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Modelagem integrada da

atmosfera-biosfera-hidrosfera

Marcos Heil Costa – UFV

LNCC, 13 de janeiro de 2009


• 1a parte: Modelagem integrada na UFV

• 2a parte: Alguns resultados

• 3a parte: Desenvolvimentos futuros


1a parte:
Modelagem integrada na UFV
Atividades de integração
• Iniciadas em 1994

• Equipe distribuída por UW, WHRC e UFV, com


colaboração de NCAR e LLNL.

• Filosofia: Desenvolvimento, calibração, testes e aplicações


de modelos de processos superficiais, ecossistemas
terrestres, hidrologia de superfície e biogeoquímica
terrestre e aquática, e acoplamento a modelos de circulação
geral da atmosfera.
Estrutura dos modelos integrados
Modelos de ecossistemas terrestres
• Modelo principal: IBIS

• Incorpora:
– Fluxos de massa, energia e momentum
– Fenologia
– Dinâmica de ecossistemas
– Ciclo do carbono terrestre (completo)
– Ciclo do nitrogênio terrestre (limitado)

• 28.000 linhas de código


Modelos de ecossistemas terrestres
Estrutura do IBIS
IBIS: Projetos em andamento
• Projetos de intercomparação de dados e modelos do LBA
(LBA-DMIP)
– Fase 1: comparação contra fluxos medidos em torres
(Tese DS Hewlley Acioli)
– Fase 2: comparação contra medições regionais dos
componentes do balanço de carbono e água
(Tese DS Graciela Fischer)
– Fase 3: comparação contra medições ecológicas nos
experimentos Seca-Floresta Santarém e Caxiuanã
(Pos-dr. Hewlley Acioli)
IBIS: Projetos em andamento
• Desenvolvimento de um novo calibrador para o IBIS,
baseado em múltiplos sítios e considerando a hierarquia de
funcionamento dos ecossistemas

– Tese MS Claudeci Varejão Jr.


– Algoritmo genético de calibração hierárquica
– Calibra em primeiro lugar os processos rápidos, passando para os
processos mais lentos em seguida:
• Fluxo de radiação  fluxo de massa  fenologia  alocação
de carbono  biomassa final e carbono no solo
– Repete iterativamente se necessário
IBIS: Projetos em andamento
• Modificação do código IBIS para a simulação da
refletância nas bandas do vermelho (650 nm),
infravermelho próximo (850 nm) e azul (490 nm),
comparáveis às bandas 1, 2 e 3 do MODIS, e cálculo de
índices de vegetação NDVI e EVI pelo próprio modelo

– Tese MS Thomé S. Almeida

– Visa permitir a comparação dos resultados do modelo com


propriedades espectrais mais básicas, como refletância e índices de
vegetação, ao invés de outros produtos derivados, como LAI e
FAPAR

– Esta técnica permitirá a integração total entre modelos,


observações de campo e sensoriamento remoto
IBIS: Projetos em andamento
• Incorporação do AGRO-IBIS
– Responsável: Santiago Viana Cuadra
– AGRO-IBIS é um supercódigo do IBIS para simular o crescimento
e produtividade de culturas agrícolas
– Calibração inicial para soja, milho e cana-de-açúcar
– Requer bancos de dados espaciais de uso do solo por cultura
agrícola, o que também estamos desenvolvendo (responsável:
Christiane C. Leite)
Modelos de hidrologia superficial
• Inicialmente modelo de transporte de água por uma bacia
hidrográfica – vazão apenas (Costa e Foley, 1997)

• Incorporação de lagos interiores e inundação – HYDRA


(Coe et al. 2002)

• Melhoria no algoritmo de inundação e incorporação de


processos biogeoquímicos aquáticos (ciclo do carbono e
nitrogênio) – THMB
Modelos de hidrologia superficial
• THMB: Terrestrial Hydrological Model with Biogeochemistry

• Apenas 3.000 linhas código

• Melhorias em relação ao HYDRA 2.0 incluem:


– Sinuosidade dos rios
– I/O exclusivamente em netcdf
– Calcula P-E em áreas alagadas
– Inclui determinação da cota de transbordamento do rio
– Inicializa a área inundada de acordo com funções empíricas
– Cálculo da velocidade do fluxo depende do gradiente do rio e raio
hidráulico (Eq. Manning)
– Cálculo da velocidade do fluxo da várzea independente da velocidade
de fluxo do rio
– SRTM substitui ETOPO5 como DEM para calcular área inundada
Modelos de hidrologia superficial
• Biogeoquímica do nitrogênio:
– Inicialmente testada por Donner et al. para o Mississippi
– Testes no Brasil dificultados pela ausência de dados de validação
– Alguns dados disponíveis para Ji-Paraná e Tanguro

• Biogeoquímica do carbono:
– Tese Ph.D. Erica Howard (UW)
– Roteamento e transformações químicas do carbono
– 3 reservatórios: rio aberto, marginal, planície inundada
– 7 classes em cada reservatório: autotrofos, carbono orgânico
particulado fino e grosso, carbono orgânico e inorgânico dissolvido,
sedimentos e liteira

• Ainda não inclui emissão de CO2, CH4 e outros gases-traço


Modelos de circulação geral da atmosfera
• NCAR GENESIS v. 2.0
– 1998-2000
– Descontinuado em 2000

• NCAR CCM 3.6


– 2000 …… 2009
– Versão paralelizada do NCAR CCM3 + IBIS 2.1 + modelo de
circulação e carbono oceânico constitui o LLNL PCM (Parallel
Climate Model), usado nas integrações do IPCC 2001 e 2007.

• Acoplado ao NCAR CCSM 3.0


– 2009 ……

• Discussões para acoplamento ao BRAMS e CPTEC global


– 2009 ……
Desempenho do CCM3/IBIS
• Configuração T42 L18, dt = 15 min.

• CCM 3.6 + IBIS 2.6 no Sun Opteron CPTEC


(compilador pgf90, MPI)
– 95 min . ano-1 com 8 CPUs
– 44 min . ano-1 com 32 CPUs
– 41 min . ano-1 com 64 CPUs

• CCM 3.6 + IBIS 2.6 em SGI Core2Quad 2.8 GHz


(compilador ifort, Open/MP)
– 48 min . ano-1 com 8 CPUs
2a parte:
Alguns resultados

(a) Modelo de hidrologia superficial


THMB – O que há para melhorar?

Coe et al. JGR 2002


THMB – O que há para melhorar?

ETOPO5 SRTM
THMB – Novos Resultados

Vazão THMB v2: r2 = 0,987

Vazão THMB v1: r2 = 0,979

Coe, Costa, Howard, Hydr. Proc., 2008


THMB – Novos Resultados

Coe, Costa, Howard, Hydr. Proc., 2008


THMB – Novos Resultados
Fração da área inundada em Maio 1996,
obtida do JERS (Hess et al. 2003)

Simulado, THMB v2

Simulado, THMB v1

Coe, Costa, Howard, Hydr. Proc., 2008


2a parte:
Alguns resultados

(b) Modelo de dinâmica de vegetação


Calibração do IBIS contra dados do LBA
(a) Tapajós km83 Rn (W m-2) - AGO Rn sim (b) Tapajós km83 Rn (W m-2) - NOV Rn sim
Rn obs Rn obs
900 900

700 700

500 500

300 300

100 100

-100 -100
2/8/2000 4/8/2000 6/8/2000 8/8/2000 10/8/2000 12/8/2000 22/11/2000 24/11/2000 26/11/2000 28/11/2000 30/11/2000 2/12/2000

(c) Rn sim (d) Rn sim


Tapajós km83 Rn (W m-2) - MAR Tapajós km83 Rn (W m-2) - MAI
Rn obs Rn obs
900 900

700 700

500 500

300 300

100 100

-100 -100
14/3/2001 16/3/2001 18/3/2001 20/3/2001 22/3/2001 24/3/2001 18/5/2001 20/5/2001 22/5/2001 24/5/2001 26/5/2001 28/5/2001

Tese MS Hewlley Imbuzeiro


(a) Tapajós km83 PARin (µ mol m-2 s-1) -AGO (b) Tapajós km83 PARin (µ mol m-2 s-1) - NOV PARin sim
PARin sim
PARin obs PARin obs
2500 2500

2000 2000

1500 1500

1000 1000

500 500

0 0
2/8/2000 4/8/2000 6/8/2000 8/8/2000 10/8/2000 12/8/2000 22/11/2000 24/11/2000 26/11/2000 28/11/2000 30/11/2000 2/12/2000

(c) -2 -1
Tapajós km83 PARin (µ mol m s ) - MAR PARin sim (d) -2 -1
Tapajós km83 PARin (µ mol m s ) - MAI PARin sim
PARin obs PARin obs
2500 2500

2000 2000

1500 1500

1000 1000

500 500

0 0
14/3/2001 16/3/2001 18/3/2001 20/3/2001 22/3/2001 24/3/2001 18/5/2001 20/5/2001 22/5/2001 24/5/2001 26/5/2001 28/5/2001

Tese MS Hewlley Imbuzeiro


(a) Tapajós km83 G (W m-2) - AGO G sim
(b) Tapajós km83 G (W m-2) - NOV G sim
G obs G obs
60 60

30 30

0 0

-30 -30

-60 -60
2/8/2000 4/8/2000 6/8/2000 8/8/2000 10/8/2000 12/8/2000 22/11/2000 24/11/2000 26/11/2000 28/11/2000 30/11/2000 2/12/2000

(c) Tapajós km83 G (W m-2) - MAR G sim (d) Tapajós km83 G (W m-2) - MAI G sim
G obs G obs
60 60

30 30

0 0

-30 -30

-60 -60
14/3/2001 16/3/2001 18/3/2001 20/3/2001 22/3/2001 24/3/2001 18/5/2001 20/5/2001 22/5/2001 24/5/2001 26/5/2001 28/5/2001

Tese MS Hewlley Imbuzeiro


(a) -2 (b) -2
Tapajós km83 LE (W m ) - NOV LE sim
Tapajós km83 LE (W m ) - AGO LE sim
LE obs LE obs
800 800

600 600

400 400

200 200

0 0

-200 -200
2/8/2000 4/8/2000 6/8/2000 8/8/2000 10/8/2000 12/8/2000 22/11/2000 24/11/2000 26/11/2000 28/11/2000 30/11/2000 2/12/2000

(c) Tapajós km83 LE (W m-2) - MAR LE sim (d) -2


Tapajós km83 LE (W m ) - MAI LE sim
LE obs LE obs
800 800

600 600

400 400

200 200

0 0

-200 -200
14/3/2001 16/3/2001 18/3/2001 20/3/2001 22/3/2001 24/3/2001 18/5/2001 20/5/2001 22/5/2001 24/5/2001 26/5/2001 28/5/2001

Tese MS Hewlley Imbuzeiro


(a) (b) Tapajós km83 NEE (kg C ha-1 hr-1) - NOV NEE sim
Tapajós km83 NEE (kg C ha-1 hr-1) - AGO NEE sim
NEE obs NEE obs
20 20

10 10

0
2 0

-10 -10

-20 -20
2/8/2000 4/8/2000 6/8/2000 8/8/2000 10/8/2000 12/8/2000 22/11/2000 24/11/2000 26/11/2000 28/11/2000 30/11/2000 2/12/2000

(c) Tapajós km83 NEE (kg C ha-1 hr-1) - MAR NEE sim (d) Tapajós km83 NEE (kg C ha-1 hr-1) - MAI NEE sim
NEE obs NEE obs
20 20

10 10

0 0

-10 -10

-20 -20
14/3/2001 16/3/2001 18/3/2001 20/3/2001 22/3/2001 24/3/2001 18/5/2001 20/5/2001 22/5/2001 24/5/2001 26/5/2001 28/5/2001

Tese MS Hewlley Imbuzeiro


(a) (b) Tapajós km83 NEE (kg C ha-1 hr-1) - NOV NEE sim
Tapajós km83 NEE (kg C ha-1 hr-1) - AGO NEE sim
NEE obs NEE obs
20 20

10 10

0
2 0

-10 -10

-20 -20
2/8/2000 4/8/2000 6/8/2000 8/8/2000 10/8/2000 12/8/2000 22/11/2000 24/11/2000 26/11/2000 28/11/2000 30/11/2000 2/12/2000

(c) Tapajós km83 NEE (kg C ha-1 hr-1) - MAR NEE sim (d) Tapajós km83 NEE (kg C ha-1 hr-1) - MAI NEE sim
NEE obs NEE obs
20 20

10 10

0 0

-10 -10

-20 -20
14/3/2001 16/3/2001 18/3/2001 20/3/2001 22/3/2001 24/3/2001 18/5/2001 20/5/2001 22/5/2001 24/5/2001 26/5/2001 28/5/2001

Tese MS Hewlley Imbuzeiro


(a) Tapajós km83 Rn (W m -2) y = 0.88x + 12.12 (b)
Tapajós km83 G (W m -2)
R2 = 0.79
50
900 y = 1.76x - 2.56
R2 = 0.70
700 30

Simulado
10
Simulado

500

300 -10

100 -30

-100 -50
-100 100 300 500 700 900 -50 -30 -10 10 30 50
Observado Observado

(c)
Tapajós km83 H (W m -2) (d)
Tapajós km83 LE (W m -2)
400 800
y = 0.52x + 15.74 y = 0.73x + 39.51
300 R 2 = 0.43 R 2 = 0.65
600
200
Simulado

Simulado
400
100
200
0

-100 0

-200 -200
-200 -100 0 100 200 300 400 -200 0 200 400 600 800
Observado Observado

(e) Tapajós km83 NEE (kg C ha -1 hr -1)


20
y = 0 .62 x - 0 .92
R 2 = 0 .52
10
Simulado

0
Tese MS Hewlley Imbuzeiro
-10

-20
-20 -10 0 10 20
Observado
Tapajós km83 Cumulativo Rn (MJ m-2) (a) (b)
Tapajós km83 Cumulativo H (MJ m-2)
3500
400
3000 Rn ac. Obs
H ac. Obs
Rn ac. sim
300 H ac. Sim
2500

2000
200
1500

1000 100
500

0 0
1/7/00 19/9/00 8/12/00 26/2/01 17/5/01 5/8/01 1/7/00 19/9/00 8/12/00 26/2/01 17/5/01 5/8/01

Tapajós km83 Cumulativo LE (MJ m-2 ) (c) Tapajós km83 Cumulativo NEE (kg C ha )
-1 (d)
0
2000
LE ac. Obs -1000
1600 LE ac. Sim
-2000
1200
-3000
800
-4000 NEE ac. Obs
400 NEE ac. Sim
-5000

0
-6000
1/7/00 19/9/00 8/12/00 26/2/01 17/5/01 5/8/01
1/7/2000 19/9/2000 8/12/2000 26/2/2001 17/5/2001 5/8/2001

Tese MS Hewlley Imbuzeiro


Alguns resultados do LBA-DMIP fase 1

Slide cedido por Scott Saleska, Univ. of Arizona


2a parte:
Alguns resultados

(c) Modelo acoplado


clima x dinâmica de vegetação
Recrescimento da floresta amazônica sob
deficiência nutricional após um desmatamento
de grande escala
• Região 1 – Colômbia e
noroeste do Amazonas

• Região 2 – Amazônia
central acima de 10º S

• Região 3 – Sul da
Amazônia abaixo de 10º S

Tese DS Mônica Senna


(a) (a) (a)
12 2.0 12

Trees Biomass (kg-C m-2)


Precipitation (mm day
10 10

NPP (kg-C m-2 y-1)


1.6
8 8
1.2
6 6
0.8
1 4
2 0.4
4
2

0 0
0.0
0 10 20 30 40 50 0 10 20 30 40 50
0 10 20 30 40 50
Years Years
Years

(b) (b) (b)


12 2.0 12
Precipitation (mm day -1)

Trees Biomass (kg-C m


10 10

NPP (kg-C m-2 y-1)


1.6
8 8
1.2
6 6

2 4
0.8

0.4
4
2 2
0 0.0 0
0 10 20 30 40 50 0 10 20 30 40 50 0 10 20 30 40 50
Years Years Years

(c) (c) (c)


12 2.0
Precipitation (mm day -1)

12

Trees Biomass (kg-C m-2)


10 1.6 10
8
NPP (kg-C m-2

1.2 8
6 6
0.8
4
3 2 0.4
4
2
0 0.0 0
0 10 20 30 40 50 0 10 20 30 40 50 0 10 20 30 40 50
Years Years Years

F P PND PNF F P PND PNF F P PND PNF


3a parte:
Desenvolvimentos futuros
(Próximos 5 anos)
Desenvolvimentos futuros
• Modelo integrado de processos superficiais
brasileiro
• Desenvolvimento pela comunidade
• Financiamento
– Moore Foundation (2008-2013)
– CNPq PNPD (2008-2013)
– CNPq INCT (2008-2011)
– FAPESP ?
– Outros ?
Filosofia do modelo integrado
• Adaptar um modelo de biosfera (IBIS) que
incorpore os principais processos
relevantes para o território nacional, para
fins de previsão do tempo, clima e estudos
climáticos de longo prazo.
i. Representação específica dos ecossistemas
nacionais
ii. Representação dos ecossistemas agrícolas
iii. Representação de áreas inundadas
iv. Incêndios e recuperação de áreas abandonadas
Por quê um modelo comunitário?
• O objetivo principal é dividir os esforços de:
– desenvolvimento
– calibração
– acoplamento
– treinamento
– otimização numérica
– documentação
– etc.
(i) Representação específica para os
diversos ecossistemas brasileiros
• Provavelmente todos os modelos de biosfera usam
representações globais para os grandes ecossistemas
• Apesar disso, ecossistemas semelhantes, como a
savana africana e o cerrado brasileiro, são
significativamente diferentes entre si
• A generalização da representação implica em erros na
simulação dos fluxos
• Planeja-se regionalizar a representação dos
ecossistemas no IBIS, para garantir excelente
desempenho sobre a América do Sul, sem perder o
bom desempenho global
(ii) Representação de culturas agrícolas

Ecossistemas agrícolas não são representados de maneira


específica

• Globo: 28 M km2 pastagens (22% área continental)


15 M km2 (12% área continental)

• Brasil: 2 M km2 pastagens (24% território)


1,2 M km2 culturas agrícolas (14% território)

• Culturas agrícolas têm especificidades:


 Anuais, perenes
 Época de plantio
 Parâmetros específicos por espécie
(iii) Representação de áreas inundadas
• Aplicações em diversas regiões: Amazônia,
Pantanal, Araguaia
• Implicações na troca de fluxos entre biosfera e
atmosfera, na hidrologia, no balanço de carbono
• Pelo acoplamento síncrono do THMB ao IBIS
• Parametrizações específicas para as diversas
bacias brasileiras
• Assimilação dos padrões espaciais de inundação a
serem gerados pelo SWOT (lançamento previsto
2013-2015)
(iv) Incêndios
• Fogo
• Albedo
• Biomassa
• LAI
• Balanço de carbono
• Emissões de aerossóis Incêndios globais, setembro 2006
(MODIS)
e gases-traço
• ....
(iv) Incêndios
• Módulos:
– Ignição
• Baseado em dados de sensoriamento remoto de média
resolução
– Combustão
• Calibrado usando experimentos de campo
– Propagação
• Baseado em dados de sensoriamento remoto de alta
resolução
• Processo de sub-grade; incorporação em GCMs
improvável
IBIS – Otimização numérica
• Versões Open/MP e MPI por Art Mirin (LLNL)
– Escalabilidade ~100%
– Independência das células com seus vizinhos
– Novo código terá dependências
• Planos para otimizar o código para a CPU IBM Cell
8-cores
• Sem planos ainda para otimização para GPUs
Conclusões
• Com essas modificações, o IBIS passará a
incorporar todos os processos relevantes para a
dinâmica do ecossistemas da América do Sul, e
sua interação com a atmosfera

• A partir de 2009, IBIS será acoplado ao modelo


global do CPTEC e ao NCAR CCSM3

• Integração com outros grupos brasileiros


fundamental