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EXMO. SR. DOUTOR JUIZ DE DIREITO DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL VIRTUAL DA COMARCA DE NATAL/ RN, QUE COUBER POR DISTRIBUIÇÃO.

MONTSERRAT RIU UBACH, brasileira, divorciada, pedagoga, portadora da Cédula de Identidade nº 141.511, emitida pela SSP/RN, inscrita no CPF sob o nº 805.691.458-72, por sua advogada e procuradora que a subscreve, com instrumento de mandato acostado (doc. 01), vem, respeitosamente à presença de Vossa Excelência, propor a presente AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C /C REPARAÇÃO POR DANOS MORAIS E PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA em face das LOJAS AMERICANAS, pessoa jurídica privada e da empresa B2W COMPANHIA GLOBAL DO VAREJO, pessoa jurídica de direito privado, pelas razões de fato e de direito a seguir expostos.

I - DOS FATOS.

A autora na data de 31/10/2011 adquiriu através do site das Lojas

Americanas um “freezer horizontal”, uma porta, 201 Lts, com dupla ação H210, cor branca, da marca ELETROLUX 220V, no valor total de R$ 1.199,00 (mil cento e noventa e nove reais), através do seu cartão de crédito em doze parcelas iguais de R$ 99,92 (noventa e nove reais e noventa e dois centavos (vide documento 09).

01.

No ato da compra a autora recebeu pelo próprio site da requerida a

confirmação da compra e a informação de que o produto seria entregue em até três dias úteis, um

das razões que a fez comprar nas Ameriacanas.com já que receberia o “freezer” antes do período das festas de fim de ano, de acordo com a confirmação do pedido e pagamento (documento 07). Ou seja, o produto seria entregue na data de 02/11/2011.

02.

03.

Porém, o “freezer” não foi entregue na data prometida, sendo necessário

que a parte autora efetuasse vários contatos com a demandada, por telefone, e-mail e mensagens (documentos 03, 10, 11, 13, 14), objetivando saber quando o produto seria finalmente entregue.

04.

aguardasse a entrega, pois o produto encontrava-se com a transportadora. Tendo sido inclusive,

em 04/11/2011 informado à autora que o produto apenas seria entregue na data de 15/12/2011 até as 21h (ver documento 11).

Em todos os contatos a requerida (Americanas), esta pedia à autora que

Todavia, Excelência, as inúmeras reclamações da parte autora não tinham

nenhum êxito, pois o “freezer” adquirido especialmente para o fim do ano (festas do Natal e Ano Novo) não chegava a sua residência, ainda que a mesma já estivesse efetuando o pagamento da

05.

terceira parcela do cartão.

06.

mais de DOIS meses de espera do produto a autora em consulta no site ao seu pedido de n° 512286510 (vide documento 02) teve a surpresa desagradável da requerida Americanas de que o “freezer” já havia sido entregue na residência da mesma desde o dia 03 /11 /2011.

Vale registrar ainda que em 15/12/20111 (data limite para a entrega) com

07.

Todavia, o produto até a presente data não foi entregue!

08.

Fato este que causou enorme aborrecimento à autora, pois ao aderir à oferta

publicada, a demandante depositou total confiança nos serviços prestados pelas Americanas, estando certa de que, efetuada a confirmação do pagamento através do cartão de crédito, receberia

o produto no prazo estabelecido.

09.

não havia recebido o produto, respondeu de maneira totalmente equivocada como se a consumidora estivesse reclamando da qualidade do produto, no qual a empresa ser qualquer cuidado e estando patente a má prestação do serviço pediu a consumidora que procedesse a devolução do produto seguindo alguns itens (vide documento 15).

Outrossim, em outro e-mail a ré em razão da reclamação da autora de que

10.

Ora, Excelência, como efetuar a devolução de um produto que sequer fi

entregue?

11.

O produto ao contrário do que informou a requerida em mensagens NÃO

FOI entregue até a presente data à autora.

12.

ação, haja vista a má qualidade do serviço da empresa requerida e o prejuízo a que está sendo

forçada, já que vem efetuando o pagamento do “freezer”, contudo, a ré até então não procedeu

Diante da narrativa, não teve a autora alternativa senão ajuizar a presente

com a entrega do produto adquirido pela autora - devendo ser compelida a entregar o “freezer” em

tutela antecipada, e no mérito ratificando-a condenar a requerida ao pagamento de danos morais.

II - DA RESPONSABILIDADE CIVIL – COMÉRCIO ELETRÔNICO –

AUSENCIA DA ENTREGA DO PRODUTO – FALHA NO SERVIÇO

PRESTADO – DEVER DA EMPRESA ENTREGAR O PRODUTO

ADQUIRIDO – DEVER DE INDENIZAR - APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE

DEFESA DO CONSUMIDOR.

13.

Dispõe a Lei 8.078 de 11 de setembro de 1990, que:

 

Art. 14. O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos.

 

§

O serviço é defeituoso quando não fornece a segurança que

o

consumidor dele pode esperar, levando-se em consideração as circunstâncias relevantes, entre as quais:

 

I - o modo de seu fornecimento;

 

II

- o resultado e os riscos que razoavelmente dele se esperam;

 

III - a época em que foi fornecido.

(destacado)

14.

Acrescenta-se que o ato praticado pela requerida viola a lei e a

jurisprudência pátria, atentando contra a honra e dignidade, devendo ser condenada a ressarcir os

danos causados, segundo dispõe a Constituição Federal e o Código Civil:

Art. 5º (

)

"V - é assegurado o direito de resposta proporcional ao agravo, além da indenização por dano moral, ou a imagem."

"X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito à indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação".

Art. 186 do Código Civil Brasileiro:

"Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência, ou imprudência, violar direito, ou causar prejuízo a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito."

15.

existência de falha na prestação do serviço deve arcada pelo prestador/produtor objetivamente, segue abaixo alguns acórdãos do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul:

Sobre o tema é pacifico o entendimento em nossos tribunais de que há

EMBARGOS INFRINGENTES. RESPONSABILIDADE CIVIL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO. COMPRA DE PRODUTO VIA INTERNET. DESCUMPRIMENTO CONTRATUAL. FALHA DO SERVIÇO. DEVER DE INDENIZAR. CARACTERIZAÇÃO. Evidenciada a falha do serviço prestado

pela demandada, a qual, em que pese o pagamento efetuado pelo autor, não

prazo

convencionado, violando a confiança depositada pelo consumidor, resta evidente o dever de indenizar. Fatos que ultrapassam, e muito, a esfera do mero dissabor. Condenação ao pagamento de indenização por dano moral mantida. EMBARGOS INFRINGENTES DESACOLHIDOS. UNÂNIME. (Embargos Infringentes Nº 70034639351, Quinto Grupo de Câmaras Cíveis, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Paulo Roberto Lessa Franz, Julgado em 16/07/2010) – destacado.

procedeu

à

entrega

do

produto

adquirido,

via

internet,

no

APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO. COMPRA DE PRODUTO VIA INTERNET. DESCUMPRIMENTO CONTRATUAL. FALHA DO SERVIÇO. 1. DEVER DE INDENIZAR. CARACTERIZAÇÃO. Evidenciada a

falha do serviço prestado pela demandada, a qual, em que pese o pagamento efetuado pelo autor, não procedeu à entrega do produto adquirido, via

depositada pelo

consumidor, resta evidente o dever de indenizar. Alegação no sentido de que apenas disponibiliza no site o cadastramento dos usuários vendedores, para que estes possam comercializar os seus produtos, que não exime a ré da responsabilidade pelas operações nele realizadas. Fatos que ultrapassam, e

internet, no prazo

convencionado,

violando

a confiança

muito, a esfera do mero dissabor. Condenação ao pagamento de indenização por dano material e moral mantida. 2. DANO MORAL. QUANTUM INDENIZATÓRIO. REDUÇÃO. Na fixação da reparação por dano extrapatrimonial, incumbe ao julgador, atentando, sobretudo, para as condições do ofensor, do ofendido e do bem jurídico lesado, e aos princípios

da proporcionalidade e razoabilidade, arbitrar quantum que se preste à

suficiente recomposição dos prejuízos, sem importar, contudo, enriquecimento sem causa da vítima. A análise de tais critérios, aliada às demais particularidades do caso concreto, conduz à redução do montante indenizatório fixado para R$ 3.000,00 (três mil reais), acrescidos de correção monetária e juros legais, conforme determinado no ato sentencial. APELAÇÃO PARCIALMENTE PROVIDA. (Apelação Cível Nº 70019559806, Décima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Paulo Roberto Lessa Franz, Julgado em 28/06/2007) – destacado.

APELAÇÃO CÍVEL. COMÉRCIO ELETRÔNICO. COMPRA E VENDA DE APARELHO DE FAX VIA INTERNET. NÃO-ENTREGA DE MERCADORIA. DEVOLUÇÃO DO PREÇO. LEGITIMIDADE DO SITE QUE DISPONIBILIZA

A REALIZAÇÃO DE NEGÓCIOS E RECEBE UMA COMISSÃO DO

ANUNCIANTE, QUANDO CONCRETIZADO O NEGÓCIO. DEVOLUÇÃO DA QUANTIA PAGA. 1. O RÉU, NA QUALIDADE DE MANTENEDOR DO MEIO ELETRÔNICO EM QUE SE CONSUMOU O CONTRATO DE COMPRA E VENDA, É PARTE LEGÍTIMA PARA RESPONDER PELOS TERMOS DA AVENÇA, MORMENTE, NO PRESENTE CASO, EM QUE RECEBE COMISSÃO SOBRE AS VENDAS CONCRETIZADAS. 2. O SERVIÇO

PRESTADO PELA RÉ, DE APRESENTAR O PRODUTO AO CONSUMIDOR E

INTERMEDIAR

PELA

NEGÓCIO

JURÍDICO,

RECEBENDO

COMISSÃO

CONCRETIZAÇÃO DO CONTRATO, ENQUADRA-SE NAS NORMAS DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR (ART. 3º, §2º, DA LEI 8078/90). 3. MERECE CONFIRMAÇÃO SENTENÇA QUE CONDENOU A INTERMEDIADORA A INDENIZAR CONSUMIDOR PELO NÃO- RECEBIMENTO DE PRODUTO ADQUIRIDO EM SITE DE INTERNET DE RESPONSABILIDADE DAQUELA. REJEITADA A PRELIMINAR, APELAÇÃO DESPROVIDA. UNÂNIME. (Apelação Cível Nº 70016093080, Nona Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Odone Sanguiné, Julgado em 22/11/2006) – destacado.

16.

prestador do serviço não pode se eximir da responsabilidade com cláusula exoneratória ou

atenuante de sua responsabilidade, pois tal atitude é vedada pelo art. 25 do Código de Defesa do

O STJ entende que em casos como o que se analisa de comercio eletrônico o

Consumidor:

 

DIREITO DO CONSUMIDOR. RECURSO ESPECIAL. SISTEMA ELETRÔNICO DE MEDIAÇÃO DE NEGÓCIOS. MERCADO LIVRE. OMISSÃO INEXISTENTE. FRAUDE. FALHA DO SERVIÇO. RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO PRESTADOR DO SERVIÇO. 1. Tendo o acórdão recorrido analisado todas as questões necessárias ao deslinde da controvérsia não se configura violação ao art. 535, II do CPC.

2.

O prestador de serviços responde objetivamente pela falha de

segurança do serviço de intermediação de negócios e pagamentos oferecido ao consumidor. 3. O descumprimento, pelo consumidor (pessoa física vendedora do produto), de providência não constante do contrato de adesão, mas mencionada no site, no sentido de conferir a autenticidade de mensagem supostamente gerada pelo sistema eletrônico antes do envio do produto ao comprador, não é suficiente para eximir o prestador do serviço

de intermediação da responsabilidade pela segurança do serviço por ele implementado, sob pena de transferência ilegal de um ônus próprio da atividade empresarial explorada. 4. A estipulação pelo fornecedor de cláusula exoneratória ou atenuante de sua responsabilidade é vedada pelo art. 25 do Código de Defesa do Consumidor.

5.

Recurso provido.

REsp 1107024 / DF - RECURSO ESPECIAL - 2008/0264348-2 - Ministra MARIA ISABEL GALLOTTI - QUARTA TURMA – j. 01.12.2011- p. DJe 14/12/2011.

17.

A certeza do dano está vinculada à conseqüência que esse dano originou no

espírito da vítima, isto é, se causou angústia, vergonha, humilhação, entre outros, tirando-se daí a

convicção de que o dano é atual e certo na sua existência, características essas, continuamente

presentes no caso em tela e sofridas pelo autor.

18.

CC fixam a obrigação de reparar o dano por aquele que, em razão de ação ou omissão voluntária,

negligência, ou imprudência, ou ato ilícito viola direito, ou causa prejuízo a outrem.

Ao tratar dos atos ilícitos como geradores de obrigações, os arts. 186 e 927 do

19.

forte e efetiva, bem como o desestímulo à prática de atos ilícitos, o que obriga o Réu a refletir bem

De fato, a indenização dos danos puramente morais representa punição

antes de causar prejuízo a alguém, como ocorreu no caso em tela. Desse modo, restou por demais demonstrado o dano causado à autora.

20.

proceder com a entrega do “freezer” para a autora e, sobretudo, informar que o produto teria sido

entregue desde 03/11/2011, quando em verdade o mesmo não foi entregue!

Vê-se que, restou ausente a devida prudência da ré, quando deixou de

21.

responsabilidade objetiva da ré aos fatos ocorridos, já que a demandante ao adquirir o “freezer” na oferta feita pela ré no seu site depositou total confiança nos serviços por ela prestados, estando

certa a autora de que, uma vez confirmado o pagamento através do cartão de crédito, receberia o produto, no prazo previamente estabelecido.

Assim, torna-se bastante claro o enquadramento do caso no instituto da

22.

restaram violadas pela ré, causando angústia e frustração na consumidora, circunstância que,

indubitavelmente, ultrapassa, e muito, a esfera do mero dissabor.

Tal credibilidade e a expectativa de recebimento do produto, todavia,

23.

demandada, restando configurado ato ilícito, vez que a autora até a presente data não recebeu o produto, conforme ajustado no site da demandada.

Deste modo, houve inegável falha do serviço disponibilizado pela

III - DA NECESSIDADE DE INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA EM FAVOR DO CONSUMIDOR

É clara a hipossuficiência da autora em relação ao Réu, pois em sendo a

mesma uma empresa de grande porte, pode suportar o ônus relativo ao deslinde da presente demanda. Já a autora – pessoa física – não tem as mesmas armas ou facilidades das quais o demandado dispõe para figurar no caso ora debatido. Logo, pugna-se pela inversão do ônus da prova, segundo prevê o a inciso VIII do art. 6º do Código de Defesa do Consumidor.

24.

IV - DA TUTELA ANTECIPADA

25.

pedido inicial, no todo ou em parte, com força de execução, se necessário, de acordo com o disposto

A concessão de tutela antecipada refere-se ao deferimento provisório do

no artigo 273 do Código de Processo Civil brasileiro, devendo estar presente os pressupostos

básicos da prova inequívoca do alegado, na verossimilhança da alegação e no receio de dano irreparável ou de difícil reparação.

26.

tutela antecipada no caso em questão, pois, a autora permanece sem receber o produto adquirido junto à Ré, o qual já está sendo inclusive pago através do seu cartão de crédito! QUANDO SE PASSARAM QUASE TRES MESES DA DATA DA COMPRA.

Não existem dúvidas sobre a presença dos requisitos para a concessão da

27.

de semelhança à verdade necessária para o entendimento de ser a alegação formulada como verossímil, dado que a autora foi penalizada por um ato da ré.

Portanto, estamos diante da verossimilhança da alegação, dando o sentido

28.

produto adquirido pela autora seja retirado do mercado, motivo pelo qual requer-se que a ré seja compelida a proceder com a entrega do “freezer” adquirido, no prazo a ser estipulado por Vossa

Excelência, sob pena de multa diária em caso de descumprimento.

Outrossim, há receio imediato de que a loja “feche suas portas” ou o

29.

objeto de concessão à parte autora, tendo em vista tratar-se de um provimento jurisdicional de cognição sumária, relativamente exauriente e de cunho satisfativo do direito reclamado, ainda que com matizes de restrita provisoriedade e relativa reversibilidade.

Então, presentes os requisitos exigidos da tutela antecipada, esta deve ser

Entende-se ser lícito ao Juiz conceder a tutela liminarmente, tendo em vista

a presença de todos os requisitos necessários à concessão do pedido ora requerido devendo determinar que o réu proceda a entrega do produto.

30.

31.

V - DO PEDIDO

Diante de todo o exposto, REQUER a Vossa Excelência que:

I. Conceda a tutela antecipada, inaudita altera pars, determinando que a ré proceder com a entrega do “freezer” adquirido pela autora (freezer horizontal, uma porta, 201 Lts, com dupla ação H210, cor branca, da marca ELETROLUX 220V) na sua residência localizada à Rua General Francisco Monteiro, 1450, Lagoa Nova, Natal/RN – CEP 59056-030, no prazo a ser estipulado por Vossa Excelência, sob pena de multa diária em caso de descumprimento;

II. Arbitre multa diária em caso de descumprimento da medida liminar, concedida em tutela antecipada;

III. A citação da Ré, por meio de seu representante legal, para, querendo, apresentar sua

defesa, sob pena de revelia;

IV. A inversão do ônus da prova, segundo prevê o Código de Defesa do Consumidor

(art. 6°, VIII);

V. Seja julgada totalmente procedente a presente ação, ratificando-se a tutela antecipada anteriormente concedida;

VI. Seja condenada a Ré no pagamento de indenização por danos morais (não inferior a

R$ 3.000,00), em quantia a ser arbitrada por Vossa Excelência.

32.

demais meios de prova em Direito admitidos.

Pretende provar o alegado mediante prova documental, testemunhal, e

Atribui à causa o valor de R$ 10.900,00 (dez mil e novecentos reais).

Termos em que, pede deferimento.

Natal, 12 de janeiro de 2012.

Fernanda Riu Ubach Castelló Garcia

OAB/RN 4.438