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Guia IR 2011

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Índice

Guia IR 2011 Índice Imposto de Renda 2011   2 Obrigatoriedade de entrega da declaração  

Imposto de Renda 2011

 

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Obrigatoriedade de entrega da declaração

 

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Orientações gerais

 

3

Formas de entrega

 

4

Multa pelo atraso na entrega

 

4

Imposto a pagar ou a restituir

 

4

Antecipe sua Restituição de IR

 

5

Como declarar

 

6

• Aplicações financeiras e fundos de investimento

 

6

• Previdência Itaú

 

8

• Consórcio Itaú

 

13

• Empréstimos pessoais e financiamentos de veículos

 

13

• Crédito imobiliário Itaú

 

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• Tributação de dividendos, juros de capital e atualização

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• Juros de capital creditados e não pagos

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Guia IR 2011 Imposto de Renda 2011 O Guia Itaú IR 2011 tem por objetivo auxiliar

Imposto de Renda 2011

O Guia Itaú IR 2011 tem por objetivo auxiliar você no preenchimento da sua Declaração de Imposto de Renda, juntamente com as informações dos demonstrativos: Informe Consolidado e Informe de Rendimentos Financeiros.

Informe Consolidado e Informe de Rendimentos Financeiros. O prazo para a entrega da declaração é de

O prazo para a entrega da declaração é de 1/3/2011 a 29/4/2011.

Importante:

Prazo para a guarda de documentos: os documentos referentes a sua declaração de IR 2011 devem ser guardados pelo prazo de cinco anos, ou seja, até 31/12/2016.

Consulte o Manual de Preenchimento da Receita Federal: qualquer diferença em relação às informações neste guia, sempre prevalecerá a regra da Receita Federal.

• A lei 11.945/09 corrigiu os valores da Tabela Progressiva Mensal aplicável a partir do ano-calendário de 2010, bem como os valores das deduções.

• Assim, a Tabela Progressiva Anual do IRPF 2011, ano-calendário 2010, passou a ser:

Base de Cálculo R$

Até 17.989,80

Alíquota %

Parcela a Deduzir do Imposto R$

De 17.989,81 até 26.961,00

7,5

1.349,24

De 26.961,01 até 35.948,40

15

3.371,31

De 35.948,41 até 44.918,28

22,5

6.067,44

Acima de 44.918,28

27,5

8.313,35

Fonte: site da Receita Federal do Brasil (www.receita.fazenda.gov.br).

• O desconto-padrão (20%) passou para R$ 13.317,09.

• O desconto por dependente passou para R$ 1.808,28.

• O valor da despesa com instrução passou para R$ 2.830,84.

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Guia IR 2011 Obrigatoriedade de entrega da declaração É obrigatória a entrega da declaração pelo contribuinte

Obrigatoriedade de entrega da declaração

É obrigatória a entrega da declaração pelo contribuinte que tenha:

• Recebido rendimentos tributáveis sujeitos ao ajuste na declaração cuja soma foi superior a R$ 22.487,25.

• Recebido rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte cuja soma seja superior a R$ 40.000,00.

• Obtido, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens de direito sujeito à incidência de imposto ou realizado operações em bolsas de valores de mercadorias, de futuros e assemelhados.

• Relativamente à atividade rural: obtido receita bruta superior a R$ 112.436,25 ou que pretenda compensar, no ano-calendário 2010 ou posteriores, prejuízos de anos-calendários anteriores ou do próprio ano-calendário de 2010.

• Tido posse ou propriedade em 31/12/2010 de bens ou direitos superiores a R$ 300.000,00.

• Passado à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nessa condição se encontrava em 31/12/2010.

• Vendido imóvel residencial com opção pela isenção de IR sobre o ganho de capital cujo produto foi utilizado para a aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias (conforme artigo 39 da lei 11.196/05).

Orientações gerais

Identificação da fonte pagadora

Cada fonte pagadora deverá ser relacionada separadamente, tanto na modalidade de declaração completa quanto na simplificada.

Dedução da contribuição à previdência de empregado doméstico

Desde que obedecidos os demais requisitos legais, pode ser feita a dedução da contribuição patronal

à Previdência Social paga pelo empregador referente ao empregado doméstico, obedecendo ao limite

de um empregado doméstico por declaração, calculado sobre um salário mínimo mensal, 13º salário e remuneração adicional de férias cujo valor não poderá ultrapassar R$ 810,60, dedutível diretamente do imposto devido.

Para isso, o contribuinte deverá informar o nome, o número de inscrição do empregado e o valor recolhido. Essa dedução está disponível apenas para a declaração completa.

Dependentes

O contribuinte deverá informar obrigatoriamente, na declaração, o número do CPF de

seus dependentes maiores de 18 anos. A Declaração de Isento não é mais obrigatória para qualquer dependente.

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Guia IR 2011 Formas de entrega A Declaração de Ajuste Anual deve ser apresentada no período

Formas de entrega

A Declaração de Ajuste Anual deve ser apresentada no período de 1/3/2011 a 29/4/2011:

• Pela internet, no site www.receita.fazenda.gov.br, onde você acessa o Programa Gerador da Declaração (Receitanet 2011) – entrega a partir de 1/3/2011 até as 23h59min59s do dia 29/4/2011;

• Em disquete, nas agências do Banco do Brasil S/A ou na Caixa Econômica Federal, durante o horário de expediente bancário, no prazo acima;

• A partir deste ano, não será mais permitida a entrega da declaração através de formulário em papel.

Multa pelo atraso na entrega

• Quando o contribuinte estiver obrigado a entregar a Declaração de Ajuste Anual e o fizer após o prazo, estará sujeito à multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido nela apurado, ainda que integralmente pago.

• Tal multa tem como valor mínimo R$ 165,74 e como valor máximo 20% do IR devido.

• Após o término do prazo determinado, o contribuinte receberá uma notificação de multa, que é de 1% ao mês sobre o imposto devido, respeitando o valor mínimo de R$ 165,74 e o máximo de 20% do imposto de renda devido.

• O valor mínimo da multa aplica-se inclusive a todos os declarantes com ou sem imposto a pagar, podendo ser deduzido do valor a ser restituído ou adicionado ao imposto a pagar.

Imposto a pagar ou a restituir

• Os valores de imposto a pagar ou a restituir serão corrigidos por juros mensais (calculados pela taxa Selic), incidentes a partir de 29/4/2011 até o mês anterior ao do pagamento/recebimento, acrescidos de 1% no mês do pagamento/recebimento.

• Estima-se que o primeiro lote da restituição ocorrerá em meados de junho. Consulte o site da Receita Federal para informações sobre as restituições.

• Caso haja imposto a pagar, a primeira quota ou quota única deverá ser paga até 29/4/2011.

• O parcelamento do imposto poderá ser feito em até 8 quotas mensais, com vencimento no último dia útil de cada mês, observando o seguinte:

– Nenhuma quota deve ser inferior a R$ 50,00; – O imposto de valor total inferior a R$ 100,00 deve ser pago em uma única quota.

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Guia IR 2011 Indique sua Conta-corrente Itaú para crédito de sua restituição de IR. Banco Itaú
Indique sua Conta-corrente Itaú para crédito de sua restituição de IR. Banco Itaú agêncIa conta
Indique sua Conta-corrente Itaú para crédito de sua restituição de IR.
Banco Itaú
agêncIa
conta
341
xxxx
xxxxx-x
Caso tenha imposto a pagar, o Itaú lhe oferece a comodidade de cadastramento
do débito automático das quotas. Para isso, informe no programa gerador do IR
os números de banco (341), agência e conta-corrente. A formalização do débito automático
será apresentada no recibo da entrega da declaração.
Importante: a 1ª quota de IR a pagar poderá ser agendada se a declaração for entregue
até 31/3/2011. Após essa data, deverá ser paga por meio de DARF até 29/4/2011.
Antecipe sua Restituição de IR

O Itaú disponibiliza o Credipré IR 1 . Com ele, você poderá antecipar o valor da restituição de seu Imposto de Renda sem burocracia. Para usufruir essa conveniência, basta indicar sua Conta-corrente 2 Itaú para crédito de sua restituição.

Confira as vantagens:

• Poderá escolher o momento para utilizar o crédito de sua restituição.

• O crédito poderá ser utilizado como quiser, sem necessidade de comprovar a sua finalidade.

• O valor é creditado em sua conta-corrente na hora. • Para sua comodidade, na data de recebimento da restituição 3 , o débito ocorrerá automaticamente em sua conta-corrente, em uma única parcela, incluindo o valor do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

1. Sujeito à aprovação de crédito. 2. No ato da contratação, deverá ser apresentado o recibo de entrega, contendo banco, agência e conta-corrente para crédito. 3. Se a restituição não ocorrer em um dos lotes programados, será estabelecida uma data-limite.

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Guia IR 2011 Como declarar Veja a seguir orientações para você declarar suas aplicações financeiras e

Como declarar

Veja a seguir orientações para você declarar suas aplicações financeiras e fundos de investimento, consórcio, crédito imobiliário e previdência.

Importante: para clientes de origem Unibanco, serão apresentadas duas linhas, devido à alteração na Fonte Pagadora. Os rendimentos das duas linhas devem ser somados na declaração.

Aplicações financeiras e fundos de investimento

Rendimentos isentos e não tributáveis

São os valores referentes à Caderneta de Poupança e Letras Hipotecárias, cujos rendimentos devem ser transportados para a linha “Rendimentos de Caderneta de Poupança e Letras Hipotecárias”.

de Caderneta de Poupança e Letras Hipotecárias”. Rendimentos sujeitos à tributação exclusiva/definitiva

Rendimentos sujeitos à tributação exclusiva/definitiva

Apresenta os valores líquidos (rendimentos provenientes de aplicações financeiras: fundos de investimento, títulos de renda fixa CDB/RDB, operações compromissadas), capitalização (PIC), operações de Swap e os valores tributados dos resgates ou benefícios recebidos dos planos de previdência com opção de tributação regressiva definitiva. Os totais devem ser transportados para as linhas:

• “Rendimentos de Aplicações Financeiras” (renda fixa; fundos de investimento; fundos de investimento em quotas de fundos de investimento; fundos de ações ou de investimento em quotas de fundos de ações; e operações de Swap);

• “Outros” (benefícios líquidos resultantes da amortização antecipada, mediante sorteio, dos títulos de capitalização; benefícios recebidos e contribuições resgatadas relativas a planos de previdência complementar e o valor tributável recebido em decorrência de cobertura por sobrevivência em apólices de seguros de vida – VGBL).

o valor tributável recebido em decorrência de cobertura por sobrevivência em apólices de seguros de vida
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Guia IR 2011 Declaração de Bens e Direitos Devem ser relacionados os Bens e Direitos que,

Declaração de Bens e Direitos

Devem ser relacionados os Bens e Direitos que, no Brasil ou no exterior, constituíam, em 31/12/2010, seu patrimônio e o de seus dependentes.

Somente é obrigatória a declaração de contas-correntes, poupança e aplicações financeiras com saldos superiores a R$ 140,00 em 31/12/2010.

Importante: além dos saldos em conta-corrente e aplicações financeiras já mencionados no Informe Consolidado, devem ser declarados:

• Os bens imóveis, os veículos automotores, as embarcações e as aeronaves, independentemente do valor de aquisição. Para mais orientações relativas a imóveis, consulte o Manual de Preenchimento da Receita Federal;

• Os demais bens móveis – tais como antiguidades, obras de arte, objetos de uso pessoal e utensílios – cujo valor de aquisição unitário seja igual ou superior a R$ 5 mil;

• Os investimentos em participações societárias, em ações negociadas ou não em bolsa de valores, em ouro e em ativo financeiro cujo valor de aquisição unitário seja igual ou superior a R$ 1 mil.

Obs.: as aplicações em PGBL e FAPI não devem ser registradas na “Declaração de Bens e Direitos”, mas apenas em “Pagamentos e Doações Efetuados”, com os códigos 36 e 38, respectivamente.

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Guia IR 2011 Detalhamento dos critérios utilizados na elaboração dos dados da sua Declaração de IR

Detalhamento dos critérios utilizados na elaboração dos dados da sua Declaração de IR

• Fundos de Renda Fixa com Liquidez Diária (sem carência): saldo das quotas existentes em 31/12/2010 multiplicado pelo valor da quota da última tributação (a maioria ocorreu em 30/11/2010). Havendo aplicação após a última incidência de Imposto de Renda, o valor da aplicação foi adicionado ao saldo.

• Ações, Fundos de Ações e Títulos de Renda Fixa: a tributação ocorre somente na venda das ações, no resgate das quotas ou na distribuição dos lucros ou rendimentos; foram considerados os valores de aquisição das quotas, títulos ou aplicações.

• Fundos de Renda Fixa com Data de Aniversário:

a) Não havendo aplicação após o último aniversário em 2010, o saldo existente em 31/12/2010 é calculado multiplicando-se a quantidade de quotas pelo valor da quota do último aniversário;

b) Havendo aplicação após o aniversário, o valor da aplicação é adicionado ao saldo mencionado no item anterior.

• Fundos Mútuos de Privatização – FGTS – Petrobras e Vale do Rio Doce: para os fundos Petrobras FGTS e Fundos Vale do Rio Doce FGTS (incluindo os fundos FGTS Carteira Livre), as informações dependem da ocorrência ou não de resgate em 2010. Veja a seguir:

a) Não ocorrendo resgate: as informações não constam no “Informe de Rendimentos Financeiros”;

b) Ocorrendo resgate, com pagamento diretamente ao cotista:

b.1. No campo relativo a “Rendimentos Isentos”, foram informados os rendimentos oriundos da remuneração idêntica à do FGTS (TR + juros) e o valor principal sacado do FGTS;

b.2. No campo relativo a “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva”, foram informados os rendimentos provenientes do que exceder o valor isento (subitem de b.1. deduzindo-se o Imposto de Renda, se houver);

c) Ocorrendo resgate com retorno da aplicação ao FGTS (Caixa Econômica Federal): não há informação a declarar.

Previdência Itaú

“Pagamentos” (resgate e benefícios de renda)

Conforme a legislação em vigor, os planos de previdência devem estar atrelados a uma opção de tributação (Progressiva Compensável ou Regressiva Definitiva), que pode ocorrer no momento do resgate ou no recebimento de benefícios.

Sendo assim, a forma de declarar deve seguir as especificidades em cada um dos dois regimes:

1. Tributação Progressiva Compensável

Nos valores resgatados, a incidência de IR na fonte ocorre de forma antecipada à alíquota de 15%.

Importante: no caso de plano de previdência PGBL, planos tradicionais e FAPI, a alíquota de 15% é aplicada sobre o valor total do resgate. Para plano de previdência VGBL, essa alíquota é aplicada apenas no valor do rendimento resgatado.

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No recebimento de benefícios há incidência de imposto, conforme a Tabela Progressiva de IR. Os valores retidos e recolhidos a título de IR são compensados ou restituídos na sua Declaração de Ajuste Anual IR.

ou restituídos na sua Declaração de Ajuste Anual IR. ANTONIO COuTINHO 1 2 1 Rendimentos Este
ANTONIO COuTINHO 1 2 1 Rendimentos Este campo, além de exibir os valores resgatados em
ANTONIO COuTINHO
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1 Rendimentos
Este campo, além de exibir os valores resgatados em que incidiu a alíquota de
15% de IR, apresenta valores de benefícios recebidos nos quais há incidência
de alíquota de acordo com a tabela compensável, podendo chegar a até 27,5%.
2 Imposto na Fonte
Representa o imposto retido na fonte sobre os valores recebidos.

Como declarar Rendimentos e Imposto na Fonte

No campo “Rendimentos Tributáveis Recebidos de PJ pelo Titular”, informar o CNPJ e o nome da fonte pagadora.

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Informar os rendimentos recebidos de pessoa jurídica.

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Informar o imposto retido na fonte.

2. Tributação Regressiva Definitiva

Ao longo do tempo, as alíquotas do IR na fonte diminuem. No momento do resgate ou do recebimento de renda, a incidência de IR ocorre de forma definitiva e exclusiva na fonte, conforme a tabela abaixo:

Prazo de

Investimento

Alíquota de IR na fonte

Até 2 anos

De + 2 a 4 anos

De + 4 a 6 anos

De + 6 a 8 anos

De + 8 a 10 anos

Acima de

10 anos

35%

30%

25%

20%

15%

10%

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Guia IR 2011 ANTONIO COuTINHO 1 1 Rendimentos Líquidos Apresenta os valores tributados dos resgates ou
ANTONIO COuTINHO 1
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1 Rendimentos Líquidos Apresenta os valores tributados dos resgates ou benefícios recebidos de acordo com
1 Rendimentos Líquidos
Apresenta os valores tributados dos resgates ou benefícios recebidos de acordo
com a tabela da Tributação Regressiva Definitiva.

Como declarar:

Rendimentos Líquidostabela da Tributação Regressiva Definitiva. Como declarar: Transportar esses valores para o campo “Rendimentos

Transportar esses valores para o campo “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva” da sua declaração.

Rendimentos Isentos e Não Tributáveis

Os valores de rendimentos isentos e não tributáveis pagos a título de Resgates, Benefícios e Devoluções de Fundo serão exibidos conforme abaixo:

ANTONIO COuTINHO 1
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Como declarar:

Rendimentosexibidos conforme abaixo: ANTONIO COuTINHO 1 Como declarar: Os valores de rendimentos isentos devem ser lançados

Os valores de rendimentos isentos devem ser lançados no campo “Rendimentos isentos e não tributáveis” da sua declaração.

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Guia IR 2011 “Contribuições” de seus planos de Previdência PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), Planos

“Contribuições” de seus planos de Previdência

PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), Planos Tradicionais, FAPI (Fundo de Aposentadoria Programada Individual) e Proteção Familiar (exceto cobertura pecúlio).

Os saldos de FAPI, PGBL e planos tradicionais não devem ser lançados na Declaração de Bens e Direitos.

As somas das contribuições feitas nesses planos são dedutíveis da base de cálculo de Imposto de Renda até o limite de 12% de sua renda bruta tributável anual, conforme legislação em vigor. Essa dedução só poderá ser feita se for utilizado o modelo completo de Declaração de IR.

Importante: essa dedução está condicionada ao recolhimento de contribuições para o regime geral de previdência social ou, quando for o caso, para o regime próprio de previdência social dos servidores públicos. Caso você receba benefícios de aposentadoria ou pensão concedidos pelo regime geral da previdência social ou pelo regime próprio dos servidores públicos, a dedução das contribuições à previdência privada não está condicionada à contribuição ao regime geral de previdência social nem ao regime próprio dos servidores públicos.

social nem ao regime próprio dos servidores públicos. ANTONIO COuTINHO 1 1 Contribuições/Valor Pago:
ANTONIO COuTINHO 1 1 Contribuições/Valor Pago: Apresenta a soma das contribuições mensais e/ou aportes dedutíveis
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Contribuições/Valor Pago:
Apresenta a soma das contribuições mensais e/ou aportes dedutíveis
realizados ao longo do ano.

Como declarar:

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Contribuições/Valor Pago

Lançar os valores no campo “Pagamentos e Doações Efetuados”:

• Planos tradicionais, Proteção Familiar (exceto pecúlio) e PGBL – informar no código 36 – “Contribuições a Entidades de Previdência Privada”.

• Fundo de Aposentadoria – FAPI, informar no código 38 – “FAPI – Fundo de Aposentadoria Programada Individual”.

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Guia IR 2011 “Saldos” de seus planos de Previdência VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e

“Saldos” de seus planos de Previdência

VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e Proteção Familiar (cobertura pecúlio)

As contribuições feitas nesses planos não são dedutíveis da base de cálculo do Imposto de Renda e por isso não são apresentadas no informe de rendimentos.

por isso não são apresentadas no informe de rendimentos. ANTONIO COuTINHO 1 1 Saldos em 31/12/2009
ANTONIO COuTINHO 1 1 Saldos em 31/12/2009 e saldos em 31/12/2010 Representa o saldo remanescente
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Saldos em 31/12/2009 e saldos em 31/12/2010
Representa o saldo remanescente de todos os investimentos mensais ou aportes efetuados
no VGBL. Esse é o saldo nominal, não levando em consideração a rentabilidade do produto.

Como declarar:

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Saldos em 31/12/2009 e Saldos em 31/12/2010

Transportar as informações para o campo “Bens e Direitos” da sua declaração com o código correspondente a “Outros Bens e Direitos”, a fim de demonstrar a evolução patrimonial.

Planos de previdência para jovens

As contribuições mensais e os aportes efetuados para os Planos Tradicionais e PGBL para jovens podem ser deduzidos até o limite de 12% da renda bruta tributável anual do declarante, se o titular do plano for o seu dependente econômico. O declarante deve ser contribuinte do regime geral de previdência social ou do regime próprio de previdência dos servidores públicos. Caso o dependente econômico seja maior de 16 anos de idade, a dedução ainda fica condicionada ao recolhimento de contribuições em nome do menor ao regime geral de previdência social ou ao regime próprio dos servidores públicos.

Importante: os investimentos mensais e os aportes efetuados para o VGBL para jovens não são dedutíveis da base de cálculo do Imposto de Renda.

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Guia IR 2011 Consórcio Itaú Caso você possua um Consórcio de Imóveis e/ou de Veículos no

Consórcio Itaú

Caso você possua um Consórcio de Imóveis e/ou de Veículos no Itaú, utilize os dados do informe específico enviado pela Itaú Administradora de Consórcios para informá-los na “Declaração de Bens

e Direitos”. Basta criar um item na “Declaração de Bens e Direitos” com os dados abaixo:

Consórcio não contemplado ou contemplado e não faturado

Código

95

Localização

Brasil

Discriminação

Situação

em 31/12/2009

Situação

em 31/12/2010

Informar o tipo de quota (carro, moto ou imóvel) adquirida junto à ltaú Administradora de Consórcio Ltda., CNPJ: 00.000.776/0001-01, grupo/quota e o número de parcelas pagas/a pagar.

Declarar o valor total pago acumulado até 31/12/2009.

Declarar o valor total pago acumulado até 31/12/2010.

Consórcio contemplado e faturado em 2010 1

Específico do bem adquirido

Brasil

Informar os dados do bem objeto do contrato, a informação de alienação do bem à Itaú Administradora de Consórcio Ltda., o grupo, a quota e o seu saldo devedor.

O valor deve ser R$ 0,00, pois o bem foi adquirido só em 2010.

Declarar o total pago acumulado até 31/12/2010, acrescido de eventuais recursos próprios utilizados para aquisição do bem.

95

Brasil

Informar o tipo de quota (carro, moto ou imóvel) adquirida junto à ltaú Administradora de Consórcio Ltda., CNPJ: 00.000.776/0001-01, grupo/quota e o número de parcelas pagas/a pagar.

Declarar o valor total pago acumulado até 31/12/2009.

Declarar o valor igual a zero.

Consórcio contemplado e faturado anteriormente a 2010

Específico do bem adquirido

Brasil

Informar os dados do bem objeto do contrato, a informação de alienação do bem à Itaú Administradora de Consórcio Ltda., o grupo, a quota e o seu saldo devedor.

Declarar o total pago acumulado até 31/12/2009.

Declarar o total informado em 2009, acrescido das parcelas pagas em 2010.

1. Criar dois itens na “Declaração de Bens e Direitos” com os respectivos dados constantes na tabela.

Empréstimos pessoais e financiamentos de veículos

A declaração em “Dívidas e Ônus Reais” é obrigatória para valores iguais ou superiores a R$ 5 mil.

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Dívida e Ônus ReaisGuia IR 2011 Estão discriminados a relação dos empréstimos pessoais contratados, os códigos da dívida e

Guia IR 2011 Dívida e Ônus Reais Estão discriminados a relação dos empréstimos pessoais contratados, os

Estão discriminados a relação dos empréstimos pessoais contratados, os códigos da dívida e os respectivos saldos. Essas informações devem ser transportadas para o quadro “Dívidas e Ônus Reais” da sua declaração.

Situação em 31 de dezembroo quadro “Dívidas e Ônus Reais” da sua declaração. Está apresentado o somatório das parcelas dos

Está apresentado o somatório das parcelas dos empréstimos pessoais (principal + encargos) a vencer após 31/12/2009 e 31/12/2010, respectivamente.

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3
3
3
3

Declaração de Bens e Direitos

Se você possuir financiamento de veículo no Itaú unibanco, será apresentado em “Situação em 31 de dezembro” o somatório das parcelas (principal + encargos) pagas desde a data da contratação até 31/12/2009 e 31/12/2010.

Importante: o valor da entrada pago diretamente pelo cliente ao fornecedor do veículo deverá ser somado a esses valores. Essas informações devem ser transportadas para o quadro “Bens e Direitos” da sua declaração.

Utilização de Limite de Cheque Especial

Caso você tenha utilizado seu limite de Cheque Especial (LIS) em 31/12/2010 num valor superior

a R$ 5 mil, deverá declarar o saldo devedor em “Dívidas e Ônus Reais”, informando o código

11- Estabelecimento bancário comercial, discriminando a natureza da dívida (saldo devedor em c/c),

o nome do Banco Itaú S.A. e o CNPJ 60.701.190/0001-04.

Crédito imobiliário Itaú

Caso você possua o Crédito Imobiliário Itaú, deverá usar o informe específico enviado pelo Itaú Unibanco S.A. para preencher o item “Declaração de Bens e Direitos”. Veja as orientações para duas situações:

Crédito imobiliário sem uso do FGTS

Indicar o código do bem (apartamento, casa, etc.) correspondente ao financiamento e indicar no campo “Discriminação”:

a) Endereço;

b) Número do registro;

c) Data e forma de aquisição (Sistema Financeiro de Habitação ou Taxas de Mercado Carteira Hipotecária);

d) Informações sobre condôminos e usufruto, se for o caso.

No item “Situação em 31/12/2010”, deve ser informado o valor declarado no ano anterior acrescido dos valores pagos em 2010 (prestações pagas, incluindo renegociações e amortizações com recursos próprios).

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Guia IR 2011 Crédito imobiliário com uso do FGTS Indicar o código do bem (apartamento, casa,

Crédito imobiliário com uso do FGTS

Indicar o código do bem (apartamento, casa, etc.) correspondente ao financiamento e indicar no campo “Discriminação”, além das informações descritas nos itens acima (a,b,c e d), a utilização de recursos oriundos do FGTS na aquisição/quitação do imóvel.

No item “Situação em 31/12/2010”, além do valor declarado no ano anterior acrescido dos valores pagos em 2010, informar também o valor do FGTS utilizado. Nessa situação, é necessário indicar também o valor do FGTS recebido no campo “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, item “Indenizações por Rescisões de Contrato de Trabalho, Inclusive a Título de PDV, e por Acidente de Trabalho; e FGTS”, de forma a justificar o aumento patrimonial.

Indenização

Em ambos os tipos de enquadramento do financiamento, havendo indenização da Seguradora, esse valor deverá ser acrescido e também informado no campo “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, item “Capital das Apólices de Seguro ou Pecúlio Pago por Morte do Segurado, Prêmio de Seguro Restituído em Qualquer Caso e Pecúlio Recebido de Entidades de Previdência Privada em Decorrência de Morte ou Invalidez Permanente”.

Tributação de dividendos, juros de capital e atualização

Os dividendos são isentos de Imposto de Renda e os juros de capital próprio são tributados exclusivamente na fonte à alíquota de 15%. Deverão ser informados, além dos valores recebidos pelo titular e dependentes, a título de lucros e dividendos, o CNPJ e o nome da fonte pagadora.

Atualizações monetárias sobre dividendos e juros de capital próprio são tributados exclusivamente na fonte em função dos prazos, às seguintes alíquotas:

Prazo de Permanência dos Recursos

Alíquota

Até 180 dias

22,5%

De 181 a 360 dias

20%

De 361 a 720 dias

17,5%

Acima de 720 dias

15%

Juros de capital creditados e não pagos

Sempre que houver, no Informe de Rendimentos enviado pela fonte pagadora dos juros de capital, valores sob a rubrica “juros de capital creditados e não pagos”, o contribuinte deverá lançar esses valores, já líquidos de IR, em sua “Declaração de Bens e Direitos”, a título de “valores a receber de pessoas jurídicas”. Os rendimentos tributados e isentos devem ser lançados no campo próprio da declaração de rendimentos para justificar o aumento patrimonial.

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