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AÇOS PARA TRABALHO A QUENTE Composição Química: Similares: Propriedades Físicas: Cores de Identificação:

AÇOS PARA TRABALHO A QUENTE

AÇOS PARA TRABALHO A QUENTE Composição Química: Similares: Propriedades Físicas: Cores de Identificação:

Composição Química:

Similares:

Propriedades Físicas:

Cores de Identificação:

Características:

Estado de fornecimento:

Aplicações:

Recomendações para melhorar a vida útil das ferramentas:

Alívio de tensões:

Têmpera:

TENAX 300

C

Si

Cr

Mo

V

0,36

0,30

5,00

1,40

0,40

AISI H11 modificado (com teor de Si reduzido), DIN 1.2343 modificado

Densidade a 20 ºC=7,85 kg/dm 3

Condutividade térmica a

20 ºC

350 ºC

700 ºC

(W/mK)

28,7

30,0

32,4

Expansão Térmica

Intervalo de

temperatura (°C)

20-100

20-200

20-300

20-400

20-500

20-600

Coef. exp. térm. (10 -6 m/mk)

10,5

10,7

11,0

11,3

11,7

12,1

Preto - Lilás - Preto

O TENAX 300 caracteriza-se por um aço ferramenta para trabalho a quente com

tenacidade muito superior aos aços do mesmo tipo (série H), possui energia de impacto superior a 300J em corpos de prova tratados para 44 e 46 HRC, apresentando, também, superior condutividade térmica. Possui também boa resposta à nitretação e ao polimento e admite refrigeração por água. Indicado principalmente para aplicações que exijam resistência à formação e propagação de tricas térmicas e mecânicas, nas quais a tenacidade é propriedade determinante para a vida da ferramenta.

Recozido, com dureza máxima de 230 HB.

Moldes e componentes para fundição sob pressão de ligas de alumínio e outras ligas não ferrosas, como zinco, estanho e chumbo. Matrizes para extrusão de ligas de alumínio, latão e ligas de magnésio. Matrizes e punções para forjamento, incluindo aplicações de recalque a quente e insertos. Também adequado para o uso em moldes de injeção de termoplásticos não clorados, devido ao seu alto grau de polimento, e para facas a quente.

Pre-aquecer lentamente entre 200 e 300 ºC antes de iniciar a operação. Efetuar alívios de tensões periódicos ao longo da vida da ferramenta.

Deve ser realizado após usinagem e antes da têmpera. O alívio de tensões é necessário em peças com gravuras e perfis, nas quais a retirada de material tenha

sido superior a 30%, a fim de minimizar as distorções durante a têmpera. O procedimento de alívio deve envolver aquecimento lento até temperaturas entre 500 e 600 ºC e resfriamento em forno até a temperatura de 200 ºC. Se aplicado após o trabalho, o alívio de tensões deve ser realizado em uma temperatura 50 ºC inferior a temperatura do último revenimento.

O aquecimento para têmpera deve ser entre 1010 e 1030°C, sendo recomendado

1010ºC para majorar a tenacidade e 1030ºC para majorar a resistência a quente. A

Jun/2010

AÇOS PARA TRABALHO A QUENTE Revenimento: Curva de Revenimento: Nitretação: Eletroerosão: TENAX 300 escolha da

AÇOS PARA TRABALHO A QUENTE

AÇOS PARA TRABALHO A QUENTE Revenimento: Curva de Revenimento: Nitretação: Eletroerosão: TENAX 300 escolha da

Revenimento:

Curva de

Revenimento:

Nitretação:

Eletroerosão:

TENAX 300

escolha da temperatura ideal deve considerar também aspectos do projeto e detalhes do acabamento das ferramentas. O ciclo de aquecimento deve prever partamares de pré-aquecimento, em conformidade com o dimensional da peça. Resfriar em:

a) Câmara pressurizada de fornos à Vácuo.

b) Óleo apropriado com agitação e aquecido entre 40 e 70 °C.

c) Banho de sal mantido entre 500 e 550 ºC.

As ferramentas devem ser revenidas imediatamente após a têmpera, tão logo atinjam 60 ºC. Fazer, no mínimo, 2 revenimentos e entre cada revenimento as peças devem resfriar lentamente até a temperatura ambiente. Temperaturas de revenimento 550 e 650 ºC, conforme a dureza desejada (curva abaixo). O tempo de cada revenimento deve ser, de no mínimo, 2 horas. Para peças maiores que 70 mm, deve-se calcular o tempo em função de sua dimensão. Considerar 1 hora para cada polegada de espessura.

56 54 52 50 48 46 44 42 40 38 350 400 450 500 550
56
54
52
50
48
46
44
42
40
38
350
400
450
500
550
600
650
700
Dureza (HRC)

Temperatura de Revenimento (°C)

Curva obtida após tratamento térmico em corpos de prova de 20 x 20 mm 2 .

Recomendada quando são requeridos altos níveis de dureza superficial e resistência à abrasão. Deve ser realizada após a têmpera e revenimento, desde que a temperatura de nitretação seja no mínimo 50 ºC inferior à temperatura do último revenimento.

Quando utilizada a eletroerosão nos moldes ou matrizes tratados, recomenda-se remover a camada superficial alterada (camada branca) com rebolo de grana fina. Revenir novamente a peça em uma temperatura 50 ºC abaixo do último revenimento realizado.

Jun/2010

Nota: Todas as informações apresentadas são apenas orientativas. Elas não têm relação com garantias de propriedades específicas.