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VIEIRA, Alberto (1999),

S. Vicente Memoria de 1817,

in Boletim Municipal São Vicente, nº.22, série


II(Janeiro), São Vicente, CMSV, pp.12-15

COMO REFERENCIAR ESTE TEXTO:

VIEIRA, Alberto (1999), S. Vicente Memoria de 1817, in Boletim Municipal São Vicente, nº.22, série
II(Janeiro), São Vicente, CMSV, pp.12-15, Funchal, CEHA-Biblioteca Digital, disponível em:
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nasce em
P. Delgada I
r Parque
Industrial
das Ginjas

S. Vicente 1
na Rota
dos Elísios I
a actual concelho de S. Vicente engloba no seu perímetro Município e da Repartição da Fazenda foram transferidos em
1s freguesias de S. Vicente, Ponta Delgada e Boaven- Junho tendo-se gasto 28$7765 reis4. Mas a situação foi pas-
uia. Esta B uma situação resultante das mudanças sageira uma vez que em 13 de Janeiro de 1898 e restabeleci-
~peradasno sdculo XIX na estrutura municipal da ilha. do por decreto o concelho, reinstalado a 13 de Fevereiro. Foi

- i m 1744, com a criação da nova vila de S. Vicente os


lugares do Porto Monir, Seixal, Ponta Delgada, Arco e
S, Jorge estiveram sob a sua alpda'. Todavia a reestrutu-
dissolvida a Camara Municipd de S. Vicente, ficando uma
comissão municipal em exerdcio a16 novas eteiçdess.O acto
eleitoral que lhe sucedeu deve ter sido muito conturbado uma
ração levada a cabo em 1835 conduziu ao aparecimento de vez que o Governador envRu seis guardas Apara policiarem
dois novos municípios no norte da ilha (Santana e Porto esta vila por ocasião das eleições municlpaise
Moniz), por isso, S. Vicente ficou reduzido a actual área. Mas A actual distribuição do concelho em trgs freguesias é o
isto durou pouco tempo. Com os decretos de 18 de Novembro resultado das mudanças operadas na estrutura municipal a
de 1867 e 18 de Novembro de 1845 o concelho regressou h partir da reforma liberal. Tenha-se em conta que desde 1830 a
extensão inicial. Depois, a partir de 1898, com o restabeleci- freguesia deixou de ser uma forma de divisão eclesiástica
rnento dos municípios extintos, ele manteve a actual área. para assumir uma função na divisão administrativa, com ape-
A partir da Revolução Liberal abriu-se uma nova era na nas um hiato de 1842 a 1878. Esta nova realidade foi con-
administração municipal, levada a cabo com a reforma de seguida em pleno com o cddigo de 1878.
Mouzinho da Silveira. Assim, em 1835, o território é dividido De acordo com o código de 1836, o território passou a
em distritos, concelhos e freguesias. Daqui resultou para a estar dividido em distritos, concelhos a freguesias. Na estrutu-
Madeira, o aparecimento de novos municípios. Desta vez, foi ra eclesiástrca as freguesias deram lugar as paróquias. Em
de novo contemplada a costa norte da ilha com a criação dos 19277 foi presente à câmara um abaixo-assinado dos
municípios de Santana e Porto Moniz. Estamos perante uma moradores da Achada do Til, Ribeira Grande, Vargem, Loyral,
' . aspiração há muito tempo reclamada, como se infere do Saramago, Ginjas e parte das Feiteiras em que solicitavam a
requerimento dos moradores em 1825'. O municlpio nortenho criação de uma nova freguesia de Nossa Senhora do Rosário,
perdeu a alçada sobre toda a extensa costa entre Porto Moniz o que nunca veio a acontecer.
.e S. Jorge, frcando reduzido apenas a S. Vicente, Ponta Del-
< r gada e Boaventura. No caso do Porto Moniz estarnos perante O DOCUMENTO. Este B um dos poucos documentos do
' uma situação passageira, uma vez que o concelho foi extinto município anteriores a sublevação de 1868,,que se preservou
' por tr6s vezes (1849, 1867, f 895) sendo as freguesias do por estar for a dos arquivos do concelho. E de grande inter-
Seixal e Porto Moniz incorporadas no de S. Vicente. O mesmo esse para a Históna do munrclpio, uma vez que nos apresen-
sucede em 1867 com Santana, de modo que as freguesias de ta uma descrição exaustiva das diversas freguesias, dando
S. Jorge e Arco de S. Jorge retornaram por algum tempo a conta dos aspectos adrnrnistrativos e economicos.
alçada de S. Vicente. Não se sabe a sua finalidade e tão pouco se conhece algo
Sabemos que esta sttuação foi pouco favorAvel ao rnunic- sobre Preto Farinha que o assina. Apenas nos resta a disponi-
ipalisrno na costa norte e que acarretou um redobrado esforço bilidade destas folhas primorosamente escritas e decoradas
para a câmara de S. Vicente. Tenha-se em conta o sucedido com alguns desenhos a ilustrar a orografia do concelho. O
com o Porto Moniz em 1895.A 18 de Novembro de 1895 desa- cuidado posto na caligrafia e escrita denota que o mesmo se
parece o município ficando a sua área sob a alçada do de S. destinava a um qualquer objectivo certamente ligado com as
Vicente o que implicou um acrescido esforço3.

I Ruletim Municipal de São Vicent


Mapa em que se descreve a Vila de São Vicente, e sua Jurisdição

Seixal Viila de Porrta Arco de S. Jorge


Moniz da Janela S. Vicente Delgada São Jorge

. . . 227 . . . . . -870 . . . . . . .I70 . . ,132 . . . . . . .400 . . . . ,2345

DESCR~ÇÃODA FREGUESIA DE S. JORGE. ARCO DE S. JORGE


LTIMA DA JURISDIÇAO DA PARTE DE LES

+ i

Boletim Miinicipal de São Vicente


PONTA DELGADA PORTO DO MUNIS
Pelo Norte confina, com o mar; sul com o curral das COMFRONTAÇÃO. Éla esta freguesia, a ultima do este, e con-
Freiras, já sobredito; Leste, com a freguesia do Arco de São fronta por aquela parte com a porta travessa da capelai9 de
Jorgei\ sendo sua partilha o Passo d=Areia lugar este Santa Maria Madalena. Leste oom a freguesia da Ribeira da
perigoso, por ser hurn peito de rocha cuja iminPncia cai sobre Janela; norte com o mar do lés noroeste; sul com o Paul da
o calhau contíguo ao mari4. Do mar a serra, ter& lhgua e meia, Serra, com sitio da Relva da quebrada; tem de largo meia
e de largura tera duas lkguas. Tem uma povoação, chamada Iégua, e do mar a serra uma Iégua.
c
Boaventura; cortada em tr&s ribeiras duas interessam muito
a cuttura; e uma nada lhe B útil, por correr muito do pavimen- PRODUÇÃO. A sua maior produção 6 a do vinho de muito
to da terra. A sua maior produção é vinho de sofrlvel quali- boa qualidade; trigo, cevada, centeio, legumes de todas as
dade; inhames, e mais verduras; trigo pouca quantidade seria qualidades, batatas, semilhas, e gados de uma , e outra qual-
mais fértil de viveres, se tomasse, as águas daquela ribeira idade.
por levadas, ao pé da serra, donde tem seu nascimento;
porem com ajuda de régio braço. O terreno 6 contudo exce-
lente, porque produz muito bem, tudo o que se Ihes planta, ou TEMPLOS. A igreja paroquial, da invocaHo de N. Sra. da
semeia: tem-se estendido a povoação quase légua e meia, em Conceição, cita na Fajã; A capela de São Paulo, no dito sitio;
que tem penetrado parte da serra, a que chamam achada do A Capela de São Pedro, no sitio das Achadas, de que acima
unal, onde vivem alguns casais. se falou, que s6 pertence. a capela mor desta capela, a juris-
Os seus templos, são a paróquia da Ponta Delgada, que dição desta vila.
tem o nome, do Senhor Bom Jesus crucificado. A capela de
Santa Quiteria na Boaventura; A capela de Santa Ana na Fajã RIBEIRA DA JAMELA
do Penedo; E a capela dos Santos Reis Magos, no chão da
Ponta Delgada que administra Jogo de Carvalhal; a de Santa Tirou esta freguesia o nome, de hurn ilhéu, que a natureza
Ana na Faj2 do Penedo pertence ao Major João António de depositou, no mar, com hurn buraco a meio, como janela,
Gouveia Rego; e há outra da mesma invocação de Santa Ana defronte da embocadura da ribeira, daquela mesma freguesia.
no chão da d i freguesia que administra o doutor Maurício. Confina pelo norte, com o mar; sul com o Paul da Serra;
leste com a freguesia do Seixal por hurn ribeiro -chamado da
FREGUESIA DA VILA DE SÃO VIGENTE Ponte- e o este com a ribeira, acima dita.
Tem de largo meia légua; e do mar ao Paul da Serra duas
CONFRONTACÃO. Confronta justamente com o ponto do léguas; porem o povoado, e cultivado terá 314 de légua.
Norte; Sul, com a En~urneada'~ e Paul da Serra; leste, pela
falda marítima confina com a do Passo #Areia, de que acima PRODUÇÃO. A maior 6 de excelente vinho, trigo, cevada,
se falou; e para a parte da serra, com umasl"erras chamadas centeio, grão ou legumes menos; verduras abundante; Tem
lomba das vacas pelo o este com a freguesia do Seixal, cuja alguns gados de diferentes espécies; de sorie que a sua cul-
estrema é uma ribeira chamada de João Delgado a qual nasce tura se acha no maior aumento; tem água e por isso muito fér-
no dito Paul da Serrail til.
A sua extensão, de leste, ao estei7 terá 18gua e meia, o
mesmo tera no lugar central da freguesia; outro tanto terá da TEMPLOS. Unicamente a paróquia da invocação de N. Sra.
marinha do norte, até a Ecumeada jA dita em outro lugar. Será da Piedade. é montanhosdl
distância de 114 de Iégua do calhau até onde e acha colocada
a vila, numa profundidade, que tem para a parte de leste a SEIXAL
Ribeira, e por toda a mais circunferencia B cercada de alta
rocha; poucas casas, e menos moradores. Quase toda a cir- Confronta esta freguesia, pelo norte com o mar dito; sul
cunferência da dita freguesia se acha cultivada , porque é ban- com o Paul da Serra; leste com a Ribeira de João Delgadom;
hada por três ribeiras donde aos lavradores com suas indus- e o este com a ribeira da ponte.
trias terão muitas levadas, por isso fértil em toda a qualidade Tem de largo uma 18gua e 114; e de comprimento atd certo
de grão, em abundância. E contudo montuosa e por isso no limite do Paul da Serra, duas lbguas
fim de alguns anos não será tão cultivada por causa de se dis-
porem as terras com as inundações. PRODUÇÃO. A sua maior produção B o vinho, trigo, e cen-
Sua maior produção e a de vinho, de inferior qualidade, teio, muito pouco, porque a seu terreno não admito este espé-
trigo, feijão, inhame; semilhas com menos abundamia. Pouco cie de grão, assim como de outra qualidade No que respeita a
resta por cultivar que não tenha escapado ao braço do fajão há abundância, tambdm da muitos frutos; tem dglras
lavrador. Tem muitos pastos para diferentes qualidades de para fertilizar a freguesia; porem a proibição de se cortar
gados porem estes pouucs e por causa do latrocinos, haveria alguns matos nas suas serras, faz com que a cultura não
muita abundância. Produz muitos matos de que se utilizam os tenha o seu aumento no maior auge, porem enquanto as vin-
lavradores, para a cultura e também lenhas para a serviço par- has se acham muito aumentada; criam muitos gados de todas
ticular deles. as espéicies.
O seu único templo, B de nome de seu orgão, Santo Antão.
TEMPLOS. A igreja matriz, oom o mesmo nome de S.
Vicente Mártir e cita na mesma vila; a Capela da InvocaçCio de NB. A razão porque São Jorge, Arco de São Jorge, e Ponta
N. SrO do Rosário no sitio do Saramago; outra da Invocação Delgada confinam pelo sul com a freguesia do Curral das
de N. SP do Livramento no sitio do Passo; uma capelinha Freiras; é porque estes tras freguesias, tomam a sua posição,
metida em hum penhasco de roxa, que se acha levantado no correndo da parte do norte(em que lhe fica o mar dele por
meio da ribeira, junto ao mar, a qual tamb6m do nome de S. ponte} para o sul em figura piramidal, ali todas se encontrão,
Vicente cujo penhasco foi feito pela natureza. umas vezes pelas montanhas outras pelas planícies fazendo
a seu termo nas serras encostadas ao dito curral das Freiras;
Assim se observa na freguesia do Arco de São Jorge, que
alargando a sua faldalt alargando a sua falda marltima, corre
para a sul na ordem da mesma figura, e para a parte do norte .
ponde se acha a povoaçgo forma hum semicírculo de alto = EXPLICAÇAO
rochedo, e dai as serras mistas das duas freguesias dos lados A O <

como se mostra na figura2'. Em todos estes ofícios, não se encontrão propriedades


Ambas são montuosos, e parte da marinha são erninen- algumas.
cias de rochas, que caiem sobre os mares; e algumas das Os escrivás desta vila, deste o primeiro até o ultimo,
estradas são perigosíssimas, por catarem pelo meio daqueles servem com provimentos, do Ilustrissimo Exrno Sr, governo
iminências, assim como a chamada - intrusa- que vai para desta ilha. Os juízes ordinários, servem com provisoes, do
a freguesia do Arco. O mesmo se mostra que, as freguesias, desembarga desta dita ilha.
Porto do Munis, Ribeira da Janela, Seixal, e a freguesia de Os oficiais(o$ demais oficiais) desta vila, e da jurisdição
São Vicente, partirem estas com o Paul da Serra, pelo sul; servem com cartas, passadas pelo senado da Camara, desia
porque tambbm correm de sua falda marítima, para aquela dita vila.
porta. Em figuras piramidais, at6 se encontrarem na beira do Nenhum dos mencianados oficios, tem ordenado certo, a
dito alem de que a freguesia de São Vicente forma pelas excep@o dos que ficam notados, no calendário antecedente,
suas serras hurn circulo imperfeito, e vem-se estreitando para o demais que fica declarado no dito calendário, e segundo o
a parte do mar ponde pelas suas iminências forma uma boca que foi catcutado, por estimaçiio, por nZio serem quantias reg-
muito baixa, e fica em plano horizontal com o mar do norte, e ulares, e ordenados certos.
C) Ilmais do seu centro, B tudo montuoso. Preto Farinha o fez na vila
P

A >
CALENDARI
, . , I ^
ES
c :

Juízes ordingrios vencerão cada hurn por a


Juiz d'orfãos 1 vencerá" anual
Escrivãs do judicial 3 ;i 73 vencerão cada ano, cada hurn
Escrivão da camara e órfãos 1 os seus prés, e percalço , ,
Salário que lhe da o senado 60$ *, 1 460$000 , ,

1 :$&i? vencera anualmente


Escrivão d'almotaçaria 1 vencer8 cada ano
- .>+.Ir
Meirinho de Mãos e
ao mesmo tempo partidor; vencer& cada hurn, o pré
2
e outro companheiroz 2 C a quantia de ' i2>+~%?%! 100$ 9

60$ "" * < 160$000


Porteiro da camara . ;I "-. salário pago pelo senado 15$00aV+
Porteiros do judicial - '6 cada hum vencera 30$ -? lBO$OOO
Carcereiro da vila 1 pres e percalço ^I1$500
Salário pelo senado 8$500 20$000

PONTA DELGADA c c

EscrivSo pedaneo, e notário, '1 vencera cada ano 20$000


20$000
vencer20 cada hum 15$ rs 30$000

m de hurn juiz tambdm

7 , 250$000
100$000
'50$000

15. Esta 6 a Ecumeada, de que se fala na mnfrontaHo geral da juris-


1 . Vide documento em anexo. dição, e divide pelo seu cume, esta freguesia, da serradlAgoa, para
2. Eduardo Castro e Almeida, A'rgu aquela parte do sul.
e Porto Santo, Vol. II, p. 165, Docs. nl 8311-316. 16. São estas terras pertencentes a esta freguesia, e parte a ponta del-
3. Vere-o de 3 de Dezembro de 1895. gada, são parte pastos de gados, e parte semeadiças; w falta d'á-
4. Vereaflo de 11 e 20 de Junho, 31 de Outubro de l8Bq. A goa as inculta por serem altas
5. Vemafio de 12 de Fevereiro de 1898. bipi 17. Que 4 do dito Passo d'drea, até a dita ribeira de João Delgado pela
6. Vereaçáo de 19 do Novembro de 1898. 6 2 faldra marltima.
7 V e r e q o de 3 de Fevereiro 18. E esta freguesia, a ultima da jurisdição desta vila, para aquela parte
.
8 Este documento foi-nos facultado pelo Arquivo Regional da do este, como se verrfica, na confrontação da mesma jurisdrção.
Madeira, a quem agradecemos a sua m i a , tendo sido encontrado 19. Acha-se aquela capela sobre terreno desta jurisdição em parte, e
no núcleo de dwumentos avulsos da CAmara do Funchal. ARM, parte sobre terreno da freguesia da Ponta do Pargo.
- h u m e n t o s Avulsos, caixa 13, n1.1644. A Versão aqui publicada 20. E aquela nbeira de João Delgado, a extrema, que divide aquela
surge com a grafia adualizada. freguesia do Seixal, desta da vila de São Viconte de sorte que o
9. Por estirna$ão, por não haver noticia, de Seixal, parte para leste com a freguesia de São Vicente n'aquela
nota& sua largura, na deachçAu das fre ribeira, e a freguesia de São Vimnte par o este, com a dita ribeira.
10. Com a freguesia chamada do Arca de S. 21. por uma ideia calculada.
11. Calculado por estimago. 22. É por uma ideia calculada
12. Povoação da freguesia de S. Jorge 23. Segundo as salários, que lhe dA a previsão de 10 de Outubra de
@%**%
13. Veja-se a partilha desta freguesia para o E ~ t e : ~ : ~ ~ _ 1754.
14. É passagem da estrada, da vila de São Vicente, para aquelas 24. Compreende esta lurisdipão, e a vila de Machim .
freguesias I+ ArA
%+ =- 25. TarnbBm compreendem esta jurisdigo.

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