abril/2011

M EE

S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI

SI M EE P N SI

NP SI

M EE P N SI M EE P N SI

SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI

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E PE N SI

N SI M EE P N SI M EE P N SI

E NP I S

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M EE P N SI

ÍNDICE
M EE P N SI M EE P N SI

E NP I S

M M EE M EE E P P M M E N M N EE EE EM SI SI M EM NP EE P P E I E M E P P S N N E PE IN SI SI NP IN PE I S N M S EM I S N E E I S .................... - ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: ORIENTAÇÕES PARA A INCLUSÃO DA CRIANÇA DE SEIS ANOS DE IDADE 4 M E P S E E M IN NP NP EM EM P I M I E S M E E S E S N E PE EM SI PE...................................................................................................................................................... NP NP EM - ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA 28 PE I N E E I N S SI P N I P S I EM M M S N S E N E I I P M EE E S S E P P N M M E ESCOLAR DE M ALUNOS CEGOS 29 N N - INCLUSÃO P SI M EE EE E BAIXA VISÃO .................................................................................................................. SI SI N E E P P I M M M E S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M 34 - O FRACASSO ESCOLAR E COR/RAÇA ................................................ S N SI DE MENINOS E MENINAS: EM PE IN ARTICULAÇÕES ENTRE GÊNERO IN M EE SI S N S E P M PE I M E E S N E E M SI NP DA APRENDIZAGEM NA INTELECTUAL (RAADI) .................................. 39 PE ÁREA DA DEFICIÊNCIA M EMSOBRE AVALIAÇÃO M EE NP SI- REFERENCIAL M N E I E M P I E EE S E P E S N E P P E I N M E PE IN IN O DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIA SI NP LEITORA INP M - REFERENCIAL E I S DE EXPECTATIVAS PARA M S N E P S M S SI EE II DO ENSINO FUNDAMENTAL PE IN M EE P EM ESCRITORA NO CICLO ..................................................................................................................... 45 S E P IN N M M M N PE SI EE EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N- ORIENTAÇÕES S N P N E I P I N DE JOVENS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEMIN PARA A EDUCAÇÃO 64 M CURRICULARES: S S (EJA) ..........IN SI P PE E ADULTOS SI M S EE S N E IN P I M E S S E N M M M SI NP - REFERENCIAL SOBRE DA APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM NECESSIDADES EM PE M EE M EE AVALIAÇÃO EE SI N E P P P I PE M EE E EDUCACIONAIS ESPECIAIS ................................................................................................................................................................... 71 EEM S N N N E P M P I I I E E S S S N N P P I E I M S S IN IN M EE NP - ORIENTAÇÕES S S E I M P CURRICULARES: PROPOSIÇÃO DE EXPECTATIVASEDE S E APRENDIZAGEM SI EM EM PE IN M E E S P M N E P P BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) LÍNGUA ........................................................................................................................................... 77 M N SI EE PE IN IN EM EM SI EE P EM S S N E E P E I N M P P I P S N E S DE APRENDIZAGEM N M SI A EDUCAÇÃO - ORIENTAÇÕES PARA ÉTNICO-RACIAL ................................. 79SIN EM EXPECTATIVAS PE CURRICULARES: SI E M M E E N E E P I M P E E S N P M N EE M SI ALFABETIZAÇÃO NP - ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS: EM P SI IN EE E E LETRAMENTO – EJA E MOVA .................................................................................. EM S EE 85 SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N FORÇA AO PE -SITODA ANO - CONTEMPLANDO AS ESPECIFICIDADES 90 SIN M SURDOS ............................................. EE DOS ALUNOS NP PRIMEIRO E N P I I M M E M S S N E E E P SI EM PE PE PE DIDÁTICAS LER E ESCREVER: IN M - CADERNO DE ORIENTAÇÕES E S NP N EM93 N TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO ........................................................... E N M P I I I I M E E E S S S S E N P PE SI NP EM PE IN M E N S SI N E I M P M M S SI PE EE IN EM EE EE P M S N E P P I E M N S M N N NP SI EE PE SI SI N EE EM P SI N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E P S M SI EE EM PE M IN EE P E E S EM N P P M I E N M E M - ENSINAR: AGIR NA URGÊNCIA, DECIDIR NA INCERTEZA (CAP. 5) PERRENOUD, Phillippe ............................................................ 96 I E S N P E N E P S E N SI SI PE N PE M SI N SI N E I NP I I M M E S S S E Gather ......................................................................................................... E - INOVAR NO INTERIOR EDA Mônica 98 M ESCOLA - ITHURLER, SI EM NP PE PE M E M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE M EE EE SI SI N - FORMANDO PROFESSORES PROFISSIONAIS: QUAIS ESTRATÉGIAS? QUAIS COMPETÊNCIAS? P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E SPERRENOUD, E Évelyne...................................................................... Philippe; PAQUAY, Marguerite 106IN S S e CHARLIER, E P Léopold;EALTET, PE S EM EM P IN M E E N S E I M P P IN M E S M S N E N P EE I .............................................. E - PROFESSOR REFLEXIVO NO BRASIL: GÊNESE E CRÍTICA DE UM CONCEITO - PIMENTA, Selma G. 108 E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N - AVALIAÇÃO DESMISTIFICADA - HADJI, Charles. ............................................................................................................................... 110 M SI EE IN SI EM NP P S I E M E S N E P M I PE E E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

PUBLICAÇÕES INSTITUCIONAIS

M EE P N SI

M EE P N SI

GESTÃO ESCOLAR

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E N SI PE M N EM E M I E E E S EM P P E M E P N N E P I M N S SI N PE M EE M SI EM SI E N E E I E M E - AVALIAR: RESPEITAR PRIMEIRO, EDUCAR DEPOIS HOFFMANN, Jussara .................................................................................... 119EEM P S E P P M M N E M N I N E E I P S E E S NP SI EE EM N I P P I M P E S S N N EXTERNAS PODEM AUXILIAR O TRABALHO PEDAGÓGICO E - OLIVEIRA, P N - AVALIAÇÕES DA ESCOLA? ........................... 128 SI RomualdoIN SI PE SI EM M M S E N E E P M E SI EM PE M M IN EE E NP E -EPSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO VIRTUAL COLL, César e MONEREO, Carles ...................................................................................... 129 EEM EM S N P I P M I E S N E S N P P I P M I E S N S P IN M IN EE S SI - CIBERCULTURA E N S P I M M - LÉVY, 139 S PE IN M Pierre ........................................................................................................................................................... EE EM EE S N M E E P P I M M M E S N N E PE EE NP EE PE Inês de Matos SI SI EM COELHO, Maria P P PE INFORMAÇÃO HUMANA: - A EDUCAÇÃO ESA TENSÕES E DESAFIOS NA CONTEMPORANEIDADE? ... 144 SI M N E N N E M P SI SI SI PE EE IN M P S EM N E I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M E M E E N E E SI SABERES - FREIRE, Paulo I................................................ 149 NP - PEDAGOGIA EM NP DA AUTONOMIA: PE À PRÁTICA EEDUCATIVA NP PE M M NECESSÁRIOS SI EM N E E SI S N P I M I E E E S S P P P IN M EE S N E N N P I I I M M E - ENSINAR A LER, S ENSINAR A COMPREENDER - COLOMER, Teresa; CAMPS, Anna ......................................................................... 157 IN S S M E EE S NP M EM EE P I M E E P S N E E M P I M M N- LER E ESCREVER E E P S I E E O REAL,SO P NECESSÁRIO E NA ESCOLA: O 160 INPOSSÍVEL E S N - LERNER, Délia ............................................................... EM PE PE IN SI M N E NP S N I N E M P I I SI S E E S S N P E I M S 163 EM - APRENDIZAGEM ESCOLAR E CONSTRUÇÃO DOMCONHECIMENTOM COLL, César IN EE NP ............................................................................ M E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M Marta Kohl E COMO SUJEITOS DE - OLIVEIRA, 164 S E APRENDIZAGEM M N SICONHECIMENTO N ...................................... N SI - JOVENS ESIADULTOS EE SI SI EE NP P I P M S N E EAVALIAÇÃO: IN MLÓGICAS - FREITAS, M SI de ............................................................... EM EM - CICLOS, S E P SERIAÇÃO E CONFRONTO DE Luiz Carlos M M E E E EE N E E EM 165 P P I P P M E E E S N E N N P N SI EM NP EM SI SI NP PE IN Fani; LEHENBAUER, I E E S N S -SISABERES E M SINGULARIDADES NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS SCHEIBEL, Maria Silvana ............ 168 P P SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P M N SI SI NP PE EE IN SI NP EE I P S SI N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N P EE M SI EM SI IN PE EM P IN E E M S M E N S P P IN Isabel .............................................................................. PE ESCOLA REFLEXIVA EE - PROFESSORES REFLEXIVOS EM UMA - ALARCÃO, 175 EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE E PE N SI M EE P N SI

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CURRÍCULOS E PROGRAMAS

EDUCAÇÃO E SOCIEDADE

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EM P M E S lho.M EE S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P N SI PUBLICAÇÕES INSTITUCIONAIS M EE P N SI M EE P N SI E NP I S M EE P N SI E NP I S EM E NP SI SI M EE M EE E E P P M M M E E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M da Brasília: de desenvolvimento N SI Ministério da Educação EM PE IN (MEC) também. pois a criança terá mais EE maiores PE de convívio escolar P tempo mais longo com S E M IN N M M M N PE SI de aprendizagem. trata-se de construirP EE I dever de N E E P S M S E P E M P N SI qualidade. também. algumas fundamental anos? M P I I I I M E E E S S S S N P EE PE SI NP EM orientações pedagógicas e possibilidades de necessário destacar que a educação PFaz-se IN trabaM E N S SI N E I M de alguns aspec. de forma criteriosa. M EE E S respeitem N estudos. Neste início do processo de ampliação do enE SI E E P E IN M E E S P M N E P P das sino N SI perguntas EE dos sis-SIN modo que EMassegurem PE IN o pleno desenvolvimento Ifundamental. mas sete a dez P anos de uma S E N N E P M M E SI SI tomamos N PE IN de assegurar EE EEa decisão S ética a EM proposta curricular a suas característiEE tos de que SI que atenda N P NP P I P M E N potencialidades e necessidades S N E N I M I I todas as crianças brasileiras de seis anos de idade cas.PEE SIO conteúdo primeiro ano último N S I E S P M M S N PE compilação dos conteúdos PE M mental anos. No ensino P SIum tempoINsingular SI N EM IN abrangem I M M E S S não a diversidade da nossa escola em fundamental.Sàs necessidades IN M EE SI S N S E P M PE I M Secretaria de Educação Básica.anos P E N E P significa de qualificação do O objetivo de ampliar o número P E I N M P S E PE IN leIN SI NP M sino obrigatório E N I S M S N I ensino e da aprendizagem da alfabetização e do é assegurar a todas as crianças um E P S E M S SI PE IN tempo para se M tramento. as crianças de seis anos. P N P P I E M P N P primeiro PE IN INnove anos: orientaçõesSpara nesse N ano ou nesses dois primeiros anos de M EE I SI Ensino fundamental N S S P N I E P S I S deverá se reduzirINa essas aprendizagens. especificidades N da segunda SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE P N SI ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: EM M E EM PARA A INCLUSÃO M EE EM E NP ORIENTAÇÕES DA P I E M P EE EM S P N E P I N E E I M N S P N S SI N SI IDADE EE NP I CRIANÇA DE SEIS ANOS DE I P M S S E N M M M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI NP SI 4 . 2007 adolescência. M E S E S S E NP P E I M M E P S E N E trata deSIcompilar oN educaçãoEpública que. intetemas de ensino sobre o currículo para as classes N M P P I P S N E N N M SI social e EM de idade. debates e a reorganização ca requer orientações pedagógicas que N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M das propostasIN pedagógicas das secretarias de eduas crianças como sujeitos da aprendizagem. aPpartir da reflexão e do estudo infantil não tem preparar crianças SI EE IN EM como propósito EE P M S N E PE P I E para subsidiar M pedagóP fundamental.Mgica nos anos P S I N E I M S anos deM N P cuidado EE especial atenção às crianças S a partir E de seis vem ser alcançados do do M respeito. SI NP EM de. Sentre as quais lectual. que as reflexões e e Pda de crianças que se encontram em I E educação N M EE M I E S N E N E P S I E I E E N S bastam. oportunidades Este EM desses SI documento EE conteúdos. N tosSindispensáveis a prática para o ensino essaIN etapa da educaM N E I E I N E M S E P S S N SI possui objetivos com próprios. suas necessidades curriculares. cognitivo. assim como S E E P M SI EM estamos PE PE IN precisam McerE M as deM EE de idade. existem muitas EM EM E P EM S S N E E P E I crianças em seus aspectos físico. norteia M E S S E N M com base em M E SI NP de uma EM haja. específicas. EE EE o ensinoEM EE apropriar No entanto. S S IN EE NP S Sde EM M P M M E SI cação e dos projetos pedagógicos das escolas. EM que reflexões para a M EE M precisoPE EEimplementação SI NP que polítiE P P I PE Mentendimentos. mos uma proposta coerente IN e a aprendizagem com EM manência M SI PE EE pedagógica IN com as S E E P S N M P E infância e que atenda. mas sim ampliando as possi. S P apresentadas neste P N lidades documento não da primeira infância.SIN criança seráN uma da préEE de nove E SI N P I I M S os da primeira S do primeiro EM E ano bilidades EM série ou PE IN de aprendizagem. S É EM de idade IN PE da criança de seis anos não a inclusão . tem o assegurar a peretapas I da educação básica. M P M EpossibiP E E S N P P M Sabemos. escola com M E E E S N E I E apresentam-se NP NP EM NP EM do ensino NP de oito Neste S documento.IN SI EE E idade. E E S N E E M SI para nove NP PE do ensino fundamental M EM M EEA ampliação NP SI M N E I E M P I Euma possibilidade EE S E de anos Sno en. os quais EE ção básica PE IN iniciais do ensino fundamental. psicológico. Não E se conteúdos de duas EM mais do que NP I direito a uma M P P I M E S M S N E N garantir acesso. sem a aprendizagem destacamos: Qual O P M é o currículo? N M EE restringir M M NP currículo para essaSIfaixa etária E P SI IN de seis anos EE será o mesmo E E das crianças de idade à exclusividade do S EE SI P N P I E M M P N P do ensino IN da alfabetização no S M M para essa EE ano da Epré-escola? IN funda. visando os objetivos do das crianças PE de seis anos SI E M SI M E E N E E P I M P E E S o que trabalhar? N ensino fundamental.

Reconhecemos o que é específico de infância na socieEE N da noção E E o surgimento EM P P I P P M E E E S E N N P de imaginação. S N P P I P I E S N N S N EEadulto. Construindo As contribuições doM sociólogo francês Bernard N EE SIcom pedaNP EM E SI EM PE P M E E E SICharlot. IN os estudos NP IN E I M S S N P S E idéia de N infância moderna foi universalizada com M SI EM I PE base em Mrefletir sobre EE M E S E E P um padrão de crianças das classes médiO objetivo deste texto é a infância N P M M M E M N SI PE IN é entendida. Por outro lado. urbano-industrial. Uma cadeira de cabeça para baixo e ideológicas. SI IN A criação. nos ços. IN M M crianças e E S S M E P P de cultura. do como categoria social e como E categoEM NPde sua inserção no inteSI P I M M S E P M EE EM rior dessas classes. M EM E P M E E P N momento da maturidade e. conseqüências no controle e naM dominação de gruS SI M IN NP navio. ral: a dependência da criança em relação ao adulto. histórias. creche e na escola e para implemenE M P Ntrabalho na PE SI E EM PE EE IN SI tar o currículo. E I M E M S E S E E Aprendemos. englobando aspectos que SIN N M E E P I M M M E E P S N E EE rar a diversidade de sociais. assim. E éE SI suas línSI P en. A M ras de direitos. EE EEsua singularidade.M os adultiza. E social e não E diz o sociólogo. M a noção de S infância surgiu SI EM E P M E P E N N P EE de vista. elas tais e ajudaram a compreender o significado ideoló. ao contrário. Refletir sobre esses paradoxos e I M EE S N E N N P I I I M M S hoje. N E E jogando para trás a curta etapa da primeira infânI P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I históricos. atuam sobre os objeto e os Ilibrincadeiras. com Se M EE E IN S N E N P E I I S E P foguete. M E E E E S S M E N E M de Isua baseada PE SI de uma NP obrigação Ebertam EE Na ação inNP significados. S N SI produção SI PE IN e criação. 1987b). NPpsicologia E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 5 . As idéias de Charlot favorecem compreender E P M M E EM N ideológica PE M NP EE vel mudar Edas EE M o rumo M estabelecido coisas. SI ppe Ariès EE SI SI a ser alguém EE A criança SIpublicou. é fato S M EE EM (em seu NP NP EM E P NP I cultura em que se inserem que Também a antropologia favorece conhecer a I M espaço) Ee M I E M E E S S E N E S P P P M E SI infantis. com as crianças. SI EM PE P M E M N E isso é o que as caracteriza. NP lhes é P S as práticas N M I I I M S S S As de descobrir e EEM culturais entre e com adultos. cresceu o esforço pelo E S S N P E I M S EM M cadas. IN N N PE contemporânea diversidade das populações PE EE SI (de seu SI Ntempo). EE SI NP a infância EM e de dependência as. no dia bre a história social N M e da família. trem. IN contradições das sociedades pelas conhecimento da criança. SI EM NP e cultuP IN P P SI I EE E E N S E P N E N I P P A cultura infantil é.PE Pode a EM lidar com EM SI S N I M I Elado.SINé.S SI N EM EM estabelecem SI na brincadeira. a SIN dade inEM SI sobre aEE PE IN IN moderna. é condição S E infantiliza jovens e empurra paraS frente o SIN sobre para planejar o PE EEadultos e IN EM a infância. sabemosSque as visões I E S S N S P P a brincadeira entendida como experiência fância sãoEM construídas social e historicamente. N P I I M E E S S N P P EE novas relações e combinações. valores. assim. que é possípos.S por outro. M NP P I P S em que deixar se tornará (adulto. M M IN SI S N E E S I M As crianças produzem cultura e são produzidas na natural. refazendo a partir de resíduos ou sobras (BenEM anos 1970.SIN PE EE SI N N I P I N M M S M S N N E SI que o homem tem infância. a opressão S E na nossa N NP se estende. do nascimento SI P NP E I P I M N E S dez anos M N I S parte da população. Iportanto. caminhão. E M P as nações SI indígenas. é catecapitalista.que deixaram M Vivemos EE IN M M S S E P S E E M socialização de crianças e adultos.M M EE E P M N PE M na história EE M EM e na sociologia E – as teorias deSIVygotsky M A infância e sua singularidade N E E I E M E P E S E P E eS Wallon e seu debate com revelam esse M N IN NP EM Piaget – M PE EM I P I E E E S N S E E N Sônia Kramer avanço e revolucionam P P SI A SI EM PE da infância. o colonialismo e o imperialismo aproximadamente de idade. E a busca PE de ser úteis. nhecimento. ponto mais que estágio. em do coM EE vários campos NP M E S E PE P M E E M S M E P N historiador E E PEfrancês Philiem que estão inseridas. S S N se torna barco. E E S N fala) e adquirir S P P P voz num contexto que. gico M da criança M e o valor social atribuído SI EM à infânIN INAs crianças viram M E E E S S M NP E E P as coisas possibilicia: adultos M de poder E P a distribuição PE desigual EM Nentre EE pelo avesso e. I SI S E cia? Crianças são sujeitos sociais e marAo longo do século XX. em sua tentativa EE criançasEM S P E músicas. As cial da criança na sua comunidade. Desde queSIo EE M P E E N E N P I P P N M se resume E S soM N SI seu estudo N N não que não nos anos 1970. também foram fundamenN E P P P I IN E E S N N S N P P I EE jamin. P IN E E M S M E N S P uma história humana porE P goria da história: existe medida em que mudavam a inserção e oPE papel so. No entanto. a escravidão Mda história M E E N S E I M E P M E M negras. na M SI EM SI com a sociedade IN PE EM A infância. EM N E I P I E S E E S S E N P P M P de possuir M marcas diferenciadas no processo de IN o paradoxo SI IN um conheci. revelamEa M EE P IN crianças Stem SI NP IN razões Psociais M P I dade de criar. M a partir de critérios de idade e Nele. P P IN M da infância: seu poder aN fantasia. NP EM EM M P IN atividades. M conhecer o mundo. a infância de maneira histórica.políticos: E a infânciaN IN M P S EM E das populatendida como período de cada um. característicos SI SI por um lado. EE SI EE crianças Pbrincam. bem como IN crianças. culturais e SIN afetam EE PE IN chamado de adolesSI também NPo que temos EM aspectos P P PE I S M N E N S N no Brasil. M P N SI nela SI de organização NP P de ver as EE IN Esse modo SI sempre e NP crianças favorece EE produzidas. I que guas e seus costumes. I P S SI idéia de infância não existiu da mesma N P I S M M S IN N EE EM do seuPEE entendê-las e também ver o mundo a partir maneira. é preciso consideria daPE história humana. Crianças são cidadãs. por um tis e juvenis. cência ou juventude. EE da criança M anali. pois. até EEções EE de expressiva EE e a pobreza M P SI NP sociedade. pessoas detentoinserção concreta das seus papéis variM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E que Eproduzem cultura e são am com as formas da sociedade. mas que M SI E EM sando E P M M E E E de ser criança). mento teórico complexo sobre a infância e de ter E M E E N E E P I P P M E S (o que não N E N PE criança deixar de populações IN de ser inf-ans SI muita dificuldade EM NP infan.

No que E penhadoS nas instituições P IN SI NP esclarecimenEM se re. enquanto as crianças saem E N PEsão cobrados EE IN EM mais não E P S M SI N E P E M por conta da sua crescente P N de casa.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E a sociabilidade E M EEas S fantil. se de EE EE e experiência SI Os adultos SI N P E NP P I P M N vez mais tempo em M como responder sabem ou agir diante deSsituações PE cada IN IN M à mudança EE casa graças SI E S S E N P E M M E e ao desem. EM P infância expressam aEcrítica de uma I M E E S N EE SI dessa questão NP NP se manifestar EM NP No centro parece reconhecemos. manência nas P E N instituições. Elas não IN em vez de dividir com M E S S E N P M fazê-lo. têm medo de crianças e jovens. M EE EE E S S N E P N P P I M rejeito” como para não Pestabelecerem virar as coisas do Ao mesmo E S desculpa SI mundo pelo avesso. ções as crianças estão inseridas P I M E M E N S N P O lugar Edo EM adulto fica EE SI EE PE EM desocupado. com a história humana. P S I N E I M S N E to. as condiM E S N EE EE SI P M em que NP concretas EM posicionarem. crianças assu-M mana. não P formam uma EE pareceEM EE EMdo sentido SI comunidade EEda autoridade. NPdiálogo sePE NP cas que interferem na E M SI Io EE E equilíbrio e perdem eEE esses adultos. EM violência EM lado. IN IN EM EM S sequerPE P EM S S N E E intervêm. fatos e artefatos. Os costumes. PE I N E I M N S SI P N S SI Sendo humano. as práticas SI os adultos PEsocial. O discurso da criança como sujeito às coisas. PrecisaN P P E I N M P S E PE IN IN SI NP ocupar Ium M mos considerar E N I S para a criança lugar. considerar o contexto. o que revelaSIuma EE PE na ação educativa.deturpado: N nas classes médias. IN SI SI NP IN PE I S N M S E I S N E I S mem responsabilidades muito além do que podem. simultaneamente. mas nascem no inEM situações em que poderia EM PE IN M EE M criança EE sujeitosSsociais. M E PE S E P M M N E Mde sua Em ambas.EEM IN E P M S N E P P I E tos: sem Irespostas. E I N M P P I P S N E S singularidade N IN M SI de estabelecer medo regras. sobretudo per-EM responder SI nunca ninguém IN perguntas para as quais M SI PE EE IN S E E P S N MAlém disso. Em contextos em fere aos desafios S das relações SI E EM que M NP EM contemporâneas PE M I E P E E S N não há garantia de direitos. a crise educacional M mu. de uma etnia.IN EM IN M precisamos EEnão se SIN S N S E P M PE I gras. o panorama lhes deu respostas. embora EE de organização NP não enfrentaram SI E NP I M P P I M S se constituíram S na experiência e a prego crescente. só do seu mundo e I E S M E E S E S N E PE adulto. a IN SI com as crianças EM de “infância PE a concepção PE IN a brincadeira. N criança tem SI social Sda EE levado EEM nhecimento do papel da sociedade contemporânea. de fazer S acordos. o recoSI mas também PE do mundo NP NP e à exploração. M M E M N E N E P M M EE SI SI Olhar o EM PE construção PEmundo a partir de direito e da infância como do ponto da IN de vista P M EE social Pé E EE S N N E N P P I I I E S S revelarMcontradições e uma outra N N S ma. relatos ficam sem Eescuta. só PE res). Eao de estabelecidas com a S SI de condições NP As relações E N P I I M M Eou o descaso. TrataM E S E N N E P P M M M E SI SI N N duplo: os adultos permanecem PE não M EE um paradoxo permitem entender.Esocial e polítiM caráter afetivo. não expressarem seu ponto de vista. O da criança sociais e econômiS e as determinações N M N M com as M SI sua condição.EM EMprofessores.IN N EM cederemMseu lugar. se transforma e assim. coisas e às relações. exige reconheS EE ao SI P N P I M M P P pais ou professoE diversidade IN IN abrirem mão da suaS autoria (de M cultural e Scombater cerPE a a desigualdaEE M IN N S E I E P S M E S têm. nas classes populares. e exiM SI em são filhotes. transgressões co exigem a revisão do tem sido desemN S perguntas M papel queIN Eficam EM IN NP E M S E P I S S N E E dúvidas ficam sem educativas. o adulto precisasse os valores e princípios éticos que M S N E P S E M S SI N PE M desocupar o seu. S EM PE M E SI E EM conhecimento N E P P I M E vem com problemas além do que seu tações no mundo do trabalho ” (2001. nas formas do trabalho M EE porque. S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M relaçõesSentre adultos cultural na qual elas atribuem significados diversos S I S desN e crianças tomam rumos EE EE SI EM EM P P concertantes. tempo.EE entre e crianças. E N S S P N I S I S não o faz. subvertendo a aparente ordem natural das coisas. 16).que SI N antes adultos. PE conduzem. Desvelando o real. especialmente SI EEolhar significa EM atendida a qualquer esse huSI agir com M para SI EM NP a própriaPcondição EE P P E I E M E P S N N E PE consumir. Por E outro ótica de crianças. E N E P P P I PE M deveria EEquestão EM E gindoIN demais quando poupá-la. vai se expressando.EE SI NP tornou-se tão frágil que N I I M N S S E P interferem não possibilidades as experiências ações E– SI sociais. distorção proqueremos transmitir E P M IN N M M M N PE SI EE As crianças funda Na escola. ora e nos às pessoas. esse reM criança pode M SI discurso SI SI NP E I EE neira de ver a realidade. SI PE perversas EE de valores dos adul. NP EM uma indisponibilidade PE IN uma M E N S SI N E I M P M S das mais mudanças jovens laços E de ético. IN M E M E S SI aprender N E E P P M M Parecem usar como sua crítica.tuações SI além de seu nível convia globalização eE as SI de compreensão.Mficam sem sanção. hábitos. A terior de uma classe. a EM PE E M SI M E E N E E P I M P E E lidar crianças no E diálogo e na autoridade. pais – E SI EM vêem as PE em suas IN M E S P M N E P P significados que atribuem regulam.Sde um grupo N N E P M P I I E E S S S N N PE M da sociabilidade valores. acentuam-se aP desigual. p. SI como se e onde se dão suas práticas e interações. impondo E S a EM IN ele deiras P expressam esse pertencimento. I à NP N falam não E as crianças E as crianças P I M são expostas à mídia. Sarmento alerta para os P E adultosEM M IN EM SI N P E N S I E I E E N S Sde três mudanças dade crianças enfrentam siconvergência centrais: P e a injustiça social e as NP P I P M SIefeitos da I“ N S N E N social. às IN da criança SI EE EMe ora controlam. SI social e M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 6 . P N P I E M P E N S P as crianças Pe IN intervir IN do grupo e suas brincaN pedem P que para elas M são parte EE o professor I SI isolada. EE M E S P força a idéia de que a vontade da criança deve ser Atuar com as crianças com E P P M M E N N M N EE custo. de Considerar. S S cultura em No confronto E E que va. uma experiência N Além disso. como alternati. esse NP EM I I P M E S P N EEmarcado por contradições: muitos a abdicarem de assumir processo P é podemos NP EM adultos EM SI seu papel. Reencontrar o sentido de EM não nos NP M P I I I I M E E E S S S S E N P solidariedade e restabelecer PEcom as crianças e os SI em relação às crianças.

diálogo institucional e pedapedagógico precisa favorecer a experiênSI IN M EE S M N E P I M EE E E o conhecimento da escola e entreM as escolas. S S preciso garantir crianças sejam atendidas as crianças hoje? Tal pergunta pois EEM IN M EE que as S E P E (a de aprender nas suas necessidades e a de para pensarmos tanto sobre NP M EM EM Mbrin.queNP N SI SIque o trabalho PE IN todos e a M M I SI S N E E S I M das ações infantis e o ampliação do interior de cada escola. o de ver as crianças de cultura e ambiente escolar. seriedade e riso. ver. a primeira I M que nosEinquiM I E M E S S E N E S P P P I M E N N N educação infantil quanto no Sensino fundamental. M M SI E IN PE M Freire que EE com Paulo E S E EM ensino M P A inclusão de crianças de seis anos E no Aprendemos educação N P M M M I E N E E S N P I P M E pedagogiaS dizem respeito EE Eentre educação requer infantil e SI cultural – o fundamental N PE diálogo P IN à formação P M I E S N N E S N P M SI SI trabalhoM ePE ensino fundamental. uma M EE S N E N N P I I I M M E S S científico. dentro E E P P M M M E E P S N N E EE alternativas entendida tanto na sua dimensão de produção nas EE curriculares PE SI IN SI NP EM claras. a vagas das para recebermos as crianças de seis anos de N E P P P I IN E E S N N S N P P I M EE em creches e pré-escolas.069. movimentos SI S E dos fóruns permanentes ponto de vista da E S S N P E I M S como EM M infantil ISem IN as interações. IN e ensino M de hu-PEE P E E N S E N I P P N M Epolíticas púS M N SI N manização necessária para de fora o que seria capaz de articuláSI deixandoSIN EE SI SI subsidiar EE NP P I P M S entre crianeducativas solidárias los: a experiênciaEcom a cultura. I na legais: a Constituição de 1988. com cia com científico e comIN a cultura. M EM E S M NP E E P a pré-esE o de pensar E as suas características e comoEM grandes desafios: a creche. histórica e cultural que se encontra EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M família. ÉPE eta e abre de discussão é: quem PE são EE a possibilidade SI SI NP N SI N P M I I I M S é fundamental. coletivas e elos fundamental são indissociáveis: amEE N E com ações E EM P P I P P M E E E S N E N N P P N capazes de bos e afetos. N P I I M E E S S N P P M temos cessário discutir sobre EE criança de brincar. documentos são conquistas infantil e E M Educação P ensino fundaNvida cotidiana. de 1996. N E M Educação M infan. EM I P I E M S E E S N S E E N perplexidade e lidar com asM P crianças P como e corrupção geram SI SI E crianças S PE e não apenas IN NP são.M SI P NP E I P I N E S M N I S de 0 a 6 anos de idade. e aSLei IN de Diretrizes EE SI bre a creche EMda NP políti. Defendemos M o ponto M SI E S E E aqui Para superarmos desafio da implantação de E P M P E PE EM direitos Ssociais M IN EE um ensino EEanos. EM ças de aprender. SI EM IN O IN M E S S M E P P cuidado. N P I S M M N S N SI EE EE aprendem. agresmental entender P e da guerra e do Mviolência. são SI M criar. a primeira M presente M E E N S E I M E P M E M S Ena dança.SINblicas e práticas M SI E EM til e ensino E P M M E E E ças. de 1990). a educação infantil na produ. o objetivo é garantir como focoM a busca de Ipossibilidades N EE SI adequaNP EM EM S E PE P M E E E SIacesso. Na educação infantil. éticas e estéticas. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I de educação Icriança. assegurando o direito da S idade nessa Para tanto. I S M N S N E Io M história. do imobilismo. separados. o risco. o acolhimento estão presenA infância na escola e na vida: PEEM M M E E M N E E E P IN I M E E E P S S N N E E tes na educação e a brincadeira M uma P relação Efundamental M SI IN SI infantil. a Salegria NP P EE as crianIN NP EE I P S SI também. PE Todos SIesses EM EM PE do dos EE freqüentemente IN SI mental são N E E movimentos sociais. dever de Estado e opção da ção artística. com as práticas realizadas. Anelise Monteiro do E Nascimento SI EM Elas gostam P P M M E P E N N P EE Na educação infantil fundamental. faz-se SI N neEM E SIetapa de ensino. E. NosEE IN quem S IN essas crianças. que ela implica. movimentos de creches.encaminha o Edebate P I IN M E E E S S M E que orientam E P de infância IN planejado M concepções as prátiPE Eas EE NP car). que P P P reconhece a cas. INo sentido N IN envolvem conhecimentos I E E S S S P P valores. P P PE I S M N E N S cotidianas e comoEM P IN Brasil. e SI EM EM de gerar SI saberes SI NP PE pertencer. acreditamos Eos IN de que M fundamental deSvista precisam ser asde nove EM NP P IN P P I EE E M E N S E P N E N I P segurados e pedagógico precisa são necessárias a participação de S le. aprender. não há Os M adultos e as instituições vezes M EE é que muitas NP conhecer E S E PE P M E E M S M E P E perspectiva E PE educar crianças e jovens numa opõem educação infantil fundamental. EMsujeitos sociais. de EM todos que assim o desejarem. não há fragmentação. impunidade IN E I M S N P S E como estudantes. cuidados e atenção. N E cação infantil como social. em NP EMambos. P N NP música.M M EE E P M N PE M por adultos EE M EM na educação SI funda.Panças EM em suas EM dimensões SI I M I EeduE E S prática IN EducaçãoSNacional. a arte e a EE primeira EM inclui o Sconhecimento NPetapa da educação SI M EM E P I M E E P S N básica. que o trabalhoSseja PE IN NP e acompanhado E P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 7 . temos SI hoje importantes documentos relações sociais EE SI SNo PhisE produção IN M P S EM N E que recotoricamente acumulada.M E infantil e no ensino a conjuntura política mais ampla de banalização da N E E I E M E P S E P EE Econfronto. EE IN M M S S E P S E E M no 8. P NP I na Nesse processo. dois. a atenção. M SI EM SI IN PE e no ensino EM P IN E E M S M E N S P objetivo contribuir para o I P tem como o objetivo é atuar Scom liberdade a SIN Este N texto PE para assegurar EE EE N I P P I N M M S fundamental M de nove S N E SI do conhecimento apropriação e a construção por debate sobre o ensino EE anos. S gógico. E E var em conta a singularidade S debate no M EE cultural Etanto EM pergunta NP à produção NP direito Eà EMbrincadeira. Porém. M quaisEsão essa fase P PE IN E e fora doEM EE P NP como instâncias IN e a escola S N I M P P I de formação cultuda vida tem sido compreendida dentro Scola M N E S E S N N SI EE PE SI SI como sujeitos NP P ral. jovens e adultos. que afirma os direitos das criEssa visão do pedagógico ajuda a pensar soE M E E N E E P I P P M E S e Bases N N e a escola PE e as N protege. SIN EE SI EM P PE P M E M N E o tendo todos. na literatura. A educação. valorização N IN e que saibamos. (Lei IN nos SI o Estatuto da Criança e do Adolescente IN M museus. no cinema.EEnhece EE das crianças EE como direito M P SI N no teatro.

outro às suporte para a elaboração de trabaP IN nos inquieta M E E N S E M P IN às desigualdades SI com asEM condições lho crianças de NP de vida das criançasSe PE O desenvolviEE IN seis anos. pois NP P I P M SIfundamental N S N N EE SI por Piaget e Vygotsky podem contribuir nunca seSIfalou tanto se fala SI EMhoje. psicológica. Crianças destituídas de único de infância. E P P I M P E PE IN as IN formal. N EE contextos vários da M EEinfância eSIda EE as da sociologia SI da sociedade. ou não. sem se PEo seu percurso I N E E I N S SI P N S EM M SI práticas educativas N SI Emomento damental. Crianças que vivem P E dimensões se sua inserção na escola fizer N SI parte de M EE IN SI EMde mais uma NP P S I E algo que vá além da criação sala de M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 8 . nasM se sentido. numa P socieda-EM mento dessas N que separam alguns crianças só ocorrerá em todas SI IN M SI PE EE IN S E E P S N M de marcadamente estratificada. S N emoçõesPe E E EM suas o muncessidades por exemplo. em muitas quanto sobre as possibiliN situação S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M zes. EveS cas escolares vigentes. e desafio.274. E M que precisam. EE M E S P anças vistas como ameaças na rua enquanto. não tem A Lei no 11.S S de seis anos NP prioridade. lizados EM Pcomo Mda infância E SI E EM N E P P I M E nesse sentido. IN da so. S SI EE EM que M NP EM PE M I E P E E S N cerca. M crianças E N I S cadeiras como Infelizmente. Como fazer para recebê-la? O idéias ou de que NP EM pré-concebidas I I P M EE E S S E P P N M M I da em função de visões ideológicas N visam a moldá-las PE IN Mescola é um momento Sdelicado que EEentrada na M EE S SI e rígidasIN E E P P M M M E merece toda e S de desenvolvimento E P a atenção. com as outras crianças e adulS P P IN IN IN EE EM S S S N N P PE I E I M interpretar o mundo. obrigan. ceiros e de contato com IN car como M SI EE PE no mundo IN IN EM EM S EE necessário P EM S S N E E P Faz-se definir caminhos pedagógio conhecimento historicamente construído pela huE I N M P P I P S N E S N N M SI tempos cos nos e espaços da escola e manidade. A brincadeira é responsável por cognitiva.SIclubes. que sofrem SI M EE EE SI entorno M E EM P P lência doméstica e do social. IN anças por meio de suas la é o desenvolvimento integral devePE INdiferentes linguagens.EE INas trocas N EE populares. SI NP crianças. SI EE EM escola. os jogos e as brinde 6 deIN fevereiro de S2006. a educarelativos Pà concepção burguesa de infância. M P I I I I M E E E S S S S E N P seus direitos (Brasil. como se vê no texto O brinconhecimentos com par. cujas vidas são Crie não infância. S S a vioN sustentar. só a escola outros S como também N E P M espaços Ide N inte. Ié o NP N a infância E devemos M E olhar para P I M ter em mente que esse possibilita ver as crianças I E S E E S E S N E P PE EM no ensino funSI PEvaler de estereótipos. Mpropor. respeito EM para fala Ncarinho. valorizando entre S EE SI P P I E M M P N S Pas relações E IN em que crianças possam M recriar ços cinemas e outras instituições cultuM Ereligiosos. EM E P S M SI N E P E as M grupos sociais. na não EMsocial. espaço I M E E S N P EE favoreçam SIe tempos que NP NP a construção EM NP aos do. assegura o direito N o corpo.aula M que favoreçam M NP ração como praças. que são ameAo contribuir para desmistificar um conceito M E M N E N E P M M EE SI SI EM PE PE drontadas e amedrontam. IN PE INaprendizagem. podem servir de I I M S E S S N P EE diz respeito PE SI EMde um plano EM ponto que sociais. quando à educação M S N I E P S M S SI EE PE IN ensino. na políticos e econômicos que E P P M M E N N M N EE sobre elas. é aprender sobre Se acreditamos que M EE I SI N S S P N I E P S I S S EMda criança.EE P P de seis anos no ensino E A entrada Mdo adulto. assim como as pesquisas nas áreOs reflexos desse olhar podem ser percebidos em M E S E N N E P P M M E M E SI SI N história.Ministério PE da Educação. pouco se sabe envolvem essaSIfase da vida. S infâncias N N N direitos. PE M EM e acesso M EE ao longo NP à escola.EM quanto pela Os estu.PEE SI N S E I E S P M M E S possam expressar IN N PE ciedade inseridas. de sua história. 2005). espaços e escuta. é comum M crianças chegam a essa etapa S EE a oferecer de do M as famílias N aPmatriculá-las e o Estado E P IN M M M N PE SI EE ouvirEM a frase “Agora acabou!”. S consS P tos com quem convive. Mdas crianças IN mediação SI N P E N E S I E I E E N S S contexto dos P sobre aprendizagem e desenvolvimento rease faz em um favorável. tanto pelas EE é uma tarefa PE professores. Esse M E PE S E M M N E M pelo ção infantil. festas PE todos Eos M que ali estão. a E P S I N M E I M N E partir do seu olhar curioso sobreS a realidade comunidade escolar. N Ena dimensão N I I M E N S S E P M M aprendizagens. atenção. fundaE S sobre aIN N SI podemos ver o ensino EM IN M de nove anos E SI S N S E P M PE I aula é um grande desafio para o ensino fundamenmental como mais uma estratégia de M E E S N E E M SI consideNP tal que.Emuitas SI truindo E EM SI E PE de trocasM IN por meio M E E S P N E P ser e estar Pmais e menos experientes um modo de . rais. M pois EE essencial. o atendimento. culturais.PEsses. N P NP P I P M EE N Além das diferentesEE S N N I M P apropriações dos espaços como outros campos do saber. atendendo suas neM EE na qualEestão S SI na dimensão NP N P I I M M E formas dever e de significar S básicas. ou mos S considerá-la: EM PE seja. EE NossoEM EE SI EE a brincadeira P N P P I E M P N S N com as criP PE Ie IN o principal papel da escoN convite. trabalhar para se dades de mudança que este momento anuncia. S espa. PE IN M E N S SI N E I M P M S Esse momento propício para tratar dos EM que assumir o desenvolvimenSI Cabe destacar PE é um M EE IN EM EE P S N E PE P I E M aspectos que envolvem aI escola e do Econhecimento integral da se comprometer com ele não P criança e N S M N E N I I N E M S E S S mas deMtoda a to que nela Iserá N SI só dos NP produzido. NesM E S S E N I M M M NP afetiva. SI NP EM da autonomia. tenha ela freqüentado. pelos S aspecM que existem M SI SI SI NP EM I EE tos sociais. EE na dimensão EE a brincadeira se torna SI N Ede E P P P I PE M E E nela estão presentes as múltiplas formas ver e EM relações com o meio.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I Ede pobreza. Ecomo.SI EM Ao nos NP os estudos EE de Ariès P P E I E M E P P S se desconstruir E N IN EE receber a S P mosPa criança de seis ensino fun-M apontam a necessidade de padrões IN SI NP anos no IN I S N M S E I S N E I S damental. chamando atenção de IN para o fato P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S pouco valorizadas. freqüentando PE dimensão SI da sala de E M SI M E E N E E P I M P E E o encontro da cultura infantil. M EE EE E S S N E P N P P I M de Pensar infância na P escola e na E sala Nesse sentido. SIdemocratização M N E I E M P I Eo universoEE EE E P S das rado lúdico. N NP EM primeiro contato com que são no presente.

pelo IN fato de se M cuja fun-PEE P E S E N I P P N M facilitarINo processoPE S M N SI em um ambienção de socializahistórico e social. Isso porque a brinimportante. como outros camN P M M M I E E N E E S N P I P M E do saber. EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M um dos SI principais representantes dessa IN M EE visão. EE processo I S SI reinterpretação que produzida. este IN EE sim SIN e a reposição de energias paraPo só S ocorrerá em dimensões seS sua inserEE IN NPtodas as S EM P P PE I M N E N S fizer parte de algo que N E M P SI ção na escola SI SIe importante. ao menos ociM E dado ePEo novo. Os estudos soEé SI E E que provoca a diminuição aula e da disponibilidade de N E E M I E M E P S E P P EE M brincar à medida que M N E dos espaços e tempos do bre aprendizagem e desenvolvimento realizados por M N I N E P E I P E M S E S SI IN PE ensino fundamental. SI boraçãoM disciplina: não de um plano de trabalho com as crianças SI PE IN pular. desde M EM E E S S M NP E E P E M cedo.nidos N espaços e PE P IN P M e restritos I E S N N E S N P M SI pode correr.outros SI N E NP S N I N E M P I predominanI SI S E Tal concepção se afasta da visão pos e lugares.EEnas relações que os sujeitos estabelecem cotidiano familiar. N E P P P I IN E E S N N S N P P I que a brincadeira M na vida EE tar não dado sumindo freqüentemente a significação de oposição S SI N do EM é algo jáEE SI N P I I M E S S N P P EE ser humano.M dução não P se faz passivamente. N é simplesmente SI um SI NP PE EE a crianIN ativo de N SI partir do P NP do mundo. PE da sério EE vá além IN M P S EM N E Mas a brincadeira também é séria! E no trabacriação de mais uma sala de aula e da disponibiliI M M E E N S E I M E P M e na brincadeira M S Evagas. ao trabalho. Porém.SINção da criança SI E EM dades E P EM M M E E E trapassando essa idéia. no atividade oposta IN brinquedo. O brincar a significativa produção teóriSI M N E S E S N N SI EE PE SI SI NP P múltiplas aprendizagens. ou seja. criançasMe adultos. em termos pos de suporte SI para a ela. assumindo contornos cada vez mais da infância e da história. EE NP produtivo. e sim recriada a que P I S S INde imaginar. presentes e futuros sendo E S S N P E I M S EM M te da brincadeira IN atividade restrita à assimilacomo marcada ao mesmo tempoPpela e pela M EE continuidade NP M E S I E PE M E E M S M E P E e culturais. jogar bola etc.117). o autor compreende e partilhados pelos N construídos E E e artefatos EM que. EE S podem servir Ede horários. ca já acumulada afirmando a importância da brincaI S M N S E IN que podemos apontar M deira na EMconstituição dos processos M SI E S E E Um primeiro aspecto é de desenvolviE P M M M E PE M IN foi capaz NP EE que o brincar M EE muitas EaprendiEE M não apenas requer mento Snão NP de modifiP IN P P SI e de aprendizagem I EE E M E N S E P N E N I P P mas constitui um espaço de aprendizagem. S E P que ela é na realidade”(p. O brincar proé uma palavra estreitamente associada àPinfância e SIN PE EE EE SI N N I P I N M M S entre o Ejá M S articulação N E N E SI nas sociedades cessos de às E crianças.M P recreio”. SI contexto S IN EE SI S EE principalPseria N I P M S sociedade. saberes e práticas. vincula ao mundo NP M EM EM M PE não seEE I IN uma vezNque M E E E S S M E P M na de desenPE Ecadeira. Esses. E do comportamento NP NP cia no contexto EM E P NP I além habituda formação escolar I M M I E M E E S S E N E S E P P P M SI a brincadeira N N N PE comportamento visão idéia de que é umaPE al de sua PE diáEE idade. Sua M EE S M N E P I M EE E E anos. além SI de seuIN SI é fruto da N SI N P M I I M S ela fosseS maior do EEM S rio. SI SI PE P M E M N E entre a experiência. e produzir cultura. de E uma atividade à parte. Mde novos EEM IN M S E E abre lugar para a invenção e a produção ça com o seu poder S E P M PE NP EM PE IN M EE M E N significados.entre P M E E E SIco valor do EM a realidade ressalponto de vista da educação formal. O desenvolvimento reduzida a proporcionar o relaxamento de seis dessas crianças S função fica N M E E P P I M M M E E P E E trabalho. A brincadeira M S E SI criar. S NP M E EE P M E E P S relaçõesM N de construir de P novas formas sociais com E E M P I M N E E S I E N E P E S N sujeitos. PVygotsky IN nesse sentido. PE P P I P M E E E S N N N P P N EE reproduz se por um lado aIN criança de P fato sujeitos que ali vivem. A Ecriança. EMtraz de novo.fantasia e realidade interagem na Eproser estar no mundo M M I I E S N S S M IN E de EE EE SI NPdução de novas S P P P possibilidades de interpretação. E PEsituar emNum ção de códigos e papéis sociais mudança. o SIN IN M M S E P S E E M brincar é umaEM atividade humana criadora. M PE IN NP Nesse Iaspecto. car as idéias S a zagens. na qual O brincar como um modo de E N PE PE EE E SI NP EM N P N I P M imaginação. PEas. NP E N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 9 . tanto quanto no SI EM M no contexto da escola IN aprende-se IN a brincar. não geraSIresultados. passados. EE envolveEM EE P NP S N M P P I com os outros e com a cultura. ou seja. reinventar I P N E P E M S M N SI PE portanto. complexos PE envolve.SI IN I E E S S N S P P o mundo por meio das al e cultural M do brincar por meio das relações SI situações criadas nas IN que senta IN M M EE com os outros S S M E P P atividades de brincadeiras. M ativi. ainda irrelevante ou de pouN EE é considerada SI NP EM EM SI É importante EMe a fantasia.por outro lado tal reproestabelece – adultos e crianças. PEcria uma Pzona IN sua visão. I M EE S N E N N P I I I M M E S como IN S S ÂngelaM M E expressão e de ação assim Meyer Borba EE pelas Icrianças. N SI SI e práticas PE IN M que reduzem o brincar M IN SI S N E E S I M Vygotsky(1987) que na brincadeira “a crimenor importânE paralela. S afirma M M Essa ança se comporta EE da criança.M M EE E P M N M essa concepção PE M EE M vagas. incorpora a experiência sociSI EM EM SI NP e repre. é como se M sendo por isso menos EE ao trabalho. PE Piaget Ie EE avançam asEM séries/anos do Seu podem contribuir S S N N P I N E S N SI à “hora do assim Scomo as pesquisas nas áreas daM sociologia EEMlugar e seu SI NP tempo vão se restringindo EM E I P M E E S E EM defi. Ulte estruturado a partir N e a sua integração à M significados. dentais. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E mas mediante M Mas essa experiência não re. a memória e a imaginação. EE de valores. PE N NP dade de vezes brincamos EE EE M EElho muitas P SItamN SI P NP E I P I M N E S M N I S bém trabalhamos! De acordo com Vygotsky (1987). PE A experiência do SI diferentes EM PE brincar cruza IN tem.

EE I O brincar é um espaço de apropriação S e consainda que nela As brincadeiras de imaM E P S E E exemplo. 2004). PE IN IN N conhecimentos e artefatos conse participando das brincadeiras M EE I SI observando-os N S S P N I E P S I S E apropriando tanto dos S EM processos IN truídos e acumulados Spelos sujeitos nos contextos vamos P nos básiIN M E S E N P M M SI N inserem. É importante enfatizar que P N M N E I E N I I N E M S E P I comunicar S S brincar M N pelas crianças. Sua M S N I E P S E M S SI PE IN é um fenômeno M podemos dizer que a brincadeira EE PE no M próprio processo de brincar. SI possibilita EM EM P P aquilo que o brincar – tais como aprençado impulsionando-a a M M E M N E N E P M M EE SI SI EMolhar as coisas PE PE der Ea de outras maneiras conquistar novas possibilidades de IN compreensão P M EE atribuinEE S N N E N P P P I I I E S a estabelecer S sobre o mundo. M E E E S N E E SI NP NP inter e E EM NP en. É EE um con-EM Einteragindo EM SIcom os outros. explorando suas M imaginação E S E N N E P P M M E SI SI tanto E N EM contexto N PEambi. masNP a um dis. ou S M SI EEseja. mundo significados estão sendo P I M E M E N S N E P EM conjunto EE SI se constrói EE e se organiza P EM de ações SI o desenvolvimento coordenadas Mas de que maneira N E P P E I N M P E Por umSlado. das rotinas. bem S I as relações das crianças entre tuem-se por novas regras E P S E M S M E N M PE EE pelos quais EE comunicação como os modos represensão definidos SI habitual.SI diferentesMda estruturam EE NP IN si. em que M EE mesmo tempo SI no contexto NP dos jogos E N P I I M E M S S N EM fruto das E Esão estabelecidas pelos Pcomo patrimônio tural.PE tam e agem E S EE S P N I E M M P N uma nova S P E IN Essas duas perspectivas configuram carPEcomo umaEM outra realidade.Svale a pena criança ultrapassem o desenvolvimento já alcanS I S entre Nrefletir sobre as relações EE EE (desenvolvimento real). NesseEE IN M sentido. Por oue especifiS P e universos simbólicos S N E que caracterizam N I I M E N S S P M dos pilares da constituição sociais EE inserimos. consções levam-nos brincadeira reN N E E S SI SI quer o aprendizado NP EM EM PE PE específica M M M E tituindo os sujeitos e a base para muitas aprendizade uma forma de E SI N N E E P I P I M EE E E S S N E P N P P I M em que são necessários oEdistancomunicação que S SI estabelece e controla EM PE IN esse uni. não prias. EE SI EE particular EM nar asMações individuais comEEas a SI forma SI de relação M Ncom EE marcada P P E I E P P S N N E PE argumentar e a negociar.um contexto PE para o outro. M NP EM e o interpretá-lo de novas formas. Represencos constitutivos como dos modos partiEM EM PE M históricos EEdo brincar. um acervo comum sobre qual os EM culares de brincadeira. EE e sociais em que sePE SI N EM E P P I PE M Eo E ta. seja no plano M E N SI SI N E I M P I M E S forma sobre o mundo. são ine da fantasia. EE que se M P N P P I E P N S que junto P de práticas. SI EEos modosSIN de culturas PE IN IN EM que EEM EM EEe formas S P S N E E P ficações de ação social específicas de comunicar característicos da brincadeira constiI N M P P S IN M e limites.PEE SI N S I E S M M E S N PE car ao como produto e prática cul. M possibilita EE brincadeiras SI O plano E S S E P E M M E SI N disponíveis. o brincar é um SI EM Pnos Etro IN em que M E E S P M N E P compreendidas P outro aspecto a ressaltar como signiUm é que M da infância.ações humanas transmitidas de modo intraimaginados nas interações EM nificados NP e criados M P I I I I M E E S S S S E N de ação que cria e P e como forma tre as PE dos jogos/brincadeiSI N transNP EM geracional. E P S M SI N E P grupo de crianças. pelo da realidade da IN vida comum.EE tura lúdica infantil.EM P E E S N cias que permite às crianças brincar juntas curso organizado com lógica e características próP P M I E N M M E S E PE SI Esses esquemas.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M das considerações EE S volvimento proximal.EM dades no EM SI Pque NPâmbito da NP da cognição. as situações e regras sigI ou seja. queimada etc.). mas transpostos e transformados de espaços S e S E E P M M SI E PEcontra. M seus tituição pelas IN NP NP EM criançasMde conhecimentos e habiliEM ginação/fantasia. uma vez configura como aprendemos a brincar. E que esses zendo ser. A partir feitas da Idizagem N S E N N permitindo que as ações E P I I P E S NP S S N I P I N M M até aqui. IN E2002.M EE e possibilidades.Epelos significados S preexistentes e parnhecimentos nos planos da cognição e das N PE EE IN EM intera. formal. dessa forma. IN EE Epermite NP o qual S S gère. I N E E I M dos M N S SI P N I P S observaI EconheciM não é o que aparenta S N S E E valores e da sociabilidade. E M certamente tem conseqüências P N pelo ções sociais. pelo dições EE fluenciados SI físico do SI N P E NP P I P M N Ma partir dos informal das IN recursos naturais e SmateriaisNPE IN a ente.co.gens e situações IN M simbólico e Esobre o SIN S N S E P M PE I ciamento da realidade cotidiana. contudo. participantes compreendam PElinguagem. ou seja. cultural.regras S N N N E P M P I I I E E S S S N N P PE I E I M sujeitos desenvolvem atividades conjuntas. de EE o modo S PE próprio do IN SI NPcompõe a culE não se Mnas são partilhados P S I N E I M S N refere a um pensamento ilógico. novasIN reM e de ação M SI SI S NP EM I EE EE M E S P lações entre os objetos físicos e sociais. que as crianças transponham P N I P I P M S N S IN INtempos e transitem entre M da são M EE os planos SI estáticos. Um repertório EM ras de gude. amaS com regras P significados EE IN EM preexistentes (bola EE P M S N E PE P I E cujos esquemas M ou rotide Sbrincadeiras.SIN seja de faz-de-conta. SI SI distanciamento NP IN M PE I S N M S I S N E referenciada. como também simbóliconstrução de competências e coM EE pelo contexto EE e a ampliação NP SI E NP I M P P I M S ou seja. NP Esses limites P P M I N M EE interpretam. o pensar verso o espaço interativo em que novos M E E S N EE SIbem como PEpartilhados. N N S do-lhes novos significados. P I M por exigem que I E S E E S E S N E E o que está PE se fa. o reconhecimento do brin. INo brin. PE crianças. na aquisição IN de conhecimentos no plano da aprenP E EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 10 . o conjunto de experiênEM P M I EE (Brou. SI cam os Egrupos EM lado. É brincando que S E P IN N M I M N EM PE S EE da cultura. M ordem. básicos relinha. a coordeO brincar supõe também o aprendizado de uma E P P M M N N M N PE o mundo M dos parceiros. PE IN IN apropriação se dá S SI de comunicar? NPum fio condutor M esse modo E N I em torno de comum. o que SI IN EM tilhados M SI PE EE IN S E E P S N Mambientes escolaresSIorganizaDesse modo. I E M S N N pelo compromisso com E P M S I E I sobre o mundo. Essas N E I P E S SI EM a perceber que a PE P N M M E I mentos se tecem nas narrativas do dia-a-dia.

INassumindo E S N E S N P M S SI domésticas. Certamente ficará N P I S M S IN EM N EE claro para EM corporando a dimensão humana do brincar. lado. cri. As P EE diversas expressões e oEEM PEo IN assume M E P NP IN S N I P I fundamental de garantir em seus espaços o desenvolvimento da Spapel M criança EE S EM IN S NPna escola E N P E I I S E P S S N direito de S M SI M brincar. de um grupo social e.lingüísticos S P P P ou científicos. ajuda Mde possibiEE na criação NP M Por outro E S I E PE P M E E M S M E P N E que permita E PE as crianças. abriremos o caminho nos. I ela. a música.EEbrincadeira: EE ter hora EE M ser livre. até mesmo castelos. fazer EEMendidas N M S EM E I P M E E S E EM o seu M P de brincadeira e. as ar-IN S a SI SI importância IN M M IN S S N E E S I M pela dos tes visuais e as representam formas E E infância vem sendo Pmarcada S artes plásticas E diminuição P M M M E E N espaços E de tem. a inverter P I N SI NP PE E. P SImarNP SI P NP E I P I Mparticipa-IN cada. personagens de novela conhecidos peN P M M M I E E N E E S N P I P M I E criançasS criam brincadeiras EE E caráter muito mais Ia las de Spapéis e cenas N função de PE P IN P M lúdico.PE P P I P E E E S N E N N P P N nas como des obserSI de pares. é preciso deixar vações e o Mque podemos aprender com elas SI que as crianças e os INconIN M M EE a nossa S S M E P P adolescentes brinquem. seráM compreendida de constituição de suas identidaN E E processos EM ape. SIN EE SI tal. oPteatro. para E devemos. a imitar. nem N E M N I resultados prévios e determinados.SIEssas EM EM mais um SI NP PE IN exercício. que a escola. com mais profundiN E P P P I IN E E S N N S N P P I história e M nos cerca.M a rir.como espaço SI N Eque EM SI do mundo N de encontro das S P I I M E E S S N P P EE crianças e dos M adolescentes com seus SI EM pares e IN IN M EM E E S S M NP E E P E o mundoEM adultos e com que os cerca. N as perque SI uma vez S IN propicia a compreensão EE a escolha. Perceberemos sujeitos e atores fazedores da nosEM também. da sujeitos M qual os M SI e EM SI humana IN IN ampliação PEpor meio E EM P E M S E N S P I P de conhecimentos da afirmação sobre o mundo. IN individuais e culturas I E E S S N S P PEnfim.SIN PE culturais EE EE N N I P P I N M M S M para que S N E SI Dessa forma. NP dades P SI a escola N M I I I M S S S N muitas vezes o principal universo de construção debate atual em torno da necessidade de incluir a EEM E I M E S E P E de sociabilidade. lama M quando PE cadeiras EE são compreconteúdos. sia construir o percurso da significativa. do contrário. Iperdem N PE SI apenas como o sentido areia S geram brincadeiras de nadar.M M EE E P M N PE com crianças e adolescentes EE EM pedagógicas SI EM práticas dos para a brincadeira. é o da expara a organização Edos que Eocupa no mundo M importantes P I M M Ninformações E E P S I E N E P E S espaços-tempos N periência da brincadeiraM como cultura. IN M M S E P S E E M de na aprendizagem. N E M P didático SInão contém o jogo como agentes organiSI os requiSI como recurso PE E IN M P S EM N E como zando com autonomia suas ações e interações. consEMmembrosM P PE P M E N como E adultos e crianças. espontâneo. M e de SINguntas e as SI E EM seus M P EM M E E E adolescentes.ção. E compostos de mobiliário e N EM E M I E M P S E P P doméstica. SI NP EE sonhar Se I P SI com eles. EE a decisão. a literatura.Mde expressão criadas Epelo P pela falta NP IN brincadeira. inúescolares e das SI práticas pedagóEM PE Existem E PE IN SI N NP S N I N E M P I a ludicidade I possam garantir e incentivar o meras possibilidades SI S E de incorporar na gicas de forma que E S S N P E I M S pedaEM M aprendizagem. dimensão artístico-cultural na formação de crianças NP M EM EM M P I IN M E E E E S S M E N E P M de adolescentes O brincar é sugerido emNP muitas propostas e Ee caminha PE SI EE não apenas NP PE na direção IN E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 11 . a representar. como EE nós. Penetrar M EE S N E N N P I I I M M E S espaço IN S S lado. mas é preciso colocá-la no real brincadeiras contribui. se compreendem Scomo sujeitos e huma. no encontro EE IN a imaginar.SIN IN M nas brincadeiras. EE M M N E como um pretexto ou instrumento para o ensino de objetos vinculados à vida suscitam brinM N I N E P E I P E M S E S N SI PE atividades Pde IN mares. que EE PE compreender IN vão se constituindo SI no brincar NPas crianças EM É preciso P P PE I S M N E N S de sua experiência Esocial. EE sa dade. mediante jogos Uma excelente fonte de conhecimentos sobre E M N e situações PE PE EE é lúdicas EE SI conceitos NP o brincar EM N P N I P M que propiciem a reflexão sobre e sobre as crianças e os adolescentes M M I I E S N S S M IN EE e EE EE nos seus SI jogos e INPmatemáticos. pelo isolamento. intância do brincar nas suas vidas. M to S da SIveremos que EM NP esse paP IN P P I EE E M E N S E P N E N I P P E pel cresce em na medida em que A dança. a crianças e para S compreendermos melhor M a impor. é preciso aprender com eles tribuem para aproximação cultural com as M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E a ordem. SI SI as descobertas. pular. e SI S N N P I N I S recursos.sitos básicos que configuram uma atividade M M E E N S E I M E P M E M S E planos e formas N NP borando não de ações conjuntas. por um colhermos EE EM S NP M EM E P I M E E P S e que não N infantil. P P M E E E SImem. Isso andoS regras de S convivência social e de EM E I P E S E E S S E N P P P M não significa que não possamos utilizarEa ção SI EMludicida. possamos titui um direito na vida do E hoNnos reconhecer EE a ser assegurado SI NP EM EM SI EMsociais plenos.IN S M E P M EE E E de perseguição. treinar e sistematizar conhecimentos. rios. IN mas para que uma atividade brincar. muitas vezes.da poe-PE mais o brincar éS uma atividade SI EM nós que E P M M E P E N N P EE e da arte. de homem M como possibiliI M EE públicos S E SI E N E S E P P P M E E SI N N po S para sendo diferenciadas O PE IN o lazer. Podemos observá-los brincando. uma vez que piques SI PE IN M M super-heróis tematizam EEe brin. E Mas tais papéis familiares. NP P I P M S crianças e dos cas e formas próprias Nsoluções por parte das M sentir e Efazer EE de pensar. EE SI de dialogar NP com o mundo. com o objetivo principal de atingirM resulcadeiras ÉE importante demarcar S são usadas N M E P P I M M E E P S N E EE que SIN tados preestabelecidos. gógica seja lúdica é importante lidades de interações eSIdiálogos com M a frui-PEE P E E N E N I P P N M E M N SI de suasS lógi. IN NP E I M E M S E S E E Ao situarmos nossas observações no contexÂngela Meyer Borba e Cecília Goulart E P M M M P E N PE M EE EE EE IN contemporaneidade.

a apreciade sistemas simbóliM sem a orientação E I S N S S P N I E P S I S oferece o “excedente E S EM expressões IN ção cos. P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 12 . de surpresa. para então estabelecer no. estética. S N N obra.SOlhar quePindaga. tros comSoutras obras. em deEM catura. SIntimidade que permite a apropriação mos prescindir EM com a arte. N EM crian. mas constitui-se M cação” (Ostetto M IN SI entra emSdiáSI NP EM I EE experiência estética EE M E S P logo com ela.M N S SI N I P S educativa I de estranhamento Esituação M nos diz Kramer (1998) S N S E E ção com a obra – da Como “Para ser a N E I P M E S SI Eser PE P N M M E I habitual. da dança. pela emoção. EM conEM PE M estão impregnadas E SI E E encontroM N E P P I E movimento sensíveis construídos no com teúdos sociais que. da M suas capacidades PE pintu. como também da organizaS S N arte e contemplá-la. e atores. linearidade. não só M EE SI NP E N P I I M E M S S N EM sentidos. coloca em escola. O E olhar pelo IconheciEM modosMde ler o mundo NP se ampliam M P I I I E E S S S S E N P pela sensibilidade. ao entrar em conN Bakhtin S E N N ao acesso e à apropriação E I P I I P E S NP S S N I P I N M M tato comSIuma obra de da produção existente.SI EE IN S E E P S N M fotografia etc. N S N E N SI O prazer e o domínio da escuta e do tes de ver de SI do olhar. vivencia EE EE SI movida M EM estética.M NP EM P M I E P E E S N mira e se surpreende. da EE IN poesia. da escultura. S E P M IN N M M M N PE SI EE autor ao tomar para de reflexão e deEM temente dos animais. M E S S E N M M M SI NP – são historicamenque uma trumentos da natureza humana EM PE M vez EE eu vejo. da IN desenho. pela críti. M SIe ler o mundo. possibilidades. enEM P S I N M E I S estranha. SI NP brinca.PEE E P diferentes linguagens e produções da realidade e maior participação social. possibilitando-lhe M N apenas reproduz. AS chamada Enatureza humana nãoMexiste de M S N I E P S S SI PE IN a produção do M Aquele que aprecia a obra continua EE diferenPE modo independente da cultura. P P E M M Aprendemos IN EM SI N P E N E S I E I E E N S S arte são M vas formas de ver o mundo. da eduIN P M E EE S N N E N P P P I I I E S ou adulto. pela elaboraram – redimensionamos a nossa SI PE pela imaginação. P IN a ordem. 2004). E E P no. humana e as nossas possibilidades M EE IN quebraEa EM IN IN de viver e agir ca. tocamos M N E I E M P I E EE S E P E para completar S zendo o seu ponto de vista a obra. M E E E S N E P E SI NP N EM NP leituras e formas de compreensão da vida. ra. N N E E P I P I M EE E E S S N E P N P P I conhecimentos apropriados ção no mundo e EM SI de visão deste mesmo EM PE IN IN mundo. IN M como autores Enos S N S E P M PE I nas práticas sociais e culturais vivenciadas es. pela mento PE das pessoas que as SI NP EM aguçado PE das obras e das vidas IN afeM E N S SI N E I M P M condição S tividade.SIN gráficos de autores de produções artísticas. com seu autor e com o contexto em e humana. EstabeN N E E S P SI SI lecemos IN EM EM PE PE formas de M M M E – com a experiência pessoal acumulada – enconnovas inserE S novas realidades. portanto. SI tem seus IN M com SI EM Relaciona-se EE P P E E M E P P S a arte a E N E que a S IN os signos compõem. 2000). como área de coE P P M M N N M N PE EE SI EE EM que ambos estão referenciados. pintaM E E S N E E M SI etc. EM P P uma relação estética pela busca de comção da escola como espaço de criação M E M N E N E P M EE SI está a “serviço SI EM aprecia EM de seu PE A pessoaEque PE a arte não preensão significado. pois de normatiI E S M E E S E S N E E PE EM SI didático Pleva NP a experiência NP EM articulação provocada pela zá-la como recurso à sua destruição. NP SImos. do SI música. comunitários entre PE M EM instrumentos. Nossa sensibilidade e nossos I transgredindo-o. muito também nós. Na educação.EE grande desafio. EM dos na P I M apreender sua Nessa relação.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S das questões relativas nos diz que o sujeito. o homem. de assombro. de inquietação arte precisa arte e não arte educativa”. M muitas outras EE familiares. N Educar e ensinar no contexto da cultura é um EE contra incoerências Ee S EMdivergências. elabora uma P compreennão reduzir IN mero recurso SI É importante NP IN PE I S N M S EM I S N E para o ensino I dos seus sentidos.IN S obN como ato de criação EE NP SI passiva S EM M P M M não como atitude ou olhar conformado que alargar e aprofundar o conhecimento do E SI jetivos de E SI E E P E IN M E E S P M N E P ligada ao E P está ser humano. P IN M N S E N M P SI da vida: SI muito nas por meio da do carisurpreende-nos. características e É importante que a SI N E P P M N M M SI N N livros de arte (há coleções PE SI EE duz o reconhecimento do prazer e do significado inclusive em bancas de PEE EM SI EE SI P N I E M M P N S P IN dessa relação. não sua EE EE é capaz de EM SI organizarIN EE si o processo P P P E M P Nexperiência S N P N E I PE I I N Na experiência compreensão. construindo múltiplos contemporâneos. ousa. OsPsímbolos não são simples e insIN de visão” (Bakhtin. Intimidade M e também queIN constrói o olhar jornal). M SI maior compreensão EE M Pgrau de intimidade IN IN EM SI com as EE P S S N EE artísti. E M aquilo P EE EE o outro não vê e que SI N E P P I PE M M E E que me situo fora do objeto estético. PE nova P I N E E I M rela. considerando os S estética. PE IN IN NP M E N I S A contemplação é um ato de criação. NP E M S I S S N E E S engrandecendo-as. colocando-o em outro pla. inverte E no mundo. As obras de modos instiganP NP P I P SIprofessores. desafia a lógica. PE SI EM tipo de sujeitos como formas deEE expressão e representavem com E esse conhecimento. N E P P E I N M I P S E de co-autoria. não podeI N M P P I S E S IN N de suaIN M cas. podem ser analisados M E S E N N E P P M I M M E S SI N N PE EE de apropriae debatidos.S quando. seja S como uma ela criança e Leite. – traNP paços escolares. a livros bioEE de literatura IN que PEE SI acessoEM S E S P M M E S N PE ultrapassa o cotidiano. PE de trabalhar SI E M S M E E N E E Pas crianças tenham acesso Mtécnicas próprias e proP E E história. pelas que podem M EEas possibilidades EE a arte potencializam SI SI várias interpretações N P NP P I P M EE N S N E N I M ção e de produção de diferentes linguagens pelos P suscitar. EE reflexão.EEM IN EM EE P M S N E P P I rompe. de difeS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M A apreciação e rentes maneiras. dançamos. SI EM ad. te constituidores da natureza das pessoas. da aprender e conhecer. O olhar crítico que as crianças desenvolI I M E S E S S N P M EE muitas vezes. É preciso apostar EM NP PE conto.ção E P S M SI E P E M P N ças e nos adolescentes. procurando SreconstruirPEe são ou pretexto de conteúdos privilegiaM E S E P Equalquer tentativa M IN NP N EM totalidade. nhecimento que conteúdos próprios. Nesse contexto.

NP SI seu ções dadas pelas condições e pelas SI PE e rem S EE referências I M P S EM N E O conhecimento. Mterpor realidade. A criação se S N E E P P I M M M E E P S N E E IN base em EE bilizamPE pela nossaEM herança cultural. conssituações os objetivos a ser EE alcan. PE linguagens EE EE e com SIN N N I P P I N M M S M S em que. ocorre P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 13 .M M EE E P M N PE M deveríamos EE M EM SI forma M E apropriar-nos do desenho como O processo criador. 1998). EM psicomotores P P M M M E E N N ou cópias E conteú. na SI impostos N base fundamental S P I I M E E S S N P P EE paraM o processoM de criação. objeimaginação. dando mover. no temN E N P P P I E E S N N S N P P I e no espaço EE festações artístico-culturais. O mesmo SI EM sujeitos de EM PE pro. por descobrifaz Scom PE SI IN definições e configuraNP decisões. visto que S E N NP a liberdade. não tem escolhas do sujeito. aos fazeres. Como afirma Bagno (2003. EM fazendo circular diferentes maniconteúdo a ser ensinado. EM de propõe SI S M o inverso. Já na segunda. qual o sujeito deixa suas marcas revelando seus N M E assim EM N EM EM SI NP PE I P M I E E S N E incita as crianças a também encaminhamentos. é po SI N orEM pela rotina EMescolar. EM E P P E I M E E P conhecimento e inteligibilidade do mundo.SI M E E P I M E E P N pode serSdito em relação à arte.Mfosse possível tecer o Etapete P NP O desenho possui sem ter os fios E e sem M I M EE de modelos.como PE IN E SI NP NP EM S N P I I M I E S S prias deM autoras se relacionar com os materiais.à IN Ediferentes IN SI acesso às E E cultura e ao conhecimento. M E E E S S M NP E E P E referências relativas às características nas idealizações e nos preconceitos sobreEM quem são P EE EM PE IN e ao funcioE se desen-EM E P NP IN S N I M P P I de cada tipo de expressão. em qualquer moEM N E I P I S E E S S E N P P I M P desdobramento M ção à Slíngua: “‘a língua’ mento. como se S cacionais aoSIseu EE treinamentos EE exercícios de técnicas. e de compreensão do mundo e de si mesmas. E tão N E E SI S N P M I Eosso E E SI N concreta quanto S P P P os seres humanos de carne e lações (Leite. SI SI EM PE sentir e refletir IN NP envolve INreconstrução. P IN E M S M E N S P I P outras posições. de cultural. precisamos rever nossas práticas educativas. N Iexpressão. SI está no NP EM EM SI E P P M E E E SIperiência Iestética. E S E E comunicabilidade e compreensão. por exemplo. I S M N S E IN o foco na criança é comM dos de EM M SIoutra posição. ordenamentos S e formas pró.18) em relaqualquer forma. PE re. qualquer queM seja. a função da escola E o grante P de garantir Nhumana configura EM PE ”. I EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N Se compreendemos que as diversas linguagens SI EE SI SI EE SI NP P I P M S artístico-culturais constituem modos de conhecer e IN As crianças de seis anos N M EE M M SI E EM de explicar S E P M M E E E a realidade tãoP válidos quanto os sae as áreas do EE N E conhecimento E EM P I P P M E E E S N E N N P P organizados pelosSIdiversos N beres ramos da ciênEM EM SI SI NP PE IN IN I E E S S N S P P cia. pois são formas de linguagens e de P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I fazer estético. às ações. EM do currículo. SI S E que interpretam a realidade.SIN EE SI EMsermos livres P PE P M E M N E truir sentidos A ampliação da Eexçados digam respeito às crianças. emoção e cognição. embora N E SI criar relações. elas para opinar. a apropriação carne e osso. E SI SI E N E S P P P M E E E SI N N dos quais fornecem novasIN à Pcabe EE os pontos. ao inN E E I E M E P E S E P N E de Aprender aEM ler imagens. mas sim o contínuo e a reN IN M EE IN M M SI S E P S E E M como uma ‘essência’ não existe: o que existe definição de delimitações dentro das quais o sujeito E M E E N E E P SI (. vermos acesso à S pluralidade de mos observar como.. por meio do E S S N P E I P S EM EM M vida àsIN IN palavras. com e com a vida. Numa E P M M E EM PE IN as práticas NP EE preendido Edo EE salientar Sque M como subordinação trabalho às von.) ela éM NP EM seres humanos NP divergir.EEM EM NP com arte P IN P P SI É importante I E M E N S E N E N I P P da criança Eou restrição de que estamos não se confundem com edu-INP S os tades SI das experiências SI falando N P I N M M I S S N universo sociocultural. o foco N M EEe conhecimentos. NP PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P tos amplia nossas possibilidades de redescoberta. O criar fazer EEvida EEde um produto EE se trata M P SI NP livremente não significa SI P NP E I P I M N E S qualquer E M N I S coisa. SI Na primeira SIpróprios. bem como as crianças e como deveriam aprender e Snamento M N E S E S N N SI EE PE SI SI NP P amplia a rede de significados e modos diferenciavolver..M A inclusão das crianças de P seis anos no P Npara alargar SI ensiSI contribui NP PE EE IN SI abrir caminhos N EE no fundamental I P S SI tendimento da realidade e para para provoca uma série de indagações N P I S M N S EM IN SI há como S EEsua participação EM a no M mundo. Não nos sobre o que e como se deve ou não ensiná-las nasPE EM E P M E P E N N P autores. p. E I M S S N P ações que criem outras S de vida Nesse sentido. novas Minovar e estabelecer M I E SI pode ousar. pois alarga o ganização dos adultos SI EMacervo de IN e até mesmo IN nas suposições. criando dipelas de múltiplas formas de comunicação M E M criançasM E S E PE P M E E M S E E P N E E P ferentes formas de expressar o mundo.são N PE que falam línguas. Patrícia Corsino M SI IN IN M M EE S S M E P P A apropriação pelas crianças dos conhecimentos M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E produzidos pela arte Mo seu en. segundo Vygotsky. com E o esN de suas produções e Sde P se tornarem M SI M N E as linguagens PE I M EE E E suas vidas ao mesmo tempo em M que se responsapaço. reelaboração. É que seSdefine I Mnesse quadro M E E N E I E P M E M autônoma. é sempre um processo singular no EE sobre novas M SI formas EM IN P no sentido M EE M E S E E P de uma sociedade justa e feliz. NP aprender S possibilidaN P M I I M I M S S S N des de expressão e de compreensão do mundo e criança se adaptar ou se encaixar ao que o adulto E I EE M E S E P P M M E das diversas uma formas porque sabe e determina o que N IN ComoNP EM EE é ele quem EE de si mesmo. I M EE S N E N N P I I I M M E S S da criação S estéticaMna formação que se servem dela N E EE e dos quais EM A importância NP ela é parte inte. no livro didático. os NP posição. P PE I S M N E N S E M IN valor. sons. EE se não tidiferentes áreas Mas também podeM SI EM SI constituirmos IN PE críticos eEcriativos. todos nós é bom para ela.

professores NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E as duas posições. PE EE para o Ensino e EM lares EE a pensar EE a comparar SI sobre números SI N P NP P I P M E N da Educação/Conselho S N E N I M quantidades de objetos quando esses forem signifirio Nacional de Educação I I M E S E S S E NP P E I M M E P S E com quantidades N E CEB nºSI02/1998). N N Fundamental (Brasil. provocar os saltos dos conheciI N M P P S SI IN fenômenos físicos e químicos. das Ciências Naturais. a fazer correspondências e agrupamentos. ao promovermos S M EE séries/anos IN iniciaisEE IN IN situações que Matemáticas NP E M S P I S S N E E S nidade paraIN que as crianças coloquem provoquem trocas e descoberE abram caminhos. suas formas de aprender. usando ça uma direção E para sobreEM forma espontânea SI IN M PE a lin. se analisarmos EE M E S P Exercício da Criticidade e do Respeito à Ordem as concepções de criança E P P M M E N N M N E EE SI Esubjazem EM Democrática. perceIN SI e Diversidade SI NP de Manifestações IN M PE Criatividade I S N M S I S N EE I S Artísticas e Culturais”. eventos S SI EE e ações em todas as EMespé. operando e re– Resolução P EM IN M PE PE constituem IN M situações-problema E S M S gistrando as (inicialmente de Estas o documento legal que traN E N P EE I E E P S M SI N E P E M que as escolas reflitam P N e. M N E I E M P I E EE S e fora daPescola. conforme estabelecem as Diretrizes CurricuM E S E N N E P P M M M E SI MinistéSI conjuntos.EE pressão por meio linguagens. Somos Inós EM ênciasM NP M P I I E E E S S S S E N P científicos. M EE Benjamin NP IN os seM S I bre os sobre mentos. estudo articulado das S Ciências Sodesse foco. e disponibilidade S E P M IN N M M N EMque as crianças PE M diferentes SI articular Eo EE viverEem e locais. posteriormente. de ca flexível. O trabalho comEM respostas para sabem EE SI EE épocas M P N P P I E P Ncom os objetivos S N P N E I PE I N aIN área das Ciências Sociais dasSIdiferentes áreas do currículo. suas faciliM E E S N E E M SI NP de ensino reside. professores(as). N E P E I N P S N E histórias. cativos para elas.S M E M amplificar S N E E E P com as tecnologias. P SI NP todos os tiEM P S I N M E I M S N tas.favorecer N Po safiadoras capazes de impulsionar M das crianças EE o contato SI NP E N P I I M a obser. suas sensibilidade. especialmencomo é seu M grupo familiar PE e Sociais M EM EE nessa etapa NP SIdades e dificuldades. suas relações.SI E IN S E E P S N M guagem matemática).M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E Mescolas. M E tambémS I S P N E P S I S objetiva ajudar a criança S EM IN a pensar e a desenImplica. implica NP M por sua E N I grupos humanos. SI N P E N E I E I E E N S entre diças a e diferenças áreasSdo conhecimento e se funP identificar semelhanças NP P I P M SIlem as diferentes N S N E N SI ferentes elementos. estétiSI SI nos princípios EM EM PEpolíticos e M E SI E EM N E P P I M E riando. as EdeS tornam-se secundários pedagógicas das Diretrizes N S o com. E P S E M S M E N M PE EE a relação EE res vivos e sobre e a natuEsse num lugar estratégiSIenfoque coloca-nos NP P P M I N M EE entre o homem I E M N N co porque cabe a S E P M S I E I o homem e as tecnologias. beremosPuma disparidade de posições. ordenando e sedamentem éticos. interesses e produções S E M E N Sé P . SI SI N EM I EE (1997). aberta e ao imprevisível. classificando. N SI quais são os seus interesses EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I Trabalhar com os conhecimentos das Ciências preferências. o espaço e a sem alterar a ordem S natureza. é importante que o traé e faz. das Noções Lógico-Made partida seria conhecer S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M temáticas as crianças. N lamos entre IN M EE garanta o M EE S SI pensamos NPque um ponto E E P P I M M M E ciais. e práticas Isocioculturais. o objetivo EE via de mão du. mento dasScrianças e de as suas experiI M E E E S N EE o debate SI NP NPe a ampliação EM NP que vação.1986). Para M to mais freqüentes M SI Cidadania. Nós. mediamos as relações dasPE crianças com os eleSI NP EM de conhecimentos PE IN M E N S SI N E I M P M O trabalho com mentos da natureza e da S cultura. INP P falas. Na busca I tal. M M E M N E N E P M M EE SI contraditórias SI Essas duas EM PEComum. conhecimentos M S N I E P S E M S SI PE IN problemas e de M formas de se organizar. É importannós.EEM EM P S S N E E P levantar hipóteses e a construir conhecimentos mover ampliações. nos anos/séries do ensino fundamenvir a ser. possibilitando. suas propostas Como eixos das proP E N pedagógicas. também. das EM não há como ouvir as crianças e considerar as suas S P P IN IN IN EE E EM S S S N N P I E I M relações entreIN o homem. de resolver EE devolver PE para observar.SIpostas E N N a atuação do adulto e E P I I P E NP S S N I P I N M M finem osSIseguintes princípios: “a) PrincípiosSÉticos promisso da escola com a apropriação de conheciS N EE EE e com a aprendizagem SI EM EM P P da Autonomia. uma organização pedagógiPE IN M E S S E N P M M M SI N de observação. saber e S e das Linguagens. muitas N SI iniciais EE idade. sua Conhecer.EEM IN EM E P M S N E P P I Mdar oportunas é mos materiais. no desenvolvimento da crítica sobre os social. planejar. assim. a experimentação.EEM Na áreaS das Ciências SI inicial do SI EM Naturais EMtrabalho. E P vida dentro E reflexão M S te. articuP P E M Encorajar M de diferentes IN EMrelações S(Kamii. pois EM PE M comEE estudo eEde M volver atitudes EE ao novo EE SI N E P P P I PE M E E paração das paisagens.SIsuas PE IN SI vez. favoreçam a ex.M NP EM P M I E P E E S N cies de as crian. b) PE tendências dade e do Respeito ao Bem são P muiIN M EE Princípios E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S Pinto Políticos N dosP Direitos e Deveres da do do que supomos. PE reza e entre E S EE S P N I E M M P N S e os espaços P da escola IN te organizar os tempos M atividades propor e deM EE e coordenar IN para PEE SI significativas N S E I E S P M M E S com a natureza e IN E desenvolvi.EE pos de objetos. da Solidariementos da criança. dução científica centradaSno mundo infantil. SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 14 . Uns M EE grande P S E E a criança M M enfaIN NP N aquilo que EM EM valorizam P I A partir desses eixos. da Responsabilidade. como sugere. outros I E S M E E S E S E N E Pou EM de seis anos de SI ou o que PE ela poderá NP NP EM balho pedagógico com tizam o que lhe falta deverá PE as crianças I N E E I M N S SI P N S vezes osciM SI (as). ao E disponibilizarSI PE objetivo do EE as Noções Lógico. EE quer à proP P E I M E P P N N E PE dade. incluam cuidados e afetos.Ssem Puma IN torná-lo M E E P M N E Pdas crianças. cos. do lugar onde habita. P as trocas mútuas sejam curiosidade a pla onde capazes SI EE de pro-SIN ampliar Ea EM PE incentivá-las IN IN EM so. SI c) Princípios Estéticos da E Sensibilique quer SI ao discurso M EM NP comum. indagar.

P possibilidades para M uma mesma SI SIo desenvolvimento e situações.SComo ação e simbolização estão junno cotidiano com EM De acordo PE escolar. M P colocações N e escritos. enIN P I N M M I S S E E S IN trevistas. SI EM Um dosPE troem os IN M nessa área EE do currículo E S E EM P A linguagem. ou seja.muitos EE IN SI ção e a memória N E E caminhos até a criança ser capaz das esportivas e de I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E los verbalmente. Finalmente.M grandes objetivos é a eduN P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E quico mas também no cação estética. NPE tação da IN P P I E M E S E P N E N I P P aulas-passeio. as quais. na área das EM O trabalhoSpedagógico SI NP M EM E P I M E E P S Nconceitos espontâneos Para percorrem E Mtambém inclui P a socializaM possibilitar NLinguagens PE o autor. EE um ano SI NP EM EM SI possibilidades: Eseguir PE de P M E E E SIria. I E S N N E S N P disso que operar com I M SI apreciarM co uma pintura. S ver. SI Nvisitas. é preciso assegurar um ensiN E tomar consciência E EM pró. à ludiM EE NPduas categorias M E S I E PE P M E E M S M E P Eas crianças E PE e à organi(2000) observou que. N P I S S IN cuidadoso. elas não N têm consciência da sua E M M SI E EM área das S E P EM M M E E E seja. portanto. IN pautado por uma prática I E E S S N S P P nessa progressiva ta a realização variadas. embora cidade. que significa EE ser SIN EE P PE P M E M N E pensados pelo(a) garantia de mais de escolaridade obrigatóN M professor(a). de sua sensibilidade M e de sua expressão. Vygotsky as áreas. E EM A importância M IN M S E E as crianças nos anos/séries iniciais do ensino fun-PE de um planejamento S E E P M M E P E N N E P o desenvolvimento M M se inicia N damental. PE IN M EE P N IN ano ou S N I M P P I sejam elas de Matemática. central M M E EM de histórias N N E E P NP I tas. o M elo central do diversas manifestações atuar sobre I elas. filmes. generalizante PE SI e o pensamento Eferir.EEM NPescolas. Nesse é impor. processo sócio-histórico de construção coletiva. os planejamentos das Eatividades. sua vez. é essencial o respeito às culturas. esses E SI Em qualquer podem tal Epara bemSIN mais que a M nove anos. a do ensino fundamenP EE E S ampliação S P P I N M M S deslocamentos M S área. a própria movimenno fundamental.Eprocesso E com as linguagens NP O trabalho de deSIN connas EE EE M aprendizagem E P NP SI P NP E I P I M para queIN ceitos. NP E I M E M S E S E E inicialmente a ação. PE to. não conseguem do seu Linguagens. SI SI NP PE EE IN SI NP o trabalho EE para a S I P SI escola. E teriais. M E O trabalho com a área N E E I E M E P E S E P E bem pequena. M P PE EM EE Por isso. é uma Vejamos a algumas EM oportunidade histórica de a criança N E P P P I IN E E S N N S N P P M EE Propor atividades que I favoseis anos pertencente SI às classes N EM SI da ação:EE N populares ser in.M M EE E P M N PE de a linguagem ordenar M – é pela EE M das Linguagens parte EMpossibilidade SI o real. assistir SI PE (interior doSsujeito). etc.S sistemas M N E E P I M M E E P N E E EE sem SIN mas de pensamento possíveis tante vivenciar atividades em Sque possa E PE IN SI a criança NP EMque não Iseriam P P PE I S M N E N S sentir. N E M Pde representação. IN à autonomia MconsigamPEE P E E N S E N I P P I N M S M espontaneamente N N N operar série tendo como Sobjetivo o pleno PE de palaSI zação das EE SI SI com umaIN EE SI crianças. cabem também a leitura e poemas. E simbólicos possibilita a M realização de forfilme. possibilitem de difeM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Essas são bastante provocativas rentes gêneros textuais. a linguagem é um dos insI M M I E M E E S S E N E S E P P P M SI pelo homem N N N PE (músicas. Esob PE que se consIN NP tem infinitas IN E I M S S N P S E conceitos e os significados das palavras. História. do conhecimento.) etc. quando de todas as áreas SI SI que assegure PE PE IN EM EE o processo M SI de sistematiM EE N S E N P E I P I zação de N conceitos eIN formalização dos conteúdos. Geoessa série inicial deve compor um conSEsse M EE S E IN S N E N P E I I S E P S contemplar S N precisam junto com S M séries do ensi. inpara se comunicar que sisteNP M e utiliza EM EM M P I IN M E E E E S S M E A partir Eda ação. analisar. em todas E S S N P E I M S EM M entre as IN de conceitos. os SI EM de definiEpráticas PE ou. reconhecer. SI tomada de consciência EM de atividades IN por consiste IN M Mpráticas discursivas E S S M E P P dos conceitos e operações do próprio pensamento. ou desenvolvimento E humano. Ciências.grafia ou Língua SI M os outros anos ou outras IN Portuguesa. Esse N E S N I S como finalidade autor compara e inter-relaciona duas ais tem darEM oportunidade EM E I P S E E S S E N P P M P M categorias de conceitos: os conceitos espontâneos as apreciem diferentes produções artístiSI N IN M criançasEM EE IN M SI S E P S E M – construídos cotidianamente pela ação direta das cas e também elaborem suas experiências pelo faE M E E N E E SI NP EM NP ampliando PE a sua crianças NP experimentada PE a realidade M sobre e obsere M a sua sensibilidade M I E SI zer artístico. I sensibilizar Sa criança para NintrapsíquiP P P M (entre pessoas). portanS SI do meio. o proN E P M levantar etc.SI 1) plano P I M E S S N P EE reçam as ações da Icriança sobre troduzida a conhecimentos que foram fruto SI NP EM de um M IN o mundo social e M EM E E S S M NP E E P natural. P P M S definição. Pouvir uma música. Decorre IN M EE a um IN S M E P M EE E período. ainda na INvras. orais Mde usos. Entendemos que. no SI pedagógica EM EM SI que permiSI NP PE o desenvolvimento INPara o autor. então. especialmente para com M finalidades e intenções diversos. Estudando as complexas relações tras práticas corporais. experienciar. PE EMde que aScriança. 2000). Nesse processo. trumentos básicos inventados cujasPE a recepção PE doEE de sons SIe imagensIN SI N SI N P M I I M S S é cumentários S etc. SI SI processos PE as esses EE imaginar IN M P S EM N E Ainda para Vygotsky (2000). N E E SI S N P M I – e os conceitos científicos – construEE E E SI N vada por elas S P P P vivência estética. NP mas de linguagem – PE IN hipóteses NP E PE N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 15 . I P I E M S E E S N E E N P categoria. a criança vai EEM funções fundamentais são IN M o intercâmbio social – EE S E P Eo homem cria tendo a oportunidade de experimentar. deve se articular a ele (a)s E P M M M P E E N PE EE de objetos EE IN M criança e manipulação noSplano pedagógico de cada SI uma das EM e ma. agrupando uma mesma classe eventos desde Mdo princípio N IN NP EM de objetos. isto é. atua não só no nível interpsí. I M EE S N E N N P I I I M M E S S com ênfase N E E ídos em situações E formais de ensino-aprendizagem. Vygotsky (1993. uma escultura. estudos A linguagem é constituinte do sujeito e. à espontaneidade. M da arte e M E E N S E I E P M é a formação E M S séries/anos inici.PE P P I P M E E E S N E N N P P N prio pensamento.

Ações.SIa vão dando convencionais. bonecos. experiências que. EE PEas crianças são chamadas Conceito que tuações em que a conS E P M IN N M M I M PE IN EE permite do curso interno do desen-EM versar sobre So que fizeram. maN ou adapta M N E I E N I I N E M S E P Sa S N E SI etc. N N E PE individuais ou em grupos ouM corporal – NP IN SI duplas. NP EE P P E I E E P S são as brincadeiras. N E I I PE M E S S E P P N M os desenhos. tado. SI lugar às M EM EM PE E SI E EM N E P consci. à realidade PE às questões IN IN EM do EEM EM EEgrupo. tais como M ças desafiadas a fazer gêM Esejam IN além PEE SI uso de diferentes N S E I E S P M M E S de inúmeras ativi. Cabe à educação das séries/anos P e generalizado. determinado pela solução de EE S colagens. As P nos livros didáticos e nos seus manuais. gradativamente NP P I P M SIou de pessoas N S N partir de uma reflexão E N SI da escola ca e quando. brinquedos etc. É importante E P M S I E I busca de Iinformações. IN pois os temas eleitos M EE sociais e E NP IN exploraM S I currículo. EE SI S N S E P M PE I colaboração com companheiros mais experientes. Os Sprojetos P S N E E P turais do vão além dos limites assim como a oral. tabelas IN SI NP EM P S I N M E I M seu próprio S trabalho. são estabelecidas I tomada de M E as fiVygotsky considera que a M E S E N N E P P M M M E SI abstrato SI do trabalho N N PE EE eleva o pensamento a construção ência a um nível mais M EE e apontada EE nalidades SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M de conceitos. grupo). mesa (individual. Sendo assim. em SI Expressão NP pequenos IimiPE I S N M S E I S N E I S com toda a turma. o que implica produz seus gêneros SI atividade Ihumana NP P P M N M EE I E M S N N discursivos. pode ser um Icaminho para P E favorecer a apropriação N SI EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 16 . prospectivamente. Trabalhar com projesuasSexperiências. problemas e. gráficos. Isentado S N N S paços da sala ou da escola naIN roexpliquem como chegaram a M suas representações. essas representações vão M E E S N E E M divisão do desenvolvimento em SIníveis que NP É dessa pelas PE M EM M vão ganhando EE NP crianças Ee SIsendo planejadas M N E I M P I E o conceito EE S e elaboradas. SIà tomada Ede partir das à representação e dessa última EMdos interesses NP PE EE IN E P S M SI N E P E de M P foi feito –EM crianças. pátio. N M E NP SI SI Ediscursivos. representem o que M M E M N E N E P M M EEas podem SI e depois IN SI EM ser pensados PE PE de maneira que alternem esviram.Me atividades SI ou menos 2) planos de SI representação: M EM movimentadas. além de tornar e Igradativa N S E N Nem planos de representação P I I P E S NP S S N I P I N M M trabalho Smais dinâmico. N ciência – com a explicitação que SI em projetos IN ampliá-los e expandi-los Mverbal do S SI PE EE IN S E E P N M trabalho interdisciplinares.IN E volvimento potencial.EE ciência.coletiva dos P professores. aos proa determinados resultados. o naisPque PE escrita – com seus SI NP EM cipaçãoM IN E N S SI N E I M P I M E S trabalho do professor que. passa notações e escritas espontâneEE pas. além E de terem a oportunidade S S de aos interesses N e preocupações das crianças. representações e conseqüente tomada de consciência dessa ação. que caminhos E ainda. como EE EE viram. o acesso S N S S P N I E P S I S S EM IN cessos que estão amadurecendo e se encontram seguiram. no nível Expressão gráfica e plástica – E são N EM SI de desenPE IN M E M E S SI pinturas.. Sem ou com a partidos sistemasIN notacioEM va dosMusos e convenções NP M P I I E E E S S S N Os projetos valorizam P EE incluem Sa linguagem de toda a turma.. exerce várias funções e possui I M P P IN S Sarticular.SIN mos. feitas indivique viveram. são incentivadas IN M E S S E N I M M M NP presentes. e também soEM PE EE M embrionariamente EE seus sentimentos EE SI N EM E P P P I PE M M E E tos é uma forma de vincular o aprendizado escolar bre o seu próprio pensamento (procedimentos de S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M aos metacognição). em vez de EM diversos gêneros – Ee outras notaS P e a função EE IN EM e tipos de textos P E P M S N E PE I E reproduz Mo que está serS alguém que ções comoPa linguagem matemática.IN N e de diferentes PE de possibilitarem neros formas de registrar as ações M a realização EE S SI NP E N P I I M M E M S num processo S N E E E P dades de organização e de registro. E P definidas E de zona S Vygotsky formula de desenvolformas mais N E P P E I N M P S Eentre o nível PE IN de IN SI NP M E N I S vimento proximal como a distância Expressão oral – fala/verbalização – são as siM S N I E P S E M S SI PE IN M desenvolvimento real e o potencial. pelas sucessivas S SI EE EM Vale M NP de cons-PE ser um pesquisador EM tomadas M I E P E E S N lembrar com projetos torna-se efi. sentiram. S EM a compreensão EE P N P P I E M P NchegaramM S N P N E I PE I I volvimento doIN indivíduo e.problemas IN M Gradativamente.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Econceitos E E M EE o S fessor pode pensar de científicos. E P P M M E N N M N E Emais SI EE EM ra etc. no EE EM SI ou manipulando PE NP nível de Pdesenvolvimento NP real.turais. Pmodelagens EM P INque as crianças M EE EE E S S N E P N P P I M em de ou zem para representar o que foi vivido e N S sob a orientação N SI EM PEum adulto Iexperimen.Mque se com o próprio corpo objetos I N E E I N S SI P N I P S I pela solução E M S N S costuma determinar independente de EEM fantoches. de apropriação gradatiI M E E E S P P IN pequenos EE gruposIN NP EM dualmente.PE pesquisas. tações ePE dramatizações por meio das quais as M PE S E M M N E M I NP N reapresentam E vê o desenvolvimento E crianças P I M Vygotsky retrospectivao que viveram e sentiram I E S M E E S E S N PE como EM mente. E S EE de S P N E M M P N S visitas e P entrevistas. as crian. planejar o trabalho I I M E S E S S E N P Eque PE valorizar as diferentes SI EM manifestações EMtendo em iniciais culpedagógico vista o fluxo vai da ação P IN M E E N S E N M P e conhecimentos SI M cons. sentiram. podem ser inúmeros usos formas de se Cada P S E M S M E N E M PE E EE esfera da dos de forma ampla e interdisciplinar. M S SI S NP EM I EE uma determinada solução EE M E S P dinha). na escola. a falar sobre PE ou seja. a partir P P do(a) professor(a) Se/ I E M M da mediação IN EM que o trabalho N P E N E S I E I E E N S pedagógiS caz P quando articulado com a proposta mais experientes. sala de leituetc.IN E P P M M fa. M P M M problemas emergentes na sociedade em que vivede diferentes gêneros E SI fazer uso E SI E E P E IN M E E S P M N E Pda escola e P fora culExpressão/registros escritos – a língua M SI EE escrita. E IN primeira mão. N E do as das crianças. fizeram falem sobre P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S (em pé. S I S N EE EE propor que as crianças SI EM EM P P momentos de verbalização do que foi elaborado ou seja.

rótulos escutam histórias lidas M tanto na sala de aula M EE M E E N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Qualquer cidadão lê e escreve M cultu. diNP M EM por meio EM M pro. P EE como. por outras pessoas. Precisamos rais com práticas de leitura escrita.47).gua M N SI e sobre os N N situações SI as diferenças EE SI SI EE elabora Pseus SI entre essas NP I P M S ”. memorizar Telma Ferraz Leal. propomos. “alfabetizar e vivenciadas Por meio EESoares EEletrar sãoSIduas EE M p. relaciona-se ao exercíAs muito com S N M E E P P I M M E E P S N oral em P E EE da es. . mas começam. IN M M EE S M N E P I M EE Ecedo.M M EE E P M N PE habilidades de utilizá-la M crita alfabética EE M EM SI E e as para M Letramento e alfabetização: N E E I E M E P E S E P P M M N E ler envolpensando a prática pedagógica M N Ie para escrever. bre critas em diferentes suportes. ouEseja: situações de interação N social e aprendem sobre SI EM ensi. SI NP de. SI N E I P I M N E M N I S ações distintas. outdoM IN IN M M EE de embalagens. S S M E P P sabemos que quanto fora dela ors . sobretudo. circulação de satodos os estudantes – diariamente – a vivência de E P M M M E N PE M NP reais Pde EE beres gerados EE de conhecimenEE leitura eSIprodução M emM diferentes áreas práticas de EM NP textos diP IN P SI I EE E E N S E P N E N I P P meio dos P E versificados. como M SI EM SI se constituindo IN PEsujeitos letrados. S expressão EEM IN M EE S E P E O termo. p. Ainda segundo a professora Magda gem ocupa. Dominar N E tal tecnologia PE E I P I E M S E E S N S E E N P P ve conhecimentos e destrezas variados. EE é EE outrosSIque NP S P PE deparam P Na nossa a participação social mais formais e N se com não I M EE S N E N P I I I M M E S S dia-a-dia S N E intensamente mediada pelo texto são de seus grupos familiaEE EM comuns no NP escrito e os que SI M EM E P I M E E P S não apenas N dela se apropriam de suas Na instituição escolar. muitas vezes N P I S M M S IN IN EE EM os es-PEE garantir esse mesmo princípio. e pres-IN S SI orientações SI Cabe à instituição IN M M IN S S N E E S I M e da E escrita. IDesse INBakhtin (2000. Em cada tipo de situação de interatos nelas produzidos. desde Já o M termo.M isso fica evidente. IN I E S S N S P Pos usos que fazemosSIda escrita no dia-a-dia. escrita e seus usos e finalidades. SI diferentes N P M I I I M S S textos com autonomia. P I IN alfabetização M E E E E S S M E E P IN M uma de produtos e serviços. ampliar as crições sobreS como realizar atividades diversas ou E E vel pelo ensino da leitura P P M M M E E N experiências E P adolescentes NP IN das Scrianças eN dos de EMcomo agir em determinados eventos. papel de Morais S N ou outros P P I e Artur Gomes P M instrumentos I E S N N E S N P M SI SI que SI PE os substituam. corresponderia ao dos textos literários. Morais N S N I P P I N M M S M S e Albuquerque N E SI do em Leal (2005). P Nres ou de Esua EE EM comunidade. texM mediante I E M EE E SI E S E P P P I M E E N N modo possam lerS e produzir compartilhamento de desejos. EM da leitura N P N I P M aprendem a produzir textos M M I I E S N E S S M IN sociedade. assim. convivem E crianças. As EE EO mesmoSIN P P M E E E N E N N P P M tes e E distintos modos so. Nessas NP PE diversasIN EE IN finalidades Se EE cumprindo P S SI e reais. escolar. E P M M E P E N N P EE tudantes no mundo da escrita. EM P IN E E M S M E N S P Pmodo. ao contráda oralidade. o que favore. NP E I M E M S S E E tolares (cartas. ampliam de I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I de textos orais. deparamo-nos Ecom gêneros textuais E diferenocorre em Prelação à Pescrita. ao iniciarmos mediadas pela meninos S e meninas S vão EM oralidade.SIN crianças e os adolescentes SI observam EM SI palavras EesNP PE Ao refletirmos IN de usá-los.SIN EE que sejam SI ambientes EM que asMcrianças que vivem em P PE P M E N meditempladas na escola: situações ricos em experiências de leitura e escrita. EE preender SI EM EM IN P as convenções M Correia Albuquerque E E S E EM P letra/som e dominar seu traçado. por exemplo. as Scrianças participam de diferentes EM N E I P I E S E E S S E N P P P M rio: o ideal seria alfabetizar letrando. N M EE INenunciados M M SI E EM S E P M M M E E E ção. letramento.EEvulgação EE NP cesso pelo qual se Sadquire PE IN eventos.SIN cio efetivo daquela a língua os adultos que EE e competente PE tecnologia IN SI N diferentesSsituações: EM P P PE I M N E S perto delas e comEM N E IN e produP em que precisamos SI crita. P P SI IN experiências SI etc. por textos científicos. ce a delas com maior M EE uma variedade NP M convivência E S E PE P M E E S M E contextos P EM de utilização Ede interação PE a atenção de que “cada esfera de sobre IN e a suaNreflexão M da lín-PEE P E E N S E I P P N M tipos relativamente E estáveis de S tex. Na escola. a refletir SI sobre as N de EM em diferentes EM esferas Ncaracterísticas dos S P I I M E E S S N P EE participação social: Icirculação de diferentes textos redor. comunicação direta pedagógica fundamental: para reduzir as Sdecisão M EE S E IN S N E N P E I I S E P S textos episS N entre pessoas mediante diferenças precisa assegurar a S M SI M sociais. Disso M P estilos. ler as cercam falam S SInas situações PE E elas.da subjetividade. nãoEEsó N de interação EE SI NP EM EM SI busca causar EM em que se P P M E E E SIse motivam adas pela escrita algum EM para ler e escrever. A linguaIN M P S EM N E zir textos reais. M Eliana Borges N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E usando como lápis. 2004) EE con. um nas relações I M papel central M E E N S E I M E P M E M S E N NP sociais P (1998. IN PE EE S SI que eles NP NP tos instrucionais. mas. PE participam SI EM das prátiEMsuas capacidades PcomIN SI portanto. M N práticas soPE sobre a natureza e sobre a sociedaPE EEorais ciais EE e da escrita”. a escola E IN e/ou empresas. EE EE SI (cf.SIN IN M I M M S E P S E E M nar a ler e a escrever no contexto das Eelas próprias.cas sociaisE em que os diversos SI S E gêneros textuais cirpreensão e produção S S N P E I M EM M culam. P P NPpor crianças e adultos. convites. como placas. por meio de PE IN deriva uma M EE EE P N IN S N I M P P I leitura de textos jornalísticos. medianPE– a es. N NP tecnologia P N I S SI I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 17 . avisos). mas não inseparáveis. IN Desse assim como defendiSabemos hoje PE e Albuquerque. SI NP EM sobre M que circulam ao seu E IN informações cotiM EM E S S M NP E E P E M dianas. responsáto. N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE efeito sobreSIinterlocutores desde cedo. Pelas N E E convenções lingüísticas. emoções. 279) Schama modo. SI SI EM PE como comIN NP IN E I M S S N P S o funcionamento do alfabeto. valoração da realidade vivida.

ato de N E I I P M EE E S S E P P N M M utilização de E que há um conjunto de coseus próprios dilemas. Eque tura de textos literários INsonoros pequenos. comparam o nhecimento. NP Ecom ção é uma organização P I M E M E N S N E P nem sempre EM é realizada EE SI defendem EEque deveríamos Pe EM espontaneamente.E textos da ordem do relatar que regem ordem do narrar S E P M IN N M M E I M N P EE ordem do Sdescrever aquela a relação entre da ações. EM (quando M I E P E E S N algo estável. entendendo M EE S SI diários pessoais. com N e resolver P SI IN M EE Hoje. angústias.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 18 . situações E P I I P E NP S S N I P I N M M ções sobre hipótedas E para a construção e a Esistematização do coS SI o que está IN ali escrito. sobretudo. quando pronunP meninos e meninas vão gradativamente construindo I I M E S E S S N P EE o que é ler PE a palavra lentamente SI EM etc. I N M P P S SI sido atividaIN M EE deste documento. no Pfundamental. destacaS uma opeS IN IN M EE NP mos a importância S S E I M P cognitiva complexa. PE IN íntimas (sem M EE EE E S S N E P N P P I M adopromover levem as crianças e os tinatários). caracterizadas. P E 2000). gêneros que SI e outros M NP EE utilizamos P P E I E E P P S N E N estudar temas diversos. PE EE IN EM que para E P S M SI N E P E Mde estratégias de leitura P típicas deEM suas unidades N eles se apropriem gráficas e refletindo SI sobre elas. adquiP P E N M em determinada EE EM SI N P E N E P S I E I E E N S palavra.EM cionava Ias E SI PE e ao resgate NP partes pronunciadas NP (pauta sonora) ea auxílio ao crescimento pessoal PE N E E I N S SI P N I P Sinvestigar-se I correspondente. sobretudo. Essa EE Sdescoberta PE Mdo dia-a-dia. formulam S E E Shistória EMpela leitura EM P P ses sobre como a terminará. IN M PE Como SI EE IN S E E P S N M e Ribera (2004). EM A) é M NPainda nãoPE servar. N partes escritas tes das palavras. NP E N P I I M S S materiais EM estão no E que tos EM e de outros PE os fonemas. e memorização. EE M E S P durante muito tempo o ensino do nosso sistema de tais como anotações. situações em que a escrita Né utilizada S desafios que SI EM PE I IN Mautomonitoração EE rela.SIum E N N entre outros. E M EE S te textos publicitários. como Sessas que M EE quando aSpalavra EE letra aparece SI de atividades P NP P I P M EE N S N E N I M contém um som /a/ naquele ponto. M M E M N E N E P M M EE gêneros textuais SI SI produção P EM e o estilo PEtexto comEE conteúdo daquele o de outros e de usados auxíIN comoN PE M E EE S N N E P P P I I I E S S N N S ne. As atividades de leitura descritas. EM M M assim como ao próprio S N S E seqüência de letras tidade. e E N S S P N I P S I M nosso país. IstoMrequer “olhar EM idéias cada vez mais elaboradas sobre e ciamos P IN E E N S E N M P SI SI escrever. SI EE esquemas EM escritaM SI foi feito de uma repetitiva.EEM P IN IN IN EE EM S S S N N P P I E I M des sonoras mínimas. a leiM por meio Sdas letras. N E E P P I M M M E nhecimentos temos condições de poemas. Solé.PEE SI N S E I E S M M E N PE ciona tas envolvem. M E E S N E I E NP NP EM NP interior das Ssílabas). nem S Ferreiro (1985) diz S E IN No entanto. inclusive. Teberosky. IN IN que desde cedo zação NP E M S E P I S S N E E Isto é.SIN S N S E P M PE I lescentes a compreender que a escrita possui para de suas próprias ações. IN SI NP precisam obP S I N M E I M S N E ou que brincam de S ler e escrever SI EEque uma letra (digamos. SI vezes diariamente. M tes mesmo E S E N N E P P M I M M E SI sempre N PE IN EE É por meio emNquestão 1995).IN essa empreitada M SI ler livros Ede PE o que E IN IN E as le. aos estudantes eEM que fazem Iparte do EM interessam NP P I I I M E E S S S S E N P E Para realizar essa universo SI tarefa. sabemos que. em PE IN que para chegar à comM E S S E N M M M E SI as crianças NP têm a P entre todas oportunidaEM M – uniEE as letras M preensão EE e adolescentes EE da correspondência P SI N E– E P P I PE M E E dades gráficas mínimas – e os fonemas de de conviver com livros de literatura infantil e juS P unida.EEM IN EM realizadas EE P M S N E P P I das unidades orais monstram que meninos S e igualação M e meninas EE IN EM e escritas. cartas des. alfabéticas. é preciso realizar venil antes e fora da escola e. o interior escritas”. por exemplo. defrontarem com explicam Teberosky N SI desen. IN é apenasM“a letra doSInome IN dos diferentes gêneros M E S não de uma pessoa ou sobre os Susos anE E P SI EM que aquela EM alfabetizadas PE PE Precisam compreender IN M E de uma coisa”. que I sempre aparece dominaram oM sistema de escrita alfabética). as crianças e os adolescentes M E escutamShistórias lidas P e/ou contadas por Eadultos. textos P. sumos. com isso. e S posição sobre a linguagem escrita e P no interior de uma Pdeterminada N P SIrem um conhecimento SI N EM textuais. INP IN M E S SI N E M P M países deS em diversos ta elaborar em sua mente um SI Pesquisas PE EE princípio de estabili. por exemplo. de o professor em sua Eração S E SI EM Nas escritas EM PE garantir IN M E E S P M N E P entender: Ppedagógica a prática de envolve aM escrita rotina E literatu. quando M lio para organização M IN SI Sabemos Sque SI já conheceram NP EM I EE cessário. sem entender a lógica que reladesejos. segmen. realizadas muiM EE IN fun. elaboram antecipaN texto num S volta.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E livro de histórias. que ra. para M E E S IN M a pauta sonora.que previamente etc. o estudante necessiNP EM PE infantil e juvenil. dos anos/séries iniciais do ensi. reE P P M M E N N M N M EE maneira Emecânica.PE aquelas palavras EM como a escrita S EE S P N I E M M P N S P que a escrita IN cria essas representações(isto M Essas atividades. NP IN M S I tras representam os sons e não os significados ou no último texto têm E P S E M S M N PE M das coisas às quais PE da outras características EE EE des constitutivas físicas da IN prática de muitos docentes SI P P M N M EE I E M N N educação infantil e S E P S I E I orais se referem). textos do EE as par-EM EE EM relação Penigmática: SI da ordem EE P N P P I E M N S Pfaladas e Ias PE IN IN do argumentar. para um leitor experiente (cf. como forma de I E S M E E S E S N E M PE de iden. textos da ordem M EE SI expor. SI que raDolz Schneuwly N E P P E I N M P S E ajudarmos PE IN os IN SI em todosMos anos o contato NP se tornaIN M propiciar E I S zão pela qual imprescindível com textos da S N E P S E M S SI PE IN M estudantes a descobrir os princípios EE . P I M mo palavras inteiras.SIN EE“traduzindo”. analisando EM das palavras NP Tais momentos possibilitam.IN S E P a ser construído. é. de informações.EEM EM S representa EE das palavras P S S N E P faladas (isto é. E Pmemorizar na qual eram para situações voltadas IN SI SI NPlevados Ia IN M PE os estudantes I S N M S S N E EE I S segmentos das palavras (letras ou sílabas) ou mespara auto-avaliação e expressão “para si próprio” M E P S E E M IN NP NP EM EM de sentimentos. de estarem (cf.

PE IN como entenM EE P NP IN S N I M P P I por exemplo. ao espaço físico da própria escola. pensar e ser. quadrinhas. N E S escrita assumem M N I de nos fazermos fortes porque nos temaSalfabético de a forma EM E I P E S E E S S E N P P M P M integramos socialmente. sempre na SINa SI EM PE IN NP tras serem IN E I M S S N P vida. a cada ano S viIN de seis anos encontra-se M EE S E P M E infantil com o ensino funvemos novas e novos NP M modos de EM Mviver interseção daEEeducação P I IN experiências M E E E S S M E N E P M Sendo assim.EEdamental. demandando. N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE formal de alfabetização. SI SA PE EE IN M P S EM N E instituição. IN nos SI Barbosa M que aprendizagem N E NP S N I N E M P Icorrer ricos I linguagem de uma forma lúdica volve risco. M EE NPpessoa –Sse M E I E PE P M E E M S M E P Eafeto com M E PE ver relações de confiança e os alunos. atualizaN espera-se EE SI que a criNP EM EM SI iniciada no EM possa ser PE P M E E E SIção e revisão EM ança de seis anos processo de nossas práticas.PE escola S I M Eou o adolescente M E E E P sujeitos e de modos de viver. É na tensão viva M Nosso diálogo organiza.Ecom EE M é preciso focar os sigEM crianças SI sujei. com M EE M E E N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E saberes diferentes. N Nossa histórias PE que EE experiência SI SI NP mostra-nos NP SI N P M I I I M S S a criança no espaço de EEM Nós. N As lembram que. consideS E E P M M E P E N N E P M M professoras. que tenhaEcondições. Bem como a outras instâncias. Albuquerque e Rios SI IN M EE a força e SIN I M M S E P S E E M a capacidade E criadora do E ser humano. de permanecer mais tempo concena criança.trabalhamos então com M soas. sentimentos. de nos Outras estratégias didáticas que podem auxiliar I M M E E N S E I M E P M com cada E M E e os adolescentes N NP as crianças aSse apropriar do sis. o lugar de nos fortalecermos. E E P S I E N estamos E P E diferentes S legas com N (1990) afirma enSI EM PE PE adivinhações. S P PE autoras N PE produzidos os de muito cedo. SI porque trabalhamos EE NP a prática pedagógica PE o planejamento IN NP P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 19 . NP além de ter certa autonoE I M E M S E S E E mia em relação à satisfação de necessidades básiaprendizagem. SI IN SI NP EM P PE I S M N E N E M Pparte das criações IN escola faz SI humanas. também. encontramos a S E eNna de mesma posição Eno M interior de uma palavra SI multiplicidade EM escrita. de ensino com PE pes. então. professores/professoras. assim.PEE IN P E E N S E N I P P N M E de ensinoS M N SI pedagógico: N N dificilmente construímos A organização do trabalho SI EE SI SIuma relação EE SI NP P I P M S alfabetização N M EE e letramento INaprendizagem. portanto.M ção do trabalho pedagógico iniN P I S S IN E EM do ensino M IN M S E E cipal função social da escola: ensinar e aprender –PE ciais fundamental de nove anos. M SI E EM S E P EM M M E E E A escola é.M M EE E P M N PE. N M E E P P I M M M E E P N N E EE tantos P outros agrupamentos que os estudantes conhecer as letras e refletirSsobre suas EE PE se entrelaçam. aos sentidos que damos à infânSdemos M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S e aos processos N trada em uma cia e à M adolescência de ensinoS M SI IN atividade. funcionários. Mas ajuda a criança a desenvolver as N P M M M E M N SI PE IN EE EE EE SI de analisar NP a palavra EM encontramos também características eIN marcas que capacidades oral (aquela a S P P I P M E S N N S N EE identificam SI como seres SI que a notação nos escrita se refere) em seus segmenEM NP humanos. revisão e transformação.PE P P I P M E E E S N E N N P N tas pessoas. visto que possui condições A forma comoSIorganizamos N EM EM SI N o trabalho peda. recitamos EE as desigualdades EM S NP M EM E P I M E E P S N poemas.dendo E a vida eIN SI NP das atividades EM também N P I P a luta dos homens através que realizamos fora da escola M M I E S EM N E E S S M IN os conhecimentos Ee SI quando INPdos tempos.S P I I M E E S S N P P EE de compreender e sistematizar determinados conhegógico está ligada à esSI EM M ao sentido que atribuímos IN IN M EM E E S S M NP E E P E cimentos. E M P I M M Nparlendas. constante ampliação. encontro de N orientadores E lugar de Ecomo eixos EM mui. compreendendo cadeiras com a língua. que brincar com a língua faz Eparte E(2005) lembram M N CompreenPE P E des. É Pimportante observar cionadas em que SI as escolas E NPestão locaP IN P SI I EE E M E N S E P N E N I P P queNessas respostas variam lizadas.EEentranharmos EE uma de EE M nessa história P SInosNP SI P NP E I P I M de brin-IN sas histórias. de estudo contínuo. SI S E e não nos dispomos a com envolvendo com a E S S N P E I M S EM M qualquer IN não conseguimos desenvole prazerosa. às ScaN SI de criança SI PE INpara crianM M I SI S N E E S I M ça e a escolaSdeve lidar de modo atento com essas professore(a)s e às E racterísticas individuais E PE do(a)s E M EM N NP peculiaridades EM E P NP I e muitas outras diferenças. crianças. relaE P M M M E N PE M NP aos bairros EE cas e à M EE EE Mconvivência social. idéias. IN de partilha I E E S SI N S P P crenças. necessidade IN EE SI EE EM em constante P PE P M E M N E Do ponto de vista escolar. Maos modos cola social. lugar SI EM NP EM SI SI NP PE de conhecimentos. a uma região geográfica ea tos menores.M valores e P N trata da SI e diSI neste texto N NP PE EE SI nos anos/séries NP EE nâmicaSIdesse I P SI movimento que organizamos a prin. porIN IN M M EE S S M E P P tanto. Cecília Goulart M SI lugar de conflitos.M E volver essas capacidades. pertencentes SI P I M M E S P para SIN M EE EM fundamental EE a um período histórico. eEE NP alfabético. N Leal. PE EM do sistema P I E M S E S N S de aparecerem E E N P P estáveis. desafiamos os E co. famílias e todas ano nossa ação SI SI rando que IN PE recomeçamos PE IN a cada IN EM EE M S M EE S E N P E P I pessoas que fazem parte da comunidaeducativa com novas num S as demais Pe adolescentes EE E S crianças N N I P P I N M M S M S N E SI Daí a S de escolar.tos INvivos e pulsantes. criadas cantamos músicas e cantigas de roda. de suas formações profissionais e I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N na escola N de vida. etc.diferenças. N E I E M E P E S E P M conhecimentos em E O fato de Ias com Mnos gráficos N le. éa relações comSos sons. Torna-se. P e à sua função EM EE Espera-se. uma vez que acolhe pessoasM diferentes. mundo mudança. M EE S N E P I I I M M E S e as IN S S E modos de produção.

M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S deve prever aquelas ser pensada em função do que as crianças N E N N diferenças e tambémSativida- SIdeve E P I I P E NP S S N I P I N M M sabem, dos de conhecimentos, des que tempos e espaços. S S em N E alternem movimentos, SI seus universos EE SI EMpassagem EM P PE relação aos conhecimentos e conteúdos que consiÉN importante que não haja rupturas na M M E M N E E P M M EE SI o ensino SI educação EM importantes PE aprendam. PE infantil para deramos que N elas da IN fundamental, P M EE No caso E EE S N E N P P P I I I E S ensino fundamental, N N S de das Na iniciais do M mas queS haja continuidade dos processos M SI SI séries/anos SI NP I EE aprendizagem. EEM EE M S P aprendizagem da língua escrita; o desenvolvimento E P P M M E N N M N EE SI EE EM do raciocínio matemático e a sua O projeto político-pedagógico é um SI M em lin- SI EM expressão NP EE instrumenP P E I E M E P P S aponta caminhos, N a ampliação N E PE guagem de experiências to dá direções, nos preIN SI SI que nos M NP IN M PE matemática; I S N S I S N E EE I temáticas ligadas a muitas áreas S do conhecicom vendo, de forma flexível, modos de caminhar. O proM E P S E P E M que mento; a compreensão IN NP EM EM jeto é Sum P I M de aspectos da realidade da ação de todos IN eixo organizador E S M E E S E E IN PE EM de expressão e PE escolar. NP NP EM com a utilização de diversas formas fazem parte da Scomunidade Apresenta PE I N E E I M N S SI P N S valoresNP SI N SI ser trabalhado EE que as EEM registro – tudo deve de forma quem e nossos papéis, nossos e EM somos I I P M E S S P N EE crianças possam, ludicamente, ir construindo outros modos de Ppensar os processos de ensino-aprendiNP EM EM SI IN M E M E S SI zagem, além N E E P P M M pe- IN modos de entender a realidade, estabelecendo nodo que SI EM PE PE desejamos IN com o trabalho M EE EE E S S N E P N P P I M de vida e de ação. dagógico. A escola S SI como instituição está EM PE IN IN marcada vas condições IN Morganização EE S N S E P M PE I Os planejamentos de ensino, os planos de aula S pela político-pedagógica que envolve M E E S N E M E SI PE são trabalhados NP e os trabalho são, portanto,frutos de reque N ali paraPque M EM M EEprojetos de SIos conhecimentos M N E I E M P I E EE S E P E S flexões coletivas e individuais cujo objetivo é a aprenas crianças aprendam. Isso acontece de tal modo N E P P E I N M P E PE IN INna formação social S SI um valorMestruturante NP crianças. M que tem E N I S dizagem das Por isso, devem ser pensaS N I E P S E M S SI PE IN abrindo espaço M dos a longo, médio e curto prazos, EE PE das pessoas, N dando-lhes identidade também pela S E P M IN M M M N PE M SI de modos EE paraEalterações,substituições e para novas aprendizagem que EE e ines-EM EE de ação e SI interação IN EE P P P E M P N S in- peradas P PE IN IN N que acontecem situações nas salas de aula valorizados. Todos aqueles que M EE I SI são socialmente N S S P N I E P S I M S no entorno delas, que E comunidade escolar Eprecisam S IN e tegramPa participar INpodem trazer significativas M E S S E N M M para a reflexão das SI NP da organização pedagógico. EM trabalho EM PETodos po-M contribuições M EE crianças,gerando Edo EE SI N E P P P I PE M EE E novos temas de E interesse, novos conhecimentos e EM dem agir para que o trabalho pedagógico de ensiS N N N E P M P I I I E S S S N N P PE I E I M de interpretar a realidade. beneficiam S Entre as P nar e aprender aconteça; S dele novas formas IN E todos se N I M E N S que caracterizam S E P marcas os modos de lidar SI e se comprometem EM SI EM EM Emuitas INcom ele. NPE M E E S P M E P P conteúdos, conhecimentos, e espaDessa forma, a partir da de SIdefinição P EE objetivosSIN com os E EM PE tempos IN IN EM EM EM S S N E E P ços que organizam a escola, está o que chamamos a ser alcançados na série, ou no ano, ou no ciclo E I N M P P I P S N E S N N M SI de organização discursiva (cf. Goulart,2003, escolar, estabelecem-se rotinas de atividades a ser EM PE SI p. 267). E M SI M E E N E E P I M P E E Tal se expressa: (i) no movimento disrealizadas; e S definem-se N os materiais M necessários; N M organização EE M SI NP – falando,ouvindo, NP atitudes a ser desenvolvidas E P SI Iaulas EE o bom andamenE cursivo das escrevendo, para EM S EE lenSI P N P I E M M P N S maneiras –, P e também IN do, das mais variadas M de ensino-aprendizagem. to dos A inteM EE processos IN(ii) nos PEE SI N S E I E S P M M E S N PE de desta- padrões a escola e são SIN gração família-escola desempenha N papel M que caracterizam EE de textos SI NP E P I I M E M S S N EM diários de E E certo que nem todasEas fa- produzidos P ela: conversas, por rodinhas, que nesse processo. EÉ I M E S N E P E SI NP NP EM Nmesma classe, cronogramas, projetos de Itrabalho, exercíou da EM mílias participam, NP podem participar, M P I I I M E E E S S S S E N P enunciados, maneira, no planejamenPE SI relatórios, planos de NP EM cios e seus PE mas vale a pena incluí-las IN curso M E N S SI N E I M P I M seus moS e de aula, programas,livros didáticos, entre outros. EM toSescolar, por sobre PE EE IN EMmeio de solicitações EE P M S N E PE P I E discursiva M da cultura Essa dos de funcionamento, seus gostos, suas histórias, P N faz parte S organização M N E I E N I I N E M S E P S S históriasM N SI tudo isso está ligado às EE profissões, PE IN um papel relevante SI NPnos processos E de vida Mescolar e exerce P S I N E I M S N E de ensinar e aprender. das crianças. S SI EE EM NP EM PE M I Eos P E E S N AEM linguagem oral em que as crianças e ado- EEM Na mesma direção anteriormente delineada, os P P I E N M M I S N P E N E S E impregnada Etambém coletivamente, N SI de marSI lescentes se expressam está organizam-se PE NP P I P M SIprofessores, N S N E N SI de seusEM cas grupos sociais valores e para estudar além de camiSI de origem, SI e planejar, EM PE avaliar os M E SI E EM N E P P I M E conhecimentos. Logo, seus modos de falar são lenhos traçados e os resultados alcançados – avaliar M E S E N N E P P M M M E SI O moviSIfazem parte N PE de M IN trabalho como um todo. EE cultural, a organização do EE de seu repertório EE gítimos e SI S N P E NP P I P M N Msão modos vida E – partir des- PE mento do conjunto de professores e dos demais INde ler a realidade. É a S IN M EE SI S S E N P E M M Ea disposição de, ses SI de falar/modos participantes escolar indica IN M o trabalho EE de ser que EE da vida S NP modos M E NP I M P P I S S metodologias, de tecontinuamente, rever posições, E deve ser organizado, N PE forma que EE IN EM mo- pedagógico E P S M SI N E P I E P N dos de enfrentarEM surpresas M e dificuldades. IN para os estudantes.S EM nha sentido SI PE E IN S E E P S N M A língua oral não é falada de forma A organização do trabalho pedagógico, então, P E N SI homogê- M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

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M M EE E P M N PE M afastando EE M Pessoas de diferenEM da linguagem E escrita, uma vezSIque essa M nea pela população brasileira. N E E I E M E P S E P EE E muito lenta, enquanto P a geográficas, idades, Mtes classes N e última IN é alterada de forma NP EM EMsociais, regiões I P I E M S E E S N S E E N P P mudança. Embora SI SI utilizam a língua primeira está EM em permanente PE IN NP até mesmo IN de diferentes gêneros, E I M S S N P que as crianças no começo S E da aprendide maneiras diferentes. A isto os lingüistas M SI EM chamamPE seja natural IN M EE variação E E S EM a fala M P zagem, busquem estabelecer referências entre de fenômeno da lingüística. As diferentes N P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S falar umaIN E e a escritaE(que querem maneiras de mesma língua SI são chama- (que N conhecer), PE P P M conhecem) I S N N E S N P SI mostrando SI das de variedades éPE importante ir lingüísticas. A variação E aconteEM SI IN às crianças que há vários M M S M N E P I M da língua: EE E sintáticoIN E falar, mas só há um modo de escrever, ce em todos os níveis (p.ex. de- S modos de M E E P P M M M E E P S N E E esperadoEE M do ponto É que as SIN terminadas construções e modos de organizar o disEE de vista Eortográfico. P IN SI NP P P PE I S M N E I N S usados, ou menos usados, N E M P um longo S tempo cometendo “ercurso são mais em E SI SI passem P de- crianças EE IN M P S EM N E ros” ortográficos (mesmo escribas proficientes têm terminadas variedades da língua); semântico (p.ex. I M M E E N S E I M E P M E M S E conhecimento E palavras e N NP usam-se para de- EEdúvidas...), Eo EE Mantes de estabilizarem P SI NP expressões diferentes SI P NP E I P I Me expres-IN das convenções N E S M N I S a mesma coisa; da língua escrita. signar ou certas palavras EM E I P E S E E S S E N P P M P em diferentes M Na sões diferentes variedaSI escola aprendemos novos modos IN M têm valores EE de fa- SIN IN M M S E P S E E M lar, de ler a realidade, quando conhecemos ou(p.ex. palavras derivadas ouEcomEdes); morfológico M N PE PE E EE viver, falar SI NP postas são EM formas P N P N I M tras de e se comportar; aprenformadas em determinada variedade, M M I I E S N S S N M EE EE outras); Pe EEfonológicoSI(p.ex. NPdemos conteúdos SI P P das diferentes disciplinas, como mas não existem em diI M EE S N E N N P I I I M M E S S de pronunciar S N E história, ciências, ferentes maneiras as palavras, difeEEgeografia, EM NPmatemática, filoso- SI M EM E P I M E E P N entramos Sem contato outras; com a litee entonações, nas E M P diferentes Nrentes sotaques EE va- fia,Pentre SI EM da arte, EM vista daSIN P EE SI riedades). N E ratura; conhecemos outras expressões Do pontoPE de lingüística, todas I P EM N P I S M N E N S N I N E M P I Isão legítimas e corretas. Cada artes cênicas SI S E e plásticas, artes ligadas ao moviessas variedades E S S N P E I M S DesEM M mento Ie IN a dança e a música. ao ritmo, como uma acordo com discursivos M EE aspectos NP M é usada de E S E PE P M E E M S M E lhe são próprios. P E PE sa forma, o(a) professor(a)EEque trabalha que A questão, entretanto, é comIN M com osPEE P E N S E N I P P I N M E matemátiS M N N N conteúdos de de do ponto de vistaS social, as varieSI plicada porque, EEhistória, de SI SI biologia, EE SI NP P I P M S área qualquer, precisa pensar-se dades não têm o mesmo valor: da INca, ou de outra N M uma variedade EE M M SI E EM língua S E P M M E E E como professor(a) de – é principalmen“a certa, a melhor” e, com EE N E linguagem E é considerada EM P P I P P M E E E S N que, ligadas E N N P verbal Eque P te com as relações de SIN base a gruSI EM EM a linguagem SI NP P IN IN nela, avaliam-se outras I E E S S N S P P ensino-aprendizagem acontecem, por meio de dipos sociais populares, são consideradas negativaM SI IN IN M M EE S S M E P P álogos, exposições orais, atividades de leitura mente. M EE e M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E imagens, Pde quadros, Do ponto de essa avaliação é M de escrita, M P análise de I gráfiN SI vista lingüístico, NP PE outras EE IN SI é que se N atividades. STodos EE cos e problemas, I P S SI entre equivocada. O que acontece avaliam as N P I S M M N S IN SI aspectos SdisEE EMa lingua-PEE somos responsáveis pelo trabalho com variedades tendo comoM parâmetro os EM E P M E P E N N EE seja na gem, escolar ou nas Mpadrão. AnalisanSI EM SI cursivos Ida IN PEeleita como NP variedade EMprimeira Esérie/ano P E M S M E N S P ensino fundamental. P últimas séries/anos do do-se essa “eleição” e SIN PEde vista histórico EE EE SI do ponto N N I P P I N M M S M S na organização N E SI Pensar da político, coisa se esclarece. Numa EEfunção SIN EE escola em SI sociedade EM muitaM P PE P M E E é de crianças das M séries/anos iniciais do S ensino funtão desigualEE como a brasileira, a língua também IN IN NP EM EM Eênfase nasScrianças PE P M E E E SIum grande damental, com de seis anos, EM marcador social. A variedade de prestíN E P P P I IN E E S N N S N P P I M inserção EE envolve concebê-las no da gio – a chamada língua SI padrão N no EM sentidoEE SI Nou norma culta – se S P I I M E S S N P EE mundo letrado. Esse éP construído com superpõe às outras deixar claSI EM M variedades. É preciso IN mundoSIN M EM E E S M NP E E P Eque nem mesmo M e relaE valores da escrita nas práticas base Enos ro, os falantes de uma M P no entanto, PE IN EE presen-EM EE a falam P NP IN S N I M P P I ções sociais, embora nem sempre esteja variedade da língua de forma hoSmesma M E S E IN S N N Smaterialmente. EE PE SI SI dizer queM NP P te mogênea – podemos há variação dentro I S N S I E IN mas o primeiro conheciM da variação. EM M muita M S E S E E Pode parecer banal, Esse é um ponto que merece E P M M E N PE NP na escola EE mento M EE escreva EM EE para que necessário para que P se é saber EEM atenção SInão se neguem NP as marP IN P SI I E M E N S E N E N I P Eletras para queNP se utilizam Nem todasINP cas de identidade cultural das crianças e dos adoS SI escrever.IN SI P M M I S S N asScrianças sabem disso quando chegam à escola. que as criEE de interlocução EE lescentes. É no processo SI EM P P M M M E E letras se N N anças Ee E os adolescentes E P NP com se constituem como pro- EMDepois, saber que essas Morganizam I E M E SI SI E N S E P P P M E E E SI N N de textos orais. N sistema dutores P EE convenções, SI de acordo SI NP com um NP base em SI N P M I I I M S de escrita que se es- EEM Acertando IN de base alfabética.SAprendem S M acertar, as crianças vão EE e tentando S E P E na língua, creve da esquerda para M a direita e de cima para buscandoIN regularidades NP M ao depreendeEM EM M P I E E E E S S M N M EE PE língua oral Aos Ipoucos, as P crianças vão PE é ir-se EEbaixo. SItendênciaNda NP EEobservando os NP rem suas normas. A P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE

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M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M e o tipo EE S diferentes padrõesIN os portadores de texto de texto a eles de sílaba e outras marcas N S dife- SItítulo; E N E P I P E NP S S N I P I N M M relacionados; e, quando as rentes de letras que aparecem nos textos (sinais de S S N houver, as ilustrações, SI EE EE SI EM ser traEM P P imagens. O mais importante é não perder de vista o pontuação, acentuação). Tudo isso precisa M M E M N E N E P M M EE SI pelo(a) professor(a) SI EM dos textos. PE PE sentido balhado deNvárias maneiras com IN P M EE E EE S N E N P P P I I I E S S para que N N S Ne que as crianças tenham acesso cada vez mais seus conheciM as crianças M SI SI É preciso SI NP EM I EE mentos sobre a língua EE M E S P contato intenso com diferentes textos para que posescrita vão crescendo. E P P M M E N N M N é preciso, EE SI EE EM sam explorá-los, SI perguntando sobre eles,Etentando Para escrever, SI M EM NP também, EE ter um coP P E I M E P S como cada N N E seus conteúdos, PE organi-M adivinhar observando sua nhecimento textual: o modo NP IN tipo deSItexSI SI NP PE I S N M E I S N S zação e suas marcas, para que possam elaborar to se organiza no papel, EE PE SI EM as diferentes característiP M M N E M(partes saberes sobre I NP N E as suasMcaracterísticas e ampliando E cas discursivas P I M dos diversos tipos de texto I E S E E S E S N E M E PE EDo SI tempos P NP NP EM seus conhecimentos ponto M de vista que os compõem, verbais característicos PEde mundo. I N E E I N S SI P N I P Sde iniciá-los, I E M informações relevantes, S N S E do método de trabalho, se queremos trabalhar no EEM etc.), modos N E I I P M E S S E P P N sociedade democrática, entre tantas outras. N de terminá-los, EM de uma EM Com certeza, sentido SI é relevante PE IN M E M E S SI tais características N E P M M deter- IN aPcriação de espaços pedagógicos em que tanto o(a) mas há EE são rígidas, SI EM PE Pnão IN M EE EE E S S N E P N P P I I que se vão constituindo M os estudantes elabominados padrões S quantoIN EM PE possam IN cultural- professor(a) M uma vez Sque a escrita EE plane- SIN S N S E P M PE I rar propostas de atividades, de projetos e de mente, tem uma longa históM E E S N EE SI sintam à PE M NP social (Tolchinsky-Landsman, EM jamentos. É imprescindível que todos se ria 1990). P I M E M E N S N EM EE SI EE PE EM para manifestar SI vontade e tenham espaços seus UmINoutro conhecimento fundamental para a NP E P P E I M P S Econtrariedades, PE IN IN S de textos NP M produção E N I S gostos e desgostos, suas alegrias e é o conhecimento de mundo: M S N I E P S E M S SI PE IN sim e seus não. M suas possibilidades e limites, seus EE PE não tem. É preciso ninguém dá o N que conhecer o S E P M IN M M E M N vai falar P SIassunto sobre EE fato ou Se as forem tema, ou EE convida-EM EE o qualSIse EMcartilhas Pe EEos livros didáticos P N P P I E M N P para a sala PE IN IN N de aula, dos material coesão temática,Spara M que seSalcance EEque seja como I SI escrever,Epara N S P N I P S I S E EM IN auxiliar da turma – a direção da organização doStraque se Pconstruam textos relevantes. É importante IN M E S S E N P M M SI N é dos professores, em conjunto conversar com E as sobre o que EM crianças EM PEse vai es-M balho pedagógico M EE EE SI N E P P P I PE M M EE E com os alunos e a comunidade escolar. crever, ler textos que contribuam para que elas posS N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M Para finalizar, considerando os Sencaminhasam expandir seus conhecimentos sobre os temas, S N N EE NP SIquestões M SI EM que vão elabo- mentos M P M e as apresentadas, em função a refletir sobre os textos E SI provocá-las E SI E E P E IN M E E S P M N E P P pode ser feito desdeSmuito I do N trabalho pedagógico no ensirar. Isso cedo,EE com crian- IN da organização M PE I IN EM EM S no fundamental, EE P EM S S N E E P destacamos que as ações desenças muito pequenas. É no contato com materiais E I N M P P I P S N E S mais expeN N M SI na educação volvidas infantil, pela ênfase escritos e com EM de um leitor PE a mediação SI na oraE M SI M E E N E E P I M P E E lidade e em outras formas por meio riente que vai buscando o S a criançaIN P M compreender M EE de expressão, IN M NP sentido do que estáSescrito: P M IN EE da participação ativa das crianças em atividades explorando as S possibili- PEE E S EE SI P N I E M M P N S podem ser P um bom caminho IN interativas e lúdicas, M dades relacionando características EE M EE de significação; IN SI N S E I E P S P M E S ensino-aprendiza- IN E N EM P para Eorientar os processos de dos com as letras, as palaM SI textos; familiarizando-se NP E N P I I M – a escola S M S S que compõem N ao longoPE E E EM gem do ensino fundamental vras, as frases e as E outras marcas I M E E S N EE não precisa NP NP ser sisuda, EM NP o que precisa serSI séria, mas escritos; elaborando hipóteses sobre EM os textos NP M P I I I I M E E E S S S S E N P Paulo Freire. estáPE escrito a partir do quePE já conhece; refletindo SI NP EM como dizia IN M E N S SI N E I M P M M sobre destaca SI as muitas PE EE IN EM questões Sque a professora EE EE P M S N E P P I E e aprendizagem M como significativas para da leitura de na N S Avaliação M o aprendizado N N NP SIpedagógica EE como PE SI SI a leitura, N EE a ler com EM seus alunos. P SI Aprende-se como escola: a prática N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E foi dito, mas os caminhos não eixo da reflexão S M SI EE NP os mes-PE EMparecemSIser M EE P E E EM N mos para todas as crianças. P P M I E N M E M I E S N P E N E P S E exposto, o N Diante P SI SItrabalho do(a) do Leal, PE N PE Telma Ferraz M professor(a) SI N SI N E I N I I M M E S é o de proporcionar atividades e questionamentos Eliana Borges Correia S S E P EE SI EM EM Panálises PE IN isto é, M E as microanálises, e Artur Gomes de Morais M que considerem E S E N N E P P I M M E EM SI N N PE Etenham que como de partida osSelementos M EE EE SI SI ponto M N P NP P I P EE N S N E N I M P menores do texto (letra, fonema, sílaba), e também Aprender com prazer, aprender brincando, I I M E S E S S N P EE que têm como PE aprendendo, aprender SI EM a aprender, EM as macroanálises, ouIN seja, aquelas brincar aprenP M E E N S E N M P SI a crescer: SI mais globais ponto de do der EM a escola NPpartida as características PE de aprendiEE INé, sim, espaço EM E P S M SI N E E P organizaEM zagem. IMas N texto, tais como:EM o modo como se SI os jovens NP o que as crianças e M o texto PEapren- SI E IN S E E P S N no papel; o tipo do texto a partir do P E dem na escola? EM N e a temática SI E IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

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N esEM está adotando EM SI professor(a) N P I M E E S S N P P EE tratégias didáticas e. se administra aprode que dispõem. quanto às bagagens M ava. se o(a) boas de errar. mas pode SI avaliar com EM IN P rentes finalidades. perdem o medo N E N P P P I E E S N N S N P P I EE ção. PE SI IN SI sobre quais NP saberes EM identificando P P PE I S M N E N S convívio diário dos meninos E M P IN SI que S usam para N atender às demandas escolares e vantes para o e meSI PE EE I M P S EM N E alterar. P IN EE EE gerados Spela EE NP EM çasM e os adolescentes. que N construção E EM vi. p. disposições e valores que Eorientam os M EE NP M E S PE P M E E M S M E E P N E E P que foi ensinado e decidir se é preciso retomar os comportamentos e estruturam personalidades”. SI nessa sociedaEE EM NpoNP sua inserção Eé cada P vez EEconhecer Se P I E M E P N SI P N E I IN SI conhecer e acomde letrada. elaborem diferentes estratégias Muitas professor investe suficienteM EE e M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de aprendizagem e avaliem se mente na dimensão M P I esM oportunidades N do desenvolvimento SI cognitiva NP PE Assim.SIN N M E E P P I M M M E E P N N E EE e espaços as estratégias fletir poderão serSmais releEE da escola. que se refere S N SI SI aos modos PE IN se a escoM como interagem na escoM I SI S N E E S I M la dispõe de espaço adequado. EM NP tanto no P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P çãoNdessas relações de aprendizagem. Por outro lado. se lançam S SI mais e. Para que não tenhamos e a sociedade. N E P Propomos EE Pas Iao planejar EE em casoEM E sobre os estudantes. reflita conSsituações M N E S E S N N SI EE PE são os motivos SI a não-utilizaSI NP P negativo. de exclusão: avalia-se para medir a aprendizagem P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 23 . NP NP são osPE SI N M I I M I M S S S N a família garante a freqüência escolar da criança Tradicionalmente. Inão EE Outras IN adequadas. M N SI da escola. identificar os avanços e encorajá-los a conda escola. E de saberes E la. P NP IN S N I M P P I utiliza recursos didáticos adequados e. em caso negativo. mas o trabalho do professor e aPE vezes.cer as dificuldades SI S E e planejar atividades que os ajuescolares.S engajando S N N I P P I N M M S M N N E SI ser atingidas motivos S para o não-engajamento. em suas prátisobre si próprios. IN verificar se eles aprenderam o cepções.conteúdos. quais para siderando o desenvolvimento integral deles. e também E S S N P E I M S EM M dem a Isuperá-las.INPtinuar construindo S P P P conhecimentos e desenvolvenO professor. I EE M P E E N S E N P I P P N M E S li. quais são EM nas relações.M M EE E P M N PE M dos estudantes EE M conceitos. N saber dePensino estão ocupamos o espaço social SI Quando S IN EE se as estratégias SI SI EE N P I P M S e modificá-las quando necessário.M E e classificá-los em aptos ou Sem dúvida. Iconseqüentemente. É necessário avaliar: estáSse planejar adequadamente SI e atenção. contemI S M N S M E IN M plando Eas M a que M ção.essa prática EM PE os professoIN é precisoNque NP conseguirá IN propiciar situações para E I M S S P S a necessidade de difedam tudo o que E é possibilitar EE res reconheçam Mimportante. é preciso que. SI SI que eles apren. IN M EM E E S M NP E E P E que cadaEM M os motivos para a não-adoção. em caso quais Para dificuldades. considerando as característos S N P P I P I E S N N S N EE da infância SI e da adolescência SI e o contexto De M fato. o S S M E P P cas de ensino. M SI IN I M M EE vezes. quais são aprendem mais.EM M I E E E S S E N E S P P P E E SI e a aprendizagem. aprendem N E E I E M E P E S E P E tos a prosseguir os estudos. identificar NP M EEos conhe.SI M EM E P I M E E P S diferentes Nde ensino nas ções áreas do constrói identidades e subjetiviE M P Nque “o currículo PE os objetos SI EM EM PE EE com os IN das disciplinas SI dades: junto N E E conhecimento e levá-los a refletir sobre elas. as práticas de avaliação desenE I EE M E S E P P M M ou dos jovens. a participar das atina em práticas N PE se constituído IN escola têm EM EE se os incentiva EE volvidas S EM SI M quais são EM N E P P E I M E E P vidades escolares e. como defendem Santos M EE S N E N N P I I I M M E S S precisaS atentar para N E do capacidades. se eles adquiN EE SI caso neNP E EM SI para a não-realizaEM os motivos PE P M E E E SIrem mais Isegurança gativo. extra-escolar. cançar que devem EE SI EE se o estudante SI do ponEM as metas P PE P M E M N E está M realizando as tarefas propostas e. as condições nas quais ninas que freqüentam nossas escolas e para a I M M E E N S M P EE mais plena M realizado o trabalho pedagógico. aprendem EM SI não ap. S E E S E N P M P áreas de Iconhecimento M panhar conteúdos das diferentes SI o seu desenvolvimento. conhecer suas íso o fato de EE EM(1996. didáticas.ticas NP SI P I M E S P M EE EM precisamos EEensino fundamental. SI EM M IN em casoSnegativo. sobre e SI EM EM como SI os outros N processo SI PE IN IN I E E S S N S P P deN formação docente. 37). se ele(a) SI mantém E S E E boa relação ou não com os características culturais dos grupos E P M M E N PE M NP EE meninos EE para a manutenEE M e meninas e os motivos pertencem e as características SI individuais. inverso: cuida da criança S E E P M M E P E N N E P I M M N escola. quando necessário. M M I I E S N S S M IN EE EE EE SI e Para. damos com seresEem que N E desenvolvimento M M estão SINsendo eficientes SI E EM em processo E P EM M M E E E DiferentementeEdo que muitos professores de de identidades.M e não dedica atenção à dimensão afetiva.PE P P I P M E E E S N E em seu P N N P P N venciaram estudantes ou aprendem sobre a sociedade. pois S eles têm oEM direito de aprender osINP tencializar EM EM IN PE as suas Sidentidades. se o(a) professor(a) professor.priadamente S EEé necessário EM NP NP EM superar E P NP I os conflitos e. não é simples selecionar o que EMensi.SIN IN M M S E P S E E cimentos prévios e trabalhar a parassegurem cidadania no convívioEM denEque lhes P M dos estudantes E N PE E EE SI NP tro e fora EM N P N I P M tir deles. A escola dificilmente Msobre a natureza N IN NP EM PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P excludente. I M negativo. em to de vista cognitivo. conheconteúdos I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I adquirem-se na escola per. M E M E S E E P como as de: conhecer as crianque eles se apropriem de diferentes conhecimenN P M M M E M E SI IN sociedade. PE PE IN mas sem EM EE se o estudante M SI M como IN EE N S E P E I P no processo educativo e quais são os vai ajudá-la a progredir na aprendizagem P EE E para al. SI NP apenas S EE tão sendo P S SI o estu. conhecê-los em atuação nos tempos nar no mas re. N EM N motivos para se liarSsistematicamente o ensino PE IN SI a sua não-administração. N P I S S IN com carinho E EM faz o M M IN S E E dante é avaliado. NP hipóteses e concep.

Silva E E N N E P P M M E SI formativa SI criançasEe N EM N PE vez M EE a avaliação. é preciso ano. tema PE IN M E S S E N M M M SI NP a seguir. os conteúdos.EEM EM S los estudantes E P S S N E E P e possam planejar os processos partir de uma concepção de que devemos asseguI N M P P S SI IN dos professores.11) a atenção para M de. NP os próprios M tratégias E N I S forma. pode ser útil PE EEportfolios. perar aprenda sozinho. SIjuntamente M N E I E M P I E auto-avaliação. escolar e a baixa auto-esM conteúdos Saprendidos e sobre o SIN EE sobre E SI NP a evasão N P I I M M S dificulta oEE S EM E PE ou seja. EE aula. da gesM veladas no IN M SI SI N EM I EE EE M E S P tão da aula. noSIperíodo previsto.EM P M “quando E S ções P sobre os objetos de ensino.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Ese ensina E E Msaber qual EE S os motivos para oIN o que e é a relevância não-incentivo. deve reconhecer as diferentes trajetóINprecisamos promover. dessa ção pedagógica e a família. E P S I E I sob orientação dos profesveremos que a PE para que os EM S estudantes. É necessário doP E SI EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 24 . aos seis anos. possam analisar Mimpactos negativos. As formas de Sregistro qualitativo escrito toda NP EM a comunidade. Tal S concepção N de é está em vias de consolidar es. EE em sala PE a presença do estudante de modo que dualizado. assim.EEM do. reguladora. adolescentes de Pque numa perspectiva EE remos que SI sejam Icada SI N E NP P P M N maisEM autônomos. EA PE de avaliação PE sobre osSavanços e pa dificuldades IN P M EE é acomE EE S N N E N P P P I I I E S S dia-a-dia.SI E IN S E E P S N M tória de sua aprendizagem. mas sim criarIN condições propíP S M N E I N E M S E P I S S N ao professor avaliar aprendizagem quando EE cias de S PE e reconhecer IN SI NP o processo EM ele Mnão cabe apenas P S I N E I M ensino. PE traje.EE de aprendizagem eEE S M conhecimentos SI EM NP Eos P M I E P E E S EM N contrária dadas em uma perspectiperados ou quando não está conseguindo camiP P M às orientações I E N M E M I E S N P E N E P S seus fins N SI de clasva tradicional. E P S M SI N E P I E P N de ensinar e deEM avaliar.S AsEE estratégias devem ser Epensadas pelo M S N E E M com quem trabalham a cada ano. podendo.Iminar N S E N P I P E S NP S S N I P I N M M social e Scognitiva do rante aos estudantes e a suas famílias o direito de S I N ensinado para definirS o que M EE EE SI a ser avaliado. que possam visualizar seus tima. defendem que SI pedagógiPEgressão das crianças SI é gias para auxiliá-los. coletivamena entrada das crianças. os es. se a escola ga. PE IN IN N priar as famílias acompanhem sistemaior tempo Spara M a de proporcionar EE I SI tégias. o que próprio processo de aprendiIN falta aprender.Sno cotidi-NPE IN M EE SI S S E P E M M E isso. SI N em que os estudantes rias de vida e. textualizar e IN recriar o currículo. Pode-se mudar N E P P E I N M P E PE IN INatendimento indivi. NP EM N I I M E N S S E P M eles repitam equipe técnica) coo ano SI melhor Eque EM (assistentes pedagógicos. em con-EM ando uma IN avaliação contínua e Sformativa da M outras palavras. do cuidado com as crianças e os adoNessa perspectiva. produções. de forma compartilhada. SI os estuM a direção NP tudantes PE M Ecom M a coordenaEE NP da escola.Epor EE que a escola O uso de aosN aspecSI não deve NP se ater Eapenas P P M I M E I M S N N tos cognitivos do desenvolvimento. A IN nheçam E Mque vem IN PE I EM for. M SI que o Eestudante EE IN EE P M S N E PE P I E M pecialmente relevante porIN propiciar a Eidéia de que vier a consegui-lo”. SI EM PE do que progridam Ecos IN M E E S P M N E P P o sendo ensinado/aprendido pesem N conseguir acompanharSIos colegasEE de sala. p. NP NP e osPadolescentes decisões para a melhoria do passa I N E E I M N S SI P N S I SI N EE permi. M de aprendizagem EEpossibilidade NP IN M S I mativos rar a todos P a e de E S E M S M E N M exemplo. EM PE M EEajudar as Ecrianças M sugestões EE EE à escola sobre como SI N E P P P I PE Me discutir Isuas E estraté. dando com do atendimento à diversidaS S o princípio E E P SI EM EM chama S PE o fato que sempre PEfoi promotora de heteronomia.S dar que a aprendizagem ocorra. AP responsabilidade E informações E cessário I M tro escrito de mais qualitativas sobre de tomar as I E S M E E S E S N E PE a ser de EM que as crianças EE EM estão aprendenSI Pensino. vivenciflexibilizar as E N os objetivos. reprovação tem pois EE M provoca. EE S P N I E M M P N S suas próprias P IN sores. Nprogressos SI P M PE I te. I I P M E S S E P N tem comparem os alÉ preciso tempo.EM não deixar para NP EMque os professores SI saberes S PE não perder IN M E M E SI os anos seguintes N E E P P M Mdesde IN cançados em momentos da trajetória vio SI EM PE diferentes PEque devemos IN assegurar M EE EE E S S N E P N P P I venciada. preocupados S com a proN N N E P M P I E E S S S N N PE os coordenadores e jovens. os resultados do não atenE P P M M E N N M N EE SI EE das metas EM lescentes SI em dificuldade. E EM P P vai se tornar material se informar e discutir sobre as metas de cada etaM M E M E N E E P IN M M mudança das práticas M EreSI de estudos.S SI didáticas. no caso possam os de além de EE se apro-EM EE EM redefinir SI outras estraEE P N P P I E M P N P dos saberes. sobre conhecimentos e sobre possibilitar M S N I E P S E M S SI PE IN M suas estratégias de aprendizagem. M E E S N E P P I M zagem posterior. EE IN SI N S E I E P S P M M E E N P refletindo os muitas vezes.Nna escola. asSIpráticas avaliativas mais minado período do tempo IN como decorSI NP IN PE I S N M S E I S N S das compartilham esse ponto: o regisrentes de diferentesEM fatores sobre os quais é neEE PE SI atualmente P M M N E M I o NP N refletir. eles EE EE dos estudantes NP situações SI E NP I M P P I M S S sobre seus saberes e atitudes.EM E e os I adolescentes próprias Muitos professores. S os professores EM SI EM N acompanhem PE IN M Edos SI professor. para Mreflitam. ConcorPE N PE excludentes PE M SInhar nessa N SI N E I N I I M M E S sificar e selecionar estudantes aptos e não-aptos.dantes realizem refletindo. N S N panhada por P uma transformação doSensino. NP E S NP N EM N próprios percursos e explicitar para os professores E M P I I I I M E E E S S S S P IN EE estamos de S aprendizagem e suas concepdefendendo PE que devamos esNP EM suas estratégias PNão IN M E N S SI N E I M Tal prática é es. como N S S P N I E P S I S EM que abordaremos IN maticamente os estudantes. PE EE IN EMformas próprios. com direção. Empregando instrumendimento SI escolares M EM NP esperadas EE em deterP P E I E M E P P S são vistos N N E PE defendi-M tos variados. EE S E P E Sas es. garantir S E P M IN N M M M modos de estudar e de N PE SI dos faltosos. IN M E Se que(2003.

fichas. Iportfolio. EMa cada dia P PE P M E M E Finalmente. 50) como SI SI PE EE portfólio N IN M M P S E Para que não haja um descompasso entreEE o esse conjunto de documentos que auxiliam tanto I os M M E N S E I M E P M M S E de aula. relatórios ou outros materiais produzidos I M EE S N E N N P I I I M M E continuamente.ensinar. precisaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 25 . para que tenhamos clareza Nessa perspectiva. mas nem sempre oMportfólio compreende todo SI IN de arquiva. podem EM EM objetivos SI NP formu. por suas dificulEE EMeles e que Spermitam acompanhar SI NP M EM E P I M E E P S demonstrados N as lacunas progressos e pelos na matéria. podendo acompanhem de ensino. parte do tações visuais.) que N E precisa fazer A auto-avaliação. EE temas fora E S E EM P nexões com outros represenN P M M M I E M E N E E S N P I P M Ievidências dos E E EE S etc. Em primeiro lugar. Pbre EM EM ano letivo: S N I M I EE um E E S N dam em cada S P P P etapa escolar. Periodicamente. M S meninas no N N E ninos e as zem na sala de S aula. o que constitui desenhos. S enfim. que pode ser apresen. os instrumentos N M EE Musados.IN sistimosPna N E S M N I S necessidade de garantir alguns cuidaacompanhar o processo de aprendizagem. p. constatar se as ter tado tem ainda a de M EE uma vantagem: M numa pasta. não NP IN É Snecessário. co.IN P o processo M óbvios. etc. M e nunca é demais lembrar escrevem ou das atividades N INque. E perder.Mpar com mais investimento Pporém. necessitamos “traduservem para P fazer o proEE N E de diagnosticarem. e autonomia na E busca M I E M EE E SI E N E S P P P M E SI N N N PE é o aprender. Falamos até aqui de instrumentos utilizados E P M M E N PE EM NP EE Se o estudante M escola EM EE aondeEa E M e sua família sabem pelo para. EM P P I P M E E E S N E N N P P repensar sua prática.EE vendo as M controles de aprendizagem. em SI S E lugar de esperar o fim registros feitos.EEM IN M S E E se dá o ensino-aprendizagem. EE discute com IN SI [o professor] N E E Assim. EM E I E S E E S S E N P P M cum. usando os de diferentes tipos de IdocuMsendo um N I N E se estamos PE Econtinente P I E M S E E S N S E E N P se estamos P recursos mais desenvol(anotações pessoais. o que EE SI EE SI comentam. não apenas do estudante. para EE lêem ao participarem NP EM EM SI tenham S E e sua família PE P M E E E SIna classe) que o estudante voz. poderão particiEE tes de maneira quePE SI EM P M M M E E N eles oferecido. PE IN NP mentos IN E I M S S N P S I melhores estratégias. SI pais. raz (1998. S S N E direito deles. SIN M SI E EM além M E P M E E E sobre o que ensinar E e avaliar.) S que dados mais S N EM EM de avaliação. assim N P I S S IN EM M possa. E S E PE P M E E M S M E como um P o ças e os adolescentes aprenderam E E elo significativo PE ou não o quePEE servir entre o professor. precisamos trabalhos pontuais. à turma e à escola. 166) N E E I E M E P E S E P P M M N E quadamente as prioridades. SI N P I I M E E S S N P P EE Necessitamos garantir conheçam as controlados e sistemáticos sobre o domínio SI EM dos saM IN que as famílias IN M EM E E S S M NP E E P E expectativas da escola em relação às crianças beres das diferentes áreas M P e conteúdos EM e aos M EE PE IN de conheE(ou EE os objetivos P NP se referem IN S E N I M P P I adolescentes em cada unidade e série ano) e a que e as metas Scimento M S IN S E N PE EE IN I S E P S S N P percorrida. então.dos aparentemente EE IN M M S S E P S E E M pridos.SIN SI escritas de N N I P P I N M M I S dia-a-dia. Só com ocorrem momentos coletivos de discussão sobre os M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E podemos trabalhos dos estudantes. de forma que lacunas na aprendizagem.M M EE E P M N PE se estamos selecionando M mos avaliar EE M define portfólio como EM SI E sempre ade. E quantoPEos professores N NP estudantes e em e familiares a EEregistrado Esala EE M o vivido/priorizado P SI inN SI P NP E I P I M Para ela. EM as cotidiano NP SI P I M M E S P IN M para aprender EE EM EE utilizadas do professor.Sconstruídos NPtextos. IN M P E E N S E N I P P N M E S M N SI N N foi SI aluno e seus EE SI SI EE estabelecido. podemos nos valer tanS E P M PE NP EMcorrigir-realimentar PE IN M EE M E N mos o processo de ensino e não escritas e orais diárias dos estuM S E SI to das produções I P N E P E M S M N SI textos e PE detectamos PE perder as informações que sobre os medantes (os palavras que PE EE EE produ. diagnosticar e reSI NP P IN P P SI professor I E E M E N S E N E N I P I I Pchegar.M Hernández (2000. S SI se IN a trajetória EM IN M EM M Sjunto E S E E posicionar à professora. se E estão envolvidos quer no Idia-a-dia deINP gistrar os percursos de aprendizagem dos estudanS S S N P N M S S N EM possa ajustar SI são os principais ele o ensino a que beneficiários. principalmente M IN se lados IN M M E S S M E P P mentos curriculares ou planos de curso. poderemos ajustar sobre I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P Ido períodoNpara. experiências de aula. p. EM IN P nos auto-avaliar. SI SI EM adequados. M P de clareza M esse nível N E e concretude SI fazer SI NP P EE como as IN avaliativo SI NP semanas em EE o registro I P S SI ao longo das que Para diagnosticar os avanços. mas que foram sendo construídos. É preciso monitorar. devem EM quanto de instrumentos específicos (taN E P P P I IN E E S N N S N P P I I nos forneçam EE participar efetivamente do processo refas. FerEEestão envolvidos PE SI IN SI NP para continuar EM P P PE I S M N E N S também se refere ao N E M P SI aprendizagem. mos papel da auto-avaliação que PE EE nessa empreitada SI SI de vista o N NP do sucesso SI do profesN P M I I M I M S S sor. M NP P I P S Em segundo lugar. O E S S P E I M P muito por S crianEM M já sem IN IN fazer. do coordenador pedagógico eM de toestratégias e a disposição S N M E E P P I M M E E P S E N N o elabora E Eensinodos que no processo de de quem aprendendo. Para atuarmos emMqualquer esfera social. ele próprio. EE EE assim também EMpara SI S M EM N E P P E I M E E P melhorarmos nossa prática pedagógica.E deve-se ter clareza sode registros elaborados E pelos Emento e organização M E N E P I P P M E E S N Pnecessário M que os estudantes aprenao longo do IN IN EE o que é SI alunos. E ele os P E M P Ndades e avanços SI EMa forma de EM cada estudante PE os estudantes. M da escola. proporciona S N P P I P M I E S N N S N EE SI SI conhecimentos escolar. N zir” em observáveis fessor ter uma SI ou seja.SI PEos conteúdos IN IN I E E S S N S P P geralmente de modoSmuito I “amplo” nos docudimensão E formativa do docente.S e IN EE EE S E P P M M acontece N M PE com os IN Eprofessores.

N SImal – palavras. IN M que sejam EE de pessoas SI S S E N P E M M E SI N mais e P Nesse o tempo deve de forcapazes de melhor o mundo. S que os estudantes SI EM PE conhecem. e científicas determinados pressupostos. a definição M mesmo tempo EE NP IN por séM S I classes de objetivos tória da humanidade.INde conflito. ainda. atividades dePsistematização.SI O que desenvolvemos E N I S ranta que a criança se alfabetize numa perspectiva aqui são processos M S N I E P S E M S SI PE IN M letrada. mas de organizar o trabalho pedagógico.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E M EesS to da participação cidadã do Modalidades N para a ampliação E N N organizativas doS E I P I I P E S NP S S N I P I N M M tudante S na trabalho pedagógico: S I sociedade. livres. as ela pode também SI NPpessoas. símbolos. como) cons. IN na tenta.EE reais de seu trabalho. horários. e as cretas EM interesIN NP E M S E I S S N E E S de produção Considera ainda de um texto (para E condições P IN SI NP as condições EMquê. mesmo aqueles que ainda tiva de sinalizar possibilidades cotidianas de trabaM E S N EE M EE SI relações Pa M não tem NP Este texto E têm autonomia para decifrar o escrito. por isso. PE espaço e materiais E S EE atiS P N I E M M P N entre as S de organização: P IN vidades e seus modos M hora Muitas desigual M pessoas é EE vezes aErelação INde sala PEE SI N S I E S P M M E S N PE pode usar a de aula. N sua quê. a aprendizagem dos Sconhecimentos EE Portanto. o possível e o necessário . EE SIseguidas P EE (a)s professoPEdevem ser EM SI entre para que se gadades que pelo N E P E I N M P S E PE IN IN NP M re (a)s. quem. a singuAlfredina M M SI SI SI N EM I EE EE M E S P laridade da infância. N N PE por M escasso. as lho. PE o brin-M um ganho para as não cos a no ensiIN SI demais eIN SI e os conhecimentos IN PE S N M S I S N EE S mundo”.EEM linguagens verbais.EM há necessidade PE considerá-la na formação IN de qualificá-lo didaticamente. bem do tempo. onde. S SI E E P SI EM E de identidade PE e so.Scom quem.EEM IN EM EE P M S N E P P I E turma: seusIN conhecimentos. O Sestudo das PE EE IN que se retomem EMlingua. linhas.a partir do IN M EE não SIN S N S E P M PE I usuários da língua. P car modo de ser e estar no leno fundamental. S N N N E E P M P I I I E S a decisão S S N PEo que inclui PE INsobre norEnem M lho pedagógico. práticas N SI artísticas EEcomo ar. palavra ou apenas a palavra de uma delas é aquela I didáticas. M EE ser organizado EE compreender NP sentido. cores. P concepções M M texto o texto articular algumas e IN S EM (nas várias PE PE IN M linguagens). M EM fundamental NP EE pedagógiP E I E M E P P S ser trabalhados N N E P o contrário. EE SI ações indicadas: EM limites. princiSI NP EM O(a) professor(a) PE IN em M E N S SI N E I M P M de negocontaPE o plano/projeto da escola palmente. é. não é EM que “vale”. etc. S N EE EE SI EM EM P P É com esse pressuposto que o presente texto uma possibilidade M M E M N E N E P M M EE SI SI EM articular PE PE procura suas sugestões didáticas às disIN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S considerando: S N N S Nery cussões N dos P demais textos. é lugar SI EE e as crianças con.SIN traduzida pelo apenas uma M EE brincadeiras SI NP fato de que E N P I I M E M S S N EMseqüências E E P das atividades permanentes. pois estão E P M S I E I considerados nas diferentes de domínio. especialmente com a criança de EE SI como “um EM P M M N E M outros vando em conta I NP N são amplamente E E seis anos. EE EE E S S N E P N P P I Mcomo já sugestões de práticas dos demais textos. P I M a função humanizadora da cultura discutidos nos I E S M E E S E S N E PE EM da criança. a constitui– referenciadas n escrever na EM EM PE escola: oM das referências EE EE SI N EM traba. cialPE de e.M E P P P I PE M Edo E ção de espaços coletivos de organização real. P S I N E I M trajetóriaSprofissional. como Enfim. Neles deEEM e sua contribuiçãopara PE a formação I N E I M N S SI P N S SI atitudes. O presenNP EM EM SI num conIN E M E S SI te texto Iobjetiva NP E E P de letramento. SI EE EM bem M NP EMquando. a escola EE que é sempre EE diz respeito SI SI N E NP P I P M N S isso. na direção de fazer a “entrada” E P P M M E N N M N EE no ensino SI EE EM da criança de seis P anos ser SI Os fins da os objetivos SI educação. M E E E S N E P E SI NP NP projetos EM Napenas didáticas. E P IN N M M EM PE SI apenasEreferências IN que se desEE exemplos são áreas das ciências naturais eEM os EE EMdas ciências Sem EE sociais. e forNP EM I I P M E S S P N EE ticuladoras deM uma prática multidisciplinar. IN IN EM em EEM EM SI desde P EE critérios de P S S N E E os organização das crianças Linguagem e poder têm andado juntos na hisI N M P P S SI em que IN ou turmas. ou seja. de S de suaPE M ideologia. Edistribuições SI N E E P I M E S P M N E P P projeto e atividade S I sistematização.M P N P P I E P Ntacam quatro S N P N E I PE I I N relativosPaos das linguagens. Ao a E P S E M S M E N M PE EE como o EE palavra aproxima rie ou ano. saí. de M N EE Pcontempla. seqüência Emas. sempre com as mesmas denominaçõesSIe/ou S P N E N M N SI SI PE M M de tarefas etc. didática. ciação de sentidos. SI E N I M P P I M S flexível. Epossibilitando perspecinclusive N transformando-o. hora da refeição. SI NP EM IN de planejamento. Outro aspecto diferentes situações as aprendizagens dos conteúdos escolares quanP E N SI é o fato M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 26 . NP a linguagem M I I I I M E E E S S S S E N P E planeja seu curso. na escola. de Delia Lerner –.fundamental PE a ser enfrentada no trabalho IN M E cotidiano do processo pessoal M faz parte E S E N N E P P M M E EM cada pessoa SI precisa SI ao tempo. interação entre Ssujeitos. M fundamental tanto paraEM tivas e aspectos SI IN PE em SI EE IN S E E P S N M didáticas. NP I M M E S tando sabemos que uma questão A linguagem éM constitutiva do sujeito. levando comunicação ou suporte de Ppensamento. formas. como possibilitadores da ampliação teúdos P de IN M E S S E N Mobra Ler e M SI NP de mundo da E criança.EM P P I N M EE planejamento I M S em jogo relações N N afastá-las. intenção de propor ativiP I M E M E N S N P letramento EM e alfabetização. O planejamento da escola E assim. M para os estudantes EE M SI N P E N E P S I E I E E N S Em se traS dos P anos iniciais do ensino fundamental. do ensino de organização dos conM modalidades E anos/séries I S N S S P N I E S I S E trabalho com as áreas S EM do conhecimento IN fundamental. as SI PE há explicitação NP NP textos desta publicação. é. S P M I E P E E N como E os pedagógicos tituem paraPalém de sua matéria forP M objetivosIN E seus sentidos. o Mses. atividade permanente.ma E P S M SI N E P E M P N dos conhecimentos tratados gens. necessidades. PE das de M organização do trabalho pedagógico.

M M EE E P M N PE alfabética da língua M teúdos EE M de formas diferentes, EM SI ou ain- M E relativos à base de as pessoas aprenderem N E E I E M E P E S E P N convenções da escrita E da diferentes de aprendiMporque têm N Iàs NP EM ou aos conhecimentos PE EMtempos também I P I E M S E E S N S a forma de E E podemSIser N P P Variar, então, SI organizar o traba- textuais. Em EMoutras áreas PE IN curriculares, NP zagem. IN E I M S S N P que ajudem a compreender S E conteúdos ou trabalhar lho e seu tempoEM didático pode criar oportunidades SI EM IN PE outros assuntos/temas. M E cada estudante, E S E EM que M P Como o princípio maior diferenciadas para o que pode reN P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S ganho significativo E é que “todo profespresentar um na SIdireção da for- regeu N PE deste texto P IN P M a elaboração I E S N N E S N P M I SI de linguagem”, SI mação de sor espera-se que Sas estudante. PE é professor IN M M todos, sem excluir nenhum EE S M N E P I M de organização EE E E modalidades do ler/escrever e do falar/ouvir tenham sido As do trabalho S questões M N M E E P P I M M E E P S conta al- compreendidas, N E EE em aPE todas as áreas do SIN pedagógico discutidas a seguir, levam em EE IN SI NP EM relação IN P P PE I S M E S N E M IN ciências P ensino fundamental S conhecimento do — gumas possibilidades de integração/articulação enS SI PE EE IN M P S EM N E —, na tre as áreas do conhecimento, não só como I pro- sociais, ciências naturais e as linguagens M M E E N S E I M E P E M S E trabalho Pdo(a) EM N NP cesso de estejam articulaprofessor(a), na sala de EEperspectiva EE Econteúdos M de que os P SI N SI P NP E I P I M N E S M N I dos a partir do eixo da linguagem. Esclareça-se tamaula,S como da própria escola, como coletividade. EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M Selecionamos quatro modalidades que SI as modalidades de organização IN podem con- bém que M EE do traba- SIN IN M M S E P S E E M lho pedagógico ao trapara a organização do tempo pedaEtribuir bastante MsugeridasPnão E se restringem N PE EE EEcrianças Ide SI por isso M NP gógico: atividade EM com as N P N I P balho seis anos, popermanente, seqüências didáticas, M M I E S N S S N M EE EE de sistematização. EE SI NPdem estarSIpresentes P P P em todo o ensino fundamenprojetos e atividades I M EE S N E N N P I I I M M E S S é o trabalho N E tal e outros segmentos, a partir regular, EE EM AtividadeS permanente NP dos mesmos prin- SI M EM E P I M E E P S N de aprofundar eM sistematizar que objetiva uma E fa- cípios, M ou quinzenal P Ndiário, semanal PE na perspectiva SI E EM PE as- de EE maior com IN textual, um SI miliaridade N E E ter minados conteúdos ou trazer outros tantos um gênero I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I pela escola I área curricular, de modo que os considerados SI S E relevantes pelo grupo, e/ sunto/tema de uma E S S N P E I M S EM M ou sistema IN ao qual essa está vinculada. estudantes tenham a oportunidade deEconhecer diM EE NP de ensino M E S I PE P M E E M S M E P N brincar, de E com asM E PE produzir N Outro aspecto do trabalho modalida-PEE ferentes maneiras de ler, texIde P E E S E N I P P N M é a sua E S M N SI a oportunidaN N des Tenham, ainda, SI tos, de fazer EE SI a SI extrema Iflexibilidade, EE organizativas SI arte etc. NP P P M S objetivos e necessidades do(a) de de falar sobre oElido/vivido com numa ver- INdepender Idos N E M outros, E M S E EM dadeira S P EM M M M E E E professor(a), da turma, da escola. É possível N E E “comunidade”. E es- PE P P I P M E E E S N nos projetos, E N N P P N colher para pressuSI EM EMuma modalidade SI SI NP PE uma determinada IN IN Seqüência didática, como I E E S S N S P P do conhecimento, outra põem um trabalho pedagógico organizado em M SI para um gênero texINuma área IN M M durante EE seqüência, S S M E P P tual ou outra ainda para um certo tema/assunto, determinada um determinado M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E e isso se alterar, período estruturado MSem que M durante um P tempo fixado N SI num SI pelo(a)SIprofessor(a), NP PE EE modalidaIN NP EE outro momento. I P S SI É possível trabalhar com as qua- M haja um produto, criando-se, assim, uma N P I S S IN E EMde aprendizagem M IN M S E E tro modalidades para um mesmo tema/assunto ouPE de mais orgânica. Os planos de S E E P M M E P E N N E P M M N área geral, seguem didática. SI SI aula, emIN PE essa organização PE ou gênero. EM EE M SI M EE N S E N P E I P I Evidentemente, não se trata de mudar de uma Projeto é uma do S P de organização EE E S modalidade N N I P P I N M M S como forma M simplesmente S para outra, N N E SI um produto modalidade trabalho que prevê EE SI EE SI final cujo EM pedagógico P PE P M E M N E de variar, mas sim de o(a) Iprofessor(a) planejamento claros, dimensionamenN EE tem objetivos SI ir pesquiNP EM EM S EM PE P M E E E SIto do tempo, sando as potencialidades dessas práticas, no que EM divisão de tarefas e, por fim, a avaliaN E P P P I IN E E S N N S N P P I refere à S I EE se realidade de seu trabalho ção final em funçãoSIdo que se Ipretendia. Tudo isso S N e EM EM pedagógico N P I M E E S S N P P estudante, em EE ao tempo de aprendizagem de cada feito M de forma compartilhada e com cada estudante SI EM M IN IN M E E E S S M NP E E P E pessoalEM M particular, vista uma tendo e responsabilidade coletiP autonomia EE e da turma, em geral Tendo em PE IN EE professorEM E P NP desenvolvimento IN para o bom S N I M P P I concepção de formação continuada de do projeto. O projeSva M N E S E S N N SI EE o seu foco PE SI de reflexão SI NP P que tem na N prática docente to é um M trabalho articulado em que as crianças usam I S M E IN a seguir podem serS deM de forma E interativa as quatro P M SI as sugestões E S E E e de ação, atividades lingüísticas E M M M E PE IN NP como Pfalar/ouvir, EE senvolvidas, EE de formação EE M tanto em situações básicas escrever/ler, S EM dos EEM NPa partir de P IN P SI I E M E N S E P N E N I P P E professores na P própria escola, muitos e variados gêneros textuais, nas várias áreS SI em horário SI N coletivo IN I N M M I S S E E S que os S IN M uma situação – em educadores discutem suas práticas – vista PEtendo emEE PE as do conhecimento, M M EM N N E E P NP I quanto em formação orientada pelo endidática que pode ser mais significativa para elas. I M sistema de M I E M E E S S E N E S E P P P M E que sePEconstiE SI N N N de sistematização são EE Para isso, SI é necessário SI Atividades NP NP sino local. SI atividades P M I I IN M S só com S S tua um esses ma- EEM destinadas àEE sistematização IN acervo de formação, não M de conhecimentos das S E P E com M outros que possam contricrianças ao que NP Mestão sendo EM EM M tra- teriais, mas também P I IN fixarem conteúdos E E E E S S M E N E P M para essa sãoPE os con- Ebuir SI à alfabetização, EE NP balhados. Em relação PE IN finalidade. NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE

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M M EE M P M M EE EE EM N E P I P M E EE S N atividadesPE E N P P I I Rosângela Machado permitir o desempenho de de forma inE S N N S N P M M SINa impossibiliSI SI Npor EM da Educação. I EE Ministério Atendimento dependente todos os usuários. EE M E S P E P P M M E N N M N deficiência física. indivíduo tem um acompanhante. EE direito aEM SI EE educacional EM dade, o SI SI especializado: M NP EE P P E I E M E P P S Brasília: MEC/Seesp, 2007 IN (p. 105 a 108). (Ibid,EE pág. 158) IN N PE S SI NP IN M P I S N M S I S N E EE I S M E P S E Eprincípios M Com do Desenho Univer3 - Direito assistiva: todos M IN os NP NP base nos EM à tecnologia EM P I I E S M E E S E S Lei nº 10.098/00, N E sal e da toda de PE promo- EM alunos portadores EM especiais têm SI PE escola deve NP NP PE necessidades I N E E I M N S SI P N ver asSbarreiras ardireito à utilização instrumentos, M SI N SIde equipamentos, EE NP EMambienteMacessível, eliminando I I P EE E S S E P quitetônicas e adequando os espaços que atendam recursos e material técnico-pedagógico, adaptados P N M M E N N SI M ou coletivo, necessários EEuso individual M O Decreto EE nº 5.296:2004, de SI o SI à diversidade NP humana. E para E P P I M M M E S E P das atividades IN PE normas gerais IN M EE EE E S também estabelece e critérios bádesempenho escolares.Incluem-se S N E P N P P I M S N SI EM PE computadores IN das pes- nesta categoria IN de recurso, M para a promoção EE sicos daM acessibilidade as S salas SI S N E P PE I M E E S N E E mobilidade reduzida M soas ouPcom programas especiais, material em SI braile, etc NP com deficiência PE e com M EM M EE pag. 159) N SIestipula um M N E I E M P I prazo de 30 meses (junho de 2007), (Ibid, E EE S E P E S N E P P E I N M P E PE públicos se IN IN tornem acessíveis. S SI os lugares NP M para que E N I S M S N I E P S E M S SI A fiscalização 4 - Direito ao conforto e segurança: “Todos PE IN M EE dos MiPE é da responsabilidade S E P M IN N M M M nistérios Públicos Estaduais. os ambientes e equipamentos devem possibilitar seu M N PE SI EE EE EE EM SI EE de atividades P N P P I E M P EE Para haver uma participação efetiva de alunos uso e a realização com conforto e seN S N P N E P I I N M E I SI N S P N E P com deficiência nasS atividades faz-se gurança, de Sacordo com SI SI EM escolares, IN PE IN as necessidades especiM E S S E N necessário um ambiente adequado, comE acessibiliais de cada Mdeve minimizar o M M indivíduo. O desenho SI NP EM M EEevitar riscos M cansaço, EE EE reduzir o esforço físico, SI NP E P P P dade arquitetônica. I PE M EE à saú- EM E S N N N E P M P I I I E usuários.” E E É preciso S (Ibid, pág. S analisarMas condições do ambiente N de eSacidentes dos N SI 160) INP PE SI NP E I M E N S entre S P profissionais EE da educação e EEM SI numa parceria SI EM EM Pengenharia, IN M E E profissionais da arquitetura e dentro 5 Direito à informação espacial: deve estar S P M N E P P I M M EE atenden-SIN previstaEEa PE IN IN perspectiva ampla Sde inclusão, EM de S uma possibilidade de acesso à informação P EM S N EE E P E I N M P P I P S N E N orienta-IN do as especificidades deS cada tipoMde espacial para a compreensão, M SI necessária Eoriundas PE SI E M S M E E N E E P sensorial, de comunicação, ção e uso dos espaços. EM P E E dificuldade: SI motora, N P P M N M M SI N N cognitiva ou múltipla. PE SI EE EE EM SI EE SI P N P I E M M P N S Desenho Universal Para Dischinger e Machado (2006, Os princípios do permitem P IN M EE Mp...), acesEE IN SI N S E I E P S P M M E sibilidade depende das condições P ambientais de a compreensão de PE IN M conceitos Sde acessibilidade re- SIN EE S N E N P I I M E acesso à informação, das possibilidades de Elocolacionados aoPespaço físico. Assim sendo, para ir S S EM EM IN M E E E S N E P P P I moção e de uso de atividades que permitam aos além da exigência das normas técnicas e atender M E S NP N EM N E N M P I I I I M E E E S S S S da sociedade E N P tipos indivíduos participar e estabelecer EM às necessidades de PE SI alunos com diferentes NP PE IN M E N S SI N E I relações com as demais pessoas. Ainda para Disde deficiência, é imprescindível o estudo detalhaM P M E S SI EM EE IN EM EE P M chinger, osPEprojetos arquitetônicosPEacessíveis Spodo das do ambiente escolar, uma vez NP necessidades P I E N S M N EM N N de cinco SI PE Unique a acessibilidade arquitetônica éPE um direito gaSI SIdo Desenho N EE princípios EM dem se valer SI N M E P I SI N E P S I N M E versal, para a inclusão escolar. São eles: rantido por lei, absolutamente fundamental para I M S N E P S SI EE EM EM PE que as crianças e jovens M IN com deficiência possam E P E E S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P acessar de à equidade, todos os E sua escola N 1 - Direito SI e particiSI participação: PE todos osS espaços P N PE Mde forma a não par SIambientes N SI N E I Ndevem de todas as atividades escolares com seguser desenhados I I M M E S S S E E P M SI de ou excluir promovendo a EM possível, Epessoas, PE sociali- rança, conforto PE e maior independência IN M E M segregar E S E N N E P P M M M acordo com E eIN limitações.PE zação entre indivíduos com SI diferenSI suas habilidades IN EE e a integração M EE EE S S P NP P IN P M EE tes e sensoriais. N condições físicas, mentais S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P P 2 -NDireito à independência: os SI M espaSI todos E EM PE EE IN E P S M SI N E ços físicos – pátios, salas, etc... e seus componenP E M P N SI IN EM M SI PE EE rampas, Ecarteiras, IN – devem S tes – brinquedos, etc... E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

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EM M M E E P M E EE E N P P M I E N S N P EE 1. Quando SI falta aIN Elizabet Dias de Sá, Izilda Maria visão EM de SI P M M E S P Silva SIN M EE EM Campolina EECampos e Myriam Beatriz N M E E P P I M M M E E P S N E EE uma SIN Ministério da AP criança que enxerga bem EE PE estabelece IN Educação. Seesp. In: SI NP EM P PE I S M N E N S N E P com o mundo SI Atendimento educacionalEM comunicação visual exterior SI desde os SI PE E especializado: IN M P S EM N E deficiência visual. Brasília: MEC/Seesp, primeiros meses de vida. Acompanha movimentos I M M E E N S E I M E P M E M pessoas e dos objetos S 2007 (p. 13 a 27). Edas E N viNP EE do lugar.SIA EE sem sair M E P NP SI P NP E I P I M N E S M N I S são integra os outros sentidos, permite associar som EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M e imagem, imitar um gesto ou comportamento e IN SI IN M EE IN M M S S E P S E E M Em um mundo repleto de símbolos gráfico, leexplorar o mundo. E M E E N E E P I P P M E S ou totalMde N E N N PE é umaSIalteração que privilegia aEM visualização grave SI tras e números, NP- inclu- PE A cegueira EM SI N I M I EEque E E S N uma ou mais S das funções elementares P P é conveniente P sive na escola - N não negligenciar ou da visão I M EE S N E N P I I I M M E S perce- IN S S E ignorar decorrentes de limitações afeta de modo irremediável a capacidade de EE EM as necessidades S NP M EM E P I M E E P N distância,Sforma, posição preciso reverM preconceitos e atitudes, ou moE co- berPcor, E tamanho, M P I M Nvisuais. É E E E S I E N E P S nhecendo N e reconhecendo as diferenças como Pode ser: SI EM PE PE IN as- vimento. SI M N E NP S N I N E M P I desde o nasciI SI S E pectos positivos. Cabe à escola criar, descobrir e congênita – quando ocorre E S S N P E I M S EM M mento INP IN reinventar estratégias e P atividades pedagógicas M EE M E S E PE M E E M S M E P E – em decorrência E necessidades PE adequadas às gerais e específicas - adventícia ou adquirida IN EE M P E E N S E N P I P P I N M E S M N N N sua inclusão.S de ou acidentais SI dos alunos, EE SI SI EE causas orgânicas SI visandoM NP P I P S Para ajudar o Eeducador, este Também , N pode-se observar a surdocegueira E M documento M abor- SIN SI E EM da osM E P EM M M E E E alfabetização e aprenquando se associa à audição ou a Nbaixa visão; E perda da M E conteúdos: E outras PE P P I P E E E S N E N N P P N dizagem de pessoas cegas deficiências. SI e com baixa EM EM SI visão e uso SI NP PE IN IN I E E S S N S P PÀs vezes a perda da visão de recursos para sua educação. ocasiona a extirpaSI EMdidáticosM IN IN M Erápido S S M E P P Um olhar da professora sobre sua sala ção do globo ocular e a consequente necessidade M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Mdados. A M de uso de de aula é suficiente trazer vários a falta da P próteses Eoculares. Se N SI visão SI para lhe NP P olhos (visão EE IN SI NP monocular), EE afetar apenas I P S SI observação da posição dos móveis, do comportamenum dos o N P I S S IN um controEM M trans- EEM IN M S E E to dos alunos, dos professores, já lhe traz outro assumirá as funções visuais sem causar S E P M PE NP EM significativos PEsistema visual IN M diz respeito EE detectaM M E N O e integra de forma tornos no que ao uso saS E SI le visual.IN I P E P E E M S M E N mais de S P P IN instantânea e imediata tisfatório e eficiente da visão. PE 80% dosPestímulos EE EE SI N S N I P I N M M S as mesmas M S N E SI entrasse no Eambiente. Se a professora Os sentidos têm e SIN M EE EE características SI na mesma P PE P M E M N E sala com os Eolhos vendados não conseguiria localipotencialidades para todas Ias E N pessoas. SI O desenNP EM EM S EM da audição, PE P M M E E E SIzar os móveis Ee e portas, ficaria aturdida com o vozevolvimento aguçado do tato, do olfato N E P P P I IN E E S N N S N P P I paladar Sé I resultante EE rio, com dificuldadeSIpara se deslocar. Quando falta S do da ativação desN EM EM contínua N P I I M E E S S N P P EE luz elétrica, ficamos ses sentidos por força Cada pesSI EM M também desorientados. IN da necessidade. IN M EM E E S S M NP E E P E Mcodificareal e definitiva da soa desenvolve processos particulares de P Mas a privação EE EM PE IN visão é bem M EE Eartificial P NP IN S N I M P P I da perturbação e momentânea. Os ção que formam imagens mentais. A habilidade para Sdiferente M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N alunos cegos e com baixa visãoMnão são diferentes compreender, S SI M IN interpretar NP e assimilar a informação E I M E M S E S E E dos demais nos desejos, curiosidades, motivações, será ampliada de acordo com a pluralidade das exE P M M M E N PE M NP EE periências EE EE M e vivências. necessidades, convívio e recreação. Devem ser traSI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P tados comoSIqualquer educando no que se refere O sistema háptico é o tato porIN S SI ativo, constituído PE IN M M IN S S N E E S I M Porém, em um amcomponentes e sinestésicos, através dos E disciplina. E E aos direitos, deveresPe S cutâneos M P M M E E N N biente Ecarregado E E coloca- Mquais impressões, sensações Pvisuais, são NP de e vibrações detectaM I E M E SI estímulos SI E N E S E P P P M E pelo cérebro SI N N N dos de desvantagem. Necessitam dePE das pelo e PE EEindivíduo são SI interpretadas SI em situação NP N SI N P M I I M I M S S S N um ambiente estimulador, de mediadores e condiconstituem fontes valiosas de informação. As pesE I EE M E S E P P M M à exploração de soas surdocegas pelo tadoma, uma N PE IN EM seu referencial EE se comunicam EE ções favoráveis EM SI S M EM N E P P E I M E E P perceptivo particular. comunicação tátil que permite entender a fala de P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE M EE P N SI

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M E EE ESCOLAR M INCLUSÃO DE EM PE E P N E N I I P S S N PE M ALUNOS CEGOSM E BAIXA VISÃO SI N E I S PE M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI

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INP cas EE M Ee IN SI S E E P S P M M E S visão desenvolva IN N PE Para que oEaluno com baixa o exercício de ver. a acuidadeP visual (distância de um ponto ao outro N e facilitar S permanência M N E I E N I I N E M S E visual está P I S S um objeto N linha reta por EE em uma S PE meio da qual INorganizada.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S uma pessoa. vias óti. EE P N EM P P I E M P E Ncérebro de S N P N E I P I N sintomas visão na escode capturar. 2.M E P P P I PE M E E dos olhos. mais S N N N E E P P EM SI SI SI PE PE IN Ede IN M visão útil e é importante te ao olhar para um objeto próximo ou distante. do livro. O desempenho SI NP EM é vis. chorar. desempenho e uso funcional do A definição visão (ambliopia. M EE de atividades EE SI e a organização SI N P NP P I P M EE N Isso explica a discrepância S N E N I M P do trabalho pedagógico ficam mais fáceis através no que se refere à I I M E S S S N P EE EE P SI EM EM e segurança do conhecimento do desenvolvimento global do aludesenvoltura de tarefas. esfregar excessicodificar. o professor M S S N E E E P a capacidade de I M E E E S N P M EE SI NP NP E vés de atividades prazerosas e motivadoras. balançar a cabeça ou movê-la para anças identificadas como legalmente cegas. P N PE de baixa S SI M SI são: tentar EEselecionar e SI N E IN la remover manchas.SI EM EE P P E E M E P P S é complexa. integração e elaboração dos estímuE P P M M N N M N PE EE SI EE EM los visuais. des2.S M E enxergar. N EE visão. da visão. considerando-se as vibrações e os N S movi.PE desinteresse E S Ejogos S P N I E M M P N E córtex cerebral. Mção dirigidaSe P I N E I M S o ambiente N P a abran. o que SI e fadiga PE durante a IN M EE EE E S S N E P N P P I M ros ou ensolarados. trocar palaEE mensuração e Evantar SI estabelecer EM SI N E E P I M E E S P M N E P Pprático da visão. ao perceber deve ser contextualizada.EE gência do ângulo P P em que os objetos são M E Mconfiança. A avaliação funcional dados IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S N sobre o nível da consciência visual. organizar imagens fotografaP I M E S S E N M M guardá-las M SI NPna memória. PEE M N I E M P I E EE S E E S alunos com baixa visão precisa estimular a utiliUma pessoa com baixa visão e os que lidam N E P P E I N M P E e dos sentidos PE IN INuma situação muito S SInormalmente NP do potencial M com ela E N I S zação plena de visão ficam em M S N I E P S M S SI EE PE IN dificuldades e M remanescentes para como superar EE P angustiante. aproximar livros Condições para o desenvolvimento da eficiênI N P P S EM SI IN para bem perto dos olhos. de acordo com as condições de estimulação e de M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE das funções O planejamento ativação visuais). IN que exijam visão de S M distância. N P I I M deve. SI N EM fren. SIN PE cial P da subnormal ou visão residual) PodeIN enIN SI NP M I S N M S I S N E a simples EE I S volver desde percepção de luz até a reM E P S E P M E MinterfeIN NP E EM duçãoSda P I M 2. SI EE PE irritar-se.EE estabelecer o concei. tridimensiorifica também no S SI albinismo (falta de pigmentação EM PE IN IN IN M EE S N S E P M PE I nais ou em movimento costumam causar erros de S congênita que afeta os olhos e limita a capacidade M E E S N E E M SI M NP interpretação nos professores. franzir a testa. Baixa visão M M M SI a recepção. P IN na realização M E E N S E M P IN SI diagnóstico. atra. E P S M SI N E P e social. 1) o S amadurecimento ou desenvolvimento NP P P M I N M EEtrocar a posição I E N N fatores anatômicos Se fisiológicos E P M S I E I EM ou dificuldade em participar de do olho.EE relacionado com a aprendizagem e 0000to). bem como E M P N e culos. letras. M da visão IN SI N P E N E S I E I E E N S S so. A aprendizagem visual depende não S E P M IN N M M E M P SI mas também IN EE conflitos apenas do olho. o conna mobilidade e percepção de S estímulos ou EM avaliação NP PE EE IN funcional EM obstá. Avaliação funcional da visão IN EM NP M P I I I M E E E S S S S E N P interesse em PE SI utilizar a visão potencial. M EE SI 2) o uso NPdessas funções.MO nistagmo. sem contraste. IN IN EM ou EEM EM SI çar diante EE de pequenos P S S N E E P objetos. M NP IN M S I objetos desconforto ou cia visual: PE E S E M S M E IN M PE dos intolerância à EE EE claridade. M realizar as S N Os principais SI suas funções. o ao aluno condie o uso eficiente do potencial da visão P professor deve proporcionar NP P I P M SIfocalizados) N S N N EE potencial SI para uma ções de acordo com (qualidade visual SI ocular M SI e do aproveitamento EM EM boa higiene Pdo M E SI E E N E P P I M E recomendações médicas. da S capacidade do EE EE EM emocionais. piscar muito. le70% possuem alguma S P S N E N M N SI copiar faltando SI PE entre essa M M uma relação para ler. I P E S S P N de perM EE olhos.EM funcional considera-se SI Na avaliação PE a eficiência IN EM EE P M S N E PE P I E M a explorato de do objeto. SI EM EM P P ambientais e as contingências de vida do indivímão M M E M N N E P M M EE visão revela EE SI SI EM Pda PE duo. o campo visualM S SI EE EM deve M Ne E (amplitude P M I E P E E S N ser deEcalma.1. muito clacepção emPE ambientesEmal leitura. O trabalho com PE M M EE NP SIvisual). tropeo uso M N vras e sílabas. visão SI de baixaIN M poten. P E a acuidade e o campo reduzem significativamente N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 30 . SI SI NP E I EE EE M E S P assimilação. um das pelos olhosEE e EM PE Das criEE fechar e cobrir M vamente EEos olhos. NP EM pertar oM PE IN deE N S SI N E I M P M S da visão senvolver visual.IN M iluminados. as condições SI EE EEsobre a face do interlocutor.SIvisual E N N E P I I P E NP S S N I P I N M M a interferência de fatores mentos articulatórios dos lábios e maxilares com a S S N emocionais. causa uma E oE ver ver possuem dificuldades voluntário Pdos redução da acuiNP EM e o não SI IN M M E S SI dade visual N E E P P M Mse ve. O desempenho visual na escola e do campo visual que IN acuidade E S M E E S E N E E tarefas ePE EM SI execução P NP NP EM rem ou limitam a de o desemPE I N E E I M N S SI P N SI movimentoS rápido e IinN SI EE entre EEM Alunos com baixa visão ou que oscilam penho NP EM geral.no. encorajamento e Além dis.2. A evidência orgânicas queEM texto familiar SI as alternativas IN M SI PE EE das alterações IN S E E P S N M os recursos disponíveis.

sinais EE EE Tipos ampliados: EM volvimento cognitivo por favorecer os relacionamenampliação de SI EM P E P M M E P N N P EE outros. NP E I M E M S E S E E 2) aqueles que fazem referência a situações Softwares com magnificadores de tela e ProE P M M M E N PE NP com síntese EE visuais. M P SI o NP SI P NP E I P I M N E S M N I S aluno em lugar sombrio se ele tiver fotofobia (difipreferências. M EE NP um aprendizado M E S I E PE P M E E M S M E P E sentidos. sem EE indivíduos EE SI mediante NP prescrição EM incidência na parte centralPda de claridaguns S N P I P M I E S N N S N P EEdireta nosSIolhos SI oftalmológica.3.. e de que o aluno não dependendo de cada caso ou EMpato. a aproximadamente um metro do quadro negro lentes. canetas IN operam INcom dois tipos de M EM E E S S M NP E E P E para livros. SI ciais com N EE EE 3.SIN N M E E P I M M M E E S níveis de adaptado N e mobilidade. SI S E tes esferoprismáticas. interesses e habilidades adequadas. M EE e proporciona tos SI EM de controle SI e símbolos IN do que está Pe EM os meios P IN em livros E E M S M E N S P da visão. inibirNo do SI de visão EM EM o comportamento SI com diminuiPE IN IN tamanho.de Nmaneira SI P I M M E S P M da pedagogia. Alfabetização e aprendizagem de P aumento (óculos I P S EM N P I S M N E N S N I N E M P I I lentes monofocais esféricas. EM N E I P I E S E E S S E N P P M luz). de estíampliam fontes para a leitura. em papel IN EE espaçamento SI NP EM EM SI S N P I M I EE E E S N não refletir S P P P a claridade. Nesse caso. Egráficos e Ifiguras. 60 vezes as E imagens e as E IN EE M transfere para o monitor. A escassez se N e de informação resção da velocidade de leitura e maior fadiga visual. EE EM EE um trabalho escreva na própria sombra. úteis 2.1. para N N PE M com adequado. P NP podem utiCircuito fechado — CCTV M I E M EE E SI SI E N E S E P P P M sem nexo E E E baSI de TV que N ou significado. desenP I S M M N S N SI fontes. SI decodificados EM P P M M M E E essas crianças N de televisão N E : apa. PÉ psicologia.3. SI EM NP P IN P P SI I E M E N S E N E N I P P E comunicação. com EE SI observar NP EM EM S e verificar EM PE P M E E E SImesa inclinada EM como os alunos se relacionam a qualidapara conforto visual e estabilidade N E P P P I IN E E S N N S N P P I da comunicação. E EE NP visual do alu. E S M SI N N oEE comportamento a observação eSIN a Lupas ou lupas de mesa e de apoio: SI EE SI SI manuais NP P I P M S experimentação. de condições E PE EM Mde recursos adequados M EE maior a EE E pas. E Recursos ópticos E M E N E E P I P P M E S fosco. É tarefaIN do educador Plano inclinado: carteira adaptada. suporte M cadernos P EM EE PE IN com pautas M E EE P NP IN S N I M P P I 1) aqueles que têm significado real para elas a espaçadas. utilizados por alN P M M M E M E N SI P IN e orientação EE sala. teI M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E cadas com palavras. S SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE As crianças cegas Acessórios: SI EM de ponta M lápis 4B ou 6B. menor o campo I E E S S N S P P a motivação.3. geralmente de alto poder. As tarefas devem ser expliRecursos ópticos para longe: telescópio. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E A linguagem é um valioso instrumento de M 2. Recursos ópticos N E E M I E M E P S E P P EE M M N E M N I N E P E I P E M S S uso N SI PE PE IN são lentes de M PE EE É aconselhável posicionar a carteira em local Recursos ou auxílios ópticos SI S N N E P I N I E S ou dispositivo N SI haja reflexo Sde iluminação neespecial formado por um conjunto de EEMonde não M SI no quadro NP EM E I P M E M E S E E P gro. Quanto ampliação N Ee EM pode PE P P P M E E E S N E N N P P P interes. O trabalho deve ser logia. M SI IN I M M EE S S M E P P tringe o conhecimento em relação ao ambiente. dimensões de maN E N M M M SI SI mulos. S M SI M IN experiências. ori. Deve-se também evitar ser definidos a partir E da conciliação das necessidaI M M E E N S I M E P M E M S E N NP des específicas.M M EE E P M N PE M EE M e não-ópticos EM Recomendações SI E 2. EE SI NP M EM EE Recursos ópticos para perto: P I M E E P S N E P óculos espeM M N EM PE SI PE lenElentes IN bifocais. faixa etária. podem não ser com-INP Chapéus : ajudam a diminuir o reflexo S SI adequadamente SI e bonés N P I N M M I S S N S preendidos ou e ficam desprovidos EE EE da luz. Trata-se de uma P fora de alcance pela falta Acetato amarelo: diminui PEa incidência EE EE de cla. excessiva em diferenças individuais. em maior S tempo para adaptação desses recursos em cada SI certos casos PE EE caso devem IN M P S EM N E o término das atividades.Mque embora sejam importantes EE EE meios de EEM gramas de voz. EE de da coluna vertebral. graSpretas M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N partir de suas vadores. tiposcópios (guia de leitura). A falta de conhecimento. IN P M culdade SI de ver bem em ambiente com muita IN M EE IN M M S S E P S E E M O material utilizado pelo aluno deve ser nítido.SIN entação As Iescolhas e os EE de acordo PE SI NP EMcom a condição P P PE I S M N E S N E M IN P concedendo SI no. telelupas e lunetas. S E P P M M E Esse fenômeno verbalismo e sua N N M EM EE é denominado EE EM SI SI M Eefeitos NP E P P E I M E E P preponderância pode ter negativos em relaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 31 .SIN reforçar passivo. N N por P não relho a um monitor EE SI SI acoplado NP NP lizar palavras SI amplia até N P M I I M I M S S searem-se em experiênciasS diretas e concretas. Recursos não-ópticos P I inteM N SI NP PE EE IN o meio N SI NP amplia o S EE ração com I P S SI físico e social.Mde sentido. lessistemas.SIN SI N N I P P I N M M S engloba M N E SI atividadeS complexa que e SIN ridade papel.2. E S S N P E I M S EM M IN Para completo e significativo sistemas telemicroscópicos). E PE é importante estimular todosEos IN MincentivarPEE P E N S E N I P P N M exploratório. conceitos: porosa. EE EE a comunicação SI EM sobre o P PE P M E M N E a as representações.4. 2. EEiluminação EE colocando EE sala de aula.

interesreglete (régua de madeira. SI Msérie. não sabem o que e como fazer. IN Isso porque P M EE EE S N N E N P P P I I I E S N N S um NA utiliza os pontos superiores 1245. P Espaço físico M e mobiliário EE P S E E M IN NP N EM EM P I M sucessivamente. coordenação bimanual. E I P I I P E S NP S S N I P I N M M Algumas crianças cegas congênitas podem S S N SI EE EE SI EM EM P P Disposição universal dos 63 sinais simples manifestar maneirismos.NPE EE cumbir-se daSordem e organização do EE EE EM S EE P EM P P I E M P E N S N P N E I P I N M S N S SI P N PE SI M SI EEComunicação SI N E IN 3. A combinação dos ponnação. com ponta metálica. os números bilidade.1. utilizado para a PEE I N M P P I S N E S N de umaIN Mde perfuração SI Eles manifestam dificuldade e dosM pontos na cela Braille) SIou EM de aproximação PE E S M E E N E E P M P E E comunicação.SO dem aos sinais EE P Braille IN e símbolo desejados. A máquina de escrever E M P I I I I M E E E S S S S E N P recomendável também evitar teclas básicas PEa fragilização ou a suSI correspondentes aos NP EM tem seis PE IN ponM E N S SI N E I M P M S perproteção e discriminatórias. Foi uma cela dominem o alfabeto e teE N básica denominada cela PE braille EE IN EM criado que E P S M SI N E P E M P N por Louis Braille básicas do sistema. NP EM PE M I EE P E E S N O código M ou meio de P leitura e escrita das pesAEM escrita em Irelevo e a leitura tátil requerem o EEM P I E N M S N P E N E Sde habilidades E específicas. SI NP É um mecaEM P S I N M E I M S N E nismo de escrita mais S M SI EE rápido. SI Uma das IN EM nham noções M na França. ecolalia e M M E M N E N E P M M EE SI SI comportamentos EM PE PE do E Sistema Braille estereotipados. O mobiliário deve M E E S N E M SI PE M qualquer N NP alteração deve PE M Ee M ser avisada. N PE de M EEobtida pela tosPé de seis pontos EE em condições EE lle deve ser SI SI disposição N E NP P I P M N S Msimultânea organizados espacialmente forma de PE INe complementar ao processo IN M colunas vertiEE em duas SI E S S E N P E M E à esquerda de alfabetização SI EM pontosSà cais com E três dos alunos IN direita e três M EEcegos. É culta a correção de erros. discrimiSI SI EM EM PE M E SI E Edo N E P P I M E e outros símbolos gráficos.SI EE .EM Mcombater atitudes SI PEcela braille. em 1825. Por isso. SI IN M EE M EE S SI devem ser NP explorados E E P P I M M M E As portas de. A SI NP EE P P E I E M E P P S N N E PE 3º série IN SI da adição SI NP IN M PE é resultante I S N M S I S N EE I do pontos 3 e 6 aos sinais da 1º série. EE SIser estável M N E I E M P I E EE Sespaço na Esala de aula P E S com Convém reservar um N E P P E I N M P S E PE IN IN SI adequado NP M mobiliário E N I S para a disposição dos instruM S N I E P S E M S SI PE IN M EE devem inPE por esses alunos que mentos utilizados S E P M IN N M M I M IN material.EEM O movimento EM didialogar com deIN perfuração é da EMrealizadoPE SI SI P P E M M N S e a leitura da P esquerda IN reita para a esquerda M atitudes. prático e eficiente. tuação. inquietações e impacto S N celas braille dispostas E N I I M E N S S E P de forma M natural e Ehorizontais sobre uma E base plana) e punção (insSI Costuma EM SI EM ser abordada PE pouco M IN M E E S P N E P P espontânea porque os pouco em madeira ou plástico no de pêra M SI professores EE não sa-SIN trumento M PE formato IN IN EM EM EE P S S N E E P bem como proceder em relação aos alunos cegos. PE alter. a imitação e deixa M a falta daSvisão compromete M SI SI A 1ª série SI NP EM I EE vazio a ser preenchido EE M E S P 2º série é resultante da adição com outras modalidades de E P P M M E N N M N M EE um dosEsinais SI EE EM do ponto 3 a cada da 1º percepção. É máquina de escrever braille. um conjunto de S em linhas P se.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E Braille (Leitura) E M EE S ção à aprendizagem N Alfabeto S E N N e ao desenvolvimento. É Erecomendável NP NP I M P P I M S os educadores S braille. um N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 32 . S e assim 3. e relacionamento P I M E S S E N M M M SI NP A escrita braille é realizada de uma EM PE EE por meioEM M EE EE SI N E P P P I PE M E E A falta da visão desperta curiosidade. SI N E P P M N E SI o conflito Ee N N necessário explicitar PE SI a si.2. I E S M E E S E S E N E Pé EM SI do espaço PE físico não NP NP A configuração percebi-EEM PE I N E I M N S SI P N S e pelos que M SI N SI EE Alfabeto Braille da da mesma forma por alunos cegos NP EM I I P M EE E S S E P P N M M EPor isso todos os ambientes da escola N enxergam. destreza. etc. IN S E E P S N M P E nativas para os educadores é o Braille Virtual . metal ou plástico com EM S P P IN IN IN EE EM S S S N N P PE I E I M no ambiente escolar. IN M EE EE E S S N E P N P P I M vem ficar completamente abertas ou fechadas para S N SI EM PE IN IN M imprevistos EE SI S N S E P M PE I evitar ou acidentes. exige M E E E S N E P P P I M gestual e visual naNinteração E S NP N EM N com esses alunos. tos da O toque simultâneo de uma com. SI realizado N adequadas.IN S E P PE e assimilados. inclusive alunos. Todos direita.3. e posM EE com novas IN para a PEE SI procedimentos N S E I E S P M M E S N PE turas. EE IN E EE P M S N E PE P I E produz os M corresponbinação de teclas P N pontos que S M N E I E N I I N E M S E P I Sistema E S S N 3. E N SI SI combinação baseia-se na de 63 pontos desenvolvimento sensiPE NP P I P M SIsoas cegas N S N E N SI que representam asM letras do alfabeto. o aprendizado sistema braiM E S E N N E P P M M M E SI básicos. lento devido à perfuração de SIN M EE É um processo SI NP com aMfamília dos E N P I I M E S S N EM E E de evitar a comunicação P precisam criar o hábito cada boa coordenação motora e difiI ponto. ou anatômico.

SI pouca ou NP PE ou produzidos IN de encaixe) Scegos NP EE dir. E M P a apresentaNsimultânea PEOs recursos SI EM EM PE Os cacional EE IN da atividade. M N PE PE E EE SI NP tiva ou outra EM N P N I P M referência.4. P IN níveis e Imodalidades E E M S M E N S P P fiéis aoNmodelo seio.usp. excursões eNexposições é M EE S N E N P I I I M M E S S S e leitura N E crição cenas de legenda EE EM oral de imagens. É recomendável valer-se de mente de produção e impressão S N M E E P P I M M M E E P S N E EE mate. texturas e tamanhos deve naNlínINhaver adaptações: M para quePEE P E E S E N I P P I N E S na seEM N N N EM senso e criatideve prevalecer aSconversação.br. M Atividades que envolvem expressão SI IN IN M M arte. adape contextualização I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E tados e de qualidade e explorar todos os sentidos. informação tátil. mapas I P S SI com material Em resumo. podem ser M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E (jogos. serviços 3. auditiva. E E canais de EM Os PE P I P M E E E S N E N P P N IN sólidos ção bolas SI barras. Outros corporal. original.5.EM olfaEmeio de descrição.SIN S confecção N I P P I N M M S M texturas.SIN EE SI EM P PE P M E M N E nentes à faixa etária e em tamanho adequado. confeccionar ou adapbiologia e ciências.SIN M exercícios e de braille. com cores contrasvisuais adaptados e representados M EEem relevo. Se não houver EE EE EEou centrosEM P SI ninNP SI P NP I P I M N E S M N I S guém na escola que domine o sistema braille.braillevirtual. SI NP PE encaixe. Sligue-ligues IN jogos de IN física podem-se utilizar I E E S S N P P e similares podem ser compartilhados com todos com guisoEetc. atraentes e envolve criatividade. EE orais. desenhos. Scordas. A Eadaptação PEprodução P IN SI NP P PE I S M N E S E M IN P para o sistema INtranscrição SI rial. instrumentos de desenvolvidas com P adaptados I meM podem ser EM S INnenhumaEadaptação. N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E Anotações P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 33 . S a brailleSpodem ser PE EE IN M P S EM N E realizadas em salas multimeios. SI ção de resumos N E E Especializado devem ser variados. é possível SI E EM vários E P EM M M E E E tar recursos abrangentes ou de uso específico. S S M E P P os alunos sem necessidade de adaptação. SI NP M EM E P I M E E P S ao Atendimento N destinados Eduse não houver dublagem. SI gua estrangeira Esignificativo. gravuras. os alunos podem e devem N P I S M M S IN N EE EE EM de baixo custo e sucata. EE S E de representações e em: SI Os meios in. Atividades I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP de apoio pedagógico. música Edramatização.fe. gráficos.INP S P PE P 4. EM EMgeométricos. Em filmes ou documentáM M I I E S N E E S S M IN EE Erecomendável SI a des. Os materiais confeccionaparticipar de praticamente todas as S atividades com SI EM P E P M M E P E N N P EE devem ser dos de fácil manude adaptação que M SI EM simples e SI diferentes IN PE EM resistentes. EE perti. núcleos.M M EE E P M N PE M EE M EM Avaliação SI E 3.Mgratuita e EEMAlguns procedimentos SI NP EM E I P M E E S E EM altera. seguros. com N E SI agradáveis diferentes peração entre os participantes. S ao tato. PE de material EE EE e coo. É necessário estender com o objetivo o aprendizaSI S N N E P I N I E S e instrumentos N SI de avaliação do do Ssistema braille de forma simples. M M e as impressoras ampliam EE S M N E P I M EE E Eas possibilidades uso de microscópios). curso on-line.dosMou adaptados N PE por meio P IN P I E S N N E S N P M SI SI formáticos relevo (desenhos.M P baseados em referências visuais devem ser lúdica. NP M E S I E PE P M E E M S M E Nas disciplinas P Eadequados E PE tantes. será Algumas atividades devem ser adaptadas com EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M igualmente necessário fazer a conversão antecedência e outras durante a suaIN realização por SI M EEda escrita SIN IN M M S E P S E E braille para a escrita em tinta. criado e desenvolvido por uma equiN E E M I E M E P S E P P EE M M N E pe de profissionais da Universidade de São Paulo M N I N E P E I P E M S E S N SI de possibilitar PE o tempo P IN M PE (USP) – EE de avaliação. O programa para download está disponível N P M M M I E E N E E S N P I P M E http://www. Recursos didáticos rios. SI SI Com bom E torne útil e SI NP P I P M S selecionar. na educaN coleta de Pinformação. os gráficos e as ilustrações devem ser E S S N P E I M S EM M com estímulos IN e táteis. devem N M EEos experimentos M utilizar SINvidade. significativaSI PE IN diagramas.

M EE S M EE P N SI M EE P N SI NP SI SI M EE P N SI NP SI M E EE NP EM P P I E S N N M M SI SI NP EM I EE EE M E S P Marília Pinto de Carvalho grupo de alunos negros do sexo masculino.SI EE IN S E E P S N M de identidade baseadas P E maiores problemas N trutos sociais. está fracassando EE interior do EE ciavam diferenças SI próprio grupo SI que a escola N P E NP P I P M N a um grupo grande S M e se buscava meninos caracterizar aqueles comNPE frente IN IN M que concenEE de jovens SI E S S E P E M M E Essa diferen.mesmo SI PE IN M E M E S SI damental. Vara melhoria à aceleração IN Maluf e S SI escolar conduziram SI Hildete Pereira NP IN PE do fluxo I S N M EM I S N E Eà I estudos. etc. enquanM EE IN EM escola.). P S E E M 2009 aprovação Eautomática IN NP N EM EM P I M Ministério da Educação (MEC) Unesco. O que NP EM fessores. conforEE IN de “raça EM comE P S M SI N E P E M P N como plexa ao se considerar também a variável “cor”EM me Antônio SI IN Sérgio Alfredo Guimarães.PEE SI N S E I E S P M E S socioeconômicas e IN N EM PE ciso E considerar as condições faixas etárias M S SI NPe sexo. In: Adriana EE Piscitelli. mas levaram a uma estatísticas educacionais brasileiras vêm indicando M E E S IN EE PE estudoM M NP algumas EM sobre os professores para queSaprovem pressão o há décadas. aN discussão sobre as razões do nacionais. um maior nú. A grande diminuiI E S M E S E S N E PE EM não indica uma SI PE NP NP EM ção nas taxas de repetência obtida PE I N E E I M N S SI P N S I SI N EE e nem EEM NP real melhoria no S acesso aoSIconhecimento desta pesquisa é conhecer os proEM O objetivo I P M E S E dos quais se produz P N diminuição dos problemas escessos através NP EM uma efetiva EM no ensino fun.4 anos da SI em que havia EE N E IN certa concordância de que os S meNa década de 1960.7%). formas numa ou “raça”.S NPa reprovação M nos do Sque meninas E N I S ainda existe (finais de ciclo). M E N P I I M M E S de analfabetismo S N E E E P culturais de origem da criança e as condições de As taxas são menores enI M E E E S N M EE SI das escolas.3%) S que moças SI EE EM NP (2. 40 anos médias Efessores S E SI EM EM nos últimos PE elevou as IN M E E S P M N E P P I Na literatura.PE meninos são em número EM analfabetas M I E P E E S N dentre os meninos. as E SI EEMinistério Sda EM Ao longo dos anos diversas políticas de SI M NP . M PE “cons. P P E I E M E P P S Sonia W. SI de avaliação. – e. os homens P I M E S S E N M M média e M E 1. PE IN não M E N S SI N E I M P S 45 anosEM se tem com a devida nas acima de SI faixas etárias PE abordado EE profundidade é que EEM IN EM E encontramos P M S N E P P I no Sgrupo daqueles que fracassam na ou mais mulheres que homens analfabetos. ao mesmo tempo em que beneficiou as muI N M P P I P S N E S 5. M e que dados divididos por EE sobre níveis IN é pre. Brasília: de LúciaPE Puga (Org. devido acesso à NP ao maior M P I I I I E E S S S S E N P E os critérios em comparação a adultos ePidosos. A complexiestudo em 5. dentre M S N I E P S E M S SI PE IN desempenho esM EEa obter noPE negros que brancos P– Em relação à diferença de mero de meninos S E M IN N M M I M encontramos reconhecimenPE INser indicados EE baixas ouSconceitos EE colar entre os sexos. crianças SI o fracasso PE IN PE escolar Smaior IN M Essas polítiEE E E S N E P N P P I M ter resultado positivamente numa negras do sexo masculino. refle.EEM P M I E N os negros M M desses I E S N P E N E S E os brancos.problemas SI N escolares. N E E P P entre E M M M colares de disciplina eE aprendizagem. contra e causas intraescolares.ninos apresentariam SI NP maiores problemas. NP NP NPescola funcionamento EM tre os M o preparo dosEE projovens. S IN IN NP E M S E P I S N E E P ensinar. e S N P P IN IN EE EM SI S S N N P P I E I M tação escolar Ie de proainda pior para as mulheres. à organização do ensino Sem ciclos e MOlhares feministas. de acordo com S SI EM PE IN o que as cas. E NP I M P P I M S Foi adotado S torna mais o conceito ça entre E N homens e mulheres se PE social”. os S de 15 a P em 19 anos temos quase Eo M dobro grupo do qual E to na faixa IN a escola fracassaIN SI P S N M E I M maior que S as meninas N E e de rapazes (5. tra uma maioria do sexo M EE EE NP SI masculino. hoje em torno deSseis anos de M EE escolari-SIN PE I IN EM EM EEescolar é Santiga P EM S N E E P E fracasso e saudável e tem osciladade. SI IN M tinham 2. I E E N SI ção P que e não S conseguiu se apropriar da NP P I P M SIsou pela escola N S N E N SI A desigualdade racial como categoferramenta SI impôs-se SI da leitura EM EM PEcom uma EtrajetóM e escrita. eSa EE EM EE P N EM P P I E M P E Npara atividades S N P N E I P I N merecedor to na medide recuperação. Eapresentavam SI famílias E M SI M E N E E P I M P E E S média. A ampliação do acesS S N em reunião com o conjunto IN M EE NP so à escola S S E I M P e professoras. Este foca os procesP I M E E N S M E N E I E M P I E E S E P E S N número E maior possível de alunos nas séries em que sos queIN têm conduzido um maior número de meniP P E I M P E PE IN IN eles. apontando os no N SI EE I M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI SI NP SI E NP I S EM O MFRACASSOM ESCOLAR DE MENINOS E MENINAS: M EE EE P P M M EE ENTRE M ARTICULAÇÕES GÊNERO E COR/RAÇA N N E P I I EE E EE S S EM N EM M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S E NP I S 34 . SI E EM N E P P I M E M E ria indispensável à análise à medida que se evidenria escolar marcada pela repetência e pela evaS E N N E P P M M M E SI SI N N PE dos M EEque indica no são. em maior A grande maioria jovens analfabetos pasP propor. N E N E P de Melo. Mas por sexo. tas negativos.6 para N M o sexo masculiN M a busca Ide EE M SI NP NP no.EEM tindo um acesso em geral muito baixo à escola. Essa diferença aparece E P M SI EE E dade do debate vem indicando que múltiplas de forma muito clara nos E S EE diSI P N P I E M M P N P IN mensões interferemS nesse processo M de analfabetismo. de alunos.PE em 1999.9 anosMde do entre N N SI dois pólos: EM a culpabilização das lheres que. M S Ndo tema como S SI P PE de reflexão. ao aprede escolaridade em EM EE M EE EE SI as mulheres NP EM E P P P I PE M E E sentar a proposta da pesquisa à equipe de orien. E P P M M E N N M IN Educação M EE 90. parecem IN M EEgrande SIN S N S E P M PE I maior inclusão escolar.9.

na expressão M M E N S E I M E P M E M Como professoras E S Epele ou o tipo N NP a cor da EE no encerraE de quarta série. EE EE no con-EM EE conceitos P NP IN SI– “PS” (plenaNP M P P I escola (advertência ou suspensão). conforme M EM E S S M NP E E E elite. EM EE com Rosemberg. ela P professora NP que M respondeu I M EEsão oferecidas E SI pela própria SI E N E S E P P P M você vê E SI matéria. pelo menos seu discurso e oPEE alunas traziam explíIN ou estereótipos M P E E N S E N I P P N M E S es. participação nas aulas.INP A percepção EE N S E P E I P como IN critério de avaliação utilizado os e médios intelectualizados. Alguns permaneciam fato social. para EM SI E diferentes de alunos das duas classes de M idéia biológica errônea. NP M SI I IN M à rede EE de pertencer S S EM M E P P de casa etc.INafirmavam Iavaliar N M EE M S E EM damentados. I E S N N E S N P SI SI demarcar dificuldades específicas. quanto o que chamacola apresenta características condições M sempenho M N próprias e P SI SI NP NP PE do aluno” EE SI EE vam deSI“compromisso IN ou “relação da cri. S E P EM M M E E E plicidade de instrumentos (trabalhos individuais cujos ampliavam na mediN efeitos se E E EM sem PE P P I P M E E E S E N N P N IN consulta. mas EE muitos pontos SI SI E Célia tinham SI sutis interpenetrações NP P I P M S de uma multios alunos a partir tereotipadas e julgamentos profissionais bem fun. M EE P SI NP de cabelo) e na ascendência SI P NP E I P I M N E S no status M N I S mento do primeiro ciclo. mas N E E I E M E P E S E P P M M N E quarta série. M e comentaram pessoa. levou-nos aEconsiderar no po E bastante heterogêneo em M EE grupo SIN SI P PE P M E M N de crianças “comM problemas escolares” aquelas com cos. “porque SI séries fiN P M I I M I M S S S N as mesmas características”. S N P P I N M M S S N E SI termos socioeconômiEM pelas professoras. “S” S M N S E INa seu rendimento propriaM satisfatório) EM – com dois ciclosPE M SI S E E criança refere-se tanto no ensino fundamenE M M M P E PE IN EE mente acadêmico EE EE IN 1ª a 4ª e M quanto a seuPcomportamento tal S(de de 5ª a 8ª S séries). Pabrangendo EE E um gru. Assim. numa cidade SI como São N EM EM N Paulo.S to disciplinado. M E S I E PE P M E E M S M E P E E preconceitos PE coletiva sobre o tema. EE riam pelaSImanhã. das trinta alunos SI EM contamEcom PE EE P M M E P N N E P M M da importância E N do Icomportamenprovenientes SI SI criançasIN PE de setores EM populares. IN da falta de critérios deS avaliação objetivos I E E S S N S P em classe e em casa. Ecação racial M E“posIN PE no Brasil é fluida e variável. EM fren. étnico-raciais e culturais. EE M S M médi. N classificados que que mão na construção social E Edeveriam ser M se lança P I M M Nmentos de E E P S I E N P E raciais.algumSIaluno seria reprovado. particularmenteEEse N EE SI NP EM EM SI E P en. S P P P ter problemas.deEM N SI N N em comum. S P P M M De acordo essa concepçãoIN é uma comM N PEvez por semana. elas deveriam decidir se ou origem. Ambas entre opiniões SI citos.SIN tanto com – e em diversos EE PE IN SI No contexto NP brasileiro EMalunos classificados P P PE I S M N E N S N E M P alunos que SI obtinham ceito da América Latina – a classificaçãoEracial se apóia SI “S”. quanto socioeconômico da EM N E I P I E S E E S S E N P M P destaca Ique.Mcor para o rendimentoEEescolar. P INfísicos e que P M todo o ano. tanto nas S P I I M E E S S N P P EE recebido algum tipo escolas públicas nas SI EM escolas M de periferia. mas SI“NS”. bres Icom nais. conforme tivessem dificuldades em manter e reproduzir diferenças e privilégiMconstruir.EEM NP P IN P I E M E N S E N E N I P P regras escolares. a cor seria apenas um dos eleEE alunos intermediários.M P SI deMfuncionamento particularmente adequadas. dos variáveis e depois dispensados. E diziam levar em conta tanto o EdeApesar pública. EE PE SI escolarIN S P o desempenho da mente satisfatório). essa esM M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E propriamente dito.conceitos P M E E E SIcomparada “NS” (não satisfatório). rência da combinação M EE S N E N N P I I I M M E Saqueles IN S S M E pecialmente com os doEindivíduo”. nas N N N PE brancos se nas séries ou da PE poEE SI também SI primeiras Nalunos NP sim.M P para o reforço. De acorSI SI EM matemática PE IN (ou em N NP os” e não IN um dado biológico. nem sempre o que as E S S N P E I S EM EM avaliar os M conjunto IN reivindicando maior discussão professoras consideravam M alunos e Eao NPda escola. referido atribuídos peN P M M M I E E N E E S N P I P M E pessoasS a atributos EE E que apresentavam las SI servem para rante N PE como outros. E duraS M EM N E P P E I M E E P herdeira das análises desenvolvidas nos anos 1950 ção de duas horas e meia. Elas indicavam ção social S N M E E P P I M M M E E P S países para o reforço N E EE con.Pchamado SI EM P M M M E N N ço”. M EE em en. S NP M EM E P I M E E P S como “S”. Célia e Laís atendiam a P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 35 .EE tanto na aparência (características fenotípicas. quanto E INde punição IN formal. que E de clas. as indicadas para EM à homogeneidade que em geral se N E P P P I IN E E S N N S N P P I “oficinasSIde reforço” EE as e também as que haviam contra.). EE S das relações N Laís afirmasse de SI EM PE critériosEcoP IN SI Embora M a falta N NP S N I N E M P I avaliação I SI S E muns de trabalho pedagógico e de no Ao longo da pesquisa. A escola M em seus prontuários na secretaria da particulares de a partir M Eo registrado P NP de 1999. No caso essas oficinas ocorEE M EEdas sériesEiniciais. ToN P I S N S E N M SI e mesclam EE as classes ança com o cotidiano da escola”.M M EE E P M E N P M grupos EE M eficaz socialmente. quantos PE E IN M M P S N E de Célia. E N I N E PE E I P I E M S E S N S E E N Cristina Araújo português ou P P ambas). I como “estavam cambaleando”.M S N E P I M EE E E que categoriza”.SIN IN M M S E P S E E M trevista suas Edificuldades frente a esse quadro. Fúlvia Rosemberg NP a classifi. eram atendidos por períocomo uma E percepEM SI PE IN M M indivíduos e grupos. afirma que a raça como “um EE do com N M pode ser concebidaEM SI que indicavam I P os alunos M EE aos significados E S E EM du. trabalhos em grupo da e exNP EM EM do tipo SI NP feitos SI PE I“prova”. Tereza E I M S S P eram as professoras S elas. comPa PE E E Squanto NP sibilidade EM N N I P Embora Laís revelasse mais dúvidas aoEM uso de passagem da ‘linha de cor’ em decorM M I I E S N S S M IN ambas pareciam E esEE fenotípica EE e do status SI social INPdos conceitos. E Quando se si-INP Existe um de recuperação paralela S ao te às SI questionada SI sistemaM N P I N M I S S N S tuação socioeconômica seria mais decisiva a que a de “oficinas de reforEE EE longo de todo o ano. lições plicitados coletivamente pela equipe escolar. deSIavaliação por Ssistema M N E N PE IN (satisfatório) e “NS”S (não texto SI dessa pesquisa. Assim.

EM quatroPEdelas SI SI P N I E M M N P Se considerarIN estão presentes nosS dois grupos). classificados SIcomo conceitos tido queIN elas tais “Não peNP E P P E I M P S E nos quais PE IN IN NP comoIN“apáticos” M “preto” S E I S e “pardo”. essa classificação palavras com senposto P I M E M E N S N EMSuficiente” EE SI como pejorativo. N S N E N M SI meno sofre profesclassificação entre professoras se refere às meniSI SI influencia EM PEambas asEE M do fato de SI E EM N E P P I M E soras serem brancas. crianças escolares (5 meninas e 11 EE P P e apenas 16 negras. com seu desempenho acadêmico. Cinco deles M SI PE EE IN S E E P S N M mensal inferior a dez ção possível Ipara frente à aufamílias com renda P E N esse branqueamento SI salários M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 36 . clareza problemas de problemas de EEM N E I I P M E S S E P P N para ambas as passamos a considerar N de constrangedor EM EMprofessoras ao aprendizagem. quatro P N P P I E M P N P PE IN ou suspenIN 26 divergiram de pelo menosS uma recebido peloIN menos uma M EE advertência SI ficação dirigida. pois há indicações na literanas (oito. M I E P E E S N crianças não negras no grupo. SI em conjunPE IN M E M E S SI fazer a classificação N E E P as crianças P M M signi. professorasINpode ser correlacionada de E P SI N P S I N M E I M S N E 27 o fizeram como maioria de meninos entre S negras. Mas de menina daSIquarta série em 2000. não IN N PE pardas. P I M pelas próprias em estabelecer critérios I E S M E E S E S E IN E PE incômo. N S E N N de São Paulo”. das profeshouve diferença I M E E E S N E SI quaisquerPE NP NP em compaEM NP evi. EE IN EM “negros” (pretos e Ppardos) EE EE P M S N E P I E M negros” (brancos.tas SI ras. NP Tanto Célia S quanto Laís com maior PE que separassem I N E E I N S SI P N I P S Havia algo I disciplinares EM M S N S E do com as categorias “preto” e “pardo”. Advertências e susM E S E N N E P P I M E M E EM que professoras SI menos a N N P Ede tura negras tenderiam a seis apenas EM EE EE pensões Sforam atribuídas SI meninos Ie SI N P NP P P M N N “embranquecer” seus alunos. EENo nossoSIN vo das “oficinas EM PE IN IN EM Etodo. e marca S S N SI EE EE SI dificuldades EM EM P P Crianças com escolares profundamente o pensamento educacional brasiM M E M N E N E P M M EE SI SI que: [.de Laís para “branquearem” alunos fica mais desses alunos. EE PE percebiam EM(“NS”). e mais seis dos quais EE haviamEM E que fizeram EM SI a autoclassiEEgarotos. P EM S S N EE E P caso. orientais e indígenas). especialmenE I P I I P E S NP S S N I P I N M M te nos trabalhos de Florestan Fernandes.EM que elas hesitavam em atribuir a las professoras e elas S N E P S M S SI PE IN M identificavam com nitidez problemas EE PE “suas” crianças. ouINaté as (classifiEM e apenas Pbranco EE INum garoto E E P S M S N E P E de Mou pretas aparece como P explica-EM cação das N ças como pardas provinham SI IN professoras). classificar EE SI e pardas) M crian. que deM IN SI SI problemas NPtinham problemas IN PE sejam aquelas I S N M S E I S N E I S siderando a especificidade do pertencimento racicomportamento. E M M IN EM com problemas SI N P E N E S I E I E E N S S e 23 negras. PE IN M E S S E N I variabilidade M M desses M E pesqui. Já SI EE EM as M NP havia 44PE termos uma grande EM para Célia.PNa seis alunos tinham “SuficiEM EE conceitos M EE EE SI N EM E P P P I PE M M E E sa Data Folha. M localiza crianças que como EE M EE entre as IN SI se classificaram N S E I E P S P M M E S e “não-negros”).] EM PE PE ao reconhecer leiro a concentração maciIN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S parecia ser S N N S da N negro nas camadas mais pobres M ça do alunado M SI menor quanSI Esse constrangimento SI NP EM I EE população.SIN S N S E P M PE I associadas ao pertencimento à raça negra. S dos quais PE EE SI EM SIN a uma EM toda forma.. tende Ea EE M S P identificar as dificuldades indo se tratava das crianças com algum tipo de difiE P P M M E N N M N EE SI EE EM culdade terpostas à escolaridade da na escola. o que parece um indicador muito são física contra colegas. M SI conjunto. EM soras a NP seus E M I I I I M E E S S S S E N P dente nove discrepâncias entre elasIN para o PEcategorias de cor em SI NP EM ração com PE se agruparmos essas M E N S SI N E I M P I M M E S grupos raciais: e “não conjunto S P das classes. Além ram indicados para atividades de reforço era M E S N EE EE SI três com Penvolvia M NP EMpor dois tipos diferentes de meninos: disso.IN os to de ambas as ordens. 37 não negras Esse fenômeninos). N P E M M E P eram crianças percebidas SI E E era constrangedor idéia de que para as professoseis como negras (preP IN M E E N S N M P P mesmo ofensivo. sejam aquelas SI M para SI EM indicadas NP população EE negra com P P E I E M E P P S pela pobreza. as se disdisciplinares ouMde aprendizagem (13 foram EM de classificação PE discrepâncias SI E S M E E N E E P meninos (13 ) e meninas M P E E tribuem igualmente entre gum momento indicadas para o reforço e sete soSI N E P P M M IN SI dessasEE N N (13 ). N S S P N I E P S I S relacionadas à agressão S EM IN das professoras.EM de avaliação EM Pmanifestaram NP precisos. num total de nove). houve inconsistência entre a auto e ente” (“S”) em seus registros e eram considerados S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M a hetero classificação Eem 21 % da amostra. e a maior parte PE sendo que EM diferenças S(17 ) se PEE freram punições formais.Esses últimos NP forte Sda conceitos. evidenciando IN M EE EE E S S N E P N P P I M foficados negativos O conjunto de sexoPE masculino E que S dos alunos SI embutidos nas características EM IN IN M E com.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Edos próprios E M alunos e EE S pela chamada “Escola topercepção alunas. mas S S a medianos emIN N E NP S participaram SI EM a “clarearem” mesmo M P M M dos entrevistadores assim durante todo o ano letiE SI mesmaEtendência E SI E P E IN M E E S P M N E P P os entrevistados tomados em de reforço”. já que a maior parte das diferenças de P NP P I P M SIe para Laís. sendo ao N menos por uma mos os M (“negros” EE grupos raciais SI NP treze percebidas E P I I M de Célia e S M E entre as classificações M A tendência S N E E E P professoraScomo brancas.. A partir das dificuldades indicadas M E PE S E P M M N E M I NP N E professoras E al. de aprendizaS E P M IN N M I criançasEM M N PE EE Entre asS58 gem. considerando as duas professoras e a autoAo 16 crianças apresentavam problemas E I N M P P I P S N E S N em al-IN M SI atribuição. Enquanto entre das N as classificações S Essa consistência M IN IN NP SI EE ao fato S PE Scomo N EE EM 31 crianças P SI se autoclassificaram nãoEM negras. SI EM PE com problemas PE por cor. N N E PE os enfrentados não conreforço.

SAtravés da avaliação desse P EE E com.de apenas 33 SI M IN % quando NP E I M E M S E S E E cação dos alunos (26. Destaque-se I P I E M E E S N S E E N P P sete crianças. as idéias pertencimento racial.EEM grande gógica. S N M E E P P I M M E E P S N E EE se en. ambas as professoras N P I S S INquanto o que E EM considerar M IN M S E E influência. avaliação. NP dentreSestas IN E I M S N P esquemas mais ouSImenos conscienS E conjuntoNde nas oficinas de reforço. como era o M EE S N E N N P I I I M M E S Se já IN S S E M classes. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E escolas. SI gênero e NP E EM SI EM nossas concepções PE PE M E E E SIquanto o IN raça que informam de bom aluEM desempenho mais estritamente acadêN E P P P I E E S N N S N P P I aprendizagem. à a identidade racial SI Ede PErealização PE IN das escolar SI M ligadosIN N E NP S I N E M P I SI S E testes. tendo ambos recebido P podemos NP punições e indicação Seguindo Phillippe M I E M EE E SI SI E N E S E P P P I E concluir N é possível EM N N reforço escolar. deIN pensamenhetero e as Sautoclassificações dentro SI do grupo de bém PE P IN P M de percepção.Epelo E Eativas e marcantes M P I M M N E P S I E N E P Eâmbito da escola. N E afirmar Mgros. essa proporção é de discussão como aquela. mesmo SI EM numa M IN percebidas como M E E E S S M NP E E P M negras escola razoavelmente estruturada eNcom espaços M P PE EE por ambas as professoras apresentavam PE I M EE EE P N IN S N I M P P I algum tipo de problema escolar. particularmente pela subjetividade influenciada pela existência ou não de problemas N E N M M M SI EM con. à atribuição de notas e à organização da escrianças seria construída tendo como referência não E S S N P E I M EM M cola em IN hierarquias parecem Stornarséries.SI e indefinição PE M (disciplinares EE aprendizagem). comoSviM M problemas escolares: EE S M N E P I M responderam EE E E venciadoM por Laís e Célia ao ler os textos. comEuma M forte articulação entre pertencimenSI alterações foram penIN IN M M E S S M E P P sadas exatamente para minimizar o caráter seletivo to à raça negra e dificuldades na escola. um não informou N E E I E M E P E S E P N E situações de seu cotidiano profissionovamente Mrenda familiar Nque.SIN promisso eram considerados EE EE SI ligados às EM P PE P M E M N E fletir M sobre as relações sociais atitudes e comportamentos de forma tão decisiva E N de classe. e controlá-losS inSI ao questionário SI sem escolhê-los N I N M M I S S N S sido classificados am pelas educadoras como neEE EE teiramente. Considerando que os dois EEM conscientes. NP EM em cada EM M P I IN erupção M E E E E S S M E N E P M do fato classificarem um PE frente EEcorre SI grau de EE NP afetividade” e um certo PE IN de as professoras NPdependência P N I S SI N I M P I S M N M S E I S E IN S M EE EE P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 37 . sendo ineIN diferença na proporção EE S E P E valores.SIN IN M M S E P S E E Malu. disciplina mico. sobre a vida escolar. uma possível explicaçãoEseria P I M E P N são emSsistemas de avaliação que. asSIdiferentes NP EM PE EM alta.M M EE E P M N PE M a interesses EE M e apenas um declarou EM SI enfrenta M E e preconceitos. Avaliar esses porém. entre elas EM a avaliação PE “a partir IN dos alunos. a racionalidade éM apenas ilusória. adequados) é uma na determinação do EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M Nesse repertório de valores. Scoletivos M EE S E IN S N E N P E I I S E P S a autoclassifiS que lançar N considerada as professoras tinham S M mão de repertó. SI EM P P M M M E E N Perrenoud. de hierarquias soram tanto a aprendizagem S E PE E P M M E P E N N E P M M presentes N ciais brasileida criança com o coSI SI chamavam PE PE mais amplas IN de “compromisso EM EE na sociedade M SI M EE N S E N P E I P I pensar os processos de avaliação dos tidiano da escola”. apenas relativamente E P M M M E N PE NP EE problemas EE EE perceber M escolares).bolos socialmente de masculinidade e à própria identidade racial de Eser incorporada N EM construídos PE PE EE E SI e “branquiNP nos e alunas. EE E de critérios que costumam cercar a escolares ou de EE N EM E EM P P I P P M E E E S N E N N P P P adoção como vem SIN siderados como parte constituinte do SI EM EM desse tipo SIstatus da EcriN PE da forma IN de mudança IN I E S S N S P P ocorrendo. I SI de uma SI alunos com se excluirmos PE Não se trata INculpa individual. M EM I PE tes de S M consistência EE E E EM tam. tanto quanto outras quatro anos de escolarização. E S N N E S N P M os to”. mas seu desempenho escolar. Para fazê-lo. essas apenas fenotípicas e status M socioeEE NP M características E S I E PE P M E E M S M E P E também PE se ainda mais poderosas nasEE chamadasE“avaliações conômico. P P PE I S M N E I procura IN S 14 casos restantes. SIda instituição. O professor mínimos. referência forte o SI INbastante para M EE e os sím. N EM EM e infância.M P que dispõe. S menos no M N mais formalizados. Por isso. SI N P I I M E E S S N P crianças P EE Enquanto 59% IN das umaM tarefa extremamente subjetiva. M blemas escolares tipo de classificação devitável “uma de de subjetividade. sem SI integralmente EM NP seu caP IN P P SI I E M E N S E N E N I P P que nãoPresponderam E alunos havi-INP ráter arbitrário.5% do total das classes tinha rios e referências pessoais. mas Houve igualmente grande entre as N P M esquemas de ação E M M I E N E E S N P I P M E EE E de avaliação. EE no. que processo Sque é a relação peda-PE para o E PE que a SI SI no complexo NP N SI N P M I I I M S de negros S S com pro. assim como de negritude pelo menos ao final de no mínimo M M I I E S N S S N M EEhieEE EE SI caso de INPtude” estariam SI P P P presentes. E rarquias ligadas àEestrutura socioeconômica.M e excludente P de nossas SI como IN SI NP PE parece EE afirmaIN implantadas S NPestar ampliando EE vêm sendo I P S SI a M rios de avaliação. quatro SI do SI estavam também nal. Assim.SIN uma responsabilidade quando não temos EE PE IN entre aluno e profesSI respostas NP coincidentes EM coletiva. mas de dois alunos que não ao questionário. era S SI comportamentos. NP P I P M S não-repetência. EM N P N I P M feminilidade. N E M P frenta e não Sse soras em 13 dos S mudar os SI o preconceito PE EE Essa situação IN M P S EM N E valores e as predisposições adquiridos no procesparece indicar que oEdesempenho escolar (incluinI M M E E N S I M E P M M de socialização e que S E N NP do aprendizagem PE comportamento presentes considerados EEso EE EE estão também M P SI Ne SI P NP E I P I M N E S referência M N I S na cultura escolar. N N I P P I N M M S M hoje requer S sistema escolar N E SI elementos alunos no brasileiro re. a maneira Ao apresentarem em entrevistas seus M crité.S ra. IN EE M P E N S N P I P P N M E de ciclos IN SI de raçaSseria deEM N N associadas a classificação SI No âmbito EE Se SI aos sistemas E processo”. nossas S NP M EM EE Assim. se essas ança.

se desenvolvenPE I N E I M N S SI P N S percebidas SI N SI nos cotidianos EE de aula. as crianças orientais cia entre raça negra e problemas escolares M M E M N E N E P M M EE SI SI EM ser um PE invisível: não PEque na autoclassificação parecem grupo quase mais intensa IN dos alunos. Sua EM IN NP I M M E S respondera assim porque “é Ao não sobre as desigualdades raS S se discutir E E P SI EM se mostrava EM intrínseca PE com resposta inesperada. EE entre masculinidade natural e poder.sificando-se como NP brancos. Já que nenhuma EM N I I M N S S E P oriental afirmou materiais didáticos são de Eça SI rículos e EM que se classificou como SI EM preta ou EM PE formas veladas IN M E E S P M N E P P que podem estar tornando fica sugerida uma entre racismo. a escola pode EE expressa Sà EE calado eSindiferente. seriam as crianças com identidades M EE INao fato PEE SI N S E I E S M M E S N PE (coerência de que nossa população se declara preta SIN negras consistentemente estabelecidas EE 45 % deEM SI NP N P I I M E M S S N EM E E ou entre a hetero e a autoatribuição) mais freqüenteI parda.M INsua maneira.Como PE IN M E M E S SI cismo e ao N E E P P M M desigualdades caso dos negros. NP M E E E S E P grupo das crianças com E contundente SI NP NP partiu de EM NP difiA mensagem mais um encontradas EM mente M Nno M P I I I I E E E S S S S E escolares. N N N E P M P I I I E E S S S N N PE criana negação através dos SI PEausência de modelosEe SI cur. tanto de aprendizagem I E S M E E S E S N E M E PE SI podemPestar NP NP EM tro comentário. e apresenta sua venham aEE desembocar M N SI em violência. Além EE EE disso.. um dos “meninos problema” da EM vem negativos. diversos estudos. deram to para escolar EE tipo: “corEM EEatingir o sucesso EM alguns P SI EE P N P P I E M N P raça não E orientais.SI NP EE P P E I E M E P P S N N E PE que nãoM ta foi a seria mais facilmente atribuída a crianIN SI boa aluna. SI NPtudo igual mesmo”. processo com múltiplas direções: ao mesmo tempo SI M a quar. encontrando muiS E P M IN N M M M respostas duplas. imagem e não de uma característica fixa PE didáticos). queEM seres humanos SI para além IN Me pequenos PE da cor SI EE IN S E E P S N Mpardo = preto”. da pele: “branco = a escola estudada P E em relação a uma parte N registrava SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 38 .EM Ea sentaram-se como quatro deles sa escola em particular. EE INde um mundo EM E P M SI N E P E M P N que se equivalem verbal. SI parecem EE E SI EM é muito EM P P Na visão das professoras.ele acaba IN M negra. seriam também ao mesmo tempo S SI EE EM ele M NP menosPE assinalar todas as opções EM M I E P E E S N escreveu: preto”. P M EE constam E EE S N N E N P P P I I I E S N N nos de puniçõesSescolares S e Consideremos o processo complexo de S atribuiM INnenhum deles M SI registros SI NP EM I EE ção de cor e de raça EE M E S P foi indicado para reforço.. hostil às crianças negras. nada” e o único ças comPE dificuldades esPE SI na aula. já eram alunos As.que senvolver relação mesmo. agressividade PE de iguais. a coincidênS S Napontar nessa direção. EE clas. en. dolorosa EE Puma EM específica. E M SI PE associação IN IN EMcerta. EMescolares.EEM EM S cor branca EE e brasilidade. desenvolvendo em menor proporção comporP N e assíduo S freqüentador M N E I E N I I N E M S E P S N SIabertamente nas do livro Além S de ou transgresEE tamentos PE indisciplinados INde advertências da escola. do N PE SI EEmais obstáculos raça?”). PE IN e assumida M E pois em geral sobre a relação M ciais e E S E N N E P P M I M M E SI N PE sim. a revolta ples E e contra essas classificações e PE estar deM trajetórias S que IN IN EE SI S E N P E M E Os problemas as Pdesigualdades SI EM N a elas Eligadas. percebidas como brancas.Idesses N S E N N de crianças como negras. P S S N E E P que esses alunos quanto instituição. Além preta. SI N P E NP P I P M N contribuindo na construção S Mdireta. E P I I P E S NP S S N I P I N M M da 5ª série. aE escola.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M quando EE S número muito menor meninos em 2001. EEM tendem a desaparecer da sala do com maior freqüência entre crianças NP EM I I P M E S S E P INgerador de racial não S é e que se autopercebem como negras. SI tan.Sde uma nação E EE S P N I E M M P N S ser discutida P IN que sem dúvida precisa M frente ou Pessencial. As crianças queEE “não dão trabalho” quanto de disciplina. SI carregada PE EE IN EM de significados EE P M S N E PE P I E M nas págiturma. ele confirmou sua opinião afirmando que P N SIculdades Iescolares. essas tenderiam a deP I M E E N S N E P merece uma EM discussão EE SI difícil.IN ser “brasileiro”. I N M P P S SI a elas M IN reproduziram a partir de M EE NP IN S I mente uma imagem muito Internalizando o pertencimento racial atriE P S E M S M E IN se trata M PE EE (um bom EE buído. NP EM seu pertencimento EM Frente ao ra. mas também M M N E M I ouNP N E E ses problemas P I M menino foi citado como bom aluno. S M Edos I SI que as crianças N S S P N I E P S I S uma menina brancos mencionaram S EM IN e sua ascendênEmbora não tenhamos presenciado cenas de PE IN M E S S E N M meninas apreM por parte M SI NP das professoras e três discriminação aberta nesEM PE M EE M cia. formação de gangue furtos. As respostas lação em nossas escolas por M E E S N E E SI PEcrianças M M NP EM ao questionário indicam no mínimo um desconforto. SI NP EM P S I N M E I M na questão S N E fechada. sem nenhum escolares. três das meninas não fono contexto escolar como um E P P M M E N N M N EE falas dasEM SI EE EM ram mencionadas nas professoras.SIN SI da produção cultural EM PE vezes E IN da popu. já Sque difundida no Ppaís são os livros de construNPde um processo P M I N M EE exemplo I E M N N ção de identidades S E P M S I E I de cara branca. do reforço nas. sim. E NP I M P P I M S S utopia – nossa – de crescentes física e E utopia S N de indisciplina. PE IN um menino IN N sei”. dois meninos P SI N E P P I PE M “brasileiros”. quanto às relações inter-raciais SI silêncioPE EM como no M PE marcantes IN IN EE EE E S S N E P N P P I e muitas se e às particularidades S por ser silenciado EMpres. N E P P E I N M P S N E PE Ipara IN NP questão M to comSIa escola M E N I S A primeira abria a possibilidade como instituição. SI raça negra NP mas “aquela IN PEindicada como I S N M S E I S N E S pisca não questiona nada. sabemos que S o silêncio. quanto com a S N I E P S E M S SI PE IN M uma resposta relativa à raça (“Qual EE PE a sua cor ou aprendizagem propriamente dita. já constatados S N S E P M PE I supõe que não é fonte de dificuldades. N P negro (heteroatribuição pelas professoras culdades uma vez PE que essa identidade SI NP EM menino M PE IN E N S SI N E I M P M As meniS e pesquisadora). Em entrevista percebidas como ePcomo portadoras de difiP E EE M negrasIN IN= pardo =EM EM “branco SI N P E P S I E E E N S S posterior. sores. E na classificação das educadoras.

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S N S EE SI EM P M M E P IN M EE EM EE S N M E E P P I M M M E E P S N E EE 2000; SIN VEIRAPe OLIVEIRA EEPOKER, 2004; PE e LEITE, IN SI MATERIAL NPDE PROFESSOR EM P PE I S M N E N S N E M P SI SEBASTIAN, 1999). SI SI PE EEde Educação, IN M P S EM N São Paulo (cidade): Secretaria E Os instrumentos de avaliação devem informar I M M E E N S E I M E P M E M S Diretoria de Orientação Técnica (SME-DOT), NP atual como EE a forma S PE IN EE da criança, M EEo desenvolvimento P NP SI P N E I P I M N E 2008 (p. 10 S a 27) M N I S ela enfrenta determinadas situações de aprendizaEM N E I P I E S E E S S E N P P M P M gem, os SI recursos e o processo que faz uso IN M EE em de- SIN IN M M S E P S E E INTRODUÇÃO M terminada atividade. Conhecer o que E M Nela é capaz PE PE EE EE que com SI de outros, NP EMfazer, mesmo N P N I P M de a mediação M M I I E S N S S M IN EEpróEE EE SI e a ava- INPpermite a S A prática pedagógica em sala de aula P P P elaboração de estratégias de ensino M EE S N E N N P I I I M M E S S S liação sempre foram temas recorN M da aprendizagem E prias e adequadas a cada aluno EE NP em particular (OLI- SI M EM EE P I M E E P rentes nos M estudos em educação. Contamos com N 2005). S VEIRA E P M M N PE e CAMPOS, SI PE asEE INquestionaNos SI uma vasta N EE alguns qualiteratura P que e EE discute S As características específicas de I P EM P I S M N E N S N I N E M P I I SI pectosS epistemológicos que sustentam a prática E dros de deficiência dificultam a avaliação pedagógiE S S N P E I M S EM pedagógica, inclusive o processo de avaliação, a M ca e o estabelecimento IN de adequações ou adaptaM EE NP M E S I E PE P M E E M S M E P E formação doEE professor, seus suas PE ções necessárias para se garantir a escolaridade IN conhecimentos, EE M P E N S E N P I P P N E tem sido S a desse M aluno. E N SIcomo também o papel da escola, N N EMprocessoSIdiagnóstico O não SI representações, SI EE SI NP P I P M ideologia subjacente os erros S no procedimenIN M educacional. EE ao processo INsuficiente.SHistoricamente M M E EM S E P M M E E E to diagnóstico, a inexistência de avaliação e acomsobre a operacionalização EE N E EA própria discussão EM P P I P P M E E E S N E N N P P panhamentos adequados, vêm uma SIN de um SI confere igualmente EM EM SI NP PE perpetuando IN IN uma educação inclusiva I E E S S N S P P de equívocos quantoSao I processo de ensino e lugar de destaque à avaliação pedagógica e M IN traz série IN M M para a ação EE importantes S S M E P P aprendizagem, essencialmente daqueles com defiimplicações do professor. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Malunos e M ciência intelectual. Mais do que conhecer as patologias dos P I N SI NP PE claros Ios EE IN sempre ficam SI NP “ajustes” aS serem EE P S SI Nem osM limites de seu desenvolvimento, o processo de N P I S M S IN N EE EM teóricos,PEE feitos em termos de materiais, recursos inclusão enfatiza deS aprendizagem SI EM suasEcondições E P M M E P N N P EE currículos ouEM pessoal, necessários para curricular (OLIVEIRA, M SI a EM SI e o seu nível IN garantir PE P IN de competência E E M S M E N S P P e, conseqüentemente, IN aprendizagem os aspectos 2002). PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M educacional. N N E SI a avaliação, a serem S analisados numa avaliação para EE SI EE SI da aprenEMAssim, o referencial P PE P M E M N E Alguns autores enfatizam e a dizagem muda e passa a lidar com E substancialmente N a importância SI NP EM EM SI avaliativo EM PE PE M E E E SIdiferentesIN EM possibilidade de um processo que forneindicadores que não apenas as condições N E P P P I E E S N N S N P P I elementos EE ça planejamento pedagógico individuais dos alunos, e essencial- S SI mas também, N diEM EM SI para um E N P I I M E S S N P P um diagnóstico EE retivo e, não reduzi-lo de mente suas possibilidades de acesso ao SI EM currículo M IN à busca IN M EM E E S S M NP E E P pelos sisEas adequações M deste que justifique a dificuldade de aprendizagem e,Painda mais, M realizadas EE PE IN M EE EE de serem P NP IN S N I M P P I aluno. Essa discussão evidencia a necessidade de de ensino, capazes propiciadoras Stemas M EE S E IN S N E N P E I I S E P S avaliar e IcoS e de seu M N reflexão sobre de de sua aprendizagem desenvolvimento. S S M IN formas Ialternativas NP E M E M S E S E E nhecer o aluno, principalmente quando se refere ao É preciso subsidiar a aprendizagem e assesE P M M M E N PE M NP EE aluno com EE EE M deficiência intelectual. sorar de SI escolarização EM NP dos aluP IN P P SI acompanhamento I EE E M E N S E P N E N I P P É importante nos com deficiência intelectual, nas classes comuns S N SI pessoas SI PE ressaltar que INcom deficiM M IN SI S N E E S I M ência intelectual tantas diferenças entre si recursos necessários para viaE E através da oferta de P S possuem M deve, quanto às pessoas EE A avaliação EM Neducacional. NP bilizar E EM E P NP I comuns. Essas se o seu acesso I M diferenças M I E M E S S E N E S E P P P M E E SI N N N aspectos, desde também, estabelecer o seu potencial de PE indiviEE aos diversos SI SI NP NP relacionam SI aprendizaN P M I I I M S S portanto, EEM duais, gem, inclusive IN até sócio-econômicosS e culturais; M competência curricular EE o nível Ede S P E referência de avaliação comuns a todos desse aluno, NP M à proposta EM EM M cur- estabelecer formas P I IN tendo como M E E E E S S M E N E M grupos Inão E aE tentativa aqui, é PE (OLI- EEos SI onde está NP seria justificável. NP ricular do ano ou ciclo PE NP matriculado P N I S SI N I M P I S M N M S E I S N E E I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE

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M DA REFERENCIAL SOBRE AVALIAÇÃO M EE P M EE N E P I E M NA ÁREA SDA N APRENDIZAGEM M SI EE NP EM E I P M E E S EM P M(RAADI) IN EE E NP DEFICIÊNCIA E INTELECTUAL S N P I P M S E SI PE IN M IN E NP I S

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M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E comunitária E M – avaliação EE S de subsidiar o professor na vida das interae toda equipe escolar na Isujeito N S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M ções sociais e dos Ipapéis vivenciados pelas complexa tarefa de avaliar e Eplanejar ações que poS S pesN SI E EE S EM EM P P soas. tencializem a aprendizagem de TODOS os alunos. M M E M N N P M M EE EE um desafio EE SI SI Este é P EM saúde fíEDimensão IV: Saúde N –Pcondições mais a ser Senfrentado, uma IN P M Ede E EE N E N P P P I I I E S N S na sica N – fatores etiológicos eSde vivenciamos uma situação específica M vez que S IN saúde física M SI e mental SI NP EM I EE área da deficiência EE M E S P e mental. intelectual: a sua escolarização E P P M M N N M N E PE EE SI EM Dimensão V: Contextos – relacionado emPE ambientes comuns do IN ensino regular. SI M ao am- SI EM EE P E E M E P P S N N E P pessoa com PE deficiên-M biente a IN SI no qualIN SI IN PE sócio-cultural S N M S E I S N S funcionacia vive e como se dá o seu CONCEITO DE EE PE SI intelectual EM DEFICIÊNCIA M P M M N E I NP N E contextos. E P I M mento nestes Devem ser considerados: INTELECTUAL: I E S M E E S E S N E PE EMsocial imediato – SI PE NP NP EM · o Smicrossistema NOVAS PERSPECTIVAS PE – ambiente I N E E I M N SI P N S M SI N SI são próximos; EE família e os que lhe NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E – a vizinhança,SIa comunidaA condição de deficiência intelectual não pode N IN M EE · o mesossistema M EE S SI nunca predeterminar NP E E P P I M M M E de e as organizações educacionais desen- IN S E P PE qual será IN o limite de M e de apoio; EE EE E S S N E P N P P I M soci· o macrossistema – o contexto a volvimento do indivíduo. A educação na N S N SI EM PE cultural, Iárea da deIN M intelectual EE SI S N S E P M PE I edade e os grupos populacionais. ficiência deve atender às suas necessiM E E S N E E M E SI NP especiais sem Pdos M EM M se desviar EE NP SIdades educacionais M N E I E M P I E EE E Pbásicos da S E S Há ainda o estabelecimento dos níveis de apoio princípios educação proposta às demais N E P P E I N M P S E PE IN e IN SI Assim sendo, NPpara garantir M pessoas. E N I S necessários o seu desenvolvimento os princípios inclusivistas M S N I E P S E M S SI PE IN M atender as suas necessidades. Desta EE cedo a PE devem freqüentar desde forma, há uma apontam que elas S E P M IN N M M M de foco: do individual N os acertos PE SI deve valorizar, EE expressiva mudança escola, a qual EE para oEM EE sobretudo, EM SI EE P N P P I E M P N S P PE INconsiderado IN sobre suas potencialidades N assim,Po sistema de apoio: é M trabalhando EE individual S I SI da criança, N S P N I E S I S S as EM IN como resultante da interação dos apoios com para vencer as dificuldades (OLIVEIRA, 2008). PE IN M E S S E N I escola precisa M forma de conM apreender M S NP e se apropriar A desEM PE M EE M dimensões EE EE conceituais. Essa Pnova SI N E P P I PE M considerar EE como EM E ceituação deixa Ede a deficiência ta nova visãoIN e suas decorrências para S a organizaN N E P M P I I E S S S N N PE estática ou imutável. e pedagógica. No entanto, SI PEção da prática escolar SI NP EM N I I M E N S as estratégias S E P devem conperder as da EEM Portanto, SI não podemos SI EM de ensino EM PE especificidades IN de vista N M E E S P M E P P esta os diferentes deficiência intelectual para que, M SI justamente, EE possa-SIN siderar E EM multidimensionalidade, M PE IN IN EM P S S N EEda pro- PEE E P contextos e os níveis de apoio. Assim, além mos oferecer respostas educativas adequadas para I N M P P I S N E S escolar. N IN de aula M O posição SI de estratégias participativas naSsala se garantir o EM PEseu plenoEdesenvolvimento E M SI M E N E E P I M P E E comum, também há deEE se considerar e prever os Sistema conceitual de AssociaçãoNAmeriS N 2002, daEM P M M SI considera NP cana de Retardo Mental E P SI IN pedagógico E cinco dimensões E níveis de apoio que E se EMfarão necessáS EE SI P N P I M M P N S P IN rios para oferecer o suporte M de aprendizagem de P análise: M EE IN para PEE SI N S E I E S M E S N N EM PE este E aluno. Intelectuais – conceM SI SI Dimensão NP I: Habilidades E N P I I M M E M S S N E E E geral de planejar, raciocinar, P alternativas pedagógicas através das bida como capacidade SI Busca de EM PE PE PE exercer o pensamento IN com deficiência M solucionar problemas, E S NP N EM N quais os alunos intelectual sejam absE N M P I I I I M E E E S S S S E N P participativos trato, apresentar PE SI e atuantes do processo NP EM membros PE compreender idéiasINcomplexas, IN eduM E S SI N E M aula e sua presen- EM P M por meio S cacional das salasEE de rapidez de aprendizagem e aprendizagem SI PE no interior IN EM E EE P M S N E P I E M para siIN ça S seja considerada. A escola aP da experiência; P N deve tomar M E I E N I N E M S seu processo E de conheP acerca de S S Adaptativo N SI Dimensão II: Comportamento EE PE IN SI NP EM – con- Mresponsabilidade P S I N E I M S N E siderando-se o conjunto deMhabilidades S M SI EE cultural. NP práticas,PE cimento e de inserção E M I EE as ne- EM P E E S N Também é preciso definir e documentar sociais e conceituais, comPo seguinte significado: I P M E N M M S E PE SI IN EE IN Ebase EE NP · conceituais: S S cessidades específicas com no referente currelacionada aos aspectos acadêP N I P I P M S N S N está matriculado, em N Ique M M EE SI do ano ricular ou ciclo em micos, cognitivos e de comunicação; S SI E E P M M SI E PE PE o processo de desenvolvimento IN M E relação a todo des·M sociais: relacionadas à responsabilidade, auM EE S E N N E P P I M M E SI N e objetivos; N PE pro- M EE relacionado toestima, habilidades interpessoais, credulidade e EEaos: conteúdos EE te aluno, S SI SI N P NP P I P M N S de apoio PEE M cedimentos de ensino; avaliação e níveis ingenuidade, observância e leis; IN IN M EE de regras SI E S S E N P E PE SI EM EM exercício pedagógico especializado. · práticas: – atividades P IN da autonomia M E E N S E N M P P SI Não podemos SIsegurançaEM correr nede vidaIN diária, ocupacionais e de pessoal. EM PE negar as EE IN o riscoNde E P S M S E P E de M Participação, Interações, P PapéisEM cessidades N Dimensão III: SI a diferença IN destes alunos e tratar M SI PE EE IN S E E P S N forma genérica. EM P Sociais – que a participação do E Ndeverá considerar SI E IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

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M M EE E P M N M para a superação PE M alunoEEe EE M DA TEORIA SI limite, M E de seu próprio AS IMPLICAÇÕES N E I E M E P E S E P E NA ÁREA impostos pela deficiência.EM HISTÓRICO-CULTURAL M N IN NP PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P A superação podeIN ocorrer através DA SI SI EM PE do mecanisNP IN DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E I M S S N P S E mo de compensação, e localizar nas SI sua atenção EM EM IN PE condições M E M E S E E P em que a aprendizagem ocorre. De acorO impacto da Teoria Histórico Cultural na área N P M M E N EM SI PE de en- EEM IN vez mais eviEE Educação SI Especial Itorna-se NP EM do com SmolkaPE e LaplaneE(2005), da cada emIN vez S P P M S N S P INna noção M des- trar IN EE a atenção S SI dente. A partir dos estudos de Vygotksy, se de defeito ou lesão que E N S P I M M S PEnature- SIN M EE EM EEo caratê sócio-histórico prende e cultural Ida impede ou limita o desenvolvimento, coloca o N M E E P P M M M E E P S permite esforço N E EE o am- SIN za humana e do desenvolvimento, o que nos de EEem compreender PEque modo IN SI NP EM P P PE I S M N E N S N E M SI sair de um estagio primitivo para um E biente mediar SI as relaSI social Ie NPcultural pode PE Emais complexo. M M P S N E Smolka e Laplane enfatizam e EE o I que ções entre as pessoas com deficiência M (2005, p.81) M E N S E I M E P E M S E EM tenham N NP “a complexidade das é produto EEmeio, de M modo que Eelas EE acesso P SI aos NP estruturas humanas SI P NP E I P I M e a his-IN objetosPde N E S que a história M N I S processo em de um individual conhecimento e à cultura (P.82). EM E I E S E E S S E N P P M P M tória intimamente SI N INrelacionadas. M social encontram-se EE IN M M SI S E P S E E M O biológico, na sua concepção, não desaparece, Nesse contexto, a questão das estratégias peE M E E N E EE his- dagógicas SI NP EM NP Pna NP de sua aprendizagem PEda avaliação M à incorporado e Mcultura e é M I E SI mas fica N E E SI subjugado S N P M I EE E podemos P E SI N ganham destaque S P P tória humana”. Aqui apontar um importante e importância, pois poderão consI M EE S N E N N P I I I M M E S S Especial, M E postulado paraSa Educação que é, exatatituir-se como processo de mediação em direção à SIN EE EM NP M E E P I M E E P S de conhecimento a uma visão biologizante da deIN novas formas e E de- apropriação M P Nmente, a oposição PE S EM EM PE EE que define IN personalidade, SI ficiência. P M N E E “O o destino da ação (OLIVEIRA, 2008). I S E N P P S N SI senão IN instância, EM (1994) M com Ferreira PEtraINa educação IN não é o defeito em si, SI S E em última De acordo E S S N P E I M P área da Ideficiência S EM N M dicional suas sociais, sóciointelectual perpetua M EE sua realização Nna M conseqüências E S I E PE P M E E M S M E P Etem por base E PE psicológica um trabalho pedagógico que ” E(VYGOTSKY, IN 1997, p.44). M um su-PEE P E N S E N I P P N E ações masS M N SI e aprendizaN N EM jeito com A concepção de desenvolvimento SI Edescontextualizado, SI SI EE abstrato, SI NP P I P M S com uma ingeneralizadas, repetitivas, gem é radicalmente pela de INsificadoras, N M compreensão EE alterada E M SI EM Vygotsky S E P EM M M E E E dividualização excessiva do ensino, permanência e seus (LURIA, 1992; N colaboradores E E EM de PE P P I P M E E E S E N N P aluno, conhecimento P N um status do VYGOTSKY, 1998, 1999)S.IN Para este autor, o aprenEM EM infantil SI NPreduzido SI PE IN IN I E E S S N S P P aoN “saber fazer”, em síntese, dizado e o desenvolvimento estão inter-relacionaM SI uma visão fragmentaIN I M M EE S S M E P P da próprio do conhecimento e das possibilidades dos e combinados. Postula a necessidade de deM EEde M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M terminar pelo menos dois níveis P M aprendizagem. N e desenvolvimenP SI SI NP PEsuperar as EE a crianIN SI real – oPque EE INatividades mecâni- M S SI A escola deverá to:M o nível de desenvolvimento N P I S S IN E N M EE consegue perceptivas e de discriminação. Proporcionança autonomia S –; e o nível SI de cas, EMfazer com PE EE P M M E P E N N E P M M a favor de N do que propotencial – o que SI SI desenvolvimento PE PE argumentos IN EM a criança EE uma educação M SI M é ca- IN EE N S E P E I P das funções cognitivas paz de fazer com Sajuda, no qual P a escola EE E deveria S mova o desenvolvimento N N I P P I N M M S a linguagem, M S N E SI 2007). SIN mais complexas, como o pensamenatuar (OLIVEIRA, EE SI EE EM diretamente P PE P M E M to, a M atenção e a memória. IPossibilitar Outra valiosa contribuição de Vygotsky refereN IN constituiEE EE Sa NP E EM S EM como sujeitos P P M E E E SIse ao processo EM ção destes alunos históricos, capade mediação, em que o outro é conN E P P P I IN E E S N N S N P P I de apreensão EE zes dos Ebens dição para o desenvolvimento. De acordo com Pino S SI N EM simbólicos EM e de desenSI N P I I M E S S N P EE volvimento de seu Ipensamento (2000, p.65), “não SI NP EM um simM se trata de fazer do outro IN e não apenas de M EM E E S S M NP E E P Einstrumental M E suas E habilidades. ples do ouM [...] A mediação E P mediador IN EE deficiên-EM EEprofundo, Sfazendo P NP IN tem umSIsentido NP a M P P I A escola deverá levar os alunos com mais dele Stro M N E E S N N SI intelectual EE cultural, significar PE à inserção SI SI NP P cia suas condição desse desenvolvimento” . I S M N S E INdesenhos, suas produções M EM sentido, para a Teoria M SI fala, seus E S E E atitudes, sua Neste Histórico-CultuE P M M E EM N PE NP EE e sua aprendizagem. Elembrar EE M É justo que ral, escolar assume posição SI EM todas EEM NP de destaP IN P P SIa educação I E M E N S E P N E N I P P ações possuem E nossas sentido histórico, que, e é vista propulsora do desenvolS SI SI como mola N portanIN P I N M M I S S N prontos para exercê-las, percorE E M a possibilida- to,S não nascemos É a educação SI Ecom PE que lida PE vimento. M M E EM N N E E P e afirmação NP caminho de aprendide constante de transformação da es- EMremos um longo e intensivo M I E M E E SI SI E N S E P P P I M E N N N Aprendemos de sência que pode Slevar a criança a umPE zagem.EE PE SI porque Inos SI humana, NP apropriamos N SI N P M I M I M S S S N seu significado social. estágio maisEcomplexo de interação, comportamenE I EE M S E P P M M Cabe à escola aproximá-los dos outros, não intelectual. Cabe N PE IN EM à escola EE EE to e funcionamento EMcriar SI S M não negarEM N E P P E I M E E P afastá-los; levá-los ao conhecimento, condições necessárias para o desenvolvimento do P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE

NP SI

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67): P I N E (2001.107).SIaludo os SI de mediação SI NP e buscando PE processos I S N M E I S N S nos com Pe EEsem deficiências. E N I S uma vez que. PE conhecimentos é justaPE PE uma das tantas diversidaIN curriculares. sem querer igualá-lo E I M S N E prio conceito de deficiência intelectual. Projeto capaz E N E E P I M P E E como o Brasil e numa S N cidade como P M São Paulo. S S N IN de S re-organização dos elementos constiEE NP SI EM relações no in. M S N I E P gurar um Snovo espaço com deficiênE M S para aqueles SI PE IN M cia intelectual. encontrar saídas para E radicalmente lidades. sobre S M SI EE encontrar formas de NP o con-PE contrário. “e é também força que direciona N uma poderosa SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 42 . é o momento SI NP EM PEserem contempladasIN IN M E S SI tual o acesso ao conhecimento disponível historicaN E M P M M S de educacionais frenSIassumirmos PE como fator EE IN EM as possibilidades EE EE mente de emancipação humana. mas S o seu desenvolvimento S 1999. mas P M S N E P P I E M te a esta população. N mental” (VYGOTSKY. bre novos N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I Como mencionado anteriormente.PEE M de sua nos a superar uma da deficiINdeficiência – expandir IN M EE visão biológica SI obriga M E S S E N P diminuir limites.135) EE como diz SI SI desenvolvimento. a escolariM E E Estamos diante da possibilidade de uma escoS N E E M SI NP com deficiência em PE M EM M intelectual EE la P diferente que por ser dinâmica. Trata-se. PE SI EM M M N E M I NP N E do desenvolvimento.PEE E P dades mais acolhedoras e que percebam o valor da I N M P P I S N de se pensar num novo projeto pedagógico: nos. Vivemos. para do SI possibilitar M EM colaborativas valorizanNP as transformações EE P E I E M E P S para todos. ao E P S I N M de aprendizagem. EM justamente EM PE sociais PE IN relações M E a determinação das M mos afirmar E S E N N E P P M I M M E SI PADILHA N de “vencer N PE as M EE no P processo de EstaS referência EE (2001. M cia intelectual como E S NP N EM N mais E N M P I I I I M E E E S S S S E N mente favorecer ao aluno com deficiência intelecP des a na PE escola. colaborativa. P escola possui um papel M EE E EE S N N E N P P P I I I E S daqueles S ao meio escolar N N N Cabe se organizar paraSexploM frente ao desenvolvimento M SI com deficiênSI SI NP EM I EE rar as esferas da atividade EE M E S P simbólica. IN M E E S P M N P P terior das escolas. P I P S SI N EM Cultural M INe adolescentes N ças I M E S Com Histórico podeS SI base na Teoria E E P SI com deficiência intelectual.EE I P M E S S E P P N M M DA APRENDIZAGEM NA N SI do desença no curso PE IN M EEe um redirecionamento M EE ÁREA DA S SI N E E P P I M M M E DEFICIÊNCIA S volvimento sob e soE novas condições P humano. E um o da P I M S substancialmente diferente da maioria dos alunos. PE SI EM E ência intelectual e assumir P IN uma postura M E E N S E N M Pdo que ser estar no mundo.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S lhes.ao Smesmo tempo. que ao considerar EE de educaPE apontam o processo mos registros N que S E P suas especificidaM IN M M M N PE M SI EE destes alunos ção em situações comuns. E P I M I E S M E propiciadoras Como nos lemE S E S N E PE EM SI PE NP NP EM bra DE SCARLO PE p. é capaz de inauP E PE IN IN até então. S E N M M M SI escolar. cabe a escola EM M I EE valori. IN novas relações educativas Mser valorizadas quais no cotidiano das EE M EE precisam I SI N S E I E P S P É um repensar sobre o papel da escola e seus N M M E S N PE I ações pedagógicas. assim somos desafiados a criar siP M M E N N M N EE de aprendizagem. há E S multicultural N N M SI diversidade. P SI há do próN M E P I SI N ao outro. E Não se trata de uma diferença quantitativa. para torEtuintes do cotidiano escolar. NP inclusão EM PE M EE de uma educação M EE EE Parece-nos que a proposta SI N E P P P I PE M M EE E Este novo tempo traz consigo novos elemenS N N N E P M P I I I inclusiva pode caracterizar-se como uma nova pos-PEE E E S S S N N P I E I M tos teóricos e constitutivos da prática pedagógica. E IN PE INTELECTUAL IN M EE EE S S N E P N P P I M S fundamentos ”. Talvez seja este o principal que M M p.SIo E P I I P E NP S S N I P I N M M tros. SI M EE E SI Easpecto EM P P qualitativa. num procesE P cia intelectual. NP SI sua condição EE PE respeitar própria SI N EE uma nova Spercepção EM tido anteriormente.sibilidade M P M M é o de possibilitar novas E SI O princípio E SI E E P uma E vez que. diretamente nas condições pedagógicas.EM P E E S N ceito de aprendizagem e sobre suas possibilidades P P M I E N M M E S E SI“jeito” de ser zar e o IN de crian-NPE Econsiderar IN EE e aprender NP inserçãoPE S S de cultural. SI NP E N P objetivos Não se trata de negar os S I I M M E M S S N E E E P Embora não possamos simplificar a deficiênSI EM ao contrário. “ a cultura provoca E I N SI N I P S I EM M M A ESCOLARIZAÇÃO S N S Eda E AVALIAÇÃO N E I uma re-elaboração da conduta natural crian. Significar o P S N M P E ça. N NP P I P M barreiras N S possibi. SI EE EM tuações SI so P dialógico. p. na persEE EE Eatua SI EE P N EM des. N que E M toda a comunidade EE ver escolar e ousar SI NP convive com diferenças P M na busca SI IN EE EM de regionais profundas. N N E PE intervirM funcionamento intelectual. S N P N E I P I N durante todo o período do ensino M S N SI P no. determinando o destino de todo E N N e diminuí-los frente Saos ou. 2004) N S P N . mais SI SI diferente: é umEM momenEM NP que o aprendizado escolar PE apenasMuma EE IN E P S SI N E E M P da crian-EM pessoa Ido N to determinante Epara o desenvolvimento SI NP mundo”. N INconforme discu. M EE educacionais. não compará-los N desenvolvimento.S SI NP M ência inovadora. N PE ser. NP IN ou seja. na direção de seu desenvolvimento pleP P I E M P E Npectiva inclusiva. com o objetivo de criar M M SI EE comuni-SIN nar-se inclusiva M e atender as diferenças de seus PE IN IN EM EE P S S N EE alu. então. deNP SIzação dePEalunos M N I E M I E EE S ensino regular E é uma experiE S ambientes comuns do N E P P E I N M terminante para o desenvolvimento. M SI PE E IN S E E Precisamos trilhar este caminho. E M E N E P IN M M M EE SI EA PE único e insubstituível PE devemos apreender no S convívio com IN estes alunos. EM num país PEprincipalmente SI de envolE M SI M E flexível. uma N M vez que. as PE E S E SI P N I E M M P (OLIVEIRA. em Salguns casos. aberto e dinâmico. SI este possa SI mesmo que EE SI N EM novo tempo: IN fundamental. não te.

177). P M E M N E N M Mprocesso de avaliação EE SI utilizados NP Nesta perspectiva. M IN indicadores SI S avalia-se o contexto da os volver a análise N E E S I M E E S E projeto curricular. S N I M P P I Ssino M E S E IN S su. IN Mda pessoa SI EElimitações EM figuras. NPescolar eIN N avaliação SI ensino etc. IN da sala de cesso para lares. captar orais. As Diretrizes Nacionais para a situações artificiais de avaliação. EE EE deve envolver INA avaliação M SI EM NP aspectos P IN P P S I EE E M E N S E P N E do processoIN de ensino e aprendizagem. dições de aprendizagem. osPE sos obtidos.SIsem MIsto nos remete E I E PE também que seja necessário criar M P E E M S M E E P E E PE IN M P E E N S ação pedagógica. P M deficiência E S N N E S N P M SI aprendeu. ou seja. S N são da de significação implícitas no processo de ensino e aprendizaM E E P P I M M M E E P S N N grupo escolar. O mesmo se dá realiPE PE e as observações Mutilizar melhor EE em so EE o diálogo SI NP E N P N I P M M M I I E deficiência intelectual: conhezadas no cotidiano escolar. E P NP I I M dos progresM I E M E E S S E N E S E P P P M os instrumentos E os objetos do conhecimento.M E espaço educativo e o conhecimento para possibilie não apenas N E E I E M E P E S E P M E efetivamente. seu deI M S EM N M sempenho M de avaliEE ao processo NP escolar. texto e permitam o acompanhamento EM N NP recursos EMdidáticos. P ca a conhecer INcolaborativa. M Eo oPmobiliário. suas evoluções. na área da deficiência intelectual este procesaprendizagem é a análise da produção escolar dos P IN I M E E E P S S N N E E M P M N as possibilidades SI seus SI “conhecer so deve nos permitir analisar NP PE intelectual: EE IN deficiência SI NP EE alunos Scom I P SI N P I S M M N e com deficiência mental cadernos. entre eles. EE S interativa e E de modoIN SI As atividades com PEintelectual. que se instale possa permitir também a avaliação de P pedagógiM M M é preciso I E uma prática E N E E S N P I P M E dinâmica. Por isto que se temPE E N I P P I N M E I S M N S N N E P S Educação E SI a busca de indicadores de avaliação.SIN IN interação M formas S M S E P E E M Eras particulares M N de aprender. os sinais que relatos N N para. servir para identificar M M E N M E N E P I I M E S S N EE todos P PE e tomar decisões. desenhos. dinâmica I E E S SI N S P P M SI ção das necessidades especiais. nos com deficiência intelectual e os apoios necesE N S E I M E P E M S E EM garantir a N NP EEsua aprendizaEse O professor Ideverá explorar todos os canais PEEsários para Mque possa P SI NP SI P NP E I M N E S M N I S EM N E I P base nosSobjetivos de conhecimento da criança. E EE EE estratégias PE tambémPdeverão SI de cada para gem. EAlguns Eo SI podem ser EM instrumentos que PE da P M E E E SI EM N E N P diários de P P classe. e tantos ouN P P EE SI EM de enM aluno. determinantes . relatórios. IN M gestões para para agir em desenvolvimento ainda EMpotencialmente úteisPE M SI zonas de S E E E M M M P E N todos os PE M EE construção. Para que isto ocorra. permanentemente. fichas contendo E E SI que são: N SI aprendizagem deverIN ser um processo dinâmico N P P EE SI S N EM EM SI N P I I M E E S S envolve a relação interpessoal que se estabelece indicadores.PEE S E E P M M E ela. E N dos alunos e oferecer P E I I S tégias de aprendizagem o desenvolvimento real do E P S S N P I S M N S em E o ensino. P M I I M apoios a metodologia de do aluno. Nvalorizado S N E I M CNE/CP M consubstanciadaPEna Resolução objetivos a serem avaliados pelo profesEM nº. enfatiza a importância da avaliação do prosor no cotidiano das atividades e das tarefas E E E S N E N N P N M SI EM NP de ensino e aprendizagem Ena SI a identificaSI NP PEaula.Enecessidades que são M EM EE P SI uma vez N E NP os atores da escola. p. suas de Ie EE é preci. que SI SI Especial PE IN PE M na Educação Básica. PE EE SIdo contexto SI pedagógicos. NPsuas manei. folhas S de exercícios. fotos e outros trabalhos realizados em P E os indícios. com E sua experiência S E E S E N P M P M SI adequações. P I I N E P N S S N M SI M SI IN SI NP EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 43 . com educacionais. 02/ SI sinalizem S EM M EE EE E N EM E EMesco. valoriza o processo IN IN M EMprofessor E E entre e tros que possibilitem conhecer o potencial de aprenS S M NP E E P E M M P EE dos alunos com deficiência intelectual PE IN EE EEbusca conhecer as estradizagem eEM P NP IN e de aprendizagem. S relaçãoSao aluno com N E E S N P M I EE E E SI N S P P P I M mais recomenEE cer sua forma peculiar de se A observação é o instrumento N E N Nrelacionar com o mun.M M EE E P M N PE M ponsáveis EE M EM pela aprendizagem SI o pro. as apreciações devem envolver M todos devem. SI propostas SI considerar a dimenoPE que o aluno IN a analisar as variáveis M M pelo professor devemM EE S N E P I M do universo EE E E prática social. Mtar que se N no fessor IN (CARVALHO.diferenciar N potencial. I P I E M S E E S N S E E adequar P P IN todos os alunos de Cabe a escola a preocupação em SI os EM PE IN NP processo IN de desenvolvimento S E I M S S N P S e. observar S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N P E organização das condições em que se ensina. des construir seus próprios instrumentos.S P I I I M M E S S S N M E EEde informação do um dado M para a coleta NP do contexto edu. além disto. de avaliação Eda IN AsIN Outra estratégia interessante M M educacionais EE S S M E P P M E M E E M N E E E P sim. Qualquer procedimento de avaliação deve enI P P S N SI S PE que facilitem IN do conM escola. 2003) NP EM PE Etornem. EE res.PE P P I P M 2001.SI EMdeve ser M EEe com o conhecimento. As INque a criança possa se SI NP EMde avaliação P PE I S M N E N S N E M P SI identificar com o conhecimento e expandir sua relapermitir SI dos aluSI avaliar as PE EE IN necessidades específicas M P S EM N E I M M E ção com o mundo. com EE M SI EM SI nos dá sobre IN PE NP seu processo EM P E E M S M evolutivo e pelo qual sala de aula. PE SI O professor deve aprimorar PE da cacional EE apoiadoEEpela IN SI N EE suas conI P S EM N P P I escola que deve possibilitar recursos para melhor olhar para o potencial do aluno. os com deficiência intelectual. 2001. questionários. Para EE diferentes para que SI EM EM IN instrumentos de avaliação P M E E S E EMalunos M P N isto. O professor P I E E P S N E M Ppedagógica M escolar. devem contemplar a SIos espaços N N N físicos.que com oMmundo. familiar e EM S S S E IN M E S E PE P e. E N SI P P IN PE EE EE SI resolução N S N I P P I N ela se aproxima da de suas dificuldaA equipe pedagógica e os professores devem M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE ” (PADILHA. seu M equipe Nobservador. entrevistas. a sala de aula. mesmo I gem.

PEE N S M IN ela pode auxiliar no trabalho IN M EE com deficiência SI E S S volvimento de pessoas atuE N P dagógico. EM EM DA NA EEPRENDIZAGEM P EM S S N E P E I N M P P I P S dirigir um olhar específico. M N E I E gumas são variáveis e não é M P I E EE S E P E S N E P P E I N M ter a criança em momentos artificiais de avaliação. os registros médicos e clínicos E que suas P S E P deficiência intelectual.IN N com a escrita.] Elas M devem deste M P material. escreva sobre osS aspectos que ser eviP devemIN IN M EE M EE S N S E I E P S P lidar a leitura. P M S tifique de acordo N E P P I P N S M EE EM IN IN M SI E P te material. responda se é possível P de estabelecer formas P SI NP E PE IN JusM E N S SI em critérios específicos e nas propostas delineadas N E I avaliação comuns a todos os grupos. todos P S E se manifesta pela tríade clínica de crises E M busca IN NP N EM EM favorecedores P I M I E S M E da intervenção educativa. M a partir da avaliação M E S dos alunos com de. já que no desenP NP P I P M deficiência e como pe. o cálculo. É fundamental EE M E S P E P ter clareza que a avaliaP M M E de Bourneville. Por quê? M P M S SI PEsua resposta EEcom o conteúdo des. P P de autismo.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S N O importante I é S com. aponta que a escola “deve diri. ouPEE seja. assim. S incomum a E No caso PE INem IN SI Nmanifestação M E N I S M S N I E P S No que se E refere à promoção do Ealuno com E M S SI indicam uma PE IN M estudo.Explique a principal mudança no EM ocorrida EM PE daPE IN ser distintas M E M [. N I M M E S S cer as dificuldades criadas pela deficiência. mesmo I P M E S almente generalizada.] suas E S metas não devem E N N E P P M M M âmbito pedagógico.criança N M tar as informações com de outros M de I7 SI da Síndrome SI SI NPanos de idade.EE M S N P S M SI EE EM positiva P das após o acompanhamento M IN de fordos resultados EE das EM P E E gir seus esforços à criação S N P P M I E N M M S SI avaliações? Fundamente sua IN conteú-NPE EE IN EE resposta Sno EE NP de trabalho mas que levem o sujeito a venS P I P P S SI N EM IN do deste material. N PE SI EE EE EE EM SI EE atraso M P N aquisições seguirão um caminho qualitativamente P P I E P EE sionando um no desenvolvimento N S N P N E P I I N M criança comum.. denciados M EE S SI representações. há de se considerar M IN N M M criança com Síndrome oca. estará baseada M to. E SI SI N PE da M IN conceituação EE do ensino EEcom a nova EE S SI N quelas comum. S com base em S N E P M E P IN SI N E P S I N M 3 Que ações são possíveis de serem realizaE I VYGOTSKY. porém E S S N E P N P I M S ensino no cotidiano N SI EM PE com inteligência IN da prática raro encontrar relatos IN de pessoas M e de aprendizagem. no conjunto das atividades propostas S N E média AlE M e apenas convulsões e lesões cutâneas. P N I S So N SI EE E NP EM intelectual I ência alcance conhecimento. E SI de seu Eprocesso NP EM EM M EE M EE laridade de SI apropriação NP do conheE P P P I PE M M EE E S N N N E P M P I I I cimento. E S dos outros alunos.Considerando N manifestações de conhecimento. 77-78) EE N E P IN M M EE SI E PE escolar e. Portanto. a escola deve N P S neuropsicomotor. SI E E P SI 4 . ocorre comoPparte integrante E P I M não é de todo EE em mais de 50% dosPE casos.Considerando IN EE EM E S E SI P N P I E M M P nhecimentos que foram apropriados.M M de Esclerose Tuberosa. NP E N P as suas expressões e as inúmeras I I M M ficiência intelectual. EE SI S N S E P M PE I M E E pedagógica.” (p. portador EM a participação EE fissionais.M N S SI A descrição clínica aponta que a epilepsia.. S proposta E E propostas para ditas P S N M P E N SI EE IN Associação Americana de E Retardo Mental. E M S S N E E E P I M E E E S 2 . P o documenEEproposto Ineste SI NP NP EM N a deciEM NP M P I I I M E E E S S S S E N são sobre sua promoção ouE não.Sse necessário. cite as M PE pela SI EE as pessoas IN normais. com ele E N E E P I M P E E S N P M N EEproposto M quais SI possível avançar. a importância E sobre este EE E S texto IN S sem desconsiderar SQuestões N e P P E I M S S N N necessidade na aprenEE de investimento NP a absoluta SI SI EM M P M M E SI dizagem E SI E SOBRE M E dos conteúdos P curriculares. NP mesmo: o quanto foi o neste documenP SI os co. sim. é uma dominante. Fundamente sua E PE SI EM respostaMno conteúdo N EM P I E E N S E am as mesmas leis geraisSIN [. Ide SI NP herança IN M PE S Tuberosa. PorM ePE de O atraso mental está presente SI SI que de forma NP diferenciada EM PE do processo M M de IN M E EE SI N E tanto. convulsivas.SIrelacionando-se E estreitamente com sua coN N que a equipe da escola E P I P E NP S S N I P I N M M S partilhe a análise dos E dados avaliativos. SI EM NP PE EE IN E E P S M SI N E ser educadas com metas semelhantes às 5 De acordo com o proposto neste documenP E M P N SI IN cinco dimensões de análise EM to. também pelo PE IN E E REFERENCIAL AVALIAÇÃO S M N E P P M SI EE deve lheSIN aluno a escola PE ÁREA EDA IN IN com deficiência intelectual. PE o desenho. sua forma emIN to.EEM 1 . não E avaliativo S único e M IN INTELECTUAL N N SDEFICIÊNCIA EM PEcom o seu SI E M SI M E comparativo grupo. características de comportamenSI SI E IN PE seu jeito próprio de Eaprender IN M S considerar e a particuS E N to autístico M M e ausência de linguagem. IN complemenP aprendizagem EE E EE S Consideremos 4 é uma NP caso: Luciano N EM o seguinte N P P P I I I E S S N N S pro. da E S E S N E 5 e adenoma sebáceo. E I SI diferenteEda N S S P ou M seja. N M S I S N EE I S M os dados devem ser que cas. tendo características SI doença. munidade uma efetiva SinserN SI para alcançar E EE SI EM EM P P M M relativizando-os com os fatores que interferem na E M ção M cultural. SI NP PE M EM sem que M EE características submeNPse faça necessário SIpelo professor. mas. é freqüente (60% dos casos)PE S E P N M M E I N N E difícil controle. A Síndrome de Bourneville também N N M N E EE SI Eé EM é conhecida SI SI M EM ção um processo contínuo pela NP e compartilhado EE P P E I E M com a denominação de Esclerose E P P S N E N E P IN pedagógiequipe da escola.. DE SIN CARLO EE(2001) . M SI EM NP P S I M S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 44 . retardo Emental PE EM SI PE o aluno NP NP EM P I N E de formas alternativas para que com deficiE I M habitu.EEM IN EM EE em sua Adequação Curricular Individual..

SI SI a partir da nova dou neste E EM PE IN NP siderada IN a deficiência intelectual.M 6 . escreva sobre a principal críreferente ciclo em que o aluno S tudou.sp. N P P I é necessário P M I E S N N E S N P M E SI SI cumentar em consideração o que você escom base SI IN M M as necessidades específicas EE no INP 10 .EEM INde ação.fessora.damente I N era e como PE E sobre como I P I E M S E E S N S E E N P P material.EEbalho SI e 14 mil professores EE NP cação.M 7 De acordo docuN M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E mento. currículo traz para a elaboração e a S E E E P M M E EM ação.pensação. INP PE EE de Vygotsky M P S EM N E para compreensão da e desenvolviI Maprendizagem M E E N S E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M E M E E N E E SI NP EM NP PE NP PE M M M I E SI N E E SI S N P M I EE E E SI N S P P P I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E EE SI NP M EM EE P I M E E P S N E M P M N PE SI EM PE EE IN SI N EE E I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N P E I M S EM M IN M EE NP M E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N SI EE SI SI EE SI NP P I P M S N EE IN M M SI EM EM S E P M M E E E EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N N SI NP EM NP EM SI SI NP PE Iuma I E E S SI N S bém desenvolva ação de qualidade. coordenador P I IN rede – 13 M E E E E S S M E N E P – mais N aprofundado M PE e tam. na democratização São Paulo (cidade): Secretaria de Educação.br EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S diagnóstica M N 1 – SAvaliação do aluno N E SI EE SI EE SI EMPROPOSTA P PE P M E M PARA O PLANO DE TRABALHO N E N M EE SIfundamenNP EO EME IMPLEMENTAÇÃO SI ação será EM PE P M E E DO desenvolvimento desta E SIPARA A IMPLANTAÇÃO EM N E P P P I IN E E S N N S N P P I para traçar PROGRAMA LERSIE ESCREVER NA ESCOLA S tal de a ser desenvolviEE N EM trabalho E EM SI o plano E N P I I M S S N Pitens DIAGNOSTICAR P MUNICIPAL NO QUE CABE AO TRABALHO DO do. Diretorias deEE S diagnóstica.prefeitura. mas aprender”. tica feita por P repetição exaustiva com intelectual Iestá EE à aprendizagem SI SI deficiência NP EM P P PE I S M N E N S sobre as contribuições N E M SI de uma 8 . com a finalidade de a estratégiaPE síntese Ee o SI planejar IN N resultados EMdebate dos PE será elaborado PE IN SI S N N S N P M I I I M que ao mesmo tempo dê conta da complexidade S o professor S e plano S ou pro.Levando S M E P Mdo ano ouEE EE E curricular material.EEM NP P IN P P SI tanto.M M EE E P M N PE deficiência intelectual. será I E M E N S E P N E N I P I um contratoSentre as diferentes instâncias da rede: cial traz para P as orientações E S SI a aplicação N da avaliaIN P I N M M I S S N E escolas.De neste conceituação daEM mesma. I NP P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI REFERENCIAL DE EXPECTATIVAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA COMPETÊNCIA LEITORA E ESCRITORA NO CICLO II DO ENSINO FUNDAMENTAL 45 . escreva o por que S definir e do.gov. escreve Ncon. I M S S N P acordo com o que você S E 9 . Diretoria de (SME-DOT). porque “o importante. OrientaçãoM Técnica das Direção avaliação terá como proSI A primeira E P PE torias de M MEducação M E E N e Diretoria de Orientação Técduto o Mapa com os saberes dos a N E E P NP M alunos. I S SI N P I S M M N S permitir a cada umEM N se aprendido. Após M I E M E E SI SI E N E S E P P P nica/SME. M você leuEneste E com o que M S E E P escreva e explique o mecanismo de com. SI estudou EM IN PE material. EE EM SI EM mento de alunosINcom Fun.A partir do que E você neste mateEM estudou E E M P E S E P P M M N E sua resposta no E conteúdo que você estupassa ser Mrial.SIDisponívelSIem EE EM E P M M E P E N N P (Philippe Perrenoud) EE M SI EM SI IN PE Nwww. neste N M E P P I M M M E E S N N E E EE NP matriculado. Sugerimos que M EE S E P tamanho da Diretorias Regionais de da turma. que tenha MATERIAL DE PROFESSOR P M SI NP IN Icompromisso M M EE S S o de mudar o quadro que enfrentaM E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P mos hoje.Discorra SI SI ação. O referencial.PEE 2006. O M N PE NP EE sistematização Para de e planejamento Eda EE necessário M SI o estabelecimento E referen. 459 escolas PE à luz do referencial. nos o que EE SI EM IN IN M EM II NASEDIFERENTES E EM S S M NP E E CICLO ÁREAS os estudantes sabem e o que precisam aprender e P M M EE PE IN NP EE esferasEM EE P NP S N ORGANIZAR o trabalho com gêneros das I M P P I SI M N S E S N N PE SI EE PE SI O desenvolvimento trabalho como este discursivas privilegiadas nas diferentes áreasIN do SI de um M P S N S E IN M exigirá EM M SI as orientações E de todos a co-responsabilidade sobre ele.portaleducacao. S S N N E E M P M N SI SI Orientação NP PE como se” EE IN não é “fazer SI Técnica P NP cada um houvesEE do ensino. desenvolva o traE NP M EM EM MEdu.

lhanças E P S M SI N E P E M P anteri-EM esta diversidade N é uma realidade ficiência leitora acumulada em experiências SI a ser enfrentada IN M SI PE EE IN S E E P S N M diferentes áreas. IN PE IN M que primeiro EE EE E S S N E P N P P I I escrever nas áreas de M reconhece à tona Curso “Ler e S EM PEvozes. N SI maneiSI sociais de certa PE específicas: NP P I P M SIsentadas Ipor N S N E N SI para a organização ra. P às proposições apreM textos. E P I M do leitor. I M M ser interpretados. tipos P S I N E I M S N E encadeamento e Sprogressão. pois o tempo da leitura não é E P P M M E N N N M EM EE SI EE EM simultâneo SI ao da produção do pelo E escritor. EE continuaPEde pautas de formação Elaboração S E P M IN N M M M N PEe SI instrumentos EE criação de da. àPespera de leitores apNP EM PE IN inM E N S SI N E I M P M S vestimentos envolvendo a identificação.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E usa para E E M EEou S gem que se escrever. São IN POs I S N M S E I S N E I S porosas que dependem do trabalho interpretativo diferentes áreas de conhecimento M E PE S E P M M N E M I NP N Eque não significa. suportes textuais.EEM lê. escrita éo técnicas para IN nas diferenP M EE E EE S N N E N P P P I I I E S um objeto N N ser apreendido S Ne texto como M tes áreasSnas escolas.EM tos e a colhê-los. Mais SI a desvendar PE EE IN EM os sinais gráficos EE P M S N E PE P I E M mento deIN uma diversidade de gêdo que decifrar signos.EEM esteja livre PE I N E I M N S SI P N S SI Na atividade SI ler regula EEinterpre. que P E por professores de ores. linhas.SIN S N S E P M PE I as ênfases dadas pelo grupo. E E seus autores.PEE N S E I E S P M M E S N PE tos escritos criam ao debate do SIN Msituações propícias EE SI NP E N P I I M M E M S S N E E E simbólicos que pedem P conteúdo temático. O é claro. os leitores procuram entenP S e compreensão M N E E N I I N E M S E que estão P S S N E textos. aderindo ou não. estabelece esta mento”. objetivos: formar M M E M N E N E P M M EE SI o trabalho SI EMNa comunicação PE o mais freqüente PE implementar dade. aos SI EE EE SI objetivos EM equipes EM P P valores. que o leitor I E S M E E S E S N E PE EM sentido ao que SI ampliar as PEorientações NP para atribuir NP qualquer Aprofundar e didáticas. de e proPor apresentar-se da situaSI certos conteúdos S EM EM PE M M descontextualizado E SI E Epara N E P P I M E piciam esquemas de interpretação o leitor. EOs NP suas im-PE presentes em diferentes EM analisando M I E P E E S N nerosEde cumpremPfunções EEM plicações. pois ORIENTAM M EE INos tex. à maiorIN ou menor familiaridade com a linguaSI precisam M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 46 . ao conhecimento I I M E S E S S N P EE PE SI EM de manterem EM a respeito aN escrita. 3 – Produção de Icadernos SI M Etexto NP Ede P P E M E P P S N N EE textos nunca PE dizem estruturasM didáticas nas IN SI SI orientações NP tudo. O material para NP EM I I P M E S S E P IN orientam tativa que fornece indícios S que 4 – Formação de Professores NP EM à medida EM PE IN M E M E S SI N E E P P M M quem lê. progres5– Grupos de N E P P E I N P S E o texto PE INe a IN SI NP M E N I S sivamente. ração de orientações para o desenvolvimento de E I N M P P I P S N S N EE N M SI em situações que faça sentido aos estudantes moprojetos de P recuperação nas escolas. acompanhando SI tratam P de textos. sereE N M P I I I I M E E E S S S S E sobre as P E IN leitor requer diferentes A formação de Sum namente. ao seu maior 2 – Encontros N S E N N bimestrais I P I I P E S NP S S N I P I N M M menor domínio acerca S S seus N do assunto tratado. M SI autônomo SI SI NP EM I EE EE M E S P fechado em si mesmo. NP ao ano escolar. do contexto de produção. Ipor I E N exemplo. geralmente. A E TAREFA S N A QUEM S DO SI P N SI M SI ENSINO EE SI N E IN DA LEITURA E DA P I M E S S E N I – Projeto M M M S NP ESCRITA NA ESCOLA? 6 EM PE M EE M EE de recuperação EE SI N E P P P I PE M M EE E dos alunos S N N N E P M P I I I E EE E S S SNeste documento. M E E S N EE SI do gruPE M NP EMrelação do texto com o leitor dentro ca na P I M E M E N S N P Num segundo EM momento. IN M Público:S3. EM à idade Ngênero PE EE Iou EM à pro. EM SI E M SI M E E N E E P I M P E E bilizar o que P sabem para com os textos. Os E S NP N E N recursos expressivos mobilizados pelo autor. crenças. As habilidades Formação de professores das E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P na produção P e devem Pedagógico e professores de M na leitura SI recuperação. EE SI SI pois cada N P NP P I P M EE N S N E N I M P tes com conhecimentos diferentes sobre a leitura e horizonte de expectativas. PE o professor.250 professores. leitor. internaliza o diálogo com M S N I E P S E M S SI PE IN M leitura se torna autônoma. EE SI Trabalho EE PE EM cada M SI po. M gêSI EE contextos sociais. EE tro. N N P P I E I M assume-se que S ler e escreS N N EE NP SI de todas SI EM Salas de Apoio ver M P M M são tarefas as áreas. o texto escrito acaba admitindo M E S E N N E P P M I M M E SI N N PE EE Em S uma sala de estudanmúltiplas leituras. dos Textos são objetos para I M E E E S N E P P P sentidos não repousam. independentemente semede que dispõe que reP IN das convenções M E E S E N M P SI SI quanto Lidar com gulam o em que se enquadra o texto.compartilhadamente. isto é. leitor vai ajustá-lo a seu M EE aula há. EE elabo-SIN envolvidas PE de texto IN IN EM EM EE P EM S S N E E P ser ensinadas em contextos reais de aprendizagem. discerni. É SI EM mediador. traz IN conheci. M M S N P E N E S contribuem. EE EE de acompanhamento EM SI EE P N EM P P I E M P E Navaliação M S N P N E I P I N CABE P do programa. ção comunicativa. os EE der de que IN SI NP EM seu Mneros. S N M N EEaprenderM M SI NP EM Entende-se P SI IN EE E que trabalhar a linguagem escrita CONCEPÇÕES DE LEITURA QUE E S EE SI P N P I E M M P S P IN IN significa trabalhar também M ESTE SREFERENCIAL a oralidade. aos que orientam a ativiPúblico: CP e DOT.

– nomeando.Sno IN processo de ensino e E I M S N P texto estudado. N autor e contexto de produção po durante.ao longo da conversa a respeito za entre textos e leitores. IN lugar – na SI interaçãoPcom EE gorias de S SI fábrica. de lazer. realizar antes. comparações. em objetivos. M M E EM que aM S E P M E E E mentos – mudanças. e efeitos.LEVANTAMENTO DOS N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE ções e exemplos.HABILIDADES A SEREM M SI EM SI IN PE EM de paisagem P IN E E M S M E N S P IN crevendo N ePrecortando territórios a partir da qualifiEXPLORADAS ANTES PE DA LEITURA EE EE SI N S I P P I N M M S M S paisagens.antes de SI iniciar o trabalho. procure ENTRES O TEXTO E O EEM SI levantar S1 PE IN M P S EM N E suas hipóteses a respeito dos conhecimentos que ESTUDANTE LEITOR? I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP a turma já dispõe a respeito EE do assunto EE M EEsupõe que P SI NP SI P NP E I P I M se reali-IN ou do próprio N E S que a prática M N I S texto. M EM NP ESTA HABILIDADE SI P I M E S P IN M EE EM EE COM SUA TURMA S N M E E P P I M M M E E P S N N E EE EE PE SI IN A MEDIAÇÃO M SI COMO SE NP REALIZA EM P P PE I S N E N E P IN. de espaço – doméstico. INséculo. P SI NP I P M S os acontecide relações entre e da leitura – implica. Mque ele M em relação SI ao tema. ações de sujeitos que ele conhece do assunto. do autor e as expectaM SI históricos. EEatividades SI NP M EM EE O QUE CABE AO PROFESSOR P I M E E P N o registroS do que os estudantes E M N PE3 . M NP P siderar os saberes e expectativas dos tir de seus esquemas a compreensão de I S N S E IN M um texto EM vai depender. seqüência de SOBRE O SI EM M ASSUNTO IN classificações. durante e depois M M I I E S N S S M INà vontade para EE EE EE SI NPte deixá-los S P P P falar. há tareIN M com a interação EEdo assun. em considerar N M EE didaticamente. descrição de componentes. no país. no doS texto IN SI tre leitor. SI EM NP Quanto P IN P P I EE E M E N S E P N E N I P P maior o número de elementos de que dispuser S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M será a leitura. es. no parque. registrar. Considerando da leitura EM E I P E S E E S S E N P P M P M 2SI. investigando S E do o que os colher situaçõesEdidáticas que conciliem M M SI E os conteú-PE assunto IN M aqueles E das áreas Ecom M E S E P alunos já sabem a respeito. SI EM E P M M E P E N N P EE balho. procure não ratificar e nem negar o Efas que todos Nque os estuEM PE os professores. dos específicos que ampliN P M M M I E M E N E E S N P I P M E E a formação EE S também N no campoSIda leitura e da E am N P P I P M I E S N N S N EE COMO DESENVOLVER SI SI escrita.vação na memória. naIN EE o texto. I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E seus saberes para posteriores. aprendendo por N material com-PE PE EE SI SI NP N S N P M I I M I M S S S preensiva. uma EM EM SI vez que SI NP PE IN IN inicie a leitura integral I E E S S N S P P to.que I um tempo para estimular N E os processos PE E I P I E M S E S N S E E N P P dos SI ao SIaprendizagem. crucialmente. depois. E prática da EM P P I P P M E E E S N E N N P P N diferenças. precisam EM N P N I P M falam. EE IN EE M S E P P M M Quando de assuntos N PE aproxima IN o leitorNse EM EE EE EM noSI S M EM E P P E I M E E P vos situação muito comum na escola – é preciso P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 47 . N N E SI cação de DO TEXTO EE SI EE SI EMINTEGRAL P PE P M E M E c) no caso M de análisesIN científicas Sé IN possível. leitura começa antes mesmo que o EE N E permanências. anotar e organizar mesma. M PE EE PE IN NP Como o EE é con-EM EE as informações P Nleitor S N I M P P I 4 uma outra forma de organizar dados processa a parSI M N E S E S N N SI EE PE SI estudantes SI internos. CONHECIMENTOS PRÉVIOS S SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE problemas e soluções. texto. desQUADRO 1 . confrontar. naSIdécada. EE NP EM EM S Eidentificar causas PE P M E E E SI EM de modo geral. IN M EM E E S S M NP E E P M fenômenos no tempo. de perspectivas distintas de: pensamenleitor o SI da obra. EE S SI EE – antes.organize SI EM NP EM PE EE ILEITURA SI N E E falam sobre o assunto. agrupando os dados ou idéiANTES DA REALIZAR I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I da disciplina: I SI S E as. experimentações. mais significativa S M EE para processar EM NP recursos NP vai munir-se EM E P NP I de mais o I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI meio da Ileitura N N lido. irão definir a natureza de sua N P I S M M N S N SI EE EM de tra-PEE na cidade. semelhanças. EM PEassociados IN conteúdos NP nos e. segundo as categorias de análise DE UM TEXTO? E S S N P E I M P caso de IN S EM M a) IN no análises históricas é possível M EE M E S E PE P M E E M S M E Compreender P E de categorias E PEdiálogo – N organizar informações a partir o ato de ler como enIN M de tem-PEE P E E S E N I P P N M E M SI N simultaneamente.M dispor de sensibilidade Ee instrumentos para diagN EM E I E M P E S E P P M M N E de atileitora e escritora de seus Mnosticar aEproficiência N alu.SIN IN M M S E P S E E M de to.M M EE E P M E N Pseus EE EM função de SI EM que. S E E E como pro exemplo.N valores. como mediadores PE EE da dantes Emas SI É importanNP leitura. o uso de do E P M M P E N PE M EE uma tabela: EE EE IN M já S souber a respeito do assunto tratado. IN I M M EE S S M E P P b) no caso de análises geográficas é possítivas desencadeadas por uma primeira inspeção do M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E do texto M material a ser lido que M vel agrupar P informações N os parâmetros P a partir de SI cateSI estabelecem NP PE casa. o professor dedi. pois E E sobre ele. defini1 .

pergaminhos.SIN S N S E P M PE I M tes em muros). a fim ma. P o suporte ori4. da. editora. a pequena apresenM E S S E N I M M M ou de seu autor – que E S NP EM COMO DESENVOLVER obra M consEE geralmente M tação da EE EE SI ESTA HABILIDADE NP E P P P I PE Mou ainda outras EE E S N N N E COM SUA TURMA ta da quarta-capa – informações que EEM P M P I I I E E S S S N N P P I E I M S o leitor vá aparecem na orelha. confronte S outras ediS a diferenças P4. SI os livros didáticos. EM M as idéias.EEM PE analise aM EE IN EM EE esperam SenP N E P P I pergunte Registre. verifique na Sala de Leitura N também de uma rese há SI SI NP EM IN NP I M M E S S SIde jornal inserida portagem num livro didático e em ções do mesmo livro e. EEM tigos. rolos IN de papiro.EEM IN abordados EM S EE P EM S S N E P E I N com fragmentos de textos extraídos de outras obras M P P I P S S IN N EE N M SCOMO EM P e de outros suportes. M EE a cidade onde I SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 48 . que elementos internos ao texto são importanI I I M E E E S S S S N P EE ao trabalhar PE SI NP EM tes paraMcompreendê-lo. inpare edições DiscuS E N N E P P M E M E SI O que SI N no uso P EM N atribuição de sentidos. ainda E M E N S N E P EM EE SI EE P EM EM FUNÇÃO SI N E P P E que não suficiente. edição. os alunos E conato IN prévios e M zidoIN pelo os conteúdos SI entram Eem PE no livro. quesP2.O acesso a S N EE SI PE Mrevistas é NP jornais. o autor. nas localizar quando possível. S E P I S S N E E P E neros deStextos possíveis P de serem encontrados 3. contribuem para que S IN IN M EE NP S S E I M P E material reprodu. analise-o M EE sível. de ima. sempre N da Sala 1. N M Embora E N I S M S N I E em contemplem a DOS TEXTOS DA CAPA. quando promova N es6. para identificar que SIN SI NP originalM E N P I I M E S S N EM E E P I de que os alunos o manuseiem.Eestabelecendo S E 1. Localize então. P S E M S SI PE IN M EE PE S diversidade deNgêneros. EE ou nãoSIna E EE ta as mudanças terfere no Projeto editorial. EM P I M vros. SI editado. em que o texto cuidadosamente. SIN E P S N M P E 5. pressos em seus suportes liE E originais.EXPECATIVAS EM FUNÇÃO suportes E I M N S SI P N S SI N – tanto as SI sociedades EE contem. Ise M M seu suporte E original. NP Por exemplo. M M PE PE IN E S M S N E N P ginal significa aproximar-se de seu contextoE histórico Compare os créditos S dos com os anEE I livros atuais E P M SI N E P E P N SI de produção (a E época. condição necessária. 3 EXPECTATIVAS I N M P P S N E PE IN Igeral. IN E N S SI N E I M P M S do que SI seus alunos tione a respeito 2. com diferentes suportes. na concepção EE SI EM SI das capas. ilustração. E M contrar neles. identifique o livro foi N houver oportunidade. Verifique se eles integram o acervo P N I E M M P N S P IN M da escola. ORELHA E P M IN M M M N PE SI o leitor é EE EE EE privado de suporte original. muitas vezes. SIde leitura. S O que sugerem? M EE IN EM IN IN quais os gê. PE PE IN M placas de arEE EE alunos SIN E S N E P N P P I M gila molhada. antes de discutir qualquer texto com S E I E S P M M E S N o suporte PE circula. leia Spara ou IN a turma o texto da SI Nquarta-capa EM em M P I N E I M S N E S há no livro umaM jornal? O que SI EEhipóteses levantadasEna EM aná. sempre que possível. SIN EM NP P E I M M E P S E N E aulas de História. capa da publicação: título e ilustra. monumentos É sempre importante proporcionar aos EM de pedras. uma com diferentes materiais imS SI EM PE IN Mrica convivência EE grafi. M que posEE de leitura IN a tur. as referências DESENVOLVER ESTA HABILIDADE SI E M SI M E E N E E P I M P E E S utilizadosIN dos textos aula ou noIN livro diCOM SUA TURMAEE EM M S em sala de NP NP EM P S I E E EM S EE SI P dático adotado. leia.EM SI N P NP P I P M E N S N muda? O que permanece? gens. Retome as EM didáticoSIque P E E N P P M I num jornal? Como devemos ler cada um? lise da capa: quais se confirmam? Quais não? E N M EE M I E S N P E N E P S I E I E E N 3. comE E SI EM NP esta mudança EMPergunte PE PE antigas com as maisErecentes. estimulando o deconceitos da disciplina podem ser explorados e ainM E E E S N E P P P I M sejo de realizar a leitura E S NP N EM N E N M P I da obra. para a formação de leitores. SI PE IN o estilo).M P N PE SI SI EE SI N E IN P I autor. de pontes entre conhecimentos SI EM os seus EM P IN por meio M E E S P M N E P P professor. EM SI construir Iuma EE P N EM P P E M P E Nsérie de expectativas S N P N E I P I N M contidas na capa S N As informações S como título. os créditos do livro.M NP não háPE da orelha.M EE S M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE M P E E M IN NP EM EM P I M E S M E E S E N E E PE EM de textos já criaSI P NP os diferentes NP EM tudos sobre PE I N E 2 .PEE SILeve. ao extrair os textos de seu QUARTA-CAPA.ção. SI EM IN 5.EEM NP EM DO SUPORTE I dos por diferentes I P M E S S E P IN NP EM EM porâneas quanto as mais antigas – a Ssaber: meios PE IN M E M E S SI N E E P P M M SI eletrônicos.

N P I S M M N S N SI EE EE 5 . que gênero de texto M N I N E P E I P E M S E S N SI PE Pchamaram IN M PE tos mais EE acervo. a partir do que sobre o gêneIDÉIA PRINCIPAL A PARTIR DOS M N EM EM EE PE PE IN I M E E E P S S N N E E M ro. EM NP SI P I M M E S P IN M EE EM EE 4. a formatação fornece indícios para E M E E N E EE SI por artistas. conhecer diferentes livros didáticos contribui – que P por I P S EM N P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E para uma maior desenvoltura do estudante na leitudos possíveis. estimule EM P P I P P M E E E S N E N N P P N nero SI solicitando EM EM SIque apontem SI NP PE IN IN do texto que irão ler. ELEMENTOS PARATEXTUAIS. P PE I S M N E N S que um texto impresso N E M PInformática.EXPECTATIVAS EM EPÍGRAFE. característica dos da SI N M EE IN M M SI S E P S E E M 6. isto é. prinP IN RESPONSÁVEL PELA Uma N rápida leitura PE PUBLICAÇÃO EE EE SI N S I P P I N M M S S em gêneros N E SI EM cipalmente. PREFÁCIO. E P SI N SI NP E I P I M N E S M N I ad. converse com Orientador da Sala de Leitura das. E por M M sua vez. SIN PmunIN explora SI – e um conto N EE EE ser ficcional.com o saber S E EM NP procure P NP texto do EM E NP I escolar. Assim. I E SI a identificação N E SI S N P M I cientistas. se P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 49 . faça Registrar o historicamente seu autor. estimule os estudantes aE perguntarem N M PE IN EE EE EMpara ler SI S M EM e a aprendizagem. SUMÁRIO EM FUNÇÃO SI EM P E P M M E P E N N P EE DOINAUTOR OU M SI EM SI IN PE INSTITUIÇÃO EM P E E M S M E N S P do título ou subtítulo. P prefácio para apresentar a obra para os 4 EXPECTATIVAS EM FUNÇÃO DA N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E ativa de ir E FORMATAÇÃO EE S N DO GÊNERO E descobrindo Essa é uma forma o que há S N P P I P M I E S N N S N EE ler nas Salas SI SI para de Leitura. contextualizar I M M I E M E E S S N E S E P P P M E E SI N N N 3. colunas. Peça e veja quais obras deste autor há no atenção? SI S N N E P I N I E M S título. S M EE NP que circulam M E S I E PE P M E E S M E E COMO E P EM textos escritos E PHABILIDADE 8. SI NP NP SI da edição N P M I I M I M S S S N que os estudantes conseguem antecipar antes de e a editora. a partir de todas E estas realizaN EM observações E M I E M P S E P P esperamEler? Que aspecEE M M N 3. EE IN NP EE I P S SI COMO TÍTULO. integralmente. livro didático. quando estiver livro ou mesmo um E lendo um E E M sócio. estimule os estudantes a pesquisar se o auSEGMENTAÇÃO DO TEXTO) S N M E E P P I M M M E E P S N E E EE boas SIN tor temPE uma página PE Isso renderá IN SI NP EMna Internet.circulação M P gênerosIN M e nas mais antigas. subtítulo. estimule-os a conteúdos. estimule os estudantes a explicitarem os senE P M M M E N PE M NP EE tidos sugeridos EE EE M TURMA SI pelo título. os estudantes a identificarem o gêEE N E E1. que Ecirculam na EE esfera SIN SI EM P PE P M E M N escolar/divulgação científica perQuantoEmais freqüentam o mundo da escrita. SI A silhueta SI SI na Sala de PE na aulas EE assume IN M P S EM N E 5.M M EE E P M N PE EE EM SI EM recomendam a leitura. EE SI NP EM EM SI EM PresP M E E E SImais os leitores EM mite ao leitor levantar hipóteses a respeito do asvão acumulando referências a N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE sunto abordado. I E E S S N S P P6 . S N SI lerem o epígrafes e M SI EE para os Ialunos NP EM E P M E M E S E Ecolegas. P M SI IN SIidentificar Spossíveis NP PE SUBTÍTULO. (DIVISÃO EM COLUNAS. parte do conteúdo publicado nas edições em estarS sendo tratado. E S S N P E I M EM M ra de textos IN nesse suporte. do mesmoM jeito uma noEEidentificarem NP com esses exem. EE I EE M S E P P M M o texto. peito dos autores ou SI instituições N EM EM SI N responsáveis pela S P I I M E E S S N P P EE publicação de textos lidos: quais temasEM lhe são faSI M IN IN M EM E E S S M NP E E P E escrevem? M M o que uma miliares? como COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE P EE PE IN determinada M EE EE P NP publicar? IN S N I M P P I costuma COM SUA TURMA Seditora M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE 1. Registre as Ehipóteses. localizar o ano PE EE o mesmo SI com os subtítulos. aumentando a auto-estima EE E com o texto E diferentes SI pactos IN escritores Se P P P o leitor a estabelecer M EE S N E N N P I I I M M E S S não se lê S N E dos alunos que se deEM leitura. pode contribuir também 2.ANTECIPAÇÃP quais os indícios que fundamentam suas hipóteses. E N ou jornalística. 7. M SI DO TEMA OU M IN IN Meles já sabem EE S S E M E P P 2. as editoras também mantêm M páginas na Infolha pode também fornecer indícios a respeito I de M M E E N S E I E P M M E o gêneroPEe o tipo deS assunto que pode Eternet N NP qual seja e muitas EE para downloEE M vezesPdisponibilizam. NP EM de dificuldades NP Porienta NP PE M nos experimentadas do gênero que. EM NP P IN P P SI COM SUA I EE E M E N S E P N E N I P I P 2. a leitura de biografias pode aproximar os alunalística. 7.SI M E E P I M E E P S remete a acontecimentos M P do mundo M M Ntícia – queEE EEreal plos PEde vida. N E P P E I M E E P para potencializar o ensino outras pessoas o que elas sabem sobre o autor. o questionamento sobre porPEE DESENVOLVER ESTA IN M P E N S E N I P P N M ativa os E S M N SI N N diferentes autores préviCOM SI EE SI SI conhecimentos EE SI SUA TURMA NP P I P M S mais compree favorece leitura N M EE INos do estudante M M SI E EM S E P M M E E E ensivas. convide-os S N SI PE a refletir Sse os temas IN sugeridos M M IN SI S N E E S I M pelo título se relacionam com o cotidiano deles e 1. É o caso da distribuição em EM N E I P I E S E E S S E N P P esfera jor.

possibilita ao I E S E E S E S N E PE a con. IN assim como M EE EE E S S N E P N P P I M e reorganizar suas o que você neste texto? trabaS espera ler N SI informações. formule SI E NP I M P P I M S M S tabela. E SI E E P E IN M E E S P M N E P como o itálico e o negrito. questione aEE N PE M antes deEE SI DE IMAGENS EE EXAME 1. COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE P P M I E N M E M I E S N P E N E P S E N 2. Esta I leitor. M EE SI SI Matemática NP ou Ciências.EM tudante Itomar EM SI PE NP NP se destes indicadores são fundamentais para consciência dos Eprocedimentos nePE N E I N S SI P N I P S texto.EXPLICITAÇÃO DAS E N N E P I P E S NP S S N I P I N M M EXPECTATIVAS DE LEITURA A elementos.M EE se confirmam? to: P quais Quais não?. E N P I I M M E M S S N E E E deve ler. retome as hipóteses levantadas para 1. SI PE EE IN EM EE P M S N E PE P I E M 1. M M que o autor está sendo SI SI SI NP I EE comendado por umEE EE M S P estudioso ou especialista e desta Os processos cognitivos e afetivos mobilizaE P P M M E N N M N EE SI EE esta leitura EM dos pela forma. SI NP EM P S I N M E I M S N irem além da mera as imagens tam. a partir esE PE do que os EE E P S M S N E P I E M N um gráfico a partir aP tendênciaEM tudantes análise INquerem saber sobre oStexto e daPE M analisar SI EE dela. zarem essências que o texto traz. fórmulas IN evite dispersar-se EE EE EM S S S N N P P I E I M favorecendo questões que favoreçam S a compreenmáticas. Geografia e são Tornar estes processos EE PE SI conscientes. Econstrua 5. proceda da Imesma maneira com osS demais IN 8 . tamanho. tar a ser IN SI e provocar N IN PEescolha doS material a I S N M S E I S N S explícitos. IN se o texto só trouxer uma unidades temáticas doIN texto. pergunte aos estudantes se a leitura do texlho como este. porque deve ler SI Quem Ilê NPsabe o que EM PE PE PE M E S NP N EM N COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE e para que deve ler. com os que ANTERIORES IN autores P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S Isto significa N N S reN M os fazem. no caso das apresentações e prefácios obM M E M N E N P M M M EE alunos. os propósitos que M E S E N N E P P M I I M E N EM N PEfocali. S S N SI EE EE SIANÁLISE EM EM P P PARTIR DA DOS 5. explicite. S SALIÊNCIAS M S N suas hipóteses SIGRÁFICAS P N PE SI M SI 2.PEE E P críticas relação ao possível tratamento leitor escolher o que ler em função de seus objetiI N M P P I S N E S N N M SI sunto. que EE SI são outros SI EÍNDICES PE P serve. tabelas. SIto poderáPcontribuir M N EE I E M P I E EE S E E S COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE N E P P E I N M P S E PE IN IN TEMA OU SI ANTECIPAÇÃO NP TURMA M E N I S COM SUA 7 DO M S N I E P S E M S SI PE IN M EE DO PE IDÉIA PRINCIPAL A PARTIR S E P M IN N M M M o texto.EM EE SI N E P P P I PE M M 3.SI EM NP EE controvérP P E I E M P P S N E P lido – nem IN PE sempreM sias discordâncias. gráficos e mapas. N EE M NP cas ou esquemas S P S podem EEM 9 . esquemas – E além das saliências gráficas S N N E NP SI SI EM emprego de re. 6. convide-os SI SI os títulos e a lerem SUA TURMA PCOM N PE PE Mas legendas que SI N SI N E I N I I M M E S identificam tabelas. um IN IN M EE SI S N S E P M PE I 7. emIN detalhes irrelevantes. motiva o leitor para a leitura.EEM N E I I P M E S S E P P N a diferenciar o que ele portante nesta fase é o professor estimular os estuN prática auxilia EM EM SI PE o estudante IN M E M E S SI pensa do N E E P P M M rever IN dantes a verbalizarem suas de leitura: SI que os outros EM expectativas PE PE pensam.EE S identificação: M SI EE NP EM P M I EE P E E S EM N bém devem ser interpretadas. pois mobilizam NP EM nam modos PCOM IN o uso M E N S SI N E I M É importante que EM P M S de diferentes estratégias de leitura. M E E S N E E M SI M NP para PE M M EE NP a vida deles. S osSIestudantes a Eestimule EE orientamSa leitura e SI N E NP P I P M N S M as informações cuidadosa ou tabela. mateS PE PE IN gráficos. Por exemplo: textos maEMem que predominam PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E pas. EE e palavras PE visualmente. IN das saliências gráfico-visuais do próprio Stexto. E E P M SI E EM PE o texPE IN M E 3. S S as imagens. cor da fonte. a análise E S S E N P E M M E SI N muitas vezes o conteúdo do texto. claramente.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S 4. P I M levantadas a partir da escolares. para instigar leitura exploratória – Edecisivos para SI contribui M orien. vos. trações. N S E I E P S P M M E S N N PE ria. mapas. ler OU EE E SI DE P N EM P classe soP I E M P E N S N P N E I P I N bre a respeito dele. I EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 50 . converta EE SI é N E IN as expectativas em perguntas: P I M E S S E N I leitura exploratória M M S NPimagens – se A das EMtem perguntas que lêem EM PEfotos. para IN S E E P S N M P E do evento. ilus-M porque E EE textos. Objetivos diferentes determiE N M P I I I I M E E E S S S S N P EE SUA TURMA diferentes PE SI de ler.são M P M M global. EM PE Enfim. no caso dos textos de História. estimule-os aPexplicitar suas expectativas cursos M SI é essencial EE para oSIN EM M PE IN IN EM Eem P S S N EE do as. peça observarem as imagens os S estudantes Etenham clareza das P aos estudantes N das finalidades M N I E N I I N E M S E P S S N SI destacadas Estimule-os a leituras que IN realizam. EM P M M N E M análi.em situações I esNP N as hipóteses E didáticasM E Ciências. 4. PE IN IN M EE de um gráfico SI 4.Outro EM M S N S E frontação com as idéias apresentadas no cessários a um bom procedimento im. questõesEE relacionadas M às grandes EE pode antecipar NP 2.DEFINIÇÃO IN EE naturais de fenômenos DOS OBJETIVOS EM S EE SI P N P I E M M P N P IN M EE indicar de textos HistóDA LEITURAS M EE que se tratam IN SI de Geografia. E SI como estilo. imagens de outras S P M fórmulas InumériIN épocas.

M IN M S E E para Ao longo da história escolar. é ela ·E localização ou ou SI EM NP da idéia SI PE do tema IN IN I E E S S N S P P própria objeto principal.EM partir deIN SI IN como também SI de escrita. se IN EE EE a escolaEM S P P M M de avaliação para quais N PE IN EM conhecer EE EE ver instrumentos EM SI S M EM N E P P E I M E E P textos os estudantes já lêem com autonomia. a levantar sáveis no texto S SI a posição SI Ndo autor. I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI N N N crianças e jovens no mundo da es-PE · identificar referências a outros buscanPE EE SI SI Introduzir NP textos. EM NPa se envolP IN P SI I E M E N S E P N E N I P P por introduzir E ver com o enredo. S S crita exige que se empenhe em desenvoldo informações adicionais. P NPrevela. N E E I E M E P E S E P E de um leipara Neste caso. sintetizanSdaquele M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N da pontuação. M E em formação N SI NP EM EM SI E de pistas PE PE cópia E M E E SIpartir de IN EM uma do mesmo texto. SIN P I N M M I S N E E S · identificação M a antecipar. I P I E M S E S N E N P P EE capacidades Conhecendo SI SI perspectivas dos tor mais experiente. NesseEcaso. EM PEQUENOS I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I LEITURA (AUTÔNOMA SI S E DURANTE A GRUPOS OU EM SITUAÇÃO DE E S S N P E I M S EM M IN LEITURA COMPARTILHADA M EE NP MOU COMPARTILHADA)? E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M ou retificação E M N SI além deS perN N A leitura. te a leitura. M S de consulta E SI . Hoje. que instiga o grupo a · construção do sentido global do texto. os Mquestões E N es. tas lingüísticas. pois é função da escola SI IN IN M M assegurem EE S S M E P P criar as condições que tanto a cons· esclarecimento de palavras desconhecidas M EE a M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E trução do sistema inferência ou consulta ao dicionário. em situação escolar das P antecipações SI EE SI SI EE · confirmação SI N P I P M mitir aprender os E conteúdos das de sentido criadas S antes ou duranN E M diferentes M áreas SINou expectativas M SI E EM do currículo. como LEITURAM . os estudanSI PE entretanto. entreter-se ou apreciar. M M EE S M N E P I Mque se estabeleçam EE E E necessário ambas as situações. N PELO E M P M N PEREALIZADA SI EM SUA TURMA PE EE IN SI N EE E REALIZAR COM INDIVIDUALMENTE. quais P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 51 .pazes IN de compreender com NP EM a mediação PE EM textosSdiferentes.M M EE E P M N PEconsigam ler sozinhos) M (embora EE M proponha as mesmas EM ainda não SI são ca. M M EM N N E E P NP I posicionar diante das idéias do autor. nas IN S N I M P P I que os efeitos ender a hierarquização das proposições. que explicita o costume de um bom do o conteúdo S M SI M IN do texto. É alguns cri. IN IN M EM E S S M NP E E P E McompreE leitura compartilhada o professor assume o papel ·Eutilização das pistas lingüísticas para M P PE IN M EE EE entonações. NP PE palavras-chave E Slinguagem NP E I P S SI mínio dos usos sociais da que se usa · identificação de para a deter. N SI N P M I I M I M S necessário. S E PE E P M M E P E N N E M complementares M informações E N a formação de em SI SI cessos Ienvolvendo PE NP EM de leitores EE M SI M têm INP · busca EE N S E P E I P passado por mudanças. a buscar indícios. entendemos térios avaliar EE PE que a leitura IN o alcance do trabaSI que nos Ipermitam NP EM P P PE S M N E N S N E M P SI tanto como gral de possa ocorrer lho de aproximação do leitor e do texto. e a se do leitor-virtual a partir das pisSI PE a fazerEEinferências PE hipóteses. SI EM numa M se deve ler. AVALIAÇÃO SI S N É necesP P P I N N E S N P M SI que naIN SI sário. NP E I M E M S E S E E leitor de questionar o texto. M EE M E S E E P é possível antecipar se o texto pode ser M N M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E lidoM de modo autônomo ou E compartilhado.EEM SI a leitura. SI do objetivo EM IN PE alcançado. EM Pas IN NP tudantes IN poderão confrontar as E I M S S N P S E de leitura da turma e dependendo a ser autores dos textos M selecionados. sabe-se subordinados ao texto principal. P EM o do. os prominação dos conceitos veiculados.S tes vivenciem N M E E P P I M M M E E P S N E EE inte. DA SI atividade SI um textoIN PE EE ANTES M P S EM N E pessoal. usos expressivos daSpalavra.SIN Dessa forma. P SI alta NP o leitor apresenta ao SI P N E I P I M N E S ativado seus M N I S para um grupo e pode conversar a respeito dos con2) mostra ter conhecimentos préEM N E I P I E S E E S S E N P P M P M teúdos vios? SI abordados no texto. ou P EE E que o S textos de Iapoio S N N I P P N M M S a enciclopédias. E P M M E E E atualizar-se. M de ensino.M E 3. silenciosa ou em pequenosMgrupos. EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N P construção P N IN M esteticamente. sempre que possível.M N P I S S IN E EM escrever. que lê S exemplo de um bom leitor em Internet e SIN IN voz alta por meio EE EE EM P PE P M E M N E a outras para um grupo que acompanha fontes. rotina escolar. contribui · identificação lingüísticas responsáN E P P P I E E S N N S N P P I pela continuidade M progressão EE como referência para veis temática ouEE pela SI aqueles N EM SI N que são iniciantes S P I I M E S S N P P EE sobre o modo como temática. E P M M E EM N PE NP EE EE M estabelecer finalidades para · identificação das pistasPE lingüísticas respon. é necessário I M observar: E E N S E I E P M E M S E atitudes N NP quando 1) P que ler? EE lê em voz EE um leitor M EEatividade coletiva. N IN M EE IN M M SI S E P S E E M 3) explicita suas hipóteses a respeito do conE M E E N E E SI A NP EM QUADRO NP PE NP PE 2 – HABILIDADES M M I E SI teúdo do N E SI texto? EEM S N P M I EE A E da leitura? SI N S P P P 4) revela clareza do objetivo DURANTE SEREM EXPLORADAS I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E LEITURA INTEGRAL EE SI NP DO TEXTO M EM EE O QUE CABE AO PROFESSOR P I M E E P S ESTUDANTE.

globalmenEXPECTATIVAS DE SENTIDO M M E M N E N E P M M EE SI OU DURANTE SI CRIADAS EM muito mais PE concentrar-se PE te. são divergentes científica. de outra. a tos um núcleo que podem ser conI M E E E S N E M SI dicionárioPEou NP NP Enão NP suple. Mas. ao longo é impossí1 . muitos M EE S SI neros deIN E E P P M M M E tema. muito sua IN IN M EE poderãoEreconhecer SI E S S N P E M M E SI N leitores pouco idéia principal. para gêN Isso faz com PE que o leitor. SI IN M difíceis. Lembre-os SI PE EE IN S E E P S N M chamar atenção dos P E acumulado pelas dife3.IN N De modo PE consultar um dicionário. IN S EMuma boa compreensão EE P M S N E PE P I E M maior do assunto. ou até mesM E PE S E P M M N E M I de NP E aspectos. S M PE suporte. dedicar-se a entendê-lo. SI N P E NP P I P M N bem algumas partes.LOCALIZAÇÃO OUEM CONSTRUÇÃO SI NP P I N M EE Essas múltiplas I M S N N E P M S I E I E cias permitem ao leitor se aproximar mais do DO TEMA OU DA IDÉIA PRINCIPAL E S EE que S P N P I E M M P N S P IN ela significa.EEM EM SI palavra Esignifica P S S N E E P na leitura do texto. fica fácil depois ANTES IN P M EE nas difiE EE S N N E N P P P I I I E S S N N S N culdades para procurar resolvê-las. E deve ocorrer PE EE IN em situações EM se de. provavelmente. M E E S N E I E M NP da-se situações didáticas que S auxiliem os PE M EM M EE planejar M NP SI N E I E M P I E identificação. Muitas SI que vão identificando EE EM PE IN IN EM pala. texto é compreender o que ele diz. IN IN M EE SI S N S E P M PE I com idéias principais muito diferentes. IN E S E E S E N E PE EE EM SI a leitura P NP NP proposições de uma M maneira abordado. se DAS ANTECIPAÇÕES OU M S I S aborN o leitor. ainda tratando de um escolar E S textos da Pesfera IN IN ou de divulgação M EE EE E S S N E P N P P I M mesmo assunto. A LEITURA M M SI SI SI NP EM I EE EE M E S P 3. é importante que há muito Nconhecimento SI estudan. Ainda possível encontrar nos texM EE SI NP geral. para M que tiverem S N A PARTIR S OU SI feito antes P N PE SI M desejarem. E ao leitura instigue entendê-lo globalE SI E SI E P E IN M E E S P M N E Pé possível deduzir P entre as hipóteses iniciais e o vezes. ajuda compreender melhor o tema e o traE P P M M E N N M N EE SI EE A exploração EM tamento dado.ao E P S M S N E P E M P N frontem com passagens mais deEM compartilhada. peça S aos estudantes à mão PALAVRAS EE EE para manterem E SI EE DESCONHECIDAS P N EM P P I E M P E Nas anotações S N P N E I P I N DE INFERÊNCIA da leitura. M texto é SI EM NP antes daPleitura EE P P E I M E P S série das N E N E Pque uma esco-M te construa uma IN expectativas SI um autor SI que o leitor NP – alguém IN PEprodução de I S N M S E I S N E I S lheu escrever a respeito de algo – focalizando dea respeito do que será tratado no texto.Mdefendendo um ponto E mo doSmodo P I M terminados como o assunto será. Caso SI CONSULTA EE consultá-las SI N E IN que possam quando AO DICIONÁRIO P I M E S S E N M M M SI NP o registro seja coletivo. organizando P I E N S SI P N P S I E M M expectativas podemSIou não confirmarem-se. se o leitor considerar queEo permiSI do texto. M P M M longo de 2. forSI N SI N E I N I I M M E S 1. EE NP 2. M a consulta EE proficientes. precise para S N SI consultar outros materiais EM PE na abordagem. ou então. invista um tempo para que os alunos conhemule questões que ajudem os estudantes a enconS S E E P SI EM organizada EM PE PE como a informação Eestá IN M çam o modo grandes unidades temáticas. M avalie a necessidade de PEE M EE IN SI N S E I E S P M M E S assim quando fal. Durante integral doIN texto. é E N P I I M consulta a S M E M S de informações S N E E E P tam ao leitor conhecimentos prévios. Assim.P há textos E que. EE recerá mais P de ocorrên2 . IN incentive-os a persistirem. Recomenencontrar o que procura. Mas. para M SI E NP I M P P I S dicionário S ainda que de leitura 2. a partir do contexto. M EE NP IN que apaM S I vra se é certo E P S E M S M E N M PE EE uma vez. Numa primeira S S N N EE NP SIdevemos procurar SI EM a confrontação aproximação. duM trar suas E S E N N E P P M M M E SIentendido SI N PE este M IN EE a leitura.verbetes de enciclopédia pode essenciais informações EM sideradas NP e outro de M I I I I M E E E S S S S E N Casos como este Pexigia compreensão. antes SI PE N PE PE de iniciar aSleitura integral M do texto.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M dos tempos: EE S rentes sociedades. Smesmo planejando atividades com rante que não tenham EE EE nos dicionários. Se tal I N M P P S SI IN refere ao núcleo temático. mas N E I I P M EE E S S E P P N M M I principalmente. EE S E HABILIDADE P DESENVOLVER E S estudantes nesta COMO ESTA N E P P E I N M P S E PE IN IN SI SUA TURMA NP M E N I S COM M S N I E P S E M S SI PE IN DE M EE PE 3 ESCLARECIMENTO S E P M IN N M M I M N PE M EE 1. N S E e não. assegure que todos dispoEM PE EE M EE EE SI N EM E P P P I PE Morientar IN M Equalquer E nham de uma cópia ou um cartaz fixado em lugar O que deve a leitura de S N N E P M P I I E EE E S S S N N P P I E I M bem visível. algu-EEM vista. Reconhecer o tema PE e a idéia principal é SI N NP EM garantirM PE E N SI SI N E I M P I M E S rão aPmediação de um leitorEE mais experiente com EM condição para do texto. IN M textos desenvolvemS um mesmo EE 4. em uma primeira EE EE SI E EM P P dagem do texto. P N S domínio M N E I E N I I N E M S E P S S HABILIDADE N SI DESENVOLVER COMO ESTA EE PE IN SI NP EM P S I N M E I M S HABILIDADE N E P COMO DESENVOLVER ESTA COM SUA TURMA S M SI EE EM PE M IN EE P E E S EM N COM SUA TURMA P P M I E N M E M I E S N P E N E P S I N 1. mentares.CONFIRMAÇÃO OU RETIFICAÇÃO N S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M vel saberStudo.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 52 . o que uma N mente.

E EE IN M M SI E EM te. IN Alguns exemplos: M EM E E S S M NP E E P M espaço a.IBUSCA DE M SI EM SI IN de palavras PE INFORMAÇÕES NP EM P E E M S M E N S P P responsáveis ou expressões por sinalizar ao leitor COMPLEMENTARES DE SIN PEEM TEXTOS EE EE SI N N I P P I N M M S M S N N E SI a progressão do conteúdo temático. marcadores EE NP PEajudam a P IN NP E N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 53 . PE sites de universidades SI E EM PE EE IN SI N E E das – é o mais indicado. Eatravés S E científica N NP divulgação de atividades que or. expandindo a informação. textos escolarSIou de M da esfera M E E N E I E P M E M como o GOOGLE. aqui. EE N E E EM P P I P P M E E E S N E temática. no caso de consulta à Internet – cada vez fundamento e a continuidade de seus estudos. por isto. ainda que. N N P P N M apresentam unidade SI EM ETextos SI o professor NP por isto SI PE IN IN 2.EEca.EEM quem – SI que o leitor NP possa não P IN P P SI escreve I E M E N S E P N E N I P I o cuidado de fornecê-la em repreE te -N:P uma vez P que. mas. NP M EM EM M P I IN M E E E E S S M E N E P que organizar o modo PE SI EM d.Além texto disso.EEM tado:IN historicamente.SIporque. Essas operaM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M formal M ções concorrem situações para que para que o leitor a P N da linguagem P vá construindo SI SI apropriem NP PE os elementos EE IN SI EE coesãoSreferencial IN P SI daM área. conectando um termo ao outro. marcadores de relações lógico-semânticas a construção do sentido do texto. glossários. como articular os segCONSULTA A ENCICLOPÉDIAS. N IN Com o apro. já que. numa primeira aproximação. aSfim complementares (boxes. isto é. no de leitura. S que estáMsendo lido. SI 1. claramente. desde que. é a compreensão do texto P Durante PEa leitura. E P M M M E N PE NP EE – causalidade.arizarem M diversasEM EE IN M SI S E P S E M 3. I E E S S N S P P série de palavras que pode aceitar uma M que os estudantes se refiram ao SI ajudam o leitor a esINtexto há IN M M porém. muitas vezes. E EE marcadores que indicam relações EM PE IN M EE P N IN permite S N I M P P I temporais: defronte de. isto N P I S M N S N SI EE EM que oPEE é. contras. dominá-la –Stem S N para que. Sque M EE S E IN S N primeira E N P E I I S E S S N Se uma S M é relevante para vez. oNlivro um do texto M SI apresenta EE E E I P M E M E S E E P modo de organização hiper-textual. seqüências SI EM M IN textuais). SI com eles. M EE S E P E mente. à ao leitor regular sua própria atividade. matematicamente. EEfinalidade. SI E SI E N E S E P P P M E E SI N N N do qual PE é traEE SI determinado SI NP conteúdo NP âmbitoPdentro SI N M I I I M S S Sfilosofica. N PE didático. chame N P M M M E N SI PE além do EEM M fato de que IN EE EE 4 .EM EEantecipando M condicionalidade. É importante SUBORDINADOS AO EE SI EE SI TEXTO EMAPOIO M P PE P M E N E prestar atenção M a certas palavras cuja função é inPRINCIPAL OUEM POR MEIO DE N EE SI NP EM SI E PE P M E E E SI EM dicar ao leitor. EE E M P SI com NP operam com conceitos SI P NP E I P I M própriasIN tais suportes N E S M N I S e sustentam que ajudem os estudantes a se familiganizam informações e idéias EM E I P E S E E S S E N P P M P M às áreas do conhecimento. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE E S S N P E I M S EM M IN TURMA PEE 5 IDAS PISTAS M NPIDENTIFICAÇÃO MCOM SUA E S E PE M E E M S M E P E E PE LINGUÍSTICAS RESPONSÁVEIS IN EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N 1. identificar os conceiTEMÁTICA OU SI EE SI SI EE PELA CONTINUIDADE SI processo M NP P I P S tos fundamentais apresentados geralmenPELA N PROGRESSÃO TEMÁTICA M no texto. EM PE PE sentações M M E EM N N E E P NP c. embora.INP SI Mdeterminada informação NP E I M E M S E S E E b. S SI texto há uma série PALAVRAS-CHAVE PARA A E N S P I M M S PE IN M EE EM EE em torno M dele.M M EE E P M N PE EE EM SI EM COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE tes para que – frente a Emuitos sentidos que alguN EM E M I E M P S E P P no dicionário EE M M possuem N E COM SUA TURMA mas palavras – procurem M N I N E P E I P E M S S N SI PE PE melhor contribui IN o entendimento M PE aquele IN EE que para SI S N E P I N M S atualmente. os E M E E N E E I P S– NP EM freqüente NP PE Nestudantes PE entre os M mais a mediação por Mse apropriar M das concepções I E SI leitoresSIacabam N E E S N P M I EE E E a linguagem SI técnica IN também envolve S P P P a avaliação crítica da informação da área.IDENTIFICAÇÃO SI NP Eo a atenção dos alunos para DE S N P P I P M I E S N P de outros Sque gravitam IN M IN EE principal. IN I M M I S S E E S IN de que. M EE S S E P P com linguagem própria. aos poucos criará tabelecer conexões à medida que lê. INTERNET E S SI OUTRAS N EM EM SI N FONTES P I I M E E S S N P P EE parágrafos. quando. DETERMINAÇÃO DOS S N M E E P P I M M E E P S N E EEque os SIN 2. marcadores que indicam o domínio. à medida SI EM E P M M E P E N N EE avança. geograficamente. M M I E M E notas). antes. há uma série 5 . familiarizando-se com M EE S N E N N P I I I M M E S S N E encontrada. Pvale investir umPE tempo para VEICULADOS EE a pena IN SI CONCEITOS NP EM P PE I S M N E I N S N E M P o modo S alunos como as informações SI SI conheçam PE EE IN M P S EM N E estão organizadas em enciclopédias M e sites de busGeralmente. se. A busca daEM disciplina. relacionados S P M M E E E ao tema abordado. N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE mentos textuais de qualquer extensão (períodos. entre do texto. oSque vai auxiliá-los emM suas leituras EE de fontes NP mais confiáveis – SI M E E P I M E E P S e revistasM N como especializaE M P Nposteriores. o quadros.

Reiterando este os estudantes acaàs vezes. descreN textuais S primei. já vimos.Ppor comparação PE ou contraste (apeSI os estudantes têm Ialguma NP NP EM M E N S SI N E I M P M(para que. mesmo quando que.EE por trecho. EE ao ler Eum IN S E P S N M determinado lugar. NP E M S E P I S S N E E S em voz altaIN para promover a discussão de trecho E zam as informações: P negrito. a passagem da leitura em voz alta para alguns ser PE EM S EE a SI P N I E M M P N lingüísticas S P IN silenciosa costuma oferecer Mmeio de pistas dificuldades aos identificados por M no próEE IN leito. PE para ler. a partir de E um com I deterN estudantes E IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 54 . em seguida. por um lado. para garantir S que indiciam SI EE EM texto M NP EM a subordinação P M I E P E E S N pela classe.SIcias E N E P I P E NP S S N I P I N M M ve-se a metodologia empregada e expõe-se S a soluro. Em geral. mostrar em quais elementos linM E E S N E E SI proveiM apoiamos NP EM adulto. SI escrevePpara EE al. M M E M N E N E P M M EE SI SI EMse familiarizando PEa organização PE barão com IN P M EE compoE EE S N N E N P P P I I I E S DESENVOLVER N S N sicional dos textos desta Sdisciplina. sem a mediação das conteúdo do texto. EM EM P P ção.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Eem que se E M EE S com os segmentosINdo texto se estruturam: relata o problema. Procuram para os diferentes marcadores E S E entender P IN P IN M o que diz cada EE EE E S S N E P N P P I frase.construir o sentido do texto. em N SI PE atividades IN M EE que permitem M de leitura EE compartilhada.SIN COMO ESTA HABILIDADE M M SI SI NP EM I EE EE M E S P COM SUA TURMA E P P M M E N N M N EE SI EE EM SI 8M . SINTETIZANDO PE IN M E S S E N P I CONTEÚDO M M M E S N prévio para o que O DO TEXTO EM EE preencher M uso doPconhecimento EE EE SI NP EM E P P I PE M M E E não está escrito. depois. gias S SI chame a Natenção E E P P I M M M E texto localmente. gráPOSIÇÃO DO AUTOR I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM para ajudá-los ficos tabelas a compreender a relaP IN M E E N S E N M P SI SI ção entre Textos condiEMsão escritos NP as proposições do texto. treEvários itens. É importante também. pro-EM ções deIN produção: quem escreve. os leito. sublinhado. configuram certos padrões de organiE SI encadeados E SI E E P E IN M E E S P M N E P P que permitem que o Sleitor I zação construa M N M EE um esPE IN IN EM SI EE DESENVOLVER P EM S S N EE E P COMO ESTA HABILIDADE quema mental para categorizar e processar o que E I N M P P I P S E S IN N N M SCOM SUAM TURMA está lendo. por). e exemplo (por exemI M E E E S N EE SI NP NP EM NP (por. caracterizado NP relação M P I I I I M E E E S S S S N EE esta razão). EE os textosEM EE A EM SI EE pois como P N P P I E M P N S P dizem tudo. tal como). N E I P M EE E S S E P P N M M a eles apenas compreender o 2. 2. Apoiar-se na estrutura é essencial quanEM PE SI E SI M E E N E E P I M P E E do o conhecimento do do tema S N leitor a respeito P M N não EM EE M SI NP é muito amplo.IN N PE res iniciantes. Há outros S M indicadores EE IN uma segunda EM IN IN que hierarqui. IN SDO SI 1.IDENTIFICAÇÃO NP I M M E S COMO ESTA S SI DESENVOLVER E E P SI EM EM PE PE IN M E COM SUA TURMA LINGUÍSTICAS RESPONSÁVEIS M E S E N N E P P M M M E SI SI INTRODUZIR N N PE EE POR NO M EE EE SI TEXTOINA SI P NP P P M EE N 1. Assim. ao detectar NP IN o M PGLOBAL I S N M S I S N E EE I S professor pode favorecer a construção da coesão M E P S E E perguntas Mos aluIN NP NPformulando EM EM do texto.complexo.CONSTRUÇÃO DO SI M EM SENTIDO NP EE P P E I E E P P S N IN TEXTO EE PE problemas de compreensão. EE a ser lido for muito EEM IN a fluência EM problema EE P M S N E P P I convém realizar leitura fim de que). ÉEM esperado que prio temporal ou cronológica (deEE S SI texto: seqüência NP N P I I M M E M S antes).PEE SI N S E I E S P M M E S nesta fase. S P E a identificar as seqüêncure ajudar os guém. P I M Ao começar a ler autonomamente.SIN M artigo científico. PE EE IN sob determinadas EM E P S M SI N E P M P 2. acabam tirando pouco tas E do nos PE M M tal sentido. Para construir o N E P P E I N M P S E PE IN INPISTAS SI UTILIZAÇÃO NP do texto M E N I S sentido global é preciso que as informa7 DAS M S N I E P S E M S SI PE IN os conhecimenM ções trazidas por ele interajam com EE PE LINGUÍSTICAS PARA S E P M IN N M M M N PE SI EE COMPREENDER tos prévios do leitor. mas dificuldadePE para compreender textuais. S e solução se o material sar SI de. elabora com os estudantes S N E N I M P esquemas. em ciências. PE IN IN N Compreender não globalmente o texto HIERARQUIZAÇÃO DAS M EE I SI N S S P N I E P S I S S EM IN implica tanto decifrar o material gráfico como fazer PROPOSIÇÕES. NPpara construir SIgüísticos P M N EE I E M P I E EE S E E S to da leitura silenciosa individual. por outro lado. S N SI EE EE SI cuidado. definição S N E E E P res dependam mais da mediação do professor para pois. a atenção que ajudem I E S M E E S E S E IN PE EM PE ou a continuidade NP à decifração NP EM muito voltada do escrito. além deNressaltar o S têm muita N EM SI EM I IN M EpergunSI S N S E P M PE I o texto globalmente. outras vezes. estabelecendo conexões através S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M de inferênciasIque graus O modo como os elementos do texto estão S S N podem envolver diferentes N EE NP S SI EM M P M M de complexidade. faz com que nos a identificarSo elo perdido. P SI IN EEpadrões podem 1. causa e efeito EM plo. P P M EE M IN EM SI N P E N E P S I E I E E N S S P N SI NP DAS PISTAS SI EM HABILIDADE IN 9 . durante. marcadoSI NP EM P S I N M E I M a compreensão S N do res de numeração en. PE I N E E I N S SI P N I P S I acabemIN EM M M S S E os leitores iniciantes empregando estratétemática.

é certo que. N sua ironia. Em textos científica ou SI EM M IN de divulgação IN M EM E E S S M NP E E P E TURMA EM COM SUA da esfera jornalística. masSIassinadasEEpor S SI N e EM tradutores N P I I M E S S N P P EE COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE adaptadores. títulos de SI M S IN S E N PE EE IN I S E P S S N P certo sentido. sempre que os alunos N Pponto IN inferir o M deixe M EM de como EE que possível. I M com aquilo M E E N S E I M E P M E M S E NP b) P outras comoP– ser vivenciado. M SI EM IN PE Msérie de recursos EE E S E EM P A língua oferece uma para Como quem escreve. mesmo que para interromper a leitura logo depois. S SI a IN Ler é. que fica parcialmente SI IN IN M M ligeira. EE EE constrói sociais Essa S considera simples demais. Nusando expressões EM PE SI EM EM PE Esensato.diferentes P cedo para. COMO DESENVOLVER ESTA M HABILIDADE M I E M E SI SI E N E S E P P P M E SI N N N que o professor promova refle-PE COM PE EE SUA TURMA SI SI 2. EE EE lingüísticas M Não há como lizarem chedesenvolver o leitor SI que permitiram EM crítico EEM NP P IN P P SI I E M E N S E P N E N I P P Eum único texto. Mesmo que não o façam. EM traduções ou adaptações de um mesmo texto “oriN E N P P P I E E S N N SI N P P I M diferentes EE ginal”. escreve para alguém. é comum autores EMfazerem M EE PE IN NP Ea E P NP S E N I M P P I referências a trechos de outros autores.M M EE E P M N PE M EE M EM . IN S M SI de palavras. M EE uma leitura S S E P P obscuro em 11 IDENTIFICAR REFERÊNCIAS M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Gêneros deStextos que mesclam diferentes lin. N ou porque SI ainda são NP EM EM SI EM PE P M E E E SIminado produto. EE algo simples EM são SI S Esobre N E P P E I M E E P escritos os textos. EE IN EE Mtambém precisa EEé algo que P SInterN é indispensável. como IN 2. virtual que o Sescritor tem SI PE IN em mente. cotejar M car o ponto EM de vista de quem escreve M e loca.M M A OUTROS TEXTOS. há M N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E o autor introduzir seus IargumentosSno texto e para sempre que materializam o leitor N P indícios E P P M nos textos I S N N E S N P I M SI o leitor evidenciar sua lógica argumentativa. já aprenderam que I P S Ehá N P P I S M N E N S N I N E M P I I contribui para que os estudan. como de complexidade.SIcriticamente. É importante M M EEEis al. SI PE EE revelam N IN M P S EM E o autor se compromete que escreve. incentive os alunos para M que tentem identifioutras obras. opcionalmenSI P N E I P I M N E S indicam oEM N I te. é S necessário – caráter mais ou menos romper a leitura é um direito do leitor. P EM E PEmundo. N o I VIRTUAL A PARTIR N E DAS PISTAS PE E Para ler. IN SI rece mais M N E E do. SI difíceis. ofereça sempre SI preconceitos. eles constroEE NP EM EM representações EM P P I P P M E E E S N está por E N N P a um texto P N análise ajuda a revelar oSIque liem pontes EM EM de acesso SI trás das SI NP PE mais difícil. A leitura de um texto E S S N P E I M EM M único. é importante NP N SI N P M I I M I M S S xões que ajudem os estudantes a ver que nãoS é IN EE M EE S E P P M M E de vista 1. permita que EEos estudantes EM d) o autorSpode ainda NP tenham acesso a SI M E E P I M E E P S do assunto N a respeito como – ainda é materiais estudaE pa. o jogo duplo EMPor isto S assunto está E lá. gar a esta conclusão. M imperativo que envolve as SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M c) há ainda outras que expressam o modo como COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE E M E E N E E P SI NP EM COM SUA PEcurioNP PE TURMA M o que infelizmente.M confrontar Stextos. IN S EE SI NP P I P M S o uso que faz e estereótipos sociais e culturais.IDENTIFICAÇÃO SI E minados propósitos e finalidades.IN S M E P M EE E E guns exemplos: que os estudantes possam ter acesso a diferentes S N M E E P P I M M M E E P S N E EE graus SIN M envolvam e expressões tipos de EEmateriais Eque PE diferentes IN como – evidentemenSI a) palavras NP P P PE I S M N E N S obviamente. seus sua sua concepção de ingênua de que tudo que é Epreciso saber IN M sobre oPEE P E N S E N I P P N E mais. ou SI P PE P M E M N E convencer oEE consumidor a se interessar por deterexploram o mesmo assunto. As IN PE freqüentes EM P IN ironias são E E M S M E N S P P persuadir o leitor a idéia. os leitores iniciancom a leitura de S SI SI N IN P I N M M I S S N E S reunindoPuma instrumentos para EE série de SI EM PE tes acabam M M E EM N N E E P NP poder E ler criticamente. P E M S E E S N E E N P P LINGUÍSTICAS escolhas SI SI EM PE IN NP leitor se INmantenha atento a determinadas E I M S S N P S E que acabam revelando as posições do autor. Não existem tex10 DO LEITOR – M N E E I E M E P E S E P P M M N E é preciso Ique Mtos neutros. inexplicavelmente. Os textos estabelecem conexões com outros PE EE EE Mui. P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 55 . nãoINdescarte também os textos que você E M M E M M S EE e políticas. produz a Scrença tes M aprendam como analisar do M do autor: EE o discurso NP E S I E PE P M E E S M E subjetividade.SIN SIaderir a determinada N N I P P I N M M S ao mesmo M S pertencem N E SI tasEM alegorias. E S E E o texto procurar E P M M E N PE NP as pistas EE versões. I M EE S N E N N P I I I M M E S S amenizar M N E o que afirma 1. aquilo M que não é literal. BUSCANDO P I SI IN NP PE EE IN Soutros NP EE I P S SI guagens podem apresentar tipos de estratéINFORMAÇÕES ADICIONAIS SE N P I S M M N S N SI seu pensaEE EE atravésEM EM gias das quais o autor expressa NECESSÁRIO SI P E P M M E P E N N P EE para Mnas charges SI EM SI mento. leiam textos diferentes o mesmo assunto. geralmente IN livro didático. Com isto. nas propagandas são usadas para ou porque EEporque SIN EE gênero. Mescreve –EM IN I E SI o autor Savalia N E S N P M I EE E E SI N S P P P samente. talvez – N E M P Tentar ler SI textos mais te. À vezes. IN IN I E E S S N S P P nhas. aprender 1.mais a saber SI S E Esta atividade sobre o assunto. EM N E I P I S E E S S E N P P M P proposições. em E IN fontes originais.

compartilham N N E P P M I M M E SI N N Conversar e descobrir PE EE e valores.CONSTRUÇÃO M EE de ficção cienS SI tífica cria NP E E P P I M M M E para DO S boas situações E TEXTO P IN SEMÂNTICA PE IN analisar conceitos M EE EE E S S N E P N P P I M científicos.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S comparar dois textos 3 – HABILIDADES A S per. isso Pvale EM PE da esfera IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S N do texto. explore o esquema pergunta / resposta. M leitor relata o texto N PE SI EE a maneira comoEE cada EEdepende-EM EE EM SI confirmam P N P P I E M 1. Paprofunda o reflexão a respeiE EE N SIestudo e a E M P IN SI Peça ou las. convide P 1. fornecendo sunto. bem como SI as res. Finalizado o trabalho M S N I E P S E M A LEIS SI desenvolvimento PE IN leu.EM E Outro aspecto é que leitores S N N N E P M P I I I E E 3. se o leitor P S I N E I M S N P expõe EE que leu e de que forma S M M que o autor duraMideológica subjacente SI EE as apresenta. I apóia-se Enos M M elementos M Epara com. em caso de compreensão. M E E E S S S S E N integral do texto. rá não dos obM EE mas também I SI não? N S S P N I E P S I S S já EM IN jetivos que orientaram sua leitura e do que ele PE IN M E S S E N 2. Eao P IN EE Per. buscando no IN N o texto. SIN P M N E P P I verificar de S M ou menor A identificação maior EE se há Sproblemas IN EM compreenIN IN com as expe. SI crenças novas SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P 3. É claro que M leitor é capaz de parafrasear o Sque EE PE de habilidades DURANTE E P M IN N M M TURA.sabia sobre S NP do texto EM M EE M EE o assunto. 4.EM P E E S N 2. SI preendê-lo? PE NP E P P I PE M a observar EE pou. ao explorar este esquema procure observar I I M E S possibilidades uma melhor compreensão S S N EE M permite EE P SI EM usam para NP as estratégias que os alunos respondêP M da obra. modelam suaEE I I M M S ajudam a pensar sobre o que S S E que E interpretações transitam entre grupos de leitores P SI EMconstrução EM PE PEque contribuem para Ea IN M texto pistas de M em determinados E S E lugares e épocas. compreende E E S P M N E P P de itens.é possível NP E M E P I S S N E E P informações S E riências relatadas.EEM EM SI experientes EE pode ajudar P S S N E E P os leitores iniciantes I N M P P SI IN conexões. As M Sdizer sobre SI N foi lido. M M E M N E N P M M EE também EE SI para os textos SI 2.SIN QUADRO E N N de divulgação científica E P I I P E NP S S N I P I N M M DEPOISS DA SEREM EXPLORADAS mite Ereconhecer os diferentes referenciais teóricos S N SI EE E SI EM EM P P LEITURA INTEGRAL DO TEXTO utilizados pelos autores. S S de problemas S N Nuti. em que EEM EMcada leitor S EEpalavra. I N E I M N SI P N S M SI N SI EE contextos históricos e geográficos reais. P P M I E N M vão moldando os contornos do que cada leitor pode M S P E E SI IN e que oNPE EE que problematizam IN E E N S S guntas o que o leitor diz P I P P interpretação. porque aS linguagem M EE NP INoral consM S I tabelecer E P S E M S M N CABE O QUE PEAO PROFESSORPE M EE facilitam E EE trói pontes que da linguaSI N P P M I N M E a compreensão I E REALIZAR COM SUA TURMA S S N N E P M I E I EM E gem escrita. construímos mentalmente. S SI EM PE IN IN IN M EE S N S E P M PE I Durante a leitura. antes de desanimar ou desqualificar N debater autor. indicações para de SI SI M EM sustentação NP EE P P E I E M E P P S partir de textos N N EE PE debates a que messua P leitura e acolhendo outras IN SI SI 3.SIcrie com a análise de ra. a velocidade com que EM a es.Msão. N S livros N a escola tenha. uma espécie PE M EM M EE semântica NP SI M N E I E M P I E EE S E P E S mo que nos permite monitorar o próprio processo N E P P E I N M P Critérios para avaliar os E de leitura. IN conseguiu conectar aPadesão maior ou menor SI Nas EMà mol. da leituM E P S E E de trabalho M IN NP NP situações EM escrito para EM P I M 4. apresente dois de síntese semântica M escolar. EM E P S M N E P E M expressivos mobilizados P N como resposta. do registro a melhor compreensão. a S M E E S N E E M SI de resuNP AVALIAÇÃO síntese do texto. Caso M SI SI · construção SI NP EM I EE didáticos diferentes EE M E S P que desenvolvem o mesmo as· troca de impressões a respeito dos textos E P P M M E N N M N EE SI EE EM lidos.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 56 . SI apreciar os recursos peloEM cho apresentado IN M SI PE EE IN S E E P S N M P Etemas polêmicos. E S E S P N P I E M M P DEPOIS M DA LEITURA TEXTOIN N DE UM S P EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E SESTA HABILIDADE IN N A leitura PE COMO DESENVOLVER M EE provoca o desejo de comS SI NP de um texto E N P I I M M E M S S N E E E P COM SUA TURMA I M E E partilhar com outrosPE leitores algumas das impresS N EE SI NP NP EM NP Por EM sões que N M P I I I I essa experiência tenha provocado. verifica se suas hipóteses se ou P N S P só do que PE IN IN N está escrito. ofereça sempre uma paráfrase do treEM N PE EE IN to dosSIconteúdos das diversasS áreas curriculares. finalizada a leitura PE que a leitura de um SI NP EM PE IN essa razão é que se pode I dizer M E N S SI N E M P M alguns fazerem um SI convoca texto a dizer sua PEalunos para EE resumo oral. promova NP posições. E S M E E S E E IN PE EM PE a identificação NP NP textos ficcionaisS que permitam deEEM · S avaliação crítica PE do texto. M EE EE sentidos Sdo mesmo.co experientes PE têm dificuldade para relacionar as SI PEliza quais estratégias Epara SI NP EM solucioná-los? N I I M N S E P M entre siSe acabam apresentando o texto como SI EM SI EM E PE Eidéias IN o texto globalmente? M 4. em função da finalidade S clam características de diferentes gêneros. PE IN o IN alunos quanto ao S SI NP M E N I S de compreensão. a leitura de contos e novelas DA SÍNTESE N SI IN M EE 1 . IN M I S N M S I S N E EE I · utilização. NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E 5. Discutir textosE com leitores mais M N uma lista SI lê é adequada? EE P IN IN 5.

conheceEE N de outrosP leitores que E E por dicas EM P I P P M E E E S N E N N P 2. ao receber M IN M S E E uma excelente oportunidade para o professor iden-PE uma resposta. pois Ao ler.M NP palavra do NP são pressupõe SI N P M I I I S S S N 5. portanto. AS escrita de resumos éEuma dizer que identifique pistas EE im. IN M EM E E S S M NP E E P E M suntos que estiverem discutindo.IN UTILIZAÇÃO. valores.SLer e escrever a respeito EE do EE ESUA SI NPções de causa S P P P SUSTENTAÇÃO DE LEITURA E I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M ACOLHENDO E material lido assegura OUTRAS POSIÇÕES EE uma leitura NP mais reflexiva que SI M EM EE P I M E E P S N favorece a aprendizagem. PE EE SI atenta da SI debates. para Pgêneros SI de leitores. promova o encontro dos estudantes com N E P P P I IN E E S N N S N P P I M EE conceitos das currículo que pessoas da comunidade ou outros SI N os EMáreas doEE SI diferentes N convidados. explicarem pois explicar é uma for.TROCA EE critérios: SIN IN M M S E P S E E M hierarquizar. EE PE IN NP de aprender. PE E I P I E M S E E S N S E E N P P novas estratégias SI SIapenas ao ler. M SI M N S E N P E I P I 4. mas EM PE IN NP se aprendem IN E I M S S N P S E também quandoEM se conversa com outros 3 .M postas dos alunos. a escrita tem um papel decisivo M M E E N S E I M E P M E M S E N NP to. SI momentos NCada leitor IN P I N M M I S S N E E S ser estimulado e na Sala de e livros codeve a posicionar-se frente ao que SI EM PE Leitura. lembre-se N E E I E M E P E S E P P M M N E perguntas. que se definem pela cultura SI munidades EE SI EE 1. revistas e telejornais poexige. M focando EE M de que é preciso temEM as relações SI E en. Mpo para desintoxicá-los NNão tre Iespaços e concepções N das falsas E científicas. estimule alguns estudantes EM a NP SI P I M M E S P M EE EM EE estes Etrechos. DO respeito do texto. ETextos PE de aula M M EM N N E E P NP I muns. S SI gostos.por isto. Leitores se constroem M que esEE na relação NP SUA TURMA M E S I E PE P M E E M S M E P E E outros leitores. junto com os estudantes. PE tabelecem com até organizando coIN EE M P E E N S E N P I P P N M E organize S M N SI N N daSIesfera escolar.EEM E I M E S E P E dem conter aos encontro do outro. NP M conteúdos EM EM M es. E 4.SIN N M E P P I M M M E E P S E IN EE o que SIN maSmuito eficiente Em relação aos esfera escolar. PE PE EE A defender EE SI NP EM N P N I P M ou refutar argumentos. mas é preciso não esquecer Eque I M a compreenM I E M E E S S N E S E P P P M E E SI N N N ricos escuta outros. que S P I I M E S S N P P EE estudantes precisam possam conversar SI EM ou asM com eles sobre as obras IN aprender. deslocar-se do ponto de vista pes. estabelecer relaFORNECENDO INDICAÇÕES PARA M M I I E S N E S M IN e efeito. explicar informações mais RESPEITO DOS TEXTOS LIDOS. COM SUA TURMA M como Ciências.soal para ir ao P I IN temas relacionados M E E E E S S M E N E P e confrontação de PE idéias EEM SI EE NP colares. N P SI SI NP NP PE EE Iestimule SI N EE I P S SI 3. EM estudantes PE o que Eos IN de um EM EE aprenderam. contribuindo para informações e na memorização dos EE EE EEzação dasEM P SIconNP uma leitura mais significativa. fornecem combustível para leu. as informações do E P M M E N PE NP EE texto a M EE constituído EE vista sobre rentes de partir de um filtro ideológico SI os temas.M M EE E P M N PE entre passado e presente. identificar. ensine-os a elaborar resumos escritos dos perguntas para tentar o que P EE E ele quis S S compreender N N I P P I N M M S N E SI EM ferramenta textos. E M N complexas. casoSidentifique EE NP EM PARA REGISTRO passagens de S N P P I P M I E S N N S N EE MELHOR SI COMPREENSÃO SI ensão para a turma. definições e fundamentos presentes no na organiI tex. EMuse gráficos SI NP PE pois estes IN e tabelas I E E S SI N S P P a elaboração de inferências M SI e aprender a analisáIN IN M M EE DESENVOLVER S S M E P P los é muito importante para o trabalho em áreas COMO ESTA HABILIDADE M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M Geografia e Matemática. notícias de jornal. SI P NP I P I M N E S M N I S teúdos lidos. aparentemente S E E P M M E P E N N E P M E N tificar procure dirigir-lhe SI SI equivocada.SINcom os alunos M SI E EM entado E P M M E E E gráficos. Promova debates PE IN NP P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 57 . Pestudante. usando diversos DE IMPRESSÕES SI IN M 2 . permitem SIN mos SI EM NP e respeitamos. mapas conceituais. E M P M N PE SI EM PElidos EE IN os textos SI N EE E Compartilhar impressões sobre I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I HABILIDADE I textos da esfera jornalística e SI S E COMO DESENVOLVER ESTA é muito comum em E S S N P E I M S EM M IN COM literária. Os registros escritos permitem ao leiEM N E I P I E S E E S S E N P P A M P M tor sintetizar elementos. a reprodução oral do texto. NP I P M S esquemas comum. pois é M N P I S S IN E EM 1. EMtextos da P P PE I S M N E N S N jogo é a E M P dimensãoSIdo ler para 6. a escuta democrática.SIN SI para reforEM e fazer com P PE P M E M N portante para compreender gêneros da mular algo que compreendido. EM FUNÇÃO DA SI EM leitores aPE M E M E S E E P FINALIDADE DE LEITURA. I S M N S M N E M Eexercite M há dife. PE EE IN M P S EM N E ceitos.M SIcada leitorSIprocessa E E E 3. EM por EEM NP P IN P P SI pontos I E M E N S E P N E N I P Pcrenças. os conestáSIem SI aprender. Muito M P EE PE IN da compreEE TEXTO EM EE P NP se lê se P IN S N I M P I do que constrói através de conver4 AVALIAÇÃO CRÍTICA DO Sensão M N E S E S N N SI EE PE SI SI NP P sas a respeito do texto. N EE EE não tenha SI esfera esNP EM EM SI EM P P M E E E SI EM colar ou de divulgação científica que veiculam os 2. planeje de troca de idéias em sala suas opiniões. Muito do que N representações visuais: Mesfera literária EE lemos da M é ori. N P M M M E M SI IN PE INdifícil compreEE ESCRITO EE 5. previamente lidos.

PE SI E M SI M E riais há em sua casa? E N E E P I M P E E maior a apropriação S N gêneros. ComIN que EM PE PE P M E S NP N EM N E N M P I I I I M E E a. identifica o idéia S tema e a E M M principal? SI V. de S é preciso N SI para poder construir situações EM PE econômica. impossível S SI P N S ter consSI do professor N SIalgum com EE como EEM NP EM 2. livros EE M NP a individualidade e Sa P SI IN EE do estudante criatividade em PEE EM S EE SI P N I E b. idade. E S ensino que Com SI EM PE IN base em pesquiM E PE o que os estudantes do M professor entre já são capaS E P IN sas que investigam o letramento. e jogos P I I M M E M S S N E E P frequência AVALIAÇÃO EE SI IV. É importante que SI M com SI EM consistente NP o professor EE possibilite P P E I E M Para desenvolver um trabalho E P P S E N E IN P ao expressar. P M mais transparece Idos N M a. N M EM I S N E Eé I S sa e favorecer a consciência de seu discurso. SI P N entrevistados: P M SI I.N N Aproximadamente. P M processaSsua compreensão M SI SI A QUE SI NPERTENCE EM I EE portanto a partir de À ESCOLA EE M E S P relações dinâmicas. pois permitiSIde idéias. E E S hostil às reflexões dos N E P P E I N M rá que a escola possa Poferecer aos I E estudantes PE IN o IN inclui a mediação S Sa NP M E N I S 3. vai ao cinema N S SI N E I M P M M S DAS SI DESENVOLVIMENTO PE vai ao teatro? EE IN c. E IN S N S sexo. vai a bibliotecas? N P EE PE SI EM acessa EM P IN M E E N VI. é a partir ECONHECER PE PE de sua Sprópria palavra IN que oNleitor PE M EE DO PEE E S N N E P P I I I LETRAMENTO DA COMUNIDADE E S N N N da palavra douS outro. condução dos debates M S N I E P S de fato precisam. DadosS gerais dos EE SI N E IN 4. vê TV? SI EM EM PE PE IN M E M do texto? E S E N N E P P d. para que Eatividades? IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 58 . de modo coerente? M Ecassete EE Smúsicas? S texto lido N P NP e. cria PE M M um ambiente EE de escolar é um bom ponto de partida.M vídeos ou DVD M E S N N PE M de informação EE CR rooms SI SI NP E N d. P textos científicos tendem a empregar linguaI M E S S nível de escolaridade E N I M M NP mascaraPE gem Sobjetiva eE impessoal que a intenção EM EM M EE ler livros? M EE II. escuta CD. a debater SI para começar EM SI EM EM PE Com que freqüência? Compra em bancas? Epartes? IN M E E S P M N E P P O leitor. CD musicais M P N S P EM N IN Morais e escritas.Ppor M N EE I E M P I E EE S estudantes. compreende SI SI conteúdos não Pb. criticamente. ao interagir com 5. M democráticas EE SI S N S E P M PE I trocas na sala de aula. comEa M inserção sócioEE EE E S S N P N P P I M valores da turma.PE PE IN compra? IN EM SI Lê revistas? EE Como Sas EM S N EE E P das estruturas dos gêneros. visita P S I N M E I M S N E 1. P Hábitos culturais: costuma SI N E P P I PE M EE Por que EM E do autor. Numa ciPE SI PE NP NP EM dade como compreendê-lo melhor. é responsabilidade I I P M E S não tenha contato a escrita. IN IN conhecê-las. sugerimos alguns N M M E M N P SI e opinar eEE EE de refletir zes o que o regente tem a inEE EM que podem SI EE P N EM P P aspectos ser investigados: I E M P E Ntenção deMpropiciar como S N P N E I P I estudo. apodera-se E M N M SI textos. Com que freqüência EE NP PE M I EE P E E S EM N 2. EM EE EE P M S N E P P I E M HABILIDADES N S d. realiza viagens de férias? E S S S S N P E EE PARA AVALIAR O P SI ? NP EM PCRITÉRIOS IN M E b. proIN M e qualidade desse contato E M E S SI e se esforçar N E P P M M para Pcompreender e IN EE SI EM PE correlacionadas IN as perspectivas fundamente. de P I P M EE N 5. identifica e recupera as informações literais? P P M I E N M E M I E a. escuta rádio? M E EM sintetiza Io SI SI EM N PE IN E4. penIN o que S Scompetências SI estudante NP leitora e IN PE I S a ampliação das escritora. PE é quase I N E E I M quem N São Paulo. mas S P N EE ponto de vista a respeito ciência do P seu NP EM EM de um texto quantidade SI estão.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M A ESCOLA EE S ORGANIZAR PARA COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE N COMO S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M IMPLEMENTAR COM SUA TURMA S S N ESTE REFERENCIAL? SI EE EE SI EM EM P P M M E M E N E E P IN M M M AS CARACETRÍTICAS SI 1. complexas E P P M M E N N M N EE SI EE EM e tensas. quantos destes E S N M SI contextos sociais adequados Quanto EM para utilizá-los. danM E P S E importante conhecer as características do letramento E M IN NP NP a oportunidade EM EM do também P I M de seus interlocutores I E S M E E S E S da comunidade a qual à N E pertence E Mescola. suas E M EE produções I SI N S E I E P S P c. de seus estilos e dos E I N M P P I P S III. com que frequência? P S M SI N E P E M P N SI IN acessa? EM b. avalia. S N E N I M P o texto lido? I I M E S E S S f. pratica esportes? S N P E N E P S E N 3. N PE PE M explícitos. Você a Internet S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E a. Desvelar o modo de construção desses S N N N E P M P I I I motivos bibliotecas? E Costuma freqüentar E S S S os leu? N N PE M produzem é uma alternativa SI PEtextos e o efeito queEE SI NP N I I Consulta dicionários? Costuma ler jornais? Quais M N S S E P a respeito. mate. A imposição M E E S N Envolver nesta investigação toda a comunidaE M SI PE M parte do N NP professor. assiste MDEPOISINDA LEITURA N NP SI de música? EE PEa espetáculos SI S N EE EM P SI N M E P I exposições e museus? SI N E e. que vê vídeos ou DVD? SI N SI N E I N I I M M E S envolvem e integração de segmentos S S a inferência E E P c. S onde M SI PE EE IN E E P S N P E EM N SI c. Uso da Internet. publicamente.

e redigem M EE possa E E S EM P textos para que a escola reunir informações para N P M que excedem as expectativas M M I E M E N E E S N P I P M I de acessar e para os diferentes E anos do E E EE S são asIN ciclo? conhecer quais capacidades S N P P P M I E S N N S N EE SI SI processar informações escritas que os estudantes EM NP SI P I M M E S P poder SIN M EE EM então.PEE IN uso da P E E N S N I P P N M E uma forma S ini. E dos verificar se todos estão aplicando EE NP os mesmos crité. EE IN M M S S E P S E E M apontar. E S S N P E I S indiEM EM modo a M M IN atividade seja realizada orientando o planejamento permitir que É importante que Ede NP M E S I E PE P M E E M S M E E P E E de fato. as aprendizagens consolidadas.Realizar M N SI N N escritores. Sugerimos que. tente identificar: que não se crie nenhum N M EE INde garantir M SI E EM S E P EM M M E E E revelam não dominar o sistrangimento para asEcrianças. contos fábulas) para que os estuEM N E I P I E S E E S S E N P P M Pindicadores M bore. como por exemplo na tabela que segue. para EE demonstram ter construído até PROPOSTA DE ENCAMINHAMENTO N M E E P P I M M M E E P N N E E EE avaliar para oSprosseguiDA DA EE PRIMEIRA P SI IN SI quais são NP suas condições EM FASE P P PE I S M N E N S M P DIAGNÓSTICA IN SI mento da aprendizagem de sua escolaridade EE SI SAVALIAÇÃO Pnas EE IN M P S EM N E diferentesM áreas do conhecimento. trechos EE EE M E P SI de NP SI P NP E I P I M N E S M N I esta S finalidade. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E para ler o que escrevem e têm da M P N pouco Edomínio EM SI SI NP PE IN SI NP EE I P S SI escrita? N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N EE M SI EM SI IN PE NP EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 59 . alguns da IN SI leiam em voz alta para algum professor IN que possam dantes M previamente. serão ponha que respondam a uma questão sobre I S EM P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E as chances de realizar um trabalho significativo. S P P P de ensino. Em seguida proM P M N EEque rios PEna avaliação SI Eaberta EM EE IN maioresNP SI a equipePescolar N E E conseguir reunir. equipe. IN o sistema IN de escrita para ler ou I E E S S N S P Pas sondagens são realizadas punho? EM que é importante seu SI IN IN M M revelam E S S M E P P b) quais estudantes pouca fluência registro.M M EE E P M N PE EE M OS ESTUDANTES EM SI alguma M EM c) quais os estudantes que lêem com DIAGNOSTICAR OEE QUE N E I E M P E S E P E APRENDER fluência e que redigem com da esJÁ SABEM E O QUE M N IN NP PRECISAM EM algum domínio PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P crita? SI SI EM PE IN NP IN E I M S S N P os estudantes queSIlêem. o conteúdo do texto. sugestões EE M serão apresentadasEM IN P te. I M E E N S E I M E P M E avaliação S diagnóstica com EM Selecione textos (pequenas E realizar uma N NP Para notícias. fazer P todos possam linguagem esvidualmente para não comprometer osEM resultados. de fato. a sondagem individualmente é SI crita como EE SI SI EE SI leitores eM NP P I P S tipo de conscialmente. jovens e adultos N Ea) quais estudantes EM que PE P P I P M E E E S N E N N P P P medida SIN M dominam tema aindaEnão SI redigir textos EM SI de próprio NÀ PE de escrita. considerando os conhecimentos Este procedimento permitirá à equipe M EE S N E N N P I I I M M E S S S N Mestudantes. sugerimos que a equipe escolar elalivros didáticos.SI M EM EE Quanto maior for o número de informações P I M E E P S N dos resultados. Antes da leitura permita que os estudantes E M E E N E E P I P P M S N N a reorientação PE Mse de Eobjetivos eN práticas conheçam oPE texto – lendo-o silenciosamente – M IN EE SI para indicar EM SI S N P I M I EE E E S prévios IN desejarem. fluentemenS d) Quais Nesta seção.

pág.” que atuam no ciclo I e do regente da I E S E E S E S N E M E PE E SI P NP NP AsSdesgraças dos servem deMensinaSala de Apoio Pedagógico (SAP). A raposa correu.Iraposa N S E N N fase. tabelas P I M E S S E N M M M informações podem Eoferecer SI diversificar NP de diferentes portante de leitura. PROVA SI SI EM EM PE PARTIR M E SI E EM estudantes N E P P I M E Analisando o desempenho dos é DA MATRIZ M E S E N N E P P M M M E SI SI que a equipe N N PE in. São Paulo. para o qual a moral NP P I P M SI N S N E N ELABORADA A SI aplicada.Mtradução direta do grego que os façam E N planejar atividades SI do de NeiIN EE (ESOPO M E conquistar maior S SI autonomia. 2. nível EE EE importante SI tanto em SI N P E NP P I P M N S M quanto Sem PE dividual. IN M E N S SI N E I M P M S em queEM seja possível SI 3. O que S SI em vários P N PE para enganar SI M – pois é muito imSI As questões EE listas. Uma · Houve diferença de desempenho S nos Uma cigarra cantava I textos N EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 60 . duziu tenha devorado. gráficos. ao Sacreditares I S N M S E I S N E S que vi asas me relação às raposas desde momento ajuda do coordenador pedagógico. Em P SI dizendoM EM EM P convidou-a a descer. S organize M N N N ra. quesS N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M tões que envolvam os seguintes domínios de S S leiN N EE NP SI SI EM M P M COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO E SI tura: EM E SI E P E IN M E E S P M N E P P localização e recuperação a) de informação M N M SI EE PE IN IN EM SI EE que a cigarra P EM S S N EE E P (ler nas linhas): os leitores precisam buscar e re3.M E PE M IN E P E E S N mática a possível no EE P P E M M INum acontecimento EMdo texto S SI N P E N E I E I E E N EXEMPLO S possa ser S mundo da fábula DE UMA POSSÍVEL P real.004. é importante seguir E P I I P E S NP S S N I P I N M M Parada à vestigando a respeito do que sabem cada um dos S S voz e Npôs-se a admirar a sua SI sua frente. IN Mpossibilidades. NP Organizar E E P P I M M M E de Smolka. I M E E E S N E E SI NP NP EM NP argumentos para avaliar e Ijulgar as EM res constroem NP M P I I I M E E E S S S S E N P idéias REFLEXÃO PE SI NP EM PE do texto. Concluída esta in. mento para homens decifram e apresentam pouco domínio. que desejava ver de grupos relação aos estudantes M E M N N E P M M EE bela voz. em IN S E Completas P IN Fábulas PE atividades IN permanentes M . paraSIa raposa?M EM PE SI E SI M E E N E E P I M P E E b) compreensão (ler entre as esta o leitor deve reS N e interpretação P M N M Para responder EE questão. RelatePum M N EE acontecimento IN NP SI da fábula. tente interpretar M EE literária SI TEXTO E E N P E M M E SI N os resultados. IN PE pois euM minha saber quais são suas hipóteses. Pode-se neste IN SI Nque IN PE cara. EE EE E S S N E P N P P I M que leiam textosSIpreviamente ensaiados S 2. verso. passo sua E escrita para SI é interpretar M EM “Tu te E NP P P E I M E P P S N E P desceria. um artifício. SI N E IN que envolvem localização e recusa. construa PE EE IN EM uma matriz EE E P M S N E P P I M que tamrelacionar a esfera discursiva e o gênero a que percotidiano N S 4.EE IN segmentos EE relacionar tanto lacionar vários do texto: como a cigarra E S EE SI P N P I E M M P N S estrume de P uma raposa.M EE escolar. EE SI Se N EE EM tencem os P SI textos selecionados os domínios de bém poderá ilustrar a moral N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E P leitura que serão S avaliados. por isto resolveu SIN M EEque esta a SI NP E N P I I M E M S S N EM E E trás das linhas): os P c) reflexão (ler por leitoprevenir-se contra animais dessa espécie. elabore. EE a perto SI SI não estão EM Ptão PE alfabetizados. EM PE M E M peração EE as condições EE SI N E P P P I PE M M EE E graus de complexidade. pensando que o sistema de escrita. EE SI S N S E P M PE I mas M E E S N E E M SI NP E RECUPERAÇÃO PE M EM M EELOCALIZAÇÃO NP SI M N E I E M P I E EE S ENCAMINHAMENTO E P E S PROPOSTA DE DE INFORMAÇÃO N E P P E I N M P S N E PE IN IDA SI NP M E N I S DASEGUNDA FASE M S N I E P S E M S SI PE INquando a raposa M EE PE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 1. Onde a cigarra cantava S E P M IN N M M M N PE SI EE chegou? EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N cigarra jogou a a raposa? 1. mas enganas.180) N EM PE IN são algu. Por preparou uma emboscada E I N M P P I P S N E S N N M cuperar informações explícitas no texto. Um E P P M M E N N N EM EEesta lhe disse: SI EE importante EM fosse a SI cigarra. 1: esfera – fábula SIN IN nível coletivo. EE EE identificados. M A atividade exige SI EE a capacidade de aplicar EM a te..M M SI NP linhas): os leitores precisam P SI e inte. o animal Eque possuía que é importante que IN P M EE E a cigarE EE S N N N P P P I I I E S emboscada. Para os que jáEEM PE vizinhos I N E I N SI P N P S é preciso E M M SI SI sensatos. tratar-se de uma arrancou para que eles tenham ScondiM escola se M SI SI supondo SI NP E I EE ções de compreender EE M E S P uma folha e a jogou.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M imaginou EE S querendo devorá-la. para os textos selecionados. Epedir PE SI previno em EM P M M N E M I NP N E estrume M E dos colegas P I M de cigarra no de uma raposa. IN viu asas de cigarra no M grar segmentos do texto como M EE IN de. M EE EE NP SI E NP I M P P I M S · Os estudantes tiveram um desempenho meA IN cigarra e a formigaS E PE EE IN EM E P S M S N E E M P N gênero de texto? SI NP EM lhor emSIalgum M SI PE EE IN E E P S N M P E em uma árvore alta.PEE SI deduzirEinformações N S E I S P M M E S N PE implícitas. selecione textos formatos – proM S N 2.Moderna. IN IN PE M EE EE S S E P P N M M E .

PE SI Ealgum EE NP PE IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 61 . o natural quanto alguns aparecem M EE é M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M deixandoP de escrever. EE PE Envolver-se IN P M I S N N E S N P M SI SI o descrito.domínio IN M M em todas. antes M SI EM SI IN PE P IN de começar E E M S M E N S P escrevendo.S cia das práticas N M E E P I M M M E P S de textos escrevem-se E PE leitura eINde EE Quais SIN em variados gêneros dosSIN na práticaINde produção EE PE textuais. M SI IN en. SI M na cultura M E E N E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S ORGANIZAR O TRABALHO COM ANEXO EM N E I P I E S E E S S E N P P M P ESFERAS M DAS GÊNEROS ESCRITOS DE APOIO SI N IN M OS GÊNEROS EE IN M M SI S E P S E E M DISCURSIVAS PRIVILEGIADAS À LEITURA E Á PREPARAÇÃO OU E M E E N E E SI NP EM DOCUMENTAÇÃO NP PE NP DE TEXTOS PE M NAS ÁREAS DO ORAIS M M I E SI N E E SI DIFERENTES S N P M I EE E E AO LONGO E SI N S P P P CURRÍCULO DOS I M EE S N E N N P I I I M M E S a finali. Para tanto. uma idéia bem mais precisa da diversiE P M M M E E N PE NP EE relacionados EE a que os M Permitem recapitular nomes dade IIE SI estudantes EM a um EEM NP do cicloNP IN P P SI de gêneros I E M E S E P N E N I P P E determinado assunto. em função de seus objeN E P P P I IN E E S N N S N P P I EE fala. N – EM experiências EM didáticas SI N P I I M E E S S N P P EE com graus de complexidade crescente – que pro2. EM P P PE S M N E I N S explícitos. frequentar IN gêneros é uma exigênM M permite que os coordenadores EE S M N E P I M tornem os EE E processos E professores sociais de linguagem: lêem-se e gicos Pe envolvi. EM EM possí-PE da comunidade IN M E E S E EMconhe.são S EE IN M P S EM N E do para conduzir este trabalho? serção dos estudantes letrada.S prios processos de Erevisão NP EM EM pois PE P P I P M E E E S N E N N P P acabam seu SIN to SI EM EM fazendo SI gêneros são NP PE usuário Samplie IN com queNo INisto. Se a criança ou mais freqüentes em uma área do que em outra.M N que comIN P I N M I S S N E E S algo. I P continuar acolhido para necessário que a Sequipe escolar PE construa EE EE um re. Levantar quais são os gêneros de texto que E S S N P E I M EM M IN A escrita é um procedimento. à E uma M série de gêneros que dão neros acrescentar ou eliminar são decisões da equiN suporteSIà M EE NP E EM SI Esituações PE P M E E E SIpe escolar EM preparação de mais formais do uso da que seleciona. levantar põem características de um mesmo 3.IN S S M ANOS QUE E Muitos dos textos têm COMPÕEM OS CICLOS EE que produzimos S NP M EM EE DO ENSINO FUNDAMENTAL P I M E E P S e organizá-las N informações dade para E E de selecionar M P I M M N E E P S I E N E P E S N participarmos. Finalizada esta quais SI EM de pensar PE etapa. ao planejamento de tivos. IN NP E I M E M S E S E E rão assim. IN IN M EM E E S S M NP E E P E M movam Mdiferentes se de reúP que os professores EE o prazer de escrever. concluída SI EM sugereM a análise do instrumento. identificar podem estar S SI elementos SI expostos.M M EE E P M N PE reunidas no diagnóstico EE EM SI EM a) as informações do M em prosa ou em verso? EEM N E I E M P E S E P P M M N E domínio de linguagem escrita · Houve de desempenho entre textos M N I N E pelos estudantes. EE o texto S M escritores N SI é necessário N N E com Como na escola. como N PEescolar. é hora PE M M E EM N N E E P NP I elemento. que se Saprenfreqüentam as diferentes áreas pasM EE é um primeiro NP M E S I E PE P E E M textos produzidos EM S M E para organizar P Eos E PE com aNlinde escrevendo e discutindo so um trabalho produtivo IN M P E E S N PE I P P N M mais experientes. S I M P P I textuais mais Snam M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N · LISTAS freqüentes Os educadores teS M SI M em cada disciplina. P da situação M que fujam N SI Não SI NP PE Aposta-se EE IN se deseja. N N P EE oEM escritor iniciante precisa sentir-se 1. o que contribui M para aEE P e qual o Seducador IN esses gêneros mais cada vez mais SI indicaP in. de forma M mais produtiva. ficará claro como determinados I E E S S P P dos padrões da escrita. Os itens que compõem uma lista podem os gêneros que os estudantes de cada ano do ciclo I M M I E M E E S S E N E S E P P P I M E N N N precisarão ler. I P SI guagem escrita I E I E S S S N PE SI é produto de sucessivas versões. M S N N E As atividades de envolvem pertório de textos a S serem usados.M P c) os objetivos das diferentes áreas do veis a partir da análise dos resultados? N P M M M I E E N E E S N P I P M I EE S cimento por ano em um trabalho deSpesquisa. PE INáreas se N M EE EE os gêneros P NP listando IN em grupos. SIESTE TRABALHO N na transformaEE é isso que I P S SI COMO REALIZAR N P I S M M N S N SI EE EM que issoPEE çãoMproduzida pela própria escrita e para SI EM E P M E P E qualquer levantamento é aconteça. EE SI EE SI Que gêEM comum P PE P M E M N leitura. os textos mais S SI indicados. quais são os gêneros selecionados pelo autor. EE S S M E P P o jovem sente sua imagem ameaçada.SIN N N I P P I N M M I S registro previstas. EEM a) aprendizagem as IN verticalmente de modo M de ensino de todas S EE e os objetivos S E P b) em esquemas ouM tabelas. SI EM PE de debates PE IN SI N E NP S N I N E M P I I SI S E ou exposições orais. PE E diferença I P I E M S E E S N S E E N P P b) a pesquisa a respeito do nível SI SI EM PE de letramento IN NP ficcionais IN e não ficcionais? E I M S S N P S E em que a escola · Quais os encaminhamentos didáticos SIse insere. Fei. os próum exame cuidadoso didático para listar INescrito NP EM do livro I M M E M S EM M EE EE EE são formadores. diferentes pedagóSI PE 4. Esta deverá considerar: NP M EM EM M PE I IN seleção N E E E E S S M E E P M critério. organizados por áreas. considerandoSsuas possibilidades dePE ser dispostos: PE EE SI SI NP N SI N P M I I I M S hierárquico S ou não.

M NP SIções entre N E E M P I E EE S das informações E P E as informações S texto. significativas ou anotar E P P M M E N N M N EE do professor SI EE EM b)Mexpectativas ao SI passagens queSI revelam como as M EM em relação NP o autorPorganizou EE P P E I E E P S de tomarNnotas: N N E PE desempenho dos idéias.EM P N EE M SI NP EM Expressa P M SI IN o julgamento E E deEE quem escreveu.S M E as ligações de causa S de pequenas N a explicar E E EM P tina-se IndicaS passo a E passo. certa exS S compartilhar E E P SI EM EM PE como PE IN M E Refere-se a acontecimentos dados M periência. P I M d) em que da atividade IN E S M E E S E N E P PE EM SI PE Ndo NP EM diferente esperado? b) frases: pequenos resumos referentes aos PE I N E E I M N S SI P N S SI ou mais significativos. EM SI PE IN M E M E S SI N E E P P M M · ESQUEMAS SI EM PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M · RESUMO S N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I Os esquemas permitem visualizar as articulaM E E S N E E M SI do que NP necessariamente. seqüência de ações. diferentes M M SIrelações entre EE si.SUma um texto. com PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E tas horizontalmente nas S N linhas. · TABELAS S N N N E P M P I I I E EE E S S Sb) substitua N N P P I E I M S outros mais S N alguns elementos por N EE NP SI SI EM M P M M gerais. sem SI texto original EMobjetivo. M EEÉ o texto. devemos cruzar as informações disE I N M P P I P S N E S as disposN N M S·I COMENTÁRIO postas verticalmente nas EM colunas. Há algumas formas I SI alunos. oIN original. Podemos anotar M de de constituírem IN sugestão: M SI as opiniões SI NP EM I EE mações que consideramos EE M E S P a) apresentação do planejamento da atividade. P I M E S S E N M M M SI NP não importantes EM PE M EE para a compreenM rem a detalhes EE EE SI N E P P P I PE M M EE E são de outras passagens.IN N PE resumo resulta M EE e o comentário SI NP E N P I I Me efeito en. mantendo SI e setas. Antes PE EE IN EM de elaborar EE EE P M S N E P P I E elaborado por te imaginarPcomo resolver S M algumas N IN Resumo E EM N questões: o que N SPincigher PE SI SI N EE finalidade? EM se quer fazer? P SI Marta Leonor Silva Pacheco Vieira ComPque N M E I SI N E P S I N M E I M S N E S M SI EE NP EM PE M I EE P E E S EM N · RELATO P P M I E N M E M I E S N P E N E P S N SI SI PE N PE PE M SI N SI N E I N I I M M E S Permite com os outros. EE EEusar chaves EM texto. usando de numeração. I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 62 . N SI final: significado EE da rea.EEM e) apreciação pessoal aspectos mais importantes NP EM I I P M E S S E P N lização NP EM da experiência. A combinação · ROTEIRO M EE INentre o PEE SI N S E I E S P M M E S na resenha. deste relata precisa fazer M EE EE SI SI modo. mais curto os contribuindo para PE M EM diversos Ielementos.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S · ANOTAÇÕES N · RELATÓRIO S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M S S SI IN EE EE S EM a partir de EM P P É um gênero que apresenta informações de São pequenas sínteses construídas M M E M N N E P M M EE EE SIescrito). Como um texto. a) palavras – chave: termos significativos dos M E P S E P E M IN foi NP EM o desenvolvimento EM temas Stratados. estabelecendo progressão PE SI NP EM pensamento PE IN M E N S SI N E I M P M M é importanS um roteiro entre SI elas. Permitem apresentar de maneira organizada E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P os elementos P dados que mantêm selecione apenas essenciais. ParaSIN PE IN IN EM EE P EM S S N EE E P ler uma tabela. M S N I E P S E S SI EM impor-M de e deve-se PE IN Emais PE procurar observar os pontosMessencipalavra ou frase que traduz o elemento S E P M IN N M M N PE SI quisermos EE Se não ais do fidelidade ao pensamento tante.INpoEE P EM P P E M P E Ndemos mostrar S N P N E I P I do as relações entre as diversas parM INresumir: PE S N autor. deve apresentar unidaum esquema claro. usando apenas mais ima compreensão e fixação do E P P E N M P E PE IN IN deve-se isolar a S SI NP M Para elaborar E N I S portantes. M P PE (oral ou modo procurando deixar em segundo plaum IN a necessidaP EE E EE S N N E N P P P I I I E S N S infor. através I M E E S N EE e mantém SI NP NP fidelidade EMao NP uma tre fatos e acontecimentos como realizar algo. apresentando EM descrições.no N de quem oSescreveu. Para S SI P N M SI a) corte S EE marcadores SI N E IN as palavras e expressões que se refetes. NP M P I I I I M E E E S S S S E N P do autor. E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE passados. quem N P NP P I P M EE N na existência daquilo S N E N I M P crer que conta. Ele des. INP SI IN M PE S N M S I S N E EE I c) relato do desenvolvimento da S atividade. S EE SI P N P I M M P N P IN Pode articular-se ao S M resumo.

EEM IN SI ro textualPa N EE I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N P E I M S EM M IN M EE NP M E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N SI EE SI SI EE SI NP P I P M S N EE IN M M SI EM EM S E P M M E E E EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N P P N SI EM EM SI SI NP PE IN IN I E E S SAnotações N S P P M SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P M N SI SI NP PE EE IN SI NP EE I P S SI N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N EE M SI EM SI IN PE NP EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 63 . que IN EE SI NP EM a importância EM de seSItrabalhar SI N P M I EEâmE E N estudantes S P P P momentos que antecedem a leitura integral de um já demonstram ter construído . EM E I P E S E E S S E N P P M infor. PE SI PE EE ser lido.Considerando SI SI ESCRITORA NO CICLO II DO EEM a importância de trabalhar NP SI P I M M S P IN M EE EM EE momentos ENSINO FUNDAMENTAL posteriores à leitura integral de um texS N M E E P P I M M M E E P S N E E se trabalhar EE com SIN M to.M M EE E P M N PE a importância de se M EE M E-M SItrabalhar M E 3 Considerando Questões dissertativas sobre N E E I E M E P E S E P M E o momento de leitura integral escreva este M N IN NP EM de um texto. M EE I M M S S E P S E E M mações para conhecer quais são as capacidades de E M E E N E E P I P P M E S N N PE Mos 2 .SConsiderando acessar e processar informações escritas. PE Etexto I P I E M S E E S N S E N P EE a classe. PE EE ciclo II do EM escreva S SI Nensino M EM E P I M E E P S N do gêneE M a exploração da formatação P M Ncom a classe. PARA O DA N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E E E COMPETÊNCIA EE S N LEITORA E S N P P I P M I E S N N S N EE 4 . SI melhoSI PE EE IN M P S EM N E 1 . sobre os benefícios de Ise SI a SI NP trabalharPcom EM NP IN E I M S S N P de palavras – chave S E identificação REFERENCIAL DE EXPECTATIVAS SIpara a determinaEM EM IN PE ção de S M EDESENVOLVIMENTO E E EM P conceitos veiculados. no I M EE S N E N N P I I I M M S S N E texto. sobre os benefícios de se trabalhar bito dos anos deste fundamental. M a concepção M E E N S E I M E P M E escrevaSsobre a importância EM E Documento.Tendo em vista de leitura I que rar a compreensão do texto.IN P M cerem o papel de leitores N modelo para escreva SI sobre a importância de a escola reunir INseus alunos. N NP orienta P este EE EE M E P SI NP SI P N E I P I M II exer-IN N E S de todas as M N I S professores de os áreas do ciclo 5 Considerando o proposto neste documento. escreva EE sobre aEimportância Pde IN SI NP P P PE I S M N E N S N a utilização E M P do registro SI escrito para a classe.

Disponível classes D e E. dura. S N N N E P M P I I I E E S S S N N P PE I E I M disponha de conhecimento tecnológico. NP P I PE M SIdente nãoINapenas N S N de modo a ser capaz E SI coisas e operar mas também no número absoluto SI S EM EM com números. Somente I E S M E E S E S N E PE EM 52% dizem ler SI PE NP NP EM 6% deles www. resolver em 2004. De acordo com o Inep/MEC (censo I N M P P I S N E S N de ler. M M I E S N P E N E S E Eescrever umas N SI SI que Ppermite à pessoa ler e tantas na porcentagem de analfabeto. seguir instruções. A globalização S EM IN de da economia e a reespulação encontra atendida. Esse processo tem gerado aIN redução progresP N S M N E I E I N E M S E P S S pleno. em consequ ência N E P P E I N M P P E PE IN IN de organização S SI do trabalho N M no mundo E N I S ses C. e % INde Educação. Verificou-se também das matrícuS saiba coP S N E o aumento N I I M E N S propriedade.lhadores E P S M SI N E P I E Mda população brasileira P na faixaEM não perder N va.6 milhões de matrículas.prefeitura. PEqual impede IN EM EE P M S N E PE P I E M normatividade estabelecida.PEE ensino médio. EM cur. de em especial Emunicar-se SI las na Educação EM SI EM EM PE IN Jovens eNAdultos. S M SI PE EE IN S E E P S N M educativa não caia Para que a ação P Esão plenamente alfabetide 15 a 64 anos N de idade SI no vazio.SIN SI EM PE ler um texto IN IN M Eou S N S E P M PE I to. consequentemente.9 % em E N N com crescimento de Pescolaridade SI ante. dança Os trabamo Funcional pelo InsP IN 2005). S E P M IN N M M M a mudança do perfil N PE M SI a última década EE No Brasil. que Epassou a contar com 1. nível de alfabetismo. avalie sua no segundo segmento do ensino fundamental e no IN crie soluções M para problemas SI EE M PE IN IN EM EM S própriaPação EE P S S N E E e esteja em contínuo processo de for. M EEprodução e EE e procedimentos SI consumo. SIN EJA de de 5. que hoje é SI da produção e doIN NP EM procedimentos PEvariação significativaIN M E S SI N E M desenvoltura na EM P M S mo. EE I SI lização do N S S P N I E P S I S trabalho. SI SI São Paulo NPoutros 30IN IN PE 7% são analfabetos I S M S E S N S 3 3% são Diretoria de Orientação Técnica (SME/DOT). a curva de analfabetismo ficou descenP M necessário” I E N (OSAKABE.M EE S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P M M E N M N EE EE EM SI SI M EM NP EE P P E I E M E P P N N E PE estão emM (Cidade). ou “alda década de 1990.br usam computadores. está Erelacionado com assistiu EE da estru-EM EE SI à universaEE P N P P I E M P N P produtiva PE INdo mercado IN Ne. M (FERRARO. é E A partir M P S I N E I M S N P história EE a instituição de um “alfabetismo pragmático”. localizando uma informação explícita que Desde a década de 1990. elaborado M E E N S E M P IN Ação M SI buscam programas de escolaridade para tituto Paulo ONG EM NP Montenegro e pela S PE EE IN EEducati. M E E S P M E P P imediatos. NP EM I I P M EE E S S E P P N M M em N SI PE IN M dos brasileiros se encontram EE Outros 38% M EE S SI N E E P P I M M M E nível básico Estes.6 milhão. o de atuarEE com de SI 1. IN PE E EMPREGABILIDADE IN M EE EE E S S N E P N P P I o referido conseguem S indicador. M problemas práticos.IN M SI Pressupõe mação. e nas formas M S N I E P S E M S SI PE IN educação formal M EE PE O aumento de procura por e participação social. E S E N N E P P M M E EM SI SI N N a realidade é bastante PE EMesmo de assim. D e E. PE de analfabetos M E SI E EM N E P P I M E de agir apropriadamente em função dos protocolos 2002).EEM A correlação entre relação ao ano EM e organização SI EE SI P N P I E M M P N S P de a escolaridade IN social nunca foi tão forte.sp.9 IN Ao adulto M E E S N E P P P I M lhão de estudantes. mas PE I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE jornais e 48%. tura de modo que S a poMensino fundamental. De 5 ª a 8 ª séries doSIensino fundamental na EE M EE IN N S E I E P S P M M N PE 2003 para 2004 incremento PE ser um fundamentalS de empregabilidade. S E P com trabalhe em equipe. um trabalhador capaz escolar de 2004). M N SI O que se do EE siva e substancial PE analfabetismo IN evidencia. EM (Inaf 2006. P E E (EJA) possuía. das E P I M 2008. PEde sete a 14 anos se IN M E S S E N M competitividade M M SI que precariamente NP de ainda quando se considera a EM PE M EE M truturação EE EE produtiva e a busca SI N E P P P I PE M produtivo EE E demanda de modelo com trabalhador que EM qualidade. As principais dificulum momento de expansão da educação formal em P M E M N SI N PE estão concentradas EM EE SI EE das mudanças PE EMentre pessoas SI dades das clastodos os níveis. desde essa SI NP perspectiva. vez Nna S pela primeira SI EE EM EM P M I E P E E S N fabetismo 1984) P – aquele EEM brasileira.portaleducacao. a Educação de Jovens e Adultos EM PE SI E M S M E E N E E P 4. E S NP N EM N informação enciclopédica como o conhecimento dos De 1ª a 4ª séries não foi regisE N M P I I I I M E E E S S S S E N P próprios consutrada na PE matrícula. revistas.S Secretaria zados. M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI ORIENTAÇÕES CURRICULARES: EM M E M M M EEPARA EE APRENDIZAGEM EXPECTATIVAS DE NP E P I P M EE E S N E N P P I I E S N N S SI SI NP A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) EM I M E S E P M EE P N SI M EE P N SI E NP I S M EE P N SI 64 . apenas 26 % IN o emprego atual. M a ponto rior.7 M EE indicador SI houve. Quase EE PE SI rudimentar EM P M M N E M em: da classe C I NP N E e 64 % . SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P A procura por educação formal deriva da muSegundo dados do Indicador Nacional de AlfabetisI I M E S E S S N P EE PE do perfil de mercado SI EM de trabalho.gov. de acordo com EDUCAÇÃO S E P de alfabetismo.IN E N P I M E escolaridade faltaria S S EM E miEM P sem tanto aquela % na matrícula. SI N E P P M N E E M SI3. o Brasil testemunha M S E PE IN EE M E S P M N E exija uma pequena inferência.

para M EE N S E N P E I P I de sua vida. SI EM impõe como P PE P M E M N E · avaliar escritos e leituras con· a ampliação da capacidade de interpretação N que se realiza.participação político-cultural-social. aprendizagens EE PE SI IN a história humana enSI Segundo IMilton NP EM escolares P P PE S M N E N S momento em que. seja M e o bem-PEE volvidos. MA necessidade E S I PE P M E E M S M E P N E E PE e outros textos que fazem parte de sua crítica leva aEreconhecer aN necessidade do Itambém Mprofissão. para ordem EEqual do EE EE o conhecimento M P SI funNP isso. Contextualização e compreensão das S N M E E P P I M M M E E P S N N E EE Santos. P M M M social.). documentos. EE SI NP EM EM SI EM PE se siderando P M E E E SIda realidade EM os objetivos e a situação. SI diálogo com EE SI SI EE SI as referências NP P I P M S · conhecer da tam o saber constituído Porém.se à lógica do ajustaEM SI E se aplicam os conceitos. cativa exigências: EE SI EE sua ação. constante de reelaboração – para que se faça posI S M N S M E IN escrita. roteiros usar da SIN nifica SI novo método EM EM SI para ensiNP PE nas atividades IN etc. seja IN EE M E N E E S N P I P M I E E Na opinião EE S N Freire a Seducação E APRENDIZAGEM de Paulo é toEXPECTATIVAS E N P P I P M I E S N N S N EE SI SI mada de consciência da condição de vida E em EM que NP SI P I M M S P IN M EE EM EE se encontra. assumido como esforço SI SI N EM EM SI estudos Eformais.EEM NP de leitura. M a crítica a Etodas as formas em N sua só fazSsentido quanM IN EE SI tos e que NP EM SI promover S P I M I EE E E S N do se vincula S P P P produção de desigualdade e exclusão. contudo.de modo N P M I I M I M S S S N há que se considerarem duas dimensões compleque os participantes possam compreender a realiE I EE M E S E P P M mentares: de E um as chamadas necesside transformá-la. da necessidade do diálogo não sigN E E E fichas.de forma N P I M M I S S N S educandos nas dimensões sociais. material-mente N E M P SI contra-se num SI SI PE se EE IN M P S EM N E torna possível a libertação do trabalho alienado e Entende-se por alfabetização oM processo pelo I M M E E N S E I E P M E M os sujeitos adquirem S E N NP degradante.vida IN M M EE S S M E P P · escrever o que precisa (avisos. A alfabetização. PE P P I P M E E E S N E N N P P esquemas. com o desenvolvimento social e inteI M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E lectual dos sujeitos EE envolvidos. SI EM M INe auto-referidos. carmas de divulgação e reprodução do fato midiático. nar conteúdos M tradicionais ou na submissão às IN for. podemos assumir que aP ação edu. mesmo consiE M E E N E E P I P P M E de derada N N PE especificidade. NP de forma que se SI M EM EE A ESPECIFICIDADE DA EDUCAÇÃO P I M E E P S sua participação N ampliem as possibilidades de e inE M P N PE SI EM EM PE EE IN SI N E E tervenção ativa no mundo em que vive. relatórios. em consequência de outra S E PE E P M M E P E N N E P M M N de homem e E de M sociedade. registros. M M IN EE M EE que trazem EE SI de sua IN SI E E S E P P P M E matemáticos E S concreta N N N Em relação aos . DENP JOVENS E ADULTOS I S EM N P P I S M N E S N I N E M P I I SI S E Saber usar a escrita significa: E S S N P E I M S EM M IN revistas. realiza-se das SI habilidades EM so.IN SI IN M EE IN M M S S E P S E E M de criar possibilidades de aquisição de conhecimentemática. quadros. E P M M M E N PE NP EE e de forma EE no trabalho EE M ininterrupta. Mas.PEE P E N S E I P P N M E S M N SI que represenN N crença. bilhetes. contrastansimplesmente submetendo N E E M I E M E P S E P P EE Me problematizando-os M N E do-os com as evidências mento às demandas do mercado. resumos. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Mestabele. de conhecimento.S a organização P EE E S N N I P I N M M S planejando M S N N E SI monitorando a leitura. M SI E EM reconhecimento S E P EM M M M E E E escrita (sínteses.) e N IN a elaboração de um I E E S S S P P social de acordo comSa I necessidade. listas Ao contrário. documentos · poder de uma e M EEeducaçãoEformadora NP ler jornais. o que éo P N P SI etc. Concluindo. é fundamental resM N I N E P E I P E M S S SI tem a educação IN PE PE IN M e pontos PE saltar a EE sujeitos Sendesde o lugar de vista dos importância que escolar e S N N E P I N I E M S S N SI o alfabetismo. isto implica a nova postura no que N E P P P I IN E E S N N S N P P EE · realizar manipulando textos refere ao ato de conhecer. culturais. EE formasEM EE sam interagir com outras SI diversas P P P M M M E N N além dos P experiência. PE PE · usar procedimentos IN EE próprios da M SI escrita. preendê-lo. da vida PE EE SI conhecimentos SI · a problematização NP NP SI .quando EE M . SI deve permanecer NP PE comoIN EE de comIN a vida pessoal SI outra maneira EE tanto para P S SI para a ação social e M cimento de outro conteúdo e N P I S S IN concepção E EM M IN M S E E profissional. livros. este IN N e aplicar recursos característicos M EE historicamente. sabendo intervir e atuar de compreensão da realidade e alvo Sinstrumentos M N E S E S N N SI EE PE SI SI NP P contexto. · o exercício sistemático de análise da realidaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 65 . N EM lado. é preciso outra SI P NP E I P I M da re-IN cionamento N E S M N I S e uma concepção mundial de enfrentamento do sistema de representação alfabétiEM E I P E S E E S S E N P P M P M alidade que supõe um modelo de educação a fim co e ortográfico da língua escrita e da notação ma.M M EE E P M N PE M de . SI SI de conhecimento.M tas. IN M EM E E S S M NP E E P E M E ·Eparticipar de situações em que predomina a de conceitos – entendidos como M P · a apreensão PE IN EE nesseEM EE P NP IN S N I M P P I oralidade escrita. P IN P P SI · o desenvolvimento I E M E N S E N E N I P P textos que E efetivamente bre N os aosINP escrita e cálculo que os educandos posS SI se apresentam SI . N P I I M E S S N P P EE descontextualizados sistemático e abrangente. gráficos. desde o seu início M sível a Ebusca M SI E S E E A aprendizagem da permanente de conhecimentos. estão PEno sentido IN sobre ela EM EE dade e atuar EM SI S Mtrabalhar com EM tais como N E P P E I M E E P dades cotidianas de cálculo. fazendo anotações. SI NP EM para desenvolvimento E I M E E S EM P pela realização estar pessoal.

EM P M a compreque permitam o questionamento tirSI de temas E e que permitem Mconteúdos S PE EE IN EE P M S N E PE P I E e cotidianas. não apenas osEseus remédio. são PEE EM EE SI P N I E M M P N Phistórico Isegue N IN M a plena A percepção doSfenômeno o PEE fundamentais para M social. EM N como suas Sproduções formas de valores. M IN NP NP matemática EM também EM zagem P I M que se almeja nos interesses do educande a indissociI E S M E E S E S N E P PE EM nos meios de SIduas dimensões: PE NP EM do. em grande parte Sformal.IN EE educação SI sentido. mas também o fato de que o aparece a matemática como E P P M M E N N M IN EE SI EE EM modo científico de Ppensar foi E central paraEM a consti. assim para os educandos interpretarem a complexa traI M E E E S E P IN Ee NP NP organização. P N palmente pelos problemas vivenciados samento ePE a NP EM EM SI pelo grupo IN M E M E S SI N E P P M M E (como. EE S E interação E faz-se necessário S cons. para vida Iem Ea NP sociedade. tra. a política. nosSIN acontecimentos mostrados abilidade dessas a resolução de PE N E E I M N SI P N I S I relacionam N à Ciência. a mobilidade social.StransformaEM PE E M SI M E E N E E P I M P E E ção básicos para a consOs conhecimentos as S P – referenciais M as ciências. seja M percebido como PE M EM área doINsaber EE SIgerado nessa N E E M P I E éticas e.EEM comunicação queSse problemas da vida práticaSe a estruturação do penNP EM I I P M E S S E agilização do raciocínio. consideram-se. tais como PEe da ética. medidas. SI S E N P E humanos para conhecimentos PE SI EM práticos. por SouEE mais amplos. PE formas de produção das condições EE do saber IN SI NPde vida coletiEM P S I N M E I M S N e a compreensão Neste sentido. PE se estrutura a parSI NP EM Para tanto. S a relevância ePE social.SI conhecimento abstrato. por Pexemplo.elementos essenciais para uma de material em diferentes tipos M lar quantidades M SI SI mais práticos SI NP EM I EE trabalho etc.IN NP P P M N S apenas PEE M são E produtos sociais. M S N I E P S E M S SI PE IN M forma ampla. EE IN da política EM res. lugar. PE A ação educativa deve INtemas M E N S SI N E I M contínuo das vi. portanto. IN de mundo: N M e natureza EE M NP artes. E isto implica não cendência em contextos IN IN M e. predileções e as múltiplas relações entre o individual e o coletiM E S E N N E P P M I M M E SI não nascem N PE sim M IN a cotidianidade e aS sua transEE como S mas vo.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E de Ciências E M tem como EE S quantidades. SI NP sociais e sua interação EM N I I M E N S S E P M desenvolve da natureza. À EE serem e. I N M P P I S N E S N IN M SI cultura. homem. temática que de N seu EE EE à necessidade SI EE P EM P P I E M P E Nensino: M S N P N E I P I N da consciência geográfica supõe S N A aquisição S SI P N PE SI M SI compreensão EE é necessária SI tiN E IN a de territorialidades. procurando atualizar-se EE da MaPE nas discusHá dois pontos centrais na natureza S E P M IN N M M M N PE SI dão suporte EE sõesEM científicas.salientando EM EM M reconhecenM científicaIN E SI E Erepresentações E P P M E do que os valores. calcuP M E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S de tos N .Ecessos SI EM SI EM PE lógico. administrar um M M E M N E N E P M EE SI em uma SI EM aspecEM enfatizando-se PE PE mações. por Eparte M SI projetar. tempo. saberes.do-se questões que a fruto da Iconstrução humana na sua N E P P E I NP M P S E temática PE IN de IN S o contexto NP M tante com E N I S escola se prepare para discutir essa natural. dos diversos 1 -Pela em atividades práticas que I M E S S E N M às formas de M SI NP espacial.tuição M PE de nossaS sociedade I N M S S N E EE I SI da ciência interessante buscar essa compreensão entífico.a filosofia e aSética. a história. E P S S N EE E identidade. e entes geométricos. EE transcenM PE IN IN EM SI tos de Psociedade. que se manifestam E I P I I P E S NP S S N I P I N M M mostrar a na realização de ações da vida prática (por ex.PEE der o que é imediatamente sensível. social e cultural.Pa EMproblemas INmatemática M ambientais do EE EE E S S N E P N P P I M lugar emSque vivem).Pbem entre EE com as EE da cultura SI pessoas. ponto central N O ensino S E N N volumes. EM EM PE como núM EE M pos dePEvínculo EE SI N E P P I PE M EE a for. meS S N conhecimento fundamental E SI ciência como EE Ecom SI do mundo EM EM P P para a compreensão e de suas transforxer dinheiro. M vências pessoais a percepção das ensão da realidade para além da cotidianidade e P N S M N E I E N I I N E M S E P S S N SI prático. economia. representações e identiEM ma de M NP M P I I I I E E E S S S S E N P privilegiam-se os conteúdos e dades.Eela as capa. responsabilidade. grandezas. espaço. balho.M E IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 66 . medidas. EE e princi. codificações de inforS N N N E P M P I I I E E S S S N N PE mação de grupos SI com proPEmação. É IN básico para o desenvolvimento do Spensamento IN SI Ne INci. EM das atitudes formais Eou bem como tro. S SI NP E P I I M M E M S S N E E E P que a humanidade se constitui na História. do educando a respeito dos conceicidades M N ção. Trata-se de permitir a aquisi2 . cooperação e Prepúdio aEM ticularmente SI IN nas sociedades complexas. generalizar. cozinhar com base IN receita. referentes envolvem quantidades de diversos tipos. de outro EE M E S P vida mais saudável. conteúdos a EE va em diferentes épocas S na definição SI EE EM das M NP EM dos S P M I E P E E N noções históricas.EM E produção da paisagem. M SI PE EE IN S E E P S N M compreendida como A Arte deve Eser preconceitosIN e discriminações. os Neste no âm.igualmente E P S M S N E P E M N peito. A formulação das expectativas de aprendiM E P S E E supõe. P E SI conheci. por P NP P I P M SIpectativas N S N E IN SI referências culturais dosSIeducandos. A EE SI participação N S E I E S P M M E S no fundamento de IN N PE mesmo educação escolar deve criar as N possibilidades M com ênfase EE princípio. das exP P E trabalhados M M INe temporalidades EM de tempo SI N P E N E S I E I E E N S educação escolar cabe refletir sobre Sampliar as de aprendizagem. um lado. bito da escola deve comSI permitir aos educandos EM PE IN IN IN M EE S N S E P M PE I A relação ciência-tecnologia-sociedade é S preender e atuar no mundo e que o conhecimento M E E S N E M SI incluinPE NP permeada porM temas de diversas ordens. EM NP EE P E I M P P S N E P de nossaPEcultura.). P SI IN EE trução do S conhecimento. meros. verificar contas. IN o raciocínio M E E S P M N E P P de abstrair. consequ entemente. o sentido P IN e valores M E N S E N M P Mpercepção SI SI integridade.

material de tendênci. Apreciar e produzir E I M S S N P sentido. P e críticas. quanto for o caso) e temas “naturais” com nasceriam. S N E ações e resultados plia abrindo-lhe outras EE (tais recursos EMo repertório SI NP M EM E P I M E E P S Nde estudar). Neste IN NP E I M E M S E S E E cação de adultos não pode ser considerada um proE P M M M E N PE NP EE EE EE M Na sociedade capitalista moderna ocorre cesso de um SI tempo perdido. SI o culto ao NP P I P M crítica social. E que exige tambémEE IN M do conhecimento IN M M S S E P S E E M de recursos de como fazer hipóteses. que P se descaracterizam N SI SI NP PE particulares EE o corpo. S I M I EE de E E S N mentos de S P P P verificação e acompanhamento a fruição orientada de manifestações artísticas. amI M EE S N E N N P I I I M M E são aprendidos S S dos educandos. Conhecer e usar N P I S M M N S N SI fundamental EE EE limitesEM EM para constituir um novo campo de conhecimento” seus e possibilidades. também. às N P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S estéticas. M Npossibilidades SI EMcultural e PEeduEE IN SI ampliação N EE E do repertório artístico dos I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E Transdisciplinaridade candos implica a expansão de sua capacidade de E S S N P E I S EM EM M IN expressão. tais E E N E E P I P P M E S N N PE M de N atividade. não é uma SI EM ou analiM criança nem raciocina IN e objetivos IN já produzidos. SI tempo. M SI EM SI deste campo IN PE NP de conhecimento. IN de vista SI NP e sua autonomia EE seus pontos I P S SI produz com a História. a partir da integração de diferentes discina: exatamente aquela física M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E como tais. EE EM PE IN traz umaNexM EE E P Nvida IN S I M P P I Conhecimentos individuais e de e um aprendizado que o tornam Speriência M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N ações coletivas um igual S M sentido. S SI individual SI fora da M N do conheIN P I N M I S S E S IN M educando adulto cimento. da arte) e das linguagens artístiEcontextualização Mestudo. p. a eduSI M perante o educador. S o çoEM N SIesporte e sim. E P E E M S M E N SI P é a indagação de um fato P de partida IN O ponto PE EE EE SI N S N I P P I N M M S que esta M S e. saber.EEM NP de uma P IN P P SI de recuperação I E M E N S E P N E N I P P E dimensão brevalorização da aprendizagem época. Representa a possibilidade SI EM EM SIde realização NP como “a SI PE entendida IN IN I E E S S N S P P construção de um novo objeto. com metodologia de uma dimensão fundamental da existência humaM SI IN IN M M que na materialidade EE S S M E P P peculiar. individual ouPE coletivamente.S humana. convive. M EE dados às E S E EMpartici. formas de registro. própria ação sensoriais E A na P E M imaginativas. M N E P P I M M E P S N E E PE múltiplas EE Um SIN lectual. aosEE apreciSI PE e explicar M M S M N E P I EE E estético E de arte. M EM E E S S M NP E E P M sa Todo adulto P o mundo deste PE modo. Estudar éM um trabalho inteadores conhecimento dos edu. estudar (e ensinar) S Neste é uma ação saber relacionado e EE M à variação das significações SI EM IN P reflexiva. candos Erealizado IN formas de aprendizaSI resulta Nde EM P P PE I S M N E N S N E M P condições SI apropriadas. da vida de artes. nãoSobstante alguns discursos sobre eduNão faz sentidoPpensar que Eo EE PE M M E EMe de organização N N E E P NP I cação de trabalhadores de emretorna aos bancos escolares para aprender o que I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI N N N a deveria como criança. O esEM N E I P I E S E E S S E N P P fruição e po. PE IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 67 . A palavra M EE se compreendêssemos S E P M E dimensão é a da importância como máquinas acumuladoras de NP Minformação Eessa EM Me de lhor expressa P I IN M E E E E S S M E N E P M competitividade. distando das simples interações com objetos SestétiI M M E E N E I M E P M E M S E E visto como N NP cos nem deM materiais (bibliografia. pantes. NP como Pplanos EM SI musical. independentemente de sua escola. 2000.M P pressupondo compromisso dos funções sociais artes.SINe. 86). NP M E S I E PE P M E E M S M E A Educação P N em consideração E a apreender E PE As ações educativas visam Física muiIleva M o avan-PEE P E E N S E N I P P N M Etecnologias. ao mesmo SI E EM são histórico-biológica E P EM M M E E E espaço para o desenvolvimento deste diálogo do indivíduo e do grupo que N E E EM está PE P P I P M E E E S N E N N P P N na perspectiva transdisciplinar. divorciando os conheciPE SI Eda EE NP programação específica.EEM trabalhos se justificaria as pessoas IN em grupo. trabalho gem.S SI N de EM EM SI e se explicitam N P I I M E S S N P P EE conhecimentos práticos ridade. de poder conhemanifestações de exposiSI N PEde buscarEE P IN aos espaços P M Trata-se I S N N E S N P M SI fatos doIN SI ção e divulgação cer mundo material.SIN EE indagação EMQuestões P PE P M E M N se reE da de maneira transdisciplinar e metodológica N (porque Inão M EE NP EM EM SI disciplina). comunicação e M Eação.EEposição E EE P SIpesNP algo que resulta de SI P NP E I P I M N E S que as pessoas M N I S quisa e experimentação. à medida E SI didática SIN de mundo de natureza EEé trata. N N corpo ou ao SI to mais que EEdeterminante SI SI de novas E da ciência. e. procedicorporal e E teatral). arte implica o SI SI EM PE IN NP culturais IN diversas. OEM das pessoas. EM a so. muito Mdomínio IN P M o tudo estético (produção. não podendo ser considerado SI que inSI que exige PE EE como o resulIN M P S EM N E cluem ambiente de estudo (espaço. aos artistas. é o eixo SI P E P M M E P E N N M EE (KUENZER. S Ede PE P M E E E SI solve no interior nenhuma identificamEM N E P P P I IN E E S N N S N P P I problemas EE se as E necessidades O adulto. silêncio).M M EE E P M N PE M EE M ligado à apreciação EMe as capacidades SI e das M E mentos frutos da vivência mento estético. estreitamente e N E E I E M E P E S E P P E formas cada pessoa que ganham sentido em práticas Mao fazer artísticos N IN de compreender Ea N EMvida que M PE EM I P I E S E S N S E E N P P constitui em sua história. Tal raciocínio sóPE presas afirmarem PE e dos EE SI importância SI ter aprendido NP das equipes N SI N P M I I I M S de ordem S S que me. perdem nos constitui realizar a dimensão humana M que se M plinas. O conhecimento e aEEexperiência N tempo. assim M IN EE SI cas (visual. promover a S M objetiva da M dimen.

usando-a para o trabalho. o conhecimento EE M E S P lítica.Iobjetivos N E N E P I P E S NP S S N I P I N M M saber escrita quer dizer ção intelectual que se realizam com base em relaS S e ser N ter condição de atuar SI M EE EE sociais.EM S N N N E P M P I I I E E S S S N N P PE I E I M tica. IN M E M E S SI cada umIN E E P e necessidades. de currículo escolar. E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE o EM periência.SIN S N S E P M PE I as áreas de conhecimento e que as práticas opção de uma forma de ensiM E E S N M EE SI PE e de agir M NP de aprender.NIsso é uma o ensino Sda leitura é Mtodas de responsabilidade de endendo dentro de EM PE I IN M política. culturais e políticas SI E EM P P um ser. É preciso IN Eoutras distinguir expectativas de aprende pessoas EM S EE SI P N P I E M M P N S como conhecimentos P IN dizagem. entendidas mundo vive.como do currículo PE IN contribuição M E que se elabora em cada qual M formuladas. Edevem tura informar as atividades de diversas manar. aSalfabetização I S N M E S N S áreas do covidade escolar. para o lazer. entensimples motivador. Por isso. SI no mundo. perpassando todas as plesmente cada EE incorporados PE SI EM individualmente por P M M N E M coleti. EM ções ou. atuam transformando-o. SI EM N EE com o ouP P E I E M E P P S N E IN PE da ati-M Neste tro. E E participante P I M permanecendo no I E S M E E S E S N PE EE perspectiva EM das ações eduSI PE NP NP EM Uma mudança P de vo e apenas aí fazendo sentido. As expectativas Edevem iluminar a or. conhecimentos que IN não são SsimSI produzimos NP está no Icerne IN PE sentido. e P2. N P NP P I P M E N S N E N I M papel da educação escolar não se limita a ensinar I I M E S E S S E NP P E I M M E P S N como responsabilidade E e a escrita procedimentos e saberesEEda vida prática.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S ensinar a escrita. e outro que da absA relação com o conhecimento que se estabeS P S N representa a possibilidade E N I I M E N S S E P e do pensamento prónão é a de Etração SI lece entre EM SI EM descontextualizado. das IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S sociais. contrariamente SI tem vulgarizado.EEM cativas. S N S SI P N PE SI M SI Defini-se EE SI N E IN expectativas de aprendizagem. M capacidades M S para fazerSIpoSI NP EM I EE Isto porque. em sociedade.M NP EM P M I E P E E S N feridoEpelos educandos. NP um consulente M P I I I M E E E S S S S N P E movimento formati. EE ao que se EE que. Ide especialista. M EE em queEM IN e ca. Trata-se. EM ma a que M SI PE EE IN S E E P S N M gem deve consubstanciar-se cotidianamente em P A educação deve ter como um de seus E N escolar P SI EE IN M SI EM N P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 68 . política SI de uma liderança PE IN EM EE P M S N E PE P I E M ganização do Ecurrículo. I N E E I M N S SI P N S as indiviSI N SI a formar EEque pos. mas a E I N M P P I P S E S IN N M N SAlgumas considerações são importantes para do processo uma pessoa queEM traz Eentre PEintelectual SI M SI M E E N E E P I M P E E das o que sabe apresenta S e o saber N que se lhe P N como a devida compreensão EE expectativas: EM M SI NP fruto da atividade produtiva P SI e do EEM 1. Na SI Mo outro. EM o sujeito PE IN e o conhecimento M E E S P M N E P P passiva de algo que atividadesNculturais. não porque troquem saberes. ções que são. ase a vida humana são E P P M M N N M N PE interação EE relacionamento SI EE EM sim como para o bom com produtos histórico-sociais. EE P EM S S N E E P uma informação ou um modelo de conduta.IN S dos sujeitos N S N acompanhamento dos fatos tomados individualmente. EM PE IN PE INsempre asEE M EE E S S N E P N P P I I um processo coletivo. o trabalho coletivo na ação educaN E P P E I N M P S E PE IN IN SI ser entendido NP M tiva deve E N I S como princípio fundador da M S N I E P S E M S SI PE IN M EE PE da produção do conhecimento. I NP N do processo. práxis. determiA leitura P SI EM IN M P PE as áreas IN M E S M S nados pelo contexto imediato das pessoas. a partir P I M E S S E N I educador M E S NP um que decorre Edos O EM conhecimentos EM EM M M de dois EE como liderança Eeixos: SI NP E P P P I PE M EE E que contribuem diretamente nas ações da vida prá. em sua M M E M N E N E P M M EE SI independentemente SI EM PE para a informação PEestabelecidas para o estudo. e historicidade.EM de atividades e métodos EE a de um articulador de ensino no ambiente masPsim Pdo SI NP IN M E N S SI N E I P M (liderança S e intelectual EM da escola. de um repassador de informaI M E E E S N EE processos. Deve-se também terP boa definição. Há uma gamaIN enorme de situações deSrealiza. N SIum com o SI N EM as indagações IN NP I M M E S estabelecimento das expectativas de aprendizagem sim porque S SI buscamMrepostas para E E P SI EM função delas.científicas. de fore todas e conhecimento N E N P EE I E E P S M SI N E P E M P N A aprendizaSI IN possam atuar na sociedade. voltada para formação pessoal e moral.PEE SI N S I E S P M M E S em seu percurso IN N PE ser a de um pacidades que E o não pode M aluno adquire EE S SI A função NP do educador N P I I M M E M S S N E E E P formativo na escola. de EE processo pedagógico S SI EE como do conhecimento EM au. SI conteúdos. bem de eleque não significa posição constante e imutável. de maneira uma pessoa deve considerar NP EM A ação pedagógica I I P M E S S E P M com autonomia em função de Sseus M IN interessa dualidades. de avaliar em função da P I M E M E N S M N E I E M P I E EE S E P E S térias que compõem o cotidiano do educando. as E necessidades de NP Eler PE as singularidades. E com sua PE e ex. EE PE I IN EM EM S filosóficas. P M M ses pressupõe a assunção de que mas compreS dos participantes.políticas e absorção seja IN prios das M SI lhe é indiferente. reconhecer que P P e educando aprendem M E M EE M educador IN SI N P E N E P S I E I E E N S tanto no S outro. Critérios de seleção dasSexpectativas aprendizagem e e E P M IN N M M M N PE M aprendizagem SI EE como técnica de e de sua organização não ou método pedagógico maisNefiEE EE E SI EE P EM P P I E M P E Nciente ou M S N P N E I P I N estimulador. NP NP organização EM NP dido como os mesmo.nhecimento. éSa definição EE de lei.EM vo. Em palavras diretas. mas P N como servir S M N I E N I I N E M S E P S assumida N SI para a avaliação tanto S do reconhecida e EE sim circunstância PE IN SI NP EM pelos Mmento de referências P S I N E I M S N participantes do processo pedagógico).

o S que alizá-las. O resultado final da formativo. N EE SI NP EM EM SI EM ações pedagógicas. PE P M E E E SIação pedagógica EM é sempre único.M E específica. N EM Eserem SI N P I I M E E S S N P P EE que. Não se devem considerar · ser compartilhada. a avaliação supõe: Ssocial.a ação educativa deve ser feita supõe a difícil aprendizagem de organizar-se e atuE P M M M E N PE NP tendo P EE ar com M EE EE vista que sempre em se artiindependência. SI IN SI sociais. considerar é que as expectativas de aprenSI SI NP EM à lógica PE IN de itens N NP mental Ia E I M S S P S A perspectiva transdisciplinar neste dizagem estabelecidas no âmbito da educação es. propor assumindoA Iavaliação é Sconstitutiva do processo M EE soluções. sua forma de organização e M SI alcançados e revistos. NPtinuar seus S P P P estudos. laciona com a participação. PE as expectativas EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E de Eaprendizagem como umSInível máximo ber as dificuldades encontradas M EE SI EEdurante o Ppercurso SI ou míniPE P M E M N E mo de aprendizagem desejada. questionar. SI SI 5.SIN IN M M S E P S E E rem o nível aqui de etapa final do enside experiências.S as decisões N M E E P I M M M E E P S as quais culos e E N N E E E de estabelecer EE M programas ePnão ticas não-escolares. a sedições SI os quaisSpautam EM EMde interferir SI NP PE dos acontecimenIN na dinâmica IN I E E S S N S P P que os objetivos sejam leção dos E conteúdos.quando se consi· orientar as servindo de N E P P P I IN E E S N N S N P P I M EE dera cada aluno em Isto por.M colar não correspondem absolutamente à totalidaN M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E A finalidade de dos conhecimentos N P dos conhecimentos. sobre si mesmo as outras I M EE S N E N N P I I I M M E S S p. IN e tos IN M M das aulas. M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N nhecimentos trabalhados · compromisso: que S M SI M IN NP é mais que boa vontade. constituindo um A avaliação deve: M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E ambiente propício de E conceito e M M · considerar a situação e participação dos P N E SI eduSI à incorporação NP P E IN SI NP EE candos. 1999 EE SI NP M EM EE Os conteúdos que a escola desenvolve P I M E E P S SOBREM N devem E M P M N PECONSIDERAÇÕES SI E Eeducandos PE noEE que os IN SI contribuirPpara N E desenvolvam A AVALIAÇÃO I S EM N PE P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E vas e mais complexas formas de compreender a E S S N P E I M S pedaEM M IN realidade. N P N I P M no possam. Nesta outro M N IN NP EM múltipla e PE EM mesmaSIdireção. I P E M S E E S N E E N P se conformando individualizados. IN PE EM P IN E E M S M E N S P com o propósito de perceP IN 4. incorporação eE reajuste do N M P EE PE I conhecimento M EE E aluno incorporará P NP que cada IN S N I M P P I de modo os coPara tanto.03) S N M E (OLIVEIRA.EE M SI apontada EM IN P documento M EE M E S E E P como um eixo pedagógico supõe a cons. tante P M articulação I E S N N E S N P M SI das expectativas SI Aprendem-se da é a de iluminar muitas coisas importantes e significaSI PE apresentação IN M M EE S M N E P I M de vista pessoal EE E E pedagógicas e de elaboração de currítivas. conhecimenEte mais complexa) Mdenominado N EM PE PE EexterEE para que SIseguida. devendo I M ser compreM I E M E E S S E N E S E P P P I M E E N N N dasSexpectativas mas como possibilidade PE EE como controle. E I M E M S E S E E Neste sentido . E a dinâmica S S M E P P exposição. não há como IN M do movi-PEE P E E N S E I P P N M E finalidadeIN S M de ensino SI N N de transformá-lo.S régua e referências das decisões a tomadas SI sua particularidade. não 3. Portanto. A apresentação NP NP endidaPnão SI por itens N M I I I M S S de cada EEM descritivos se metodológicas. P I e valoresS das pessoas. em NP situações Eescolares P P PE I S M N E N S desconsideradas. N E M M IN M SI PEconcepções EM M EE do que P EE EE conhe. de estabelecer tarefas SIa ação imediata EM e re. Por não devem ser SI SI ou graus Ide NP desenvolvimento PE E M P S EM N E isso mesmo. P tanto do ponto como das prá. Eesperar a manifestação modo queIN não se deve do NP M EM M iso. mento Sua SI em que vive EE e aprendizagem.EEM NP P IN P SI I E M E N S E P N E N I P P E cula com ações anteriores e ações futuras. O desenvolvimento cada atividade e nos diferentes espaços escolares. em e reflexões sobre o mundo M M I I E S S S IN M IN EE EE e sobre EE Spessoas. N P I S M N S EM N SI EE EM análise da realidade eM a problematização da vida · ser transparente. de ter Pdisciplina de SI estudo e trabalho. conNP tos acumulados EMfundamental. os M SI EM SI concreta. NP M E E PE P M E E M S M E como alguém P E separá-la E PE no mundo se que interpreta eN atua gógico. SI EM de inM IN M E E E S S M NP E E P E M teração. no.PE P P I M E E E S N E N P P N IN cimento escolar relevante. discutida e acordada entrePE SI EM E P M E P E N N P EEenvolvidos.M a aprendizagem é um intenso processo a cada momento doIN processo pedagógico. é fundamental ter em mente que os O adulto está inserido no mundo do trabalho I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP e das relações distribuídos conforme aP organização interpessoais de um modo dife. S de de troca IN de experiências e de fortalecimento M EE faz por Erazões S P M conjunto.S de forma a permitir que junto de critérios e seja tenham N EM os participantes E EM con. Traz EM N E I P I E S E E S S E N P P I M P longa (eIN M que a Sfinalidade última é todos educandos consigo uma história mais provavelmenM EE alcança.M M EE E P M N PE M competência EE M EM SI do co.participante eEE P I M E E E S S M E N conhecimento E P como PE uma EEM · vivência SI EE expressa em NP lada deste ou daquele PE o que Pse IN de valores: NP N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 69 . SI N IN I N M M I S S N E E S · frequência a considerar das a frequência se reSI e participação: EM para além PE a formação PE corresponde M M E EM N N E E P NP I finalidades imediatas de uma etapa. I P S SI valores que permitam o exercício sistemático de do grupo e dos educadores. EM N E SI níveis intelectual.EEquadros EE EE M SI das NP SI P NP E I P I M N E S criança e M N I S daquele da etapas previstas para a EJA são complementares e rente do adolescente. Sé SI EE SI no sentido NP P I P M S A definição do currículo se faz desde um conalimentar permanentemente a crítica e autocrítica. N E E I E M E P E S E P E aspecto fundanhecimento se faz de forma variada.

P I M do sucesso ou do cumsistemática o que se I E S M E E S E S E P IN PEcondição EM primento EM PE Nde NP uma tarefa. de tarefas e de Sproduação. soas de interpretação IN SI SI NP INda paração M PE das atividades I S N M S I S N E EE I Neste sentido.SI EM educativo NP EEque as pesP P E I E M E P P S N N ampliem sua capacidade E PE desenvolvidas. M E P S E E e criticamente M apren. M M E M N E N E P M M EEfi. planos e relatórios do processo pedagógico é o crescimento M nalidade S M SI SI SI NP EM I EE intelectual e a ampliação EE M E S P de variadas formas de expressão. entre os quais S N SI EM PE IN se destaIN M EE SI S N S E P M PE I M E E S N E E M SI NP PE M EM M EE NP SI M N E I E M P I E EE S E P E S N E P P E I N M P S E Anotações PE IN IN SI NP M E N I S M S N I E P S E M S SI PE IN M EE PE S E P M IN N M M M N PE SI EE EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N M S N S SI P N PE SI M SI EE SI N E IN P I M E S S E N M M M E SI NP EM M EE M EE EE SI NP E P P P I PE M M EE E S N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M S S N N EE NP SI SI EM M P M M E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P P M N M SI EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E P E I N M P P I P S N E S N N M SI EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E S N P M N EE M SI NP EM P SI IN EE E EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N N PE M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P SI EM PE PE PE IN M E S NP N EM N E N M P I I I I M E E E S S S S E N P PE SI NP EM PE IN M E N S SI N E I M P M M S SI PE EE IN EM EE EE P M S N E P P I E M N S M N N NP SI EE PE SI SI N EE EM P SI N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E P S M SI EE EM PE M IN EE P E E S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P S E N SI SI PE N PE M SI N SI N E I NP I I M M E S S S E E P SI EM EM PE PE IN M E M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE M EE EE SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 70 .tópicos SI de conhecimento: SI · produção EM desenvolvidos. a avaliação é umaSação formatirealidade e de intervenção e participação social. observação conde conhecimentos. deu e o sentido Sdessa aprendizagem. PE PE e aquisição pesquisas (bibliográfica e de a IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S de trabalho. é PE I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE de desenvolvimento do trabalho.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E coletivos E Me individuais EE S atitudes solidárias. EM EM P P ções individuais e coletivas. respeito à diversidade. NP EM I I P M EE E S S E P P N M M Resumo elaborado por N SI PE IN M EE M EE S SI N E E P P I M M M E Martha Sirlene da Silva Para pode-se IN S realizar e E P PE explicitarSa IN avaliaçãoEE M EE E S N E P N P P I M usar diferentes recursos. N produções N S N campo). exercícios relativos aos lações.va e não mera IN NP NP EM verificação EM verificar. em E P P M M E N N M N EEdo processo SI EE daqueles EM tinuada de situações especial para SI que contribuam M e com. registros do trabalho e Icam: N S E N N autonomia de pensamento E P I I P E S NP S S N I P I N M M realizado. transparência nas reS SI leitura e Sreleitura IN EE EE colaboração e cooperação.

devem ser contemplados. p. EM EM PE EE IN SI N Ecompromisso E I P S EM N P A constatação primordial é que o O tema avaliação tem sido muito explorado no P I S M N E N S N I N E M P I para todos I escolar nas últimas décadas. organizar e atuar com nal por inadmissíveis inN S E N I P P I N M E S M N N N SI dicadores truir qualidade de S ensino. PE IN EE EEou do desempenho. NP que fre. N çõesIN que permitam escolares deciS E M P aos agentes SI SI S PE EE (SME-DOT). com uma E SI S E S S N educação de qualidade tem campo da educação P E I M S EM M desafiado IN M educacioEE a realidade NP os profissionais M de educação a pensar. SI Por um de que INava. que P I M EE S N E N COM NECESSIDADES N P DE ALUNOS I I I M M E S S S N M E concretiza por meio de relações partilhadas EE SI NP M EE EDUCACIONAIS ESPECIAIS EEM P I M E P S N E M P e cooperativas N PE SI (2004. P E o objetivo E ainda marcada PE IN M de cons-PEE P E E planejar. a questão da avaliação educacional e outras mais dirigidas M IN ao discutirmos IN M EM E E S S M NP E E P E M M P avaliação No M liação da aprendizagem que EE educacional.inclusão PE escolar. as dimense S constituir como um dos seus elementos. bem Icomo os aspectos e os indicadores O conceito de avaliação educacional aqui utiliN SI de EM IN M EM M S E S E E E P M avaliação sugeridos em documento da Secretaria M zado Pestá definido como Pum M por SOUSA E instru-EE N PE M N EE EE da aprendizagem M SI EM N aluno. estão arrolados os âmbitos. P exercem P rituais e práticas pedagógicas.S 28 a 33 e 50 a 56) Eque M se fizerem necessários em face E N NP EE do projeto EE M E P SI NP SI P NP E I P I educativo definido coletivamente e compromeM N E S M N I S EM N E I P I E 28 A 33 E S E S S E PÁGINAS N P P tido com do M aluno. P NP IN S E N I M P P I Sdeveria M N E Quadro 1 . da P IN P P de Educação Especial do Ministério da Educação. há. PEE I nas as que predomínio E S N N SI N P I EE SI N EM EM SI muitos aspectos N P Existem queEinfluenciam a diescolas. IN M Diretoria de Orientação Técnica dir sobre as intervenções e redirecionamentos P S EM N E I M M E E N S E I M E P M E 2007 (p. 46).quentaram IN M M a constatação EE lado. por ouS IN EM no âmbito M não a EEM IN M S E E S E P de todos os educandos no espaço tro lado. I S N E N PE E I I S E P S S N P S sões. tem-se S S M E P P M educacional enquanto EE M liar não E E A avaliação procedimenpode se restringir aos Elimites das relações M N E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P N podePEauxiliar significativamente pedagógicas e tampouco àquelas que ocorrem ape. administrativa S P P e estrutural. SI a serviço mento do I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE S N SI SI M M EE P N SI E EM EM E M E REFERENCIAL SOBRE PE AVALIAÇÃO E P P M M N E N N P M SI EE EE SI SI N P P I M EE DA APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM S N N E P I I E M S S N M SI EE NP EM E I P M E M E S NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS E P N EE EM SI NP PE IN M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 71 . dão susEE que possam SI SI derrubar EE alternativas SI de baixa M NPpráticas avaP I P S N as diferenças individuao interesse conhecimentos EE em produzir INliativas que M SI desconsideram EM EM tentação S E P EM M M E E E N E EM para PE ais dos educandos e que não são utilizadas P queEE forneçam novos formatos para avaliar os proP I P M E E S N N N P N EE período em SI EM identificar aprenderam no NP EM o que S SI cessos de ensino e de aprendizagem. Assim. garantir a aprendizagem e os procediM EE SI identificar N EM EMdos alunos SI bem como PE P M M E E E SImentos avaliativos N E N Psuas regras.S S E E M E M E E N E E P I P P M AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA E S N pedacial de natureza N PE às definições M IN EE e de apoio SI NP EMDA INCLUSÃO EM SI S N P I M PERSPECTIVA ESCOLAR I EE se E E S N gógica. encontramos referências afeitas à S I I M E S S N P P EE SI EM à avanâmica escolar e que. IN P M SI a garantia da aprendizagemEE IN M IN M M S E P Converte-se então em um instrumento referen.EM to sistemático SI na SI NP EE IN SI NP E I P S SI N P I S compreensão dos fatores que favorecem ou nas da sala de aula. NP EM PE IN M EE mecanismos M E N M S E SI do à demonstração I P N Para que a avaliação ilumine a compreensão da E dos de manutenP E M S M N SI PE PE IN PE EE EE SIde poder N N escola naINperspectiva da inclusão torna-se necesS ção das estruturas e de contradições enI P P M M S M S N N E SI mais eficientes M modelos considerados EE sário conhecer o conjunto de Prelações e inter-relatre Eos para SI EE SI P PE M E M N E P N ções que ali se Eestabelecem. E S Algumas constatações sobre I E PE P M E E M S M E brasileira. também. todo um conjunto M de produções direciona.NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI M P E EE EM N P P M I E N S N EE SI EM NP SI P I M M E S formação e da cidadania e tem como finalidade P IN M MATERIAL EE EM DE PROFESSOR EE S N M E E P P I M M M E E P S N fornecer pedagógico informaN E EE M EE sobre o processo PE SI IN SI NP(cidade): SSecretaria E P P PE I M N E São Paulo de Educação.SI P IN I E E SI N S P P M as aulas.

bem como expressa informações sobre as M E M I E S N P E N E P S E N SI SI PEssas N PE questões nos remetem a repensar o proe a Enecessidade de PE M SIações em N SI N I Ndesenvolvimento I I M M E S S S E E cesso de avaliação inicial e processual regulações constantes. I M E E E S S S S N P EE avaliação PE SI NP EM repertório PPor comportamental que lhes permiteSinteragir da aprendizagem compreendeIN M E N SI N E I M P M S SIa verificação com os participar das se efetivamente realiPE demais e EE atividades de convi. E SI expressas por esses professores para iniciar a nossem. a IN M E S M S N E N P EE I já apresentadas explicações adicionais de sua vem sendo externada E pelos a partir das E P S M SI aprendizagem N E P E M P N SI o atendimento legislação que normatiza professores nos de formação. contudo. pois E ao em que forEesportiva IN ainda. quanto aluno. P M da aprendiSI EM PE os alu. Por isso. entre outros SI EE aspectos não identificados EM M de decisão e a melhoria IN EE P E E S EM N P P M I E N rotineiramente como acadêmicos? ensino. consideramos Neste texto selecionamos aspectos M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M S recorrentes S N pertinente reproduzir as questões mais educacional.EEM IN EM do aprendizado EE P M S N E P P I E P S social e M mesmo tempo vência ou. da higieao trabalho docente. IN EM sobre a M SI PE EEmomentos IN palestras.SI nossas escolas.M EE IN SI EM N P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI PE N SI 72 . SI SIN EM NP P E I M M E P S E N E P com a garantia foram informações para respondê-las pais de São SIpreocupação EM IN selecionadas M PE PE Paulo. seca na compreensão de como acontecem os proP P I S E S IN N N M EM PE SI elas:S cessos daNeducação escolar. S E E P S N M P E educacional especializado de alunos com bem como nas de proN visitas dePacompanhamento SI necessi.IN sa reflexão M na SI EE M PEaprendizagem IN IN EM S EE sobre S P S N EE São PEE E P I N M perspectiva da inclusão escolar desse alunado.M EE S M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI E NP I S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI NP SI EM PE M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P IN M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI P IN M S E M M M E EM M EE M EE EE NP E P P P I PE M M EE E S que envolN N N E P fessores especializados. se configurar SI NP que pode E N P I I M M E M S S N E E E P sempenho escolar quando formas. quando vão constituindo gem ou pela interrupção de sua trajetória escolar. seja pela não SI EM os avanços PE dos alunos PE PE garantia de sua aprendizaIN M E S NP N EM N E N M P I I I são atitudinais.zagem e agir PE no sentido de criar eEE IN M M E S consolidar prátiQuando a população de referência são E N N E P P M E M E EM SI SI N N necessidades educacionais P E EE garantam EE cas pedagógicas que todos à EM nos que apresentam esSIo direito de SI N P NP P I P M E N S N EE classes comuns educação Por isso. evoluem EM IN IN N M zado pelo S E P I S S N E E P S E nece subsídios P IN para se alimentar. neste documento peciais matriculados nas municiSI EM de qualidade. bem como são eleE M SI M E E E E P I M P E E S N P aspectos relevantes o professor deverá dos mecanisEE IN EM M SI na identificação N NP mentos importantes EM • quais P S I E E EM S EE SI P N avaliar no processo de aprendizagem dos alunos mos que favorecem a exclusão dos alunos que apreP I E M M P N S P IN com necessidades educacionais M EE M EE necessidades IN SI N S especiais? sentam educacionais especiais1 em E I E P S P M M E S N N PE de várias M os conceitos EEcomo atribuir • referentes ao de. possibilita a Mà sua autonomia SI Ncuidar EM P S I N E I M S N P S M tomada da qualidade dePEE ne pessoal. a avaliação da aprenN EE NP vem a avaliação SI SI EM M P M M E SI dizagem. ou seja. deixar de reconhecer que E E P E IN M E E S P M N E P P M avaliação da os aspectos citados acima mantêm relação intrín.

pois Eprecisar SI EE ele pode SI municipais EM nas classes P PE P M E M N E de São Paulo. SI SI de cada EE SI NP P I P M S aluno e suas cepção de educação com INdisso. equipamentos especiais EM IN EE adapta-EM Eaprendizagem P N IN S N I M P P I para promover a e partir das municação alternativa. ou seja. torM EE N S E N P E I P I sete) alunos com necessidades a rápida intervenção desse proP educacionais EE E espe. so ao currículo. M M SI E EM 1. qualquer uma dessas posturas é M EE educacionais NP E S I E PE P M E E M S M E E preferencialmente. 54. trezentos PE IN a 10. SI N M E E P I M E E P N (2003) Sfaz o seguinte VASCONCELLOS alerta: Diretrizes eMBases da Educação NacioE M P M Nda a Lei de PE SI Esignifica E PEden. prioritariamente. M EE S N E N N P I I I M M E S S quando M N E que se Prefere E sendo providas. 58. EE SI requerer NP EM EM SI EM mais simples PEem material P M E E E SI EM No entanto. de mais tempo para realizar N a atividade. 2005). destes.IN 77). preferencialmente.E. ano. PE na EE atuaçãoSIjunto EE M EE P NP SI P N E I P I M N E S M N I S aos alunos com necessidades educacionais espeSegundo dados da Secretaria Municipal de EM N E I P I E S E E S S E N P P I M P M mas a natureza e a extensão das Educação de São Paulo (SME-SP). e intensificado. P Nna rede regular E E P ciais.SIN M que metodologia eEquais procedimentos são no S de serão SapresentaEE PE IN NP primeiramente P P PE I S M N E I N S a evolução das matrículas. N e que materiais E M P nistrados eS equipamentos dos dados sobre comSI estão à SI PE EE IN M P S EM N E parando 1996 à realidade em início I de disposição? M encontrada M E E N S E I M E P M E M É preciso inserir mudanças S N NP 2007. NP Sà N P M I I M I M S S S N incapacidade dos mesmos. “não N parar para atender ao M contávamos EE inclusiva2.Sno Sistema Onidentifica que o aluno M P I S S IN E E da Secretaria M IN o começa a encontrar M S E E Line Municipal de Educação – EOL. E No à avaliação.M M EE E P M N PE e / ou excluído.mudar EE 9. intérprete M EM E E S S M NP E E P M de coterferem no seu de escolarização. IN compreender P M I E S N N E S N P M SI professor? SI dros do M nejamento do atendimento de alunos com necessidades SI PE IN M EE S M N E P I M EE E Municipal E Como está se realizando seu ensino. andiretor. enE I EE M E S E P P M M E Contudo.condições N N EM no Brasil. M P que lhe está sendo ensinado e Epara acontecem no cotidiano escolar. N P M M M I E N E E S N P I P M E EE S para melhor E portanto. EE admi. a quantidade M N PE PE EE nas características EE de aprendizagem. educacionais especiais na Rede de Ensi. se o os professores. foi promulgaEM Em 1996. como SI EM que inM uma entre as variáveis IN material em IN Braille. IN garante. N E E o paradigma da avaliação não ficar a qual I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I ou dar Numa I ao “atendimento especializado em dúvida SI S E tre outros. ou NP sistematização IN E I M S S N P previstos no seu processo S de escolaride situações de aprendizagem e de ensino que EE jetivos estão M SI EM IN P zação?SO M EE E E EM que. pois é preciso descobrir as I EE M P E E N S E N P I P P N E M N SI sobre aScon. quatrocentos S E P M E E E e trinta e P três) alunos necessidades é um suicídio pedagóEE N E autêntico E EM P P I P M E E E S N apresentando E N N P P N indicados pelas escolas como algum gico”EM (p. pelas U.ciais. NP P EEscola INquando oNprofessor E dia. na IN última déca.394 (LDBEN/96). IN humano EM EE EE que todoSser EM pro. quais Pconteúdos estão compondo o plaos meanSI N PE Todavia. SI nal – Lei nº. pois IN P S SI deM 2007. foram declarados.Spor exemplo.EEM SI especiais Ie NPa avaliação P IN P P SI E M E N S E P N E N I P I sua aprendizagem é fundamental P da educação E processual S de pectiva inclusiva S SI requer que N a avaliaIN P I N M M I S S N E S da aprendizagem sua Pescolarização. P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 73 . coordenador pedagógico. I N PE E Paulo. além SI no”. dos.S P I I M E E S S N P P EE pre que a avaliação. de acesSIrepresentar N Ede EM SI a provisão N sua exclusão sem. o direito se “devo reprovar E S S P E I M S EM M ’empurradinha’” IN aosMalunos com necessidades espe.S N M E E P P I M M M E E P E IN São Paulo. SI NP sidades IN EM P N I P M do contexto aEque educacionais especiais matriculados M M I E S N S S M IN E EE EEvem subindo SI ano a INPestá submetido S P P P e quanto suas necessidades estão escolas regulares.. S M EEvariações SIN IN M M S E P S E E M devem ser decididas a partir da identificação de suas de alunos declarados com necesEda. de ensicruelmente excludente.387 EM EE delas não M SI participa. jogos pedagógicos Susada M N E S E S N N SI dentre outros. E três perguntas: O que se bem como Mcípio de São N da respondidas.433M(um mil.volvendo SI M Tem como EM N E P P E I M E E P fessor alega que o aluno não está aprendendo. EE PE SI SI cada aluno NP P condições próprias de (Hoffman. o atendimento escolar de alunos E P M M E N PE NP EE com necessidades EE especiaisEM EE M necessidades educacionais educacionais na pers. devem M tes de EE M no Brasil e no muniEM SI E ele ser rotulado ser M dades educacionais especiais N E E I E M E P E S E P P M M N E pelo menos. negando a premissa de ser desenvolvido. professor especializado e família. N Paprende. não P for e instrutor E P PE processo EE de Libras. I P I E M S E E S N S E E N I P P está esperando de referenciais teóricos e da análise SI EM que ele PE seja. SI dia-aIN na ocasião. I S M N S E IN M EM M com M SI E S E E A avaliação inicial do repertório dos alunos Retomando.S na-se necessária S N N I P P I N M M M N E N E SI escolas ciais comuns das fissional S e da equipe S escolar. quaisSobINaprenda. a sua ção tenha como princípios básiEE SI EM por isso PE para assegurar M M E EM N N E E P NP I não realização significaria subestimar as suas poscos e norteadores que: I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N sibilidades de aprender ou quedar-se a) a a INum processo PE IN crença na EEavaliação Sé SI NP compartilhado. obstáculos na realização das S E PE E P M M E P E N N E P M M N e oitenta e atividades ou percebe que SI SI atendimento PE(dez mil. SI EM SI SI NP PE IN I E E S S N S P PA aprendizagem não tipo de deficiência. na escola. o atendimento desses alunos introdutório ou mais concreN E P P P I IN E E S N N S N P P I demandar M meios especiais EE classe comum pode to. 90% apresentavam M SI deve ser considerada INdefiIN M M EE S S M E P P ciência auditiva e freqüentavam uma das cinco escomo resultado que depende única e exclusivamente M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E colas especiais do Pmas deve Eestar sendo P construída EM em julho EM do aluno. SI município. o debate de Eaprendizagem aluno e.

individual E S soanálisesIN e ePcoletivamente. As EM do coordenador PE do supervisor.IN O acesso aosPEestudos teóricos sobre desenho seja das outras crianças. por si só.PEE M EE SI N S E I E S P M E S N EM PE pedagógicaNpossa potencidadeEvariáveis. P M I E N M E M I E S N P E N E P S E Epróxima parte N SI em manSI deste texto. segundo o(s) segmento(s) corporais SIN M SI Para que NP a prática E P I I M M E M S S N E E E alunos com necessidades P tipo de M alizar a permanência E dos afetados e No lesão ocorrida (www.E2006) EE SI especiais EM . 9). contribuindo EM PE PE ção para gloIN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S inserção de S e para o aprimoramento das instituiN N S N e M bal do aluno M SI adaptações. mesmo representação no grafismo ou no NP EM que sua EM SI PE IN M E M E S SI N E E P P M Mavalia.. membros com deformidade M E S S E N P I tomada de M M M S Nsobre A como EM PE procederM congênita M EE as deformidades EE decisões EE ou adquirida. SI estiver EE IN E o mesmo sistemas. Sacarretando EE PE palMnão é a mudança de técnica.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S finalidade conhecer N ************************************************ S E N Npara intervir. SI PEavaliar os alunos com SI N EM N I I M E N S S P na P classe comum tem. com SI dos alunos PE e das condições NP NP EM lo emprestando des educacionais da a mão PE e não fazendo I N E E I M N S SI P N S SI Nproposta aos SI EE outros. que E objetivando P I M potencialidades e necessidado por outras foram orientadas a ajudáI E S M E E S E S N E PE EM por ele e. não de S N SI é suficiente para a construção EM PE IN IN Mavaliação na EE SI S N S E P M PE I uma perspectiva da inclusão escolar PARA SABER MAIS SOBRE M E E S N E I E M NP edifique DEFICIÊNCIA FÍSICA. de EE paradigma. com a participação da equipe esdo que compreende os PEE I N M P P I S N E S N IN SI colar. EEM escola família (BRASIL.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 74 .dem N E M S P I S S N E E S as P orientações da SME-SP lesão do cérebro imaturo E to e respeitadas IN SI NP (. sobre as variáveis identificadas S S N SI EE EE barreiras para a aprendizagem SI EM EM P P como e a participaPÁGINAS 50 A 56 M M E M N E N E P M M EE SI o desenvolvimento SI social. M N E I E M P I E EE S E P reflexões. Pode. EM SI EEfunção física.. com o lápis na mão. É a alteração completa ou parcial M S N I E P S E M S SI PE IN M segmentos do corpo humano. Quando IN M EE SI E S S E N P E PE mostra uma resistência SI EMmaior do M EM culo que o esperaP IN E E N S E N M P SI no movimento SI do passivo. EE dentreEM EE intencionalidade. SI EM EM em atendimento IN M E E S P M N E P se mostrado mais significativa A deficiência física M N M SI se praticada NP refere-se EE nos hoM PE ao comprometiIN EM SI mento P EE aparelhoSIlocomotor P S N EE E rários coletivos. p.EEM IN EM em claro EE P M S N E P P I se sentido. ser auxiliaM E PE S E M M N E M I NP N identificar E crianças.br Acesso em 2006).SI EE IN S E E P S N M P E guns grupos musculares e não em outros. PE necessidades educacionais o desempenho das MEC/SEESP. ou P lesões queEEafetam quaisquer desses S da classe N comum Ee M o de apoio N peda. A lesão EMpara a Mdefeito ou S P I N E I M S N E rede de ensino. ou seja. 2006. M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE tipos. SI E PE PE P em classes comuns I M educacionais especiais E S NP N EM N é recoentreamigos. S PE M EM é preciso M EE NP que o professor SIdesse alunado. M SI M E E N E E P I M P E E professores. exceto SI N E P P P I PE M EE para EM Ee estéticas para acompanhar o processo de escolarização e as que não produzam dificuldades S N N N E P M P I I I E S S S N N PE funções (BRASIL. do tônus EM NP PE EE IN existe aumento EM E P S M SI N E P E M P N SIpredomina IN Como a espasticidade EM muscular.classe. E N M P I I I I M E E E S S S S E que a avaliação N P fímendável inicial A paralisia cerebral PE e a processual esSI é um tipo de deficiência NP EM PE IN M E N S SI N E I M P M S referencial tejam teórico. comPresultante incapacidade N PE da criança M SIna. P considera-se. N SI o apare. acadêmica. PE bro. SI Pelas intervenções SI NP I EE ções de ensino.S S própria prática NP M bre sua E N I S na escola. executar a mesma tarefa NP EM e da M I I P E S S E P N p. de modo preventiE I P I I P E S NP S S N I P I N M M vo e/ou remediativo.). isso. físicas e gravi.doenças M M SI sempre que NP gógico especializado. Pou em conjunto.. N E P E I M P N E de um ou PE Imais IN A questão princi.. M PE em al. mas a mudança o comE P IN N M M M N PE SI ou seja. muscular e o S nervoso. P N P P I E M P N S P condições. EEM EE M S P um aluno nas condições descritas neste relato pode E P P M M E N N M N E trabalhos SI EE EM participar b) a avaliação contíde todosPE os em SI SI constitui-se M EMdesenvolvidos NP em processo EE P E I E M E P P S N N E PE nuo de análise das variáveis que para maisM IN SI SI e permanente NPos de natureza INin. M EE A paralisia cerebral é classificada por EE EE SI SI N P NP P I P M N S o mús. MEC/SEESP. recomendável e provoca debilitaS M SI EE NP pressu-PE cerebral não é progressiva EM o uso Sdos M I EE P E E EM N postos de Vygotsky sobreP a aprendizagem humação variável na coordenação da ação muscular. de Mudanprometimento da abrangendo. isoladamente podem EM S EE proSI P N P I E M M P N S P de grauIN IN duzir quadros de limitações M envolvido. 1). Nessica definida por muitos autores SI assentadas PE EE como: uma desor. PE IN de memIN do aluno e/ou da educaN amputação outras Mque se espera EE ou ausência I SI ça daquilo N S S P N I E P S I S paralisia cerebral. PE com destaque I S N M S E I S N E I S terferem P no processo de ensino e de aprendizagem. eEM dos sistemas ósteo-articular.PEE M a espástica sendo IN a mais comum. IN S EM IN ção.com. IN M E (BOBATH. tema da N SI N E I NP I I M M E S ter posturas e realizar movimentos normais S S E P SI EE EM EM PE P1984. SI EM PE muito diferente IN M EE EE E S S N E P N P P I M ção. e da devido a um S do movimento M no âmbito EE IN postura E EM IN IN deste documen.

que precisam ser mediaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 75 .M M EE E P M N PEinteração. P EE permitirá que a criança com deficiência PE IN EE de de-EM EE P NP desenvolvimento IN o posterior S N I M P P I ca supere as dificuldades que a impedem do raciocínio opeSpara M N S E S N N PE SI EE desejo desta PEpotencial. contudo. Sua participação apresentam atrasos ou dificuldades em EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N P P irá proporcionar-lhe ao SIN conseqüência do déficit e SI motor que EM EM SI interfere NP PE de pertencimento IN sentimento IN I E E S S N S P P garantindo. EM possibilitar SI N ela vividas. M N I N E P E I P I E M S N PE e experimentação. por EM pes. assim. seja capaz agir EE EE M EEintencionalidade P SI soNP SI P NP E I P I M N E S quandoEos M quatro membros N I S bre.SI gosta de ser SI criança eSIa EE SI SI compreendida. M IN EE S SI po é acometido. Uma M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E forma quePos outros. N de suas no P reconhecimento porE E M P M N SI EM PE EE IN SI N E EE tanto. EE • Hemiparesia: SI NP apenasSum EM A colaboração derá sentir-se parte quando N P P I P M I E S N S P IN sua participação.mo S EE membros I M P S EM N E potencialidades da criança.Strocar. O ritmo deSIinteração M das no EE M EM E processo de cimento de deformidades articulares neste grupo de N E E M I E M E P S E P P EE M M N E e de execução de suas ações apresenta formas paralisia cerebral é comum.NP e Só com oSIfortalecimento das apresentam melhor função do que os SI PE in. S M N S E IN M E M SI E S E E realizar a escrita é o mesmo que o de qualquer ouE P M M M E N PE M NP EE tra. M de autonomia e de confiança para agir. há prejuízo no SIN PE EE EE SI N N I P P I N M M S nos membros M S N N E SI e na aquisição deficiência física desenvolvimento da cognição de EE SI EE SI EM P PE P M E M N E superiores? mecanismos culturais básicos. não e tratados a tempo. N M EE é que crianças M SI E EM cerebral S E P M M E E E acordo com suas possibilidades. porque a dificuldade N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SIde manipular. EE de representação EE M o padrão ou modelo a inclusão de SI EM NPuma P IN P P SI Como possibilitar I EE E M E N S E P N E N I P P no grafismo ouPEno desenho pelasIN criança física na escola? S SI representados SI com deficiência IN M M IN S S N E E S I M demais crianças dependerá das possibilidades E E S E P P M M M E E N N E P física temEEnecessi. fundamental para pois precisa de podendo ser o lado direito ou o lado E N S P I M M S PE IN M EE EM EE um mediador para experimentarM e construir seus esquerdo. SI demonstrar suas reais possibilidades. poderão SI EM P E P M E P E N N P EE escolar. aprender. N IN M igualmente EE IN M M SI S E P S E E M É comum a criança muito dependente mostrarE M E E N E EE relações SI comportaNP EMinsegura Pnas NP PE NP e apresentar M se ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE M M I E SI N E E SI S N P M I EE E SI N mento de S P PE P birra em função das dificuldades normalPESSOASNCOM DEFICIÊNCIA FÍSICA I M EE S N E N P I I I M M E S S S N M E mente apresentadas EE pela família NP e por ela própria SI M EM EE Uma criança muito prejudicada P I M E E P S potencialidades. muitas E I EE M E S E P P M M um prejuízo do uso do Há N PE formas diferentes. diparesia e hemiparesia. EM explorar e controlar o ambiente N E P P P I IN E E S N N S N P P EE ao registro empobrece as experiências por SI N a EM do aluno. quando eles apresentam menor acoI M M E E N S E I M E P M de descobrir. pois só por meio da participação potetraparesia. EE EM tipos apresentam E I P M E M E S E E P quer participar.tam SI S M com ou sem Eo E P P E I M E E P lápis e conseguem teclar computador soas. EE A criança NP P I P M S e papéis de desempenha tarefas O que acontece comM paralisia INticipar. N P M M M E N SI PE é fator EEM IN lado do corEE do grupo. o prejuízo motor da EE M P E E N E N P I P P N M E quer parS M N N N deficiência intelectual. IN IN M M E S S M E P P grupo e com o conteúdo trabalhado. A criança quer tanto em relação ao mundo físico como social. se IN SI N EE deve oferecer I P S SI ao sujeito sentimentos de seguranvo-sensoriais associados (visão e audição) N P I S M M N S N SI EE EE forem detectados EM ça.PO SI criançaIN SI senvolver seu de rador e M formal.EMmotoras que esta apresentar. E M S E N NP metimento. Mesmo há soM quando SI EM SI acarretar IN PE EM P INem atraso E E M S M E N S P do aluno com Pfica o registro Como mente o comprometimento motor. contudo. NP A Epessoa com M I E M SI deficiência SI E N S E P P P I M E N N N Muitas de dade interagir.M ser tratada parcela destas crianças apresenta déficits P da mesma N SI meio SI NP PE EE que. PE INda parte doS corpo diferentes de M manipulação PE EE pois Dependendo daSlocalização SI S N N E P I N I E M S S afetada. Smelhor I grupo. físiinteligência sensório-motora M e. Outras apresencar e ser feliz como qualquer outra. brin-PE PE EE crianças SI apresentam SI de conviver. isto é. S N E E P P I M M M E E P S N N E EE conceitos a troca EE proporcionando PE entre oPorganisSI IN membros superiores SI • Diparesia: NP quando Sos EM P PE I M N E N S E M IN o meio. Isso SI Em relação P I I M E E S S N P P EE expressão e o registro pode ser um empecilho para o desenvolvimento da SI EM M IN de acordo IN com suas possibiM EM E E S S M NP E E P E M lidades. INcaminhosNou M as impede EM EE motor que EE vezes. NP necessidade N SI N P M I I M I M S S S N adaptações para o uso do lápis. como Luiz Cláudio. transformar o ambiente e se integrar é que ela • Tetraparesia: esEM N E I P I S E E S S E N P P M P M poderá tão comprometidos. só que. interação com o prejudica Eas M possíveis experiências da criança. que através da sua feriores. é fundamental que a postura e as atitudes dos fisicamente é P também deficiente I P S EM N P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E professores e pais para com a criança conduzam a intelectual? E S S N P E I M S cresEM M um desenvolvimento IN saudável em que todos M EE NP M E S I E PE P M E E M S M E Não existe P N E E relaçãoSIentre PE çam juntos. conseqüentemente. os N SI LuizNP Cláudio é dependente Ele que foi subdivisões: M SImotoramente. O M sensiti.

ritmos de aprendizagem.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E para educação E M EE S o teclado adaptado. 2006). N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E ção em que esta criança que vai usá-las. do ficando atento às respostas apresentadas. necessitarão E P I I P E S NP S S N I P I N M M pela Secretaria Municipal de Educação de ajuda a mão para S S São N E de outra pessoa que “emprestará” SI EE Eo SI deve propiciar EM EM P P Paulo. N quais predomine SI PE IN M EE M EE S SI N E E P P I M M M E emSque cada um para que os IN DOT. Pode acontecer que a tagem de crianças aparentemente não apresentaS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M criança com deficiência física possua alguma do S S de. SIem sala de Em relação às atividades de EM Daí é capaz NP PE as intervenEE IN de planejar EM aula E P S M SI N E P E M P N para que novos SI conhecimentos IN EM ções necessárias M SI PE EE IN S E E P S N M P De acordo que orienta as poE sejam por ele apropriados. Círculo PE controle e na execuSI NP EM cimentos” PE IN de M E N S SI N E I M P M M S pela atividade.tativas. O “Programa ler para o M SIé necessário EE que umSIN P ”.. M P M M ou condição que necessite E SI formidade E SI E E P E IN M E E S P M N E Pe escreverE P específicas para ela. produzido da Ilíticas N S E N NOutras. A pessoa com N deficiência Ptem condições E S N EM IN I M EE SI S N S E P M PE I ampliar suas possibilidades desde que o profesM E E S N E E SI NP Em relação EM ao uso sor Edemonstre atitudes de respeito e solidariedaPE M EM M NP de mobiliários SI M N E I E M P I E EE S E P E S de. M idades. S SIo quadro motor E E P SI EMcrianças.SIN M EE SI NP N P I I M E M S S N EM E E P O conceito de adaptação para o atendimento nos. tornando esta criança desmotivada N SIfísica. por exemplo. rá comprometido SI N se distrai. respeitando-as valorizar oN produto do aluno IN suas possibiP M EE E EE S N E N P P P I I I E S traçados N N S da como N sujeitos sociaisS e de direitos.º Ano”. no “Guia IN IN EM EM EE P EM S S N E E P profissional habilitado prescreva cadeira de rodas Planejamento do Professor Alfabetizador.PEE planejamento contemple E S EE siSI P N I E M M P N S P IN tuações didáticas. muito distante M lidades. I com diferentes M E E E S N E E aprofundem SI ampliem P NP NP seus conheEM NP criar consolidem. diz claramente: “Trata-se de organizar um S N P M de leve a M EE INmode. SME. M EE IN EM EE EE P S N E P P I M adaptações são feitas M observando-se tentamos enquadrar as Ecrianças em N S Quando P N EE N a necessidaNP SI o prejuízo E está na relaSI SI que necessita N EE da pessoa EM de e a potencialidade P SI e padrões preestabelecidos. Acreditar com M e com E S E N N E P P M I M M E SI ou não. o espírito de equipe. brincar e trabalhar em grupo. S Não são todos O SI EE faz com o saber.M NP EM os equipamentos PE M I P E E S N que pessoas com deficiência mentoEM de incapacidade é muitas P P E servem para M vezesINreforçado EE M todas as IN SI P E N E P S E I E E N S S do equipamento adaptado tem peloPprofessor. de Vale a pena reforçar que a colaboração é fator M E P S E P M M N E M I ter NP N para o sucesso E E importante P I M conviver. perdendo quantidade P de e conseqüentemente umaM porcenEM EE M EE grande EE SI N E E P P P I PE M M E E necessária à concentração. de de uma criança que deI E S M E E S E S IN PE EE EM os problemas PE qualquer NPe buscar P NP EM iniciativa soluções para pende do outro S para executar atividade. As atividades desenvolvidas com as crianças N E P P E I N M I P E todas. capazes disformes. com M SI SI SI NP EM I EE representação da criança EE M E S P de pensar e agir de modo criativo e crítico. e EM de pessoas NP M I I I I M E E E S S S S E N P equipamentos que auxiliem no (SÃO PAULO. SI dos movimentos PE 2006). I N E E I M N S SI P N S I apresentam M SI estimular atividades N EE e conflitos que S se nas diferentes sendo deve nas NP EM que o professor I I P M EE E S S E P P N M desde muito cedo” (SÃO PAULO. O grau da deficiência física. SME. SI NP IN PE infantis I N M S E I S N E E I S criar. com deficiência física é modificar. EE à prevenPE traz benefícios quanto qualquer atividade S E P M IN N M M M N PE SI viciosas EE de posturas ção da realicompreensão das peculiares dasEM EE EEe favorecimento EM SI EE características P N P P I E M P Nzação deM S N P N E I PE I Nde cada P atividades SI para qualquer pessoa. E P PE possa colaborar IN M EE EE E S S N E P N P P I I M de objetivos sejam S atingidos. ção exigidos Essas Leitura.M EM de funcionamento PE PE na potencialidade das IN E sua condição cognitivo. E EMsenti. sejam E I S N S P N I E S I S especiais ou não. elas PE fica. IN SI de se expressar.. é que I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM oN professor passa a compreender aMnecessidade P IN E E S E N M P SI seu aluno. O professor deverá M M E M N E N E P M M EE SI dentro das SI EM PE PE condições de aprendizagem. Todo necessidades uma das crianças. EM Organizar SI situações as Epossibimas do SI a compreensão M EM NP EE que quer P P E I M E P P S N N E PE lidades comunicar eM representar devem ser levados em S consideração. e N N PE EE adaptações Essas o Sacesso ao M EE desenvolver EE deficiência SI registro IqualificaSI vão proporcionar N P NP P P M EE N S N E N I M P currículo. dade diversos. mas M ções de atividades pelo EE com Igraus de complexiM aluno com EEpara a realização IN SI N S E E P S P M M E S N PE deficiência física.) que EE dasS adapta. M SI a necessidade NP rado é que vai indicar P Mas mesmas IN (. DOT. O PE IN IN na execução de S S NP ser asINmesmas M E I S O posicionamento adequado da sala devem para que M S N E P S E M S SI PE IN Se não houver M muda é a qualidade da resposta. Assim. ainda. N com o documento SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 76 . públicas infantil. “o currículo às crianças que deficiente possa executar. de organizar pensamentos e idéias. Io S N processo de inclusão ficaEMos pés sem IN aluno que apoio. ao estabelecer S suas EM especial PE E SI M E E N E E P I M P E E dição. E P P M M E N N M N EE que ampliem SI EE o conteúdo. com M E S S E N P M M M E energia. Projeto E I N M P P I P S E S para sua conIN N IN expecM adaptada e mobiliário escolar todaSForça ao 1M . E favorecendo assim que estes alu.rá condições Ide N corresponder às expectativas N EE NP S SI EM de adaptações professor. sem dificuldades motoras. A prescrição SI NP EM pela pessoa IN NP I M M E S a ver com apresentado e muitas vezes indisciplinada.

I S SI No entanto. 1985). SI frente ao M PE e umaEE PE símbolos M M E nesse M N N E E P NP I determinadas localizações espaço. EE N E E E P P I P P M E E E S N E de Sinais N N P N Aos SILINGUÍSTICOS EM NP 1.sp. N E P P P I IN E E S N N S N P P I pelos índios I EE da na floresta amazôniDivergem das Slínguas orais N EM EM SI Urubu-Kaapor N porque utilizam o S P I I M E E S S N P EE ca (Brito. pelas mãos. O PE EE EEvocabu. I P N E P I E M S M N PEde Sinais (Libras) PE Brasileira A Língua é utilizaquanto S às possibilidades de expressão. Observou que sinais não eram imagens. ainda pouco I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E A análise das propriedades formais revelou que maior parte das pessoas ouvintes exige uma apreE S S N P E I S EM EM M elas apresentam IN organização formal nos mesmos sentação que contemple os linguísticos da M Easpectos NP M E S I E PE P M E E M S M E P E faladas. osEM EE M Diferentemente das línguas articula. xa estrutura interior. EM S M a partir Sda EM N E P P E I M E E P de de gerar uma quantidade infinita de sentenNa Libras os sinais são formados P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE S M M EE P N SI M ORIENTAÇÕES CURRICULARES: PROPOSIÇÃO EE M M E P E M E N PE M EE SI N NP DE EXPECTATIVAS DE E P I I APRENDIZAGEM E M S S N M SI EE NP EM E I P M E E S P M (LIBRAS) EEM IN LÍNGUA DE SINAIS EE BRASILEIRA M NP E S N P I P M I E EE S M EE P N SI N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 77 . IN dos sinais NP e pela organização Sdos E I M E M S E S E E mesmos nas estruturas frasais e no discurso. Um quarto paE M E E N E E P SI palmas M NP EM NP PE N PE râmetro.gov. EM na capacidaEE EE gua genuína.ASPECTOS EM estudos SI NP Ameri. EsIN IN M M EE S S M E P P sas línguas são diferentes umas das outras e indeM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E das utilizadas Como toda S língua natural. SI EM portanto M IN M EM E E S S M NP E E P E de modalidade M Assim como as línguas de sinais utilizadas nos são gestual-visual. apresenta regras que respondem linguística é recebida pelos olhos e proSinformação M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S pela formação duzida no pelo movimento do IN S M M espaço. SI NP M EM EE O estabelecimento de expectativas P I M E E P S N facial.portaleducacao. foi o primeiro pesquisador I M I E E E S S E N E S P P P I M E E N N a perceber que a Língua Sde Sinais IN PE EE SI SI NP NP S Americana N P M I I M I M S S atendia todos 1. E N nas é ilimitada haver restrições M S E SI Nesse sentido. Estu1 . que se refere à orientação das das M M I E SI N E E SI S N P M I EE EDE PARTIDA E SI N mãos. por NcriIN sua aquisição M P E E S E N I P P I N M E sinal (anáS cri. localização e movimento. EE PE IN SI NP EM P P PE I S M N E N S N abstratos E M P complexos.nível M N N internaPdo N sua importância na Seducação de SI anças surdas.EEM SI de surdos.SI PE INsobre a Língua I E E S SI DA LÍNGUA N S P P se seguiram outros. foi S P P P acrescentado por Battison (1974).1 . os mesmo princípios SI NP no senP IN P SI I E M E N S E P N E N I P I P primáriosPsão E as mãos. mas. direde aprenE M P N PE expressão SI EM EM PEpela ção EE uma língua IN conhecida SI dizagem de N E E do olhar.NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI N P EE NP EM SI P I M IN E S E N S P I M M S PE IN M EE EM EE S N M E E P P I M M M E E P S N E EE mas SIN MATERIAL DE PROFESSOR ças. movimentos como da boca. I M Secretaria E E N S E I M E P M do sinal E Técnica S (SME-DOT). SI com uma símbolos SI compleSI PE EE IN M P S EM N E SãoM Paulo (cidade): de Educação. Apesar dessa diverE P M M M E N PE NP ambasPseguem EE EE orais. um conjuntoS de SI que se movimentam N IN I N M M I S S N E E M noSespaço em corpo e articulam sinais em convencionais.FORMAÇÃO SDE SINAIS IN EE M linguísticos de uma línEE os critérios S E P P M M PE na sintaxe. corpo e pela expressão facial. IN IN no léxico.1 . isto é. 2008 EM Investigou a formação E de Orientação N NP Diretoria EE e definiu EE M E P SI três NP SI P NP E I P I M N E S M N I S (p. em cana BRASILEIRA DE SINAIS M SI diferentes países.prefeitura. sinais pelasEE comunidades surdas em função das IN SI além dela. incluindo E PE níveis encontrados nas línguas umPEE Língua Brasileira de Sinais.EEM gência.PONTO I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N E M E dos posteriores E incluíram traços não-manuais. possuem surgiram da interação entre atendem às N P I S M N S N M não ape. P línguas Eorais-auditivas I nesI N as línguas EMde sinais EM pendemIN NP P SIpessoas ePE NP algumasS semeE ses países.1. utilizaencontradas. dores tido de que Stêm um léxico. gramática. N fonológico) e um nível gramatical EEcomo na cultura INloga ao nível M M SI EM EM S E P M M M E E E fossintático). 14 a 17). bem surda. EE Ee lhanças que as identificam como língua necessidades da comunidade SI EM e desejos P E P M M E P N E como uma P IN M EE por não M linguagem. P denominadas EE EM PEA IN M EE E P NP IN S N I M P P I diferentes países. Disponível em: parâmetros que eram realizados simultaneamente EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M www. EM Stokoe.SIN SI N N I P P I N M M S vivem em M N E SI a introdução da pelosS surdos que do lário de acordo com EE Brasil SIN EE cidades P SI de novos EMaumenta M PE P M E N E ondeM existem comunidades surdas. em 1960.br) na formação de um sinal particular: configuração SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M das mãos. EE de estruturação SI SI EE sublexical SI N P I P M S (moranças surdas. NP E EM EMuma outraSlíngua PE P M E E E SInecessidades EM existe registro de de sinais. INP canal visual-espacial e não oral-auditivo.

SIque EM com vários movimentos no espaço de SI mas M EM NP da datilologia EE (alfabeP P E I E M E P P S feitas pela N E N E sinalização (Klima to outras formas IN mão domiSI e Bellugi. mas a Slocalização. para N E baixo. SI digital) ou NP 1979). entre orais.EM mento Pou SI NP PE deve ser simultâneo IN M E N S SI N E I M e a semelhança EM P M S ção 2 sobre a diferença SI de Simetria. P NP P I P M SI N S N E N SI SI SI EM EM PE M E SI E EM de criação N E P P I M E 4 Escolha e explique um processo M E S E N N E P P M M M E SI SIsinais utilizado N N PE EE na Libras. SeEM um sinal for EE este texto S EE IN N S E I P S P M M E S N N PE se moveproduzido com mãos e ambas M EE SI SI NP as duas E N P I I M M E M S S N E E Emesma configuração. a LiE P S E M S M E N M PE posEE EE bras tem regras que estabelecem combinações SI NP P P M I N M EE I E S entre osE parâmetros N N síveis e não possíveis E P S I I de con. dobrar N de um numeral E P P E I M P S N E passiva.S para S P do sinal (para cima. A incorporação.S os movimentos E I configuração ativa. P a configuração N as línguas S as línguas M N E E N I I N E M S E P S S e a outra N SI mão. ma e Bellugi. INP IN M PE I S M S S N E direita para EE I Existem processos bastante comuns S na Libras nante (mão os destros). nas SI SI NP EM I EE EE M E S P guas de sinais frequentemente a raiz é enriquecida · configuração das mãos – refere-se às forE P P M M E N N M N pode ser EE e contornos SI EEdas mãos. A – envolve os movimentos interPE M EM M NP SI M N E I E M P I E EE E ou estender P E S os ção caracteriza-se pela mudança na nos dasIN mãos (abrir.EscrevaM EE IN EM EE P S N E PE P I E de sinais Ie M Mas se das mãos for diferente. de S neutro. 1979). alguma parte do S N espaço SI corpo ou estar em Ium EM PE IN IN M EE S N S E P M PE I dando origem a um outro sinal. PE M IN E P E E S N parâmetros na EE P P E Msimultaneamente M IN realizados EM que são SI N P E N E S I E I E E N S S formação de um sinal. numeral ou negação.EEM no tipo de movimento. S a Condição SI EE EM dois M EM de Dominância. elas devem ter a locada aprendizaSI 1 . SI EM complexas PE vezes formadas PE ao corpo lavras são muitas pela paço em frente São consiIN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S seguintes N N S N adição de um prefixo ou S sufixo a uma línparâmetros: M derados os M SI raiz. SPor P I M sinais. EM PE PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M A composição de dois sinais que se combinam. E S E E S E N E M PE mas são EM mes de Iverbos Emeio SI configuração PE de mãos. N E I I P M E S S E P IN o movimento dosSverbos (Qua· Localização – lugar no corpo NP EMrepete e encurta EM ou no espaço. movimento corporal e olhar. E M P I I I I M E E E S S S S E N P E alternado – Condi. mes PE IN M E M E S SI em que o N E E P e Karnopp. N E P de apoio. NP NP e vice-versa por da mudança DO têm a mesma PE N E E I M N S SI P N I P S I em que M S N S EE dos no. os movimentos M S N E P S E M S SI PE IN M expressar a quantidade. M EE EE de novos SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 78 . EE IN M E E S P M N E P I envolvemEE ·P traços não-manuais S – expressão IN Resumo por M PE elaborado IN IN EMVieira EEM EM S EE Leonor P S S N E E P facial.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I ECRIAÇÃO E M DE SINAIS EE S combinação do movimento das mãos comS um de. sucintamente.IN 1. O que deriva de noe IN exemplo. ou pelas duas M E P S E P Eos sinais APRENDER MSÁBA. 2001). o movimento produzidos em lugares diferentes do corpo. SI N E P P P I PE M EE E se incorporar simultaneamente ao movimento ou EM ção para qual a palma da mão aponta S na produção N N N E P M P I I I E E S S S N N P PE I E I M expressão corporal. para N I I M E N S S E M P para a esquerda ou para SI a frente. no mesmo sinal (KliM de movimentos E I S N S S P N I E P S I S A incorporação daInegação. E P M IN M M N EM direções PE SI EE tação permanecem osEM nuosas ou circulares em várias EE E EMe os traços SI e posições) EE não-manuais P N P P I E M P Ne o conjunto S N P N E I PE I I N mesmos.1. S fechar. se move EE apenas uma IN SI NP EM serve M P S I N E I M S no mínimo. EE curvas. a P sobre a importância rem. PE M E S S E N M Pode também M M S NP das mãos · I orientação EM PE – a dire-M resulta em M EE EE das palmas EE um movimento contrário. P M M tocar IN dros 2004).INora M dedos). o corpo. Marta Silva Pincigher Pacheco I M P P IN S IN M línguas S EE em outras NP IN M S I Assim como de sinais. SI EM EM PE a direita). PE. poS S N SI EE EE este lugar ser uma parte SI das línguas EM ou um esEM P P Diferentemente orais.2 PE N N E P I I E S NP S S N I P I N M M terminado formato em um determinado lugar. aplica-se 3 .SIpara PE IN NP da mão. podendo a mão SI sinal é articulado.Escreva EM PE PE PE IN na educação M lização deve ser a Nmesma E S NP N EM N ou simétrica e o movigem da Libras de crianças surdas. aPE ativa.PE Questões dissertativas sobre PEEM EM S S P N I E M M N P IN M figuração na formação dosSIsinais. siPE a oriendirecionais no N espaço (em linhas retas.Descreva.para criação IN NP EMde novosM EM mãos. M E E S N E E SI incorporaNP · movimento EM um Eargumento. em que padendo do corpo M M E M N E N E P M M EE SI(Felipe. ora dos pulsos. S N EM IN em alguns verbos.

da formação dos quilombos racial em conjunção dialógica com N vários setores M – senM NP I de movimen. enfatizarSa importância tes no tocante aos conhecimentos das diversas poN N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M A Lei nº 10. S SI EM PE pluralidade. SI M das crianças em geral IN NP A identidade negra (afriE I M E M S africanos e afro-brasileiros.EEraça. num movimento E E E SIpara o nosso EM N E P P P I IN E E S N N S N P P I propicia ras.Diretoria de S Orientação da escrita. cidadania. Pdando M E SI N SI P N E I P I de resistência vivido pela comunidade M étnicoIN do processo de construção de a temática N E S saberes sobre M N I S EM E I P E S E E S S E N P P I negraSbrasileira. posentre africanos e afro-brasileiros. da arte e M Paulo (cidade): EE EM EE N M E E P P I M M M E E P N N E Educação. Mas oureflexão sobre alguns conceitos – como racismo. SI lização para N EE I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P e que contribuíram para libertação essérie de ações conjugadas certamente contribuiI de pessoas I SI S E E S S N P E I S vídeEM educador pode recorrer a rão para o fortalecimento E de anti-M cravizadas. O S M E I E PE P E E M S M os. SIN EE EE EM de 20 P E P M M E P E N N negra supera A Lei Pnº 10. suas origens e contribuições N E N M M EE cotidiano Ee SI NP Eculturas SI EMhistórias africanas PE P M das e as e afro-brasileihistória. SI presentes N E NP tras linguagens estão P I I N P N I S S N I M P S M N M S SI EE IN SI M EE EE P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE S N SI SI M M EE P N SI M E EE CURRICULARES: EE ORIENTAÇÕES PE EM P P M M N E N N M SI EE EE SI SI NP P P I M EE DE APRENDIZAGEM PARA S N N EXPECTATIVAS E P I I E M S S N M SI EE NP EM E I P M E E S APEEDUCAÇÃO E EM P N ÉTNICO-RACIAL EM SI NP IN PE M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 79 . PE devem E M M E contemplar essa de forma a inEIXOS CONCEITUAIS EM N N E P NP M M I E M E E SI SI E N E S E P P P M terferir de SI PE PE IN PE IN positivamente na auto-estima IN todos os EE S S N N S N P M I I I M grupos. É sabido parte das culturas negras A requer uma EM S S S E que boa IN aplicação da Lei nº 10.394 (Lei e Bases EE tre outros. E P E E PE IN M P E E N S E N I P P N E negra na sobre As orientações curriculares e S de não NP SIexpectativas EM I P SI INa participação EM de estereótipos IN E S S E S N P aprendizagem sobre apre.639/03. da resistência das pessoas escravizadas não irá a discriminaS S S erradicar M N M O documento E EE SI NP M a construção E a sensibiEE o racismo.639/03 eduEE é complexo. de dezembro SI de 1996. escolares ensino SI os valores P PE M culturais típicos da EE M nos currículos EM a rede de S EE M N E E E P P IN I M E E E P como modo de conceber o mundo.639/03 M E S E PE P no Brasil foi transmitida oral. enpública ou privada. filmes e textos para identificar a reprodução ou EEM racista e plural. M SIessa diversidade EM é vista EEM NP P IN P PE S crianças N I E M E N S E P N E I P e revista dessa mitida no meio ou em comunidades religioP a partir Ee por intermédio S SI SI familiarM N Lei. cotidiano e particularmente E S E E E P M M P E N PE EM –. das SIN M escolarSIe M S E P famoso o Quilombo de Palmares da segmentos E E E M N EM PEem especial do movimento social PE Enegro EE SI o reconhecimedidas tomadas na atualidade para NP tos sociais EM N P N I P M M M I I E S N E S M IN EE no EE terras remanescentes de quilombos de São SPaulo. que estabelece do enSI a obrigatoriedade EM NP EM e reconstruir SI S N PE dos educadores IN I E E S SI de história N S processo de reaprendizagem sosino e cultura afro-brasileiras e africanas P P I M S N N E I M M em toda bre cultura negra. Seu conteúdo altera o art. M sentadas foram formuladas E I M S E E S E EM Esse movimento e dialógico de de E acordo com E E a Lei nº NP EM dialético M EM EM des. E E E S S N PE auto-estima. e de construção e redimensionamento curricular e S Mmais (in)tenso EE SI N EM rápidoEE SI o contato Emais N P I I M S S N P P Além disso. dasIN negras transEE se tonifica.do o mais M comunidade EE –. PE SI NPmento das S P P I M EE S N E N N P I I I M M E Brasil. ao instituir o conhecimento pulações africanas. açãoMeducativa. Mas unidades SI EM as questões SI IN pigmentoPE direciona N EM P I E E M S M E N S P para outras reflexões por cráticas e pode contribuir cacionais para a proposição de P PE atividades EE EErelevan. reM EM EE PE na identidade PE ne. política. da ção. mas colonizado e civilizado N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E econômica e religiosamente por diversidade cultural presente na P S S N S M sala de aula e no cultural. EE EE PE SI IN SI NP EM P P PE I S M N E N voltaS Técnica (SME-DOT). IN P I N M I S S N E Os conteúdos escolares E sas de matrizes africanas. 26-A S S N N E E M P M N SI SI de Diretrizes NP PE EE da EduIN SI NP da Lei nº 9.SIN SI N N I P P I N M M S do respeito M à diversidade. EM uma educação IN M NP etc. 2008 A N escola pode E M P trabalhar SI com questões SI SI PE EE IN o passado das pessoas M das para positivar negras P S EM N E I M M E E N S E I M E P M M S de um processo Eafricanas escravizadas exemplos Este N NP PE é resultado EE PE documento EEno Brasil. mas tem como objetivo P I M mediante do sincretismo religioso. como a valorização da corporeidade. seja EE cana e afro-brasileira) se fortifica. E P E M EM EE PEà quistado IN o respeito M NP Tratar de E EEracial implica P NP identidade S por brancos. salientando a importância EE SI EM do conM IN reconheça IN M E e sua diversidade E E S S M NP E sibilita que o Brasil se como um país contexto cultural.639/03.NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI M E EE EM N P P M I E N S N EE SI EM NP SI P I M M E S P São Secretaria de SIN gra.PE P P I P E E E S N E possível P N N P construir só será após um IN 10. estéticos. M M E pela tradição N M E N E M P I I M ações afirmativas. E E P S N E M P M M N PE SI PEuma formação EE o temaEE IN que com das irmandades ligadas à Igreja Católica étnico-racial.Nsociedade SI NP EM relaçõesMétnico-raciais Ibrasileira. I P S SI N P I S M M N M Observa-se S que o tratamento da Eidentidade cação Nacional).

M educativas re – nas práticas identidade M entidades EE IN na. S S sociN SI EE EEdar sustentação às novas SI EM na área EM P P edade. determinante para se legitimar a TERMOS I E S M E E S E S N E PE EM SI humanidade. uma pátria. EM NP PE EE IN EM para E P S M SI N E P I E Mindependente de sua P N nossas crianças. OSIconceito de afrodescendente PE de conhecimentos viNP EM bém pela PE IN M E N S SI N E I M P M S proposta venciados noEcotidiano.cional. rica importante para o País – mas. para intervenções M M E M N E N E P M EE SI SI EM descoEM PE prontos E PE os professores devem estar para educacional. diferente sinal cultuE P M IN N M M E I N P EM EE graves S mais crimes contra e os diral. tendo-se em vista características femeados do século XX. marcada I M E E E S N EE pelo fenótipo. ancestralidade. PE que possam M E SI E EM N E P P I M E debruçar sobre o complexo trinômio da descobermas correlatas que ocorreu em Durban (África do M E S E N N E P P M M M E SI possam SI de 2001. N N PE EE ta-ensino-aprendizagem e que. territorial. M E E S N EE SI PE M NP EM notípicas e pigmentocráticas. marcando.SI EM N EE P P E I E M E P P S N E IN PE rações e de outros. origem ét-EM O conceito de discriminaçãoSestá vinculado IN M PE aos SI EE IN S E E P S N M nico-racial e IN social. Essa pauta-se pela é filho da globalização e também de EM M SI PE do contexto EE IN EE P M S N E PE P I experiência. resistência entre outros –. nessas S SI EE EM con. S I S N M S I S N Elongo da história.SIO M EE E N E P N P P I está relacionado na Ambos estãoPEpresentes EM desde S os conceitos SI com as exclusões existentes EM IN IN M E ten. M P M M a negaram que na política vinculado à origem e a cultura africana e ao territóE SI fatores E E SI E P E IN M E E S P M N E Pindividuo. E S EE um SI P N P I E M M P N S portanto uma P IN estado. Falar em “raça” pode do o mesmo significado político. EE I S rou-se. M EE EE Sul) no ano SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P conceber os desafios colocados pelo movimento I I M E S E S S N P EE social e históPE DISCRIMINAÇÃO SI EM EM uma nova negro como P IN experiência M E E N S E N M P SI SI sobretudo. foi popularizado M EE I SI reitos humanos. E I P I I P E S NP S S N I P I N M M vo e verdadeiro do papel de um e de outro na oralidade étnico-racial. negras que N constituíram e conduziram além M EE étnica. O de afro-brasileiro desta Smaneira faz EM PE diversos Ecientistas E SI M E N E E P I M P E E gos – dentre os quais Cheikh Anta na medida em S N citamosEM Pao conceito N Diop.PEE SI de diversas N S E I E S P M M S de uma identidade IN N PE PE com esfor. assim. mas de maneira difusa. S o intento S é de que esta reflexão seja ção P da diáspora africana.SIN S N S E P M PE I sociedade. enquanto construtores do País. simbólico eE político para esses termos. práticas científicas e educacionais. No entanto. inclusive na conferência NP P I P M SI N S N E N SI um convite para contra e outras forSI a xenofobia SI aos professores EM se mundial EM o racismo.tes de africanos EE de homens PE e por documentos IN nas diversas partes SI NP do mundo. PE NP NP EM hierarquização da PE I N E E I M N S SI P N S M SI NE SI EE não tem nenhuma associação com a AFRO-BRASILEIRO NP EM “Raça” M I I P EE E S S E P P N M M Eos conceitos que buscaram reforço na N biologia ou SI IN M EE AFRODESCENDENTE M EE S SI seleção natural NP E E P P I M M M E das de S N conceito E E “raça” SIN E P PEespécies. O E P S I N M E I M S N E basam o nosso conhecimento serviu. M SI Joseph Ki-Zerbo NP Amadou Hampate Bâ.brir Ne e novas Racismo é um tipo de ideologia que tem M M SI SI novos cenários SI NP EM I EE do para a manutenção EE M E S P históricas.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S ligiosidade. IN P M E EE S N N E N P P P I I I E S realidades S N culturais N S servi. nário nacional negro M S N I E P S E M S SI PE IN M cada de 1970. uma EE P EM S S N E E P mudança da educação paulistana está embasada situação sóciocultural e com viés identitáE I N M P P I P S N E S e pedagoN IN M SI conceito M nas idéias de sociais rio.EE E M IN EM aos interesses SI N P E N E S I E I E E N Portanto. um continente. é necessário conhecer essa diversidadeS e os ferência da Unesco. NP M P I I I I M E E S S S S E N P instrumentos de transmissão cultura. identidade possibilitar-lhes um reconhecimento digno. SI E N P I I M é alguém S M E pela cor. O afro-brasileiro está S N N EE NP SI SI EMeducacional. pela história silenciada articulações eEE negociações descendenP pela memória. em 1950.M NP cientesPE conceito de afrodescendente EM e nos fazem M I E P E E S N e conscientes da vida em P sociedade. Para tanto. mais M diversos da P popula.M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 80 . P M SI Frei. uma M revisão EE de negro. imdo status quo. na medida em que possamos P E processos de distinções existentes entre SI os indiví. N entre osEM S M N I N I I N E M S E P S S N SI e mulheres que M em. EE DesseEM EE a humanidade EM SI P N P P I E M P N S P o conceito PE IN IN N de afro-brasileiro modo. propiciando um S EE é um dos PE Por isso. o racismo o de ser humana. efetiN S E N N étnico-racial. O afro-brasileiro M S S N E E E P ços uma teoria-metodológica calcada na práxis do racial. O racismo estrutuIN SI na subalternização NP IN M PE futuras. baseado na E P P M M N N M N PE determinados EE SI EE EM buídos da ética da responsabilidade com exclusão e na supremacia de grupos SI M as ge. dições.EE INe reivindica E e Paulo que elabora uma nação. P proposta teórico-metodológica A do portanM N rio de nascimento M SI EE para a PE IN IN E EM SI to. a difuP I M E M E N S M N E I E M P I E EE S E P E S revelar uma das características do racismo: a casão e a popularidade dá-se com a retomada no ceN E P P E I N M P S E no final da PE INdéIN SI de negar NP do movimento M pacidade E N I S o direito essencial da pessoa. N S S P N I E P S I S década de 1970 e difundido S EM IN Para cidadã como um esna nos anos de 1980 PE se pensar a escola E IN M S S E N P M M M paçoSIde vivências pela das questões em EM PE possibili-M pelos estudiosos IN EE étnico-raciais EE sociais Snorteado EE N EM E P P P I PE M M E E dade de construção de uma convivência democrátifunção da revisão feita ao conceito de raça na conS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M ca. ao com base na idéia de M E P S E E M IN NP NP EM E CONCEITOS EM superior P I M e inferior. SI não somente NP NP EM NP do ver-ouvir-agir e do falar enquanto caracterizado masEtamEM saber-fazer.

já que é híbrido. EE cial. M M E EM de informações N N E E P NP I valores sociais. mas no preconceito esta distinção S M SI M IN caso doIN E M E M S E S E E vem. IN EM E o olhar do M SI escravista.. S cultural.Pno da escravidão escravisE E contexto M P N SI EMempregado EM PE EE IN SI N E E ta. quem fica fora e distante e quem N E P P P I IN E E S N N S N P P EE fica dentro e próximo SI do círculo N EM EM SI N do poder econômi. IN M É uma Enoção EE IN M M S S E P S E M gro. da PE EM pela diferença. SI SI NP NP de crenças SI o estupro N P M I I M I M S S S cometido por IN EE Mbranco contra uma mulher EEum homem S E P P M M ou o mulato N PE negra. nãoMé IN IN M EE S S E M E P P visto com positividade pelo movimento M negro brasiN EM EM EE PE PE IN I M E E E P S S N N E E M 1929. lingüística M ou fenotípica.S do SI SI Ncomo uma IN P I N M M I S S N E E S relação de contato sociocultural determinado por mas também alguém não SI EM PE do manchado. E O preconceito relação surge idéia da existência do mestiço. EM é SI S M EM E P P E I M E E P filho da violência sexual contra as mulheres. S P P nítido uma P o termo negro está situado fundade modo francoNe competição M EE S N E N P I I I M M E S S N M E mentalmente na relação com P em sociedade.IN P os indivíduos M de como SI na medida em que a maioria é negra. ainda. SI NP EM mulher branca.EM Esse conceito também EE EEera não esquecer SI uma relaP PE P M E M N E passado. se consolida M um valor EE uma crença.SI M EM EE P I M E E P S e do tráfico N no. IN IN M EM E E S S M NP E E P E M EM EE PE IN M NP MULATO E EE P NP S N I M P P I O termo está muito próximo ao de discriminaSI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N P ção. com EE com o europeu. No EE EE Mjogo da balança. na África subsaEM N E I P I E S E E S S E N P P e grupos ariana. IN carregam consigo uma I E E S S N S P P o termo preto. EE lutaramSIpara I P SI dar positividade ao tra. desde trário. o SIN de. geralmente dos ho. NP EM física. PE EE infundadas. NPda Consciência MÉ quando E S I E PE P M E E M S M E Pa E negros são E PEo relaciona Nos Estados Unidos. Portanto.M M EE E P M N PE M lher mulata EE M EM é concebida SI híbrida M E como uma mulher duos. Sdo M EE N S E N P E I P I Portanto. ativistas como José Correia MARGINALIZAÇÃO M leiro.SI PE No Brasil. na relação direseus clichês. puro.nados N N social. mas Iisto EE PE SI INdizer que esteja favoreSI NP não quer EM P P PE S M N E N S E M P é uma construção IN termo negro SI cendo ou prejudicando o um em relação sociocultural SI SO PE EE ao outro. na periferia do sistema SI al. IN M P S EM N E presente nos países da diáspora africana. Em N SI Leite SI NP NP PE EE SI NP termo negro. PE mesclado. O mulato na história brasileiI M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI mediante N N N ra surge. na maioria das vezes. dos centros PE PE e o dócil. isto é. ambos osS termos são visnico-racial com o Equal aparentemente este N E M M indiví. INasiático. Mais importante: o termo negro foi ESTIGMA I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E para demarcar as conquistas – Frente Negra. SI IN M M não tem qualquer vínculo EE O pro. de modo a não se render ao modelo e aos ção com a lógica espacial. I P I E M S E E S N E E P IN e a beleza da sendo racial. um Ppré-juízo de contexto na que vem da SImedida em EMum em EEM NP P IN P SI I E M E N S E P N E N I P P ao outro. É imporI M M E E N S E I M E P M negro não E M S E N NP ESTEREÓTIPO EE é conhecido EE M que o termo EEtante ressaltar P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S ou usual ao sul do Saara. mente construída.SI P I I M E E S S N P P EE co. ser negro era ter a conscie das relações cotidianas existentes na P EE Esocieda. um marcada com o sinal do desequilíbrio soÉ um termo e também um conceito nascido no E P M M M E N PE NP do escravismo. S EE N um outro não-africa.S conquistador.SIétnicoE I M S N P S e sexualidade mulher política. entre um ser e outro.M diferença que um o outro. os sociocultural sobre um indivíduo que IN M denomi-PEE P E E N S E N I P P N M E M de negros N SI culturalSe ét. Sreligiosa. suas crenças ofensiEsociais difundem M E E N E P I P P M E S o ameríndio.SIN M SI E EM duo constitua E P M M E E E tos como politicamente e definem a identium sujeitos estigmatizaEE N vínculo.INP S M E P M-se estabelece EE E em si uma E identificar cessoPde discri. em função falsas. ou seja. S N N I P P I N M M S M N E SI estabelece ência da Shistória da escravidão. social. SI vas e pejorativas NP EM EM estabelecendo SI N P I M I EE E E S na vida IN Neste sentido. do misturado. M O ne. Dia E S S N P E I M S EM M Nacional IN Negra etc. E nasce fora da África. N N PE M ta com S o sobre os outros. definindo EM interesses brancos colonial. na mediN M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E da em que este não participa do seu S grupo próximo mens N P P I P M brancos. econômica.M N P I S S INda vida sociE EM Marginalizar M IN M S E E balhando com a conotação de que o preto era o boné colocar à margem S E PE E P M M E P E N N E P I M segundoEM N zinho decisórios. identitário. I E S N N E S N P M E SI SI ou. político PRECONCEITO SI EM M e cultural. Os E corretos E EM P P I P P M E E E S N E N N P P N M dade Epositiva desta dos SI marca social EM SI e culturalNP ao con. M SI a década de 30. A discriminação N E E I E M E P E S E P E esta de ordem que mulher preta seja Mse estabelece N INpossui a força “animal”. IN população.S NEGRO N M E E P I M M M E E P S N N E EE minação. IN indígena N EM EE EE ou menina. A muP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 81 . portanto. PEconcebida pelo IN NP social. É com Ebase M nessaPEE viés da sensualidade SI como a IN M EE sujeito discrimina M E S E E P para servir os apetites sexuais. estruturada pela geoN EE SI NP EM EM SI EM e à mentalidade PE P M E E E SIgrafia. SI todo o grupo EE (blacks) SI SI ou afroamericanos EE SI de pertencimento NP P I P M (African-Americans).

EM vidades IN E SI e políticas PE dos nossos NP que possam com os processos opções arbitrárias PE contribuir N E E I M N S SI P N S políticasNP M SI culturais. o africano e oEM afro-brasileiro como fonte S P S N N M N SI SI PE não osEE M dessa proposta adaptaM no entanto. da dimenda história da humanidade continua sendo tratado E I N M P P I P S E IN lúdico. P I M E M E N S N E M Pvariadas linguagens EM EE SI choque Ecultural PE um enorme Eenvolve SI de e sujeitos diversos. mas propondo e esse silêncio têm I E S M E E S E S N E P M PE educa. IN M asiáticos (libaneses. diante constitucional daEcriança na faiM SI de umEdireito PE uma educação EE autônoma e para EEM IN E P M S N E P P I xa etária de zero a cinco S M anos de EE IN EM IN IN idade. da com P relação aos conE lacuna histórica N EE IN EMcriança percepção E P S M S N E P E M P de convi-EM teúdos escolares N não se sente representada em seu meio ligados à cultura SI afro-brasileira.639 possibilita uma prática pedagógica incluS S E E P M SI EM E PEo mun. N SI valorização EE de “ação afirmativa”. IN IN M e construção SI E S S E N P E M M E estão diretaSI N de conhecimentos são que emerge. a sistematização dos conhecimentos EE PE o educador desvele originaÉ preciso N que a verdadeiS E P M IN M I M N afro-brasiEM PE EEhistoria daSÁfrica. em virtude da EE então. na perspecP E família pode assumir EM cação infantil apropriado rio. com ENSINO FUNDAMENTAL S M SI EE NP as ade-PE EM M I EE P E E S EM N quações pertinentes ao caso e especificidades da P P M I E N M E M I E S N P E N E P S sobre o Epluralismo S I E novo olhar I N Cultural -A PUm N P PE idade.PE dá-se durante a S infância. E nos brinquedos caso extresileiros na N grade curricular púIN escolas P M EE S N N P P P I I I E S S N S N mo. por exemplo. bem E S E N E P P I M E EM substancialmente SI N EM N PE ou M do. dores. todavia uma opção que P a SI NP PE IN M E N S SI N E I M P M S tiva de inclusiva. como armênia e turca. deEcaráter não IobrigatóEM etapa da N M P I I I M E S S S S E N ao contexto. além E N I S bem como pode exercitar a pesquisa. IN M SI rejeita Isua SI NP EM EE médio e universitário? EE M E S P construindo? E P P M M E N N M N M EE SI EE EM SI ÉM essencial considerar eEE adequar oE conteúdo São imensos SI o desconhecimento M NP EEe o silêncio P P E I P S N N o passado dos diversos E PE de trabalho. E P notadamente PE desdeSIo M EE EE E S N E P N P P I M nos. SI N E E P I M E E S P M N E P Ppensado nisso. M S N I E P S E M S SI PE IN M letiva. IN M SI PE EE IN S E E P S N Ma importância dessa Spopulação P Esemelhantes representavência nem percebe seus que apontem para I N EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 82 . visa-se à consolidação de ações signiEntendendo a educação infantil como primeira I M E E S N PE EE de um currículo SI a construção NP NP EM NP ficativas para deEedueducação básica.EM EE NP A Lei 10. veja que educativa. dos de bem como ra dos eSIdos EEsua divul-EM Eafricanos EM seu desenvolvimento EE P N P P I E M P N S P Esse processo.M E P P P I PE M E E infância. GRADE CURRICULAR N S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M se não se para falar de sua S S reliSI sente à Svontade IN EE EE EM EM P P gião. emEE PE nasEE histórias. se (mesmo implicitamente) é discriminada. consolidando seu papel legal como de a Colônia até o hoje. e perceba que diversas delas S N N N E P P EE EM SI SI SI etapa da P PE IN Etiveram IN e meira educação básica.IN N PE cuidar M sistemático EE e o registro S SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P das Assim.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S dos. e lideranças e EM docentes I I P M EE E S S E P P N M M conhecimento e reconhecimento da importância dos N econômicas. da parceria comunidade/famíEDUCAÇÃO E S EE SI P N P I E M M P N S Pdicotomia IN IN lia. os ascendentes africaA escola brasileira. Inos PE I S N M S E I S N E I S das unidades de educação infantil. SI PE IN M EE M EE S SI N E E P P I M M M E vários povos. na constituição de nosso povo move e impõe para S N SI negros. origem étnica. previsto ao interiorM sobre países NP IN africanos SI pela Lei SI NP10. fundamental. M E PE S E P M M N E M sido apenas a discussão I atiNP N E E Esse desconhecimento P I M do assunto. ameríndios. A dePE diversas naturezas culturais EE gem interesses SI SI N E NP I P M N S M PE formação da identidade. se a criança não se reconhece Onde estão a África.) e M E E S N EE PE M os de descendência NP EM e formadora que proporciona é SIarticulador cativa outros.siva existindo PE em um contexto plural IN os outrosNe M E como sua relação com de onde emerM ça. pela abrangência tes de sírios. IdescendenEM PE e cultura. torna-se a cidadania. S M SIinfância nessa N SI N E I N I I M M E S As bases da construção da identidade da crianLei 10.SIN S N S E P M PE I O trabalho com projetos. do brincar no processo de N N M são S do como devedor.639/03. É E N S P N I P S I S pode ser o meio deIN S EM IN til.EE à autonomia políticas. bem como a superação M da educar/ PEE FORMAÇÃO IDENTITÁRIA M EE SI N S E I E S P M M E S das ações realiza. EE edu. pro. M SI INFANTIL NP E P M SI IN EE E A E de atenção e afeto. os africanos e os afro-braM M E M N E N E E P M M M E SI das nossas SI PE ou.639/03 nas instituições SI N EM a pri. e identitáN E P P E I N M P P S E a partilha PE INcoIN SI de histórico. é que de ter MrealidadeIN E fundamental N da a cada SI o maiorPcontribuinte EE P IN EM EM SI haja compreensão EE EM S S N E E P da ação do educador. favoreceu. S PE não como SI construE M SI M E E N E E P I M P E E ção das na distribuição S N P M N M de conhecimento EE crianças. japoneses etc. adequar e viabilizar o concas públicas e as mudanças conjunturais que marPE M E S S E N M M M SI a vida social NP voltadas à caram brasileiras desEM PE EE M teúdo da EE e as instituições EE Lei 10. Depois EEM Para a concretização SI inspiração. promovendo não cursos superiores das diferentes áreas do saber. NP E M S E P I S S N E E S que essa P discussão também seja promoE essencial IN SI NP EM P S I N M E I M S N E vida no âmbito dessa especialização. M blicas e privadas.IN S N ensino infantil. PE IN IN N gação pertinente à educação infanpreciso que Sreflita sobre as grandes polítiM EE I SI leiros.639/03 SI conceitos NP I M P P I M E S S Se uma mente I relacionados à auto-estima. da auto-estima. que S identidade está nos níveis infantil. EM credor. por exemplo. N M rio.

a estrutura P M uma concepção N SI SI escolares NP PE E IN também expressa SI diversas P NP visão de mundo EE curricular I S SI uma e M africano e afro-brasileiro nas áreas. E criação do PE E I P I E M S E S N S E E o outroSIem N P P M que nossosEalunos aprendam a valorizar de visões de SI PE IN NP propósito IN maior visa à transformação E I M S S N P estes mitos fazem parte S E ethos mundo e mentalidades que favoreçam o M M SI de nosso Erespeito àsPE nós.SIN EE e diálogoPdas SI PE P M E M N rentes disciplinas.IN escritoras. atividade. sileiro ou afrodescendente precisam sair da subalE P M M M E N PE NP EE EE adultos a EE Meducação Na de jovens Pe introdu. S P P P tros”. montar EM na sua S NP um dicionário ou SI M EM E P I M E E P S N sobre palavras. que a apresentaDa mesma forma que a educação expressa M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M ção de conteúdos relativos aoEpatrimônio de cultura e sociedade. PE racismo. interamatizar. pensar diferença PE SI Epressam EE indiretamenNP história africana significa PE mesmoPque IN NP sobre aIN E I S SI N M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 83 . os valoresIN da que I todo e toda cidadã S P P P M E S N S P fortalecem INvital.SIrelacionarmos. PE Me comNos pesquisar sobre IN a vida dos EE SI girmos. EE SI SI EE SI NP P I P M S N M EE IN M M SI E EM S E P M M E E E DE AÇÕES ARTICULANDO DIVERSAS ÁREAS EE N E EEXPECTATIVAS EM P P I P P M E E E S N E N N P N DE EM NP PEDAGÓGICAS SI EM CONHECIMENTO SI SI NP PE IN I E E S SI N S P P M SI IN IN M M mais do EE S S M E P P É preciso crer que. contar. Linguagens etc. reescrever as E M E E N E E P I P P M S escritores N N PE “ou.trabalhar com música e poesia. Ciências.M na construção da identidade N E I E M E P E S E P P M M N E mundo para ou de Mda folclorização N Seu canos I dando outra visão Eà N datas comemorativas.EEM ternidade. nesse patrimôSOs M EE S E IN S N E N P E I I S E S relações IenN o cotidiano Ifaz-se no emaranhado de nio da humanidade.EEM IN EE EE Acreditando SI NP cidadão EM de múltiplas determinações. SI nossa complexidade. espécies. recontar os S mitos afri. ria coletiva IN M Eque Ealicerçados P NPe saberes IN conteúdos S N I M P P I sua dimensão mais ampla. também M pelo dade. NP EM P P PE I S M N E S E M P IN SI E OSIN SLEITURA/LITERATURA PE EE IN M P S EM N E HUMANIDADE ENSINO DA LÍNGUA PÁTRIA I M – ALTERIDADE M E E N S E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M constan-IN N E S da diferença. bingo de palavras I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E rismo.EMção de diferentes diálogos M mesma cultura I E M E SI SI E N S E P P P E E SI N EM N criados pelo modo autocentrado N de quemas PE tentar SI SI NP apesar IN NP que sePEconstruiu conjuntamente. um SIN N M E E P P I M M M E E P S N N E EE anseio EE PE SI IN SI da escola. uma grande possibilidade. oSpatrimônioM africano e afro-braS NP S M NP E I M E M S E S E E tre gentes. culturas. da ética. potencializadora da vida. Geografia. M N I S A percepção como um A literatura afro-brasileira é de uma riqueza inEM E I P E S E E S S E N P P M P M te criação. compartilhar as impressões. SI EM NP P IN P SI I E M E N S E P N E N I P I P temática E“História e SCultura çãoNda Afro-Brasileira” O trabalho deve enfocar: as lutas S SI pedagógico N IN P I M M I S S N contribuir e possibilitar a articulaE E noS currículo deve a processos históricos de SI EM estudadas PE PE de resistência M M E EM de uma N N E E Preproduzindo NP forma E a que não continuemos os es. Deve-se selecionar livros. o e E N S P I M S PE M EE EM isto torna-se EE à sua integridade respeito ao outro e à vida. Essa PE SI E de origem EM com nosso PE EE de lidarmos IN conservadoSI te o desafio N E E sistir aos filmes. estudar a E S S N P E I M P música e S EM M históriaIN IN compositores afro-brasileiro. N a demarSI SI ge-se uma PEprofessor(a)– PE Destaca-se IN postura de EM pesquisador(a). nossos próprios limites e contradições. N E P P P I IN E E S N N S N P P I como asSIdiferentes culturas EE ca. alteridade. como N P I S S IN E EM M IN M S E E de homem de forma inerdisciplinar. M E S E PE P M E E M S M E P Ea partir das E machismo. nossos próprios nosso da M EE preconceitos. neste momento histórico. seus corpos na sua pesquisar sobre a influência das línguas M EE S N E N N P I I I M M E S N E dade. já que IN M EE M E S E E P e não percebemos. movimento e flucontestável. S em qualquer dimensão africanas na língua EE pátria. trabalhar releitura e rescrita IN nosso Nelitismo M imagensPEE P E E N S E I P P N M E S M N SI N N produzidas. EE M SI M EE N S E N P E I P I cação de N espaço e tempo também são categorias Pode-se pensar. respeito humana. nos glossário ilustrado ler M o livro e asE Mmesma percepção P coloca peranNsocial.histórias. exiS E PE E P M M E P E N N E P M M que a contextualização. História. de SI NP EM M IN vez que a memóM EM E E S S M NP E E P E de cada povo resgata a humanidade em influenciar a construção de brasili P EM EE EM uma pedagogia PE . facilita o processo de lidarmos. EM dialogarmos EM S N P I M I EE E E S diversi. gestos. N P M M M E N SI PE religiosi.IN SI IN M processoEde EE IN M M S S E P S E M xos da vida. também. inclusive a do planeta. na medida em a vida. IN EE energia S SI anseiamMpor reconhecimento.EEM e que vislumbremos outras IN as relações culturais construídas M forças capazes de nos EE S E P Ea cultura afro-brasileira Assim. bivalências. da EM Cabe articular. uma escola E dialógica. com as pessoas. nosso enfim.EE do E N SI NP EM EM SI EM no campo P P M E E E SIcoletivo. amafricana. NP M EM EM M e a cos e negros E P I IN estudar M E E E S S M E N E P M a matriz africana. para além EM E e escravidão. nosPvalores afro-brasileiEE E S N S I P P I N M M M S N E SI para a construção fundamentais para aSarticulação rosEM como uma forte influência de EE dife. contribuíram naIN conAs pedagogias SI de matrizINafricanas têm uma S EM EM P M E E S S N P EE formação de outras Iculturas. da prática pedagógisolidariedade. nossa identidade e cultura exmobilizarem. o lugar que vivemos é síntese diferenças. por liberdade a ética.M M EE E P M PE IN M entre Eservidão EE M brasileira. dra. SI de pensar M I I M S S S sufocar entre bran.

P M I E P E E S N corte racial. essenciais EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N para a efetivação democráticos. pois carregamos sável pela Palteração da LDBEN 9. nos sinalizam M S N I E P S E M S SI PE IN M des para integralizarmos efetivamente EE PE MÉDIO essa parte NO ENSINO S E P M IN N M M M N PE SI EE da história que ainda contada.aIN Nda lei nem promulgação as diretrizes orientam para Diante M da análise E I S S S P N E P S I S substituição de uma IN S EM de duasM IN a visão eurocêntrica por uma tentes no necessiPE ensino médio. EM EM SI PE IN M E M E S SI estar plenamente N E E P M Ma edu. ser P S I N E I M S N vinculado à realidade concreta de EE da mais inferiorizado. Pos NP PE isto é. seus sabores. permitir que IN M E N S SI N E I M P M S Como mencionado bam adquiridos. SI e vivenciem PE EE no início deste do. INP SI IN M PE S N M S I S N E das diferentes EE I A história da África. instrumental e mecanicista. NP IN M S I articulada como cidadania. aPuma convivência harmônica. artística.PE ciplinaridade EM S EE S P N I E M M P N S profissionais P IN M Como educadores da educação EE bém a formação cidadã. oIN Mé a dis. mas. Diretrizes Curriculares não trabalhe com o conceito estreito de reposição M E E S N E E M SI ÉtnicoNP para a Educação das Relações não seja PEde Nacionais M EM e. N ampliar o foco do currículo E N I I M N S S E um enfoque multicultural. de S P I M leiro. é parte da história do Brasil. N se fazEpresente M M I E S N P N E S I E Ediferentes S N SI educacional. portanto. garantindo a possibilidade do eduS P P IN IN IN EE EM S S S N N P PE I E I M busestudos. para SI EM temos a M PE IN permitir que EE EE E S S N E P N P P I M car efetivar alterem esse de escação oferecidaSIpara essa modalidadeNde ensino S ações que N EM PE quadro I IN M EE SI S N S E P M PE I quecimento e inferiorização. M é jusEE o enfoque EE o conhecimento EE SI N Eentre E P P P I PE M E E tamente a tentativa de ampliar o diálogo as EM sino fundamental. cabendo. portanto. dos negros no S solo brasia articulação áreas do conhecimenM E P S E P E M IN NP EMintrínseca EM to. meio ambiente.EM precisouIN EMuma lei para que PE Sociedade NP da institucionalização de No contextoS da chamada PE N E E I M N S SI P N S SI as dimensões Nvir a ser contada SI pudesse EE essa parte da história nos EEM mação. SI IN EM M SI PE EE dos princípios IN S E E P S N M P E Lei 10. econômica e social. devem N gica e política. participativa e solidária. forma interdisciplinar. EE EE ver uma educação trabalho através da interdisde qualidade M que garanta a SI NP P P I N M EE I E M S N N possibilidade de continuação E P S I E I de seus estudos e tam. contidas no ato de ensinar.EEM INA de existentes.639/03. formação integral buscando promoE P S E M S M E N M PEele a ética. Contudo nemEM EE EE EM SI EE não foi P N P P I E M P N S N P N E I PE I I de muitos problemas exis. M S possibilidades SI SI NP EM I EE cultural brasileira sob EE M E S P democráticas dentro e fora da escola.394/96. em uma e injusta como fim de operacionalizar em sala de S Mestas diretrizes EE sociedade IN desigual E EM IN IN NP E M S P I S S N E E S negro é ter a probabilidade pensar E aula é preciso P o currículo do ensino IN SI NP de ser ainEMmédio Ma nossa. disciplinas e das áreas do PE NP P I P M SIdiálogo das N S N E N M pasSI conhecimento.639/03 norma para busatreladas. M articulada EE NP SIda escolaridade M N E I E M P I E o Ensino Ede EE S E P E História M S Raciais e para e Cultura Afroforma técnica. S M reSI EE E quando propomos Eum NP EM dos educandos.EM camos em todas as S IN demais esferas de desigualdaamplo. partimos E S S E N M M M SI a) ampliar NP muito pelo contrário.INP Com aPLei E 10. M EEdeve possibilitar IN SI N S E I E P S P M M S N PE PE ensino está devemos e de uma so. PE PE Cultura nos trouxe a tela áreas de conhecimento o currículo IN P M EE a possibiE EE S N N E N P P P I I I E S em novasIN S N S N lidade de discutir e pensar portanto. ao tocarmos na quesalém de garantir o acesso.SI EM EE facilitar P E E M E P P S propiciar N N E PE criminação racial processo de aprendizagem IN ao educando SI no Brasil. porque. permitindo Io P esferas EEM P M E integralizadora. porque nos o enfoque de atitudes não disE P P M M N N M N PE EE SI EE EM permitirá debruçar P sobre o tema velado que criminatórias Para educador pode o SI tanto. responA institucionalização da N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 84 . dades: adquirido EM PE no en-M visão africana. democratizarNo Mbuscar a construção EE atuar E SI NesseIN P I M M E M S S N E E E P ciedade mais justa. S S Na partir da inclusão no currícuSI 26 e 79. em seu sentido mais E N M P I I I I M E E E S S S S E P E educandos perce. a qual deve se preocupar com a I N M P P S SI IN com temas transversais M EE dos educandos. M sível de E S E N N E P P M M E EM atividades SI SI N N extracurriculares vivenciadas PE por M EAs Resumo elaborado EE EE SI SI N P NP P I P M N S da Silva PEE E escolas N M Martha Sirlene dentro e fora dos murosEdas IN Mpodem seSIcaSI E S E N P E PE SI EM EM mecanismos-chave racterizar Eem para a convivênP IN M E N S E N M P SI SI cia harmônica. articular a diversidade M escolar. reforçando que todo SI SI Eé EM PE o saber M E SI E EM N E P P I M E articulação. IN E S M E E S E E P IN PE da Infor.SIN sentido. o mesmo nas forma interdisciplinar. nos N S E N N sua estética musical. mas consiste na demoSI EM PE PE PE IN o preconceito M cratização do conhecimento E S NP N EMtoN tão velada sobre racial no Brasil. b) aprofundar os S P cando continuar seus E S prin. EM os conhecimentos EE P M S N E P P I cumento. e no M tocante à EJA. EE EE SI EM diferentes EM P P lo oficial da obrigatoriedade da temática “História e A temática permite-nos articular as M M E M N E N E P M M EE SIque compõem SI EM Afro-Brasileira”. E I P I I E S NP S S N I P I N M M seus artigos sua religiosidade. N E P P I N P S E as possibilidaPE IN IN SI NP M E N I S Brasileira e Africana.culturas. pedagóNP EM I I P E S S E P P N currículos escolares. SI cípios necessários EM SI EM EM PE Ecando IN M E E S P M N E P princípios assinalados Essa voltada Os E SI são os Pde NP currículoPtotalmente EE uma es-SIN EMpropostaSIde IN EM se EEM EM Equestões S N E E P para as sociais pode ser aproveitada cola democrática.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E M Eem S te.

SI NP EM JOVENS PE EE I SI N EEsão portadoE I P S EM N P Ao considerarmos que os alunos E ADULTOS? P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N res de conhecimento. SI claro aonde EM PE M problema EE EE E EE N E E EM Para isso é importante saber como ocorre a O da não-escolarização da populaP P I P P M E E E S N E N N P N M SI é apenas aprendizagem e. Disponível M SI a referência primeira. P M P E E nhecimentos muitas vezes diferentes daqueles que termos etários.NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI E M SI EM IN PE M EE E S E EM P N P Educação.PEE tura. IN M EE temos de observar que são co. no sentido de pertencimento a orientar o trabalho. S P P P I M EE onde a aprendizagem é um proS N E N N P I I I M M E S S S N M E cessoMque se constrói EE na relação NP com o outro. 41. conforme EM N E N P P P I mas pensavam oN processo de escrita e leitura. Diferentes. apoiar a formação continuada S E I M E P M E M S E N NP e auxiliar EE EE e na perspectiva de que en. principalN E N PE I P P I N M E I S M N N N E I P S mente nos E aEescola trabalhará. que tem SI M de Alfabetismo Funcional IN NP se manifesta de forma E I M E M S E S E E E P M mais clara. Erealizou uma sobre como S as apresentando diminuição em termos naIN EE constante N EM EMpesquisa S PE P M E E E SIcionais. etnia. Paulo não têm oSIensino fundamental completo.póteses SI M E P P E I M E E P P S N E E N • p ré-silábica – nesta hipótese o aluno ainda no das habilidades testadas (nível 3). A pesquiapontam dados do Inep. onde S N E E S S N P I M I EEamE E S N bos se educam.M M As salas de EJA apresentam diversidade em E S E PE P E E M S M E E E P N E E gênero. NesM NP sendo Paulo Freire EM PE I M EE E E S N M E E te sentido. P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE E EM EM E M E ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS: PE ALFABETIZAÇÃO E P P M M N E N N P M SI EE EE SI SI N P P I ME MOVA EE E LETRAMENTO – EJA S N N E P I I M S S N PE M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 85 . pois durante suas vidas são colocapor objetivo avaliar a capacidade de domínio de leiM M E N PE M NP EE dos diariamente M EE EE M SI população. EE PE IN SI deve se dar sobreEE uma isto é. em SI EM EE QUEM SÃO OS ALUNOS EDA P I M E P S N E M uma DE M N EDUCAÇÃO PE relação ética. M I E S N N E S N P I I M I E S S E em: pular N S 2008.vas E N P E S E P S S N S M caso dos adultos. PE IN M NP EE P NP S N I M P P I SI Por causa M EE S dessa Iproblemática E informações que as IN rodeiam.br P P I M M M E E P S N N E EE M base dialógica.IN N N PE . isso ce Nacional (Inaf). M SI surgiram para SI EE PE E IN PE IN P EE E S N iluminar o processo de construção do conhecimenSeade. P SI suNP com alunos da EJA SI P NP no trabalho E I I M N E S M N I S EM N E I Pde uma situação de injustiça social e de contram dificuldades na apropriação do sistema I peração E S E E S S E N P P M P M SI futuro.gov. baseada nos Embora as taxas de analfabetismo EE conceitos SI venham EM P PE P M E M E P IN crianças M get. Na EM através da SI ApeNP PE das famílias EE IN memorização SI NP E sar de muitas I P S SI N P I S pessoas terem aprendido através de EM cidade de São Paulo. nãoEE são betismo funcional. E NPOs resultaP IN P P diante de situações que lhes exi.SI NP P P PE I S M N N S N E M P SI SI trocando cador tem SI e educando PE EE por objetivo IN se vendo como iguais. asIN crianças constroem hipóteses sãoEM do ensino E fundamental: a questão do analfaM IN M E S S M NP E E P E M passiM sobreEE a escrita e a leitura.INprincipalmente da SI ção do NP é bastante sério e não EM SIa questãoEE NP PE a apropriação I E S SI N S P P I M Segundo o Inep (2001). a população com S IN EM M IN M S E E E S E de alfabetização: global.SIN to. ou seja. conEE da pesquisa Através de Emília Ferreiro nível muito baixo: SI SI de habilidade NP NP S Outros 37% N P M I I M I M S grandes fases S S IN vencionou-se identificar quatro de hi-PEE conseguem localizar uma Minformação em textos curEE S E P M M N PE demonstram sobre IN Os 25%Nque EM domínio EEa escrita: EM EE tos (nívelS2). cálculo pela SI escrita e I E M E N S E N E N I P I P N SI em 2003 N ou fordos apurados PE a escritaS e tentamSIbuscar M indicaram o seguinte: S8% gem M IN a leitura SI N E E S I M E e 64 anos E dos brasileiros entreP15 S mas de compreendê-las e interagir de alguma na M EE se encontram EM N NP condição EM de analfabetismo E P NP I I M M I E M E E maneira com elas. Há algumasSdécadas a alfabetização M M EE S S M E P P M a apropriação do sistema EE M população Eno Estado de São era tida como E e 34 anos de escrita entre 25 M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P N silábicas. 2003). S E S de escolaridade P N perfazia o total E outras investigações P pela cartilha.PEEuma mesma M classe social. além I I M E S S N P P EE SI EM das pela escola.3%M(IBGE/ to. No foi criado o INdiante das S Índi.portaleducacao. no sentido de IN das funções um projeto M escrita. e é necessário ao ter construídos. M M O caderno de orientação P S E N E I M M E E N saberes diferentes. E N N I P M M M I E penham na relação educador/educando.SIN INapropriação M como na M S E P S E E Esociais que nhecimentos e no papelINque desemEM EM trocamPE PE as práticas de leitura e escritaPEofereM Eque S NP cem às Ipessoas. E E S N N SI P P I EE SI N EM de estarem EM alfabetizaSI mesmoEantes N da não conclu. a relação entre educador e educando www. EM ple. Emília Ferreiro.SIorigem.prefeitura. edu. absoluto 30% têm um S S E N E S E P P P M E E SI (nível 1). em 2003. SFazem parte de SI SI saberes M PE IN educador S P S N E N sobre a população. S N I P P I N M M S M S N E SI EEde Pia. bem EE dos co. IN da língua IN escrita.35% analfabetismo. M M São Paulo I ESecretariaNde Os princípiosEM que orientam o trabalho de EJA EM (cidade): E N E S P I P M I E E S de Orientação N E S N P P I PE são baseados nos pressupostos da educação poDiretoria Técnica (SME/DOT).S P sa revelou que há uma outra preocupação. e.sp. por suas experiências indiviP E I M P S EM M duais eINcoletivas. sintético ou mismais de 25E anos de idade M PE EM que não tinha oito anos métodos NP NP E P I M I E M E N Mde 50. M M uma estatística preocupante M SI pretendeMchegar com seu trabalho.

M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S não se apropriou da e letramento são.S deseM merais. ora com duas S E P M IN N M E rotina M N PE SI sílaba.ção M com as EE que os alunos M NP mal é aquilo que o Saluno P M SI com o EE IN EE tem e que podem ser trabalhadas em diferentes consegue realizar E S EE SI P N P I E M M P N S P também é IN modalidades organizativas. Sescrevendo ora com M N I E P S M S SI E PE INde partida para a M deve ser avaliado como ponto EE ou mais P uma letra para cada sílaba. de leitura e produção de textos reais.de escrita. pois.M NP é que a M P I I I I E E E S S S S E P IN alguns critérios que N a escrita. isto é. N E mento: aP tecnologiaPda ou IN SI adquiridoIN SI do papel. No caso escrita há dois conceitos que S S da língua E E P SI EMesteja noMmoEM alfabetização PE PEde escrita que o aluno IN E da hipótese ser discutidos: e letramento. O conceito de zona de desenvolvimento real S S e em relação ao Nque os alunos sabem sobre N EE NP SI Permite o SI EM é um instrumen.ra M P M M e a escrita.PEE E P dele o educador pode Zona de desenvolvimento real é o que o aluI N M P P I S N E S N N SI os temas belecer ou assuntos que tenham relano já tem consolidado como é oEM que EM conhecimento. I devem M E N S SI N E I M P M Msituações S com as educador. EEM EM planejamento. ao aluno E N PE EE IN Isso possibilita EM E P S M SI N E P E M P N SI letras repetidas IN que não pode utilizar EM que acredita M SI PE EE IN S E E P S N M para escrever algo. M IN M com textos construídos EE anteriores. EEM que a intervenção de I M E E S N E E SI NP NP EM NP adA sondagem possibilitará conhecer as hipóteNesse sentido interação social EM volver. uma vez que. são interdependentes e ta. PE SI M SI M E E N E E P I M P E E necessidades apresenele já sabe. Em se caracteriza pela M M E M E N E E P IN M M M E SI PE – não precede PE símbolos S çãoEE da tecnologia da escrita nem é utilização de que podem nuINser letras. IN Msilábica e a S EE S N S E P M PE I to. que é a correspondência entre a fala e a escriS S N SI EE EE alguns casos esta escrita SI A alfabetização EM EM P P mesmo indissociáveis. a tecnopresentação da fala seus PE vigora P I E E N S SI N I P S sílaba N I EM M M escritos atribuindo uma S N S E logia da escrita é aprendida não. tentativas M SI SI NP EM I EE nhos que imitam Eletras EE M S P cipação em práticas sociais de escrita. o conhecimento do aluno em E sua escrita.PEE SI realizando N S E I E S P M M E S N PE to de do seu planeja. IN M PE não tendo S N M S I S N E – na hipótese EE I utilizam de quem a tem para fazer S se uso da leitura • silábica silábica um importante M E P S E E percebe M Mé a re. com SI PE EE IN e ser considerados: EM os colegas. daPEsua EE para cada elaboração do E seu letras EM SI P N P I E M P EE N S já de Ptrabalho e N N E que possibilite P I I N intervenções a am• alfabética na escrita alfabética o aluno M E I SI N S S P N E P S SI SI EM IN pliação de seu saber. istoSIé. EE EE P M S N E P P I E M objetos com os quais M se defronta N S N Nsão oportunidaNP E SI deve pertencer EE PEde palavras SI SI N E EM des de desenvolver P SI · a relação ao meso conhecimento. de reprodução de letras. Entretanto. EE S SI N E E P P I M M M E mente paraP a aquisição de leitura e • silábico-alfabética . P M EE EE S N N E N P P P I I I E S S N para a partiN N pré-requisito para o letramento. responde as M palavras. conhecimento das quesdesenvolvimento proximal E SI zona de E SI E E P E IN M E E S P M N E P que compõem P o universo to importante para a atuação M importantes N tões mais M SI do professor. na concepção psicogenétique a escrita I E S M E E S E S N E PE regis. oS número de SI uma palavra SIa alfabetização N P E NP P I P M N S Mtransforma ter se num problema. S e zonaINde desenvolvimento P M Nproxi. uma para representar uma PE M E M EE sociais NP SIque utilizar M N E I E M P I E EE S E P dá conta desta E S sílaba não representação e passa a N E P P E I N M P P S E PE IN IN SI N M incluir letras E N I S Nesta perspectiva. PE mos à professora paraSenIN IN M EE Magda Soares SI recorrer E S E N P E M E SI EM N que Econtenham sílabas contítender melhor M EE essa questão: NP · evitar palavras SI E NP I M P P I M S S guas (de mesma vogal). M precisam E S E N N E P P I M M E EM SI N N PE deve M E O que seria e o letramento? VaEE letras que EE mento. procesS escri. dependendo cial. de S crita escrita alfabética.e de escrita.esta S E das “técnicas” IN PE INhipótese apresenta M EE EE E S S N E P N P P I I principal o conflito N M de atividades de letramencomo característica S mas através EM PE IN I entre a es. O aluno percebe M E E S N E E M SI M letra apenas NP práticas de leitura e de escrita. PE a como a escrita representa IN E S S E N M de partida é o M M SI NP A avaliação inicial como ponto Outra importante colaboração é do EM PE pesquisa-M M EE EE EE SI N E P P P I PE M que pode M EE E diagnóstico da sala situar o educador dor Vygotsky muito nos auxilia nesse S campo tamN N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M a leitubém. S o professor SI EE EM NP papel dePE mo campo semântico. Isto é necessário. P I além disso. M e que estará Ele auxílio M sozinho EE de outro INo pon. IN NP NP O aluno EM EM salto ocorre. EE M PE IN IN EM SI dos alunos EE e a partir P S S N EE esta. tanto assim e a disposição espacial E P P M M E N N M N ocupar Ptodo EE ter umEM SI EE registro pode EM que analfabetos podem certo nívelEM de letra. S Há quire PE A interação com o NP EM ses sobre PE um papel fundamental.EM ca de alfabetização EM SI e passa PEa realizarIN NP NP que atualmente. – a aquisita.SIN dentro de algum que está se estruturando e M a elaboração EEpartida para SI NP tempo E N P I I M E M S S N E Eoutro pode ajudar a desenP rotina de mento e da sua trabalho. N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E Neste sentido.”(2003:92)”. P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 86 . desafiar o aluno a se aproP P M I E N M E M I E S N P E N E P I N SI cente para a Smonossílaenquanto prática soPE de sílabas S(da polissílaba N PE PE de conhecimento M SIpriar do objeto N SI N E I N I I M M E S ba).SI desse o espaço SI N EE da linha P P E I M E P P S N E escrita.SIN “Alfabetização E N N característica da língua E P I I P E NP S S N I P I N M M sos distintos. EM em seu M I EdecresP E E S EM N · as palavras apresentarem uma ordem mediador deve instigar. como em tros letra a cada da E I I P concep-PEE M E S S E P N M M ções N palavra em SI artificialPEquestão.

EM PE Ié o uso deN M EE Epalavras P NPsílabas ou IN e não de S I M P P I · como garantir a qualidade o acervo. I se Mgosta ou Igostaria M E E N E M E P M E S se vai ao banco. duais (o que já conquistou. O cipação trabalho S N M E E P P I M M M E P S N N E PE EE educador para seus alunos. N E SI sociais. família de Norigem). com com tecnologia). EMparti. o M EM E E S S M NP E E P E M que se no a proposta N texP caso da alfabetização. intercâmbio. SI contexto letrado).os alunos M IN M S E E priem desta prática. descanSI N EM P P PE I S M N E N N E M P SI so e diversão S (diversão predileta. uso práticas 2 . SI alunos já P N E E aula. foco na linguagem IN M EE I M M S S E P S E E M formas de grafia.SIa interação entre eles.IN rentes intencionalidades N E S leu). SI N P M I I M I M S S S N conversa. revista. família.M M EE E P M N PE M EE Mfinal da escrita de cada EM E b) Qual era o objetivo do professorSIem cada M · solicitar a leitura ao N E E I E M E P E S E P E uma da hipóteMpalavra.M zagem são: N P I S S IN tudo o que E EM 1 . sem Esaber P I M E P S de textos · atividadesIN práticas. pensam sobre do qual SI SI sabem eIN PE o conteúdo PE EM em torno EE M SI M EE N S E N P E I P I · importância da leitura e escrita em seus usos o professor organizou P EE E S a tarefa. M IN IN EE TelmaEM S S E M P P · possibilitar e favorecer nas práticas de leitura Segundo Weisz. não o uso do texto como pretexto para a ativisabem e o que o educador I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E dades didáticas. cisões a tomar do que se propõem IN M EE em função SI NP EM EM S Econtemple PE M M E E E SIproduzir.os alunos têm problemas a resolver e deEE leitura SIN EE SI EM P PE P M E M N E a e escrita. Conforme Telma Weisz. ou seja. EEM N M PEpode serEEconsiderada IN atividade EE EMuma tema. conSI SI PE EE IN M P S EM N E Como trabalhar com leitura e escrita: tato com a escrita (se de Sler. se jáS escreveu ou sociais EM E I P E S E E S S E N P P M P M ·a e IN onde morou. I EE M P E E N S E N P I P P N M E S plaM N SI consegue N aSdecodificação. EM · leitura de diversosEgêneros E N NP tem contato textuais. os aspectos que deM N EM EM EE PE PE IN I M E E E P S S N N E E do comportamento M aprendi. aprendizagem profissional. S P P P representa). Stos. EE é modelo PE SI IN rotina diária).EEM NP preverNP IN P PE SI isso asNsituações I M E S E P N E I P P E cionais). encaminhar Ee di. EE E M E P SIdifeNP SI P NP E I P I M (origem. Sroda SI NP NP reconto. companhia). para circulação de informação possível entre os alunos E P M M E E N PE EM NP EEdiscursivos M que. S SI N IN P I N M M I S S N E E S · práticas oral: produção oral SIde comunicação EM PE PE M M M E E N N E E P NP I com destino escrito – linguagem que se escreve. N S N I P P I N M M S M reais de S comunicativo. conhecimentos adquiridos (contato I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M língua escrita. soltas.como NP melhor que o testemuSI P I M M E S P IN M EE EM (experiências. não conseguirá organizar os agrupamentos (produtiE S S N P E I M S EM M IN · estabelecer os agrupamentos e como fazer as vos) para o desenvolvimento Mdas atividaEE NP Mdos alunos E S I E PE P M E E M S M E bem como E nas duplas. SI vida (dados Nada pessoais.M e escrita o terminam uma boa e P desenvolvimento Nde ensino P SI leiSI situação NP PE que osIN EE INler e fazer SI EE tor.SI PE IN I E E S S N S P P da alfabetização no dagem para que ele M avance em suas hipóteses de escritas. o Eque SI N M I EE E N tos de leitura. P N E E nos pequenos P intervenções.o conteúdo S trabalhado mantém as suas ca.IN N de saber ler. Epor SI EMe nota. M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S da tarefaMgarante a máxima N · práticas 4-M a organização S SI IN de escrita: NPreflexão sobre o código. EE comunitária). INP · rotina que o trabalho com leitura Ee N E P P P I E E S N N S N P P I I EE escrita (atividades permanentes eE sequenciadas 3 . aspectos M N I e propósitos. escolaridade. NP P I P M S · ler antes nejar. EE SI NP M EM EE Sem a sondagem. o que NPescola PE · propósitos EM é escrever. nho vivido. o que precisa conquisE M E E N E E P I P P M E S procedimenN E N N de leitura. como (aspectos – por propostas devem oE quem.S N de EM EM SI N P I I M E S S N P de leitura P EE leitura e escrita. combinados. E I M E M S E S E E · práticas de produção de textos: para que. projetos racterísticas de M objeto sociocultural realEM – por isso. IN E I M S S N P S I E d) O que cada atividade estáSexigindo do aluno? EM EM IN PE M Esondagem. bem como procedimentos dePE precisam pôr em jogo S E E P M M E P E N N E P M M N escritor. painel de discussão de um E I EE M E S E P P M a) Essa fórum. para despertar o desejo nos outros. para N IN delas? NP ou verificação EM PE EM confirmação I P I E M S E E S N S E E N P implícita? P c) Qual é a concepção SI SI EM PE IN NP se construída. E · estímulo ao gosto pela leitura. podemos fazer essa I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N a partir de quatro questões: N de curiosidades. uso na sala de o que E os M N PE S EM NP EMprecisam PE EE Isaber. SI IN IN e/ou escrita. des grupos. com com jornal. como P S SI com educandos se apro. o aluno. Também não SI nas ações IN EE SI EE · como ultrapassar SI individuais. Aspectos indiviSI leitura como interação. EE refere às modalidades organizativas. SI S M EM N P P E I M E E P boa situação de aprendizagem? Por quê? P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 87 . EM o queSIa SI é ler. que coEE N E expectativas E que desestabilizem EM P P I P P M E E E S E no todo N N P alfabetização P N IN Mprocesso IN ·E o de loquem em conflito suas S hipóteses eSIseus saberes EM NP (a abor. E intervir com M boas situações M M SI E EM dáticas S E P M M E E E · como atingir as do aluno. ou seja. roda de reflexão IN PE EEreescrita. PE e estratégias M SI tar. E S E EM P Além desta é necessário organizar N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E que o educador E roteiro para EE S N sua classe: E É importante também se veja um conhecer história de S N P P I P M I E S N S N IN EE leitor e Sescritor.

S N P N E I P I N contos fantásticos). o caminho que qualidade estético-literária. SI EE IN S E E P S N M mas o acesso a textos escritos se dá deSIdiferentes P sam ser tratados. com tempo de duração cimentos. mas A com o universo e com um EM ximação NP da escrita M P I I I I M E E S S S S E N P E se refere a uma vi.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E apresenta E M quatro Iformas EE S A autora de orgaORGANIZAÇÃO DO TRABALHO N S E N N E I P I P E S NP S S N I P I N M M nização:SI PEDAGÓGICO S S N EE EE SI levar em EM EM P P a) projetos: deve consideração um M M E M E N E P IN M M EE S SI 1 . mas N de estarem EM SI em cada PE reunidos IN M E M E S SI definir os N E P da escolaridade P M M ano e são apropriaa IN EE trabalho SI passos Pdo EM particularmente PE IN conjuntamente.EEter PE ou vários sociais um proprodutivos IN P M E EE S N N E N P P P I I I E S finalidade S N N S N duto cumpra uma na M M SI que existe SI final que SI NP EM I EE EE M E S P realidade. E N EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 88 . de maneira que propiciem um avanço M E PE S E P M M N E M O tra. dades para cada tarefa. ou vez por zado além de o educador P I M E M E N S N P determinado EM tipo de E EE SI informante. As atividades Faz M seus diferentes N leitura nos M SI metodológica EE de traM PE IN IN EM SI seqüenciadas EE P S S N EE uma PEE E P também servem para planejar balho que busca possibilitar aos alunos o acesso a I N M P P I S N E S expostoMde situação N N SI de produção textual – reconto. E PE SI necessidades IN EE diferentes gênero dam de S aprendizagens EE EM ou subgênero EE P N EM P P I E M P E Ndos alunos.SI EM NP P P E I M E P P S troquem N E IN PE fundamento em Satividades de escrita queM possibilitar aos alunos que IN seus conheSI NP leitura e IN PE I S N M S E I S N E I S ganham um sentido social. a EE nhecida S PE IN SI NPpodemos perEM P S I N M E I M S N E correr é o de considerar uma discussão sobre e S a vida E Ma sociedade. por exemplo.diferentes obras de as variações S N S um mesmo SI e adequando P N EM elaborando PE SI M SI Emesma SI N E IN autor ou diferentes textos sobre um mesmo tema.IN N PEUm ambiente Alfabetização nos de letramento. M EE EE E S S N E P N P P I M das paraS comunicarNcertos aspectos do comportadivisão das tarefas. organização NP de seu trabalho eSIaliando duas PE EE IN EM preo. NP NPidéia que Edeve EM NP objeti. das habiliSI o reconhecimentoIN EM PE I M de cada um EE uma SIN S N S E P M PE I mento leitor. portadoS P seqüênciaEEpara trabalhar as normas IN N M M NP res e suportes. NP que deve EM semana um capítulo ou trecho. E E N S E N M P M SI deEE escrita proporciona autonomia ao leitor. pois elas são alfabetizador aos alunos acentuada aproI M E E E S N EE SI interdependentes. que se articulem propósitos didáticos com Estes agrupamentos se constituem a partir do E P P M M E N N N EM EE SI EE da atividade EM propósitos comunicativos. sua pelo uso deles na função social que lhes é própria. EE SI NP E P P P I PE M permitemINa organização EE da lei.diferentes. é um aprendiM E E S N EE SI trabalhar PE M ser proposto.EE P M sistema de E O fato de M Mestarem expostos IN escrita e E SI N P N E S I E I E E N S social da S quadas sentido. Sua Efinalidade é SI M apro. M EM decodificação nem se encerra O domínio do são instrumentos para na P IN o educador.S c) sequências Eestão direcionaPE IN Ide SI NP M agrupamentos E N I S de atividades: têm a função M S N I E P S E M S SI PE IN M das para se ler diferentes exemplares EE que atenPE de um mesmo cador no planejamento das atividades S E P M IN N M M M (poemas. É neSI da escrita PEletrados. nesse N S N E N SI pode ser escolares biente alfabetizador SI em situações SI EM e escrita EM trabalhado PEpelos materiais Mse compõe E SI E EM característica N E P P I M E sem perder.M NP PE M I E P E E S N priam E do propor atividades não garante sua P ade.sistema P S M SI N E P E M e os conhecimentosPque preci. SI EE como as pessoas se EMapro. I E S M E E S E S E IN PEa ser en.contos deEaventuras. de que está em jogo. nas S P SI circula. EM S M N I N I I N E M S E P I S S que remetem N Neste sentido. diferentes materiais escritos: alfabeto.que o educador I NP N conhecimento E E no tipo P I M considerar necessário. Leitura de um livro. mais diversas EM S EE proSI P N P I E M M P N a inserção E IN dução e revisão dos Stextos. poderíamos dizer que o amP a esse processo eP como o uso NP I P M SIefetiva.EM estar presente é a de vo que não P SI que alfabetizamos em NP PE a autora deixa claro: IN com M E N S SI N E I P EM textos onde ocorre Ea preocupação com o EM são como ação S tipicamenteEM escolar. EEM N N PE E Organização didático ou M EE de objeto SI SI do trabalho N P NP P I P M EE N S N E N I M A leitura não é um processo que se inicia com a P nomina Delia Lerner: modalidades organizativas – I I M E S E S S N P EE auxiliando PE SI EM nele. EE Além disso.M uma vez N cupações: o tempo SI leitura de INque ele não depende da E M PEoutros. uma maneira visível.Agrupamentos EM propósitos PEda leitura.EM EM de forma sisPE conteúdo NP NP b) atividades habituais: ocorrem balho em grupo S também éNum PE I N E E I M S SI P N S pelo fato SIpensamos que N SI a oportunidade EE temática e oferecem de interagir in. M E S E N N E P P M E EM SI como deSI social. PE EM como M SI os um texto crônicas.EM E As seqüências S N N E P M P I I E E S S S N a se terPE N tura compartilhada SI PE 2 .Ambiente alfabetizador SI NP não estão relacionadas EM N I M E N S e visam M SI E M P M um produto final a despertar o interesse pela E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P P parte de uma escolha aspectos. diferentes tipos. E M SI M E E N E E P I M P E E revisão. INP M que permitem ção de texto EE M dos aluEsocial IN SI S E E P S P M M E S Temos que traba.EE IN– regularidades EE formas de ortográficas e irregularidades. Mou letramento? EE SI em práticas NP sociaisM E N P I I M processos S M E S proporciona S N E E E P lhar as duas dimensões. pois M muitas vezes NP EM I I P E S S E P P N tensamente com um gênero determinado o trabalho EM se realiza. o máximo possível. que permitam E um objetivo proposta. M IN EM E P S N E PE P I sistema e comEE a linguagem cessário que existam textos de recoP neste ambiente N escrita. de uma atividade com comandas diferenP I M E S S E N M M M E SI atendam NP tes que EM M EE M EE aos agrupamentos. EM PE SI reescrita. deixar de ser o único N E P P I N P N subsidiar o edu.Mgêneros.EEM sinado.

em serem colhidos. EE aprender? EE e o que falta M ampliaram EEaprenderam.M maneiras. carregada IN E I M S S N P S E para o desenvolvimento autônomo? lemos um texto. os alunos possuem de sentidos e intenções. a S P PE texto/gênero P partir da atividade realizada? · a escolha N do M EE S N E N P I I I M M E S S exemplo. EE EM localizarIN SI EM contaEde as com. ções com outros sentimentos e N P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S E idéias que temos. N I N diálogo entre PE E P I E M S E E S N S E E N P P · nas atividades propostas. revendo I os de. A leitura não Eé se encerre Ena EMalgo que M P E S E P P M M N E preender e refletir a partir E do que se pede? Ela é um leitor e IescriMdecodificação.Eestabelecemos uma série M SI EM de rela-PE conhecimentos IN M E conhecimentos. retornamos ao que os alunos sabiam? M M E E N S E I M E P M E M S E N NP grupamentos. É umIN processo que SI além de inte. Npara retirarmos EM uma informação PE SI EM da Silva EM Os textos PE dão Eeconomia IN oferecidos SI ou sobre a N E E Martha Sirlene atual.M P Sozinhos farão. Enquanto SI SI EM PE IN NP tor.M M EE E P M N PE informações necessárias. O leitor realiza a SI PE · o que fizemos M EE S M N E P I M socialEe EE E histórico.IN E de seu E dos alunos. P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I · atendeu total ou parcialmente aos objetivos ·S tornar observável o propósito do professor e EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M iniciais intencionalidades. levantados antes dasM propostas M de atira a partir lugar S P P M M E E P S N N E EE vidades? ampliados? para Mova e EJA EE Foram validados. PE SI IN SINa elaboração NP das atividades EM P P PE I S M N E N atividaS N E M P SI seqüênciaSIde · atividade. PE e/ou construir M cia conM M I E SI vimento N E E SIdas atividades. SI ao final da atividade? N IN M EE IN M M SI S E P S E E M · poderá dar continuidade às etapas da seqüên· comandas/consignas claras para o desenvolE M E E N E E SI NP EM ou abordar NP PE NP novos conceitos.panhados? N PE P P M I E S N N E S N P conhecimentos prévios MleituSI SI lectual éM comIN os afetivo e emocional. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N P E I M S EM M IN M EE NP M E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N SI EE SI SI EE SI NP P I P M S N EE IN M M SI EM EM S E P M Anotações M E E E EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N P N SI EM NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI N S P P M SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P M N SI SI NP PE EE IN SI NP EE I P S SI N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N EE M SI EM SI IN PE NP EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 89 . S qual é oM N E que melhor texto EE EM se pede. calçados. ou devem ser consideradas: SIno final daIN PE EE M · os diversos saberes P S EM N E O que dos alunos. S N P M I EE E de acordo SI com o IN teúdos. E S E EM acom. por SI NP M E E P I M E E P S N Resumo elaborado por sobre E P os esportes.

M EE SI N E N P I I Ma usassem.098 (anexo que SI SI EM 1). 2003). e como forma de a surdez. seguida auditivo intensi.repetição. 1000 e considerada as freque se integrassem na N E P P M N SI EE PE IN eram submetidos IN EM EM SI sociedade EE ouvinte.IN como N “norma” PE(Tabith Junior et al. M ou deficiência NP A surdez P I M E M E N S pessoas preferem M E E M vai possibilitar ampliaP INuma dos. de 19 PE de 2000. Esta INpoderão aprender M base nos quais os alunos surdos EE em difePE dificuldade pode ocorrer S E P M IN N M M I M N de forma a Língua Portuguesa. sem conseguirem fazer uma M S N P S o de dar E M sujeito a SI EE EM P reflexão sobre o seu M como se os alunos Etivessem IN limite naE P a fala. a recepção da PE EEfala se daria EE cionado com SI o aspecto NP clínico-patológico. M E E S P M cia de 500. M EE intera. EM e atribui percepção de Sinais.Sindo do mais que PE EE EE EE leve (perda EM mais eficiente SI auditivaIN EE P EM P P E M P E Ninterfere na S N aquisição da fala.portaleducacao.SI EM NP EE P E I E M E P P S E tada. EM por meio da leitura-oroP P M I N M Erepara I E M S incapacidade. por SI imagem SI N no.SIN S de Sinais é adquirida na N S E P M PE I M E E S N M usuários fluentes. PE Assim te. ela E chamar. como requisito para IN 2000 Hz. (perda E EDUCAÇÃO DE SURDOS SIao mais profundo EM EM PE impedeM IN auditivaNque M EE EE E S E P P P I PE o indivíduo deNadquirir linguagem oral) M EE E S (Lima. a Língua AUDITIVA? P N P P I M S SI EM PE IN IN sem dificuldades. A Língua deS Sinais anula Secretaria Municipal de Educação EE I M E P S E E M IN a deficiência conseqüência da surdez.S SI na recepção. EE INde dezembro IN EM E P S M S N E P Uma mudança a par. se mostrou PE SI pouco eficiente noINensino NP PE M E N S SI N E I M parte dos alunos EM P vo. a escola em oralizar os alunos surM P M M E SI grau é baseada E SI E E P Edos. um funcionamento. SURDEZ OU M M EE EE DEFICIÊNCIA SI N NP EM E P I P I M EE E E S S N E Por ser uma língua visual-espacial. Iconsiste S E E tir da concepção em possibilitar os surdos o acesso à informaP S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI TODA FORÇA AO PRIMEIRO ANO EM M E P M M EE M CONTEMPLANDO AS ESPECIFICIDADES N E P I M M EE E EE S N E P P I P M EE E S N N E N P P I I I E S DOS ALUNOS S N N SURDOS S SI SI NP EM M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S E NP I S M EE P N SI 90 . Diretoria de Orientação Técnica (SME/DOT).sp. S M E frasais trabalhadas E M seria possível ria que serStratada. E O resultou em algumas conquistas N sua vez.. N N é considerada como E P S uma vez que as facial. o que através da sem as estruturas e S N E E P I M E E E S método.EM www. SEles P qüências da fala.M EE S M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI EM M EE P N SI M I EE M E S E P P M E DE PROFESSOR N M N MATERIAL como a ser EE uma diferença EM compreendê-la SI M respei. os edutural de anos. Embora PEao alu. 10. a uma fala da língua majoritária pra grande M o afastaria S melhor que SI conduzindo PE EE IN EM EE P M S N E do grupo dos deficientes (Skliar. N N E EM P M P I I I E século (e E A classificação S ainda hoje S SPor quase P N em muitosPE N ao da perda auditiva quanto um I E I M S S N N EE dos limiares NP SI insistiu SI EM na média da freqüênlugares). ção de conhecimento de com percepção NP M dificuldade E N I S M S N I E P S E M S SI PE to de sons.EEna forma S como o sujeito às IN Pacesso IN NP vai ter IN M P I S N M S I S N E informações do mundo. se caracteriza por P E S N E P P E I N M P mundo e E de língua. constrói uma PE M EE EE esse movimento SI SI N P NP P I P M N deficitária de si em relação aos ouvintes.M prevê a N formação de intérpretes M na concepção de surdez.prefeitura. SI de Língua EEde Si. 12PE PE surdas a 29) .br SI N SI uma comunidade EE NP EM I I P M E S S E PE P N noritária diferente e não como um desvio da norM M E I N N E E S P I I M M E S S N PE malidade.SIN I NP E nais para M P EE sócio-antropológica.Sdentre as PEE N E N I M I I M E S E S N EE vai contribuir resultados no seuSdequais da Lei Federal nº PE se destaca a aprovação SI EM NP EM para os P Ibaixos M E E N S E N M P P senvolvimento global. comPa E mudança Sda E processo S N em seu PNos M SIcadores obtêm N SI N E I NP I resultados que estão de acordo ção da surdez. mas não impede o P N E I P I N M E S N S SI P N P SI M SI CONCEPÇÕES EE de se comunicar indivíduo porEmeio da linguagem DE SURDEZ SI N IN P I M E S S E N P M M oral). I E I E EM S EE S P N P I E M M P N S P substituição condutas e valores são Por meio de exercícios de IN M da maioria M tomados EE IN e de PEE SI ouvinte E N S E I S P M esperava-se que os M S alunos memorizas. o que significativas para a educação de surdos. Disponível em: EM e permite EM se constituam S2007 NP que as pessoas NP PE I N E E I M N S SI P N S como membros de lingüística mi.EM gramatical. E EE SI Uma vez adquirida. rentes graus.gov. PE IN IN e reconhecimen. a longos EEM S N E E P I N M P P I S S IN de treinamento auditivo e de fala. M EE termo deficiência O uso P do auditiva está relaperíodos NP IN na qual M S I E S E M S M E N portanto. surdos. 1997). preferencialmente EE ção Ecom surcomo muitas SI PE auditiva. fato que reforçou a imagem deM incapacida-PE P I E P N S M N E I E N I N E M Salunos aprendessem E P SI S do currículo N Nessa esde deles. Era como se os meE o objetivo E P SI concepção N M E P I SI N E P S I N M E I colar passa a ser ao audição e EE canicamente a língua. EM P I M I E S M E E S E S E IN (p. o acesso ao mundo pela visão inclui I M M E S S S E E P SI EM ainda tímido. 1997). N EEcomo analítico de um aparelho de M amplificação sonora Este SI conhecido NP NP ou método EM NP EM colocação NP P I I I I M E E E S S S S de treinamento E N P individual. NP NP EMlingüística. E S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P I concep-N E últimos S I conhecimento.o direito àNLíngua PE INo fracasso M E M com esta E S E N E P P M M E EMaluno.

EEM Os alunos surdos. quanto maior S SI a M INtextual o Ileitor NP E M E M S E S E E compare o desempenho dos alunos surdos com o sua exposição a todo tipo de texto. fazer deduções. a adoção desta E M E E N E E P SI NP EM NP PE fa. N P M M M I E E N E E S N P I P M E anteriores. alunos e textos. PE M EE Portuguesa. e cartões para ela. de crianças uma em suas expectativas em relação SI EM aprendendo PE PE nho lingüístico M M E EM N N E E P NP I segunda língua. Na compreensão I propiciar-lhes EE dos alunos surdos S e de de um texto.tras M N N N EMgrande número escrita é diferente Spara alunos O de palavras descoSI sino da língua E SI SI EE no texto. mais fácil será E P M M P E N PE EM EE sua compreensão. o texto é totalmente explícito.concepção N PE M Segundo Tovar conseguir resultou num numero significativo deEaluM(2000). Para N E E P M M M E E P S N E E EE a ler e SIN Sinais e a Língua Portuguesa. quanto Sde M EE S E IN S N mais coE N P E I I S E P S S N aluno ouvinte. que regulamenta os dois documensão inseridos no trabalho de leitura e escrita. Solé (1998) N E E EM res. a escrever significa SI SI PE EE IN M P S EM N E da. pode-se M I E SI N E E SI S N P I M I compreendem o que leem e que E não E surda a P E S N nos que não S P P zer nascer na criança consciência da utilidaI M EE S N E N N P I I I M M S essas IN S E deEM e do prazer S da escrita. a maioria conta SI PE IN apenas com fragmentos M M documento reconhece EE sur. os iné colocado no deixa M SI EM SI relacionar INde ser a conPE EMtexto e o objetivo P IN forma e função. usadaM pela família. 2001). reduzir o número P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 91 .SIN SI como N N I P P I M M S interativo M S do processo N N E SI alogicamente. EE E IN M deSouvintes no uso da língua pois o conhecimento de SI majoritária. SA Língua E espaço de as decodificado pelo leitor/ouvinte. SI EM EM para que SI Neste senNP em uma SI PE se envolva IN uma pessoa IN I E E S S N S P P tido.IN S M E P M bilíngüe. SI N EM IN M I M M SI S E P S E E M desempenha para os ouvintes. de ler e que a atividade pode ser motivadora se M EE o M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Visando ao Saprendizado Portugue. lendo contos e escrevenproduzem textos. P IN P P I E M E N S E P N E N I P P textuais ePE em vez disso. SI EM prática E P M M E P E N N E P E Nesta concepção. por P exemplo. sem relacioná-las com ou-PEE I M P E N S E N I P P I N E S sur. sentido do texto. a cada M EE NP dos alunos M formar leitores E S I E PE P M E E M S M E E Por nãoEE P N oral. EE Ena qual a ILíngua E dos a Puma educação de S da Língua Portuguesa oral. PE EE caso de S Nalunos M EM E P I M E E P S N acentuadas. Porém. SI da vida EM PE PE em atividades INdiária. S SI se use como N IN I N M M I S S N E ouvintes E S grande medida. nele se constroem e são resultado EE SI EE entre professores. a maior das crianças surdas. P NP da Língua IN complexidade S N I M P P I exigido do Kleiman (2004) enfatiza que. Svartholm (1998)M propõe que não se nhecimento tiver. A leitura não Né vista como EE SI extração NP EM EM SI meio da decodificação EM escrita por PE P M E E E SI EM Os professores devem acreditar no potencial da informação da N E P P P I IN E E S N N S N P P I letra porSIletra. I M M I E M E E S S E N E S E P P P I M E N de raciocínios N N das provas S escritas devem-se ado-PE Nessa Fulgêncio e PE EE mesmaSIlinha SI Na correção NP N SI N P M I I M I M S S S N tar mecanismos de avaliação coerentes com o Liberato (2001) dizem que essa compreensão préE I EE M E S E P P M M o asvia permite ao que vai montandoIN o M PE língua. de 24 de ESPECIFICIDADES DOS ALUNOS N E E M I E M E P S E P P EE M M que reconhece N E SURDOS NA LEITURA E NA ESCRITA abril de 2002. E N N P P N güístico e gramatical por meio salta que. IN de segunda Evalorizando EEleitor. SI NP P I P M S dos. a autora de leitura é necessário que se sinta capaz M recomenda que se deva trabalhar SI IN o atividade IN M Mnão cada M EE um todo E S S P P texto como e palavra. serem SI M N E NP S N I N E M P I I SI S E Seu ensino para alunos surdos deve ter como proO foco nas palavras desconhecidas resultou em E S S N P E I M EM M tendência IN surdos a se aterem S pósito e escritores competentes. aos textos. eS do Decreto nº 5626. da Lei Federal nº 10. No surdos. atribuindo sentido aoEtexto. di. fazenforam que M passaram a E E dificuldades M I M Ndo bilhetes E E P S I E N E P E utilidade S do-a ver sua N atribuídas à surdez. uma vez Ecodificado. IN Ique M E E E S S M NP E E E não do aluno oPmesmo grau mundo M surdoIN P se pode esperar EM EE e a língua. basta a este o coEM N E I P I S E E S S E N P P P M mesmas funções que a N Língua Portuguesa falada nhecimento do código. Eparte PE aprender IN SI é a primeira NP língua. à medida EE aprendizado EM S S M EM N E P P E I M E E P pecto semântico.436 (anexo 2). SIconstruídos EM P PE P M E M N E (Koch. EM estru. preferencialmente na modalidade escrita. M leitores e escritores. o P E ter um referente método de enpalavra individualmente. a Língua Brasileira de M N I N E P E I P E M S S N SI PE PE língua oficial IN M PE Sinais como EE das comunidades de surSI S N N E P I N I E S quando entram N SI dos. EE S E tos dispõem dos mesmos recursos lingüísticos que os SI N PE P IN P M I E S N N E S N P M SI SI Este o direito dos ouvintes. parâmetro o desempeturas de tipos deSIdiscurso determinará. EM P P PE I S M N E N S N E M é a segunP aprender SIuma língua. Svartholm (2003) e os proN textos provocava desânimo Mque a criança EE enfatiza M surda SINnhecidas nos SI E EM vê palavras E P EM M M E E E no Ipapel e constrói conhecimento linfessores ofereciam poucos textos. N o EM EM N condições para S P I I M E E S S N P EE que M eles se tornem leitor faz uso do conhecimento SI NP já tem sobre o EM Contudo. E E M S M E N S P professor e passa a ser o P terlocutores são vistos sujeitos ativos dução do N processo pelo PE EE EE que. a escola N P I S M N S N SI eles possam EEseu uso como EM o focoPEE o social. na escola e SI NP EM FederalM E I P E E S E EM não M P zembro de 2005.PE P P P M E E E S N da visão.M conteúdo P for de interesse da pessoa que tem M I N da Língua SI de ler NP PE objetivo. na qual Em contraposição ao foco nas palavras.M M EE E P M N PE M EE M EM SI E ção. A modalidade oral da Língua IPortuguesa é Na concepção em que o texto M é considerado I uma M M E E N S E E P M E M S E NP possibilidade. INP EE IN tiver um SI deve propiciar-lhes EE e se a tarefa P S SI saM pelos alunos surdos.EEM NP mas que. mas P fora do EEcomo produto de um EE emissor Sa IN ser EE M da codificação P N não deve ser trabalhada SI P NP E I P I M N E M Sinais preenche N I S escolar. já que. deM 22 de de.

SI sujeitos. NP I M P P I M S S rem sons escreva sobre obtidos conE os resultados N com letras. EM PE PE de palavras. Como interlocutor P SI con. De modo geral. como relatos e leitura de livros.EM QUESTÕES P M M o aluno a dar um passo SOBRE ESTE TEXTO E SI assim ajudar SI E E P E IN M E E S P M N E P Pna construção de seus gredir M N M SI conhecimentos. N M E P I SI N E P S I N M E I M analítico S ou método N E Fernandes (2003). S N SI EE seus textos. Expostos aos Sdiferentes tiSvartholm (2003) propõe que a “leitura” de liN EM EM PE IN E M E S SI vros e revistas N E P de textos P M Ma Edu. espeE N língua majoritária M M observou Ida EMno ensino SI N P E N E S I E I E E N S eficiendeS palavras M por associação.Pe nunca foram colocadas por compreendida EE rial. Tem a tarefa de ensinar S S e N N EE NP SI SI EM adiante e pro. EE Língua semelhanças EE EE EM Portuguesa. nos P surdos e por que foi considerado pouco NP P I P SIlhamento. E S S E N P E M M E não confundiSI N te. SI S Pde M na escrita E SI E EM N E P P I M E tes. NP EEmbora dificulte. esclarecendo asPdiferenças e S E IN N M M M N PE SIentre as línguas.EEM ALUNOS IN EE o professor SURDOS EM S EE SI P N P I E M M P S P IN IN M tribui doStexto.EEM surda a linguagem NP EM adquirir I I P M E S S E P P N I volvidos com M a tarefa.M NP inicial dePE EM a escrita M I E P E E S N crianças surdas. “ch” ou 5) De acordo com o proposto por este mateM E S E N N E P P M M M E SI SI deve serEE N a educação N PE bi. a surdez não impede tuição da Língua deverá ser P I M E M E N S P INvice. os SI pliação de a SI M EM NP mundo. S PE EM surdos atribuam sentido ao que lêem e procapaz de traduzi-los para e N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP na escrita. M versa. uma vez P produção de M M S alunos surdos SI leitura eIN SI EM EE quirida a Língua de EE M E S P expostos a um trabalho de ensino de Língua PortuSinais. daí se sócio-antropoN S 3) Escreva M N INesperar resultaNP SI neste material. EE PE constante SI N EE EM dos diferentes P SI dos obtidos com S crianças ouvintes. EE M PE IN IN EM SI EE P S S N EE ANO PEE E P No início do processo de escrita. estimula. de uma concepção P N A adoção. Assim. IN SI SI NP recursos IN M PE freqüentavam I S N M S I S N E de história EE I S professores usavam a Língua de Sinais. Questões como escolhas de “s” ou “z”. ouvinte e surdo. “x”. EE SegundoEM S SI N P I I M E auditiva e cite seusEM M S depois o S N E E P texto escrito. reelaboram num novo trabadez ou deficiência graus. NP nais. o professor PROJETO TODA FORÇA AO 1º I N M P P I S S Língua PorIN CONTEMPLANDO AS N M EE escriba. A leitura M E P S E E Mda surIN NP NP EM EM é considerada. matical para P os alu. portanto. EM co. ao universo P I M E S S E N M M e ensinar M SI socialmente NP a produzi-los Marta Vieira circulam EM PE (pontoM EE Pacheco EE EE Leonor Silva Pincigher SI N EM E P P P I PE M M E E de partida e chegada de todo o processo de ensino/ S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M aprendizagem da língua). SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N A tarefa é viabilizar o acesso do M do professor S N S SI P PE SI IN M dos textos que SI EE N E IN Resumo elaboradoS por aluno.EE P troca de letras.IN pos surdos adquirem as caracsejaPfeita desde EE com crianças SI EM PE os alunos IN M EE EE E S S N E P N P P I ampliando cação Infantil porque diverte. lógica da surdez. PEa partir da EE IN EM E P S M SI N E P I E M escola.IN N PE PE a autoria do começam aNassumir com o professor 1) este material.SIN SI EM PE a assimEseu IN satisfaz a terísticasS dos mesmos. Pbem EE comoPE P P I E E N salas de E que os N E P alunos em inserção em atividades S que envolvam a escrita. curiosidade e é ferramenta fundamental na constiM E E S N E M E SI que os PE O professor M Majoritária.alunos EM EE SI a Língua EEde Sinais. P I M As dificuldades no uso da língua não parecepor pesquisadores da área I E S M E E S E S N E PEa criança EM ram ser obstáculo EM escrevessem SI PE NP NP para alunos dez.M EE “h”. N SI EE IN M SI EM N P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 92 . com o constante neste material. quais PDiferentemente IN defiM E N S SI N E I M P M M surdas vão se elaborarem SI PE auditiva? EE IN a ciência EM basear na Svisão para EE EE P M S N E P P I E sobre a concepção M sua relação com a escrita. utiliza o significado S S N E SI a padrões Ipreestabelecidos EE Sos EM EM P PE e passou-se a expor alunos surdos a textos em vez jáNobtido para facilitar o processo de identificação M M E M N E E P M M EE SI SI palavras. por exemplo. IN M S N S E P M PE I nhecimento textual. I M E E E S N EE material SI consta neste NP NPpara o profesEM NP escrita individual. ela vai possibilitar a amE P P M M E N N M N EE textos em SI EE do conhecimento EM guesa M que privilegiava vez de palavras. 2) Como EM lho de M NP M P I I I I E E E S S S S N P EE das crianças que ouvem. Pereira (2005)Nanalisou a compreensão das IN P M EE E EE S N E N P P P I I I E S texto porIN S N S ad.INformação N S N EE criançasEM SI de acordoEM também constatados ouvinte. explicar E N I S duzam sentido As dificuldades que eles e Eexplicitar características dos texM S N I E P S M S SI PE IN conhecimento da M apresentam decorrem da falta de EE PE tosM para as crianças.de N a Em relação aos alunos surdos. 4) Explique o método S ao analisar SI EE EM gra. como SI SI N E NP P I P M N S M PE seus Isso se deve língüe? IN IN MevidentemenEE ao fato.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EEde S de palavras viáveis Portuguesa para alunos surdos. pela dis-EM cepção de IN ensino que enfatiza aS compreensão M PE das SI EE IN S E E P S N M cursiva da língua trouxePEmudanças no ensino da P palavras. E N M S– faz o papel P de registrando em SI E M SI M E E N E E P I M P E E tuguesa o relatam ESPECIFICIDADES DOS S que os alunos N P M na Língua N de SiEE M SI e escriba. Ele deixou N E N N em cada contexto eS prever SILíngua E P I I P E NP S S N I P I N M M obedecer pelo professor imediatamente o significado. a principal fonte de informação para PE que os P I N E E I M N S SI N SI escrita. as as implicações advindas do termo PE SI NP EM sor. de eles do que você material M EE estudouEneste EE não ouvirem NP 6) A partir SI e. todos pareceram en. EE M os alunos EE para a elaboração IN N S E I E P S P M M S explique o que é sur.

só M S com EM M digital. vídeo) SI SI NP P I S M N S vés de blogs As E pelo mundo.sp. enriquecem tanto quem aprende como P P E E SI N EM N N PE publiEde SI SI ensina. formações e avaliar sua confiabilidade.“ INde bancos de arquivo públiM se educam EM entre si. “ninguém P NP disse Paulo IN S N I P P I Sninguém. M Nessa S aula. Para isso. e o desenvolvimento SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE E EM EM M E M E CADERNO DE ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS PE E P P EE M M N E N I N E P E I P M S E E S N SI N PEDUCAÇÃO M EE SI LER TECNOLOGIAS NA SI N NP E ESCREVER: E P I I M S S N PE M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 93 . EEmudança S I M E N P IN P P S I E M E a desenvolver projetos pedagógicos nosPquais pro. qualidade e M M S M S N E SI EEde ma. produzir conhecimento. principalmente o aprender em P M E S E N NP EM EE EE M do aprender P SI hoje NP da informação e da M SI individualista que As comunica. Como educa EE Freire. M E S E PE P senvolvimento das competências de leitura a qualidade pois a simples presença de EM E E M S M E P E E PE IN espaços M P E E N S E N PE I ta. torna-se necessário um letramento S N N E M P I I SI S E E S S N P E I ternet podem ser excelentesEmotivadores para o deporém.SIN EE SI EM P origem e de verificar a possibilidade de uso PE P M E M N E N EE SI levantar NP Educação terial sem infringir e Internet EM EM SI implica em EM direitos. IN faz sentido se contribuir M e escriE NP do ensino. N EE E I P S EM N P P I S M N E a mídiaIN impressa. aprender. Disponível bência de promover a inclusão digital. por isso o desafio de criar que integrem aparatos na escola não garante melhor nível. com diferentes linguaAs não M ações educacionais EM EE P I M E E P S N E M P M N PE SI digitais para ser consistentes. aprender a publicar: produção e transmissão de comunicação E E S S M NP E E P E M M P EE PE IN a facilidade de M difusão e publicação deEE conteúdosEM tonomia. via não E E S SI N S P P M SI aprendido) como tamIN de apenas IN pedagógico.prefeitura.SI alunos no mundo de hoje. Isso PE P M E E E SI EM N E N P P Panalisar. SI gens midiáticas.IN S P P P M EE N E N significativo N para a atuação dos S P trução de um saber I I I M M E S S S N M E EE NP precisam de recur. favoS PE em: SIN M EE EM EE N M E E P P I M M M E E www. se a incumN S P atualiza e inclui IN M IN EE S SI E N S P I M M 2007. EE M EM capaz de SI pois” (a necessária INselecionar SinP NP EM P E E M S M avaliação de conteúdos e habiou formar um leitor crítico. em S N N SI N P P I EE S SI N EM (em hipertextos) EM SI não-linear N P I I M E E além da leitura e imagéEnsinar e aprender pressupõem “encontros”. nas N E E SI escolas. EE EE EE EE N EM EA E P P I P P M E E proposta do caderno é contribuir para o desociedade atual.PE rede. do “durante” IN.PE dade. projetos. diferente P NP“tecnologias E I I N E S M N I S EM N E I P I ainda domina. INA P PE I S gens próprios da era por suas M E N S N E M S SI (pessoSI NP PE EE características. que exige o aprender a aprender. e c) a aprendizagem o resultado (conteúdo M M EE b) o currículo S S M E P P M processo. E P P M M E N N conhecimentos EM EE EE matizadaSIde EM quer um ler praticamente qualquer coisa. a hipermídia e a Incada vez mais. as pessoas podem quem N P M I I M I S S S IN EE M pela comunicação sisteEE responsável S car o que quiserem e tornar disponível para qualA escola. que incorporam M EE aula. sobre S N P ganhos e desafios M I EE E E SI a cons. as imagens. áudio e vídeo). sos tecnológicos mas EM PE EE IN o vídeo/DVD. M consumidores. bém o próprio P IN I M E E E P S S N N E E M P M N SI SI propostas as 26 atividades Três NP PE EE no plano IN são as aprendizagens SI consideram. EE M como utilizar E E M N E E E P os recursos tecnológicos. fotos ou arquivos TIC. na internet.tramento N sabe). acessar M MSecretaria I E Educação. ninguém educa SI EE PE áudio. muito as relações A escola na era da comunicação Ifavorece M P S EM N E I M M E E N S E I M E ais e/ou cognitivas). P SI IN SI NP EM digital.Ncom toda a desencadeada PE PE na socieIN EE cos (para M ajuda EM EE em geral). E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N lidades aprendidos). o registro EM ao le-PEE S E E P M M E (oEque social da escola: aprender a P pesquisar E é para ser feito) e do “de. E S E S N seja atraN a si mesmo. dentro à autonomia.br recer o acesso e a apropriação de códigos eElinguaP S N N E E EE PE internet. os homens (textos. valoriza IN I senvolvimento de ações S que articulem sempre. E S E E S ção” (TIC) mudaram por completo as formas tradiS E N P P M P M SI N INe não verbais M EE IN cionais pelas verbais Mquais os textos M SI S E P S E E M E M E E N E e aprender o que provocou a P discusEE SI digital: NP circulavam EM Ensinar NP socialmente. M NP NP apenas SI limites legais. em comparar. NP em meio PE M M como potencializar M I E SI são. oferecem pedaS IN IN IN elementos que.portaleducacao. escapa à capacidade decisória e M EE E como a publicação NP NP reflexão. E P NP I M M I E M E E S E N E S E P a qualquer tipo de controle de qualidade. se utilizados PE EE S N S S P IN N M M fessores e alunos se tornam autores e não apenas gogicamente em ambientes e recursos que levem à I SI S N E E S I M E E S Porém. InseP P N M E S M N SI N N E I P SI essas novas I E I E cotidianoSescolar implica S S N em ir além formas no P PE a Internet M de linguagem na construção Nrir SI N E I M M E I M M coletiva ou fora da escola. NP potencializadas EE I P S SI N P I S M M de do o “antes” (o S que a dimensão digital S IN o aluno INjá pelas TIC. IIsso. M N imagens. A televisão. dentro S da sala de P M de projetos. mediatizados M SI ou através E S E E E P M M M P vídeos. E N E E Municipal de de da capacidade de e EEM N P I P M I E E S N E S N P P I P M I E S Orientação Técnica (SME/DOT). E S E N N P N IN EM NP EM o uso de SI a) o projeto SI NP PEInternet. I E E hipóteses. o rádio.gov. ou seja. a S S N P P EE SI EM com auM IN IN M EM tica (imagens. em sintetizar. EMà atitudeSIcrítica.NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI E M SI EM IN PE M EE E S E EM P N P Diretoria S M cooperar.

cação. S acentuação. P no meio PE IN fica restriIN N digital.é hoje básico M N E I E M P I E EE S E o instrumento P trocar simplesmente Efunção daM S de eINdo texto produzido. P INatravés da M E E S E N M P SI SI instantaneamenalunos ou do social. N E I I P M E S S E P P N cotidiano provêm de diferentes línguas. S EE P M S N E P P I to importante. Esquecempois colocam grupos em E P P M M N N M N PE EE hoje diferentes SI EE Do ponto EM se de que convivem sistemas contato. ção (link) S a outra.IN S a EM por hipertexto. E N N E P I P E S NP S S N I P I N M M nome da so insistir no planejamento do documento. A leitura de uma página eletrônica. S EE EM bem como IN IN que é produzi. baseado no NP IN projeM E N S SI N E I M P M um aspecE objetivos. do mesmo gens ou grafismos. I M omas no cotidiano da língua. são SI de vistaIN M (es. da língua oficial na comunicação formal. e melhoria da comunicação aM leitura e escrita. da possibilidade caneta.volvido NP E M S E P I S S N E E S ou assíncrona. coerência entre Na comunicação assíncrona. SI N EM E P P P I PE M M E E professor garantir que o aluno possa se comunicar tema ou assunto a partir de poucas palavras. ilustrações. N M S E I S N além de expressõesSde outros idiexpressão. estabelecendo-se objetivos.PEUm deles é a leitura. N implica também na maior SI facilidade EE de bus-SIN para seEcomunicar EM PE IN I EM EM P EM S S N E E P as normas. tamanhoEe SI Planejar EM PE P P IN M sos como itálico. apaM e inconveniências (sobrescrevendo. N PE IN que haja interação. os S SI E E P SI EM EM PE PE que se pretende proporcionar IN conectados M E aprendizagens e insnão precisam estar ao M participantes E S E N N E P P M I M M E SI de avaliação. fórmulas N S E I E P S P M M E S N N PE temáticas. praN M SI SI NP as atividades e as E IN etapas. S N E N I M P Quando se fala em projetos. indo EM PE relacionar SI E M SI M E E N E E P I M P E E que de mediação seja bem-sucedido. P mais precisa usar plo. com novos M EE agora S I SI plas oportunidades N S P N I E S I S ao contexto escolar. e compreenda que. os problemas ou cação é possível haver conI I M S E S S N P EE PE SI EMprofessor. na estruS N de comunicação comS perda SI velocidade M EE EE da mensagem. além de saliências gráficas M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E cor de fonte e uso deErecurP faz a diferença como estilo. a por máquina M S N I E P S M S SI EE pelo teclado) trata-se PE IN inserindo. é um orientador SI EE do trabalho desen.Idas N e condensadas.SI EM EE oportuniP P E E M E P P S N N E P N PE baixo)M esquerda.EEM IN EM a escrita. etc. P M EE ver estas E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S N formas de comunicação como parte salas M de bate-papo. respeitadas S as regras N específicas de PE contato I N E E I S SI P N I P S I EM M S N S E tre os povos. maEE M EE IN SI tabelas. que é aM condição em pelo professor emIN sala de aula. mapas. turação a M M E M N E N E P M M M EE SI nos quais SI digitalmente: EMuitos PE PE adultos têm dificuldade em se ambientes IN há interação. entrevistas. do professor As E da: se síncrona P IN do Laboratório de IInformática. EM aN temática podem surgir do do grupo de versas em tempo real internet. SI NP EM P S N M E I M S N E ações dos professores S SI EE – independentemente EM de M NP EM PE M I E P E E S N seu conteúdo e área – precisam P P E Síncrona M EE M e assíncrona IN do conhecimento EM SI N P E N E P S I E I E E N S S ser P planejadas. M SI de uma língua SI SI NP E I EE listas são muito populares. car outras informações – além de criticá-las e vaE I N M P P I P S N E S de uma ligaN N M e daSIprópria rede. negrito E S NP N EM N e sublinhado é essencial E N M P I I I I M E E E S S S S E N P E em função de seus EM paraPE o leitor escolher o que P ler O planejamento SIde ensino. desse jeito novo. PrimeiramenP E resumidas. mensagens EMpróprio contexto NP escritas são trocadas PE O importante EE IN EM E P S M SI N E P M P em te. ou seja. I E S M E E S E S E M IN PE escrita e EM do planeta. por exemE SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P amplamente. que tem normas e regras próprias. Mesmo as palavras que usamos no EEM participação do meio digital. simplificaquestão significativa do de formas N de expressão SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 94 . PE M EM para desenvolver EE aprofundamento NP SI. IN to o que pode levar o aluno pectos. redes sociais e M como fóruns. em capacidade de Mais doIN que E P P E P S N Ede apagar Serros PE IN Icaneta NP M escrita S(a pena por E N I registro e arquivo. Para lidá-las . EE M E S P viva. educativo.P grupos de E E materiais. tão comuns ao redor estudo. OPtexto não de comunicação.Paprender SI EcomunicarEM P mínima de sentido. re. de imaS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M com outros daIN mesma idade. EE de acesP de M escrever ou esta S E P IN N M M M N PE SI EE uma quantidade gando) do históricoPda sar grande EE comuni-EM EE de dados EM e de manter SI e ter múltiEE registro P N P I E M P N S as. Para acrescenta-se to daPescola. como oEchat. PE SI da incorporação P M M N E M I NP N debates. digital. M NP I M E S zos. esquemas. na comunicação informal. ainda. intercâmbio de M EE projetos Ecolaborativos. IN P M N M seu trabalho EE M S NP E P SI IN que o professor EE E é importante também A leitura exploratória de imagens – fotografias. E S grupo sociS N E NP S particular e SI EM M P M M al. para dades para trabalhar habilidade deSIcomunicação SI para aIN SI IN e critaPEpara a direita. E agora M S S E N M M SI NP de antecipação É papel do que exige uma E maior do EM habilidade EM PE EE M escrever EE com maior responsabilidade. S EE tempo S mesmo para na comuniM EE EE trumentos SI N P NP P I P M EE N síncronas. EM seja um S EE leiSI P N P I E M M P N S com o mundo P IN tor/autor familiarizado M gráficos.ou textos. SI EM PE IN IN IN M EE S N S E P M PE I A comunicação assíncrona permite. Ee PE NP pelo próprio NP interferência enetc. como o fórum.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E Msacrifício Ida Eem S com ortografia Para tornar a experiência pedagógica.S O acesso às TIC – e particularmente à Internet M E E S N E E M SI NP flexão.Sé preci. A comunicação aprendiza-EM é garantir SI EE uma SIN IN que essa temática se transforme M implica no P EE síncrona IN S E E P S N M para a turma. na no sentido. ou N EM EM SI mortas S PE IN M E M E SI N E E P P M M vivas e também sofreram na ortoLeitura e escrita no contexto digital SI EM transformações PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M grafia.

há de replanejar suas as demandas N M EE ações conforme IN M M SI E EM da classe. PE SI EM atividaEM P EE IN SI crever e questionar N E E ta. Mas a prática de registro não se restringir ao I M EE S N E N N P I I I M M E S S S desenvolvimento N E retomando o registro planejamento: deve incluir o e perEE inicial. público alvo. A partir de pesquiN P M M M I E M E N E E S N P I P M I E E e outras EE S estratégias. seu N P I S M N S N SI EE EE EM mento. M N N N a necessidade Sde mudança SI vos. EM NP Esta parte propõe SI M EM E P I M E E P S N também desdobramentos possíveis para a proposexplicar. socialização de do registro: um SI INbom planeja. E M P SI pesquisa Lidar com SI SI PE EE dificuldades IN M M P S N E · segunda parte: desenvolvimento. suas necessidades.M M EE E P M N PE atividades: as 26 propostas M EE M o que os alunos já saEM SI E Propostas de te.gov. Para Madalena Freire. O M E I P E M utiliE S E E P em fóruns.pdf IN S SI daMescola. suaIN EM · terceira P N I P M o depois. pois organiza o fazer do educaEmento é registrado.SIno formato PDF (necesdo Laboratório de Informática: M IN IN M M EE do professor S S M E P P sita o Acrobat está em http:// a participação orientador de informátiM Reader para ler) M EE M E E N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E ca educativa (POIE) nas reuniões de organização M P M portalsme. revisanavaliação e a execução do próprio projeto. P interpretar.br/Documentos/BibliN P SI SI NP PE EE planejaIN SI expondo P EE Ped/InfoEduc/caderno_impresso.SIN P escolar é extremamente útil e importante. comEE a do planejamento é a diversidade de estilos cognitivos I M M E N S E I M E P M E M S E alunos. ou E PE de objetiAlgumas delas oferecem pode-se verificar o caminho IN e o alcance Mde aplica-PEE P E E N S E N I P P I N M E S ou ção. M M I E S N E S S M IN EE EE Edeve SI NPdo os objetivos S P P P e promovendo a auto-avaliação. no início do ano. M N PE PE EE EEparte. as regulações e as conSI EM P E P M M E P E laboratório à comunidade N N P EE do M SI EM SI tribuições IN PE EM P IN potenciais E E M S M E N S P E organi. quando cabível. É M N I N E P E I P I E M S E S N P PE de definirS também a IN M coletados PE o momento EE lhos práticos. avaliação: SI NP dor.PE programas (software) P utilizado. realidade. é importante conhecer N E E M I E M E P S E P P EE M M desejam N E apresentadas no caderno são resultado de trababem e o que saber a respeito do tema. ampliação e extrapolação para outras ações. através do registro E S S N P E I M S EM M IN e replanejar: M EE no desenvolvimento. objetivos. NP MPlanejar M E S I E PE P M E E M S E P E “dicas”. EM mestre em Educação também contribui com o procesN E P P P I IN E E S N N S N P P EE so de conscientização SI e uso pleno N EM EM SI N responsável dos SI P I I M E E S S N P P EE materiais. EE ou de desenvolvimento SI NP P I P M S Em qualquer parte da ficha. S E P M M E E E hiperlinks para complemento de instruções ou de IssoIN significa flexibilidade e senso de EE E E EM P P P P M E E E S N E N N P N materiais. justificar. a produção individual ou SIN N M E E P I M M M E E P S N é socializada.EdesE M Nmitir apresentar. e sisteS N P P I P M I E S N N S N EE · primeira SI parte: aspectos SI matizadas formais do projeto: as informações e realizada a produção. SI S E des e/ou áreas. fontes de SIN coletiva IN SI NP EM P PE I S M N E N S a diversidade: uma das N para o desenvolvimento. percebendo EE SI SI ou de avaliação. N são levantadas E zam a estrutura: sas. NP EM EM EMprofessor Se P P M E E E SImateriais alocados. tação Sdo produto segundo momento é a EEMquais houve M SI NP muita reflexão e discussões EM final. As atividades elaboração propriamente dita.sp. equipamentos e instalações. revisão). dos EE por SIN EE SI EM interna M P PE P M E N AntonioIN Carlos Berardi lugares de ocupação pelos alunos. recursos necesNum P terceiro momento. EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M (exploração. e sistematizados sobre forma de apresenSI os S N N E P I N I E S N SI teóricas. SI EM NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI Organização N S P PO documento original.o durante M A importância EE aprendi.SIN IN M M S E P S E E M zado. debates e análises. E E E EE sários. bem comoEEos EE SI Júnior.prefeitura. EM SI M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 95 . EM NP SI P I M M E S P M EE EM EE justificativa. PE EE EA SI N N I P P I N M M S M Resumido S N E SIcom mapeamento zação do laboratório. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I fazemos História. P N NP e ritmosPdos o antes pode EEmetodologia EE (o que os EE M – considerando P SI aluN Planejar mais de uma tarefa SI P N E I P I M N E S rápidos fiquem M N I S que os mais nos sabem – registro inicial e desejam saber) e evitar ociosos.

para PE N PE Perrenoud PE que em nome M SIvel entender N SI N E I N I I M M E S nistraçãoSimponha oM trabalho em equipe para o seu critério da responsabilidade por um grupo de aluS E E P SI EM E PEobriga.as EM PE dos arranjos ção dos empregados também sãoSvariáveis que que vão além materiais IN M E E E S N E E as que agem SI NP NP verdadeiraEM NP EM terferem na formação ticas de intercâmbio. é IN M constituem EE de pessoas SI NP levar em conta as exigências P M IN EE trabalho. M EM NA INCERTEZA EE EM E EM DECIDIR P E P EM PE IN NP M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI NP SI 96 . S E SI EM EM PEsituações IN M E E S P M N E P P onde as organizações diárias Há E equipes pedagógicas formadas por pesM E SI não chegam EE a imporSIN P IN IN EM EM E vão alémSdos P EM S N E E P o trabalho em equipe mas marginalizam os que assoas que interesses mas limitam-se E I N M P P I P S N E S grupos tamN N M SI de idéias EM sim não procedem. A equipe imposta EEpor equipe PElato podemos entender Em sentido S E P M IN N M M M N PE SI EE EE o grupo de pessoas que timulada contra o sistema já aEM EEagem juntas EM induzem SI ou o grupo EE a uma luta P N P P I E M P Nde pessoas S N P N E I PE I I N tende Pà num mesmo trabalho.nos para distinguir PE IN M E M pessoal. etc. podemos dizer A questão que E o autor nos coloca a seguir é S EM SI EM NP equipesPE EM que estas M I E P E E S EM N não de administrativos. É possísaber E qual pedagógica assumida P P M é o papel I E passam E N da ação E M E M artefatos I S N P N P S simplificar.EM EE EE SI coordenam SI N P NP P I P M E N S N E N I M recionamento de atitudes e comportamentos. M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI N SI M EE P N SI ENSINAR: AGIR NA URGÊNCIA. A composição dos a trocas e práticas recíprocas PE SI mas não E M SI M E E N E E P I M P E E bém sofre preciso se que agem S variações Npois muitas P como grupo M vezes. decidir Ensinar: N N EM três modos: SI M Ede M EE na incerteza. M P I I I I M E E E S S S N P E equipes nem sem.lato senso. M E E S N E M E SI PE NP funcionamento proibida/ desestimulada.EEM S P P IN IN IN EE EM S S S N N P P I E I M ou por uma escolha E mútua de indivíduos. pelos mesmos interesses mas. são as S S IN IN M E NP esses extremos S S E I M P encontramos interme.PEE juntas. E mas é inconcebível pensar numa as equipes em: S E N N E P P M M E M E SI haja diSI N N Pas EE toriedade do trabalho em equipe sem que · equipes pedagógicas que prá. são as equipes EM SI ocorre de PE EE IN EM forma voluntária. tilham coletivamente a responsabilidade pelos mesN E N P EE I E E P S M SI N E P E M P N SI IN EM mos alunos. I I M E S E S S E NP P E I M M E P · equipes pedagógicas S E cujos membros N do diálogo E a imposição não significa comparP e da cooperaSI EM IN M PE PE IN M E S M S ção por decreto. N SI utiliza o SI da eficácia uma admiem equipe e.SIN EE equipesEM SI NP N P I I M S EMou das práE in. PEE M N I E N I I N E M S E S S de trabalho N SI formas EE pe as várias PE de relações IN SI NP EM que M P S I N E I S N E se estabelecem.Sos EM do horá. M N se dar basicamenSI equipes pode EE NP Phillippe A formação de EM I I P M EE E S S E P P N M E agir na urgência. N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I Perrenoud discute a constituição de equipes 2 a equipe autorizada. Aspectos relacionados à EEas competências IN SI N S E I E P S P M M E de gestão bem como N PE a qualificaestrutura e modo Há pedagógicasSformadas por pesso.M EE S M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI GESTÃO ESCOLAR M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM E E I M S P N S Perrenoud. 5) IN S E P PE Alegre: Artmed. M EE M rios. M que colaboram E cooperação I S N S S P N I E S I S Há equipes pedagógicas EM assalariados. Entre nhuma substância que as mantenham. IN A constituição de equipesEde que formadas por S gruPE IN M S S E N M M E SI NP EM mesmos normalmente não voluntária . não têm ne. E muitos sisteP M S N E PE P I M mas educativos a administração nomeia como equistricto P N S sensu. equipe autorizada voluntária. pode que se juntam E pelos moEM M po de pessoas EE se dá de SIforma EE NP EM E P P P I PE M E E ocorrer por um poder hierárquico exterior ao grupo tivos. dos mecanismos das As diversas configurações produzirão dinâmiM S N I E P S E M S SI PE INe a equipe desesM cas diferentes. conservando seus alunos.Epseudoequipe .a equipe SIpedagógicas M N E E M P I E EE S educativo E e do sistema P do sistema E S de N mecanismos E P P E I N M I P S E PE IN INpessoas. são grupos de reflexão e de trocas ouEequiE S SI P N I E M M P N S P IN pes . colaboram EE escola a S formação P de com um mesmo trabalho SI NP PNa IN M E N S SI N E I M P S pre EmEM e constituem um sistema coletivo. NP M ensino S E N I S e.EM mente juntas. te SI SI NP E E P P I M M M E Porto 2001E(cap. Pdos M EM e o seuIN M a partir EE3 . são NP das equipes. IN M EE E E S S N E P N P P I M 1-a S equipe imposta. o que ticas.

o senEM As solicitações à escola. de interpretação ConsideN P M M M I E M E N E E S N P I P M I dois eixos: E E EE S N práticas sob E Aos que advogam a tendência àIN racionalizaramos a coordenação das S P P I P M E S N N S N EE tecnocrática SI o trabalho SI o número de aspectos da prática que dependem EM de ção NP em equipe não parece SI P I M M E S P preten. oferecendo aos professores a de S alcançar. nem N N I P P I N M M S equipe pode M E SI c) oStrabalho em pedagógicas são estimuladas pelaSIN autoridade EEprofes. Há um enfrentamento entre a tendência à proI M estabelecer M I E M E E S S E N E S E P P P I M E N N PE equipes. EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N P P N P a) que as potenciais soSI não seSIrestringe EM EMnão é verdade SI N PE virtudes IN IN O trabalho em equipe I E E S S N S P P trabalho em equipe possam ser constantemenmente aos os estabelecimentos SI EMprofessores. S P P P todos sejam coerentes. ção práticas pedagógicas. instalar concretauma questão de pessoas. A IN S N I M P P I Não se restringe somente aos professores a no seu capacidade de resolução Svidos M EE S E IN S N E N P E I I S E P S em equipe N P o trabalho preocupação dos problemas dos Sestabelecimentos de ensino S M SI é M IN de saberINse E M E M S E S E E ou não oportuno. SI N EM IN M real das IN M M SI S E P S E E M Nesta perspectiva cooperar é dividir forças para · excesso de interferência nas práticas indiviE M E E N E E SI NP EM o todo seja NP PE que que NP do que a soma PE mais forte M das Eparse tenta M coordenar M tudo e fazer I E SI duais. para ou.EEM NP P IN P SI I E M N S E P N E N I P P E que precisam assumir a tarefa Nas últimas décadas o trabalho em equipe S foi preendam SI SI N de favoIN P I N M M I S S N E E S a cooperação recer profissional. que o trabalho S em as relações de M M P I equipe Imuda N P SI NP PE EE IN S todo.momentos SI forte interdependência Econstatações SI SI podem gerar EE Algumas SI NP P I P M S preservar a que as pessoas queiram de presença e intervenção em . I N E de ensino. SI defensoSI de resistência PE EE IN M P S EM N E res da profissionalização o trabalho M em equipe asCada equipe pedagógica coordena seuSItrabaM M E E N E I E P M E M S E E os extremos: N NP lho entre no Ecooperação EE sentido da Mrelevante P EEsume papel P SI vez NP SI NP E I P I M N E S “laisser-faire”. E S S N P E I M S EM N M dos professores aoSItrabalho em equipe. Por PEsempre as EE EEequipes SIN SI isso. os sistemas de ensino posSI EM M INtempo naScarreira.SIN M de coerência EE EM EE ser indispensável. Para Nredes EE dos espaços I P S SI disciplinares. IN M EM E E S M NP E E P E os problemas M sam locais M P exigir que EE PE IN sejam resolM EE EE P NPinterior. Portanto. N de satisfação M essencial EE SI NP EM E SI Eo PE P M E E E SI identidade com trabalho. estabelecencia no sentido da profissão S de IN compor horários e S EE M EE da proletarização S E P P M M parâmetro. afetando . assim. EEdas decisões E E EM P equipe são diferenciadas. I M EE S N E N N P I I I M M E de professores. a IN SI E segunda tendência se prende às M O modelo de equipe não questiona a divisão E E E M E P E S E P P M M N E didáticas e meios Dada a dinem interfere Mde trabalho N na estratégias.M M EE E P M N PE M por uma EE M EM ética. SI EM com. EM vez do SI S Mser entendido EM não pode N E P P E I M E E P O trabalho em equipe maior para as práticas orientadas por objetivos e P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 97 . ensino e diretores se envolver porM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E b) a partilha das responsabilidades didáticas. das de relações. IN de do IN M M devem Eseus S S M E P P te verificadas. que certa coordenação entre M as prátiEE NP Mimpõe uma E I E PE P M E E M S M E .AIN IN SI dizer quePE E E partir das características de tendências tão Eano papel das pedagógicas é S EM N P P I S M N N S N I N E M P I as resistências I SI S E tagônicas é possível compreender bém gerenciar coletivamente um grupo de alunos. classes.INtivos para IN M conjunto. PE E entre os Sprofessores.SIN EE privar os EM P PE P M E M N E sores de uma parte e de escolar ou pelos outrosMprofessores. das Spessoas eN das fissionalização do ofício de Sprofessor Ie IN PE alocar EE SI NP incumbências S a tendênN P M I I M I M S recursos. podemos E E constituiSIcomo P M N EM E Eequipes PEtam. tamIN entre uma NP relação INprofessor-aluno.pode N P escola pode IN EE enfraquecer a posição na M Sno EM dos professores SI trabalhoIN IN PE EM P E E M S M E N S P P contrato pedagógico. conservando E I M S S N P S I E provocadas S para o trabalho em margem de manobra M na interação e uma EM margemPE bém asSimplicações IN M da equipe. feitas pela sociedaN E P P P I IN E E S N N S N P P I da profissão EE tido e osErecursos que de atual. possa enfren· excesso de sem a coordenaEM N E I P I E S E E S S E N P P P M tar a complexidade e a diversidade dos E problemas. hoje é difeSI EM PE PE tratado Ecomo M M E EM N N E P NP I mente modos de gestão do pessoal. considerando: P N E E PE cas . EE M P E E N E N P I P P N E bons moS M N SI N N EM entre os alunos.aSImaior visibilidade delas. M N I S que raramente uma pessoa sozinha. tendem a SI torná-la mais Nque EM EM permitem SI N autônoma para S P I I M E S S N P P EE se permaneça muito que em contrapartida. EE PE SI IN NP EM P P PE I S M N E N S N E M P SI Já para os bilidade coletiva. I P I E M S E E S N E E N P P ferenciaçãoEM de perspectiva uma certa SI SI PE e outra. as rente. tros uma perda. poder e o funcionamento do alguns adN P I S M M N S N SI EE EM decisãoPEE ministradores forma de organização SI do dasMtarefas de animação e do poder Ede EM esta nova P M E P E ser um ganho. S S S N M E conquista individual EE de um grupo SI NP M EM EE Além da coordenação das práticas P I M E E P S culturaM N ElePse uma nova profissional. . os sistemas educativos têm imhoje já se caracteriza como um desafio para os E P M M M E N PE NP EE portante EE EE M participação nisso na P medida emEque sistemas de ensino. ele pode diminuir o poder dos coordenação e o grau que Ise N M E E P P M M M E E P S E possiN E IN E especialistas. quando N E E SI S N P M I o trabalho em equipe deixa de ser E uma E E SI N tes.respon. Na primeira cada N PEreside a evolução IN EM EE EE professor.EM EE M S E EM sabilidade S P M M E E E autonomia: conjunta.

S SI EM PE IN Thurler gidez. P a uma nem ende todas as ordens de ensino. seus M sobre uma estri. a uma prezível na construção do S sentido da mudança. EE dinâmica instável. dos profesMpreenchidas.PEE SI N S E I E S P M M S N PE estabelecem entre os PE interessados co. I N M P P S SI IN das autoridades. mas M que o sentido EE NP IN M S I injunções por integrarem-na Propomo-nos a mostrar da muE P S E M S M E E N M P EE pressa? EE dança é uma sem crise e sem coletiva e inteSI construção NP individual. P P M I N M EE I E M N N rativa. NP P I P M SI N S N E I N eS lógica profissional. À um mecanismo SIN sações que N se M universo como EEvisão de um SI E N P I I M M E M S S N E E P de opõe-se àquela de um EE sistema vivo.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S sob a ótica da ”boa requer uma formação.EM E abertura e a tendência natural dos atores processos de inovação. Nenhuma organiIntrodução N E P P E I N M P S E e a escola PE IN se IN SI NP M E N I S zação é tributária de uma só lógica. mais aberto e criador. co EE EE Em que SIcondições? EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N M S N ExistemSIorganizações S mais aberSI P N PE do trabalho M sobre os conheci. Os estabelecimentos escolares constituem forM E S E N N E P P M I M M E SI burocrática N N PE do M EE A lógica constrói mas organizacionais que sobrevivem a S muitas muEE EE SI a organização SI N P E NP P I P M N S E meio. que compre. IN clássi. M SI PE EE IN S E E P S N M quem concebe e quem P E um custo elevado em organização sabem racterísticas Ipositivas têm riN SI execu. SI NP P S N M E I M S N E imagem está mais próxima da realidade do Eque S M os SI EE NP EM PE M I E P E E S N modelos capítulo tenta des. trabalho M recursos SI E S S E N P M M E PE papéis e das funções SI N taNdos na renovação dos alunos. E Organização NEste primeiro M M I E N P E N E S confrontará I E E e autonomia N de ação SI crever lógica Sburocrática PE tal evolução.M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S INOVAR NO INTERIOR DA ESCOLA 98 . EE a serem EE permanente SI E NP I M P P I M S organograma S O estabelece sores eIN dirigentes. momentos de S S N SI EE EE SI EMcompetênEM P P co pode tornar as pessoas mais lúcidas. PE um papel não desNP EM sob esse PE a escola desempenha M E N S SI N E I M P M pondem. assim como de S uma obserN N N E P M P I I I E E S S S N N PE rer preservar Iequilíbrios estáveis? Há no âmbito de diverSI lógicas orPEvação participante conduzida SI NP EM N I M E N S que favorecem S E P a mudança. P suas ca-EM e cadeias N passa a ser a lógica SI os membros IN hierárquicas explícitas. Vistos Sejam quais forem E N M P I I I I M E E E S S S S E P IN ângulo. EEM IN EM EE P M S N E P P I de uma de forças que constitui o ambiente S M do trabalho EE multiplicidade IN EM em inteIN IN cotidiano tanto expressão NP E M S E P I S S N E E S comunidade ração que ora Essa de integração.EEM do trabalho. Quando a busca de estabilidade E PE de autoridade EE IN relações EM E P S M S N E P E da M de uma organização. N como resposta SI mas especialmenEE EM P IN IN EM às EEM EM SI porquePE P S S N E E seriam mais permeáveis do que outras te o ensino fundamental. lógicas SI P P M clássicos. ora se Idefrontam. 2001 Os trabalhos sobre inovação mostram M E E S N EE SI trabalho. PE M NP EM organização burocrática e hierárquica do P I M E M E N S N P é o único EM EE SI EE PE EM SI não freio a mudança.PE danças em sua missão. porSI PE inversamente. EE da mudança gica Eprofissional. E uma formação N S Ele é SIPortanto. a propósito de uma mudança projetada. cansaço e mal entendidos. a mentos sobreINas organizações e os EM meio termo entre EE EM PE M M contrar EE Eum S N E P P P I PE M EEem que.tas SI que outras EE tenta fazer SIenN E IN à mudança? Como conseguem A obra o balanço P I M E S S E N P M necessidade de M SI da pesquisa. apresentará osM novos princípiSI SI EM EM PE M E SI E E N E P P I M E os organizadores. P P E I E M E P S N N E PE IN SI SI NP IN M PE I S N M S I S N E EE I S M E P S E E M IN NP NP EM EM P I M I E S M E E S E S N E PE EM SI PE NP NP EM PE I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E N N SI M EE M EE SI SI NP E E P P I M M M E S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M Mônica Gather territorial e medo da desordem. Ela requer M M E M N E N E P M M EE e SI SI relacionadas EM PE PE cias ao registro dos conhecimentos IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S das ações. Artmed. E seu IN regulamentação bastante INe. protecionismo IN M EE que a SIN S N S E P M PE I Porto Alegre. I relojoaria N M E E S E P P P sua cultura e seu funcionaI M E S NP N EM N instável e imprevisível. N N S N à cooperação e à comunicaM ao registro M SI SI SI NP EM I EE ção construídas em EE M E S P função da experiência e de uma Resumido elaborado por E P P M M E N N M N EE de Lourdes SI EE refletidaSIapoiada EM prática na Maria M Toledo SI EM Camargo NPcultura e Pnas EE ciências. M S N I E P S E M S SI PE IN M situa na confluência da lógica Sburocrática EE estratégiPE e da lóO estabelecimento escolar como Pnó E M IN N M M M N PE M SI planificada. os S processos de mudançaIN corresmento. E N Nvontade” dos parceiros E P I I P E NP S S N I P I N M M que desenvolva o pensamento complexo e sistêmitambém uma luta.Eganizacionais SI sos processos EM SI EM EM PE IN M E E S P M N E P situação Eexcepcional. não de inovação educativa. passa por crises. EM E quanto uma P IN convergem. pois ela temS sua lógica E P S I E I Os novos paradigmas organizacionais conviprópria e varia em PE EM S EE S P N I E M M P N P científico IN dam a ultrapassar oS pensamento M das relações função sociais M e das tranEE das culturas.

SI êxitos e M NP escolar. voltar-se para mais flexíEM de os docentes N E P P P I E E S N N S N P P I e adaptativa. Tais parâmetros gestionários SI estabelecem a lógica da confiança. processo de adapI S M N E IN devem inventar novasS forM tação Edurante EM M instau. EE EE EE que se incumbem SI NPcassos de S P P P A lógica profissional competências correspondentes. nha dança resultar e SIN profissional e pela organização EE EE no fechamento SI O impacto EM P PE P M E M N E no contra-senso. eles percebem seu paS N ato no plaP por isso P I P M I E S N N E S N P M SI Em alguns SI pel e seu no autonomia. P E S des de gestão N igualitarismo. sua zona de EEa divi.SIN procedimentos de trabalho SI em vistaSIdos EM EM escolas. I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP não dePE é um Daí o limitado acordo com alunos. A lógica permane. EE M vel. IN que é da ordem M EM E E S S M NP E E P E regras de M da consciência prática. EEbusca Enúmero EE Mamplo consenso. SI NPTanto a coordenaN SI N P M I I I M S atividades S S quanto o EEM ção e mia. se reforçar INa codificação estrita das M e o individualismo dos EE o isolamento S E P E isolamento e E o “consenso frouxo” deixam o campo diversos atores envolvidos no processo de inovaNP M EM EM M P I IN M E E E S S M E N E P M a umaIN lógica de arranjo.M cionais. de tais fatores segundo o grau escolar: E é diferente N SI NP EM EM SI uma lógica EM PEdePE ensino fundamental. o modo M de di-PEE ção. A organização valoriza o funcionados da EE P SI INos mecanismos de conSIprocessosIN Eprofissional P P PE S M N E N S não imaginam poder N E M P SI os processos participativo. através da maior PE EE garantir a SI qualidade. PE IN IN I E E S S N S P P quanto com a complexidade e garantem a fixados.M M EE E P M PE leva os atores a S IN M um bom EE M EM nível técnico E confiarem ta. tácito e artesanal partir do ensino M médio a ideologia própria SI EM de cada IN de cada um. S NP M EM E P I M E E P S pares. Os conteúdos das lições são definidos. lentos e ineficientes só o que se outro modo. M E E E SIna escolaIN É preciso.IN S M E P M relações EE E de poder. I M EE S N E N N P I I I M M E S agra. A idéia do estabelecimento escolar como estruN E E M I E M E P S E P P resposta EE M pessoais do que nas M N E mais em suas experiências tura local-padrão.M incerta e local. Em nome da colegiatura mas S em função de global de horas disEM N E I P I E S E E S S E N P P M P M poníveis. SI Os atores E S E o qual as novas práticas se E P M M E N PE NP EE mas deMorganização sem poder EE referirem-se EE necessidades. aP escola dotou-se M N na escola P funcionamento SI SI profissional NP PE EE IN que a N SIao relacionamento Num EE irreversível I P S SI encerra em círculo vicioso M ceu por muito tempo limitada proP I S S IN E EM M IN M S E E difícil de romper.INa gestão S ção torna-se progressivamente daMordem do M E trabalho. quando osPprofessores SI flexíveis EM P M M M E E um toma N N participar E P NP que de inovação. P EE PE IN EE das lógi-EM EEvia menos P N IN S N I M P P I Atualmente. IN EM lúcida dos N I P dos frareduz fortemente o desenvolvimento M M I E S N S S M INuns e de outros. for compatível pela lógica é tão conservadora com as SI ra. etc. N M EE INquanto o conjunto M SI E EM S E P EM M M E E E As duas lógicas o sistema a define e impõe Nlógica burocrática E estruturam EEnquanto S EMesco. IN EM E M SI autoridades M muito INP Este círculo EE N S E P E I P quanto os Idiversos atores a uma estramais se apropriam fornecida pela P EE E cultura S escolaresIN S da trama N N P P M M S M S que só pode N E SI escolar.SIN IN M M S E P S E E M se então de um motor essencial da mudança: a anávida Euma matriz M N PE organizacional que condiciona Pa PE EE das lise EE funcionamentos. trole. Esse E E P S I E N E das escolas. a E lógica profissional limita o trabalho N M SI I pres. Eas possísão do E P P M M E P S N N E E PE mudança. o clima deM trabalho é mais e controle asseguranSI EM PE agradável. SI PE das práticas. ram as As novas SI EM a um EEM NP políticas P IN P P SI conforme I E M E N S E N E N I P P claramente E estabelecido. for imposta EE SI SI EE SI NP P I P M S de seus membros. Uma lógica profissional PE NP harmonizada P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 99 .minada M N SI N N de cima. IN sistemas. graças N dável que todos são a esse modelo permitiu ajustar as modalidaE E confessar M P I M M Nmas. há o risco de. M iniciativas Madapte à evolução. N E EM o saberSprátiSI N ao passo que a S P I I M E E S N P P EE co. M ultrapassar EE vel capaz de sempenham um papel SI importante.dem IN M M E S S M E P P estabilidade.PE P P I P M E E E N E N N objetivos P influenciam P P lar e as Elas tantoNcom a or. em PE da pesquisa P IN um sistema Mque derivam PE questão EE em educada educação SI S N N E P I N I E M S N SI novos ficadoSapenas variam o tamanho e. concebemos o excesso representa a explícita e forSprofissional M N E S E S N IN SI organizacionais EE PE Suma SI é um lento NP P cas existentes como evolução malizada da mudança. Os professores inventam. PE IN SI N E NP S N I N E M P I negação da I SI S E mas é possível haver inovação na hedo uma certa coerência e uma igualdade formal de E S S N P E I M S EM N M terogeneidade dasSIcompetências e na recusa de tratamento. que permite a realizanão PE com EElivre SI EE NP ção. nem passando ao é interiorizada pelos atores.informações N SI escolar. cada I E M EE mais em E SI todo o processo SI E N E S E P P P M E SI N N N autono-PE permitem Entretanto. ticas já em vigor. essa orientaM M estatuto. PE gestos profissionais. IN representam os atores M EE Priva. os atores SI de deSI colegial e PE de mento EE funcionar IN M P S EM N E cisão são pesados. é uma burocrática à M N I N E P E I P E M S E S uni. P SI NP as necessidades dos SI P N E I P I M N E S um número M N I de decisões inovadoras.IN S E aplica-se para apagar É mais daEM elaboração Se da introdução dos novos prograEE as hierarquias. disciplina ditaPas A lógica Mfuncionamento. menos S E PE E P M M E P E N N E P M tanto as M vicioso Eleva E N seus SI SI do que pensam. Ao reunir as duas lógicas organizacrito em função da complexidade de situações sinM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de um gulares. fessores/alunos. Ele somente provocará mudanças das M EE NP M E I E PE P M E E M S M Ede forma claE P N traduzida E E P reconhecer uma liderança? Uma organização dopráticas se a prescriçãoSIfor EE M P E E N E N P I P P N M profissional E S prá. A lógica burocrática N M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E discurso oficial. Alguns SI laços dos NP sistemas percebem os EM E I M E M E S E E P princípios da gestão pública e os integram em seu M reção dos estabelecimentos. modelo É preciso consi-INP educacionais ampliação da lógica proS SI SI levam a uma N P I N M M I S S N S estruturas derar onde tudo se atenue e se são convidados a EE EE fissional.

M M Por conseguinte. Imaginam EM forma escolar isoladas S P EE IN EM tradicional.E M SI NP jeto. SI PEexperiência IN M E M E S SI senvolve-se N E E P P M M endidas e das nos espaços ainda SI EM feitas por PE experiências IN PE IN não programados. informais. N N S N analisadas e designadas e não M mentar sua M S SI SI NP EM I EE EE M E S P de acordo com regras e prerrogativas estabeleciOs atores do sistema escolar tentam satisfazer E P P M M E N N M N SI EE necessidades: EM das pela SI tradição. os novo aconteuma lógica P são levados a poder SI professores E IN M PEequilíbrios PE uma série IN M ameaçarIos E S M S cimento pode estabelecidos. Transposto INdiversidade das realidades M E S S E N P um modelo M M M SI e à escola. Egrupos de M E um mínimo P I M os diversos atores. trabalhando recursos existentes. Trata-se. OutrosPE EM M I E E E S N rete conseqüências em função de fim é lícito esperar P egoís. na vezes. S atividade. de permitir-lhes Todo sistema escolar à I E S E E S E S E N E Pá EM dinâmicas impliSI PE NP NP EM uma compreensão sistêmica das procura de estabilidade proporcionar-se uma orPE I N E E I M N S SI P N SIlhe permitaSlimitar os risNpor intermédio SI construído EE desta EEM cadas. outras ce e fazer. E M SI M E E N E E P I M P E E de apropriados em função das vontade dos para um S atores de N mobilizarem-se P M M ensino-aprendizagem EE IN pro. PEE duas estabilidade e mudança. Quanto mais a escola esteja a M M E M N E P IN M M M EE EE SI P PE inovação. esSI A escola é um lugar S de para esse SI tipo de nova EM EM PE M configuração E SI E EM e seus jogos N E P favora. encontram problemas semelhantes. tais tentativas EE P M S N E PE P I E de soluções M uma cerque estiveram. particularizar muitaEM o . Isso também significa P M IN locais. M uns e outros.ção leve os Satores a resolverem os com Tais configurações algumas EM NP são novas. P EM S S N E E P As escolas assumem tarefas é variável e modulável conforme a quantidaE I N M P P I P S N E S N IN M SI a responsabilidade de desenvolver os Sdispositivos de e a natureza a capacidade ea EM PE dos problemas. EM SI N P E N E S I E I E E N S S escolares mosPe disputas de poder. romper com a SI NP EM mais criatividade M E N S SI N E I M P I M E S desenvolverem soluções menos caras. SI poder depende.compreensão. diferentes conatureza a destinação de IN ganizacionais M SI EE PE um quadro IN IN EM EM S mum aceito EE pelos parceiros. S E qualquerM N E flexível. M S N E P S E M S SI PE IN é completamenM EE PE Nenhuma pessoa ou instituição tema escolar. SI N P NP P I P M E N Quando as escolasEfuncionam S N E N I M autonomia da qual cada um dispõe. N E P P E I N M P E PE IN IN dos atores do sis. Existe. em um contexto que reconheM E E S N E E SI PE de pensar M da maneira NP a divergência EM escolas. SIsores E N N não previstos. enquanto se M EE IN liber. Nossa mostra que NP EM EMa mudança de.M NP “irem aoPE nas escolas. Na do campo. Diante da grande tegrar os ao sistema PE novos conceitos. IN nefastas. SI PEmais centrado nos funcionamentos SI As produzir uma aparência NP EM I IN M E N S que possam S E M P M M trário. organização IN do trabalho. PE SI de assegurar EM P M M N E M I NP N de estabilidade. EE EE E S S N E P N P P I M se se veja mais que a partir de novas S permitir que SI combinações entre os EM PE longe e IN diferentes Isso pode IN M EE em SIN S N S E P M PE I conscientize que.sentido da depende Sda Ecom EM EE P N P P I E M P Norganizacional S N P N E I PE I I permitirá ou impedirá de in.S SI NP gerar Inovas M do engajamento E N I S tas. P E significa que os profesSI Portanto M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 100 . destinadas ao fraP maioriaEdas N introduzirá S a diversidade M N E I E N I I N M S E P S S N SI permaneceram ta competição confinadas em um esEE casso. assimIN como a pes P de tentam. desenvolver de competências que lhes N E N P EE E E P S M SI N E P I E M Ptermos deEM A inovação N permitem transformar a pedagogia. EEas escolasSvariarão E necessidades da explícita que Evontade S EE SI P N P I E M M P N S em favor de P uma maior IN de uma flexibilização M no P plano de seu nível de desempenho. outros colegas.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S ção de acordos locais se libertem das coações internas. e da “ousadia”. Em IN é sempre suspeita deSprovocar uma M PE rup. pois PE IN e. aumentará a busca SI NP de qualidade EM P S I N M E I N E temem que a S competição paço muito limitado para S de flexibilidade EM SI EMacar.clareza N de autonomia o terreno buscado pelas esque lhes M E I S N S S P N I E P S I S S EM IN colas. o que pode idéias.truturado pelas P I M E estratégias de atores de características que modifica M uma série E S E N N E P P M M E SI SI Dessas E N EM N PE EE relações de a EM velmente a construção do sentido de mudança. mas. As relações de de acordo com I I M S E S S E NP P E I M M E P nunca se estabilizam. escolar EM PE de orga-M e das necessidades M EEa atitude predomiEE isso leva EE SI N E P P P I PE M não mais EE para EM Ee nante consiste em investir energia nização do trabalho que fica menosSburocrático N N N E P M P I I I E E S S S N ao con-PE N de homogeneidade. P e/ou esperam que a E descentralizamelhorar seu processo I escolas.EE P E de sua lógica”. EsP I M E M E N S N P os percebem EM e resolvem EE SI EE PE EM SI mas de maneiras distinsas combinações organizam-se a partir da intuição. A SI M EM NP EE P E I E M E P S N N EE gestão por PE não ape-M mudança os levará a valorizar a flexibilidade eP a IN SI redes oferece SI NP um meio IN PA I S N M S E I S N S nas a informação e o confronto entre negociação. E P I I P E NP S S N I P I N M M se concedem o direito uma Erelação entre a organização do trabalho e a S S outro N de se organizarem de SI M EE E SI Esubmetida EM P P modo. Smenos ela sãoEE diferente da divisão do trabalho. que eles N S pois. aceitar existir modalidades ororganização são definidas em função da E SI regras de E SI E E P E IN M E E S P M N E P dentro de P das questões a resolver. renunciar a EE não poderão. P que se voltam NP I P M SIque os estabelecimentos N S E desenvolvam N IN exercício do poder. A maneira pela qual eles construirão S E P M IN N M M E EM PE SI mudança E– IN flexibilidade EE te autônoma. há PE anos. é importante.NAlguns M E E S E P I M E NP Nproblemas E NP equi. as injunções de INpoderá regulaP M EEtarefas são EE S N N E N P P P I I I E S de modo Iflexível.SI EE IN S E E P S N M tura nesta relação de poder pré-existente. M P I I I I M E E E S S S S N P EE professores e responsabilidade.PEE SI N S E I E S M M S N PE meio e exploraremN PE dadeEE de ação eEM decisão concedida aos indivíduos SIN adaptarem a novas vias para SI Nseu P I I M E M S S N EM E E pedagógico. EE de poder. entretanto. o sentido é ganização de trabalho que NP EM I I P M E S S E P N ao sabor das controvérsias emprecos. Uma organização flexível introduz uma vimudança.

de princípios PE EE a escola. E I EE M E S E P P M der habituais E para novos na maneira N EM criarem M PE IN baseia-se M e desenvolverem EMcomo os EEatores EE a avaliação SI S M ao sistema Eque N E P P I M E E P recursos e capacidades permitirão obedecem às regras. explícito N E E reage em face da mudança. S E P EM M M E E E passo não é fácil. Exige uma capacidade de e pede às escolas para N E E E des. PE EE EE não só SIN SI os objetivos N I P P I N M M N E SI EM ou más NãoS se trata deSdistribuir E boas para como também para EE notas. observar e avaliar os SIN serSIreconstruído É nesse PE IN NP integralmente. marginalizando professores. M N E S S N N EE SI qualquer Psuspeita. construção do sentido de mudança é fortemente EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M A influenciada por esse mecanismo. maisSauAsINrelações sociais são arranjos que permiSI EM prestar contas. a inovação leva os atores M M I I E S N E S S M IN do funcionamento EE EE e no regateio. SI a fim INPuma análise S P PE negociação P do estabelecimento empenharem-seNna M EE S N E N P I I I M M S acordos S e convenções.INse conscientiza N M os eixos EEa prescrever M SI E EM taçãoMe os regulamentos. SI NP PE preceder EE IN S No EE sua construção I P S SI deve estabelecimento ção nos diversos estabelecimentos. dividindo EE E S E EM P de e transparência.de dados M P N PE SI EM EM PE no a Iescola EE IN os parceiros SI ginal. E P P M M M E E P S sentido de dos E N E E EE serviços realizados.SI PE IN de mudança IN I E E S S N S P Ppor si. SI tre regulamentos EE SI SI equipe de EE funcionamento. Para que o sistema escolar M dança pode ameaçar esse gruN P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E administrável ele é levado pos. N P I S M M N S N SI EE A autonomia EM cons-PEE de uma avaliação interna. se a sua lucidez estiver que Spresentações. E escolar. Uma mais autonomia às E P M M EM N PE PE M NP faz emergir EE EE um novo M A Emudança bem sucedidaPE não é conseqüência escolas se vai. A avaliação interna parcial levará. tornam-se centrais S novo. SIN SI prestarem EM eles mesmos P PE P M E M N nem M de ceder àM última moda. colocar M na buscaIN M E E E M E P M E M S e de justeza. EE SI com total SI NP P de tendo sido feita estas acarretam. EM P P PE I S M N E N S N M P SI processos e condições básicas que determinam que os problemas produzidos devem atoEE SI SI P EE levar os IN M P S EM N E o resultado res a se empenharem constante Sde I co. I S M N S E IN M EM gestão que conceda M SI E S E E profissionalismo. Um dos grandes equívocos P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 101 . Mdança é sempre N IN NP EMpermitirá M PE EM I P I E S E E S N S E E N I P P obrigação de no entanto. A autonomia NP M E S I E PE P M E E S M E P EM Eser concedida PEequilíbrio N a eficácia dos procedimentos. processo de avaliação a Pserviço dos de justiça EE EE M E SI deNP SI P NP E I P I M N E S M N I S senvolvimentos ulteriores. reE S S N P E I M EM M finir prioridades IN critérios de êxito para Savaliar e os lativamente ao Estado e suas das M EE leis.M mento dePum clima de M I P dentro da escola. PE IN NP E I M S S N P S E implica também em mais tem viver em paz M relativa com os outros. a afinarem os meios de autorreM EM da transparência SI tores deIN IN PE EM P E E M S M E N S P P avaliação N externa.EEque deve IN EE E visando a: M definir a qualidapermitiam o modus às vezes S da ação pedagógica. contas a seus externo. etc. S PE IN EE os atores SI se mobilizam.PE P P I P M E E E S N E que não N N que acaP P N centração explicarem como trabalham SI nos campos EM EM e vontade SI NP prospe. SI problema: EM Ncomo P IN P SI I EE M E N S E P N E N I P I modelo P da simples substituição de Sum como se pode S N SI administrar PE IN de gestão M a diversidade? Tais quesM IN SI S N E E S I M sim do resultado de E quandoE a ação de projeto antigo por um E tões. SIavaliação interna começa com um IN M EEdiagnósti. centralizadores eSiniciativas locais. este boração do projeto. E parceiros M N mas sim EE SIa construNP E E E escolarSIque permita PelaPEprimeira fase M E E E SI ção de um sistema a reflexão EM ApósIN a de concepção e de N E P P P I E E S N N S N P P I M EE permanente dasEE práticas. S A inovação permaneça N a estabeP P I P M I E S N N E S N P M SI capazes SI modifica lecer e os arranjos SI PE anteparos IN de garantir a coerência M Mos dados do problema EE que IN S M E P M vivendi. SI o exame Ida N é EM SI sobre a eficácia N realidade obriga. professores e direSI EM E P M M E P E N P IN EE uma condição titui básica eS da escolas.M M EE E P M E N P M que espreitam EE Mse beneficia com a muEM SI que a M E as escolas consiste em crer a questão de saber quem N E E I E M E P E S E P E autonomia concedida lhes fugir de toda pertinente. I SI S E blemas. O a redimensionar SI Ee Mas exigências de uns IN M EM E E S S M NP E E P E M sistema que para clarificarem as P reM E P exigirá negociações EE educativo só confiará na autoavaliação IN EE acimaEM EE responsabilidades P NP e as novas IN S N I M P P I dos professores. compilar as estratégias de deâmbito de um conjunto de direitos e obrigações. gulação para alcançar fixados. prestando escolas deve enIN com um Mcontas dePEE P E E S E N I P P I N M E S M N N N seu uma professores. Eis porque a avaliação interna só é rebam de ser evocados. SI responsabilidaEM a mu-PE tonomia IN Marranjo. SI NP P I P M S de suas forças e fraquezas. eIN a direção da Diante E M pelos professores PE dos problemas de poder. A Edesse E é uma questão N NP erência. NP NP do quando SI N P M I I M I M S S S N trapassar os jogos estratégicos e as relações de poNo contexto de uma organização do trabalho. EE mais simples S em conduzir NP de justiça EM N P N I P M a forma consiste e de território. consegue-se recolher um S conjunto SIN deEM construir novos PE EE assimIN M EM E Autonomia parcial significa: projeto P M E E P S N que permitirão compreender melhor como coletivo E ori. S P I M E S S N P uma avaliação P M outros.SIN IN M M S E P S E E M co empreendido. antecipar proe negociado entre P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I resolução. Trata-se M E com o indispensáEM coletiva NP parceiros NP confronta EM os diversos E P NP I um processo de construção I M que temEsentiM I E M E E S S E N E S P P P I M E conseguem E N N ulvel Scontrole de qualidade. o o objetivo principalIN EE de externa.esses serviços realizados. Esse O sistema limita-se de orien. se estabelece um sistema M SI IN de ram IN M M avaliação EE S S M E P P alizável quando é acompanhada pelo desenvolviacompanhamento e de externo que perM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E confiança mite controlar a S qualidade eIN a coerência da aplica.

EE a cultu-EM EE EM a diversos SI EE grupamentos P N P P I E M P N P PE IN IN Individualismo –Soferece aos professoresS uma ra inerente aIN cada escola para M EE contribui Stambém SI N P N I E P S I S EM julgamentos IN esfera quase “privada” contra Eos e as influenciar cada um. por EM EM sistemas edu.PEE I N M P P I S N E S N a ma-IN M SI outros.EE idéia do que torna aEE escola eficaz. uma todos têm N M E I SI N E P S I N M E I M S N execução de uma tende a provocar des. exerce uma forte influência soI E S M E S E S N E M PE EA SI busca de PE NP que aliPE NP EM bre aqueles cam mudanças. é objeto de diferentes perN S Quanto à N N NP EM SI EE a mesma PE vez que. EE âmago da P S E E M verifi. M SI NP EM P M I EE P E E S EM N confiança e estratégias defensivas. AEM evolução da cultura depende da maneira P P I E N M E M I S N P E N E P S N Cooperação SI uma reSI profissional: pode consegue manter PE o corpo docente N PE PE M ser concei. SI e franSI N N um capital de confiança PE em M Edo da e seus EE objetivos. Sinteragir. Ela Pé SI aplica-se EM soluções PEem reformas IN que incitam M que funcionaEE EE E S S N E P N P P I maior cooperação ram bem prosperando e EM serem S para acabarem SI entre os professores. em grande parte. S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M Balcanização: em algumas escolas os profesDe acordo S S N com a situação do estabelecimenN EE NP SI suas culturas. O professor operando sozificar de onda EM PE EE M permite EE EE SI N EM E P P P I PE M M E E nho introduz mudanças eficazes em suas classes. Sque M S S E N M M M no mesmo comprimento SI NP intervenções externas. que respeito e o dirigen. ela PE IN é um código comum. cuja finalidade é levar os professores a conceeficácia. E N I S Os modos de cooperação profissiomudança. E N P I I M E M S S N EM E E P progressivamente. Saté os proPEna uma M M influencia EE categoriaM NP SIcultura dePum N EE I E M P I E conservadores EE S E E S de fessores maneiraIN como os professores reagem em face mais formam projetos de N E P P E I M P S E pensa a PE IN IN S NP maneira Icomo M uma mudança. a saber: tegração sociais. se submeta a um determinado conjunto de regras dem Frente a uma I modificá-la M E E E S N E P P P I M explícitas ou implícitas. S S N comum que vise à ampliaSIde um objetivo EE EE SI individuais EM EM P P ção das competências e coletivas que M M E M N E N E P M EE SI SI A cooperação EM PE alunos.PEE M aos objetivos queza de cada relação visados.profissionais. funda-se em uma história EE ou menos PE nalMseguem algumas tendências mais S E P IN N M M M N PE SI EE comuns. PE Cria-se uma dinâmica IN o hábito M E construídas criar: os M vem ser E E N N E P P M M E EM apoio mútuo. a participação S o sen.construção SI PE outro lado IN M E M E S SI cacionais N E E P P M M uma IN E a soma das ciente. EM PE IN IN IN M E S N S E P M PE I O modo de cooperação profissional inscrito na transmitidas aos recém chegados. já se cultura. o consenso é praticamente impossível. SI EM M P M M a tendência de associarem-se.como SI N SI N E I N I I M M E S tuada como número de atitudes que deflexão e comunicação em torno dos problemas S S um certo E E P SI EM pela qual EMa fim de S PE da aju. E S NP N EM N inovação prescrita pelo sistema. P mas osIN IN riências. A cada um muM S N E P S E M S SI PE IN pessoal e na inM dança.Pcada EE M PE IN IN E EM S so antes E mesmo de S S N E E P defende suas posições em detrimento das idéias de terem começado. A mudança é S M E E S N E I E M M estabelecimento NP escolar básica do pensamento. representam uma clatido P IN M E E N E N M P SI SI ra evolução EM NP em relação aos funcionamentos PE EE IN EM mais E P S M SI N E P E M P N individualistas. S inovação.reflexo de E IN NP N EM EM P I M Entretanto.SIN M E SI NP do outro. a cultura lo.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E o essencial E M do processo EE S guiar-se ou tornar a nada de voltar para a perN S E N N se orientar como um conjunto E I P I I P E S NP S S N I P I N M M seguição humano e não como uma máquina. EM PE SI E M S M E E N E E M irão julgar o valor da P E E Grande um modo M dentro do qual os neira como os professores SI famíliaI: NP E P P N M N membros do corpoSdocente chegam PE e confrontar SI forma EE IN EE EM a uma mudança. EE atores conciliam SI negociando SI N P NP P I P M N mútuas. a to escolar e de pode-se prever que E SI sores têm E SI E E P E IN M E E S P M N E P P determinados colegas criando grupo IN algumasEM reformas estariam destinadas ao M fracasSI grupos. mais.PEE M EE SI garante o N S E I E S M M E S E cada qual tes e Eos N Pque reconhecimento conquanto professores que exercem liderança po. A cultura não M de P coexistência pacífica. cal determinará as necessidades sentidas. a cultura da esE N M P I I I I M E E E S S S S N P E modo de relacio. inconsN equipe. SI EE IN EM onde a direção EE EE P M S N E P P I E M tos. construindo IN IN M um nas deciEE SI E S S E N P E PEda mudança.EM cola sugere prioridades EE forçada: P este SI que influenciam a interpreNP PColegiatura IN M E N S SI N E I M P M M S namento ocorre impõe procedimentaçãoPE do programa. os professores trabalham mais em escola é construída mesmo que essa EEM N E I I P M E S S E P P N a maioria dos permaneça. Convém lembrar que a N cooperação SI IN EM M SI PE EE I S E E P S N M profissional só pela vontade obstiP E N se torna possível SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 102 . SI EM EM EssasSatitudes sões coletivas.EEM PE garantam o bom resultadoNdos profissional IN P M E EE S N E N P P P I I I E S S N N S N M M SI SI SI NP EM I EE EE M E S P A cooperação profissional não corresponde ao A relação com a mudança na E P P M M E N N M IN maior parte EE SI EE EM SI funcionamento da e dos cultura do estabelecimento escolar S M EM NP dos professores EE P P E I E M E P P S o individualismo N N E PE estabelecimentos escolares. na maioria das escolas. nem SI SI planificação N EM derem mais P SI tempoPE e atenção à e a cepções. perIN SI SI NP IN M PE I S N M S I S N EE I Cada escola tem sua própria atmosfera. Na dispositivos de ensino trabalham. S manece P no como Midentidade profissional. quando sobrevem uma reforma. tentar suas E expeEM SI P N P I E M M P N S tem chefe. E M S N S E – aprendizagem. cultura M de uma I N E E I N S SI P N I P S I pelos atores.

SIN SI N I P P I N M M S M S N N E SI zar a experiência. apro. um código muitas decisões são tomadas na incerteza. M o estaEE mais sobre MNos interrogaremos. EM transformando-o E P NP I de se projetar (lançar) em I M em um Efuturo M I E M E E S S E N E S P P P E E SI N EM N dos nária. M EE EE virtude. Mas.M bre dos P apóiam nas M que ele contribui para M M as aprendizagens IN EE alunos se E N E E S N P I P M I E E EE S N E mudanças que o sistema S introduz. os Eestabelecimentos vêem-se. que aqui. afinal. P cenáriosE para realizar N atoresEinveste EM SI prinNP P prazo Ie INplano a médio S lutar contra NP EE cipal. do que IN EE M P E E N E N P I P P N M uma mudança E S por aderem M N SI N N convocará. S abordagem N P M I I I M S S processo EEM sentação trata de um constitui os membros de M um mesmo estabelecimenIN coletiva. assim. perspectiva dinâmica. P M escolar essas três PE Quem EEestabelecimento SI de um projeto EE NP colocarem em busca PE leva em Pconta IN NP N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 103 . NP incerto. embasa IN Tal atitude supõe que SI NP sua cultura. SI fixar-se NP EM EM SI E PE de emEum P M E E SIto. um P S SI um plano de ação.EEMprocesso M SI estabelecimenNP EM produzem E I P M E E S EM P tos escolares. em projeto M N I N E P E I P E M S S N SI PE PE IN PE EE apostar Sobre essaEM base. É INque a maioPE PE EEvisão ria EE Sprojeto NP nidade de EMdos professores N P N I P M associe-se a um de esuma aplicação das reformas. um objetiIN e na IN M M EE S S M E P P vo ambicioso a médio e longo prazo. jáSIque necessidade em impeEM N P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P O projeto de escolar dir os indivíduos e os grupos de terem uma identiS N SI SI PE estabelecimento IN é levado M M IN SI S N E E S I M a funcionar com capacidade indiviéE melhor reconhecêE E dade. A existência SI P NP E I P I M favorávelIN ve o atorPcoletivo. E de projeto EM P I P P M E E E S N N N P seguinteEE N tes definiremos do seu SI EM NP sentido. como orientação global. SIN IN M M S E P S E E M se tornou pessoa importante escolar. sociais.trução N P da mudança.EEM IN M S E E dimensões econômicas. já que se S EE S E P E cooperativa. uma intenção de e de avaescolares incentivam os estaM S E SI vas. um dos componentes do estabevisão da ação Sjeto M EE S E IN S N E N P E I I S E P lecimento escolar que contribui paraS tornar os S proe do sentido da açãoSseja ela individual ou coletiva. SI IN pelo projeto trabalham M reformas EE e que. M P EM NPidéia de proEE processo. fixando-se S E P PE EM NP EM PE sistemasPE IN Mcomunicar-se M E N gógicas. converterão oSIprocesso M pensa EE M Esão E Um estabelecimento escolar N E E M I E M E P S E P P EE M M N E de projeto em ilusão ou ferramenta para a ação. um projeto e estratégias S três dimensões: Mgestio. o que NP M os obriga EM EM M a se de exploração P I M E E E E S S M E N E comum. N E se nome. projeto educativo explícito ou implícito. E S E PE P M E E M S M E P E qual os professores E PE sobre o “proUm projeto educativo ao belecimento escolar em S projeto. SI IN corresponde ao projeto M M das reformas do sistema EE a não INP O projeto S M E P M EE E estejam E as orientações simbólica. EM SI NP fixação SI P modo: uma IN I E E S SI A realidade N S P P história da organização da escola é feita de urgências. EM o que é exatamente um processo N E P P P I IN E E S N N S N P P EE A ação corre o risco projeto? O projeto é de uma situação. O processo de projeto PE Ia M E EE de nossa P NP inseparável IN tornou-se S N I M P P I fim em si. M SI e seu meio. maior controle. EssaIN PE repreEidentidade SI signatários SI propiciando NP do projeto. aumentando a oportuEde estabelecimento M moral. Nessa o desenEE EM SI NP M EM E P I M E E P S o projeto N de clarificar educativo escolar é percebido como E M P um processo Nvolvimento PEA preocupação SI EM EM assimilarem PE EE às escolas IN as mudanças SI que permite N E E comum leva uma comunidade pedagógica a indaI P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I leva a enunciar I SI S E gar-se sobre sua identidade. Diante M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E o objetivo de tal realidade. Nas sociedades modernas. EM P P PE I S M N E N S N E M P SI projeto as escolas desenvolvam as competências e postuSI SI de estabelecimento. Muitos I N E P E M S M N SI PE PE liar. Se ser que de fora em forte S como visada N M E E P P I M M M E E P S N E EE ele existe a ele o SIN contradição com EE e os professores PEaderem. mas. organizada que escolar” desenvolvido SI jeto de estabelecimento EE SI SI EE SI NP P I P M S administrações centrais que de N aqui. constituído pelos professores que projeto constituir um fator EM E I E S E E S S E N P P M Psubstituídas M naquele estabelecimento escolar às de conjunto. uma N vontade explícita de capitalizar e teoribelecimentos a colocarem seu PE projeto por EE EE escrito. de projeto de estabelecimento M tanto normatizarem EE INchamaremos M M SI E EM a ação S E P M M E E E escolar como programa cujas componende EE N correm oP risco de esvaziá-la E de ação. N E S M N I S local poderia. culturais vação mental. Quando o projeto de to escolarIN como ator coletivo. de SI SIa imagemIN N EM EM de esvaziarSI inovadora P I M E E S S N P EE se de seu sentido se um estado pensado que se tem a intenção SI NP se transformar EM de alM IN o projetoSInão M EM E E S M NP E E E em um não é um cançar. um processo de projeto para a desmotiN P I S S INmetas coletiEM e a avareza M e peda.M M EE E P M N M indivíduos PE que. Essa M M I I E S N S S M IN escolar para EE EE EE SI NPtabelecimento S P P P que ele seja digno desda mudança dos sistemas escolares oferece uma I M EE S N E N N P I I I M M E S S S perspectiva.SIuma parte Idos em M de valores. Isso exteriores a seus próprios objetivos. parece-nos possível SI no S N N P I N I E S escala dos S escolas que N SI de projeto na As efeitos notáveis so. IN S M M IN NP E I M E M S E S E E fessores atores da construção do sentido da muAs novas modalidades de gestão transformam E P M M M E N não se Ppode PE M NP EE dança. visto a cons. E S S N P E I M P vão inspirar S EM M valoresIN IN a ação. permanece implíciN EE habitualmente.dual e coletiva E vantagem EM NP NP lo e integrar. P I educativo P M cooperativa I E S N N E S N P M E SI educativo SI veitam-se educativo. a M EE SI EE SI levados M P PE P E M N E Um projeto M de estabelecimento pode explicitar o que. PE EE IN M P S EM N E O projeto de estabelecimento escolar está ras necessárias para e I M definiremINseus objetivos M E E S E M E P M E M próximo de um programa S E E um projeto N NP construírem dePE ação que envolde um EEmais EE M SI NP comum.

Ao social. para chegarem N E a transformações N I M E N S S P é durante esta delicaqueNpermitam a EEutilização dos no. emEM fazer é necessário que EE EE SI ele se inscreEE rapidamente P N P P I E M P Nva na “zona S N P N E I PE I I N geral dá-se a Ipartida comEuma minoria ativa.S SI chances M NPProcurar Iobter M maiores E N I S o conteúdo. E PE na mente de algumas pessoas pelaM meta I deve confundir SI SI NP conquistadas IN PE I S N M S E I S N E I S idéia.Egens SI tidade coletiva EM simbólicas ou materiais SI EM EM P I M E E S P M N E P P por uma à adevos saberes de forma duradoura. SI NP da ausência EM P S I N M E I M N E de efeitos a curto ou médio prazo. nunca ações EE de longa Sduração EE gevidade. associam-se E durar. Quais proximal” dos atoM de desenvolvimento S N S S P N I E P S I S fatores que determinam S EM seus campos IN os res e seja em de PE capaz de penetrar E IN a adesão? M S S E N M M SI NPdeterminar A adesão só ocorrerá se osEinterlocutores pudeconsciência. M M EE e as orientações pio. tido. quando P M EE EE S N E N P P P I I I E S N N S N ações empreendidas. SIN E P P I M EE E E S N E P N P P I estabelecimento escolar. IN ser. que seus profesM é o caso.EM ças nos momentos difíceis e precipitam os esperado da situação com Pque SI NP PE INatores M E N S SI N E I M pode representar EM P M S seja portadora em uma turbulênciasEE que tado. agravos.ção garante uma EE saída melhor EE produzir S para o projeto. S ou mesmo diante de ruptura com as S rotinas. Durante não seja utilizado de tomada S EM que SIN SI por alguns para finsIN EM PE o períodoEem IN M S N S P M PE I a maioria vai aderindo a um “projeto de projeto”. Administrar essa etapa das competências profissionais que E P S E M S M E IN M PE fun. O essencial consiste em estabelecer alM E S N EE SI PE M organizadores NP princípios EM manifestam-se oposições. IN M EE SI A multiplicação E S S E N P M E PE SI EM maneira M ÉN necessário concebe-lo E de que seja posescolar fez maneira de trabalhar em conIN EE evoluir a S E NP I M P P I M S sível fazê-lo como de junto. para os alunos. a adesão de êxito quando S N E P S E M S SI PE IN condenaria. M da concepção N da passagem. EM SI permitir PEajustes tanto NP NP Em os casos. é indispensável EM EM PE tal “zona”M EE EE SI N EM E P P P I PE M E E rem entrever a manutenção de suas experiências ou EM aM fim de saber a quais desafios é possível se exS P P IN IN IN EE E S S S N N P PE I E I M a abertura de I demais caminhos de acesso a vantada SidenS P porem. SI N P E NP P I P M N S M totalmente aplicado PE dos projetos de estabelecimento IN por aqueles que o elaboraram. alianças e clivagens sem grande relação com ação. SI EE PE minoria IN IN EM deci. um projeto deve evitar a M E PE S E P M M N E M es. de aprendizagemEorganizacional. parecer M E SI E EM de sua N E P encarar maioria dos P parceiros não tem garantia I calma para MlonE em condições M única M E de criar a S E N N E P P M M E SI SI Um projeto N PE será M IN EE inovadoras. A lógica pode SI SI “asseguradora” EM a que PE assim.EM ridades escolares. é verdadeiro para os projetos “espontâneos” projeto com plano de ação. e utilizá-lo N projeto como forma S PEinstrumento EE IN EM E P S M SI N E P I projeto como E M reconhecidas como característiP N o diversas práticas. e resultaM I E Entre investimentos NprincipaisEM M I E S N P N E S E E E a ação educativa N SI escolar SI nos. S S N SI E EE SI avaliação EM decisiva EM P P sos de projeto a uma interna que verifiEvocamos várias vezes a importância M M E M N N E P M M M EE EE SI valores e SI coerência PE interna entre queEEa coerência entre osNP objetivos visados e as da INações.PMesmo um projeto de estabelecimento muitas vezes hesiNP P I P M SIdos imediatos. de senSI Para que PE fase deM IN EM a situação EE P S N E PE P I E do processo M umS simples vazio de implementação. S M SI SI SI NP EM I EE sores perseguem os EE M E S P Estando a cultura de cooperação e a do projemesmos objetivos e os acomE P P M M N N M N PE aprendizagem EE SI EE EM to desabrochando. É importante associar os procesmudança. garantindo suficientemente sutil da PE ada em confiança EM sua razão S EE de S P N I E M M P N S quanto na P continuidade. grande parte dos projetos panham em um de cuja SI percursoIN M nasce SI EM EE P P E E M E P P S Não se N N N é partilhada por todos. EE P S S N E E P que se executa uma das etapas Os projetos garantem um desenvolvimento I N M P P S SI baste para IN M EE NP INcom atenM S I sivas do projeto. baseefeitos duráveis? Os projetos estão NP P P M I N M EE I E M S N N dados em uma avaliação E P S I E I relativa. deEE poder. querEM projeto a ser abandonado. Não é pequeno o risco P E de ver a adoção dessas N SI significa M E IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 104 . O importante é que N E I P M E S SI PE M M EE quadro estável. tanto no presente Mpráticas em A PEE pertinência das um M EE IN SI curso e garantem N S E I E S P M M E N PE mobilização geral acréscimo de M da maioria. deve PE ambos P I N E E I N S SI N I P S I da iniciativa E a um EM M S N S E é saber como passar de alguns truturas quanto nas práticas. N S N e o apoio de grande E N SI obtenhaEM a concordância ta. PE oferecendo.EEM P longo prazo. ele passa fazer de estabelecia ser uma ferramenta de Ipráticas N S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M mento escolar. a M questão treito e rígido.e também para I NP N de um plano E os projetos E definição P I M “solicitados” pelas autode estudos demasiado I E S M E E S E S N E PE nas es. de um projeto de extenuante. que protegerá IN o princiconsenso tão amplo quanto possível sobre subsista um da disN NP E E S P I I M M E S S persão e N PE o conteúdo. é visível. IN de recém chegados.EEM EM SI são coletiva. So consenso na análi. EM SI EE EM NP PE M I E P E E S N da resistência dos interessados: a P os alu. S EM integração M PE ex.SI EE IN S E E P S N plicação de uma EM identidade coletiva não cas.SIN EE SI NP valor? M E N P I I M S possibilidades S mal avaliadas EM E E PE se prévia das necessidades e a identificação coletiSe essas forem IN M E E E S N E P P P I às divergências M é provável que o aluno E S NP N EM N va dão lugar e à dispersão das fornão obtenha o beneficio E N M P I I I I M E E E S S S S E N P E se acha confron. qualM 99% dos professores da escola EE PE sados forem realistas. Um projeto de estabelecimento escolar terá N E P P E I N M P E entusiasta PE IN de IN os objetivos vi. tomadas de guns do pensamento e da P I M E M E N S M N E I E M P I E EE S E P E S poder.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E as vezes E Mde projeto EE S dimensões. mais EE SI de um ativismo NP EMainda. Para que um projeto possa S E P M IN N M M M N PE SI EE a diferença. a mudança prevista deve estar próxima de P N M N E I E N I I N E M S E P S S uma impressão N SI Numerosas IN equipes desistem diante EE suas preocupações.

S E lugares de dos líLiderança Me modos de exercício SI O papel EM IN PE deres leva-os M EE M E S E E P a verificar constantemente se os dife. facilita EM M novas M SI E S E E a concepção e a aplicação de De acordo com esse E P M M E N PE M NP EE são percebidos EE de uma organizaEE M modalidades organizacionais. centrada EE na obrigação EMoutros. esboçando e Irealizando um SI NP EM M de transformação cultural IN projeto coletivo. IN de escola. daí a coletivos PE EE SI formulando SIuma sobrecarga NP projetosIN NP suas necessidades.PE S que são M pes. apostas valem a pena e pensam que eles têm mais vem por S N M E E P P M M M E E P S N N E EE M a ganhar ção choca-se com ações igualEE do que a Eperder. A Já. netos de formação comum se limitam a alguns semiM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M o tempo M nários durante nhum dos quais Sé os quais os professores têm a P I líder formal N ou informal SIilusão NP PE EE a ação IN uma cultura SI voltado P NP em relação EE de construir I S SI todo. E S S N P E I M P S consEM M em uma IN em M um determinado contexto”. IN EE EE S E P P M M osEM esforços deMcoloPara aumentar a eficácia da ação organizada N PE IN por: acompanhar EE EE responsável E SI S M compreenEMé necessário N E P P E I M E E P cação em prática. M EE Ncoesão E S I E PE P M E E M S M E Os estabelecimentos P E E PE que se engatituindo este último em organização aprendente. A tem dentro de um estabelecimento SI N esEM EM SI Nliderança é entendi.S quanto observadores S os membros N N I P P I N M M S M S N E SI funçõesSque se E investidos de tarefas ou de IN eles as. informar todas as partes envolvidentro de uma instituição. adota uma S P P P do.M do poder N M E EM EM SI NP PE IN P M I E E EE S N E rentes S N aderir aos P do grupoE conseguem P I P M membros I S N N E S N P M I SI SI objetivos visados. o desenvolvimento profissional as N IN Sressalta NP EM EM SI EM PEes. M EM E E S S M NP E E P E Ela não M desenvolvimento. alguma influência.visando P Nse mostrarEregularmente EM PE SI EM e à transEM como influência PE de. cooperativa os projeM designa uma liderança assumida SI IN de IN M M um conjunto EE S S M E P P modo cooperativo por de atores. abertura para EM o processo SI e ligar M E fechamento sobre si mesmo.M M EE E P M N PE em curso. IN escolares EE M P E E N S E N P I P P N M E como um S M N SI deverão consN N de mudança escolar é definido SI jam em um EE SI SI EE O estabelecimento SI processo NP P I P M S a responsabilitruir uma nova visão que assumem N Mdas relações EE da gestão M de for. A liderança cooperativa rompe tema que lhes parece central. essencialmente pedagógica. eles imaginam quePE S E E P M M E P E N N E P M M N do dentro de um estarealmente conseguirão modificar suas M SI SI ganização PE trabalho E PE IN clássicaIN EE M SI práticas. IN uma liderança cooperativa. externos notam apenas muP do grupo EE E acham. criar IN NP IN E I M S S N P decisão e de regulação.danças insignificantes. instâncias de SI SI EM instituir PE conversa.S P I I M E E S S N P EE da como uma força e de colar. Visto responsáveis de seu deE mação das práticas. os professores M rem. PE SIfaz as competências NP P tornar-se aquele que emergicesso I S M N S E IN modelo. M EE SI EE P PE P M E M E lisumem semEE monopolizá-las duradouramente. N E E I E M E P E S E P E osSIN diferentes grupos de trabalho. SI necessidaP M I I M M S S S de de estabelecer uma M instância de coordenação e investindo-se em sua aplicação.M E P M M E E E autoritária dade de desenvolver de E ensinoEE N substituirP a liderança E os dispositivos E se possível. a mudança NP P P PE I S M N E N S N E M P SI mente deliberadas para bloqueá-las. de vez em quanexperiência que organização M M I E S N S S M IN abordagem EE EE Alguns com EE mais frequência SI NPte.necessidades P M E E E SIderança cooperativa EM não reconhece hierarquias e apostas das pessoas que coexisN E P P P I IN E E S N N S N P P I e cooperam EE táveis nem líder permanente. mas está abertamente para comum a um M N P I S S IN com a IorE N EM M M S E E comum. I M transformam M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N soa de trabalho. É sua capacidade Edo que ao M N de adquirir PEestatuto dos que a exercem. A noção M N E E de liderança regular quanto das práticas pedagógicas I P S E N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E fine o líder. S N I M P P I o papel consistiria em atores do estabelecimento escolar no centro Sretor M N E S E S N IN SI de desenvolvimento EE e o liga àSmudança.senvolvimento EE para cada EM os atores N NP EM E P NP I A liderança cooperativa produz profissional. organizar e aniMo futuro eEpara N EM PE EM fora. SI M EM E P I M E E P S representações N sobre as decisões de um à evolução tanto das da Egru. SINP I P E M E S N E E N P P mar as sessões. Qualquer PE EE EE o torna uma SI aprendenNP membro Ide EM N P N I P M uma comunidade exerce. o que NP de competências. aproximar M das sobre EE M mas sim.profissão IN SI po. enM EE S E N P E P I belecimento escolar. do mais positiva e profissioI M EE S N E N N P I I I M M E S S caracterizará S uma liderança N E que se esta nalizante. P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 105 . PE N NP autoridade EE EE M EE P SI N SI P NP E I P I M N E S líder e de M N I S As noções de liderança referem-se EM N E I P I E S E E S S E N P P Psobre o curso M mais real Um SI estabelecimento escolar pode Eou EM não fa. como “aquele que exerce uma liderança formação da dinâmica do estabelecimento escolar. P I P P M E E E S N E N N P P N por A idéia aprendizagem mais SI EM EM SI de liderança SI NP PE IN eficazes. SI SI PE EE As influências IN M P S N E não provêm unicamente que detêm O estabelecimento escolar como PEEM I uma M daqueles M E N S E I M E M M organização aprendente S E formal. co-responsáveis por S N SI seu desenvolvimenSIque esta possa PE IN M M I SI S N E E S I M to ulterior. a ação como membros SI ele orquestra EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P coletiva para tender para a transforçãoN social. I E E S S N S P PNo desenvolvimento organizacional.SIN IN das coisas M a umaEinfluência IN M M S E P S E M vorecer a mudança. PE SI IN SI ativa.SINgrupo de professores M SI E EM ça e. se estão Os M processos de mudança não se desenvolPE IN convencidos de queSas M EE S M N E P I M Necessitam EE E de uma IorquestraE si mesmos. Tal interpretação da formação contínua Ecoloca os Msuprime a E P EE PdiINfunção de E do pro-EM EE P NP mas redefine.

sidade cotidianas.PE A cidade de em organização aprenEEtransformar-se SI EM P M M N E M efi. encontramos atualmenconstroem N E P P E I N M P P E PE IN IN lhes são propos. não é dado de antemão nem S é imutável. N M P E SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S FORMANDO PROFESORES PROFISSIONAIS: QUAIS ESTRATÉGIAS? QUAIS COMPETÊNCIAS? 106 . dizemos que não M E M E S E N N E P P M M se reproduz M E SI SI a adaptação N N PE de Puma o pensamento piaem situações EE mesma M EE EE do.SI EM NP sendo suficiente EE P P E I E M E P P S porque é N N funcionar o conjunto. E de que P mudança PEnão é im-M vencidos da fazer IN de sua capaSI o sentidoIN SI IN PE S N M S E I S N posto. 9) constituído pelo conjunto de nossos esquemas de E S S P EE IN EM EE EE P M S N E P P I percepção.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EEse S der sua cultura. A noção S NP N EM E N M P I I I I M E E E S S S S E N P Évelyne Charlier (Orgs.)EM generaliza a noção de é PE SI esquema “nosso habitus NP PE Marguerite Altet eIN IN M E S SI N E M P I M M Porto Alegre: Artmed. conforme N NP P I P M EE N S N getiano. SI PEqueiram permitir. de pensamento e de ação”. Por ”esquemas de ação” entendemos os enfrentar uma grande diver. SI artigo Perrenoud N M E P I SI N E P S I N M E I M S ção entre “esquemas de ação” e a formação de “ EE inseparáveis caracterizando a estrutura estrutuN P S SI EE EM EM P rante que nos permite M IN E P E E habitus”. PE I N E E I M N S SI P N S SI N é válida SI construtivista EE Se a hipótese não ape.SIN Na verdade E N N E P I I P E NP S S N I P I N M M realiza por conforme as quais os profissioçam E a dinâmica e a complexidade do funcionamenS S SI etapas. SI NP EM N I I M E N S S E M P SI SI EM EM PE EE IN M E E S P M N E P P M N M SI EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E P E I N M P P I P S N E S N N M SI EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E S N P M N EE M SI NP EM P SI IN EE E EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N N PE M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P SI EM difundida PE por Bordieu.S SI as transformações N M bem como E N I S te. 2001 (cap.EE SI EE Seu resultado do do ou daEM será coerente relativamente EE EE SI P N P P I E M P Ncultura e às S N P N E I PE I N Tal processo levará M relaçõesSIsociais instituídas. Apesar ça. venham elas S E P M IN N M M M estabelecimento escolar N PEà cala E M sistema. PEo sentido de EM SI tes. bitus” é enriquecido e diversificado.( Vergnaud) SI classe IN de Nos esquemas dizemos se SI EM PE esquemas EE IN EM esque. é ali que os trabalham P I M M E N S N P parece-nos EM que. bem no início de um longo processo de “profisque M S N I E P S E M S SI PE IN M sionalização” das práticas de inovação. M EE EE SI N E P P P I PE M o estabelecimento EE escolar EM E Nessa aventura. Léopold N INde “habitus”. O de prática novos IN P M EE mudança E EE S N N E N P P P I I I E S S organizada N N N é.EE Ntentativas se novo a e EM PE das repo-M ção aprendente”.mudança é I enNP EconstruídaMna regulação interativa E dente S P I M que o resultado de uma maior IN depende E S E E S E N E PE EM SI PE NP NP EM tre atores. sições em discussão que uns e outros S devam Pou N N N E P M I I I E E S S S N N PE pode e deve representar um nó estratégico.novos E P S M S N E P E mas encontramos cognitivos estabilizam O “haP que perN SI EM os elementos IN constituindo-se em aprendizado. EE PE de dentro ou de fora. seja na estas. nas quais classe. ocorrendo a diferenciação e a coorE N I M P I I M E S E S S N P EE nifica a organização invariante de P conduta para uma denação dos esquemas existentes ea formação de PE SI EM EM IN M E E N S E N M P que os P situações dadas. M con. E todos osS atores a conI S N P N I E P S I S S EM em torno IN duzirem a escola na S aventura de uma “organizaas conversações se estabelecerão desPE IN M E S E N P M Mpartir das M SI objeto. E S M N IN EM N NP E PE de ação”Se SI SI apresenta N EE EM P Neste nos a rela“Esquemas “habitus” são.EEM S N P P M I E N M M I E S N P E N E S E E pensamento esquemas de em nós e. SI EE EM Ao começar este já estávamos aprendizagens para Scoordenadas. ência idéias. portanto. Conclusão NP EM EM SI PE IN M E M E S SI N E E P P M M como conseguir comprometê-las em um processo SI EM PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I I M coletiva de longaPduração? O estabelecimento escolar é um nível E S EM IN determi. EE M E S P lores. conceitos e práticas. PE PE Perrenoud. nos EE SI suas práticas EE profissionais. M E Philippe Paquay. assunto de evolução conjunta dos IvaA ação não é redutível às S aprenP M M SI SI pois.de construção IN M do destinoSreservado EE são SIN S N S E P M PE I Numerosos fóruns. Quando N SI o sujeitoINP SI que existem PE de situações P P M SI N S IN IN M que consegue M marginalmente sobre osSquais não temos consciência. publicações e debates nante aos projetos de mudanM E E S N EE e dedicados SIdos debaPE professores NP porque EM EM a essa problemática. de avaliação. crenças. É aquilo adaptar suas ações à cada EE SI S E E P M M SI E há aprendizaE PE PE IN há de comum nas diversas repetições ou aplicações situação corrente. cácia da ação coletiva. é indispensável a mudança leva tempo e só que os atores S me. umIN S EM EE dizagens individuais. EM M SI PE IN S E E PE do sujeito S mitem que a N ação seja operante. trata-se de um sistema de E P P M M E N N M IN EE trabalho. S IN EE EM EM P PE nais criam vínculos entre seus saberes de experitoNcoletivo para depois decidirem e colocarem em M M E M N E P M M EE EE SI SI EMe as novas Pprocesso PE funcionamentos. Quando SI SI ação.EEM NP EM I I P M E S S E P N nas para os indivíduos. Podemos dizer também que “esquema” sigsemelhantes. mas para as coletividades.

M M EE E P M N PE M do procuramos EE M EM SI fazem M Uma ação pedagógica que E encontrar as razões que nos N E E I E M E P S E P EE E mobiliza agir. IN M M EE S S M E P P 5. P E P M M E P E N P EE 9. consciência. então a E M E E N E E SI NP EM NP PE NP o “habitus”. não muda . M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E A alteração da condução da prática ocorre por M 6. a simulação e contextos e isto. Nesse casoNP se mada de consciência. A tomada de N M E E P I M M M E E P S N N E E EE rotina. alguns meE S S N P E I M EM M canismos IN favorecer o processoS de toum M problema se coloca quando as ações M depenEE NP que podem E S I E PE P M E E S M E de esquemas EM E PE dem inconscientes. um verdadeiro EE mesmo Ptorna SI IN SI NP EMquando se P P PE I S M N E N S N E M Psi. 7. a escrita clínica. a P I S M M N S N SI ocorremSIem EE EEuma lógica EM a Mudanças 8. se a conexão operar em tempo real. SIN M por si só. quando intervém o esforçoEE voluntário. por M exemplo. a prática reflexiva. a história de vida. EMde formação. PE IN papel relevante NP P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 107 . trazSIsofrimentos a nós S O “habitus” Ese nas EE tus” em um M encontra presente também EM IN P ou aos S M E E E ações pedagógicas sendo por ele controlada por EM P outros. ao exploratório deste trabalho. N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E consciência E EE S como: IN E passa por mecanismos A tomada de um trabaS N P P P M I E S N S N IN EEsobre si e S SI lho obriga a superar EM NP resistências. SI EM NP EMa observação SI SI NP PE IN mútua. OIN aprender fazer fazendo. I formação. SI N IN M IN M M SI S E P S E E M ou seja. um método e uma ética. pode ser uma EM N E P P P I E E S N N S N P P I M EE boa estratégia de S formação para declarando o caráter N EM SI termina oEEartigo N os professores SI O autor P I I M E S S N P P EE mas. A teoria do NP M EM o controle EM P I IN M E E E E S S M E N E P M são trazidos à tona tem para o PE quan.aPgestão da urgência e a improvisação regrada. SI vernados pelo “habitus”.a microrregulação racional. EmoS E P E ções positivas. quer SI EM exercício M destina-se somente E IN IN no plano dos conM E E S S M NP E E P limites prátiM de revelando os M ceitos de P certas competências. a videoformação.o momento oportuno. justifie o desempenho de papéis. unicamente sob de saberes.Pa de esquemas de ação em SIN precauções. quando um proM da ação M E E N E I M E P M E M S E N NP . PE EEquanto dos mecanismos dos processos PE IN M EE EE P N IN e éticos S N I M P P de tais condutas. P M N SI SI NP PE explicitação.Mainda assim. SI modos de conhecimento de SI fazer goSI PE EE IN M P S EM N E . toma EE de alguma EE consciência P SI de NP SI P N E I P I M N E S de esquemas M N . impondo SI P I M M E S P M EE EM EE transformação . ter consciência e M N IN Mesmo assim é preferível NP EM P EM o habitus I P I E M S E E S N S E N P P EE nosso “habitrabalhar para SI SI EM dominar Pno INaquilo que NP IN E I M S S N P dado momento. a metacomunicação M as condições da prática INP SI com os alunos. frustrações. Mas de formação de professores primários. I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI das ações N N se dá sem a revelação N e situa-PE sempre Neste de tornar PE coEE capítulo SI tem o propósito SI NP N SI N P M I I I M S . EM SI todas asINáreas IN PE EM P E E M S M E N S P e a experiência P caria uma nova contextualização 10. EEfessor. N EE no sentido M uma SIN M SI EM EM evolução E P M M E E E dos hábitos. EE N E representações E EM P P I P P M E E E S N E N N P N 3. revelação dos M erros. a mudança nas e nas práticas. a N experimentação PE das práticas. no quadro de um projeto I S EM P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E ção do exercício profissional dos professores. EE EE Mas SIN SI N I P P I N M M S M S N E não se pode garantir que oSIprocesso S de IN formação EE SI EE EM P PE P M E M N dos professores desencadeie alterações em sua Formar para a lucidez E N EE SI NP EM EM SI EM P PE M E E E SIprática. EE atendam INentrevistaNde SI NP EE I P S SI várias razões sem que necessariamente. o papel da E I M E M S E S E E Condições e efeitos da tomada periência na gênese do “habitus” também precisa E P M M M E N PE M NP EE ser analisado EE EE M á luz dos processos de aprendizaSI EM NP P IN P P SI de consciência I EE E M E N S E P N E N I P Pe a tomada gem ainda S N SI SI PE de consciência IN exige que M M IN SI S N E E S I O processo de tomada de consciência não M se estabeleça de trabalhos relevanE E S uma relação M nem tes das várias EE EM NP querer NP acontece EM sem o nosso E P NP e esta busca I ciências. I E E S SI Alterar N S P4.a prática S S não está EEM ções pouco Econfortáveis nhecido E IN o postulado de base: Mpara a nossa vida. 2. a noção de “habitus” exige confronto com Scos M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N abordagens S M SIexM INda psicologia NP cognitiva. PE Tomada de Econsciência M tomada de N consciência muda M M e I E SI N E SI S P M I EE E E SI N S P P P transformação de esquemas I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E Mecanismos EE de formação SI NP M EM EE Reconhecer a parte do “habitus” P I M E E P S N E peP na ação M N EM PE SI EM PE IN a real N SI dagógicaPEé N E EE fator de P relevância para descriPerrenoud observou.EE“habitus” SI EEdebate vez que NP problemas não resolvidos. destacando entre eles: IN EE M P E E S E N P I P P N M E S de M N SI N N a alteração deliberada do modo SI faz necessária EE SI SI EE SI NP P I P M S condução da prática de induzir 1.a coexistência conscientes com I S suas falhas e esta tomada de consciência se repete EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M os inconscientes na situação. Contudo.

da vigilância. M M mação que S S pois Nde qualquer mecanismo. E aquele cujo IN sentido foi dado por filósofos. e oE pós-weberiano pouco cone seja parcial SI descontextualizada NP EM P P M I N M I E M S o fazerE do pesquisador N N face da distância entre E P M S I I mudar Io enfoque sobre as políticas e o PE tribuem para E S EE S P N E M M P N S P IN de formação de professores. oriundos I S Resumo elaborado por M E P S E E tambémMocupa papel M de imIN NP NP EM Maria de EM das diversas ciências. IN M EE NP SI Sde Eo M P M M Os professores se encontram em situações para nos alertar sobre estado das pesE SI se texto. O traço cogPE SI NP EM os problemas.Epessoais EE Diz o auP IN IN Esempre EEM EM SI estavam.Mprofessores P S I N E I M S N E ca.M EE constituem só se quando inseEE para essa EE podem se SI nova forma SI como profissionais N P E NP P I P M N numa comunidade S M PE flexão: ridos IN IN Mdada a confiEE educativa. EE M E disposição para que estejaS P E P P M M E N N M N EE mos toda a oportunidade de SI EEalertas para EM SI SI aproveitar M EM NP EE P P E I E M E P P S somos. A tem E as características Nentrada do mercado naSeducação E PE trabalhoMe da EE IN E P S SI N E P E M P dos pro-EM profissionalização N os sistemas SIde formação pido com as estruturas de IN M organização PE não SI EE IN S E E P S N M P podem atrair os melhores produtos do sistema edufessores além N de roubarPEdesses a capacidadeINde SI EE M SI EM N P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S PROFESSOR REFLEXIVO NO BRASIL: GÊNESE E CRÍTICA DE UM CONCEITO 108 . M EE IN SI N S E I E P S P M M E N PE Sacristán apresenta umaSalternativa às corren. N disposiçãoSà lucidez. em que se encontram que M situação E S E N N E P P M M M E SI SI utilizados N N PEde re.EEM IN EM E P M S N E P P I com sa se deduzir à técnica M da prática EE INa realidade EMprática dos IN IN pedagógica . A ria Sser mais coerente NP E M S E P I S S N E E S é uma práxis não é uma N percorresse a linha do E prática pedagógica P Ise SI NPsenso comum.a daIN crise do EM a cognitivista NP M P I I I M E E S S S S E N P pensamento sobre as organizações. SI vai além M a incluEE atenção Epara EE SI EM P P Perrenoud chama nossa a tomada de consciência depende da construção M M E M N E N E P M EE SI competência SI da lucidez EM EM “saber analisar” são PE de umE“querer PE como uma de um e também anaIN profissional P M E EE S N N E N P P P I I I E S pois N de uma S cora. N N N E compreender melhor quem PE I SI SI NP IN M PE I S N M S I S N E EE A contribuição dos diversos saberes. E SI E E P E IN M E E S P M N E P formação Ebem pioresM P sobre formação dos S I e de do que quisas professores.lisar”. deE S E M S M E N PE em delo pós-positivista EE EE sestruturada. M N trabalho. M EE dos pesquisados. segundo o pesquisador. E E S N E P E se tire uma SI técnicas ou NP NP solução Epara EM se deduzam (pós-positivista) e 2 . EM técni.SIN pesquisas N sobre o profesM EE SI O estado NP atual das E P I I M S tendências: EM que dela E 1 .M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N os esquemas S EM P N P I P S I E formação Emas E M há um E participam igualmente dos saberes da Iportância S na desafio de forN S E N N P I I P E S NP S S N I P I N complexidade do espírito e das ações humanas. aPE não o senso comum EM M I P E E S N culto. SI E S S E N P E M M E pelo neoliberaSI N guração das trazida M EE EE privatizações NP SI E NP I M P P I M S a) dadas M romde lismo. P I Lourdes Camargo Toledo I E S M E E S E S N E PE EM SI PE NP NP EM PE I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E N N SI M EE M EE SI SI NP E E P P I M M M E S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M S N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I M E E S N E E M SI NP PE M EM M EE NP SI M N E I E M P I E EE S E P E S N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP M E N I S M S N I E P S E M S SI PE IN M EE PE S E P M IN N M M M N PE SI EE EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I Selma Garrido Pimenta racionalização pois M IN para dá-las S N S SI P PE aos consumidores. pode. na EEM prática é inventada pelos práticos. E e esta realidade P S S N E E P educativa nem tor que suspeita que a maior parte das investigaI N M P P S SI IN das investigações. Isto E 1. expõe SI SI EM a EM PE M E SI E EM N E P P I os professores M E e da Sociologia da Ação. (Orgs). na SI lógica do S EE S N E IN e Evandro mercado quem manda não é a ciência P I M E S S E N M M M do consumidor. A prática não Spode ser inventada pela SI EE vulgar mas o senso Ecomum EM NP teoria. PE IN M E N S SI N E I M P Mciência posS de que Ea O investigação nitivista nega a possibilidade SI PEdiscurso da EE para o autor.tes EM grandes PE semM ter a pretensão sorado se S pauta em E duas INde investigação. 2 e 3) e sim o gosto SI NP 2002 (cap. IN M Ghedin. SãoEE Paulo: Cortez. o EM EE tem convertido M EE SI NP EM E P P P I PE M M E E professor num produtor que faz o que manda o S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M mercado e não Gimeno Sacristán conversa com o leitorS nesS N a ciência. de educativos PE da filosofia NP P I P M SIço . O M esteja enviesada EE formação NP IN M S I é objeto debate entre o moções sobre Pessa .SIN M dos professores M M ela tem a dimensão da SI SI NP Eda I EE gem.a crise N S N da Filosofia da Ação E N SI Os princípios derivados como unidades coerentes e pensantes. O segundo traP P M I E M M S N P E N E S E E concepção N SI SI dos sistemas trajetória ocidental.

M EE E S E E P Para educar é preciso que se Etenha um M N M N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E um projeto. OEEprofessor PEPara concluir SI E de profesEM com a ciência. EE N possa ajudá-los E E alguém SIque EM P P P P M E E E N E N N P N SI EM NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI e) o pensamento N S P P3) o habitus. P IN SI cultura e P N E E relação à investigação sobre a formação não de acordo I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E sores em três pontos: E S S N P E I M S EM M IN pensar através M ela pode EE da ciência. pensam. Isso é com essa SI EM PE devemosSdar INsignifica que NP ção à profissionalização IN E I M S S N P S E bastanteNimportância aos motivos deficiência que precisamos contar. E P M M E E E só da razão. EM PE EM I P I E M S E E S N S dos professores E E N I P P saber os motivos. portanto.M M EE E P M N PE ciências dizem que M Os estudos EE M serem usados como reEM SI fazemos M E de várias cativo e da sociedade para N E E I E M E P E S E P E e. é N M SI de integração entreMo I parte IN Ma ação. dosSIe se o EE adquirido PE SI IN eles não podem darM NP EM no processo P P PE I S N E N o proE M P culturalSIda qual provém IN deve à matriz masSse que não têm. b) ninguém pode dar S tem. a pensar. S P P P vem a cultura-raiz não à M EE S N E N N P I I I M M E S N E por isso é maisS importante Spensar do M que assimilar EE EM SI NP M E E P I M E E P S N o autor resume suaM filosofia em pensa de acordo com aEEsua M P Nciência.sional. INPmos que atuem. M pessoas que sentem e querem. o pen. porém de forma SIAtender às raízes culturais nas quais IN mas. E EE nhecimento de formação. S é preciso que sejam cultos SI PE EE para ofereIN M P S EM N E fessor.. M SI de açãoMdo proEM I PE fessorado. servir para pensar portanto. PE E EEatuam. I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP uma formaEE de comportamento cultural. EE M EEfessores é P SI NP SI P NP E I P I M o queIN não uma N E N I S aquisição nos cursos de formação profisc) atuamos Sna práticaEM de acordoEE com EM I P S E S S E N P P M P imperfeita M pensamos. M mais importante P N não só SI SI NP PE EE IN SI NP EE I P S SI N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N EE M SI EM SI IN PE NP EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI Anotações EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 109 . N P P I o que não P M I E S N N E S N P M E SI SI leva a deduzir: -se os professores não são bons SI IN M M EE pro.INP S M E P M que sejam EE E melhor remuneraE é preciso f) o saber fazer. mas professores são N EM EM EE PE é PE IN I M E E E P S S N N E E em educação do que a ciência.. uma ideologia. como forma não explica a ação. dela. o que nos motivo. NP Md) pode-se E S I E PE P M E E M S M E P E E PE criar formas 1) racionalismo moderado. “o como”.coisas IN que não queremos NP sistema. isto quer dizer que a forma de ser dos procer cultura.SIN IN M M S E P S E E se nutrem importante Esamento não M é muito EM Os fessores IN para entenPE é a mesma coisa que a ciência. porque S NP conteúdos EM como eles N P N I P M der atuam e como queredo pensamento do professorado se deM M I I E S N S S M IN EE EEda qual provém EE SI ciência. fazemos coisas sem da cultura do em Mprodutores Nrela. IN é preciso EE M P E E N S E N P I P P N M E S coM N SI professores N N a reflexão dos SI adequadas EE SI SI EE SI de ajudar NP P I P M S vontade e não 2) educação do sentimento e da locando alguém capaz N M esse processo EE de realizar M junto SIN M SI E EM a eles. Os EEnão é toda S S E M E P P mundo das instituições e o mundoM das pessoas. não deriva do cofissionais S N M E E P P I M M M E E P S N N mais considerados. M EE os pro.

a priori to M a situação do EE seu dePE aluno quanto de “medir” S E P IN N M M M N PE SI va uma em objetivos claramen-EM sempenho. Parece-nos certo que a percepção cordo que oprimi-lo com recriminações. seja pela SIN PE M EE que seráEadaptado SI NP N P I I M S S que aEE EM orientação dos aprendizes para subsistemas de for1ª parte: COMPREENDER EM PE IN M E E S N E P P P I adaptados M E S mação mais a seus conhecimentos avaliação formativa não passa NP N EM e N E N M P I I I I M E E E S S S S N P EE uma “utopia promissora” PE SI NP EM competências. a partir das M E P S E M IN o NP NPdo próprioPE EM um grupo. preI I N E I S N S S P N I E P S I M S E S Eferramentas reta.EM P 2.IN M seria uma MinS1. EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P I E M Avaliação formativa comoSutopia promissoN IN NP EM M SI PE EE I S E E P S N M informativa. S S N N EE para que NP SI prognóstica. EM palavras valorizado por No sentido estatístico. analisá-las e descobrir ou N M M SI EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E operacionalizar os procedimentos que lhe permiP E I N M P P I P S E S fonte de IN A avaliação precede a ação deINformação. O que M P I I M E S E S S N P EE PE SI no/aprendizagem. porque E sua função E N formação. N P NP P I P M EE N saberes e competências S N E N I tica no sentido de conduzir a um melhor ajuste ensises pelos alunos. A “formatividade” seu to. SIN S N S E P portamento. situando-o em relação a um alvo. EM AVALIAÇÃO DESMISTIFICADA EM M EE P N SI E NP I S 110 . mais M S N P N E I PE te definidos. Avalia. do alvo parar aPoperacionalização das do êxiIN IN visado é uma das condiM E S S E N P apenas E M não reside na M M êxito. mais ser SI do que EM P um termô-M ções deEE IN M EE EEresignar a S N E P P P I PE M M E forma externa da Eatividade de avaliação. M EE autônoma IN SI N S E E S P M M E N grama. A avaliação N damentação EM EM SI normativa PE teórico-metodológica. fornecer-lhe EE EE EEindicações EM avaliação SI esclarecedoEE centradaM P N P P I E P Nras. pelo aluno. Pde IN M E N S SI N E I M da ação.considera N E P P E I N M P em relação N E ao alvoSIvisaPE IN compreender tan. tam progredir. A avaliação situa-se no centro da ação de EEM aprender. SI EM o próprio possa EM Avaliações P o aluno M M E SI paz de Eorientar SI E P E IN M E E S P M N E P formativa e cumulativa: situar Psuas dificuldades.S SIuma avaliação NP a distância M liação”. 2001 te organizada. É dita tos desenvolvidos bem comoEEM comportamento NP PE I N E I M N S SI P N S SI para justificar N os indivíduos avaliação cuja ambição é situar uns EEM as articulações estabelecidas sua funSI EE NP EM I I P M E S S E P P N em relação aos outros. aosSaprendizes. como tal denS P E P P M M E N N M N EE é normativa. um modo de proceder S em EM P I M E M E N S N P EM EE SI EE PE de “aprendizagem EM a distância em relação aos outros antes A idéia assistida por SI ava. Toda avaliação tem uma dimensão cumulação permite? A avaliação tem o objetivo de contriE M E S E N N E P P M M E EM o êxitoIN SI SI ter. é mais formatiM do. a) Torna-se ra: É uma avaliação forAvaliação P E normativa. O que está em jogo PE recíproco SI ativi. umaSavaliação que N N N M P I I I E EE E consagre S S à regulação S N NcaP P I E I M se das aprendizagens. Formativa construir saberes e competências que a “freqüênSI principal é SI PE NP P I P M SI N S E N IN contribuir para regulação da atividade de cia” às disciplinas escolares apela SI SI EM EM uma boa S PE e cuja construM E SI E EM N E P P I M ensino.M EE S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI E NP I S SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S M M M M EE E P M EE E EE N E P P P I E N N referência de criteriada:Stoda avaliação N M M SI socialmenSI SI NP anunciada e executada EM Porto Alegre: I EE EE M E Artmed. o princípio de que tornar-se auxiliar do EE pedir ou não o “certificado” P S avaliar deve M SI EE EM P M IN EE P E E S 3.PEE metro (instrumento) do fracasso. SI EM A norma. E N de considerar capaz de I M S N I E P S E M S SI PE IN . uma norma é um modelo de comportamento os aspectos de cada parte. No tem como EE nem subjugante P IN apresentar SI SI Este resumo IN M I S N M S I S N E relevantes EE I S social. IN M E M E S SI N E E P P opõe-se à Pavaliação : designa-se por M E SI EM EM Ecriteriada IN PE IN M E E E S S N E P N P P I essa expressão umaN avaliação que Da utopia M comS SI à realidade: seriaIN EM PE aprecia um I M EE Ou.EE EE ção de permitir um ajuste de uma EM aprendiz/proSI EE SI P N P I E M M P N S P IN grama de estudos (seja pela Imodificação do pro. NP EE P P E I E E P P S finalidade N E sentido N P não Pé nemNliberadora. também. para expressupõe SI a serviço Pdas EE avaliação IN pela formação foram SI NP EM P S I N M E I M S N de formação no final. avaliação N de referência SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE P N Charles SIHadji. O que é ensinar senão ajudar os alunos a N P P M I E N M M I E S N P E N E S .avaliação prognóstica M diagnóstica) tem a funE E formaçãoSItanto para (ou o N E P P M N M M SI é a existência N N no. Eerro PE Assim.PEE dade Mde avaliação. o S E S M E E N EM E P professor como para Po alu. A E M se as aquiP N de verificar S cumulativa M N E I E N I I N E M S E P S S N E aprendizagens sições visadas feitas. SI EE uma instituição EM tro de M SI M em si. N PE umaSIdimensão prognosbuir para a construção desEpara M EE EE tiva. NP mais corrente. finalmente possível passar à ação? M PE I M E E S IN que se EE PE M NP tecnicamente. autor. Deveria S do ensino. ocorre depois S SI EM PE A avaliação EE IN EM E P M S N E PE P I ção tem a função A questão da avaliação é multidimensional. Poder-se-ia pensar que. parece legítimo avaliação depenEM EM esperar P IN do ato de M E E N S E N M P SI de da significação essencial doSIato de ensinar. considerando os conceiI M I E S M E E S E S E N E M normativa uma P E SI ou explicitados PE por ele.

por parte do professor. o objeto variabilidade didática. c) forSI de uma IN PE EE avaliação M P S EM N E ção. EM NP P IN P P SI A avaliação I E M E N S E P N E N I P P E to social A prova S SI SI pela notação. nem um EE todos SIN EE SI ação direP PE P M E M N têm o mesmo nível ou diferentes). desse saber. S M E E P P M M M E E P S os próN E EE de. que N P I S M N S EM N SI EE imaginar EM ção. de maneira a relacionar coerentemente o objemativa implica. A partir do momento SI S N N E P I N I E M S S informa. Exige. E P M M E P E N N P M EE situação de E anonimato ou e seus M SI EM de visibilidade. a idéia E M E E N E E SI NP EM Avaliação NP formativa PE ideNPque se inscreve PE é um ato emEM um M corresponde M ao modelo I E SI de avaliação N E E SI S N P M E é E E SI N processoSIgeral de comunicação/ P P P negociação. social) das M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E também aprendizagens”. O ato de formação EM E I P E S E E S S E N P P M P entre a coleta M de avaliação. M P NP SI P NP E I P I Mse traduzIN será preciso N E S M N I S construir. al de uma avaliação. atenuando os efeitos mais to educativo o desenvolM N I N E P E I P I E M S S N PE PE IN M PE vimento EE visíveis da incerteza da correção. SI “a princípio”. tabela comum) também não são muito efi. provocando o aumento da EEto EE EE de avaliação. EEdos saberes M M SI E EM a EVF S E P M M E E E pode ser difícil distinguir os momentos de aprenditrabalho de interpretação das inforEE N E E implica S EM P P I P P M E E E N E N N P P N zagem de avaliação. EE to. daquele queSaprende. SI IN PE P IN E E M S M E N S E Pmudam se estiverem em siI avaliação P P também desempenhos Resumindo. Os alunos têm comportamentos diferentes emPE sam SI EM remediações.M M EE E P M N PE não passa de procedimentos M EE M EM SI E a) a maior parte mativa na medida em que se inscreve em um projeN E E M I E M E P S E P P o de favorecer EE M M específico. M E S I E PE P M E E M S M E para o saber E P N voltar-se E Eb) Necessário P instaura um certo número de mal-entendidos sobre.M formativa informa os dois principais atores do proN M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E cesso. NãoM é mais do que uma utopia N EE EE SI NP EM E SI EM“os desempenhos PproP M E E E SIpromissora. O aluno fessores no sentido avaliativa colo. tas revelam-se pouco eficazes: P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 111 . uma NP negociação entre SI M EM EE Os obstáculos à emergência P I M E E P S sobre um M N avaliado. tamente operatório.S SIde uma prática N Econdições EM SI N P I I M E E S S N P P EE deve interpretar a situação de avaliação para imacadaMa serviço das SI M aprendizagens. M PE IN M NP 2.oSerro IN M M EE S M E P P segundo. N IN P I N M M I S S N E E S SI EM PE PE P M M M E N N E E A avaliação é sempre pela E consiA Eimpossível M M IN EE influenciada M E SI reforma Ido SI E NP instrumento-avaE S P P P M E S a avaliação N a priori: N N tão ob-PE deração liador: insistir em tornar PE EEde informações SI SI é inútilM NP N SI N P M I I M I S a) jetiva quantoEE uma medida.SIN Assim. S a formativa não EE EE é nem SIN N N I P P I N M M S social (declara-se M S comparação N E SI modelo de tuação de que umEM modelo científico. Sancionado no INmúl. COMPREENDER E EE P NP S N I M P P I Seu desempenho depende dessa interpretação.IN S M E P M dificuldades EE E E mar consciência das que IN encontra. A N E M P SI do objetoSIN pende especificação da avaliaprios erros. dos professores. ou o medo. N NP e vontade ParaSIisso. no ato da avaliação. que avaliar não SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S N é medir. Sintetizando. I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E “uma interação. N E de moderação estatística. por articulação de inforSI N IN M uma melhor EE IN M M SI S E P S E E M mações e a ação remediadora. EEM IN IN M E E S S M NP E E P E E intenção provável daquele que oEM ginar Ea interroga.cazes N de uma P trata da operacionalização P I informado P M quandoIse I E S N N E S N P M S se podiaIN SI ais de seu tabela. O aluno poderá SI PE M M trabalho pedagógico.M postos em P jogo pela Eavaliação dependem I N obstáculo NP P da própria EE não ouIN SI NP prova de SavaliaEE das condições I P S SI sociais guiça. Os processos psicossociais complexos tiplos aspectos (cognitivo. masS confrontar S M em um SI M IN NP E I M E M S E S E E A percepção que o examinador tem do deprocesso de negociação: E P M M M E N PE NP EE sempenho EE EE não é M é igualmente dependente do contex. constituído SI para superar EE SI SI EE que diz respeito SI NP P I P M S Para o aluno pela pobreza atual pois INtões e sobre N o que o professor espera. EM Conclui-se: cognitivos não capaz de orientar o trabalho dos N E P P P I IN E E S N N S N P P I independentes M EE são das sociais”. I EE M P E E N S E N P I P P N M E das quesS M N SI N o sentido N um segundo obstáculo no ao aluno. SI PE IN IN I E E S S N S P P é permitido no primeiro ferir-se a um M quadro teórico que dê conta dos SI caso. a) A maneira de deixar I P EAs N P P I S M N E N S N I N E M P I como trocas I SI S E práticas avaliativas apresentam-se de de lado as representações inadequadas é voltarE S S N P E I M S EM M questões IN no decorrer das quais se se para o saber sem esperar Mda difusão EE milagres NP e de respostas.SIc) O terceiro M é a pre. os IN o conhecimento dasS notas anteriormente EE M razão pela qual todos S S E P P M M pelo produtor do M trabalho influencia a avade redução de divergências das N PE IN EM EE EE procedimentos EM no. M N SI b) os corem que b) Uma MavaliaçãoPEE NPprocedimentos a prioriSI(acordo entre E ela é formativa. da qual esperar muito. flexibilidade I M M E E N S E I M E P M E M avaliado e o exercício S E de adaptação.EEM SI uma medida. umPavaliador e Ium objeto partiE E M P de uma EavaN S E EMprimeira S P EE IN SI liação formativa: M N E E cular e em um ambiente social dado”(Weiss). E I M E M E S E E P retores.obtidas SI S M E N E P P E I M E E P liação deste. Dessa mações coletadas. uma EE troca. afetivo. EM EMe os momentos SI poder “reNP forma. a progressão para tornando-se capaz e corrigir EE PE a objetividade IN SI NP de reconhecer EM P P PE I S M N E S Função “corretiva”. M necessários. O professor seria S dos efeitos re.

Ele deve dizer o valor. prevêem M EE IN o êxito escolar EM IN IN NP E M S E P I S S N E E S como caráter vago do objeto de E percebemos P IN cifrados fornecidos pelas SI NP provas apaEM avali. de Eum NP por meio muito ou de uma careta.M E P P I PE M E E do referido esta de acordo com o ideal que S N N N E E P M P SI SI SI no referente. fraco) influencia a correção. M observar EE I SI Mas. háM N E P P I E implica bem mais do que objetividade ou verdade.SIN A avaliação E N N E P I I P E NP S S N I P I N M M trução de no (nível forte. Como S SI EE EM dar M NP E P M I E P E E S N opacidade do M “objeto” avaliado. Desse ponto de uma M E S E N N E P P M I M M E SI de cada N PEdispu. c) Sendo o referido – aquilo a partir S real e expectativas referentes a essa situação: é M E E S N E I E NP EM se poderá fazer o julgamento Sde do E que valor – influenciada específiPE M EM M NP por expectativas SIuma leitura M N E I E M P I E EE S E P E S assim construído por meio de levantamento de incas referentes à produção de um produtor particuN E P P E I N M I P S N E referido= PE IconIN NPindicadores M lar. EE específico P N P P I E M P N P PE IN consiste INque essa atribuição de Svalor àIN N um julgamento produção de de valor. M S S E que essencialmente EMa) a construção PE baseadoM o objeto avaliado. alémMda “espessura” e da EE rentemente mais rigorosas e objetivas. ele é PE IN e um referente para M E S S E N M M E SI bom). N E NP P I P M N S Mde um “sexto operação de avaliação deve a partir sesse in.EEM EE SI institucional. NP P I P M SIcaráter vago N S N N M EE o ato de Eavaliar SI a) os professores ças aos critérios. SI IN EM e social M avaliação.erência critérios/indicadores I reNP N um processo E E ve-se em P I M que importa.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S é uma leitura que implica consb) o conhecimento do estatuto escolar S do alu.Mos resultados P S I N E I M S N ação tem sua origem. que constitui o referente da EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E N PE avaliação: é de não-indiferença com 1ª Ma avaliaçãoS é um ato sincrético SIN EE hipótese: SI NPuma relação E N P I I M avaliador. ba. cem os seus alunos. Nisso de negociação didática. PE PE IN EE Resumindo: IN é parece Mjulgamento de avaliação todo S P S N E N M N SI SI PE equivocidade M M Existe uma dos veredi.EE P M E M IN SI N P E N E S I E I E E N S S das expectativas. escolhendo as expectativas e no contexto escolar E dar-lhes Ssentido N PE EE IN EM priori. S S avaN reduzido” do objeto SI um “modelo EE EE SI EM à origem EM P P liado. I E S M E E S E S N E M PE O que a EM side a objetividade Eesperar SI PE NP NP que de um julgociação e comunicação andam juntas.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 112 . em S E N I S dícios ou de (pelo termo função do que se sabe. inscreM E PE S E P M M N E M Ne. SI legitimidade.PE IN sentido” que lhe permitisse IN M EE ser construído SI E S S E N P E M M plural IN E SI de um sistema selecionantegrar difusas Msincrética da EE (dimensão EE NP informações S de expectativas. progressivamente. SIé um ato de entre uma EM N PEcom referência IN IN situação desvelem M EE S N S E P M PE I expectativas. SI EE EM tado de SI um trabalho AvaliaçãoSIescolar traduz arranjos M EM de construção. na imprecisão e no conta E desse paradoxal valor prognóstico das P apre. lho EE que levaEM EE ele vale.M EE umPimperativo de d) o referente o professor EE como seSIN EE verdade Sda intuição. através deles. Ela a IN 3-E COMPREENDER que E M M SI científica. abaixando-se. SI N E E P I M E E S P M N E P P não é uma operação tos. NP EE em uma P P E I E M E P P S é um ato N N EEluz dos critérios. SI PE IN M E M E S SI N E E P P M M M rísticos da realidade (éEpreciso que os indicadores SI PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M às mas A avaliação S o próprio Iobjeto). ou do que se descoM S N I E P S E M S SI PE IN M junto de informação que foi possível EE um trabaPE produzir para bre. Eexpressa PE é possível IN IN EM S E P EM S S N EE E P adequação ou não com saber. sobre ele. deve-se S S P N E P S I S relacionar um referido S diEM IN em pode assumir a forma de um discurso(é bom. ou seja. PE feitoPà Um indicador não indica nadaM dinâmica de negociações: IN de comunicaSI SI NP IN I S N M S E I S N E I S que não esteja relacionado a um critério.EEM IN EM critério define E P M S N E P P I esperar legitimamente do objeto avaliado. E NP I M P P I M S S a considerar do.EEM avaliação escolar precisa para progredir N E I I P M E S S E P P N seando-se nos sinais (indicadores) mais caracteé de um “contrato N ça e objetividade) EM EM social”. É sempre o resulE P P M M E N N M N EEde elaboração.Sque SI a) o indicador NP EM I EE EE M E S P bastaria apanhar. b) é a coção em um contexto social de negociação. Cada o queEse impressões cotidianas e que SI PE EE traduzem uma intui. responder a três questões E I N M P P I P S E S IN N N M Spertinentes: Deve-se abandonar EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E A avaliação é uma por à objetividade S N leituraEorientada P M N uma EM toda pretensão EE M SI um sistema NP grade que expressa P SI IN E de expectativas E Quantitativa? EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M julgadas legítimas. Avaliar S E P M IN N M M M N PE SI dizer o que EE consiste em a avaliação). Pc) são mais conheSI aqueles que SI EM M E SI E EM vista. M IN SI imediato. Exige: daquilo na intuiçãoEE do IN E E S N E P P referente. que será o referente da avaliação: c) a posse de informações referentes M M E M N E N E P M M EE SI SI EM PE PE socioeconômica do produtor do trabalho também IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S é um dado N N S jamais M influenciaS a correção. A leitura se faz graciações P “subjetivas” dos professores. o ato de avaliação.avaliação) E P M SI N E P E M P N tariamente para Edeterminada próprio ao aluno. PE se pode I N E E I N S SI P N I P S (mais justiI EM M S N S E gamento de avaliação. EM SI dar uma nota. M zer em que EM sorriso… EM EE EE medida a realidadePapreendida SI NP EM trans. SI PE E IN S E E P S N M são aqueles que mais P E b) os professores N SI conhe. N E SI NP NP EM como um conEM foi designado Nseu M P I I I I M E E E S S S S E P IN professores. baseados junto Os M julgamentos Sdos PE um sistema de exNP EM PEde critérios especificando IN em E N S SI N E I M P M julga poder S pectativas. b) o que ção melhor do que S global.

EE SI EE SI P PE P M E M N E res é ensinar. M o que obscurece o essencial Ie SI NPnão sa: IN M M o sentidoMdas constatações EE S S E P P objetivo valorizado. b) obtidos INque explica IN conteúdo S EE SI alunos. do de indicadores. Nos dois casos existeIN um terceiro risco que M prias modalidades P SI SI NP PE EE (ou de se IN S um critério NP EE I P S SI éo de tomar um indicador por N P I S M M N S N SI senão indicaEE EE DEVE-SE… continuar a avaliar?EEM satisfazer com que não são SI EM critérios P P M M E P E N N P EE equivale a M SI EM SI dores). facilitando IN Pdos EE SI “quebrar M NPpelo aluno N SI N P M I I M I S S S térios de êxito. M lor. Contentar-se IN PE com indicadores EM P IN E E M S M E N S P um auxiliar da ação pedaE tives. N E EM que PE P P I P M E E E S N N P P N IN EE permitam EM EM ao aluno SI excessivo NP de cau. Ee tando-se indicador. em IN e coerência: NP E I M E M S E S E E pectativa que só se legitima na medida em que ocorE P M M M E N PE M NP um aspecto EE EE EE do real M Concluiremos: re sobre SIque pode ser EM NP “lido” atraP IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P vés de um valor. ajudar os alunos em IN a progredirem EE SI NP EM EM Sa EM PE P M E E E SI EM suas aprendizagens. na medida que todo diversas avaliações formais.vel. E encontra-se Pde nunciar-se sobre uma situação Con-PEE diante IN M P E E N S E N I P P N M E julgar. ção.lhe dá sentido SI M aumento de valor. para o avaliador.M SI EM M IN IN M E E E S S M NP E E P Msistema. Avaliar I M a auto-reguM I E M E E S S E N E S E P P P M E E criSI dessa cadeia”. E M PE EEa auto-avaliação torna-se chave do PE IN M NP AvaliarIN EE EE o valor. com Eresultados M Eescolares às suas representações E N E E P I P P M E N PE Mse a arbitrariedade do imposto. Isso IN não dominantes.IN P M os têm a possibilidade de SIescola já toma partido ao impor dados! IN M professores EE IN M M S S E P S E E Mdos bitrariedade do ato de imposição acrescenta-se. Medir consiste produzir um “desS N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M a) o interesse da avaliação formadora é inegáque se apreende e E realidade E E critivo organizado” da M con. As cifras podem ser quando tas”. EE PE SI IN SI NP EM P P PE I S M N E E M P IN recusar-se aSIjulgar? SIN d) se as Savaliações qualitativas SDEVE-SE PE EE dos professoIN M P S EM N E res revelam-se maisEM confiáveis IN do que as S avaliaI M E E M E P M pareceEE E M Recusar o julgamento S E N NP ções quantitativas EE M P excessivo: SI a) o NPdos especialistas. Ela não é exclusiva e não ganizar-se para dizer se o fato aproxima-se do vaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 113 . contenN E N M M E SI SI embriaguez EM Púnico EM M fornecer as informações M com um EE EE E judicial.diluir esse saber Sem um número I E E S S N S P conhecimento das expectativas legítimas. não soS N P P I P M I S N N S N EEa avaliação SI incerta. N M E objetivo implica valorização da ação.IN IN do ato de avaliação aPespecificidade M EE M E S E PE P M E E M S M E dois riscos E O avaliador P E real observada. o Iesquecimento SI mente escolares. imagem intuitiva EE SI NP M EM EE P I M E E P S de Pêxito ou de IN fracasso relacionam-se a critérios E M N EE S EM sua exteriNP que temPmais EM é um EE Iato SI N E E caracterizados por sua pluralidade e por 2ª hipótese: avaliação I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I do que descrever SI S E oridade em relação aos dados simplesmente obsera função de explicar E S S N P E I M S é proEM M váveis. e) EM N E I P I E S E E S S E N P P ajustar os ção. Com avaliação formadora.M M EE E P M N PE vista. EM que os resultados EM S N I M I EE E E S com a IN há avaliação S P P P há julgamento .So NP nas Pefeito. dos critérios mas também comportamentais EM e na NP SI P M M E S Psistema SIN Mcom as expectativas EE EM EE torna-a impossível… sociais dos alunos. Desse EE Msistema escolar. mação de que INde realização e dos critérios EE M é qualitativa equivale EE a avaliação S E P P M M b) há nisso pedagógica bem mais N M essencial PE à ordem. de sua situação. M feitas. Sempre S E EMprivilegiando NP NP encerra EM E P NP I se ganhará em uma “cadeia quantitativa”. A M À ar. freqüentemente implíciSI à SI NP EM PE uma recusa NP tativasSIsociais E I M S N P S E quantificação. O se E sido M feita. P S N M P P I É a preocupação de facilitar as aprendizagens que significa dizer pronunciar-se SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N sobre um S M nome de uma ex. éMporque a PEE SI P NP E I I N E S M N I S ato avaliativo situa-se em um contexto de valorizaavaliação é um procedimento interativo e social. virão coincidir M EE S N E N N P I I I M M E todo sentimento S S que tinham S feito. N N aSapropriação siste a continuidade A afir-PE lação.SIN P é apenas Avaliação estancar a reflexão PE como se EE Eela SI prévia e agir N N I P P I N M M M S importanteSpara os professores-avaliadoN N E SI gógica. A regulação externa fras. assim EM pontoIN SI é um M E de cem o funcionamento do E E E M E P E S E P M valores em nome dos M E erro exigências escolares formais. de suas prómais possibilita extrair M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de funcionamento intelectual. IN chamada EO EE uma prática EE assim a uma EMé orSI S M EM N E P P E I M E E P do que uma de avaliação.S SI não a continuidade N EM da atividade EM SI N P I I M E E S S N P cede lugar P à auto-regulaEE diz. 3ª hipótese: avaliar é fazer agir a descontiN E P P P I IN E E S N N S N P P I EE tudo se reordena em torno do aprennuidade dos valores. c) a avaliação Os proN P M M M M N SI PE PE IN EE EE EE SI Nas EM Assim como a ausência deEindicadores cifrados torfessores correlacionam características. EE é um ato E S E E P a que objetivo e a que valor elas remetem. M SI úteis…M EM IN PE se sabe Mde correlação. do N M E E P P I M M M E E P S N N E EE escolar.SI Pconhecimento IN julgar com IN 2º . e IN S M que não SI N N clui-se SI simétricos: EE é possível So SI avaliar sem EE SI NP P I P M S problema do avaliador é não se deixar levar por uma 1º reduzir a realidade e seu sentido. as expecMcomo “asEE N IN recusar-se a enunciar NP Eos PE I P I E M S E S N S E E N P acarreta quais ele decide. das ci.

de NP dição de não cometer o erro que parece ser PEdesconfiar I N E E I N S SI P N I P S I os valores EM quais EM M que basta observar o S N S E ditar real para avaliar. comE P S M S N E P E M P maneiraEM de um processo N preendemos que de SI resumir em que poderíamos IN M relacionar PE qua. e que não haja. N S I E S M M E S N PE do ensino. avaliar S EE sigSI P N P I E M M P N S P aos quais IN nifica escolher exercícios. pelaEM designação do M EE IN sub. NP E M S E P I S S N E E S feitas P sobre os diagnósticos E elaboraM tipo de atuação conta. ela só exisCondições do professor para avaliar: M E E S N E M SI PE pronunciar M NP de N se adePE M M sobre a EE SIte com a Pcondição M N EE I E M P I E EE S E E S o esquação Ida Embora N 1ª . M E E N N M P EE SI A escolha SIda avaliação 3. Eo SI sua situação PE IN EM EE P M S N E P I tornando-se o professore as tarefas que o oP S M capaz de EE IN aluno deverá EM realizar. EMo campoM PE PE mas não tanto. Ea M práticas estereotipadas. S E M S SI PE IN M EE PE em processo pedagógico. a análise das tarefas é um M M E M N E N E E P M M SI é a totalidade SI importante.tornar EE SI N E IN P I M E S S 4ª desconfiar dos entusiasmos e dos abusos E N I parte: AGIR M M M S NP metodológico 2ª – Guia EM PE M EE M de poder. SI se espera NP construir E N P I I M E S que o aluno EM Construir E EM percebaS o “alvo” visado. nunciar de construir um “contrato so-M IN avaliarSnão SI SI que a pesquisa NP IN PE levianamente. meter que e desenvolver M Interroga-se como apreciar os co.SI EM de jamais NP e em coerência EE P P E I E M E P P S Ainda que N N E PE o ensinou). P de maneira IN nhecimentos: avaliação oral ou escrita? M E E E S N E E consiste SI de avaliação NP NPem determinar EM NP tanto dos realização quanto EM aproprie-se NP critérios Ede um dispositivo M P I I I I M E E S S S S N P EE dos P critérios de êxito… e esteja em condições de PE Trata-seSIde dizer sobre o queIN será a NP EM condições. fixando as regras do jogo. INnão se deiuma maior no que tange se tomava decisões (transparência).. S N P N E I P I N autonomia. SI N NP EEmbora E P I P I M EE E E S S N E P N P P I M a avaliação. privilegiando a avaliação em segunda ou até I I Uma maneira de fazê-lo é buscar um banco de insM E S E S S N EE PE SI EM EM pessoa. O I P I M S N S N IN exercício de avaliação: M EEnão deviaEM SI compreendemos que o professor autoliS dispositivo é constituído pelo SI E P M M SI PE devia o problema PEa resolver. dasPE S S modalidades . E N I S avaliação com S N I E P res do processo de aprendizagem. EE EE SI N E P P P I PE M M EE E para tornar a avaliação mais S N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M formativa S S N N EE NP SI desencadeando SI EM M P M M E SI 4.EM perar dos Edo SI Pque NPalunos. o tema daEE IN M etc.ter sempre E P P E I o objetivo de esclarecer os atoN realidade às expectativas. EE tem o dever SI Erelação EM compreendemos (em às S suas com que M se pro. I S N M E I S N E I S seja medir. entreatividade de avaliação. Idas EM dos exercícios NP condições técnicas é oP último momento EE IN EM . SINP em primeira P trumentos. de N NP E E S P I I M M E S S na consideração N PE levar por M M M EEuma embriaguez de xar judiciária. M necessário S N S SI em sua M P N transparentes. quando ocorrerá. na P SI escolar EEM a) para INo profissional EE possível.M seja integrar-se o ato S E 2ª recusar limitar-se a uma única maneira de P IN N M M I M N PEe agir. em última hipótese. de enunciar em nome dos N E I P E S SI EM PE M M ao referido. com1. c) no que diz respeito à S I N e os critérios. va. com o que julgava poder I E S M E E S E S N E M E consiste PEem acre. diversificar sua pedagógica. S práticaEM M SI EE ou fala) etc. sua criatividade que M mitar M EE e sua imaginação. do Psocial. EEdados quantificáveis. organizar de modo pertinente da deontologia do trabalho do avaliador . AGIR de E SI E E P E IN M E E S P M N E P P pontos de vista: SI Dos M maneira adequada N M EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E P E I N M P P I P S S IN N EE N M SA da . desvincular. I P b) Levantar a questão do dispositivo não P M N M M S E PE SI da construção IN EE do problema IN da prática avaliativa EE NP 2.SIN EEos alunos. IN IN fundamentar as concedido. saber como o processo de S avaliaM dade. E M E S poderia por um termo do. P N afasta do referente.PEE SI e pela explicitação provas. de não S EE EE SIobserváveis. EM EM P P gar em um mar de ampliando. das observações a fim fato IN dessaNativiPE EEde tornar Pa E EE S N N E P P I I I E S S N N N avaliação mais informativa. de despender temM E PE S E P M M N E M a con. Eobjetividade.S S para umaM NP M sencial. E P P M M E N N M E IN intenções. buscar evidente. dos Pobjetivos EM prática avaliativa questão do dispositivo: SI E M SI M E E N E E P I M P E E preendemos deva privilegiar S que seIN P M a auto-regulaN EE M S medida do NP ção. de especificar o sisN de explicitar S E N N na busca de práticas pedagóE I P I I P E S NP S S N I P I N M M tema de Sexpectativas se afogicas sensatas e eficazes.po para refletir I esNP N senão qualitativa. sobretudo com intenção formativa. NP por meioPE te privilegiado (escrita M I EE nos EM P E E S N deEum aumento de sua “variabilidade didática”.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E os exercícios. PE SI os dispositivos SI 3ª .SI EE se trata de IN S E E P S N M P E coerente o exercício de avaliação ao objeto avaliatro regras: N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 114 . EE avaliação S de não deixa P de EE EE permanecer SI autônomo EE P N EM P I E M P E Nnecessário. É preciso M SI SI SI NP EM I EE ção escolar pode se EE M E S P 4. EMtempo que lhe será EEM julgar com S conhecimento avaliação. M E N S SI N E I P M de causa. deva S N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I imperativamente tornar-se informativa. E e identificar E avaliação P I M é possível. a cial”. o suporE remediações IN que será levado em SI NP P S I N M E I M S N E dos. dissertação S E N N E P P I M M E SI N N PE EE preocupação ter Pa “correta” e SpertinenteM pertinentemente EE EE Como escolher SI esses exercícios? SI de falar N NP P I P M EE N S N E N I M P mente. M P E PE IN IN intenção formati. o EM em atividade.

autonomia de resposta deixada ao indivíM EE M E é a de articular os E constante M N E E E P P c) a preocupação IN I M E E E P S S N N E E M variabilidade.EEM A IN tensão observável/inobservável: M EE S produto almejado. EE concretos EE 3ª .) SIN IN M IN M reter que: dores. M E dições internas (eEao NP tê-lo treinado para SI M poderão encontrar sua validade ou sua EM pertinência. que representam as ações ou opeM N I N E P E respondidas da avaliação. Os PproSI EM P M E E E SIrá das expectativas Eo estratégia de avaliação que permita observar N E N P P supracitados P I resE E S cedimentos trazem N N SI ou métodos N P P I EE aprendiz em SI N EM que podem EM corresponSIvárias situações N construção do re.M M EE E P M N PEde realização ou procedimenEE EM SI EM b) os critérios N EM E 1ª . S SI leta de dados. NP M pelo sujeito.). uma fundaEM PE EE linha de IN tarefa N SI N EE da aprendiE Existe um risco do ponto de vista I P S EM P P I S M N E N mental I(critério de Irealização da construção do deS N N E M P I sobre as SI S E zagem e da avaliação: uma fixação tareE S S N P E I Mcomportamentos queM sencadeador) é determinar os S tareEM IN fas poderia como evidente. SI quer sejamPE designados como grandes EM EM ção”. a revelar requeE E S SI competência N S P P características: pluralidade M SIdas habilidades requeIN IN ridas. determinação de espaços de PE EE EE SI N S N I P P I N trocas.escolher. multidimensionalidade. M M S M S cuja pluralidade N E SI observação corresponda àquela EE das SIN EE SI dependeEM e) a escolha P PE do que será observado P M E M N dimensões da tarefa.estabelecer SI N E conjunto de atos S N P P I P M I E 4ª . são designados Etomadas E I P M E M E S E E P respeitar. M M EE S S M E P P ridas. M E EM E E E cada vez mais pertinentes e rumo a tarefas Ncapacidades. Analisar a tarefa é I S S N E E S damos melhor pode superar a dificuldade SI como se M EM de sua M PE PE evidenciar poderia chamar arquiteM o que se E E N N E E P NP I constituída pelo intricamento das Eduas. E N S P I M M S PE IN M EE EM EE c) os critérios de êxito fixam limiares de aceiS N M E E P P I M M M E E P S N E E operações EE que SIN tabilidade resultados P das EE para osEM IN SI NP P P PE I S M N E N S N E M P critérios de SI realização. SI NP EM conteúM perspectiva didática (dos IN M EM em uma ferente. Essa produção será o resultado E P penho jamaisEé um indicador claro da competência. I P E M S E S N SI P PE IN M PE EEescolar esperações constitutivas de cada tarefa SI S N N E 2ª determinar. Podem distinguir condições externas EM N E I P I E S E E S minam pela construção de exercícios/desencadeaS E N P P P M (tempo SI concedido. NP isso. SI b) nessa conduta.S P I I M E E postas operatórias à questão da S S N P EE der à “competência Igeral”. IN SI NP exercícios de avaliação ao S objeto avaliado.EEM Malmejados. Cabe S P P P conduzir a análise das conI M EE S N E N N P Somente no âmbito de tal conduta os exercícios I I I M M E S S S N E professor. AGIR observando/interpretando SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N de maneira pertinente S M SI Mtarefa. Por que podem ser após a avaliação. A fiPE PE a) o N essencial é situar-se em um procedimento EE EEdeverá esclarecer S NP EM da tarefa P N I P M cha as condições exM M I I E S que vaiSdas intenções N M IN ao aluno S EE EE (objetivos) EE aos instrumentos. procedimentos fixos e característicos. S os instrumentos de N S P IN M co. mas P pode ser EE de critérios claramente identifiM como lugar SI EM SI na baseIN IN PE de trabalho EM de realização P E E M S M de E N S de um grupo P P IN cáveis e explicitados. São esses comporP N M escolar E de uma taS M N SI N N rotina SI tamentosSIque EE SI SI e não passar EE da atividade NP determinam os “espaços de observaP I P M N Há a necessidade deS buscar tarefas E M tipos SINrefa formal. SI NPternas. PEuma tarefa EE IN NP complexa S EE I P S SI A avaliação de deverá N P I S M M N de modo S conduta pode ser realizada N M SI EE d) essa EM determi-PEE atentar para a definição de seus objetivos.Nem quatro dimensões fundamentais: P M E E SI N N PE EE SI SI a) o alvoM NP NP SI N ou objetivo da tarefa corresponde ao P M I I I S S S o desem. eEperder seu sentido naPEE IN M P E N S E N I P seguido no plano pedagógico. como desencadeador IN NP E A privilegiaI M E M S E S E E E P M P tarefa éEM do:IN uma EM N determinado. P NP aos objetos S N I M P P I 5. eventualmente. NP E P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 115 .determinar as E questões que devem ser M I E M P S E P P EE M M por meio N E tos das tarefas. podemos M S E P S E E M e internas (conhecimentos mobilizados E M IN etc. EE P I M E E P S N fazer E M P M N PE tal análise!). P I M duo. correspondem aos SI SI PE EE IN A necessária articulação objeto-exercícios M M P S N E d) as condições de realização constituemEE a I M M E N S E I M E P M E M S E N NP EEna base de EE em jogo Mdos elementos EEúltima série P SI oriNP SI De de procedimentos que terP NP quatro exemplos E I P I M N E S M N I S entação. enfim.tes IN EE constitutivas. EM E EM cada PE P P I P M E E E de atividades ou atividades observáS N E N N P P quatro SIN vez mais SI ou competências EM NP EM complexas SI Nde PE por meio IN . trabalho individual ouEgrupo EM etc. distanciamento e de confronto. operacionalização N EE EE SI de uma NP EM EM referentes aosMalunos. IN observação. as M EE NP levar a Saceitar.EEM N P IN P S I E tas a um produto final que constitui um objeto que N S E P N E N I P I E tes N àPtarefa de observar vai S permitir que S SI NcompreenIN P I M M tem sua própria consistência. EM EM M PE I IN atividadeNdesenvolvida M E E E material da S S M E E P M é sempre Todo o problema é enconPE SI Eque EE NP PE IN inferida. E E S S M NP E E P E M M EE PE IN dos M NP do ensino EE EE a avaliar). SI E E P M M E P E mais fecunda se executada nação N N solitário. N P M M M E os P espaços de N SI PE invarian. I M M I E M E E S N E S E P P torno de S tura. decisões P I N I E M S S N SI a M M SI como “regras” EE cífica. definidas I veis. M E I E PE P M se deverá observar em função dos objetivos perE E M S M E P E E PE fas escolares tradicionais. PE PE com visEE E um trabalho M OEexame dasM dificuldadesPE e dos limites SI EMineren.

de seu próprio Por meio S sobre. EM EE EEnão prevista PE em casoSIde resposta EM pedidos SI nas foi Por um lado. a IN M M SI dupla vontade: EE M PE necessárias IN IN EM S EE P S S estabeleci as possibilidades de EE N EE E P vontade de privilegiar a regulação da ação de aprenI N M P P I P S N E S efeitos proN N “feedback” para estar certo de que a mensagem foi M SI dizagem. conforme esquema: SI leva ao princípio IN ética da fala avaliativa EM M SI PE EE IN S E E P S N M ser assim resumido: Sassumir de ação que pode o P E I N EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 116 .O NP EM tipo cognitivo. de posicionamento. SI NP Para avaliar. As situações SI não. O essencial é ter vonS N S P N EM tipo de S PE SI professor: para o M criar as condi. PE Ele toma partido (sobre SI de suas EM a satisfação EM que correspondem (aINgrosso modo P M E E N S E N M P P “construção” da auto-avaliação SI SI mentos EM Nna PE EE IN EM como expectativas). no sentido S tomada de que Implica uma SI aprende. M O avaliador ponto quatro IN não pode ser neutro IN M atividades EE SI E S S E N P E ) a quatro mo. avaliar EM é. de resposta? P I M E M E N S N seus de explicação Pdito pelo avaliador.como SIN PE conteúdos sujeito toma em relação Naos M deontologia. a expectativas ção da regulação externa do professor. Como não tem S S N autocontrole crítico regulação autonotação SI autobalanço M EE EE imediata. M Iauto-avaliação M E E S P é plenamente acessível ao aluno receptor? N E P P de. N E P P E I N M Pnotas.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Eespontâneo ou E M regulação cognitiva EE S trar os observáveisIN capazes de “manifestar” S a com. IN N S E I E P S P M M E S N Comunicação. O P tro. de corresponder. um 3º e dos SInível é o das M efei. apreciação) S E P da N na verda. resposta pouM E E S N suas M EE SI do que PE ausência M NP exata. PE EE de: tomada de posi. A metacognição Né M P I I I I M E E E S S S S E N P ato Observando que um tocontrole refletido das ações PE e condutas do sujeito SI o ato de avaliação éIN NP EM PE M E N S SI N E I M P Mconsciência. S S zagens. comunicando de modo útil E P P N M M E mais satisfatório substituir o sistema N lidade. EM P S I N M E I M S N volvimento das atividades de como EE é preciso ter a sensação S M SI EE de que as coisas valem. Desse M funcionamento. o EE EEde metacognição. Organizar S sobre as apreciações e o feedbaE PE IN IN SI o professor NP M instruções. seu I S N E EE I S momentos M E P S E desse processo de auto-avaliação E análise M M IN NP NP EM de construção EM P I OSIproblema da dos erros: deve-se E S M E E S E E N E Preter. S SI E E P M M SI E E E PE Patravés IN M são “lidas” de um projeto (em pedagogia: E M E S E N N E P P I M M E EM resumo.EEM -o código SI ção: o primado SI E EM PE não é. A S P SI ativida. 2º P M M M SI SI SI IN EE procedimentos utilizados EE M EE S P pelos alunos na execução E P P M M E N Os instrumentos não terão o N M N EE de auto-avaliação SI EE EM da P tarefa.SIN autocontrole E N E P implícita I P E NP S S N I P I N M M petência da maneira menos ambígua.EM E S N N N E P M P I I I E E Sexplicita? IN S S Ela é suficientemente N gem? PE Facilitar um procedimento de auto-avaliaS PE SI NP EM N I I M E N S escolhidoM(nota cifrada.ratória SI Ecompreender SI N E IN tade de os erros para P I M E S S E N I sua superação.EM P E E S uma relação não N forma de umaMmelhoria da regulação das aprendiP P M I E N M S PE SI pois capaz IN EE IN EE EE NP rente com o mundo. P visado exatamente o IN ato da mente humana. EE SI NPdistancia M E P I I M E S S N EM E construir a ética avaliacional”? E P do “agir envolvidos pelas atividades cognitivas em andamenI M E E E S N E P sinônimo de atividade E SI NP NP EM NPde auEM to. EE ponto de INvista. exata. institucionalizando momentos EE de erro. em dos EM PE relação à Econstatação SI E M SI M E N E E P I M P E compreendida? E duzidos por dinâmica e S essa ação P IN (perspectivas N EE EM M NP pedagógica). senão a expressão de uma 1ª. distinguem-se SI Ede EM P P solução níveis avaliação M M E M E N E instrumentalizado metacognitiva M P IN EE SI EM EM E PE PEexistência S baseada na de níveis S de IN competência: P M E E N N E [autoconstatação] [auto-regulação] P P PE I IN dos E S SI dos comportamentos N N S N 1º é aquele esperados. SIN M resposta parcialmente EE S N S E P M PE I exata. E P S M SI N E P E M P Uma N “habilidade”.EEM IN Edesenvolver vontade de EM S EE SI P N P I E M M P S P IN desseM IN M des Por S meio processo.SI EM os mesmos NP representações EE P E I E M E P mesmo sentido e não produzirão P S N N EE PE processos.S do próprio EE que as atravessa EE o projeto SI SI poder-se-ia P NP P I P M N de vista da auto-avaliação. SI de instruir) N N PE dá M eNlhes EEm distinguir. S ou au. talvez IN IN NP E M S E P I S S N E E mais primitivo S é desenE da auto-avaliação.PEE sentido. M M E NP çõesSde EM EM M EE M EE E SI NP E P P P a quem se dirige precisamente minha I PE M EE mensa. o essencial é S E P M IN N M M sobre as “avaliações” do profesM N erros?” PEà questionamentos M SI EE desafio é passar da questão “quantos EE EE E SI EE P N EM P P I E sor. definir quais informações será com PE I N E E I M N S SI P N S M M SI acordo quantidade/quaN SI EE a de um bom NP Enecessidade I I P M EE E S S 6 – AGIR. E N I S “saberá interpretar”. pelo aumento do autocontrole e da diminuiP N I P I P M S N S N IN M M EE ou valorizadas.EEM IN EM EE P M S N E P I ção oP pelo sujeito. IN SI lugar nos SI NPdiferentes IN M Pconforme I S N M S tos. reposta E questões sobre o sentido e o alcance co inexata. ética . Por ouM S N I E P S M S SI EEpoder determinar tipos PE IN de trocas e de M ck. EM SI PE pertinente NP NP EM como habilidade.sente. 2ª. Seria SI IN M EE M EE S SI binário (acerto/erro) NP E E P P I M M M E de codificação S E uma comunicação P pistas para IN Algumas PEpor um sistema IN M EE mais EE E S S N E P N P P I I categorias seguintes: M compreendendoSas S é saber IN EM PE IN resposta formativa: captar as reações dos alunos. Uma grade de questionamento bastante opeM P E Nquestão “que S N P N E I P I I N erros?”. P ato de avaliação implica M I EE indife.

Propomos um método simN P M M M I E M E N E E S N P I P M I Etrata de regulação E para conduzi-la: EE S N incessantemente E Quando se de atividades ples fazer a perS N P P I P M I E S N N S IN EE aprendizagem. A Avaliação tem regras necesSI o SI EM PE IN NP perativos IN categóricos que expressem E I M S S N P julgar a adequação Sdos S I de resultados ou sárias. M EE NP E S I E PE P M E E M S M E Deixando P E E a cada um PE realizar esse to) à remediação. P M Nles que devem SI EM PE o EE. I P P S N SI PE IN M M pedagógica. N E E I E M E P E S E P E a busca de da coerência entre de formacomunicação. EE de condução EM a O controle tende SI SI M julgamento Eincisivamente NP E P P E I M E E P tuação.“remédio” de ordem técnica: tornar seus IN disIN M M EE S S M E P P “remediação” eficaz: M EE M positivos E a eficácia da avaE (aumenta transparentes M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P I M N liação). IN PE E uma açãoN M P S EM E ção é um trabalho de ordem pedagógica e /ou diaatingir seus objetivos. E Avaliar Ié N informar-se PE EEcam. SI NP PE a uma visão EE IN se limitar SI NP estreitaS da reEE I P S SI a) não N P I S M M . que valham que EE objetivo N M universalmente. pedagógico” e S à P M I I M I M S S S IN EE M a atividade de controle. Princípios de E or.SIN tocontrole.deve-se EE EM EE de ordem reorientação da ação) pode pertencer ao aluno (auprincípios fazer o que se SIN N M E E P P I M M M E E P S N E E professor EE (regu.M E das pessoas. E P P M M E Não é medir uma siN N e de avaliação. PE SI SI M IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 117 . nem pronunciar P S N E E N P N e meios manter a coerência entre objetivos Nde ação. NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI N S P PAlgumas referências M SI para uma . 3º.M M EE E P M E N P M e de evolução EE M dando um verdadeiro EM SI à ma. Remediar N P N I P M é ajustar a ação.SI M EM E P I M E E P S N à remediação. mas IN M EEque esca. A condução visa risco de falar verdadeiramente.maPé: E feedback M ser proscritos. E por SI explicitada pela avaliação. M SI EM N P IN P P S I EE E M E diação não é Iuma mas N S E P N E N atividade de ordem avaliativa.“remédio” de ordem deontológica: N recusar-se S N SI EE EE EM mediação. S S N P EE da “remediação” nos SI NP problemática da EM M IN faça sairSIda M EM E E S M NP E E P E M vontade avaliação a M EE no sentido estrito. finalmente. O esquema é: (feedN EE INcaso da avaliação M M SI EM EM S E P M M E E E back à julgamento) à EE N E nada.risco fundamental: EM abusar de sua posição P P I P P M E E E S N E N N P N SI EM superior (humilhar o avaliado). IN O esquema é: (feedback à julgamencia M a um fim absoluto. sejam as circunstâncias. que dizem projeto. Sdaremos IN EE não seguida SI o SI EE c) avaliação NP P I P M S cumulativa. M nem observar EM EE um objeto. IN de exercício profissioSI eficaz em NP um campo EM P P PE I S M N E I N S E por quê? Porque E N E M P lação Porém. EElética.“remédio” de ordem ética: aceitar S E N SI P IN de ação.atividade M P M comunidade de ação determinada. S SI N EM AindaEEque SI N P I I M E tipo educativo). M E P N N EE EE b) ter clara M somenteM SI EM dos eixos SI IN possíveis P NP EM consciência P E E M .S Em sua análise do processo de formaIN SI S N E E S I M CONCLUINDO PROVISORIAMENTE E S PE distingue quatro Mde eleEE grupos EM N NP ção. ao planejaP M E E SI N N O que avaliar? PE INregulação. P Pode então haver: po de atividade. É uma Deve-se legítimo EM E I E S E E S S E N P P quê? Por. EE ele identifica S Deste último. N .E2º de ordemSdeonI M princípios M E E N I M E P M na vertente E M S E etimologicamente. o cuidado N de IN EE M P E E N S E P I P P N M E S M N SI N de remediação: é um único exemplo: SI trabalho. EE é. NP tológicaA Avaliação situa-se feedback a ciência dos deveres. E P M M M P N pedagógico: PE PE a remeM EE EE EE como ato INRemediação.para EE S apoiandoNP rais que Iformam EM julgar. vê-se queEE PE IN M NP EE P NP S N I M P P I de tornar a avaliação formativa passa por um meSI M EE S E IN S N E N P E 7 – AGIR remediando de modo eficaz I I S E P S S N lhor conhecimento e por um S M SI M IN NP melhor acompanhamenE I M E M S E S E E to do processo de aprendizagem. nal determinado. Marcel EM Lesne E P NP I I M M I E M E E S respeito ao S E N E S E P P mentos. SI EM P E P M a avaliar em um contexto de relação de forças. ouPao revela EE auto-regulação).mento foi formulado SI S E e a ação se apóia sobre suas que se impõe como E S S N P E I M S EM M “conclusões”. Mconteúdo Eà N im. quaisquer EM I P efeitos S M EE E E EM P aos objetivos. nos Sdois casos.SIN IN M M S E P S E E M pa à avaliação e prudente respeitar as regras moEque é razoável Menquanto Ptal. N em A deontologia I M EE S N E N P I I I M M E S S S que se impõem N E a) remediação definirá e aqueEEsem avaliação EM os comportamentos NP prévia. EE EE M P SI NP SI P NP E I P I M em umaIN quando P N E S é considerado M N I S fazer o que este se traduz por um julgamento. NP PE se ele Pcontribuir EE EE SI de avaliador N S I P exercer seu poder I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EMque o avaliado para assuma o poder sobre si mesP PE P M E M N como E É preciso pensar seu trabalho de ensino P (o desenvolvimento N EE SI mo de um sujeito autônomo N EM EM SI apoio a partir EM PE e atividade P M E E E SI EM de estruturação e de da ação N E N P P P I de E E senhor de “absoluto” de um trabalho S N N SI si é o fim N P P I aprendizagem M o problema EE de do aluno. consenso em um determinado M M I E S N E S S M IN EE EE SI NPse no feedback. E. SI SI ao “processo NP NP N mento. deve SI a adaptaSI externa).nutenção IN NP A éticaPé EM o processo PE EM I I E M S E S N S E E N P P ção e o contexto (a situação). SI SI gunta: “E o encaminhamento (ajuste Sou por quê?” Princípios surgirão então: EM 1º de NP P I M M E S P M ética. por referên. quando o julgaserá enfim: fazer I P S EM P P I S M N E N S N I N E M P I I um dever absoluto. S P PE dado momento.A máxima IN deve-se N SI dem ética N EE E b) remediação após avaliação. O esque.

o que equivale a construí-lo.objetivamente. antes de tido.SIprogredindo de uma M M EE para umaSIN frer. Ea SI con. S S N SI M EE EE sobre a medida na SI E EM P P ou seja. P Isso A (enfim) EE EE quer dizer E SI que a objetiEE poderá M P N EM P I E P E Nvidade é impossível? S N P N E I P I I N formativa? falando. ToM S N tornar-se S SEstritamente P N PE SI M delimitar melhor SI EE SI N E IN davia: a) nada impede que se tente P I M E S S E N M M M SI da avaliação NP o esforço o objeto fazendo Será dêem proEM PE de desig-M EE EE EE necessário que os professores SI N EMneces. PE IN o julgaE“linha IN M de coerência” objetivo (pedagógico)à objeto sária para ousar Colocar S P S N E N M N SI SI PE (a determinar). A PE fatores M M alteradoNpor NP E ção em e/ou liador é então sociais. PE IN em umEcontexto M EE E S S N E P N P P I M Os remédios são técnicos social e inscreve-se S perigosa. SI EM P PE PE IN bacharel M E S NP N EM N em Letras (FFLCH/USP E N M P I I I I -E em seus efeitos: construção do destino escoM E E E S S S S N e doutoranda em Educação I(Feusp) PE SI NP NP EM PE aluno (êxito… ou fracasso). que EE SI (a avaliar) EM SI N E E P I M E E S P M N E P dinâmicaE que lhe permitirá P neutralizar os vieses sociais. de coragem. a serviço M IN IN EM EE ele próprio P S S NP e não mais EE sub.M E P P P I PE M E E ná-lo. meter. tomar partido. P daquilo que existe). O E N I S ca do agir avaliacional.em seu PE uso social dominante em de EE IN EM EE EE situação P M S N E P P I E M P N S M chaves de N N classe. por exemplo).urgência é trabalhar para emergência de uma étitória. sua hisP I M E E S N M P EM EE SI EE PErepresentações. E S N P E N E P S E N SI SI PE N PE M SI N SI N E I NP I I M M E S S S E E P SI EM EM PE PE IN M E M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE M EE EE SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 118 . é ele próprio um ator social M S N I E P S E M S SI PE IN M EE de fatores PE cujo comportamento reflete a influência S E P M IN N M M M N PE M avaliação SI EE sociais de mesmo tipo. ao invés de aproveitar de sua ambigüidade E P P M M E N N M N EE pela pesquisa SI EE EM (que o M ta. sim.tremamente IN M EEavalia. lar N do M E N S SI E I M P M M S SI . como diSI EE PE IN elemento SI SI negociação N EE EM P S N M E P I SI dática. S EE PE SI apetite de EM P M M N E M I NP N E E realidade. no eixo de uma vas. SI qualquer SI NP outra coisa IN A eliminar) PE I S N M S E I S N Avaliação é uma operação de leitura orientada da seu poder. E M EE S de valor. a utilidade isto é. M N EE M SI NP EM P SI IN EE E A avaliação é importante? EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N N PE M EE SI SI Sim INP E N P I M M E M S S N E E E P Resumo elaborado por E Eliane Aguiar. é preciso M EE SI SI EPara PE primeiro PEa uma situação corresponde desejada. e “julgar”. A coragem S N N N E E P P EM SI SI SI PE falar. M o aluno começa por soM à observáveis b)se tente Emento de avaliação. suas sua percepção do N E P P E I N M P S E PE IN IN SI objeto avaliado NP M texto. comoEE momento forte SI EE PE M IN em um EE P E S EM N P P M I E N M E M I processo de regulação. deontológicos EE SI éticos.PEE E P maior transparência pela determinação de um “contornar-se soberano. N E P S I N M E I M S N E P S M M .IN Qual é. S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M da pesquisa? bre a maneira como expectativas são realizadas. desse ponto de vissência. desafio àqueles que desejam torEM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E nar a avaliação S N P formativa. corretamente sua IesP M que se saiba M SI SI executarIN S EM EE ar um julgamento sobre EE M E S P o valor. so. qual uma situação real M M E M N E N E P M M avaliar bem. I N M P P I S N E S N N M SI este é o trato social”.SIN S N S E P M PE I (situar-se o mais próximo possível do ato de municação/negociação. IN Isso implica P M EEavaliar. P I M I E S M E E S E S N E PE EM utilizada SI PE NP NP EM A avaliação não PE deveria Pser I N E E I M N S SI N M SI objetiva? S N SI EE com precaução? avaliação ser NP EM Pode a M I I P EE E S S E P P N M M N SI PE IN M EE M EE S SI N E E P P I M M M E A avaliação pode revelar-se exA avaliação escolar efetua-se S E E P IN Certamente.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Eem avaliação. É pronunciar-se. O julgamento do ator-avaM E E S N M sua essência). e que saber produzido contribuiu SI M para SI EM NPse observe EE o real (será P E I E E P P S no eixo do N N E para fazer PE (assumirM preciso coletar observáveis) IN desejado. SI em um processo geral EM PE IN de co. isto E EE S N N E N P P P I I I E S um ato conforme S o que se N N S N deve desejar (para pronuncié.

os mais NP EM êxito em PEafeta.. (Mário Quintana) IN aí reside: IN não pode ensinar M EM às nossas E E S S M realizar nuada de professores NP E E P E M M EE PE IN NP EE porqueEM EE P NP ao professor o que ele precisa aprender. Educação em respeito aos estudantes M E E P S E M P IN M N PE valerão. descrédito. civil. que N E N M EE SIgostam de NP EM EM SI Eocorram. o que significa. E I P M E Mediação.EEM tes. 2008 ção da imagem do professor e à decorrente E S EM deser. quando surgem conflitos. compreender EE EE M SI jornal EL IPais. O que matéria principal referia-se às campanhas publiciM M E N M E N E M P I I E E E S S M passo para EM N PE a fora E Brasil é que se dáEum diante M vê pelo IN PE PE do sé. sobreram o significado das inovações. SI N PE IN P M I E S N N E S N Preportagem venho imagidessa Respeitar primeiro. mas múltiplos saberes(cada um P M SI em valorizar. mas mudado”! N EE SI nos conformamos EM de “ser EM SIninguém gosta N P I I M E E S S N P formação contide algumas coisas na nossa vida ou lutamos para O primeiro dilema P em termos de EE SI EM M loucuras”. crianças e jovens em IN SI S P P P M EE S N E N N P I I I M M E gulho de uma profissão imprescindível a qualquer silêncio. E buscar-se P E “Procuram-se E o diálogo PE IN M P E E N S E N I P P I N E fessores desesperadamente!” pessoas às Smais NP EM I P SI uma mesma IN EM IN situação pode levar S E S S E S N P diversas interpretações de suas expeSI EM dependendo NP IN M M riências de vida ou E I M M S E E S E Um passo pra frente.NP SI SI M EE P N SI M EE M N PE M EE SI N E P I Mrio alarmePEdos paísesSeuropeus frente Jussara Hoffmann. à deterioraN M SI EE N EM Porto Alegre. O professor precisa abandonar E N N E P NP I M M I E M E E S SI E N E S E P P P M E E práticas E seguras e conhecidas arriscando-se y LaIN disis de vocaciones. SI N N PE a perE SI SNa ocasião.ram NP educativas? PEsuas reformas M são sempre M IN I E SI EM N E E S S N P M I recuperar. IN M M deveriam. a imagem.. devolver. EE ros não aprendem como Que nossos de constatações acerca de modelos e posS S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E fessores não têm o respeito que merecem da societuras de todas as ordens. Quem se sociedade. nada mesmo campanhas governo IN e sociedade SI mação entre N EE . daSIsoção do próprio esforço implicado que exige. dois pra trás sobreEo assunto. drid dedicou o Caderno Educacion ao professor. são reconstruções. sobre EM um colega me enviou S S S E IN M E S E PE P a situação. P S S N N E E M P I M N SI NP PE sem sofrimentos EE IN SI NP dade. é preciP I I SI S E E S S N P E I M S por EM Ninguém ao cruzar em breve. SI lidariedade. o NP outubro EE xivo. Saté EM PE EE família. A lição do poeta é que não há apenas S IN S EM EM IN PE IN EM S E E S S E N P P preocupa um saber em jogo. aos ePE contrapontos IN pontos N E EE diante do PEdas criticas SI IN tecidos em torno da SHá EM P P PE I S M N E S de candidatos aIN educação/escolarização. as resistências porque todos E E E SItudo a celebração EM N E P P P I IN E E S N N S N P P I educar depois. Que experiências educativas de P sucesso são Não há mudanças daS transiEE I S SI N P I S M M N S N pautadas pela inclusão. SI EE EM muitasPEE EM ética daEM E P M E P N N em lugar Eda competição vezes. Eescola. IA N P M I I M status de competência. EM de se EEM NP de MaP IN P P SI E M E N S E P N E N I P aventurar a fazê-lo. pais e E NP tensão Pentre IN ou EE M E ousadia em P S NP SI P N E I P I continuar a ser professores. em qualificar a E“profissãoEM IN IN M IN M como Spode). S N I M P P I SI M N E S E S N N SI EE aprendizagens. M e da seleção. M S E professor” como o fizeram as nações que obtive. “Ou com a falta S mudar. do respeito.cações. próprias de Exige processo refleE S E E E P M M M E N PE o que está fazendo. E E EE NP conhecimentos EM EM EM P P I P P M E E E S N E N Dados de pesquisas nacionais e internacionais N P N SI EM NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI revelam háM vários anos que os estudantes brasileiVivemos em tempo de mudanças. As divergências sobre N e da escassez E o fessores M P SI S cursos de SI PE de pedagogia EE um clima IN M e licenciaturas em universidades do país. sem escuta em meio de poder. com tudo. papel da escola vêm contribuindo para P S EM N E I M M E E N S E I M E P M E S vários setores da EM Os professores brasileiros têmEEmuita garra educadores. dos pais e de toda SeEM eles não entendeS precisa mudar? N N brasileira sua prática E SI a sociedade EE SI E será natural SI EM os objetivos P PE P M E M sobre da escola. disciplina. Escutas e não disputas!Antes de tudo.M P P M M M IN EE E N E E S N P I P M E cursos de ção dos jovens P dos EE S E magistério. Procuram-se professores PE significativas SI SI NP P I S M N S E IN M EM M SIcada profissional.. EDUCAR DEPOISPEEM PE E P P M N E M N I N EM E SI NP SI SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 119 . S S S aos conflitos N M E EE NP Em pouco tempo de SI M EMexige aproxiEE P I sociedade culta e democrática. antes Em de 1991. NPseu controle NP der seu SI o jornal.prêmios de incentivo a esta profissão. Eo E E permanecem É urgente ordos.melhores I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M salários. EE renúncia. A P E S SI SI N IN P I N M M I S S N dilema: mudanças resulrota: alarma em E imagem E manchete da capa: Uma S Daí decorre SI o segundo EM Del profesorado PE de identidad PE EuropaEanti M M la perdida M E tam em sofrimento. SI EMdedicação.S pensa “a escola” P E E M E M E E N E E P SI Os alunos. Em geral. so uma conversa franca sobre M IN M importanEE questões NP se surpreenda M E S I E PE P E E M S M algum outdoor com os dizeres: pro.. de ressignifiN S P P SI IN pro. sua confiança no próximo passo.EEse SI do magistério E NP tárias de revalorização P I N P N S S N M SI M SI IN SI NP EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE E NP I S S E PE N SI E EM EM E M E AVALIAR: RESPEITAR PRIMEIRO. PE P M da diversidade “respeitar primeiro. INPergunte aos P NP EM P I E E M S M E N S É urgente a revisão do posicionamento professores vocês acreditam que P E edu.SIN P de uma escola: PE EE Edos SI N N I P P I N M M S cadores. educar depois M SI SI SI PE Desde a leitura IN M M EE S M N E P nando quando surgirão cartazes semelhantes em nosI M EE E E S N M E E P P I M M M E P S E proN E sas cidades.

N P E M M E P do contexto social dos SI E professores Ede reprovação/evasão os índices na escola pública ração e de suas P IN M E E N S E N M SI M tais condições são preocupantes. etc. IN SI SI NP IN M PE I S N M S I S N E daí o terceiro EE I É dever dos pais “acompanharem”S a escolarizaDecorre ponto: mudanças permaM E P S E P E M IN a NP N EM EM nentes P I M ção dos filhos?As famílias brasileiras têm direitas desenvolvem-se passo a passo.Mas falta de escolas.Iinclusiva.PE N avaliativos sãoM se tar docente é diretamente decorrente desta EE SI Se os professores EM SI SIN E complexos. EM IN IN a determinação necessários NP E M S E P I S S N E E S é o aumento considerável de alude educação no ensino médio E da secretária P IN SI NP EM foi ex.a S S onde N escola do anonimato. PE I N E E I M N S SI P N I S etapas viviN transforma SI O que não EE os pais EEM as duas perguntas. a qualidadeSIdo ensino Ecom de de promoNP os impedem EM trabalhoSIque NP PE EE E P M SI N E P E M P N medidas. P S I N E I M S N E camatinguir turmas com 30 alunos para S menos de SI EEoriundos de diferentes EM NP formarPE nos por sala de aula.O resultado M secretária E S E N E P P M M E M E SI SI Neves de N N P EE de faz de escola Sauel que o mal-es. grupo de professoras alfaPE M Ediz M EE NP SI Bolzan M N E I E M P I E EE S “o espírito E de aprendizaP só alcançou E respeito S Faço. Em 2007 no Rio Grande do Sul N S M INão. I M E de de mil turmas extintas).Mcomo decorrência.o privilégio ao M M E M N E P IN M M EE EE e caso SI EM P PE com a qualificação e formação do desenvolvimento moral S e intelectual IN de crianças P M EE corpo doE EE S N N E N P P P I I I E S S N N S não cente. de uma senciais tais como a universalização do ensino.Isto M SI SI SI NP EM I EE acontecem por decreto EE M E S P ou resolução. IN E E E S N E E as SI NP NP EM NPgover.E a perigosa E P P M M E N N M N EE participar SI EE EM SI OsM pais na escola: tendência no Brasil normatizarem o SI é a de Igestores M EM ou decidir? NP EE P P E E E P P S N N E PE “como fazer”. neganM S N ParticiparSIda S SI P N PE M SI os rumos EE SI N E IN cidir da escola. SI EE EE SI“todos”. I E S N P N E S com escassez E E humanos e N SI SI materiais M colas de recursos de para pensar em PE sucateadas. entretanto. medidas EM NP M P I I I I M E E S S S S E N P E se torne cada vez EM educação?Construíram namentais contribuem para P que SI escolas para “todos”? NP PE IN M E N S SI N E I M P M S Ampliaram-se os recursos mais esta M realidade. SI PE E IN S E E P S N Mmal-estar está na impossibilidaP EnquantoINo discursoPpolítico é de uma escola E A chave do seu SI EE IN M S EM N P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 120 . Pergunto-me a que nível de degradação E I N M P P I P S N S governantes N EE N M SI das escolasPprecisaremos EM chegar para SI E M SI M E E N E E P I M P E E século XX. melhoria Ssalarial dos SI EM da toda EMsem bibliotecas. EM M I E P E E S N das sociais.EM EE Jesus escreve EE SI SI conta. NP desvalorização E N P I I M S S EM a partir E EM PE o que M aconteceu públicas. Muito menos Etapa 2 – ruptura da resistência S SI EM PE a sua cobrança IN IN IN M EE S N S E P M PE I encontrará algum eco se o corpo docente não for S Etapa 3 – tomada de consciência M E E S N E E M SI M que um NP qualificado. um S aumento na Pescolarização o EE M caos: falta EE IN SI N S E I E P M M E N PE qualificação.etc. instituição e seus EM EM M M não devem EE valores. M N P NP P I P N S deterio.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S frente e dois pra trás a realidade mostra o abandono dos alues.EEM novas A explicação: otimiP P M I E turmas N mais e E M Mcom 50 alunos. N S E N N em termos de questões E P I I P E S NP S S N I P I N M M nos nas escolas. lembrar não EE EE que buscar EM ou cobrança” SI o novoIN EE P EM P P E M P E Ndeve significar S N P N E I P I N escolarização dos filhos não é deuma batalha contra o velho. SI IN EM ver uma M comprometida. ouEpior. M pública provocando felizmente. NP P I P SIzar recursos N S N laboratórios ou equiE IN SI natureza. a esse um segundo betizadoras N E P P E I N M P S E atitudes PE INdos IN SI NP questionando M gem permanente” E N I S contra ponto se algumas após vários encontros de discusM S N I E P S M S SI EE PE INorigem a tamanho M educadores não estariam dando EE Pexperiências. exigindo mais professores. solidariaI E S M E E S E S N E PE EM afirmativa para SI PE NP de qualidade?Resposta NP EM uma escola mente e não solitariamente. SI trágica E PE EEmateriais e humanos EEM IN EE P M S N E P P I E a Edemanda? O que se observa. PE (expectativa M professores E SI E EM N E P uma pamentosN P informática etc. es. S acionarem Nas devidas E P M M Desde o IN M SI NP P INescola para EE se fazem S va. N porque mudanças significativas M jovens. é preciso “controle dos pais. considerável da de e má M oferta de S vagas em escolas SIN EE SI professores. SI EM para milhares de E SI EM EM PE Edade IN M E S P M N E P P I A escola pública vive um Sverdadeiro “apagão da IN E M M E PE IN IN EM S EE P EM S S N EE E P Professor sem estresse educação”. (2002) Sdescreve as NP EMDóris Bolzan I I P M E S S E P N M em “profissionais da educação” ou lhes das por um professores Ealfabetizadoras: NP EM SI dá a formaPE grupo de M IN M E E S SI N E E P P M M ção/competência necessária para decidir sobre Etapa SI 1 – resistência EM PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M ações pedagógicas. três fatores presente PEE EM S EE SI P N I E M M P N S P IN brasileiros. Eluta-se pela escola inclusie políticos providências. estaráEcada vez mais aprendizagem de qualidade dos alunos. assim como professores do a experiência e os valores cultivados por uma P I M E S S E N P M M E SI função pedagógica. Mostra EM EM P P “todos” são sempre também o desmelhoria das idéias de alfabetização. são e trocas de S E P M IN N M M M N PE SI EE Mas. por uma todas as crianças e jovens Há muitos anos. etc. Alcançou-se. SIN EE delegar aos pais aPE NP E P P I PE M EE que de EM E Pais e professores devem definir o papel S N N N E P M P I I I E S educação S S N N PE luta por uma PE fato lhes cabeIN na SI de qualiPE Um apagão na educação SI EM N I M E N S S E P crianças e jovens deste país.daí?Ampliaram-se verbas em Nada se faz a respeito.

M N E põe histórias conversando EE EM resgatar suas SI NP M E E P I M E E P S N ou Ipermanência? em sala de aula eP fora dela. I P S SI obstáculos à aprendizagem e P I S M M N S N M SI EE EE alunos. IN E I M S S N P invés disto. NP que propiciará EE são. EM PE IN NP pelo contrário. encontra-se a conM SI EM SI dade espantosa.”casos EM PE de aprender PE jeitos especiais M M E EM é este M N N E E P NP I Cabe-me perguntar: Quem aluno “caso percrever. M inteiraSIpara crianças e jovens. Não há prontos. IN IN M M EEpermanentemente S S M E P P aos bens culturais da sociedade. S N M E E P P I M E E P S E IN conta da EE cora.”SNão M EE E E E P sei por onde começar”!disse uma pro. NP P I P M S pública. com inicio.Ao M SI ficam M EM IN P nadas.da não aprenderam. acesso à cidadamanter-se atento a cada aluno. enfim. sem N E N P P P I E E S N N S N P P I EE permanência interrompida? deixar para depois. um EE SI SI chegam EE Muitas crianças SI educador. via de regra. Para PE pesEE SIa respeitoIN SI NP dido”? PContem-me SI favorecer. Eguns EE NP eles. M EM E E S M NP E E P Eadmiração M de não que 41% Tempo de reprovação Me não deIN EE concluírem seus estudos? Será PE M NP EE EE P NP S N I M P P I dos estudantes do ensino fundamental apresentam SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N Os caminhos da aprendizagem S M não são trajetos problemas tão SI de M IN sérios de NPaprendizagem a ponto E I M E M S E S E E a nossa escola não dar conta de sua tarefa básica? lineares. PE SI (Hoffmann. por vezes. E P M M E N PE EM NP EE EE professores. Esta é uma tarefa que seMinicia diçada. N SI NP PE aprendizagem EE por parte IN acessoNà SI podem gerar. a grande M magia da tarefa educativa. Ninguém aprende sozinho.SIN sem saber ou EE por onde PE se teremos IN das crianças e dos SDar NP escolarização EMcontinuar P P PE I S M N E N S é tarefa de enorme N interromper. meio e fim. dessa forma. Pressupõe SI mas acesso. E M P SI gemSI de jovens brasileiros SI PE EE complexidade IN M P S EM N E É sempre “tempo de admirá-los”. E M Percebo.M M EE E P M E N P M EE M EM SI aula. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E Há uma grande preocupação dos governantes Não tenho a pretensão de dizer que se conhece E S S N P E I S escoEM EM aluno apenas M em apresentar IN de acesso de alunos à índices verdadeiramente a pessoa conviM Edo NP M E S I E PE P M E E M S M E E P E E por algumas la pública. metodologias a ação. NP estresse EM PE EM Não haveria I P I E M S E E S N S E E agendas N P e organizar P auxiliar conseguisse fazer SI e SI frente às exigên.EEM de fato. à escola Mem um mês. e a outras perguntas é avaliar. de fato.M bemestar dos seus alunos. dinamiza P M I E S N N E S N P SI se aproximar SI Torna-se definidas para energia é E desperEM SI PE IN dos alunos e compreM Mproblema quando muita S M N E P I M EE E E em nada resulta. EM EM SI e. por depoimentos de educação significa acompanhar as SI EM que EEM NP P IN P P SIAvaliar em I E M E N S E P N E N I P I I P E em N agosto/setembro vários Salunos já são mudanças. o melhor desenvolvimento possível. acesso P à universidade. quem ensinar o que ainMcia desejada. S abandocias profissionais e alcançasse a aprendizagem e o EE cadernos. N IN é necessário dar atenção. N M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E fessora.PE EE SI pensar em N I P I N M M S binômio diferenciação/acomM S N E SI vínculos S te será alcançada pelo maneiras de se estabelecer significativos IN EE SI EE EM P PE P M E M panhamento individual dos estudantes oIN que ainda com os alunos para que se possa estar N EE EE nas escolas NP EM EM SIestudantesS têm a sua EM P P M E E E SIcuidando Ideles EM não ocorre: por que estes como pessoas todos os dias. IN PE P IN E E M S M E N S P aprendizagens que somenE P cepção deN qualidade das É necessário se tempos e SIN PE espaços. Significa. mas segue conhecer os N de ingresso. alguns EEvá-los!Pouco P apenas ao SI final NP pedem socorro. por E NP apenas SI PE IN educação IN I E S S N S P P propiciar-lhes a escolarização. E P M M E E E terão acesso a uma Eescola de qualidade? em um sensibilizar-se é EE N ano.Mnão de reprodiante do M cenário sócio se descortina e I M cultural que E E N S E I E P M mesesEE E M S N NP por istoPE os professores EE M tempo.SI S N EM EM Que dificulSI na escola N P I I M E E S S N P P EE dades apresentam a não SI EM M INponto de S IN permanecerem. Eestratégias EM tudo isto.IN E P I S SI N M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 121 . aulas: alunos N IN M Volta às EE IN M M SI S E P S E E M Posso dizer que tenho o privilégio de ter visto professor? E M E E N E E SI NP EM acontecer NP PE NP e compromisso PE pela coragem M isto de eduM M I E SI N E E SI S N P M I acreditam nesta possibilidade. Alcessário conhecê-los NP M conversar EM EM M com ponder a essa P I IN M E E E E S S M E N E P M me perguntam sobre dos estu2005). Conviver E EM P P I P P M E E E S N E significa N N P P N Qualidade em não compromisso do educador. S S soal/familiar.sobre E E M M Ncom educandos PAcesso S EM PE EE IN SI suas vidas N EE E e suas aprendizagens (Hoffmann 2005). a M E No anonimato do coletivo das salas de de de dar conta da tarefa docente com a competênN E E I E M E P E S E P E se o professor. ouSI por um lado. M SI P N E I P I N E S M N I S do ano podem representar a superação de uma vida EM N E I P I E S E E S S E N P P M P ou pessoas. é neIN M EE S E P Emuito bem. vendo com ele semanais. N M I I M S história escolar. falem-me de sua Res. S ”admirando” aluno por aluno em seus S N consideIN P I M M I S S N E E S rados “casos de reprovação”. permanências! dos de sobrevivência de criativiSI P E P M M E P E N N P EE No cumeEM dessa discussão. E os alunos não I M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI N N N PE sua história de aprendem sem bons professores. S N P caminhos P O estresse é energia I que move. M nia. estar junto deles PE o significado IN NP 2001. EEestudantes M em um SINcomo sinônimo M SI E EM semestre. a ler e a esSI perdidos”. Por IN horasNP EE M P E E N S E P I P P N M e jovens E ter acesso. endê-los M melhor.IN cadores que S P P Formar pessoas instruir) M EE S N E N N P I I I M M E S S S de vida. M N SI tente. tro. PEE E (não apenas E SI pressu. de viver. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E acesso a umaSIprofisM Condições adversas não significam. nãoSconN N a por mais que SI vezes.

paP M I E teorias de N M M I E S N P E N E S aprender/não E E nas escolas N SI o que é SI para facilitar a classificar “o que aprender. Enão PE EE IN E P M S N E PE P I E M vivência representa sempre go da sua escolaridade.S co: não os alunos para compreM E E S N E E M SI em terNP parar. Tais M SI SI SI NP EM I EE tunidades de um atendimento EE M E S P Dois problemas originam-se de uma suposta diferenciado aos esE P P M M N N M N PE M primeiro é EE turmas. porque a avaliação cumpre um papel E SI EM IN IN burocráti.oS que em nada IN M se “acompanham” EE S N S E P M PE I e sociabilidade. SI é o único Erefazer EM P P 3 o professor não detentor de conheuma tareM M E M N E N E P M M EE SI SI às pressas EM em sala PEquem deve PE e coletivamente cimento de aula ou fas ao Sfinal IN de períodos P M EE “transmitiE EE N N E N P P P I I I E S S estudos N N S opor. É mais E S EE do SI P N P I E M M P N S que ao se P negar as IN IN que urgente perceber M diferen. Inúmeras crianças. individualistas. mas de deciPE M EM M EE classificar.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E cognitivos E M variados EE S dos de recuperação. S PE I N E E I M N S SI P N S SI o foco continua N SI que se O segundo perigo corre com P aEE enturma. ção.PEE Enturmação M EE SI N S E I E S P M M E S N N PE ças é M a exclusão. EE SI N EM uma M E P P P I PE M E E peito a uma escola de qualidade para todos. SI EM EM singular 1998 pessoa única.a grave oN que não SI compreenderam.p23) uma cópia mal na hora certa sem deixar ninguém S N P M para trás.não não S P S N E N N SI SI EM produziram. obstáculo. O ensino permanece centrado no professor. S SI SI NP IN PE à auto estima S N M E I S N S anças e jovens decorrentes de expectativas rígiacompanhamento e Ecompreensão da trajetória de M EE PE SI P M M N E Moportu. de avaliação M EE fracasso EE sam com SI que representará SI critérios N NP P I P M EE N S N E N I M frustração. S N N N E P M P EE SI rotule e não SIseriamente SI P PE IN expulse. exclusão social” ( Martins. com a justificativa de favoP N novas aprendizagens. diz resque se mas EM estratégias EM PE EE inclusiva M valho (2008.aprende-se com os Eoutros. Cada suspiro ou nova EM rias turma ao lonM trocar os SI escolas. não se efetuando um atendimento difeS E P M IN N M M M N PE SI EE valores trazem para renciado e intencional em EE a escolaEM EE termos de EM de vida Pque SIsuas necessiEE os alunos P N P P I E M N S P igualmente PE INpermanente IN (Perrenoud 200). no dia a dia da sala de aula. Para Edder CarM E S S E N M M p. PE ). esta I E S M E E S E S E IN PE EM PE NP NP EM aprendizagem.das da escola I de NP N E em relação E conhecimento P I M a atitudes e ritmos percorrida por cada um. na programação curricular.sem SI E E P E I M E E S P M N E P P do escolar e que diversique “ainda” necessitam de maior M fracassoIN SI atenção EE e orienta-SIN questãoEE PE atenda à IN EM EM P EM S S N E E P dade de características do seu alunado”. N destinam-se a oferecer M letivos. e significativos de IN 2 . M Por certo. EE Investigar IN M o que os alunos “ainda” escola que não segregue. paM S N I E P S E M S SI PE IN experiências e M bulos em desuso na sociedade. diz tinuidade do oferecer-lhes apoio EM PEprocesso. nidade se esvai. P INem seu modo M E E N S E N M P SI “Não aprender” M em SI deve-seElevar está a parâmeNo processo de aprendizagem EM NP PE EE INsempre atrelado E P S M SI N E P E M P N julgamento preestabelecido conta que: SI e a partir IN EM tros de S M PEdestes SI EE IN E E P S N M é que se diz. N M EE . que um aluno “não P 1.divisores.EEM lugar. S M N E I E N I I N E M S E P I S S integração N afetivas. Não é no final dos bimestres ou dos anos letivos PE IN 2006). porque cenNP EMEm primeiro I I M E S S E P N ção é torná-los competitivos.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 122 . Também PE é costume. NP com a finalidade SIendê-los e M N E I E M P I E EE S E terceiro. N múltiplos.As EE PE dronizados. 98). P escolares. EM escola que enfrente. porque P E S mos de A e B.em são M EE I SI dades e possibilidades N S S P N I E P S I S S EM IN mutação (Justo in La Taille. Não se levam em conta os alunos como I I M E S E S S N P EE de aprender. em váSI NP EM PE IN M E N S SI N E I M P S alunos deEM Aprender é como respirar.retomar. no uma PE “ainda” E M M adiamentos. M E S E N N E P P M M E EM SI e normas SI medo deste N N PE emPE planejamento.Em N E P P E I N M P S E PE IN IN SI pedagógicas NP que estabilidade M as ações E N I S Há décadas e padrão são vocásão sempre uniformes.Epermite E M SI M E N E E P I M P E E Edder Carvalho (2008.lo”.IN SI EM PE fora de seus”feudos” PE e não aprendizagens. IN M ou “grupos de EE EE E S S N E P N P P I M contribuiPpara sua cidadania do. por exemplo. nas atiNP EM EM SI PE IN M E M E S SI vidades pedagógicas N E E P M M eP inseguros Segun.iguais”.ensinar de novo S S N SI sobre maneira M EE EElista de conteúdos programáticos.Não significa repetir.”e não M SI NP E P M SI IN EE E feita de modelos considerados ideais”.O que aprendem com isto? A com.desafios S E N N Recuperar é sinônimo E P I I P E S NP S S N I P I N M M favorecem as aprendizagens. P S I E I M S N E a invenTais práticas queS não encontram nenhuma SI EE e se amplia com E EM NP defesaPE de aprendizagem surge EM M I P E E S N ção da escola na modernidade que passa P a julgar e EEM em conhecimento/desenvolvimento.a maior EE recer asS relações N PE IN o espectro do “fracasso” SI NP em termos EM etc. dir sobre aprová-los/reprová-los. EEque se produz SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P A prática de enturmação dos alunos por grau de SI EM PE PE PE em muitas escolas N IN M aprendizagem persiste E S NP N EM A escola quer alunos diferentes? públicas E N M P I I I I M E E E S S S S E N P e particulares do país. mediar. uma “proposta SI decidemEas NP de recuperação.limitados trado no ensino. segregar quem é diferente ajudá-los. o trabalho PE NP P I P M SIrecem persistir N S N E N SI capaz de “baseando-se em questionádos professores e dirigentes e para as faSI parâmetros SI EM EM PE agradar M E SI E EM N E P P I M E veis. jovens e adultos aí ingresmílias. N SI apren. E SI EE EM homogeneização das O tudantes que apresentam dificuldades SI M o sério SI N EE e/ou maior P P E I E M E P P S em alguma N N E PE de cri-M prejuízo e ao Idesenvolvimento necessidade de orientação Sem IN área. denota compromisso do educador com a conE I N M P P I P S N E S N N M SI “Somos diferentes e queremos serSIassim”.

onde são EE EE SI EM P PE P M E M N as faalunos. SI IN M M como um evento da aprendizagem. controladas. I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI sobre os N de avaliação N N Quando são de Pouco entretanto. NP EE PE M EE EE de aprendizagem P N IN constitui S N I M P P I na formação docente em um espaço com Sse M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S sem estigma N muita liberdade e prazer da obrigação.que IN E I M S S N P S onde educadores estão dispoum ano letivo etc. N P M M M I E E N E E S N P I P M EE N ) caracteriza E boaMíndole de cada o erro ao SI N PE estudante. compartilhando-se histórias significativas de EM se acontece? Quando eles N E P P P I E E S N N S N P P I EE aprendizagem. estada competição e do fracasso ( Parolin. multidimensional o que o SI IN M EE IN M M S S E P S E E M critivos do acompanhamento escolar. principalmente. renças entre os N estudantes no sentido de M EE S N E N P I I I M M E S agir.SINria “do professor M SI E EM xou de E P M M E E E tar-lhe ou não uma ação intencional e diferenciada em seus jeitos de viver e de EE N E E conhecê-los EM P P I P P M E E E S N E N N P N M sobreEsuas manifestações singulares de aprendizaaprender. de trabalhos e tarefas.perseguindo-se N E E sobre caminhos diferentes e singulares perI P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I as idades.INP S M E P M não Eacontece EE E Relatórios de avaliação 1: M luçãoPE intelectual sem o S N E P I M M M E E P S N N E EE compreender e tentar.” E N EE NP EM E SI E P PE sabe se isto M E E E SI ComoIN mílias.contudo. PE EstebanS (in Silva. SI EM NP SI SI NP PE IN I E E S SI N S P P gem. EM NP P IN P SI I EE E M E N S E P N E N I P P classificatória de em além disto. Pais E P M M M E N PE M NP formam EE giários e EEvisão comparativa/ EE hábitos e M professores sugeremPa educam.calcular SI EE NP aprendem. do que é a que MA melhor Iescola P PE irão fazer. que S E E P M M E P E N N E P M M N favoreçam decisões pedagógicas permanentes.IN P do aprender: M panhamento dos alunos por meio de relatórios quantitativa.que “não aprendeu” N E E E M E P E S E P P M M N E vida de com as regras Ma se comportar N I “lá fora”.errar. entre osM próprios professores eSIcom seus amigos”sem perderM o respeito e a autoridade.M M EE E P M N PE M crianças EE M EM e jovensIdentro SI E das escolas esperando pela M deu” os conteúdos programados.refletir EE IN pedagógica SI didática. PE caráEE os registros SI SI se estuda. N acordo P E PE E I I E M S E E S N S E E N P P Boas escolas são espaços sociais “não aprendeu” a SI SIler ou escrever em EM PE de convivênIN NP escolares. se. de aprender. aE amizade S P EE S a sua socialização. I SI S E corridos pelos estudantes de todas Ao ferenciada. em Etermos dosPEE no da Sdiversidade.que percurso obstaculizado nas escolas porque N M EE M se dei. entretanApresenta avanços? Ealuno aprendeu? M E E E E P P P M S N N PE dife. E S S N P E I M P S aula. esrece. Há muitos dados das escolas. IN EE S E P E em corrigir tarefas dos pressionadas NP M EM EM Crianças M não pode se resumir:a) P I IN tristes. IN P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 123 . S E Relatórios de avaliação. simplesmente querem todo dia e dela S SI ir para escola N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE retornam comentando de amigos.não SI EM IN P níveis para M EE E S E EM e da M P descobrirem o melhor do talento gue um curso linear. M E E E E S S M E atribuir-lhes N P M PEdesenvolvem. N P P I N M M S efetivo entre M professores S o diálogo N E SI os profissionais tabelece-se e SIN profunda com colegas. M SI IN IN M M EE S S M E P P Para isto é preciso fazer muitas anotações. para SI valores. N PE Ma de e pais sobre É preciso ter a intenção de Ese M valorizar Iprofessores EE muita resistência SI Nas EM SI S N P I M I EE E E S provocar IN validade dos S P P P relatórios em avaliação. 2006 ). EEA evo. P I M quivar exemplares N EM SI NP PE de dados Eou IN um conjunto SI criança NPevolutivos S EE reunir-se I P S SI e com. aoPcontrário doS sistema SIN a diversidade do de M formas de se EE EM N M E E P I M E E P S a todos N de P notas e conceitos. do pensar. insere-se EEtal de nove P SI NP SI P NP E I P I M análiseIN são continuada N E S M N I S nos dois primeiros anos e o acomLeituras positivas alicerçam-se em uma EM E I P E S E E S S E N P P M des. IN M P E N N I P P I N M E da “memóS seu registros M N N de avaliação. NP NP SI “excluídos N P M I I I M Sa tarefa doS professor EEM S ter classificatório/burocrático. S M SI M IN NP E I M E M S E S E E Ao elaborar relatórios parciais e/ou gerais. de trabalhos que SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E M pensar Relatórios de avaliação 2: do agir ao fizeram.permitem conhecer e a P variabilidade E E M Nexpressar. Escolas. evoluindo IN termos de M M IN SI S N E E S I M uma postura Sinvestigativa e mediadora das aprenE viver socialmente”.buscando-se SI EM EM uma ação PE di. no interior” delas. MA aprendizagem.M A melhor escola para cada jovem é N P I S S INos torna conE EM onde M M IN S E E plementares acerca dos processos individuais quePE aquela revelam estar felizes. passa pela minha escola? M M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de textos. não interagem.folhar. EM M mesmoIN IN o interior das salas de tempo retratam A avaliação da aprendizagem consubstancia-se M EE M E S E PE P M E E M S M E angustiante E contexto Epróprio P E E PÉ O que esta em jogo.é a de crianças e S jovens tem o SI saber que INconsistência EE SI S EE SI milhares M NP P I P S irá possibilisobre cada aluno.fazer/refazer. notasPEe ponto por não N se PE São EEalunos.EE cia. portanto.IN Há. “ensinam a aprender e aprender a conS N SI SI PEavaliação. como M denuncia Bourdier (1982).to.SI2003 P I E N N E S N P M E SI SI contrário. de brincadeira. EE PE histórias SI IN SI NP EMcompartilhar P P PE I S M N E N S trabalham no sentidoEde N E M formar pesP SI As escolas SI SI PE E IN M P S EM N E Dentre as diretrizes legais do ensino fundamensoas diferentes?Têm provocá-los a I M por objetivo M E E N S E I M E P M o sistema E M S E soluções diferentes? N NP construir EE de progresEE M anos. PE M EE EM N sobre excluídos NP EM E P NP I dizagens.EE arMãe. que favoSI SI fiantes em PE PE IN sua capacidade EM EE M SI M EE N S E N P E I P I De posse destas IN “memórias construídas”.

jovens EE equivoco. NP E M S E I S S N E E anças e jovens em um Uma Sdúvida freqüente dos professoresEM é sobre E P IN encontram arrimo.sem EE Iou EM notas assassinados. por meio do agir N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NPde outro. E SI deve ser E SI E E P E IN M E E S P M N E P P relatórios elaboradosSIpelos professores Os fa. S Promovendo de N diálogo N a possibilidade E e jovens. PE Mediação é interpretação.EEM dora. a ter continuamente todos os alunos.pronta a explodir.confiando E S S E N M M M SI NP trazem o diferentes de sua visões disEM PE M EE apoio pedagógico M sua bagagem.trimestres ou em tem. formas de agir NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E individual N peito ao acompanhamento SI IN M EEproblemas.conflito. M de busca melhor qualidade M EE de uma E INviolên. interlocução.cada educador passa S leva em Iconta N SI EM N PE IN Mde observar EE SI S N S E P M PE I vas dos educandos. E EM tempos. pelas escolas/secretarias.em primeiro lugar. IN a ir adiante.IN N PE cia em M enquanto não EE nosso país S SI NP E N P I I M M E uma prioridade da escola.Escondem e/ou padronizam as IN diferenças.Ela é formaa diferença entre Sa avaliação e SI EEimprescindível para a EM N EMformativa P M I E P E E S N ção oral gerações.como em avaliação desenSI está emM SI formativa.estar-se-ia E S E N P E M M E observações ches.Tal N N E P M P I I E EE E S S S N N P P I E I M diversidade é extremamente natural e saudável S S e N N EE NP SI SI EM M P M M Educar primeiro para não aprisionar depois perseguida pelas escolas.com tarefas parciaisSe não proEE EE SI formaçãoIN SI P E NP P M N M prioridades em S nosso país.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E final dos E M EE S atitudes. explicar M dois ou mais EE aluno “alcançou”. PE crença se M uma falsa E SI E E N E P P I M E uma bomba. M E E S N E E E SI uma pesNP EM ambos.servindo apenas para resultados pos e responder a um rol preestabelecido de indiS S finais N SI EE EE SI de estudantes.soa pode aprender ao se sozinho ou cada educador. porque a P de crianças M M SI NP entre todo corpo docente.Ao de S SI ter por compromisso NP E E P P I M M M E (1991 a 1993) o mediador é de relatórios S E P IN Para Vygotsky PE a elaboração IN M EE EE E S S N E P N P P I M aquele que as possibilidades cognitiindividuais.um sério muitas M EE ruas.EM EE EM SI P N P P I E M P E N Quando S P Pa IN IN professores relatam sobre N o que Po justificar. M é formativa? S mediadora S N E E E P ção moral como Avaliação I M E E E S N EE SI das instituições NP NP EM NP No conjunto modernas tradicioEM NP M P I I I I M E E E S S S S E N declínio ou desprestigiaP E em franco Por avaliação mediadora? EEM nais.oferecendo-lhe EE aprendizagem. tintas acercaIN de suas atitudes em sala S de aula. P P M e intelectual I E N das futuras M M I E S N P E N E S novos tempos.seja E desenvolver S au.c)tempo EEobservar. EE PE avaliativas:a)tempo de observação. Pb)tempo de S E M IN N M M N PE SI de reconstrução/mediação. M E P S E P Eclassificatórios M que do professor? IN NP EM EM fichas Se P I M impedem IN pareceres E S M E E S E N E P E para marcar PE EM é aquele que SI “vez e P N NP EM Para Piaget (1995) educadores tenham voz” suas PE . volveu: que ao se observar os alunos todo M E S E N N E P P M I I M M E N N PE são M EE Mas S crianças. SI O quePE M N I E M P I E EE S E reflexivo.Porque NP crianças SI E NP I M P P I M S S resultar em de “todos N estão sem E N os dias”podem também PE emprego. INP N parciais(avaliação SI M SI PE EE IN S E E P S N Em contrasteEM ao escasso investimento P tarefas parciais E “injustas” e corrigidas N podem ser SI com a M E IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 124 . o mediador I N E E I N S SI P N S que diz resEM M SIe intervir no N SI E promove desequilíbrio. escutam.continuamente. IN É na escola EM que criIN IN à avaliação. por exemplo.mas I SI N S S P N I E S I S desafiá-los todo tempo S em EM IN de um único apontam M aspectos PE aluno. E I E E N cisa Padequar-se aos PorSInão acomsurgiram noSBrasil os primeiros estudos NP P I P M SI Quando N S N E N M SI panhar os novos ebulição.IN M EE M PE IN IN EM EM S EE Taille (2006) P S S N E P Diz La que é claro quePE a escola PEE vorecem a análise do contexto escolar e o decorI N M P I S E IN a única instituição social responsável N N M não Sé pela rente planejamento de programas deSformação E conEM PE SI M SI M E E N E E P I M P E E educação moral fatinuada.segurança SI NP P S I N M E I M S N P a media.interpretam as S mensagens os A questão de notas ou conceitos. P jovens e sua não dia.reflexão e resolução diferenças.doentes E P S M SI N E E M classificatória) e também P porqueEM futuro. EE SI N E P P P I PE M M EE E adequado. EMsolicitados EM P P aprovação/reprovação cadores de desempenho que lhe são M M E M N E N E P M M EE SI SI EM PE diálogo. SI manifestações SI NP dos alunos?Como IN M I S N M S I S N E é que boletins EE Ialunos leem.Isomente N E N N os alunos de tempos S E P I I P E S NP S S N I P I N M M semestres.Nnão EE pais e alunos EM mília tem muito entre na PEE E S E SI P M M P N em educação. EEM IN EM há diferentes EE P M S N E P P I mais a a expressão “mediadora” S até que P M vinculada EEprópria família.Bebês estãoS sem cre. M é garantir E NPjustamente. PE poderemos M nos queixar SI IN peso. as E P P M M E N N M N EE SI EE pouco SIesclarecem EM é essencialmente SI interpretativo. professor notas M EMComo o E NP sobre Po EE processo P P E I M E P S N N EE PE lê e Pinterpreta as vivido. SI PE respeito e IN de problemas de inviabilidade. IN M tor/construtor E I S com a ajuda que lhe proporcione desafios das práticas educativas/ M S N E P S E M S SI PE IN M adequados (mediador).EE mundo caótico. há diferença entre o que Para se Pque M EM pretende.PE vas praticando a avaliação formaIN IN M EE SI finais. M EE dos alunos. EM avaliação não é a de EE A finalidade E da reflexão. algumas P SI NP PE que a denominação IN M N S SI N E I M P M E S entendimentos das aPescola resiste aos ventos sobre SI Percebo que EE dos novos tempos.PEE SI N S I E S P M M E S se tratar da forma. SI N vivem nas morrem tiva .mas pre. IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S se efetive S N N que o papel S Na Para mediador As notas/conceitos são superficiais não revelam M M SI é essencial SI SI NP EM I EE o que cada professor EE M E S P sua tomada de consciência de que o ato de avaliar conhece de cada aluno.ou b) observar no bimestres.

M SI EM anteciparPE silêncio. entre “dizer não” e para o não”. NP PE EE teorias IN ensino fundamental.aprendizagem esta que deveria ser prioE N IN NP EM EM SI o não? S EMeducar para PE PE M E E E SIritária em IN Dizer não ou EM termos de sua qualificação profissional. a deiras. sempre presente em questões – comprovadamente cursos de baixa quaSI EM M IN questão S IN M EM E E S M NP E E P não estão E ensino.organização dos M espaços EE NPperigoso S M E I E PE P M E E M S M E P E E didáticos PEfinanceiros.os dos alunos”.em professores. investir em creches.Professores seus cursos P EE E sem sa. IN P I N M M I S S N E E S Desenvolvem-se morais e éticas pela confísica. do fragmentação do aprender.INPcedo a vários S P PE P e horários para não seis anos. não é a depreciaEM NP . PE EE exercerEM E sete anosSIN P NP IN N I M P P I É preciso estabelecer a diferença entre alfabetizadas aos por estes proSsendo M N E S S N EE IN SI EEde limites Se P SI acontecerá NP P a autoridade na formação ser autoritáfessores. de S in. S N N E SI turo dessa berEM por onde iniciar a alfabetizar crianças.teorias de S E PE E P M M E P E N N E P M M N aos se não e desenvolvimento M SI a SI aprendizagem PE de PE seis anos.modelar. ção.Educar S N M E P I M M M E E P S N E E EE fun.SIN continuada anos de ensino primeiro. SI S E dentre outros aspectos.criar porPmais precários NP M que sejam EM EM M os porque estão Esendo I IN M E E E S S M E N E P E seis Enidos M aprenderão a comportar-se na aos P SI escolas.em educação.precocemente.A co.recortar. assiste-se à reE E M E P E S E P o risco em cacarcerária. aponta Bagunid. IN IN M cursos de EE S S EM M E P P Estas possibilidades se fazem presentes Eem dos alfabetizadores em magistério ou de M M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de educação infantil.ouvir mar EM NP tais implicações”? SI EM SI SI NP PE IN I E E S SI É grave. EE as crianças SI NP dade da Ieducação:inclusão EM N P N I P M e de se acostumarem desde de todas as crianças M M I E S N E S S M IN professores EE soEE a situações SI de ris.”tal como proposta vem “obedecer”.pintar. alerta o E S S N P E I M S EM M conjunto IN obstáculos à sua alfabetizade pedagógica.sucesso S N E E frerem depois.consideração do proSI P I M M E S P IN M a suaEEM EE EE povo. estaremos atropelando o fuinfantil. jogar. as justificativas são de um qualiEum ano de M Nensino mais PEestudo deve produzir um salto na PE EE de eficiente. E M debates lidade do nosso Se M as crianças P EE com professores.uma prática avaliativaM diferenciada. Conforme relatório do Programa de Ampliação EM N E I P I E S E E S S E N P P M P ampliação M Muitas escolas na rede privada adotam da (julho 2004)”a SI IN em mais de M SEB/MEC EE a pluri.S infância eIN S concluem N I P P N M M M S geração. em N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E MEC sugere E EE S N E A proposta do ênfase ao lúdico e escolas. N E P P P I E E S N N S N P P EE A ampliação para SI os nove anos N EM EM SI N não resolve tais SI P I I M E E S S N P P EE O tema é “limites”. sorS E P E vigiados e para não serem purir. IN M descobrir. com EM tarefas.IN Para Mconstrução IN de.serem”amarradas” NP da redePE EM PE EMe ampliação I E M S E E S N S E E N I P P SI em nosso país. o problema de qualificação SI2008). PE a ficar Sem IN obrigadas NP resolver IN o problema da violência E I M S S N P S E seus momentos de liberdade solução não é construir mais presídios.educando. muito menos aos seis anos se I S M N S N E I“educar M tais problemas EM M SI E S E E rio. desenhar.o I M M E E N S E I E P M meio EE E M S E N NP por EE M EEacompanhamento P de relatórios SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S descritivos. UmEmodismo totalmente infundado.M M EE E P M N PE ensino fundamental.M cursos não contemplam com N P I S S IN E EM M IN M S E E cadores que entendam de crianças e de alfabetizar e práticas de ensino em alfabetização. físicos.materiais IN e aspectos EE M P E E N S E N P I P P N A questão M se irá Iconstruir E S M N SI é justamente N N que debate neste texto como oP novo cenário SI EE SI S EE A forma P SI N I P M influirá significativamenteSem suas aprenesta: estarão os gestores. E P M M E N PE EM NP EE educação EE entre educador M sem respeito mútuo e EEM SI desta idade EM NP estão em P IN P PE crianças SIPor outro Nlado.com progressão ção P do educação. N S P P e contar histórias (Rangel.SIN IN M M S E P S E E M docência.para não EE nos dois P IN depois! SI NP aprisionar EMprimeiros P P PE I S M N E N S N E M P SI damentalo que exige professores atentos SI a cada SI PE EE IN M Infância atropelada P S EM N E um dos alunos. Se na educação infantil PE EE SI SI NP NP mes verbais.formam um madas. Não há não forem resolvidos. Mgravíssimo. jovens EE SI EE SI P PE P M E M E ou adultos.reduzindo-se IN M EE É crucial E S E EM P e brincadeiras:uma infância atropelada! maior idade penal. escolas e alfabetizadoIN M EE INeducativo S M M E EM res suficientemente S E P M E E E dizagens.currículo.colar.menorNvulnerabilidade M EE S N E N P I I I M M E S S na escola. Ingressando EE ausência desNP recursos de algumas PE IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 125 . Uma alfabetização plena EMinclui para “não subestiEE N preparados EM E P P I P P M E E E S N E N N P N desenhar. I E M E N S E P N E I P P E menos sem muito plena fase de de faz de conta. SI diálogo e SI brincadeiras N confiança. M anos E(ou EE M EM menos)INno SI correrão M E educação básica ou universidades.é SI profundidade Npreciso EE muitas do I P S SI formar edu.sem reprovação. perguntar muito e SI condutas EM PE de falar e PE tensa atividade M M E EM modelo N N E E P NP I vivência – muito mais pelo ditade grande necessidade de resposta e afeto para se I Mdo que por M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N desenvolverem.mas cesso continuo de aprendizado. permanência no aprendizaEM SI NP M EM E P I M E E P S tempo deM Ncurrículo. S N P P I P M I E S N N S N EEbrincar nas SI metodologias SI ao O caminho. SI encontram N P M I I I M S S S adultos EEM Crianças e jovens que obedecem aos espaço paraEE correr.pois IN E EE estaremos M SI atropelando M EE N S E N P E I P I não só isto. mas não M destes M muitas escolas pedagogia em todo P NOs currículos P SI em SI o país.dançar.A ampliE P M Ndo e aumento EM da escolaridade PE SI Ecrianças deEque PE IN SI ação temPE N E E diferentes professores e quem essas implicações não podem ser subestiI S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I relatório. interagir.

IN IN EM EM S que foram EE “amados” P EM S S N E E P por um primeiro leitor). É preciso nascer e crescer de todos que se dizem professores. construpara o não”. E P se aprende que é preciso ler para res. Neste caso tamE P P M M E N N M N EEintrodução. pois S exige persistência e paciNP EM I I P M EE E S S E P P N M M E qualidades importantes N N ência . S N E imaginar e imaginar-se. Limites P de caráter E S se sentara uma família de estrangeiros e notei que topela firmeza N E P P E I N M P E PE IN IN e confiantes de S SI NP com um Ilivro M estabelecem E N I S dos estavam e que o jovem. com IN M S N S E P M PE I Algumas cenas ao longo dela e sugeriram o tema S punições mais severas e/ou vigilância permanente. Adultos por um P livros EE Pprofessor disse que este E Durante oEencontro. o que no Brasil se pedagógica de um centro uniS P S N E N M N SI “sebo” era SI PE conversar M uma pequena livraria cujo M solicitou-me de EE com professores Edenominaria SI versitário EM SI N E E P I M E E S P M N E P (pré amados. M M INque são apaixonados SI N P E N S I E I E E N S S contagiam as crianças comPa mesma paixão. pois Ium IN Mas M E N S SI N E M P M 80% não E preciso. agradável.EM a ação educativa. de um E dia para outro. o que se tem S o quePé jovens do ensino fundamental e médio SI EEde fazer nem sempre EEM IN EM EE P M S N E P P I E é convidativo. de M colocadas M SI e contextos. A grande IN diferença SI por isto volto SI uma atitude NP a insistir IN é é bastante M PE I S N M S I S N E sempre M EE I o aluno em seu texto e contexto. P já “de EE em outroEM EM o livro P SI EE não era P N P I E M N S P na frente PE IN IN Nde uma livraria país. SI EM PE nos transformamos PE tão E mágico quanto ler!Ao avaliar final’. P livros do Direito.ler ler por não saberem ler o S texto. fazê-los M EE para se gostar EE entre livros SI SI P NP P IN P M EE N os livros que solicitamos S N E N I M P e ler em sala de aula. Há duas maneiras de mãe educadora de proceS I S N M EE EE SI Enão EM P P Por ser leitora.SI EE IN S E E P S N Mque aprenderam a ler eSnão fabetos são aqueles P ender vários Itextos.IN nome era M “Pre-loved” SI EE PE ou seja. PE N EE acompanhá-los preciso de perto.M N Mário jovem de 17 anos SI verdadeiros IN Quintana escreveu: “Os E M PE anal.nizarEE o prazer da monografia de de Mleitura. e ela não se sentiu SI Nas escolas EM PE P PE sentir surpresos com IN cultura.uma S N N N E E P M P SI SI SI PE PE IN EE A coordenação IN M cena foi em um pequeno vilarejo. É a gossabia ler e seus professores não sabiam disto. Uma delas é simplesmente “dizer e ponto M M E M N E N E P M M EE SI explicação.SINP P I M esse texto. para M E S NP N EM N adquirir maior falar e escrever melhor. sem N conversa sem são IN As regras P M EE EE S N E N P P P I I I E S seus textos S e vigia-se N N S N em de para que sejam cumpridas. da Filosofia e da Informática sobre avali. se M porqueSIlhe primeiro semestre uma M EE INoportu. Não se educa S EM SI para o não com novas EM PE para o E IN IN leis. SI leitoresIN SI EM EE segunda é “educar EE M E S P o que nos remete à leitura de nós mesmos.que devia por E adultos pacientes M S N E P S M S SI PE INde ler quando terM ter entre 13 e 14 anos. PerI I M E S S S E N EE PAprender SI EM NP de aulaPE EM a ler ou a gostar de ler? cebo que E a leitura em Isala não ocorre mais. antes de tudo. só parou EE do que PE isso é muito mais longo que o tempo para S E P M IN N M M N PE SI outro”. M E E S N E E M SI no avião NP Próximo ao meu assento PE e desta M EM por atitudes M de diálogo EE pagina. S Alunos que EM são PE ou escrevem M não lêem E SI E EM N E P P I M E cadores é essencial. compreendê-lo. EE S ta vigilância? sar biblioteca onde se o proN em uma S E N N E I P I P E S NP S S N I P I N M M fessor o Sorientar. digo que avaliar é der.PEE N S E I E S P M M S N N PE 30 páginas. dos pais e eduM SI A paixão E pelos livros S dos ção básica.INP E E P P M M M E S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I Em 2007 fiz uma longa viagem exterior.M NP EM PE M I E P E E S N tar deEM ler. EEM EE um dia para minou que pequeno. com um M EE vi um cartaz I SI N S S P N I E P S I S S EM IN surfista sorrindo e equilibrando-se na prancha com Leitura PE e avaliação: nas entrelinhas IN M E S S E N M M mão – divulgando a Eimportância E SI textos E NP na da leidos e contextos EM EM E M um livro EE SI NP EM outra M E P P P I PE M E E tura para os que apreciam os esportes. a pesquiI leem!” N EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 126 .A P sujeitos.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M nunca Ientrou.duas SI Mpaís de leitores? EEBrasil: um M EE a pais e eduSI SI cadores. Ler P S I N E I M para sonhar. SI NP EM por Mtar de ler”. M E N S E N M P SI SI ocorrer? Quem disse EM NP que isto não deve mais PE EE IN EM Pois o E P S M SI N E P E Msó irá aprender a ler ePa compre. SI EEé essencial EM indo sentidos nessa bém SI dizer o não M avaliar SI EMDaí porque NP sempre que EE se obserP P E I E M E P P S N E avaliar N E P difícil. SI SI N E P I I M M E M S S N E E E capaz de realizá-lo. É M problemas E S E N N E P P M M M E SI comentar SI e leitores N de ler. a partir N PE vários auto. M NP de respeito. S é interpretar é ler que ele virá acompanhado de muita conE P S E E M IN NP EM EM versa. mas da educaP NP I P M SIproblema Inão N S E N IN avós. EM PE mais difícil NP NP Educar para S o não é muito PE I N E E I M N S SI P N I S M N SI EE plesmente dizer não. Não devemos nos a difiE N M P I I I I M E E E S S S S E N P socialmente e profissionalmente! culdade PE estudo feito com 200 SI NP EM para ascender PE desta jovem. Eles S M E INurgente “ensinar EM IN IN NP E M S E P I S S N E E ler para em várias disciplinas E estavamSsendo reprovados P IN para brincar com as palavras. que var inadequada. era da universidade. SIIsto acontece N E I E M P I E EE S de quem Eeduca. Uma das razões para esse E I N M P P I P S N E S em algumas N N M SI que precisaremos O fazer para estas encontro foiPEa dificuldade EM dos alunos SI cenas no E M SI M E E N E E P I M P E E Brasil deixe de Não podemos esperar que tarefas propostas. Contou-me aM coordenadora S N P ser raras? N que E M EE M NP uma jovem pediu oSIcancelamento P SI INtornem leitoras EE da matricula se pais no PE crianças se EM e educadores S EE SI P N I E M M P N foi solicitado S a sociedade P não lhes IN não forem leitores. ação no ensino superior. SI EE EM gos. buscando nas entrelinhas o sentido para E S M E E S E E IN PE que sim.

seria a Lei Sde fácil ensinar a ler.ou IN a gostar de sentido M Ensinar Ecrianças. é mister Eler é uma tarefa M as melhores E E N E E P I P P M S sua aprenN PE PE no sentido M gicas possíveis apaixonado escolher M leitura. Em primeiro lugar. EM N E I P I E S E E S S E N P P M seja. Avaliar envolve um conjunto metáforas. que conforme Daniel Pennac (GulIN EE M P E E N S E N P I P P N M E S lei. aluno em seu É possível. SI N N na educação.EE EE da aprendizagem SI S M EM N E P P I M E E P culo XXI. E continuada E gências de formação S sua multidimensionalidade Mverbas dos e por toda EE EM NP NP na necessidade EM E P NP I a vida. SI N P M I I M I M S S S enfim. o escritor PE IN e Bases é conhecidaSou M M EE S M N E P I M de magia EE E absoluta. à aprendizagem Todas essas IN significa garantir o direito EE M têm a ver com melhoria EE questões S E P P M Compromisso do sénas com N EM toda vida. nas escolas públicas.. IN que apontam. Se S N P P As palavras não possuem I P M principalmente I E S N N E S N P I Diretrizes M e mesmo I SI tivessem. P que utilizo desde Ler função EEmediadora EE M P SI N como respirar.EE M reconstruí-las. A expressão diz que não podemosSdeixar I M E E N E I M E P M 1991. O número reE de alunos N M aumentou porque se SIeducação.Avaliar M é acompanhar SI o prazer da N N o processo de construção do capital contra IN SI vani. Parte atender a demanda SI EM M dos alunos. E EM tempo. P a públicas EE o aprender SI a fazer.modelo que S perdurou no EE que SIN EE ampla P SI último séEM PE P M E M N E se alcancem as M metas de qualidade em culo.Em PE EEpromoverIN EM a mesmaSpaixão que S SI M EM E P M E E P S N significa seqüência. N PEconviver. atribuir-lhes SI EM IN P os claros M EE E S E EM P no que se refere à avaliação da aprendi. precisar maior heterogeneidade exiN SI SI PE IN ser comMnas salas de aula. a PO SI EM E PE IN SI “sobre as M N E E cesso. o pecado NP P I P M S tura: obrigar a ler! ENa costuma-seMtransfor. processo de avaliação no sentido mais pleno da paP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 127 . é nossa SI P N E I P I M N E S M N I S salientar a importância do papel do professor no essencial.INconhecimento. levando-o a duvidar inclusiva. significa SIoportuni.M E de Ler envolve. PE SI IN NP a mensagem EM P P PE I S M N E S que foi recebida peloEM N E IN P da avaliação SI Qual hoje? SAprendizasou enviar e a SI o objetivo E leitor. prodar cada leitor. M o para todos e Epor PEescolas e. mais do N E I E M E P E S E P E dades as criana gostar de Iler. 2006) EE S SI EE SI . em EM N P IN P P SIDiminuir os I EE E M E N S E P N E N I P P segundo termo. em S M IN SI S N E E S I M preendido em para todos professores. S P P P os textos certos. sobre as “leituras” que cada I P S Ede N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E procedimentos didáticos cuja finalidade é acompaum fez dos seus textos. E S S N P E I M P S EM M nhar o IN IN processo de aprendizagem.M M EE E P M N M avaliar para PE promover melhores M lavra-EE EE Mque saber ler. EE IN M M S S E P S E M para refletir sobre estratégias pedagómágica. S SI aprendizagem N EM de aprendizado EM N P I I M E E S S N P P EE pelo educador. Etem M S E por objetivo E é quasePE N NP de ler. N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E zagem.M vos significados. EE M SI M EE N S E N P E I P I Avaliar e aprender são dois termos que precitão da exclusão em daPavaliação P EE E S educação-reflexo N S N I P I N M M I M N E sam ser S concebidos S de forma mais para classificatória-. convivo com de S E PE E P M M E P E N N E P M M N gens em seus a quesSI SI várias áreas PE PE significativas. O aprender. conceber PE a PE parte osEE M E E SIsolveram IN Em primeiro e avaliar como inEM em índices de questões têm N E P P P I E E S N N S N P P I I exercício EE terpretar é Sum do olhar ver com melhoria da nas escolas e. SI Na NP aprender.. que despertam nos leitores iniciI M EE S N E N N P I I I M M S N E O que significa avaliação continua? antes já sente o ensinante . E há um espaço interpretada por gestores e escolas no o leitor que se S devidamente N M E E P P I M M M E E P S N N trajeto entre E E EE quesito criaSIno que o escritor penEavaliação. sim.. EM textos.embora todos políticos tenham I S M N S E IN de suas certezas e a comM sido nesse EM sentindo. Maprender E N IN de uma educação digna NP EM para todas PE EM I P E M S E S N S os múltiplos E E N P ças e jovens Ler IN éP compreender sentidos das SI SI EMdesse país. MaEE N em uma resenha E E belo livro EM P P I P P M E E E S N como amar E N N e sonhar P P Diz Pennac que assim N Práticas avaliativas e instrumentos çante! SI EM EM SI SI NP PE IN IN I E E S S N S P P avaliação de temos o direito M a ler por prazer! SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Os rumos no século XXI ressaltam M Por uma mudança efetiva P da educação M N da avaliação P SI SI NP PE ético e EE IN o significado SI Nsubjetivo EE fortemente I P S SI das práti. Aprender é um fenômeno de amplo investimento de I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E ser.de umaPescola M SI E S E E leitor. IN da análise IN do momento de M EM E E S S M NP E E P M educação e reconsos gestores não se M P O mais grave: PE EE em que outro está para refletir PE IN prepararam EE leitura daEM EE P Nacesso IN o maior S N I M P P I truir as práticas educativas. gradação. ensinar M ler! Desde EEa gostar de M E S E PE P M E E M S M E não se cometa. NPE IN M Alberto Manguel M P S EM E gem.M N P I S N S Iestudiosos E EMHoje. como M IN M S E E cas avaliativas: avaliar para promover aprendizaeditora. PE IN NP E I M S S N P não temos rumos claros S No Brasil. Aprendizagem. IN P e adultos M jovens SI de observar o aluno para mediar. Então. de S reprovação resultou. E M M PE EM PE M IN NP EE plementar EE Eíndices M este olhar.para IN IN de promover EE SI ser um S N Epela EM saber S N P I M I EE E E S N dizagem. M M SI E EM mar um S E P M M E E E para nota. no. IN EMportanto. Aprendizagem. N E escola. P para “conversar E E termo continuidade M Nsegundo. nem princípipalavras nos textos. NP EM SI E lugar. P E E PE durante o qual ocorrem avanços e/ou retrocessos. Nem um único sentido. Trata-se de e permanência dos alunos nas Spara M N E S E S N N SI EE o professor PE SI se percebe SI os discursos NP P realidade por meio da qual escolas.

EEM Procuramos IN EE se mediu. S NP NP E NP EM NP M P I I I I M E E E S S S S E bom uso N foi a última vez em Pque a Quando Um dasPE testagens SI NP EM não praticamos. M N E I E M P I nem comPas E para a escola EE S que se Ereflita sobre P É necessário E se acomodar S seus gumento N E P E I N M P para escudar-se E PE IN e carências materiais. há peloEmenos. E SI N E P Enamento da unidade escolar. possível avaliação do projeto. N E EE I S M E P S E M E medida Com a E compreensão desses aspectos é necesAvaliação e M IN NP NP EM P I M I E S M E E S E S N M PE EE mesmos os reorganizaEsejam SI PE NPpara que P NP EM sário agir I N E E I M N S SI P N I com essas P S I dos. E M P N SI IN EM M pergunta PE por SI EEuma primeira IN a ser feita S E E Resumo elaborado Localizado isso. M EE IN IN E E P S S N E P temáticas apresentaram resultados insatisfatórios. nos últimos dos de testagem aperfeiçoamento e funcioEM M P M SI ga escala. se dificuldade no trato Edo SI EE SI M EMnão foi trabalhado P P E M E N N E efetivamente.IN M mental para o PEadequado aproveitamento PE das inicia. M E EE terem dedicado anos. testagens. S tivas de medida em larga sentante daquela S N E E E P I M E E E S faz parte Idaquelas N M Ele idéias mas EE que verbalizamos. pensar em estratégias de O que temos no Brasil. A avaliação N E Enfim. avaliativo. de objetida Prova São Paulo e os I M M E S S S E E P SI EM uma das vos que deveríamos perseguir como racensitário). Pnão a devida atenção para a é relacionar tais mediSI P M N E P M N M SI EE M PE escola e IN IN EM SI das com EEo projeto pedagógico necessidade de planejar. se buscou S EE SI P N P I E M M P N S P com as honrosas mente. M S N S EE trabalho EEM N E I I P M E S S E de proficiência em algumas P com que apresentam dificuldade são medidas discipliN de comNP EMos alunos EM SI PE IN M E M E S SI nas. M NP M P de São I S N EE São Paulo: EE P P SI Padre Anchieta. masSse associa à elaboração SI S N S E M PE I M E E S N E I são arM omissões do sistema de ensino S As não de a medidaPE e a proposição de ações NP valor sobre PE a M EM M EE N SIpartir dela. Fundação 2008 N IN IN P EE M P EE M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S E NP I S M EE 128 M EE P IN M EE P N SI N PE EE SI NP P M I N M M I E S N S E EE EE SI P EM P P M E N N N EE SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M E E S S N E P I E EE E S P N P P M N SI M IN IN M EE SI M EE P N SI S . EE EEde suas SIN E S dendo não pode ser uma amplo que pode tomar N E P N P P I I M S N EM PE IN de juízos O aprendizado IN responsabilidade M EE é uma de Ptodos. P S N EM N PE trabalhada com os aluSI Vieira M NP M Pacheco é: a temática SIfoi efetivamente PE Silva Pincigher SI IN E M Marta Leonor EE EM AVALIAÇÕES EXTERNAS PODEM PEAUXILIAR M N EE SI ESCOLA? EM P M M O TRABALHO PEDAGÓGICO DA E M N P M M EE EE EE SI S N Romualdo Oliveira SI M E In: Educação: fazer E e Maprender na cidade E E Paulo. Cada um deve decorre de P reN SI EE Dessa distinção EE ser res-EM EE EM a situação SI EE P N P P I E M P Nfletir sobre pelo que lhe para transformar S tais ponsabilizado P PE IN N M as possibilidades EE cabe. I M P E E N P M N EE o que. EMfato. deveI PE M EE E S N N N E EM P M P I I I E E ao fato de S que as iniciativas SOutra possibilidade N resulta-PE Nlarse de testagem em deSutilizaçãoSIdos P E I M S N N EE NP SI para oM SI implementadas no E Brasil. PE IN M não assumir a responsabilidade EE S E P M IN N M M a importância E M quanto não muda. PE IN M E N SpedagóSI N E I M escola discutiu coletivamente seu projeto P I M E S S P dessa discussão EE um plano de ação? EEM IN EM que temos possibilidade EE de utilizar P M S N E gico e derivou À medida P P I P S M EE IN EM IN IN planejar sua Nprópria E M dados da S E P I S O problema adicional. nem nestes e as possíveis ações IN a serem desen. IN possibilipal Ede duas EE S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P S medidas em Os resultados das dades de trabalhar com em nível de N SI não nos SI resultados PE N PE larga escala PE Mda Prova Brasil dão SIescola: osIN N SI N E I uma informação. Aspecto funda-IN realizar do projeto pedagógico.PEE E P I N M P P I S IN N divulgação P e sobre So sentido M das tual S utilização delas como uma dimensão EEesclarecimento N EM SI de uma E M SI M E E N E E P medidas S realizadas.S SI NP M significados E N I S M S N I E P S E M S SI que lhe cabem envolvidas a partirPE daí. se é insatisfatório por PE SI o conteúdo SI NP I M PE alunos. M EE M EE se inviabiliza IN SI N S E I E P S P M Verificaremos que Sele é um bom repre. Para a Rede MuniciI M S N E P S M SI EE efetivam na ação cotidiana? EM PE projeto pedagógico Pse M São Paulo. EM PE PE IN M E M (ou Saeb E S E N N E P P M própria instituição? M E EMpartir de Ientão.M EE S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI NP SI SI M EE P N SI NP SI EM N P estão reP EE nos? SIquais aspectos NP Então compreender P M IN I M IN E S S S N I E lacionados se os professores têm EE S a esse trabalho.exceções. o fato de eles não estarem aprenconsiste em um E P P processo M M mais preensão. A desconexão entre Projeto pedagógico EM M SI EM EM IN M M Eé EE Sdessas NP E PE P P sobre o uso que esperado iniciativas. também. particularmente N E N I M I I M E S E S S E N P que constituir em uma ferravadas. esta pode S N E E P S E P IN SI N EM P S I N M E da os objetivos para a escola que explicitamos no ação de modo mais preciso. SIN I SI N S P N I E P S I S medidas processo S EM para o M IN PE em subsídios importantes IN E S S E N P discursoE e prática. trabalhados. pelo menos parcial. então. dimensões. P P M M N N E tema. S M EE faceta retórica da ação M escala. de M SI NP Ao não compreender o que verificar P SI obvia. de I S N M S I S muitos diversas escolas. entre outros. é: em que mediescola. IN M EE S N N P I I M escolar. um P processo de da S S N EEa even. E SI EM condenação P PE a medida IN como uma M ao fracasso. da SI as razões é possível pensar SI de serEE N N PE EA M EE zões últimas SI S N P NP P I P M Refletir sobre isso talvez nos ajudeS a pensar PEE para das insuficiências obserN tal. Esse ser desdoEpode PEtais medidas podem se SI EM EM diagnóstico P IN preliminar M E E N S E N M P P forma que se verifiquem menta a mais nossa brado de ou SI M SI quais tópicos EM para organizar PEação. sua utilização.

M EE S E P menta de comunicação de busca. M SI uma determinada informação e EEM EM NP P IN P P S I E M E N S E P N E N Sociedade da Informação (SI). de orgaM EM relacionado E E S S amplo. S S N P E NOVAS FERRAMENTAS. tecnologiM NP E E P E Mpara ouE M nizar E essa compreensão e de transmiti-la P PE IN M EE P NP atual. I SI S E E isso traz consigo. PEE IN na sociedade S N I M P I Sas M EE S INpessoas.). por seu intermédio. P I uma economia centrada na agricultura para outra M P E E N S E N PE I P P I N M E I S M N S N N E S NOVAS baseada nas E TIC. de comunicar-se. de reN E E àsSsuas possibilidades e limitações para represenSI EM e. SI N N N PE EE SI relacionadas SI Com efeito. aquelas relacionadas com a capacidade N S N I P P I N M M I aprendizagem. em PE PE lacionar-se. identificada como EE para representar EE E IN social. P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S EM N E Nesse proI foram configurando-se P contexto. M de aprender.SI1 e 5) M social e. EE S ao tras N E N já há algumas décadas P I I S E Estamos assistindo S mesmo prinS N Todas Ias sobre o S M NP TIC repousam SI M de uma nova forma NP E I M E surgimento de organização ecoM S E S E E E cípio: a possibilidade de utilizar sistemas de signos P M M P E N PE EM nômica. aplicativos que melhorem S as IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E Tentar entender e valorizar o impacto das tecE E P S S N N E E M P A evolução das TIC e das P modalidades M SI IN comunicação SI NP PE EE IN nologias da informação e Sda (TIC) N EE I P S SI N educacionais associadas P I S M M S IN N considerando influência S sobre as variáEE EE EM SI EM apenas sua P E P M M E P E N N veis psicológicas do E aprendiz que um EE Entre todas criadas M opera com SI EM SI IN pelos seres P NP EM as tecnologias P E E M S M E N computador relaciona. SI e queSse P I P IN PE EE EE humanos. SI SI EE SI FINALIDADES NP P I P M S N E Juntamente com a pressão do mercado. enPE PE obrigadas EE EEtrabalharIN Spara NP EM N P I P M M M I contrar-se ou face a face produzir E S N S S M IN EE EE E APRENDIZAGEM EE SI NPmercadorias. processamento E NP M locidade.EEM IN informação (quantidade. I M S EM M que alguns IN M passado diretamente de M EE NP países tenham M E S I E PE P E E M S M E E E NOVOS P N E ECENÁRIOS. 2010 SI global para um novo espaço SI a ação SI NP PE EE I M M P S E N E (Cap. S com os conteúdos e tarefasSde com M S N N E de representar e transmitir informação revestem-se EE SI EE SI EM colegas M P PE P M seus ou com seu professor. seria. que comporta noI P P E S transmiti-la. sociedade e educação: N E N N P contínuo E P novos SIN dados. EMcomo noMque se refere N N E E P NP I I M tar a informação. o SI EM NP EMaceleram SI Nde Psurgimento IN I E S SI N S uma M encruzilhada de influências PE P I comunicações. EM EE SÉCULO XXI P I M E E P S N E eM trocar inforM P N PEA facilidade SI para se comunicar E E EM PE EE IN SI N E I P S mações. que N M M M SI SI exige mais EM PE M M de PEE EE EE E rapidez e segurança na transmissão N EM E E P P I P M E E E S Tecnologia. para o aprendizado e para a M E E N E I M E P M E M S E N NP EE EE M EEação social. além PE IN Coll. I E S E E S S E N P P M P M 1 SI gressivamente “novas formas sociais por IN M CAPÍTULO EE meio das SIN IN M M S E P S E E M E M não estão quais as pessoas IN a viver. Diferente profundamente entre SI SI N si quanto IN P I N M M I S S vas maneiras de trabalhar. diferenças têm. junto com a enorme redução de que EM N P custos E P I S M N N S N I N E M P I por exemplo. pratiEE SI NP EM especial EM SI EM PE e P vista. coordenadas espaciais e temEM N EM M P I I M E E E E S S M E N E oferece e transmissão de informações que P M etc. S EDUCAÇÃO P P P I oferecer serviços ou M manter relações EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E sociais EE SI NO NP M significativas”. práticas deEE organização SI formas eEE N P I I M S S N Na verdade. uma abordagem tendenciosa M E E E SIso ponto Ide EM N E camente todos N P P os âmbitos de atividade das pessoE E SI N S questão. S S dessa ve. Carles Monereo SI NP EM P P PE I S M N E N S N e complexo E M e colaboradores Artmed. NP NP outras Pcaracterísticas SI uma ferraN M I I I a Internet não é apenas M S acessibilidade. PEalguns EEporais SI EE por sua vez. vem ocasionando. SIN EEextraordinários. distância. NP PE IN e essas N NP P N I S SI I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE S E EM EM E M PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO VIRTUAL E PE E P P M N E N I N SI NP SI SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 129 . trata-se de um aspecto muito mais P P EE cial até o modo de compreender SI EM M com o papel dessas IN INo mundo.NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE M EE P N SI M M EE E P E M N M EE E EENSINAR COM AS NPTECNOLOGIAS SI EM APRENDER E I P M E S EM P P M M M INE DA COMUNICAÇÃO EE INFORMAÇÃO M E N E E S N P DA I P M I E E EE S N E S N P P I P M I E S N N S N EE SI SI EM NP SI P I M M E S P IN M EE EM EE S N M E E P P I M M M E E P S N E César EE disso. suma. serviços ela constitui. do nosE N E N porque afetam de uma importância. assim a I E M E E S S E N E S E P P P M E à transmissão E de viver. por extensão. política e cultural. INP N P P míope da I desde as M M EE S S N soas. M E de pensar.

as barN mais do Eque S M N E I N I N E M S E P S S N SI foram EE reiras espaciais PE rompidas definitivamente. mais o contexto sito indispensável. Como assinala Cebrián (1998. em trada. contudo.S no qual o trabalho coletiIN SI SI meio adverso IN P• S N M S E I S N E I S complexidade que presidem as atividades e as revo era crucial e a possibilidade de se comunicar de M E PE S E P M M N E M requi.PEE EM a um processo SI EE SI P N I E M M P N S Pmuitos aspectos.EE te à “diminuição e a dispersão S SI EE NP EM P M I E P E E S N ficialidade. Iimpede NP NP EM p. P de modo na IN E S S E N M M M SI natural. E escrita. podem SI NPlevar facilmenEM Os Mmelhor”. EE to. É imEE EE está contribuindo. mas S E P M IN N M M E M para selecioná-la e N P SI necessidades EE ausência a natureza às do EEconfirmarEM EE humanas EM de critérios SI por meio EE P N P P I E M P N S N P veracidade. por EM SI E M S M E E N E E P momento. àEM supernovos meios audiovisuais entraram nos centros edu. de consM EE desafiosSIcomo: I SI desenvolvimento N S P N I E S I S manipulação. SI N SI p. IN informação M Sda SI características SI NP EM I EE natural (fala e gestualidade). EE M E S P que são relevantes para a educação caracteriza-se pela E P P M M E N N M N EE SI EE EM SI necessidade de a SI adaptação M EM NPdo homem EE primitivoPE P P I E M E P N N P EE A complexidade. “a PE M E N S SI N E I M P M S a dúvida o aprendizado. Há M indivíduos estejam mais e melhores EEde adaptar PE mais se trata apenas de sobreviver. PE IN N Implica P sua em o risco de técnicas alimentares.algumas PE das da comunicação na Ie P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S A primeira. P M M méto. fenôN SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 130 . SI N eN de como imitadora da realidade. embora P à infor. provavelmente. influindo S inEM desseM IN de de informação. etc. P o telefone.” PE como espetáculo P P M SIdocumentação N S N INcultura da imagem e do McomM EE diferentes SI • A preeminência da Graças entre S SI à interligação E E P M M SI E de expressão E PE assim. a uma realidade que está le. S S N N NP SI SI EM M PE M pectos estreitamente relacionados com preeminênNaEM educação.Nessas tecnologias de comuniE SI E SI E P E I M E E S P M N E P P encontram seus referenciais na SI.181). A simulação de todo P E tipo de objetos. Há um consenso bastante generalizado em S S N SI EE EE SI EM EM P P considerar três etapas-chave no desenvolvimento M M E M N E N E M M contexto da mudança M EE SI SI tecnologias NPseu efeito EO PE . A cisão forçadas por uma necessidade de responder época SI partir desse N E P P M N M M SI uma mente N N atual. excesso de informação ruído. para strictu da Informação. S clamação e a transmissão e reprodução do inforM E E S N E I E M espetacular da quantidade e S M NP Aumento do fluxo de PE M M EE NP SImado. que. NP do nascimento – de seleção da EM PE EE excesso M toxicação EEEstá na origem EE provocada por esse SI N EM E P P P I PE M M E E “infoxicação” – e. de excesso E vestimenta. PE SIé contrária à reflexão. PE aINinterdependência e aM um e hostil.lações dosEindivíduos. 1997. EE M foneticaEE capaz não IN SI decodificar N S E I E P S P M M E S N N PEaprender os imprevisível. M a pensar obrigas a pensar analógica. das instituições se constituía em um I E S M E S E S N E PE EM físico imediaSI Precisavam PE estar fisicamente NP Não éPE NP EM e dos países. SI desenvolver SI Sociedade N P E NP P I P M N E M determinadas pessoas maneiras de agir. E S NP NP EM N abstração e reflexão.IN sa e de educacionais SI EM de envolvimentos PE PE IN e de alguns M EE EE E S S N E P N P P I I influências dos de ensino eSaprendizagem – a imitação. não S SI NP a ela Inão M do ser humano E N I S dade de acesso garante. no qual estas Ssurgem e Sse mas EEM sentes. capaz. embora não exija a presença física dos S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M passar da informação para o conhecimento. e até a P M E E dência. sujeito Essas estão naEM origem de alguN EM SI a uma denPEmodalidades IN M E M E S SI mas modalidades N E E P rede de inter-relações. I NP Nclara e eficiente E E maneira P I M dos grupos. INP mação etc. deIN permitir uma comunicação entre E usuários E PE EE IN das coordenadas E P S M S N E P E M P N da comunicação. das mensagens. São asinterlocutores.. IN conseqüência. o principal objetivo da E N M P I I I I M E E E S S S S E N velocidade educação formal. a deS mútuas.IN EM EM PE IN IN M Ee S N S E P M PE I • Informação. cação em M M SI EE um ensi-SIN cia da informação PE IN IN EM EE rapidez dos P EM S S N EE E P • A processos e suas Pconseqüno centrado em textos e no nascimento dos livros E I N M P I P S N S corresponN de de-IN EE ensino à M SI Rapidez ências. NP EM I I P M E S E P P N um contexto muito mais amplo.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S implicações do ponto menos. que é muito parecida com aquela que N ocorre real-EM ciais e temporais SI O ciberespaço.5). situações e processos fazem da internet N E N N de vista educacional. nos processos de tomadas didáticos e Pdo distância. espetáculo. A e a faciliA segunda etapa N E P E I N M P E PE IN os IN das espécies. cacionais. IN de mudança contínua M apenas de e. P de espaços e de Etempo para a conteúdos de maneira SI • A escassez EM PE PE IN M tem sido. à também. PEAo primar essas formas IN chegamos. sobretudo o desafio de conseguir escrita. a formação de PE submetida SI EE alfabetizada. requer E certa proximidade. o rádio e a Itelevisão. estamos EM dos sistemas de comunicação SI Com a chegada PE e dificulta EE IN EM EE P M S N E PE P I E mais rápido. Como P S I N E I M S N da atenção. S de pensar PE portante dar destaque aEpotencialidade IN IN M da internet SI E S S E N P M M E PE sentir.EEM P como complemento da M à padronização I E N M M ainda não I E S N P E N E S E (Adell.S E I P I I P E S NP S S N I P I N M M uma realidade paralela. M E digitais e à internet M putadores E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE nas M EE sensu. que sobre o restante M S N E P S E M S SI PE IN informados. por exemM EE EE SI E NP I M P P I M S • A transformação M S espaplo. de trução. mente os grafemas como também M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E significativa para utilizá-los. preI N E E I M N S SI P N S I SI N desenvolvem. N S N da sociedade dominada pela linguagem M educação. IN M SI PE EE I S E E P S N M qual ocorre a comunicação o espaço virtual no por mente. Hoje. PEE M N I E M P I E abundância EE SrepresentaPa E clara hegemonia E de informação S informação.

nômade”. EM SI SI NP PE IN I E E S SI E FINALIDADES N S P PDa competição individual à cooperação EDUCACIONAIS M SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Tradicionalmente na educação formal e M A primeira aproximação tem sido orientada ba. EM mais freqüência.)” (Cebrián. SI EM PE PE IN “Au. os valores e sistemas I M M E E N S E I M M EE EM NP NP culturais PE que estão S dos grupos no poder e contam EEartificiais”. Também M P PE S N E N S N E M P com suas SI ações. S N P M I EE de E significado E diferentes. como atividades Novas ferramentas M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I liação. encontramos com da mais o foco outros contextos de ativiIN EE e introduz SI cada vez NP EM EM EMem todos Sos PE P M E E E SIdade social. Edemais. SI M cunhado N E NP S N I N E M P I se empreender I entre os países pobres e pa. S E P M PE NP EM PEincorporaPdecididamente IN Mturma. M desenvolvidos. torna-se SI SI de “aprender” PE EE IN M P S EM N E decisões. EE P I E M P S N SI P E I capacidade P IN meios e Sa IN com Sos EM EM difundiIN PE IN EM para serem S E E S S E N P P M P M Do dos. estamos falando dos chamados “agentes globalizada. SI as distâncias EM a fun. IN M EM E E S S M NP E E P E M de avaas atividades de avaliação. E DAPINTERNET: EE N EAS INFLUÊNCIAS EM P I P P M E E E S N E N N P N CENÁRIOS SI EM NP NOVAS FERRAMENTAS. da Imesma EE M da mesma E N dos aprendizes escola em pesquisas.IN meis é a S P P possibilidade de expandir as opções tem um alcance N ePum M EE S N E N P I I I M M E que não S sejam IN S E aprendizado paraEE outros cenários dendo criação e negóEM de cadaScaso: de produção. ou do mesmo o que geralmente as variáveis relativas educacional no SIN PE EE EE SI ao contexto N N I P P I N M M S competição M S em entrar em N E N E SI A terceira se traduz qual aprendizagem. SI uma cidade EE SI SI EE SI (. mobilidade e coopeE P M M E N PE EM em que NP EE possui. de IN seio de Num M P E E E I P P N M E integrar em S M neste mesmo N SI 187). N ou para N rendo instante 1998. um “espaço N E E M I E M E P S E P P dissociação EE M M N E à adaptabilidade não físico”. SI E N S E P P P E suscetíveis SI EM N N deSIN grupos virtuais de heterogeneidade das comunidades e torna-se pa-PE grupos Ebásicos PE SI NP N SI N P M I I M I M S S S N funcionar tanto em contextos laborais quanto de fortente a necessidade de trabalhar conjuntamente E I EE M E S E P P M M E comuns. O ou “escola consumo Pe maior depenE E M ricos. As expressões. Adaptabilidade. M S E SI A segunda N E P E M S M N SI PE PE nível educacional.M mação.M P N SI escoSI NP PE competência EE das TIC IN SI NP EE lar. na verdade é um “não lugar”.. EE os grandes problemas SI ou chega-se EM P P M M M E E (1998) identificaram N N a mobilidade E P NP Mittleman e Briggs sete aumenta a EM M I E M EE E SIdas pessoas. SI depen. E S I E PE P M E E M S M E E E mesmo Sno PE país ouNP juntamente atuações profissionais que estejam ocor-PEE potencializada.EEM NP são cada P IN P PE SI Em umNmundo I E M E N S E N E I P P papel que Elhe corresponde. EE o “tempoS vivido”. SI e-learning ao m-learning N IN M vão seEM EE IN M SI S E P S E M • O surgimento de novas classes sociais: os E M E E N E E I NP EM Uma das NP PE na SI NP de futuroS mais verossíPE perspectivas M A M Mparticipação I E SI “inforricos” N E E SI e os “infopobres”. S SI N EM a apresentar EM e organizar SI que tendem N P I I M E E S S N P P EE as atividades de ensino e também SI EM M IN e aprendizagem. Ocorre uma entre o tempo M N I N E P E I P I E M S E S eo N PE Pou IN interlocutores M PE pessoal.S Modifica subsN capazes P I P M agora IN I E S N E S N P M I S SI tancialmente de em um alterego para o aluno –Sou o contexto das atividades e das PE se transformar IN M M EE práti. analisar íses a sociedade dual está sendo M EE NP de campo. entendida em um sentido amplo.. e vice-versa. como atividades e tarefas de grupo. p. maior será a usabilidade. N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E desafio éP que os programas sejam • A homogeneização cultural. auxiliando-o de modo cas sociais e econômicas.M M EE E P M N PE M EE M EMacessibilidade E Da e usabilidade SI redes. dos SI S N N E P I N I E M S N SI Quanto e a adaptatempoSdurante o qual se tem acesso à informação M SI EE NP maior for a acessibilidade EM E I P M E E S E EM P bilidade. omissões dade e cultura. SI EE com os SI amplia ainEMocorre a M P PE P M E N E Frente a essa postura. além dos especificamente orientados N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE experiências è educação.abre imensas SI S E possibilidades para mento das diferenças E S S N P E I M S conEM M trabalhos INtrocar reflexões. cresce EE são compartilhados.M EEcompetente ou executar de maneira ração. impondo progressivamente. de I M M Ncio nos países E E S I E N E P E S dência econômica N segundo o termo por P.IN S M E P M EE E todas as E equipe de trabalho –. níveis educacionais. S NP M EM E P I M E E P S m-learning N os P tipicamente escolares. ou consegue-se umaINP vez mais reduzidas. SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S proprietário N São tarefas Software livre ou S M e poder baixar ou SI M IN nas quais NP somente no caso de cada E I M E M S E S E E membro do grupo contribuir com a informação que operar on-line. Steger. Afeta facetas S para umaM N M E E P P I M M E P S N E PE expressão IN EE M personalizado em E suas tarefas possibilida S atividade eIN da a EE PEgraças à P SI IN humanas. O M comunicada. NP P I P M S N de equipe pessoas geograficamente M EE INum trabalho M M SI E EM S E P M M E E E afastadas entre si. e cultural nos países pobres. as fronteiras desaparecem S e çãoN SI SI N P I M M I S S N S solução ótima ao resultado procurado. demonstrar I P S SI a própria significa mossicamente ao estudo do impacto do uso N P I S S IN EM os processos M ao resto EEM IN M S E E trar que se é competente em comparação sobre cognitivos do aprendiz-usuário. Sintetizamos os sete grupos em quatro granN N problemas E EE EE para resolver EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P des categorias: P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 131 .

S EM IN te. P guardião do IN currículo começa a entrar em crise. IN SI N S E I E P S P M M E S N de interação. base em um ou paIN seja.M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 132 .SIN dade as coordenadasNespaço tempoM de utilizar recursos EE ser capaz SI NP E P I I M os meios M E M S S N E E E P interativa. segundo se afirma.EM EEprocessosSIN rar e pôr PE e projetos I IN E EM EE P S S N E E P soais levando em consideração o contexto ou mar. Junto componentes. mas que N profissionais nos perfis e. de um de um Iprofessor transmissor de E N PE (atender EE IN cada cenário EM prota. Não se trata de por a pessoa dentro do mundo EM NP M P I I I I M E E E S S S S E N P Monereo e Pozo fictício PE mas de integrar o SI (2007) assinalam que NP EM PE gerado pelo computador. “equipes EE M E S P dessa oferta de meios e recursos. finalmente. gruposNde que S E P M IN M M M N PEe res. I P P IN S N EM S I N M E N I M S co mais amplo.M EQuanto amorosos. IN essas M E N S SI N E I P M Visitar um S EM competências precisam ser Eaplicadas e utilizadas EM computador ao humano. ter um bom relacionaos papeis de PEE E S EE SI P N I E M M P N S P IN mento.des E P S M S N E P E M trocas entre seusP alunos e M cliente no N gonista central Edas SI IN cenário profissional). IN SI substituindo-os SI 2.PE em SI EM previstas ou conhecidas. ElaboE SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P P entrada em cena dasSTIC I leva os em prática N planos de vida A M M pes.E(3) nal próximo (viescala. colaboram e se ajudam demandas previstas e. grupos NP IN PE informação. I S N M S E I S N E demandas S seletor e gestor dos recursos disponíveis.EEM EM EE básicas M Macrocompetências. PE • e instrumen. com E freqüência. das Nesse caso. parece inevitável independentes entre seus membros. ou M S M SI EE NP E sobre o funcionamenPE M I E P E E S N ção formal e informal quanto a aprendizagem e a EEM to do barco a vapor ao mesmo tempo em que naveP P M I E N M M I E S N P E N E S da vida. EM PE IN IN M EE de. as pessoas 3. I de maneira E E E S N E E SI NP NP EM NP digitais. com P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S N prazo.SIN S N S E P M PE I No futuro. grupos de trabalho virtual que devem atuar M E E S N EE PE M inesperadas NP situações EMconfiar mais em sua qualificaçãoSIe em suas verão em e nos quais são P I M E M E N S N E P EM EE SI E PE EM SI inde. PE formas de interação que as S muIN IN M EEas TIC propiciam. grupos de trabalho virtual que atuam N S sobre SIContinuamente. P PE IN IN conhecidas. e que estabelecem as relações com M M E M N E E E P M M E SI SI EM PE PEformato colaborativo.competências para encontrar trabalho do que na potencializadas basicamente as relações de N E P P E I N M P P S E com a ScresPE IN IN SI entre seus N M pendência E N I segurança de um emprego fixo. previamenS S N E SI E SI EM EM P PE em suas tarefas escolares com sua espantosa fateNplanejadas.SI E IN S E E P S N M proativos – no sentido tornos alimentares). M M N E M I NP N membros E esclarecimento E mas cujos P I M consultor no de dúvidas. orientador estabelecem relações de cooI E S M E E S E S N M E PE deman. baseiam entre PE em relações de interdependência IN M E S S E N M M E NP competências ou comseusSImembros. M E S E N N E P P M M E EM SI SI pessoal (relacionamentos N N PE fa. emergentes E M PE (trans. através da internet. cilidade. 4.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M grupos EE S aparecem de estudantes 1.Mespecialmente tos ral e o acesso aos recursos. SI M EM NP EE P P E I M E P P N N E PEpapéis deM sor de pelos de trabalhoSvirtual que são centrados.PE educacionais para além das paredes da escola. o professorado de trabalho em rede” E P P M M E N N M N EE SI EE EM abandone SI progressivamente o papel de E transmis(networked teams). S N S E bates e discussões. diante SI No médio SI NP EM I EE Por exemplo. Cooperar. (4) símeis. aoSIpapel de professores e alunos e às EE EE o cenário SI N P E NP P I P M N S M miliares). M nosso mundo SI PE IN E EE P M S N E PE P I E M(1) cenário nos cenários parque temático e aprender sobreIN a história milenar P N sociais: S quatro grandes M N E I E I N E M S E P S S por uma M N SI enquanto EE da China PEpasseamos INentendido em um sentido SI NP amplo e inE grande Meducacional. bairro) e mais afastado (país. E I E protótipoSsobre N SI profissioformação ao longo (2) o cenário um um M Mississipi feito à PE NP P I P SIgamos em N S N E N M o cenário SI e laboral. SI E S E N P E M M E SI N e problemas danças também parecem irreversíveis. conseqüentemensão M previamente EE I SI que não E N S S P N I P S I S nos processos de formação. EE SI NP EM E P P P I PE M M E E petências-chave que todos os cidadãos deveriam S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M adquirir podem Novos cenários E S N ser agrupadas em trêsS categorias: N E NP SI de atuar SI EM M P M M • ser capaz com autonomia. M péis e funções M SI que. dos E NP E EM P I M P E E de interagir socialmennos ocuparemos mais destacar S N adiante. N E P P I M E zinhança. já absolutamente verosSI comunitário: SIsão possibilidades EM PE M E SI E EM região). P S I N E I M S N E cluindo tanto as situações e atividades de Eeducamuralha feita de papelão. as N E I I P M EE E S S E P P N M M E os membros do grupo N funções que SI IN M EE M EE assumem são S SI interdependentes.EM e guia na EE projetos Ee SI Pabordar NP NP realizaçãoPde mediador de deperação com a finalidade de essas I N E E I N S SI P N I P S I EM M M e alcançar as metas desejadas. M alunos as possibilidades EE M e modaliEE e professores. A imagem M de três granEE podem ser EE NP Situações SI E NP I M P P I M S tipos: prototípicos S informação. E SI de ten.M Deixando de lado as metas quais S E SI EE e conteúdos. Equeremos P M N M • ser capaz EE em grupos M SI estão sofrendo NP aqui as mudanças que P M SI IN E te heterogêneos. M S N I E P S E M S SI PE IN dos trabalhadoM cente competitividade e mobilidade EE PE trabalho virtual. E N N E P I I P E NP S S N I P I N M M que. NP E E P P I M M M E NovasP finalidades um IN E que torna S E Po IN imprescindível M EE EE E S S N E P N P P I M apoio mútuo entre S SI eles. Eauguram M SI enfrentar EE mudanças radicais no também devem EEmercadoEM EE situaçõesSIinesperadas EE P N P P I E M P N S se laboral. tutorPEe também.

Existe um N E EE caso. eminentemente transmissivas. especialmente I P N E P M S N SI EE PE interesse EM repre.emblemático Epara todaINuma SI o Napster. aPE incorporar Em S vez SI IN disso. Qualquer usuário pode utiliLINHAS E SEUS DESAFIOS M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de uma página Web em outro M P M zar o conteúdo N SI conSI NP PE EE IN SI sobre a natureza NP EE texto e S I P SI acrescentar aplicações específicas em uma É preciso ter um olhar das N P I S S IN educacioEM M alheio EEM IN M S E E página pessoal. N N buscar PE comEE SI SI NP processar.EEM M EE S E P E da é uma idéia experimental que conta com alguns NP M EM EM M P I IN M E E E E S S M E N E P M PE SI Eprotótipos. M EE NPforma de conceber a Sinternet EM E I P M E E S E EMusuári. SIN (webmaster em um termos é realizável em todos EE administrador PE IN SI educacionais NP EM P P PE I S M N E N o que. uma EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M O equipe docente ou um professor com SI declínio desse período coincide com IN muitos anos M EE o auge SIN IN M M S E P S E E M e posterior EM fechamento de um com sólidas concepções objetivistas Ede experiência. S N E M P que é quem SI o professor no outro) determina textos educacionais. Uma escola.INP IN colaborativa ou procurem e contrastem informações M E M E S E PE P M E E M S M E P E E um determinado PE A expressão Web 2. SI N P M I I I M S S binarIN e transferir informação. NP e com práticas EM N P I P M geração.).0 começou a ser diversas sobre tema. SI educacionais.M M EE E P M E N Pprevisíveis: M EE M EM SI E Ferramentas tar pôr em evidência e resolver problemas latentes N E E M I E M E P S E P P EE M Mchamar a N E da Web 1. A anexação do conteúdo mudanças que podem ocorrer nos atores S E P M PE NP EM PE IN M conteúdos. E. é claro. vozes autorizadas. E de implementar N NP dificuldade usos Eem E M E P SI os NP SI P NP E I P I M N E S M N I S todos os níveis alunos no outro). como daquelas que ocorrem e atividades SI SI em situações N a EM EM SI algumas N P I I M E E S S N P P EE do próprio Bernes-Lee. sobreviveu gem e foi incorpomas dificilmente E M P M na rede. corresponde. EM P PE P M E M N E baseadas em dinâmicas deIN colaboração etc.0” ou “Web semântica”. à infância da rede E poderíamos acrescentar que NP SI e PE M M EE nem IN S M E P M EE E E é tecnologicamente “Web 1. fazem agoI M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N encontrar. E P M M E EM N PE M NP EE apenasM EE sobre as localizável e acessívelPE – os computadores. saber como acontecem essas EE SI e coopeNP EM EM S EM PE P M E E E SImudanças ração. SI EM em que E PE EE IN SI farão usoPdestas N E E rada à propostas da nova fase da internet para que os estudantes participem I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I 2. NP ra.INPprimeiro sistema S P P P de distribuição de arquivos de vavelmente acabarão M EE S N E N N P I I I M M E S S S N E pularidade massiva. Ncícios autoadministráveis PE do Napster. educacionais nas SI EM presenM quais as TIC não estão IN já estão IN anunciando uma M EM E E S S M NP E E P M a da E nova Eetapa no desenvolvimento da internet. os processos os EE SI EE SI resultados. EE NP PE IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 133 . também. TIC em do sistema. M é o sentido P E. tes. as práticas. SI SI PE EE IN M P S EM N E quando e como. plementar as aulas expositivas com leituras e exerEE A filosofia EM NP que estava na ori. tudo que viável e pertinente em S tem sido denominada N M E E P P I M M M E E P S os con.0” ou N I SI S E estamos hoje.0” ou fase “pontocom”. a armazenar.M P imenso repositório de conteúdos ao qual os Como afirma Suarez (2003). PEanalisar qual PE IN das mudanM EE EE P Nsão IN e se elas S N I M P P I “Web 3.0 ou procurar atenção sobre situações inM N I N E P E I P E M S S do N SI PE PE IN M PE justas ou EE pouco satisfatórias (aSregulamentação SI N N E P I N I E M S S TIC no âmbito SI IN Esta como um uso das escolar e familiar). PE para procurar P IN é pertinente P M I E S N N E S N M SIpor assim Idizer. EM NP precisam ter na “era EM (free software) SI N PE usuários IN I E E S SI N S P P verdadeiros protagonistas ser os de seu próprio cresM SI IN IN M M EE EMERGENTES S S M E P P cimento e sofisticação. e em S E SI nais. dos conteúdos aos M quais os usuáOs estudos realizados até agora evidenciam a I M M E E N S E I E P M E M podem acessar (os Einternautas S educacionais das Erios E um caso.SIN PE abre perspectivas de Isumo para o desensuas formas de interação (osPdiscursos. M M I E S N S S M IN EE poEE utilizando EE as TIC para SI com.uma visão da SI inM IN internet cuja NP proposta é de que a E I M E M S E S E E formação possa ser compreensível para – e não zagem. A Web semântica é generalizáveis e transferíveis para Sças M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N outros contextos e situações de S M ensino e aprendi.0 à Web 3. seria melhor Spesquisar como EE A rede SI e SI começou IN P P M proveniente Sdas mais diverpodemos utilizar as promover a aquisição N M EE TIC para E INcoordenarSIinformação M M EM e o desenvolvimento S E P M M E E E sas fontes. EE alunos e M M E N denomina-se sindicação de A Web 2. S A rede semântica ain. as EE E SI N N P P I N M M S M S de propostas N N E SI volvimento pedagógicas e didáticas sentações.SI M EM E P I M E E P S N contudo. SI características EM NP e qualiP IN P SI Ter um olhar I EE E M E N S E P N E N I P P com a finalidade e isso de que dade das situações educacionais que podem induS N SI eles possam SI PE IN realizar M M IN SI S N E E S I M exatamente as E E zir a essas mudanças. S mesmasMtarefas que os humanos e M EE Ecomo realmente NP NP EM E P NP I não se limitem apenas. EM e se elas têm características diferentes N E P P P I IN E E S N N S N P P EE Contudo. trabalhem de maneira E S S P E I S EM EM M social”. conhecida como “Web “Web em fóruns de discussão. N programa PE PE EE pro. nem tudo que é N P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S E acessar e baixar tecnologicamente viável SI em termos os podem N arquivos. IN M utilizadaPEE P E E N S E N I P P I N M S M N N aEE partir de 2001. O software (open software) e que as pesEE N das competências E “se abre” E EM P P I P P M E E E S N E N N P P se liberta e os passam a SIN soas SIno conhecimento”.0 os professores.

N S SI as (apresentações. as escolas tinham como função principal e a resolverem os problemas que E P P M M E N N M N EE estáveis. o entendem a P tornar-se difusas e no futuro os procesNP EM colaterais EM SI IN M E M E S SI sos educacionais N E P e o aprendizado. PE NP NP EM É necessário acrescentar ainda la e professores. Neste os alunos. às vezes. criar e transnalidades claramente educacionais.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S colar. Smelhores EE falta Ede virtualizadas. para ensiná-los M do ao mundo M SI SI SI NP EM I EE a interagir com ele E EE M S P marco. segundo P E Ao falarmos da educação esN das finalidades EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 134 . N EE glossários. I NP N E E que exatamente P I M começa e termina a ação de I E S M E E S E S E IN PE EM as críticas que.). N SI a partir da EE EE SItodos os países. usos centrados EE EE P M S N E P P I E M alguns aprendizados adquiridos nas ção.). sexismo etc. EM PE EE comentando. não devemos esquecer que os sistemas eduCenários educacionais prováveis: S N E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M cacionais. Neste M E E S N E E M SI NP as comunicações emocionais. descobrimento. PE e alu. PE SI NP EM vas gerações PE de indagação. uma espéI N M P P S SI IN M EE NP IN do uso M S I ambientes e professores virtuais por meio cie de “megaescola” na qual a ubiqüidade das TIC E P S E M S M E N E PE tecnologias móveisPe E EE e o desenvolvimento generalizado das TIC. tudo M N E I E M P I E EE S E P E S complexas e expressivas. segunda metade do século educação sem paredes S S XIX.nal. ao menos por enquanto. entre professores e conteúdos. onipresentes. direção de M que podem acaPE M EMaponta na EE• restringem NP SIsentido. E N I S • potencializam as relações sociais superficiM S N I E P S E M S SI PE IN M ais e. Mlegitimada N instituição SI EE PE IN IN EM por EEM EM SI mitir o conhecimento EE P S S N E E P e à proposta de substituí-la 3. lhes são apresentados. exploração. a ler (leituras. EE SI S N S E P M PE I lidade. infraestruturas EE EE SI e equipamenEE P N EM P P I E M P E Ntos de TIC S N P N E I P I N a agressão os pedagógicos e didáticos M e com projetos S N • permitem SI P PE verbal. aos seguintes M praticamente qualquer lugar EE M EE IN SI e situação. basicamente apoiada em textos escritos. M EE o ensino e EE finalizar o capítulo SI N EM desa. nuam os depositários da culUsos centrados nos ativiI sendo. IN M E N S SI N E I M P I M M E S significatividade.). quem melhor pode Finalidades potenciais: entre P IN M E E N S E N M P SI realizar essa mo e os EMtarefa são NPmovimentos sociais SI PE EE INos professores. favorecem a irresponsabilidade EE vez mais PE aula e escolas cada ea 1.EM E M I E S N P N E P I informa-N E e porque. EEM das SI Ndas P P M I N M I E M S possível N N redes sem fio tornarão P inaceitáveis.Npor M E E E S E P P P I que podem M dade autônoma e autorregulada E S NP N EM N tura e os únicos transmiti-la para as nodos alunos (ativiE N M P I I I I M E E E S S S S E N P em condições de confiabilidade e dades experimentação. EM EM P P assentaram-se. Salas N de S E P M IN M M I M N PE M compromisso. etc.S PE I N E E I M N S SI P N S escolares SI Ne à internet SI EEpor seus EEM às vezes. SI EE EM ensinar SI conteúdos perduráveis. usos centrados na S EM alguém Schegar a Eser M um SI Epara NP apresen-PE – são fundamentais EM M I E P E E S EM N usuário tação de informação pelo professor P P Mcompetente I E e transmissão N das TIC. M N P NP P I P EE N S N E N I M e transformadas em conhecimento pelos aprendiP I I M E S E S S N P EEo neoliberalisPE e. P• PE PE M demonstraSIou por especialistas N SI N E I N I I M M E S ções que estão na internet precisam com freqüênções. organização e exploração dos S • porque M N IN N conteúdos da NP EEe a escrever PE aprenderSa SI SI esquemas. selecionadas e entre os M municação E S E N N E P P M M E EM SI SI N N PE E(fóruns. EM aprendizagem P SI escolas – como falar. SIpropostasIN EEpelo SI P E M M P N S motivos: P IN menos. museus) nos S quais S P N E N M N SI SI PE atividades M M ao Edescrédito da escola como realizar EE e práticas com fi.M E P P P I PE M E E modo necessariamente esquemático. So insulto e SI IN M SI EE S N E IN diversos “ismos” (racismo. pessoal que. para nos chats M EE que possam EE contextualizadas SI ser assimiladas SI etc.Scomo já assinalamos. são dirigidas às TIC dos estabelecimentos NP EM As paredes I I P M E S S P N EE efeitos negativos para a educação. SI EM EM zes. etc. maN M E P I SI N E P S I N M E I N E pas conceituais.) que tentarão aproveitar as potencialidades dessas P I M E S S E N P M M M SI N Vamos de tecnologias para a aprendizagem. bar surgindo três cenários claramente N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP M interdependentes. na interação e na coS S e usos centrados E E P SI EM EMparticipantes.EEM a) com relação SI será possível SI N E P I M E E S P M N E P P para conservar. Um cenário global e onipresente. soescolar sentiINpara dar N PE M EE E EE S N N E P P P I I I E S S que rodeia N N e culturais S N ciais relativamente homogêneas. EM E P S M SI N E P M P N b) com e SI EE IN relação à falta de compromisso EM M SI Psocial EE IN S E E P S N M se afirma as TIC eSIa internet.).cia ser filtradas. na apresentaS P EE IN EM etc. S E o aprendizado Essas são em PEE EM devido. P M M sino dentre elas: ocorrer onde Eexistam EE SI EM PE IN Pdeverão IN M EE E E S S N E P N P P I M qua• promovem uma comunicação de baixa tecnologias disponíveis e adequadas para S N SI EM PE IN mediar IN M aprendizes. Expansão das salas de aula e das escolas S N N N E E P P EM SI SI SI PE urgentes: PE IN Epara IN M fios especialmente outros espaços (bibliotecas. em sobre a idéia M M E M N E N E E P M M SIdeve servir SI A educação EM PE PE de Estados-nação como construções políticas. N S E I E P S P M M E N PE • os professores conti. Os novos cenários educacionais NP IN SI necessários SI NP para o cultivo Ique PE I S N M S E I S N E nossos M S “bom” cidadão em um determinado Estado naciose abrem aos em E PE SI E olhos questionam o ponto P M M N E M esco.SIN M escolas e S EE Porque as SI NP E N P I I M E M S S N EM E E conhecimentos e na P enquanto. PE IN professor M E ordenadas. alguns 2. E nesse SI M EM NP contexto EE as TIC são P P E I E M E P S N N E PE de umM institucionalizados.

Por S IN cação formal a das socide um lado a S possibilidade de utiSI EMe escolar. da S E P PE EM NP EM PE nessePE IN M e da aquisição M E N por meio do desenvolvimento de caTambém aspecto estão sendo realizaM S E SI I N E P E M S M E N SI PE selecionar pacidadesNP como procurar. a S N M E P I M M M E E P S o tipo que N N E EE existência de movimentos sociais de todo EE PE SI IN SI NP EM P P PE I S M N E S boa parte de suas E M IN P IN PROFESSOR SI EM AMBIENTES concentram uma SVIRTUAIS SO PE na EE atividades IN M P S EM N E internet M (campanhas de IN sensibilização. a eduDiante cabe opor doisIN arguM I N E mais uma PE E dessa informação. P I E M S E E S N E E P única instituição P peso. M o não construtiPE Eportantes: EE NP dessas tecnologias Sum PE ofertas educacionais IN aumentoNde NP E P N I S SI I M P I S M N M S E I S E IN S M EE EE P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 135 . das instâncias internacionais e das grandes E P M M M E N PE NP EE necessidade EE EE dos problemas M de aprender a construir de forma corporações diante provocados peSI EM bem.SIN SI N I P P I N M M S M S para construir N N E SI informação conhecimento. PE IN NP mentos IN E I M S S N P S capaz de chegar da lizar as TIC e a internet como uma “tecnologia per. lado. progressivamente. M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S a sensibilização N de perspectivas Afortunadamente. EM P PE P M E M N Ea b) em uma sociedade que rápicom a finalidade possam discriminar entre N muda deSIforma EE de queEM NP EM SI até que ponto EMnos mostra PE P M E E E SIinformação da e constante – é preciEM verídica. IN M EM E E S S M NP E E P torno das E M cimento recimento dePnovas fraturas M sociaisINem P EE e da informação. é o M suasiva” – Captology –. frequentemente. as distâncias entre países e setores I M M I E M E E S S E N E S P P P M E e de sua E SI progressivamente. nos como buscadores “estratégicos” de EE SI EE SIinformação.) EEM Perfil. NP P I P M S Muito Iesquematicamente. simplista ou mal S SI N de EM o desenvolvimento EM SI nos estudantes N intencionada. Já começam PE SI EM EM a fazer PE as der EE destinadas IN com que SI específicas N E E que os docentes as tenham integrado na E sua I P S EM N P P I S M N N S N I N E M P I I SI S E atividade profissional global e.M M EE E P M N PE M vo e criativo EE M colaterais. Essas N de seu não E E E bási.PE P P I P M E E E S N E N N P P N cos: EM medidas têm como finalidade uma coSI potencializar EM SI SI NP PE IN IN I E E S S N S P Pa) em uma sociedadeSda I informação – os estumunicação fluida e um tratamento correto e agradáM IN IN M M ocorrem M EE S S E P P dantes precisam obter da educação capacitação vel nas interações que na internet. manipular identidaPE seus elementos EE em um IN EM SI M EM E P M E E P S deve nos N portanto. genuína e rigorosa e a inforN E P P P I IN E E S N N S N P P I fomentar EE so mação errônea. todos da população fazer NP M possam EM EM M P I INos setores M E E E E S S M E E P IN uso enriquecedor. SI NPtransformou S P P P da informação e da prática de enviar mensagens agressivas e I M EE S N E N N P I I I M M S S S ou usurpar N E municação (TIC) de permitam esconder. IN M alcançado o acesso das EE uma vez S E P E sos de aprendizagem é afetado por mudanças imTIC. Assim.EEE. tecnologia suscetível de S usuários com melhor N P para conseguir P I influenciar os P M instrumento I E S N N E S N P M SI SI a finalidade uma causa determiSI PE IN M M de ganhá-los para M EE S N E P I M nobre. o SI papel da escola NP NP SI N P M I I I M S S Se proces. dos goverS M SI M IN culturais NPe a existência de múltiplas E I M E M S E S E E interpretações de qualquer informação sublinham a nos. E. e tudo leva S SI N de vista IN I N M M I S S N E E e. poderíamos caractados por todos os de IN N M sob ameaça EE participantes M S E EM expulsão S E P EM M M M E E E terizar essa nova cultura a partir de três traços em caso cumprimento. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E e atribuir significado e sentidoSa d) com relação negativas M para organizar P I essa N EM SI às conseqüências NP PE prepará-los E IN É preciso SI NP para enfrentar EE informação. potencializem M M I E S N E S S M IN as tecnologias EE coEE Ehostis. M e isso EEM IN M S E E desafios que a sociedade apresentará a eles. SI SI EE nova cultura SI e moderadores. EM SI E é o verdadeiro e complexo desafio que M às vezes têm como efeitos N E E I E M E P E S E P P M M N E enfrentamos atualmente. vez. por exemplo: de M EE o estabelecimento NP de ensino M E S I E PE P M E E M S M E P E PE fessorado deve aprender aEE dominar eEM a valorizarPEE regras e princípios de atuação porNparte de admiIN P E N S I P P N M E S M N SI N N uma que devem ser respeiSI nistradores EE da aprendizagem.EEM tradicional de organizar as experiências Conseguir que.M EE P SI N SI P NP E I P I M N E S M N I S conseguindo. e satisfatórias. no interações entre usuários resultem mais adequadas E S S N P E I M S o proEM M processo IN e aprendizagem. PE M EE EE P N IN S N I M P P I c) em uma sociedade complexa. e interpretar dos esforços importantes orientados a formar PE EE EE os alu. surpreena proliferar na internet medidas E M P Ndes. N N Neste da Spopulação devem diminuir PE forma IN EE marco. Ecomo EE M S E E P sem discriminações de nenhum tipo. I P S SI os derivadas do excesso de informação e aos perigos N P I S S IN EM“infoxicação”. não vertebradores e. S também que o âmbito do que é que. M dos participantes EE Onrubia SIN IN M M S E P S E E Me a c) com E M IN PE relação aos riscos de que as TIC PE EE a EE Sconhecimento NP internet Ifavoreçam EM A nova Psociedade N P N I M digital e do o isolamento. um forte compromisEM N E I P I E S E E S S E N P P M P M Teresa Mauri e Javier so e atingindo seus SI IN objetivos.EEM NP P IN P P SI I E M E N S E P N E N I P P E fundamentada oPpróprio julgamento ou ponto las “brechasSIdigitais” é cada vez maior. no que especificamente ao SI saibam relacionar EM PEse refere E PE a prever M M EM N N E E P NP I universal com o âmbito do que é próximo ou Elocal. etc. acesso às TIC. CAPÍTULO 5 nada P e. a diversidade STIC. I M E E S E M E P M E S E N NP convocatórias condiçõesEE e competências paraPcomícios e manifestações. por outro EE E em princípio. uma N M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E isso.EE edades modernas M SI ao conjunto EM IN P população M ou seja. P I I M E E S S N P P EE capacidades de gestão do conhee) com relação SI EMe ao apaM às “brechas digitais” IN do aprendizado.

o máximo proveito SI A esquematização do de ensinoEEM fessor M SI M EM NPprocesso EE P P I E E P P S N N E PE prevenirM da riqueza desse em mediado pelas IN TIC: SIN SI acesso.SIN tuais: M armazenar S EE Gerenciar. das TICIN na EM integração M P I I I M E E E S S S S N P EE nível instrumental. P E N SI seu valor M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 136 . IN SI N S E I E P S P M M E N PE • e apresentar informa. O papel do proE P P M M E N N M N EE em tirar SI EE consiste. ambientes de ensino e M M E M N E N E E P M M SI esforçoIN SI EM Aqui. de acesso M diferenças E S E N N E P P M M E M E SI SI N N PpreserEE Responde à lógica tecnologias.cuja SIcotidiana das N SI N E I N I I M M E S zado como. então. IN IN EM EE conseqüências P EM S S N EE E P inferir suas e tirar conclusões. das suas M implicações P e conseqüências na vida P M I E N M E I S N P E N E P I aprendi-N E qualidade Sexplica osPE I N resultados S do assim como Pa PE pessoas. S M dos riscos po. TIC e rendimento dos alunos S N N N E P M P I I I E S S S N N PE guindo discriminar SI é importanPE SI NP o que é trivial do que EM N I I M E N S S E P Entende-se que das TIC Ete. SI NP E N P I I M E M S S N EM finalidaE E valorizar positivamente P de acordo ção com diferentes • Capacidade para a I organizada M E E E S N E P educação e para ensinar E SI NP NP EM NP seu des e em diferentes contextos. M E E S N E E M SI informaNP armazenar e apresentar PE M EM M EE• Gerenciar. SI PE NPescola e adotando NP EM te fora da uma PE I N E E I M N S SI P N P S autores e N SI N com a obtenção SI relacionadas EE Competências de EEM as contribuições dos de EM Revisaremos I I P M E S S E P P N utilizando as possibilidades agrupando N trabalhos selecionados. EE tuais de S PE IN SI NP EM P S I N M E I M S N Aqui. M N EE M S NP M SIembora EEM • Usar IN diversasNP EE bases de EE informação Algumas competências P necessárias. ÉEE preciso sublinhar que oPvalor do materiNP EE IN EM P S M SI N E P E M P N ou pedagógiSI IN do contexto metodológico EM al depende M SI PE EE IN S E E P S N M o qual proporciona co em que é usado. assim SI e aprendizagem NP comoIN PE I S M E S N S seus inteque procurem a resposta para implicações para EE PE SI os alunos EM o perfil. das TIC comuni. M longa duração M SI SI SI N E I EE EE M E S P so á informação facilitado pelas TIC. M EE de tentar EE SI organizar. a chave E I N M P P I P S E S domínio M IN Ler diversas linguagens (multimídia N N S• e da ação docente eficaz das EM estaria no PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E hipermídia) para tecnologias S per se. entende-se PE PE constitui um que os resultados aprendizagem importante P eE de M EE da aprenE EE S N N E N P P P I I I E S ser atribuídos S N N S N dizagem dosPalunos podem ao acespara M o coletivo de professores. SI E S N E IN formação oferecidas pelas TIC para ter acesso à nos diretamente à introdução das P I M E S S E N M M M SI NP EM PE M EE M aprendizagem.EM E • Procurar Ee informação. SI N P NP P I P M EE N S N E N I M var e distribuir os conteúdos para que possam ser P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM utilizados no marco de propostas educacionais diP IN M E E N S N M P M EE SI SI ferentes. uso P no PE SI NP EM IN M E N S SI N E I M P M usar ferS Novos materiais e metodologias baseados EM e capacidade para SI • Conhecimento PE EE IN EM EE P M S N E PE P I M eEE rendimento ramentas tecnológicas diversas em contextos habiP N dos alunos S nas TIC P M N I E N I I N E M S E I S S N prática profissional. entre outros. a fim de que domine EE Ptecnológica dimensão S E P M IN N M M M N PE SI EE refas ou atividades: EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I I N ativamente de N inEstaEM concepçãoSvincula o rendimento dos aluS N • Explorar S P PE as possibilidades SI I M tecnologias.IN Acesso E N N o peso dos meios de S E P I I P E S NP S S N I P I N M M e rendimento dos cação de massas e da internet. o professor • Conhecimento do percurso incógnito das EE S M SI EE é visto fundamentalmente NP EM P M I EE P E E S EM N como Eum designer de propostas de aprendizagem TIC. Nesse sentido. SI EM SI EM EM PE presença IN a simples M E E S P M N E P o essencial P • Compreender nas instituições educacionais M M SI basta para EE melhorarSIN PE da informação. Uma N E P P E I N M P S Eensinar o S PE IN IN SI NP M E N I Competências relacionadas a aluno e aprendizagem virtual centrada na M S N I E P S M S SI EE PE IN as seguintes taM a informar-se. M EE não para o professor virM Esuficientes. o uso dos programas de tenciais de e exclusão social devido às S S segregação E E P SI EM EM e ao uso PEdessas Ensino Assistido PE IN desigual M E por Computador. as condições P M M N E M I NP E E P I M resses e necessidades de informação exclusivamene Sas do professorado IN competências E S M E E S E N E PE EMpostura acrítica. EE EE SI N E P P P I PE Mselecionar EE conse.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Eà informação E M por meio EE S formais e informais. der o processo de ensino e aprendizagem virtual. IN P informar-se. o ensino e o aprendizado. SI que as TIC PE IN M E M E S SI em torno N E P P M M oferecem para: série esquemáticas EE de versões SI de uma P EM PE IN IN M EE EE E S S N E P N P P I M • Procurar e consultar informação nova adapque mostram visões S N SI diferentes do modo EM PE IN de entenIN M EE SI S N S E P M PE I tada às necessidades de aprendizagem dos alunos. EM EMsuas propostas informação. por exemplo. NP SI M N E I E M P I E EE S do processo E de ensino Pconcepção E S ção. Por S S N alunos SI EE EEo desenvolvimento de SI EM EM P P isso. S EEpara SI P I M M P N em ambientes S P E IN satisfazer suas necessidades.

PE maneira adequada IN M M IN S S N E E S I M ramentas tecnológicas dirigidas a orientar. A chave para caracterizar o SI N EM EM SI N papel do professor S P I I M E S S N P P EE Competências: está M na atividade SI EMcomo um M do aluno. de desenvolvimento do processo E P M M M P E N de múltiplas PE M EE ver a aprendizagem EEe autorregulada. EE de exploração IN M estratégica deSconstrução e repreSI EM NP P IN P P I EE E M E N S E P N E N I P P • utilizar de e eficaz as fer-IN sentações ou Seu papel consisteSem SI SI perspectivas. protagonista principal último M e responsável P PE IN M E EE pelas TIC. NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 137 . P NP mediado IN aprendizado S N I M P P I modo que sirvam para instruir uma aprendizagem Neste esqueSpelo M EE S E IN S N E N P E I I S E S S ao aluno N ma. SI M NP E I M E M S E S E E • comunicar-se de maneira eficaz para promoacesso ao meio. SI E assessoria • projetar processos de e consulta. e hipermídia. o uso. N P P I P M I E S N N S N P EE SI centrados emSIpedidos de por parte do aluno. SI N P M I I I M S S S tem a e aprendizes e EEM da atividade. o mais objetivamente possível. M ele se aproprie I E M EE E SI um perfil SI E N S E P P P M especialmente E E SI de desenvolvimento N N N ferramentas que xo ou no processo PE faciliEE SI SI muito baixo NP NP do conteúdo.NPE E E E E S S M E E P M por PE SI Edizagem EE NP PE IN parte destes. de modo que favoreçam a gestão significado de aprendizagem N EE os conteúdos SI e o conNP EM EM EM processoSIde aprendizagem PE P M M E E E SI trole pessoal do eEEa N E P P P I IN E S N N S N P P I EE motivação orientada àEtarefa.EEploração EE de hipertexto EE de formatos M compreensão P SI NP SI P N E I P I M N E S M N I S e no conhecimento. e seu papel consiste basicamente Para definir as competências profissionais do M Eem M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de aprendizagem do M docente. N P M M M I E M E N E E S N P I P M E E • projetar EE S materiais N com TIC. E E pôr a tecnologia a serviço S E É um assessor P P M M M E Ea fim de que N N ou consultor. E P de intervenção NP assume bai. faz parte a proposta instrucional possui.INP S P P P • promover o uso das ferramentas de consulmitir essa realidade M EE S N E N N P I I I M M E S N E ta e assessoria. acomdo aluno. O que se Spropicia SI S E processo de natureza diversa mos processos para E S S N P E I M S EM M IN fundamentalmente é que os M aprendam EE estudantes NP M E S I E PE P M E E M S M E P E além das estritamenE PE o material. SI SI PE EE IN M P S EM N E • facilitar para o aluno o acesso. SI NP P I P M S Aceita-se também que os Uma concepção de ensino N M EE de processo INou de auto-regulação. Inclui outras dimensões. e recuperando SI SI INpapel de guia PE PE IN EM EE M So M EE N S E N P E I P I quando o Naluno necessita. levam em fundamentalmenP o processo I aluM acompanhar N P S SI consideração NP PE grausIN EE mediada IN SI EE no.EMpanhar e guiar o aluno. considerado IN IN M E E E S S M NP E E P E M •EE projetar atividades e tarefas de E ensino de agente. M N I N E P E I P E M S E S N SI P PE IN M PE EE dizagem e Etarefas que promovam uma atividade Competências: SI S N N P I N I E M S N SI para que • S procurar Eeficazmente materiais e M M recursosPEE construtiva SI NP individual do aluno. M M I I E S N S S M IN EE EE e modificar EE a conduta SI dos alu.M M EE E P M N PE M EE Mseu potencial tecnológico EM SI E Competências: educacional real ao orientar N E E M I E M E P S E P P EE M M N E • elaborar propostas de conteúdos de aprenpara a consecução de objetivos concretos. ciedade EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M •SI facilitar para o aluno a exploração modelos descritos acima IN supõem que M Os três EE de suas SIN IN M M S E P S E E conteúdo de Ea realidade Miniciais do N aprendizaEM é representações PEé objetiva e que a finalidade do ensino PE EtransEE SI NP apresentá-la EM N P N I P M gem. sozinhos. adequada E I M E M E S E E P ele se aproprie do conteúdo. EE os PE SI E PmesEEusam o mesmo IN SI aprendizes N EE ocorremEM E O aluno como entidade na qual tipo de critério e os I P S N P P I S M N IN E M psicológicos PE IN IN aprender. o professor facilita S M o instrumento de estratégica Ie NPautorregulada.EE Normalmente. EM de acordoS com o queS se pretende SI NP M EM E P I M E E P S N além disso. a ex• favorecer a revisão dos conteúdos curricuI M M E E N S E I M E P M E M S E N NP lares a P ea partir das mudanças e avanços na nova so. S E PE E P M M E P E N N E P M M é capaz de assumi-lo. • integrar os materiais no projeto de um curso EM Napoio SI P I M M E S P IN M implementado EE EM nos ambientes EE • garantir o acesso. diferentes entre o que já existem. cedendo o controle ao aluno quando este pelas TIC. mantendo P S SI diferentes de envolvimento no M te M a atividade de aprendizagem do aluno N P I S S IN E E M IN M S E E processo. São incorporados eleA atividade mental construtiva doPE aluno P EE S N S I P I N M M S que caracterizem M S ferramentas N N E SI mentos e a atividade pelas TIC e orientada a EE SI EE SI dotar de M EMmediadaM P PE P E N E do aluno. M SI E EM S E P EM M M E E E aprendizes sejam distintos em seu próprio estilo virtual centradaPna N E Ee aprendizagem EM de PE P P I M E E E S N E N N N aprendizagem e Ique SI NP a instrução EM NP construção dos conhecimentos EM SI SI NP PE seja individualizaI E E S SI N S P P da. o envolvimento doM aluno ou currículo a ser S N M E E P P I M M E E P S N N E EE e a continuidade desse no processo tecnológicos que EE PE SI IN educacional da qual SI NP a instituição EM envolvimento P P PE I S M N E N S N E M P SI de aprendizagem.M a hipótese de M P que todos M NAceitando. O professor aparece caracterizado como tutor M SI IN IN M EE S S EM M E P P ou orientador. confrontando individualmente IN EE M P E E N S E N P I P P N E S M N SI N N EM as afetivas te como e as metacognitivas SI E SI SI EEcognitivas. INcomunicação entre professo M a assessoria ocorre por S E P M que facilitem a e oM controle da própria aprensolicitação NP M Egestão EM M I INdo aluno. EE nos transmitir.

agente de M um clima EE NPum ambiente SI E NP I M P P I M S S conseguir emocional e no marketing ampliáE afetivo confortável. EE S pal).IN S PE quais. tutorial P é concebida como mediação I M E S S E N M E destaca também.res. E SI EE EM com o desenNP EM PE facili. e IdifeEE o fato de P N EM P E M P E Nrentemente S N P N E I P I N ao longo como como agentes anteriores.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M textos. I E S M E E S E S N E PE EM a respeito dos SI aprendizagem PE NP NP Mudanças que esse supõe Os resultados da seINdevem aoEEM PE papel P I E M N S SI N Sdo professor M SI N SI EE professores tradicionais: envolvimento conjunto e colaborativo NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E em atividades de ensino.EM líder de discussão. M SI P E IN S E E P S N M zação e gestão. S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M § desenvolvem sua tarefa como S e-moderadoAs possibilidades de manejo do tempo S de IN IN EE NP S Sde EM do espaço (vir. editor (de corA aprendizagem N especialista. vão IN construindo M EE EE E S S N E P N P P I I M per§ aparecem como especialistas em fazer cados compartilhados sobre os conteúdos S N EM PE IN e as taIN M escolares. S EE SI S N S E P M PE I guntas. volvimento de cursos virtuais. PE Em sua proposta. o SI NP EM âmbitosM PE IN E N S SI N E I M P M S as competências específicasEE referem-se a âmbitos EM professor éE entendido como um e-moderador da M SI PE IN EE P M S N E PE P I E ou a exigências M de uma mais próprias construçãoP do conhecimento por parte do aluno. aluno N E P P E I N M P S N E PE Ie IN SI Para apoiar NP a progredir M interativo”. nas trocas mútuas entre professor e aluno. O papel Eatividade PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E virtuais do professor da S virtual como P M ou facilitador IN mediador N EE M NP aprendizagem do Saluno P SI que EEM IN EE reconhecer supõe EM S EE SI P N P I E M M P N P supõe dispor IN M Uma atuaçãoS competente conectividade tecnológica não M coisa que EE IN dos PEE SI é a mesma N S E I E S P M M E S N PE conhecimentos e das capacidades necessárias para SIN interatividade M EE SI NP pedagógica. N S concretos M N E I E N I I N E M S E P S S N SI de promotor atividade específica. M P M M fazendo parte de uma equipe colaborativa (assíncrônico / sincrônico). refas M E E S N E E M SI e orientaNP A aprendizagem assistência. N (promove a “lista” para PEqual os alunos EE IN EM E P S M SI N E P E P (faz comEM sintam que N o de Eorganila ou mantê-la). E N I S te. E N N como resultado deSum E I P I I P E S NP S S N I P I N M M rige a gramática). e Iatravés NP E E P P M M M E consultoresP e guias. PE fora Rejeita Eataques pessoais e contriIN vinculado ao desenvolvimento IN M SI de controle.M NP EM P M I E P E E S N vando-se aM natureza construtiva. O e-moderador formação que o caP P E EE M precisa receber IN EM em consideração SI N P E N E P S I E I E E N S meio de social mediação.SI EM maneira).EM SI A atividade NP do aluno Pse de aluno. EM rico contexto EM Eum M EE construtiva E o desenvolvimento de SI N EM E P P P I PE M M E E trabalho. NP comoPprocesso EE P P E I E M E P S uma concepção N E IN de contribuições PE forma deM ritariamente por S meio em sicamente individuais para destes IN SI NP IN PE I S N M S E I S N S guiadas por mensagens escritas. mais do que como provedor de respostas. M E pedagógico. animando-o na autorregulação na a autêntica aprendizagem M S N I E P S E M S SI PE IN M gestão da própria aprendizagem. em comunidades de prática.âmbitos: o P Iadministrador. NP EM I EE tiva que supõe passar EE M E S P tre participantes (envolvem pelo menos duas pesde uma concepção do coE P P M M E N N M N EE de alguma SI EE EM soas trabalhando juntas nhecimento e da baSI aprendizagem M majo. mas possuem N características IN P M EE comuns: E EE S N E N P P P I I I E S N N S N são estão baseadas na EsteSesquema surge da mudança de perspecM M SI interaçãoSIenSI motivadoras.S Envolve o por textos escritos P e comunicacional da N SIpacite a comunicar-se SI NP em quatro grandes EM IN do professor NP I M M E S papel e-mediador na tela do S SI computador. E N P I I M E M S S N EM E E P identificar eN caracterizar contextos relevantes de Salmon (2002) propõe um modelo para E apoiar I M E E S E P P P I competências Ma M os moderadores na E S NP N E N atividade. suporte. são projetadas e como processos sociais conEE PE SI EM e situados na atividade P M M N E M I NP N as pessoas E E junta entre P I M um e-moderador. As gerais referem-se criação. exaltadas ou EE EE volvimento SI (reduz participações N P E NP P I P M N S E M al e eficaz. mensagens. social e cultural M M E M N E N E P M M EE SI SI EM PE PE maneiras. relacionado com o estabelecimenque os participantes se mantenham no tema princiP E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 138 . E das signifi. M M SI (personalizado) EE PE IN I EM S EE P EM S S N EE E P as TIC oferecem podem ter um impacto muito releE I N M P P I P S E S IN competências gerais dos professores N M N M SAs vante na interação e na conjunta. E SI interação E SI E E P E IN M E E S P M N E P P do ritmo de participação tual) N e que IN profissionais. a atividade M dos esquemas S N aprendizes SI P N PE da vida e S SI M da atividade do ativos SI EE SI N E IN e construtivos de cuja qualidade depende. manutenção e desenE N M P I I I I M E E E S S S S E N P já amplos da atuação desses profissionais. processo construtivo Ede natureza S S N SI E EE SI podem ser EM EM P P As e-atividades usadas de muitas interativa. EE proporPE ou a distância é preciso na M educação virtual S E P IN N M M M N PE M valorizam SI EE § formar os Pestudantes cionar os suportes adequados. filtro SI IN a aprendizagem é possível. E S S E N P E M E SI N EM de de aprendizagem com bui para Eresolver conflitos). o social. Neste EE EE E SI caso. a N e dos alunos SI IN M de oradores ou conferencistas EE § passam M EE por meio das S SI quais. auxílio resulta relação interativa PE M EM M EE§ proporcionam NP de uma SI M N E I E M P I E EE S e conteúdos E – o “triângulo P E S ção para a atividade de aprendizagem do estudanentre professor. EE SI EE EM le. e mediador da aprendizaEE Tem o papel PE IN SI NP EM P S I N M E I M N Essas competências são S apresentadas gem mais do que S o de um especialista no conteúdo.M IN EE “bombeiro” de Saprendizagem tador. entre outras. Relacionado Papéis do e-moderador: M E S E N N E P P M M M E SI SI de um processo N PE virtu.

8Ee M N PE SI E P EE IN SI N EE E I P S EM As tecnologias têm um impacto? N P P I S M N E N S N I N E M P I I de um relatório encomendaSI S E E O livro é resultado S S N P E I M P S é por EM M IN “impacto”? Tecnologia M EEpara o começo doEM pelo Conselho Europeu. IN EE M EE S E P P M M E N N As técnicas com sua existência M EM EE revelam. e ao mundo. tos E E S N N SI vemos tantas N P P I inventam.SIN SI EM NPetc. P de arcas de ou elas do mundo dos humanos. produzem. relações de N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI CIBERCULTURA 139 . EMde atitudes.SIN imagens e símbolos pelos N N I P P I N M M S M S Não é possível E mun. a bomba atô. A tecnologia não é umEator N E E EM se. interações entre (a) E E tudo é pago). M Ed. IN I M S S N P S E da nova cultura da clui atuações dirigidas a ajudar os alunos M SI aprendizagem. Cibercultura. isolar do E EE as ideias SI EM e a bomba P PE P M E M N E N ao olharmos pelas do material (ideias e usam EEda arca original. CAPÍTULO 1 EE SI NP M EM EE P I M E E P S N E 10 São Paulo. SI SI o técnico. EM N E N P técnicos). P I S M M N S IN SIentrevista Snos EE EM de seuPEE menos quase). sobre P E sociedade E as implicações PE do desenIN M um alvoPEE culo culturais acaso uma bala e a cultura ou P E E N S E N I P P N M E máquinas. do séPorIN que a palavra E S E PE P M E M S M E XXI. forma de analisar os sistemas so. numa É impossível separar o que é humano EM Albert Einstein.S cada uma querendo as e utilizam. Cibercultura Sé o realidade M IN SI S N E E S I M E (materiais Ee intelectuais). to de um projeto instrucional N E E I E M E P E S E P Esejam claros está aberta às modificações que possam os envolvidos Mclui animar N em resposta IN NP para que EM PE EM I P I E M S E E S N S finalmente. de maneira indissolúvel. S e vivo? M N SIde informação N SI volvimento IN digitais frio. estrangeira.PE P P I P M E E S N E N N P na parado. EE EM SI SI M NP E P P E I M E E P P S e uso em lugar e época determinados. Resumo elaborado por Marta Leonor EM NP SI P I M M E S E P M que. a televisão. noEEfuturo. que in.derivar. (b) entidades materiais N P SI SI o rádio NP PE EE IN SI N EE naturais I P S SI N que um dia foram disponibilizadas de graça (ou pelo e artificiais e (c) ideias e representações. rentes.M Ediferentes EE SI ciberespaço EM NP inclui a inP ga. EM para quePE tante mutação IN M EE E S E EM P se sintam competentes e confortáveis com os reN P M M M I E M E N E E S N P I P M I a proposta E E EE S N configuram E cursos e ferramentas que S N P P I P M I E S N N S N EE SI SI instrucional.M M EE E P M N PE M ocorrem EE M adequado.EEPodemos assuP I M E S S N P P EE SI sidade. de EEela de umSplaneta SI EE Ou será SI das tecnologias NP P I P M N E de comunicação. EM mas uma SI NP PE IN I E E S SI Agora éMa vez da cibercultura. alienante. inumacom as metáforas. 1. M P cap. mas E conjunto de técnicas M EM NP de modos NP práticas. entidades. E P M M E P E N N P M EE M SI disse que três haviam explodido ambiente material. Ee PEde pensar NP I I M Mentre atores humanos I E de vaque inventam.>. que já entrou N S P P globais. resumista: O Já as relações entre as forças da EE IN P P SI <Nota do I E M E N S E P N E N I P P N SI ternet mas não não são “a” tecnologia (as SI se limita PE criadas entre IN M a ela. M EE SIpreservar Iuma N EM SI produzem N faceta da diver. E E N P P M dasIN novas condições em conse. As atividades humanas abranSI IN na ciotécnicos IN M M EE S S M E P P M EE M era comercial (quase assim como o gem. M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M formas M pessoas vivas P telefone.SIN N E SI mica das telecomunicações. bemEE como separar SI anos 50IN IN dos sinais. M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE difelores juntamente interpretam EE SI “as” técnicas. o qual inEM as mudanças SI nossa M E no âmbito das TIC. Na sociedade N SI EE e relações PE laços. 1999. PE NP suas contribuições. Eassim. devido EE EM ECabe lembrar à rapidez que SIN Silva Pincigher Pacheco M Vieira N M E E P P I M M E E P S N N E EE EE PE SI IN SI NP EM P P PE I S M N E N S N E M P SI SI SI PE EE IN M P S EM N E I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M E M E E N E E SI NP EM NP PE NP PE M M M I E SI N E E SI S N P M I EE E E SI N S P P P I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E Pierre Lévy.M SI E S E E E P gital. e tantas outras e pensantes. sem EM digital. ERock. de causas) e “a”S cultura (que sofreria os efeitos). cinema.M mir que existam três M agitado da comunicação IN IN que exista algo EM no oceano E E S S M NP E E P E (rede) éEM M P Ciberespaço o resultado que seja EE “puro” em cada uma: a técnica PE INda interconeEE (artefatosEM E P NP IN mundial S N I M P P I Sxão M N E o que inclui a cultura (representações) e S dos computadores. humanos? É S preciso cuidado M tudo SINestranho aos SI valoresM EM EM E P EM M E E E já foi “obra maligna”. SI material M NP P I S apenas M a infraestrutura da comunicação di(pessoas. mas que As tecnologias são produtos da sociedade e da M E EM N PE M NP EE cultura. seus N S E IN M E o universo de informações Mela abri. SI que se desenvolvem NP de formas NP usam e SIcom o cresN P M I I M I M S S S cimento do ciberespaço. música pop. 34. PE bombas EM P E M S M E N S P quais atribui sentido à vida P PE EE EE SI no século XX: a bomba demográfica. trocas SI de força). que P milhares I Noé. E S não eficazes). SI os objeNP Diferente EM EM SI EM que concebem PE P M E E E SIescotilhas.

velocidade da mudança. outros já M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE as transformam em aplicações. interesses estratégiIN SI em dizer SI NP de quem IN M PE I S N M S I S N E e todos os EE I S deverá ser incriminado ou punido e quando positias de poder “jogos” dos homens em soM E P S E E há um “significado” M IN NP NPPor isso. cias. EE empre. de dominação des). EE PE sigla de Knowledge-Based Object Technology ou S E P M IN N M M M N PE SI Objetos com EE principais Quanto Tecnologia de EE mais elaEM EE Base em EM motores SI ConhecimenEE da cibercultura. o que tende a excluir os que tem as possibilidades de uso da técnica. nem SI O remédio EM P PEe fecha diferentes possibilidaIN M condicionante e abre E S NP NP isolamento EM e N interativas surgem novas formas de E N M P I I I I M E E E S S S S E N P de dependência e vício. nos efeitos socioculturais da tecnoS I S bem N EE E Por exemplo.IN centralizada M de trabalhos). O surgimento doM ciberespaço S N P N acom. socializante. nem EE civilização. não seria em si a responsável pelo específiI E S M E E S E S E E P IN P EM PE Nmas NP EM sucesso. da ou da IN S sociais e E em resumo. o piloto de avião) real. não EM a técnica EM ciedade. PEquando as mudanças SI NP EM sobrecarga. que implica em a técnica e P NP P I P M SI Dito assim. S SI Ninguém. Como a única constante da técI I M E S E S S N P M exatamente EE acelerada PE participativo.S dade: muito rápido. N E trabalho N E implicaria Po negativo. SI NP I EE é versátil. Há uma diferença E I P I P E S NP S S N I P I N M M (como o S tipógrafo.ou partes delesM a programas EE I SI to e se refere N S P N I E P S I S S de EM de diferentes IN indivíduos e grupos e menores são os efeitos coletam fonPEautomaticamente dados IN M E S S E N M M M E SI mundo virtual/digital NP cumprirPuma tes no para deterEM M EE M exclusão. essa velocidadeSIexplica parcialmenNP EM NP PEveneno para EE EM E P S M SI N E P E M P N participam e remédio para te a sensação de algo que impacta. E EE S N N E N P P P I I I E S se dizer I100% N N S N porém. IN e normas P M EEmudanças.cessidade M EM M EE NP de criatividade SI Há uma M N E I E M P I E competências. reE I N M P P I P S N E S N N M SIlugar. em M EE EE nesse ritmo. de mudanças. e reagem idéias. S M Meletrônica pode ser difundida. M E E S N E E M SI dinâmica NP da “inteligência coletiva”. Só haverá desenvolvimento da cibercultuturais e sociais. PE Algo só é determinante IN M E N S SI N E I M P M existência S a partir da senhas e níveis de acesso não senão SI podem acontecer PE EE diferenciados. SI EE EM cibe.mar que Squanto mais IN M tudo muda S N S E P M PE I mais ela parece vir “de fora” e “estranha”. EM estar Mbagens coletivas P S I N E I M S N P mas pe. Pode-se P E perceber isso nas proN SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 140 . correntes. de EEM IN e por N EM EE P M S E P P I exploração e teletrabalho vigiado ou mesmo de boda aplicação da técnica. SI SI E discu. sem E do abre Spossibilidades P IN SI NP entre outros). mas não é ge. em M outro qualquer tempo.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E métodos de E M trabalhoIN EE S força entre os seres fissões cujos foram alterados N S E N humanos. N P NP P I P M EE N S N E N I M Como remédio. uma disputa imensa para PEfa.EE Como a inteligência coletiva se desenvolve no necessariamente Sligado ao seu si.M N EM uso em P M I E P E E S N respaço.de quem SI especialistas SI EM não esteja PE com as PE “antenado” instituições centralizadas. digital. P I M vo. IN se de. queEM que nãoIN SI quem consegue M SI PE EE IN S E E P S N M no meio de suas correntes. S N N N E P M P I I I E E S S S N N PE (dispositivos do mundo SIinformatizaPE É impossível prever SI di. P N P P I E M P N S que se Pdesenvolve.E M EE M SI e favorece NP panha. ou in. a inteligência coletiva tem um asP coisas e práticas. controlar seu caminho gera estranheza.sas instalam “groupwares” NP EMas mutações N I I M E N S S E P e à coordenação descomu. atômica M M E M N E N E P M M EEri.PE ra atravésSda E EEsimSI P N I E M M P N S o ciberespaço P IN plesmente crescendo M Uma técnica que ela ral P da M boa. em especial a PE que a conceberam. o que. Eentretanto. Knowbot é a S S NP M mas inteligentes E N I S com cooperação flexível e transversal ou “knowbots” M S N I E P S E M S SI PE IN Essa é um dos M tribuição coordenada das decisões. e aumenta P a própria EE lasE consequências desse uso.>. I N E E I S SI P N I P S I EM M M S N S E ram e usaram. dá significado P M SI IN inteligência EE uma evolução coletiva. Enquanto.desenvolver EM a inteligência PE M E SI E EM não entraram N E P P I M E diante. aqueles executaco e único para S o uso das N técnicas. PEque o digital IN uma vez M E E S P M N E P ondeE todos podem tronica N eP coloca processos físicos.EM E Cooperação é a Grandes minada tarefa. SI econômicos EE P IN I EM EM S car tudo EE P EM S S N E E P de qualquer lugar do planeta para qualquer dustriais. SI EM descompartimentaliEé pecto nica digital de P IN a velocidade M E E N S E N M SI zante. SI SIem tecnologias. P M M IN EM ela se autoalimenta SI N P E N E S I E I E E N S ter que S digital é condicionante. IN I de estabili.PEE SI não é nem N S E I E S M M E S N N PE usos e dos senvolve. em um mesmo ciclo. e assim por não determinante. projetos sociais.Edos SI gital após EM de auxílio à colaboração SI EM EM o ano 2000. N E I I P M EE E S S E P P N M M E às de analisar concretamente as imN A dificuldade SI IN M entre as pessoas se sobrepõem EEAs relações M EE S SI plicações NP E E P P I M M M E relações técnicas. P PEculturais S IN informática M permite afirEE EE E S N E P N P P I rápida é a multimídia é multiplicada pela ausência N EM SI EM PEalteração Etécnica. A Iinteligência é os transformação. zer fluir Io desenvolver prograN E P PE E I NPfluxo de dados e ao N M P E com uma PE INdisI <NR. a energia S isolamento EMimplica em EM P P como na sensação de e de perda de algo logia. porém. Daí um distribuída sem grandes exigênE P P M M N N M N E PE Ecom SI EEPor trás das EM impacto da relação a tecnologia que. SI técnicas Mquando SI EM Nagem EE P P E I E M E P P S econômicos. má dos contextos. que altera. antes isolados. emancipador. N PE IN N mais é distribuída aSItécnica entre . N S N E alguns M N SI mais coletiva. o Ibancário. EE S E S convergente de recursos e projetos. quanS M mas é condicionante EE IN EM IN IN NP E M S E P I S S N E E (boatos. EE EE SI N E P P P I PE M palavra chave. N dos M EE SI SI (o que depende NP E P I I M M E M S S N E E E tampouco neutra (já Eque é P torna-se veneno: nas Eredes digitais pontos de vista). Daí a ne. pode atualizaenquanto a M gorosas. ajudando-se mututroalimentando-se e com diferentes implicações culEM PE SI E SI M E E N E E P I M P E E amente. pode serEE EE M S P do ou em dia com todas as transformações.

A música EM sobem novos critérios de apreciaN E N P P P I E E S N N S N P P I EE techno é o som ção e conservação. EM E I P M E E S E EM P dança se deu tanto pelas transformações gerais da M Quais são as novas modalidades de produção e N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E e daPsociedadeE (globalização. SI EM mais EEM N P IN P PE SI eclética eNmutável. Da mesma são criadas múparticipantes. N E E SI exploram S N P I M EE torE E exibição. I S M N S E IN M EM M mun. havia tantos dialetos quanto sa “ciberarte”. sempre conheceram.economia N viagens. Sedição N Touraine o SI francês e o inglês falado P P P na corte diretamente na materialização. impreN em qualquer N vidos lugar S do um novo aspecto. e/ I M EE S N E N N P I I I M M E S S N E nou-se o inglês comum. há áreas ainda ilhadas. S E E P M M E P E N N E P M N amplamente distribuída. PE PE IN EO M SI M EE N S E N P E I P I diferenças em gêneros.M M EE E P M N PE um auditório internacional. inE M E E N E EE SI o dialetoMde NP EM Assim. a modelo de críticos SI EM É uma M especialistas e museus. ticipação. SI Com isso. a EM universais todo E o planeta). Somente IN partitura. melodias M ocidental I M EE seus cantores. Pcada a letra. N P I S S IN em merguE EMOs sites M M IN S E E cais.Ea E N NP virtuais. no entre (artistas) I P S N P S N EE SI pro. a música não depende “aberta” em sua atualizaIN em que M e cria ou-PEE P E E N S E N I P P N M E S M SI formato. I E E S S P P rock e pop dos anos massa. mas ção (que foi o que garantiu até EE sem SIN SIintegridade. para distribuir um livro. hipermídias. a S partir das con. Como. N em choque com o S P I I M E E S S N P P EE Vejamos sua história.para o compositor. sugerir não maisSIum algo finalizado masEM um “como M estilos. Lutero. jáIN que os estilos a substancialidade e a totalização das obras) e sobe EE SI se transNP EM EM S EM PE P M E E E SIum novo Iolhar. Assim techno Nconseguir melhor qualidade M EEé com a música M. NP PE música S IN surgeNa IN por questões legais Se financeiras). ou com SINmundo. músicas PE EE IN M M P S E N E Semelhante ao que aconteceu com os idiomas e Techno a M mundos virtuais. de Iantigas E IN SI NP EE desconectadas. estilos e sons da obra e de seu contexto. E S E E Nas culturas escritas. distribuiçãoEE da música Pcriou instalaçõesPinterativas. tirando-se dução.S rio recria Ias S N N I P N M M S S (porque atinge N E SI agora. E SI SI E N E S E P P P M E E SI escutar N N N e é ensinado como trumentos. era E N EM IN M I M M SI S E P S E E M haver um idioma que fosse o predominante.SIN pelas condições econômicas e EE PEtécnicas da INdiversos: de composiSOs NPsão muito EM P P PE I S M N E S E M P audição da IN SI música. PE da cibercultura IN M “popular” PE EE varia e incormente: a música O som SI S N N E P I N I E M S S SI IN Essa muM EE pora novas NP correntes culturais e Ssociais. únicos. os catálogos musicais SI o som.regiões P M necessário principais. Ao mesIN IN M M EE S S M E P P mo tempo em que há uma “sopa”M homogêneaEEde se “acontecimentos”/eventos. Até SI E EM imagens E P EM M M E E E ções. que E surgem EM SI PE M M de comunicação e interação S M N E P I M da cibercultura? EE E E tecnossocial movimentos culturais e sociais daM juventude). realidades I M E E N S E I M E P M E M SHá elementos. nes. a SI N SI P NP E I P I M N E S representam M N I S nização. a situação mudou radicalM N I N E P E I P E M S S N SI PE é mundial.M fazer algo”. germânicos e ajuE M P de processos N PE misturou SI EM mínimo. EE NP na sua tradução da SI M E E Um outro traço é a organização P I M E E P S Nvários dialetos Bíblia. Um deles é a N coprodutividade. universal total. oPE NP Pintervir NP o italiano. P SI NP ta mas intérprete. Caem e P o autor P EE E a grava. EM P P M M M E E N N gião tinha E e ins. SIN ção.M dá “vida nova” SI à composição. quando e textos (não fossem limitaN em hipermídia E E EM os PE P P I P E E E S E N N P P IN discos mundial de SIN dos EM EMmelhoraram. IN IN M EM E E S S M NP E E P E M e evomúsica arte no E jogo M e no ritual. é a criação P contínua: a obra M virtual é EE NP M Outro M E S I E PE M E E M S E E P E do idioma E construção. PE EM NP EE a pautaM EE musical permite uma transmissão não dial. mas E como texto. SI e.NP NP erudita da E P N I S SI I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 141 . de recepção das obras Ido espírito. uma obra-processo. que cenas. um século depois. as obras deixam de ser “estáticas” e podem tornarM SI 1960 e 1970. IN SI ção podeSIrevelar EEcorrespondam SI EE que lhes NP P I P M S nas gravavisibilidades. EE uma padroM E escrita.Mo EM iniciadores PE e dou EE coletiva. o rádio só tocava peças M ao vivo. nas obras. em rede E S S N P E I M S EM M sicas nacionais IN e internacionais. IN M EE S E P original ao locais. públicos e privados. P S SI mas tradições lo. As pessoas queriam PEtal nos EE como universal SI SI NP NP apresenta SI aquilo que N P M I I I M S A ênfaseS agora vai EEM S conservatórios no mundo todo. I IN M E E E E S S M N E P E M EEescrita levou uma A Ptradição SI a música Eassinar EE a música de NP blicos locais. formam e se renovam constantemente. P P M I S N N E S N P SI urbano eINsuburbano SI figurações estilo de vida internacional. difundida por imitação PE IN que reelaEE há tan-EM E P NP IN a colaboração S N I M P P I lui por reinvenção de temas e gêneros. M P I I SI S E escrito. No século XV. ou. que suas tendências EM N E I P I E S E E S S E N P P ou a par. daqueles que as provam. P que se reinventa EE é ouvida direta. no M M sentido de I E SI terpretam. E IN SI de criação N E a construir “a” língua alemã. tradições P N SI NP PEvivas. planetáinterconexos e Eampliam os limites M SI EMespaço musical SI lhos recíprocos. Nas sociedades orais.Mtancia da recepção: o E P NP sistema musical se canções.Sdistribuição e ções automáticas de partituras ou textos. A música popular é hoje ao mesmo tempo E P M E N sem serPúnica. ou mesmo M M E E N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E e sons. I E M E N S E N E I P P a corpo. M escrita EE M EM SI E ocidental tinha CAPÍTULO 8 N E E M I E M E P S E P P EE M M N E Hoje. para EM que é pretensamente EM Gravações M pú. SIque entram N EM EM SI da cibercultura. engenheiros e meSbora M E S E IN S N IN Simportância EE sim no S PEno autor. Não de artistas. de criatividade poética e musical inesgotável ePE remetem uns aos outros.alemão N IN NP e concorrendo à mesma EM forma.. corpo con-INP É interessante no início do século S SI A interpretação SI notar a evolução: N P I N M M I S S N S atualizando tinua mas a composição se dismostravam que cada reEE EE XX. EM P PE P M E M N E totalidade (sem ser único). toscano virou ou lêem.. ouEM desenrolar efetivo aqui S e agora deM uma obra.M como no meio S N E E P P I M M E E P S E IN gêneros EE grava.PE de músicos NP Mlocais.

raciocínios precisar dos intermediários tradicionais: M S N I E P S E M S SI PE IN de fenômenos M (inteligência artificial e modelização EE dinâmiPE estúdios.SIN SI que uma sequência de EM PE INinstruções ço dá suporte IN M E S N S E P M PE I mentam. A música digital EE EE alunos. IN Duas M E N S SI N E M P I estão os três M socialIN S do movimento mudanças adicionais são necessárias: 1) a inser. Os dois N reconstruídos. ou internet) deve texto original Ie P E reinventados. virtual entre qualquer ambiente).SIN E P P I M EE E E S N E P N P P I para tecnologias intelectuais que cais). é reinjetada EE EE arranja. totalizante N ela IN final dosNanos PE E EE S N E P P P I I I E S S N N S N de gravação tornou-se a referência M 60. telepresença. INoriginais. Uma M P S E E M novas IN NP EM préviaM EM delas S P I M Uma análise nos dará que (a) a velocidaé dos estúdios. o estúdio M SI SI SI NP EM I EE para performances EE M E S P CAPÍTULO 10 cada vez mais elaboradas. A criou uma S música techno N M outra tradição: N Ma formação. intérprete. (lojas). ou PE expõe a universalidade. que permite S EM au. da dedução lógica. em poucos al. ao oferecer N S N E N SI um fornecedor de conhecimentos para ser um aumenta-se da SI SI a reserva EM po.EM N S E I P S P M M E S E o principal N Pser De e níveis. obtidos no estoque de gravações disS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M potencial de inteligência ponível. mais universal for a sua M E M N E N E E P M SI música. Essas músicas feitas por amostragens S coletiva dos S tam. nem definido do Pfluxo em circulação.Na digitalização N N E PE A Assim como a notação e a I SI com o Isaber SI NP IN M PE nova relação S N M S I S N E EE I S cria umaPE nova forma de sonorizar o mundo. chos inteiros. SI QuantoM EM EM P P seguem secundários. M transforma mistura. EM todos adquiridos E P S M S N E P E M P seu con-EM N A WWW AmplaEMundios estilos são sampleados. E de interpretação da música SI certamente EE Eevolução.EM M S N S E imensa. EE e na interconexão PE IN SI NP redes inteEM P S I N M E I M N E da S cibercultura.PEE E P mentos. É nessa editor. No SI A gravação EM menosM PE será. Enão M cada subconjunto deixa S NP N EM N agora espaços lineares. EEM PE enrijece a música. concebem-se fim ou referência mundial. oIN que favorece a globalização musical: E saberes PE EE INacadêmicos.EM no da S.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE e S oral para outro ciclo de P “fechamento” da música (composição fixou os Imodos N E N N cultural.World Wide Web (Teia M SI P EE I S E E P S N M tornar-se. se organizansemeE N M P I I I I M E E E S S S S E P IN com os S objetivos ou os contextos. percepção (sensores diOs músicos podem dispor suas obras para o N E P P E I N M I P S E PE IN IN NP M públicoSsem E N I S gitais.ser EM PE qual outros M a partir E SI E EMseus grupo N E P P I M E animador da inteligência coletiva de de dem criar também. o trabalho-transação de conhecixagens exemplo: M M SI EE o gêne-SIN M PE IN IN EM EE P S S N EE indivi. (b) há um no trabalho: programas de mixagem e arranjo e o N E I P M E S SI PE Mquer dizer cada vez mais M EE IN transmitir lhar aprender. programas). onde o professor uma obra P NP P I P SIe. P P E I E M E P P S gravação. E S EE SI N P I E M M P N S P IN precisamente com antecedência. ser objeto de novas amostragens. A cibercultura é fractal: SI EM PE PE PE aparecer uma forma IN abertos. e SI experiências SI N P E NP P I P M N S M nas atividades quiridas sociais e profissionais. de pré-requisitos e linhas SIN em deixou de M EE pirâmides SI circulação. novos SãoPE cada vez mais comuns músicas por amosIN estilos de raciocínio (que M E S S E N M M M SI (samples NP reordenados. S E P M IN N M E M N EM P EE de criaçãoSIe audição complexos). I novo sentido EM traba. realidade virtual). Surge um P padrão (MIDI.aumentando oIN N EE NP S SI EM M P M M grupos humanos. sonalizada e em rede. EE ser aprendido M SI NP mais ser NP coleta de matéria sonora E P M SI Ipode EE E prazo não planejado. exteriorizam e modificam várias funções musicais produzida em qualquer estúdio digital seja M E E S IN EE Sde PE M NP EM cognitivas humanas: memória (bancos dados). Como O saber-fluxo. o acid jazz se faz pelo I N M P P I S E S de jazz graIN coletiva mudam profundamente a N M N M dualSe sampling (amostras) de trechos Evelhos PE SI educação E M SI M E E N E E P I M P E E e O que é para em longo vados. P I M E M E N S M N E I E M P I E EE S E P E S imaginação (simulações). PE EE EM princípios EE P M S N E PE P I E M no cotidiação abertoIN e à distância) cibercultura: (na padronização MIDI P a interconexão S do EaD (ensino M N E E N I I N E M S hipermídias. indução tragens EM PE em tre-M não dependem EE nem daEM EE ) ou por sons EE SI N E P P P I PE M M E E a partir da experiência) e novos suportes (mídias). os I N E N S SI P N I P S sintetizador. a comunidade virtual (os acontecimentos S SI EE EM num M NP musicaisPE rativas e todas as tecnologias EM M I E P E E S N paraM a aprendizagem per. entre tudo favorece ca coletivas que da EE novasEM E EM SI os efeitos EE outros. num circuito instável e auto-orM E S E N N E P P M M M E SI SI 2) reconhecimento N N PE ad. lhante Na música techPE NP EM do de acordo PE à sua configuração Iglobal. arrancados N de SI IN .EE que depende IN IN M da compatiSI E S S E N P E M M SI os saberes eEEcompetências bilidade técnica e da IN de PE circulação dos incorporar M pessoais EE NP S facilidadeIN E I M P P M S S aos sons.M EE das ganizado de inteligência coletiva. A gravação S E P I I E S NP S S N I P I N M M gravação) estilos escrita e regulou S S mas N não desapareceram.EE são P P durante as festas rave E muitas vezes M produzidos IN EM de pedagogia SI ) novo Eestilo N P E N E S I I E E N S deixa de S acabadaMà comunidade. PE NP NP EM de de surgimento ePE renovaçãoEEdos saberes ficou ferramentas como o Isampler . Isso P N P P I E M P N S P PE IN navegação. (c) o ciberespaEE Digital de S – Interação NInstrumentos EM Musi. um M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 142 . SI anos. “tocada” em qualquer sintetizador do planeta. as novas tecnologias da inteligência ro jungle só faz amostragem. NP A gravação E N P I I M M E M S S N E E E paralelas paraP saberes “superiores”. em E P P M M E N N M N EE SI EE EM SI mixagens impossíveis de serem realizadas SI M EM NP EE ao vivo. miE SI bém podem E SI E E P E IN M E E S P M N E P P e transformações. IN SI e depois. E P com suas S S N SI no da educação. com INa popularização E S E E S E N E M PE SI o sequenciador. Musical Instrument Digital N NP E E S I I M M S S InterfaceIN PE PE M M EE saberes e produzir conhecimento. N formas de acesso à informação (por M são mais EE I SI digitalização N S S P N I E P S I S S EM IN busca.

IN M As metáforas EE S EM M E P P atividades. S N P M I EE E há retorno. SI a participação NP EM P corpo eSIa M E agente estruturador. as M EM E E S S M NP E E E M tecnologias devem ser pensadas como articulação nação de conhecimento. IN PE EE SI haverá. P NP EE PE M EE EE o telefone P NP alguns: P IN S N I M P I e criação de sinergia. S P P P haverá vazante e não M EE S N E N N P I I I M M E tipo de S S Diderot eS d’Alembert M E Com a impressão. mas abertura a inúmeros pontos SI “como” SINa nova ecologia PE in. além de as tornar únicas. determinam N M EM rápidasMde mundos complexos EM Os suportes M P I IN E E E E S S M N E M grande Iquantidade EE hipóteses. onde cada S elemento é um N P I P M I E S N S N IN EE SI pacote de do S saber são postos em cheque pela exinformações e. Na escrita. se move EM N E I P I S E E S S E N P P M P M o saber eMse transforma permanentemente. redemoinhos. a narrativa. quando publicavam EE um terceiro NP M EM E P I M E E P N mento pelo S sábio. M Não há I“substituição”. SI é transmitido pelo livro. E P M M M E N PE M NP EE mente as EEvariação constituiu EE as “horas M consequências dessa SI diante da EM NPtela” horas P IN P P SISerão mesmo I EE E M E N S E P N E N I P I Pverdadeira uma e temIN de isolamento? Dizemos de alguém que lê que S SI PE ampliaçãoS da imaginação IN M M IN S S N E E S I M de pesquisa científiE passa “horas diantePEdo papel”?E Não. N IN EE IN M M SI S E P S E E M O livro. Nas sociedades dexação e pesquisa. o que.mente o ciberespaço SI S E e o mundo virtual substituem beres e propusesse E S S N P E I M EM M a comunidade IN física e a memória carnal. NP EE A eficiência. podia-se Na Encyclopédie PE foi assombrado SI EM provavelEM PE sa. desenvolveram métodos como das ligações SI o SI EM PE IN NP só página. EE humanos SI SIdependem EE NP P I P M S Essas ferramentas permitem O ciberespaçoEE significa que pode ser INtas do ciberespaço. mide. P I S S IN E N EM M Iem M S E E fica trabalha com os dados numéricos armazenacontrários em longa extensão. S cínio. uma comunidade viva. do (links).SIN presentes na Não PEestruturada IN SITudo é igual NP e tudo é Sdiferente. NP N SI N P M I I I M S prévia e S S permite a formula. IN M projetosPEE P E N S E N I P P N M E ferramenS M N SI N tecnocientíficos das SI te. escala ou cursus (já totalmente traçado) es. M quando um P SI NP estruturalmente). os daEM suas relações. a M SI P NP E I P I N E S N I teca que queima. SI E N E S E P P P M E SI outra pessoa N N emSjogos e diversões. único. IN substituir a experiência M EE S E P E ção e exploração eP de informação. IN muito conteúdo através E I M S S N S a identificação. conheci. Diferente do que a míN E N P P P I E E S N N S N P P I se tornam I redes digitais EE dos Tanto dia comum pensa.EEM pel de interlocutor. conSI M nem o e-mail substituiu IN NP com facilidade os parâE I M E M S E S E E metros de um modelo e observar imediata e visualferências ou reuniões de negócios. EE um sistema M SI de comuniM EE N S E N P E I P I interconexão.IN mina o conhecimento. de criação industrial.valores E N E E EE na es. implica naEcorepresentação do todo. de mas EprovavelM Mca. M E E E P emoção coletiva. na maioria N e o surfe.M M EE E P M N PE é cultural e é pela cultura EE EM SI EM de conhecer o mundo de. M acreditando que cada um tem SI de execução de certas IN sua oSconflito. I E E S S N S P P A impossibilidade serão únicos. porque não papel crescente S nas atividades P M M M E E N N há relacionamento E P NP de gerenciamento. N P I I M E E S S N P P EE cognitivo como no da fatores poderosos SI EMde encarM de personalização ou IN organização IN do trabalho. interpretável indefinidamente.avaliação NP SI P I M M S P IN M EE EM EE de navegação. mas “quem”. PE E capacidade I I E M S E E S N S E E N P P car seus saberes. Por trás do fervilham a multiN está aSIsimulação. pela Numa terminado. S P M M E E E uma coordenação eficaz dos produtores de saber. ao mesmo tempo.ber EE homens dominasse INconjunto dos SI no grupo P N E E é transmitido pela biblioteca. em Mrespaço. Agora de o I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I aos outros o ideal desse fas.SIN lo EXVIII.M participação P e. sem fronteiras e S E PE E P M M E P E N N E P M M N dos por As velhas Emetáforas da pirâM SI SI constante PE PE e disponibilizados IN mudança. um um filtro e N P M M M M N SI PE PE IN EE conhecimento EE EE SI N EM Os gêneros Pde e os critérios de seleção organizadora.M dos principais eixos de Edesenvolvimento do cibeN EM E I E M P E S E P P M M N E As sociedades para codifide reunir.S cação e de P EE E S N N I P P I N M M S novos Emodos M S central dos N N E SI No lugar de conhecitãoEM substituídas. I N que tem P E sem escrita. masIN que o Todo está definitivamente EE E E EM P P P P M E E E S N cada Noé E N N P enquanto a adesão e SIN fora SI NPsistemas suscitavam EM EM teorias SI e sua arca NP PE Ie IN de alcance. EE de vista. não oSé IN hoje. a NP a ecologia cognitiva P NP P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 143 . N M o “todo”EM M SI E EM acessado. suTodos são emissores e receptores desse novo E M E E N E P M EE SI é quem M NP NP PE não postamente P contém tudo… doM Um dilúvio M para o Iqual IN o intérprete EE SI dilúvio de N E E SI informações. porém. querem nem impediu os Scomo M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N A capacidade de variar encontros S M simpósios. IN M P S EM N E nem “qual o critério”.Eum EM ins.crita. www dispõe. EE é uma biblioEE velho morre. na não o saber hoje são M que en. bém Snão está congelada noEM tempo: incha. no pa-PE aprendizagem. A páginaEM web é um dos documentos que a EE ritmo.EEpré-escritas. A simulação mente através da tela. tensão daM cibercultura e pelo declínio observável dos trumento S N M E E P P I M M E E P S há hierar. I E M EE SI com a celulose. de Nosso PE modo EEde SI das sociedades. E No final S do sécu. centrais com M M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E das vezes. EE SI E SI P PE P M E M N E mento trazidos pela cibercultura. EE grande hipertexto NP EM EM SI EM capacidades PE P M E E E SIplicidade Ie Ao externar algumas humanas. Nesse dilúvio. EM civilização P P PE I M N E N S N E M P SI não é mais a pergunta quia. P SI neSI a navegação NP PE EE e ventos IN de estarNpresente! SI correntes Ncomunidade EE cessidade I P S SI A cientí. ainda e M EE era quantificável NP M O conhecimento E S I E PE P M E E S M E P EM E PE seguramenOs conceitos abstratos E e os grandes podia ser contado ou medido.EME porqueIN não está fechada I M E E S M E P M E M S E N NP (nem dinâmica nem Web tam.M frentam ondas. o cientista: o saesperarPque um pequeE M . S as interativas são S N EM EM no campo SI compartilháveis.

surgem O flutua. interconexão E S EelaboradoMpelo professor P Resumo IN P IN dos computadores EE EE E S S N E P N P P I M Jr. em IN SI SI N IN PE de avaliação I S N M S E I S N S dos conhenovos atores na produção e tratamento tempo real. para SI IN contribuir com a formulação M exterior-interior. pascomo caminho para um ser-algo. culPE SI e cação às grandes NP dúvidas: socialização. M IN M EE EE e a experiência. uma IN da educação e da formação INsi discutir M interior” de EE “viagem ao SI E S S E N P E M M E e criativo”. pela recuperação P nos levam e Sorganizacionais a compreender a crise de justiça. EE M E S P Com esse novo suporte de informação e de coE P P M M N N M N PE EEnovos conhecimentos. papel e as transformações tecnológicas SIN sua M EEdo Estado SI inconclusão. fragmentado. EM Inês de N I I M E N S So E P Anna Bellico Costa (Orgs. E P S M S N E P E M P N de planos e guém. Essa SI NP é a educação P S I N M E I M S N processos humanizadores e desumanizadores. vidade” e “universalidade INA universalidaP M EEvirtual será EE S N N E N P P P I I I E S S é compatível N N S N o entre os homens. transação. O I E S M E E S E S E N E E ou mais P EM SI a máquinaPtão NPem conta. A internacioSI NP P P M I N M EE I E M S N N E P M S I E I a globalização dos “A humanização é uma das possibilidades do PE nalização. enquanto referência para I N M P P S SIArtmed.PE Formação é. assim. Sa tendência M inconcluso do PEE homem de M EE como ser IN SI que é. S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M nômicos.contemporaneidade. EM municação. e comunicação.M critérios sação da interconexão. coma interoperabilidade P M de concreta M SI SI mediadorIN SI EM EE planetária. Em formar é. Qualquer política de educação terá coletiva. SI EM PE o espaço PE EmEalgumas dezenas de anos. Etura. e gerenciamento ecoa potência de mutação e Itura N de produção. en. “nova ordem mundial”. SI EM EM PE IN Edith N M E E S P M E P econômico P I a formação A educação S e sociopolítico e 1990. S M EE humanoSIN EM IN IN NP E M E P I S S N E E potencialidades Em S Paulo Freire.Sa mundialização. que disNP EM o homem. modelos superam os critérios anteriores M M E M N E N E P M M EE SI abstrata”. P E ações educativas. NP E N P I I M M E M S S N E E Eoprimidos. Conexão que poEE de todosEM PE SI P M M N E M Ique NP N a inteligência E E tencializa P I M cimentos. públicas e educacionais. que EE como processo social S M SI EE formador de todas as EdimenNP EM P M I E P E E S EM N sões do ser humano. O pensamento contemporâneo vincula ainda S N N N E P M P I I I E E S S S N N PE In: Maria Matos Coelho SI ética. bifurcação. E EEmerS P N I E M M P N P à redefinição IN cados econômicos. do planeta. SI EE saber. EE coisa que SI Esse texto SI N P E NP P I P M N S M a questão hu. em última instância. M E P a formação humanaEenvolve IN e cultura vivida. PE que. IN M E disposições pré-existentes. 2009 IN M EE NP INnas polítiM S I Porto Alegre: pensamento alternativo de alternativas” E P S E M S M E N M PE EE EE cas sociais. não é inteligente I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE que mas a inteligência coletiva. de luta dos I M E E E N E P P Proubada.EM E Maria Inês de Matos Coelho.” (Paulo Freire). N da indeterminação SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S A EDUCAÇÃO E A FORMAÇÃO HUMANA: TENSÕES E DESAFIOS NA CONTEMPORANEIDADE? 144 . o que SI M novos SI EM N EEgera a senP P E I E M E P P S N inéditosPpara orientar N de desorientação: culpa E PE o saber. não como masEM cas. tende Antônio P Carlos Berardi E S N SI a tornar-se a principal EM INinfraestruIN M EE SI S N S E P M PE I M E E S N E E M SI NP PE M EM M EE NP SI M N E I E M P I E EE S E P E S N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP M E N I S M S N I E P S E M S SI PE IN M EE PE S E P M IN N M M M N PE SI EE EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N M S N S SI P N PE SI M SI EE SI N E IN P I M E S S E N M M M SI NP EM PE M EE M EE EE SI N E P P P I PE M EE a edu. levar M desenvolver E S E N N E P P M M M E SI humano”. I contemporânea M de sua humanidade E S NP N EMde N da sociedade enquanto ponto E N M P I I I I M E E E S S S S E N um novo PE SI modelo de relações Isociais. por outro lado.manos sábios. É EE EE também um NP nos processos SI “devir plural E NP I M P P I M S S nas e prátiquantoIN constituição e a transformação de E PE EE IN suas concepções EM um al. I I P M EE E S S E P P N M M a imaginação N ponibiliza a SI PEmemória.PE NP EM levar isso ideal então. Imobilizou-se SI EM identidade e condição-cidadä. a pertinência temporal e contextual dos S S interNo equipamento coletivo SI bem como EE EE SI pensamento EM de “objetiEM P P nacional de memória. e consciente N S E I E S P M M E afirmada no anseio S N PEde liberdade. SI a cultural N N ideal do que é “ser PE visa M EE a um modelo mem EEatual produz”.mana SI N socioculturais eMescolares na mesmo.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S fecundidade heurística. a EE humana:SIN cenário E EM PE dos anos IN IN EM “um EEM EM P S S N E E P tensões e desafios na contemporaneidade. com todos. E E P SI EM é a “ultima EM PE o ho. exposta por menos incompletos (noM sentido de “ser PE da imaginação N PE PE SIem seres IN N SI N E I I M M E S Castoriadis tem sua saída na geração de seres humais”). SI PE EE uma relação IN S E E P S N MDo conceito de formação. além de dar forma e S S Larrosa. N SI SI dade. A crise da política. da criativitencionam a transformação de homens e mulheres P P M I E N M E M I E S N P E N E P S e da participação. NP NP EM partida para PE M E N S SI N E I M P M S de cidadania e formação humana SI INTRODUÇÃO PE EE e que tenha como EEM IN EM EE P M S N E P P I referência o ser em suas necessidades.). S SI N E E P P I M M M E O ciberespaço.

EE M foi imposto EE vidas. que S tenha formas transM EM IN PE cendentes M EE E S E EM na filo. NP EM SI Epela P P M E E E SItransformam EM a si próprios. a reconciliação Esta. tizar. SI NP PE Uma S IN emancipadas. M com e o natural. O primeiro problema M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Mque deve M é que a organização ca em liberdade S e atual do mundo é seu S próprio P I I em condições N objetivas P NP PEforma que EE não se IN SI Nninguém EE fim e se I P S SI conhecer. Como educar para a autonomia? Para Se M N E S E S N N SI EEà heteronímia. é um ato que S educação para e para N EM EM a emancipaSI a imaginação N P I I M E E S S N P P EE pressupõe a consciência e o conhecimento dos ção. pode voltar a ser uma fonte epistemológica berada. EM entre os SI o traba.M E samos para as funções da seres. É poder usumonta aoMhumanismo no séculoSIXVIII. razão pela qual tem necessidaEza. M P SI o NP por conta de sua M SI P NP E I P I N E S M N I trabalho enquanto formação educativa implica em dadeS e racionalidade. IN EE pela “modelagem”de SI SI EE não passa NP P I P M S consciência que modifique essas relações. como elevação à universaliM M I E S N S S M IN com a natureza EE EEessencialmente EE SI NPhumanidade S P P P e consigo mesma. M de Hegel.M P o processo M Nmas o que Eé PEDA EDUCAÇÃO SI E Gramsci. FORMAÇÃO HUMANA: N P M M M I E E N E E S N P I P M EE S N E homensIN sofia. E I M S S N P S I E nova sociedade. PE NP na vida EE articulam EE com a ação Edo M o auto-questionamento central trabalho. da mesma forma sem indiviSI EM M IN que a educação IN M EM E E S S M NP E E P E aos quais M meios se pretende dualismos prepara para uma vida colaborativa. Com I M EE S N E N N P I I I M M E S S pergunta não S é o que N E isso. oM N SI N P M I I S em instituições S através do qual as própria que EEM IN prática da autonomia. Com HUMANA PARA A EMANCIPAÇÃO I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I pode “se” tornar. nem SI relações Smecânicas. a autonomia dado que I S M N S E IN M porém. criar M IN trolar se podePE “se” Educação para quê? Para Adorno. política. Deve-se entender N E E I E M E P E S E P P E de reformas não como fim. sobre EM EM pessoas SI o que é. NP dução E de conteúdos Por EMuma educação que impõe para uma M I E M E SI e contextos SI E N S E P P P M SI N N N e socialPE que gere PE resolvido essa trabalho é processo coletivo ser PEcom a EE autonomia SI só pode IN SI lógica. ou N P I P Mda gir Engels. se caracteriza pela ruptura EM N E I P I E S E E S S E N P P M P não sendo. E E N E I M E P M E M os bens materiais Ee S E N NP Para Hegel. mas pela N M próprias EE M M SI E EM Este M S E P M E E E e prática produção de uma consciência verdadeira. é que emancipar significa conscien-PE SI E P M E P E Desafiado pela natureza. E E M S M E N S E P adaptação é parcial. E espirituais.inverter M o imediato EE no centro SIN IN M M S E P S E E M do processo eEM o trabalho enquanto meio deve ser. SI IN IN M M de relações Eno agora. de coordenar as S SI SI N suas enerIN P I N M M I S S E E S em atos Scom IN reflexão. E S S M P P no aqui e Fruto ativas.mia ao E progressivo IN M P S EM N E plesmente serem subservientes a ele. sendo dos indivíduos se tornarem NP M EM EM M fon. mas E SI aprendem suas leis para. com S N E E P P I M M M E P S E N N E PE Eautonouma consciência crítica Gadamer. mas como até mesmo Mchegar aos N e lho IN Nnorteadores EM meio. mudá-las é ques. através P E E do trabalho PE não como pria lação entre educação.M M EE E P M N PE M interação EE Meducação. N N P EE ser racional Uma M SI EM exige adaptação. O desafio para superar e não simplesmente uma gias EM repetição/reproPE PE criativa EM M E EM a dependência N N E P já conhecidos. INpela mera transmissão de conhecimentos. o homem.M P mais elevadas. PE se opõe SI SI o ser social. IN si mesmo e sobre os I E E S S N P P só pode ser imaginada que pode E vir efetiva por uma sociedade M a ser e os limites dessa auto-criação. EAo SI pensar. O trabalho. EMum fim. NP P salto doM ser natural para O capitalismo. o que P E N para atinPE EE E como emIN SI NP de de formação. EE M P E E N S E N P I P P N M E M N SI N mas pela aquisição de Suma que pessoas.SIN EE EE a assuma SI EM P PE P M E M N milá-las às suas tionada pelo que N às pessoas M transformar a natureza. se pode conSI S E que é que o homem E S S N P E I S reEM EM fazer.EEM P IN P P SI E M E N S E P N E N I P P a possibilidade E rém. para ao final. colocando o homem IN por nature. construtores de M sua história. E S I E PE M E E M S M E vida. PE no IN pergunta-se SI tornar-sePE N EE E humano. SI as posições. imP ignore essa IN homens e mulheres aP dominam. e mulheres SI PE etc. SI za e com IN PE EM e. ou PE EMprincípios I P I E M S E E S N S E E N P a instauração P como ponto de partidaIN para de uma SI SI EM PE NP mudanças IN possíveis. IN e da técnica. omnilateral. poSI O ato do IN EM deli.potente eSideológica. emancipação e democracia. E S N N E S N M I SI SI como éP pensá-los sujeitos deSdiDO PE seres omnilaterais IN M MCONCEITO EE S M N E P I M EE E E reitos e deveres. EE N fruto deP sua reflexão E E é um homem EM P I P P M E E E S N E N N P P N sobre o que gera democracia SI outros.ampliem a capacidade P I M E E E E S S M E autonomia N E P M da Eautônomos. M . portanto. espirituali. implifeita por quem é emancipado. E desloca o valor do trabalho Mposição M é ao mesmo SI tempo individual E S E E dessa e social e pela qual se E P M N PE EM homem. depois. é formação. enquanto busUma educação experiência e reflexão é uma N E P P P I IN E E S N N S N P P I I EE ca da satisfação de S uma necessidade. educação N que Ptrabalho EE EE SI no e pelo N S I P I N M M S uma que M N e assi. M O segundo. saber e querer utilizar. cria-se NPe de construção E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 145 . dade. há uma M sua próNP M seu destino. é uma tarefa humana. Pensar PE DELINEANDO IELEMENTOS P M na ciência. o EE PE possibilite SI INconceito de formação SI Segundo IN EM que lhes P P PE S M N E I mundo Ie N S N E M P com S este humana enquanto aperfeiçoamento E S não simSI se relacionarem PEre. P INoutros homens. na ética. adis. soM P e dos fins EE PE IN chegar.o homem produz S EE – e no Equal S P E condiçõesIN gerais da existência humana. Formar impõe de tal a questioN P I S M S IN EM N M EE EM realiza semEtransformar as relaçõesS com a naturena.EEfruir EE Para isso. Marx EE Castori-EM EE trabalho é P NP IN Lukács afirmam S N I M P P I que o que permite o cial. EE EM a primeira SI NP M EM E P I M E E P N o que marca E SDA FORMAÇÃO E de Mo homem. na arte. PE SI e saberes EE exercendoNP te de conhecimentos PE INOu seja.

PE IN à IN SI N M e reproduzidos.EM ríodo deIN dominação militar.. até ser SI substituído M PE nos SI EE IN S E E P S N M um projeto neoliberal Educar. é uma forma de E P P M M E N N M IN EE SI EE EM gena. Para o contrário da formação sociais e científicas dos produzidos N E P P I N M P P S Esó a escola. EEM modifica.) intervenção no Smundo. do papel regulador SI PE EE do Estado e da am. único espaço I E S M E S E S N E E PE EM que a produz e SI Pcultura. na conservação e desse munsocial e cultural de gloI M E E E S N P EE SI NP N EM NPtem na balização econômica. aceitação do do trabalho. política. a construção P SI IN EE E com equilíbrio As políticas públicas educacionais. ensinar. enquanto M mo. negro. de aprendizado e de Fábricas. deveM E E S N E E M SI condição M NP des vínculos com a PE M Ecriticamente M e a relevância EEe estabelecerem NPa qualidade SIse analisar M N E I E M P I E Adorno. segundo Rodrigues: o reconhecimenCAMPO DAS PRÁTICAS E I N M P P I P S E S mundo simIN N N M SFORMATIVAS to do mundo e de sua transformação em ESCOLARIZADAS EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E bólico (a S linguagem. que tecnológica e sua repercusEM do e o desenvolvimento NP do sujeito M P I I I I M E E E S S S S E N P E ética e na moral referências P para uma ação coopeos processos SI produtivos. EE P E E E P P S a reprodução N N E absorvido. da sociedade da base econômica Màs transformações I SI vida. N padronizável. da organização NP EM são sobre PE IN M E N S SI N E I M P M outro. a transmissão.PEE N S I E S P M M E S esferas econômica.colarizável. dos campos cepção de omnilateralidade a que todo indivíduo tem S A arte é um N SI EM PE propícios IN IN M por ser e para EE SI S N S E P M PE I as pessoas se identificarem com suas comunidadireito ser humano. educado éN aquele que se de si mesIN P M E EE S N E N P P P I I I E S homogeneizador S Paulo Freire. dosEE anos EM S SI P N P I E M M P P IN um mundo IN 1970 para cá.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 146 . é colocar P E alguém em presença anos 1980-1990 por N SI que ain. daí SI também instâncias EM PE de expressar-se. PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M para camente. vemSIsendo questionada aPE dida implica tanto IN da ideoloSI em que NP IN M PE I S N partir dos M S I S N E EE I S anos 1980. de de comemoração e de traNP Eparticipar EM SI de pertenPE celebração. ético.Mdominam as P S I N E I M S para todos N E tura (interpretação básica S da natureza SI EE EM com M NP de com-PE da qualidade da educação EM num sistema M I E P E E S N preensão e transformação os equidade da P escola EE P das relações entre S I E M M INde uma organização EM social e N P E N E S I E I E E N S longo de S e as expressões vida humana produque P ultrapasse seus limites P – educação ao NP I P M SIaspectos da N S N XX.toda EE SI a vida. situações e circunstâncias da EE das me-EM EE EM esse retorno. Ede PE função conceito. Não se restringe à forEM PE EE M EE EE SI N EM E P P P I PE M DE REFORMAS M E E mação profissional. das a educação.. Ptrabalhador industrial. com S rativa. que Ios como uma sistematizaçãoE de conhecimentos e S S N incorpore à sua substância M E EE S EUm EM P P e construa sua identidade intelectual e pessoal em transmissão de conteúdos escolares. que POLÍTICAS EDUCACIONAIS S NA S é N N EE NP SI SI EM M P M M sido considerada a Educação Escolar no CONTEMPORANEIDADE: E SI como tem E SI E E P E IN M E E S P M N E P P moderno. IN N PE co-existe com humanos e com a natuposta das M EEàs transformações: S SI NP outros seres E N P I I M M E relacionadas ao processo Mtransformação S S N E E E P reza. mundo TENSÕES EN INDAGAÇÕES NOM M N SI vista assim. homem M M E M N E N E P M EE SItornou condutor SI EM algo esEM deles. é capaz de M medida em que se conscientiza EE PE senvolver capacidade para a aprendizagem contíS E P M IN N M M E M no tríplice universo N P SI EE em diferentes impedir nua. nas PE e para a inserção crítica IN M E S S E N P M M M SI N dinâmicas da humanidade. I I P M E S S E P N M de dos processos culturais. N N S ex. face N S S P N I E P S I S cultura. à empregabilidade PRINCÍPIOS E S ou ao desenN N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M volvimento de competências para o trabalho.como umaEE IN NP NP EM cola. Durante tivas das é um Porientador da o século SI SI comunidades) E EM M E SI E EM do nacionalN E P P I comportamento.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E M cultura aINfim de que Eele S a. Para isso. IN M E M E S SI balho são N E E P e trabalhar. S N E N I M P como Para Forquim. M camponês. S EM e construtiva IN da e social. e. PreS M EE IN EM IN IN se expressa no pliação NP E M S E P I S S N E E às individualidades e à diversidade.EEM IN EM EE P M S N E P P I noção de limites e deveres e que da cobertura dos sistemas educativos. É preciso então entender a educação gia dominante quanto seu desmascaramento. igre-EEM se da cultura PE tempo I N E I M N S SI P N I S rua e locais N é o direito SI EEde criar. Para M SI SI SI NP EM I EE periência especificamente EE M E S P diferenças (homem.EM EE M S de interrelações NP mano). A esM E P S E M E não é o M M de for. questionado nos anos 1930 (e com mais I I M E S E S N P EE de alguémSpor ênfase PE nos anos 1950-1960) SI EM por um M EM é sempre toda educação projeto de deP IN educação E E N S E N M P nacional SI SI alguém e supõe. E respeito S P INvisões da universalização SI NP e melhoria EM A cul. necessariamente a comunicasenvolvimento o peEM e segurança NP PE durante M EE IN EM E P S SI N E P E M a aquisição de alguma P N ção. Sem como M em que EE emoçõesEM IN res. EE envolve PE I IN EM SI EE P EM S S N EE E P três aspectos. servador. Para isso. mulher. indíhumana.IN cer inclusive artistieducadoras. os projetos eduN M hu.EE EE S conhecimentos E P S humana. Ipor na meM a ser SI EM NP isso. P M M a con. coisa. A educação. de solidariedade. é preciso da superar a idéia de N certos elementos S ensino SIde E N E P I P E NP S S N I P I N M M deles seSInutra. Esse PE porém. vêm Ssendo formuladas entre e paixões.IN sem a qualM não há mundo P N hu. a NP EMe terreiros. E N I S cultural é o retorno à barbárie e Formação também pode ser deM S N I E P S E M S SI PE INdisso. M E do homem e de seu cacionais convivem e se confrontam: M manização E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE em termos tanto M EE ou desenvolvimentismo-conEE desenvolvimentismo SI SI socioeconômicos/intelectuais N P NP P I P M EE N em termos espaço-temporais. segundo P I forma especial de o homem apropriarArroyo. A cidadania cultural jas famílias e S empresas. jovem. NP ao mesmo NP em mação. de lazer. SI EE P N P P I E M P E N S P E Pe IN IN N diações existenciais: do E trabalho.

sários viverem em Esociedade e M EE NP M para osMindivíduos P E S I PE M E E M S E E P E E P revisões conceituais. superamM lo. a capacidade e equidade social.SIN resolver o problema dos excluídos do SI EM EM dar conta SIensino (“EduNP PE IN de processos IN I E E S S N S P P um papel importante bendo cação Básica M para Todos”). a vivência concreta da demoN E N P P P I E E S N N S N P P I pessoasSfazem I EE as ou são). ser necessáinternacional. No século XXI. na M osM desafios da educação: a) de todos os N P I S S IN E E M IN M S E E segurança e na sustentabilidade. entretanto. Os estudos vëm depal). P como no N P econômico. valores e atitudes.SIN P PE P M E M N E pacidades humanas é fundamental para desenvolvimento sustentável. NP M no indivíduo. Numa abordagem países na ciência e tecnologia. P NP em cada IN essenciais N I M P P I rios a um padrão decente de vida e ser Stas M N E S S N N EE SI EE P SI menos nos SI a expressão NP P participar da vida da comunidade. da cultura INEsse discurso.outros EE aprendizados). dos teSI– os conhecimentos EMA nova EEM NP P IN P P SI do aprendizado I E M E N S E P N E N I P P econômica E demandaSIuma formação óricos e práticos. M E adaptação ao mundo em da predomina sobre o desenvolvimento econômico E E E M E P E S E P E a civilização cognitiva. segunSI ao Estado. necessários S ao ordem SI N que caIN P I N M M I S S N E E S não apenas pacite para o ingresso no setor formal humano. N N P P ente para ca. N N às para a América Latina SI são Econômica EE no ajuste SI SI do ensino EE SI NP P I P M S sociais e culturais. A lógica dania. o discurso I M E E N S E I M E P M E M S E a necessidade N NP enfatizava deveriam serEE capazes de proporcionar da preparação de recur. oral. EM EM M P I M E E E E S S M N E P M EE hierarquias as PEdesen. entre modernidade M EE S N E N N P I I I M M E a relação S custo. coordenada por Jacques Delors. E IN SIo ingresso E desenvolvimento IN P S SI dos na paz.PE P P I P M E E E S N E de mudança. os oito anos do ensino funde para o M da equidade.EM M vel. O educativo. b) a adaptação das S E PE E P M M E P E N N E P M M para e modernização das à SI a SI várias culturas IN objetivo é PE PE o desenvolvimento IN EM mentalidades EE humano. Retoma-se a “formação de dernidade” – conhecimentos e habilidades necesE S S N P E I M S EM M de 1967 IN Os últimos anos ensejaram de Harbison. SI SI as reformas de passam a ser EM aprender PE(adquirir instruINa conhecer NP a partir IN E I M S S N S E mentos de educação do Brasil M refletem três períodos: SI (poderMde agir NP compreensão). Nos anos 1990. So M M EE N S E N P E I P I ampliaçãoNda autonomia humana. o cálcuI S M N S E IN internacionais. mas SI das profisN P M I I I M S S S as desi. Pelo S relatório do Deslocou-se a discussão do direito SI PE EE I M P S EM N E Banco Mundial de 1995.IN M na qualidade EE centrar-se M S E EM oferta S E P EM M M E E E monstrando que apenas a educação não é aplicadas para N das estratégias E E e na eficácia EMsufici. a solução E M conteú. bem SI no SI NP PErecursos humanos. M ao e e as necessidades M INsem espaço EE escolar N SI cia entre NP Eeducacional EM SI o sistema S P I M I EE E E S e cida. aproveita-se o potenciI M M I E M E E S S E N E S P P P M E E SI N N para al educativo dos meios de comunicação.EEtrabalhadores SI EE já existentes NP cujos saberes e competências P IN perante NP devem ser P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 147 . equipara-se da infra-estrutura tecnológica. diminuindo a distânE M E E N E E P I P P M E S para prograN N PEao infantil. o fortalecimento das e SI essenciais para funcionar de maneira IN M EE IN M M S S E P S E E M tiva na sociedade. ter acesso aos recursos PE EE capaz deEM E etapa daSIescolarização. legitima sões. S N P I P M I S N N S N M edu. a equidade deve da INindividuais. definem-se as ferramenP NP EE instruído. Os princípios M fundamentais popular.M discursos dos SI organismos E S E E de problemas.IN mas de educação S P P P não-formal nem para educação do mercado de trabalho. Eque benefício E M P I M M Nso universal E E P S I E N E Eabsorção suficiente S garante a N que deveriam de SI “códigos Ida EM NP mo. Epara PE SI IN SI 3) nos anos NP1990 – educação EM P P PE I S M N E S N E M à igualdaIN P SI de iniciativa e oNgosto pelo risco. Da mesma de forma. com foco central sociedade da informação e c) a P vivência democrátiEE E S N S I P P I N M M I S S N E EM que construir nas pessoas. bem como os E P M M E N PE NP EE se as necessidades EE EE básico M do taylorismo/fordismo. O papel da IN IN M M EE S S M E P P cultura se revela nos direitos humanos e na particido a Comissão Internacional sobre Educação.IN S é formada S numa escola E de adultos. da M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E crescimento Unesco.EEdamental EE M P SI às NP SI P NP E I P I M N E S a reestruturação M N I S crianças a aquisição de conhecimentos. a compreensão múN EE SI aumentar NP EM EM SI EM (ou a variedade PE P M E E E SItua entre Ios o poder de escolhas de coisas que EM povos.M M EE E P M N PE M volvidos EE M EM para suaIN SIque vive.compensatória. cracia. habilidades sos humanos para das economias EM N E I P I E S E E S S E N P P M P bases empresariais M e atitudes efe. a viver juntos E (participar 1) dos anos de 1970 – eduN M M N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E e cooperar comPoutros) e aE ser (integrador dos três cação e desenvolvimento. Com a estratégia de uma SI EM PE PE desenvolvimento M M E EMde atividades N N E E P NP I ou para o desempenho mais Erentáeducação ao longo da vida. O pressuposto é Ede ca E(vida em comunidade). a escrita. no sentido da inclusão nãoPEE desenvolverem-se produtivamente. EM passamSIa N e preocupações S P I M E E S N P P EE capacidades básicas vida sobre os quais já comunidade SI EM M exista consenso na E IN ter uma S IN longa e saudáM EM E S M NP E E EPara isso.qualitativas PE da educaPE SI M ser a essência N E NP S N I N E M P Icapital humano” I SI S E ção. SCaberia àSIeducação o M EE ca. o comportamento social. levando emSIconta valores N ser EM Com isso. porém. Pelo como a M leitura. presente nos P discursos oficiais Mnacional e N IN NP EM PE EM I I E S E E S N S E E N P P 2003. M redefinindo o espaçoEE e do lazer. SI SI Combinam-se a qualificação 2) de meados de 1970 até final de 1980 E– NP SI P I M M E S E democracia P IN M e EE EM técnica eMprofissional.IN locais. a caçãoPE e S N M E E P I M M E E P S N N E E EE aptidão o trabalho em equipe. Para a ComisIN M P E E N S E N I P P N M E diferenças M N SI e CaribeS(Ce. EM três são EM pação. IN atividades PE qualiEE também S SI NP de melhor NP veis. e a taxa medidas por oito anos (ensino fundamental). de acesEE acaba sendo EM A cidadania S NP M EM E P I M E E P S longe das N de retorno. a fazer EM PE sobre oSImeio M EE 1950 até Emeados E E P envolvente). S E P E O foco está gualdades e propicia uma certa subordinação dos tempo de IN aprendizagem.EEM dade.

M SI EE NP socialPE EMcomo atividade M I EE P E E S EM N e coletiva. uma concepção produtivista e pragmahumano. porém. Trabalho M S N I E P S E M S SI PE IN central do traM e Formação. P M N EE M SI uma formação NP é de que é necessária P SIsólida e EEM IN EE geral. ao muncompletos e inacabados. deve conduzir S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M perspectiva da qualificação como relação social.) EE o suficiente IN por PEE SI educação N S E I E S P M M S N PE PE para indivíduo possa não sóNadquirir qualifiBerardi Júnior.SIN S N S E P M PE I e as Limitadas. N Educação e Formação Humana. S SI competências NP intelectuais E E P P I M M M E e técnicas. S o trabalho. dotados de esperança. ou. ou contrapor-se à PEE I N M P P I S N E S N N SI na e pela tista de educação. a segunda. assim para para SI uma educação PE EE IN EM EE EE P M S N E P P I E M o mercado. explorou M indivíduos E I S N S S P N I E P S I S processos globais de EM na esfera IN tanto na públios PE esfera da produção como INformação para além daSsisM E S S E N I M M de conhecimentosEM NP civil.IN para uma reMhumanização SI EE M P IN I EM EM S forma do EE entendimento P S S N E E P se conceito. EM para a informação PE SI M SI M E E N E E P I M P E E trução em O discurso S preparação N para o trabalho.P para incorporar o Brasil N S M N N no contexto da N SI EE PE SI SI modelo tecnicisN EE EM globalização. dá M aos trabalhadores poder de resistênP P M I E N M E I E S N P E N E P S I N SI aos Spadrões instituídos e tamPE N PE PE M SIcia e transgressão N SI N E I N I I M M E S bém negociação de M condições. de bases para a Responsabiliza-se o Icional N S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M pulação. para uma formação para autonomia e para a imagiS S N N EE NP SI com este SI EM e fragmentá. Por outro lado. EE SI potencialidades EE PE EM através SI mento eIN expansão das humanas e plexo de duas verNP de relações E P P E I M P S E PE IN IN S NP M da emancipação E N I S individual e coletiva. So-EM EE EE EM SI EE P P P I E M P Nmitiriam aos S N P N E I PE I I refletir e atuar criticamente ciedade. é preciso reconhecer. N Segundo Kuenzer. EM NP tem como objetivos o PE EE IN EM produE P S M SI N E P E Mmaior qualidade de vida P da popu-EM N tividade para uma SI IN M SI PE EE IN S E E P S N M lação em geral. o conceito de Equalificação CONCLUSÃO: M EM NP P P E I E M E P P S N N EE PE evolui de preparação de mão-de-obra PROSSEGUIR IN para o binôSI SI NP IN M PPARA I S N M S I S N E EE I S mio emprego/educação escolar enquanto prepaM E P S E E de tarefas M IN NP NP o exercício EM “por que EM rador para P I M na vida profissioA questão a educação e a formação I E S M E E S E S N E P PE 1980. para nós. imediatista na relação mundo. EE EE mercado de empregos. EM humanaIN EMensejou uma reSI PE final dosIN NP nal nos anos 1960-1970. EE a edu. A primeira. Educação. Fixa-se EM às mudanças na produção P e SI NP PE IN M E N S SI N E I M P M M S a competitividade. E SI dado que E SI E E P E IN M E E S P M N E P mais doEque para uma P ria. No anos na contemporaneidade” PE E E M N S SI P N S M SI N SI EE surge da competência.Sa trabalhador por sua formação e sua competitividaS I diminuição S o auN da jornada de trabalho. Essa ca e Sinstituições de EM PE concep-M tematização M E e transmissão EE da sociedade EE SI N E E P P P I PE M M E E ção de pedagogia das competências é contrária à conteúdos. que N perbalho em uma formação omnilateral. EM S EE SI P N P I E M M P N S P elaborado IN M (dada pela ampla Resumo M básica. P SI numa P atualização do N M E I SI N E P S I N M E I M S N E ta. 1960. S S E P EE SI EM E Pmaiores PE IN garantam M E e mecanismos que lhes M espaços E S E N N E P P M M M E SI sociedaSI N N PE EE e autonomia. S social como para M conseguir M SI SI SI NP EM I EE essa expectativa nos EE M E S P que hoje estão marginalizaE P P M M E N N EM EE UM ESBOÇO SI EEDos anosSIN EM SI dos. apesar de inS SI EM PE IN as sociais res utópicos. normas de trabalho. É preciso futentes estudadas. SI do trabalhador EM EM P P mento do tempo livre e a garantia de de no Uma elevação nos M M E M N E N E P M M EEse acesso SI necessária SI EM a bens e PE indispensáveis PE mercadorias à digníveis de capacitação é IN tanto para P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S maior mobilidade N N S criar nidade N da vida humana.. que usa o trabalho como I I M E S E S N P EE como fimSem PE SI EM EM princípio educativo omnilateral e não P IN M E E N S E N M P SI SIaumento da si mesmo. A educação. direitos Um novo projeto de M EE EE SI SI N P NP P I P M EE N feito por uma educação S N E N I M P de.. nes. Vimos também que M E E S N EE SI e comPE M são insuficientes NP do trabalho.nação M P M M é individualista. centrado num saflexão e enfrentamento de conceitos já P estabeleciNP EM o modelo I I M EE E S S E P P N M M E que no saber-fazer e I pode produzir S uma emanciN ber-ser mais IN M EE cuja continuidade M EE que abrange as dos. Superação essa que nos torne seS E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M cionais ou metódicas. as comunicativas. EMe a formação formam um jogo intricado do para o desenvolvicação P I M E M E N S N EM e interesses. as organizapação humana. SIN MAntonio Carlos EE SI que o IN E P I M E M S S N EM Educação E E agora e também para P professorMe mestre em cações diversas paraEo o deI E E S N E P E SI NP NP EM NP acompanhar e ajustar-se EM pois. mostrou a importância EEDeluiz proPE gir M dessa “instrumentalização” tecnicista.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E científica E M e tecnológica EpoS no interior das organizações. voltada eEM insbarbárie educação. em síntese. eMatualizá-las Npara M P I I I I E E E S S S S E N P E no trabalho. S E P IN N M M M N PE SI competências EE acrescentar põe políticas. IN Mcomportamentais. P E aumento do nível educaN através do SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 148 .

M EM E E S S M NP E E P M M a curiosidade ingênua.sorPEensina os Sconteúdos M P IN Nvista a autonomia EM EM PE EE que considera IN SI ta dos saberes N E E sar certo.INum EM o que ainda e comunicar ou “Quem ensina aprende N E P P P I E E S N N S N P P I I EE anunciar a Snovidade. S E P E de arriscar-se. O profes. EE SI EE NP P I P M S Discute os saberes. Paulo Freire Etra. indispensáveis a essa I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I seja caracterizada como crítica SI S E Uma das condições para pensar certo é não prática para que ela E S S N P E I M S certeEM M estarmos IN certos de nossas ou progressista. S P I I M E E S S N P EE parte do professor Iem Foi no decorrer M dos tempos que os homens SI NP respeitar EM e muIN o senso comum. devendo esses Mserem conEE saberes NP exageradamente M E S I E PE P M E E M S M E E P E E Pprogramas zas. os sujeitos. NP EM dos objetos N P N I P M ximar do conhecimento. apeEE SI EE parte da Pnatureza SI EMNa relação PE P M E M N E da prática docente. mulando sua deixando NP M EM EM M P I IN capacidade M E E E E S S M E N E P E PtransfeSI“bancário” EM EE NP de ser um professor PE IN NPaquele que E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE P IN Paulo conhecimentos. O professor sar de suas diferenças. M M I I E S N E S S M IN EE EE uma reflexão SI sobre INPquanto professor S P PE P vão se tornando sujeitos da consAo tratar daN importância de M EE S N E N P I I I M M E S S S educativa. NP E I M E M S E S E E cimento mais elaborado do mundo.EEM cidade crítica IN M a sua curiosidade. não se reduzem à condição E N pesquisa SI para coNP EM EM SI EM não conhece PE ao nhecer PE do outro. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M ses saberes.NÃO SI EM HÁ DOCÊNCIA PE EE P M M E P E N N E M E M exige pesquisa N SEM SI SI NP DISCÊNCIA PE 2 .E2000 rigorosidade metódica comEque eles devem se aproE M N PE P E EE SI Tanto aluno.NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI M M EE P N SI CURRÍCULOS E PROGRAMAS M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI EM E NP SI NP SI M EE P N SI EE EM PE PE M EE P N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI EM PE EM E NP SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI S E N M SI EE 1º . agrupando-os em M três gran. à medida que vamos intervindo no mundo. M E E E SIde objeto. maisPEE teúdos obrigatórios à organização de de IN M P E E N S E N I P P N M E conheciS M conhecendo N SI N N vamos esseSImundo.Ensinar aos saberes S N SI SI PEexige respeito IN M M IN SI S N E E S I M dos educandos 1 . Freire defende IN epistemológica”. o nosso SI formaçãoSIdocente. S E E S S N P P M M Rio Ele SI se esmera em trabalhar com os IN de Janeiro: M EE alunos a SIN M M S E P E E M Paz e Terra.Ensinar exige metódica E rigorosidade E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E entre os SI deve reforçar N N N a capa-PE É preciso estabelecer relações democrático PE sabeEE SI SI O educador NP N SI N P M I I I M S e a experiência S S res curriculares fundamentais so. Ssibilidade M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N a “curiosidade que leva ao conhemétodos o ensino que S M SI M de ensinar.Ensinar EM EE M SI M EE NP SI E N P E I P I P EE E S N S N I P P I N M M S M S N N E SI A busca e a pesquisa fazem docente-discente.25). e a pesquisa são práticas P M A docência-discência N SI inSI NP PEgnosiológico. INP IN M M EE S S M E P P Passemos a sintetizar cada agrupamento desbalha a produção do conhecimento não existente. estiEEdo educando.INmento é histórico. EE IN do ciclo SI NP EE dissociáveis I P S SI N P I S M M N M PEDAGOGIA DA AUTONOMIA: M EESABERES E M P E E N PE SI NP PRÁTICA EDUCATIVA I M NECESSÁRIOS À M N S E I E E M S EM E EM M EE P N SI M EE P N SI 149 . SI EM NP P IN P P I EE E M E N S E P N E N I P P 3 . N E trução e reconstrução a formação docente e a prática tendo em EE do saber EM NP ensinado. cial dos alunos. N intrínseca E E EM dois PE P P I P M E E E S N E N N P P P momentos: ensino como não transferência de conhecimento e um em ensina e se N aprende o SIN SI EM EM SI PE IN que se N IN I E E S S S P I o outro em que se traensino como conhecimento já existente Se M uma especificidade humana. para que ele desenvolva e a necessidade maneiras. N M EE SI E EM des áreas: S E P EM M M E E E O ciclo gnosiológico se caracteriza por a relação docência-discência. socialmente aprendendo. prima pela necessária criatividade do educando e E P M M M P E N PE M EE EE EE IN M doSeducador. EM EM Freire IN PE IN re conteúdos. estimulando a E capacidalheres. O ensinar e quem aprende ensina SI Npor EM pensar certo EM implica Nao aprender”(p.SI M EM E P I M E E P e Stambém ensina a pendos educandos. perceberam a posP PE EE PE IN M E EE de trabalhar P N IN S N I M P P I de criadora do educando.

EM P M S seiras. M Ecultural NP a procura EE de maior P E I E M E P P S N N E PE exatidão. M N E I E N I I N E M S E P S S N SIaceitar o novo é novo. da genuidade à criticidade. não Na prática educativa. noSseu Pensar que se aprofundem a comP I M E S S E N M ricas de signiM SI NP fatos. S M E M S S N E E E P mento. SI IN M SI experiências EE certo exige N E IN as informais que nela ocorrem. Ao M ensinar não EE saber que SI NP E N P I I Messe difícil. PE EM SI chaçar o treinamento pragmático. as dimensões individuais e de classe dos eduI E S M E E S E S E P IN PE EM PE N NP EM candos. EE técnico. N E I I P M EE E S S E P P N M M e a boniteza E na formação do professor.IN S E P P da necessária IN promoção M EE EE E S S N E P N P P I M soção de nós mesmos. PE PE é o desenvolvimento osidade va IN da curiosidaP M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S é a superação N N S a criN da ingenuidade para M de crítica. o elitismo autoriforma aIN ignorar a formação moral NP E P P E I M P E donos da PE IN IN a tarefa educativa S S é criticável NP M por isso E N I S tário de educadores que se pensam verrestringir-se M S N I E P S E M S SI PE IN M dade e do saber pronto e acabado. EM é fun. A PE ligados a treinamento emMaspectos só S E P IN N M M M E N PE M SIpode ser pensada EE Nesse sentido.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E analisá-la. com um maior EE M E S P 9 Ensinar exige o reconhecimento e a rigor metodológico em relaE P P M M E N N M N E objeto do M EE SI Eao EM SI assunção da Pidentidade ção SI conhecimento. emoções.PEE M . pois SIde discriminação.Ensinar exige a corporeificação das S S N EE NP SI S EM M P M M ensino e a aprendizagem.Ensinar exige N para melhor S E N N criticidade E I P I I P E S NP S S N I P I N M M são suas ser. PEE M P S E E M IN NP N EM EM P I M ral. que necessariamente devem ser valoriza5 . E Mpercebê-la EE S ca como é e quais 4 . que falta SI aos animais.Ensinar Sexige ética e estética PE I N E E I M N S SI P N I P S I M M S N S EE das na prática educativa progressista. Para isso. em PE não só porque IN SI NP EM mas M P S I N E I M S N E também não recusar só pelo critério 1 . importante tecnologia só a serviço dosNseErefletirmos EE E SI EE é muito P EM P P I E M P E Nres humanos.Ensinar exige S o velho SI EE consciência do EEM NP crono-PE EM M I P E E S EM N lógico. processo I M E E E S N E P M Econstante SI cuidado NP NP eu não EresNnovo 7-M Ensinar exige do e porque envolve para EM NP risco. capazes de S P E distanciamento da prátiso fazer umaIN operação de Somos seres intervir no I EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 150 . S por nósIN SI EM PE solidariedade IN M EE uma SIN S N S E P M PE I cial e política que precisamos para construir Na condição de seres humanos. N SI N E I N I I M M E S isso nega a democracia.IN N PE generosidade. o que os M E S E N N E P P I M M E EM. não havendo entre conP IN M E E N S E M P P IN professor Mprópria do SI Na permanente Sdo queEE é Nformação PE O ser humano EE INser humano. cuja abordagem S N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M podem enriquecer muito o entendimento sobre IN o 6 . humildadeEE ao SI PE preciso ter IN EM EE P M S N E PE P I E M Pensar em disponibilidade para o sidade P certo implica N S metódica. EE risco.Ensinar SI N Estes estão N PE no M E8 crítica S sobre dos outros animais. S N P N E I P I N socializante sobre o caráter M S N S com todas SI P PE da escola. EE EE seres humanos SI SI exige reflexão N P NP P I P M N S seu cres. P É preci-EM tem a liberdade N damental a reflexão de opção. Experiências essas preensão e a interpretação dos EM EM M EE M espaço EE E SI N E P P P I PE M afetividades. ImplicaM também em inacabamento P P rejeitar qualquer prática M I E N M E I E S N P E N E P S N SI SI de classe. PE N PE PE M de gênero. palavras pelo exemplo E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P P M N M SI EE PE IN IN EM SI EEENSINAR P EM S S N EE E P Pensar certo é fazer certo. M EE E ficados.EEM Ensinar IN é criar asNpossibilidades E não há EM para a própria S EE SI P P I E M M P S P IN IN construção do conhecimento. a decência N SI IN M EE Pensando-se M EE S SI devem estar NP juntas E E E P P I M M M E podemos esquecer da assunção do sujeito: assunda in. M SI SI SI NP EM I EE ticidade. IN M SI PE EE IN S E E P S N M éticos. somos éticos. sidade é EE Mpreciso ter EE de ter raiva IN N S E I E P S P M M E S é transferir conheci. M E E S N EE SI que rePE não pode M conteúdos NP ensino dos EM sociedade democrática. M do seu Soponente.ceitual P S M SI N E P E M crítica sobre a prática. É aí que a curiosidade seStorna epistemoIN SI SI NP IN M PE I N M S I S N EE I Fazem parte da questão da identidade S cultulógica. que é oSespaço suporte necessário para o IN IN M EE SI a prática E S E N P E PE SI EM eles a linguagem EM cimento. estou pensando certo. considerações PE de discriminação SI NP EM valar para Prejeição IN grosM E N S SI N E I M perseguir a rigoro. aceitação M P I I I I E E E S S S S N P EE a qualquer forma análises simplistas. O clima favorável 2º NÃO É TRANSFERIR E I N M P P I P S E S uso de uma IN N N M SCONHECIMENTO para se pensar pelo EM PE certo seEcaracteriza SI E M SI M E N E E P I M P E E argumentação segura queNdiscorS N por parte Edaquele E P M M SI às suas idéias. NP da de quem se opõe PE SI neces. PE e tempo. Isso é que vai permitindo S S SI razões de IN EE EE Sa EM educatiEM P P com que se supere curiosidade ingênua pela curiUma das tarefas inerentes da prática M M E M N E N E P M M EE SI SI progressista EM epistemológica. de raça. A inconclusão do ser é própria da experiência S S radicalmente E E P SI EM diferencia EM PE PE IN M E de vida humana e é consciente. temos O acontecer de P I M E M E N S N EM EE SI EE dos educandos.

se percebo nosso inacabamento. PE M EE E do dever de P N IN professor S N I M P P I que se omite propor limites Sle M EE S E IN S N E N P E I I S E P exige alegria S S N à liberdade 7 .. escolher. INP Mlutar.Ensinar exige da realidade Daí se educador P que não toEE N pensar no E apreensão E EM P P I P M E E E S N E N N P P N lha em SI e sua curiosidade.IN senta em S P P sua se adapta mas a de M EE S N E N N P I I I M M E S S para nãoS ser apenas N E reitos e da dignidade ção objeto.S nicas. envolve proN EM emoções. E M E E N E E P M SI ética. emS que SI educação EE SI SI trabalho. julgar. EM Exige do SI as diferentes N P I I M E E S S N P P EE respeita a curiosidade do educando. e com M EE com o mundo NP M movimento E I E PE P M E E S M E outros. EE sor que faz algum S tipo que des. IN M Nsujeito também PESó posso S EM quanto ao E PE de se EE IN SI N E E apresento humildade e compreensão Nós. construindo. SI PE IN M M EE S M N E P I M EE E E O bom senso implica em coerência entre o disS N M E E P P I M M M E E P S de N E prática do E EE que SIN curso e educativo. moral. sujeitando-se aos EE E de cada S do. está transgredindo a natureza humana. Por exemplo. Isso repercute na N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E bre M a minha prática. o profesé diretiva. Ea PE IN SI 2 . nente de busca. ele EE educandos. P I IN vividas e M E E E S S M E N E P M histórica. usa meios. é uma forma de ímpeto natu. recriando M P M pacidade N SIa reaSI NP PE EE IN SI NP na habilidade EE lidade. a desenvolver EM E PE se insere a Eamorosidaos inconclusão é que IN EE M P E E N S N P I P P N M e ao meu E M N SI N N de permanente. seu fessor um competência de saberes SI EMgosto esM IN geral eSdomínio IN M EM E E S M NP E E P M tético. E P M M M E N PE M NP EE EE alegria necessária EE M uma relação Existe entre Pa SI EM NP P IN P SI I EE E M E N S E P N E N I P P 4 . queEo ironia ou aqueM trata comIN especiais. Ambos estão transgredindo a ética. M N I S se faz nas 5 Ensinar exige humildade. S M enquanto prática “. EE aos educandos SI como processo NP P I P M S nossa capacidade N M e aprender EE de ensinar M se faz SIN M SI E EM presente. mais crítica é mundo.SÉ a posi. S N N I P P I N M M S M S novo. N E E I E M E P E S E P E prática devo ter pelo política. decidir. EM SI a minha M E Quanto mais rigorosa.M M EE E P M E N P M EE Mromper. P E M da história”(p. ANesperança faz PE parte EE com esperança SI SI N S N P M I I I M S S S das as condições em que da natureza humana..M bilidades e não determinismo. EMde quem luta SI NP M EM E P I M E E P S respeitar a curiosidade do educando 60). Nessa P a ver com os diferentes.Pcomo seres inacabados e conscientes I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E papel da ignorância na busca do saber. política. S E PE E P M M E P E N N E P M relações. está Por ser especificamente N humana.EM N estabelecendo SI SI PE PE IN EM E constatando. S S EM M E P P mensões da prática educativa. SI blematização alunos. P sua linguagem. nos inserimos num permaE S S N P E I M EM M que não IN Preciso aprender aS convisei sobre S tudo. avalio-a do futuro. ético. apreNP NP presença PEquem PEdocente. EM EM SI SI NP PE IN IN a liberdade do educando I E E S S N S P PO professor precisa conhecer as diferentes dinome da eficácia de uma memorização mecânica M SI IN IN M EEdos conteúdos.Ensinar e esperança S Mseu dever de ensiSI M do aluno. a EE SI educação NP EM EM SI EM artística e PE P M E E E SIrompendo EM com a decência. fugindo ao IN NP E I M E M S E S E E nar. SI PE cairíamos IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 151 . meu fazer com prática educativa e formadora. M SI comparanM EE N S E N P E I P I O respeito à autonomia ePà dignidade reconstruindo. fazer N IN de conhecer.Ensinar NP exige o reconhecimento EMnosso trabalho P P PE I S M N E N S N E M Pformador.Ensinar exige bom senso à atividade educativa e a esperança. E P M M E E E 6 . SEssa I P SI capacidade implica de M 3 Ensinar exige respeito à autonomia N P I S S IN E EM do ser do M IN M S E E educando apreender a substantividade do objeto aprendido. vivemos histórico. EM NP NP EM E P NP I Só é possível respeitar os participa de um movimento constanI M M I E M E E S S E N E S E P P P M SI se foremINconsidera-PE te de busca N N PE dignidade e sua identidade . mais EMrespeito M PE EM I P E S E E S N S pelo mundo E N P EE saber ingênuo pelo P saber produzido A Inossa passagem não é predeSI SI NP EM a ser superado IN NP E I M S S N P exercício da curiosidade S E do epistemológiterminada. tolerância e luta mundo elaEEcompreenEM N I P I S E S S E N P P M P M em de o que é herdado geneticamente e SI defesa dos direitos dos educadores N IN M a tensãoEentre EE IN M M SI S E P S E M o que é herdado social.EEM IN M eles existem. Quem desviar riscos do EE SI EE SI do padrão P PE P M E M N E ético. SI é profundamente daí exigir ser condicionado SI que teSI PE EE IN M P S EM N E nhamos seriedade e retidão. N N E SI umEM é um imperativo ético.minha M no mundo M não é a Ide IN EE A prática SI N E E SI N P M I constituição a luta pela defesa Pde EE diE quem nele E se insere. Isso envolve uma constante reflexão crítica so. PE EE ligados à sua atividade docente. senão PE Eperiência EE num fatalismo NP chegam à escola. técN E P P P I IN E E S N N S N P P I I de discriminação. I M M E E N S E I M E P M E N NP PE presença Sdo ser humano no EEM A construção EE EE M P SI Nda SI P NP E I P I M N E S relações Esociais. mas EE dos professores. suas exEE S E P E conhecimentos periências os com Ela é indispensável à exNP M EM EM M que ral possível e Enecessário. SI EM num mundo EM de possi-PE por meio IN M Ede E S E EM P ca. comparar. cultural e historicamente. intervindo. queSlida com a proN os meus P sobre o P I P I E S N N E S N P M SI constantemente. investindo-se naEcado ensino M M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de aprender. Pelo S N SI SI PE IN fato do M M IN SI S N E E S I M ser humano ser e consciente da sua inE E S inacabado M sua conclusão.

M M SI EE PE IN IN EM S EE P EM S S N EE E P ses sejam sempre considerados e respeitados.ENSINAR NPdenúncia Eprecisa SIdo. sem problematizar postura dialógica. 95). SI NP nem para a EM e. acreditando que vés de suas ações. SI PE E IN S E E P S N M P E o aluno devem ter uma Tanto professor quanto N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 152 . que E a outraEM M EE IN vai assumindo SI N P E N P S I E I E E N Na existência S S bom clima de um pedagógicoa responsabilidade dos seus próprios atos. SI servando-o. além do domínio específico de sua aceitando rever-se.IN NP NP licenciosidade. a ignorância do saber.98). S N E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M mo em momentos em Sem alegria e esperança no ensinar. P I M E S S E N M M M NP nadaSImuda. SI IN EM M perguntando. éS importante que EM SI E M S M E E N E E P necessidade de superar Mele tem que estudar. uma disciplina miEM NP curiosidade M P I I I I M E E E S S S S E P IN contrário. indagadora. “O I E S M E E S E S N E PE relação EM rismo e a EM por Paulo FreiSI está sendo” PE (p. P S I N E I M S N E conseqüência. S N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M tarefa educativa. N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I No processo radical de transformação do munM E E S N E E M SI NP tornar-se É UMA PE M EM enquanto M EE3º . em contínuo exercício. S SIa que sãoM P N PE SI SI da firmeza EEe não se tornem SI N E IN cotidiano passivos. Ecomparando. IN SI SI NP IN M I S N M S I S N E que considerar EE I Na prática educativa. Ia N P NP P P M N O exercício da curiosidade S N E N I M implica na capacidade da liberdade. epistemológica. SI EE para a construção E EMauto. anunciadora.M NP que si-PE omissão. a rebeldia M N E I M P I E EE S E P revolucionária. É S SI que mudar NP M considerar E N I S é difícil. Há um esforço EM M I P E E S N lencia se nega a si P mesma também” (p. o importante uma postura passidor na negação do sonho de lutar M M E M N N E P M M EE EE SI SI EM ao conhecimento.SI EM EE P P E I E M E P P S N N EE minha curiosidade” PE dos P de (p.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E Mcuriosa. SI NPseu conhecimento. E HUMANA S mais crítica. o ensiP IN distanciar-se M E E N S E N M P SI do aprender. IN M da ação forEE EE E S S N E P N P P I M madora. leP E E o grupo vá a os competência profissional: SI sentindoIN E P P M N M E M S N formação N saberes que não conseguem PE profissional. S pelo PE NP EM nimiza a PE IN semM E N S SI N E I M P M prática edupre. P N SI SI NP o ensino dos conteúEM pela sua IN É impossível NP I M M E S democrático. aberta. es. S sua não neutralidade. NP intervindo E E P P I M M M E ra educador assumindo a IN S E como sujeitos P e educando PE na realidade. O E I N M P P I P S IN autoridade do professor se assenta N na suaIN EE M SA emprego doPdiálogo é fundamental. ao lidar com as Eliberdades EE os grupos EM SI populares EE P N EM P P I E M P E Nperceber as S N P N E I P I N deve expressar submetidos no seu dos segurança atraM injustiças S N seus alunos. a ruptura entre S o tenso Temos a História como posM E P S E E Mmundo equilíbrio da IN NP NP e não como EM EM sibilidade P I M autoridade e liberdade gera o autoritadeterminação. numa prática S E P M IN N M M M E N PEa considere SI EE os educadores que auxiliem progressista. EM NP delimitando-o.EM EEa teoria da EE impossível SI prática. EM SI Pode ser PE EE IN EMdada comoS exemploPde EE P M S N E PE I E do professor M resvalar cativa que nega o seu aspecto formador aquela que não pode P N S A autoridade M N E I E N I I N E M S E P I S S educando N dificulta a curiosidade do EE inibe ou S PE IN para o “mandonismo”. gógicas os saberes des. M S N I E P S E M S SI PE INeducativa que se M EE PE a ação político-pedagógica preciso programar para O professor. EE S imobilizante. se intensifica. E N P I I M de ensi. não é. SI E explicar os fatos. mais M M SI SI SI NP EM I EE EE M E S P ela vai se tornando metódica. precisa aprimorar sua leitura S S do N N EE NP SI exige segurança.que S SI colhendo. do respeito a eles. É preciso ESPECIFICIDADE N E P P E I N M P E PE IN IN mas é possível. obpeito aos alunos. PQuanto PE va frente mais mundo justo. em Mpara a rigidez. 85). aquele NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E I sujeito das ações.Ensinar P M M que nas suas relações competência E SI mundo Epara SI E P E IN M E E S P M N E P P com os grupos populares. desafia-a liberdade. é M ca que E S E N E P P M M M E SI SI separar N N PE EE emboraSIestejam limites. despertando a esperança. meso futuro. do “A curiosidade da S educador. instigando a dúvida. nomiaEdo gradativamente P M aluno. o educaS S sobre N que o professor expõe E SI EE Ecairia SI é não ter EM por um EM P P o objeto. N intervém como IN M educação libertadoraSque consideEE negam uma M EE decidindo. EM PE M EE M da forma EE EE com que discute as SI N E P P P I PE M M EE E O educador. O mundo Na PE nomeados I E E M N S SI P N S M SI N de comportamento SI EE re como formas indisciplinadas dialética entre o ser humano e o mundo. autori. na PEE var a sérioSIsua EM EE SI P N I E M M P N P IN M sua compreensão EE direção do A generosidadeS é outra qualidade necessária M contexto e EE de ampliar IN SI N S E I E P S P M M E S que se instale um IN N PE generalizar o à ação M que possibilita EE formadora.nar E P S M SI N E P E M P N dicamente dele. SI EM político-peda.EM 1 .PE I I M E S E S S E N P E M M E P ao professor do respeito SI E E do sujeito dade crítica do objeto. o res.S M Ee respeitoso nas relações M S S N E E E P clima saudável I M E E E S N EE SI gerando NP NP que não EM NP 9Ensinar exige nar e aprender. vai aprendendo prátiseparar S SI o aluno E E P SI EMassim como EM e a sua PE PE IN liberdadeNpossuem M E a sua curiosidade dos da formação ética dos alunos. isto 8 Ensinar exige a convicção de que a E P P M M N N M INpossível NPE EE da maior SI EE EM é. próprias posições. IN P M EE a curiosiE EE S N N E N P P P I I I E S S N N espontânea S N dade se exercita.IN profissional e generosidade. “mais me aproximo exatidão dos mudança S é M acha. aproximando-se PE EE IN EM meto.

N E M N I S A prática doS educador Enunca é neutra.EEcimentos SI EE NP destes vai se constituindo PE IN profundos. impositiPaulo o discurso M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E dono de a e a política neoliberal. coerente deve Epensar que P“se não SIN produtora da ideologia dominante ou então uma EM N M EM E P I M E E P S N coisa fundamental pode a educação da realidade. inevitável essa miserável Spara a maioria SI EM realidade P E P M M E P E N N P M EE O papel Efundamental do educador que M um mundo SI EM SI dos povos IN democrático PE Ele luta por P IN do mundo.Ensinar liberdade e autoridade. em é IN N M da consciência EE que o papel M SI E EM supervalorizado. S E P EM M M E E E O educador que a educação os seres humanos puN como se P E considera E EMcomo PE P I P M E E E S N E N N P ser e não P N formação do treinamendessem atuar livres de condicionamentos econôSI EM EM integral SI SI NP PE como um IN IN I E E S S N S P P que ser coerente Scom I to. que se Pcomo se fosse N baseiam Ena P uma verdade EM ética do EM vamente. num esforço para reproduzir a ideologia E M E E N E E P I P P M E S N N PE existe. possibilitar IN (p. EE o com materiais ofereO educador democrático se SI N EM o uso dos EM SI N depara com a difi. NP das várias P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 153 . SI EM NP P IN P P SI do Estado. Nesse sentido.Ntem a maneira de falar micos. S N I M P P I aluno se torna sujeito da aprendizagem. além de SI dá para escondermos nossa E EM IN ensinar conM IN M M S S E P S E E M função de acreditarmos na neutralidade da educateúdos. M culturais. do proE P M M M E N PE M NP EE aceitando EE EE M e respeitando a diferença. ciência: no 1º caso. a M IN M I S S N E E S I M humildade no os outros. P EE IN Isso expresSI sa atuar livremente. suas 4 . N N à cussões com os filhos sobre tendoPE o educando INescola e que PE pela EE chega S SI NP se expressa N SI N P M I I I M S linguagem. o para E E licenciosidade e a autoridade S trato com M E o autoritarismo.Ensinar SI NP P I P M S vismo idealista.Ensinar exige comprometimento N E E I E M E P E S E P E mando. de modo a que o edupriorize a sua humanização. em IN traditória. SI P M S P IN M EE EM EE ção. competenÉ um erro considerar a educação só M EE S N E N N P I I I M M E a educação S S S E E te. mas falar com. E E M S M E N S P P IN é aprender a falar escutando. enfim ele se mostra como serEE ético. que são imobilizadores. fazerIN justiça. recendo frente à autoridade.S P I I M E E S S N P P M EE cidos pelo professor. considerando fessor. que EposE M P Nforça de desmascaramento PE tudo.118). PE EE EE SI N S N I P P I N M M S no movimento M interno S N E SI cando consiga entrar EEdo seu SIN EE SI EM P PE P M E M N E pensamento. o diálogo. SIN M ção. dialética. NP EM EM SI ou para N P I M I EE E E Scomo re. alguma SI EM EM obstáculos. M N E E pode” (p 126). Ele deve dar sua contribuição sem I P S Eàs N P P I S M N E N S N I N E M P I em prol de I SI S E mudanças com sua prática autêntica um sa uma visão equivocada da História e da consE S S N P E I P S EM EM M mundo IN IN justo. cultivando aIN Sem os liberdade se resvala para S a queNP SI limites. Pode-se opor às ideias do outro. ela é um processo. M N IN NP EM PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P A presença do professor na SI SI escola é uma preEM PE IN NP IN E I M S S N P S I 5 -N Ensinar exige tomada Sconsciente sença em si política.M M EE E P M N PE M riências EE M EM que envolvem SI vão to. SI SI NP PE IN SI N E ser transmitida I P S SI para os outros. ou que a liberdade seja Sde” M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N Saber escutar não implica em restringir a liberexercitada mais ela ir amaduS M SI M de modo a cada vez IN NP E I M E M S E S E E dade de discordar. N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E E EE S E comparar. Ele EE M aí não cabe a neutralidade. avaliar. desmascará-la. sociais. I EE E M E N S E P N E N I P I ninguém éPEsuperior a Sninguém. EM E I P S E E S S E N P P P M Não opção. Ela implica. IN I M M veementemente EEFreire critica S S M E P P com seus alunos: não de cima para baixo. P P M M E E a leitura de N N E Edas dis. a defesa SI materialidade. em que N E P P P I IN E E S N N S N P P I aluno é estimulado. estaM pode ter duas direções:Maspira a mudanS N E E P P I M M E E P S a N E EE ças radicais que ou pretende paralisar a SIN EE na sociedade PE IN SI 3 . que vai se aproximando metodicamente de conheum papelIN de assessores NP M A autonomia EM EM M P I M E E E E S S M E N E P M mais através PE expe. esmercado. SI Frente a SI e manter PE EE IN M P S EM N E no mundo essas direções temos que fazer opção consciente I M M E E N S E I M E P M E M S E N na NP EE discursoSIe EE no nosso M ser coerentes EEprocurando P NP SI P NP E I P I M é con-IN nossa prática. EE esta não SI dominante. ser coerente ao disS N P P P M I E S N N S N P M EE Considerando-se SI SI cursar eM aIN educação como intervenagir. uma M mecaniEcompreensão M E S E PE P M E E M S M E que reduz E E a consciência PE reflexoNP cista a mero da IN EE M P E E S E N P I P P N M E S M N SI de um subjetiN escutar N no 2º caso.Ensinar NP exige compreender EM P P PE I S M N E N S é uma forma de intervenção N E M P a ordem social SI educação História vigente. N comunicando M EE exige E SI NP EM SI EM Estabelece-se PE P M E E E SI EM dúvidas e criações. culdade de como SI EnecessidaM trabalhar para que “a INa compreender IN o objeto do coM EM E E S S M NP E E P E assumida M assim o nhecimento e não recebê-lo passivamente. seja dos pais.Mprofessor deve respeitar P participem NP que É Enecessário Mmundo com I E M E SIque os pais SI E N E S E P P P M E SI o seu futuro. EE exige saber SI SI EE 6 .IN S P P P Um educador crítico. tenham IN EE não sãoEM S P E dos filhos. pois consideram N P I S M M S IN N EE EE EM cutá-los paciente e criticamente. EM I P M EE E S E EM P de decisões expressa aos alunos sua capacidade de analisar. para expressar-se.M E decisões que eles 2 . para conseguir irS além dela Sà medida EEM consciência que donos desse futuro. democrático. Meticamente de P do limite seja EE PE IN pela liberdaM EE EE P NP seja.

M da realidade M SI SI SI NP EM I EE O discurso ideológico EE M E S P linguagem da televisão merece cuidados para o detem o poder de “anestesiar a E P P M M E N N M N EE SI EE de confundir EM senvolvimento da consciência crítica. a S busca consN N N E P M P I I I E E S S S N PE sárias do país. 160).M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E estar disponível E M EE S para conhecer o con7 . de EE formação científica e SI N E P P P I PE M as mudanças EE neces. O professor deve sempre testemunhar aos aluM S N I E P S E M S SI N capaz de estimuPE M EE ao analiPE A experiência pedagógicaSIé nos a sua segurança ao discutir um tema. como PE INque ela prescinda da serieM E S S E N M clareza política M M SI NP lado.EM E dos educadores sobre sociais de outro o caminho para conhecer. na consciência da sua própria inconclusão. E P M IN N M M M N PE M SI expor sua EE um fato. para o qual o SI mente. é criar uma aberta pesso-EEM PE I N E I M N S SI P N S recusar poM SI e também N SI EE as e aos dados da realidade NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E como quem se N sições dogmáticas SI afetividade IN Mdo educador expressar EE É natural M EE sente dono da S SI verdade. sem experiência perderia sende M governantes. N S Na formação em geral das pessoas. dos IN acontecimenSI SI NP trabalho Ide IN PE I S N M S E S N S tos “ (p. E I SI políticas E N S S P N I P S I S Isso não quer dizer S EM IN tido. de a SI M EM NP EE distorcerPE P P I E M E P N N E deve investir PEformador.Ensinar exige N Ele deve E N N reconhecer que a S E I P I I P E S NP S S N I P I N M M torno ecológico. PE SI EM P M M N E M I NP N forma deP resistir a esse E E I M 9 Ensinar exige querer bem aos Uma poder. a curiosidade. mundo. M M E M N E N E P M M EE SI a ver com SI A ideologia EMos da comunicação PE têm influência PE . SIN SI PEtante e não a imobilidade NP EM frente ao N I I M E N S S E M P SI SI EM EM PE EE IN M E E S P M N E P P M N M SI EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E P E I N M P P I P S N E S N N M SI EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E Anotações E S N P M N EE M SI NP EM P SI IN EE E EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N N PE M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P SI EM PE PE PE IN M E S NP N EM N E N M P I I I I M E E E S S S S E N P PE SI NP EM PE IN M E N S SI N E I M P M M S SI PE EE IN EM EE EE P M S N E P P I E M N S M N N NP SI EE PE SI SI N EE EM P SI N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E P S M SI EE EM PE M IN EE P E E S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P S E N SI SI PE N PE M SI N SI N E I NP I I M M E S S S E E P SI EM EM PE PE IN M E M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE M EE EE SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 154 . 8 Ensinar exige disponibilidade para M E E S IN EE PE M NP o diálogo EM do processo de conhecer o S faz parte mundo: “ a P I M E M E N S M E E M P IN E EE SI E P E S alegria não chega apenas ao encontro do achado N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP do processo M E N I S mas faz parte de busca”(p. assim E S SI EM IN IN M EE esta SIN S N S E P M PE I como a seriedade docente não exclui a alegria. que um e EM PE M EE M dade da EE atesta. social educação é ideológica S S vive.que tem como que IN o ocultamento P M EE forte na E EE S N N E N P P P I I I E S S – tem um N sentido. Nesse grande poder de persuasão. segundo I E S M E E S E S E N E Pàs EM SI atitude sempre PE NP NP educandos Freire. N e econômico em que se SI EE EE SI EM EM P P Também tem que dominar outros saberes técnicos. 149 EE ). A S P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M cognoscibilidade não exclui a P afetividade. das Scoisas. ao lar eEdesenvolver querer bem sar EE e o gostoEM EEposição frente SI a decisões EE o gosto de P N P P I E