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Maio/2009

“Desenvolvimento Sustentável” ** Ananias Prudente Ramos Gilmar Jonas Deghi Marisa Batista Marco Antonio Santos
“Desenvolvimento
Sustentável”
**
Ananias Prudente Ramos
Gilmar Jonas Deghi
Marisa Batista
Marco Antonio Santos Vicente
* Símbolo - Educação Social
by Silvia Azevedo
Porto, Portugal
Contabilidade é um sistema muito bem idealizado que permite registrar as transações de uma entidade
Contabilidade é um sistema muito bem
idealizado que permite registrar as transações
de uma entidade que possam ser expressas
em termos monetários e informar os reflexos
dessas transações na situação econômico-
financeira
dessa
entidade
em
uma
determinada data.
Gouveia, Nelson. Contabilidade B á sica.São Paulo: Harbra,2001.
2
Entre as diversas definições oferecidas pela literatura podemos considerar que a contabilidade é uma ciência
Entre as diversas definições oferecidas pela literatura
podemos considerar que a contabilidade é uma ciência
que mensura, registra e controla as variações da
riqueza no tempo, quer de um a pessoa física ou
jurídica.
Dessa forma o seu objeto fundamental é o patrimônio.
Objetivo principal da contabilidade de acordo com a visão
predominante seria gerar informações para a tomada
de decisões.
Nagatsuka, Divani Alves da silva: Contabilidade Introdutó ria.São
Paulo:Thomson.
A contabilidade, na qualidade de metodologia é especialmente concebida para captar, registrar, acumular, resumir e
A contabilidade, na qualidade de
metodologia é especialmente
concebida para captar, registrar,
acumular, resumir e interpretar os
fenômenos que afetam as situações
patrimoniais, financeiras e econômicas
de qualquer ente,seja este pessoa
física, ou pessoa jurídica.
Equipe de professores da FEA/USP. Contabilidade Introdut ó ria
São Paulo: Atlas.
A Contabilidade é o instrumento que fornece o máximo de informações úteis para tomada de
A Contabilidade é o instrumento que
fornece o máximo de informações
úteis para tomada de decisões dentro
e fora da empresa. Ela é muito antiga
e sempre existiu para auxiliar as
pessoas a tomarem decisões. Com o
passar do tempo o governo começa a
utilizar-se dela para arrecadar
impostos e a torna obrigatória para a
maioria das empresas.
Marion, Jos é Carlos. Contabilidade Bá sica. São Paulo: Atlas,1998.
A ”Encyclopedia Britannica” apresenta o verbete “Contabilidade”como sendo um termo amplo que designa certas
A ”Encyclopedia Britannica” apresenta o verbete
“Contabilidade”como sendo um termo amplo
que designa certas teorias, premissas
comportamentais, regras de mensuração e
procedimentos para a coleta e apresentação
de informações úteis referentes às atividades
e objetivos de uma organização. Em termos
menos genéricos, a contabilidade consiste de
procedimentos para o registro, a classificação
e a interpretação de experiências
selecionadas de um empreendimento,
visando promover a administração eficaz.
CONTABILIDADE TERMINOLOGIA BÁSICA 7
CONTABILIDADE
TERMINOLOGIA BÁSICA
7
TERMINOLOGIA BÁSICA Na contabilidade como em qualquer linguagem estruturada, determinados símbolos ou palavras têm
TERMINOLOGIA BÁSICA
Na contabilidade como em qualquer linguagem estruturada,
determinados símbolos ou palavras têm significados específicos que,
embora derivem da linguagem usual de cada povo, podem ter
significados que divergem, em maior ou menor grau, do habitual.
Os termos utilizados pela Contabilidade são tirados da linguagem comum
e portanto, são bastante simples e iguais aos que usamos no dia-a-
dia. Por exemplo “Caixa” designa literalmente a caixa onde se guarda
o dinheiro.
TERMINOLOGIA BÁSICA O objetivo científico da Contabilidade manifesta-se na correta representação do Patrimônio e na
TERMINOLOGIA BÁSICA
O objetivo científico da Contabilidade manifesta-se na
correta representação do Patrimônio e na analise das
causas das suas mutações.
Já sob ótica pragmática, a aplicação da contabilidade a
uma entidade particularizada, busca prover os usuários
com informações sobre aspectos de natureza
econômica, financeira e física do Patrimônio da
Entidade e suas mutações, o que compreende registros,
demonstrações, análises, diagnósticos e prognósticos,
expressos sob forma de relatos, pareceres, tabelas,
planilhas e outros meios.
Histórico das Demonstrações Financeiras 10
Histórico das
Demonstrações
Financeiras
10
Histórico das Demonstrações Financeiras A Contabilidade tem como um de seus objetivos refletir a realidade
Histórico das Demonstrações
Financeiras
A Contabilidade tem como um de seus
objetivos refletir a realidade patrimonial
das empresas, por meio das
demonstrações contábeis, de forma a
suprir as necessidades informativas de
seus usuários. As Demonstrações
Financeiras nasceram há meia dúzia de
séculos, voltadas unicamente para fins
gerenciais internos das empresas. Depois,
transformaram-se em informações
externas para credores, fisco e
investidores.
Histórico das Demonstrações Financeiras Código Comercial Brasileiro (Lei 556 de 1850) Artigo 10. Todos os
Histórico das Demonstrações
Financeiras
Código Comercial Brasileiro (Lei 556 de 1850)
Artigo 10. Todos os comerciantes são obrigados:
1. a seguir uma ordem uniforme de contabilidade, a ter livros
para esse fim necessários;
2.
3.
4. a formar anualmente um balanço geral do seu ativo e
passivo, o qual deverá compreender todos os bens de
raiz, móveis e semoventes, mercadorias, dinheiro, papéis
de crédito, e outra qualquer espécie de valores, e bem
assim todas as dívidas e obrigações passivas; e será
datado e assinado pelo comerciante a quem pertencer.
Histórico das Demonstrações Financeiras Diz o Decreto Lei N. 2.627 DE 26 DE SETEMBRO DE
Histórico das Demonstrações
Financeiras
Diz o Decreto Lei N. 2.627 DE 26
DE SETEMBRO DE 1940
Art.
129.
No
fim
de cada ano ou exercício
social, proceder-se-á a balanço geral, para a
verificação dos lucros ou prejuízos.
Parágrafo único. Feito o inventário do ativo e
passivo, a estimação do ativo obedecerá às
seguintes regras:
Histórico das Demonstrações Financeiras Diz o Decreto Lei N. 2.627 DE 26 DE SETEMBRO DE
Histórico das Demonstrações
Financeiras
Diz o Decreto Lei N. 2.627
DE 26 DE SETEMBRO
DE 1940
Art. 136. A Demonstração da conta Lucros e
Perdas acompanhará o Balanço
§
2º. O Balanço e a conta lucros e perdas
serão assinados pelos diretores e pelo
contador, ou guarda-livros da companhia.
Histórico das Demonstrações Financeiras As Demonstrações são denominadas, de acordo com o artigo 176 da
Histórico das Demonstrações
Financeiras
As Demonstrações são denominadas, de acordo com
o artigo 176 da Lei nº 6.404/76 de
demonstrações “
financeiras
”,
e, de acordo com
a Deliberação nº 488/05 da Comissão de Valores
Mobiliários, “
demonstrações
contábeis
”.
Assim,
todas as sociedades por ações de capital aberto,
bem como as demais sociedades por ações
fechadas, sociedades por quotas de
responsabilidade limitada, sociedades simples etc.,
estão sujeitas à Lei das Sociedades por Ação.
Histórico das Demonstrações Financeiras Demonstrações Financeiras pela Legislação Societária Nos termos do
Histórico das Demonstrações
Financeiras
Demonstrações Financeiras pela
Legislação Societária
Nos termos do artigo 176 da Lei nº
6.404/76, as Demonstrações
Financeiras a serem publicadas
ao final de cada exercício social,
de forma comparativa em relação
ao exercício anterior, são:
Histórico das Demonstrações Financeiras Balanço Patrimonial; Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados;
Histórico das Demonstrações
Financeiras
Balanço Patrimonial;
Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados;
Demonstração do Resultado do Exercício;
Demonstração das Origens e Aplicação de Recursos
(suprimida pela lei 11.638/07);
Demonstração dos Fluxos de Caixa
Demonstração do Valor Adicionado
Notas Explicativas e outros quadros analíticos e
demonstrações contábeis necessários para
esclarecimento da situação patrimonial e de resultados
do exercício;
Histórico das Demonstrações Financeiras Diz o Decreto Nº 3.000 de 26 de Março de 1999
Histórico das Demonstrações
Financeiras
Diz o Decreto Nº 3.000 de 26 de Março de
1999 – RIR 99
Art. 274. Ao fim de cada período de incidência do
imposto, o contribuinte deverá apurar o lucro
líquido mediante a elaboração, com observância
das disposições da lei comercial, do balanço
patrimonial, da demonstração do resultado do
período de apuração e da demonstração de
lucros ou prejuízos acumulados.
Histórico das Demonstrações Financeiras Diz a Lei 10.406 de 10 de Janeiro de 2002 Art.
Histórico das Demonstrações
Financeiras
Diz a Lei 10.406 de 10 de Janeiro de 2002
Art. 1.179. O empresário e a sociedade
empresária são obrigados a seguir um
sistema de contabilidade, mecanizado ou
não, com base na escrituração uniforme
de seus livros, em correspondência com a
documentação respectiva, e a levantar
anualmente o balanço patrimonial e o de
resultado econômico.
LEI 11.638/2007 20
LEI
11.638/2007
20
Lei 11.638/2007 Tem como principal objetivo alterar e revogar dispositivos da Lei 6.404/76 que tratam
Lei 11.638/2007
Tem como principal objetivo alterar e
revogar dispositivos da Lei 6.404/76
que tratam sobre elaboração e
divulgação das Demonstrações
Contábeis
Lei 11.638/2007 Está em vigor desde 01/01/2008 Visa a inserção total das companhias abertas no
Lei 11.638/2007
Está em vigor desde
01/01/2008
Visa a inserção total das
companhias abertas no
processo de convergência
contábil internacional,
aumentando o grau de
transparência das
demonstrações em geral
Lei 11.638/2007 Alterações dos dispositivos da Lei das S/A
Lei 11.638/2007
Alterações dos dispositivos da
Lei das S/A
Lei 11.638/2007 Art. 1º Traz nova redação aos artigos: 176 a 179, 182 a 184,
Lei 11.638/2007
Art. 1º
Traz nova redação aos artigos:
176
a 179,
182
a 184,
187, 188, 197, 199, 226 e 248,
da Lei 6.404/76
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 176 Cria a Demonstração dos Fluxos de Caixa, em substituição
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 176
Cria a Demonstração dos Fluxos de Caixa, em substituição à demonstração
das origens e aplicações de recursos.
Esta demonstração é dispensada para as
companhias fechadas com o patrimônio líquido, na
data do balanço inferior a R$ 2 milhões. Tal
demonstração deverá conter as alterações ocorridas,
durante o exercício, no saldo de caixa e equivalentes
de caixa, segregando-se essas alterações em no
mínimo 3 fluxos: de operações, de financiamentos e
dos investimentos.
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 176 Cria a Demonstração do valor adicionado, para as companhias
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 176
Cria a Demonstração do valor adicionado, para as companhias abertas.
Esta demonstração deverá demonstrar
o valor da riqueza gerada pela
companhia, a sua distribuição entre os
elementos que contribuíram para a
geração dessa riqueza, tais como
empregados, financiadores, acionistas,
governo e outros, bem como a parcela
da riqueza não distribuída.
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 177 § 5ºAs normas expedidas pela CVM referentes às demonstrações
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 177
§ 5ºAs normas expedidas pela CVM
referentes às demonstrações
financeiras das companhias abertas
deverão obedecer aos padrões
internacionais de contabilidade
adotados nos principais mercados de
valores mobiliários.
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 177 § 6º. As Companhias fechadas poderão optar por observar
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 177
§ 6º. As Companhias fechadas
poderão optar por observar as
normas sobre demonstrações
financeiras expedidas pela
CVM para as companhias
abertas.
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 178 Cria a conta intangível dentro do grupo do ativo
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 178
Cria a conta intangível dentro do
grupo do ativo permanente, para
registro dos direitos que tenham
por objetivo bens incorpóreos
destinados à manutenção da
companhia ou exercícios com
essa finalidade.
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 178 Elimina a figura da reserva de reavaliação no Patrimônio
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 178
Elimina a figura da reserva de reavaliação no Patrimônio
Líquido, dando nova redação:
§ 2º alínea “d” . Patrimônio Líquido, dividido em capital
social, reservas de capital, ajustes de avaliação
patrimonial, reservas de lucros, ações em tesouraria e
prejuízos acumulados.
Os saldos existentes nas reservas de reavaliação
deverão ser mantidos até sua efetiva realização ou
estornados até o final do exercício iniciado a partir de
2008
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 179 Classifica como ativo imobilizado os direitos que tenham por
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 179
Classifica como ativo imobilizado os
direitos que tenham por objetivo bens
corpóreos destinados à manutenção
das atividades da companhia ou da
empresa ou exercícios com essa
finalidade.
Incluso aqueles decorrentes de operações que
transfiram à companhia os benefícios, riscos
e controles desses bens.
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 179 Classifica no ativo diferido as despesas pré-operacionais e os
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 179
Classifica no ativo diferido as despesas
pré-operacionais e os gastos de
reestruturação que contribuirão,
efetivamente, para o aumento do
resultado de mais um exercício social
e que não configurem tão somente
uma redução de custos ou acréscimo
na eficiência operacional.
A MP 449/2008 elimina o ativo diferido
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 179 Classifica no ativo intangível os direitos que tenham por
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 179
Classifica no ativo intangível os direitos
que tenham por objeto bens
incorpóreos destinados à manutenção
da companhia ou exercidos com essa
finalidade, inclusive o fundo de
comércio adquirido.
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 182 Exclui os prêmios recebidos na emissão de debêntures e
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 182
Exclui os prêmios recebidos na emissão
de debêntures e as doações e
subvenções para investimento das
contas de reserva de capital.
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 182 Classifica como ajustes de avaliação patrimonial, enquanto não computadas
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 182
Classifica como ajustes de avaliação
patrimonial, enquanto não computadas
no resultado do exercício em
obediência ao regime de competência,
as contrapartidas de aumentos ou
diminuições do valor atribuído a
elementos do ativo e passivo, em
decorrência de sua avaliação a preço
de mercado.
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 183 Altera critérios de avaliação do ativo; Aplicações destinadas à
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 183
Altera critérios de avaliação do ativo;
Aplicações destinadas à negociação ou disponíveis
para venda: valor de mercado ou equivalente;
Demais aplicações e os direitos e títulos de crédito:
valor de custo de aquisição ou emissão atualizado
conforme disposições legais ou contratuais,
ajustado ao valor provável de realização, quando
este for inferior;
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 183 Direitos classificados no intangível: custo incorrido na aquisição deduzido
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 183
Direitos classificados no intangível: custo
incorrido na aquisição deduzido do saldo
da respectiva conta de amortização como
método de avaliação;
Elementos do ativo decorrentes de
operações de longo prazo: ajuste a valor
presente como método de avaliação,
sendo os demais ajustados quando houver
efeito relevante.
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 183 Conceitua valor de mercado dos instrumentos financeiros como sendo
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 183
Conceitua valor de mercado dos instrumentos financeiros
como sendo aquele que se pode obter em um mercado
ativo, decorrente de transação não compulsória realizada
entre partes independentes; e na ausência de um
mercado ativo para um determinado instrumento
financeiro.
O valor que se puder obter em um mercado ativo com a negociação de outro instrumento
financeiro de natureza, prazo e riscos similares;
O valor presente líquido dos fluxos de caixa futuros para instrumentos financeiros de natureza,
prazo e riscos similares; ou
O valor obtido por meio de modelos matemático-estatísticos de precificação de instrumentos
financeiros.
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 183 Obriga a análise periódica sobre a recuperação dos valores
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 183
Obriga a análise periódica sobre a
recuperação dos valores registrados no
imobilizado, no intangível e no diferido, a
fim de que sejam:
Registradas as perdas de valor do capital aplicado quando houver
decisão de interromper os empreendimentos ou atividades a que se
destinavam ou quando comprovado que não poderão produzir resultados
suficientes para recuperação desse valor;
Revisados e ajustados os critérios utilizados para determinação da vida
útil econômica estimada e para cálculo da depreciação, exaustão e
amortização;
Ao dar nova redação ao § 3º, eliminou o prazo máximo de 10 anos para
amortização do diferido.
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 184 Adota o valor presente como método de avaliação das
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 184
Adota o valor presente como
método de avaliação das
obrigações, encargos e riscos
registrados no passivo exigível
a longo prazo, sendo os
demais ajustados quando
houver efeito relevante.
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 187 Inclui na demonstração do resultado juntamente com a participação
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 187
Inclui na demonstração do resultado
juntamente com a participação de
debêntures, de empregados e
administradores, as gratificações a
título de instrumentos financeiros, e
de instituições ou fundos de
assistência ou previdência de
empregados, que não se
caracterizem como despesa.
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 226 Inclui o § 3º no artigo 226, determinando que,
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 226
Inclui o § 3º no artigo 226, determinando que,
nas operações de incorporação, cisão e
fusão realizadas entre partes independentes
e vinculadas à efetiva transferência de
controle, os ativos e passivos da sociedade a
ser incorporada ou decorrente de fusão ou
cisão serão contabilizados pelo seu valor de
mercado.
Lei 11.638/2007 Alterações do art. 248 Altera a redação do artigo determinando a avaliação por
Lei 11.638/2007
Alterações do art. 248
Altera a redação do artigo determinando a
avaliação por equivalência patrimonial dos
investimentos (não se aplica mais a
relevância) em coligadas sobre cuja
administração tenha influência
significativa, ou de que participe com 20%
ou mais de capital votante (antes era do
capital social), em controladas e em outras
sociedades que façam parte de um mesmo
grupo ou estejam sob controle comum.
Balanço Social e Ambiental 44
Balanço
Social e
Ambiental
44
Balanço Social e Ambiental A Contabilidade tem como um de seus objetivos refletir a realidade
Balanço Social e
Ambiental
A Contabilidade tem como um de seus objetivos refletir a
realidade patrimonial das empresas, por meio das
demonstrações contábeis, de forma a suprir as
necessidades informativas de seus usuários. As
Demonstrações Contábeis nasceram há meia dúzia de
séculos, voltadas unicamente para fins gerenciais
internos das empresas. Depois, transformaram-se em
informações externas para credores, fisco e
investidores. Há algumas décadas, na Europa, expandiu
o seu uso para fins sociais, tendo em vista a discussão
da Responsabilidade Social das Empresas.
Balanço Social e Ambiental Com as profundas transformações que ocorreram na sociedade humana ao longo
Balanço Social e
Ambiental
Com as profundas transformações que ocorreram na sociedade humana
ao longo do século XX, novos problemas, caracterizando estas
mudanças, surgiram para fazer com que o homem se questione diante
de seu comportamento político, cultural, econômico e, principalmente,
sócio-ambiental. Atuando por si só, o Estado apresenta deficiências em
responder prontamente às necessidades da população. As empresas,
por sua vez, habituadas a atuar de forma mais eficiente e eficaz em
seu dia-a-dia, devido à alta competitividade e exigências do mundo
globalizado, estão mais aptas a investir e contribuir com o
desenvolvimento social. As organizações perceberam a sua função de
protagonistas nas transformações sociais, e começam a tomar
consciência de sua Responsabilidade Social e Ambiental e, de sua
participação ativa no ambiente comunitário, por ser parte integrante
dele.
Balanço Social e Ambiental Responsabilidade Social e Ambiental é a atuação responsável, ética e moral
Balanço Social e
Ambiental
Responsabilidade Social e Ambiental é a atuação
responsável, ética e moral de uma organização em seu
ambiente interno e externo, propiciando o
desenvolvimento e a sustentabilidade. É um conceito
que ultrapassa os compromissos obrigatórios da
empresa, como atender às legislações trabalhistas,
tributárias e ambientais, entre outras. O termo propõe
difundir e praticar valores do ponto de vista ético, moral
e ambiental, bem como propulsionar um contínuo
aperfeiçoamento das atitudes e procedimentos
empresariais, resultando na preservação ambiental e
na melhoria da qualidade de vida das sociedades em
que determinada empresa atua.
Balanço Social e Ambiental Os resultados da empresa dependem cada vez mais da eficiência e
Balanço Social e
Ambiental
Os resultados da empresa dependem cada vez mais
da eficiência e das motivações de todos que nela
trabalham. O lucro continua indispensável para a
nossa sobrevivência, mas não deve mais
constituir nossa única finalidade; a ele é
imprescindível que se somem objetivos de ordem
humana, como a satisfação dos assalariados e
dos clientes e a proteção e a melhoria do
ambiente.
Jacques Ehrsam, Ex-Presidente da Singer Francesa.
Em 1972, na França, a Singer publica o primeiro
Balanço Social no mundo.
Balanço Social e Ambiental A Contabilidade Social tem importante papel dentro desse contexto, identificando o
Balanço Social e
Ambiental
A Contabilidade Social tem importante papel dentro
desse contexto, identificando o impacto,
favorável ou desfavorável, que determinadas
variações patrimoniais causam na sociedade.
Essas variações e outras informações, de caráter
social, econômico e ambiental, são evidenciadas
e divulgadas através do Balanço Social.
Balanço Social e Ambiental Desta forma, a Contabilidade não pode ficar simplesmente atrelada à elaboração
Balanço Social e
Ambiental
Desta forma, a Contabilidade não pode ficar
simplesmente atrelada à elaboração e
divulgação de demonstrações financeiras e
econômicas, mas atenta também às
informações de cunho social e ecológico,
transformando o Balanço Social em um
instrumento qualitativo, “capaz de agregar
valor, causar surpresa e desencadear ações.”
Balanço Social e Ambiental ConceitosConceitos 51
Balanço Social e Ambiental
ConceitosConceitos
51
Balanço Social e Ambiental Para Lopes de Sá: “( ) representa a expressão de uma
Balanço Social e
Ambiental
Para Lopes de Sá: “(
)
representa
a expressão de uma prestação de
contas da empresa à sociedade em
face de sua responsabilidade para
com a mesma”.
Balanço Social e Ambiental É um demonstrativo que a empresa utiliza para divulgar anualmente um
Balanço Social e
Ambiental
É um demonstrativo que a empresa
utiliza para divulgar anualmente um
conjunto de informações,
quantitativa e qualitativa, sobre
projetos, benefícios e ações sociais.
Balanço Social e Ambiental É resultado de um processo que se inicia com diagnóstico da
Balanço Social e
Ambiental
É resultado de um processo que se inicia
com diagnóstico da gestão da empresa,
passa pelo planejamento, implementação e
avaliação de suas ações e resulta num
documento que revela ao público os
resultados que ela obteve e as metas que
se propõe para o ciclo seguinte.
Balanço Social e Ambiental É uma ferramenta de gestão da Empresa com o objetivo de
Balanço Social e
Ambiental
É uma ferramenta de gestão da
Empresa com o objetivo de divulgar
as informações da preocupação da
empresa com o Meio Ambiente,
Trabalho, Direitos Humanos e
Transparência.
Balanço Social e Ambiental Segundo Kroetz: “( ) representa a demonstração dos gastos e das
Balanço Social e
Ambiental
Segundo Kroetz: “(
)
representa a
demonstração dos gastos e das
influências das entidades na promoção
humana, social e ecológica, dirigidos
aos gestores, aos empregados e à
comunidade com que interage, no
espaço temporal
passado/presente/futuro.”
Balanço Social e Ambiental Considerando-se os conceitos de Balanço Social apresentados, as empresas devem atuar
Balanço Social e
Ambiental
Considerando-se os conceitos de Balanço
Social apresentados, as empresas devem
atuar atendendo pré-requisitos básicos que
garantam sua aceitação, atuação e
permanência no mercado global, que, a
cada dia vem se fortalecendo no seio social.
Estes pré-requisitos dizem respeito a:
Balanço Social e Ambiental DIREITOS HUMANOS As empresas devem: Apoiar e respeitar a proteção dos
Balanço Social e
Ambiental
DIREITOS HUMANOS
As empresas devem:
Apoiar
e
respeitar
a
proteção
dos
direitos
humanos
reconhecidos
internacionalmente;
Assegurar-se
de
que
não
estejam
sendo
cúmplices
de
abusos
e
violações de direitos humanos.
Balanço Social e Ambiental TRABALHO As empresas devem: Apoiar a liberdade de associação e o
Balanço Social e
Ambiental
TRABALHO
As empresas devem:
Apoiar
a
liberdade
de
associação
e
o
reconhecimento
efetivo
do
direito
à
negociação coletiva;
Apoiar a eliminação de todas as formas de
trabalho forçado ou compulsório;
Apoiar
a
erradicação
efetiva
do
trabalho
infantil;
Eliminar
a
discriminação
em
relação
ao
empregado e ao cargo;
Adotar política de contratação de empregado
deficiente.
Balanço Social e Ambiental MEIO AMBIENTE As empresas devem: “Abraçar” uma abordagem preventiva aos desafios
Balanço Social e
Ambiental
MEIO AMBIENTE
As empresas devem:
“Abraçar”
uma
abordagem
preventiva aos desafios ambientais;
Desenvolver iniciativas para
promover maior responsabilidade
ambiental;
Incentivar o desenvolvimento e a
difusão de tecnologias limpas que
não agridam o meio ambiente.
Balanço Social e Ambiental TRANSPARÊNCIA As empresas devem: Comprometer-se com o combate à corrupção em
Balanço Social e
Ambiental
TRANSPARÊNCIA
As empresas devem:
Comprometer-se com o combate
à corrupção em todas as suas
formas.
Balanço Social e Ambiental - ESTRUTURA Base de Cálculo: Receita Operacional Indicadores Ambientais Investimentos
Balanço Social e
Ambiental - ESTRUTURA
Base de Cálculo:
Receita Operacional
Indicadores Ambientais
Investimentos relacionados com a produção, insumos
adquirido de 3º
Investimentos externos seguro
Investimentos externos royalties
Total da Riqueza Bruta
Valor Econômico (depreciação/amortização).
Total da Riqueza Liquida
Balanço Social e Ambiental Indicadores Sociais Externos Distribuição da Riqueza Gerada pela Cia Valor distribuído
Balanço Social e
Ambiental
Indicadores Sociais Externos
Distribuição da Riqueza Gerada pela Cia
Valor distribuído ao Governo Federal
Valor distribuído ao Governo Estadual
Valor distribuído ao Governo Municipal
Valor distribuído a Previdência Social
Total da riqueza gerada pela Cia distribuída
aos governos
Balanço Social e Ambiental Indicadores Sociais Internos Valor Bruto do salário dos empregados Valor Depositado
Balanço Social e
Ambiental
Indicadores Sociais Internos
Valor Bruto do salário dos empregados
Valor Depositado poupança dos trabalhadores da
Cia
Valor depositado poupança dos brasileiros com CP
Valor Doado a Organização não governamental
Valor doado a Associação dos Empregados Cia
Total Distribuído
Balanço Social e Ambiental Indicadores Sócio-Ambientais Valor doado a Associação de proteção ao meio ambiente
Balanço Social e
Ambiental
Indicadores Sócio-Ambientais
Valor doado a Associação de proteção ao meio
ambiente
Total Distribuído ao terceiro setor
Balanço Social e Ambiental Indicadores Sócio-Econômicos Valor distribuído aos acionistas Valor distribuído ao
Balanço Social e
Ambiental
Indicadores Sócio-Econômicos
Valor distribuído aos acionistas
Valor distribuído ao Capital de Terceiro
Total distribuído ao Capital
Balanço Social e Ambiental Total da Riqueza da Cia Distribuída
Balanço Social e
Ambiental
Total da Riqueza da Cia
Distribuída
Responsabilidade Social Por que? Empresas são hoje vistas como consumidoras de recursos da sociedade •
Responsabilidade Social
Por que?
Empresas são hoje vistas como
consumidoras de recursos da sociedade
• Recursos Naturais
• Recursos FinanceirosFinanceiros
• Recursos Humanos
68
Questões para as empresas • São consumidos recursos naturais, renováveis ou não, diretamente ou não,
Questões para as
empresas
• São consumidos recursos naturais, renováveis ou não,
diretamente ou não, que são patrimônio gratuito da
humanidade?
• Utilizam-se capitais financeiros e tecnológicos que, no fim
da cadeia, pertencem à pessoas físicas e, conseqüentemente
à sociedade?
• Utiliza capacidade de trabalho da sociedade, e subsiste em
função do Estado que a sociedade lhe viabiliza como parte de
sobrevivência?
69
Conclusão A Empresa gira em funfunççãoão dada sociedadesociedade e do que a ela pertence, devendo
Conclusão
A Empresa gira em
funfunççãoão dada
sociedadesociedade e do que
a ela pertence,
devendo em troca
nono mmíínimonimo, prestar
conta com eficiência
a todos dos
recursosrecursos naturais,naturais,
financeirosfinanceiros ee
humanoshumanos que
utiliza, gerando
LucroLucro SocialSocial
70
Responsabilidade Social Por que? 71
Responsabilidade
Social
Por que?
71
Vantagens para as empresas 72
Vantagens
para
as empresas
72
Responsabilidade Social Vantagens • Fortalecimento da imagem corporativa Transparência e Credibilidade •
Responsabilidade Social
Vantagens
• Fortalecimento da imagem corporativa
Transparência e Credibilidade
• Reputação da empresa
Reflete no preço de suas ações e na produtividade
• Relacionamento com funcionários, investidores,
consumidores,
fornecedores, clientes e comunidade
Honestidade e eficácia
• Valorização e retenção de capital intelectual
Quanto mais a empresa cuida dos funcionários, mais provável
que eles cuidem dela
• Remuneração para os investidores
Política consistente
• LUCRO – Principal responsabilidade da Empresa.
73
De 1999, o “ Dow Jones Sustainability Indexes” é o primeiro conjunto de índices global
De 1999, o “ Dow Jones Sustainability Indexes” é o
primeiro conjunto de índices global associando o
desempenho financeiro das empresas com a prática
do desenvolvimento sustentável.
Itaú, Aracruz e Cemig, Petrobras,
Bradesco e Itaúsa (controladora do
Itaú que tem participação em
empresas industriais).
7474
Aplicações, denominadas “investimentos socialmente responsáveis” (“SRI”), consideram que empresas
Aplicações, denominadas “investimentos socialmente
responsáveis” (“SRI”), consideram que empresas sustentáveis
geram valor para o acionista no longo prazo, pois estão mais
preparadas para enfrentar riscos econômicos, sociais e
ambientais.
OBJETIVO DO ISE - refletir o retorno de uma carteira composta por ações de
empresas com reconhecido comprometimento com a responsabilidade
social e a sustentabilidade empresarial, além de atuar como promotor das
boas práticas no meio empresarial brasileiro.
http://www.bovespa.com.br/Mercado/RendaVariavel/Indices/FormConsultaApresentacaoP.asp?indice=ISE
75
Desenvolvimento Sustentável Oportunidade para as empresas Fundação Centrus
Desenvolvimento
Sustentável
Oportunidade para
as empresas
Fundação Centrus
http://www.centrus.org.br/pri/acoescentrus.htm
76
77
77
78
78
79
79
* *Tag along é um mecanismo de proteção a acionistas minoritários de uma companhia que
*
*Tag along é um mecanismo de proteção a acionistas minoritários de uma companhia que
garante a eles o direito de deixarem uma sociedade, caso o controle da companhia seja
adquirido por um investidor que até então não fazia parte da mesma.
80
81
81
82
82
Vantagens para as empresas 83
Vantagens
para
as empresas
83
84
84
Responsabilidade Social Atuação responsresponsáávelvel, ééticatica e moralmoral de uma organização em seu
Responsabilidade Social
Atuação
responsresponsáávelvel, ééticatica e
moralmoral de uma
organização em seu
ambiente interno
bem como externo,
propiciando o
desenvolvimentodesenvolvimento e
sustentabilidadesustentabilidade
(Desenvolvimento(Desenvolvimento
SustentSustentáável)vel)
85
Desenvolvimento Sustentável Social “Satisfazer as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de as
Desenvolvimento Sustentável
Social
“Satisfazer as necessidades do presente
sem comprometer a capacidade de as
futuras gerações satisfazerem suas
próprias necessidades”
Comissão Brundtland, 1987
Ambiental
Econômico
86
Desenvolvimento Sustentável Fonte: www.copesul.com.br 87
Desenvolvimento Sustentável
Fonte: www.copesul.com.br
87
Hipótese Gaia James Lovelock, cientista inglês e ex-diretor da NASA e autor do livro “A
Hipótese Gaia
James Lovelock,
cientista inglês e ex-diretor da
NASA e autor do livro “A Vingança de Gaia” (a Mãe
Terra da mitologia pagã), acredita que o equilíbrio
natural da terra foi rompido pela ação do homem, o
que acarretou na degradação do meio ambiente que
ameaça a humanidade.
Para ele, um organismo que afeta o ambiente de
maneira negativa acabará por ser eliminado. Assim,
acredita-se que 80% da raça humana tende a ser
extinta até 2100 em conseqüência do aquecimento
global.
88
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 89
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
89
Principais eventos: • Conferência de Estocolmo (1972) • Trabalhos para o Clube de Roma (1972-76)
Principais eventos:
• Conferência de Estocolmo (1972)
• Trabalhos para o Clube de Roma (1972-76)
• Relatório para o presidente Carter (1980)
• Relatório O Nosso Futuro Comum (1987)
• Relatório do Banco Mundial (1992)
• Acordos e conferências internacionais (anos
80 e 90 e 00 – Rio 92; Rio +10)
• Protocolo de Kyoto
90
Conferência de Estocolmo (1972) 26 princípios, pelos quais o homem deveria: • Preservar o meio
Conferência de Estocolmo (1972)
26 princípios, pelos quais o homem deveria:
• Preservar o meio ambiente para as gerações futuras
• Dar importância à conservação da natureza
• Evitar o risco de um futuro esgotamento de recursos
• Planejar o uso distributivo dos recursos
• Pôr fim às descargas excessivas de substâncias tóxicas ou
outras matérias
• Auxiliar no desenvolvimento dos países pobres
• Investir em educação ambiental;
• Fomentar o desenvolvimento científico e tecnológico
91
Clube de Roma - Limites do Crescimento (Meadows et al., 1972) - A Humanidade na
Clube de Roma
- Limites do Crescimento
(Meadows et al., 1972)
- A Humanidade na Encruzilhada
(Mesarovick & Pestel, 1975)
- Reformando a Ordem Internacional: Um
Relatório para o Clube de Roma
(Tinbergen, 1976)
92
II RelatRelatóóriorio dodo ClubeClube dede RomaRoma -- LimitesLimites dodo CrescimentoCrescimento (1971)(1971) -- 93
II RelatRelatóóriorio dodo ClubeClube dede RomaRoma
-- LimitesLimites dodo CrescimentoCrescimento (1971)(1971) --
93
Relatório para o Presidente Jimmy Carter Relatório Global 2000 para o Presidente (CEQ, 1980) 94
Relatório para o Presidente
Jimmy Carter
Relatório Global 2000 para o Presidente
(CEQ, 1980)
94
2 Fonte de dados: Até 1958: medidas tomadas em bolhas de ar aprisionadas em núcleos
2
Fonte de dados:
Até 1958: medidas tomadas em bolhas
de ar aprisionadas em núcleos de Gelo na Antártica
Após 1958: medidas diretas realizadas na atmosfera
pelo Observatório Mauna Loa no Havaí
95
O Efeito Estufa CO2, Metano, Oxido Nitroso, CFCs, SF6 Fonte: www.cnpma.embrapa.br Fonte:
O Efeito Estufa
CO2, Metano, Oxido Nitroso,
CFCs, SF6
Fonte: www.cnpma.embrapa.br
Fonte: http://educar.sc.usp.br/licenciatura/2003/ee/Efeito_Estufa.html
96
O Aquecimento Global Monte Kilimanjaro – Tanzânia - África Foto: AP – Associated Press –
O Aquecimento Global
Monte Kilimanjaro – Tanzânia - África
Foto: AP – Associated Press – Mar. 2005
97
Sinais de Alerta 98
Sinais de Alerta
98
Alterações Observadas Ondas de calor e períodos não usuais de clima quente. Aumento do nível
Alterações Observadas
Ondas de calor e períodos não
usuais de clima quente.
Aumento do nível do
mar e alagamento
Tempestades, fortes
tempestades de neve e
das costas
alagamentos
Degelo de geleiras
Epidemias
Mudanças de habitat
Aquecimento do Ártico e
Antártica
declínio populacional de
plantas e animais
Furacão em Santa Catarina - Março 2004
Indaiatuba - SP - Março 2004
Seca – RS – Janeiro 2005
Fonte: www.climatehotmap.org
99
Aquecimento Global – Uma questão econômica Catástrofes Naturais provocaram, só em 2005, prejuízos de US$
Aquecimento Global – Uma questão econômica
Catástrofes Naturais provocaram, só em 2005,
prejuízos de US$ 200 Bilhões.
Os países industrializados são responsáveis por
75% das emissões (só os EUA, que não ratificaram o
Protocolo de Kyoto, representam 25%)
100
Fatos Importantes Para Entender a Ação Empresarial 101
Fatos Importantes Para Entender a Ação Empresarial
101
Atitude das grandes empresas - 1 102
Atitude das grandes empresas - 1
102
Atitude das grandes empresas - 2 103
Atitude das grandes empresas - 2
103
Fatos Importantes Para Entender a Ação Empresarial 1988 - climatologistas e políticos criaram o Intergovernmental
Fatos Importantes Para Entender a Ação Empresarial
1988 - climatologistas e políticos criaram o Intergovernmental
Panel on Climate Change para monitorar questões climáticas e
emitir relatórios periódicos sobre o assunto.
1999 - conjunto de 50 grandes empresas ligadas à produção de
petróleo, carvão, automóveis, entre outras, organizam a Global
Change
Coalition
(GCC)
com o objetivo declarado de lançar
dúvidas sobre as afirmações dos cientistas e prevenir os esforços
políticos para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.
A GCC contrata a Burson-Marsteller, gigante do ramo das relações
públicas, resultando em uma campanha para confundir o público e
desacreditar os defensores de medidas para conter as emissões
de carbono (NOBLE, 2007)
NOBLE, D. The Corporate Climate Coup. Disponível em www.zmag.org. Acessado em 30 de maio 2007.
104
Fatos Importantes Para Entender a Ação Empresarial 1997 - Protocolo de Kyoto mostrou que medidas
Fatos Importantes Para Entender a Ação Empresarial
1997 - Protocolo de Kyoto mostrou que medidas
urgentes eram necessárias e inevitáveis para conter as
mudanças climáticas.
Empresas
que
participavam
da
GCC
perceberam
a
necessidade
de
mudar
de
estratégia.
Entre
as
que
saíram da GCC destacam-se: Dupont, BP, Ford, Daimler-
Chrysler e Texaco.
2000 - Outras empresas como a Exxon, a Mobil e a GM
permaneceram
na
GCC
até
que
ela
se
desfaz.
A
campanha lançada pela GCC sobreviveu ao fim desta
entidade, sendo conduzida por outros agentes sociais
(NOBLE, 2007).
105
Fatos Importantes Para Entender a Ação Empresarial A partir do Protocolo de Kyoto, muitas das
Fatos Importantes Para Entender a Ação Empresarial
A partir do Protocolo de Kyoto, muitas das grandes empresas
ligadas ao GCC estabeleceram uma outra estratégia para tratar das
mudanças climáticas.
Estas empresas constituíram algumas organizações para levar
adiante uma nova campanha. Entre estas organizações podemos
destacar: Pew Center, Business Environmental Leadership Council,
Environmental Defense e Partnership for Climate Action.
A nova estratégia não era mais negar as mudanças climáticas, mas
reconhecendo a necessidade de mudanças, colocá-las sob o
controle destas grandes corporações.
Como sempre, os mecanismos de mercado foram eleitos como os
mais efetivos para as transformações necessárias nas questões
ambientais (NOBLE, 2007).
106
Resultados da Primeira Campanha Atraso no debate e na informação do público Comprometimento de parte
Resultados da Primeira Campanha
Atraso no debate e na informação do
público
Comprometimento de parte dos cientistas
com posturas incoerentes
Aprovação de legislação inadequada
Confusão generalizada sobre os
problemas ambientais
107
Resultados da Segunda Campanha A segunda campanha está em curso e seus efeitos já aparecem
Resultados da Segunda Campanha
A segunda campanha está em curso e seus efeitos já aparecem na consciência
coletiva sobre os problemas climáticos e ambientais
Avalanche de informações, verdadeiras ou não
Aumento da preocupação com as questões climáticas
Disposição para abrir mão de liberdades em função dos problemas ambientais
Proposição de medidas autoritárias e ineficientes
Transformação dos poluidores em salvadores ambientais
Uso dos movimentos ambientalistas para promover propostas políticas
reacionárias
Forte ataque ao Movimento por Justiça Global, esquecimento de sua agenda de
protestos em função da prioridade ao aquecimento global
108
Os vinte maiores poluidores do mundo Os vinte maiores poluidores do mundo, segundo o Programa
Os vinte maiores poluidores do mundo
Os vinte maiores poluidores do
mundo, segundo o Programa de
Desenvolvimento da ONU.
A parte vermelha mostra suas
emissões totais em 1990 e as azuis
suas emissões em 2005 (em milhões
de toneladas)
109
PROTOCOLOPROTOCOLO DEDE KYOTOKYOTO 110
PROTOCOLOPROTOCOLO
DEDE
KYOTOKYOTO
110
Divisão de países em função do Protocolo de Kyoto Anexo I (possuem metas Não Anexo
Divisão de países
em função do Protocolo de Kyoto
Anexo I (possuem metas
Não Anexo I
de redução de emissão)
(não possuem ainda
• Japão, Estados Unidos,
Canadá, Nova Zelândia,
metas de redução de
emissão)
Austrália
• Países em
• União Européia
• Economias em Transição
Desenvolvimento
• Rússia e países
• Brasil, China e Índia
desenvolvidos da ex-
• Não desenvolvidos da
URSS
ex-URSS
• Leste Europeu
111
Protocolo de Kyoto Aos países do Anexo I: • Prevê a redução de cerca 5,2%
Protocolo de Kyoto
Aos países do Anexo I:
• Prevê a redução de cerca 5,2% do nível de
emissões de 1990;
• Durante o primeiro período de compromisso: entre
2008 a 2012.
112
Protocolo de Kyoto Protocolo de Kyoto sobre mudanças climáticas, entrou em vigor no dia 16
Protocolo de Kyoto
Protocolo de Kyoto sobre mudanças climáticas, entrou em vigor no
dia 16 de fevereiro (2005), sem a participação dos Estados Unidos,
que se negaram a ratificá-lo.
Concluído em 11 de dezembro de 1997 em Kyoto (Japão), o
documento impõe a redução das emissões de seis gases
causadores de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento do
planeta:
CO2 (dióxido de carbono ou gás carbônico)
CH4 (metano)
N2O (protóxido de nitrogênio)
e três gases flúor (HFC, PFC e SF6)
113
Protocolo de Kyoto Reduções variam segundo as emissões dos países industrializados: 6% para Japão e
Protocolo de Kyoto
Reduções variam segundo as emissões dos países
industrializados: 6% para Japão e Canadá, 0% para
Rússia, 8% para 15 países da União Européia, 21% para
Alemanha, 12,5% para Grã-Bretanha, 6,5% para Itália,
0% para França, 15% para a Espanha. A Espanha, no
entanto, emite atualmente mais 45% em relação a 1990.
Estas reduções, que em hipótese alguma serão simples,
devem ser calculadas sobre a média 2008-2012 em
comparação com os níveis de 1990. Os países do sul
têm obrigação apenas de fazer um inventário.
114
ProtocoloProtocolo dede KyotoKyoto -- MDLMDL Artigo 12: Define o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo •Participação
ProtocoloProtocolo dede KyotoKyoto -- MDLMDL
Artigo 12: Define o
Mecanismo de
Desenvolvimento Limpo
•Participação voluntária
•Benefícios reais, mensuráveis e
de longo prazo
•Reduções de emissões adicionais
(gerar adicionalidade)
••ContribuiContribuiççãoão aoao DesenvolvimentoDesenvolvimento
SustentSustentáávelvel
115
Protocolo de Kyoto - Créditos de carbono Comércio entre os países do Anexo I e
Protocolo de Kyoto - Créditos
de carbono
Comércio entre os países do Anexo I e países do Não Anexo I
Tecnologias limpas: biodigestor
Créditos de
Carbono
Metas de
redução
Investimentos externos
Desenvolvimento Sustentável
116
Desenvolvimento Sustentável Balanço para as empresas • O aumento da eficiência produtiva por meio de
Desenvolvimento Sustentável
Balanço para as empresas
O
aumento da eficiência produtiva por meio de novas tecnologias
e
da melhoria do sistema gerencial
A
incorporação dos custos ambientais nas análise de
custo/benefício dos projetos de investimentos
A
inclusão de recursos naturais e impactos ambientais no
cálculo das contas nacionais
A
liberalização comercial internacional
Políticas de crescimento econômicos nos países em
desenvolvimento
III Relatório do Clube de Roma - Para Uma Nova Ordem Mundial (1976)
117
Desenvolviment o Sustentável Oportunidade para as empresas Por que a preocupação ? Questão financeira Riscos
Desenvolviment
o Sustentável
Oportunidade
para as
empresas
Por que a preocupação ?
Questão financeira
Riscos
Desenvolviment o Sustentável Oportunidade para as empresas Por que a preocupação ? Questão financeira Riscos
Desenvolviment
o Sustentável
Oportunidade
para as
empresas
Por que a preocupação ?
Questão financeira
Riscos
119
Desenvolvimento Sustentável Problemas da Água DistribuiDistribuiççãoão dede ááguagua nono planetaplaneta 120
Desenvolvimento Sustentável
Problemas da Água
DistribuiDistribuiççãoão dede ááguagua nono planetaplaneta
120
Desenvolvimento Sustentável Problemas da Água DistribuiDistribuiççãoão dede ááguagua nono planetaplaneta 121121
Desenvolvimento Sustentável
Problemas da Água
DistribuiDistribuiççãoão dede ááguagua nono planetaplaneta
121121
Desenvolvimento Sustentável Problemas da Água “A diminuição dos recursos hídricos, associada a uma maior demanda
Desenvolvimento Sustentável
Problemas da Água
“A diminuição dos recursos hídricos, associada a uma
maior demanda de água potável, ameaça transformar esta
matéria em uma explosiva questão geopolítica, já que
aproximadamente 200 bacias hidrológicas localizam-se em
áreas de fronteiras de vários países.”
“A Água no Mundo: há o bastante?”,
documento da UNESCO E OMM,
1 o Fórum Mundial sobre a Água, Marraquesh,
21 e 22 de março de 1997
122
Exemplo: Aquífero Guarani 123
Exemplo: Aquífero Guarani
123
ÁÁguagua EmEm 2025:2025: entreentre 4646 ee 5252 papaííses,ses, comcom 33 bilhõesbilhões dede
ÁÁguagua
EmEm 2025:2025:
entreentre 4646 ee 5252 papaííses,ses, comcom 33 bilhõesbilhões dede habitantes,habitantes,
poderãopoderão sofrersofrer estresseestresse hhíídricodrico (disponibilidade(disponibilidade
dede ááguagua perper capitacapita entreentre 1.0001.000 ee 1.6001.600 mm 33 /ano)/ano)
LembrarLembrar queque aa ááguagua nãonão éé utilizadautilizada somentesomente parapara beberbeber ee parapara higiene.higiene. TudoTudo
queque consumimosconsumimos ouou comemoscomemos temtem embutembutidoido umauma grandegrande quantidadequantidade dede ááguagua
parapara suasua produproduççãoão
2323 papaíísesses estarãoestarão enfrentandoenfrentando escassezescassez absolutaabsoluta dede ááguagua (menos(menos dede 500m500m 33 /ano);/ano);
Hoje:Hoje:JordâniaJordânia
300300 mm 33 /ano/ano
CCanadanadáá
120.000120.000 mm 33 /ano/ano
124
125
125
Balanço Social e Ambiental Definições • “Representa a expressão de uma prestação de contas da
Balanço Social e Ambiental
Definições
• “Representa a expressão de uma prestação de contas da empresa à
sociedade em face de sua responsabilidade para com a mesma”.
(Lopes de Sá)
• Demonstrativo que divulga anualmente um conjunto de
informações, quantitativa e qualitativa, de projetos, benefícios e
ações sociais.
• Resultado de um processo iniciado com o diagnóstico da gestão da
empresa, passando pelo planejamento, implementação e avaliação
de suas ações, resultando num documento revelando ao público os
resultados obtidos e as metas que se propõe para o ciclo seguinte.
• Ferramenta de gestão da Empresa com o objetivo de divulgar as
informações da preocupação da empresa com o Meio Ambiente,
Trabalho, Direitos Humanos e Transparência.
• “Representa a demonstração dos gastos e das influências das
entidades na promoção humana, social e ecológica, dirigidos aos
gestores, aos empregados e à comunidade com que interage, no
espaço temporal passado/presente/futuro.” (Kroetz)
126
Evolução da Contabilidade Necessidades do proprietário (controle) Evolução Contabilidade financeira histórica
Evolução da Contabilidade
Necessidades do proprietário
(controle)
Evolução
Contabilidade financeira
histórica da
contabilidade
Contabilidade gerencial
Contabilidade socio-gerencial
(sustentabilidade)
127
Razões para o Balanço Social e Ambiental (iBase) · Porque é ético. Ser justo, bom
Razões para o Balanço Social
e Ambiental (iBase)
· Porque é ético. Ser justo, bom e responsável já é um bem em si mesmo
Porque agrega valor, traz um diferencial para a imagem da empresa cada vez mais valorizado por
investidores e consumidores no Brasil e no mundo
Porque diminui os riscos, onde num mundo globalizado, uma conduta ética e transparente tem que
fazer parte da estratégia de qualquer organização
Porque é um moderno instrumento de gestão para a empresa gerir, medir e divulgar a responsabilidade
social em seus empreendimentos
Porque
é
um
instrumento
de
avaliação,
onde
analistas
de
mercado,
investidores
e
órgãos
de
financiamento (BNDES, BID e IFC) já incluem o balanço social na lista dos documentos necessários para
avaliar os riscos e as projeções da empresa
Porque é inovador e transformador. Realizar e publicar balanço social anualmente é mudar para uma
visão moderna em que os objetivos da empresa incorporam as práticas de responsabilidade social e
ambiental
128
Organizações de apoio ao Balanço Social e Ambiental Uma rede de ação global com governança
Organizações de apoio ao
Balanço Social e Ambiental
Uma rede de ação global com governança
multistakeholder que colabora no desenvolvimento de
normas globais de elaboração de relatórios de
sustentabilidade.
http://www.globalreporting.org/Home/WhoWeArePortuguese.htm
SA 8000 - com um sistema de auditoria similar à
ISO 9000, mas com requisitos baseados nas
diretrizes internacionais de direitos humanos e nas
convenções da Organização Internacional do
Trabalho (OIT).
www.sa8000.org
AA1000 - criada em 1999 pelo Institute of Social
and Ethical Account Ability (ISEA) de Londres é
a norma Account Ability 1000 (AA1000). Ela
engloba o levantamento de informações, a
auditoria e o relato social e ético, enfocando o
diálogo com os stakeholders internos e externos
http://www.accountability21.net
129129
NBC T 15 - INFORMAÇÕES DE NATUREZA SOCIAL E AMBIENTAL Norma que estabelece procedimentos para
NBC T 15 - INFORMAÇÕES DE
NATUREZA SOCIAL E AMBIENTAL
Norma
que
estabelece
procedimentos
para
evidenciação de informações de natureza social e
ambiental
Objetivo: demonstrar à sociedade a participação e a
responsabilidade social da entidade.
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/t15.htm
130130
Avaliação deve considerar se os projetos apresentados formam parte da vocação social e ambiental da
Avaliação
deve
considerar
se
os
projetos
apresentados formam parte da vocação social e
ambiental da empresa, identificando critérios de
investimentos e da transparência de sua situação
diante da legislação a que pode estar submetida.
Normalmente a empresa informa qual guia ou
norma está seguindo (orientação Ethos, ou GRI,
ou Global Compact, ou SAI 8000, ou AA 1000) . A
ponderação na avaliação deverá considerar, além
desta declaração, a completude de sua adoção.
131
Balanço Social e Ambiental Divulgação (EUA) 132
Balanço
Social e
Ambiental
Divulgação
(EUA)
132
Balanço Social e Ambiental Divulgação (Brasil) 133
Balanço
Social e
Ambiental
Divulgação
(Brasil)
133
www.ethos.org.br www.ethos.org.br II CURSO “Balanço Social e Ambiental” APROFOC / ABRAPU 134
www.ethos.org.br
www.ethos.org.br
II CURSO “Balanço Social e Ambiental”
APROFOC / ABRAPU
134
Balanço Social e Ambiental Guia para elaboração 135
Balanço
Social e
Ambiental
Guia para
elaboração
135
136
136
Balanço Social e Ambiental Dados da Empresa 137
Balanço Social e Ambiental
Dados da Empresa
137
Balanço Social e Ambiental Conselho de Administração 138
Balanço Social e Ambiental
Conselho de Administração
138
Balanço Social e Ambiental Perfil dos empregados e salários 139
Balanço Social e Ambiental
Perfil dos empregados e
salários
139
Balanço Social e Ambiental Indicadores Quantitativos - 1 140
Balanço Social e Ambiental
Indicadores Quantitativos - 1
140
Balanço Social e Ambiental Indicadores Quantitativos – 1I 141
Balanço Social e Ambiental
Indicadores Quantitativos – 1I
141
Balanço Social e Ambiental Indicadores Quantitativos – 1II 142
Balanço Social e Ambiental
Indicadores Quantitativos – 1II
142
Balanço Social e Ambiental Indicadores Quantitativos – 1V 143
Balanço Social e Ambiental
Indicadores Quantitativos – 1V
143
Balanço Social e Ambiental Proteção Ambiental - I 144
Balanço Social e Ambiental
Proteção Ambiental - I
144
Balanço Social e Ambiental Proteção Ambiental - II 145
Balanço Social e Ambiental
Proteção Ambiental - II
145
“Desenvolvimento Sustentável” ** Exemplos * Símbolo - Educação Social by Silvia Azevedo Porto, Portugal
“Desenvolvimento
Sustentável”
**
Exemplos
* Símbolo - Educação Social
by Silvia Azevedo
Porto, Portugal
Balanço Social e Ambiental Apresentação Forma tabular - Numérica Balanço Social Unibanco - 2004 147
Balanço Social e Ambiental
Apresentação
Forma tabular - Numérica
Balanço Social Unibanco - 2004
147
148
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Balanço Social e Ambiental Apresentação Forma gráfica - Numérica 149
Balanço Social e Ambiental
Apresentação
Forma gráfica - Numérica
149
150
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Balanço Social e Ambiental Apresentação Forma gráfica - Textual
Balanço Social e Ambiental
Apresentação
Forma gráfica - Textual
http://www2.petrobras.com.br/ResponsabilidadeSocial/portugues/pdf/BSA2006.pdf
151
152
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“Desenvolvimento Sustentável” ** Perguntas ! * Símbolo - Educação Social by Silvia Azevedo Porto, Portugal
“Desenvolvimento
Sustentável”
**
Perguntas !
* Símbolo - Educação Social
by Silvia Azevedo
Porto, Portugal
“Desenvolvimento Sustentável” ** Contabilidade Conceitos e Objetivos 154
“Desenvolvimento
Sustentável”
**
Contabilidade
Conceitos e Objetivos
154
DEFINIÇÕES 155
DEFINIÇÕES
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* Perguntas ! * Símbolo - Educação Social by Silvia Azevedo Porto, Portugal 156
*
Perguntas !
* Símbolo - Educação Social
by Silvia Azevedo
Porto, Portugal
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