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NIETZSCHE AURORA .

Demasiado Humano — Nietzsche 43 — A Vida Feliz — Sêneca 44 — Ensaio sobre a Liberdade — Stuart Mill 45 — A Gaia Ciência — Nietzsche 46 — Cartas Persas 1 — Montesquieu 47 — Cartas Persas II — Montesquieu 48 — Princípios do Conhecimento Humano — Berkeley 49 — O Ateu e o Sábio — Voltaire 50 — Livro das Bestas — Lúlio 51 — A Hora de Todos — Quevedo 52 — O Anticristo — Nietzsche 53 — A Tranqüilidade da Alma — Sêneca 54 — Paradoxo sobre o Comediante — Diderot 55 — O Conde Lucanor — Juan Manuel 56 — O Governo Representativo — Stuart Mill 57 — Ecce Homo — Nietzsche 58 — Cartas Filosóficas — Voltaire 59 — Carta sobre os Cegos Endereçada àqueles que Enxergam — Diderot 60 — A Amizade — Cícero 61 — Do Espírito Geométrico — Pensamentos — Pascal 62 — Crítica da Razão Prática — Kant 63 — A Velhice Saudável — Cícero 64 — Dos Três Elementos — López Medel 65 — Tratado da Reforma do Entendimeno — Spinoza 66 — Aurora — Nietzsche 67 — Belfagor. da Propriedade Privada e do Estado — Engels 3 — Elogio da Loucura — Erasmo de Rotterdam 4 — A República (parte I) — Platão 5 — A República (parte II) — Platão 6 — As Paixões da Alma — Descartes 7 — A Origem da Desigualdade entre os Homens — Rousseau 8 — A Arte da Guerra — Maquiavel 9 — Utopia — Thomas More 10 — Discurso do Método — Descartes 11— Monarquia — Dante Alighieri 12 — O Príncipe — Maquiavel 13 — O Contrato Social — Rousseau 14 — Banquete — Dante Alighieri 15 — A Religião nos Limites da Simples Razão — Kant 16 — A Política — Aristóteles 17 — Cândido ou o Otimismo — O Ingênuo — Voltaire 18 — Reorganizar a Sociedade — Comte 19 — A Perfeita Mulher Casada — Luis de León 20 — A Genealogia da Moral — Nietzsche 21 — Reflexões sobre a Vaidade dos Homens — Mathias Aires 22 — De Pueris — A Civilidade Pueril — Erasmo de Rotterdam 23 — Caracteres — La Bruyère 24 — Tratado sobre a Tolerância — Voltaire 25 — Investigação sobre o Entendimento Humano — David Hume 26 — A Dignidade do Homem — Pico della Miràndola 27 — Os Sonhos — Quevedo 28 — Crepúsculo dos Ídolos — Nietzsche 29 — Zadig ou o Destino — Voltaire 30 — Discurso sobre o Espírito Positivo — Comte 31 — Além do Bem e do Mal — Nietzsche 32 — A Princesa de Babilônia — Voltaire 33 — A Origem das Espécies (Tomo 1) — Darwin 34 — A Origem das Espécies (Tomo II) — Darwin 35 — A Origem das Espécies (Tomo III) — Darwin 36 — Solilóquios — Santo Agostinho 37 — Livro do Amigo e do Amado — Lúlio 38 — Fábulas — Fedro 39 — A Sujeição das Mulheres — Stuart Mill 40 — O Sobrinho de Rameau — Diderot 41 — O Diabo Coxo — Guevara 42 — Humano.COLEÇÃO GRANDES OBRAS DO PENSAMENTO UNIVERSAL 1 — Assim Falava Zaratustra — Nietzsche 2 — A Origem da Família. o Arquidiabo — A Mandrágora — Maquiavel .

FRIEDRICH NIETZSCHE AURORA TEXTO INTEGRAL TRADUÇÃ RADUÇÃO ÇÃO ANTONIO CARLOS BRAGA .

: (11) 3855-2100 FAX: (11) 3857-9643 INTERNET: www. PROFª IDA KOLB.br CAIXA POSTAL: 16.com.com/group/digitalsource DIAGRAMAÇÃO: CIBELE LOTITO LIMA REVISÃO: DENISE SILVA ROCHA COSTA E MARIA NAZARÉ DE SOUZA LIMA BARACHO CAPA: CIBELE LOTITO LIMA COLABORADOR: LUCIANO OLIVEIRA DIAS COORDENAÇÃO EDITORIAL: CIRO MIORANZA .escala.Av.com.br E-MAIL: escala@escala. 551 — CASA VERDE CEP 02518-000 — SÃO PAULO — SP TEL.google.381 CEP 02599-970 — SÃO PAULO — SP NIETZSCHE AURORA TÍTULO ORIGINAL ALEMÃO MORGENRÖTHE http://groups.

Aurora. é também um novo despertar para uma verdadeira vida — do homem e da humanidade inteira. O indivíduo é capaz. O poder liberador da razão tem em si a capacidade de desmitificar significados sociais instituídos pela tradição. Uma vez que a moralidade não é outra coisa que a obediência aos costumes. para ressaltar a intervenção do. o indivíduo. Continua depois estabelecendo o contraponto entre cultura e culturas ou civilização e civilizações. para Nietzsche. se descobre como criador de novos valores. portanto. em Aurora. Com essas principais referências. Aurora quer romper essa maneira tradicional de agir e de avaliar. o despertar de uma nova moralidade. . a história do pensamento e do conhecimento. Emancipação da razão diante da moral. além de ressaltar os preconceitos cristãos que vararam a história da humanidade. parece divertir-se ao apresentar coisas essencialmente humanas e corriqueiras e pintar o universo do pensador. de qualquer natureza que estes sejam. Finalmente. em sua atividade racional. A seguir. de romper o elo histórico que une tradição e moralidade. De fato. da política e dos povos na história. dos preconceitos filosóficos e dos preconceitos da moral altruísta.CONTRA CAPA Aurora. a compreensão das ligações efetivas da causalidade destrói considerável número de causalidades imaginárias que foram sendo julgadas no decurso dos tempos como fundamentos da moral. Nietzsche discute a história dos costumes e da moralidade. se concentra em analisar a natureza e a história dos sentimentos morais. Portanto. Estado. diminui a extensão do domínio da moralidade. à medida que o sentido da causalidade aumenta. Como a aurora anuncia um novo dia. opondo-lhe o binômio razão e afirmação de si.

...........................................................................................................— 14 LIVRO PRIMEIRO —................................................— 272 ...............................................................................................................— 11 PREFÁCIO —....— 22 LIVRO SEGUNDO —...........— 202 LIVRO QUINTO —.....................— 149 LIVRO QUARTO —.........................................................— 8 VIDA E OBRAS DO AUTOR —....................................................— 95 LIVRO TERCEIRO —................................................................ÍNDICE APRESENTAÇÃO —....................................

Com efeito. Portanto.APRESENTAÇÃO Aurora significa o despertar de uma nova moralidade. que condena a imposição de um costume. É a emancipação da razão diante da moral. a compreensão das ligações efetivas da causalidade destrói considerável número de causalidades imaginárias que foram sendo julgadas no decurso dos tempos como fundamentos da moral. O poder liberador da razão tem em si a capacidade de desmitificar significados sociais instituídos pela tradição. para conferir à humanidade um renovado status de independência e liberdade. é a loucura que aplaina o caminho da idéia nova. de uma superstição venerada”. à medida que o sentido da causalidade aumenta. apreciações e juízos de valor contrário só puderam surgir e se enraizar apresentando-se sob a figura da loucura. o indivíduo. de qualquer natureza que estes sejam. nada mais decisivo que a loucura. se descobre como criador de novos valores. portanto. de romper o elo histórico que une tradição e moralidade. De fato. idéias novas e divergentes. como . Para reverter essa situação. “Quase em toda parte. opondo-lhe o binômio razão e afirmação de si. diminui a extensão do domínio da moralidade. num mundo submisso à tradição. Uma vez que a moralidade não é outra coisa que a obediência aos costumes. Aurora quer romper essa maneira tradicional de agir e de avaliar. O mundo da tradição é essencialmente aquele em que os valores da autoridade são indiscutíveis. O indivíduo é capaz. em sua atividade racional.

o irrazoável. um novo ideal de cada um diante da sociedade. Isso significa ainda entrar em outro campo da ética e da estética. Ser e ser ele próprio. de uma religião sufocante. em Aurora. libertá-la de seu romantismo. Um novo tempo. por conseguinte. da ideologia preconceituosa. Aurora se configura realmente como um novo dealbar. a história do pensamento e do conhecimento. como que mergulhar em nova perspectiva do possível real. de agir e de se comportar. Um novo ser se desenha. Dentro dessa perspectiva. se concentra em analisar a natureza e a história dos sentimentos morais. o ônus dos costumes. nova perspectiva que deveria levar a repensar a finitude humana fora de todo enfoque teológico e. Um novo ideal de si diante do outro. tudo o que foi imposto pela ditadura do pensamento ultrapassado. ter outra visão do mundo e de suas antigas “conquistas”. da religião impostora. de suas crenças e de sua submissão aos ideais impostos pela fé cega e pela religião. Com essas principais referências. Assumir o passado enquanto possa representar uma riqueza para o presente e uma projeção para um futuro livre. Nietzsche discute a história dos costumes e da moralidade. Uma nova forma de pensar. do racional. Isso significa também desmitificar a história.diz o próprio Nietzsche. independente e dessacralizado das imposições. dos preconceitos filosóficos e dos preconceitos da moral . preconceitos e superstições do passado calcado na moralidade dos costumes. ou seja. de suas ilusões. Uma nova vida. derrotando o irracional. além de ressaltar os preconceitos cristãos que vararam a história da humanidade. É tudo o que o homem quer. levar a libertar toda moralidade daquilo que ela representa. de uma tradição milenar. A seguir. como novos albores na história da individualidade num contexto social.

Ciro Mioranza . parece divertir-se ao apresentar coisas essencialmente humanas e corriqueiras e pintar o universo do pensador. é também um novo despertar para uma verdadeira vida — do homem e da humanidade inteira.altruísta. para Nietzsche. Aurora. Como a aurora anuncia um novo dia. para ressaltar a intervenção do Estado. da política e dos povos na história. Finalmente. Continua depois estabelecendo o contraponto entre cultura e culturas ou civilização e civilizações.

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