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1. Resumo O seguinte relat ório tem o objetivo de apresentar os resultados obtidos ap ó s as pr á ticas laboratoriais realizadas em ratos albinos machos da ra ç a Wistar, com idade entre 63 e 84 dias e ing ê nuos experimentalmente, cujas caracter í sticas ser ão detalhadas ao longo deste relat ório, sendo estes tr ê s experimentos correlacionados: (1) observa çã o do n í vel operante dos sujeitos, (2) treino destes ao bebedouro e (3) modelagem dos mesmos. Para tal, os sujeitos foram privados de á gua por 36 horas. Os experimentos foram realizados no laborat ó rio Fred. Keller da Faculdade de Filosofia, Ci ê ncias e Letras de Ribeir ão Preto, S ã o Paulo, (FFCLRP­USP), a partir da sua observa çã o dentro de caixas operantes, tamb é m chamadas de caixa de Skinner.

2. Introdu ção

O objetivo deste rel á torio é evidenciar como o processo de aprendizagem comportamental pode se dar at é mesmo em organismos simples 1 . Por é m, para tal, é necess á rio enquadrar os tipos de experimentos realizados dentro de um campo teó rico capaz de abarc á ­ los.

A teoria pela qual analisaremos os experimentos baseia­se no Behaviorismo ou Aná lise Comportamental e iniciou­se na tentativa de desenvolvimento de uma abordagem mais objetiva, com maior distanciamento entre o pesquisador e o objeto para os estudos do comportamento, em contraponto à psicologia introspectiva de Wundt e Willian James. Temos com Watson em 1913 esta virada metodol ó gica e passamos a descrever os processos comportamentais em termos de unidade estí mulo e resposta, que geram forma ção e integra ção de h ábitos. Esta abordagem, por é m, estabelece uma rela ção mecanicista entre estí mulo e resposta, ou seja, entre causa e efeito. Na cr í tica a essa abordagem, aparece a teoria do Behaviorismo Radical de B. F. Skinner, influenciada pelos experimentos realizados em animais pela Gestalt e aqueles realizados pelo pró prio Watson. Dentro desta teoria temos o desenvolvimento do modelo de sele ção por consequê ncias, modelo o qual abarca o comportamento, e principalmente o comportamento humano, levando em considera çã o “a interaçã o de vari á veis que sã o filogen é ticas, ontogen é ticas e culturais” (Andery, 1997). Para melhor compreendermos como se dá esta teoria temos que entender o que é considerado comportamento. De acordo com DeRose (1997), comportamento é qualquer intera ção entre organismo e ambiente. Isto significa dizer que existe uma relaçã o entre as respostas do indiv í duo e suas consequê ncias com os antecedentes destas respostas. Aqui podemos adicionar mais uma categoriza ção que separará dois tipos principais de comportamento: aqueles respondentes (ou reflexos) e os operantes. Nos comportamentos respondentes as respostas s ão eliciadas por um est í mulo antecedente 2 . Estes comportamentos s ã o respostas inatas do organismo frente a determinados estí mulos e ser ã o chamados de reflexos incondicionados. Algumas respostas, por é m, que ocorrem como reflexos incondicionados podem passar a ser condicionadas “passando a ocorrer em presen ç a de estí mulos associados com os est í mulos incondicionados” (DeRose, 1997, p.80). Ao falar de reflexo é importante ressaltar a diferen ça entre um reflexo incondicionado e um reflexo condicionado, este último construí do a partir de um condicionamento respondente (ou Pavloviano). O primeiro é a rela ção estabelecida entre um estí mulo incondicionado e uma resposta. A resposta é eliciada por esse estí mulo, de forma que ela acontecer á inevitavelmente. Este é o tipo mais bá sico de reflexo, o qual é biologicamente inato ao ser vivo. Já o segundo “ocorre quando um est í mulo neutro é emparelhado com um reflexo e eventualmente se torna capaz de eliciar respostas reflexas.” (Baldwin & Baldwin, 1986, p.34). Isso significa que um estí mulo inicialmente neutro, se torna condicionado, sendo capaz de gerar uma reposta condicionada (antes reflexa apenas). Há est í mulos neutros que se emparelham mais facilmente à s respostas ­ s ã o chamados de estí mulos preditivos.

1 Usamos aqui “organismos simples” em relação ao arquebouço comportamental apresentado: um humano tem uma capacidade de desenvolver comportamentos maior do que, por exemplo, um rato laboratorial como o usado em nossos experimentos.

2 DeRose (1997) nos apresenta como exemplos de comportamento respondente a salivação após ser colocada comida na boca ou ainda o fechar das pálbebras após um toque.

Passemos agora ao comportamento operante. Este ocorre por conta da rela çã o entre um estí mulo e uma atividade, sendo esse est í mulo filogeneticamente importante para o sujeito (Baum, 2008). Relaciona­se, ent ã o, o comportamento com a consequ ê ncia, podendo esta ser positiva ou negativa. É positiva quando o comportamento produz a consequ ê ncia e negativa quando evita­a. Por outro lado, o evento tamb é m pode ser de duas naturezas distintas:

reforç adores ou punidores. Os refor çadores tendem a fortalecer o comportamento que os produz, enquanto os punidores o diminuem (Baum, 2008). Temos, ent ão, quatro tipos de comportamento aqui, descritos por Baum (2008): refor ço positivo, sendo refor ç o porque a rela ção fortalece a atividade e positivo porque a atividade possibilita o refor ç ador; refor ç o negativo, o qual é reforç o pelo mesmo motivo e negativo pela a çã o inversa, ou seja, a atividade diminui o refor çador; puniçã o positiva, quando a puni çã o se dá pela redu ção da atividade e positiva por tornar o punidor mais prov á vel; puniçã o negativa, de forma que a puni ção se dá pela supress ã o de comportamentos e negativa pela atividade tornar o refor ç ador menos prová vel. Consideraremos brevemente també m os tr ê s principais esquemas de reforç o, descritos em Catania (1999), ­ que s ão os crit é rios que um conjunto de respostas deve atingir em termos de frequ ê ncia (esquemas de raz ã o), tempo (esquemas de intervalo) ou duraçã o de um comportamento para que ocorra um refor çamento. Pode ser (1) Esquema de Reforç amento Contí nuo (CRF), no qual toda resposta é seguida de um refor çamento (esquema de raz ã o fixa igual a 1); ou (2) Esquema de Refor ç amento Intermitente, no qual apenas algumas respostas

s ão seguidas de reforç o. Este segundo grupo é subdividido em (2.1) Reforç amento

Intermitente em Razã o Fixa (FR), no qual o número de respostas exigidas é sempre o mesmo para a liberaçã o do refor ço e (2.2) Refor ç amento Intermitente em Raz ão Vari á vel (VR), no

qual o número de respostas exigidas varia para a libera ção de refor çadores. Quanto aos esquemas de intervalo, temos (3) Reforç amento em Intervalo Fixo (FI), em que o tempo entre os refor çadores é sempre o mesmo ou (4) Refor ç amento em Intervalo Vari á vel (VI), em que o esquema temporal de disponibilidade entre reforç adores nã o é fixo, impossibilitando a previs ão de disponibilidade deste. Os esquemas apresentados acima s ã o considerados Esquemas Contingentes, pois dependem da resposta do organismo para que seja produzido o refor ço. Existem ainda Esquemas Nã o­Contingentes, nos quais os reforç adores aparecem sem resposta espec ífica do sujeito, mas vinculado ao tempo. Podem ser (5) Esquemas de Tempo Fixo (FT), em que o reforç ador é liberado em per íodos regulares de tempo, mesmo sem emiss ão da resposta pelo sujeito ou (6) Esquemas de Tempo Vari á vel (VT), no qual o tempo de liberaçã o do refor ço – independente da resposta do sujeito – não é regular. Em linhas gerais, as escolhas dos esquemas de refor ço causarã o resultados diferentes. Por exemplo, esquemas de reforç amento intermitentes tê m frequ ê ncias de respostas maiores que esquemas de refor ço contí nuo 1 .

3. M é todo

3.1 Sujeitos:

O sujeito estudado foi um rato macho Wistar, com cerca de 63 dias nas pr á ticas de an álise do ní vel operante e treino ao bebedouro e 84 dias para a pr á tica de modelagem, com

1 As taxas de respostas em FI são menores que as taxas em VI, que são menores que as taxas em FR, que, por sua vez, são menores que as taxas de VR (Catania, 1999). FI < VI < FR < VR (taxas de respostas)

peso mé dio de 415.52 gramas (ap ê ndice 7.4), ing ê nuos experimentalmente, sob privaçã o de água por 36 horas. Fora de situa çã o experimental, o sujeito é mantido em uma caixa de acr ílico com outros 3 ratos da mesma espécie e sexo, mantidos em um biot é rio com temperaturas variando entre 23º e 30º.

3.2 Local

Os experimentos foram realizados no laborat ó rio Fred. Keller na Faculdade de Filosofia, Ci ê ncias e Letras da USP, campus de Ribeir ã o Preto. O laborat ó rio consiste em uma sala de aproximadamente 5 por 3,5 metros, com balc õ es dispostos em suas laterais, nos quais estã o alocadas as 12 caixas operantes e de isolamento ac ústico.

3.3 Equipamentos

Para a realizaçã o das pr á ticas foi utilizada uma caixa de estudo de comportamento operante e folhas de registro para monitoramento das atividades do sujeito. A caixa operante é um equipamento relativamente simples, cujas dimensõ es s ão 250mm x 160mm x 115mm, seu peso é de 1,5 quilogramas, composta de tr ê s paredes e teto metá licos, uma base em barras cilindricas paralelas sob a qual há uma bandeja para coleta de poss í veis dejetos excretados pelo animal, e uma portinhola de acr í lico, que permite a observa ção do sujeito. Acoplado à parede metá lica direita, temos o mecanismo do bebedouro, que libera a água para o sujeito durante o experimento. A caixa est á conectada à um micro­interruptor que fica fora da caixa e à energia elé trica, j á que o processo de libera ção de refor ço, tanto manual quanto autom á tico, depende do funcionamento elé trico do mecanismo. Dentro da caixa existem duas barras, situadas a cada lado do espa ço onde é liberada a água. Ao serem pressionadas, se há água no cuba externa, ocorre a libera ção do reforç o. Tanto ao ser pressionada a barra, quanto em sua libera ção manual, escuta­se um ruí do emitido pelo mecanismo do bebedouro. As folhas de registro são utilizadas para anotaçã o da ocorr ê ncia do comportamento de interesse e demais comportamentos relevantes para a an álise posterior dos dados.

3.4 Procedimentos

Os procedimentos foram realizados em duas etapas: a primeira ocorrida em 22 de març o de 2012 e a segunda em 12 de abril de 2012.

3.4.1 ­ Mensura ção do Ní vel Operante

Consistiu na observa ção da frequ ê ncia de comportamentos apresentados pelo organismo dentro da caixa experimental, num momento pr é vio a qualquer exposiçã o, por um perí odo de 10 minutos. O sujeito foi colocado na caixa, anteriormente verificada quanto ao seu funcionamento ideal, e sem nenhuma á gua dispon í vel. Os registros foram realizados em intervalos perió dicos de um minuto e os comportamentos observados foram: resposta de pressã o a barra (RPB), limpeza (L), andar (A), erguer­se sobre as patas traseiras (E), farejar (F) e permanecer parado (P).

Procedimento iniciado imediatamente apó s a aná lise do ní vel operante. Consistiu no acionamento do bebedouro com a liberaçã o da á gua e na mensura ção do intervalo de tempo tomado pelo rato para encontrar o refor ço. O objetivo do experimento é criar a associaçã o entre o barulho emitido pelo bebedouro ao ser acionado – que pode parecer ameaç ador ao rato ­ e a libera ção da água. Nesta primeira etapa, um novo reforç o era liberado a cada 30 segundos caso o rato nã o bebesse a á gua. Apó s criada a associaçã o acima, que pode ser observada com a resposta imediata do rato ao local de liberaçã o de água ap ó s o ruido, aumentou­se o crit é rio de reforç amento gradativamente, e em um esquema de reforç amento contí nuo (CRF), sempre esperando um maior distanciamento do rato do bebedouro antes do acionamento subsequente. O registro foi realizado considerando o tempo decorrido entre o acionamento do bebedouro e a resposta do rato.

3.4.3 – Modelagem

A pr á tica de modelagem foi executada tr ê s semanas ap ó s as pr á ticas de observaçã o do

ní vel operante e de treino ao bebedouro. Para a realiza ção desta, o sujeito foi colocado dentro

da caixa operante e recompensado de acordo com o seu comportamento, em um esquema de reforç amento contí nuo (CRF), elevando­se o crit é rio de exig ê ncia para o recebimento do reforç o gradualmente (em geral ap ó s 5 reforç os). Os crit é rios utilizados para a modelagem foram: cheirar a barra, tocar a barra, empurrar a barra com a cabeç a e empurrar a barra com

as patas. Apó s a realizaçã o destas etapas, deu­se in ício ao processo de sacia çã o, que consistiu na

observaçã o, minuto a minuto, de quantas vezes o rato produzia a resposta de pressã o à barra.

A observaçã o foi feita at é o rato beber mais 100 gotas e ficar por um perí odo de dez minutos

sem apresentar o comportamento.

3.5 Procedimento de an álise dos dados

Os dados coletados foram tratados com auxí lio do programa Excell para a elaboraçã o de tabela e gr á ficos que possibilitassem uma melhor visualiza çã o dos resultados obtidos para que entã o fosse possí vel uma an álise mais cuidadosa. Os dados sobre Mensuraçã o do N í vel Operante podem ser observados no anexo 6.1, aqueles referentes ao Treino ao Bebedouro, no anexo 6.2 e os de Modelagem est ã o dispon í veis no anexo 6.3.

4. Resultados

Os resultados da primeira pr á tica laboratorial de aná lise do ní vel operante do sujeito por um perí odo de dez minutos est ã o dispostos na tabela abaixo (tabela 1). O comportamento mais observado foi o farejamento, seguido da limpeza e não foi observada nenhuma resposta de press ã o à barra (RPB).

Tabela 1: Frequência de comportamentos em Nível Operante e RPB após modelagem

Comportamento

Frequência

(número de ocor- rências/minuto)

Absoluta

Limpeza (L)

12

1,2

Andar (A)

2

0,2

Erguer-se (E)

6

0,6

Farejar (F)

18

1,8

Permanecer parado (P)

10

1

Resposta de pressão à barra (RPB)

0

0

Resposta de pressão à barra (RPB) após modelagem

138

3,73

Na pr á tica de treino ao bebedouro, observamos que o sujeito não bebeu a á gua nas primeiras 6 tentativas (um novo reforç o era liberado a cada 30 segundos, neste caso). Por um erro de procedimento, as tentativas de 16 a 36 nã o tiveram o tempo de resposta marcados. Os dados brutos podem ser observados no anexo 6.1.

Gráfico 1: Tentativas X tempo no treino ao bebedouro

Tentatativas X Tempo no Treino ao Bebedouro 30 24 18 12 6 0 0 5
Tentatativas X Tempo no Treino ao Bebedouro
30
24
18
12
6
0
0
5
10
15
20
25
30
35
40
45
50
55
60
65
70
75
80
85
90
95 100 105
Tentativa
Tempo (segundos)

Por sua vez, na pr á tica de modelagem, vimos que o sujeito passou pelas etapas de modo satisfató rio tendo aprendido o novo comportamento de maneira rá pida e apresentando uma taxa de 3,73 gotas de água por minuto (tabela 1) durante o experimento. Pelo gr á fico 3, vemos que a frequ ê ncia do comportamento é bastante alta no iní cio do per íodo pó s­ modelagem, alcanç ando uma estabilizaçã o ao chegar em torno de 100 gotas por um per íodo de nove minutos, elevando­se sutilmente em seguida.

Cheirar a barra

5

Levantar-se nas patas traseiras ao cheirar a barra

1

Tocar a barra

3

Empurrar a barra com a cabeça

10

Empurrar a barra com as patas – após modelagem

2

Tempo total: 6 minutos

Tabela 2: Etapas da modelagem e quantidade de gotas

Frequência Acumulada de RPB na Prática de Modelagem 140 120 100 80 60 40 20
Frequência Acumulada de RPB na Prática de Modelagem
140
120
100
80
60
40
20
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
20
22
24
26
28
30
32
1
3
5
7
9
11
13
15
17
19
21
23
25
27
29
31
33
Minuto
Frequência Acumulada

5. Discuss ão

Em relaçã o à pr á tica de mensuraçã o do ní vel operante observou­se o comportamento normal esperado 1 para um rato ing ê nuo experimentalmente quando colocado dentro de uma caixa operante, como farejar, limpar­se ou levantar­se sobre as pr ó prias pernas. Alguns destes comportamentos, s ã o importantes para reconhecimento do ambiente e preven ção de doenç as e parasitas. Foi observado que o sujeito nã o realizou resposta de press ã o à barra, exemplificando que, anterior à modelagem, este é um comportamento aleató rio em seu repert ório. Quanto à pr á tica de treino ao bebedouro, apó s a privaçã o, a liberaçã o de água se torna um refor ço positivo, que permite que seja estabelecida a rela ção entre um ruí do potencialmente amea çador ao rato e a liberaçã o de um reforç ador. O ruí do, portanto, “adquire propriedades de controle discriminativo” (Matos & Tomanari, 2002, p.107). A modelagem consistiu no emparelhamento da resposta de pressã o à barra com a libera ção da água, que funcionava como reforç o positivo dado que, na priva ção, ela passa a ser uma necessidade fisiol ógica. Como o esquema de reforç o adotado nesta pr á tica foi o de CRF (Refor ç amento Cont í nuo), no qual h á refor ço sendo liberado a cada resposta, a associaçã o criada durante a modelagem, foi bastante eficiente.

6.

Referê ncias

Andery, M. A. (1997). O modelo de sele ção por consequê ncias e a subjetividade. In Roberto A. Banaco (Org). Sobre comportamento e cogni ção (pp. 199­208). S ã o Paulo: Arbytes. Baldwin, J. D. & Baldwin, J. L. (1986). Princí pios de comportamento na vida di ária (S. S. Castanheira, trad., pp. 34­57). Englewood Cliffs: Prentice Hall. Baum, W. M. (2008). Teoria da evoluçã o e reforç o. In Compreender o behaviorismo:

comportamento, cultura e evoluçã o (M. T. A. Silva et al., trad., pp. 73­95). Porto Alegre:

Artmed.

1 Consideramos – por inferência - “comportamento esperado” aqueles apresentados no livro Análise do Comportamento no Laboratório Didático, de Matos & Tomanari, 2002

Catania, A. C. (1999). Esquemas de refor ço. In Aprendizagem: comportamento, linguagem e cogniçã o (D. G. De Souza, trad., pp. 177­192). Porto Alegre: Artmed. DeRose, J. C. (1997). O que é comportamento? In Roberto A. Banaco (Org). Sobre comportamento e cogni ção (pp. 79­81). Sã o Paulo: Arbytes. Matos, M. A., & Tomanari, G. Y. (2002). Aná lise do comportamento no laborat ó rio did á tico. Sã o Paulo: Manole.

7.

Ap êndice