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Regulamento Interno AAPEL – Ponte de Lima

AAPEL
Associação dos Amigos da Pessoa Especial
Limiana

Regulamento Interno

Ponte de Lima, Dezembro de 2008


Regulamento Interno AAPEL – Ponte de Lima

Objectivos do actual Regulamento Interno

O presente documento pretende ser apenas uma orientação e


informação aos sócios e utentes, nesta fase de constituição da
Associação dos Amigos da Pessoa Especial Limiana. Será
posteriormente actualizado alargando-se a todas as suas áreas
de funcionamento.
Regulamento Interno AAPEL – Ponte de Lima

Artigo 1º

Definição Geral

“A ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA PESSOA ESPECIAL LIMIANA – AAPEL”,

é uma Associação Particular de Solidariedade Social, com sede no Espaço Internet, Av.

António Feijó, em Ponte de Lima

Artigo 2º

Objecto e âmbito da AAPEL

1) A ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA PESSOA ESPECIAL LIMIANA-AAPEL,

tem por objecto a dedicação ao apoio social de pessoas portadoras de multideficiência.

2. O seu âmbito de acção é de nível nacional.

Artigo 3º

Inscrição dos utentes

A Inscrição dos candidatos é feita junto do técnico responsável pela Associação


através da avaliação da situação, dos candidatos e entrevista aos seus representantes
legais.
No acto de inscrição, todos os candidatos deverão apresentar os seguintes documentos:

a) Bilhete de Identidade
b) Cartão de Contribuinte
c) Cartão de Beneficiário
d) Cartão de Utente
e) Boletim de Vacinas actualizado
f) Documentos comprovativos dos rendimentos do agregado familiar
g) Documentos comprovativos da renda de casa ou prestação mensal devido a
empréstimo de habitação.
h) Despesas comprovativas de outros encargos mensais fixos, nomeadamente
luzem, água, gás.
i) Outros documentos considerados necessários.
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Artigo 4º

Condições de Admissão

Os candidatos à utilização desta Instituição serão admitidos com as seguintes condições:

a) Multideficientes que terminam a escolaridade obrigatória e não possuem meios


de dar continuidade ao seu desenvolvimento.

b) Multideficientes sem retaguarda familiar, que lhes garanta os recursos materiais


e humanos mínimos de apoio à sua condição.

c) Multideficientes noutras situações passíveis de avaliação.

Será dada prioridade de admissão aos candidatos do Concelho de Ponte de Lima.

Nos termos da legislação em vigor, deverá ser elaborado por escrito um contrato entre o
utente, ou seu representante legal, e a Instituição.

Artigo 5º

Lista de Espera

Não sendo possível a admissão por inexistência de vagas, o candidato será


imediatamente colocado em lista de espera e informado desta situação.

Artigo 6º

Horário de funcionamento

A Instituição funcionará no seguinte horário:

a) Segunda-feira a Sexta-feira das 8:00h às 20:00horas, durante todo o ano.

b) Dentro deste horário, cada utente poderá optar pelo período de tempo que mais
lhe convier, o que ficará registado no seu processo.
Regulamento Interno AAPEL – Ponte de Lima

c) Sempre que houver alteração de horário, o utente deverá avisar a Instituição com
uma semana de antecedência.

Artigo 7º

Actividades

- A AAPEL organizará um calendário anual de oferta de actividades terapêuticas e


ocupacionais.

- Cada utente é livre de participar em todas as actividades que se adaptem á sua


condição.

- A deslocação dos utentes aos diferentes locais de realização das actividades está
condicionada á disponibilização de auxiliares e transportes.

- Os utentes que, por algum motivo, não podem frequentar as actividades previstas,
ficarão na Instituição acompanhados por elementos responsáveis.

Artigo 8º

Direitos dos Utentes

São direitos dos utentes:

a) A utilização dos serviços e equipamentos disponíveis na Instituição.

b) Igualdade de tratamento, independentemente da raça, religião, nacionalidade,


idade, sexo, condição social e tipo de deficiência.

c) Ser tratado em condições próprias de higiene, segurança e alimentação.

d) Participar sempre que possível nas actividades socioculturais e recreativas


promovidas pela Instituição.
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Artigo 9º

Deveres do utente

São deveres do utente:

a) Aceitar e cumprir rigorosamente as regras da Instituição.

b) Respeitar todos os funcionários e dirigentes da Instituição.

c) Pagar de forma pontual a comparticipação a que está obrigado.

Artigo 10º

Deveres dos Auxiliares/Funcionarios

São deveres dos Funcionários/Auxiliares desta Instituição:

a) O relacionamento adequado para com os diferentes tipos de utentes.

b) O cumprimento do horário estipulado.

c) O ajuste de horários sempre que o serviço obrigue.

d) O cumprimento de todas as tarefas que lhe forem solicitadas

e) O gozo de férias estipulado por lei, de acordo com o funcionamento da


Instituição.

Artigo 11º

Direitos dos auxiliares/Funcionários

São direitos dos Funcionários/Auxiliares desta Instituição:

a) A informação completa da situação sanitária de cada utente.

b) A compensação horária de acordo com a lei, mediante os ajustes referidos no


artigo anterior.

c) O pagamento pontual do salário estipulado.


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Artigo 12º

Admissão de sócios

Podem ser sócios pessoas singulares maiores de 18 anos e as pessoas colectivas.

Haverá duas categorias de associados:

1. Honorários – as pessoas que, através de serviços ou donativos, dêem


contribuição especialmente relevante para a realização dos fins da Instituição.

2. Efectivos – as pessoas que se proponham colaborarem na realização dos fins da


associação obrigando-se ao pagamento da jóia e quota mensal.

Artigo 13º
Valor da quota

a) Os sócios efectivos pagarão uma quota semestral de 10€ (dez euros).

b) O pagamento deverá ser realizado nos meses de Junho e Dezembro.

c) Os sócios fazem a sua inscrição através do preenchimento de uma ficha própria,


onde registam a forma de pagamento que pretendem utilizar.
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