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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ- UFPI CAMPUS SENHADOR HELVÍDIO NUNES DE BARROS- PICOS GRADUAÇÃO EM SISTEMAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ- UFPI CAMPUS SENHADOR HELVÍDIO NUNES DE BARROS- PICOS GRADUAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DISCIPLINA: ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES PROF: Mst FRANK CÉSAR LOPES VÉRAS

DE COMPUTADORES PROF: Mst FRANK CÉSAR LOPES VÉRAS Maria Viviane de Araújo Sousa Graduanda em Sistemas

Maria Viviane de Araújo Sousa Graduanda em Sistemas de Informação- UFPI

Conjunto de instruções multimídia para processadores de proposito geral

O artigo Conjunto de instruções multimídia para processadores de proposito

geral, aborda, fundamenta e explica o processo de desenvolvimentos de instruções multimídias, assim como suas características e evoluções até o padrão de qualidade atual atuantes em processadores de uso geral. O proposito era atender a demanda que

surgiu com a introdução de instruções especifica com aplicações de áudio, vídeo e gráficos 3D prendendo cada vez mais os usuários. Usando do paralelismo dos microprocessadores e banco de registradores as instruções gráficas foram logo sucedidas por decodificações de vídeos abrangendo as tecnologias 3D’s.

O grande impasse na construção das instruções de multimídia concentravam-se

na mutação aos quais as aplicações desse tipo sofriam. O processamento a 8 ou 16 bits como geralmente são essas instruções, permitiam e obrigatoriamente viabilizava empacotamentos e desempacotamentos de instruções nos registradores já que as aplicações estão em um nível de 32 a 64 bits, foi necessário o melhor uso do paralelismo possível, seja por ganho de processamento ou qualidade da mídia. As instruções de multimídia aplicadas a inteiros possuem variações de largura de dados, e as devidas especificações e extensões devem atender a casos de overflow ou underflow usando de instruções de empacotamento e desempacotamento de acordo com a necessidade, ou usando de outras instruções implementadas no conjunto de instruções. Em processamento de imagens por exemplo, em uma soma de brilhos de pixels, caso o valor total exceda o máximo representável de desejável que o total retornado pela

operação seja o brilho máximo e não o resto da divisão do total pelo número pelo máximo, saturação. Comportamento nada desejável em muitas aplicações multimídia. A multiplicação de elementos particionados, envolve os elementos empacotados usa de um numero elevado de clock’s e tem resultados maiores que os operandos fontes, elas possuem diferentes implementações em todas as arquiteturas de conjunto de instruções de multimídia. Nesse caso não seria possível o compartilhamento entre o banco de registradores multimídia e inteiro. As operações de comunicação de dados, outro tipo de instrução multimídia, organizam palavras particionadas com os registradores e são responsáveis pela qualidade do produto. A maioria das aplicações de ponto flutuante para multimídia trabalha com dados de precisão simples (32 bits), ou precisão dupla (64 bits). Todas as extensões multimídia iniciaram com suporte apenas para dados de precisão simples. A primeira dar suporte a precisão dupla foi a SSE2 da Intel. As operações de memória para multimídia são apenas Load e Store. Não utiliza-se referência a memória em nenhuma instrução de nenhum dos conjuntos de instrução

multimídia apresentados. O tipo mais comum de leitura e escrita são os sequenciais, indicados apenas pelo endereço do dado a ser lido/escrito e seu tamanho. O artigo abordado apresenta um embasamento sobre conjunto de instruções multimídia em computadores de proposito geral, evolução dos conjuntos, assim como divisão das classes de expansões multimídia, quanto ao banco de registradores que utiliza do paralelismo na eficiência dos processamentos específicos de imagens, hoje o padrão de qualidade usado é o ultimo lançamento da intel SSE, que se destacou dos desamais desde seu lançamento.

Referência Bibliográficas

[1] Menocci Cappabianco Fábio Augusto, Conjunto de Instruções Multimídia em Processadores de Propósito Geral.