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FEBRE AMARELA NATHALIA VASCONCELOS MAT: 2007204106-11
FEBRE
AMARELA
NATHALIA VASCONCELOS
MAT: 2007204106-11
Febre Amarela Introdução Distribuição geográfica Histórico Agente etiológico Hospedeiros Ciclos
Febre Amarela
Introdução
Distribuição geográfica
Histórico
Agente etiológico
Hospedeiros
Ciclos epidemiológicos
Períodos de incubação
Período de transmissibilidade
Suscetibilidade
Quadro clínico
Diagnóstico laboratorial
Tratamento
Imunização
Vigilância epidemiológica
Introdução - Descrição: Doença infecciosa febril aguda, transmitida por vetores artrópodes, que possui dois
Introdução
- Descrição: Doença infecciosa febril
aguda, transmitida por vetores artrópodes, que
possui dois ciclos epidemiológicos distintos (silvestre
e urbano). Reveste-se da maior importância
epidemiológica, por sua gravidade clínica e
elevado potencial de disseminação em áreas
urbanas. (Guia da Vigilância Epidemiológica)
Distribuição Geográfica FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Distribuzione_geografica_della_f
Distribuição Geográfica
FONTE:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Distribuzione_geografica_della_f
ebbre_gialla_da_CDC.gif
Histórico - Acredita-se que esta doença é originária da África e trazida às Américas por
Histórico
- Acredita-se que esta doença é
originária da África e trazida às Américas por
intermédio dos navios que faziam as viagens
transatlânticas;
- Em 1848, Nott, em 1854, Louis Daniel
Beauperthuy e em 1881, Carlos Finlay,
defenderam a ideia da transmissão ser feita
através de um vetor.
- Em 1909, os Drs. Reed, Carroll, Lazear
e Agramonte demonstraram
experimentalmente a transitividade através
do mosquito Aedes aegypti.
Histórico no Brasil - 1685: Primeira epidemia de febre amarela no Brasil, em Recife/PE; -
Histórico no Brasil
- 1685: Primeira epidemia de febre
amarela no Brasil, em Recife/PE;
-
campanha contra
1901:
Emilio
Ribas
inicia
primeira
a
doença
adotando
medidas contra o Aedes Aegypti;
- 1903: Oswaldo Cruz Diretor-Geral de
Saúde Pública cria o Serviço de Profilaxia
da Febre Amarela;
Histórico no Brasil - 1909: Elimina a febre amarela da capital federal; - 1919: Surtos
Histórico no Brasil
-
1909:
Elimina
a
febre
amarela
da
capital
federal;
- 1919: Surtos no nordeste do país e instala-se o
Serviço Anti-amarílico em Recife;
- 1928: Nova epidemia no Rio de Janeiro. Nova
campanha de combate ao mosquito;
- 1937: Criada a vacina contra febre amarela;
Histórico no Brasil - 1938: É demonstrado que os mosquitos silvestres Haemagogus são transmissores da
Histórico no Brasil
- 1938: É demonstrado que os mosquitos silvestres
Haemagogus são transmissores da forma silvestre da
doença;
-
1942:
Últimos
3
casos
registrados
de
febre
amarela urbana no país. Acre.
-
1955:
O
Aedes aegypti é eliminado
pela
primeira vez do Brasil;
- 1967: Reintrodução do mosquito na cidade de
Belém;
Histórico no Brasil - 1973: O Aedes aegypti é eliminado do país pela segunda vez;
Histórico no Brasil
- 1973: O Aedes aegypti é eliminado do país
pela segunda vez;
-
1976:
Reaparecimento
do
mosquito
em
Salvador;
Agente etiológico É um arbovírus (vírus transmitido por artrópodes vetores), pertencente ao gênero Flavivirus,
Agente etiológico
É um arbovírus (vírus transmitido por artrópodes
vetores), pertencente ao gênero Flavivirus, família
Flaviviridae.
FONTE: http://www.sciencephoto.com/media/121927/view
Hospedeiros Na febre amarela silvestre , os primatas não humanos (macacos) são os principais hospedeiros
Hospedeiros
Na febre amarela silvestre , os primatas não
humanos (macacos) são os principais hospedeiros e a
transmissão ocorre a partir de vetores silvestres, os
mosquitos Haemagogus, que são reservatórios.
Na febre amarela urbana, o homem é o único
hospedeiro e a transmissão se dá a partir de vetores
urbanos infectados, ou o Aedes aegypti, que também
é um reservatório.
Ciclo epidemiológico FONTE: http://sanidaderural.blogspot.com.br/2010/04/febre-amarela- serie-situacao.html
Ciclo epidemiológico
FONTE: http://sanidaderural.blogspot.com.br/2010/04/febre-amarela-
serie-situacao.html
Período de incubação De 3 a 6 dias, após a picada do mosquito infectado. Período
Período de incubação
De
3
a
6
dias, após a picada
do mosquito
infectado.
Período extrínseco de incubação
É o tempo entre a infecção do mosquito vetor e
o momento a partir do qual ele se torna infectante. Esse
período é de 9 a 12 dias, em média, mas é
inversamente proporcional a temperatura.
Período de transmissibilidade O período que o homem pode infectar os mosquitos transmissores é de
Período de transmissibilidade
O período que o homem pode infectar os
mosquitos transmissores é de no máximo 7 dias, e vai
desde 1 a 2 dias antes do aparecimento dos sintomas,
a 3 a 5 dias, após o início da doença.
Suscetibilidade e imunidade A suscetibilidade é universal. A infecção confere imunidade permanente. Os filhos de
Suscetibilidade e imunidade
A suscetibilidade é universal.
A infecção confere imunidade permanente. Os
filhos de mães imunes podem apresentar imunidade
passiva e transitória durante 6 meses. A imunidade
conferida pela vacina dura 10 anos.
Quadro clínico
Quadro clínico
Diagnóstico laboratorial - Virológico: - Isolamento do vírus - Detecção dos antígenos - Sorológico: -
Diagnóstico laboratorial
-
Virológico:
- Isolamento do vírus
- Detecção dos antígenos
- Sorológico:
- Mac-Elisa
- Histopatológico:
- Post-mortem
Tratamento Não existe tratamento específico. É apenas sintomático, com cuidadosa assistência ao paciente que, sob
Tratamento
Não existe tratamento específico. É apenas
sintomático, com cuidadosa assistência ao paciente
que, sob hospitalização, deve permanecer em repouso,
com reposição de líquidos e das perdas sanguíneas,
quando indicado. Nas formas graves, o paciente deve
ser atendido em uma unidade de terapia intensiva, o
que reduz as complicações e a letalidade.
Imunização A vacina contra febre amarela é a medida mais importante para prevenção e controle
Imunização
A vacina contra febre amarela
é a medida mais importante para
prevenção e controle da doença.
Produzida no Brasil desde 1937, pelo
Instituto de Tecnologia em
Imunobiológicos Bio-Manguinhos, é da
cepa 17DD, sendo constituída por vírus
vivos atenuados, derivados de uma
amostra africana do vírus amarílico
selvagem. Apresenta eficácia acima
de 95%.
Imunização
Imunização
Imunização
Imunização
Vigilância epidemiológica Objetivos: • Reduzir a incidência da febre amarela silvestre. • Impedir a
Vigilância epidemiológica
Objetivos:
Reduzir a incidência da febre amarela silvestre.
Impedir a transmissão urbana.
Detectar
oportunamente
a
circulação
viral
para
orientar as medidas de controle.
Vigilância epidemiológica
Vigilância epidemiológica
Vigilância epidemiológica
Vigilância epidemiológica
Resumindo
Resumindo
Lembre-se
Lembre-se
Bibliografia • Ministério da Saúde. Guia da Vigilância Epidemiológica. 7ª Edição. 2009 - Brasília/DF
Bibliografia
Ministério
da
Saúde.
Guia
da
Vigilância
Epidemiológica. 7ª Edição. 2009 - Brasília/DF
Ministério
da
Saúde.
Manual
da
Vigilância
Epidemiológica de Febre Amarela.1999 - Brasília/DF
www.fiocruz.br