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amília Cristã n o Século XXI

Protegendo seu lar dos ataques do inimigo

■MÊ B íb lic a s

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L iç õ e s

Comentário: ELIIMALDO RTNOVATO

Lições do 2 a Trimestre de 2 0 13

MESTRE

Lição 1 Familia. Criação de Deus

Lição 2

O

Casamento Bíblico

1 1

Lição 3 As Bases da Casa menta Cristão

1?

Lição 4

 

A

Família Sob Ataque

24

Lição 5 Conflitos na Família

31

Lição €

 

A

Infidelidade Conjugal

39

Lição 7

 

0 Divórcio

 

46

Lição 8 Educação Cristã, Responsabilidade dos Pais

54

Lição 9

 

A

Família e a Sexualidade

61

Lição IO

 

A

Necessidade e a Urgência do Culto Doméstico

6S

Lição 11

 

A

Família

e a Escola Dominical

75

Lição 12

 

A Família

e a igreja

33

Lição 13 Eu e Minha Casa Serviremos ao Senhor

90

í JÇÕES

Bíb l ic a s

LIVRARIAS CPAD

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MESTRE

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Prtddenleda Convenção Geral

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C H iiulia tia Doutrinirla c

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Joáo Bati5ta Guilherme íla Silva

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Rodrigo Sobral Fprnandej

-Chefe do Setor de Educação Ctlttã

César Moisés Carvalho

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Lucuna Gaby, Mancdu du Qlluslrae Telma Bueno

DcsigMr Gráfiio

Alexandnp Boarp^

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a

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o

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I ições

Bíblicas

e

explique que as treze lições a n alisam

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o hom em estejal

a

m ais im portante instituição criad a

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n a face da Terra; a célula

que esteja com o dian te dele.

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a te r da

sociedade a fam ília- Fale

1í* - H avendo , pois, o SENHOR Deus form ado da terra todo

a

dos céus,

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todo o gado, e ás aves dos'

n im a l

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cam p o

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tro u x e

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ver com o

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o que Adão\

am ou a tod a a alm a v/vente,

fo i o seu

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nome-

pô s

os nom es

céus, e a

po; m as p a ra o hom em não se

achava adjutora que estivesse corno dia n te dele.

21 - Então, o SENHOR Deus

fez ca ir um sono pesado sobre

Adão, e este adorm eceu; e to­

m ou um a das suas costelas e

cerro u

todo a n im ai do cam ­

a ca rn e em seu lugar.

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da

co s te la

qu e

o

SENHOR Deus tom ou do ho­

m em

trouxe-a a Adão.

form ou um a

m ulher; e

23 - E disse Adão: Esta é a g o ra

osso dos meus ossos e carne da m in h a c a rn e -, esta será cham ada varoa, porquanto do varão foi tom ada.

24 - Portanto, deixará o va­

e

rão

apegar-se-á à sua m ulher, e serão am bos um a carne.

o

seu

pai e

a

sua

m ãe

tam bém a respeito do com entarista,

p a s to r

Deus em Par-

nam irim , RN, pro fe sso r universitário,

b a ch a re l em C iências Económ icas e

editadas peia

CPAD. O enriquecim ento espiritual que

iiçã o será nas fa m í­

lia s de seus alunos- Que Deus abençoe

sentido em seu pró p rio la

lhe a d virá d o estudo de c a d a

a u to r de diversas obras

líd e r da Assem bleia de

E lin a ld o

Renovato de Lim a,

r e

nossas fa m ifias.

OB JETIVO S

Após es:a aula, □ aluno deverá estar apLu a:

C o m p r e e n d e r

divino.

Conscientizar-se das consequên­ cias da Queda para ai famílias.

A n a lis a r

longo dos anos.

a constituição familiar ao

plano

a

ramília

no

O R IE N TA Ç Ã O

PEDAGÓGICA

Professoi, para introduzii o lição suge­ rimos que reproduza :<infn"ne aí -?ua$ possibilidades a tabela da página ao lado. Im-ds a aula com a Seym rU: Indagaça-u:

"Quais ião os principais desafios da fami-

i-d aluai?" Ouça os alunuí cum atenção.

Á medida, que forem falando, preenclia a

primeira coluna do quadro. Em seguida aFirmin qnp in.iitn1; são ns de^afiní da farmilia e, poi isso, precisamos da sabe­ doria divina para venré ln^. Lngo aptí-ç faça a segunda pergunta^ "tomo podemos vencer ttites dcsãfltu?1 Ouça as K i p a u u

e preencha a segunda coluna do quadro.

Eita alluldadii incentivará a participação

,^ativa dos alunos e a sua aprendizagem.

humano abrigo e relacionamento. Atuaimente temos visto e vivido um tempo de escassez na área dos rela­

cionamentos. Estamos ficando cada vez mais superficiais, frios e distan­ tes uns dos outros. Por se multiplicar

a iniquidade o amor está esfriando (Mt 2 4 .12). Por isso preci­

samos investirem nosso relacioname n Lu famí Iiar. Podemos dizer que o se­ gundo propósito divino para a criação da familia foi fazer dela uin núcleo pelu qual as bênçãos do

Senhor seriam espalha­ das Sobre toda a Terra (Gn 1.23).

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A familia é a maii£ importante

instituição criada por Deus para a sociedade. I\este trimestre Teremos

a oportu nidad c*iri par de tratar de alguns tenas que são extremamente relevantes para que te­ nhamos uma vida. fami­ liar bem-sucedida. Kesta primeira lição estuda­

remos

família no plano divino, bem como a sua constituição ao lonqo dos anos. Veremos também a&consequências da Queda na vida familiar.

PALAVRA-CHAVE

Família:

Grupo de pessoas ligadas por casam ento, filiação ou adoção.

2.

a

instituição da

Um

lu ga r

de

p ro tcçio

i

e s u s te n to . Lm Deus perfeito

pneparou um lugar excelente para

receber a primeira família. OJardir-i

du Éden era uri local especial de acolhimento, proteção e provisão.

Adão e Eva tinham tudo de que precisavam para usufruir de uma vida saudável e feliz {Gn l .29). ries desfrutavam da companhia de Deus

e nada lhes faltava. O propósito do

Senhor era que « d a ramília tivesse os recursos suficientes para sua subsistência, pois a escassez e as privações trazem conflitos para as ramílias. Porém, com a ajuda do Pai Celeste estes Lonflitui podem Ser sanados, pois o Senhor é o nosso bom Pastor (bJ Deus deseja que cada 'amília tenha a sua provisão diária (Mt 6 . 1I). E da mesma forma que Adão tinha a responsabilidade

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P L A N O

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F A M Í L I A

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1. O p ro p ó s ito d e D e u s .

Deu-i criou a Família com desígnios sublimes. O Criador rão fez o ser hum ano para viver na Solidão. Quando acabou de formar o homem,

o Senhor di&is: "Não é bom que o

homem esteja só. Far-lhe ei uma adjutora, que esteja comq diante dele" (Gn 2.1S), Este texto bíblico nos mostra o primeiro objetivo de Deus ao criar a famflia. Fica evidente que a célula materda sociedade foi criadaa partir da necessidade huma­ na de ter companhia O propósito divino era estabelecer uma institui­ ção quo pudesse propiciar ao ser

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A FAMÍLIA NA A T J A LIDA DE

PftIMCIPAIS DESAFIOS

COM O POOEMOS V EN Ct-LO S

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IÇÔES ■■'.riíl TC AS

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de cuidar dojardim {Gn 2.3), Deus

* deu a você a responsabilidade de ^elar par sua família,

3.4,5), e Adão seguiu pelo tfleimo caminho O casal poderia ter necu- sado a sugestão do Diabo, mas não

3.

A prim eira Família. Deus u fizeram,

e depois

de

pecarem,

Cerra (Gn

2.7), Vendo que o homem não poderia viver sozinho, retirou Lima

sua

companheira (Gn 2.22:. Isto mos-

Lra que diante do Todo-Podero-so homem e mulher são iguais na sua essência. Ambos vieram do pó da terra e um dia au pó tornarão. Após criar a mulher o Senhor ordenou o casamento, estabelecendo então

a inais importante instituição de

costela de Adão e criou Eva,

ro

rm o j

Adão do

pó da

urna sociedade: afamilia (Gn 2.24).

SIN O P S E

Deus

D O

T Ó P I C O

( ! )

criou a família com de­

sígnios sublimes. O Criador não fez o ser humano para viver na solidão.

R E S P O N D A

1.

Q u a i

o propósito

de Deus ao

cria r a fam ília?

2.

O

que

o Ja rd im

do Éden era

pa ra a prim eira fam ilia?

II

S U A S

AS

C O N S E Q U Ê N C IA S

Q U E D A

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A

E

P A R A

A

FA M ÍLIA

Satanás levou a mulher a desobe­ decer à voz de Deus. Talvez, de

In im ig o -

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ataque

do

modo suave e envolvente, ele tenha

Deus:

falado:

HÉ assim

que

disse

Mão comereis de toda a árvore do jardim?" (Gn 3.1). Eva confirmou

a ordem do Senhor (Gn 3.2,3),

mas cedeu á tenLaçSo do Maligno.

Este a iludiu, seduziu e a fez cair

no pecado da desobediência

(Gn

caíram na condenação divina.

Isso nos mostra que a familia, desde a sua instituição, foi alvo dos ataques do llnimigo- Satanás fez de tudo para que o propósito de Deus para as famílias fosse destruído. Porém, Deus é soberano e Senhor,

e seus propósitos jamais serão

frustrados ÍIÓ 42.2). Da semente da mulher nasceria □ Messias, aquElle

que esmagaria Satanás (Gn 3.15).

O propósito do Inimigo é matar,

roubar e destruir, mas Jesus veio ao mundo para destruir os intentos do Maligno (lo 10-10),

2 O s resultados da Q u e d a

no relacionam ento fam iliar. Qual é a origem dos males que atacam a família? O pecado. A vida

familiar de Adão e Eva era perfeita, porêm o pecado troux eadiifunção para u seiu da família. Depois da Queda podemos ver sentimentos comu u medo, a culpa e a vergonha, perturbando a convivência do casal

{Gn 3.8-12). O pecado sempre faz

o relacionamento familiar adoecer.

Há muitos lares doentes, onde a Fa­

milia deixou há muito tempo de ser

um local de acolhimento, proteçlo

e cuidado devido aos pecados não Confessados e não abandonados.

Essas transgressões causam culpa

s separam as familia5da comunhão

com Deus. 3. A vida Familiar depois da Queda- O pecado de um único ho­ mem trouxe consequências terríveis para toda a humanidade. Depois da Queda a vida familiar já não seria

(-i

I-Ikíjcas

mais a mesma. A mulher teria filhos com muita dor (Gn 3-16) e o seu desejo, ou seja, sua vontade estaria submetida à vontade de seu marido. Adâo deveria comer agora seu pão diário com dores, pois u trabalho de arar a terra para ter sua subsistência garantida seria bem difícil (Gn 3. l 7). A Terra também foi afetada pelo pe­ cado, produlindo espinhos e tardos (Gn 3-13). A morte nsica também é uma consequência da transgressão do homem (Gn 3 . 19). Deus ama o pecador, mas nãu tolera o pecado. Como punição pela desobediência, Adão e Eva, foram expulso; do Jardim do Éden (Gn 3?0-24). A vida

pode

scr comparada à vida eterna que um dia desfrutaremos no céu. Tudo era bom, pois foi tudo pensado, planejado e criado por um Deus que preza pela excelência. Se tivessem permanecido na obediência, Adãoe Eva teriam sido felizes para todo o sempre. Todavia, Jesus Cristo veio ao mundo para resgatar as famílias da maldição do pecado- Cristo se fez pecado por nós. e na cruz levou as nossas iniquidadts sobre si (ls 53.4), Isso nos mostra o quanto Deus dese­ ja abençoar nossas familiar.

no Jardim. antes

da Queda

S IN O P S E

D O

T Ó P I C O

(2>

A famísia, desde a sua ins­ tituição, foi alvo dos ataques do Inimigo, Satanás fez de tudo para que o propósito de Deus para as famílias fosse destruído.

3.

R E S P O N D A

Q u a l é a

o rig em

dos m ates que

atacam as fa m ília s?

4. Cite as consequências do p e ca ­

da p a r a

a

m

u lh e r e p a ra a

terra

III

- F A M IL IA R

A

C

O N S

A

T I T U I Ç Ã O

O

L O N G O

D O S

S É C U L O S

1. Familia patriarcaL O mo­

delo faniliar com o passar dos tempos está sujeito a mudanças. Já

tivemos a familia patriarcal, mono- (- gâmica, consanguínea, etc, todavia isso não altera o valor, a importância ? da família. A família patriarcal é u n 4 exemplo faniliar andii è permitido a ao homem ter diversas esposas. EsLe modelo é visto em todo Antigo Testamento, mas não era o molde determinado pelo Senhor. Deus

o

sua vontade. No modelo de família patriarcal d pai (pater) e ra visto como o senhor da casa e da fam ilia. As esposas e os filhos não tinham liberdade de escolha, pois a palavra

final era sempre do patriarca,

tolerou,

p o ré m

esta. n u n ca

foi

a

2 .

A

fam ília

nuclear

( mr»

modelo

idealizado pelo Senhor: Um ho­

mulher,

matrimonio. A poligamia vai con­ tra o principio divino do marido

mem

n o g ã m ic a l. Este foi o

e uma

unidos pelo

e da esposa ser uma só cat ne (Gn

2.24; Mt

3. A familia na atualidade-

A família está inserida dentro de

I 9.5).

um contexto social, e portanto, sujeira a mudanças. Porém, os

princípios divinos para as fam fi­

(Mt

24,35).

desafios

inimigos

li a i

são

e te r n o s

Os

e

im u t á v e is

e

e n f r e n ta d o s

p e la s

f a n i li a s

na

atualldade qu e re m o s

eSplrÍTUtiiS.

inimigos da familia na atualidade:

todavia

destacar

os

são

muitos,

a p e n a i

Vejamos os principais

Aqui, referimo-nos

à “carne" como a natureza carnal

que ie opõe ao Espírito Santo e

volta-se para tudo o que é contrário

à vontade de Deus. Sabemos que

a) A carne

há uma luta constante entre essas duas naturezas: a carnal e a espiri­ tual. O apóstolo Paulo experir 1en- tou tal luta {Rm 7 .1b. -24). Ela é tão intenda, que pode nos fa^er pensar que não há como sair vencedor ÍRm 7.24). Mas Deus. em Cristo Jesus, nos dá a solução. Ele nas livra “do pecado e da morte” (Rm 8.1,2). O apóstolo Paulo nos adverte: Andai em tspírico e não cumprireis a concupiscência da carne" (Cl 5 . 16),

I A família cristã precisa, na direção

do Tspirito, combater a natureza

carnaL Assiinr, evitará o adultério,

os vícios e todas as mareias que visam des:ruí-la-

b) O m undo. Diz-nos □ após­

m u n ­

do,, nem o que no mundo há. S.e al­

g u é m ama o mundo, o amor do Pai não está nele" i I Jo 2 . 1 i ). Quanto

“N i o

tolo do amor:

jm e is

o

familia a partir da fé que deposi­ tarmos nEle ( l Jo 5.4), c.) O Diabo, A Palavra de Deus nos ensina uma úrica forma de vencermos o Mallqno: "Sujeitai-vos, pois, a Deusi resisti ao diabo, e ele fUgiráde vós" (Tg 4.7), Se a família

suje itar-se a De us e res isti r o Dia bo, este Fugirá, pois o segredo da nossa vitória contra Satanás começa com

a nossa

que depois, sim, possamos reiistir ao Diabo. E quando resisri rmos ao adversáriu. não nos esqueçamos de usar a “armadura de Deus" (Ef 6.10-17), em especial, "o escudo da féH, tom o q uai pode rcm os "a pag ar todos os dardos inflamados do ma-

licjno" {Ef &.I6), A familia cristã pre cisa verdadeiramente crer naquEie que a criou e usar a sua Palavra

submissão a Deus,

para

para dinecionar suas

tomadas

de

decisões e sua vida espiritual.

S I N O P S E

D O

T Ó P I C O

<3>

Os trés maiores desafios es­

pirituais da familia são: o mundo,

a carne e o Diabo.

R E S P O N D A

H çào r qu ais

espi­

ritu ais da fam ilia na atu aiídad e7

são os

5.

De

a c o rd o

com

a

p rin cip a is

in im ig o s

C O N C L U S Ã O

Nunca a familia foi táo desa­

I

a este p o rto não há meio-termo:

fiada

pelas

forças

do

mal

como

I

ou amamos a Deus ou amamos o

hoje.

Porém,

é

na

presença

do

I

mundo. Mão há a miniima posslbili-

Senhor que a familia garantirá

I

dade de servimos a dois senhores

a

vitória

íobre

os

desafios

da

I

(ML 6.24). Saiba, pois, que existe

sociedade atual, Busquemos ao

I

vitória para quem escolher amar

Senhor juntamente com toda a

l

a Deus. E Ele dará vi ria á nossa

nossa casa.

r ----------------------------------------------------------------

BIBLIOG R A F IA

SU G ER ID A

ADFI, Stephen. Seja o Líder que s u a Fa m ília Precisa. I .ed. Rio de^aneiro: CPAD, 2009.

SOUZA. Esírvam

fam ilia: O padrão divino

para um lar feSi7. I_ed. Rio de

Janeiro: CPAD, 1999.

efez

Deus a

S A I B A

M A IS

Revista Fnsinador Cristão CPAD, n" 54, p,36.

RESPOSTAS

DOS

EXER CÍCIOS

1 . O pro pòsiln divirm era e-sla.be- U:cer .ima 'ístitL ição que pudesse

propiciar an ser h u m a n o atliriga e

relacionamento,

2 ,

Um

lcr.il especial de aco lhim er-

tu, prot#çjo e pravIsSd,

3.

A. A rn.ilhEr leníi flh-oS i.Ljrn mulia

{Cr 3 , 16) e o seu desejo, ou sej?,

dor

sl-í-j vontade estaria su jmetida á von-

tace de Seu mandei. A

foi afetada pelo pecado, produzindo

l^rra tam bén

S.

e s p i m ( i 5 p

rard n *.

(G n

3 , 18 )-

A carne,

u

rr arido e. u Diabo.

A U X ÍL IO BIBLIO G RÁFICO I

Subsidio Bibliológico

"Criado para rclacionamentOS

A Bíblia começa nos dizen­

] [

do que Deus em afinidade — Pai, Filho e Espirito Santo — criou o homem e a mulher para uma vida de relacionamentos mútuos e com

Ele (Gn 1.1 6 , 17), Ambos refletem a

glória de Deus. O

do primeiro (Gn 2.7), seguido pela mulher, que foi tirada do homem (Gn 2.21-23). A mulher foi criada, porque Deus declarou: JNão é bom

que o

uma adjutora que esteja como dian­ te dele [ou seja, uma auxiliadora

para satisfazer-lhe as necessidades]’ (Gn 2 . 18).

homem

foi cria­

homem

esteja só; far-lhe-ei

Mas

que

necessidade

tinha

a qual não podia lidar

no utópico Éden com seu ecossis-

Adâo

e

c o n

O

lema perfeitamente equilibrado e a at,mQS;era livre de substàntia-s tóxl- cas? Solidão! Solidão foi a primeira emoção que Adáo teve com a qual não podia lidar [ Ainda que no frescor do dia Deus viesse conversar com Adão, este precisava de alguém como ele mesmo — outro ser humano — . com quem pudesse se comunicar durante

o dia. A mulher não foi criada para

ser objeto sexual Antes, foi criada para ser ouvinte incemlvadora e comunicadora dinâmica. Era tão fundamental esse relacionamento, que o casal recentemente formado

seus filhos

foi instruido a ensinar

a deixar pai e mãe e apegar-se aos seus respectivos cônjuges (Gn

2.24)" {CARL50N, Ravmond et al, Pastor Pentecostal: Teologia e

petâdu.

P rá tic a s

P a s to ra is , 3.ed. Rio de

Janeiro: CPAD, 2005, pp.35-6).

1]c Di^Eilui rcws

I

»

L E IT U R A

EM

B ÍB L IC A

C L A S S E

Génesis 1-27,31; 2. IS , 20-2 4

C èncsis

2 7

-

1

E criou

Deus o

ftíwem

ã

Deus

os crio u .

D eu s zudo cjuantol

tin h a feito, e eis qu e era mutto\

bom; e foi a

o

31

del

sua

im agem ;

ã

im agem

o criou; m ocho

-

E viu

d ia sexto.

e fêm ea

tarde e a m anhã

Génesis

2

18 -

£ disse o SENHO R Deus:

Não é bom que o homem

ja

; f ar-lhe-ei um a a d ju to ra l

que esteja com o dian te dele. '

nom es a aves das

todo o gado,

todo a n im a i do cam ­

não

ach ava a d ju to ra que estivesse com o d ia n te dele.

po; m as p a ra o hom em

céus, e a

e

20 -

E Adão pós

os

ás

D eu s

fez c a ir um sano pesado sobre

e. este adorm eceu; e. to-

m au um a das suas costeias e

cerrou

21

-

En tão,

o

S EN H O R

A d ão,

a c a rn e em s e ii lugar.

2

2

-

E

d a

c o s te ia

q u e

o

5ENHOR

Deus tom pu

do

ho­

m em

tro u x e -a a

23 - r dis se Adão: í~staé a g o r a

osso dos meus ossos e carne da m in h a carne; esta será cham ada varoa, porquanto do varão fo i tom ada,

24 — Portanto, deixará o va­

rão

e

apegar-se-ã à sua m ulher, e

serão am bos um a carn e .

e

fo rm o u

um a

m ulher;

A d ão .

o

seu

pai e

a

sua

m ãe

IN TE R A Ç A O

Professor, nesta tição você en sinará a respeito do casam ento. N o de co rrer da sem ana, le ia o texto bíblico com

o

atenção e m edite na bênção que

é

m

atrim ónio. A união entre um hom em

e

um a m ulher não é som ente p a ra a

perpetuação da ra ça hum ana, mas para a form ação da fam ília, a in sti­ tuição m ais im portante de um a socie­

dade. O casam ento tem sido ataca do violentam ente pelo Diabo. O núm ero de divórcios, até m esmo entre os crentes,

vem aum entando. O m atrim on io é

um a a lia n ça divina, um sacram ento indissolúvel. A igreja do Senhor Jesus, com o "coluna e firm eza da verdade" deve tra b a lh a r em fa v o r d a fam ília, defendendo o casam ento m onogãm ico, heterossexual e indissolúvel.

O B JE TIV O S

Após esta aula, o aluno deve rã esta r apto a:

A n a lis a r gamia.

os

principias

da

m s n í-

E

xp lica r

os

princípios

da heteros-

sexualldade.

C onscie ntizar-se

da indissolubili­

dade

do casamento.

O R

IE N TA Ç Ã O

P ED A G Ó G ICA

P r o f t u o r ,

p a r d

a

a u la

d e

h oje

s u g e r i m u i

que reproduza o gráfico da página se­ gui nm Em -L^rtullna. Le^-e-o para a classe p fixe-n e»m um lugar qUF podf*rá ser visualizado por todos durante o período

dps^e trlmesTre. D f a co rd o com n g rã fico,

explique aos teus alunos o que □ Palavra de Deus ensina a respeito do casamento.

Diga que os princípios e propósitos do

Todu-Poderuso pa'ti o

m atrim ónio n io

m udaram e jam ais mudarão.

O Antigo Testamento descreve a

poligamia e as suas tragédias na vida de Jató (Gn 29.21 -23,28-3 ; 30.1-10)

e nados reis de krael (1 Rs l l t4,7-9)

3.

E m

N o v o

T e s ta m e n to

poligamia é condenada por Jesus

e

p e lo

a p ó s t o lo

P a u lo .

Certa feita,

0 5 fari seu s aproxi niaram- se de Je su s

e interrogaram-no se era lícito ao

homem

repudiar a

sua mulher"

por qualquer m otivo <Mt 19.3). Kote que eles não perguntaram 'deixar suas mulheres"* A resposta

- do Senhor remonLa às origens do tasamento e da própria criação (Ml 19.5.6 cí. Cn 2.24). Jeius refere-se apenas a "uma' esposa, e as epistolas fundamentam-se nos evangelhos ao tratar desse tema.

a) Uma esposa e u m

m arido.

Mão há nada tão claro quanto á mo­ nogamia nos ensinos do apóstolo Paulo. Aos corintlos, por exemplo, ele ensinou que cada um deve ter

a sua própria mulher e es La o Seu

próprio marido (I Co 7.1,?), numa prevenção clara úontra a prostituirão.

Na

epístola aos Efésios, Paulo ensina

a submissão da esposa ao marido.

A o

b)

A

h a rm o n ia

c o n ju g a l.

a

a n a r

a

m arido,

ele exorta

original). O diácono também deve ser "marido de uma rrulher" (1 Tm 3 .12).

A liderança deve ser o exemplo d-oi

fiéis em tudo, e esse exemplo inclui

o

a

casamento <1 I m 4.1 2).

SINO PSE

D O

T Ó P IC O

<1)

A monogamia é o modelo de união arquitetado pof Deus para a humanidade.

R E S P O N D A

m o ­

nogam ia?

2. Quem deu inicio à bigam ia?

3. £> que Pauto ensinou aos casados

da igreja de Corinto?

1.

Q u a l e> o rig em

á a

p a la v ra

II

H E T E

- R O S S E X U

O

P R IN C ÍP IO

D A

A L I D A D E

1. “ Macho c fêmea os criou11.

Deus criou "b homerr", Lm ser mas­ culino (Cn l .26), e também fez a mulher, um !>er 'eminino (Cn 1.27). Em outras palavras, Deus não uniu dois machos ou duas fiémeas. Mão

rle uniu um homem com uma mu­ lher, demonstrando a natureza e o padrão divino da heterossexual ida' de. As Santas Escrituras são claras

sua esposa, como Crisiu amou a Igreja, sacrificando-se por ela íb47 . 5.25; Cl 3.19). Aqui, a harmonia

f

au condenarem — assim como o adultério, a prostituição, a perversi­

£

ronjugal é um dos f a t o r íí que

reforçam a monogamia, e ambai

são valorizadas conforme o plano

dade, a idolatria, a mentira, o falso testemunho etc. — a prática do

|

homossexualismo, quer masculino,

g

quer feminino (Lv 18.22; Hm 1.26).

j

-original de D e u para o casarnenio

2.

“ E se u n irá á sua m u ­

t

entre um homem e uma mulher.

c ) A m onogam ia na liderança

lh e r”. Após realizar o primeiro ca­

samento, o Criador disse: "Portanto,

I

crtstâ. Para os lideres da igreja, Paulo

deixará v varão o seu

pai

e a

sua

I

exorta: “Convém, pois, que o bljpo

mãe e apegar-ie-á à sua mulher, e

J

seja irrepreensível, maridlo de um a

^ m u lh e r1' (I

[m 3 .2 —

sem grifos no

serão ambos uma carne" (Cn Veja que o Ser hor é taxativo ao fa-

lar ao homem a respeito da sua vo ­ cação heterossexual: "apegar-se-á

á sua mulher '. Por isso, olhemos

para as Escrituras e olhemos para

o oíl Io' da vida humana e, inequi­

vocamente, concordaremos: se não fiasse a união heterossexual, promo­ vida puf Deus, desde o princípio, a

raça

h u m a n a

S IN O P S E

não

D O

Leria su b u iítid o .

T Ó P I C O

(2>

Deus uniu o homem e a mulher para demonstrar o padrão divino da hete ro sse x uai idad e.

R E S P O N D A

4.

uniu

ras sexua íidade ?

Deus

De

a c o rd o

com

a

liçã o ,

p a ra

ern b asar a

cjucrrt

hete

III -

A

I N D I S S O L U B I L I D A D E

 

D O

C A S A M E N T O

 

1,

U m a

s ó

carne-

A nm de

proporcionar u n a vida conjugal abundante, o Criador planejou uma união histórica, indissolúvel e per­ manente (Gn 2.24). O matrimónio entre homem e t-iulher seria para sempre! Tristemente, u pecado ruiu

□ princípio divino da continuidade

do casamento, trazendo o divórcio

e separando Familias. O plano de

Deus, entretanto, ainda pode ser encontrado nas palavras de Jesus:

"o que Deus ajuntou não separe o

homem" {Mt 1n.G).

2. A parta de entrada para

d

d

i v ó

Há si:ua;ões em que

a falLa de união e de amor no ca­

samento, talvez motivados pela desobediência a Deus, pelo orgulho

e pela

a

convivência do casal tornar-se uma

r c i o

.

falta de

perdão,

fazem

grande fachada. Por conveniência,

o casal apnesenta-se à sociedade ou

a igreja local numa aparente alegria matrimonial, mas na intimidade,

a união tornou-se insuportável. É

necessário que a Igreja esteja pronta para auxiliar os casais que passam por crises conjugais, e motivá-los 4 sempre a permanecerem unidos enr um amor não fingido, mas solidifi­ cado e resistente às cortrariedades

q ue possam existir no dia a d ia.

I

SIN O PSE

D O

T Ó P I C O

{3>

Foi o Criador quem planejou o matrimonio, uma união indissolúvel

e permanente (Gn 2.24).

R E S P O N D A

c o n v iv ê n ­

cia no casam ento tornar-se um a

grande fachada?

5.

O

q u e

p o d e

f a z e r

a

C O N C L U S Ã O

O casamento

heterossexual

nunca foi tão atacado como no pre­

sente tempo. Em nossa sociedade, leis e normas que atentam coin:ra a

l ei de Deus são elaboradas sob o

argumentod e q L e c Ls:ado é laico. E

deve ser mesmo* Mas entre ser laico

e desrespeitar principios ordenados

por Deus desde a criação há uma qrande distância. Meste aspecto, a l<jreja do Senhor Jesus deve ser a "coluna e firmeza da verdade" e guar- dládos principios morais e cristãos, denunciando o pecado e acalentando os corações ferido5. Assirr, defender mos que o casamento monogâmico, heterossexual e indissolúvel deva ser incentivado, apoiado c honrado nas esferas púhli-cas de relacionamerto.

A U X ÍL IO

B IB L IO G R Á F IC O

Subsidio Teológico "Da indissolubilidade A natureza indissolúvel do ca- sarnento vem desde a sua origem:

'Portanto, deixará o varão o seu pai e

a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher,

e serão a m b o i uma só carne1 (Gn 2.24). O Senhor Jesus Cristo disse que essa passagem biblica significa

a indissolubilidade do casamento:

'Assim não sào mais dois, mas uma só [ carne. Portanto, o que Deus ajuntou nâo separe o homem' (Mt I 9.5,6), É

u n a união ínfima entre duas pesso­ as de sexos opostos que assumem

p u blicamente

vivenem juntas; ± uma aliança, solene,

um pacto sagrado, legal e social Não existe no universo, entre os seres vivos inteligentes, uma intimidade maior do que entre marido e mulher, exceto apenas entre as três pessoas da Trindade. ■Ovoto solene de fidelidade um ao outro 'até aue a morte os separe’, que se ouve dos nubentes numa cerimónia de casamento, nãoé mera formalidade. Isso tem implicações profundas diante de Deus: 'Porque

o com prom isso de

o

StNHOR. foi testemunha entre ti

e

a m ulher da tua m ocidade' [Ml

2.14). O compromisso que os noivos assumem é diante de Deui, indepen­ dentemente de o casal ser og não crente em Jesus. Isso d il respeito ao casamento p e r si, vinculado de maneira intrinseca á sua natureza,

pois assim Deus estabeleceu essa aliança 'até que a morte os separe'" (50ARE5, Esequlas. C a sam en to,

Divórcio l,e d - Rio

& Sexo à L uz da Bíblia. de Janeiro: CPAD, 201 1,

pp.16-7).

B IB L IO G R A F IA

SU G ER tD A

CILHAM, Anabel; Bill, C o n v e r ­ sas Francas sobre o Casa­

m

e n to -

7

ed- Rio de Janeiro:

C

P A 0,2012.

SOUZA, Estevam Angelo, .—e

fez Deus a família: O padrão

I . ed.

Rio de Janeiro: CPAD, I 99-9.

d ivin o p a ra

um

far feliz,

S A I B A

M A IS

Revista Ensinador Cristão CPAD, n" 54, p.37.

RESPOSTAS

DOS

EXERCÍCIOS

1 . A palav-.n monogamia vem de

m o n o s s ir ii-

ncando .im L-nico hom em para .ima

(único) e gamcii

d-L.ii v o c ib u lu s gregos:

(casamento),

Z.

Lame-que,

.jr Ca mUlHer.

de- Me-Cu^a é n .

3 - Ans corinTin-s, n apó&tolo Paulc ensinou q ue cada mm deve ter a sua

m ulher e esc.i a seu prúprlo

marido íl Co 7.1 ,2), numa preven­ ção claira contra a prostltul-ção. 4. [lurnern e rrulher. 5 . A í.ili.-. l c . i n i i i « íJe amor.

própria

LE IT U R A BÍBLICA EM CLASSE

Efésios 5.2 2 -28,3 1 ,33

2 2 - Vós, m ulheres, sujeitai-vos

a vossa m arido, com a ao Senhor;

a c a ­

beça da m ulher, com o tam bém

C risto

sendo ele p ró p rio

do corpo.

2 4

a Igreja está suje Ha a Crista,

assfm

sejam em tudo sujeitas a seu

m arido.

Vós, m a rid o s , am a i vossa

m ulher, com a tam bém C rista

2 5

m ulheres

- De so rte cjue, cisslm com o

igreja, sa lv a d o r

23 -

porque

ê

a

o m arido

é

cab eça d a

o

tam bém

as

-

am o u a ig re ja e a si m e sm o se

entregou p o r ela,

putri­

ficando-a com a lavagem da água, pela palavra,

26

-

p a ra

a

san tifica r,

2

7

- p a r a

a

a p re se n ta r

a

si

m

esm a

ig re ja

gloriosa,

sem

m

acula, nem ruga, nem coisa

sem elhante, m as san ta e Irre­ preensível.

28 Assim devem os m aridos

|

a m a r

a

sua

p ró p ria

m u lh er

cam a

a

seu

p ró p rio

co rp o .

Quem am a a sua m ulher ama-

se a si mesmo.

hom em u n irá à

sua m u lh er; e serão dois num a

carne.

33 - A ssim

seu p a i e su a m ãe

31 - P o r isso, d e ix a rá a

e se

tam bém vós, cad a

um

em

p a rticu la r

am e

a

sua

p

ró p ria

m u lh e r

com o

a

si

mesmo, e a m ulher reverencie

o m arido.

i n

t e r

a ç A o

In icie a a u la pedin d o aos alu n o s

que citem a lg u m as ca ra cte rística s de um casam e n to bem -sucedido. À

m edida em que forem citando, anate

ojs c a ra c te rís tic a s em um a fa lh a ou escreva-as na quadro. Após ou vir

os alu n o s, e x p liq u e qu e tais c a r a c ­

terísticas oferecem

propósitos de Deus p a ra a vida a dois.

ftesíofoe o fa to de que, in s titu íd o p a r

Deus, a casam ento tem o objetivo de

s e r a ba se da fa m ília e, consequen te-

mente, de

que a

profética, denunciando tudo que pode

d e stru ir o casam ento m onogãm ica e hete rossexual.

Igreja deve fa ze r so a r sua voz

toda a sociedade. Lem bre

um a ideia dos

O B JETIVO S

Após esta aula, o aluno deverá estar apta a :

C o m p r e e n d e r qual é a verdadeira vontade divina para o casamento.

Conscientizar-se da importância

do amor mútuo e verdadeiro para se

e&tabele-cer uma famílía.

Enfatizar a importância da fidelidade conjugal no caiamertto.

O R IE N TA Ç Ã O

PEDAGÓGICA

Prnfe-çsnr, rpprnduza ramo puder d

esquema abaixo:

C o rín lia s

rp la rio n a n iH itn

1

7,

11 6:

O

o

co n ju g al entre

<vv.

o casam ento

1-7);

o i

lZ

lf j); d casa­

(2 5

3SK

m a rid o

t

. m is to

m

a

u lh e r

( w

so lte iro s ( w

c r ljtã D m e n to

e. o

. e O se rviç o cristã o

Explique que este capitulo é um tratado

a resppitn dú matrimonio e dn relarirjn.n

imenio familiar. O objetivio do capitulo é

rrmutrar aus coríntloi que d rrui

não e-sta^a e-jamais estará ultrapassado.

imòtuo

Paulo rcjtltí íiL|.ii i

Importância du casa­

mento, deitando l>em claro que ele é uma ali^tiçú divina t* Indissolúvel.

r

O

M

F

N

T

A

R

I

O

I N T R O D U Ç Ã O

lar, é preciso bu scar a vontade de Deus, cujos indicadores são:

a) A Paz de Deus na coração.

Um dos sinais da aprovarão divina

Por ser Lima IhStiLUlção criada

quanto ao que fazemos,

ou

pre­

por Deus para atender aos propósi­

tendemos

Fazer,

é

o

sentimento

tos dMnos, não é de se admirar que

de

paz

interior,

que nos

domina

o

matrimónio venha sendo ridicula­

ui

pensamentos

 

e

as

emoçòes

rizado sistemática e violentamente pela mídia. Por isso, precisamos compreender a instrução divina quanto ao casamento e aplicá-la em nossa vida diária. Na

epistola aos Hebreus, as Escrituras ensinam: Ve­ nerado seja entre todos

O matrimónio e O leitn

sem m á c u la ,f (1 3.4 ).

Tal verdade a respeito do casamento indica-nos q|Ue ele

deve ser respeitado, honrado e valorizado.

(Cl 3.15),

b)

O

com p o rtam e n to

p e sso ­

al. Se alyuém

como honrará o seu cônjuge? Se

o noivo não respeita a noiva, demonstrando um ciúme doentio a

per-

ponto

niLiir que cunverSe atè

não honra os pais,

PALAVRA CHAVE

A m or Conjugal:

O

a m o r

e n tre

OS

cônjuges.

de nâo

lhe

mesmo com pessoas

da própria família, Isso evidencia claramente que ele está “óra da aprovação d ivina. Tal rela­

cionamento não dará certo.

I

-

A

V O N T A D E

D E

D E U S

P A R A

O

C A S A M E N T O

1. U m p la n o g lo b a l. Tomo

expressão de sua vontade, o Cria­

logo

que o homem deixasse pai e n ã e

o se unisse à sua mulher, para que

ambos fossem "uma carne" (Gn 2 . 7A). É exatamente o que acon­ tece no ato conjugal, sendo e$ta

a vontade de Deus para todas as

dor ordenou,

no

princípio,

pessoas, crentes ou nâo: que a humanidade crespa e, através da

união legítima entre um homem e uma mulher, mulLipllque-se

2. O s indicadores da v o n ­

tade de Deus. Ao aconselhar os jovens em relação ao namoro, noivado e casamento, é preciso orieniá los para qut' tomem deci­ sões conS-cientes. Nesse particu­

Procurar

“casa de profetas" para saber se o casamento é ou não da vontade de

Deus é muitu periçjosu. Quando o relacionamento é da vontade divína,, um sente amor pelo outro,

sente falta

ou­

tro. Tudo flui naturalmente. Além disso, us pais aprovam o namoro

e a igreja u reconhece. Estes indi­ cativos realçam que Deus está de acordo com esta união.

considera o

ç)

N a tu ra lid a d e .

do

o u j o ,

uutro,

demonstra afetu

pelo

d) O s p rin cíp io s de santidade.

Sabemos que as tentações sobre o$. namorados e noivos sào fortes.

Mas não devemos

nos esquecer:

a santidade é um requisito básico

para a Te li cidade conjugal. Um

relacionamento que não leva em conta o princípio da castidade

está

fora

da

orientação

divi

1 íçO i/-. Eilm r r A.i

|9

'

Ma. Portanto, -Se o namoro ou o

marcado

práticas que ofendem a Deus. é sinal de que o relacionamento já está fadado ao fracasso ( I Co 6.1 8-30). O sexo antes e fora do casamento é pecado k 20.14; I Ts 4.3]. H a virgindade, tanto do rapaz, quanto da moça, continua a ser muito importante aos olhos de Deus.

e

noivado

é

por

atos

SIN O P SE

D O

T Ó P I C O

(1 )

Deus ordenou, logo no princí­ pio, que v homerr deixasse pai l mãe e se unisse à sua mulher, para que ambos sejarr "uma só carne".

J . Q

R E S P O N D A

u an d o o m a rid o se to rn a "um a

o termo “como" é um advérbio de

modti Por conseguinte, u amor do esposo pela esposa deve ser como

o am or de Cristo por sua. Igreja,

t um am or

2.

sublinre e sem igual.

O

a m or gera

união ple­

na. A união é o resultado do amor sincero. Logo, o esposo de vt estar unido à esposa de modo a formar uma un idade, ou seja, "dois n uma

(só] carne {Ft 5.31)

apóstolo Paulo ensina: "O marido

pague ã mulher a devida benevo­ lência, e da mesma sorte a mulher,

Isto quer

dizer

no casamento; marido e mulher são iguais nos haveres de um para com o outro. Isso exige do casal união de pensamentos, de senti­ mentos e de propósitos.

ao marido" {1

Por isso, o

Co

7.3).

e

igualdade

reciprocidade

sd

c a rn e " Com

a

esposa?

2. Cite petos tnenos três in d ic a d o

rei da vontade divin a no relacio ­ nam ento.

S IN O P S E

D O

T Ó P I C O

<2)

O marido que não ama a espo­

sa nâo pode dizer que obedece a

Palavra de Deus.

II

-

O

A M O R

N O

V E R D A D E I R O

I

C A S A M E N T O

R E S P O N D A

3. Com o deve ser o am or do marido

pela esposa?

III

-

A

F I D E L ID A D E

 
 

C

O N J U G A L

1.

F a to r

i n d i s p e n s á v e l

á

de proporcionar segurança

1.

O

d e v e r

p r im o r d ia l

do

c a s a L

O

marido

que

não

ama

a própria esposa

nâo

pode

dizer que obedece a Palavra de

á Deus Ao contrário, ele peca por ® desobediência, pois amar é uma ordem divina. A Eíblia recomenda solenemente: “Vós. maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo

O

am or à esposa, ordenado pelas ts- crituras, deve ser o mais elevado possível. É semelhante ao amor de Cristo pela Igreja: Com o também Cristn amou a Igreja", Perceba que

se entregou por ela" {Ft

5.25)

20

I

l:'1ij.rJCA5

e sta b ilida d e no ca sam ento .

Além

espiritual e emocional, a fide­ lidade é indispensável ao bom relacionamento conjugal. Sem

fidelidade,

As estruturas do matrimónio não foram preparadas para suportar u peso da infidelidade, cujos efeitos

o

casamento desaba.

sobre Coda a família ião devas­

□ damente destrutivo tanto para o homem como para a mulher íl

tadores.

todos, sobretudo pelo cristão, é o mesmo que o de Cristo pela Igreja.

R ES P O N D A

4. O que é indispensável à estabili­

adultério

é

Trem en­

Co

6. IS

2.

20).

Cuidado

com

os

falsos

dade na casamento?

p ad rõ e s. O amor que

se

nos

filmes, novelas e revistas secu­ lares está longe de preencher os requisitos da Palavra de Deus. É falso e pecaminoso- O verdadeiro padrão do amor conjugal é u de Cristo para com a Igreja Através de Malaquias, o Senhor repreendeu severamente <_>s varões israelitas por $ua infidelidade conjugal (Ml 2,13-16). Biblicamente, o casamen­ to é uma aliança que deve perdurar até a morte de um dos tõnjuges. Não é um 'contrato" com prazo de validade, mas uma união perene, cuja fidelidade é um dos elementos indispensáveis para que os cônju­ ges sejam felizes

S IN O PSE

D O

T Ó P I C O

(3>

5. Q ual

é o verdadeiro pad rão do

am or conjugaf?

C O N C L U S Ã O

Nosso deiEjo é que as Igre­ jas promovam o crescimento das crianças, a d o le iC e n :e s , jo v e m e

casais na Palavra de Deus

que

Enfim,

toda a família seja edificada

em Cristo, Dessa

monstraremos o valor do casa­ mento bíblico e os perigos das novas 'configurações familiianes" defendidas e apoiadas pelos c|Ue^ desprezam e debocham dos prin-1 clplos divinos. Portanto, que a Igreja faça soar sua voz profética e denuncie as iniciativas que buscam § destruir o casamen-Q monogâmi-

cd, heterossexual e indissolúvel.

maneira,

d e -|

O

verdadeiro padrão do amor 5e a familia não for sadia, a socie

r

conjugal que deve ser seguido por

dade será enferma.

Licoí-iEilbLtr/vs

'!l

BIB LIO G R A FIA

S U G E R ID A

CRUZ.

Elaine.

Sócios, Am igos

& Am ados

três pilares do

casam ento. I , ed. Rio de Janeiro:

CPAD,

2005.

YQUNG, Ed. O s Dez M andam en­

tos

do Casam ento: O que fazer

o (fue

e

um a

não

a lia n ç a

fa z e r p a ra

p o r

io d a

m a n te r

a

vido.

1-ed- Rio de Janeiro: CPAD, 301 I -

L E IT U R A

EM

Efésios 5.1-6

B ÍB LIC A

C LA S S E

1

- Sede, pois,

Im ita dores de

Deus, com o filhos amados;

2

tam b ém C ris to vos am ou e se entregou a si meínto p o r nós, em oferto e sacrifício a Deus, em cheiro suave.

em

amor, com o

-

e a n d a i

3

-

M as

a

prostituição e toda

im p u reza

ain d a se nom eiem

com o convém a santos;

ou

a v a re za

entre

nem

r á ,

A - nem torpezas, nem p a rvoí­ ces, nem chocarrtces, que ndo convêm: mas, antes, ações de graças.

Porque bem sabeis isto:

que nenhum fo rn ica d o r, ou

o qual

no

5 -

im puro, ou avarento,

id ó la tra t

tem

h e ra n ça

Reino de Cristo e de Deus.