a) legenda.1. e) locais de armazenamento de recipientes contendo gases inflamáveis (capacidade do recipiente e quantidade armazenada). tais como: dutos de ventilação da escada. devido à grande quantidade de elementos gráficos. i) depósito de produtos perigosos. 3) áreas construídas e áreas de risco com suas características. d) cabinas de pintura.2. corrimão.2. 8) miniatura da implantação com hachuramento da área sempre que houver planta fracionada em mais de uma folha.legenda padronizada pelo CBMCE. piso antiderrapante. j) outros riscos que necessitem de segurança contra incêndio e pânico específica. d) detalhes de corrimãos e guarda-corpos. h) depósitos de metais pirofóricos. contudo deve adotar numeração que indique onde está localizada tal área na planta de situação. c) quadro de localização da edificação e áreas de risco. quando houver. detalhes de estruturas e outros quando houver a exigência específica destes detalhes construtivos.2.2. conforme planta chave.2. conectores. g) centrais prediais de gases inflamáveis. 4) quadro de situação da edificação e áreas de risco. escadas.4 Conteúdo da planta das medidas de segurança contra incêndio 4. f ) adotar os símbolos gráficos da norma técnica específica. deve ser feita linha de chamada em círculo com linha pontilhada com alocação dos símbolos exigidos. os detalhes de proteção estrutural. b) esquema vertical de incêndio/GLP/SPDA.1 Documentos solicitados pela Coordenadoria de Atividades Técnicas a fim de subsidiar a análise do PSIP da edificação e áreas de risco. da localização das medidas de segurança contra incêndio e pânico na planta baixa. antecâmaras. 6) medidas de proteção passiva contra incêndio nas plantas de corte. c) dutos e aberturas que possibilitem a propagação de calor. j) esquema de bomba de incêndio. 4. i) deve ser etiquetada. f) detalhes do SPDA. bem como os riscos existentes na edificação e áreas de risco. b) casa de caldeiras ou vasos sob pressão. l) quando o PSIP apresentar dificuldade para visualização das medidas de segurança contra incêndio alocados em um espaço da planta. 5) cotas dos desníveis em uma planta baixa.2. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 4 de 55  . capturas. c) adotar escala que permita a visualização das medidas de segurança contra incêndio. conforme norma técnica específica. conforme descrito no item 4.4. indicando os logradouros que delimitam a quadra. distância vergapeitoril. h) é facultativa a apresentação da planta de fachada. j) a numeração da etiqueta deve ser a mesma da ART apresentada. 9) Os detalhes genéricos constantes do PSIP devem ser apresentados na primeira folha ou. g) detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança. degraus. quando as características da mesma assim os exigirem. 4. e) a planta de situação deve estar em escala. d) quando a planta de uma área construída ou área de risco não couber integralmente em escala reduzida em condições de legibilidade na folha “A1”.2. f) áreas com risco de explosão. patamares.7.3 Apresentação da planta das medidas de segurança contra incêndio 4. porém. 2) legenda de todas as medidas de segurança contra incêndio utilizadas no PSIP.

acessos e portas das saídas de emergência. grelhas. 4. n) localização dos blocos autônomos. n) outros. c) detalhes de guarda-corpos. b) barra antipânico onde houver.2 Separação entre edificações: a) indicar a distância de outras edificações. d) o posicionamento da central do sistema.4.2.2 Detalhes específicos que devem constar na planta de acordo com a medida de segurança projetada para a edificação e áreas de risco: 4. devem ser indicadas as luminárias a serem acionadas em caso de emergência. i) antecâmaras de segurança (quando houver exigência).4. e) indicar o retorno para as vias de acesso com mais de 45 m de comprimento. j) localização da fonte de alimentação. 4.2. g) delimitação física da área de público em pé. quadros e comandos.l) especificação dos chuveiros automáticos. 4.2. venezianas e insuflação mecânica). 4. aberturas. l) indicar os equipamentos de som. i) localização da placa de proibição na faixa de estacionamento das viaturas do CBMCE. f) parede corta-fogo de isolamento de risco.2.2.4.4.2. d) dutos e peças especiais. f ) largura e comprimento da faixa de estacionamento. i) localização da casa de máquinas dos insufladores e exaustores.3 Saídas de emergências: a) detalhes de degraus.2. f ) largura das portas das saídas de emergência.2. c) indicar a carga de incêndio.4.4. e) fonte alternativa de energia do sistema. h) casa de máquinas do elevador de emergência (quando houver exigência).4.1 Acesso de viatura na edificação e áreas de risco: a) largura e altura do portão de entrada e da via de acesso. painéis. inclusive os corrimãos centrais.2. e) registro corta-fogo e fumaça.2.7 Iluminação de emergência: a) os pontos de iluminação de emergência. e) indicar a fachada da edificação considerada para o cálculo de isolamento de risco. b) indicação do peso suportado pela pavimentação da via em quilograma-força (kgf). j) indicar o revestimento do piso. m) demais detalhes conforme sistemas específicos. m) localização do grupo moto-gerador. g) indicar barra antipânico (quando houver). f ) as lotações dos ambientes. c) exaustores mecânicos. individualizando a lotação por ambiente.2. grelhas. d) largura das escadas. b) quando o sistema de iluminação de emergência for alimentado por grupo motogerador que não abranja todas as luminárias da edificação e áreas de risco. d) indicar as aberturas nas fachadas.2. c) corrimãos em escadas e rampas. i) dimensões das cadeiras fixas (dobráveis ou não) e o espaçamento entre as mesmas.4 Dimensionamento de lotação e saídas de emergência em centros esportivos e de exibição: a) larguras das escadas.6 Controle de fumaça: a) entrada de ar (aberturas. e) porcentagem de inclinação das rampas. h) localização da central de alarme/detecção de incêndio.4.2. 4. b) detalhes de corrimãos. d) indicação da altura mínima livre. e) detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança (quando houver). g) localização dos detectores de incêndio. 4. venezianas. j) indicar a lotação do ambiente quando se tratar de local de reunião de público.2. árvores ou outro tipo de obstrução. f ) localização dos pontos de acionamento alternativo do sistema. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 5 de 55  . clarabóias e alçapões).2. quando for o caso. 4. c) localização da placa de advertência de desobstrução da via de acesso para emergência. h) dimensões dos camarotes (quando houver). o) indicar a sinalização de piso. h) nota indicando que a faixa de estacionamento deve ficar livre de postes. b) indicar a ocupação. d) dimensões da base e espelho dos degraus. bem como as dimensões do dique de contenção. b) exaustões naturais (entradas. c) o reservatório de combustível do grupo motogerador e sua capacidade.5 Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco: a) indicar a carga de incêndio específica para as ocupações não listadas na norma técnica específica.

comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP) a) localização da central de GLP.13 Manipulação. deve constar em PSIP a abrangência. dentre outros. d) local de estacionamento do veículo abastecedor. quando o sistema de acionamento for automatizado. caso não haja possibilidade técnica de implantação.10 Sistema de proteção por aparelhos extintores de incêndio: a) indicar as unidades extintoras. j) localização do registro de recalque. g) deve constar o detalhe da sucção quando o reservatório for subterrâneo ou ao nível do solo. deve ser indicada a capacidade ao lado de cada símbolo. m) indicar a capacidade e localização do reservatório de incêndio. 4. armazenamento. b) o raio de ação do hidrante mais próximo. e) locais onde foram substituídos os chuveiros por detectores de incêndio. c) afastamentos das divisas de terrenos. c) os tipos de chuveiros especificados.4. e) indicar a bomba de incêndio principal e jockey (quando houver) com indicação de vazão e altura manomêtrica. b) os acionadores manuais de alarme de incêndio. 4. b) indicar a capacidade dos cilindros. i) devem ser indicados os pontos de chuveiros automáticos em toda a edificação e áreas de risco. d) central do sistema. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 6 de 55  .4. bem como a localização do acionador manual alternativo da bomba em local de supervisão predial com permanência humana constante.15 Hidrante urbano: a) posicionamento dos hidrantes em planta de situação.2.2.8 Sistema de detecção e alarme de incêndio: a) localização pontual dos detectores.2. c) indicar o registro de recalque.2.2. áreas edificadas no mesmo lote e locais de risco.4. b) quando forem usadas unidades extintoras com capacidades diferentes de um mesmo agente. h) devem ser apresentadas todas as tubulações de distribuição com respectivos diâmetros. 4. bem como o detalhe que mostre suas condições de instalação. duto de saída. b) a área de aplicação dos chuveiros hachurada para os respectivos riscos. f) localização do botijão e das aberturas previstas para ventilação (caso de área interna em unidade habitacional quando permitido por norma técnica) e forma de instalação.2. e) painel repetidor (quando houver). a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial.4. d ) localização do painel de alarme.2. 4. parede cortafogo e porta corta-fogo da sala do grupo motogerador quando o mesmo estiver localizado em área com risco de captação de fumaça ou gases quentes provenientes de um incêndio.2. f) deve constar a perspectiva isométrica do hidrante mais desfavorável (sem escala e com cotas).2. f) deve constar o esquema somente da tubulação envolvida no cálculo. pisos.4.2.9 Sistema de sinalização de emergência: a) Deve ser lançada uma nota referenciando o atendimento do sistema de sinalização de emergência de acordo com a norma técnica específica. bem como.14 Fogos de artifício: a) croqui das edificações limítrofes (ocupação identificada) num raio de 100 m. 4.2.2.2. f ) fonte alternativa de energia do sistema. bem como a capacidade total da central.11 Sistema de hidrantes para combate a incêndio: a) indicar os hidrantes. h) detalhe ou nota em planta da proteção dos dutos quando passarem por área de risco.2. lajes de cobertura.2. quando o abastecimento for a granel. b) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento no barrilete. b) detalhe em planta das espessuras das paredes.4. autonomia e sistema de automatização. g) duto de entrada. d) indicar o reservatório de incêndio e sua capacidade. 4.f) quando o sistema for abrangido por grupo moto-gerador. telhados.12 Sistema de chuveiros automáticos: a) localização das bombas do sistema com indicação da vazão e altura manomêtrica.4. g) toda a tubulação abrangida pelo cálculo deve ter seu diâmetro e comprimento cotado no esquema. e com permanência humana constante.4. 4. e) sistema de proteção da central.2. 4. c) os sinalizadores sonoros e visuais. l) indicar o dispositivo responsável pelo acionamento do sistema no barrilete.

via memorial descritivo.2.2 A via original do Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP) deve ser recolhido pela CAT e emitido novo documento relativo ao projeto reformulado.8.6.2. 4. portas.2.4.4 Deve ser observada pelo Núcleo de Análise a ordem cronológica do número seqüencial de entrada do projeto.2.2.5.6 Prazos para análise 4.1 É a complementação de informações ou alterações técnicas relativas ao PSIP aprovado.2.3 O recolhimento do emolumento realizado através de compensação bancária que apresentar irregularidades de quitação deve ter seu processo de análise interrompido.6.1. tais como tipo e quantidade de escadas. 4. lotação e outros. f) o aumento da altura da edificação e áreas de risco que implique a adoção de nova medida de segurança contra incêndio e/ou redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente e/ou rotas de fuga. em decorrência de várias ampliações ou diversas alterações. pelo analista.5 Apresentação do Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico junto ao CBMCE 4. que ficam apensos ao PSIP.7 Substituição ou atualização do PSIP 4.2. rampas.2 A medida de segurança contra incêndio não exigida ou dimensionada acima dos parâmetros normatizados deve ser orientada por escrito. d) a mudança de ocupação da edificação e áreas de risco com ou sem agravamento de risco que implique a ampliação das medidas de segurança contra incêndio existentes e/ou exigência de nova medida de segurança contra incêndio. houver acúmulo de plantas que dificultem a compreensão e o manuseio do PSIP por parte da CAT.1. 4.8.2.2. do emolumento referente ao serviço de análise. junto à instituição bancária autorizada.6. 4. b) ampliação de área construída que implique o redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente.2.1 O PSIP deve ser apresentado na Seção de Atendimento ao Público da Coordenadoria de Atividades Técnicas em no mínimo duas vias e no máximo quatro. acessos.2 O interessado deve comparecer a CAT com o comprovante de recolhimento.1 A CAT tem o prazo máximo de quinze dias úteis para analisar o PSIP.7. vazão. 4.2.2.7. 4.6.2 Atualização do PSIP: 4.7.2.2.2 Cada período de re-análise do PSIP tem o mesmo prazo para ser concluído.2. 4.2.5 A ordem do item anterior pode ser alterada para o atendimento das ocupações ou atividades temporárias ou interesse da administração pública. 4.2. a decisão para substituição do PSIP cabe ao chefe do Núcleo de Análise.3 A Seção de Atendimento ao Público deverá fornecer um protocolo de acompanhamento da análise que contenha um número seqüencial de entrada.7. tais como: pressão. 4. e) a mudança de leiaute da edificação e áreas de risco que implique a adoção de nova medida de segurança ou torne ineficaz a medida de segurança prevista no PSIP existente.2. 4.1 Cada medida de segurança contra incêndio deve ser dimensionada conforme o critério existente em norma técnica específica.5.5. 4. por meio de documentos encaminhados à CAT.2 São aceitas as modificações ou complementações desde que não se enquadrem nos casos previstos no item 4. g) sempre que.2. deve ser realizada a reformulação de seu PSIP: a) ampliação de área construída que implique o redimensionamento dos elementos das saídas de emergência.1.2.2. ao proprietário ou Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 7 de 55  .2.5. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio.2.1.4 O processo de análise deve ser reiniciado quando a irregularidade for sanada.2.1 A edificação e áreas de risco que se enquadrar em uma das condições abaixo relacionadas. conforme cada caso.8 Disposições gerais para apresentação de PSIP 4. 4.7. c) ampliação de área que implique a adoção de nova medida de segurança contra incêndio (a medida não era prevista anteriormente).1 Substituição do PSIP: 4.6.7. 4.7. 4.

onde o Núcleo de Análise deve emitir a fotocópia com autenticação do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.9.9 Nos casos de extravio do protocolo de análise.1. além de apresentarem a indicação da quantidade de páginas do documento ao lado da numeração.8 A instalação das medidas de segurança contra incêndio e pânico somente deve ocorrer quando da emissão do Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP). 4. a CAT deve realizar a pesquisa pelo endereço.3. por meio de carta resposta. esclarecendo as providências adotadas para que o PSIP possa ser re-analisado pelo Núcleo de Análises até a sua aprovação final.5.3.9.1.8.1. 4.3. 4. 4. esclarecendo o fato ocorrido. 4. quanto a não obrigatoriedade daquela medida ou parte dela.6 Quando for emitido laudo de irregularidades constatadas na análise do PSIP pela CAT.1 Solicitação de vistoria 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 8 de 55  . 4. item por item.4 Todas as páginas dos documentos devem ser numeradas em ordem crescente.2. é permitida a fotocópia e a reprodução por meios eletrônicos. 4. desde que não sofra nenhuma alteração que se enquadre no item 4.1. 4. esclarecendo o fato ocorrido.5 Todas as páginas dos documentos onde não haja campo para assinatura devem ser rubricadas pelo responsável técnico e proprietário ou responsável pelo uso.1. o responsável técnico.5.8.6 Podem ser apresentadas cópias dos documentos especificados nos itens 4.3.5 Nos casos de extravio da primeira via do CAPSIP.1. responsável pelo uso ou responsável técnico com a apresentação dos documentos constantes do item 4. esclarecendo o fato ocorrido.3.3.2. para consulta do processo. 4.responsável pelo uso.9.2.2. 4.2.8. 4. proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito à CAT. 4.9.1.2. 4.5 É facultativa a assinatura da ART pelo contratante (proprietário ou responsável pelo uso) e obrigatória pelo responsável técnico. 4. proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito à CAT.7.1 Após a realização da análise e aprovação do PSIP pelo analista.7 Deve ser recolhido o emolumento junto à instituição bancária autorizada de acordo com a área total construída do local a ser vistoriado.6 A via original do CAPSIP deve ser devolvida ao Núcleo de Análise quando houver a necessidade de re-emissão do documento por mudança de dados apresentados erroneamente pelo interessado. o interessado deve encaminhar resposta circunstanciada.3.3 Procedimentos de vistoria 4.3.2 A retirada do CAPSIP na Seção de Atendimento ao Público da CAT só é permitida com a apresentação do respectivo protocolo de análise.1. 4.9 Emissão do Certificado de Aprovação do Projeto do CBMCE 4.2. 4.4 O CAPSIP terá validade permanente.3.2.4 Caso o interessado não saiba informar o número do PSIP.2.2.7 O recolhimento do emolumento referente ao serviço de análise de projeto dá direito a realização de quantas re-análises forem necessárias dentro do período de um ano a contar da data de emissão do primeiro laudo de irregularidades. 4.3 O interessado protocola o pedido de vistoria na Seção de Atendimento ao Público da CAT indicando o número do último PSIP aprovado. porém.3.2.3 Nos casos de extravio do protocolo de análise.2. deve o proprietário ou responsável pelo uso encaminhar uma solicitação por escrito à CAT. 4.2.8. dispensando símbolos e brasões neles contidos.9.1 A vistoria da CAT na edificação e áreas de risco é realizada mediante solicitação do proprietário. 4.9.2. para consulta do processo. o responsável técnico.2. deve ser emitido pela CAT o respectivo Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP).3 Devem ser adotados todos os modelos de documentos exemplificados nas normas técnicas para apresentação no PSIP. 4.8.2 Qualquer pessoa munida dos documentos pré-estabelecidos pode protocolar a solicitação de vistoria da edificação e áreas de risco.1.8.8.

1.7 No caso do item anterior.14 Devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação.1. tais como condomínio de edifícios residenciais. deve ser substituído.2. o vistoriante deve encaminhar o PSIP ao Núcleo de Análise e notificar o responsável para que apresente novo PSIP na CAT.2.1.1.2. e que não haja vínculo funcional ou produtivo.2 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 4. quando constatado em vistoria a existência de medidas de segurança contra incêndio instaladas na edificação e áreas de risco que não estejam previstas no PSIP original e que sejam possíveis de instalar no local. deve ser emitido novo Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP).3. 4. tal fato deve implicar a atualização do PSIP. 4. condomínio de edifícios de escritórios.2.6 O PSIP aprovado anteriormente e que foi substituído por iniciativa do interessado somente para regularizar em planta as medidas de segurança contra incêndio que não constavam do projeto anterior. quando constatado em vistoria que as medidas de segurança contra incêndio instaladas conforme o PSIP não atendem as exigências de segurança contra incêndio vigentes à época.3. referentes ao PSIP para instalações e ocupações temporárias. 4.3.11 Quando um PSIP englobar várias edificações que atendam aos critérios de risco isolado e que possuam medidas de segurança contra incêndio instaladas e independentes. o Núcleo de Vistorias deve declinar do princípio da cronologia e realizar a vistoria para instalações e ocupações temporárias no menor prazo possível.2.3 Se durante a realização de vistoria for constatada uma ou mais das alterações constantes do item 4. de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros e às respectivas guarnições. condomínio de edifícios comerciais.2.3.1 O responsável pela edificação e áreas de risco a ser vistoriada deve prover-se de pessoa habilitada com conhecimento do funcionamento das medidas de segurança contra incêndio para que possa manuseá-los quando da realização da vistoria.2. tal fato deve implicar a apresentação de novo PSIP. 4. 4.2. que deve ser deixado pelo vistoriante na edificação e áreas de risco com o acompanhante.3.3. condomínio de edifícios industriais e condomínios de depósitos.9 O processo de vistoria deve ser reiniciado quando a irregularidade for sanada.13 Deve ser observada pelo Núcleo de Vistorias a ordem cronológica do número seqüencial de entrada para a realização da vistoria.2.1.3.8 Quando constatado em vistoria alguma irregularidade passível de substituição.3.10 Quando ocorrer a necessidade do primeiro retorno da vistoria na edificação e áreas 4. a CAT deve fornecer um protocolo de acompanhamento da vistoria que contenha um número seqüencial de entrada. 4.3. deve ser emitido o relatório de vistoria ao interessado comunicando as irregularidades. Neste caso não será emitido o Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico até o atendimento dos itens pendentes.10 Não é permitida vistoria para áreas parcialmente construídas. 4.3. 4.2. para apresentação de novo PSIP atualizado de acordo com norma técnica específica.1. 4.5 No caso do item anterior.7.3.2 Durante a vistoria 4.1.1.3. o interessado deve solicitar a vistoria com antecedência mínima de dez dias antes da realização do evento.2. 4.3. 4. conforme Anexo C.2.1. deve ser permitida a vistoria para áreas parciais desde que haja condição.3.3. 4.4 Nos casos de PSIP regido por legislação anterior.4.9 A irregularidade ou a aprovação da vistoria deve ser anotada no relatório de vistoria.3. 4. 4.15 Para solicitação de vistorias. deve ser emitido o Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico mediante a apresentação de termo de compromisso do proprietário. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 9 de 55  .8 O pagamento do emolumento realizado através de compensação bancária que apresentar irregularidades de quitação deve ter seu processo de vistoria interrompido.3.2.12 Após o recolhimento do respectivo emolumento.7. que atendam às exigências de segurança contra incêndio vigentes. 4. 4.3.1.3.

5 Constatadas as alterações nas medidas de segurança contra incêndio e pânico. 4.3.3. 4.3. verificando a necessidade ou não da cassação do CESIP.12 O responsável apresentará suas argumentações por meio do formulário próprio.2 A retirada do CESIP na Seção de Atendimento ao Público da CAT só é permitida com a apresentação do respectivo protocolo de vistoria.11 Caso a solicitação do retorno de vistoria seja realizada diretamente na CAT.2. 4.3.3.6 O CESIP somente pode ser emitido para edificação e áreas de risco que tenha todas as medidas de segurança contra incêndio instaladas e em funcionamento. a CAT deve emitir ofício ao interessado informando a cassação do CESIP. para consulta do processo.3.14 Em local de reunião de público. proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito à CAT.5 A via original do CESIP deve ser devolvida ao Núcleo de Vistorias quando houver a necessidade de nova emissão do documento por mudança de dados apresentados erroneamente pelo interessado. desde que o prazo de validade não tenha expirado. deve ser emitido pela CAT o respectivo Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP). 4.4 Nos casos de extravio da primeira via do CESIP. onde o Núcleo de Vistorias deve emitir a fotocópia com autenticação do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.3.de risco devido às irregularidades constatadas em vistoria anterior. o responsável técnico. de acordo com o PSIP aprovado.3 Verificado que o proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação e áreas de risco não tomou as providências necessárias para a reparação da irregularidade. que venham a diminuir as condições de segurança da edificação e áreas de risco e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 10 de 55  . o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter.3. comprovando a solicitação de nova vistoria.3. com a apresentação do relatório de irregularidades da vistoria (original ou cópia) ou o protocolo de vistoria.4.4.3.3.3. o responsável pelo uso e/ou proprietário deve manter o original ou cópia na entrada da edificação e áreas de risco em local visível ao público. 4.3.3. respeitando a complexidade da medida de segurança. na entrada da edificação e áreas de risco.2.3.2 Para a avaliação da irregularidade constatada na instalação ou funcionamento da medida de segurança contra incêndio deve ser levado em consideração a possibilidade da reparação imediata e ininterrupta pelo proprietário ou responsável pelo uso. 4. quando houver discordância do relatório emitido pelo vistoriante ou havendo necessidade de regularização de alguma pendência.3.4. esclarecendo o fato ocorrido. 4. 4.3.3.4 Cassação do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico do CBMCE 4. 4. o interessado deve apresentar o último relatório de vistoria (original ou cópia) emitido pelo vistoriante. 4. deve o proprietário ou responsável pelo uso encaminhar uma solicitação por escrito à CAT.3.3.3.3 Nos casos de extravio do protocolo de vistoria.3.4. 4.3 Emissão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico do CBMCE 4. uma placa indicativa contendo a lotação máxima permitida.13 As medidas de segurança contra incêndio e pânico instaladas na edificação e áreas de risco e não previstas no PSIP não serão aceitas como medidas adicionais de segurança.4 O proprietário ou responsável pelo uso poderá recorrer do ato de cassação por meio de recurso junto à CAT.3.3.7 Após a emissão do CESIP para a edificação e áreas de risco. previstas no PSIP aprovado de acordo com a legislação pertinente. 4.2. 4. 4.2. deve ser instaurado o procedimento administrativo pelo Coordenador da CAT.1 Quando constatado pela CAT que ocorreram alterações prejudiciais nas medidas de segurança contra incêndio da edificação e áreas de risco que possua CESIP com prazo de validade em vigência. estes devem ser carimbados pelo Núcleo de Vistorias.1 Após a realização da vistoria na edificação e áreas de risco e aprovação pelo vistoriante. 4.4.3. devidamente fundamentadas nas referências normativas. 4. esclarecendo o fato ocorrido.

5.3.3. por ofício. quando houver mais de um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas.7 Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica 4. deve ser providenciada a cassação do CESIP. sobre o ato de cassação do CESIP.5 Podem ser emitidas várias ART desmembradas com as respectivas responsabilidades por medidas específicas. 4.5. 4.3.5.3.3.6 Certificado de Aprovação do Projeto 4.3. 4.3 Plano de intervenção de incêndio (quando da renovação do CESIP) 4. 4.1.5.3.5. g) de instalação e/ou manutenção do sistema de controle de fumaça. 4.9 Notas Fiscais Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 11 de 55  .5.5. iluminação de emergência.que não foram sanadas no prazo estipulado pela CAT. 4.6 A Prefeitura e o Ministério Público devem ser informados.5. e) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de chuveiros automáticos.1 Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teóricos e práticos de prevenção e combate a incêndio.3.5.5.5.1 Documento que atesta que as portas de saídas de emergência da edificação estão instaladas com sentido de abertura no fluxo da rota de fuga e permanecem abertas durante a realização do evento.5. publicando o ato no Diário Oficial do Estado.4 Pode ser emitida uma única ART.4.3.3. sinalização de emergência e compartimentação horizontal e vertical).5.3.1.3. 4.3. d) de inspeção e/ou manutenção de vasos sob pressão. autonomia e automatização. c) de instalação e/ou manutenção do grupo motogerador. 4.5 Documentos necessários para a solicitação de vistoria de acordo com o risco e/ou medida de segurança existente na edificação e áreas de risco 4. 4.3.5.1 Documento em via original ou via autenticada.1 Documento em via original ou autenticada que contém informações da razão social.2 Atestado de brigada contra incêndio 4.1 Plano estabelecido em função dos riscos da edificação e áreas de risco para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência. Atestado de abrangência do grupo moto-gerador 4.3. após a conclusão do procedimento.1 Anotação de Responsabilidade Técnica: a) de instalação e/ou de manutenção das medidas de segurança contra incêndio (hidrantes. quando houver apenas um responsável técnico pelas medidas de segurança contra incêndio instaladas.7.5.5.3.3. dentre outras.3.3.2. 4. f) de instalação e/ou manutenção do sistema de detecção de incêndio.2 A Anotação de Responsabilidade Técnica de instalação é exigida quando da solicitação da primeira vistoria da edificação e áreas de risco.1 Documento que contém informações sobre a abrangência.3. em via original ou 4.1 A Anotação de Responsabilidade Técnica deve ser emitida para os serviços específicos de instalação e/ou manutenção das medidas de segurança contra incêndio previstas na edificação e áreas de risco.1.3.3. saídas de emergência.5.5. 4.1 Documento autenticada.3 A Anotação de Responsabilidade Técnica de manutenção é exigida quando da renovação do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros. 4.5. alarme de incêndio.5. 4.8 Comprovante de Recolhimento do Emolumento 4.5.3.4.6.4 Termo de responsabilidade das saídas de emergência 4.8.3.5.1. inscrição estadual ou municipal.5. b) de instalação e/ou de manutenção dos sistemas de utilização de gases inflamáveis. 4.1. extintores.

entre outros).7.3.3.9. 4. b) entidade filantrópica declarada oficialmente como de utilidade pública (asilo. mediante devolução da via original do documento. conforme projeto aprovado pelo Núcleo de Análise. 4.8.8. 4. 4.9.3.8. que não impliquem a substituição.1 A solicitação de vistoria pode ser encaminhada ao CBMCE por autoridade da administração pública.6 O prazo máximo para solicitação de retorno de vistoria é de seis meses a contar da data de emissão do relatório de vistoria apontando as irregularidades.8. 4. contendo endereço da edificação e áreas de risco.3. bem como seu funcionamento.7 Prazo de validade do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico 4. 4. c) outros que as legislações determinarem.3.8. estadual e federal).3.3 Atestado de abrangência do grupo motogerador (Anexo F). caso sejam constatadas irregularidades pelo vistoriante. desde que tenha competência legal para tal. devem ser encaminhadas por meio de formulário próprio juntamente com cópias de documentos autenticadas que comprovem o teor da solicitação. devendo encaminhar o pedido por escrito à CAT solicitando tal dispensa.9 Solicitação de vistoria por autoridade pública 4.3.3.2 A solicitação de vistoria deve ser feita via ofício com timbre do órgão público.3. endereço e telefone do órgão solicitante. 4.9 As entidades citadas no item 4.1 O CESIP terá prazo de validade de 1 (um) ano.5. 4.8. o prazo de validade do novo CESIP deve se restringir ao mesmo período de validade emitido no CESIP cancelado. 4.6.8.4. não se responsabilizando pela instalação.8.9. o prazo de validade do CESIP deve ser para o período da realização do evento e só deve ser válido para o endereço onde foi efetuada a vistoria. 4.3. 4. 4.3.3. sem prejuízo de outras sanções.2 Para PSIP de instalação e ocupação temporária. 4.8 Disposições gerais da vistoria 4. o responsável deve solicitar nova vistoria a Coordenadoria de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. compete ao CBMCE a verificação das medidas de segurança contra incêndio previamente aprovadas.3. 4.11 O proprietário e/ou responsável pelo uso da edificação e áreas de risco é responsável pela manutenção e funcionamento das medidas de segurança contra incêndio sob pena de cassação do CESIP.3.3.3.3 A contar da data de entrada do ofício na CAT.9. 4.7.5 O prazo máximo para realização de vistoria pelo Núcleo de Vistorias é de trinta dias corridos. o CBMCE deve responder nos prazos legais das requisições e as demais solicitações em trinta dias.3. 4.8 ficam dispensadas de pagamento de emolumento. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 12 de 55  . constando o endereço da edificação. 4.3.6.8.4 O pagamento do emolumento de vistoria dá direito a realização de uma vistoria e de um retorno de vistoria.7 As vistorias motivadas pela CAT são isentas de emolumentos.10 Na vistoria.3.3 Quando houver a necessidade de cancelar o CESIP emitido para retificação de dados. manutenção ou utilização indevida.2 Termo de responsabilidade das saídas de emergência (Anexo E).3.3.6.1 Conjunto de notas fiscais de compra de todos os equipamentos instalados. via ofício.3 O interessado deve comparecer na Seção de Atendimento ao Público da CAT com o comprovante de recolhimento do emolumento referente ao serviço de vistoria. Após este prazo é exigido o recolhimento de novo emolumento.8.8 Ficam dispensados do pagamento de emolumento: a) órgão da administração pública direta (municipal.1 Atestado de brigada contra incêndio (anexo D).1 Para renovação do CESIP.3.3.3.8. 4. 4. creche.2 As alterações de dados referentes ao PSIP.3.6 Modelos 4.7. 4. motivação do pedido e identificação do funcionário público signatário.8.3.

a CAT deve responder no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis.4. b) pavimentos superiores destinados. 4.6 A contar da data do protocolo. e pode ser acompanhado de documentos que elucidem a dúvida ou comprovem os argumentos apresentados.8. d) o pavimento superior da unidade “duplex” do último piso da edificação.4. ficando vedado as perguntas genéricas que deixem a cargo da CAT quanto à busca da solução específica. a comunicação deve ser feita por carta resposta. as alturas poderão ser tomadas de forma independente. 4.7 A decisão será publicada no Boletim do Comando Geral do CBMCE.5 Cumprimento das medidas de segurança contra incêndio e pânico 4. o cálculo de acessos (escadas) procederá de forma a considerar duas alturas distintas.8. o prazo para resposta fica prorrogado para trinta dias. vestiários e instalações sanitárias ou respectivas dependências sem aproveitamento para quaisquer atividades ou permanência humana. barriletes.4 A decisão será publicada no Boletim do Comando Geral do CMBCE. 4.4.5.1 O proprietário. quando da necessidade de responder ao Núcleo de Análise sobre qualquer irregularidade ou dúvida.4. 4. c) para esclarecimento de dúvida quanto a procedimentos administrativos e técnicos. respeitando a ordem cronológica de entrada do pedido. casas de máquinas.4. b) para solicitação de retificação de dados do PSIP. 4. 4.4.3 Em caso de uma única saída de emergência ao nível do logradouro. em função de cada uma das saídas. datilografado ou manuscrito com letra de forma legível. a Câmara Técnica. em níveis diferentes.1 O Formulário próprio para atendimento deve ser utilizado nos seguintes casos: a) para solicitação de substituição e retificação do CESIP. 4. na mensuração da altura da edificação não serão considerados: a) os subsolos destinados exclusivamente a estacionamento de veículos.2 O recurso será dirigido ao Coordenador Atividades Técnicas.4. 4.4. 4.4. d) para solicitação de revisão de ato praticado pela CAT (relatórios de vistorias).8 Formulário próprio para atendimento 4. 4. reservatórios de água e assemelhados.5. f ) outras situações a critério da CAT. c) mezaninos cuja área não ultrapasse a 1/3 (um terço) da área do pavimento onde se situa. 4. seu procurador ou o responsável técnico.3 Durante a fase de análise do PSIP. em última instância administrativa.4.4. ou de da de 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 13 de 55  . no prazo de trinta dias.2 O interessado quando do preenchimento do formulário deve propor questão específica sobre a aplicação da legislação.1 Para fins de aplicação desta Norma Técnica.5.4.4.5.4.4. 4. o Coordenador decidirá no prazo de trinta dias. contados da data de protocolo do recurso. contados da data de publicação da decisão a que alude o item anterior.8.5. uma acima e outra abaixo do nível de descarga.2. 4.3 Recebido o recurso. no cálculo da área a ser protegida com 4.1 Para o dimensionamento das saídas de emergência. e) para atualização de PSIP.8.4 A solicitação do interessado pode ser feita conforme Anexo G ou modelo semelhante confeccionado com recursos da informática.4. prevalecerá a maior altura.8. anexada no interior do PSIP.5 Podem fazer uso do presente instrumento o proprietário. responsável técnico responsável pelo uso da edificação e áreas risco poderá interpor recurso das decisões CAT no prazo de trinta dias contados da data conhecimento da decisão. a áticos. 4.4 Recursos 4. exclusivamente.8.5 Caberá recurso.2 Para implementação das medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco que tiverem saída para mais de uma via pública. 4.7 Em caso do formulário ser encaminhado para instância superior.6 A Câmara Técnica decidirá no prazo de dez dias. tendo por base sempre o piso do último pavimento habitável. em três vias. 4.4 Para fins de aplicação desta Norma Técnica.8. contados da data de protocolo.

9 A laje de Segurança será cobrada em todas as edificações com altura superior ou igual a 30 (trinta) metros. destinados à proteção de utensílios.6. 4.5. com laterais abertas. 2 c) Edificações acima de 3. caixas d’água. b) quanto à altura: de acordo com a Tabela 2 em anexo. hotéis residenciais e “apart-hotéis”. 4.5. em notas transcritas logo abaixo das tabelas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 14 de 55  .000m de área construída.000 habitantes. divisão H-3 (hospitais e assemelhados).5.as medidas de segurança contra incêndio. 4.10 O Hidrante urbano é dispositivo de uso exclusivo do Corpo de Bombeiros para abastecimento de viaturas em operações de extinção de incêndio.5. leitos.3 Todas as medidas de segurança contra incêndio devem obedecer aos parâmetros estabelecidos nesta Norma Técnica. 4. 2 e) Edificações acima de 6. emitido pela companhia de água e esgoto. onde a exigência ocorrerá quando a altura for superior a 80 (oitenta) metros. respeitando as exigências da Lei em vigor. exigido nos seguintes casos: a) Edificações que possuam mais de trinta unidades de casas.5. b) das ocupações do Grupo H. subdivisão A-2.8 O Elevador de Emergência será exigido em todas as edificações com altura superior a 60 (sessenta) metros.000 habitantes. exceto quando se tratar: a) das edificações do Grupo A. apartamentos. serem observadas as ressalvas. ainda. comerciais.5. onde a exigência ocorrerá quando a altura for superior ou igual a 24 (vinte e quatro) metros. para o sistema em questão. para municípios que possuam até 100. c) beirais de telhado até um metro de projeção.2 Consideram-se obrigatórias as exigências assinaladas com “X” nas tabelas anexas. 2 d) Edificações acima de 4.5.1 Enquanto não for elaborada norma técnica específica.5.6 Além das exigências da presente Norma Técnica.5. as edificações e áreas de risco devem atender aos critérios contidos no item 4. sendo. para municípios que possuam acima de 200. as edificações e áreas de risco deverão atender a exigências da Norma Técnica específica.500m de área construída. salas de aulas e similares. exceto para ocupações destinadas a residências. não serão computados: a) telheiros. pertencente a outra edificação. as edificações e áreas de risco serão classificadas da seguinte maneira: a) quanto à ocupação: de acordo com a Tabela 1 em anexo.000 habitantes. devendo. onde a exigência ocorrerá quando a altura for superior ou igual a 42 (quarenta e dois) metros.5.10. tanques e outras instalações desde que não tenham área 2 superior a 4 m . salas comerciais.5. b) Edificações industriais. 4.5. 4. 4.2 Para efetivação do considerado no item anterior. 4.5.1 Na implementação das medidas de segurança contra incêndio. e) piscinas e assemelhados.5.7 O sistema de controle de fumaça será exigido: a) para edificações com altura superior a 60 (sessenta) metros.5. o quê deverá ser confirmado “in loco” para obtenção do Certificado de Conformidade. quando esta existir. orientarão a elaboração do PSIP as NBR´s que tratarem das medidas de segurança contra incêndio e pânico requeridas para a edificação e áreas de risco.000m de área construída. 4. d) reservatórios de água. b) platibandas. d) quanto aos requisitos mínimos de segurança: de acordo com as Tabela 4 e 5 em anexo.5. b) para subsolos das edificações que possuírem ocupações distintas de estacionamento de veículos. na ocasião da obtenção do Certificado de Aprovação do Projeto (CAPSIP) deverá ser apresentado documentado comprobatório da existência (planta de locação e situação) e funcionamento do hidrante urbano. 4. portanto. exceto quando se tratar: a) das ocupações do Grupo A (residenciais). 4.5. dependendo da destinação da mesma. para municípios que possuam até 200. 4. celas.1 Poderá ser dispensada a instalação do hidrante urbano caso já exista uma outra unidade. incluindose as vilas e condomínios residenciais. numa distância máxima de 600m da entrada principal da edificação que se deseja dispensá-lo. c) quanto à carga de incêndio: de acordo com a Tabela 3 em anexo.10.5 Para efeitos desta Norma Técnica.

4.3 A nomeação de oficiais e praças para o exercício da função de bombeiro militar fiscal ocorrerá por ato do Comandante Geral.6.11 O Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas será exigido em todas as edificações com altura superior a 12m ou área 2 superior a 750m .5 Câmara Técnica 4. 4.1.5.3 Todo o procedimento considerado nos itens anteriores é de inteira responsabilidade do interessado no processo.1 Os membros da Câmara Técnica serão nomeados por ato do Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.1.6.6. b) indústrias e depósitos de explosivos (Grupo L).2.1 Fica instituída a Comissão Especial de Avaliação (CEA). 4. c) ocupação do(s) subsolo(s) para outra finalidade que não seja a de estacionamento de veículos.5.6.1.2 Nas edificações e áreas de risco já construídas é de inteira responsabilidade do proprietário ou do responsável pelo uso. a qual será presidida pelo Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará e composta por 2 (dois) representantes da própria Corporação. 4. 4.6. 4.6. 4. 4. quando necessário. independente da altura ou área. exercida pelo vistoriante. desde que sejam consideradas convenientes e oportunas pela comissão e que atendam os objetivos da segurança contra incêndio e pânico no Estado do Ceará.3 As propostas de alteração das normas técnicas deverão ser apreciadas pela Câmara Técnica e serão homologadas pelo Comandante do Geral do CBMCE.5. a qualquer título: a) utilizar a edificação de acordo com o uso para o qual foi projetada.6.2 Competirá à Comissão a que alude o item anterior: a) avaliar as normas técnicas e os eventuais problemas ocorridos em sua aplicação. 4.2 Todos os depósitos de explosivos. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 15 de 55  . b) a vistoria técnica.4.5. preferencialmente detentores de formação superior na área de engenharia. 4. 4. serão analisadas particularmente por Comissão Técnica : a) comércio de explosivos (Grupo L) com área superior a 100m2 (cem metros quadrados).12 As edificações com as características abaixo descritas.5.10. 2 (dois) representantes de universidades e outros representantes afins.6.1 O aludido sistema poderá ser dispensado desde que haja comprovação por meio dos cálculos estabelecidos na NBR 5419.1 Caberá ao Comandante Geral do CBMCE a nomeação dos demais integrantes que compõem a CEA. 2 (dois) representantes de entidades públicas ou privadas.1 A apresentação do CAPSIP e do CESIP da edificação e áreas de risco é de responsabilidade do proprietário ou responsável pelo uso.6.11. devendo serem oficiais da ativa ou reserva. exercida pelo analista de projetos. nas instalações do Comando Geral.2.6. a qual deverá reunir-se semestralmente em local apropriado. a garantia de existência e funcionamento do hidrante urbano.2 O Coordenador da CAT indicará os oficiais e praças aptos ao exercício da função de bombeiro militar fiscal.6. 2 (dois) representantes das administrações municipais.5. 4. ligadas às questões de segurança e incêndio.4. podendo ser convocada extraordinariamente.3 As medidas de segurança contra incêndio e pânico devem ser projetadas e executadas por profissionais ou empresas credenciados junto à Coordenadoria de Atividades Técnicas. b) tomar as providências legais cabíveis para a adequação da edificação e áreas de risco às exigências desta norma. 4.4. 4.6 Disposições Finais 4.6. 4. 4. 4. inclusive.1 Á Coordenadoria de Atividades Técnicas incumbe o credenciamento de seus integrantes para o exercício da função de bombeiro militar fiscal por meio de cursos de habilitação e treinamentos.2.11.6.4 Para a edificação ser considerada como existente é indispensável a apresentação de documentação comprobatória.2 O exercício da função de bombeiro militar fiscal se divide em duas atividades operacionais complementares: a) a análise de projetos.6. b) apresentar propostas de alteração das normas técnicas. sendo um total de 07(sete). deverão ser protegidos por este sistema.

d) casos em que o CAT não possua os instrumentos adequados para a avaliação em análise e/ou vistoria.3 A Câmara Técnica é utilizável nas fases de análise.5. vistoria ou quando há necessidade de estudo de casos especiais como forma de garantir ao interessado a manutenção de exigências de futuro PSIP. a seu critério.6 Além dos requisitos constantes desta Norma. poderá determinar outras medidas que. 4. c) utilização de novos sistemas construtivos ou de novos conceitos de medidas de segurança contra incêndio. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 16 de 55  .6. 4.6.5.2 A Câmara Técnica é o instrumento administrativo em grau de recurso que funciona como instância superior de decisão de assunto relacionado ao serviço de segurança contra incêndio e pânico. julgar convenientes à segurança contra incêndios.6. devendo a mesma ser analisada por Comissão Técnica. o Corpo de Bombeiros militar do Estado do Ceará. prevista neste regulamento. b) utilização de normas internacionais. quando se tratar de edificações ou de outra atividade diferenciada. a exemplo de: a) solicitação de isenção de medidas de segurança contra incêndio.4.

o _____/_____ Data de entrada na CAT: ____/____/____ Atendente: Rua: n.ANEXO A CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS   CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO Projeto de Segurança Contra Incêndio n.o Compl.: Bairro: Município: Proprietário ou responsável pelo uso: Fone: e-mail: Responsável técnico: CREA: Fone: e-mail: Áreas Existente: m2 Construir: m2 Total: m2 2 Ocupação: Risco: _______ (_____ MJ/m )   EM ____/____/____ EM LAUDO DE IRREGULARIDADES ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ EM ____/____/____ APROVADO EM ____/____/____ Assinatura: Fone: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Nome: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG: Fone: RG:   Aprovado em ____/____/____ ________________________ Oficial Analista ________________________ Chefe do Núcleo de Análise Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará  TRAMITAÇÃO DO PROJETO       Página 17 de 55  .

ANEXO B MEMORIAL DESCRITIVO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS MEMORIAL DESCRITIVO E JUSTIFICATIVO SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DA EDIFICAÇÂO E ÁREAS DE RISCO: DE CÁLCULO DO PROJETO DE Número da art do projeto: Classificação da edificação: Proprietário: Projetista: Classificação da atividade: Risco: Endereço: Área total construída*: Área total do terreno: Número de Pavimentos: Altura considerada: Altura total da edificação: Número de unidades por andar: Número de unidades comerciais: Número total de unidades: Descrição dos pavimentos: * Caso utilize separação de edificações. apresentar cálculos abaixo e descrever áreas individualizadas. DA SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA Especificar detalhes consideráveis e localização da sinalização de emergência. cálculos segundo norma técnica específica e apontar áreas de risco consideradas separadas. DO ENQUADRAMENTO (indicar as medidas de segurança requeridas pela edificação e áreas de risco) DO ACESSO DE VIATURAS Largura da via interna: Altura da entrada principal: Especificar detalhes consideráveis e localização do acesso de viaturas. DA ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 18 de 55  . DA SEPARAÇÃO DE EDIFICAÇÕES Especificar detalhes consideráveis sobre separação.

para locais de reunião de público especificar cálculo de público. Porta corta fogo: Dimensões: Janela da escada (caixilho fixo de vidro aramado): Janela de exaustão da antecâmara: Área dos dutos de ventilação: TRF dos elementos estruturais do duto: Altura do corrimão: especificar que deve ser de ambos os lados TRF dos elementos estruturais: Número de escadas: DO SISTEMA DE PROTEÇÃO POR HIDRANTES Tipo de material: Diâmetro da tubulação: especificar maior e menor trecho Localização do hidrante de recalque: Pó ABC * * * Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 19 de 55  .Tipo de lâmpada: Potência (watt): Tensão de alimentação: Autonomia: Nível de iluminamento: Especificar detalhes consideráveis da iluminação de emergência. DA SAÍDA DE EMERGÊNCIA Quanto a ocupação: Quanto à altura: Quanto as características construtivas: Área do maior pavimento (pavimento): Número de saídas: Tipo de escada: Especificar cálculo do dimensionamento das saídas de emergência. DOS APARELHOS EXTINTORES: Risco da edificação: A. DOS SISTEMAS DE DETECÇÃO E ALARME Localização da central: Especificar detalhes consideráveis dos sistemas de detecção e alarme. B ou C Altura de instalação do extintor (metros): DISTRIBUIÇÃO DOS APARELHOS EXTINTORES TIPO E CAPACIDADE EXTINTORA LOCALIZAÇÃO CO2 PQS * * PAVIMENTOS * * RISCO ISOLADO * * TOTAL * peso e capacidade extintora Especificar detalhes consideráveis sobre os aparelhos extintores e sinalização.

: Localizar o HR na entrada principal da edificação.Localização do hidrante urbano: DA CANALIZAÇÃO PREVENTIVA Tipo de material: Diâmetro da tubulação: especificar maior e menor trecho Localização do hidrante de recalque: Número total de caixas: Volumes da RTI (litros): especificar volume de HID + SPK Cálculo do consumo predial: Volume total da caixa: Dimensões da caixa: Altura do nível da RTI (metros): considerar volume de HID + SPK DISTRIBUIÇÃO DAS CAIXAS DE INCÊNDIO: Especificar todos os pavimentos CAIXA DE INCÊNDIO/BLOCO MANGUEIRA 1½“ PAVIMENTOS TIPO QUANTIDADE QUANT POR CX COMPRIMENTO TOTAL TIPO(1) .70 X 45 X 17 cm TIPO(2) . DOS CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (de acordo com as NBR 10. Obs.897): Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 20 de 55  .90 X 60 X 17 cm DO CÁLCULO DA BOMBA PARA HIDRANTES: Pressão mínima exigida: Pressão no requinte: Pressão máxima na canalização: Localização do hidrante de recalque: a)      b) c) Cálculo da perda de carga Sucção Expulsão Requinte Mangueira Perda de carga total Cálculo da altura manométrica total Cálculo da bomba Especificação da bomba: Vazão (m3/h): Altura manométrica (m): DO HIDRANTE DE RECALQUE: Identificá-lo pelos lados interno e externo na cor vermelha e as letras “HID” no seu interior na cor branca.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 21 de 55  . em laje c/viga Afastamento vertical do spk ao forro: DISTRIBUIÇÃO DOS CHUVEIROS AUTOMÁTICOS LOCALIZAÇÃO QUANTIDADE DIMENSIONAMENTO DOS SUB-RAMAIS E RAMAIS PARA RISCOS LEVE E ORDINÁRIO NÚMERO DE SPRINKLERS DIÂMETRO DO TUBO 1 1” ou 3/4” 2 1” 3 1¼“ 4 1¼“ 5 1½“ 10 2” 30 2½“ 60 3” até 100 4” DO CÁLCULO DA BOMBA PARA SPRINKLERS: Pressão mínima exigida: Pressão no bico: Pressão máxima na canalização: Localização do hidrante de recalque: a) Cálculo da perda de carga  Sucção  Expulsão  Perda de carga total b) Cálculo da altura manométrica total c) Cálculo da bomba Especificação da bomba: Vazão (m3/h): Altura manométrica (m): DO HIDRANTE DE RECALQUE: Identificá-lo pelos lados interno e externo na cor amarela e as letras “SPK” no seu interior na cor preta.Tipo de material: Diâmetro da tubulação: especificar maior e menor trecho Localização do hidrante de recalque: Volumes da RTI (litros): especificar conforme norma Coloração da ampola Temperatura de acionamento Tipo: Letra de código = “h“ Tubulação: diâmetro variável em ferro galvanizado Afastamento vertical do spk ao teto: em laje lisa.

Obs. quando desnecessário. DIMENSIONAMENTO DO SPDA: Tipo de captação: Largura da malha (gaiola): Raio de proteção (franklin): Altura do captor*: * Apresentar os cálculos de todas as hastes isoladas Espaçamento médio: Perímetro da coberta: Número de descidas: Material utilizado: Altura da proteção mecânica de PVC rígido: Tipo de aterramento: Material utilizado: Resistência do aterramento: DA CENTRAL DE GÁS: Tipo: Capacidade: Tubulação: TRF dos elementos estruturais: Distância a outra instalação: Especificar detalhes consideráveis da central de GLP e caso não faça utilização de GLP.ART Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 22 de 55  . inserir nota atestando o fato.: Localizar o HR na entrada principal da edificação. comprovar com cálculo. _______________________________________ Nome do projetista Graduação CREA CE ETIQUETA . DO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS Classificação: Nível de proteção: Classificação da estrutura: Tipo de estrutura: Área de exposição equivalente Cálculo da necessidade de SPDA: Segundo NBR 5419.

município de ______________________________________/CE. n. ora desatualizado devido à não previsão em planta das medidas de segurança contra incêndio e pânico exigidas na Tabela 4 da Norma Técnica n. prevendo as medidas de segurança contra incêndio e pânico exigidas na mencionada Tabela 4 da norma em alusão.o _________. que possui Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSIP) aprovado nesse Corpo de Bombeiros Militar sob o n.ANEXO C TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO Visando à concessão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.o ____________. a edificação situada na __________________________________________________________.o 001/2008.o 001/2008. _____________________________. nos moldes previstos na Norma Técnica n. Comprometo-me a substituir o atual PSIP acima descrito. bairro ______________________________________________ . ______ de ____________________ de _____ _______________________________ Nome RG/CPF Endereço Proprietário/responsável pelo uso da edificação Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 23 de 55  .

______ de ____________________ de _____ _______________________________ Nome RG/CPF Registro CBMCE Somente válido com a comprovação da capacitação técnica do signatário (anexar cópia da credencial) Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 24 de 55  . CPF _____________________________. para os devidos fins.o _________. que as pessoas abaixo relacionadas participaram com bom aproveitamento do treinamento de “Brigada de Incêndio” ministrado na edificação localizada ______________________________________________________.ANEXO D ATESTADO DE BRIGADA DE INCÊNDIO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS ATESTADO DE BRIGADA DE INCÊNDIO Atesto.G. n.município de ___________________/CE e estão aptas ao manuseio dos equipamentos de prevenção e combate a incêndio da edificação: NOME R. bairro _____________________________________ .

bairro ________________________________ . n. ______ de ____________________ de _____ _______________________________ Nome RG/CPF Endereço Proprietário/responsável pelo uso da edificação Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 25 de 55  .ANEXO E TERMO DE RESPONSABILIDADE DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS TERMO DE RESPONSABILIDADE DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Visando à concessão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. estão instaladas com sentido de abertura no fluxo da rota de fuga e permanecem abertas durante a realização do evento. atestamos que as portas das saídas de emergência da edificação o situada na __________________________________________________________. _____________________________. _________.município de ____________________________/CE. Assumo toda a responsabilidade civil e criminal quanto à permanência das portas abertas.o ____________. que possui Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSIP) aprovado nesse Corpo de Bombeiros Militar sob o n.

o ___________.ANEXO F TERMO DE ABRANGÊNCIA DO GRUPO MOTO-GERADOR ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS TERMO DE ABRANGÊNCIA DO GRUPO MOTO-GERADOR Eu. n.município de _____________________/CE. ______ de ____________________ de _____ _______________________________ Nome do responsável técnico Número da ART Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 26 de 55  . encontra-se instalado de acordo com as exigências da NBR 10. registrado no Crea sob o n. ____________________________________________________________. atesto que o grupo moto-gerador existente na edificação situada na ______________________________________________________.898. bairro __________________________________ . tendo as seguintes características: Motor (marca e modelo): Potência: Tensão: Tipo de acionamento: Combustível: Capacidade do tanque: Autonomia: Abrangência: _____________________________.o _________. Visando à concessão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 27 de 55  .

o: Procurador INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO Endereço: Área (m2): PSIP n.ANEXO G FORMULÁRIO PRÓPRIO PARA ATENDIMENTO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS FORMULÁRIO PRÓPRIO PARA ATENDIMENTO Data: ____/____/____ Solicitante: Fone: Proprietário Finalidade da consulta: Responsável pelo uso Atendente: e-mail: Responsável técnico N.o: Altura (m): Ocupação: Vistoria n.o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 28 de 55  .

 Forma da Apresentação  Protocolo (uso do Corpo de Bombeiros)              Projeto Contra Incêndio e Pânico Simplificado                    4. Medidas de Segurança Contra Incêndio        (   ) Controle de materiais de acabamento  (   ) Sinalização de Emergência  (   ) Saídas de Emergência  (   ) Extintores     (   ) Iluminação de Emergência        5. Identificação da Edificação e/ou Área de Risco  Logradouro Público:     Bairro:     Proprietário:     Responsável pelo Uso:     Áreas(m2)  Existente:     Nº   Município:  E‐mail:  E‐mail:  A Construir:  Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 29 de 55  . Elementos Estruturais        Estrutura portante(concreto. outros):        Estrutura de sustentação da cobertura(concreto. aço. madeira. aço. Riscos Especiais           (   ) Armazenamento de líquidos  inflamáveis/combustíveis  (   ) Fogos de Artifício     (   ) Gás Liquefeito de Petróleo  (   ) Vaso sob pressão(caldeira)  (   ) Armazenamento de produtos perigosos  Outros(especificar)                            Ass: Proprietário ou Responsável pelo uso  Ass: Vistoriante do Corpo de Bombeiros  VISTORIAS           Protocolo nº  Data:  Atendente:     Vistoriante:  Data:  Parecer:       I. divisão e descrição:     Risco(Mj/m2):  2. outros):     3. madeira.ANEXO H ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS FORMULÁRIO DE SEGURANÇA PARA PROJETO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO SIMPLIFICADO    Complemento:  UF: CE  Fone:  Fone:  Total:  ocupação do  Detalhes  Altura(m):  nº de pav:  subsolo:  Uso.

Agências bancárias e assemelhados. Pensionatos. cursos supletivos. laboratórios químicos. Lavanderias. internatos. centros profissionais e assemelhados. alojamentos. louças. ginástica (artística. Centro de compras em geral (shopping centers). motéis.TABELA 1 CLASSIFICAÇÕES E EXIGÊNCIAS EM EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À OCUPAÇÃO Grupo Ocupação/Uso Divisão Descrição Exemplos Casas térreas ou assobradadas (isoladas e não isoladas). conventos. A-1 Habitação unifamiliar A Residencial A-2 Habitação multifamiliar A-3 Habitação coletiva B-1 B Serviço de Hospedagem B-2 Hotel e assemelhado Hotel residencial C-1 Comércio com baixa carga de incêndio Comércio com média e alta carga de incêndio C Comercial C-2 C-3 Shoppings centers D-1 Local para prestação de serviço profissional ou condução de negócios D-2 D Serviço profissional D-3 Agência bancária Serviço de reparação (exceto os classificados em G-4) D-4 Laboratório E-1 Escola em geral E-2 Escola especial E-3 E Educacional e cultura física E-4 Espaço para cultura física Centro de treinamento profissional E-5 Pré-escola Creches. Hotéis. jardins-de-infância. futebol e outros que não estejam incluídos em F-3). pousadas. Locais de ensino e/ou práticas de artes marciais. dança. escolas religiosas e assemelhadas. universitários e assemelhados. hospedarias. Hotéis e assemelhados com cozinha própria nos apartamentos (incluem-se apart-hotéis. Armarinhos de artigos de metal. escolas maternais. mosteiros.   Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 30 de 55  . Edifícios de lojas de departamentos. residências geriátricas. pré-universitários. magazines. mercados e assemelhados. instituições financeiras (que não estejam incluídas em D-2). Laboratórios de análises clínicas sem internação. Escolas de artes e artesanato. casas de cômodos e assemelhados. Edifícios de apartamento em geral e condomínios horizontais. pensões. assistência técnica. artigos hospitalares e assemelhados. pintura de letreiros e outros. albergues. Escolas de ensino fundamental e médio. Escolas profissionais em geral. supermercados em geral. reparação e manutenção de aparelhos eletrodomésticos. fotográficos e assemelhados. galerias comerciais. sauna. Escritórios administrativos ou técnicos. chaveiros. casas de fisioterapia e assemelhados. musculação e outros) esportes coletivos (tênis. deficientes visuais e auditivos e assemelhados. hotéis residenciais) e assemelhados. E-6 Escola para portadores de deficiências Escolas para excepcionais.

sem abastecimento (exceto veículos de carga e coletivos). salas de funerais e assemelhados. postos policiais e assemelhados. cinemas. Boates. parques de diversão e/ou exposição. Abrigos para aeronaves com ou sem abastecimento Hospitais. hospitais psiquiátricos. refeitórios. reformatórios. Postos de abastecimento e serviço. autódromos. máquinas agrícolas e rodoviárias. rodeios. álcool e assemelhados (Todos sem celas). edificações das forças armadas e policiais Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 31 de 55  . clínicas e consultórios veterinários e assemelhados (inclui-se alojamento com ou sem adestramento) Asilos. planetários. retificadoras de motores e assemelhados. bilhares. salões de baile. estações de transbordo em geral e assemelhados. Jardim zoológico. clínicas com internação e assemelhados (todos com internação). centro de documentos históricos. micaretas. bingos. manutenção e reparos G-5 Hangares H-1 Hospital veterinário e assemelhados H-2 H Serviço de saúde e institucional H-3 Local onde pessoas requerem cuidados especiais por limitações físicas ou mentais Hospital e assemelhado H-4 Repartição pública.  Grupo Ocupação/Uso Divisão Descrição Exemplos F-1 Local onde há objeto de valor inestimável Museus. orfanatos. lanchonetes. Estádios. pista de patinação. capelas. Oficinas e garagens de veículos de carga e coletivos. portos. Legislativo e Judiciário. mesquitas. Restaurantes. garagens (exceto veículos de carga e coletivos). borracharia. necrotérios. sinagogas. academias. parques recreativos e assemelhados (Edificações permanentes). Estações rodoferroviárias e marítimas. auditórios em geral e assemelhados. metrô. cafés. abrigos geriátricos. casa de saúde. show-room. tribunais. Garagens automáticas. cemitérios. Oficinas de conserto de veículos. tiros ao alvo. Edificações do Executivo. aquários. crematórios. clubes sociais. Hospitais. boliches e assemelhados. e assemelhados (Edificações permanentes). Teatros em geral. tratamento de dependentes de drogas. aeroportos. templos. sambódromos. delegacias. cantinas e assemelhados. Circos. heliponto. centrais de polícia. cartórios. Salões e salas de exposição de objetos e animais. arenas em geral. e assemelhados. prontos-socorros. F-2 Local religioso e velório F-3 Centro esportivo e de exibição e Locais de Diversão F-4 Estação e terminal de passageiro F Local de Reunião de Público F-5 Arte cênica e auditório F-6 Clube social e Diversão F-7 Construção provisória F-8 Local para refeição F-9 Recreação pública F-10 Exposição de objetos e animais G-1 Garagem sem acesso de público e sem abastecimento Garagem com acesso de público e sem abastecimento Local dotado de abastecimento de combustível G-2 G Serviço automotivo e assemelhados G-3 G-4 Serviço de conservação. quartéis. clubes e assemelhados. bibliotecas e assemelhados. bares. galerias de arte. vaquejadas. ginásios e piscinas com arquibancadas. Garagens coletivas sem automação. restaurantes dançantes. auditórios de estúdios de rádio e televisão. Igrejas. em geral.

alimentos marcenarias.200 MJ/m² I Indústria I-2 I-3 J-1 Depósitos de material incombustível J-2 J Depósito J-3 Todo tipo de Depósito Todo tipo de Depósito Depósitos com carga de incêndio entre 300 a 1.200MJ/m2. gesso. ceras. Locais onde a carga de incêndio não chega a 300MJ/m2 Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam médio potencial de incêndio. destinados a transporte de passageiros ou cargas diversas. M-2 Tanques ou Parque de Tanques M Especial M-3 Central de comunicação e energia M-4 Propriedade em transformação M-5 Processamento de lixo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 32 de 55  . postos de saúde e assemelhados (Todos sem internação). Locais em construção ou demolição e assemelhados. manipulação. Depósitos com carga de incêndio até 300MJ/m2. Depósitos onde a carga de incêndio ultrapassa a 1. bebidas destiladas. tais como fábricas em geral. Todos sem embalagem. Edificação destinada a produção. onde os processos não envolvem a utilização intensiva de materiais combustíveis (aço. espuma sintética. reformatórios. Central telefônica. destilarias. serralheria. J-4 Todo tipo de Depósito L-1 Comércio L Explosivos L-2 Indústria Indústria de material explosivo. Atividades que manipulam materiais com médio risco de incêndio. Comércio em geral de fogos de artifício e assemelhados. suco de frutas. reciclagem ou armazenamento de material recusado/descartado. prisões em geral (casa de detenção. automóveis. Propriedade destinada ao processamento. atividades industriais que envolvam líquidos e gases inflamáveis.   Grupo Ocupação/Uso Divisão Descrição Exemplos Clínicas médicas. fotogravuras. consultórios em geral. louças. máquinas). areias.H-5 Local onde a liberdade das pessoas sofre restrições Manicômio Judiciário. Locais com carga de incêndio superior a 1. metais. Atividades que manipulam materiais com baixo risco de incêndio. refinarias. fábricas de caixas e assemelhados. materiais oxidantes. Fabricação de explosivos. presídios) e instituições assemelhadas (todos com celas). artigos de metal. cimentos. esculturas de pedra. borracha e assemelhados. penitenciárias. aparelhos de rádio e som. centros de comunicação. Locais com carga de incêndio entre 300 a 1. L-3 Depósito Depósito de material explosivo. armazenamento e distribuição de líquidos ou gases combustíveis e inflamáveis. elevadores de grãos. ambulatórios. sabão. postos de atendimento de urgência. unidades de hemodiálise. H Serviço de saúde e institucional H-6 Clínicas e consultórios médicos e odontológicos I-1 Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam baixo potencial de incêndio.200MJ/m2 Locais onde há alto risco de incêndio. jóias. metais e outros materiais incombustíveis. móveis. ferramentas. instrumentos musicais.200MJ/m². centrais de transmissão ou de distribuição de energia e assemelhados. pedras. armas. tintas. M-1 Túnel Túnel rodo ferroviário e marítimo. Edificações sem processo industrial que armazenam tijolos. relógios. tais como: artigos de vidro.

M-7 Pátio de Containers TABELA 2 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES QUANTO À ALTURA Tipo I II III IV V VI Denominação edificação térrea edificação de baixa altura edificação medianamente baixa edificação de média altura edificação medianamente alta edificação alta Altura um pavimento H  6. Área aberta destinada a armazenamento de containers.00 m TABELA 3 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À CARGA DE INCÊNDIO Risco Baixo Médio Alto Carga de Incêndio MJ/m² até 300MJ/m² entre 300 e 1.200MJ/m² acima de 1.00 m 24. reserva ecológica.00 m 12. F6.00 m 6.00 m H > 30.00 m < H  30.200MJ/m² TABELA 4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES COM ÁREA MENOR OU IGUAL A 750 M2 E/OU COM MENOS DE DOIS PAVIMENTOS F C F2.M-6 Terra selvagem Floresta. F7 e F8 F1 e F5 X X1 X X X X X3 X X X X X1 X X X H1 e H4 X X1 X X X H2 e H3 X X1 X X X H5 X X1 X X X X X1 X X X H IeJ L1 X X4 X X X L Medidas de Segurança contra Incêndio A. parque florestal e assemelhados. F4.00 m < H  24.00 m < H  12. F3. D. Ee B G Saídas de Emergência Iluminação de Emergência Sinalização de Emergência Extintores Central de Gás X X1 X X X X X² X X X Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 33 de 55  .

ver tabelas e Normas Técnicas específicas. NOTAS GENÉRICAS: a – Para a divisão M. A-2 e A-3 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X1 X X X X3 X X X X H6 X1 X X X X3 X X X X 6 < H  12 X1 X X X X3 X X X X 12 < H  24 X1 X X X X3 X X X X 24 < H  30 X1 X X X X3 X X X X H > 30 X1 X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. 4 – Luminárias à prova de explosão. NOTAS GENÉRICAS: a – O pavimento superior da unidade duplex do último piso da edificação não será computado para a altura da edificação.NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Somente para as edificações com mais de 01 (um) pavimento.Para as edificações com lotação superior a 50 (cinqüenta) pessoas e/ou com mais de 01 (um) pavimento. 3 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 30m. e c – As Divisões L2 e L3 somente poderão ser analisadas mediante Câmara Técnica. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 34 de 55  . 3 . 2 – Edificações com carga de incêndio alta.   TABELA 5A EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO A COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Central de Gás Chuveiros Automáticos GRUPO A – RESIDENCIAIS Condomínios Residenciais (A-1). Exigido para o portão de acesso ao condomínio e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. d – As edificações da divisão A1 ficam isentas da presente exigência. 2 – Estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços. b – A Divisão L1 (Explosivos) está limitada à edificação térrea até 100 m2 (observar Norma Técnica especifica).

5 X6 X X X 24 < H  30 X7 X X X X X X X X X H > 30 X7 X X X X4 X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos.TABELA 5B EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO B COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança Contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos GRUPO B – SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM B-1 e B-2 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X7 X X X3 X4.5 X6 X X X 12 < H  24 X7 X X X X4.5 X6 X X X H6 X7 X X X3 X4. 3 – Estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviço. 7 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Exigido para o portão de acesso ao condomínio e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 35 de 55  . 5 – Quando a edificação possuir Carga Incêndio Alta. 2 – Pode ser substituído por sistema de controle de fumaça e chuveiros automáticos. 4 – Os detectores de incêndio devem ser instalados em todos os quartos. exceto para as selagens dos shafts e dutos de instalações. 6 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m.5 X6 X X X 6 < H  12 X7 X X X X4.

Exigido para o portão de acesso ao condomínio comercial. C-2 e C-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea X7 X X X X5 X8 X X X H6 X7 X X X X5 X8 X X X 6 < H  12 X7 X X X X5 X8 X X X 12 < H  24 X7 X X X X5 X8 X X X X 24 < H  30 X7 X X X X5 X X X X X X H > 30 X7 X X X X X X X X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos Central de Gás X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 5 – Somente para as áreas de depósitos superiores a 750m². Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 36 de 55  . 7 – Recomendado para as vias de acesso e faixa de estacionamento.TABELA 5C EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO C COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO C – COMERCIAIS Divisão C-1. e 8 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m.

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 37 de 55  . e 5 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m.TABELA 5D EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO D COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça X5 X X X X5 X X X X5 X X X X5 X X X X X X X GRUPO D – SERVIÇOS PROFISSIONAIS D-1. D-3 e D-4 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X4 X X X H6 X4 X X X 6 < H  12 X4 X X X 12 < H  24 X4 X X X 24 < H  30 X4 X X X H > 30 X4 X X X X X X X X X X4 NOTAS ESPECÍFICAS: 4 – Recomendado. D-2.

E-5 e E-6 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea X3 X X X X4 X X X H6 X3 X X X X4 X X X 6 < H  12 X3 X X X X4 X X X 12 < H  24 X3 X X X X4 X X X 24 < H  30 X3 X X X X X X X H > 30 X3 X X X X X X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 3 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. b – Os locais destinados a laboratórios devem ter proteção em função dos produtos utilizados.TABELA 5E EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO E COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO E – EDUCACIONAL E CULTURAL Divisão E-1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 38 de 55  . 4 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. E-2. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. NOTAS GENÉRICAS: a – Edificações destinadas a escolas que possuam alojamentos ou dormitórios devem ser protegidas pelo sistema de detecção de fumaça nos quartos. E-4. E-3.

Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. 4 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m.6 X X X X3 X X X X4 X5.TABELA 5F. 5 – Quando a Carga Incêndio for Alta. e 6 – Somente para edificações do Grupo F-1. F-2 E F-8 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-1 e F-8 Classificação quanto à altura (em metros) F-2 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X3 X X X X4 X3 X X X X4 X3 X X X X X5 X X X X X X X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X3 X X X X4 X5.6 X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X3 X X X X4 X X X X X3 X X X X4 X X X X X3 X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X X3 X X X X4 X3 X X X X4 Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Detecção de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 3 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 39 de 55  .

Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 40 de 55  .2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-3.TABELA 5F. F-4 E F-9 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-3 e F-9 F-4 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X2 X X X X2 X X X Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X2 X X X X2 X X X X2 X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X X2 X X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.

5 – Recomendado.6 X X X X5 X X X X3 X4.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-5 E F-6 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-5 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X5 X X X X3 X4. pisos técnicos. e nos locais de reunião onde houver teto e/ou forro falso com revestimento combustível. 4 – Somente para locais com público acima de 1000 pessoas. casa de máquinas e assemelhados. escritórios.6 X X X X5 X X X X3 X4. e 6 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m.TABELA 5F.6 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 3 – Somente para os locais como depósitos.6 X X X F-6 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X5 X X X X3 X X X X X5 X X X X X X X X X5 X X X X X X X X X X5 X X X X X X X X X Divisão 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X5 X X X X3 X X X X X5 X X X X X X X X X5 X X X X X X X X X X5 X X X X X X X X X X5 X X X X3 X4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 41 de 55  . cozinhas.

4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-7 E F-10 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-7 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X3 X X X X3 X X X F-10 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X3 X X X X X5 X X X X X X X X X X X X X X X X5 X X X X5 X X X X3 X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X3 X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFÍCAS: 3 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.TABELA 5F. será submetida à Comissão Técnica para definição das medidas de Segurança contra incêndio. NOTAS GENÉRICAS: a – A Divisão F-7 com altura superior a 6 metros. 5 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 42 de 55  .

1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-1 E G-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-1 e G-2 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X3 X X X H6 X3 X X X 6 < H  12 X3 X X X 12 < H  24 X3 X X X 24 < H  30 X3 X X X H > 30 X3 X X X X X2 X X X X X X X2 X X X X X2 X X X X X2 X X X X X2 X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Deve haver pelo menos um acionador manual. 3 – Recomendado. a no máximo 5 m da saída de emergência.TABELA 5G. por pavimento. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 43 de 55  .

4 – Recomendado.As exigências acima referem-se às ocupações de divisões G-3 e G-4. a no máximo 5 m da saída de emergência. G-4 E G-5 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X4 X X X X4 X X X G-4 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X X2 X X X X X X X X X X X X X4 X X X X X2 X X X X X4 X X X X X2 X X X X Divisão 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X4 X X X X X2 X4 X X X X X2 X X X X X4 X X X X4 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Deverá haver pelo menos um acionador manual.TABELA 5G.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-3. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 44 de 55  . A ocupação de divisão G-5 será analisada em Comissão Técnica. NOTA GENÉRICA: a . por pavimento.

TABELA 5H. 4 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-1 E H-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL Divisão H-1 Classificação quanto à altura (em metros) H-2 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X1 X2 X X X X4 X X X X1 X2 X X X X X4 X X X X1 X2 X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X4 X X X X4 X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X4 X X X X4 X X X X X2 X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X5 X5 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Os detectores deverão ser instalados em todos os quartos. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 45 de 55  . 2 – Acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores. e 5 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m.

Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 46 de 55  .TABELA 5H. 2 – Acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores. e 5 – Quando a distância a ser percorrida até uma saída que possibilite escape da edificação for maior que 20m. 4 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-3 E H-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X5 X5 X X X H-4 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X4 X X X X X4 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X5 X5 X X X X4 X X X X1 X2 X X X X X4 X X X X1 X2 X X X X X4 X X X X4 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Os detectores deverão ser instalados em todos os quartos.

TABELA 5H.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-5 E H-6 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-5 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X X X X X X X X X1 X4 X X X X4 X X X H-6 Classificação Quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X4 X X X X4 X X X X2 X2 X X X X X X X X X X X X X4 X X X X2 X2 X X X X2 X4 X X X X2 X2 X X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X X X X X1 X4 X X X X X X X X1 X4 X X X X X X X X1 X X X X X X X X X1 X X X X X X4 X X X X4 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Para a Divisão H-5. 4 – Recomendado. a edificação será enquadrada como H-3. Penitenciárias. detecção Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 47 de 55  . etc. as prisões em geral (Casas de Detenção. 2 – Caso haja internação na Divisão H-6 (clínica). Presídios. Para os Manicômios Judiciários e assemelhados. prever detecção em todos os quartos.) não será necessário automática de incêndio.

Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 48 de 55  .1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-1 E I-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão I-1 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X2 X X X X2 X X X GRUPO I – INDUSTRIAIS I-2 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 24 < H H > 30  12  24  30 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 24 < H H > 30 Térrea H  6  12  24  30 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X2 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.TABELA 5I.

2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-3 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO I – INDUSTRIAIS I-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X H6 X2 X 6 < H  12 X2 X 12 < H  23 X2 X X X X X X X X X X 23 < H  30 X2 X X X X X X X X X X X Acima de 30 X2 X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Pode ser substituído por sistema de chuveiros automáticos. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. e 2 – Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 49 de 55  .TABELA 5I.

TABELA 5J. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 50 de 55  .1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-1 E J-2 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão J-1 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X3 X X X X3 X X X GRUPO J – DEPÓSITOS J-2 Classificação Quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 23 < H Acima  12  23  30 de 30 X3 X X X X3 X X X X3 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H  6  12  23  30 de 30 X3 X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X X X X X X X X X3 X X X X3 X X X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 3 – Recomendado de acesso e faixas de estacionamento.

2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-3 E J-4 COM ÁREA SUPERIOR A 750M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão J-3 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea H  6 X2 X X2 X GRUPO J – DEPÓSITOS J-4 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 23 < H H > 30  12  23  30 X2 X X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X 6 < H 12 < H 23 < H H > 30 Térrea H  6  12  23  30 X2 X X2 X X X2 X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X2 X X2 X Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Controle de Fumaça Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante Chuveiros Automáticos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 2 – Recomendado de acesso e faixas de estacionamento. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.TABELA 5J. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 51 de 55  .

e 5 – Rede de hidrante completa (bomba. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 52 de 55  . reserva. 2 – A brigada de incêndio deve ser pessoal treinado da Empresa responsável ou Administradora. com guarda-corpo em ambos os lados) com largura mínima de 1. 3 – Deve ser ligado a sistema automático de acionamento (ex. mangueiras. detector de incêndio). TABELA 5M. e b – Os túneis com extensão superior a 1000m devem ser submetidos a análise em Comissão Técnica. NOTAS GENÉRICAS: a – Todos os túneis em paralelo devem ter interligação conforme Normas Técnicas Específicas. além das exigências acima.00m.TABELA 5L. 4 – Rede de hidrante seca.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-1 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso GRUPO M – ESPECIAIS M-1 TÚNEL Extensão em metros (m) Medidas de Segurança contra Incêndio Até 200 Saídas de emergência Controle de fumaça em espaços comuns e amplos Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Sistema de Comunicação Sistema Circuito de TV Extintores Hidrantes X X4 X X5 X2 X X2 X X1 De 200 à 500 X1 De 500 à 1000 X1 X3 X2 X X Acima de 1000 X1 X3 X2 X X X X X5 Divisão NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – Considerar saídas como sendo passarelas laterais (corredores de circulação.Vide Tabela 4. etc.).1 Grupo de ocupação e uso GRUPO L – EXPLOSIVOS Divisão L-1 (COMÉRCIO) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H6 6 < H  12 Medidas de Segurança contra Incêndio NOTA GENÉRICA: A – Será permitida somente edificação com área até 100 m² .

240kg 6.3 X4 X X X3 X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X2 Tanques ou cilindros Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrantes Resfriamento Espuma NOTAS ESPECÍFICAS: 1– Somente quando a área construída for superior a 750 m². conforme Norma Técnica Específica. 2 – Somente para líquidos inflamáveis e combustíveis. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 53 de 55  .240kg 6.240kg X4 X4 X4 X4 X X X X X1 X X1.TABELA 5M. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.240kg 6. e 4 – Recomendado de acesso e faixas de estacionamento. NOTA GENÉRICA: a – deverão ser verificadas as exigências quanto ao armazenamento constantes nas Normas que tratam de armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis. excluídas as coberturas de bombas de combustível. 3 – Luminárias à prova de explosão. utilização e distribuição de Gás Natural.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-2 (QUALQUER ÁREA E ALTURA) Grupo de ocupação e uso GRUPO M – ESPECIAIS Divisão M-2 – Líquidos e gases combustíveis e Inflamáveis Produtos acondicionados Postos de Líquidos acima Líquidos acima serviços ou Líquidos até 20 m³ Líquidos até 20 m3 de 20 m3 ou de 20 m3 ou abastecimentos ou gases até ou gases até gases acima de gases acima de 6. desde que não sejam utilizadas para outros fins. comercialização e utilização de GLP e comercialização.

e 2 – Recomendado de acesso e faixas de estacionamento. através de supressão total do ambiente.TABELA 5M. Exigido para o portão de acesso e vias internas para circulação e estabelecimento de viaturas.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-3 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-3 – Centrais de Comunicação e Energia Classificação Quanto à altura (em metros) Térrea X2 X X X H6 X2 X X X 6 < H  12 X2 X X X 12 < H  23 X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X1 23 < H  30 X2 X X X X X X X X X1 Acima de 30 X2 X X X X X X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores HidranteS Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: 1 – O sistema de chuveiros automáticos para a divisão M-3 pode ser substituído por sistema de gases. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 54 de 55  .

o processo deve ser analisado através de Comissão Técnica. quando houver edificação (construção) com área superior a 750m².M-5 .TABELA 5M. M-6 e M-7. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 55 de 55  .M-6 e M-7 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores X X X X H6 X X X X 6 < H  12 X X X X 12 < H  23 X X X X 23 < H  30 X X X X H > 30 X X X X NOTA GENÉRICA: a – Nas divisões M-5. M-6 E M-7 COM ÁREA SUPERIOR A 750 M2 E/OU COM MAIS DE DOIS PAVIMENTOS Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-4 .4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO DE DIVISÃO M-4. M-5.

O 002/2008 TERMINOLOGIA E SIMBOLOGIA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 21 .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

ficando em local seguro.13. APLICAÇÃO Esta Norma Técnica se aplica a toda legislação de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado do Ceará. Afastamento horizontal entre aberturas: Distância mínima entre as aberturas nas fachadas (parede externa) dos setores compartimentados. carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio.8. Abertura desprotegida: Porta. varandas e terraços. ao ponto mais alto da edificação. 3. Os acessos podem ser constituídos por corredores. Adutora: Canalização.9. 3. Análise preliminar de risco: Estudo prévio sobre a existência de riscos. 3. sob a projeção do paramento externo da parede da edificação.15. 3. Os símbolos gráficos constantes nesta Norma Técnica se aplicam aos projetos de segurança contra incêndio. 3.7. Altura da edificação: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga.5. Agente extintor: Produto utilizado para extinguir o fogo.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 002/2008 TERMINOLOGIA E SIMBOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexo 1. com as inclusões e adequações de exigências constantes nesta instrução. Abrigo: Compartimento.1. Altura Total da Edificação: é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga. passagens. ao piso do último pavimento Habitável. Ampliação: Aumento da área construída da edificação. janela ou qualquer outra abertura não dotada de vedação com o exigido índice de proteção ao fogo. 3. esguichos. 3. 3. Adota-se a NBR 14100/98 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos para projetos. que tem como finalidade conduzir a água da Estação de Tratamento de Águas (ETA).10. Abandono de edificação: Retirada organizada e segura da população usuária de uma edificação conduzida à via pública ou espaço aberto. capaz de proteger contra intempéries e danos diversos. 3. símbolos e definições utilizados na legislação de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.11. dotado de porta. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema. DEFINIÇÕES Para efeitos desta Norma Técnica. 2.4. para alcançar a escada ou rampa. Acompanhante: Pessoa com conhecimentos da operacionalidade dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios instalados na edificação.3. sob a projeção do parâmetro externo da parede da edificação. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 21 . até as redes de distribuição. com resistências mecânicas de 5000 N / m. ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo). sob a projeção do paramento externo da parede da edificação. 3. 3. balcões.2. Altura ascendente: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível da descarga. vestíbulos. que acompanha o Bombeiro Militar Fiscal. destinado a alertar as pessoas sobre a existência de um incêndio no risco protegido. constituindo a rota de saída horizontal. Alambrado: Tela de arame ou outro material similar. ou qualquer parte da parede externa da edificação com índice de resistência ao fogo menor que o exigido para a face exposta da edificação.2. área de refúgio ou descarga para saída do recinto do evento. destinado a armazenar mangueiras. geralmente de grande diâmetro. executando os testes necessários na vistoria. 3. 3. 2. Alarme de incêndio: Dispositivo de acionamento automático e desligamento manual. aplicam-se os seguintes termos e definições: 3. embutido ou aparente.6. 3. 2.1. OBJETIVO Esta Norma Técnica padroniza os termos. 3. Acesso: Caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor.12.14.

Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros: Local construído sobre edificações.31.35. Análise: Ato de verificação das exigências das medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco. 3. exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade. parcialmente utilizados e vazios. cheios.36.32. 3.16. admitindo-se acréscimo de 25%. 3. 3. adotando-se como parâmetro a carga de incêndio de 1520 MJ /m³. separado desta por porta corta-fogo e situado em helipontos elevados. com risco isolado. 3. 3. 3. conforme Norma Técnica n. próximo ao local de resgate de vítimas com uso de helicópteros para casos de impossibilidade de abandono da edificação pelas rotas de fuga previamente dimensionadas. Área de estacionamento: Local destinado ao estacionamento de helicópteros. 3. provocando o mínimo de submergência. por dutos de entrada e saída de ar ou por ventilação forçada (pressurização).3. totalizando 1900 MJ/m³. com dimensões definidas. Área de Risco: Ambiente externo à edificação que contém armazenamento de produtos inflamáveis. Admissível somente em bases de GLP e deve ter seu processo analisado por Comissão Técnica.840 kg de GLP.20.23. em qualquer pavimento de uma edificação. Anemômetro: Instrumento que realiza a medição da velocidade de gases. na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar.24. onde o Helicóptero pousa e decola . 3. com dimensões definidas.37.26.Tipo III: Utiliza equipamentos que aplicam a espuma por meio de jatos que atingem a superfície do líquido em queda livre. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 21 . 3. Andar: Volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos. Área de refúgio para helipontos: Local ventilado. Área de pavimento: Medida em metros quadrados.19. e excluindo a área de antecâmara.30.22. para pousos e decolagens de helicópteros mediante autorização prévia. compreendendo os corredores de inspeção.29.33. do espaço compreendido pelo perímetro interno das paredes externas e paredes corta fogo. produtos combustíveis e/ou instalações elétricas e de gás. parapeitos e vergas que não apresentam resistência ao fogo. Anemômetro de fio quente ou termo anemômetro: Tipo de anemômetro que opera associando o efeito de troca de calor convectiva no elemento sensor (fio quente) com a velocidade do ar que passa pelo mesmo. com ventilação natural garantida por janela para o exterior. ou entre o pavimento e o nível superior a sua cobertura. localizado dentro dos limites do heliporto ou heliponto.34. 3. elementos de vedação). Área de toque: Parte da área de pouso e decolagem. 3.22. Área de armazenamento: Local contínuo destinado ao armazenamento de recipientes transportáveis de gás liqüefeito de petróleo (GLP). 3. Área de aberturas na fachada de uma edificação: Superfície aberta nas fachadas (janelas.27. Área de pouso ocasional: Local de dimensões definidas. 3.° 09 – Separação entre Edificações.1 m/s.18. portas. Aplicação por espuma: Tipo I: utiliza aplicador que deposita a espuma suavemente na superfície do líquido. 3. Área de armazenagem: Local destinado a estocagem de fogos de artifício industrializado. 3.Tipo II: Utiliza aplicadores que não depositam a espuma suavemente na superfície do líquido. Área construída total: Somatória de todas as áreas construídas de uma edificação. acessado através das saídas de emergência de um setor ou setores. sendo esta utilizada exclusivamente para proteção das ilhas de bombas em postos de gasolina. Área de estocagem: local destinado ao acondicionamento de fogos de artifícios industrializados. 3. mas que são projetados para reduzir a submergência e agitar a superfície do líquido. quando esta for constituída de material metálico com pé direito de no mínimo 6m. com acesso à escada de emergência. 3. e pelas quais pode-se irradiar o incêndio. Possibilita realizar medições de valores baixos de velocidade. Antecâmara: Recinto que antecede a caixa da escada. em caráter temporário. 3. quando existirem. que poderá ser utilizado para pousos e decolagens de Helicópteros.21. que pode ser usado. 3.1. e dos recintos fechados de escadas e rampas. 3.39.25. previamente delimitado. específica e por prazo limitado. paredes.38. Não se enquadra na definição do item 3. cadastrado no Comando Aéreo Regional respectivo.17. em geral com valores em torno de 0.22 desta NT. do respectivo órgão do Comando Aéreo Regional. Área construída ou edificada: Área da projeção da coberta de uma edificação. 3. Área construída parcial: Área da projeção da coberta de uma edificação. 3.28. no processo de segurança contra incêndio. Área de pouso e decolagem: Local do Heliponto ou Heliporto. Área de armazenamento especial: Área destinada ao armazenamento superior a 99. a área coberta ou projeção da mesma. 3. Área de refúgio: Local seguro que é utilizado temporariamente.

preenchido com pedra britada. a linha de concorrência dos planos do degrau e do espelho. 3. que é projetada e construída para restringir o movimento da fumaça. Bombeiro público (Militar ou civil): Pessoa pertencente a uma corporação de atendimento às emergências públicas. e que tenha sido aprovado no curso de formação.40. com fechamento na cobertura.64. Aspersor: Dispositivo utilizado nos chuveiros automáticos ou sob comando. 3. 3. excluindo-se o de descarga. Átrio (“Atrium”): Espaço amplo criado por um andar aberto ou conjuntos de andares abertos. quando estes não puderem ser abastecidos pelo reservatório elevado. Balcão ou sacada: Parte de pavimento da edificação em balanço em relação à parede externa do prédio.42. escada rolante e “shafts” de hidráulica. Área de venda: Local destinado a permanência de pessoas para escolha e compra de fogos de artifício.45. Armazém de líquidos inflamáveis: Construção destinada. As barreiras de fumaça podem ter aberturas que são protegidas por dispositivos de fechamento automático ou por dutos de ar.47. com dedicação exclusiva. Avisador sonoro e visual: Dispositivo que emite sinais audíveis e visíveis de alerta combinados.51. 3.46. 3.48. 3. exclusivamente a armazenagem de recipientes de líquidos inflamáveis. eletricidade. duto de coleta e dreno. 3.62. 3. 3.59. 3. arredondada inferiormente ou não. Bomba de pressurização (“jockey”): Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a manter o sistema pressurizado em uma faixa preestabelecida. piso técnico de elevadores. que presta serviços de prevenção de incêndio e atendimento de emergência em edificações e eventos. Avisador sonoro: Dispositivo que emite sinais audíveis de alerta. Barreiras de fumaça (“smoke barriers”): Membrana.41. 3. Bacia de contenção: Região delimitada por uma depressão do terreno ou diques destinada a conter integralmente o vazamento de produtos líquidos dos tanques. tonéis. Bomba de reforço: Dispositivo hidráulico destinado a fornecer água aos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente. Armazém de produtos acondicionados: Área coberta ou não. uma face aberta para o espaço livre exterior. tanto vertical quanto horizontal.66. pelo menos. 3. ou da própria administração do estabelecimento. 3.) que contenham produtos ou materiais combustíveis ou produtos inflamáveis. Áreas de produção: Locais onde se localizam poços de petróleo. 3. 3. Atestado de brigada contra incêndio: Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teórico e prático de prevenção e combate a incêndio. Ático: Parte do volume superior de uma edificação.53. destinada a abrigar máquinas. caixas de água e circulação vertical.56. 3.57. Avisador: Dispositivo previsto para chamar a atenção de todas as pessoas dentro de uma área de perigo. controlado pela central. 3. 3. para aplicação de agente extintor. excetuando-se os locais destinados a escada.50. Autonomia do sistema: Tempo mínimo em que o sistema de iluminação de emergência assegura os níveis de iluminância exigidos. chamas ou calor de um local ou instalação para outro contíguo. tendo. Bombeiro voluntário: Pessoa pertencente a uma organização não Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 21 . baldes. tal como uma parede. Bomba principal: Dispositivo hidráulico centrifugo destinado a recalcar água para os sistemas de combate a incêndio.67. com a finalidade de coletar vazamentos de óleo isolante. onde são acondicionados recipientes (tais como tambores.. Barreiras de proteção: Dispositivos que evitam a passagem de gases.65. 3. 3. 3.43.58.60.3. 3. 3. Bomba com motor a explosão: Equipamento para o combate a incêndio cuja força provém da explosão do combustível misturado com o ar.52.61.. andar ou teto. latas. chama-se quina do degrau. de acordo com a norma específica. 3. Nota: Se o degrau não possui bocal. Bacia de contenção de óleo isolante: Dispositivo constituído por grelha. etc. Bocal ou nariz do degrau: Borda saliente do degrau sobre o espelho.54. conectando dois ou mais pavimentos cobertos. Bombeiro profissional civil: Pessoa pertencente a uma empresa especializada. adequados para controlar o movimento da fumaça. neste caso obrigatoriamente inclinada. Área do maior pavimento: Área do maior pavimento da edificação. ar condicionado e cabos de comunicação.55. Avisador visual: Dispositivo que emite sinais visuais de alerta. a saliência do bocal ou da quina sobre o degrau imediatamente inferior não pode ser menor que 15 mm em projeção horizontal.49. 3. 3. Bomba com motor elétrico: Equipamento para combate a incêndio cuja força provém da eletricidade.63.44. 3.

74. 3. 3. Cobertura: Elemento construtivo. Código Penal. abandono da edificação.92. calor e gases. inclusive o revestimento das paredes. Como construído (“as built”): Documentos. treinadas e capacitadas para atuar na prevenção.90. Botoeira “liga-desliga”: Acionador manual.70. de tal modo que o incêndio fique Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 21 .73. 3. 3. 3. 3. que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador. relacionada com um acidente. 3. separando ambientes.87. Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio: Documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) certificando que.88.82. Câmara de espuma: Dispositivo dotado de selo de vapor destinado a conduzir a espuma para o interior do tanque de armazenamento de teto cônico. comandar e controlar os demais componentes do sistema. no mesmo pavimento ou para pavimentos elevados consecutivos. Botijão portátil: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP) com capacidade nominal de até 5 kg de GLP.69. representativas de entidades públicas e privadas. Central de alarme: Equipamento destinado a processar os sinais provenientes dos circuitos de detecção. estabelecendo um período de revalidação. 3. Causa: Origem de caráter humano ou material.85. com o objetivo de avaliar e propor alterações necessárias ao Código de Segurança Contra Incêndio. vento etc.68. Carga de incêndio específica: Valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado.72. que podem contribuir para a propagação e radiação do fogo. 3. 3. 3. Compartimentação horizontal: Medida de proteção.76. a edificação possua as condições de segurança contra incêndio. 3. localizado no topo da edificação. 3. 3. instituído pelo Comandante do Corpo de Bombeiros. pisos e tetos. 3. durante a vistoria. Carga a granel: produto que é transportado sem qualquer embalagem. do tipo liga-desliga. Carga de incêndio: Soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis contidos em um espaço. Combustibilidade dos elementos de revestimento das fachadas das edificações: Característica de reação ao fogo dos materiais utilizados no revestimento das fachadas dos edifícios.71.79. com o objetivo de analisar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas mais complexas ou apresentarem dúvidas quantos às exigências previstas na legislação. dentro de uma área preestabelecida. 3.75.84. seja ele tanque. 3. com a função de protegê-la da ação dos fenômenos naturais (chuva. Estatuto da Criança e do Adolescente e o R 104. combate a um princípio de incêndio e prestar os primeiros socorros. convertê-los em indicações adequadas. 3. Brigada de incêndio: Grupo organizado de pessoas. Capacidade volumétrica: Capacidade total em volume de água que o recipiente pode comportar.86. Comissão especial de avaliação (CEA): Grupo de pessoas qualificadas no campo da segurança contra incêndio. desenhos ou plantas do sistema. Camada de fumaça (“smoke layer”): Espessura acumulada de fumaça abaixo de uma barreira física ou térmica. previstas pela legislação e constantes no processo.governamental que presta serviços de atendimento às emergências públicas. 3. constituídas de elementos de construção resistentes ao fogo. 3. Combate a incêndio: Conjunto de ações táticas destinadas a extinguir ou isolar o incêndio com uso de equipamentos manuais ou automáticos.91. destinados a evitar ou minimizar a propagação do fogo. divisórias. que contém os recipientes transportáveis ou estacionário(s) e acessórios. vaso. Carretel axial: Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semirígidas. Comissão técnica: Grupo de estudo do CBMCE. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo.78. 3. 3. com capacidade nominal de até 13 kg de GLP. Comércio de fogos de artifício no varejo: local destinado à venda de fogos de artifício de classes A e B. 3. 3.89.77. para bomba principal. calor. determinados nas normas técnicas em vigor. Circulação de uso comum: Passagem que dá acesso à saída de mais de uma unidade autônoma.80.81. quarto de hotel ou assemelhado. Compartimentação: Medidas de proteção passiva.83. expresso em megajoule 2 (MJ) por metro quadrado (m ). interna ou externamente ao edifício. 3. Código Civil. caçamba ou container. voluntárias ou não. destinados ao armazenamento de gás liquefeito de petróleo (GLP) para consumo. contido apenas pelo equipamento de transportes.). Central de gás: Área devidamente delimitada. Botijão: Recipiente transportável de gás liquefeito de petróleo (GLP). respeitando o Código do Consumidor.

107. o qual ocorre por camadas e a velocidades controladas (de alguns décimos de milímetros até quatrocentos metros por segundo. podem ter ou não defletores ou calhas incluídos como partes integrantes do sistema. Deslizador de espuma: Dispositivo destinado a facilitar a aplicação suave da espuma sobre líquidos combustíveis armazenados em tanques. por calor. 3. separando pavimentos consecutivos.102. Compartimento: Parte de uma edificação. construídos para evitar ou minimizar a propagação do incêndio de dentro para fora de seus limites.108. saídas. medida perpendicularmente à face exposta da edificação. 3. 3. Dispositivo de recalque: Registro para uso do Corpo de Bombeiros.93. Compartimentação vertical: Medida de proteção. Cor de contraste: Aquela que contrasta com a cor de segurança a fim de fazer com que a última se sobressaia. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido. 3. decorrente da passagem de corrente elétrica.97.105. que lhe define a altura. 3. 3. 3.109. Distância máxima horizontal de caminhamento: Afastamento máximo a ser percorrido pelo espectador para alcançar um acesso.110. desembarque e transbordo entre diferentes meios de transporte.101. 3. tais como: localização de ambientes. Densidade populacional (d): Número de pessoas em uma área determinada (pessoas/m2). cano ou peça similar. do manipulador. Podem ser: Dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de aspersão e terminam em um defletor ou uma calha que distribui a espuma. 3. comburente e outros). que permite o recalque de água para o sistema. 3. Deflagração: fenômeno característico dos chamados baixos explosivos. para acondicionamento de carga geral a transportar. selos e “dampers” corta-fogo. quando sensibilizado por fenômenos físicos e/ou químicos. em qualquer estado físico. e trabalhando como gerador quando o sistema está com a tensão baixa. detecta princípios de incêndio podendo ser ativado. 3. 3. 3. Descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. chama ou fumaça.104. não se tratando especificamente de sinalização de emergência. Degrau: Conjunto de elementos de uma escada composta pela face horizontal conhecida como “piso”. compreendendo um ou mais cômodos. trabalhando como carga quando o sistema está com a tensão alta.103. arredondada e contínua. Distância mínima de segurança: Afastamento mínimo entre a área de armazenamento de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) e outra instalação necessária para a segurança do usuário. basicamente.96. Detector automático de incêndio: Dispositivo que.99.98.94. 3. 3.112.100. 3.113. 3. de edificação e do público em geral. 3. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. Contêiner: Grande caixa metálica de dimensões e características padronizadas. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e dificulte a sua propagação. 3. 3. Compensadores Sincronos: Equipamento que compensa reativos do sistema. esguichos de fluxo direcional. 3. que consiste na auto combustão de um corpo (composto de combustível. Destravadores eletromagnéticos: Dispositivo de controle de abertura com travamento determinado pelo acionamento magnético. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 21 . espaços ou andares. ou pequenas câmaras de geração com bocas de saídas abertas. dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de uma corrente compacta de baixa velocidade. prestação de serviços e propagandas. Distância de segurança: Afastamento entre uma face exposta da edificação ou de um local compartimentado à divisão do lote. com superfície lisa. estabelecida a partir do limite de área de armazenamento. Cor de segurança: Aquela para a qual é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança ou saúde. aplicada em áreas de escadas e rampas destinadas a servir de apoio para as pessoas durante o deslocamento. com a finalidade de facilitar o seu embarque. Compartimentar: Separar um ou mais locais do restante da edificação por intermédio de paredes resistentes ao fogo.contido no local de origem e evite a sua propagação no plano horizontal. Dispositivos de descarga: Equipamentos que aplicam a espuma sob forma de neblina e que aplicam o agente numa corrente compacta de baixa velocidade.95. Estes dispositivos podem ter formas como as de tubos abertos. Corrimão: Barra.111.106. destinado ao pisoteio e o espelho que é a parte vertical do degrau. ao eixo da rua ou a uma linha imaginária entre duas edificações ou áreas compartimentadas do mesmo lote. Comunicação visual: Conjunto de informações visuais aplicadas em uma edificação. portas. com a finalidade de orientar sua população.

3.114. Distribuição de GNL a granel: Compreende as atividades de aquisição ou recepção, armazenamento, transvasamento, controle de qualidade e comercialização do gás natural liquefeito (GNL), por meio de transporte próprio ou contratado, podendo também exercer a atividade de liquefação de gás natural, que serão realizadas por pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras, com sede e administração no País. 3.115. Divisória ou tabique: Parede interna, baixa ou atingindo o teto, sem efeito estrutural e que, portanto, pode ser suprimida facilmente em caso de reforma. 3.116. Dosador: Equipamento destinado a misturar quantidades determinadas de “extrato formador” de espuma e água. 3.117. Duto de entrada de ar (DE): Espaço no interior da edificação, que conduza ar puro, coletado ao nível inferior desta, às escadas, antecâmaras ou acessos, exclusivamente, mantendo-os, com isso, devidamente ventilados e livres de fumaça em caso de incêndio. 3.118. Duto de saída de ar (DS): Espaço vertical no interior da edificação, que permite a saída, em qualquer pavimento, de gases e fumaça para o ar livre, acima da cobertura da edificação. 3.119. Duto “plenum”: Condição de dimensionamento do sistema de pressurização no qual se admite apenas um ponto de pressurização, dispensando-se o duto interno e/ou externo para pressurização. 3.120. Edificação: Área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação, equipamento ou material. 3.121. Edificação aberta lateralmente: Edificação ou parte de edificação que, em cada pavimento: 3.122. tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas, providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro do edifício e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas; ou 3.123. tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas, provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas, e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. 3.124. Observação: Em qualquer caso, as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo

menos 20% de suas áreas abertas, com aberturas dispostas de forma a poderem ser consideradas uniformemente distribuídas, para permitir a ventilação. 3.125. Edificação destinada ao comércio de fogos de artifício no varejo: Local destinado ao armazenamento e venda de fogos de artifício e estampido industrializados. 3.126. Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação de calor, convecção de gases quentes ou a transmissão direta de chama. 3.127. Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo, responsável pela radiação de calor, convecção de gases quentes e ou transmissão direta de chamas. 3.128. Edificação principal: Construção que abriga a atividade principal sem a qual as demais edificações não teriam função. 3.129. Edificação térrea: Construção de um pavimento, podendo possuir mezaninos cuja somatória de áreas deve ser menor ou igual à terça parte da área do piso de pavimento. 3.130. Efeito chaminé (“Stack effect”): Fluxo de ar vertical dentro das edificações, causado pela diferença de temperatura interna e externa. 3.131. Efeito do sistema: Efeito causado pelo erro de projeto e/ou instalação com configurações inadequadas do sistema onde o ventilador está instalado, ocasionando redução do desempenho do ventilador em termos de vazão. 3.132. Elemento de compartimentação: Elemento de construção que compõe a compartimentação da edificação. 3.133. Elemento estrutural: Todo e qualquer elemento de construção do qual dependa a resistência e a estabilidade total ou parcial da edificação. 3.134. Embalagens: elemento ou conjunto de elementos destinados a envolver, conter ou proteger produtos durante sua movimentação, transporte, armazenamento, comercialização ou consumo. 3.135. Emergência: Situação crítica e fortuita que representa perigo à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio, decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional. 3.136. Entrepiso: Conjunto de elementos de construção, com ou sem espaços vazios, compreendido entre a parte inferior do forro de um pavimento e a parte superior do piso do pavimento imediatamente superior. 3.137. EPI: Equipamentos de proteção individual. 3.138. EPI de nível “A”: É o nível máximo de proteção para todas as possíveis vias de intoxicação, sendo por inalação, ingestão ou absorção cutânea. Utiliza-se roupa encapsulada

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de proteção química, com proteção respiratória de pressão positiva. 3.139. EPI de nível “B”: É o nível de proteção intermediário, para exposições de produtos com possibilidade de respingos. Utiliza-se roupa de proteção química conforme especificação da tabela de compatibilidade da roupa. 3.140. EPI de nível “C”: É o nível mínimo necessário a qualquer tipo de acidente envolvendo produtos químicos. 3.141. EPR: Equipamentos de proteção respiratória. 3.142. Escada aberta: Escada não enclausurada por paredes e porta corta fogo. 3.143. Escada aberta externa (AE): Escada de emergência precedida de porta corta-fogo (PCF) no seu acesso, cuja projeção esteja fora do corpo principal da edificação, sendo dotada de guarda corpo ou gradil (Barreiras) e corrimãos em todas sua extensão (degraus e patamares), permitindo desta forma eficaz ventilação, propiciando um seguro abandono. 3.144. Escada à prova de fumaça pressurizada (PFP): Escada à prova de fumaça, cuja condição de estanqueidade à fumaça é obtida por intermédio de pressurização. 3.145. Escada enclausurada: Escada protegida com paredes resistentes ao fogo e portas corta-fogo. 3.146. Escada enclausurada à prova de fumaça (EPF): Escada cuja caixa é envolvida por paredes corta-fogo e dotada de portas corta-fogo, cujo acesso é por antecâmara igualmente enclausurada ou local aberto, de modo a evitar fogo e fumaça em caso de incêndio. 3.147. Escada enclausurada protegida (EP): Escada devidamente ventilada situada em ambiente envolvido por paredes resistentes ao fogo e dotada de portas corta-fogo. 3.148. Escada não enclausurada ou escada comum (NE): Escada que embora possa fazer parte de uma rota de saída, comunica-se diretamente com os demais ambientes como corredores, “halls” e outros, em cada pavimento, não possuindo portas cortafogo. 3.149. Escoamento (E): Número máximo de pessoas possíveis de abandonar um recinto dentro do tempo máximo de abandono. 3.150. Esguicho: Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras, destinado a dar forma, direção e controle ao jato, podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto. 3.151. Esguicho regulável: Acessório hidráulico que dá forma ao jato, permitindo o uso d’água em forma de chuveiro de alta velocidade.

3.152. Espaço confinado: Local onde a presença humana é apenas momentânea para prestação de um serviço de manutenção em máquinas, tubulações e sistemas. 3.153. Espaço livre exterior: Espaço externo à edificação para o qual abram seus vãos de ventilação e iluminação. Pode ser constituído por logradouro público ou pátio amplo. 3.154. Espaços comuns (“communicating space”): Espaços dentro de uma edificação com comunicação com espaços amplos adjacentes, nos quais a fumaça proveniente de um incêndio pode propagar-se livremente. Os espaços comuns podem permitir aberturas diretamente dentro dos espaços amplos ou podem conectarse por meio de passagens abertas. 3.155. Espaços comuns e amplos (“large volume spaces”): Espaço descompartimentado, geralmente com dois ou mais pavimentos que se comunicam internamente, dentro do qual a fumaça proveniente de um incêndio, tanto no espaço amplo como no espaço comum, pode mover-se ou acumular-se sem restrições. Os átrios e shoppings cobertos são exemplos de espaços amplos. 3.156. Espaços separados (“separated spaces”): Espaços dentro de edificações que são isolados das áreas grandes por barreiras de fumaça, os quais não podem ser utilizados no suprimento de ar, visando restringir o movimento da fumaça. 3.157. Espuma mecânica: Agente extintor constituído por um aglomerado de bolhas produzidas por agitação da água com extrato formador de espuma (EFE) e ar. 3.158. Estação de carregamento: Instalação especialmente construída para carregamento de caminhões-tanques ou de vagões-tanques. 3.159. Estação fixa de emulsificação: Local onde se situam bombas, dosadores, válvulas e reservatórios de extrato formador de espuma. 3.160. Estação móvel de emulsificação: Veículo especificado para transporte de extrato formador de espuma (EFE) e o seu emulsionamento com a água. 3.161. Estado de flutuação: Condição em que a bateria de acumuladores elétricos recebe uma corrente necessária para a manutenção de sua capacidade nominal. 3.162. Estado de funcionamento do sistema: Condição na qual a(s) fonte(s) de energia alimenta(m), efetivamente, os dispositivos da iluminação de emergência. 3.163. Estado de repouso do sistema: Condição na qual o sistema foi inibido de iluminar propositadamente. Tanto inibido manualmente com religamento automático ou por meio de célula fotoelétrica, para conservar energia e

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manter a bateria em estado de carga para uso em emergência, quando do escurecimento da noite. 3.164. Estado de vigília do sistema: Condição em que a fonte de energia alternativa (sistema de iluminação de emergência) está pronta para entrar em funcionamento na falta ou na falha da rede elétrica da concessionária. 3.165. Exaustão: Princípio pelo qual os gases e produtos de combustão são retirados do interior do túnel. 3.166. Exercício simulado: Atividade prática realizada periodicamente para manter a brigada e os ocupantes das edificações com condições de enfrentar uma situação real de emergência. 3.167. Exercício simulado parcial: Atividade prática abrangendo apenas uma parte da planta, respeitando-se os turnos de trabalho. 3.168. Expedidor: Pessoa responsável pela contratação do embarque e transporte de logística envolvendo produtos perigosos expressos em nota fiscal ou conhecimento de transporte internacional. É responsável pela segurança veicular, compatibilidade entre os produtos e a identificação de seus riscos. 3.169. Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases, produzindo calor intenso e pressões elevadas. 3.170. Explosão em massa: aquela que afeta virtualmente toda a carga de maneira instantânea 3.171. Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual, portátil ou sobre rodas, destinado a combater princípios de incêndio. 3.172. Fachada: Face de uma edificação constituída de vedos e aberturas, que emitirá ou receberá a propagação de um incêndio. 3.173. Fachada de acesso operacional: Face da edificação localizada ao longo de uma via pública ou privada com largura livre maior ou igual a 6 m, sem obstrução, possibilitando o acesso operacional dos equipamentos de combate e seu posicionamento em relação a ela. A fachada deve possuir pelo menos um meio de acesso ao interior do edifício e não ter obstáculos. 3.174. Faixa de estacionamento: Trecho das vias de acesso que se destina ao estacionamento e operação das viaturas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE). 3.175. Fator de massividade (“fator de -1 forma”) (m ): Razão entre o perímetro exposto ao incêndio e a área da seção transversal de um perfil estrutural. 3.176. Filtro de partículas: Elemento destinado a realizar retenção de partículas existentes no escoamento de ar e que estão sendo arrastadas por este fluxo. 3.177. Fogos de artifício: são substâncias ou misturas concebidas para produzir um efeito, por calor, luz, som, gás ou fumaça, ou

combinação destes, como resultado das reações químicas exotérmicas, auto sustentáveis, caracterizada pela deflagração. São produtos controlados conforme o anexo I do R 104. 3.178. Fluxo (F): Número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/min) em um determinado meio de abandono, adotando-se para o cálculo do escoamento, fluxo igual a 88 pessoas por minuto (F=88), contemplando duas unidades de passagem. 3.179. Fluxo luminoso nominal: Fluxo luminoso medido após 2 min de funcionamento do sistema. 3.180. Fluxo luminoso residual: Fluxo luminoso medido após o tempo de autonomia garantida pelo fabricante no funcionamento do sistema. 3.181. Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico, que produz ruídos e efeitos luminosos. 3.182. Fonte de energia alternativa: Dispositivo destinado a fornecer energia elétrica ao(s) ponto(s) de luz de emergência na falta ou falha de alimentação na rede elétrica da concessionária. 3.183. Fumaça (“smoke”): Partículas de ar transportadas na forma sólida, líquida e gasosa, decorrente de um material submetido a pirólise ou combustão, que juntamente com a quantidade de ar que é conduzida, ou de qualquer outra forma, misturada formando uma massa. 3.184. Gás liquefeito de petróleo (GLP): Produto constituído de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (propano, propeno, butano, buteno), podendo apresentar-se em mistura entre si e com pequenas frações de outros hidrocarbonetos. 3.185. Gás natural liqüefeito (GNL): Fluido no estado líquido em condições criogênicas, composto predominantemente de metano e que pode conter quantidades mínimas de etano, propano, nitrogênio ou outros componentes normalmente encontrados no gás natural. 3.186. Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de ozônio. São inodoros, incolores, maus condutores de eletricidade e não corrosivos. 3.187. Gerador de espuma: Equipamento que se destina a facilitar a mistura da solução com o ar para a formação de espuma. 3.188. Grelha de insuflamento: Dispositivo utilizado nas redes de distribuição de ar, posicionado no final de cada trecho. Este elemento terminal é utilizado para direcionar e/ou distribuir do modo adequado o fluxo de ar de determinado ambiente.

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3.189. Grupo moto-ventilador: Equipamento composto por motor elétrico e ventilador, com a finalidade de insulflar ar dentro de um corpo de escada de segurança para pressurizá-la e expulsar a possível entrada de fumaça. 3.190. Grupo moto-gerador: Equipamento cuja força provém da explosão do combustível misturado ao ar, com a finalidade de gerar energia elétrica. 3.191. Guarda ou guarda-corpo: Barreira protetora vertical, maciça ou não, delimitando a face lateral aberta da escada, rampa, patamar, terraço, balcão, galeria e assemelhado, servindo como proteção contra eventuais quedas de um nível para outro. 3.192. Heliponto: Área homologada ou registrada, ao nível do solo ou elevada, utilizada para pousos e decolagens de helicópteros. 3.193. Heliponto civil: Local destinado, em princípio, ao uso de helicópteros civis. 3.194. Heliponto elevado: Local instalado sobre edificações. 3.195. Heliponto militar: Local destinado ao uso de helicópteros militares. 3.196. Heliponto privado: Local destinado ao uso de helicópteros civis, de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas, sendo vedada sua utilização em caráter comercial. 3.197. Heliponto público: Local destinado ao uso de helicópteros em geral. 3.198. Heliportos: Helipontos públicos dotados de instalações e facilidades para apoio de helicópteros e de embarque e desembarque de pessoas, tais como: pátio de estacionamento, estação de passageiros, locais de abastecimento, equipamentos de manutenção etc. 3.199. Heliportos elevados: Heliportos localizados sobre edificações. 3.200. Hidrante: Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores, tampões, mangueiras de incêndio e demais acessórios. 3.201. Hidrante de coluna: Aparelho ligado à rede pública de distribuição de água, que permite a adaptação de bombas e/ou mangueiras para o serviço de extinção de incêndios. 3.202. Hidrante de parede: Ponto de tomada de água instalado na rede particular, embutido em parede, podendo estar no interior de um abrigo de mangueira. 3.203. Hidrante para sistema de espuma: Equipamento destinado a alimentar com água ou solução de espuma as mangueiras para combate a incêndio. 3.204. Hidrante urbano: Ponto de tomada de água provido de dispositivo de manobra

(registro) e união de engate rápido, ligado à rede pública de abastecimento de água, podendo ser emergente (de coluna) ou subterrâneo (de piso). 3.205. Iluminação auxiliar: Iluminação destinada a permitir a continuação do trabalho, em caso de falha do sistema normal de iluminação. Por exemplo: centros médicos, aeroportos, metrô, etc. 3.206. Iluminação de ambiente ou aclaramento: Iluminação com intensidade suficiente para garantir a saída segura de todas as pessoas do local em caso de emergência. 3.207. Iluminação de balisamento: Sistema composto por símbolos iluminados que indicam a rota de fuga em caso de emergência. 3.208. Iluminação de balizamento ou de sinalização: Iluminação de sinalização com símbolos e/ou letras que indicam a rota de saída que pode ser utilizada neste momento. 3.209. Iluminação de emergência: Sistema que permite clarear áreas escuras de passagens, horizontais e verticais, incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais, na falta de iluminação normal. 3.210. Iluminação não permanente: Sistema no qual, as lâmpadas de iluminação de emergência não são alimentadas pela rede elétrica da concessionária e, só em caso de falta da fonte normal, são alimentadas automaticamente pela fonte de alimentação de energia alternativa. 3.211. Iluminação permanente: Sistema no qual, as lâmpadas de iluminação de emergência são alimentadas pela rede elétrica da concessionária, sendo comutadas automaticamente para a fonte de alimentação de energia alternativa em caso de falta e/ou falha da fonte normal. 3.212. Incêndio natural: Variação de temperatura que simula o incêndio real, em função da geometria, ventilação, características térmicas dos elementos de vedação e da carga de incêndio específica. 3.213. Incêndio-padrão: Elevação padronizada de temperatura em função do tempo, dada pela seguinte expressão:

θg=θo + 345 log (8t+1) onde: t é o tempo, expresso em minutos; θo é a temperatura do ambiente antes do início do aquecimento em graus Celsius, geralmente tomada igual a 20º C; e θg é a temperatura dos gases, em graus Celsius
no instante t.

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3.214. Inibidor de vórtice: Acessório de tubulação destinado a eliminar o efeito do vórtice dentro de um reservatório. 3.215. Instalação: Toda montagem mecânica, hidráulica, elétrica, eletroeletrônica, ou outra, para fins de atividades de produção industrial, geração ou controle de energia, contenção ou distribuição de fluídos líquidos ou gasosos, ocupação de toda espécie, cuja montagem tenha caráter permanente ou temporária, que necessite de proteção contra incêndio previsto na legislação. 3.216. Instalação de gás liquefeito de petróleo (GLP): Sistema constituído de tubulações, acessórios e equipamentos que conduzem e utilizam o GLP para consumo, por meio da queima e/ou outro meio previsto e autorizado na legislação competente. 3.217. Instalações fixas de aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás carbônico diretamente sobre o material que queima. Podem ser de comando automático ou manual. 3.218. Instalações fixas de mangotinhos: Dispositivo com suprimento fixo de gases compreendendo um ou mais cilindros que alimentam um mangotinho acondicionado em um carretel de alimentação axial, equipado na sua extremidade livre um esguicho difusor com válvula de comando manual de jato. Este equipamento é de comando manual. 3.219. Instalações industriais: Conjunto de equipamentos que não se enquadram como depósitos, postos de serviço ou refinarias, mas, onde líquidos inflamáveis são armazenados e processados. 3.220. Instalação interna: Conjunto de tubulações, medidores, reguladores, registros e aparelhos de utilização de gás, com os necessários complementos, destinado à condução e ao uso do gás no interior da edificação. 3.221. Instalações sob comando: O agente extintor fica armazenado em depósitos fixos e é conduzido através de tubulações rígidas até pontos táticos, onde existem válvulas terminais (difusores). Destes pontos, por meio da intervenção do homem, as tubulações são complementadas com mangotinhos até o local do foco de incêndio onde o agente é aplicado. 3.222. Instalações temporárias: Locais que não possuem características construtivas em caráter definitivo, podendo ser desmontadas e transferidas para outros locais. 3.223. Instalador: Pessoa física ou jurídica responsável pela execução da instalação do

sistema de proteção contra incêndio em uma edificação. 3.224. Interface da camada de fumaça (“smoke layer interface”): Limite teórico entre uma camada de fumaça e a fumaça provinda do ar externo (livre). Na prática, a interface da camada de fumaça é um limite efetivo dentro da zona de diminuição de impacto, que pode ter vários metros de espessura. Abaixo desse limite efetivo, a densidade da fumaça na zona de transição cai a zero. 3.225. Inundação total: Descarga de gases limpos, por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido, de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado. 3.226. Isolamento de riscos: Medidas de proteção passiva por meio de compartimentação (vedos fixos resistentes ao fogo) ou afastamentos entre blocos, destinados a evitar a propagação do fogo, calor e gases, entre os blocos isolados. 3.227. Itinerário: Trajeto a ser percorrido pelas guarnições do Corpo de Bombeiros na ida ou no regresso do atendimento de uma emergência, previamente estabelecido por meio de croqui. 3.228. Jato compacto: Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas, observado na extremidade do esguicho. 3.229. Jato de espuma de monitor (canhão): Jato de grande capacidade de esguicho, que está apoiado em posição e que pode ser dirigido por um homem. O fluxo de solução de 1200L/min ou mais pode ser usado. 3.230. Jato de fumaça sob o teto (“ceiling jet”): Fluxo de fumaça sob o teto, estendendo-se radialmente do ponto de choque da coluna de fogo contra o teto. Normalmente, a temperatura do jato de fumaça sob o teto será maior que a camada de fogo adjacente. 3.231. Jato de linha de mangueira: Jato de espuma de um esguicho que pode ser segurado e dirigido manualmente. A reação do esguicho usualmente limita o fluxo da solução a aproximadamente 1000L/min no máximo. 3.232. Laje de Segurança : Área de refúgio, localizada na coberta da edificação, com no mínimo 50m², interligada à Escada de Segurança, sendo proibido qualquer desnível ou ressalto e mantendo a condição de enclausuramento. 3.233. Lanço de escada: Sucessão ininterrupta de degraus entre dois patamares sucessivos. Nota: Um lanço de escada nunca pode ter menos de três degraus, nem subir altura superior a 3,70m.

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3.234. Largura do degrau (b): Distância entre o bocel do degrau e a projeção do bocel do degrau imediatamente superior, medida horizontalmente sobre a linha de percurso da escada. 3.235. Laudo: Peça na qual o profissional habilitado relata o que observou e dá as suas conclusões. 3.236. Laudo de Correção do Projeto Contra Incêndio - é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) indicando inobservâncias técnicas da legislação vigente no Projeto de Segurança Contra Incêndio. 3.237. Limite de área de armazenamento: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP), em um lote de recipientes, acrescida da largura do corredor de inspeção, quando este for exigido. 3.238. Limite do lote de recipientes: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP), em um lote de recipientes. 3.239. Linha de espuma: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a espuma. 3.240. Linha de percurso de uma escada: Linha imaginária sobre a qual sobe ou desce uma pessoa que segura o corrimão, estando afastada 0,55m da borda livre da escada ou da parede. Nota: Sobre esta linha, todos os degraus possuem piso de largura igual, inclusive os degraus ingrauxidos nos locais em que a escada faz deflexão. Nas escadas de menos de 1.10 m de largura, a linha de percurso coincide com o eixo da escada, ficando, pois, mais perto da borda. 3.241. Linha de solução: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a solução de espuma mecânica. 3.242. Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37,8 ºC, subdividido como segue: a) Classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37,8 ºC e inferior a 60 ºC; b) Classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60 º C e inferior a 93,4 º C; c) Classe IIIB: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93,4ºC. 3.243. Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37,8 ºC, também conhecido como líquido Classe I, subdividindo-se em: 3.244. Classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22,8 ºC e ponto de ebulição abaixo de 37,8ºC;

3.245. Classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22,8 ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37,8ºC; 3.246. Classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22,8 ºC e ponto de ebulição abaixo de 37,8 ºC. 3.247. Listagem confiável: Relação de dados e características de projeto de equipamentos ou dispositivos, publicada pelo fabricante e reconhecida por órgãos regulamentadores ou normativos, aceita pelo proprietário da instalação ou seu preposto legal designado. 3.248. Local de abastecimento: Área determinada pelo conjunto de veículo abastecedor, mangueira flexível de abastecimento e central de gás liquefeito de petróleo (GLP). 3.249. Local de risco: Área interna ou externa da edificação, onde haja a probabilidade de um perigo se materializar causando um dano. 3.250. Local de saída única: Condição de um pavimento da edificação, onde a saída é possível apenas em um sentido. 3.251. Loteamento: Parcelamento do solo com abertura de novos sistemas de circulação ou prolongamento, modificação ou ampliação dos existentes. 3.252. Lotes de recipientes: Conjunto de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP), sem que haja corredor de inspeção entre estes. 3.253. Maior risco: Aquele que possa existir oriundo de instalações projetadas ou existentes que requeira a maior demanda de água para o combate a incêndio. 3.254. Mangotinho: Ponto de tomada de água onde há uma simples saída contendo válvula de abertura rápida, adaptador (se necessário), mangueira semi-rígida, esguicho regulável e demais acessórios. 3.255. Mangueira de incêndio: Tubo flexível, fabricado com fios naturais ou artificiais, usado para canalizar água, solução ou espuma. 3.256. Mangueira flexível: Tubo flexível de material sintético com características comprovadas para uso do gás liquefeito de petróleo (GLP), podendo ou não possuir proteção metálica ou têxtil. 3.257. Manômetro: Instrumento que realiza a medição de pressões efetivas ou relativas. 3.258. Manômetro de líquido ajustável: Tipo de manômetro que permite a realização da avaliação da diferença de pressão entre dois ambientes por meio da comparação entre alturas de colunas de líquido dito manométrico. Permite o ajuste do valor inicial, antes do início da medição (ajuste do “zero”). 3.259. Manuseio de produtos controlados: trato com produto controlado com finalidade

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específica como, por exemplo, sua utilização manutenção, armazenamento e manipulação, em acordo com as condições legais exigidas. 3.260. Mapeamento de risco: Estudo desenvolvido pelo responsável por uma edificação em conjunto com o Corpo de Bombeiros, visando relacionar os meios humanos e materiais disponíveis por uma empresa, seguido da qualificação e otimização da capacidade de reação. 3.261. Materiais combustíveis: Produtos ou substâncias (não resistentes ao fogo) que sofrem ignição ou combustão quando sujeitos a calor. 3.262. Materiais de acabamento: Produtos ou substâncias que, não fazendo parte da estrutura principal, são agregados à mesma com fins de conforto, estética ou segurança. 3.263. Materiais fogo-retardantes: Produtos ou substâncias que, em seu processo químico, recebem tratamento para melhor se comportarem frente a ação do calor, ou ainda aqueles protegidos por produtos que dificultem a queima. 3.264. Materiais incombustíveis: Produtos ou substâncias que, submetidos `a ignição ou combustão, não apresentam rachaduras, derretimento, deformações excessivas e não desenvolvem elevada quantia de fumaça e gases. 3.265. Materiais semicombustíveis: Produtos ou substâncias que, submetidos `a ignição ou combustão, apresentam baixa taxa de queima e pouco desenvolvimento de fumaça. 3.266. Máximo enchimento: Volume máximo de gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido que um recipiente pode armazenar com segurança. 3.267. Medidas de segurança contra incêndio: Conjunto de dispositivos ou sistemas, a serem instalados nas edificações e áreas de risco, necessários para evitar o surgimento de um incêndio, limitar sua propagação, possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio. 3.268. Meio defensável (“tenable environment”): Meio no qual a fumaça e o calor estão limitados e restritos, visando preservar os ocupantes num nível que não exista ameaça de vida. 3.269. Memorial: Conceitos, premissas e etapas utilizados para definir, localizar, caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação, desde a concepção até a sua implantação e manutenção. É composto de parte descritiva, cálculos, ábacos e tabelas. 3.270. Mezanino: Pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares. Será considerado andar o mezanino que possuir área

maior que um terço (1/3) da área do andar subdividido. 3.271. Módulo habitável: Contêiner adaptado, que recebeu portas e janelas, além de instalação elétrica e/ou hidráulica; empregado como escritório, sala de reuniões, sala de treinamento ou de aula, depósito, almoxarifado ou guarita. O módulo habitável pode ser formado por um ou mais contêineres conjugados, dispostos horizontalmente (afastados ou não entre si) ou verticalmente, havendo comunicação entre os módulos, através de portas, com ou sem emprego de escadas. 3.272. Monitor: Equipamento destinado a formar e orientar jatos de água ou espuma de grande volume e alcance. 3.273. Monitor fixo (Canhão): Equipamento que lança jato de espuma e está montado num suporte estacionário fixo ao nível do solo ou em elevação. O monitor pode ser alimentado com a solução mediante tubulação permanente ou mangueiras. 3.274. Monitor portátil (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e encontra-se num suporte móvel ou sobre rodas, de modo que pode ser transportado para cena do incêndio. 3.275. Mudança de ocupação: Alteração de uso que motive a mudança de divisão da edificação e áreas de risco constante da tabela de classificações das ocupações prevista neste Regulamento. 3.276. Neblina de água: Jato de pequenas partículas d’água, produzido por esguichos especiais. 3.277. Nível de acesso: Ponto do terreno em que atravessa a projeção do parâmetro externo da parede do prédio, ao se entrar na edificação. Nota: É aplicado para a determinação da altura da edificação. 3.278. Nível de descarga: Nível no qual uma porta externa conduz a um local seguro no exterior. 3.279. Norma Técnica do Corpo de Bombeiros (NTCB): é o documento técnico elaborado pelo CBMCE que regulamenta as medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco; 3.280. Ocupação: Atividade ou uso da edificação. 3.281. Ocupação mista: Edificação que abriga mais de um tipo de ocupação. 3.282. Ocupação predominante: Atividade ou uso principal exercido na edificação. 3.283. Ocupação temporária: Atividade desenvolvida de caráter temporário, tais como circos, feiras, espetáculos e parques de diversões.

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3.284. Ocupações temporárias em instalações permanentes: Instalações de caráter temporário e transitório, não definitivo em local com características de estrutura construtiva permanente, podendo ser anexadas ocupações temporárias. 3.285. Operação automática: Atividade que não depende de qualquer intervenção humana para determinar o funcionamento da instalação. 3.286. Operação de abastecimento: Atividade de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP. 3.287. Operação manual: Atividade que depende da ação do elemento humano. 3.288. Operador: Profissional habilitado a executar a operação de transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP, podendo acumular a função de motorista, desde que reúna as habilitações necessárias. 3.289. Órgão competente: Órgão público, federal, estadual, municipal, ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio. 3.290. Parede corta-fogo: Elemento construtivo que, sob a ação do fogo, conserva suas características de resistência mecânica, é estanque à propagação da chama e proporciona um isolamento térmico durante um tempo de 02 (duas) de fogo. Considera-se parede de 0,25cm de espessura em alvenaria ou 0,15cm de espessura em concreto. 3.291. Passagem subterrânea: Obra de arte destinada à transposição de vias, em desnível subterrâneo, e ao uso de pedestres ou veículos. 3.292. Passarela: Obra de arte destinada à transposição de vias, em desnível aéreo, e ao uso de pedestres. 3.293. Pavimento: Plano de piso. 3.294. Pavimento de descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. 3.295. Pavimento em pilotis: Local edificado de uso comum, aberto em pelo menos três lados, devendo os lados abertos ficar afastados, no mínimo, 1,50 m das divisas. Considera-se, também, como tal, o local coberto, aberto em pelo menos duas faces opostas, cujo perímetro aberto tenha, no mínimo, 70% do perímetro total. 3.296. Percentual de aberturas em uma fachada: Relação entre a área total (edificações não compartimentadas) ou área parcial (edificações compartimentadas) da fachada de uma edificação, dividido pela área de aberturas existentes na mesma fachada.

3.297. Perigo: Propriedade de causar dano inerente a uma substância, a uma instalação ou a um procedimento. 3.298. Pesquisa de incêndio: Apuração das causas, desenvolvimento e conseqüências dos incêndios, mediante exame técnico das edificações, materiais e equipamentos, no local e/ou em laboratório especializado. 3.299. Pessoa habilitada: pessoa dotada de conhecimento técnico e treinada para comercializar fogos de artifício, devidamente treinada por órgão ou instituição similar; 3.300. Piso: Superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito. 3.301. Pista de rolagem: Pista de dimensões definidas, destinada à rolagem de helicópteros entre área de pouso ou de decolagem e a área de estacionamento ou de serviços. 3.302. Planilha de levantamento de dados: Instrumento utilizado para a catalogação de todas as informações e dados da empresa, indispensável à elaboração de um PPI. 3.303. Plano de Auxílio Mútuo (PAM): Plano que tem por objetivo conjugar os esforços dos órgãos públicos (Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Polícia etc) e brigadas de incêndio e de abandono das empresas privadas, em caso de sinistro. 3.304. Plano de intervenção de incêndio: Plano estabelecido em função dos riscos da edificação para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência. 3.305. Plano global de segurança: Integração de todas as medidas de prevenção contra incêndios e pânico que garantam a segurança efetiva das pessoas (aspecto humano) e do edifício, envolvendo as medidas de proteção ativa e passiva. 3.306. Plano particular de intervenção (PPI): Procedimento peculiar de atendimento de emergência em locais previamente definidos, elaborado por profissionais de grupo multidisciplinar (Engenheiros ou Técnicos que atuem na área de segurança de incêndio e ambiental), em conjunto com o Corpo de Bombeiros. 3.307. Planta de bombeiro: Representação gráfica da edificação, contendo informações através de legenda específica da localização, arranjo e previsão dos meios de segurança contra incêndio e riscos existentes. 3.308. Planta de risco: Mapa simplificado no formato A2, A3 ou A4, em escala padronizada, podendo ser em mais de uma folha, indicando: a) principais riscos;

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b) c) d) e) f) g) h) i)

paredes corta-fogo e de compartimentação; hidrantes externos; número de pavimentos; registro de recalque; reserva de incêndio; armazenamento de produtos perigosos; vias de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros; hidrantes públicos próximos da edificação (se houver).

3.309. Planta: Desenho onde estão situadas uma única ou mais empresas, com uma única ou mais edificações. 3.310. Poço de instalação: Passagem essencialmente vertical deixada numa edificação com finalidade específica de facilitar a instalação de serviços tais como dutos de ar-condicionado, ventilação, tubulações hidráulico-sanitárias, eletrodutos, cabos, tubos de lixo, elevadores, monta-cargas, e outros. 3.311. Poço de sucção: Elemento construtivo do reservatório, destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado, bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações. 3.312. Ponto de abastecimento: Ponto de interligação entre o engate de enchimento da mangueira de abastecimento e a válvula do recipiente que deve ser abastecido. 3.313. Ponto de luz: Dispositivo constituído de lâmpada(s) ou outros dispositivos de iluminação, invólucro(s) e/ou outros(s) componente(s) que têm a função de promover o aclaramento do ambiente ou a sinalização. 3.314. População: Número de pessoas para as quais uma edificação, ou parte dela, é projetada. 3.315. População fixa: Número de pessoas que permanece regularmente na edificação, considerando-se os turnos de trabalho e a natureza da ocupação, bem como os terceiros nestas condições. 3.316. População flutuante: Número de pessoas que não se enquadra no item de população fixa. Será sempre pelo número máximo diário de pessoas. 3.317. Porta corta-fogo (PCF): Dispositivo construtivo com tempo mínimo de resistência ao fogo, instalado nas aberturas da parede de compartimentação, destinadas à circulação de pessoas e de equipamentos. 3.318. Posto de comando: Local fixo ou móvel, com representantes de todos os órgãos envolvidos no atendimento de uma emergência. 3.319. Posto de abastecimento e serviço: Atividade onde são abastecidos os tanques de combustível de motores de veículos.

3.320. PPI: Plano Particular de Intervenção. 3.321. Prevenção de incêndio: Conjunto de medidas que visam: evitar o incêndio; permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação e áreas de risco; dificultar a propagação do incêndio; proporcionar meios de controle e extinção do incêndio e permitir o acesso para as operações do Corpo de Bombeiros. 3.322. Processo de segurança contra incêndio: Documentação que contém os elementos formais exigidos pelo CBPMESP na apresentação das medidas de segurança contra incêndio de uma edificação e áreas de risco que devem ser projetadas para avaliação em análise técnica. 3.323. Produto controlado: produto que, devido ao seu poder de destruição ou outra propriedade, deva ter seu uso restrita a pessoas físicas e jurídicas legalmente habilitadas, capacitadas técnica, moral e psicologicamente, de modo a garantir a segurança social e militar do país. O controle é feito pelo exército ou polícia civil; 3.324. Produtos perigosos: Substâncias químicas com potencial lesivo à saúde humana e ao meio ambiente. 3.325. Profissional habilitado: Toda pessoa com formação em higiêne, segurança e medicina do Trabalho, devidamente registrado nos Conselhos Regionais competentes ou no Ministério do Trabalho e os militares das Forças Armadas, das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares, com o 2° grau completo e que possuam especialização em prevenção e combate à incêndio (carga horária mínima de 60 horas), e técnicas de emergências médicas (carga horária mínima de 40 horas), conforme sua área de especialização. 3.326. Profissional legalmente habilitado: Pessoa física ou jurídica que goza do direito, segundo as leis vigentes, de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio. 3.327. Profundidade de piso em subsolo: Profundidade medida em relação ao nível de descarga da edificação. 3.328. Projetista: Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto, assim como do memorial. 3.329. Projeto: Conjunto de peças gráficas e escritas, necessárias à definição das características principais do sistema de combate a incêndio, composto de plantas, seções, elevações, detalhes e perspectivas isométricas e, inclusive das especificações de materiais e equipamentos. 3.330. Propagação por condução: Decorrente do contato direto de chamas pela fachada ou pela cobertura (em colapso) de um incêndio em uma

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Rede elétrica da concessionária: Energia elétrica fornecida pela concessionária do município. 3. 3.349.351. 3. 3.25 m³.350.333. 3. Rede de detecção. com capacidade superior a 0. destinado a interrromper o fluxo de água das instalações hidráulicas de combate a incêndio em edificações. 3. gasolina natural ou outras fontes de hidrocarbonetos. na instalação hidráulica de combate a incêndio das edificações. que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. instalados nos dutos de ventilação e dutos de exaustão. 3.339.356. Registro (“dumper”) de sobrepressão: Dispositivo que atua como regulador em ambiente que deva ser mantido em determinado nível de pressão. Registro de fumaça (“smoke damper”): Dispositivo utilizado no sistema de controle de fumaça. 3.346. 3. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 16 de 21 . de resistir à ação do fogo por um determinado período de tempo. 3. Registro de recalque: Dispositivo hidráulico destinado a permitir a introdução de água proveniente de fontes externas. Propagação por radiação térmica: Aquela emitida por um incêndio em uma edificação. ou pela própria fachada (composta de material combustível) para uma outra edificação adjacente.352. estanqueidade e isolação e/ou características de vedação aos gases e chamas. de forma contínua. Quadro de áreas: Tabela que contém as áreas individualizadas das edificações e seus pavimentos. pela cobertura (em colapso). quando utilizado duplicidade de equipamentos. Reservatório elevado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado acima do nível do terreno natural com a tubulação formando uma coluna d’água. sinalização e alarme: Conjunto de dispositivos de atuação automática destinados a detectar calor. Reforma: Alterações nas edificações e áreas de risco sem aumento de área construída.340. É considerado transportável para efeito de proteção contra incêndio o recipiente com volume máximo de 500 l. inclusive a sua proteção. 3. 3.345.344. 3. Um registro de fumaça pode ser combinado. 3.342. Rede de distribuição: Parte do sistema de abastecimento formado de tubulações e órgãos acessórios. Rede de alimentação: Conjunto de condutores elétricos. 3. Responsável técnico: Profissional habilitado para elaboração e/ou execução de atividades relacionadas a segurança contra incêndio. destinada a colocar água potável à disposição dos consumidores. Engenharia de Minas ou Engenharia de Segurança. Registro de fluxo: Dispositivo com a função de direcionar o fluxo de ar. Rampa: Parte construtiva inclinada de uma rota de saída. 3. a partir de petróleo.353.343.335.338. 3. em quantidade e pressão recomendada. Registro de paragem: Dispositivo hidráulico manual. a qual opera independente da vontade do usuário. que se destina a unir dois níveis ou setores de um recinto de evento. Recipiente transportável: Recipiente que pode ser transportado manualmente ou por qualquer outro meio.355. normalmente utilizado na saída dos grupos moto-ventiladores. 3.337.336. em escala comercial. 3.354. que se propaga para outra edificação contígua. Registros corta-fogo (“dampers”): Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. 3. que atingem a fachada da outra edificação adjacente. Refinaria: Unidade industrial na qual são produzidos líquidos inflamáveis. fumaça ou chama e a atuar equipamentos de proteção e dispositivos de sinalização e alarme.341. 3. Reservatório enterrado ou subterrâneo: Reserva de incêndio cuja parte superior encontra-se instalada abaixo do nível do terreno natural. que se propaga por radiação por meio de aberturas existentes na fachada. Reservatório ao nível do solo: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado no mesmo nível do terreno natural. 3. Reserva de incêndio: Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio. Reservatório semi-enterrado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado abaixo do nível do terreno natural e com a parte superior acima do nível do terreno natural.332. Quando relacionado a fogos de artifício deve ser profissional com formação nas áreas de Engenharia Química. 3. 3.edificação. mantendo sua integridade. projetado para resistir à passagem de ar ou fumaça. 3.348.347. atendendo a requisitos de resistência a fogo e fumaça. Recipiente estacionário: Recipiente fixo.331. Reservatório de escorva: Reservatório de água com volume necessário para manter a tubulação de sucção da bomba de incêndio sempre cheia d’água. evitando que a pressão assuma valores maiores por onde ocorra escape do ar. 3. Propagação por convecção: Decorrente de gases quentes emitidos pelas aberturas existentes na fachada ou pela cobertura da edificação incendiada. Resistência ao fogo: Propriedade de um elemento construtivo.334. dutos e demais equipamentos empregados na transmissão de energia do sistema.

tais como lojas de varejo.372. casas de espetáculos etc. 3. vestíbulos. devidamente protegido e sinalizado. que permite a passagem e interligação de instalações elétricas. instalados nas passagens de eletrodutos e tubulações que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. vestíbulo.376. fungos. Separação corta-fogo: Elemento de construção que funciona como barreira contra a propagação do fogo.373.357. passagens externas. símbolos e/ou expressões emolduradas referentes à natureza. pessoal de combate a incêndio ou por meios do extravasamento de produto para áreas externas ao risco.365. em função da área dos pavimentos. internos e externos à edificação e áreas de risco. Segurança: Compromisso a cerca da relativa proteção da exposição a riscos.358. corredores.364. 3. permitindo ainda a lotação ordenada do local. anteparos e/ou paredes de material incombustível. Saída de emergência.371. até atingir a via pública ou espaço aberto (área de refúgio) com garantia de integridade física. onde esses espaços ocupados são abertos permitindo comunicação direta com a área de pedestres.377. Sapé. radiações. 3. Risco iminente: Possibilidade de ocorrência de sinistro que requer ação imediata. gases. “halls”. bares. que permitam controlar a situação de incêndio.044.359. proporcionado por portas. Segurança contra incêndio: Conjunto de ações e recursos.044. tais como bares. “Shopping” coberto (“covered mall”): Espaço amplo criado por uma área coberta de pedestre em uma edificação agregando um número de ocupantes. Rótulo: elemento que representa informações como. prevalecerá como sendo o maior risco. bactérias. de 18 de maio de 1988. Risco isolado: Condição que possibilita isolar por todos os lados. Selos corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo.366. que resulta na intensidade de uma exposição. 3.369. Nota 1: Ocorrendo equivalência na somatória da carga de incêndio. restaurantes. Separação de riscos de incêndio: Recursos que visam a separar fisicamente edificações ou equipamentos.374. 3.360. fumos.363. que se caracteriza pela distância medida horizontalmente entre a cobertura de uma edificação e a fachada de outra. Saída única: Local em um setor do recinto de evento. escritórios ou outros usos similares. vibrações. vapores. a ocupação que possuir maior carga de incêndio pôr m². 3. “Shaft”: Abertura existente na edificação. 3. rota de saída ou saída: Caminho contínuo. 3. protozoários. hidráulicas ou de demais outros dispositivos necessários. 3. escadas. 3. conexões entre túneis paralelos ou outros dispositivos de saída ou combinações desses. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos.368. 18 de maio de 1988. 3. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 17 de 21 . Risco primário: Risco principal do produto de acordo com tabela do Decreto 96. balcões. lanchonetes. rota de fuga. piaçava (ou piaçaba): Fibras vegetais de fácil combustão. passadiço ou balcão. Risco secundário: Risco subsidiário do produto de acordo com tabela do Decreto 96. barreiras de proteção. bacilos. manuseio e identificação do produto. 3. avaliado conforme norma existente. 3. 3. 3. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. líquidos e neblinas provenientes de produtos químicos). vertical ou horizontal. 3. de qualquer ponto da edificação.367. onde a saída é possível apenas em um sentido. 3. por meio de equipamentos. temperaturas extremas. entretenimento e diversão. 3. Setor: Espaço delimitado por elementos construtivos que condicionam a circulação das pessoas para outras partes do recinto. Pode ser químico (poeiras. parasitas e animais peçonhentos). a ser percorrido pelo usuário em caso de emergência. O risco pode ser físico (ruídos.375. umidade e iluminação deficiente). O risco é a relação entre a probabilidade e a conseqüência. Saída horizontal: Passagem de um edifício para outro por meio de porta corta-fogo. 3. Podem ser áreas livres. Separação entre edificações: Distância segura entre cobertura e fachada de edificações adjacentes. Pode ainda ser biológico (vírus. Risco predominante: Maior risco determinado pela carga de incêndio dentre as ocupações.3. para o dimensionamento das saídas de emergências. Severidade da exposição: Soma total da energia produzida com a evolução de um incêndio. recinto de evento ou túnel. 3.370. pressões anormais. de largo emprego na zona rural para cobertura de ranchos. adotar-se-á para efeito da classificação do maior risco. rampas.361. Risco: Propriedade de um perigo se materializar causando um dano. no fabrico de vassouras e também utilizadas como cobertura de edificações destinadas à reunião de público.362. passagem coberta. com resistência mínima à exposição ao fogo de 2 horas. Nota 2:Ocorrendo concentração de público.

3. 3. abastecimento de água. Sinalização de emergência: Conjunto de sinais visuais que indicam. acessórios. Subestação abrigada: Instalação total ou parcialmente abrigada. estando equipado com aspersores de neblina para descarga e distribuição na área a ser protegida. que inclui todos os métodos isolados ou combinados. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 18 de 21 . de forma rápida e eficaz. aspectos econômicos e sociais. sendo. Subestação compacta: Instalação atendida ou não.398. 3. válvulas e dispositivos sensíveis à elevação de temperatura. Tanques de maior risco: Reservatório contendo líquidos combustíveis ou inflamáveis e que possui maior demanda de vazão de espuma mecânica. etc. Tanque: Reservatório cilíndrico para armazenar líquidos combustíveis ou inflamáveis.380. na qual o circuito de condutores ou dispositivos de função.3. Supervisão (“supervision”): Auto-teste do sistema de controle de fumaça. equipamentos de segurança contra incêndios e riscos potenciais de uma edificação ou áreas relacionadas a produtos perigosos. 3. que visa a controlar a temperatura entre – 35ºC a – 40ºC de forma a manter o gás liquefeito de petróleo (GLP) em estado líquido sem a necessidade de pressurização. 3.384. bombas de incêndio (quando necessário).393. com os tipos descritos abaixo: 3. localizada em região urbana. 3. mensagens. realizados por pessoal especializado. 3. com o conseqüente abandono da área. 3.392. que repassará este aviso a uma equipe de intervenção. 3. em situação não real. Sistema de controle de fumaça (“smoke management system”): Um sistema projetado. causado por incêndio.388.399. 3. dimensões e cores. com limitação de área do empreendimento. 3. 3. Não será considerado subsolo o pavimento que possuir ventilação natural e tiver sua laje de cobertura acima de 1. a existência. Subestação elétrica convencional: Instalação de pátio se encontram ao ar livre. rede de tubulação.389. Sistema de detecção e alarme: Conjunto de dispositivos que visa a identificar um princípio de incêndio. são monitorados para acompanhar a falha ou integridade dos condutores e dos equipamentos que controlam o sistema. hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta norma.390. 3. ou determinará o alarme para a edificação.401. Subestação atendida: Instalação operada localmente e que dispõe de pessoas permanentes ou estacionadas. Subestação não-atendida: Instalação tele-controlada ou operada localmente por pessoas não permanentes ou não estacionadas.379. Sinais visuais: Compreendem a combinação de símbolos. 3.378. 3.381. podendo os transformadores permanecer ou não enclausurados. Substância sujeita a combustão espontânea: substância sujeita a aquecimento espontânea nas condições normais de pressão e temperatura. Sinistro: Ocorrência de prejuízo ou dano.385. de forma a processar água sobre o foco de incêndio em uma densidade adequada para extinguí-lo ou controlá-lo em seu estágio inicial.20m do perfil do terreno. Sistemas de hidrantes ou de mangotinhos: Conjunto de dispositivos de combate a incêndio composto por reserva de incêndio. que se aquecem em contato com ar. 3.391. Sistema de carregamento: Dispositivo para o abastecimento de tanques de combustível de motores de veículos. Sistema de aspersão de espuma: Sistema especial. que engloba uma ou mais unidades de abastecimento. 3. para modificar o movimento da fumaça. 3.397. explosão. Tanque atmosférico não refrigerado: Reservatório não equipado com sistema de refrigeração. Subestação subterrânea: instalações que se encontram situadas abaixo do nível do solo.383. formas geométricas. Tanque atmosférico refrigerado: Reservatório equipado com sistema de refrigeração.382. devido a fatores diversos. 3.396. 3.395. acidente. ligado à fonte da solução produtora. 3. Subestação de uso múltiplo: Instalação localizada em uma única área compartilhada pelo proprietário e por terceiros. Simulado: Emprego técnico e tático dos meios disponíveis.400. capazes de se incendiarem. Subestação de uso múltiplo: Instalação convencional. de único proprietário. 3. Subsolo: Pavimento situado abaixo do perfil do terreno. visando o treinamento dos participantes. Sistema de chuveiros automáticos: Conjunto integrado de tubulações.386.394.387.402. de transportes ou estocagem. 3. acrescida de outras edificações separadas e distanciadas entre si. a localização e os procedimentos referentes a saídas de emergência. notificando sua ocorrência a uma central.

constituída de dependências e instalações de uso privativo e de parcela de dependências e instalações de uso comum da edificação.416. Tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF): Duração de resistência ao fogo dos elementos construtivos de uma edificação. 3. Tubo-luva de proteção: Dispositivo no interior do qual a tubulação de gás (GLP. 3. aquecer. Unidade autônoma: Parte da edificação vinculada a uma fração ideal de terreno. assinalada por designação especial numérica.406. próximo às juntas. fixada em 0.419.415. Vedadores corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo.426. tendo pelo menos uma das faces aberta para o logradouro ou área de ventilação. para determinar a qualidade ou comportamento de um sistema de acordo com as condições estabelecidas na Instrução Técnica.427. 3. 3.425.421. edificações destinadas a depósito e armazenamento de líquidos e gases inflamáveis e similares. Trajetórias de escape: Vazão de ar que sai dos ambientes pressurizados. Nota: Capacidade de uma unidade de passagem é o número de pessoas que passa por esta unidade em 1. Válvula de retenção: Dispositivo hidráulico destinado a evitar o retorno da água para o reservatório.0 minuto. Veículo abastecedor: Veículo especificamente homologado para transporte e transferência de gás liquefeito de petróleo (GLP) a granel. Válvulas: Acessórios de tubulação destinado a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações. soldas e conexões. 3.417. 3. líquidos inflamáveis. 3. destilarias ou unidades químicas. Tráfego: conjunto de atos relacionados com o transporte de produtos controlados e compreende as fases de embarque.408. Tanque de teto cônico: Reservatório com teto soldado na parte superior do costado. fica permanentemente sem água no seu interior. Tubulação seca: Parte do sistema de hidrantes. nafta. 3. 3. instalados nas aberturas das paredes de compartimentação ou dos entrepisos. 3. estabelecida pelas normas. Temperatura crítica: temperatura que causa o colapso no elemento estrutural.411. destinadas à passagem de instalações elétricas e hidráulicas etc. nos termos da Lei Federal nº 4591.404.405. trânsito. Tempo de comutação: Intervalo de tempo entre a interrupção da alimentação da rede elétrica da concessionária e a entrada em funcionamento do sistema de iluminação de emergência.414. Vazamento: Vazão de ar que sai do ambiente e/ou da rede de dutos de modo não desejável causando perda de uma parcela do ar que é insuflado. sujeita às limitações da lei. Unidade de combustível: Postos de abastecimento de combustíveis. Tanque vertical: Reservatório de base apoiada sobre o solo. natural ou outro similar) é montada. Tubulação: Conjunto de tubos. Teste: Verificação ou prova (fazer funcionar experimentalmente).424. e cuja finalidade é diminuir o risco de um princípio de incêndio. 3. de outra forma. atingir a proteção contra incêndio existente nos dutos de sucção e/ou pressurização. 3. Torre de espuma: Equipamento portátil destinado a facilitar a aplicação da espuma em tanques.409. sendo pressurizada por viatura de combate a incêndios.410. e é através deste fluxo de ar que são estabelecidas as trajetórias que serão percorridas pelo ar que gera a pressurização. 3. que por condições específicas. Varanda: Parte da edificação. visando ainda ao não confinamento de gás em locais não ventilados. não em balanço. 3.429. 3.418. desde a reserva de incêndio até os hidrantes ou mangotinhos.412.55 m.422. conexões e outros acessórios destinados a conduzir água.407. Taxa de aplicação: Vazão de solução de espuma a ser lançada sobre a área da superfície líquida em chamas. 3.413. 3. Unidade de processamento: Estabelecimento ou parte de estabelecimento cujo objetivo principal é misturar. Nesta definição não estão incluídas as refinarias. de 16 de dezembro de 1963. 3. desembarque e entrega. 3. Tanque de teto flutuante: Reservatório cujo teto será diretamente apoiado na superfície do líquido no qual flutua. para efeitos de identificação. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 19 de 21 . 3.420. definida no projeto do sistema. 3. Tempo máximo de abandono (t): Duração considerada para que todos os ocupantes do recinto consigam atingir o espaço livre exterior.403. Túnel rodoviário: Passagem horizontal construída embaixo da terra ou da água usado para o tráfego de automóveis. Terraço: Local descoberto sobre uma edificação ou ao nível de um de seus pavimentos acima do pavimento térreo. 3.423.3. 3. Unidade de passagem: Largura mínima para a passagem de uma fila de pessoas. limitada pela parede perimetral do edifício. 3. 3. separar ou processar.428. 3.

Vistoria periódica: Ato de verificar as edificações quanto aos Sistemas de Proteção Contra Incêndio e pânico por motivação qualquer. 4. 3. As dimensões dos símbolos devem estar em uma mesma escala. visando.3. ou caminhos e similares). vielas. Ventilação constante: Movimentação constante de ar em um ambiente. Não podem ser utilizados nos projetos de segurança símbolos diferentes dos referenciados na presente norma. Os significados de todos os símbolos utilizados devem ser representados em uma legenda. 3. 3. em casos de abandono de emergência. Vistoria: Ato de verificar o cumprimento das exigências das medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco. quando colocado no interior da forma geométrica básica.4. Vítima: Pessoa ou animal que sofreu qualquer tipo de lesão ou dano.3. define o significado específico do conjunto gráfico representado.434.440. à área de risco e à faixa de estacionamento.6. 3. construído e operado com observância do disposto em norma e devidamente certificado pelo INMETRO.6. 3. avenidas. 3. Procedimentos 4. de forma clara e de fácil identificação pelo leitor. a área na cor preta existente no interior de algum dos símbolos pode ser substituída por hachuras ou pode ser pontilhada. 3. 3. 3.433. bifurcações ou outros acessórios com a finalidade de direcionar o fluxo de ar.438. Os símbolos gráficos que devem constar nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco são apresentadas no Anexo.2.3. sendo uma localizada junto ao piso e a outra situada junto ao teto.1. autorizado para o exercício do serviço de análise de projetos e vistorias do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. em inspeção no local. e/ou para transporte de equipamentos ou materiais para extinção de incêndios. situados na área urbana e caracterizados principalmente por possuírem imóveis edificados ao longo de sua extensão. à diminuição da perda de carga localizada. 3. 3. também. números ou abreviaturas.439. 4. que. 3. Via de acesso: Espaço destinado para as viaturas do CBMCE adentrarem no entorno à edificação. proporcional à escala de qualquer desenho do projeto. 4.430. Vigas principais: Elementos estruturais ligados diretamente aos pilares ou a outros elementos estruturais que sejam essenciais à estabilidade do edifício como um todo. especialmente projetado e utilizado para o transporte e transvasamento de gás natural liquefeito (GNL). este deve contar em legenda. 3. Veículo transportador: Veículo que dispõe de tanque criogênico.444. Veios: Dispositivos instalados no interior de curvas.441. 4.432. Via urbana: Espaços abertos destinados à circulação pública (tais como ruas. que define uma categoria de segurança contra incêndio e pânico e por um símbolo suplementar.436. Veneziana de tomada de ar: Dispositivo localizado em local fora do risco de contaminação por fumaça proveniente do incêndio e por partículas que proporcionam o suprimento de ar adequado para o sistema de pressurização. Os símbolos podem ser suplementados por figuras detalhadas. Caso o projetista necessite de algum símbolo não apresentado no anexo. que se caracteriza por aberturas situadas em lados opostos das paredes de uma edificação. Bombeiro Mlitar Fiscal: Servidor público militar.431. Viaduto: Obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de passagem superior.437.442. 4. Vias de acesso para atendimento a emergências: Áreas ou locais definidos para passagem de pessoas. 4.443. Caso seja conveniente.1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 20 de 21 . Velocidade (v): Distância percorrida por uma pessoa em uma unidade de tempo. 4. 3.435. Os símbolos gráficos são compostos por uma forma geométrica básica. Ventilação cruzada: Movimentação de ar.

ANEXO SÍMBOLOS GRÁFICOS EXTINTOR DE PÓ EXTINTOR DE GÁS CARBÔNICO EXTINTOR DE ÁGUA EXTINTOR SOBRE RODAS OU CARRETA HIDRANTE DE PAREDE HIDRANTE URBANO BLOCO AUTÔNOMO PARA ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA HIDRANTE SAÍDA DUPLA Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 21 de 21 .

O 03/2011 Prevenção Contra Incêndio e Pânico em Estádios e Áreas Afins (Dimensionamento de Lotação e Saídas de Emergência) FORTALEZA – CEARÁ Maio .2011 .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 Objetivo Aplicação Referências normativas e bibliográficas Definições Área de acomodação do público – setores Saídas (normais e de emergência) Dimensionamento das saídas Setores para espectadores em pé em ANEXOS A Exemplos de dimensionamento B Figuras eventos esportivos em geral 9 Outras exigências 10 Edificações de caráter temporário 11 Edificações existentes 12 Da proteção contra incêndio 13 Prescrições diversas 14 Publicação 2 .

atendendo a Lei nº 13. 3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 3.795. Lei nº 10. Dispõe sobre o Estatuto de Defesa do Torcedor e dá outras providências. Faculdade de Universidade do Porto.Life Safety Code Handbook.3 As normas técnicas NT 01 e NT 05 Para edificações permanentes. Antônio Leça. Decreto Regulamentar nº 34/95. PORTUGAL. PORTUGAL. Estabelecer os requisitos mínimos necessários para a segurança contra incêndio e pânico em centros esportivos.ed. admite-se dimensionados conforme a norma técnica NT complementam o presente texto nos assuntos não detalhados nesta norma técnica. 2.556. com os parâmetros de saídas sejam lotação inferior a 2.671. de 16 de dezembro de 1995. permanentes ou não. Regulamento das Condições Técnicas e de Segurança dos edificações destinadas a reunião de público enquadradas nas divisões F-3 e F-7 (estádios. Decreto nº 6. fechadas ou abertas.Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais. ginásios. NBR 15219 . 2000. em especial quanto à determinação da população máxima e o dimensionamento das saídas visando à proteção da vida. de 15 de maio de 1 OBJETIVO 2003. Ron. arenas. Instrução Técnica nº 37/2010 . 2.ed. NFPA-101 . United Kingdom. de 15 de maio de 2003. COELHO.1 APLICAÇÃO Esta norma técnica se aplica às Portugal. Regulamenta o art. rodeios.671. 5. NBR 9077 – Saídas de emergência em edificações NBR 9441 . de 07/06/01.assentos plásticos para estádios desportivos e lugares públicos fechados. GUIDE TO SAFETY AT SPORTS GROUNDS (Green Guide). 2008.assentos plásticos para estádios desportivos e lugares públicos não cobertos.BRASIL. FIFA: Zurich. 2 2. 23 da Lei nº 10.Execução de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio. NBR 15816 – Móveis plásticos . de eventos e de exibição. 4. 3 . Quincy: NFPA. levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: BRASIL. Instrução Técnica nº 12/2010 . FIFA. Modelação matemática do abandono de edifícios sujeitos à ação de um Engenharia da incêndio. 18.Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.Plano de emergência contra incêndio – Requisitos NBR 15476 – Móveis plásticos . NBR 5419 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. 2007. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão.1 Para compreensão desta Norma NORMATIVAS E Técnica é necessário consultar as seguintes normas. cobertas ou ao ar livre. NBR 9050 – Adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente.ed.Decreto Regulamentar Nº10/01. de 29 de dezembro de 2004 que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Ceará.500 pessoas. Football Stadiums -Technical recommendations and requirements. de 16 de março de 2009.2 que 05. arquibancadas e similares). COTÉ. construções provisórias para público. circos.

3 Acesso radial: é um corredor de circulação que dá acesso direto na área de acomodação dos espectadores (patamares das arquibancadas).1. etc.1.6 Barreiras: estruturas físicas destinadas a impedir ou dificultar a livre circulação de pessoas.1 Acesso: caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor. por um período limitado de tempo.1 DEFINIÇÕES Para entendimento desta norma técnica 4. 4. características retráteis. 4. corredores de circulação (saída) ventilados (mínimo de 1/3 da lateral com ventilação permanente). Ver Figura 1. terraços e similares. 4. de forma ordenada e eficiente de toda a população fixa e flutuante da edificação em caso de uma situação de sinistro. acabamento Este e local de deve possuir resistência ao fogo e elementos construtivos. 4.1. 4. seja por contra de peso ou de mola. anfiteatros.7 Barreiras antiesmagamento: barreiras destinadas a evitar esmagamentos dos espectadores. em estádios. e que se destina a dar melhor visibilidade aos espectadores.1. vestíbulos.1.1. constituindo a rota de saída para se alcançar uma escada.1. Exemplos: escadas de segurança. 4.Recintos de Espectáculos e Divertimentos Públicos. proporcionando às pessoas continuarem sua saída para um local de segurança. escadas abertas externas. segura.1.1. 4.5 Arquibancada: série de assentos em filas sucessivas. geralmente acessos radiais ou entre um acesso radial e possui piso plano ou levemente inclinado (rampa).10 Local de segurança: local fora da edificação. balcões. 4 4. Deve ter largura mínima de 1. permanecendo na posição recolhida quando desocupada. Ver Figura 1. ou uma rampa. edificação. no qual as pessoas estão sem perigo imediato dos efeitos do fogo. 4.13 Plano estabelecido de em emergência: função dos documento riscos da entre aplicam-se as definições abaixo: 4.20 m. circos. encosto e assento. cada uma em plano mais elevado que a outra. em forma de degraus. podendo ser inclinado (rampa) ou com degraus. 4.8 Bloco: agrupamento localizados de assentos dois preferencialmente uma barreira. varandas.12 Plano de abandono: conjunto de normas e ações visando à remoção rápida. Os acessos podem ser constituídos por corredores. Há também a modalidade de arquibancadas para público em pé.1. que encerra um conjunto de ações 4 .2 Acesso lateral: é um corredor de circulação assentos paralelo ou às filas (fileiras) de arquibancadas. Pode ser constituída por corredores ou átrios cobertos ou a céu aberto. 4.1. auditórios. ou uma área de refúgio. revestimento incombustíveis. Podem ser providas de assentos (cadeiras ou poltronas) ou não.4 Assento A rebatível: peça do mobiliário assento que possui apresenta duas peças principais.1. 4. as pessoas têm alguma proteção contra os efeitos do fogo e de da fumaça.1. passagens. ou descarga para saída do recinto.11 Local de relativa segurança: local dentro de uma edificação ou estrutura onde.9 Descarga: parte da saída de emergência que fica entre a escada ou a rampa e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública. devido à pressão da multidão aglomerada nas áreas de acomodação de público em pé.

5. atendimento médico. campo. Recomenda-se que cada setor tenha lotação máxima de 10. arena etc. visando à proteção da vida. devendo também as fileiras serem identificadas nas laterais dos acessos radiais. contendo sinalização complementar de balizamento pertinentes. da fila e da numeração do assento. Nota: Não inclui o tempo total necessário para percorrer a circulação inteira de saída (do assento ao exterior). conseguem deixar a respectiva área de acomodação (setor) e adentrarem em um local seguro ou de relativa segurança.14 Posto de comando: local fixo ou móvel.2 Em todos os setores deve haver saídas suficientes. 5.000 pessoas. 5 .17 Taxa de fluxo (F): número de pessoas que passam por minuto. com representantes de todos os órgãos envolvidos emergência. no mínimo. 5.1.1 Generalidades numerados e identificados. socorro e salvamento.1. 5 ÁREA DE ACOMODAÇÃO DO PÚBLICO – SETORES 5. destinado à coordenação integrada das operações desenvolvidas pelos órgãos de Defesa Civil e Segurança Pública em situação de normalidade. 4.16 Setor: espaço delimitado para acomodação dos espectadores. as fileiras e os assentos dos espectadores (inclusive quando o assento for no próprio ser patamar da arquibancada) devem devidamente conforme normas técnicas (setores de público.1. sendo. em lados distintos.6 Os ingressos disponibilizados para o evento devem conter a respectiva identificação do portão.e procedimentos a serem adotados. duas alternativas de saída de emergência. atendendo às prescrições desta norma técnica. 5.1.3 O projeto das arquibancadas deverá prever a possibilidade de divisão física entre setores. 4.1. 4. acessibilidade e outros) e acessos e saídas independentes. por determinada largura de saída (pessoas/minuto). 4. 4. devidamente equipado com todos os recursos de informação e de comunicação disponíveis no local.4 As rotas de fuga dos espectadores devem ser independentes das rotas de fuga dos atletas ou artistas que se apresentam no recinto. do setor.15 Sala de Comando e Controle: local instalado proporcione em visão ponto geral estratégico de que todo recinto no atendimento de uma 5. os blocos.1. em cor contrastante com a superfície.1. 5. o movimento dos ocupantes venha a saturar determinadas rotas de fuga bem como possibilitar às equipes de segurança.1.). quadra. bem como a redução das conseqüências de sinistros.1. sanitários. com marcação fixa e visível. definido por um conjunto de blocos. do meio ambiente e do patrimônio. em função da população existente. através de barreiras que possam ser removidas.1 Os recintos para eventos desportivos devem ser setorizados em função de suas dimensões a fim de evitar-se que. em uma situação de emergência.5 Os setores. do bloco.1. condições para executarem suas respectivas ações nos diversos eventos. de forma que estes sejam providos de todos os recursos (bares.18 Tempo de saída: é o tempo no qual todos os espectadores. 4.19 Túnel de acesso ou “vomitório”: passagem coberta que interliga as áreas de acomodação de público (arquibancadas) às circulações de saída ou de entrada do recinto. em condições normais.1. permitindo a ocupação ordenada do recinto.1.

6 Quando os próprios patamares das arquibancadas forem usados como degraus de escada. aqueles inseridos dentro dos setores previamente estabelecidos e com rotas de fuga definidas.7 Para edificações a serem construídas. comprimentos previstos na arquibancadas 5.5. 5. d. quando permitido) devem possuir as seguintes dimensões: a. recomenda-se que a altura destes esteja entre 0. possuir resistência mecânica suficiente para os esforços solicitados. quando houver apenas um corredor de acesso.1 Os destinados arquibancadas poltronas).2. largura mínima de 0.42 m de largura útil e deve ser instalado. no mínimo. b.3.2. espectadores dimensionados conforme normas técnicas e ter as seguintes características (ver Figuras 3 e 4): a. c. medidos centralizadamente.2. 5. altura máxima de 0. 5.5. 5. 7 m.1.2 Para Subseção 5.40 m.2. b. cada assento deverá possuir. caso as filas sejam equipadas com cadeiras com assento rebatível ou não possuam cadeiras (assentos numerados direto na arquibancada). 5. devem ser reduzidos arquibancadas provisórias (desmontáveis) ver Seção específica.2.40 m para circulação nas filas.2.1.3 Para ginásios cobertos e similares (locais internos) e para arquibancadas provisórias (desmontáveis): 14 m. conforme normas vigentes.1. 5. serem constituídos com material incombustível ou retardante ao fogo. 5.5.80 m.2 Patamares (degraus) das desde que atendidos os seguintes requisitos: a.15 m a 0.75 m. e.19 m.2. entre a 6 . não será admitida a previsão de espectadores em pé. 0. largura mínima 0.1. e.3 máximos em 50%. b.4 Os permitido) patamares devem (degraus) as das arquibancadas para público em pé (quando possuir seguintes dimensões (ver Figura 2): a.7 Somente são considerados lugares destinados a espectadores.2. ter espaçamento mínimo de 0. previstos na Subseção 5.19 m.2. 5. 5. quando houver acesso em ambas extremidades da fila. caso as cadeiras sejam não-rebatíveis (tipo concha) das os filas.2.15 m e máxima de 0.2 Para estádios e similares (arquibancadas permanentes): 20 m.2.1 Para edificações existentes admitese patamares com largura mínima de 0. altura mínima de 0. quando houver acessos nas duas extremidades da fila. a cada 50 cm entre seus eixos. quando houver apenas um corredor de acesso (ver Figura 1). b. deverão ser reduzidos em 25%.5 Os patamares (degraus) das arquibancadas para público sentado (cadeiras individuais ou assentos numerados direto na arquibancada. poltronas) nas filas das arquibancadas devem obedecer às seguintes regras: 5.8 As arquibancadas para público em pé devem ser dotadas de barreiras antiesmagamento – ver Seção “Guarda-corpos (barreiras) e corrimãos”. no mínimo.57 m (ver Figura 3).1 O comprimento máximo e o número máximo de assentos (cadeiras. Assentos assentos (cadeiras aos individuais ou devem das ser 5. os valores máximos de comprimento da fila. 5. 10 m.

5.1 As saídas podem ser nominadas didaticamente em: a. f.35 m (ver Figura 4). 5.3.5 kN/m (Kilonewton 7 .000 pessoas deverão adotar assentos rebatíveis.1. barreiras e corrimãos.1 SAÍDAS (NORMAIS E DE EMERGÊNCIA) Regras gerais (saídas horizontais e verticais) 6. acessos.1. tendo como base a cota inferior dos degraus das arquibancadas em relação à linha horizontal). Assim. circulações de saídas horizontais e verticais e respectivas portas.70m do piso e resistência mínima de 1. deverá ser mantida a distância mínima de 0.4 – Guada-corpos. haja número suficiente de saídas em posições adequadas (distribuídas de forma uniforme).1. circulações de saída capazes de comportar. 6.2 Nos setores com arquibancadas para público em pé. c. localizadas em cotas inferiores. 5.1. espaços livres no exterior. exceto se o patamar possuir largura igual ou superior a 1. ter encosto com altura mínima de 30cm. serem afixados de forma a não permitir sua remoção ou desprendimento de partes sem auxílio de ferramentas.4 A altura mínima do guarda-corpo frontal da arquibancada deverá ser de 1. deve-se assegurar que: a. com altura mínima de 0.1 Nos setores de arquibancadas com a instalação de barreiras inclinação igual ou superior a 32 graus tornase obrigatória (guarda-corpos) na frente de cada fila de assentos. d.4. e. 5.4.3 À frente das primeiras fileiras de dos setores de arquibancadas. descarga. 5. Para edificações existentes admite-se este espaçamento com 0.1 A inclinação máxima admitida para os setores de arquibancada será de 37 graus (medida entre a primeira fila e a última.10 m. de forma segura. 5.2 É importante que se forneça.55 m para circulação (ver Figura 4). a passagem das pessoas dentro de um período de tempo aceitável.80m.projeção dianteira de um assento de uma fila e as costas do assento em frente. e.3.4.6 A altura mínima do guarda-corpo das laterais da arquibancada deve atender à Seção 6. a inclinação máxima deve ser de 25 graus. nos recintos de grande aglomeração de pessoas. 5. assentos por metro). 6. quando houver. b.1.4 Inclinações das arquibancadas 5. Ver Figuras 3 e 4.10 m. 6 6.3. 5.3 Os responsáveis pela edificação e pela organização do evento devem garantir a permanência de equipes habilitadas para assegurar que as vias de saída estejam planejadas para prover aos espectadores uma circulação livre e desimpedida até que eles consigam atingir a área externa da edificação.3. devendo apresentar este planejamento no Plano de Emergência.3. e evitar o congestionamento das saídas e o estresse psicológico. escadas ou rampas.5 A altura mínima do guarda-corpo da parte de trás da arquibancada deverá ser de 1. bem como nos setores com assentos no próprio patamar da arquibancada (quando permitido).2 Os estádios com público superior a 35.

atendendo aos critérios descritos nas normas técnicas pertinentes.7 As saídas devem possuir.11 Devem ser previstos espaços adequados para portadores de necessidades especiais. e. locais fechados e outros.1.12. no mínimo. em lados distintos.6 As adequadas. 6. ser mantida a mesma largura ou. além de ser incombustível. devendo ser adotadas as rotas mais diretas possíveis.1. 6. Ex: camarins. no mínimo.1. sentidos. Cópia do Plano de Emergência deve ser mantida na sala de comando e controle do recinto. 6. escadas.14 Nas quadra.1 No caso de edificações existentes.1.5 O piso das áreas destinadas à saída do público.b.20 m de largura. locais de venda.1 Vestiários. escritórios. deverá ser elaborado Plano de Emergência. 6. campo. d. no sentido da saída do recinto.10 As saídas que não servem aos setores de arquibancadas ou à platéia devem atender aos parâmetros normativos pertinentes adotados na NT 05. pista outros) acessíveis ao público devem ser previstas passagens que permitam aos espectadores sua utilização mediante em caso de emergência.1. área de concentração dos atletas ou artistas. devendo constar as plantas ou croquis que estabeleçam o “plano de abandono” de cada um dos setores.4 Nas saídas.1. devendo. 6. 6.1. todas as saídas tenham sinalização e identificação condições emergência. 6. as pessoas não tenham que percorrer distâncias excessivas para sair do local de assistência (acomodação). em cada setor. de abertura nos dois sistema normas técnicas pertinentes. os elementos construtivos e os materiais de acabamentos e de revestimento devem ser incombustíveis.1. 6. deve-se dimensionar para o novo número de pessoas.1. conforme dimensionamento da capacidade das saídas e caminhamentos máximos. c. no mínimo.12 Toda circulação horizontal deve estar livre de obstáculos e permitir o acesso rápido e seguro do público às saídas verticais dos respectivos pisos ou à área de descarga. acessos dos sanitários e outros locais de acúmulo de pessoas devem distar. 6.9 Para recintos com previsão de público igual ou superior a 2. rampas e outros). 1. 6. administração. 5 m das saídas (túneis. sendo que deve haver.1. será admitida a largura mínima de 1. todas as áreas de circulações de saída tenham larguras adequadas à respectiva população. deverá também ser executado e de conter balizamento não em material sinalização conforme sofrer antiderrapante complementar 6.1. Ver Figura 14.500 pessoas. no mínimo. acionado pelos componentes do serviço de segurança ou da brigada de 8 .10m. normais tanto como em em 6. duas opções (alternativas) de fuga. sala de imprensa. no caso de aumento de fluxo na circulação.1. haja dispositivos que direcionem o fluxo de pessoas que irão adentrar em uma rota de fuga.7. vestiários.8 As saídas devem ser dimensionadas em função da população de cada setor considerado.1.13 Os desníveis existentes nas saídas horizontais devem ser vencidos por rampas de inclinação não superior a 10% e patamar horizontal de descanso a cada 10 m. camarotes. barreiras dentre ou alambrados dos que locais separam a área do evento (arena. circulações podem estreitamento em suas larguras. 6.

1 As passagens (portões) de acesso ao campo devem ser pintadas em cor amarela. sendo que estes espaços não poderão ser computados no cálculo das saídas de emergência. a qualquer momento.26 É vedada a utilização de portas e portões de correr ou de enrolar nas saídas.1. antes do fim do evento. 6. com as respectivas sinalizações. não sendo permitido qualquer tipo de travamento no sentido de saída do recinto.1.1. 6. e possuir largura dimensionada para o abandono seguro da população do recinto. Estas saídas devem ser monitoradas pessoalmente pelo serviço de segurança ou pela brigada de incêndio.24 As catracas devem ser dimensionadas para atender a todo o público e a seu acesso em um tempo máximo de 1 hora com a devida agilidade e atendimento aos procedimentos de segurança.21.1. que devem ser devidamente monitorados pelo serviço de segurança ou pela brigada de incêndio. 6. Estas passagens devem ser seguramente na posição aberta. 9 . enquanto o recinto for utilizado pelo público.27 As circulações devem ser iluminadas e sinalizadas com indicação clara do sentido da saída. 6. 6.15. porém.16 Quando houver mudanças de direção.14. 6.15 Os acessos radiais deverão ser na cor amarela ou sinalizados com faixas amarelas nas extremidades laterais. deve ser considerada uma capacidade máxima de 660 espectadores por catraca por hora.1.0 cm de largura e serem contínuas até a barreira.19 Nenhuma saída deve ser fechada de modo que não possa ser facilmente e imediatamente aberta em caso de emergência. Para este cálculo. Ao abrir.1 Deverão ser observadas medidas que permitam a saída do público de torcidas distintas. atenderem que se devendo estas ao proporcionalmente destinam. escadas. maçanetas. com prazo suficiente para garantir a saída segura do público. em caso de necessidade. O responsável pela segurança deve verificar ou ser informado quando todas as portas e portões das saídas finais estiverem conforme prescrições desta Norma Técnica. 6. saídas público a separadamente. as paredes não devem ter cantos vivos.23 As catracas de acesso devem ser reversíveis.17 As portas e os portões de saída do público devem abrir sempre no sentido de fuga das pessoas. exceto os portões de acesso ao campo. dobradiças e outros. 8 e 9). 6.1.1. 6.1. 6.1. contrastantes com a cor do piso (ver Figuras 3. 6. 6.21 Todas as portas e portões de saída final em uma via de saída normal devem abrir no sentido do fluxo de saída e serem mantidos na posição totalmente aberta. 6. para permitir a saída de alguém do recinto. 6. não podendo ser obstruídos pela movimentação de entrada do público ao recinto.22 Não devem existir peças plásticas em fechaduras.1.incêndio.1. não devem obstruir qualquer tipo de circulação (corredores.). descarga etc. devendo permanecer sempre livres e prontos para utilização. instaladas ao final de todos os acessos radiais.1. de acordo com os parâmetros da NT 09.20 As saídas finais devem ser monitoradas pessoalmente pela segurança ou brigada. 6. 6.1.25 Ao lado das entradas devem ser previstas portas ou portões destinados à saída dos espectadores. dimensionados de acordo com o estabelecido nesta norma técnica.18 As portas e portões de saída devem ser providos de barras antipânico.20 m. espelhos.1. portão ou alambrado. nunca inferior a 1.1 As faixas previstas no item anterior deverão possuir no mínimo 5.1.1.

2.15 m e 0.2 O lanço máximo.3 Para edificações existentes. as escadas e rampas com 2.20m (exemplo: patamar entre dois lanços na mesma direção).2. b. com altura entre 0.10 m.20 m para edificações novas e de 2. 6.7 Os degraus das escadas (exceto os degraus dos acessos radiais) devem atender aos seguintes requisitos: a.2. 6.2. b.escadas ou rampas existam saliências ou um degrau de escada.6. o balanceamento dos degraus deve atender a relação entre altura do espelho (h) e a largura da pisada (b). corrimäos contínuos em ambos os lados. 6. caso não haja mudança de direção.2.2.2.28 Todas as saídas (portas. os quais sejam tecnicamente impossíveis de serem corrigidos. estes deverão ser sinalizados observando sinalização específica conforme normas técnicas pertinentes. devem ser balanceados em função da inclinação da arquibancada e das dimensões dos patamares (ver Figura 3). 6. f. c.1 Os degraus dos acessos radiais. caracol ou helicoidal.2. 6.27 m.2. 6.63 ≤ (2h + b) ≤ 0. altura dos espelhos dos degraus (h) deve situar-se entre 0. nos dois lados (interno e externo). 6.1.4 Devem ser construídas em lances retos e sua mudança de direção deve ocorrer em patamar intermediário e plano. ou seja.2.2. quando houver mudança de direção na escada ou na rampa.2.4. a saber: 0. 6.92m.2 As saídas verticais (escadas ou rampas) devem ainda satisfazer as exigências descritas a seguir: 6. nas arquibancadas.1.2.20 m. com seus respectivos números de identificação.8 Em áreas de uso comum não são admitidas escadas em leque.6 Elevadores. elevadores de emergência e escadas rolantes não podem ser considerados como saídas de emergência.1 Serem contínuas desde o piso ou nível que atendem até o piso de descarga ou nível de saída do recinto ou setor. entre dois patamares consecutivos. 6. 6. c. d.4 – Guada-corpos.18 m.7.29 As portas e passagens nas circulações devem ter altura mínima de 2. e.2.00 m para as existentes.2. guarda-corpos com altura mínima de 1.20 m de altura (rampas e escadas).005 m (0. 0. as escadas devem ter lanço mínimo de 3 degraus. portões) devem ser claramente marcadas.1 Todos os tipos de escadas ou de rampas deverão ter: a.2.2. com tolerância de 0. largura mínima de 1. o comprimento mínimo deve ser igual a 1.80 m e no mínimo a cada 1. largura mínima das pisadas (b): 0. barreiras e corrimãos. o comprimento mínimo dos patamares deve ser igual à largura da respectiva saída.15 m ≤ h ≤ 0. 6. atendendo aos requisitos da Seção 6.2.2.80m a 0. para facilitar o deslocamento rápido em caso de emergência.5 cm).2.2.9 O uso de rampas é obrigatório nos 10 . caso 6.2 Saídas verticais . atendendo aos requisitos da Seção 6.20 m (ver Figura 5).2.40 m de largura ou mais devem possuir corrimãos intermediários no máximo a cada 1.18 m. o piso dos degraus e patamares revestidos por materiais incombustíveis e antiderrapantes. b.64 (m) 6. não deve ultrapassar 3.5 Os patamares devem ter largura igual à da escada ou da rampa e comprimento conforme regras descritas abaixo: a.

6.20 m.2 Nos acessos ao recinto devem ser planejadas áreas de acúmulo de público suficientemente dimensionadas para conter o público com segurança. 6. na descarga e acesso de elevadores de emergência. 6.2. proibição de “comércio” nas proximidades das saídas e outros.2.2.2. c.4 As a. c. sendo que estas devem estar situadas sempre em patamares planos. não possuir saliências. ao redor do recinto. 6. medidos na direção do trânsito.seguintes casos: a. devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos.3 Descarga e espaços livres no dimensionadas. barreiras e corrimãos adotados pela organização do evento e pelas autoridades competentes para que a descarga do público tenha fluxo suficiente na área externa. 6.2. pistas de dança. 6.13 As rampas podem suceder um lanço de escada. b. deverão ser previstos divisores físicos que impeçam tal utilização. 6. 6.2. para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações para acesso de deficientes físicos.1 Cuidados especiais devem ser equidistante dimensionadas maneira a atender o fluxo a elas destinado e o respectivo caminhamento máximo. no sentido descendente de saída.3. o que comprometeria as saídas do recinto. tais como bares. possam provocar a aglomeração de público. e. organizado em filas antes de passar pelas catracas. Dessa forma.3. tendo comprimento mínimo de 1. obstáculos ou instalações que possam causar lesões em caso de abandono de emergência.2. medidas de segurança devem ser adotadas para se evitar a aglomeração de público nas descargas externas do recinto. devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem.10 As rampas devem ser dotadas de guarda-corpos de forma análoga às escadas. 6. mas não podem precedê-lo.2. serem mantidas livres e desimpedidas. 6. conforme normas técnicas pertinentes. 6.11 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras. sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção. por exemplo: desvios de trânsito nas vias próximas ao recinto. pela sua natureza ou sua utilização.3.12 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível. não serem utilizadas como depósito de qualquer natureza. lojas de “souvenirs” ou outras ocupações.3 No dimensionamento da área de descarga. 6. com comprimento não inferior à da folha da porta de cada lado do vão. Caso necessário.15 As inclinações das rampas não deverão exceder a 10% (1:10). serem distribuídas e de forma de exterior.2.14 Não é permitida a colocação de portas nas rampas (ou nas escadas).2. b. não descargas serem devem atender aos como de seguintes requisitos: utilizadas de veículos estacionamento qualquer natureza. quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada.4 Guarda-corpos. não devendo ser dispostas dependências que.3.2. para evitar-se congestionamento nas circulações internas da edificação.2. mesmo que corretamente 11 . d.

10 m e sua resistência mecânica varia de acordo com a sua função e posicionamento (ver Figuras 6).3 As arquibancadas cujas alturas em relação ao piso de descarga sejam superiores a 2.80 m em relação a este nível (ver Figura 4).10 Os corrimãos devem ser construídos para resistir a uma carga mínima de 900 N (Newton) aplicada verticalmente de cima para baixo e horizontalmente escadas em ambos os (não sentidos. com corrimãos e guardacorpos contínuos.80 e 0. 7 e 9).5 Os corrimãos deverão ser dotados em ambos os lados das escadas (ou rampas). 6.6 m devem ser instaladas barreiras retardantes antes da chegada às 12 atender também aos mesmos parâmetros da . porém.6. 6.1. com aberturas de 60 cm no início e término dos patamares e. a fim de se evitar acidentes. Os lanços (canais) determinados pelos corrimãos centrais deverão ter largura mínima de 1. quando houver acomodações ou assentos em ambos os lados.4. centrais.0 kN/m (ver Figuras 6.15 m.4. 6. 6.1 Toda saída deve ser protegida.90 m (90 cm) a guarda seja confeccionada com concreto (ver Figura 8). 6.7. 6. ambos com vão máximo de 0.7. de ambos os lados.4.40 m de largura.4.1 Quando os corrimãos forem centrais (ver Figuras 7 e 9).4.80m. 6. suas extremidades devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes. desde que o guarda-corpo atenda também aos preceitos do corrimão.12 Para escadas de escoamento e circulação de público com largura útil total maior do que 3.4. não possuindo quinas vivas ou reentrâncias agarramento saliências roupas. devendo ainda parâmetros da NT 05. conforme a NT 05.92 m e resistência mínima de 2. formando canais de circulação (ver Figura 5). prolongando-se mais 0. de preferência. 6.4. estes deverão ter descontinuidades (intervalos) no mínimo a cada 2 fileiras e no máximo a cada 4 fileiras de assentos. neste caso.2 A altura das barreiras.30m nas extremidades. internamente.4.10 m. recomenda-se que até a altura 0.20 m e máximo 1. atender balaústres aos (barras mesmos verticais).6 Os curvas. 6. permitam NT 05.11 Nas comuns enclausuradas) e rampas não enclausuradas pode-se dispensar o corrimão. com altura entre 0.4.10 m devem possuir fechamento dos encostos (guarda-costas) do último nível superior de assentos. com altura mínima de 1.4. Nota: somente deverão ser utilizadas longarinas quando for inviável a utilização de balaústres.1 Estes intervalos (aberturas) terão uma largura livre correspondente à largura do patamar. no mínimo. sempre que houver qualquer desnível maior de 18 cm.4. para compor a altura mínima de 1. 6. visando facilitar o acesso aos mesmos e permitir a passagem de um lado para o outro.8 As escadas com mais de 2.7 Nos acessos radiais das arquibancadas. os corrimãos devem ser laterais (individuais por fila) ou corrimãos devem possuir as terminações (extremidades) arredondadas ou para parede ou e de outra solução que Deve alternativa. de forma idêntica aos guarda-corpos. devem ser dotadas de corrimãos centrais.4 O fechamento dos guarda-corpos deve ser por meio de longarinas (barras horizontais) ou.4. de 1.4. 6. 6. deve ser.4. 6. as quais deverão ser voltadas aberturas.9 No perímetro de proteção dos túneis de acesso (vomitórios). devendo estar situados entre 80 cm e 92 cm acima do nível do piso.

não possuírem As pontas bordas ou bordas ser e agudas.2. “x” é a extensão da arquibancada em metros e “n” o número de degraus da arquibancada. mesas). espaçadas em função da inclinação e devem possuir os seguintes requisitos: a.5 m linear de arquibancada por pessoa. 6. 7.6 A regra acima se aplica também quando a área do gramado.2 Arquibancadas sem cadeiras ou poltronas: na proporção de 0.13. 7. c. devendo-se adotar o valor de 4 pessoas por metro quadrado da área útil destinada aos espectadores (Dmáx. poltronas. serem recolhimento vistoriadas de antes ART de do cada profissional competente.2. da arena de rodeios e similares for usada para acomodação dos espectadores (público).3 No caso de camarotes que não possuam cadeiras fixas.4. 7.2. devendo possuir manutenção constante. terem alturas de 1. a população será definida conforme o leiaute. sendo exigido laudo técnico específico com f. Para cálculo da capacidade de público do setor. = 4 pessoas/m²).2.1 DIMENSIONAMENTO DAS SAÍDAS Cálculo da população saídas em de emergência da são 7.1.10 m (sendo permitida uma tolerância de variação de até 3%).1 Para maiores informações sobre dimensionamento de guardas e barreiras.4 No caso de camarotes que possuam mobiliários (cadeiras. 7.3 – Assentos). resistência distâncias entre barreiras conforme Figura 10. por engenheiro habilitado. arredondadas. deverá ser adotada a densidade (D) máxima de 3 pessoas/m² (fator de segurança e controle de lotação). b.5 Para setores (ou áreas) de público em pé: as áreas destinadas ao público em pé. terem sua resistência e funcionalidade testadas. terem devem mecânica 7.1. deverá ser adotada a fórmula: P = (2 x). copas e outros ambientes. para fins de definição da capacidade real máxima e disponibilização de ingressos (lotação real). e.1.1 As 7. a densidade (D) será de 2.1 Arquibancadas poltronas número (rebatíveis total de com ou cadeiras ou não-rebatíveis): demarcados assentos (observando-se os espaçamentos conforme Seção 5. para fins de cálculo das dimensões das saídas será utilizada a densidade (D) máxima de público. d. evento. 7. onde “P” é a população máxima. serem contínuas entre os acessos radiais. contudo. dimensionadas função população máxima no recinto e/ou setor do evento. 7 7.1.1. nessas condições.13 Barreiras antiesmagamentos (ver Figuras 10 e 11) devem ser previstas nas arquibancadas para público em pé.ver Capítulo 3 desta NT).2. consultar o “Guide To Safety at Sports Grounds” (“Green Guide” . do campo.mesmas para um melhor controle e promoção de um ritmo contínuo de público (ver Figura 12).5 pessoas por m² de área.4.1. 6. da quadra. 13 . da pista.n. excluindo-se sanitários.1. devendo-se adotar.2. antes de serem colocadas em uso. caso existam.2 A lotação do recinto (população máxima) deve ser calculada obedecendo-se aos critérios abaixo descritos.1.

1.1.1. deverá ser adotado o tempo máximo de 5 minutos para evacuação.1 Para autoridades este tipo de uso. bibliotecas. deverá ser considerada. pela organização do evento. 7. no campo. na contra incêndio (quando permitidas).2. 7. será de 8 minutos (ver Figura 14). poderá ser adotado o critério de redução de público.2. 7. administração. com as respectivas lotações. por meio de memória de cálculo. sendo tais informações essenciais para o dimensionamento das rotas de fuga. medidas de controle de acesso rigorosas.10 Quando verificada.2 Tempo de saída 7. 7.1 O tempo máximo de saída é usado.2. 7. por exemplo). sendo necessária ainda.2 Nas áreas de arquibancadas externas (baixo risco de incêndio). atenderá as normas técnicas do 14 .nestes locais.2. Caso a arquibancada seja interna (local fechado). estádios cobertos ou com cobertura retrátil. Neste caso.2.2. as ser competentes devem para evacuação. nos termos desta norma técnica.2 O público desta área deverá ser computado no dimensionamento das saídas permanentes do recinto. independente da característica da edificação (ver Seção 7. assim. cabines de imprensa. a necessidade de redução de público em função do risco que o evento oferece. barreiras físicas e outros dispositivos eficazes devem ser usados para se evitar a superlotação de algum setor (ou área). a necessidade de redução do público em função da necessidade de divisão de setores por parte das autoridades policiais. utilizando-se para tal fim a avaliação da redução do tempo necessário área de concentração dos atletas ou artistas e outros).5 minutos. Nesta situação específica. medidas de segurança devem ser adotadas.2. até um local de relativa segurança. 7. 7. estúdios. estacionamentos. para cada evento.1. o tempo máximo de saída. 7.2. adotar tempo de saída de 2. 7.1. 7. restaurantes.4 Nas áreas de eventos temporários em local aberto e no gramado. e possíveis áreas de risco verificadas em vistoria. em função deste risco. Nota: Não inclui. nestes locais.11 É vedada a utilização das áreas de circulação e rotas de saída para o cômputo do público.2. em conjunto com a taxa de fluxo (F) para determinar a capacidade do sistema de saída da área de acomodação do público para um local de segurança ou de relativa segurança (ver Capítulo 4 – Definições).2 – Tempo de saída). provocando assim uma saturação de alguns pontos e esvaziamento de outros. para definição das saídas de emergência. consultadas quanto às possíveis restrições. o tempo máximo será de 6 minutos (ginásios poliesportivos. lojas. deve ser devidamente comprovada pelo responsável técnico.6. bem como as possíveis substituições por outras medidas de segurança CBMCE.9 Para definição da lotação máxima e disponibilização de ingressos de cada setor. Nota: A necessidade de chuveiros automáticos e de detecção.6. depósitos.3 Nas áreas internas destinadas a usos diversos. subsolos.8 Nos setores de público em pé.7 A organização dos setores. com presença de carga de incêndio (por exemplo: museus. a previsão de sistemas de chuveiros automáticos e de detecção automática de incêndio. camarotes.2.1. por autoridades competentes. camarins. o tempo total necessário para percorrer a circulação inteira de saída (do assento ao exterior).1. para se evitar que haja migração de determinadas áreas para outras com melhor visibilidade do evento.2. 7.

a distância máxima a ser percorrida por um espectador até atingir uma saída não poderá ser superior a 120 metros.2. 7. em observação regular. Para estádios existentes.2. na pista. por exemplo.3. podem ser adotadas medidas como limitar a lotação no setor ou aumentar as saídas. a distância máxima de percurso para se alcançar um local de segurança ou de relativa segurança não pode ser superior a 60 metros (incluindo a distância percorrida na fila de assentos e nos acessos – radiais e laterais). 7.5 minutos. conforme item específico tratado nesta norma técnica. nas escadas e circulações com degraus: 66 pessoas por minuto por metro (ou 79 pessoas por minuto. b.arena.8 Distâncias máximas a serem 7. d. 7.5 Em certas circunstâncias pode ser necessário aplicar um tempo de egresso menor do que o estabelecido. A distância máxima a ser percorrida pelo espectador em setores de arquibancadas para alcançar a entrada do túnel de acesso (vomitório) não poderá ser superior a 30 m (ver figura 15). são os seguintes: a. tendo em vista o tempo máximo de saída da área de acomodação e o risco à vida humana decorrente da emergência. A distância máxima a ser percorrida pelo espectador em setores alcançar de um arquibancadas para acesso radial (corredor) não pode ser superior a 10 metros (ver figura 15). para uma largura de 1. Comissão mediante Técnica. em menos tempo do que o período pré-estipulado para a saída completa do setor. frustrados ou estressados. e similares (quando usados para o público). 7.1 Para dimensionar o abandono de uma edificação. Nos casos de eventos temporários em locais abertos. se for constato pelos responsáveis. Dimensionamento das saídas relativos de ao emergência parâmetros escoamento de pessoas (larguras dos acessos e saídas) 7.2. deve ser utilizada a taxa de fluxo (F) que é o indicativo do número de pessoas que passam por minuto por determinada largura de saída (pessoas/minuto). 7.3. o valor de 73 pessoas por minuto por metro.3.3 O dimensionamento das saídas será em função da taxa de Fluxo (F) referente à abertura considerada. Aceita-se para edificações análise de existentes. as taxas de fluxo máximas seguintes: a.2. 15 . o tempo máximo será de 5 minutos.6 Para os locais cuja construção consista em materiais não-retardantes ao fogo. que os espectadores ficam agitados. admitese o caminhamento máximo de 40 metros.7 Para diminuir o tempo de saída.3 c. na quadra.20 m). Para fins de aplicação desta Norma Técnica. o tempo máximo de saída não poderá ser superior a 2. a serem consideradas são as percorridas Os critérios para se determinar as distâncias máximas de percurso para o espectador. partindo de seu assento ou posição.2 Siglas adotadas: P = população (pessoas) E = capacidade de escoamento (pessoas) D = densidade (pessoas por m²) F = taxa de fluxo (pessoas por minuto) L = Largura (metro) 7.

áreas de estacionamentos. adota-se número devem compatível com as ações e as solicitações a que são sujeitos (conforme normas da ABNT).1. camarins. nas saídas horizontais (portas.20 m). 9. a previsão de lugares para espectadores em pé. 9.4 Nas edificações que não possuam a lotação máxima de arquibancadas.3. bem como devem possuir resistência ao fogo suficiente para o abandono seguro dos ocupantes e para as ações de socorro.b. sala de imprensa. 8 Setores para espectadores em pé em eventos esportivos em geral 8. mantendo-se assim a compartimentação dos espaços. como áreas técnicas.2 As áreas internas da edificação. nos elementos de decoração e no mobiliário deve ser controlada para limitar o risco de deflagração e a velocidade do desenvolvimento e propagação do incêndio. imediatamente concentração de atletas ou artistas. áreas VIP. 8.3 Não serão permitidos espectadores em pé nas arquibancadas em edificações com lotação superior a 5.4 Caso fracionado o cálculo o inferior resulte ou em valor inteiro superior.3 Os dutos e “shafts” (horizontais ou resistentes de sistema ao de fogo.2 Nas edificações existentes. museus. 8. utilizados nos acabamentos. subsolos.000 pessoas. aceita-se para edificações existentes.5 Os elementos estruturais das coberturas espectadores em pé será de 1. não será admitida a previsão de espectadores em pé. ginásios. Esta compartimentação poderá ser substituída por chuveiros considerando sempre o arredondamento em função da segurança (ex. devem possuir resistência ao fogo suficiente 16 . emitido por profissional capacitado e habilitado.1 A estabilidade estrutural da edificação deve ser comprovada em laudo técnico específico.4 A reação ao fogo dos materiais (estádios.1 Para as edificações a serem construídas verticais) das instalações do recinto devem ser devidamente selados quando atravessarem qualquer elemento de construção (em especial paredes e lajes).: majoração das larguras de saída e minoração da capacidade de público). depósitos. o isolamento dos locais e a proteção das circulações. 9. usados para eventos esportivos). conforme item específico tratado nesta norma técnica.1 OUTRAS EXIGÊNCIAS Os elementos estruturais dos recintos apresentar resistência mecânica corredores) e rampas: 83 pessoas por minuto por metro (ou 100 pessoas por minuto. 7. 8.000 pessoas. não poderá exceder a 20% da lotação total. camarotes. para uma largura de 1. restaurantes. escritórios. mediante análise de comissão técnica.1 Para edificações cujos projetos já tenham sido aceitos formalmente pelo Comitê Organizador da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014. com a finalidade de atendimento à Copa do Mundo de 2014. áreas de instalação de geradores e outras áreas similares devem ser compartimentadas das áreas de público e circulações de saída com elementos instalação automáticos. lojas.3. serão admitidas as taxas de Fluxo (F) estabelecidas na 4ª edição do “Guide to Safety at Sport Grounds (Green Guide)”. 9 9. o valor de 109 pessoas por minuto por metro. conforme normas técnicas pertinentes. 9. administração. 7.3. arenas e similares. 9.

devidamente equipada com todos os recursos de informação e de comunicação disponíveis no local. chuveiros detecção automáticos. 9.4 Os recintos devem ser equipados com sistema de sonorização. 9. 9.6 As instalações elétricas e o sistema de contra atender descargas aos atmosféricas previstos.7 O sistema de alarme e detecção automática de incêndio. deverá ser setorizado e monitorado pela central instalada na Sala de Comando e Controle. na NBR 5410 (Instalações elétricas de baixa tensão) e NBR 5419 (Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas).para o abandono seguro dos ocupantes e para as ações de socorro. que possa dar visão completa de todo recinto (setores de público. de forma a impedir a passagem de pessoas.5 Os equipamentos de sonorização devem ser conectados a sistemas autônomos de alimentação elétrica para que. automática de incêndio e compartimentação.8.1.2 Os vãos (espelhos) entre os assentos das arquibancadas que possuam alturas superiores a 0. principalmente quanto às medidas de: controle de rotas fumaça. banheiros e outros.8 Sala de Comando e Controle 10. com possibilidade de setorização e instalações que permitam destinadas público (arquibancadas.8.8. deve-se avaliar o melhor local para destinação do Posto de Comando. tais como depósitos de materiais diversos.15 m devem ser fechados com materiais de resistência mecânica análoga aos guarda-corpos. 9. devendo ser mantidos limpos e sem quaisquer materiais combustíveis durante todo o período do evento. o público presente deve ser orientado quanto à localização das saídas de emergência para cada setor e sobre os sistemas de segurança existentes.8.1. as edificações cuja estrutura seja de caráter temporário (desmontáveis) devem atender ainda ao seguinte: 10.1 Os estruturas espaços vazios abaixo ao das 9.1 Na edificação deve-se prever uma sala em local estratégico. em caso de emergência. 10 Edificações de caráter temporário (materiais retardantes ao fogo). requisitos proteção devem respectivamente. e outros) não podem ser utilizados como áreas úteis. no caso de interrupção do fornecimento de energia.7 Os subsolos que possuírem ocupações de estacionamento devem de veículos às ocupados) atender distintas (subsolos exigências adicionais das normas técnicas do CBMCE. 9. 9. quando houver. arena e outros). de saída. quadra. camarotes. 9. 9.6 Antes do início de cada evento. 10.8.1 Além dos critérios estabelecidos nos itens anteriores. sejam mantidos em funcionamento por período mínimo de 120 minutos. conforme normas das ou mesmas de deverão ser técnicas da ABNT e os materiais utilizados na construção incombustíveis baixa propagação difundir.8. incluindo controle de acesso.3 A Sala de Comando e Controle funcionará como Posto de Comando Integrado das operações desenvolvidas em situação de normalidade. 9. campo. sendo que em caso de emergência.2 Nesta sala deve-se interligar os sistemas de monitoramento e de alarmes (incêndio e segurança) existentes no recinto. áreas de comércio. aviso de abandono ao público e acionar os meios de socorro para intervir em caso de incêndio ou outras emergências. 17 .8.

11 Os acabamentos. além de devidamente isolados.1. praças e similares. mediante sistema de abertura acionado pelos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio.1. materiais elementos utilizados de nos decoração. em lados ou extremidades opostas. estas devem ser afixadas de forma a permanecerem alinhadas em um mesmo plano. com largura mínima útil (livre e desimpedidas) de 2.1. inclusive. estruturas suspensas e outros). 10.13 Deverão ser garantidos dois acessos de veículos de emergência com dimensões mínimas de 4. instalações elétricas outros.1 Estes corredores de acesso deverão ser previamente definidos pelas autoridades (ART) referentes às estruturas provisórias (palcos. 10. campos. com previsão de público em pé. desde temporárias que e possuam sejam competentes.1.7.6 Nas barreiras ou alambrados que separam área do evento dos locais de público devem ser previstas passagens que permitam aos espectadores sua utilização em caso de emergência. camarotes. todas as fiações e circuitos elétricos devem estar embutidos.8 Nos corredores de acesso. (iluminação.1. 10. sem ressaltos ou aberturas. viabilizando a remoção de vítimas.3 Em na rota de ocupações fuga.7 Em eventos realizados em pistas. com a devida comprovação por meio de documentação pertinente. e sonorização. arena ou outros). 10. 10. as ações ser das intempéries.1. Se montados por intermédio de placas. bem como mantenham a superfície plana. as especialmente do vento.10 Deverão Anotações de apresentadas Responsabilidade Técnica (desmontáveis) são aceitos pisos em madeira resistência características mecânica antiderrapantes compatível.50m.9 Os elementos estruturais dos recintos devem apresentar resistência mecânica compatível com as ações e solicitações a que são sujeitos.00 metros de largura e 4. de forma a garantir a necessária evacuação do público.50 metros de altura até o espaço de concentração de público (campo.1. 10. prevendo-se. 10. Os disjuntores não podem ser afixados sobre materiais combustíveis.5 Nos locais destinados aos espectadores e rotas de fuga todas as fiações e circuitos elétricos devem estar embutidos. devem ser previstos corredores de acesso aos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio. devendo ser instalados em local adequado e fora do alcance do público. afixados de forma a não permitir sua remoção sem auxílio de ferramentas ou que permitam o desprendimento de partes.1. arquibancadas. 10.12 Os elementos de suporte estrutural das tendas ou outras coberturas flexíveis devem possuir as mesmas características de resistência e/ou retardo de fogo.000 pessoas. 10. que possuam locais de concentração de público acima de 10. tendas. 10. 10.1.1. 18 . além de devidamente isolados. equipamentos coberturas flexíveis (lonas) e no mobiliário principal devem ser especificados de forma a restringir a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça.1.4 Os circuitos elétricos e fiação do sistema de iluminação de emergência devem ser instalados em conformidade com a NT 09 e NBR 5410. considerando as cargas geradas pela movimentação do público levando-se em consideração a resistência e comportamento do solo que receberá as cargas.1. grupo e moto-gerador outros).10.

b. O caminhamento (distância a percorrer) máximo para alcançar uma bateria de extintores deve ser de no máximo 35 m.11 EDIFICAÇÕES EXISTENTES 11. bares.556.3 Nos locais de acesso de público.2 Hidrantes e Mangotinhos 12. atendendo: a. e propor medidas alternativas.2 Nos locais administrativos. admitindo-se as adaptações abaixo: a.1 A proteção por hidrantes. os responsáveis pelo evento deverão colocar a disposição.1 As edificações que. não permitam as adequações previstas nesta norma técnica devem ser avaliadas por comissão técnica composta por Oficiais do Corpo medidas de Bombeiros substitutivas Militar. c. d. dos requisitos desta norma devidamente embasados c. Nos locais administrativos. instalação e classes de incêndio. devese atender às prescrições NT 04. sala de imprensa. restaurantes. em armários com chave mestra. citados nos artigos anteriores e disponibilizar funcionários que possuam a cópia da chave. estacionamentos cobertos e demais áreas onde não há presença de espectadores. 12 DA PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Os equipamentos de segurança contra incêndio dos recintos devem ser projetados de acordo com a Lei Estadual Nº 13. no centro de comando dos bombeiros. nos locais de acesso restrito ao Corpo de Bombeiros Militar. b. previsto características e inviabilidade técnica. cadeiras. museus. capacidade extintora.1. nos locais de acesso de público. lojas. deverão prescrições da NT 06.1.1 A proteção por extintores de incêndio é obrigatória em todos os eventos.2 O responsável técnico pelo pedido de análise em comissão técnica deve apresentar os argumentos quanto à impossibilidade do atendimento técnica. deverá ser feita conforme especificações da NT 06. os extintores poderão ser instalados em baterias. 12. 11. o caminhamento (distância a percorrer) máximo para alcançar um hidrante deve ser de 30 m. vestiários. de forma a garantir a segurança durante a permanência e abandono das pessoas além da intervenção do socorro público de maneira rápida e segura em caso de emergência. cabines de rádios. próximo aos locais para sua abertura. estacionamentos cobertos e demais áreas onde não há presença de espectadores. 12. a quantidade. restaurantes.2. quanto à ou exigência tecnicamente inviável. os hidrantes poderão ser instalados em locais de acesso restrito ao corpo de bombeiros militar e à brigada de incêndio. lojas. vestiários.1. camarotes.1 Extintores de incêndio 12. 12. deverão atender à NT 04. apresentando (alternativas) mitigadoras sugeridas. sociais e similares) estão isentas da instalação de extintores de incêndio no e do item caminhamento anterior. camarotes. 19 . atender às tecnicamente. quando necessária. pelas suas à Brigada de Incêndio e ao pessoal de segurança. bares. sala de imprensa. uma chave mestra para abertura de todos os locais de acesso restrito que contenham equipamentos de combate a incêndio. cabines de rádios. de 29 de dezembro de 2004 e respectivas Normas Técnicas que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico no Estado de Ceará. 12. museus. as áreas de acomodação do público (arquibancadas.

vestiários.5. nos locais de acesso de público. d. c. bares. cadeiras.4. b. válvulas etc. sociais e similares) estão isentas da instalação de hidrantes. e. b.1 A proteção pelo sistema de sinalização de emergência é obrigatória em todos os eventos. devendo atender às prescrições da NT 09. atendendo às prescrições da NT 12.4 Iluminação de Emergência 12. junto à central de alarme. conforme especificações abaixo: a. f.1 A proteção por alarme será obrigatória nos estádios com área construída acima de 750m² e/ou maior que 2 pavimentos. devendo ser cobertas pelos hidrantes instalados nas circulações de acesso considerando-se o caminhamento máximo de 60 m. camarotes.e. g.5. todas as demais características da instalação de hidrantes e mangotinhos.5 Sinalização de Emergência 12. 12.1 A proteção pelo sistema de iluminação de emergência é obrigatória em todos os eventos. como reserva técnica. restaurantes.3 Para os eventos realizados em construções provisórias poderá ser utilizada a sinalização de saída através de faixas que deverão atender as seguintes exigências: a. museus. possuir iluminação própria garantida em caso de emergência.6 Central de GLP / GN a. cabines de . todas as demais características de instalação do sistema de alarme e sonorização deverão atender o previsto na NT 12 e NBR 9441 da ABNT.2 Todas as sinalizações de rotas de fuga. registros. deverão atender às prescrições da NT 06. estacionamentos cobertos e demais áreas onde não há presença de espectadores. os avisadores sonoros deverão ser substituídos por sistema de som audível em toda a área de circulação e acomodação do público (arquibancadas.3. tubulações. 12. a proteção por detecção deverá ser instalada nos locais administrativos. devem atender as prescrições das normas técnicas da ABNT e deverão conter a mensagem “S A Í D A” com pictograma universal (fotoluminescente). quando necessária. vazão. pressão. 12. É obrigatório do uso de gerador para estádios e similares. bombas. Nas edificações permanentes em que houver a necessidade da utilização de gás liquefeito de petróleo ou gás natural. deverá ser instalado microfone conectado ao sistema de som do estádio. sociais e similares). sociais e similares). 12. Os acionadores manuais de alarme deverão ser instalados junto aos hidrantes. possuir fundo verde e a mensagem de “s a í d a” com pictograma universal. b. c. Atender as dimensões mínimas conforme normas técnicas da ABNT.3 Detecção e Alarme de Incêndio 12. cadeiras. 12. rádios. sala de imprensa. na cabine de comando. cadeiras. em cor fotoluminescente. c. lojas. este deverá ser abastecido através de central. 12. devem ser utilizados quatro lances de mangueiras de quinze metros junto aos hidrantes instalados nas circulações de acesso às áreas de acomodação de público (arquibancadas. Os afastamentos e demais requisitos deverão atender às prescrições 20 as áreas de acomodação do público (arquibancadas.5. Não será permitido o abastecimento nos horários de realização dos eventos com acesso de público.

camarins. no mínimo.pertinentes da NT 07. administração. estúdios. uma área para pouso de aeronaves de emergência. cabines de imprensa. 02 (duas) vias de acesso que permitam o acesso ao campo. sendo que a central deverá ser instalada em local onde seja impedido o acesso de público.7 Recomenda-se que seja reservada e devidamente sinalizada. observando o prescrito nas normas técnicas pertinentes. responsáveis pela segurança do evento. com dimensões mínimas de 30. depósitos. 13. d. na área adjacente ao estádio e próximo ao portão que dá acesso ao campo. 13 PRESCRIÇÕES DIVERSAS 13. bibliotecas. em lados ou extremidades opostas. As vias de acesso e saída dos serviços de emergência devem ser separadas dos acessos e saídas usadas pelo público.2 Nas áreas internas destinadas a usos diversos. o caminhamento para atingir estas saídas.00 x 30. 13. com dimensões mínimas de 20.7 Acesso de viaturas a.4 Deverão ser instaladas. 13.1 A proteção pelo sistema de chuveiros automáticos deve atender às prescrições da NT 01 e NT 15.00 m. ginásios e similares.8. lojas. placas indicativas da capacidade de público do respectivo setor. 13.6 Deverá ser reservada e devidamente sinalizada. 13. restaurantes. a localização atual do usuário. 13. subsolos. devem ser previstas. o gerente de operações ou seu responsável legal. c. em locais visíveis dos estádios. contendo o Plano de Abandono em Situações de Emergência.8. viabilizando a remoção de vítimas.3 Deverão ser fixados em todos os setores.5 Deverão ser garantidos dois acessos de veículos de emergência junto ao campo. 13. b. c. 12.2 O administrador do recinto. estacionamentos. Deve-se prever no recinto acesso e saída adequados aos serviços de emergência.1 Os estádios de futebol deverão ter equipes de pronto atendimento a emergências do tipo Brigadas de Incêndio. Nos estádios.00 m de comprimento por 8. camarotes. mapas indicando: a. efetuado devendo apenas seu desligamento consulta ser aos após área de concentração dos atletas ou artistas e similares deverá ser previsto a proteção por chuveiros automáticos. 12. as duas saídas de emergência mais próximas. obedecendo às prescrições pertinentes da NT 10. 21 . telefones da sala de comando e controle. deverá apresentar no Corpo de Bombeiros Militar um Plano de emergência. em todos os acessos de entrada do recinto placas indicativas da capacidade total de público e nas entradas dos setores. área destinada a viaturas de emergência. 13.8 A iluminação do ambiente dos eventos deverá ser mantida acesa até a saída total do público. devidamente sinalizados. conforme Portaria ou Norma Técnica do CBMCE.9 É obrigatória a instalação de um grupo moto gerador de energia para a manutenção de todos os sistemas elétricos de segurança (emergência). conforme modelo constante da Figura 13.00 de largura. com presença de carga de incêndio (por exemplo: museus. 12. b.8 Chuveiros Automáticos 12.

13 Em delimitadas todos os eventos ser com áreas deverão instalados mecanismos de controle de acesso de público (catracas reversíveis ou outros dispositivos de controle. 13. legislações e medidas de segurança específicas.12 O organizador do evento deverá estar atento às recomendações das autoridades federais. de forma a se garantir a lotação prevista no projeto ficando este controle sob a responsabilidade dos organizadores do evento.10 O atendimento às exigências contidas nesta norma técnica não exime o responsável pela edificação ou evento da responsabilidade de atendimento a outras normas.15 Quando da ocorrência de tumultos na área externa ou pressão para entrada nos recintos onde estiverem sendo realizados quaisquer eventos.14 É vedada a realização de eventos. atendendo às normas pertinentes. 13. com acesso franco em recintos com áreas delimitadas. estaduais e municipais que poderão evidenciar outras limitações em decorrência dos efeitos dos impactos ambientais e urbanos gerados pelo evento. não deve ser adotado o procedimento de abertura dos portões de forma a permitir o acesso de público.11 Devem ser instalados postos de da data de sua publicação oficial no Diário Oficial do Estado do Ceará (DOE). 13. sem o devido controle de acesso e lotação máxima. 13. 13. como a instalação de locais adequados para o atendimento médico de urgência e o emprego de pessoal qualificado para tal. 14 PUBLICAÇÃO 14.1 As medidas de Segurança Contra Incêndio e Pânico contidas nesta norma técnica passam a serem exigidas após 30 dias 22 . atendimento pré-hospitalar em pontos distintos do recinto.13. dentre outras. desde que aprovados pelas autoridades competentes).

Taxa de Fluxo (F) nas saídas horizontais: F = 83 pessoas por minuto por metro.distribuídos conforme esta NT.1. mínima.ANEXO A (informativo) Exemplos de dimensionamento de saídas A. fluxo (F) nos acessos radiais permitido para prédios existentes (mediante análise) e para os estádios da COPA-2014: F = 73 pessoas por minuto por metro b. com as todas as medidas de segurança descritas nesta NT.50 m) = 40 assentos e.1 População (P): a. A. Capacidade de escoamento por metro (E): E = F x T = 83 x 8 = 664 pessoas por metro. com previsão de lotação (P) de 45. Tempo (t) de saída dos setores: T = máximo de 8 minutos.80 m) = 33 patamares c.26 m >>> >>> L = 1320 ÷ 584 L = 2 acessos radiais de 1.80 m b. cálculo da largura total (l). mínima.000 espectadores: A.000 ÷ 664 L = 68 m de larguras totais . Capacidade de escoamento por metro (E): E = F x T = 66 x 8 = 528 pessoas por metro.1 Para saídas horizontais (ex.1 Estádio novo. largura (L) dos patamares: L = 0. dos acessos radiais deste bloco L=P÷E L = 2.2. Cálculo da largura total (L). mínima. c. quantidade de assentos por patamar: (20 m ÷ 0.distribuídos conforme esta NT.distribuídos conforme esta NT 23 .1.2.2 Saídas verticais (escadas): a. Fluxo (F) nas saídas verticais: F = 66 pessoas por minuto por metro b. portas): a. espaçamento mínimo entre assentos = 0.2 m A. com as todas as medidas de segurança descritas nesta NT. capacidade de escoamento (E) por metro: E = F x T = 73 x 8 = 584 pessoas por metro d.000 ÷ 528 L = 86 m de largura totais .20 m cada . quantidade de patamares (degraus) da arquibancada: (26.2 >>> >>> L = 45. Estádio existente.50 m d. das saídas verticais: L=P÷E L = 85. Arquibancada para público sentado (assentos individuais) com dimensões de 20 metros (frente) por 26.: rampas. b.4 m ÷ 0.7 m >>> >>> L = 45.2 Largura (L) dos acessos radiais: a. cálculo da população do setor: P = 33 patamares x 40 assentos = 1320 pessoas A. das saídas horizontais: L=P÷E L = 67. tempo (T) de saída do setor = máximo de 8 minutos (estádio com todas medidas de segurança) c. Determinar a população desta arquibancada e a largura necessária dos acessos radiais: A. d. Tempo (T) de saída dos setores: T = máximo de 8 minutos.4 (lateral). d. Cálculo da largura total (L). c.

20m Largura Máxima 10m Largura Máxima 20m Acesso lateral Acesso Largura mínima 1.ANEXO B – FIGURAS Figura 1 . com base no “Green Guide” 24 .Detalhe do comprimento e número máximo de assentos Acesso 1.20m Acesso Acesso radial Acesso radial Barreira Acesso lateral Acesso radial Acesso Área de atividade (evento) Fonte: CBPMESP e ARENA.

com base no “Green Guide” 25 .Figura 2 .Detalhe de patamares para público em pé Fonte: CBPMESP e ARENA.

Figura 3 .Detalhe das dimensões dos assentos e dos patamares das arquibancadas Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 26 .

Fonte: CBPMESP e ARENA.Detalhe dos assentos nos patamares e guardas-corpos (barreiras) Altura mínima: Se H 2. com base no “Green Guide” 27 . Mínimo 80cm .10m = Altura = 1. 70cm altura mínima 110 cm largura mínima 55 cm H 1º Fileira B Nota: A B Mínimo 40cm. Mínimo 35cm.para instalações esportivas novas.10m = Altura = 1.80m Mín. para instalações esportivas existentes.10m Se H Setores com inclinação superior ou igual a 32º A Nível do Assento 2. para instalações esportivas novas. Mínimo 75cm. Verificar outras variações e exigências no texto da norma.Figura 4 . para instalações esportivas existentes.

80m Nota: 30 cm a) Verificar também os itens sobre guarda-corpos e corrimãos desta norma. Fonte: CBPMESP e ARENA.Figura 5 .20m Máx 1. com base no “Green Guide” 28 .Dimensões dos corrimãos e guarda-corpo das escadas 30 cm Ver detalhe 110cm 92cm 92cm 110cm 92 cm 92 cm Mín 1.

Altura: 1. Altura: 1. Altura: 80cm a 92cm Carga: 1. Altura: 1. Altura: 1. Altura: 1.10m Carga: 1.10m Carga: 2.0 kN/m Guarda-corpos a 55 cm (mínimo) da fileira dos assentos fixos ou da arquibancada em nível mais baixo.0 kN/m Guarda-corpos nos pés dos corredores.10m Carga: 3.Figura 6 . com base no “Green Guide” 29 .0 kN/m Guarda-corpos nas escadas.0 kN/m Fonte: CBPMESP e ARENA. Carga: 1.0 kN/m CAMPO DE JOGO ACESSOS Guarda-corpos ao lado das escadas alinhados com a direção do movimento.0 kN/m Guarda-corpos adjacentes à fileira dos assentos. Altura: 80cm a 92cm Carga: 1. Altura: 1.10m Carga: 3.0 kN/m Corrimão Central nas escadas entre assentos. Altura: 1.10m Carga: 2. perpendiculares ou oblíquos à direção do movimento de pessoas. guarda-corpos e corrimãos centrais: cargas de projeto. alturas e disposições Corrimão auxiliar de apoio na entrada das fileiras.5 kN/m Guarda-corpos atrás da fileira dos assentos.0 kN/m Guarda-corpos laterais alinhados paralelamente com a direção do movimento de pessoas.10m Carga: 1.Barreiras.80m acima dos níveis dos assentos ou da arquibancada em nível mais elevado.

Máx: 4 Fileiras) CORRIM ÃO CENTRAL guarda-corpos ABERTURA (1 fileira) guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos CORRIMÃOS guarda-corpos guarda-corpos CORRIM ÃO LATERAL AUXILIAR (1/2 fileira) guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” guarda-corpos 30 .Corrimãos centrais e laterais CORRIMÃOS (Mín: 2 Fileiras .Figura 7 .

Perspectiva de vomitório padrão Fonte: CBPMESP e ARENA 31 .Figura 8 .

Perspectiva de corrimãos centrais e laterais Fonte: CBPMESP e ARENA 32 .Figura 9 .

Barreiras antiesmagamento – posição e resistência mecânica Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 33 .Figura 10 .

Figura 11 . com base no “Green Guide” 34 .Barreiras antiesmagamento – contínuas e não-contínuas Fonte: CBPMESP e ARENA.

Para efeito de cálculo de dimensionamento dos obstáculos adotar a seguinte fórmula: 2 (A + B) = 2C / 3 OU (A + B)= C/3 Fonte: CBPMESP e ARENA.20m.Barreiras retardantes (controle de velocidade) ÁREA EXTERNA Obstáculos: . com base no “Green Guide” 35 .Figura 12 . . não pode ser superior a 3m de largura.20m ÁREA INTERNA DE CIRCULAÇÃO C= Variável Notas: .De Concreto ou Metálico .10m B B A A Mínimo: 1.Altura mínima de 1. sendo somados A + B.Largura mínima de A ou B deve ser 1.

Sinalização de lotação Fonte: IT-20/2004 do CBPMESP 36 .Figura 13 .

com base no “Green Guide” 37 .Figuras 14 .Saídas e escoamento do público Fonte: CBPMESP e ARENA.

40m para edificações existentes Largura Mínima 1.20m PAREDE OU DIVISA Fonte: CBPMESP e ARENA.30m para edificações novas .20m ÁREA EXTERNA CAMPO DE JOGO Largura máxima 20 m "vomitório" Largura Mínima 1.20m Largura máxima 10 m Largura Mínima 1.Figura 15 . com base no “Green Guide” 38 .20m "vomitório" Largura Mínima 1.Distâncias a percorrer e acessos Máxima distância até a entrada do "vomitório": .

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 003/2008 DIMENSIONAMENTO DE LOTAÇÃO E SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 13 .

com a identificação fixa e visível. 2 com área construída total maior que 10.1. 4. 2 APLICAÇÃO 2. permanentes ou não. 4. 3 DEFINIÇÕES 3.3 Os critérios técnicos estabelecidos nesta Norma Técnica para o dimensionamento de saídas de emergência podem servir de subsídios para outras ocupações das divisões F-2.8 Onde houver assentos destinados aos espectadores.500 pessoas. F-4.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para a determinação da população e o dimensionamento de saídas de emergência em centros esportivos e de exibição. no mínimo.1.000 m ou com população superior 2. isto é.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 003/2008 DIMENSIONAMENTO DE LOTAÇÃO E SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos (figuras) 1 OBJETIVO 1.1.3 Um recinto de evento deve ser setorizado em função de suas dimensões a fim de evitar-se que em uma situação de emergência o movimento dos ocupantes venha a saturar determinadas rotas de fuga. com área construída total igual ou inferior a 2 10.1. conforme Tabela 1 – Classificação das Edificações e Áreas de Risco quanto à Ocupação o da Norma Técnica n. 0.1 Todas as edificações enquadradas na divisão F-3. 2.1. devem atender aos requisitos da Norma Técnica nº 10 no tocante à lotação e dimensionamento das saídas de emergência.2 O piso das áreas destinadas à saída de emergência deverão ser sempre executados em material incombustível e antiderrapante.000 m ou com população superior a 2.500 pessoas. 001/2008. bem como as filas por eles constituídas. sendo que as rotas de fuga dos espectadores devem ser independentes das rotas de fuga dos atletas ou artistas que se apresentam no recinto.1.6 Os lugares dotados de assentos destinados a espectadores. 4. 4. F-7 e F-10 com área construída total maior que 2 10. duas alternativas de saída de emergência.7 Somente são considerados lugares destinados a espectadores aqueles inseridos dentro dos setores previamente estabelecidos e com rotas de fuga definidas.45m de profundidade (ver Figuras 2 e 6).4 Em todos os setores deve haver.1 Para efeitos desta Norma Técnica. 001/2008. conforme Tabela 1 – Classificação das Edificações e Áreas de Risco quanto à Ocupação o da Norma Técnica n.1 Saídas de Emergência 4.000 m ou com população igual ou inferior a 2.45m de largura por 0.500 pessoas. e respectivas portas ou ao espaço livre exterior. acessos às escadas.1. vestiários.1 As saídas de emergência compreendem o seguinte: a) acesso ou rotas de saídas horizontais. fechadas ou abertas. fechadas ou abertas. 4. cobertas ou ao ar livre. quando houver. F-5.45m acima do piso do pavimento e ter. área de concentração dos atletas ou artistas e outros). 2. 4. estes devem ficar 0. pelo menos.5 Recomenda-se que os setores sejam identificados por meio de cores diferenciadas e predominantes. c) descarga. 4. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.1. permanentes ou não.º 10 (Ex: camarins. devem ser numeradas. cobertas ou ao ar livre. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 13 . 4.1. b) escadas ou rampas. nas estruturas térreas.2 As edificações enquadradas na divisão F-3. evitando-se o pânico. 4 PROCEDIMENTOS 4.9 As saídas de emergências que não servem aos setores de arquibancadas e platéias devem seguir os parâmetros da Norma Técnica n. bem como as demais ocupações.

não deve ultrapassar 3. dado pela fórmula: ࢖ ൌ ሺ૛ࢎ ൅ ࢈ሻ ࢔ ൅ ࢈ Onde: n é um número inteiro (1. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 13 .2 As arquibancadas que possuírem assentos fixos devem contar com um espaçamento de 30cm a 55cm para circulação entre eles. b) largura mínima dos pisantes (b): 0. espelhos. as paredes não devem ter cantos vivos.15m e 0.7 m de altura. ૟૙ ൏ 2ࢎ ൅ ࢈ ൏ 0.escadas ou rampas 4. c) os desníveis existentes nas saídas de emergência horizontais devem ser vencidos por rampas de inclinação não superior a 10% e patamar horizontal de descanso a cada 10m.8 O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) na descarga e acesso de elevadores de emergência.050. 01/2008. b) possuir largura dimensionada para evacuação segura da população do recinto e nunca inferior a 1.2.2 As escadas devem ter lanço mínimo de três degraus e o lanço máximo. a saber: ૙.6 Os degraus das escadas devem atender aos seguintes requisitos: a) altura dos espelhos dos degraus (h) deve situar-se entre 0. b) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada.3. e) serem iluminados e sinalizados com indicação clara do sentido da saída. no mínimo.65 ሺ݉ሻ 4.4.2.2. quando se tratar de escada reta. c) o balanceamento dos degraus deve atender a relação entre altura do espelho (h) e a largura do pisante (b).2. maçanetas.4 Em edificações existentes.3 desta Norma Técnica. 4. estas devem permanecer abertas e monitoradas pela segurança durante a realização do evento. nos termos da o Norma Técnica n. ou seja.3. 4.1 À frente da primeira das fileiras de assentos fixos dos setores de arquibancadas localizadas em cotas inferiores deverá ser mantida a distância mínima de 55cm para circulação (ver Figura 4). dobradiças e outros.2. 4.4 Os patamares deverão ter largura igual à da escada e comprimento igual ou superior à sua largura.1 Os acessos horizontais às descargas ou às rotas de saídas de emergência verticais devem satisfazer as seguintes condições: a) possuir. 4.2. mediante compromisso prévio e escrito do responsável pelo uso. de enrolar ou sanfonadas e houver impossibilidade técnica para sua adequação aos critérios estabelecidos nos itens 4. 4.2 Saídas de emergência acessos e portas horizontais – 4. 0. h é altura do espelho e b a largura do pisante.7 Em áreas de uso comum não são admitidas escadas em leque ou caracol.3 As portas de saída de emergência devem atender aos seguintes requisitos: a) abrir sempre no sentido de fuga.2. exceto os elevadores de emergência que atendam os requisitos da norma técnica especifica para este tipo de elevador. de acordo com o estabelecido e adotado nas normas técnicas específicas.3.15 ≤ h ≤ 0. 4.3.1 e 4. 4. 2 ou 3). dependendo do tipo de assento e de sua fixação às arquibancadas (ver Figura 2).3. 4.2. 4.20m.1 As saídas de emergência verticais devem ser contínuas desde o piso ou nível que atendem até o piso de descarga ou nível de saída do recinto ou setor.27m. medido na direção do trânsito.18 m. c) ser providas de barras antipânico. cujas portas de saída de emergência sejam do tipo basculante. entre dois patamares consecutivos.2m de largura. f) quando houver mudanças de direção.7.18m. 4.5 Elevadores e escadas rolantes não são aceitos como saídas de emergência.3.7.3. d) não possuir peças plásticas em fechaduras.3 Acesso ou rotas de saídas de emergência verticais .3 As escadas deverão ser construídas em lances retos e sua mudança de direção deve ocorrer em patamar intermediário e plano. 4.3. b) estar livres de obstáculos e permitir o acesso rápido e seguro do público às saídas de emergência verticais dos respectivos pisos ou à área de descarga. d) os acessos destinados aos portadores de deficiências devem observar ainda os demais critérios descritos na NBR 9. 1. de correr.

3 As arquibancadas cujas alturas em relação ao piso de descarga sejam superiores a 3m devem possuir fechamento dos encostos (guardacostas) do último nível superior de assentos. dotadas de divisores físicos que impeçam tal utilização. de 1. c) não ser utilizada como depósito de qualquer natureza.4 Descarga 4. 4. 4. espaçados a intervalos de 1.3.3. neste caso.7 As escadas centrais que servem os setores de arquibancadas e platéias. 4. no mínimo.2 m. pistas de dança.5. devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. pela sua natureza ou sua utilização. 4. 4.c) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações para acesso de deficientes físicos. b) ser mantida livre e desimpedida. não devendo ser dispostas dependências que.5.14 As inclinações das rampas não deverão exceder a 10% (1:10).8 Os corrimãos devem ser construídos para resistir a uma carga de 900N/m aplicada verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos. a fim de evitar quedas.11 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível. 4.3. com mais de 2.5 Os corrimãos deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas. devem ser dotadas de um corrimão central com barra dupla de apoio para as mãos. 4.4. tais como bares.4.2 A altura das guardas.3. 4.12 As rampas podem suceder um lanço de escada. suas extremidades devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes.9 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos de forma análoga às escadas de saída de emergência. sempre que houver qualquer desnível maior de 18cm. (ver Figura 5).2m de largura. internamente. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 13 .2 As descargas devem ainda atender ao seguinte: a) não ser utilizável como estacionamento de veículos de qualquer natureza.1 A descarga. 4. 4. parte da saída de emergência que fica entre a escada e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública pode ser constituída por corredores ou átrios cobertos ou a céu aberto.4 O fechamento dos guarda-corpos deve atender aos mesmos requisitos da Norma Técnica nº 05/2008.3 No dimensionamento da área de descarga devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem.3.4. quando necessário.4. 4.4. 4.10 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras. de forma idêntica aos guarda-corpos.6 Escadas situadas nas laterais de arquibancadas poderão ser dotadas de corrimão em apenas um dos lados com os mesmos requisitos do item anterior. medidos na direção do trânsito.5. no sentido descendente de saída. 4. sendo que estas devem estar situadas sempre em patamares planos.4. tendo comprimento mínimo de 1. 4.2m.3. devendo estar situados entre 80cm e 92cm acima do nível do piso atendendo também aos demais requisitos previstos na Norma Técnica nº 05/2008.5 Guarda-corpo e corrimãos 4. mas não podem precedê-lo. d) ser distribuídas de forma eqüidistante e de maneira a atender o fluxo a ela destinada e o respectivo caminhamento máximo. lojas de “souvenirs” ou outras ocupações. 4.5. com interrupções nos patamares para permitir o acesso e fluxo de pessoas entre setores adjacentes e. 4. sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3. possam provocar a aglomeração de público. 4. deve ser.7 m.1 Toda saída de emergência deve ser protegida de ambos os lados por paredes ou guardas (guarda-corpos) continuas.8m em relação a este nível (ver Figura 4). sendo. porém com altura mínima de 1. com os mesmos requisitos dos corrimãos centrais.13 Não é permitida a colocação de portas em rampas.1m e sua resistência mecânica varia de acordo com a sua função e posicionamento (ver Figuras 1 e 3).5. com comprimento não inferior à da folha da porta de cada lado do vão.

c) quando o abandono de área for em local fechado (delimitado por barreiras físicas) e coberto e se fizer através de várias saídas.5 da Norma Técnica nº 05/2008. o tempo máximo de abandono de 6min ou 120m de caminhamento até à escada/rampa ou à área de descarga para ocupações da divisão F-3.9 Nas escadas comuns (tipo NE) e rampas não enclausuradas pode-se dispensar o corrimão. é de 4 pessoas por m² (1pessoa/0. no máximo. b) quando o abandono de área for em local fechado (delimitado por barreiras físicas) e ao ar livre e se fizer através de várias saídas.2. para alcançar um acesso ou área de acumulação não pode ser superior a 20m.1. 4. 4. e 4. 4.2 A velocidade de movimento de saída em situação de emergência nos centros esportivos e de exibição.5m linear por pessoa.1 Público em pé a) Exemplo 1: considerando-se saída com 1.8.1 Parâmetros relativos ao escoamento de pessoas (E): 4. em recintos cobertos (ver Figura 7). será de 20m/min.2. F-5. e L = Largura do caminho (dado em metros) 4. o tempo máximo de abandono de 12min ou 240m de caminhamento até à escada/rampa ou à área de descarga.2 Para as edificações.8.8.8. área de refugio ou logradouro público). permitirá um fluxo de: Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 13 . ou por cadeira móvel existente. decorrente da emergência são os seguintes: a) a distância máxima a ser percorrida pelo espectador. tendo em vista o risco à vida humana. é de 4 pessoas por m² da área bruta do camarote. c) no caso de camarotes que não possuam cadeiras fixas. F-4.4.4. para fins de cálculo.4 Outros métodos analíticos de cálculo de população. e de 4 (quatro) pessoas por m² em área plana quando em pé (ver Figura 6).8 Dimensionamento emergência das saídas de 4. para determinado setor.1. conforme os critérios estabelecidos nesta Norma Técnica e devidamente comprovados pelo responsável técnico. 4.1 Para dimensionar o abandono de uma edificação. para fins de dimensionamento. 4. 4. na situação mais desfavorável. deverá ser observado. desde que o guarda-corpo atenda também aos preceitos do corrimão.9 Os critérios para se determinar as distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior.7. é calculada na proporção de 0. V = Velocidade (dado em metros por minuto). F-7 e F-10. deverá ser observado. 4.8. d) para os deficientes físicos deve ser atendida a NBR 9. 4. espaço. bem como as legislações municipais pertinentes.3. D = Densidade (número de pessoas por metro quadrado). para fins de cálculo.7. em recintos ao ar livre.1 As saídas de emergência são dimensionadas em função da população máxima no recinto e/ou setor do evento. b) a densidade (D) para público sentado.5.050 que trata da acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência a edificações.3 A organização dos setores existentes no recinto através da numeração dos lugares. como um todo.7. para fins de cálculo.1. deve ser utilizado o fluxo unitário (F) que é o indicativo do número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/minuto) pelas saídas de emergência.6 Distâncias máximas a serem percorridas e tempo máximo de abandono 4. o cálculo da população máxima será determinado pelos itens abaixo.6.25 2 m ). mobiliário e equipamentos urbanos. podem ser aceitos. adotando-se o mais restritivo: a) a população do recinto do evento.1. devem ser levadas em consideração para determinar com mais precisão a população que será considerada para o dimensionamento das rotas de fuga.4.8.7.4. cujo tempo máximo de abandono adotado será 6min. e 3min ou 60m para as divisões F-2. para fins de cálculo. a densidade (D). observada a fórmula: ࡲ ൌ ࢂ࢞ࡰ࢞ࡸ Onde:F = Fluxo (dado em pessoas por minuto).7 Cálculo da população 4. em setores de arquibancadas.20m de largura. conforme os itens 4. instalação de cadeiras fixas e delimitação física das áreas destinadas a espectadores em pé. 4. quando sentada. devidamente normalizados ou internacionalmente reconhecidos. desde que sejam comprovados em estudo a ser apresentado pelo responsável técnico à Comissão Técnica do CBMCE.2.8. e a 10m.

20 m de saída 4.F = V x D x L.63 m 4. 4. E = escoamento.2. caracterizadas conforme o disposto na Norma Técnica nº 01/2008.9. o público presente deve ser orientado através do sistema de som quanto à localização das saídas de emergência para cada setor e sobre os sistemas de segurança existentes.2.2 Cálculo da largura total (somatório das larguras) das saídas 4. ou seja. banheiros e outros.20 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 13 .1 Determinação da largura total de saídas a) Exemplo 3: para o setor de uma edificação com população calculada em 15.5 Os elementos decorativos e demais materiais de acabamento devem ser dispostos de maneira a não criar obstáculos nas áreas de circulação e atender aos requisitos da norma técnicas específica. 4. considerando-se a velocidade de 20m/min.9.1 A largura efetiva das saídas será calculada de forma a permitir um fluxo de 96 pessoas/min em 1.8. Dmáx = 1 pessoa/0. Lt = (15. 2 Dmáx = 4 pessoas/m . áreas de comércio. cujo tempo máximo de abandono adotado será 12min.2 Os equipamentos de som amplificados devem ser conectados a sistemas autônomos de alimentação elétrica para que.2 m de saída 4. E = 1.20m de largura para determinado setor.8.000/1.63m. para aquela saída é possível escoar: E (escoamento) = t (tempo) x F (fluxo) E = 6 x 96 E = 576 pessoas por 1. sejam mantidos em funcionamento por período mínimo de 60 minutos. extintores e hidrantes devem ser executados obedecendo aos critérios das respectivas normas técnicas.1.152 pessoas por 1. as edificações cuja estrutura seja de caráter temporário. alarme e detecção de incêndio. na situação mais desfavorável.8. onde: V= 20m/min (velocidade máxima). b) os vãos (espelhos) entre os assentos das arquibancadas que possuam alturas superiores a Onde: Lt = largura total das saídas.1.4 Os sistemas de iluminação e sinalização de emergência. a soma das larguras das saídas será de 15. ‫ ݐܮ‬ൌ ܲ ‫ ݔ‬1.10.2.9.000 pessoas.2 Público sentado a) Exemplo 2: considerando-se uma saída com 1.25 m2 (público sentado). Levando-se em conta o tempo máximo de abandono de 12min para aquela saída. no caso de interrupção do fornecimento de energia. L = 1. tais como depósitos de materiais diversos. devem atender ainda ao seguinte: a) os espaços vazios abaixo das arquibancadas não podem ser utilizados como áreas úteis. aviso de abandono ao público e acionar os meios de socorro para intervir em caso de incêndios ou outros sinistros. cujo tempo máximo de abandono adotado será 12min.20 m (largura da saída) F = 96 pessoas/min.8. P = população da edificação.9.10 Edificações de caráter temporário 4. devendo ser mantidos limpos e sem quaisquer materiais combustíveis durante todo o período do evento. 4.9 Sistemas complementares 4.9.9.1 Além dos critérios estabelecidos nos itens anteriores.6 A segurança estrutural deve atender aos requisitos da norma técnicas específica. onde: V= 20m/min (velocidade 2 máxima). como demonstramos abaixo: P = 15. 4. permitirá um fluxo de: F= V x D x L.2 ‫ܧ‬ Lt = 15.2m (largura da saída) F = 96 pessoas/min Levando-se em conta o tempo máximo de abandono de 6min.000 pessoas. 4.2 m de passagem.1 Os recintos devem ser equipados com meios técnicos e instalações que permitam difundir.152 pessoas/min.1. é possível escoar: E (escoamento) = t (tempo) x F (fluxo) E = 12 x 96 E = 1. Dmáx = 4pessoas/m . 4. em caso de emergência. L = 1.9. 4. 4.3 Os difusores de alarme geral devem ser instalados em local seguro e fora do alcance do público.1 Antes do início de cada evento.152) x 1.

2 O responsável técnico pelo pedido de análise da Comissão Técnica deve apresentar as justificativas quanto à impossibilidade do atendimento dos requisitos desta Norma Técnica e propor medidas alternativas de forma a garantir a evacuação das pessoas e a intervenção do socorro de maneira rápida e segura em caso de sinistro. h) as estruturas metálicas desmontáveis. de forma a restringir a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça. de caráter temporário nos termos da Norma Técnica nº 01/2008. devem ser objetos de estudo para análise da Comissão Técnica do CBMCE no tocante à exigência tecnicamente inviável. c) em ocupações temporárias (desmontáveis) são aceitos pisos em madeira na rota de fuga. elementos de decoração. mediante sistema de abertura acionado pelos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio (ver Figura 7). e) nos locais destinados aos espectadores e rotas de fuga. especialmente do vento. g) os elementos estruturais dos recintos devem apresentar resistência mecânica compatível com as ações e solicitações a que são sujeitos. 4. j) os elementos de suporte estrutural das tendas ou outras coberturas flexíveis devem possuir as mesmas características de resistência e/ou retardo de fogo. desde que possuam resistência mecânica compatível. d) os circuitos elétricos e fiação do sistema de iluminação de emergência devem ser instalados em conformidade com a norma técnica específica e as demais instalações elétricas devem atender aos demais requisitos previstos na NBR 5. duas vias de acesso que permitam a aproximação. i) os materiais utilizados nos acabamentos. as adequações previstas nesta Norma Técnica.0. f) os recintos devem ser servidos por. estacionamento e a manobra das viaturas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará e atender aos demais requisitos preconizados na norma técnica específica.410. 01/2008 e que não permitam. de forma a impedir a passagem de pessoas.3m devem ser fechados com materiais de resistência mecânica análoga aos guarda-corpos. 4. no mínimo. coberturas flexíveis (lonas) e no mobiliário principal devem estar em conformidade com os requisitos da norma técnica específica. f) nas barreiras ou alambrados que separam a arena ou campo de jogo dos locais acessíveis ao público devem ser previstos acessos ou passagens que permitam aos espectadores sua utilização em caso de emergência. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 7 de 13 . características antiderrapantes e sejam afixados de forma a não permitir sua remoção sem auxílio de ferramentas. além de devidamente isolados.11. pelas suas características. prevendo-se inclusive as ações das intempéries. de forma a garantir a necessária evacuação do público.11 Edificações existentes 4. todas as fiações e circuitos elétricos devem estar embutidos.1 Os centros esportivos e de exibição considerados existentes nos termos da Norma o Técnica n. devido às suas características construtivas e de montagem.11. estão dispensadas de proteção passiva contra o fogo.

altura e resistência mecânica) Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 8 de 13 .ANEXOS – FIGURAS Figura 1 – Disposição dos guarda-corpos (posição.

Figura 2 – Detalhe de assentos Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 9 de 13 .

9 desta Norma Técnica. b) Verificar também o item 4.Figura 3 – Detalhe de altura Notas: a) O fechamento do guarda-corpo deve atender aos requisitos previstos na norma técnica específica. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 10 de 13 .5.

Figura 4 – Distâncias mínimas Figura 5 – Tipos de guarda-corpos ou corrimãos Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 11 de 13 .

Figura 6 – Detalhe de assentos Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 12 de 13 .

Figura 7 – Distâncias a percorrer Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 13 de 13 .

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.O 004/2008 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR APARELHOS EXTINTORES FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 5 .

1.1.1. 2-A.1 Capacidade extintora 4. d) carga de pó BC: um aparelho extintor com capacidade extintora de. e) carga de pó ABC – um aparelho extintor com capacidade extintora de. 2-A : 20-B : C. deve ser: a) carga de água: um aparelho extintor com capacidade extintora de. a área a ser protegida e a distância máxima a ser percorrida pelo operador.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 004/2008 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR APARELHOS EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos 1 OBJETIVO 1.1. 3 DEFINIÇÕES 3. 4 PROCEDIMENTOS 4. para efeito de dimensionamento da capacidade extintora e número de unidades empregadas no local. 5-B : C.693 (Sistema de Proteção por Aparelho extintores de Incêndio).1. área e distância a ser percorrida 2 RISCO ÁREA (m ) DISTÂNCIA (m) BAIXO 500 20 MÉDIO 250 15 ALTO 150 10 4.1 Esta Norma Técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco. área destinada a estacionamento de veículos. 2-A : 10-B.2. dentro de sua projeção. 2. 4. com exceção das edificações residenciais unifamiliares. f) carga de compostos halogenados: um aparelho extintor com capacidade extintora de. devem ser substituídos. 5-B : C. Tabela 1 – Distribuição dos aparelhos extintores segundo risco.4 Quando em uma edificação.2 Instalação e sinalização 4.1 Esta Norma Técnica estabelece critérios para proteção contra incêndio em edificações e áreas de risco por meio de aparelhos extintores de incêndio.1 Aparelhos extintores portáteis Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 5 . 4.1 e 4. no mínimo. for previsto. no mínimo.1. no mínimo. para que se constitua uma unidade aparelho extintora. 2 APLICAÇÃO 2. no mínimo.1 A capacidade aparelho extintora mínima de cada tipo de aparelho extintor portátil.2 Os aparelhos extintores portáteis e sobrerodas constantes dos projetos aprovados com data anterior à publicação desta Norma Técnica. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio.1 A classificação acima deve ser exigida por ocasião da emissão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) a partir da publicação desta Norma Técnica.2. b) carga de espuma mecânica: um aparelho extintor com capacidade extintora de. 4. no mínimo.1.2 Para os casos não previstos nesta Norma Técnica adota-se a NBR12.3. c) carga de dióxido de carbono (CO2): um aparelho extintor com capacidade extintora de. 20-B : C. 4.2. quando reprovado por não ser possível fazer sua manutenção.3 O emprego dos aparelhos extintores segundo o risco. no mínimo. respectivamente. obedecerá as disposições da Tabela 1.1 Para efeitos desta Norma Técnica. por aparelhos extintores que atendam aos itens 4. esta área será classificada no maior risco.

4.3 É permitida a instalação de aparelhos extintores sobre o piso acabado.8 Quando os aparelhos extintores de incêndio forem instalados em abrigos embutido na parede ou divisória.1.10. devem ser seguidas as normas técnicas específicas. tais como: a) casa de caldeira. 4.4 Cada pavimento das edificações ou risco isolado deve possuir.2.1. 4. latão. 4.6 Os aparelhos extintores de incêndio devem ser adequados à classe de incêndio predominante dentro dá área de risco a ser protegida. sendo uma para incêndio classe A e outra para incêndio classe B e C. de forma que sejam intercalados na proporção de dois aparelhos extintores para o risco predominante e um para a proteção do risco secundário. devidamente sinalizados e com boa visibilidade para que os possíveis operadores possam se familiarizar com sua localização. deve existir uma superfície transparente que possibilite a visualização do aparelho extintor no interior do abrigo.10.2.1.2. no mínimo. sem prejuízo da proteção geral da edificação ou risco.1.2.2.2. 4.1.2.10.2.2.1.1. c) casa de força elétrica.1 As distâncias máximas a serem percorridas pelo operador de aparelhos extintores sobre-rodas devem ser acrescidas da metade dos valores estabelecidos no item 4.1. desde que permaneçam. m) outros que necessitam de proteção adequada. além da sinalização.60m do piso acabado. à exceção do aparelho extintor de espuma mecânica.4. h) ponte rolante.1. k) transformadores. 4. 4.2.2.1.2.5 É permitida a instalação de uma única unidade extintora de pó ABC em edificações ou 2 risco com área construída inferior a 50m . um aparelho extintor de incêndio a não mais de 5 m da entrada principal da edificação e das escadas nos demais pavimentos.2 Os aparelhos extintores não devem ser instalados em escadas e antecâmaras.2. l) contêineres de telefonia.2.10 Em locais de riscos especiais devem ser instalados aparelhos extintores de incêndio que atendam ao item 4. 4. devendo ser previstos aparelhos extintores internos sempre que julgado necessário.1. d) casa de máquinas. e) galeria de transmissão. 4. 4.3 desta Norma Técnica.9 As unidades extintoras devem ser as correspondentes a um só aparelho extintor. metal polido entre outros.2.1 É permitida a instalação de duas unidades aparelho extintoras iguais de pó ABC.1. gás liquefeito de petróleo. 4.10m e 0. 4. com altura recomendada entre 0.1 Devem estar desobstruídos.2.2. não sendo aceitas combinações de dois ou mais aparelho extintores.2.3 Deve ser instalado. 4.2. desde que possuam marca de conformidade expedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação.1.4.2.2.2 Devem ser posicionados de modo que a possibilidade do fogo bloquear seu acesso seja a menor possível.1. 4. gás natural e pátio de contêineres.1. 4. 4. a altura de fixação do suporte deve ser de 1. f) incinerador.4. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 5 . g) elevador (casa de máquinas).1. 4.1.7 São aceitos aparelhos extintores com acabamento externo em material cromado.2 Aparelhos extintores sobre-rodas. b) casa de bombas. apoiados em suportes apropriados. pelo menos. i) escada rolante (casa de máquinas).1.1.1 Os aparelhos extintores serão localizados na parte externa do risco.2 Para proteção por aparelhos extintores de incêndio em instalações de líquidos inflamáveis e combustíveis.2 O aparelho extintor de pó ABC poderá substituir qualquer tipo de aparelho extintor de classes específicas A.1 Quando os aparelhos extintores forem instalados em paredes ou divisórias.2.20m do piso. j) quadro de redução para baixa tensão. duas unidades extintoras. B e C dentro de uma edificação ou área de risco.1.

2.2.2. soleiras ou degraus no chão. no máximo. 4. serão necessários dois aparelhos extintores portáteis (pó ABC ou pó BC ou espuma mecânica). c) carga de dióxido de carbono – 10-B : C. d) carga de pó BC – 80-B : C.2.2 Não é permitida a proteção de edificações ou áreas de risco unicamente por aparelhos extintores sobre-rodas. sem impedimento de portas estreitas. em locais onde haja parques de tanques. de forma alternada entre aparelhos extintores portáteis e sobre-rodas na área de risco.3 Os órgãos técnicos de vistoria do CBMCE podem.2.2 Para efeito de vistoria do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.3. 4. desde que tenha condições técnicas de conduzir estes aparelhos extintores por veículo de emergência da própria edificação ou área de risco.2. b) carga de espuma mecânica – 6-A : 40-B.3. admitindo-se. poderão estar todos localizados e centralizados num abrigo sinalizado. d) Instituto Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial. 4. 4. e) carga de pó ABC – 6-A : 80-B : C. próximo ao setor de abastecimento do posto.3 Certificação e validade/garantia 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 5 .2. 4. a não mais de 150m do tanque mais desfavorável.2.2.2. exceto quando os reservatórios de inflamáveis/combustíveis forem enterrados. c) organismo de Certificação de Produto constante do selo do Inmetro. 4.2. os aparelhos extintores poderão ser centralizados e localizados em abrigos sinalizados.8 Para proteção de reservatórios de alimentação exclusiva de grupo moto-gerador. além dos aparelhos extintores instalados por percurso máximo e riscos específicos.4. 4. durante as vistorias. 4. no mínimo em dois pontos distintos e opostos da área externa de armazenamento de contêineres.2. e) Instituto de Pesos e Medidas. 4. 4.5.2.2.1 Os aparelhos extintores sobre-rodas devem. com capacidade máxima de 500 litros. 4.3. situar-se em pontos centrais. colher amostras para avaliação das condições de funcionamento dos aparelhos extintores.5 Os aparelhos extintores sobre-rodas devem ser localizados em pontos estratégicos e sua área de proteção deve ser restrita ao nível do piso que se encontram.9 Os aparelhos extintores. o prazo de validade/garantia de funcionamento dos aparelhos extintores deve ser aquele estabelecido pelo fabricante e/ou pela empresa de manutenção certificada pelo Sistema Brasileiro de Certificação.7 Em locais de abastecimentos e/ou postos de abastecimento e serviços onde os tanques de combustíveis são enterrados.10 Nos pátios de contêineres.2.3 As capacidades mínimas dos aparelhos extintores sobre-rodas devem ser: a) carga d’água – 10-A. preferencialmente.4 O emprego de aparelhos extintores sobrerodas só é computado como proteção efetiva em locais que permita o livre acesso a todos os pontos. caso não haja veículo de emergência a distância máxima entre o abrigo e o tanque mais desfavorável será de 50 m. considerando o complemento por aparelhos extintores portáteis.2. de acordo com esta Norma Técnica. devem ser convidadas as seguintes entidades: a) proprietário do aparelho extintor.1 Os aparelhos extintores devem possuir marca de conformidade concedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação.4 Para ensaio de funcionamento das amostras colhidas. 4. 4.3.2.2.6 A proteção por aparelhos extintores sobrerodas deve ser obrigatória nas edificações onde houver manipulação e/ou armazenamento de explosivos e líquidos inflamáveis ou combustíveis.2. a proteção da metade da área total correspondente ao risco.2. deverão ser instaladas mais duas unidades extintoras portáteis de pó químico seco (pó ABC ou BC) ou espuma mecânica em local de fácil acesso. em relação aos aparelhos extintores portáteis e aos limites da área de risco a proteger. Esta regra não se aplica nas áreas de transbordo ou manipulação de produtos inflamáveis ou combustíveis. b) empresa/fabricante que fez a última manutenção.

4. os locais onde os aparelhos extintores forem colocados 2 terão uma área de 1m do piso.4. depósitos. 4.5. pintada em vermelho e. Nas instalações industriais. será autorizada pela Coordenadoria de Atividades Técnicas.2. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 5 . estarem devidamente cadastradas. 4. devem ser seguidos os procedimentos estabelecidos para a primeira vistoria.4 Considerações Finais 4.4. galpões.4. escolhidos aleatoriamente entre todos existentes na edificação. devem ser coletadas novas amostras nos mesmos termos do ensaio anterior e solicitada nova vistoria.1 As empresas cadastradas junto à Coordenadoria de Atividades Técnicas deverão manter atualizados os pontos de venda e revenda de extintoras.4. mercados e similares.2 As amostras para ensaio devem ser compostas de três aparelhos extintores de cada tipo.3. Quando o aparelho extintor estiver localizado em coluna. a fim de não deixar a edificação desprotegida. 4.4.3.3.4. 4.4. por aparelhos extintores do mesmo tipo e de capacidade igual ou superior.4.4. 4. manutenção e recarga de aparelhos extintores fica condicionado à autorização da Coordenadoria de Atividades Técnicas. em hipótese alguma.4.3.4 O ensaio deve ser feito nos três aparelhos extintores de cada tipo.4.3 Os aparelhos extintores retirados para ensaio devem ser substituídos pelo CBMCE no ato da retirada. devendo as mesmas. O funcionamento de empresas de fabricação. localizada abaixo do extintor.4. A comercialização de aparelhos extintores. dos quais os três devem atender aos itens de desempenho estabelecidos nas NBRs específicas. obrigatoriamente.1 Após este procedimento. se novo pedido de vistoria for feito. oficinas. 4.5. 4.6. 4.4.4.7 Vencidos os trinta dias. 4. 4. cobrada pelo CBMCE. com a repetição lateral da sinalização de emergência.3.3.3. devem providenciar a manutenção ou substituição dos modelos dos aparelhos extintores reprovados. 4.1 O ensaio deve ser feito em data préestabelecida e não deve ultrapassar trinta dias da data da coleta das amostras. no âmbito do Estado do Ceará.4.4. e devolvidos à edificação para substituir os que lá foram deixados.6 As edificações que possuírem as amostras de aparelhos extintores reprovadas durante os ensaios. poderá ser ocupada.1 A Coordenadoria de Atividades Técnicas emitirá documentação específica para tal finalidade.3. 4.5 Os aparelhos extintores ensaiados devem ser recarregados com recurso proveniente da Taxa Anual de Segurança Contra Incêndio.4. a sinalização deverá ser de tal maneira que a mesma possa ser vista em todas as direções. os quais devem ser lacrados na presença da pessoa da edificação que estiver acompanhando a vistoria.1.

O 004/2008 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR APARELHOS EXTINTORES FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 5 .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

4. 2. por aparelhos extintores que atendam aos itens 4. devem ser substituídos. b) carga de espuma mecânica: um aparelho extintor com capacidade extintora de.1 Aparelhos extintores portáteis Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 5 . respectivamente. 20-B : C.1.3.1 Capacidade extintora 4.2 Os aparelhos extintores portáteis e sobrerodas constantes dos projetos aprovados com data anterior à publicação desta Norma Técnica.1 Esta Norma Técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco.2 Instalação e sinalização 4.1.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 004/2008 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR APARELHOS EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos 1 OBJETIVO 1.1. e) carga de pó ABC – um aparelho extintor com capacidade extintora de. no mínimo. área destinada a estacionamento de veículos.2. no mínimo.3 O emprego dos aparelhos extintores segundo o risco.1 e 4.1. Tabela 1 – Distribuição dos aparelhos extintores segundo risco. 4.1.693 (Sistema de Proteção por Aparelho extintores de Incêndio). 4 PROCEDIMENTOS 4. área e distância a ser percorrida 2 RISCO ÁREA (m ) DISTÂNCIA (m) BAIXO 500 20 MÉDIO 250 15 ALTO 150 10 4. 3 DEFINIÇÕES 3. c) carga de dióxido de carbono (CO2): um aparelho extintor com capacidade extintora de. 2 APLICAÇÃO 2. 2-A : 20-B : C. 4. for previsto. no mínimo. 5-B : C.2.2. dentro de sua projeção. para efeito de dimensionamento da capacidade extintora e número de unidades empregadas no local. no mínimo. com exceção das edificações residenciais unifamiliares. quando reprovado por não ser possível fazer sua manutenção. para que se constitua uma unidade aparelho extintora. deve ser: a) carga de água: um aparelho extintor com capacidade extintora de. no mínimo. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. 4. f) carga de compostos halogenados: um aparelho extintor com capacidade extintora de.1 Para efeitos desta Norma Técnica. 2-A. no mínimo. esta área será classificada no maior risco.1 A capacidade aparelho extintora mínima de cada tipo de aparelho extintor portátil.4 Quando em uma edificação. 5-B : C.1. obedecerá as disposições da Tabela 1.1. 2-A : 10-B.1 Esta Norma Técnica estabelece critérios para proteção contra incêndio em edificações e áreas de risco por meio de aparelhos extintores de incêndio.1 A classificação acima deve ser exigida por ocasião da emissão do Certificado de Conformidade do Sistema de Proteção Contra Incêndio e Pânico (CESIP) a partir da publicação desta Norma Técnica.2 Para os casos não previstos nesta Norma Técnica adota-se a NBR12. a área a ser protegida e a distância máxima a ser percorrida pelo operador. d) carga de pó BC: um aparelho extintor com capacidade extintora de.

4.1.1.1.2.1.2.2 Os aparelhos extintores não devem ser instalados em escadas e antecâmaras.1 As distâncias máximas a serem percorridas pelo operador de aparelhos extintores sobre-rodas devem ser acrescidas da metade dos valores estabelecidos no item 4. b) casa de bombas.2.2.2. 4. devem ser seguidas as normas técnicas específicas. k) transformadores.2.10m e 0.2 Para proteção por aparelhos extintores de incêndio em instalações de líquidos inflamáveis e combustíveis.5 É permitida a instalação de uma única unidade extintora de pó ABC em edificações ou 2 risco com área construída inferior a 50m . desde que possuam marca de conformidade expedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação. B e C dentro de uma edificação ou área de risco. 4.1. h) ponte rolante.1. apoiados em suportes apropriados.2.2. gás natural e pátio de contêineres.1.2 Devem ser posicionados de modo que a possibilidade do fogo bloquear seu acesso seja a menor possível.2 O aparelho extintor de pó ABC poderá substituir qualquer tipo de aparelho extintor de classes específicas A.1 Os aparelhos extintores serão localizados na parte externa do risco. c) casa de força elétrica. g) elevador (casa de máquinas).2. devidamente sinalizados e com boa visibilidade para que os possíveis operadores possam se familiarizar com sua localização.4.1 Quando os aparelhos extintores forem instalados em paredes ou divisórias. além da sinalização.20m do piso.2.1.10.1 Devem estar desobstruídos.4. latão.1.2.1. metal polido entre outros. a altura de fixação do suporte deve ser de 1.2.1. j) quadro de redução para baixa tensão.9 As unidades extintoras devem ser as correspondentes a um só aparelho extintor.1.2. l) contêineres de telefonia. à exceção do aparelho extintor de espuma mecânica.1.4. 4. 4.1. 4.1 É permitida a instalação de duas unidades aparelho extintoras iguais de pó ABC.2. 4.3 É permitida a instalação de aparelhos extintores sobre o piso acabado. 4.6 Os aparelhos extintores de incêndio devem ser adequados à classe de incêndio predominante dentro dá área de risco a ser protegida.10. no mínimo. de forma que sejam intercalados na proporção de dois aparelhos extintores para o risco predominante e um para a proteção do risco secundário.8 Quando os aparelhos extintores de incêndio forem instalados em abrigos embutido na parede ou divisória.1. desde que permaneçam. deve existir uma superfície transparente que possibilite a visualização do aparelho extintor no interior do abrigo. sem prejuízo da proteção geral da edificação ou risco. 4.10 Em locais de riscos especiais devem ser instalados aparelhos extintores de incêndio que atendam ao item 4. 4.1.1.4 Cada pavimento das edificações ou risco isolado deve possuir. 4.60m do piso acabado. 4.2. duas unidades extintoras.7 São aceitos aparelhos extintores com acabamento externo em material cromado. 4.2. 4. devendo ser previstos aparelhos extintores internos sempre que julgado necessário. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 5 .2.10. pelo menos. 4. um aparelho extintor de incêndio a não mais de 5 m da entrada principal da edificação e das escadas nos demais pavimentos.3 desta Norma Técnica. 4.2.1. tais como: a) casa de caldeira.2.2 Aparelhos extintores sobre-rodas. 4. i) escada rolante (casa de máquinas). 4.2. não sendo aceitas combinações de dois ou mais aparelho extintores.1.2.2. f) incinerador. d) casa de máquinas. e) galeria de transmissão.1. sendo uma para incêndio classe A e outra para incêndio classe B e C. com altura recomendada entre 0. gás liquefeito de petróleo.3 Deve ser instalado. m) outros que necessitam de proteção adequada.

7 Em locais de abastecimentos e/ou postos de abastecimento e serviços onde os tanques de combustíveis são enterrados.2. caso não haja veículo de emergência a distância máxima entre o abrigo e o tanque mais desfavorável será de 50 m. de acordo com esta Norma Técnica. 4.5. e) carga de pó ABC – 6-A : 80-B : C.2. e) Instituto de Pesos e Medidas. próximo ao setor de abastecimento do posto. 4. c) carga de dióxido de carbono – 10-B : C.2. 4.2. com capacidade máxima de 500 litros.2.4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 5 .2. os aparelhos extintores poderão ser centralizados e localizados em abrigos sinalizados.2. 4. soleiras ou degraus no chão.1 Os aparelhos extintores sobre-rodas devem. b) carga de espuma mecânica – 6-A : 40-B. b) empresa/fabricante que fez a última manutenção. admitindo-se. sem impedimento de portas estreitas.2 Para efeito de vistoria do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.2. 4.9 Os aparelhos extintores.2. no mínimo em dois pontos distintos e opostos da área externa de armazenamento de contêineres. 4.3. poderão estar todos localizados e centralizados num abrigo sinalizado. de forma alternada entre aparelhos extintores portáteis e sobre-rodas na área de risco. em relação aos aparelhos extintores portáteis e aos limites da área de risco a proteger.3.2.10 Nos pátios de contêineres. situar-se em pontos centrais.2.2. Esta regra não se aplica nas áreas de transbordo ou manipulação de produtos inflamáveis ou combustíveis. d) carga de pó BC – 80-B : C. a não mais de 150m do tanque mais desfavorável.5 Os aparelhos extintores sobre-rodas devem ser localizados em pontos estratégicos e sua área de proteção deve ser restrita ao nível do piso que se encontram. além dos aparelhos extintores instalados por percurso máximo e riscos específicos.3.2.1 Os aparelhos extintores devem possuir marca de conformidade concedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação. em locais onde haja parques de tanques. serão necessários dois aparelhos extintores portáteis (pó ABC ou pó BC ou espuma mecânica). desde que tenha condições técnicas de conduzir estes aparelhos extintores por veículo de emergência da própria edificação ou área de risco.2.3 As capacidades mínimas dos aparelhos extintores sobre-rodas devem ser: a) carga d’água – 10-A. o prazo de validade/garantia de funcionamento dos aparelhos extintores deve ser aquele estabelecido pelo fabricante e/ou pela empresa de manutenção certificada pelo Sistema Brasileiro de Certificação. d) Instituto Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial.3 Certificação e validade/garantia 4.2. deverão ser instaladas mais duas unidades extintoras portáteis de pó químico seco (pó ABC ou BC) ou espuma mecânica em local de fácil acesso. durante as vistorias.4 Para ensaio de funcionamento das amostras colhidas.8 Para proteção de reservatórios de alimentação exclusiva de grupo moto-gerador. preferencialmente. considerando o complemento por aparelhos extintores portáteis. 4.6 A proteção por aparelhos extintores sobrerodas deve ser obrigatória nas edificações onde houver manipulação e/ou armazenamento de explosivos e líquidos inflamáveis ou combustíveis. 4.2.2.2. 4.3 Os órgãos técnicos de vistoria do CBMCE podem. no máximo. c) organismo de Certificação de Produto constante do selo do Inmetro. 4. a proteção da metade da área total correspondente ao risco.2. 4.2 Não é permitida a proteção de edificações ou áreas de risco unicamente por aparelhos extintores sobre-rodas.2.4 O emprego de aparelhos extintores sobrerodas só é computado como proteção efetiva em locais que permita o livre acesso a todos os pontos. 4. colher amostras para avaliação das condições de funcionamento dos aparelhos extintores. devem ser convidadas as seguintes entidades: a) proprietário do aparelho extintor. 4.3. exceto quando os reservatórios de inflamáveis/combustíveis forem enterrados.

4. 4. a sinalização deverá ser de tal maneira que a mesma possa ser vista em todas as direções. será autorizada pela Coordenadoria de Atividades Técnicas. cobrada pelo CBMCE.4. A comercialização de aparelhos extintores.4. 4.6 As edificações que possuírem as amostras de aparelhos extintores reprovadas durante os ensaios. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 5 . pintada em vermelho e. mercados e similares. 4.4 O ensaio deve ser feito nos três aparelhos extintores de cada tipo. Nas instalações industriais. no âmbito do Estado do Ceará.4 Considerações Finais 4. galpões.4.4. devem ser seguidos os procedimentos estabelecidos para a primeira vistoria.3. 4.4.1 Após este procedimento.4. 4.4. devem providenciar a manutenção ou substituição dos modelos dos aparelhos extintores reprovados.4. e devolvidos à edificação para substituir os que lá foram deixados. 4.5. com a repetição lateral da sinalização de emergência.3. estarem devidamente cadastradas. O funcionamento de empresas de fabricação. se novo pedido de vistoria for feito. os locais onde os aparelhos extintores forem colocados 2 terão uma área de 1m do piso. devendo as mesmas.6.4.1 As empresas cadastradas junto à Coordenadoria de Atividades Técnicas deverão manter atualizados os pontos de venda e revenda de extintoras. oficinas. 4. em hipótese alguma.5 Os aparelhos extintores ensaiados devem ser recarregados com recurso proveniente da Taxa Anual de Segurança Contra Incêndio.3 Os aparelhos extintores retirados para ensaio devem ser substituídos pelo CBMCE no ato da retirada.4.1 A Coordenadoria de Atividades Técnicas emitirá documentação específica para tal finalidade. poderá ser ocupada. dos quais os três devem atender aos itens de desempenho estabelecidos nas NBRs específicas.4.3.3. devem ser coletadas novas amostras nos mesmos termos do ensaio anterior e solicitada nova vistoria.3.3. 4.7 Vencidos os trinta dias.4.4.4.4. a fim de não deixar a edificação desprotegida.3. 4. Quando o aparelho extintor estiver localizado em coluna. escolhidos aleatoriamente entre todos existentes na edificação.5. localizada abaixo do extintor.4.2 As amostras para ensaio devem ser compostas de três aparelhos extintores de cada tipo. os quais devem ser lacrados na presença da pessoa da edificação que estiver acompanhando a vistoria.1. depósitos. 4. 4.4.2. 4.3.1 O ensaio deve ser feito em data préestabelecida e não deve ultrapassar trinta dias da data da coleta das amostras. manutenção e recarga de aparelhos extintores fica condicionado à autorização da Coordenadoria de Atividades Técnicas. obrigatoriamente. por aparelhos extintores do mesmo tipo e de capacidade igual ou superior.

O 005/2008 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 1 de 26 .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

d) descarga. c) as áreas de escadas.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 005/2008 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos (tabelas) 1 OBJETIVO 1. dimensões em planta e características construtivas. quando. as áreas de sanitários. em razão de sua disposição em planta. 4.3. nas edificações térreas. ser utilizados como arquibancadas.1 A largura das saídas deve ser dimensionada em função do número de pessoas que por elas deva transitar. beirais e platibandas. 4. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. exceto para os locais destinados à divisão F-3.4. corredores e elevadores nas ocupações D e E. b) as áreas totais cobertas das edificações F-3 e F6. rampas e assemelhados. inclusive conchas e assemelhados. B e H.1 Para os efeitos desta Norma Técnica.2 A população de cada pavimento da edificação é calculada pelos coeficientes da tabela 4. 01/2008.1. F-6 e F-7.1 Largura das saídas 4. esses lugares puderem. b) Quanto à altura.1 A saída de emergência compreende o seguinte: a) acessos. para que sua população possa abandoná-las. b) rotas de saídas horizontais. c) escadas ou rampas. de acordo com a Tabela 1 Classificação das Edificações e Áreas de Risco o quanto à Ocupação da Norma Técnica n. com as Tabelas 1. respectivamente. 4. eventualmente. completamente protegida em sua integridade física.1.3.1 Esta Norma Técnica se aplica a todas as edificações. com área superior a 10. sacadas. bem como áreas de sanitários e elevadores nas ocupações C e F. 4.500 pessoas. 4. 4 PROCEDIMENTOS 4.000m² ou população total superior a 2. observados os seguintes critérios: Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 2 de 26 . em caso de incêndio ou pânico.4 Exclusivamente para o cálculo da população. excetuadas àquelas pertencentes às edificações dos grupos de ocupação A.1 As saídas de emergência são dimensionadas em função da população da edificação. de acordo. 4.4 Dimensionamento das saídas de emergência 4.1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento das saídas de emergência. 3 DEFINIÇÕES 3.4.1 Classificação das edificações 4. considerando sua ocupação dada na Tabela 1 Classificação das Edificações e Áreas de Risco o quanto à Ocupação da Norma Técnica n.2. e permitir o acesso de guarnições de bombeiros para o combate ao fogo ou retirada de pessoas. devem ser incluídas nas áreas de pavimento: a) as áreas de terraços. são excluídas das áreas de pavimento.3.3 Cálculo da população 4. as edificações são classificadas: a) quanto à ocupação.3 Exclusivamente para o cálculo da população.1 Para efeitos desta Norma Técnica. 2 APLICAÇÃO 2. 01/2008. 2 e 3 desta Norma Técnica. e respectivas portas ou espaço livre exterior. onde deve ser consultada a Norma Técnica nº /2008.3. no caso de edificações dos grupos F-3. quando houver.2 Componentes da saída de emergência 4.

correspondente a quatro unidades de passagem de 55 cm. Figura 2 – Abertura das portas no sentido de saída‘ 4. e estas somente em saídas com largura superior a 1. não sendo admitidas saliências de alizares. d) 2.2 Larguras mínimas a serem adotadas As larguras mínimas das saídas de emergência. arredondado para número inteiro.2 m. P = população.4.5. com exceção de obstáculos representados por vigas. cuja altura mínima livre deve ser de 2 m. ressalvando o disposto a seguir.3.1. não podem diminuir a largura efetiva destas em valor menor Figura 1 – Medida da largura em corredores e passagens 4.4. devem ficar em recessos de paredes. d) ter pé-direito mínimo de 2.4. em seu movimento de abrir. divisão H-2.2 m.65 m para as divisões H-2 e H-3. c) 1. 4.1.2 As portas que abrem para dentro de rotas de saída. 4. dos acessos. para as escadas.3.1.2 m para as ocupações em geral e de 1. escadas. de forma a não reduzir a largura efetiva em valor maior que 0.2 A largura das saídas. devem ser as seguintes: a) 1. descargas.5 m. no sentido do trânsito de saída. para dentro de rotas de saída. C = capacidade da unidade de passagem conforme Tabela 4 do anexo.1.1 A largura das saídas deve ser medida em sua parte mais estreita. c) ter larguras de acordo com o estabelecido no item 4. b) 1. b) permanecer desobstruídos em todos os pavimentos.4.a) os acessos são dimensionados em função dos pavimentos que sirvam à população. vergas de portas e outros. para as rampas. conforme coeficiente da Tabela 4 do anexo e critérios das seções 4. 4.4. isto é.4.1 m (ver figura 2). divisão H-2 e H-3. divisão H-3.2 Os acessos devem permanecer livres de quaisquer obstáculos.1 Generalidades 4. nas ocupações do grupo H. nas ocupações do grupo H. rampas e descargas são dimensionadas em função do pavimento de maior população.65 m. pilares e outros. locais para exposição de mercadorias e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 3 de 26 . 4.65 m.5. correspondente a três unidades de passagem de 55 cm. para as ocupações em geral. o qual determina as larguras mínimas para os lanços correspondentes aos demais pavimentos. divisórias móveis.5. e) ser sinalizados e iluminados (iluminação de emergência de balizamento) com indicação clara do sentido da saída.3 e 4. nas ocupações do grupo H. sempre mantendo uma largura mínima livre de 1. Onde: N = número de unidades de passagem.1 Os acessos devem satisfazer às seguintes condições: a) permitir o escoamento fácil de todos os ocupantes da edificação. acessos às rampas (corredores e passagens) e descarga das rampas.3 Exigências adicionais sobre largura de saídas 4. em ângulo de 90º. é dada pela seguinte fórmula: ࡺൌ ࡼ ࡯ que a metade (ver figura 2). b) as escadas.3 As portas que abrem no sentido do trânsito de saída. com dimensões maiores que as indicadas na Figura 1. em qualquer caso. 4.2 m. tais como móveis.4. os acessos (corredores e passagens) e descarga. para as rampas. em ângulo de 180º. considerando-se o sentido da saída.1. acessos (corredores e passagens) e descarga.3. correspondente a três unidades de passagem de 55 cm.5 Acessos 4.4.

5. 4. tendo em vista o risco à vida humana decorrente do fogo e da fumaça.4.2 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir as portas de acesso às saídas das edificações e o acesso às escadas ou às portas das escadas (nos pavimentos) constam da Tabela 5 e devem ser consideradas a partir da porta de acesso da unidade autônoma mais distante. como.1.2. 4. vão livre ou “luz” das portas. por exemplo.1. em duas folhas.3.2 A largura. valendo por três unidades de passagem.4. constante da Tabela 3.2. sem grades fixas. com altura máxima de 1.2. qualquer abertura.outros. 4. G-2.2. admitindo-se uma redução no vão de luz. nota c.5.5 m.5 Edificações exclusivamente térreas dos grupos G-1. pode ser considerada como saída. J-3 e J-4. tanto interna como externamente. 4.4.4 Em edificações térreas. protegida ou à prova de fumaça).2. vão livre com área mínima de 1.1 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior.2.5.5. 4. 4.2. escada comum de saída de emergência.5. estas devem ser do mesmo tipo que a exigida por esta Norma Técnica.5. 4.5.3 No caso de duas ou mais escadas de emergência.2 Distâncias máximas a serem percorridas 4.2. com peitoril.5. valendo por duas unidades de passagem.2. valendo por uma unidade de passagem. 4.2 m deverá ter duas folhas. escritórios de plano espacial aberto e galpões sem o arranjo físico interno (leiaute). 4.2 m.5. 4. devem abrir no sentido do trânsito de saída (ver Figura 2).1 As portas devem ter as seguintes dimensões mínimas de luz: a) 80 cm. c) a redução de risco em caso de proteção por chuveiros automáticos ou detectores. reduzidas em 30% (trinta por cento). desde que em ambos os casos as ocupações possuam controle de fumaça.1 Para as ocupações do grupo J-1 e J-2. c) 1. 4. das portas em até 75mm de cada lado (golas).5.3 Número de saídas nos pavimentos 4.4.1 No caso das distâncias máximas a percorrer para as rotas de fuga que não forem definidas no projeto arquitetônico. para divisões I-2. poderá ser desconsiderado o dispositivo acima.5. em comunicação com os acessos e descargas.3. de forma permanente. em função da altura. d) a redução de risco pela facilidade de saídas em edificações térreas.5.5. Y e Z.2 Porta com dimensão maior ou igual a 2. desde que o seu caminhamento interno não ultrapasse 10 m.2.3.5. I-1. no vão livre. 4. 4. b) o acréscimo de risco em função das características construtivas da edificação.5. d) 2 m. devem ser dimensionadas como estabelecido no item 4. para o contramarco e alizares.1 Porta com dimensão maior que 1. isto é. 4. desde que as ocupações sejam automatizadas e que a permanência humana seja transitória. comuns ou corta-fogo.5. J-1 e J-2 terão suas distâncias máximas a serem percorridas acrescidas de 150% (cento e cinqüenta por cento).4. edificações classes X. a distância mínima de trajeto entre as suas portas de acesso deve ser no mínimo 10m.2m² e nenhuma dimensão inferior a 1 m.1 As portas das rotas de saídas e aquelas das salas com capacidade acima de 50 pessoas. b) 1 m. essas distâncias poderão ser acrescidas de 100% (cem por cento) (ver nota “a” da Tabela 5).4 Portas de saídas de emergência 4. encontra-se na Tabela 6. dimensões em planta e características construtivas de cada edificação. valendo por quatro unidades de passagem.2 m exige coluna central. 4.5.5. área de refúgio. para efeito da distância máxima a ser percorrida.4.2 Havendo necessidade de acrescer escadas. em duas folhas. mesmo quando o prédio esteja supostamente fora de uso. devem considerar: a) o acréscimo de risco quando a fuga é possível em apenas um sentido. utilizadas nas rotas de saída de emergências.3 Para uso da Tabela 5 devem ser consideradas as características construtivas da edificação.1 O número e o tipo de saídas exigido para os diversos tipos de ocupação.2.5. devem ser consideradas as distâncias diretas comparadas aos limites da Tabela 5. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 4 de 26 .

obedecendo à NBR 11. 4. 4.3 As portas das antecâmaras das escadas à prova de fumaça e das paredes corta-fogo devem ser do tipo corta-fogo (PCF). de que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos.6 Para as ocupações do grupo F. sendo admissível que se mantenham abertas desde que disponham de dispositivo de fechamento. escadas e outros devem ser providas de dispositivos mecânicos e automáticos. com altura mínima de 25 cm.4.5 Se as portas dividem corredores que constituem rotas de saída. desde que haja compromisso do responsável pelo uso. mas não podem precedê-lo. será obrigatória a instalação de barra antipânico nas portas de saídas de emergência.6. atentando para o item 4. 4. sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3. 4. c) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada. espelhos. mas destrancadas no sentido do fluxo de saída.5. d) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações em que houver usuários de cadeiras de rodas (ver NBR 9.2. 4. b) entrada em unidades autônomas.3 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível. 4.6.2 Condições de atendimento 4.5.742.1 Obrigatoriedade 4. maçanetas.4.2 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras.785.6.6.4 As portas das antecâmaras.6.1 desta Norma Técnica. através de termo de responsabilidade das saídas de emergência.6 Rampas 4. medidos na direção do trânsito. no sentido descendente de saída. etc. devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. nas portas dos seguintes locais: a) rotas de saídas.050). conforme NBR 11.7 m. quando necessário. das rotas de saída.2. assinado pelo proprietário ou responsável pelo uso. dispensando-se maçanetas. com capacidade acima de 100 pessoas. sem necessidade de chave. conforme estabelecido na NBR 11.5.6. abrindo no sentido de fuga.742 e ser providas de visor transparente de área mínima de 0.6. podem ser dispensadas da exigência anterior.5. admitindo-se que a abertura pelo lado externo seja feita apenas por meio de chave. c) salas com capacidade acima de 50 pessoas.4. b) na descarga e acesso de elevadores de emergência.4 As rampas podem suceder um lanço de escada.1 O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) para unir dois pavimentos de diferentes níveis em acesso a áreas de refúgio em edificações com ocupações dos grupos H-2 e H-3. 4.2 Nas rotas de fuga não se admite portas de enrolar ou de correr.5.4. no que lhe for aplicável.6. devem: a) ter condições de reter a fumaça. de modo a permanecerem fechadas. exceto quando esta for utilizada somente como porta de segurança da edificação.5.6. c) abrir nos dois sentidos. tendo comprimento mínimo de 1. ou seja.4.4. 4.4.1. 4.2. 4.07 m². caso o corredor possibilite saída nos dois sentidos.2.5.4.5. 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 26 .20 m. deve haver internamente portas de saídas. desde que seja possível a abertura pelo lado interno. devem ser corta-fogo e a prova de fumaça conforme estabelecido na NBR 11.4. b) abrir no sentido do fluxo de saída.5.8 A colocação de fechaduras com chave nas portas de acesso e descargas é permitida. com área máxima construída de 1500m².4. 4.1 As ocupações de divisão F-2.6.7 É vedada a utilização de peças plásticas em fechaduras. dobradiças e outros. das portas de comunicação com os acessos às escadas e descarga.742. térreas (com ou sem mezaninos).1 O dimensionamento das rampas deve obedecer ao estabelecido no item 4.2. através de termo de responsabilidade das saídas de emergência.4. das salas.1 Nesse caso.5. 4. desde que haja compromisso do responsável pelo uso. devendo permanecer aberta durante todo o transcorrer dos eventos.4.

4. com no mínimo 0. deve ser dado um acréscimo de 25% na largura calculada conforme o item 4. 4.9 Devem atender às condições estabelecidas nas alíneas a.1. 4. conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida. conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida. com as devidas alterações.2. b) 12. f) atender a todos os pavimentos. 4.6. 4. as rampas não poderão suceder ao lanço de escada e vice-versa.12 e 4. estas devem estar situadas sempre em patamares planos.1 Em qualquer edificação.4. b) oferecer resistência ao fogo nos elementos estruturais além da incombustibilidade.1 desta Norma Técnica.2. EP. Figura 3 – Segmentação das escadas no piso da descarga g) ter os pisos em condições antiderrapantes. 4. devendo haver compartimentação entre ambas.5 de coeficiente de atrito dinâmico. acima e abaixo da descarga.6. as quais devem: a) ser constituídas com material estrutural e de compartimentação incombustível. 4. dos acessos. nas ocupações C. F e H. indicando a rota de fuga e descarga. 4.3. e permanecer antiderrapante com o uso. 4. quando o sentido de saída é na descida. sendo a saída em rampa ascendente. nas edificações de ocupações D e G.3. 4.7.3 Declividade 4. c) atender às condições específicas estabelecidas quanto aos materiais de acabamento e revestimento utilizados na escada. não será aceita comunicação entre si.6. PF seguindo para isso as condições específicas a cada uma delas estabelecidas nos itens 4.7.5% (1:8).1 Generalidades 4.8 As exigências de sinalização. com no mínimo 0. às rampas. c. com largura não inferior à da folha da porta de cada lado do vão. exceto para escadas tipo NE (comum). enclausuradas ou não. 1:10. 4. f.3.11. 4.7.2.2.6.7.6. onde deve ser acrescida a iluminação de emergência e sinalização de balizamento. não podendo ter comunicação direta com outro lanço na mesma prumada (ver Figura 3). d) ser dotadas de guardas em seus lados abertos conforme item 4. h) quando houver exigência de duas ou mais escadas de emergência e estas ocuparem a mesma caixa de escada (volume).6 O piso das rampas deve ser antiderrapante.8.5%.2.7 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos de forma análoga ao especificado no item 4. quando não enclausuradas. I e J. como NE. E. devendo ter compartimentação. isto é.1 A declividade máxima das rampas externas à edificação deve ser de 10% (1:10). Quando houver exigência Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 26 .6.6.7. conforme a norma técnica específica na divisão entre os lanços ascendente e descendente em relação ao piso de descarga. a inclinação máxima é de 10%.7.10.7 Escadas 4.6. e que permaneçam antiderrapantes com o uso.13. iluminação.6.2. isto é.6.6. 4. e. em ocupações em que sejam admitidas rampas de mais de 10% em ambos os sentidos. 4.2. 4.1 No caso de edificações dos grupos H2 e H3. de acordo com a norma técnica específica. c) 12.7. d.7.9.3.7.2 As declividades máximas das rampas internas devem ser de: a) 10%. ausência de obstáculos e outros.4. g e h do item 4. 1:8. e) ser dotadas de corrimãos em ambos os lados. a exemplo das escadas. mas terminando obrigatoriamente no piso de descarga. aplicam-se. os pavimentos sem saída em nível para o espaço livre exterior devem ser dotados de escadas.10 Devem ser classificadas.5 Não é permitida a colocação de portas em rampas.7.8.3 Quando.7. o sentido da saída for ascendente.5 de coeficiente de atrito dinâmico. b.8. B. nas edificações de ocupações A.

b) ser medidas no ponto mais estreito da escada ou patamar.3 Dimensionamento de degraus e patamares 4.4.3. nesse caso.5. das guardas.7. caso em que a medida do degrau (largura do degrau) será feita segundo a linha de percurso e a parte mais estreita desses degraus engrauxidos não tenha menos de 15 cm (ver Figura 5) e 7 cm. 4.4. não deve ultrapassar 3.1.3. exceto os previstos especificamente nesta Norma Técnica. que se podem projetar até 10cm de cada lado. igual à largura da escada quando há mudança de direção da escada sem degraus ingrauxidos. a fórmula anterior.7.1 As larguras das escadas devem atender aos seguintes requisitos: a) ser proporcionais ao número de pessoas que por elas devam transitar em caso de emergência. quando se tratar de escada reta. em lanços sucessivos de uma mesma escada. 4.5 cm.7. c) ser balanceados quando o lanço da escada for curvo (escada em leque) ou em espiral. 4. espaço mínimo de 10cm entre lanços.7. e) ter bocel (nariz) de 1. nem para a localização de quaisquer móveis ou equipamentos. mesmo por curto espaço de tempo. Figura 4 – Altura e largura dos degraus d) ter.2 Largura 4.7.1). medido na direção do trânsito.7 m de altura. quando este inexistir. entre dois patamares consecutivos. num mesmo lanço. 2 ou 3). 4.7. no mínimo. Figura 5 – Escada com lanços curvos e degraus balanceados 4. para permitir localização de guarda ou fixação do corrimão.2 As caixas de escadas não podem ser utilizadas como depósitos.2.7. estas serão consideradas como uma única escada. 5 mm.7. balanço da quina do degrau sobre o imediatamente inferior com este mesmo valor mínimo (ver Figura 4). com tolerância de 0.7.7. quando se tratar de escadas não destinadas a saídas de emergências (ver item 4. c) ter. deve haver patamares com comprimento mínimo igual à largura da folha da porta.2. conforme item 4. diferenças entre as alturas de degraus de.1 Os degraus devem: a) ter altura h (ver Figura 4) compreendida entre 16 cm e 18 cm.4.de uma escada e for utilizado o recurso arquitetônico de construir 2 escadas em um único corpo. respectivamente.4 Em ambos os lados de vão da porta. ventilação e iluminação. b) no mínimo. 4. dos acessos e das descargas devem ter acabamento liso.5. quanto aos critérios de acesso.3 O comprimento dos patamares deve ser (ver Figura 6): a) dado pela fórmula: ࢖ ൌ ሺ૛ࢎ ൅ ࢈ሻ ࢔ ൅ ࢈ onde n é um número inteiro (1. 4.7. sem obrigatoriedade de aumento na largura das escadas. não se aplicando.1 As paredes das caixas de escadas.3. larguras e alturas iguais e.3.2 O lanço mínimo deve ser de três degraus e o lanço máximo.5 cm.4 Caixas das escadas 4. quando se desenvolver em lanços paralelos. b) ter largura b (ver Figura 4) dimensionada pela fórmula de Blondel: 63 ܿ݉ ൑ ሺ2݄ ൅ ܾሻ ൑ 64 ܿ݉. excluindo os corrimãos (mas não as guardas ou balaustradas). ou. no máximo. i) atender ao item 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 7 de 26 .

de janelas abrindo para o espaço livre exterior. apenas um corrimão nas escadas com até 1.c.7. balanceamento e outros) e. com resistência de 90 min de fogo. as escadas devem ser construídas concomitantemente com a execução da estrutura.7. com no mínimo 0. com altura da escada não superior a 3.7. e devem: a) atender aos mezaninos e áreas privativos de qualquer edificação. c) ser dotadas de venezianas ou outro material que assegure a ventilação permanente. desde que a população seja inferior a 20 pessoas.80m² em cada pavimento (ver Figura 8).1 a 4. b) ter as portas de acesso a esta caixa de escada do tipo corta-fogo (PCF).3 Nas caixas de escadas. que permaneçam antiderrapantes com o uso.1 a 4. respeitando. nas escadas curvas (escadas em leque). d) ser dotadas de janela que permita a ventilação em seu término superior. no mínimo. 4. no máximo.3. atendendo ao previsto no item 4.3.7 Escadas não enclausuradas ou escada comum (NE) 4. centros de distribuição elétrica. e) ser dotadas de guardas em seus lados abertos.3.7. armários para medidores de gás e assemelhados. c) ser dotadas.7.7. atendendo ao prescrito no item 4.5 Os pontos de fixação das escadas metálicas na caixa de escada devem possuir Tempo de Resistência ao Fogo de 120 min. exclusivamente de serviço e não destinadas a saídas de emergência. 4. no mínimo. exceto o 4.6 Escadas em edificações em construção 4. devendo distar Figura 6 – Lanço mínimo e comprimento de patamar 4. 4.3 (dimensionamento dos degraus. no término da escada. b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0.4. porém. acima dos lances de degraus.4 As paredes das caixas de escadas enclausuradas devem garantir e possuir Tempo de Resistência ao Fogo por.7.1 As escadas enclausuradas protegidas (ver Figura 7) devem atender ao requisitos dos itens 4.7.7. 4. f) atender ao prescrito no item 4.5. 120 min. c) ocupações I até M: h = 23cm. estando o peitoril. com área mínima de 0.7.4. 4. b) ter largura mínima de 80cm.8.7.1 As escadas em leque.1m acima do piso do patamar ou degrau adjacente e tendo largura mínima de 80cm.2 As janelas das escadas protegidas devem: a) estar situadas junto ao teto ou.c. exceto o 4.7.7. c) ter os pisos em condições antiderrapantes.8.5 de coeficiente de atrito dinâmico.7. a 15cm deste. devendo pelo menos uma das faces da janela estar a no máximo 15 cm do teto.8. não destinadas a saídas de emergência. a 1. conforme item 4.8.1. podendo ser aceitas na posição centralizada.1m de largura e dispensando-se corrimãos intermediários. b) ocupações H: h = 19cm.7m. em espiral e de lances retos são consideradas como escadas secundárias. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 8 de 26 .7.4. 4.1 A escada comum (NE) deve atender aos requisitos dos itens 4. bastando que o patamar tenha um mínimo de 80cm. bastando.8. sempre a fórmula de Blondel: a) ocupações A até G: h = 20cm.7.4. porém. onde isto é facultativo). d) ser dotadas de corrimãos. e: a) ter suas caixas isoladas por paredes resistentes a 2 h de fogo. não podem existir aberturas para tubulações de lixo.1 Em edificações em construção. permitindo a fácil evacuação da obra e o acesso dos bombeiros.5. dispensa-se a aplicação da fórmula dos patamares (4.80m².4. devendo estar localizada na parede junto ao teto ou no máximo a 15cm deste.2 Admitem-se nas escadas secundárias.7. em todos os pavimentos (exceto no da descarga. para passagem da rede elétrica.3.7.8 Escadas enclausuradas protegidas (EP) 4. as seguintes alturas máximas h dos degraus.5 Escadas não destinadas a saídas de emergência 4.1.7.7. conforme fórmula de Blondel.7.6.7. conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida. 4.2.7.3). no mínimo.

Os caixilhos devem ser fixados na posição aberta. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote. transparente ou não. que permita a entrada de ar puro.5m e a soma de suas áreas não deve ultrapassar 10% da área da parede em que estiverem situadas. exceto o 4. os corredores de acesso devem: a) ser ventiladas por janelas.7.10 e os últimos no item 4. com área mínima de 0. para ingressos nas escadas enclausuradas (ver Figura 9).7.10. quando houver.11. vestiários ou áreas de serviço. em condições análogas à tomada de ar dos dutos de ventilação (ver item 4. b) ter ingresso por antecâmaras ventiladas.7.8.7. c) ser providas de portas corta-fogo (PCF) com resistência de 60min ao fogo.7. deve obedecer aos seguintes requisitos: a) ser obtida por abertura provida de caixilho de perfil metálico reforçado. malha de 12. 4.4.8.7.1 As antecâmaras.4m.1.8. executadas nos moldes do especificado no item 4. de outras aberturas. devendo ficar junto ao solo da caixa da escada podendo ser no piso do pavimento térreo ou no patamar intermediário entre o pavimento térreo e o pavimento imediatamente superior.Escada enclausurada protegida 4. com área de 1. podendo essa distância ser reduzida para 2m para caso de aberturas instaladas em banheiros. conforme a alínea c do item 4.7. recomendável mas não indispensável.2 A iluminação natural das caixas de escadas enclausuradas.7. sendo vedados os tipos em eixo vertical e “máxiar”. c) em paredes dando para o exterior.5 mm. c) ser ventiladas por dutos de entrada e saída de ar.c.2 a 4.20m² no mínimo. devem: a) ter comprimento mínimo de 1.7. largura mínima de 0. 4.7.80m.7. a 15 cm deste.3 Na impossibilidade de colocação de janela na caixa da escada enclausurada protegida.12. A distância das venezianas pode ser reduzida para 1.4 As escadas enclausuradas protegidas devem possuir ventilação permanentes inferior. d) havendo mais de uma abertura de iluminação. chapa dobrada.10 Antecâmaras 4.7.11. e) os caixilhos poderão ser do tipo basculante.12. ou.9. em projeção horizontal. Figura 7 . sendo vedado o uso de perfis ocos. terraços ou balcões.10 ou 4. junto ao teto. no mínimo. em parede dando para antecâmara ou varanda.pelo menos 3m.7.8m.1 As escadas enclausuradas à prova de fumaça (ver Figuras 9.9 Escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF) 4. de acordo com os itens 4. abrindo para o espaço livre exterior.9.7. madeira. pode ser de até 1m². Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 9 de 26 .5 mm.7. 10 e 11) devem atender ao estabelecido nos itens 4. e: a) ter suas caixas enclausuradas por paredes resistentes a quatro horas de fogo. devendo ser aberto somente para fins de manutenção ou emergência. sua área máxima não pode ultrapassar 0. que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível.5m.4.5m².3.1 a 4. a distância entre elas não pode ser inferior a 0.7.11). b) este caixilho deve ser guarnecido com vidro aramado. atendendo as primeiras ao prescrito no item 4.80m².7. 4. provido de fecho acionável por chave ou ferramenta especial.1. com espessura mínima de 6. 4. situadas junto ao teto ou.7. b) ter pé-direito mínimo de 2. b) ter sua ligação com a caixa da escada por meio de antecâmaras ventiladas. plástico e outros. de qualquer outra abertura. d) ser construídas em perfis metálicos reforçados.

11. área não inferior a 0. f) ter a abertura de saída de ar do duto respectivo situada junto ao teto ou no máximo.5 vezes a área da secção do duto.Ventilação da escada enclausurada protegida e seu acesso c) ter.d) ser dotadas de porta corta-fogo (PCF) na entrada e na comunicação da caixa da escada. com área mínima de 0. Figura 8 .11 Dutos de ventilação natural 4.5cm. a 15 cm deste. quando retangular. g) ter. com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2. devendo seu topo situar-se 1 m acima de qualquer elemento construtivo existente sobre a cobertura.2 Os dutos de saída de ar (gases e fumaça) devem: a) ter aberturas somente nas paredes que dão para as antecâmaras. no máximo. com área mínima de 0. e) ter. da porta de entrada da antecâmara. e) ter a abertura de entrada de ar do duto respectivo situada junto ao piso ou.5cm por 2. obedecer à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões.7. guarnecidas ou não por venezianas ou equivalente. no máximo. d) elevar-se no mínimo 3m acima do eixo da abertura da antecâmara do último pavimento servido pelo eixo. h) ter a abertura de saída de ar situada. b) ter secção mínima calculada pela seguinte expressão: ࢙ ൌ ૙. da porta de entrada da escada. j) as aberturas dos dutos de entrada e saída de ar das antecâmaras deverão ser guarnecidas por telas de arame. a distância vertical mínima de 2 m.84m² e. i) ter paredes resistentes ao fogo por no mínimo 120min. em qualquer caso. ૚૙૞ ࢞ ࢔ onde: s = secção mínima em m² n = número de antecâmaras ventiladas pelo duto. a 15 cm deste. com resistência de 60min de fogo cada. medida eixo a eixo. 4. medida em planta. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. quando de secção retangular. medida em planta. quando retangular. devendo essas aberturas ser dispostas Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 10 de 26 .7.7.84m² e.11.1 Os dutos de ventilação natural devem formar um sistema integrado: o duto de entrada de ar (DE) e o duto de saída de ar (DS) 4. aberturas de saída de ar com área efetiva superior ou igual a 1. quando não forem totalmente abertos no topo.84m² e. a uma distância horizontal de 3m. obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões. e a abertura de entrada de ar situada. a uma distância horizontal de 3m. entre as aberturas de entrada e de saída de ar. no máximo.

em edificações com altura igual ou inferior a 30m.: piso térreo). muretas e outros). no mínimo. que assegure a captação de ar fresco respirável.2 são as mínimas absolutas. casas de máquinas. de preferência.11. b) ter revestimento interno liso. no mínimo.1 A abertura exigida na letra e. sua secção deve ser aumentada para compensar a redução. rebocada.7.5 A secção da parte horizontal inferior do duto de entrada de ar deve: a) ser. a uma parede de tijolos maciços.7 As dimensões dos dutos dadas em 4. quando atenderem a até 15 antecâmaras.5cm.11.4. no mínimo. de 15cm de espessura. devendo esta abertura ser guarnecidas por telas de arame.11. e de 23cm de espessura. b) ser igual a 1.3 As paredes dos dutos de saídas de ar devem: a) ser resistentes. duas faces opostas com área nunca inferior a 1m² cada uma. f) não serem utilizados para a instalação de quaisquer equipamentos ou canalizações. que não diminua a área efetiva de ventilação. com espessura dos fios superior ou igual a 3mm e malha com dimensões mínimas de 2. 4.7. d) ser totalmente fechados em sua extremidade superior. igual à do duto.11. c) ter revestimento interno liso. 4.7.7. 4. no mínimo.7.6 A tomada de ar do duto de entrada de ar deve ficar. 4.11. poderá ser projetada junto ao teto do primeiro pavimento que possua acesso direto ao exterior (Ex. pelo menos.2. isto é. no caso de edificações com mais de 30m de altura. aceitando-se Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 11 de 26 . e se situarem em nível superior a qualquer elemento construtivo do prédio (reservatórios. 4.5 vezes a área da secção do trecho vertical do duto de entrada de ar.11. g) ser fechados na base.em.7.4 Os dutos de entrada de ar devem: a) ter paredes resistentes ao fogo por duas horas.11.7.7. Figura 9 – Escada enclausurada à prova de fumaça com elevador de emergência (a posição deste é somente exemplificativa) na antecâmara 4. a duas horas de fogo. b) ter isolamento térmico e inércia térmica equivalente. e) ter abertura em sua extremidade inferior ou junto ao teto do primeiro pavimento. quando atenderem a mais de 15 antecâmaras. ao nível do solo ou abaixo deste. possuindo acesso direto ao exterior. longe de qualquer eventual fonte de fumaça em caso de incêndio.5cm por 2. c) atender às condições das alíneas “a” à “c” e “f” do item 4.11. cumeeiras.

Exemplo de dutos de ventilação Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 12 de 26 . em especial no caso da existência de subsolos e em prédios de excepcional altura ou em locais sujeitos a ventos excepcionais.mesmo recomendando o cálculo exato pela mecânica dos fluídos destas secções. Figura 10 .

7.6.2 pode ser reduzida à metade.7. atendendo ao prescrito no item 4.3 A distância estabelecida no item 4. e no mesmo plano de parede. conforme item 4. e: a) ter seu acesso provido de porta corta-fogo com resistência mínima de 90min. no mínimo. 4.1. b) ter guarda de material incombustível e não vazada com altura mínima de 1.7. terminando obrigatoriamente neste. desde que entre elas seja interposta uma parede com TRF mínimo de 2 horas. mas nunca a menos de 3m. (ver Figura 11) 4.2 A distância horizontal entre o paramento externo das guardas dos balcões. c) as aletas possuam um ângulo de abertura de no mínimo 45 graus em relação ao plano vertical da janela.5 Será aceita a ventilação no balcão da escada à prova de fumaça.20m. ou escadas pressurizadas. b) manter raio mínimo de escoamento exigido em função da largura da escada. 4.3.15m. f) ter distância de no mínimo 3m de outras aberturas em projeção horizontal. terraços e assemelhados. e) ter altura de peitoril de 1.3m.7.12.8. 4. através de janela com ventilação permanente. Figura 11 – Escada enclausurada do tipo PF ventilada por balcão 4. varanda ou terraço para o ingresso na escada enclausurada à prova de fumaça (PF).14 Escada aberta externa (AE) 4.4 Será aceita uma distância de 1. não situado no último pavimento.7.7.7.7. o acesso deve ser protegido por marquise com largura mínima de 1.12.2.8. isto é.2m.14. b) as distâncias entre as aletas das aberturas das janelas tenham espaçamentos de no mínimo 0.2. varandas e terraços que sirvam para ingresso às escadas enclausuradas à prova de fumaça e qualquer outra abertura desprotegida do próprio prédio ou das divisas do lote deve ser.5m².7. b e c.1 Os balcões. c) na edificação considerada não houver ocupações pertencentes aos grupos C ou I. a um sexto da altura. c) ter piso praticamente em nível e desnível máximo de 30mm dos compartimentos internos do prédio e da caixa de escada enclausurada.1 As escadas à prova de fumaça pressurizadas. podem sempre substituir as escadas enclausuradas protegidas (EP) e as escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF). quando: a) o prédio for dotado de chuveiros automáticos. entre a abertura desprotegida do próprio prédio até o paramento externo do balcão.30m.12.13.12 Escada enclausurada varandas e terraços por balcões. varandas. para qualquer altura da edificação.7.6. desde que: a) área efetiva mínima de ventilação seja de 1.1 a 4. 4.11.13 Escadas à pressurizada (PFP) prova de fumaça 4. ressalvado o estabelecido no item 4. igual a um terço da altura da edificação.3. b) o somatório das áreas das aberturas da parede fronteira à edificação considerada não ultrapassar um décimo da área total dessa parede. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote. 4. c) atender tão somente aos pavimentos acima do piso de descarga. g) os pisos de balcão.10. varandas e terraços deverão ser antiderrapantes.7.12.1.7.7. d) as antecâmaras deverão atender o item 4. 4.7. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 13 de 26 .1 As escadas abertas externas (ver Figuras 13 e 14) podem substituir os demais tipos de escadas e devem atender aos requisitos dos itens 4. para ingresso em escadas enclausuradas.12.12. devendo atender a todas as exigências da norma técnica específica. devem atender aos seguintes requisitos: a) ser dotados de portas corta-fogo na entrada e na saída com resistência mínima de 60min.7.3 e 4. mas nunca a menos de 3m.a.4.12. d) em se tratando de terraço a céu aberto.

longarinas intermediárias. Figura 12 – Escada aberta externa f) a distância do paramento externo da escada aberta até o limite de outra edificação no mesmo terreno ou limite da propriedade deverá atender aos critérios adotados na norma técnica específica. corredores. devem: a) ter balaústres verticais. para evitar quedas. tais aberturas deverão ser delimitadas por paredes estanques nos termos da norma técnica específica.1. Figura 13 – Escada aberta externa 4. 4.2 A altura das guardas.3m. mezaninos e outros (ver Figura 15).1 Guarda-corpos e balaustradas Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 14 de 26 . galerias.8. de modo que uma esfera de 15cm de diâmetro não possa passar por nenhuma abertura.8.1. reentrâncias ou quaisquer elementos que possam enganchar em roupas. saliências.d) entre a escada aberta e a fachada da edificação deverá ser interposta outra parede com TRF mínimo de duas horas. deve ser. de balcões e assemelhados. balcões. no mínimo.8. TRF de duas horas.3 As alturas das guardas em escadas externas.92 m nas escadas internas. 4.2. mezaninos.4 As guardas constituídas por balaustradas. g) a estrutura portante da escada aberta externa deverá ser construída em material incombustível. telas. corredores. rampas e outros deve ser protegida de ambos os lados por paredes ou guardas (guarda-corpos) contínuas.8. devem ser de no mínimo 1.1. 4.1. i) será admitido esse tipo de escada até com altura de 23m. grades. 4. atendendo os critérios estabelecidos na norma técnica específica. telas e assemelhados.8 Guardas e corrimãos 4. terraços. escadas. vidros de segurança laminados ou aramados e outros. h) na existência de shafts.1. e) toda abertura desprotegida do próprio prédio até escada deverá ser mantida distância mínima de 3m quando a altura da edificação for inferior ou igual a 12m e de 8m quando a altura da edificação for superior a 12m. podendo ser reduzida para até 0. medido como especificado no item 4. isto é. as guardas vazadas.05m ao longo dos patamares. b) ser isentas de aberturas.1 Toda saída de emergência. quando medida verticalmente do topo da guarda a uma linha que una as pontas dos bocéis ou quinas dos degraus. de seus patamares.8. patamares. grades. medida internamente. dutos ou outras aberturas verticais que tangenciam a projeção da escada aberta externa. sempre que houver qualquer desnível maior de 19cm. de 1.8. escadas.

corrimãos constituídos por elementos com arestas vivas.8. arestas ou soluções de continuidade. 4.1 Os corrimãos deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas.2. tábuas largas e outros (ver Figura 15). ressalvado o caso de escadas em ocupações dos tipos H-2 e H-3. no mínimo.8.2. 1.8. se for o caso. pelo menos 0.8. b) ter seus painéis. 4.2.2.8. 4. exigindo-se o uso de vidros aramados ou de segurança laminados. permitindo um contínuo deslocamento da mão ao longo de toda a sua extensão. Os lanços determinados pelos corrimãos intermediários devem ter. início e término da escada com suas extremidades voltadas para a parede ou com solução alternativa.1m de largura. adotando-se a condição que conduzir a maiores tensões (ver Figura 16). as grades de balaustradas.8.5 Não são aceitáveis.3 Os corrimãos devem ser projetados de forma a poderem ser agarrados fácil e confortavelmente. deve haver corrimãos nas alturas indicadas para os respectivos usuários.1. os corrimãos das escadas deverão ser contínuos. que exijam máximo apoio com ambas as mãos em corrimãos. no máximo.2.2 (ver Figura 14). verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos.20kPa aplicada à área bruta da guarda ou equivalente da qual façam parte. 4.4.8. as paredes. devendo estar situados entre 80cm e 92cm acima do nível do piso. 4. uma unidade de passagem especial com 69cm entre corrimãos.Pormenores de corrimãos 4. no mínimo. longarinas. essa medida tomada verticalmente da forma especificada no item 4.2m do Figura 15 .6 Para auxílio dos deficientes visuais.2 Os corrimãos devem ser calculados para resistir a uma carga de 900N. além do corrimão principal na altura normal exigida. das paredes ou guardas às quais forem fixados.8m. em escadas largas. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 15 de 26 .2 Corrimãos 4. a cada 1.3 Exigências estruturais 4. sem interrupção nos patamares. seu diâmetro varia entre 38mm e 65mm (ver Figura 15).8.2.4.2m de largura devem ter corrimão intermediário. balaústres e assemelhados calculados para resistir a uma carga horizontal de 1.8.2 As extremidades dos corrimãos intermediários devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes. as reações devidas a esse carregamento não precisam ser adicionadas às cargas especificadas na alínea precedente (ver Figura 16). aplicada em qualquer ponto deles.8. sendo em escadas. No caso de secção circular.4 Corrimãos intermediários 4. as divisórias leves e outros elementos de construção que envolvam as saídas de emergência devem ser projetados de forma a: a) resistir a cargas transmitidas por corrimãos nelas fixados ou calculadas para resistir a uma força horizontal de 730N/m aplicada a 1.8.Dimensões de guardas e corrimãos 4. sem encontrar quaisquer obstruções. em saídas de emergência.2 Uma escada pode ter corrimãos em diversas alturas. em escolas.3. 4. se for o caso.8.8. prolongando-se.4 Os corrimãos devem estar afastados 40mm. sempre que for possível.8.1 Escadas com mais de 2. além do corrimão principal.c) ser constituídas por materiais não estilhaçáveis. Figura 14 . onde pode ser previsto.1 As guardas de alvenaria ou concreto. 4. 4. Exceção: será feita as ocupações do grupo I e J para as escadas e saídas não emergenciais.05m de altura. utilizadas por pessoas muito idosas e deficientes físicos. as esquadrias.3. jardins-deinfância e assemelhados.

2 A estrutura dos prédios dotados de áreas de refúgio deve ter resistência conforme estabelecido em norma técnica específica. c) possuir dispositivo de retorno e bloqueio dos carros no pavimento da descarga. anulando as chamas existentes. e em torres exclusivamente monumentais de ocupação F-2.10.9. 4.3 Escadas externas de caráter monumental podem. b) nas ocupações institucionais H-2 e H-3.1. 4. para patamar de escada pressurizada ou local análogo do ponto de vista de segurança contra fogo e fumaça. para hall enclausurado e pressurizado. 4.2.5 O elevador de emergência deve atender a todos os pavimentos do edifício. tendo acesso direto.1.1 Conceituação e exigências 4. mediante chamada apropriada. 4. possuindo este circuito chave reversível no piso da descarga.12.1 Enquanto não houver norma específica referente a elevadores de emergência. sempre que sua altura ultrapassar a 12m.10.192 e (ver Figura 9): a) ter sua caixa enclausurada por paredes resistentes a quatro horas de fogo.9. a pelo menos uma escada/rampa de emergência (ver Figura 17).9. excepcionalmente.1.410 e NBR 7. A caixa de corrida (poço) deve ter abertura de ventilação permanente em sua parte superior. c) ter circuito de alimentação de energia elétrica com chave própria independente da chave geral do edifício.9.7.2.9. excetuadas as de classe de ocupação G-1.2.8. cada uma delas (a área de refúgio e o restante do pavimento). independentemente de sua largura. sem prejuízo do fechamento do vão do poço nos demais pavimentos.2 Exigências 4. 4. 4. quando forem utilizadas por grandes multidões. 4.10 Área de refúgio 4.1 É obrigatória a instalação de elevadores de emergência: a) em todas as edificações residenciais A-2 e A-3 com altura superior a 80m e nas demais ocupações com altura superior a 60 m. que possibilite Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 16 de 26 . ter apenas dois corrimãos laterais.10. nos termos do item 4.7. o elevador de emergência deve ter cabine com dimensões apropriadas para o transporte de maca.2.10. ainda.2. b) possuir chave de comando de reversão para permitir a volta do elevador a este piso.1. às seguintes condições: a) estar localizado no pavimento da descarga.1 As paredes que definem as áreas de refúgio devem apresentar resistência ao fogo conforme estabelecido em norma técnica específica.2. em número igual ao das escadas de emergência. em caso de emergência.9.7. atendendo às condições estabelecidas na alínea d do item 4. para varanda conforme o item 4.4 As caixas de corrida (poço) e casas de máquinas dos elevadores de emergência devem ser enclausuradas e totalmente isoladas das caixas de corrida e casas de máquinas dos demais elevadores. estes devem atender a todas as normas gerais de segurança previstas nas NBR 5. 4.1 Área de refúgio é a parte de um pavimento separada por paredes corta-fogo e portas corta-fogo. incluindo os localizados abaixo do pavimento de descarga com altura ascendente superior a 12m.4.8.3 Nas ocupações institucionais H-3. de modo que as respectivas portas permaneçam abertas.9.1 Obrigatoriedade 4.9. d) possuir duplo comando automático e manual reversível. independente dos elevadores de uso comum.10.2 O painel de comando deve atender. que ele seja ligado a um gerador externo na falta de energia elétrica na rede pública. Figura 16 – Pormenores construtivos da instalação de guardas e as cargas a que elas devem resistir 4.4. d) deve estar ligado a um grupo moto-gerador de emergência.1. b) ter suas portas metálicas abrindo para antecâmara ventilada.9 Elevadores de emergência 4.

11. pode ser constituída por: a) corredor ou átrio enclausurado. H-2 e H-3 com altura superior a 12 m.3. sendo.11 Descarga 4. quando necessário.Desenho esquemático da área de refúgio 4. a comunicação entre as áreas de refúgio e/ou entre essas áreas e saídas deve ser em nível ou. nas edificações onde as escadas exigidas forem do tipo NE . sala de espera. b) a existência de compartimentação de área no pavimento será aceita como área de refúgio.000m². que fica entre a escada e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública. as áreas de refúgio não devem ter áreas superiores a 2. Nesses casos a área mínima de refúgio de cada pavimento ficará restrita a 30% da área de cada pavimento.2 Obrigatoriedade 4. 4.escadas não enclausuradas e altura até 12m.4. tais como apartamentos. bem como nas ocupações E-6.3 Hospitais e assemelhados 4.3 Admite-se que a descarga seja feita por meio de saguão ou hall térreo não enclausurado.2.11. atendendose às dimensões exigidas no item 4.4 A área em pilotis que servir como descarga deve: a) não ser utilizável como estacionamento de veículos de qualquer natureza. E-6.11.2 Nessas ocupações H-2 e H-3. em rampas.1 É obrigatória a existência de áreas de refúgio em todos os pavimentos nos seguintes casos: a) em edificações institucionais de ocupação E-5.2. 4.10. sendo admitido nesse saguão ou hall elevadores. sala de estar e salão de festas (ver Figura 18).1 Tipos 4.b) ter pisos e paredes revestidos com materiais que atendam às condições da norma técnica específica.10. salas de medidores.11. quando a escada for à prova de fumaça ou quando a escada for enclausurada protegida. recepção.1.6. no mínimo com largura de 2. desde que entre o acesso à escada e a área externa (fachada ou alinhamento predial) possua um espaço reservado e desimpedido. desde que tenha acesso direto às saídas de emergência (escadas ou rampas). não podendo ser utilizada como depósito de qualquer natureza.10.10.11.1. parte da saída de emergência de uma edificação. restaurante e outros. dotada de divisores físicos que impeçam tal utilização. como especificado no item 4. isolando-o de todo compartimento que com ele se comunique.1. caso haja desníveis. b) Ser mantida livre e desimpedida.10. Figura 17 . c) corredor a céu aberto.2m.3. Figura 18 – Descarga através de hall térreo não enclausurado 4.2 O corredor ou átrio enclausurado que for utilizado como descarga deve: a) ter paredes resistentes ao fogo por tempo equivalente ao das paredes das escadas que a ele conduzirem.1.1 Em ocupações H-2 e H-3.1 Não será exigida a letra a acima. 4.11. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 17 de 26 . desde que entre o final da descarga e a fachada ou alinhamento predial (passeio) mantenha-se um espaço livre para acesso ao exterior. 4. portaria. 4.11. b) área em pilotis.1 A descarga. 4. c) ter portas corta-fogo com resistência de 90min de fogo.1.

1 Galerias comerciais (galerias de lojas) podem estar ligadas à descarga desde que seja feito por meio de antecâmara enclausurada e ventilada diretamente para o exterior ou através de dutos. 4.1 A iluminação de emergência deve ser executada obedecendo ao estabelecido em norma técnica específica. desde que seja agregado à largura desta uma unidade de saída (0.2 A largura das descargas não pode ser inferior: a) a 1.65 e 2.3. b) à largura calculada conforme 4.13 Acesso de guarnições de bombeiros na edificação e áreas de risco por meio de ponto de ancoragem 4.1 A sinalização de saída deve executada obedecendo ao estabelecido norma técnica específica.4. não sendo necessário que a descarga tenha.3.2.2m. b) ser constituído de material que resista a esforços de tração de 3. o dia. Mesmo nos casos de edificações destinadas a uso unicamente durante 4. 4. dentro dos padrões estabelecidos para as escadas à prova de fumaça (PF). devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem. e) a distância mínima entre o ponto de ancoragem e a projeção horizontal da fachada atendida deve ser de 1m.2m.Acesso de galeria comercial à descarga 4.1 Considera-se ponto de ancoragem todo dispositivo destinado à ancoragem de cordas para a retirada de vítimas e acesso de bombeiros na edificação e áreas de risco. c) ser constituído de material que resista às intempéries.2 Características do ponto de ancoragem: a) permitir a fixação de modo a não provocar a abrasão ou esforços de corte nas cordas. de acordo com a NBR 5. conforme indicado na Figura 20.11. em toda a sua extensão.11.12. dotadas de duas portas corta-fogo P-60. 4.11.3 Outros ambientes com acesso 4.1 Iluminação das rotas de saídas de emergência 4.000 quilogramas força (tubulação preferencialmente com diâmetro de 63mm ou vergalhão com diâmetro mínimo de 50mm).1 As rotas de saída devem ter iluminação natural e/ou artificial em nível suficiente.13.4.13. considerando-se esta largura para cada segmento de descarga entre saídas de escadas (ver Figura 19).12.413.1. a soma das larguras das escadas que a ela concorrem.1 No dimensionamento da descarga. 4.1.3 Sinalização de saídas de emergência 4. Figura 20 . d) ser fixado em pelo menos 2 pontos com resistência igual ao exigido na letra b. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 18 de 26 .2 Iluminação de emergência 4.12 Iluminação de emergência e sinalização de saída 4.12. e a 1.55 m). nos prédios em geral.11.2. nas edificações classificadas com H-2 e H-3 por sua ocupação.11.12.11. é indispensável a iluminação artificial noturna.12. 4. ser em Figura 19 – Dimensionamento de corredores de descarga 4.2 Dimensionamento 4.12.5 O elevador de emergência pode estar ligado ao hall de descarga.2.

20m acima do piso interno e que não tenham medida alguma menor que 60cm (luz).1.3.15. consideram-se construções subterrâneas ou subsolos as edificações. 60cm de largura livre por 1.2 e 4. obedecendo às alíneas a.1.15.14. ou parte delas. que não possuem meios de acesso direto ao exterior. em lados opostos.15. os pavimentos nas condições seguintes: a) o pavimento que for provido em pelo menos dois lados de. com distância mínima de 10m entre elas. 4. pelo menos.3 Exigências especiais para construções subterrâneas subsolos e edificações sem janelas 4.2. através de suas paredes periféricas ou aberturas para ventilação ou salvamento.15.1 As edificações sem janelas são aquelas edificações. b) quando. em áreas sem acesso direto ao exterior e sem janelas para permitir ventilação e auxílio de bombeiros.14 Acesso sem obstáculos 4.1 Construções subterrâneas ou subsolos 4.050. inclusive usuários de cadeiras de rodas. não destinados a garagem. devem permitir a saída conveniente de seus usuários e atender às exigências abaixo: a) para subsolos com áreas de construção superior a 500m2 ou população total superior a 100 pessoas. A existência de compartimentação de área no pavimento.2. considerando que.2. espaçados. b) estas aberturas tenham peitoril a não mais de 1.1 As rotas de saída destinadas ao uso de doentes e deficientes físicos.Generalidades e conceituação 4. 4. b) todos os pavimentos acima do térreo tiverem aberturas de acesso ou janelas em dois lados do prédio.2. será aceita como área de refúgio. localizado na última laje e com acesso fácil aos bombeiros e ocupantes da edificação. exceto para os subsolos destinados a estacionamento de veículos.15.13.15. no mínimo. c) é obrigatória a adoção de áreas de refúgio em subsolos com área superior a 500m². ressalvados os casos descritos nos itens 4. desde que tenha Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 19 de 26 . painel de acesso ou janelas espaçadas a não mais de 50m nas paredes exteriores. para efeito de saídas de emergência. na qual o piso se ache abaixo do pavimento da descarga.14. devem possuir rampas e elevadores de segurança ou outros dispositivos onde houver diferença de nível entre pavimentos. 4. 4.1m de altura livre. 15m nestas paredes.15. b e c do item 4. de forma a permitir operações de salvamento provenientes do exterior.2. 4. com. c) estas aberturas sejam de fácil manuseio.1 Para os efeitos desta Norma Técnica.2.15 Construções subterrâneas. no mínimo. no mínimo.1. com acesso de público ou população superior a 50 pessoas. 4. das janelas ou grades fixas existentes. b) os pontos de ancoragem devem ser localizados de forma centralizada em relação às fachadas que visem a atender.4. sem passagem pela descarga térrea. subsolos e as edificações sem janelas.15. ter ao menos uma das saídas direta ao exterior.15. extintores de incêndio e outros) e ter as larguras exigidas pela NBR 9.2.2 Não são considerados subsolos. no caso de subsolo.2.1. b) estas aberturas deve ter dimensões mínimas de 60cm x 60cm.15. da área de cada pavimento.2 Uma edificação térrea (ver Tabela 1) ou porção dela não é considerada sem janelas quando: a) o pavimento tiver portas ao nível do solo. 4.15. ressalvando o especificado no item 4. no mínimo. tanto do lado interno como externo. ou parte delas.15.1.2. qualquer incêndio ou fumaça tende a provocar pânico. 4. destinado a atender cada fachada. subsolos e edificações sem janelas . além das demais exigências desta Norma Técnica que lhes forem aplicáveis. Nesse caso a área de refúgio fica restrita a 30%.2 Edificações sem janelas 4. ter no mínimo duas saídas de emergência.2 Essas rotas devem permanecer livres de quaisquer obstáculos ou saliências nas paredes (móveis.1 As construções subterrâneas.15.3 Uma edificação não-térrea (ver Tabela 1) não é considerada sem janelas quando: a) existirem acessos conforme a alínea a do item 4.3. 2m² de aberturas inteiramente acima do solo a cada 15m lineares de parede periférica.15.2.15.3 Exigências a) toda edificação com altura superior a 23m deve possuir pelo menos um ponto de ancoragem. devendo ter identificação tanto internamente como externamente. obedecendo às alíneas b e c do item 4.

gases ou calor aos demais pavimentos elevados. Exceção será feita às edificações térreas dos grupos G-1. G-2. com altura inferior a 12m. serão acrescidas em 50% da Tabela 5 desta Norma Técnica. para todos os grupos de ocupação.50m² em uma das faces.50m² em uma das faces. deve-se manter uma ventilação permanente de no mínimo 0.acesso direto às saídas de emergência (escadas ou rampas). deve ser adotada a escada tipo comum (NE). de qualquer outra abertura. Alturas superiores a 12m. caso a escada possua uma ou mais faces voltadas para área aberta externa. deve-se manter uma ventilação permanente de no mínimo 0. exige-se pressurização da escada. f) Quando o subsolo tiver outra ocupação que não a de estacionamento de veículos e possuir altura ascendente superior a 12m. a escada deve ser do tipo pressurizada (PF). A distância das venezianas podem ser reduzidas para 1.16 Exigências para edificações construídas anterior a 11 de março de 1983 a) para edificações com ocupação residencial. b) para as demais ocupações. os subsolos e prédios sem janelas devem atender aos parâmetros estabelecidos em norma técnica que trate acerca do controle de fumaça. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 20 de 26 . vestiários ou áreas de serviço. e para aquelas com altura superior a 12m deve ser adotada a escada enclausurada com PCF P-90 e alvenaria resistente ao fogo. c) as edificações que possuírem subsolos deverão ser isoladas do pavimento térreo. de qualquer outra abertura. de modo a evitar a passagem de fumaça. Para edificações com altura superior a 12m.4m de outras aberturas que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível. aceita-se escada tipo NE. A distância das venezianas podem ser reduzidas para 1. que terão suas distâncias máximas a serem percorridas acrescidas em 100% da Tabela 5. devendo distar pelo menos 3m. grupo A . escada protegida). vestiários ou áreas de serviço. Caso a escada possua uma ou mais faces voltadas para área aberta externa. e) além das exigências acima. e) Nos casos em que for comprovada tecnicamente a inviabilidade da adaptação. I-1. devendo distar pelo menos 3m. sendo que as portas de acesso às unidades autônomas (residências) não podem ter aberturas. área de refúgio.divisão A-2. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote. devendo ser respeitado os projetos anteriormente aprovados junto ao CBMCE. exige-se escada simplesmente enclausurada com PCF P-90. em projeção horizontal.4m de outras aberturas que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível. podendo esta distância ser reduzida para 2m para caso de aberturas instaladas em banheiros. deverá o interessado propor medidas alternativas por meio de Comissão Técnica do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará. d) as distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior. d) nos subsolos de edificações com exigência de escada tipo EP ou PF. com altura ascendente de até 12m. em projeção horizontal. em cada pavimento. no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote. podendo esta distância ser reduzida para 2m para caso de aberturas instaladas em banheiros. 5. J-1 e J-2. em cada pavimento.

ANEXOS – TABELAS Tabela 1 – Classificação das edificações quanto à altura Tabela 2 – Classificação das edificações quanto às suas dimensões em planta Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 21 de 26 .

Tabela 3 – Classificação das edificações quanto às suas características construtivas CÓDIGO TIPO ESPECIFICAÇÃO Edifícios onde pelo menos duas das três condições estão presentes: a) Não possuam TRF. mesmo que existam condições de isenção. de acordo com norma técnica específica. mesmo que existam condições de isenção. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 22 de 26 . c) Não possuam controle dos materiais de acabamento. preferencialmente. mesmo que existam condições de isenção Edifícios onde apenas um das três condições está presente: a) Não possuam TRF. c) Não possuam controle dos materiais de acabamento. Y Edificações onde um dos três eventos é provável: a) rápido crescimento do incêndio. de acordo com norma técnica específica. c) Não possuam controle dos materiais de acabamento. mesmo que existam condições de isenção. c) colapso estrutural. ser sempre projetadas e executadas conforme classificação do tipo Z. b) propagação vertical do incêndio. mesmo que existam condições de isenção. X Edificações em que o crescimento e a propagação do incêndio podem ser fáceis e onde a estabilidade pode ser ameaçada pelo incêndio. b) Não possuam compartimentação vertical completa. mesmo que existam condições de isenção. mesmo que existam condições de isenção. de acordo com norma técnica específica. de acordo com norma técnica específica. Z Edificações concebidas para limitar: a) rápido crescimento do incêndio. Edifícios onde nenhuma das três condições abaixo está presente: a) Não possuam TRF. b) propagação vertical do incêndio. mesmo que existam condições de isenção. de acordo com norma técnica específica. de acordo com norma técnica específica. c) colapso estrutural. Nota: As edificações devem. mesmo que existam condições de isenção. b) Não possuam compartimentação vertical completa. b) Não possuam compartimentação vertical completa.

c) Lanços ascendentes de escadas com degraus até 18cm de altura: redução de 20%.3).5cm de altura: redução de 15%. Nos demais casos devem sofrer redução como abaixo especificado. (B) As capacidades das unidades de passagem em escadas e rampas estendem-se para lanços retos e saída descendente. b) Lanços ascendentes de escada com degraus até 17. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 23 de 26 . com degraus até 17cm de altura: redução de 10%.Tabela 4 – Dados para dimensionamento das saídas de emergência NOTAS: (A) Os parâmetros dados nesta Tabela são os mínimos aceitáveis para o cálculo da população (ver seção 4. Essas porcentagens de redução são cumulativas. quando for o caso: a) Lanços ascendentes de escadas.

gabinetes e outras dependências que possam ser usadas como dormitórios (inclusive para empregadas) são considerados como tais. as ocupações acima possuam controle de fumaça. é a área útil interna da dependência em questão. estas distâncias poderão ser acrescidas de 100%. em escolas. declividade até 10%: redução de 1% por degrau percentual de inclinação (1% a 10%). (J) A parte de atendimento ao público de comércio atacadista deve ser considerada como do grupo C.F-6 e outros. conforme o caso. bem como salões de festas e centros de convenções em hotéis são considerados nos grupos de ocupação F5 . G-2. nas ocupações B. (G) As cozinhas e suas áreas de apoio. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 24 de 26 . J-1 e J-2. exceto para os locais destinados a divisão F-3. na base de uma pessoa por 7m². uma pessoa por 7m² de área. a área de pavimento correspondente ao ambulatório. J-3 e J-4. onde deve ser consultada norma técnica específica. com mais de 10m².d) Rampas ascendentes. F-6 e F-8.500 pessoas. com área superior a 10. sem divisões em planta. terão suas distâncias máximas a serem percorridas acrescidas de 150% e para as divisões I-2. as salas de costura. (E) Por “Área” entende-se a “Área do pavimento” que abriga a população em foco. I-1. (I) O símbolo “+” indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (não cobertos por esta Norma Técnica). quando discriminado o tipo de área (por ex. isto é. (L) Esta tabela se aplica a todas as edificações. têm sua ocupação admitida como no grupo D. (H) Em hospitais e clínicas com internamento (H-3). Em apartamentos mínimos. e) Rampas ascendentes de mais de 10% (máximo: 12. (C) Em apartamentos de até dois dormitórios.000m² ou população total superior a 2.5%): redução de 20%. (D) Alojamento = dormitório coletivo. em ambos os casos. desde que.: área do alojamento). considera-se uma pessoa para cada 6m² de área de pavimento. (F) Auditórios e assemelhados. Tabela 5 – Distâncias máximas a serem percorridas NOTAS: a) Edificações exclusivamente térreas dos grupos G-1. de acordo com norma técnica específica. a sala deve ser considerada como dormitório: em apartamentos maiores (três e mais dormitórios). que tenham pacientes ambulatoriais. acresce-se à área calculada por leito.

galpões e outros). com área superior a 10. é necessária a apresentação do leiaute definido em planta baixa (salão aberto.500 pessoas. Tabela 6 – Número mínimo de saídas e tipos de escadas de emergência por ocupação Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 25 de 26 . sala de eventos. onde deve ser consultada norma técnica específica. as distâncias definidas acima serão reduzidas em 30% (trinta por cento). exceto para os locais destinados à divisão F-3. escritórios. c) Para que ocorram as distâncias previstas na Tabela 5 e notas acima.b) Esta tabela se aplica a todas as edificações. Caso não seja apresentado o leiaute definido em planta baixa. escritórios panorâmicos.000m² ou população total superior a 2.

Para as edificações que possuam área de refúgio em todos os pavimentos (exceto pavimento térreo). devem ser consultadas as tabelas anteriores.500 pessoas. f) Havendo necessidade de duas ou mais escadas de segurança. = Tipo de escada. altura acima de 30 m. sendo que acima desta altura (50m) permanece a escada do tipo PF (Escada Enclausurada à Prova de fumaça). h) O número de escadas de emergência depende também do dimensionamento das saídas pelo cálculo da população (Tabela 4) e das distâncias a serem percorridas (Tabela 5). Gr. onde são dados os significados dos códigos alfabéticos e alfanuméricos utilizados e mais as dos indicados a seguir. c) Outros símbolos e abreviaturas usados nesta tabela: Tipo esc.14 desta Norma Técnica. i) Para a divisão F-3. não há necessidade de rampa interligando os diferentes níveis em acessos às áreas de refúgio. . g) A quantidade mínima de escadas previstas nesta tabela pode ser desconsiderada desde que a edificação possua até 36 m de altura e a(s) escada(s) proposta(s) atendam aos parâmetros de distância máxima a percorrer (Tabela 5) e quantidade mínima de unidades de passagem para a lotação prevista (Tabela 4).a).= Não se aplica. atendendo ao item 4. + = Símbolo que indica necessidade de consultar Norma Técnica.6. EP = Escada enclausurada protegida (escada protegida). a escada poderá ser do tipo EP (Escada Enclausurada Protegida). normas ou regulamentos específicos (ocupação não coberta por essa Norma Técnica). e) Grupo H-2 e H-3: Altura superior a 12 m = além das saídas de emergências por escadas (Tabela 6). Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 26 de 26 . deve possuir elevador de emergência (ver Figura 9) e áreas de refúgio (ver Figura 18). PF = Escada à prova de fumaça. d) Para as ocupações do grupo F-3. contudo não superior a 50 m. = Grupo de ocupação (uso) – conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio Div. com área superior a 10.1. deve ser consultada norma técnica específica.NOTAS: a) Para o uso desta tabela. uma delas poderá ser do tipo Aberta Externa (AE). = Subdivisão do grupo de ocupação – conforme Tabela 1 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio Nota (1) = Em edificações de ocupação do grupo A – divisão A-2. onde o local tratar-se de recintos esportivos e/ou de espetáculos artístico cultural (exceto ginásios e piscinas com ou sem arquibancadas.000m² ou população total superior a 2.7. academias e pista de patinação). As áreas de refúgio quando situadas somente em alguns pavimentos de níveis diferentes deve ter seus acessos ligados por rampa (4. área de pavimento “N” (menor ou igual a 750 m²). b) Abreviatura dos tipos de escada: NE = Escada não enclausurada (escada comum). deve ser consultada norma técnica específica.

O 006/2008 SISTEMA DE HIDRANTES PARA COMBATE A INCÊNDIO FEVEREIRO/2010 (Incluidas alterações da Portaria GAB CMD 020/2010. de 10/02/2010)    Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 1 de 18  .ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N.

tabelas e outros recursos utilizados no projeto e no dimensionamento devem ser relacionados no memorial. com fundo permeável ou dreno. a partir do logradouro público.1 Aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias as instalações de sistemas de hidrantes para combate a incêndio. conforme Norma Técnica n. 4.1 Para efeitos desta Norma Técnica. se houver necessidade. o dispositivo de recalque deve possuir um registro de recalque adicional com as mesmas características definidas em 5. 4. e) o volante de manobra deve ser situado a no máximo 0. 001/2008. aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. de acordo com o o previsto na Norma Técnica n.1.4 A localização do dispositivo de recalque sempre deve permitir aproximação da viatura apropriada para o recalque da água. 2 APLICAÇÃO 2.2.50m da guia do passeio. para o livre acesso dos bombeiros.2 O Núcleo de Análise de Projetos poderá solicitar documentos relativos ao sistema e hidrantes. com cotas e com os hidrantes o numerados). Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 2 de 18  .3.3.000l/min. identificada pela palavra “INCÊNDIO”. 4.1.2 Quando a vazão do sistema for superior a 1. situado no passeio público correspondente à fachada principal da edificação. 001/2008. II. sendo que o prolongamento da tubulação deve ter diâmetro no mínimo igual ou superior ao existente na tubulação de recalque do sistema. bem como as características dos componentes do sistema de hidrantes para combate a incêndio. III e IV. 4. permitindo o fluxo de água nos dois sentidos e instalada de forma a garantir seu adequado manuseio. com dimensões de 0. 4. instalação.3.3 Não é admitida a referência a outro projeto para justificar a aplicação de qualquer informação no memorial.60m.3.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO CEARÁ NORMA TÉCNICA N° 006/2008 SISTEMA DE HIDRANTES PARA COMBATE A INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Definições 4 Procedimentos Anexos 1 OBJETIVO 1. no máximo. deve possuir as seguintes características (Figura 1): a) ser enterrado em caixa de alvenaria. c) estar afastada a 0.40m x 0. e f) a válvula deve ser do tipo gaveta ou esfera. 4. b) a tampa deve ser articulada e requadro em ferro fundido ou material similar.1 Todos os sistemas devem ser dotados de dispositivos de recalque. a 0.2 Projeto 4.1 Deve ser constado no memorial cálculos e dimensionamentos referente ao sistema de hidrantes a ser instalado. 4 PROCEDIMENTOS 4. consistindo em um prolongamento de diâmetro no mínimo igual ao da tubulação principal. 4. manutenção. cujos engates devem ser compatíveis com junta de união tipo “engate rápido” com diâmetro nominal de 65mm.1 Requisitos Gerais 4.50m do nível do piso acabado.1.1.1 Esta Norma Técnica fixa as condições necessárias exigíveis para dimensionamento. conforme especificado na Tabela 2. d) a introdução voltada para cima em ângulo de 45º e posicionada.2. aceitação e manuseio.3 Recalque 4. 3 DEFINIÇÕES 3. 4.3.2 Todos os parâmetros. ábacos.15m de profundidade em relação ao piso do passeio.3 O dispositivo de recalque. além de uma perspectiva isométrica da tubulação (sem escala.1 Os sistemas de combate a incêndio por hidrantes estão classificados em tipos I.

4. pintados em vermelho. 4. d) jato compacto de 25mm para sistema tipo IV.7. 7.3 A utilização do sistema não deve comprometer a fuga dos ocupantes da edificação.6. 4.1 Tipos de sistemas 4. 4. deve ser projetado de tal forma que dê proteção em toda a edificação. b) em posições centrais nas áreas protegidas. 4.1 As mangueiras de incêndio devem ser acondicionadas dentro dos abrigos de forma a permitir sua utilização com facilidade e rapidez. II ou III) ou Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 3 de 18  .6 A porta do abrigo não pode ser trancada.4.7.1 O dimensionamento deve consistir na determinação do caminhamento das tubulações.2 As vazões da Tabela 2 devem ser obtidas no requinte do esguicho acoplado à sua respectiva mangueira de incêndio.2 Recomenda-se que sejam utilizadas mangueiras de incêndio de 65mm de diâmetro para redução da perda de carga.4.5m do piso acabado. 7.7.4.6. b) jato compacto de 16mm para sistema tipo II. 4. e d) de 1.7 A tomada de água pode ser instalada dentro do abrigo. devem atender ao afastamento de no mínimo uma vez e meia a altura da parede externa da edificação a ser protegida. 4. 4.5 Os abrigos dos sistemas de hidrantes não devem ser instalados a mais de 3 m da expedição da tubulação.7.5. 4.4.2 Os hidrantes devem ser distribuídos de tal forma que qualquer ponto da área a ser protegida seja alcançado por um esguicho (sistemas tipo I.2. 4. 4.7. 4. também. 4.1.4.2 Os abrigos podem ser construídos de materiais metálicos. devendo. 4.6.3 Os abrigos devem possuir apoio ou fixação própria. dos diâmetros dos acessórios e dos suportes.0 a 1. desde que devidamente dimensionados por cálculo hidráulico. desde que não impeça a manobra ou a substituição de qualquer peça. 4. c) jato compacto de 19mm para sistema tipo III.1. escadas e/ou acesso principal a ser protegido.6.6 Requisitos específicos 4.1 As válvulas dos hidrantes devem ser do tipo angulares de diâmetro não inferior a 65mm (2 ½ “).1 Podem ser utilizados até 60m de mangueira de incêndio (em lances de 15m).1.1 Os pontos de tomada de água devem ser posicionados: a) nas proximidades das portas externas.4 Abrigo 4.4. sem que haja a necessidade de adentrar as escadas.5 É vedada a instalação do dispositivo de recalque em local que tenha circulação ou passagem de veículos. possuir a inscrição “INCÊNDIO” em sua parte frontal.4. independente da tubulação que abastece o hidrante. conforme estabelecido nesta Norma Técnica. c) fora das escadas ou antecâmaras de fumaça.8.7 Distribuição dos Hidrantes FIGURA 1 – Dispositivo de recalque 4.2 No caso de projetos que utilizem hidrantes externos. Dimensionamento do sistema 4. portanto.6.2.3. antecâmaras ou outros locais determinados exclusivamente para servirem de rota de fuga dos ocupantes.8. e sinalizados conforme norma técnica específica.5 Válvulas de abertura para hidrantes 4.3 Para cada ponto de hidrante são obrigatórios os materiais descritos na Tabela 4. devendo estar em local visível e de fácil acesso. a não mais de 5m.4.1 Os tipos de sistemas previstos são dados na Tabela 2.1.8. necessários e suficientes para garantir o funcionamento dos sistemas previstos nesta Norma Técnica. 4. não sendo vetado o uso de mangueiras de 1 1/2” desde que hidraulicamente dimensionados para as pressões exigidas. devendo atender ao item a) obrigatoriamente.4 O abrigo deve ter utilização exclusiva. 4.4 As vazões da Tabela 2 correspondem a: a) jato compacto de 13mm para sistema tipo I.

no mínimo as vazões obtidas conforme a Tabela 2 e condições de 4. o dimensionamento dos sistemas deve ser feito para cada tipo de sistema individualmente ou dimensionado para atender o maior risco. L é o comprimento da tubulação (tubos). g é a aceleração da gravidade em metros por segundo. 4. D é o diâmetro interno.8 Cada sistema deve ser dimensionado de modo que as pressões dinâmicas nas entradas dos esguichos não ultrapassem o dobro daquela obtida no esguicho mais desfavorável considerado no cálculo. 4. 4. cujo cálculo deve ser realizado conforme equação indicada em 4. desde que comprovadas as suas adequações técnicas. Lt é o comprimento total. em metros. desde que comprovada a adequação técnica dos componentes empregados e atendido o requisito especificado em 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 4 de 18  . deve existir válvulas de paragem.1 Pode-se utilizar quaisquer dispositivos para redução de pressão.6 O local mais desfavorável considerado nos cálculos deve ser aquele que proporciona menor pressão dinâmica no esguicho. sendo a soma dos comprimentos da tubulação e dos comprimentos equivalentes das conexões. J é a perda de carga por atrito em metros por metros. em metros de coluna d’água.11 A velocidade da água no tubo de sucção das bombas de incêndio não deve ser superior a 2 m/s (sucção negativa) ou 3 m/s (sucção positiva).2.8 e 4.8.11.8.8.8.8.9.6. considerando. por segundo.8. 4.8.dois esguichos (sistema tipo IV).9 Recomenda-se que o sistema seja dimensionado de forma que a pressão máxima de trabalho em qualquer ponto não ultrapasse 100mca (1. 4. sendo que os resultados alcançados têm que satisfazer a uma das seguintes equações apresentadas: a) Darcy-Weisbach (“formula universal “) e fórmula geral para perdas de carga localizadas: Onde: hf é a perda de carga. recomenda-se a utilização de esguichos reguláveis em função da melhor efetividade no combate ao incêndio. 4.10 O cálculo hidráulico da somatória de perda de carga nas tubulações deve ser executado por métodos adequados para este fim. para qualquer tipo de sistema especificado.2.8.1 e 4.2.1 Situações que requeiram pressões superiores à estipulada serão aceitas. em metros por segundo. b) Hazen-Williams Onde: hf é a perda de carga em metros de coluna d’água.8. deve ser considerado o uso simultâneo dos dois jatos de água mais desfavoráveis considerados nos cálculos. em metros.13 No sistema de malha ou anel fechado.8.1. A é a área interna da tubulação.7 Nos casos de mais de um tipo de ocupação (ocupações mistas) na edificação (que requeira proteção por sistemas distintos). C é o fator de Hazem Willians (ver Tabela 1) D é o diâmetro interno do tubo em milímetros.8.12 A velocidade máxima da água na tubulação não deve ser superior a 5m/s. k é a somatória dos coeficientes de perda de carga das singularidades (conexões).8.4 Para o dimensionamento.1. 4. de 30m. desconsiderando-se o alcance do jato de água.11. desde que seja atendida a vazão mínima para cada esguicho prescrita na Tabela 2 e alcance do jato.8.3 O raio máximo de proteção de cada ponto de hidrante deverá ser.8. conforme itens 4.8. em cada jato de água. localizadas de tal maneira que pelo menos dois lados em uma malha que envolva quadras de processamento ou armazenamento.8. 4. a qual deve ser calculada pela equação: Onde: v é a velocidade da água.1 Para o cálculo da área deve ser considerado o diâmetro interno da tubulação. Q é a vazão.2.11. 4. considerando-se o comprimento do lance de mangueira de 15m através de seu trajeto real e desconsiderando-se o alcance do jato de água.8.5 Independente do procedimento de dimensionamento estabelecido. 4.11. 4.8. v é a velocidade do fluido. 4.000kPa). em metros quadrados. 4. 4. em metros por segundo.8. obrigatoriamente. Q é a vazão de água. f é o fator de atrito (diagramas de Moody e HunterRouse). em litros por minuto. em metros cúbicos por segundo.

2. desde que comprovada a sua adequação técnica e aprovado pelo órgão competente.10 Os reservatórios devem ser dotados de meios que assegurem uma reserva efetiva e ofereçam condições seguras para inspeção.1.11.1 As subdivisões devem ter no mínimo 4. 4. 4. 4. C-84800 e C 86400 da ASTM B 584.5m de capacidade. positiva ou negativa.9.0kPa).2.4 Devem ser construídos em latão ligas C37700. açudes etc devem ser captadas conforme descrito no Anexo B. no caso de rompimento ou bloqueio dos outros dois. através da interligação das tubulações.3 Os esguichos são dispositivos hidráulicos para lançamento de água através de mangueiras de incêndio. conforme a NBR 5626/98. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 5 de 18  .8.11.1. 4.2 Os componentes das instalações devem ser previstos em normas ou em especificações reconhecidas e aceitas pelos órgãos oficiais. rios.1 A bomba de incêndio deve ser do tipo centrífuga. 4.1 Geral 4.2 As prescrições e recomendações encontram-se no anexo C. liga 864 da ASMT B 30 para fundidos.9.2. com o jato paralelo ao solo com o esguicho regulado para jato compacto.9. sob comando ou automáticos.9.2.4 A altura manométrica total da bomba deve ser calculada para o hidrante mais desfavorável do sistema.3 Pode ser admitida a alimentação de outros sistemas de proteção contra incêndio. 4.9. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato.2 O dimensionamento do volume de água da reserva técnica de incêndio deve obedecer os critérios da Tabela 3.11. expedida pelos órgãos competentes. 4. 4. 4.9 Não é permitida a utilização da reserva técnica de incêndio pelo emprego conjugado de reservatórios subterrâneos e elevados.11. 4. possibilitando a emissão do jato compacto quando não reguláveis.7 As águas provenientes de fontes naturais tais como: lagos.10. 3 4. a fim de obterem aceitação formal da utilização nas condições específicas da instalação. 4. reservatório construído 4.9. C-46400 e C-48500 da ASMT B 283 para forjados ou C-83600.11. acionada por motor elétrico ou combustão.5 O inibidor de vórtice e poço de sucção para reservatório elevado deve ser conforme o Anexo B.2 Esguichos 4.11 Componentes das instalações 4.4 Deve ser previsto conforme o Anexo B. deve ser feito o dimensionamento de vazão da bomba e de reservatório para o maior risco e os esguichos e mangueiras podem ser previstos de acordo com os riscos específicos.9.9.1 A reserva técnica de incêndio deve ser prevista para permitir o primeiro combate durante determinado tempo. 4. 4. 4.11. 4. 4.9.3 No caso de ocupações mistas com uma bomba de incêndio principal.9. ou bronze ASMT B 62.4. 4.possam ficar em operação. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato.10. C-83800. ou sendo reguláveis possibilitando a emissão de jato compacto ou neblina.10 Bombas de incêndio 4.10. de 0. para fundidos.1 Outros materiais podem ser utilizados.2 O alcance do jato para esguicho regulável produzido por qualquer sistema adotado conforme Tabela 2 não deve ser inferior a 8m.8. 4.9.6 O reservatório que também acumula água para consumo normal da edificação deve ser adequado para preservar a qualidade da água.11.14 Para efeito de equilíbrio de pressão nos pontos de cálculos é admitida a variação máxima.9.10. Reservatório e Reserva Técnica de Incêndio 4.11.50mca (5. com o jato paralelo ao solo.1 O alcance do jato compacto produzido por qualquer sistema adotado conforme Tabela 2 não deve ser inferior a 8m. 4.1 Os componentes que não satisfaçam a todas as especificações das normas existentes ou às exigências dos órgãos competentes e entidades envolvidas devem ser submetidos a ensaios e verificações. 4. 4.2.8 O reservatório pode ser subdividido desde que todas as unidades estejam ligadas diretamente à tubulação de sucção da bomba de incêndio.11.

4. rígidos e espaçados em no máximo 4m.5.1. 4.5.2 Para as edificações do Grupo A pode ser utilizada tubulação com diâmetro nominal 50mm (2”) em cobre.1. de modo que cada ponto de fixação resista a cinco vezes a massa do tubo cheio de água mais a carga de 100Kg. 4.60m.6.2.20.11. que passam em dutos verticais ou horizontais e que sejam visíveis através da porta de inspeção.3.11.2. 4.11.4. devem ser em cor vermelha.11.11.6 Tubulações e conexões 4.1 Na ausência de normas brasileiras aplicáveis as válvulas.5. mantendo seu funcionamento normal.3.7 NH/98.11.6.11. considerando também toda a influência que a ocupação final é capaz de exercer. escorvas e outros dispositivos devem ser dimensionados conforme a aplicação. 4.5 Válvulas 4. 4.6.11.4. 4. conforme a NBR 10897/90.4 As válvulas devem satisfazer aos ensaios de estanqueidade pertinentes.11. com objetivo de proporcionar manutenção em trechos da tubulação sem desativação do sistema.6 As tubulações destinadas à alimentação dos hidrantes não podem passar pelos poços de elevadores ou dutos de ventilação.11.11.6. deve permitir a modulação da conformação do jato e o fechamento total do fluxo. 4.11.5 Os componentes de vedação devem ser em borracha.6. 4.6.3 Devem ser utilizadas somente mangueiras com lances de 15m.5. somente devem ser utilizados enterrados a 0.11.11. fora da projeção da edificação e satisfazendo a todos os requisitos de resistência à pressão interna e a esforços mecânicos necessários ao funcionamento da instalação. 4. tubo sem costura e exclusivamente para edificações de risco leve ou baixo e desde que comprovado tecnicamente o desempenho hidráulico dos componentes e do sistema. não excedendo os comprimentos máximos estabelecidos na Tabela 2. 4.10 Os materiais termoplásticos.3 As roscas de saída das válvulas para acoplamento do engate rápido devem ser conforme a NBR 5667/80 ou ANSI/ASME B1.5 É recomendada a instalação de válvulas de bloqueio adequadamente posicionadas.11.1 A tubulação do sistema não deve ter diâmetro nominal inferior a 65mm (2 ½ “).11. 4.11.11.4.6.11. para proporcionar o seu perfeito funcionamento.11.3 Os drenos.8 O adaptador tipo engate rápido para acoplamento das mangueiras deve obedecer ao item 4. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 6 de 18  . 4. 4.11.1. na forma de tubos e conexões. 4.11.6.2 As dimensões e os materiais para a confecção dos adaptadores tipo engate rápido devem atender a NBR 14349/99. de alavanca ou de colar.2 O comprimento total das mangueiras que servem cada saída a um ponto de hidrante deve ser suficiente para vencer todos os desvios e obstáculos que existem. conforme ASTM D 2000. 4.7 Todo e qualquer material previsto ou instalado deve ser capaz de resistir ao efeito do calor e esforços mecânicos. através de laudo de laboratório oficial competente.2.11.5 Os trechos das tubulações do sistema.5. 4.6 O acionador do esguicho regulável.11.1 A mangueira de incêndio para uso de hidrante deve atender às condições da NBR 11861/98.4 Uniões/Engates 4.11. é recomendável que atendam aos requisitos da BS 5041 parte 1/87.6. 4. se for exposto ao fogo. 4. no ponto de hidrante considerado.2 da BS 5041 PARTE 1/87. recursos para simulação e ensaios. especificados em A. 4.11.11.4.3. 4. 4.8 O meio de ligação entre os tubos.2 As roscas de entrada das válvulas devem ser de acordo com a NBR 6414/83 ou NBR 12912/93.1 e A.2.11.7 Cada esguicho instalado deve ser adequado aos valores de pressão disponível e de vazão de água. conexões e acessórios diversos deve garantir a estanqueidade e a estabilidade mecânica da junta e não deve sofrer comprometimento de desempenho.1 As uniões de engate rápido entre mangueiras de incêndio devem ser conforme a NBR 14349/99.6.11.3 Mangueira de incêndio 4.4 As tubulações aparentes do sistema devem ser em cor vermelha. quando necessários.9 A tubulação deve ser fixada nos elementos estruturais da edificação por meio de suportes metálicos. 4.

11.11.6. de acordo com o item 4.11. 4. sendo utilizado para atender às condições do item 4.11. o volume da reserva do sistema de hidrantes calculado para as condições do item 4.3 Nas áreas de edificações.11. utilizando solda capilar com material de enchimento BcuP-3.11.12.6.3 A pressão de acionamento a que podem estar submetidos os pressostatos corresponde a no máximo 70% da sua maior pressão de funcionamento.11.1 Os instrumentos devem ser adequados ao trabalho a que se destinam. 4.6. 4. 4.8.16.11.7.7. 4. devem seguir os parâmetros definidos pela Tabela 3. 4.6.12.8.11 A tubulação enterrada com tipo de acoplamento ponta e bolsa deve ser provida de blocos de ancoragem em concreto nas mudanças de direção e abraçadeiras com tirantes nos acoplamentos conforme especificado na NBR 10897/90. onde seja necessária a proteção por sistemas de resfriamento e/ou de proteção por espuma. tais como tanques isolados ou parques de tanques sejam separados das demais construções. caso as áreas de risco.11. considerando a não simultaneidade de eventos.11.12 Os tubos de aço devem ser conforme as NBR 5580/93. 4.8/92 ou equivalentes.11.8. desde que alimentada por fonte alternativa de energia.6.4. desde que atendam o item 4.7 não é somado ao volume da reserva de água dos demais sistemas. tais como tanque ou parque de tanques.11.1 Outros tipos de solda podem ser usados. 4. de acordo com AWS A5. conforme cada ocupação respectiva.12.5 Os casos não contemplados nesta norma serão submetido à Câmara Técnica para decisão por meio de parecer técnico.2 Os manômetros devem ser conforme a NBR 14105/98.2 Quando o conjunto do sistema hidráulico de combate a incêndio for único (bombas de incêndio e tubulações). 4.11.18 As conexões de PVC devem ser conforme a NBR 10351/88. as bombas de incêndio devem atender aos maiores valores de pressão e de vazão dos cálculos obtidos.7 Instrumentos do sistema 4.6.13 As conexões de ferro maleável devem ser conforme a NBR 6925/85 ou NBR 6943/93. de resfriamento ou de espuma.12 Considerações Gerais 4.17 Os tubos de PVC devem ser conforme as NBR 5647-1/99.8. sendo especificados pelo projetista. 4. 4. pelas suas características e localização no sistema.6. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 7 de 18  . BcuP-4. 4.7. NBR 5587/85 ou NBR 5590/95. 4.15 Os tubos de cobre devem ser conforme a NBR 13206/94.12. a rede de hidrantes pode possuir uma bomba de pressurização para completar a altura manométrica necessária.6.6. 4. NBR 5647-3/99 e NBR 5647-4/99.12. 4.14 As conexões de aço devem ser conforme ASMT A 234/97.4 Para fins de dimensionamento da reserva técnica de incêndio para os casos do sistema de hidrantes. 4.11.16 As conexões de cobre devem ser conforme a NBR 11720/94.7. NBR 5647-2/99.6.1 O dimensionamento do sistema de hidrantes.

D-4 (acima de 300 MJ/m2). F-7. L-2 e L-3 F-1 (até 300 MJ/m2). F-1 (acima de MJ/m2). 15m e 20m respectivamente para os tipo I. G-1. C-1. H-4. E-1.500m2 2. D-3 (acima de A-2. E-6.5m RTI 7. (acima de 300 até 800 300 MJ/m²). A-3.ANEXO A – TABELAS TABELA 1 – FATOR "C" DE HAZEN-WILLIAMS TIPO DE TUBO Ferro fundido ou dúctil sem revestimento interno Aço preto (sistema de tubo seco) Aço preto (sistema de tubo molhado) Galvanizado Plástico Ferro fundido ou dúctil com revestimento interno de cimento Cobre Nota: 1) Os valores de "C" de Hazen Willians são válidos para tubos novos FATOR "C" 100 100 120 120 150 140 150 TABELA 2 – TIPOS DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR HIDRANTE MANGUEIRAS DE INCÊNDIO DIÂMETRO COMPRIMENTO (mm) MÁXIMO (m) 40 40 40 ou 65 65 2x15(30) 2x15(30) 2x15(30) 2x15(30) NÚMERO DE EXPEDIÇÕES simples simples simples duplo VAZÃO (l/min) E PRESSÃO (kgf/cm2) MINIMAS NO HIDRANTE MAIS DESFAVORÁVEL 150/0. C-3.5m RTI 30m RTI5 45m3 RTI2 9m3 RTI3 15m3 RTI5 48m3 RTI5 72m3 2 3 3 3 5 3 RTI 9m RTI 15m RTI 48m RTI5 72m3 RTI2 9m3 RTI3 15m3 RTI5 48m3 RTI5 72m3 ÁREA DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO A < 2. H1.0 TIPO I II III IV ESGUICHO jato compacto de 13 mm ou regulável jato compacto de 16 mm ou regulável jato compacto de 19 mm ou regulável jato compacto de 25 mm ou regulável Nota: 1) Nos sistemas de hidrantes dimensionados por cálculo hidráulico total. D-4 C-2 (acima de 800 (até 300 MJ/m2).000m2 > A > 10. H-6.000m2 10. D-2. F-4. E-3.000m2 20. F-6.0 400/1.500m2 > A > 5. JMJ/m2). J-4. G-5. H-5. D-1(até 300 MJ/m2). G-3. F-9. C-2 (até 300 MJ/m2). F-10. H-3. II. J-2 e M-3 (acima de 300 até 800 MJ/m²) RTI2 4. J-3 (acima de F-2. E-2.4 250/1. E-4. F-8. I-2 G-2. H(acima de 300 até 800 800 MJ/m²).000m2 > A > 20.000m2 5.5 600/2. L-1 e M-1 2.000m2 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 8 de 18  . I-3.5m3 RTI3 15m3 RTI3 22. G-4. B-2. J-2 e J-3 1. as pressões acima são substituídas pelas pressões resultantes do cálculo. I-2 (acima de 800 MJ/m2).5m3 RTI4 30m3 RTI4 45m3 2 3 3 3 4 3 RTI 4.000m2 > A > 50. E-5. MJ/m2). III e IV torna facultativo o uso de pressurização mecânica. 10m .5m3 RTI2 4. D-3 300 MJ/m2).5m3 RTI3 7. TABELA 3 – VOLUME MÍNIMO DA RESERVA TÉCNICA DE INCÊNDIO CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO D-1 (acima de 300 MJ/m2). B-1. I-1. F-5.5m3 RTI3 7.000m2 A > 50. 2) As alturas estáticas de 4m. F-3.

Notas: 1) Os volumes acima devem ser acrescidos de 600 x n° de pontos de hidrantes para compor a RTI 2) Sistema de hidrantes para combate a incêndio tipo I 3) Sistema de hidrantes para combate a incêndio tipo II 4) Sistema de hidrantes para combate a incêndio tipo III 5) Sistema de hidrantes para combate a incêndio tipo IV TABELA 4 – COMPONENTES PARA CADA HIDRANTE SIMPLES MATERIAIS Abrigo Mangueira de incêndio Chaves para hidrantes (engate rápido) Esguicho TIPOS DE SISTEMA II III Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim I Sim Sim Sim Sim IV Sim Sim Sim Sim Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 9 de 18  .

2 Reservatório elevado (ação da gravidade) B. b) da face superior do tubo de adução (quando a adução for feita nas paredes laterais dos reservatórios) até os hidrantes mais desfavoráveis considerados no cálculo. B.3. A instalação desta bomba deve atender ao Anexo C e demais itens desta Norma Técnica. semi. desde que garantida a reserva efetiva permanentemente.1. B.1. o abastecimento dos sistemas de hidrantes deve ser efetuado através de bombas fixas.1 a B.1 – Tomada superior de sucção para a bomba principal B. as tomadas de água destes devem ser instaladas de modo a garantir o volume que reserve a capacidade efetiva para o combate.3. B. para os pontos dos hidrantes mais desfavoráveis considerados no cálculo.3. sentido reservatório-sistema.3 e Tabela B. B.3 A tubulação de descida do reservatório elevado para abastecer os sistemas de hidrantes deve ser provida de uma válvula de gaveta e uma válvula de retenção.3. B. conforme ilustrado nas Figuras B. B. B.2.1 a B. B. B.5 Quando o tudo de sucção D for dotado de um dispositivo anti-vórtice. deve-se utilizar uma bomba de reforço. pode-se desconsiderar a dimensão A da Tabela B.3 O reservatório deve ser construído em material que garanta a resistência ao fogo e resistência mecânica.4 O reservatório pode ser uma cisterna da edificação a ser protegida.3. o reservatório elevado deve estar à altura suficiente para fornecer as vazões e pressões mínimas requeridas para cada sistema. conforme as Figuras B.2 Quando a altura do reservatório elevado não for suficiente para fornecer as vazões e pressões requeridas.3 Reservatório ao nível do solo. Figura B.1. B.4 O nível X é calculado como o mais baixo nível. A válvula de retenção deve ter passagem livre.5 O reservatório deve ser provido de sistemas de drenagem e ladrão conveniente dimensionados e independentes. e deve ser determinado pela dimensão A da Tabela B.1.2. com o ponto de tomada da sucção da bomba principal localizado junto ao fundo deste.3.1. antes de ser criado um vórtice com a bomba principal em plena carga.1 Quando o abastecimento é feito somente pela ação da gravidade. considerando-se o sentido reservatório- sistema. Essa altura é considerada: a) do fundo de reservatório (quando a adução for feita na parte inferior do reservatório) até os hidrantes mais desfavoráveis considerados no cálculo. TABELA B. B.1. em sistema “by pass”.enterrado ou subterrâneo. B.ANEXO B – RESERVATÓRIOS B. deve ser considerada como altura a distância entre o nível normal da água e o nível X da água.1 Quando o reservatório atender a outros abastecimentos.2.1 – Dimensões de poços de sucção DIÂMETRO NOMINAL DO TUBO DE SUCÇÃO (mm) 65 80 100 150 200 250 DIMENSÃO A (mm) 250 310 370 500 620 750 DIMENSÃO B (mm) 80 80 100 100 150 150 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 10 de 18  .3 Para o cálculo da capacidade efetiva. O reservatório no nível do solo ou subterrâneo somente será usado após aprovação da câmara técnica do Corpo de Bombeiros.1. para garantir as pressões e vazões mínimas para aqueles pontos.2 O reservatório deve conter uma capacidade efetiva.2 A capacidade efetiva do reservatório deve ser mantida permanentemente.1.1 Nestas condições.6 É recomendado que a reposição da capacidade efetiva seja efetuada à razão de 1l/min por metro cúbico de reserva.1 Geral B. B.1.

e com as dimensões mínimas A e B da Tabela B. B. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 11 de 18  .2. respeitando.B.3 – Tomada inferior de sucção para a bomba principal B. ainda assim deverão ser previstas.se como reserva técnica de incêndio.1 e B.1. não computando.3.7 Sempre que possível. semienterrado ou subterrâneo.9 No caso de reservatório ao nível do solo.3.6. o reservatório deve dispor de um poço de sucção como demonstrado nas Figuras B. as distâncias mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção.1. Figura B.10 O reservatório deve ter localização de fácil acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros.3. B. as dimensões mínimas A e B da Figura B. deve-se atender aos requisitos de B.3.3. conforme exemplos das Figuras B.2 – Tomada lateral de sucção para a bomba principal B.1 a B.1 a B.3.1. respeitando-se também as dimensões mínimas com relação ao diâmetro D do tubo de sucção. também.1.6 Não se deve utilizar o dispositivo anti-vórtice quando a captação no reservatório de incêndio ocorrer em posição horizontal.8 Caso não seja previsto o poço de sucção. Figura B.

uma bomba de pressurização (jockey) deve ser instalada.1. C. devendo ser utilizada para este fim. C. C.1.1.1).1.1 As casas de bombas quando estiverem em compartimento enterrado ou em barriletes. Figura C. nas bombas de incêndio e no painel de comando. fogo ou umidade. C. esta entre em funcionamento imediatamente.1. C.11.2.1.1 Nas instalações industriais. deve ser previsto pelo menos um ponto de acionamento manual para a(s) mesma(s).1. deve possuir pelo menos uma bomba elétrica ou de combustão interna.12 Quando for necessário manter a rede do sistema de hidrantes devidamente pressurizada em uma faixa preestabelecida e.5 As bombas principais devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica.1 – Condição positiva de sucção da bomba de incêndio C.11 A capacidade das bombas principais.ANEXO C – BOMBAS DE INCÊNDIO C. quando o abastecimento é feito por bomba de incêndio. inclusive viabilidade de remoção completa de qualquer das bombas de incêndio.1. localizado na casa de bombas.1. acima do que é considerada condição de sucção negativa (ver Figura C. C.7 Quando a(s) bomba(s) de incêndio for(em) automatizada(s). C.5m de pé direito.1 Não é recomendada a instalação de bombas de incêndio com pressões superiores a 100mca (1MPa).1. deverão possui acesso no mínimo através de escadas do tipo marinheiro. no próprio painel de comando. em vazão e pressão.6. intempéries. C. C.2 As bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão.1. após o acionamento do hidrante. C. deve possuir uma bomba elétrica e uma movida com motor à explosão.10 As bombas de incêndio.6 A automatização da bomba principal ou de reforço deve ser executada de maneira que. sem interposição de correias e correntes.3 As bombas de incêndio devem ser utilizadas somente para o combate aos incêndios. é suficiente para manter a demanda do sistema de hidrantes.1.8 O funcionamento automático é indicado pela simples abertura de qualquer ponto de hidrante da instalação.o que for menor. de acordo com os critérios adotados. instalado em local seguro e que permita fácil acesso. preferencialmente.1 Quando o abastecimento é feito por bomba de incêndio.2 As dimensões das casas de bombas devem ser tais que permitam acesso em toda volta das bombas de incêndio e espaço suficiente para qualquer serviço de manutenção local. C. Esta condição é conseguida quando a linha do eixo da bomba se situa abaixo do nível X de água.1 O desligamento deve ocorrer somente por meio manual.4 As bombas de incêndio devem ser protegidas contra danos mecânicos.1. possuindo a montante uma válvula de paragem e a jusante uma válvula de retenção e outra de paragem. para compensar pequenas perdas de pressão. Admite-se que a linha de centro do eixo da bomba se situe 2m acima do nível X de água ou a 1/3 da capacidade efetiva do reservatório.1. C. sendo que o barrilete deve possuir no mínimo 1.1.9 As bombas de incêndio.1.1 Geral C.1. C. C.1. devem ser instaladas em condição de sucção positiva.1. agentes químicos. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 12 de 18  . C. devem atingir pleno regime em aproximadamente 30s após a sua partida.

1 A bomba de pressurização (jockey) deve ter vazão máxima de 20l/min.15.12. C. medida sem vazão (shut-off). transferência e distribuição de gases e líquidos inflamáveis ou combustíveis.15 As bombas principais devem ser dotadas de manômetro para determinação da pressão em sua descarga. Figura C. conforme item 4.1. C. tendo a(s) bomba(s) de incêndio dos hidrantes atendendo a sistemas de resfriamento de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis e/ou sistemas de proteção por espuma.1.1. deve ser dotado de uma botoeira para ligar manualmente tais bombas.1 As bombas de incêndio dos sistemas de hidrantes devem dispor de dispositivos para acionamento automático e manual. e da bomba principal para somente ligá-la automaticamente.14. b) bomba em funcionamento.1. C.13 As automatizações da bomba de pressurização (jockey) para ligá-la e desligá-la automaticamente. elétrica ou de combustão interna. c) falta de fase. C.14 O painel de sinalização das bombas principal ou de reforço. movida com motor à explosão (não sujeita à automatização).1 Nos casos em que foram instaladas em condição de sucção negativa. ambas as bombas deverão possuir as mesmas características de vazão e pressão.1. armazenamento. devem ser feitos através de válvulas de fluxo ou pressostatos instalados conforme apresentado na Figura C.1.2 – Cavalete de automação das bombas principal e de pressurização Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará        Página 13 de 18  .1 Bomba elétrica: a) painel energizado.9. C.3 Recomenda-se que o diferencial de pressão entre os acionamentos seqüenciais das bombas seja de aproximadamente 10mca (100 kPa) C. d) falta de energia no comando da partida. manipulação. C. C.1.16 As edificações que tenham áreas de risco destinadas à produção. sendo uma elétrica e a outra.1.2 A pressão de operação da bomba de pressurização (jockey) instalada no sistema deve ser no mínimo de 5mca acima da pressão da bomba principal.12.2. 1. é obrigatória a instalação de duas bombas de incêndio.12.C.2 Bombas de incêndio acopladas a motores elétricos C.2 Bomba de combustão interna: a) painel energizado. c) baixa carga da bateria. b) bomba em funcionamento. d) chave na posição manual ou painel desligado.14. deverão também ser dotadas de manovacuômetro para determinação da pressão em sucção.2 e ligados nos painéis de comando e chaves de partida dos motores de cada bomba.1. possuindo sinalização ótica e acústica. C. indicando pelo menos os seguintes eventos: C.

C.2.2 O acionamento manual deve ser previsto no painel de controle, instalado na casa de máquinas. C.2.3 As bombas de incêndio não podem ser instaladas em salas que contenham qualquer outro tipo de máquina ou motor, exceto quando estes últimos se destinem a sistemas de proteção e combate a incêndio que utilizem a água como agente de combate. C.2.4 É permitida a instalação de bombas de incêndio com as sucções acima do nível de água, desde que atenda os seguintes requisitos (ver Figura C.3): a) ter a sua própria tubulação de sucção; b) ter a válvula de pé com crivo no extremo da tubulação de sucção; c) ter meios adequados que mantenham a tubulação de sucção sempre cheia de água; d) o volume do reservatório de escorva e o diâmetro da tubulação que abastece a bomba de incêndio

devem ser, para os sistemas tipo II e III, de no mínimo 200l e diâmetro de 19mm; e) o reservatório de escorva deve ter seu abastecimento por outro reservatório elevado e possuir de forma alternativa abastecimento pela rede pública de água da concessionária local. C.2.5 A alimentação elétrica das bombas de incêndio deve ser independente do consumo geral, de forma a permitir o desligamento geral da energia, sem prejuízo do funcionamento do motor da bomba de incêndio (ver Figura C.4). C.2.6 Na falta de energia da concessionária, as bombas de incêndio acionadas por motor elétrico podem ser alimentadas por um gerador diesel, atendendo ao requisito de C.2.7.

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Figura C.3 – Esquema de instalação de bomba de incêndio com sucção acima do nível da água e) pressão nominal; C.2.7 A entrada de força para a edificação a ser f) altura manométrica; protegida deve ser dimensionada para suportar o g) rotações por minutos de regime; funcionamento das bombas de incêndio em h) diâmetro do rotor. conjunto com os demais componentes elétricos da edificação, a plena carga. C.2.13 Os motores elétricos também devem ser caracterizados através de placa de identificação, exibindo: a) nome do fabricante; b) tipo; c) modelo; d) número de série; e) vazão nominal; f) potência, em CV; g) altura manométrica; h) rotações por minuto sob a tensão nominal; i) tensão de entrada em volts; j) corrente de funcionamento, ampéres; l) freqüência, em hertz.

Figura C.4 – Esquema de ligação elétrica para acionamento da bomba de incêndio C.2.8 As chaves elétricas de alimentação das bombas de incêndio devem ser sinalizadas com a inscrição “ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE INCÊNDIO – NÃO DESLIGUE”. C.2.9 Os fios elétricos de alimentação do motor das bombas de incêndio, quando dentro da área protegida pelo sistema de hidrantes devem ser protegidos contra danos mecânicos e químicos, fogo e umidade. C.2.10 Nos casos em que a bomba de reforço, conforme especificado em B.2.2, for automatizada por chave de fluxo, a instalação pode ser conforme esquematizado na figura C.5. C.2.11 A bomba de pressurização (jockey) pode ser sinalizada apenas com recurso ótico, indicando bomba em funcionamento. C.2.12 Cada bomba principal ou de reforço deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante; b) número de série; c) modelo da bomba; d) vazão nominal;

Figura C.5 – Esquema de instalação de bomba de reforço abastecendo os pontos de hidrantes mais desfavoráveis considerados no cálculo Legenda: 1 – Bomba de reforço 2 – Válvula – gaveta 3 – Válvula de retenção 4 – Chave de fl uxo com retardo 5 – Pontos de hidrantes /mangotinhos 6 – Registro de recalque 7 – Reservatório NA - Normalmente aberta

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NF - Normalmente fechada C.2.13 O painel de comando para proteção e partida automática do motor da bomba de incêndio deve ser selecionado de acordo com a potência em CV do motor . C.2.14 O sistema de partida deve ser do tipo magnético. C.2.15 O painel deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba de incêndio e convenientemente protegido contra respingos de água e penetração de poeira. C.2.16 Todos os fios devem ser anilhados, de acordo com o diagrama elétrico correspondente. C.2.17 O período de aceleração do motor não deve exceder 10s. C.2.18 A partida do motor elétrico deve estar de acordo com a recomendações da NBR 5410/97 ou da concessionária local. C.2.19 O painel deve ser fornecido com os desenhos dimensionais, leiaute, diagrama elétrico, régua de bornes, diagrama elétrico interno e listagem dos materiais aplicados. C.2.20 O sistema de proteção dos motores elétricos deve ser conforme a NBR 5410/97. C.2.21 O alarme acústico do painel deve ser tal que, uma vez cancelado por botão de impulso, volte a funcionar normalmente quando surgir um novo evento. C.2.22 As bombas de incêndio com vazão nominal acima de 600l/min deverão dispor de um fluxo contínuo de água através de uma tubulação de 6mm ou placa de orifício de 6mm, derivada da voluta da bomba e com retorno preferencialmente para o reservatório ou tanque de escorva (ver Figura C.6), a fim de se evitar o superaquecimento das mesmas. C.3 Bombas acopladas a motores de combustão interna C.3.1 O motor a combustão deve ser instalado em ambiente cuja temperatura não seja, em qualquer hipótese, inferior à mínima recomendada pelo

fabricante, ou dotado de sistema preaquecimento permanentemente ligado.

de

C.3.1.1 São dotados de injeção direta de combustível por bomba injetora ou de ar comprimido, para a partida. C.3.1.2 São dotados de sistema de arrefecimento por ar ou água, não sendo permitido o emprego de ar comprimido. C.3.1.3 A aspiração de ar para combustão pode ser natural ou forçada (turbo). C.3.1.4 Dispõe de meios de operação manual, de preferência no próprio motor, o qual volta sempre à posição normal. C.3.1.5 Dispões de controlador de rotação, o qual deve manter a rotação nominal, tolerada uma faixa de +10%, seja qual for a carga.

Figura C.6 – Arrefecimento da bomba principal elétrica C.3.2 As bombas de incêndio devem ter condição de operar a plena carga, no local onde forem instaladas, durante seis horas ininterruptas, sem apresentar quaisquer avarias. C.3.3 Os sistemas de refrigeração aceitáveis devem ser os descritos nos itens C.3.3.1 a C.3.3.4. C.3.3.1 A injeção direta de água, da bomba para o bloco do motor, de acordo com as especificações do fabricante. A saída de água de resfriamento deve passar no mínimo 15cm acima do bloco do

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motor e terminar em um ponto onde possa ser observada sua descarga. C.3.3.2 Por trocador de calor, vindo água fria diretamente da bomba específica para este fim, com pressões limitadas pelo fabricante do motor. A saída de água do trocador também deve ser posicionada conforme o item C.3.3.1. C.3.3.3 Por meio de radiador no próprio motor, sendo o ventilador acionado diretamente pelo motor ou por intermédio de correias, as quais devem ser múltiplas. C.3.3.4 Por meio de ventoinhas ou ventilador, acionado diretamente pelo motor ou por correias, as quais devem ser múltiplas. C.3.4 O escapamento dos gases do motor deve ser provido de silencioso, de acordo com as especificações do fabricante, sendo direcionados para serem expelidos fora da casa de bombas, sem chances de retornar ao seu interior. C.3.5 O tanque de combustível do motor deve ser montado de acordo com as especificações do fabricante e deve conter um volume de combustível suficiente para manter o conjunto moto-bomba operando a plena carga durante o tempo de no mínimo duas vezes o tempo de funcionamento dos abastecimentos de água, para cada sistema existente na edificação. C.3.5.1 Deve ser instalada sob o tanque uma bacia de contenção com volume mínimo de uma vez e meia a capacidade do tanque de combustível. C.3.6 Existindo mais de um motor a explosão, cada um deve ser dotado de seu próprio tanque de

combustível, com suas respectivas tubulações de alimentação para bomba injetora. C.3.7 O motor a explosão deve possuir uma placa de identificação com as seguintes características: a) nome do fabricante; b) tipo; c) modelo; d) número de série; e) potência em CV, considerando o regime contínuo de funcionamento; f) rotações por minuto nominal. C.3.8 Um painel de comando deve ser instalado no interior da casa de bombas, indicando bomba em funcionamento. C.3.9 As baterias do motor a explosão, localizadas na casa de bombas, devem ser mantidas carregadas por um sistema de flutuação automática, por meio de um carregamento duplo de baterias. C.3.10 O sistema de flutuação deve ser capaz de atender, independente, aos dois jogos de baterias (principal e reserva) C.3.11 O sistema de flutuação automática deve ser capaz de carregar uma bateria descarregada em até 24 h, sem que haja danos às suas placas, determinando ainda, por meio de amperímetros e voltímetros, o estado de carga de cada jogo de baterias. C.3.10 Nos casos em que houver apenas uma bomba de incêndio, por motor à explosão, o sistema de partida deve ser sempre automático.

   

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ANEXO D – CASOS DE ISENÇÃO DE SISTEMAS DE HIDRANTES

D.1 Podem ser considerados casos especiais de isenção de sistemas de hidrantes para combate a incêndio as áreas das edificações com as seguintes ocupações: D.1.1 Nas indústrias térreas, com áreas exclusivamente destinadas a processos industriais com carga de incêndio igual ou inferior a 200 2 MJ/m , exceto para as indústrias destinadas a: artigos de bijouterias, artigos de tabaco, artigos defumados, produtos de adubo químico, vagões e transformadores. D.1.1.1 A isenção acima não se aplica às áreas de apoio superiores a 750 m², contíguas aos processos industriais, tais como escritórios, depósitos, almoxarifados, expedições, refeitórios e áreas similares. D.1.2 Depósitos de materiais incombustíveis, tais como: cimento, cal, metais, cerâmicas, agregados e água, desde que, quando embalados, a carga de incêndio calculada de acordo com a norma técnica específica não ultrapasse 100 MJ/m². D.1.3 Ginásios poliesportivos e piscinas cobertas, desde que não utilizados para outros eventos que não atividades esportivas e desde que as áreas de apoio não ultrapassem 750 m². D.1.4 Processos industriais com altos fornos onde o emprego de água seja desaconselhável. D.2 Fica isenta a instalação de pontos de hidrantes em edículas, mezaninos, escritórios em andar superior, porão e subsolo de até 150 m² ou nos pavimentos superiores de apartamentos “duplex” ou “triplex”, desde que o caminhamento máximo adotado seja o comprimento estabelecido na Tabela 2 desta Norma Técnica, e que o hidrante do pavimento mais próximo assegure sua proteção e o acesso aos locais citados não seja através de escada enclausurada. D.3 Fica isenta a instalação de pontos de hidrantes em zeladorias, localizadas nas coberturas de edifícios, com área inferior a 70 m², desde que o caminhamento máximo do hidrante seja o

estabelecido na Tabela 2 desta Norma Técnica e o hidrante do pavimento inferior assegure sua proteção.

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ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS

NORMA TÉCNICA N.O 007/2008

MANIPULAÇÃO, ARMAZENAMENTO, COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO

FORTALEZA – CEARÁ FEVEREIRO/2008

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NORMA TÉCNICA N° 007/2008 MANIPULAÇÃO, ARMAZENAMENTO, COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO SUMÁRIO 1. Objetivo 2. Aplicação 3. Definições 4. Procedimentos Anexos 1. OBJETIVO 1.1 Esta Norma Técnica estabelece as condições necessárias para a proteção contra incêndio nos locais de manipulação, armazenamento, comercialização, utilização, central de GLP, instalação interna e sistema de abastecimento a granel de gás liquefeito de petróleo (GLP). 2. APLICAÇÃO 2.1 Esta Norma Técnica aplica-se nas edificações e áreas de riscos destinadas a: a) terminais de armazenamento de GLP; b) manipulação, armazenamento de recipientes estacionários, transportáveis e distribuição de GLP; c) armazenamento de recipientes transportáveis de GLP, destinados à comercialização; d) central de GLP (recipientes transportáveis e estacionários) e abastecimento a granel; e) ocupações temporárias. 2.2 A localização da instalação destinada à manipulação, armazenamento, distribuição e revenda de GLP é regulamentada pela Lei de Uso e Ocupação do Solo de cada município do Estado do Ceará. 3. DEFINIÇÕES 3.1 Para efeitos desta Norma Técnica aplicam-se as definições constantes da Norma Técnica nº 002/2008 – Terminologia e Simbologia de Proteção Contra Incêndio. 4. PROCEDIMENTOS

4.1.1 Para fins dos critérios de segurança na instalação e operação de terminais de GLP, adotam-se as normas brasileiras afins, a Portaria Nº 76/1966 (Conselho Nacional de Petróleo) e a NR-20/1978. 4.1.2. As unidades de processo destinadas a envasamento de recipientes (carrossel) devem ser providas de sistema fixo de resfriamento (nebulizadores tipo dilúvio). 4.1.2.1 Os locais destinados ao carregamento de veículos-tanque devem ser providos de sistema fixo de resfriamento, (nebulizadores ou canhão monitor) com válvula de acionamento à distância. 4.1.3 Os Tanques estacionários de GLP com volume acima de 500 litros devem possuir dispositivos de bloqueio de válvula automática (válvulas de excesso de fluxo). 4.1.3.1 Os Tanques estacionários destinados a envazamentos de recipientes devem possuir registro de fechamento por meio de controle com acionamento à distância para os casos de vazamento. 4.1.4 Os recipientes acima de 500 litros devem estar afastados de edificações e divisas de outra propriedade e entre tanques, conforme Tabela 1. Tabela 1 – Afastamento mínimo de segurança para os tanques de armazenamento de GLP
Capacidade 3 volumétrica (m ) 0,5 a 2 2,01 a 8 8,01 a 120 120,01 a 265 265,01 a 341 Afastamento de edificações (m) 3 7,5 15 23 30 Afastamento mínimo entre tanques (m) 1 1 1,5 (*) 3 ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes ¼ da soma dos diâmetros dos tanques adjacentes.
3

341,01 a 454

38

454,01 a 757

61

757,01 a 3.785

91

4.1 Bases de armazenamento e engarrafamento das distribuidoras, manipulação, armazenamento de recipientes estacionários, transportáveis e distribuição de GLP.

Maior que 3.785,01

120

(*) O afastamento entre tanques de capacidade acima de 120 m , não pode ser inferior a três metros.

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4.2 Armazenamento de recipientes transportáveis de GLP, destinados à comercialização. 4.2.1 As áreas de armazenamento de recipientes transportáveis estão divididas em função da quantidade de GLP estocado. 4.2.1.1 São classificadas em classes que requerem afastamentos de segurança e devem atender a exigências conforme o Anexo A desta norma. 4.2.2 A instalação para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP deve ter proteção específica por extintores de pó BC com sinalização vertical e sistema de hidrantes de acordo com a Tabela 2. Tabela 2 – Unidade e capacidade extintora de pó BC para armazenamento de recipientes transportáveis de GLP.
Armazenamento Classe Extintor portátil Extintor sobre rodas Quantidade Quant. Capac. Quant. Capac. de GLP Até 520 Kg ou I 2 20 BC 40 botijões Até 1.560 Kg II ou 120 3 20 BC botijões Até 6.240 Kg III ou 480 6 20 BC botijões Até 12.480 Kg IV ou 960 7 20 BC botijões Até 24.960 Kg V ou 1920 8 20 BC botijões Até 49.920 Kg VI(*) ou 3840 10 20 BC botijões Até 99.840 Kg VII(*) Ou 7.680 12 20 BC 1 80 BC botijões Mais de Especial 99.840 Kg ou 14 20 BC 2 80 BC (*) mais de 7.680 botijões Obs1.: (*) Prever projeto de proteção contra incêndio e pânico com sistema de proteção por hidrantes para área de armazenamento acima de 24.960 Kg. Obs2.: Os extintores devem proteger um raio máximo de 10 metros.

b) duas placas, quando tratar-se de Área de Armazenamento Classe III ou IV; c) quatro placas, quando tratar-se de Área de Armazenamento Classe V; d) seis placas, quando tratar-se de Área de Armazenamento Classe VI e superiores. Obs.: As dimensões das placas devem ser tais que a uma distância mínima de 3,0 m seja possível a visualização e a identificação da sinalização. As placas devem estar distanciadas entre si em no máximo 15 m. 4.2.4 Na entrada do imóvel onde está (ão) localizada(s) a(s) área(s) de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP, deve ser exibida placa que indique no mínimo a(s) classe(s) de armazenamento existente(s) e a capacidade de armazenamento de GLP, em quilogramas, de cada classe. 4.2.5 O local que armazene 5 (cinco) ou menos recipientes transportáveis de GLP, com capacidade nominal de até 13 kg de GLP cheios, parcialmente utilizados ou vazios para consumo próprio, devem ser observados os seguintes requisitos: a) possuir ventilação natural; b) estar protegido do sol, da chuva e da umidade; c) estar afastado de outros produtos inflamáveis, de fontes de calor e faíscas; d) estar afastado no mínimo 1,5 m de ralos, caixas de gordura e esgotos, bem como de galerias subterrâneas e similares. 4.2.6 A capacidade de armazenamento, em quilogramas de GLP, de uma área deve ser limitada pela soma da massa líquida total dos recipientes transportáveis cheios, parcialmente utilizados e vazios. 4.2.7 Os recipientes transportáveis de GLP devem ser armazenados sobre piso plano e nivelado, concretado ou pavimentado, de modo a permitir uma superfície que suporte carga e descarga, em local ventilado, ao ar livre, podendo ou não a (s) área (s) de armazenamento ser encoberta (s). 4.2.8 A área de armazenamento, quando coberta, deve ter no mínimo 2,60 m de pé-direito e possuir um espaço livre, permanente de no mínimo 1,20 m entre o topo da pilha de botijões cheios e a cobertura. A estrutura e a cobertura devem ser construídas com produto resistente ao fogo, tendo a cobertura menor resistência mecânica do que a estrutura que a suporta. 4.2.9 Não é permitida a armazenagem de outros materiais na área de armazenamento dos recipientes transportáveis de GLP, excetuando-se aqueles exigidos pela legislação vigente, tais como: balança, material para teste de vazamento, extintor (es) e placa (s). 4.2.10 A delimitação da área de armazenamento deve ser através de pintura no piso ou por meio de cerca de tela metálica, gradil metálico ou elemento vazado de concreto, cerâmica ou outro material resistente ao fogo, para assegurar ampla ventilação. Para áreas de armazenamento superiores à classe II, também

4.2.3 Para as instalações de armazenamento transportáveis de GLP cheios, parcialmente utilizados ou vazios, devem-se exibir placas de advertências em lugares visíveis, a uma altura de 1,80 m, medida do piso acabado à base da placa, distribuídas ao longo do perímetro da área de armazenamento, com os seguintes dizeres: “PERIGO – INFLAMÁVEL”; “É EXPRESSAMENTE PROIBIDO FUMAR E USAR FOGO OU QUALQUER INSTRUMENTO QUE PRODUZA FAÍSCAS”, nas seguintes quantidades: a) uma placa, quando se tratar de Área de Armazenamento Classe I ou II;

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demarcar com pintura no piso, o local para os lotes de recipientes. 4.2.11 As áreas de armazenamento classes I, II e III, quando delimitadas por cerca de tela metálica, gradil metálico, elemento vazado de concreto, cerâmica ou outro material resistente ao fogo, devem possuir acesso através de uma ou mais aberturas de no mínimo 1,20 m de largura e 2,10 m de altura, que abram de dentro para fora. As áreas de armazenamento classe IV ou superior, quando delimitadas pelos mesmos tipos de materiais citados neste item, devem possuir acesso através de duas ou mais aberturas de no mínimo 1,20 m de largura e 2,10 m de altura, que abram de dentro para fora e fiquem localizadas no mesmo lado nas extremidades ou em lados adjacentes ou opostos. 4.2.12 As áreas de armazenamento de qualquer classe, quando não delimitadas por cerca de tela metálica, gradil metálico, elemento vazado de concreto, cerâmica ou outro material resistente ao fogo, devem estar situadas em imóveis cercados de muros ou qualquer outro tipo de cercamento. O imóvel deve possuir no mínimo uma abertura, com dimensões mínimas de 1,20 m de largura e 2,10 m de altura, abrindo de dentro para fora, para permitir a evasão de pessoas em caso de acidentes. Adicionalmente, o imóvel pode possuir outros acessos com dimensões quaisquer e com qualquer tipo de abertura, com passagens totalmente desobstruídas. 4.2.13 Não é permitida a circulação de pessoas estranhas ao manuseio dos recipientes transportáveis de GLP na área de armazenamento. 4.2.14 A distância máxima a ser percorrida, de qualquer ponto dentro da área de armazenamento, quando cercada, até uma das aberturas, não pode ser superior a 25 m, conforme ABNT NBR 9441. 4.2.15 Na área de armazenamento somente é permitido o empilhamento de recipientes transportáveis de GLP, com massa líquida igual ou inferior a 13 kg de GLP. 4.2.16 O armazenamento de recipientes transportáveis de GLP, em pilhas, deve obedecer aos limites do Anexo B desta norma. 4.2.17 Recipientes de massa líquida superior a 13 kg devem obrigatoriamente ser armazenados na posição vertical, não podendo ser empilhados. 4.2.18 Os recipientes de GLP cheios, vazios ou parcialmente utilizados devem ser dispostos em lotes. Os lotes de recipientes cheios podem conter até 480 recipientes de massa líquida igual a 13 kg, em pilhas de até quatro unidades e os lotes de recipientes vazios ou parcialmente utilizados até 600 recipientes de massa líquida igual a 13 kg, em pilhas de até cinco unidades. Entre os lotes de recipientes e entre esses lotes e os limites da área de armazenamento deve haver corredores de circulação com no mínimo 1,00 m de largura. Somente as áreas de armazenamento classes I e II não necessitam de corredores de circulação.

4.2.19 Em postos de revenda de combustíveis e serviços, somente é permitida a instalação de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP cheios, parcialmente utilizados ou vazios das Classes I e II. 4.2.20 Acondicionar os recipientes transportáveis de GLP cheios, parcialmente cheios ou vazios na área de armazenamento em posição vertical com a válvula voltada para cima. 4.2.21 Armazenar os botijões vazios ou parcialmente utilizados separadamente dos cheios, permitindo-se aos vazios o empilhamento de até cinco unidades conforme Anexo B desta norma, observados os mesmos cuidados dispensados aos recipientes cheios de GLP. 4.2.22 Manter no local para todas as áreas de armazenamento, líquidos e materiais necessários para teste de vazamento de GLP. 4.2.23 As áreas de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP e seu entorno até uma distância de 3,0 m, medidos a partir dos limites do lote de recipientes e do topo das pilhas de armazenamento, devem ser classificadas como área de risco, e os equipamentos elétricos instalados dentro desta área devem estar em conformidade com as ABNT NBR 5410 e ABNT NBR 5418. 4.2.24 Parede resistente ao fogo em áreas de armazenamento transportáveis de GLP. 4.2.24.1 Com a construção de paredes resistentes ao fogo, as distâncias mínimas de segurança definidas no Anexo A desta norma, podem ser reduzidas pela metade. A distância da área de armazenamento às aberturas para captação de águas pluviais, canaletas, ralos, rebaixos ou similares deve ser de no mínimo 1,5 m. 4.2.24.2 As paredes resistentes ao fogo devem ser totalmente fechadas (sem aberturas) e construídas em alvenarias sólidas, concretos ou construção similar, com tempo de resistência ao fogo (TRF) mínimo de 2 (duas) horas, conforme ABNT NBR 10636. 4.2.24.3 As paredes resistentes ao fogo devem possuir no mínimo 2,6 m de altura. 4.2.24.4 As paredes resistentes ao fogo, quando existentes, devem ser construídas e posicionadas de maneira que se interponham entre o(s) recipiente(s) de GLP e o ponto considerado, isolando o risco entre estes e podendo reduzir pela metade os afastamentos constantes do Anexo A desta norma, observando sempre a garantia de ambiente ventilado. A distância mínima entre as paredes resistentes ao fogo e o limite dos lotes de recipientes é de 1,0 m. 4.2.24.5 As paredes resistentes ao fogo não podem ser construídas entre os lotes de recipientes.

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4.5.5m. Tabela 4 – Afastamentos de recipientes transportáveis em relação às projeções das edificações. entre o recipiente e o ponto considerado.2.5 (*) As paredes de limites de propriedades devem ser resistentes ao fogo por. duas horas. nos termos da presente Norma Técnica.2 Os afastamentos constantes da Tabela 3 podem ser reduzidos pela metade. Tabela 3 – Afastamentos de recipientes transportáveis ou estacionários em relação a locais de risco. águas pluviais. no mínimo.25.5. atendendo aos afastamentos de segurança. com resistência ao fogo por. 4.3.5 3 3 6 15 3 4. 4.4 Os recipientes estacionários devem atender aos afastamentos da projeção das edificações.2. contada a partir do bocal de descarga do motor aos limites da (s) área (s) de armazenamento. 4.) estejam desligados e a com a chave de partida na ignição.2. 4. 4.8 Os muros de delimitação da propriedade.24.2. com altura mínima de 1. estas devem distar entre si em no mínimo 7. acrescido de no mínimo 1 m ou no máximo de 3 m em cada extremidade.0 m.3 A central de GLP deve ter cobertura de material incombustível com o mesmo TRF das paredes.7.3 Central de GLP (recipientes transportáveis.26 A fiscalização concernente às áreas de armazenamento de GLP será executada pelo Departamento Nacional de Combustíveis (atualmente Agência Nacional do Petróleo).2. e pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.2. não podem estar a uma distância menor do que 3.8m. não considerando a limitação do item 4. de 24 de maio de 1995.3. canaletas.021. com altura mínima de 1.3 No caso de duas ou mais centrais de GLP em uma edificação. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 5 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www.5. construídos conforme as especificações de paredes resistentes ao fogo podem ser considerados como tal.3.5.2 Quando os veículos necessitarem permanecer estacionados no interior do imóvel.3. 4. no mínimo. caso seja interposta uma parede. 4.80 m. quando atenderem a todas as considerações estipuladas nesta Norma para este elemento.3. 4. Locais Aberturas de dutos de esgoto.3.0 7. constantes da Tabela 4. sendo obrigatório que durante essas operações o motor do veículo e seus equipamentos elétricos auxiliares (rádio etc. no mínimo.2. 4. essas não podem ser adjacentes e o comprimento total dessas paredes não deve ultrapassar 60% do perímetro da área de armazenamento. 4. Quantidade de GLP (kg) Até 540 (*) A partir de 540 até 1080 A partir de 1080 até 2520 A partir de 2520 até 4000 Afastamento (m) 0 1. estacionários e abastecimento a granel).3.3.25 Veículos transportadores de recipientes de GLP e outros veículos de apoio. entre o recipiente e o ponto considerado. nos termos do Decreto nº 1.1 Devem ter acesso restrito e controlado ao imóvel.2.501.pdffactory.25.8m. 4.4. duas horas. de 27 de dezembro de 1993.7 O comprimento total da parede resistente ao fogo deve ser igual ao comprimento do lado paralelo da área de armazenamento.6 Quando a área de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP for parcialmente cercada por paredes resistentes ao fogo. e Decreto nº 1.24. caso seja interposta uma parede.1 Os recipientes (transportáveis ou estacionários) devem ser situados no exterior das edificações. 4. 4.24. de forma a permitir ampla ventilação. com altura mínima de 1. em locais ventilados. constantes da Tabela 5.24.3 Os recipientes transportáveis também devem atender aos afastamentos mínimos em relação à projeção das coberturas de edificações.1 A central de GLP pode ser subdividida com a utilização de paredes divisórias resistentes ao fogo com TRF mínimo de 2h para enquadramento em outro nível de afastamento.com . de acordo com a Tabela 3.5 3. com resistência ao fogo por. podendo se aproximar da(s) área(s) de armazenamento para as operações de carga e/ou descarga. poços.2 O número máximo de recipientes permitidos na central de GLP é de 6 (seis). 4. ralos.3. 2 (duas) horas.5 Os afastamentos constantes da Tabela 5 podem ser reduzidos pela metade. Materiais de fácil combustão Fontes de ignição (inclusive estacionamento de veículos) Depósitos de materiais inflamáveis ou comburentes Depósito de hidrogênio Redes elétricas Afastamento (m) 1.

5. Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará Página 6 de 10 PDF created with pdfFactory trial version www. ou por estas e o solo. 20 B 20 B 20 B Cap.1 As tubulações aparentes devem: Cap. devem ser protegidas.4. 4. a ser instalado junto à central de GLP.4.1.3. Central de GLP Quantidade de GLP (Kg) Até 270 271 a 1. mediante aprovação do Corpo de Bombeiros. c) dutos para incineradores de lixo. sem a devida ventilação.4 É proibida a utilização de tubulações de gás como aterramento elétrico.5 De 5. Ressalvados os vazios construídos e preparados especificamente para esse fim (shafts).2 Em locais que possam ocorrer choques mecânicos. Capacidade Volumétrica do tanque (m³) Até 1 De 1.