Manual Rev. 1.

20 Setembro / 2006

Ref.3-079.120

ATOS

Este manual não pode ser reproduzido, total ou parcialmente, sem autorização por escrito da Atos. Seu conteúdo tem caráter exclusivamente técnico/informativo e a Atos se reserva no direito, sem qualquer aviso prévio, de alterar as informações deste documento.

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Termo de Garantia
A Atos Automação Industrial LTDA. assegura ao comprador deste produto, garantia contra qualquer defeito de material ou de fabricação, que nele apresentar no prazo de 360 dias contados a partir da emissão da nota fiscal de venda. A Atos Automação Industrial LTDA. restringe sua responsabilidade à substituição de peças defeituosas, desde que o critério de seu Departamento de Assistência Técnica, se constate falha em condições normais de uso. A garantia não inclui a troca gratuita de peças ou acessórios que se desgastem naturalmente com o uso, cabos, chaves, conectores externos e relés. A garantia também não inclui fusíveis, baterias e memórias regraváveis tipo EPROM. A Atos Automação Industrial LTDA. declara a garantia nula e sem efeito se este produto sofrer qualquer dano provocado por acidentes, agentes da natureza, uso em desacordo com o manual de instruções, ou por ter sido ligado à rede elétrica imprópria, sujeita a flutuações excessivas, ou com interferência eletromagnética acima das especificações deste produto. A garantia será nula se o equipamento apresentar sinais de ter sido consertado por pessoa não habilitada e se houver remoção e/ou alteração do número de série ou etiqueta de identificação. A Atos Automação Industrial LTDA. somente obriga-se a prestar os serviços referidos neste termo de garantia em sua sede em São Paulo - SP, portanto, compradores estabelecidos em outras localidades serão os únicos responsáveis pelas despesas e riscos de transportes (ida e volta).

• Serviço de Suporte Atos
A Atos conta com uma equipe de engenheiros e representantes treinados na própria fábrica e oferece a seus clientes um sistema de trabalho em parceria para especificar, configurar e desenvolver software usuário e soluções em automação e presta serviços de aplicações e startup. A Atos mantém ainda o serviço de assistência técnica em toda a sua linha de produtos, que é prestado em suas instalações. Com o objetivo de criar um canal de comunicação entre a Atos e seus usuários, criamos um serviço denominado Central de Atendimento Técnico. Este serviço centraliza as eventuais dúvidas e sugestões, visando a excelência dos produtos e serviços comercializados pela Atos.

Central de Atendimento Técnico De Segunda a Sexta-feira Das 7:30 às 12:00 h e das 13:00 às 17:30 h Telefone: 55 11 5547 7411 E-mail: suportec@atos.com.br

Para contato com a Atos utilize o endereço e telefones mostrados na primeira página deste Manual.

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CONVENÇÕES UTILIZADAS
• Títulos de capítulos estão destacados no índice e aparecem no cabeçalho das páginas; • Palavras em outras línguas são apresentadas em itálico, porém algumas palavras são empregadas livremente por causa de sua generalidade e freqüência de uso. Como, por exemplo, às palavras software e hardware. Números seguidos da letra h subscrita (ex:1024h) indicam numeração hexadecimal e seguidos da letra b (ex:10b), binário. Qualquer outra numeração presente deve ser interpretada em decimal. • O destaque de algumas informações é dado através de ícones localizados sempre à esquerda da página. Cada um destes ícones caracteriza um tipo de informação diferente, sendo alguns considerados somente com caráter informativo e outros de extrema importância e cuidado. Eles estão identificados mais abaixo:

NOTA: De caráter informativo, mostra dicas de utilização e/ou configuração possíveis, ou ressalta alguma informação relevante no equipamento.

OBSERVAÇÃO: De caráter informativo, mostra alguns pontos impor-

tantes no comportamento / utilização ou configuração do equipamento. Ressalta tópicos necessários para a correta abrangência do conteúdo deste manual.

IMPORTANTE: De caráter informativo, mostrando pontos e trechos importantes do manual. Sempre observe e analise bem o conteúdo das informações que são identificadas por este ícone.

ATENÇÃO: Este ícone identifica tópicos que devem ser lidos com extrema atenção, pois afetam no correto funcionamento do equipamento em questão, podendo até causar danos à máquina / processo, ou mesmo ao operador, se não forem observados e obedecidos.

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Conteúdo
CAPÍTULO 1 ..................................................... ......................................... 7 .BRIO. .............................................................. ......................................... 7
Descrição Geral ................................................ ............................................................... ......................9 Aplicações do produto .......................................... ............................................................... ...................9 Vantagens ...................................................... ............................................................... ........................9 Códigos dos Produtos.............................................................................................................................................. 10 Características Elétricas .......................................................................................................................................... 10 Características Gerais ............................................................................................................................................. 10 Esquema de ligações ............................................ ............................................................... ................. 11 Módulo Digital .......................................................................................................................................................... 11 Módulo Analógico .................................................................................................................................................... 12 Entradas Digitais (Corrente Contínua)..................................................................................................................... 13 Saídas digitais (RELÉ)............................................................................................................................................. 13 Entradas Analógicas ................................................................................................................................................ 13 LED de status do modulo......................................................................................................................................... 14 Configurações mínimas para rodar o Brio Config.................................................................................................... 14 Trilho DIN ................................................................................................................................................................. 15 Visão Geral.......................................................................................................................................................... 15 Instalação ............................................................................................................................................................ 15 Desinstalação ...................................................................................................................................................... 15

CAPÍTULO 2 ..................................................... ....................................... 17 .BRIO CONFIG. .............................................................. .......................... 17
Software de configuração ....................................... ............................................................... ................ 19 Visão geral do menu de configuração do Brio Config.............................................................................................. 19 Configuração de comunicação............................................................................................................................ 20 Inserindo um novo módulo na rede..................................................................................................................... 21 Identificando módulos presentes na rede ........................................................................................................... 22 Configurando um módulo desconhecido............................................................................................................. 24 Configurando os parâmetros dos módulos na rede ............................................................................................ 24 Informações de um módulo BRIO ....................................................................................................................... 25 Monitorando entradas e saídas através do BRIO Config.................................................................................... 26 Configurando entrada analógica ......................................................................................................................... 27 Programando uma entrada digital como contagem ............................................................................................ 28 Definição do Time-out do módulo ....................................................................................................................... 29

CAPÍTULO 3 ..................................................... ....................................... 31 .WINSUP - BRIO. .............................................................. ....................... 31
Aplicando o módulo Brio com os controladores programados pelo WINSUP .............................................. 33 Iniciando Projeto ...................................................................................................................................................... 33

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.......................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 44 Aplicação sendo controlada por sistemas supervisórios ........................................ 46 Entradas e saídas digitais..................... 34 Aciona saída digital através de temporizador no CLP................................. ................................................................................. 43 Performance dos módulos ......... 47 Contadores associados às Entradas Digitais .. ................................................................................................................................................................................................................................. 50 Informações sobre ligação do cabo de comunicação ............. 35 Aciona Saída digital por meio de Entrada digital do BRIO ................................ATOS CONTEÚDO Exemplo do Programa de usuário .......... 51 Características Elétricas do Cabo para Padrão RS485...............................Conversão hexadecimal para decimal ........................................... 38 Reset / Alteração no Efetivo (“Acc”) do BRIO ............................................................................... 40 Edição do Preset do contador interno do BRIO ................................................................................. ................................................................................................................................. 50 Efetivo dos canais analógicos: Funções (03) e (04) .................. 45 Endereços Modbus do módulo Brio .......................................................................................................... 44 Via Canal Serial.............................................................................................................................. 36 Tela de edição do preset e visualização do efetivo “Acc” .................................................................................................................................................................................................................................................... 40 Aciona saída digital através de temporizador no CLP .......................................................................... 34 Habilita Modo Mestre (Background) ............................................................................Conversão decimal para hexadecimal.............................. 51 Cabo de interligação entre um módulo do módulo Brio e um MPC4004......................... 36 Edição de Preset do BRIO ............................................................................................................................................... 37 Visualizar o Efetivo (Acc) ................................................................................................... ...................... 46 Saídas: Funções (01)............................... 49 Entradas Analógicas .................................................................................................................................................................................................... 34 Habilita Modbus RS485 ........................................................ 35 Tela de edição do preset............................................................................................................................................................... 46 Entradas: Função (02)................................................................... 44 Via Rede Ethernet .............................................................................................. 38 Configuração Background ................................................................................................................................... 43 Topologia ..................................................................................................................................... 46 Entradas digitais com Latch associado: Função (02) . 42 Reset do Efetivo (“Acc”) acionado pela entrada digital do Brio........................................................... (05) e (15) .................................................. 44 Aplicação sendo controlada por CLP ........................................................................................................................................................................................................... 41 Visualização do Efetivo “Acc” do contador interno do BRIO........................... 48 Leitura de Preset dos contadores: Funções (03) e (04)................................................................................................ ................................................................................................... 48 Preset dos contadores: Funções (06) e (16)........................................................ 51 6 ................................................................................................................................................. 49 Efetivo dos contadores: Funções (03) e (04) .............

7 .BRIO.ATOS CAPÍTULO 1 .

ATOS BRIO 8 .

bomba de vácuo. Montagem trilho DIN. Contadores associados às entradas digitais. Processos que utilizam coletores de dados fixos: muito utilizado em empresas para fazer expedição e recebimento de mercadorias. poderão ser desenvolvidas aplicações onde o controle é feito através de um PC. Neste caso um PC precisa comandar cancelas. Alguns exemplos possíveis: • Automação de laboratórios: Normalmente é um PC que comanda um ou outro equipamento de medição. 9 . dando maior versatilidade na composição da aplicação. semáforos e indicações de rumo para o motorista. Podem também ser utilizados para ampliar o número de pontos do CLP. Diversas configurações de I/O digitais e analógicos. Aplicações do produto Além das aplicações convencionais de ampliação do número de pontos do controlador. Instalação e programação facilitadas são destaques deste produto. Destinam-se à aplicações onde há uma distância considerável entre a CPU e os sensores e atuadores de campo. são I/O remotos comandados através de uma rede RS485. Automação de postos de pesagem e pedágios: Muito utilizado. válvulas solenóides etc. • • • Vantagens • • • • Protocolo Modbus RTU.BRIO ATOS Descrição Geral Os módulos Brio. utilizando o protocolo Modbus RTU. Automação de portarias: Abertura e fechamento de cancelas. o que proporciona um menor tempo de startup reduzindo o custo de implantação do sistema.

62E – 25 mA @ 24 Vcc Características Gerais Temperatura de Armazenagem -20 a +70 °C 0 a 55 °C 0 a 95% (sem condensação) 5 a 50 Hz / 0. paridade par/impar.45 mA @ 24 Vcc e 2543.24 2543.60 2543.60 RS485 Modbus RTU. para as entradas digitais 24 Vcc (-20% / +40%).44 2543.14 2543. 10 mA 50 ms no máximo. 4800.1 mm pico a pico) Conforme Nema Standard ICS2-230 Conforme IEC 801-2 STS (vermelho) WDT de comunicação 23 x 110 x 120 mm Temperatura de Operação Umidade Vibração Imunidade a ruído Imunidade à descarga eletrostática Indicador LED Diagnóstico Dimensões 10 .62E Entradas 8 4 8 4 2 N/P Tipo Saídas 4 4 - Tipo Relé Relé - 0-10 Vcc 0-20 mA Características Elétricas Tensão de alimentação Consumo Interface de comunicação Protocolo de comunicação Taxas de comunicação Máxima corrente por entrada Digital Falta momentânea de energia permissível Freqüência máx.28 2543.625 G (0.28 . 9600.85 mA @ 24 Vcc e 2543. 28800. 19200.44 .125 mA @ 24 Vcc e 2543.14 2543.24 2543. 1 ou 2 stop bits.00 2543. 57600 e 115200.00 2543. 2543. 2400.ATOS BRIO Códigos dos Produtos Código 2543. 200 Hz .

O conector de alimentação e comunicação possuem um borne de aterramento do chassi do I/O remoto. 1. 11 . não podendo ser ligado ao GND (0Vcc) de outro dispositivo. Esquema de ligação Conector das entradas e alimentação das entradas: 24 e 0 Vcc Conector de alimentação do módulo: 0 e 24 Vcc A alimentação do módulo é separada da alimentação das entradas.BRIO ATOS Esquema de ligações Módulo Digital Conector das saídas à relé Conector de comunicação RS485 Led de status Botão de Programação Sinalização de entradas e saídas Fig. em situações criticas de ruído possa haver a separação das alimentações. Esta característica permite que.

12 . não podendo ser ligado ao GND (0Vcc) de outro dispositivo.ATOS BRIO Módulo Analógico Conector de comunicação RS485 Led de status Botão de Programação Conector das entradas Analógicas Conector de alimentação do módulo: 0 e 24 Vcc O conector de alimentação e comunicação possuem um borne de aterramento do chassi do I/O remoto.

500 V 30mΩ Entradas Analógicas ENTRADAS ANALÓGICAS EM TENSÃO Sinal de entrada Impedância de entrada Resolução Exatidão Drift temperatura Tempo de conversão ENTRADAS ANALÓGICAS EM CORRENTE Sinal de entrada em corrente Impedância de entrada em corrente Resolução Exatidão Drift temperatura Tempo de conversão 0 a 10 Vcc > 100 kΩ 16 bits (0.BRIO ATOS Entradas Digitais (Corrente Contínua) TIPO N Tensão de trabalho Nível de comutação "ON" Nível de comutação "OFF" Tempo de comutação "ON" para "OFF" Tempo de comutação "OFF" para "ON" Corrente de entrada Isolação ótica do sistema TIPO P +24 Vcc (-20% / +40%) > 15 Vcc < 7 Vcc < 1 ms < 1 ms < 10 mA por entrada 1.500 V +24 Vcc (-20% / +40%) < 7 Vcc > 15 Vcc < 1 ms < 1 ms < 10 mA por entrada 1.500 V Saídas digitais (RELÉ) Tipo de contato Máxima tensão de comutação Máxima corrente por saída Atraso na comutação Isolação ótica do sistema Resistência inicial de contato p/ saídas Contato Seco – NA S0 e S1 – Saídas com um comum S2 e S3 – Saídas com um comum 30 Vcc / 240 Vca 2A < 10 ms 1.10 µA/°C 100 ms por canal A opção por entrada em tensão ou corrente é feita por ligação externa no conector de entrada analógica (Ver página 12).1 mV/°C 100 ms por canal 0 a 20 mA 250 Ω 16 bits (0.15625 mV) ±35 mV 0. 13 .3125 µA) ±120 µA 0.

ATOS BRIO LED de status do modulo O LED de status (STS) possui as seguintes Funções: • LED Aceso direto – Módulo no modo de Programação (botão Prog acionado). taxa de 9600 bps. ME e XP O Brio Config é compatível com a plataforma Windows NT. Nesta situação o módulo responde segundo as seguintes configurações: Número de estação igual a 247. LED piscando rápido – Módulo sendo acessado (comunicando) normalmente. 2000. sem paridade e 1 stop bit. Espaço disponível no HD: 3 Mb Sistema Operacional: Windows 98. O software encontra-se disponível no site www.br/download. • LED piscando lento – Módulo no modo de segurança. o que significa que o tempo de time-out foi alcançado e as saídas foram desligadas. • Configurações mínimas para rodar o Brio Config • • • Processador: Pentium II com 64 Mb de RAM. 14 .com.atos.

BRIO ATOS Trilho DIN Visão Geral Instalação Desinstalação 15 .

ATOS BRIO 16 .

17 .BRIO CONFIG.ATOS CAPÍTULO 2 .

ATOS C BRIO CONFIG 18 .

Programar as entradas digitais como contagem. 2. Inserir novo módulo na rede. 9 9 9 Visão geral do menu de configuração do Brio Config Seletor de Idiomas Português / Inglês Barra de ferramentas Gerenciador de módulos Janela de propriedades Barra de status Fig. sendo possível através dele executar as seguintes funções: 9 9 9 9 9 Identificar os módulos presentes na rede. Executar teste dos pontos de saídas digitais quanto ao correto funcionamento através de acionamento direto dos mesmos. Identificar módulo desconhecido. Configurar taxa de comunicação. Visão geral Área de diagnóstico 19 . Supervisionar as entradas digitais e analógicas. Definir time-out do módulo.BRIO CONFIG ATOS Software de configuração O software de configuração Brio Config permite a configuração e monitoração dos módulos remotos. número da estação. paridade e stop bit.

bem como o status da conexão. Configuração Parâmetros de configuração para conexão SERIAL 20 . 3.ATOS BRIO CONFIG Configuração de comunicação Antes de iniciar a configuração de um módulo BRIO. configuradas nesta janela. A configuração utilizada é mostrada na barra de status do software. O software Brio Config realiza conexões via Serial ou TCP/IP. Parâmetros de configuração para conexão TCP/IP Fig. é necessário confirmar a configuração de comunicação utilizada pelo aplicativo.

encontrando o novo módulo que acabou de ser inserido na rede. ao clicar no botão “Localizar” o software irá procurar pelo número de estação padrão de fábrica na rede. é aconselhável criar uma relação de módulos com número de estação seqüêncial iniciando por 1.BRIO CONFIG ATOS Inserindo um novo módulo na rede Os módulos saem da fábrica com a seguinte configuração: 9 9 9 9 Número de estação: 247 Baud rate: 9600 bps Sem paridade 1 stop bit Ao criar uma nova rede de comunicação. 4. Clique para procurar Clique para cancelar a procura dos módulos na rede Barra de progresso da procura de estações Fig. 3 e assim sucessivamente. Passo 1: Faça a ligação do novo módulo na rede dando atenção para a indicação dos sinais da RS485 D. Passo 2: Utilizando o software Brio Config. Esta orientação é importante para que ao inserir um novo módulo (padrão de fábrica: estação 247) não haja conflito com nenhum número de estação já existente./ D+ verifique o esquema de ligação do produto no capítulo 1. 2. 21 . Localização de módulos Desta maneira. Na janela de localização de módulos (figura abaixo) marque a opção “Utilizar padrão de fábrica”. certifique-se que a serial do PC está conectada na rede de comunicação dos módulos e pressione a tecla “Localizar”.

6. ou seja.ATOS BRIO CONFIG No termino da busca. ao clicar no botão “Localizar”. Janela de Módulos pode alterar o range de busca. Utilizando o exemplo ao lado. 8. Gerenciador de módulos Serão listados nessa busca. 1). 22 . 5. para localizar uma estação que está aproximadamente entre 230 e 240 basta colocar no campo “Início” o número 230 e no campo “Fim” o número 240. o usuário Fig. Para otimizar a localização de uma estação. o processo de localização de uma estação é mais rápido. o gerenciador de módulos mostrará o novo módulo encontrado (veja abaixo). Fig. apenas os módulos que estiverem com a configuração do canal serial igual ao default de fábrica (247. o software irá procurar na rede pelos módulos que encontrar entre os números 1 e 10. 9600. Com isso. Na janela de localização de módulos (ao lado) escolha qual o range de busca das estações a serem localizadas. Identificando módulos presentes na rede Utilizando o software Brio Config. certifique-se que a serial do PC está conectada na rede de comunicação dos módulos e pressione a tecla “Localizar”.

BRIO CONFIG ATOS No termino da busca. Fig. 23 . ou seja. pois não existe ID igual a 0 (zero) e com isso. o valor máximo para um ID será de 247. Módulos encontrados O range de busca das estações está definido de 1 a 247. serão localizados somente os módulos com a mesma configuração do canal serial do Brio Config. Quando utilizar a opção “Localizar” por meio do campo n° de estações. somente as estações com esta configuração serão localizadas. 7. o gerenciador de módulos irá mostrar todos os módulos encontrados (veja ao lado). se o Brio Config estiver configurado com Baud rate 57600. sem paridade e 1 stop bit.

ativa a configuração de fábrica do módulo. Configurando os parâmetros dos módulos na rede Após identificar os módulos presentes na rede. Após o reconhecimento do módulo. utilize a janela de propriedades para visualizar e alterar suas configurações. baud rate de 9600bps. Nesta condição utilize o Brio Config conforme demonstrado no passo 2 (página 21) do item “Inserindo um novo módulo na rede”. é necessário ativar o “modo Prog“.ATOS BRIO CONFIG Configurando um módulo desconhecido Caso o usuário não saiba qual a taxa de comunicação. conforme mostrado nos tópicos a seguir. coloca o módulo com o número de estação 247. No modo Prog é possível apenas reconhecer e configurar um módulo. A ativação do “modo Prog” (LED de Status acesso) é realizada pressionando o botão Prog do módulo (veja a figura abaixo para localizar o botão). configure as informações do canal serial para os valores desejados. ou número do módulo na rede. É uma função que ao ser ativada interrompe a leitura das entradas e saídas do módulo. Fig. Observe o conteúdo da janela. sem paridade e 1 stop bit. 24 . Para alcançar o botão. muda conforme o módulo BRIO selecionado. utilize a haste de um clipe ou uma chave de ponta fina no orifício frontal do módulo conforme a figura ao lado. ou seja. O modo Prog. 8. Botão de Prog.

O número máximo para gravações na Flash permitida é de 100000.BRIO CONFIG ATOS A configuração dos parâmetros seriais encontra-se na propriedade “Comm”. Depois de alterados os parâmetros do módulo. Esta opção encontra-se na propriedade “Information” do módulo. Para que sejam gravadas as novas informações no módulo. informando que as propriedades daquele módulo foram alteradas. Baud rate: taxa de comunicação do módulo. • • • • Address: número da estação do módulo BRIO. Abra essa propriedade para visualizar seus valores. Parity: Identificação de paridade (Par. observa-se um BRIO de ID = 1 configurado com Baud rate de 9600. conforme mostrado ao lado. 25 . Nos parâmetros do exemplo. Selecione o módulo Brio com o mouse antes de enviar a configuração. É um campo de visualização apenas. aparecerá um símbolo de exclamação chamando a atenção do usuário. pressione o botão “Enviar Config. Record Flash Counter: Mostra quantas vezes a memória Flash foi gravada. Model: Mostra o código do modelo. Informações de um módulo BRIO Os módulos BRIO permitem que uma descrição seja armazenada na memória do equipamento para identificar sua função na rede. Stop bit: número de Stopbits na comunicação. • • • • Description: Permite inserir uma descrição do módulo na rede (máx 16 caracteres). Nenhuma). Firmware Version: Mostra a versão do firmware gravado. conforme mostrado ao lado. Impar.” da barra de ferramentas. Estes parâmetros podem ser alterados conforme a necessidade de sua rede. sem paridade e com 1 stop bit. No final de cada definição de um parâmetro confirme o mesmo pressionando “Enter” no teclado.

Na área de diagnóstico. como mostrado ao lado. clique sobre uma saída. 9. Pressione o botão “Iniciar diagnósticos” para iniciar a comunicação com o módulo. pois a monitoração permite que o usuário acione ou desacione uma saída (somente para os módulos com saídas digitais) por meio do Brio Config. certifique-se de que o sistema no qual está ligado o remoto esteja em situação de segurança.ATOS BRIO CONFIG Monitorando entradas e saídas através do BRIO Config Antes de iniciar a monitoração. Fig. *Válido somente para os módulos que possuam entradas digitais. *Mostra status de cada saída do módulo. *Mostra o status de cada entrada e seus respectivos valores de contagem (somente para as entradas configuradas no modo “Counter”). 26 . Módulo Digital As guias de diagnósticos serão preenchidas com os status do módulo. A indicação de saída ligada é mostrada em vermelho. Diagnóstico O status das saídas digitais pode ser alterado manualmente durante o modo de diagnóstico. *Módulo em monitoração. conforme mostrado abaixo: *Clique para terminar diagnóstico do módulo selecionado. *Válido somente para os módulos que possuam saídas digitais. *Lista de entradas digitais. escolha o módulo que deseja monitorar pela caixa de seleção “Módulo”. *Lista de saídas digitais. Para isso.

*Válido somente para os módulos que possuam entradas analógicas. • • Enabled: “True” habilita e “False” desabilita entrada analógica. pressione “Enter” ou mude o foco do campo selecionado. *Lista de entradas analógicas. *Efetivo de cada canal analógico. Para confirmar os dados de configuração. Lembrado que o esquema de ligação do produto deve ser correspondente (Ver esquema de ligação na página 12). Valor exibido de acordo com fundo de escala configurado. • Limit Min: Define limite mínimo do fundo de escala. Input Function: Seleciona a configuração de entrada em tensão (0 a 10 Vcc) ou corrente (0 a 20 mA). selecione com o cursor do mouse a entrada a ser configurada. *Fundo de escala configurado para cada canal. 27 . Valor de mínimo e máximo. • Limit Max: Define limite máximo do fundo de escala. mínimo de escala e máximo de escala configurado em cada canal. *Mostra o valor do efetivo. A janela de “Propriedades” irá exibir os itens para configuração. Após configurar as entradas. Configurando entrada analógica Para configurar a entrada analógica. selecione o ícone do módulo analógico e clique no botão “Enviar Config”.BRIO CONFIG ATOS Módulo Analógico *Clique para terminar diagnóstico do módulo selecionado. *Módulo em monitoração.

ou seja. Durante o diagnóstico do módulo é possível observar o status da contagem no campo “Acc” (Acumulador). Para efetuar o “Reset” do contador e/ou desativar a saída associada. Este campo pode ter seu valor modificado manualmente durante o diagnóstico diretamente na tabela. configure a opção “InputFunction” como “Counter”. basta escrever o valor “0” (zero) no campo “Acc” (Efetivo) ou um valor menor que o “Preset” correspondente ao contador e pressionar “Enter”. Para programar uma entrada digital como contagem. A contagem de pulsos não é inibida quando o valor do campo “Acc” (Efetivo) atingi o valor do “Preset”.ATOS BRIO CONFIG Programando uma entrada digital como contagem As entradas digitais do módulo podem ser programadas para funcionar como um contador. a entrada 1 é fixa com a saída 1 e assim sucessivamente até a entrada 4 e saída 4. a saída “S0” será ligada. selecione uma entrada digital do módulo e na guia “Propriedades”. apenas de contagem. por exemplo. a saída digital 1 poderá ser ativada quando a contagem associada à entrada digital 1 atingir o valor do ”Preset”. 28 . no qual as demais entradas não admitem a configuração de associar saída. Uma saída NÃO pode ser ligada/desligada manualmente ou via comunicação quando ativada na configuração “EnabledAlarm”. Com esta configuração habilitada. Para associar uma saída ao modo de contagem. a contagem continuará até o valor máximo de 65535 e em seguida retornar para o valor “0” (zero). podendo sinalizar o fim da contagem através de uma saída digital associada a esta entrada. habilite a opção “EnabledAlarm” na janela de propriedades da entrada. Lembrando que esta opção fixa a entrada com a respectiva saída. quando o valor de “Acc” da entrada “E0” se igualar ao “Preset”. isto é. As funções de “Enable Alarm Output” e “Preset” somente funcionam quando a entrada (“Input Function”) estiver configurada como “Counter”.

Por medida de segurança. não é aconselhável trabalhar com o equipamento sem antes configurar um “Time-out”. O campo do Time-out contém uma tabela de valores já configurados. A base de tempo do time-out está em mili segundos. para isso.BRIO CONFIG ATOS Definição do Time-out do módulo O time-out define o tempo máximo que o módulo aguarda um frame de comunicação válido antes de desligar suas saídas (50 ms até 12 s). 29 . Dependendo do processo. basta selecionar a opção “Sem Time-out”. é necessário ajustar este valor. O usuário tem a opção de não configurar o Time-out. O Time-out default das saídas é de 5 segundos.

ATOS BRIO CONFIG 30 .

Winsup . 31 .Brio.ATOS CAPÍTULO 3 .

ATOS Winsup-Brio 32 .

Os módulos Brio utilizam o protocolo Modbus RTU. em especial as famílias MPC4004. Com uma rede padrão elétrico RS485 e protocolo Modbus. a comunicação com dispositivos externos é feito através da Comunicação background. 10. não confunda o número da estação (ID) com a quantidade de módulos. diferente do número máximo de 31 remotas na rede. A declaração dos frames de comunicação deve respeitar os endereços Modbus dos módulos (ver página 46 sobre endereço Modbus dos módulos).Winsup-Brio ATOS Aplicando o módulo Brio com os controladores programados pelo WINSUP Para o aplicativo no WINSUP. Iniciando Projeto A primeira fase do projeto é configurar o canal serial do Mestre Modbus RS485. com um total de 32 elementos. paridade e número de stop bit. Guia Geral 33 . MPC4004T e Expert. MPC4004R. utilizando o protocolo Modbus ou APR03. quanto à taxa de comunicação. O valor máximo para um ID é 247. é possível alocar na rede 31 módulos de I/O remotos mais um mestre. o qual permite ao usuário capturar dados de dispositivos externos. conforme a figura abaixo: Fig. Esta informação está disponível na guia geral da configuração de hardware do WINSUP. Devem estar compatíveis com a programação do módulo de I/O remoto (configurados no Brio Config). No entanto.

0C1 – Led 2 (Sinalização. 11. Tecla F5 da IHM (Desabilita protocolo Modbus). contato de selo da tecla F2 e aciona o próximo estado interno 3D0). Led 1 (Sinalização. é apresentada uma lógica simples para habilitar o protocolo Modbus e o modo mestre. Programa de usuário Habilita Modbus RS485 Para a ativação do protocolo Modbus. CLP 4004. 0B5 – Tecla F6 (Desabilita comunicação Background). os estados internos 0BE e 3D0 (Ver endereços 3D1 a 3EF na página 45) devem ser acionados para que a comunicação Background e o protocolo Modbus funcionem corretamente. Produtos utilizados neste exemplo são: IHM 2002P96C. contato de selo da tecla F1 e o próximo estado interno 0BE).40. Habilita protocolo Modbus para o canal RS485. Fig. Independente do exemplo dado. segue o esquema do exemplo: • • • • 0B1 – Tecla F2 da IHM (aciona estado interno 0C1). Habilita Modo Mestre (Background) Para a ativação do modo mestre. segue o esquema do exemplo: • • • • 0B0 – 0C0 – aciona 0BE – 0B4 – Tecla F1 da IHM (aciona estado interno 0C0).ATOS Winsup-Brio Exemplo do Programa de usuário Neste exemplo do programa de usuário. 3D0 – Habilita comunicação background (Mestre).05R e fonte 4004. 34 .

onde há um campo de edição do Preset e visualização do EFETIVO do temporizador do CLP. Tela de edição do Preset e visualização do Efetivo 35 . Fig. 0400 – Registro do Preset do TMR. quando a condição lógica da entrada é ativada. Configuração Background deste item está na página 40. 0440 – Registro do Efetivo do TMR. Caso contrário a contagem é zerada. Tela de edição do preset Este é um exemplo de uma tela de programação na IHM. 0000 – Estado interno 0000h será acionado quando o valor do Efetivo se igualar com o valor do Preset. Fig.Winsup-Brio ATOS Aciona saída digital através de temporizador no CLP Este exemplo mostra como acionar uma saída digital do módulo de I/O remoto por meio de um temporizador no CLP. habilitando a entrada S. 12.Quando ativada permite a contagem e quando desativada pára a contagem (sem zerar). 0F7 – É um estado interno com condição de sempre ligado.permite a contagem do temporizador. 13. 0B2 – Tecla F3 da IHM habilita ou desabilita e entrada H do TMR. START/STOP . Acionamento da saída digital A instrução TMR é um temporizador com duas entradas: • • • • • • • HABILITA .

onde OP2 define para onde vai o resultado da conversão e OP1 onde está a fonte de dados para conversão. HABILITA . portanto uma conversão hexadecimal para decimal. a instrução tem duas entradas: • DECIMAL . Para isso. 14. no qual as demais entradas não admitem esta configuração (Para o modelo 8E/4S). 36 . pois o Brio aceita somente valores em hexadecimal. é uma instrução de dois operandos. lembrando que esta opção fixa a entrada com a respectiva saída. Esta conversão é necessária.estando a entrada D acionada a conversão é feita considerando a fonte (OP1) como um dado em hexadecimal.se acionada executa as funções anteriores. • • *Para valores maiores que 9999. a entrada digital deve estar configurada como “Counter” no Brio Config e o “EnableAlarm” deve estar em “True”. a entrada 1 é fixa com a saída 1 e assim sucessivamente até a entrada 4 e saída 4.Conversão decimal para hexadecimal. A instrução CONV. a parte mais significativa deste número será perdida*. Edição de Preset do BRIO . será mostrado como gerar um campo de edição do Preset em decimal na IHM e convertê-lo para hexadecimal.Conversão decimal para hexadecimal Preset . utilizar a instrução CONVL. HEXADECIMAL . Para o exemplo dado.ATOS Winsup-Brio Aciona Saída digital por meio de Entrada digital do BRIO Este item mostra como utilizar o módulo de I/O remoto com a configuração: ativar uma saída digital por meio de uma entrada digital (Modo “Counter”) do Brio. Fig. Se a conversão hexadecimal para decimal implica em um número maior que 9999.Caso a entrada D esteja desacionada a conversão é feita decimal para hexadecimal. Conversão Decimal para Hexadecimal. ou seja.

Fig. será feita uma conversão decimal (OP1 – conteúdo do registro 0700h) para hexadecimal (OP2 – conteúdo do registro 0600h). Tela de edição do Preset e visualização do Efetivo do BRIO O registro 502h será utilizado no exemplo para. onde há um campo de edição do Preset e visualização do Efetivo (“Acc”).Winsup-Brio ATOS No exemplo do programa de usuário. 15. 0F7 – É um estado interno com condição de sempre ligado. Tela de edição do preset e visualização do efetivo “Acc” Este é um exemplo de uma tela de programação na IHM. Configuração Background deste item está na página 41. exibir o Efetivo (“Acc”) convertido de hexadecimal para decimal. 37 . desaciona a entrada D do CONV possibilitando a conversão de decimal para hexadecimal. habilitando a entrada H para a execução da função da instrução. Os estados internos: • • 0F6 – É um estado interno com condição de sempre desligado. Veja tópico a seguir.

Para contornar esta situação. Conversão HEXA para Decimal.ATOS Winsup-Brio Visualizar o Efetivo (Acc) . a criação de um frame para enviar o valor “0000h” no efetivo. A entrada D deve estar acionada.Conversão hexadecimal para decimal Esta conversão é necessária. Para o exemplo dado. Reset / Alteração no Efetivo (“Acc”) do BRIO Em função dos frames da Comunicação Background serem atualizados de forma continua. tornaria a contagem inviável. o usuário pode enviar o valor “FFFFh” onde não há efeito na atualização do campo. utilizar a instrução CONVL. será mostrado como utilizar a instrução CONV para conversão Hexadecimal para Decimal. alternando entre enviar “0000h” (em um determinado instante) e depois o valor “FFFFh” (continuamente) o usuário comanda o momento em que a zeragem da contagem deve ser feita. Fig. pois continuamente estaríamos enviando o valor de zero e interrompendo a contagem. pois o Brio retorna valores em hexadecimal. Desta forma. Configuração Background deste item está na página 42. Para valores em hexadecimal maiores que 270Fh. 16. Este valor será convertido para decimal e transferido para o conteúdo do registro indicado no OP2 (registro 0502h). pois o Brio não interpreta este dado e a contagem prossegue. para isso foi utilizado o estado interno 0F7 (sempre ligado). mostrando a forma de como trabalhar com este registro (0500h) do OP1. O conteúdo do OP1 (registro 0500h) carregará o valor do efetivo do “Acc” do módulo Brio em hexadecimal. A entrada H do bloco também deve ser acionada para executar a função. 38 .

Sendo assim. A instrução tem uma única entrada (Habilita). Reset do contador. No momento em que a tecla F3 (00B3h) for pressionada. é alterado conforme o estado da EI 00B3h (tecla F3). O módulo Brio ignora esta informação e o mesmo não reseta o contador (Acc – Efetivo). mostra a utilização da instrução MOVK (movimento de constante). 39 . Lembrando sempre que. o Brio aceita somente valores no formato Hexadecimal. Dessa maneira o módulo Brio irá interpretar esta informação e o contador (Acc – Efetivo) será resetado. No lugar da constante “0000h” poderia ser um valor de ajuste do Efetivo. Configuração Background deste item está na página 43. Poderia ser também. No exemplo do programa de usuário. Fig.) da contagem interna do Brio. 17.Winsup-Brio ATOS Este mesmo recurso pode ser utilizado para inserir um valor diferente para o Efetivo (“Acc”. O conteúdo do registro 0800h. enquanto o contato normalmente fechado 00B3h (tecla F3) estiver acionado a instrução MOVK carrega a constante “FFFFh” para o conteúdo do registro 0800h. onde a instrução executa a movimentação de um valor de 16 bits em um registro (WORD) indicado por OP1 (registro 0800h). que é escrito no endereço do Efetivo do contador por meio da Comunicação Background. o contato normalmente fechado irá se abrir (inibindo o carregamento da constante “FFFFh”) e o contato normalmente aberto será fechado (carregando o novo valor da constante “0000h” para o conteúdo do registro 0800h). utilizando outra instrução de movimentação de dados (MOV) o conteúdo de um registro com o valor para o Efetivo. alternando sempre entre o valor pretendido para o efetivo da contagem e o valor “FFFFh” (continuamente) para prosseguir a contagem.

que no exemplo dado é o 0000h do temporizador do CLP. 18. neste exemplo será acionada a saída digital 2 correspondente ao endereço 0001h de acordo com a função 05-Force Single Coil (Acionar uma saída) que está na tabela de saídas do item Endereços Modbus. A quantidade de registro é apenas um. Slave coloque o ID (1) do módulo de I/O remoto (BRIO). CP coloque o endereço da saída digital do módulo de I/O remoto. Fig. será da forma a seguir (orientando-se pelos dados da página 35): • • Na linha 1 (Id 1) indique o endereço do Mestre. • • 40 . Protocolo – Modbus. Background habilitado. No campo Num. No campo End. Aciona saída digital através de temporizador no CLP A configuração Background.ATOS Winsup-Brio Configuração Background Na guia Background devem ser habilitado os seguintes itens: • • Habilita comunicação background. Neste momento a comunicação Background estará pronta para a configuração.

Slave coloque o ID (1) do módulo de I/O remoto (BRIO). coloque o endereço 0000h correspondente ao Preset do contador 1 do módulo de I/O remoto. No campo Num. Edição do Preset do contador interno do BRIO A configuração Background. pois em um registro já estão contidos os 2 bytes que a função Modbus necessita. • • Fig. Preset do Contador Interno do Brio. 20. de acordo com a função 06-Preset Single Register que está na tabela de Preset dos contadores do item Endereços Modbus. 19. que no exemplo dado é o endereço 0600h do CLP no qual contém o valor do Preset já convertido para hexadecimal. CP. A quantidade de registro é apenas um. Temporizador para acionar saída. No campo End. acionando conseqüentemente a saída digital 2 do Brio.Winsup-Brio ATOS Fig. No momento que o Efetivo se igualar com o Preset do temporizador o endereço 0000h passará de OFF para ON. 41 . é dada a seguinte forma (orientando-se pelos dados da página 36): • • Na linha 3 (Id 3) indique o endereço do Mestre.

for alterado. coloque o endereço 0020h correspondente ao Efetivo do contador 1 do módulo de I/O remoto.ATOS Winsup-Brio No momento que o Preset (registro 0700h) do CLP que está em decimal for editado. será da seguinte forma (orientando-se pelos dados da página 38): • • Na linha 2 (Id 2) indique o endereço do Mestre. Com isso. Com isso. 21. A quantidade de registro é apenas um. No campo Num. será mostrado o valor em decimal. será convertido automaticamente pela instrução CONV para hexadecimal e alocado para o conteúdo do registro 0600h (End. • • Fig. a função 06 presetará este valor no endereço 0000h (Contador 1) do módulo BRIO. pois em um registro já estão contidos os 2 bytes que a função Modbus necessita. CP. que está em hexadecimal. No campo End. Visualização do Efetivo “Acc” do contador interno do BRIO A configuração Background. será enviado para o conteúdo do registro 0500h do CLP (Função 03 – Read Holding Registers) e convertido automaticamente pela instrução CONV para decimal e alocado para o conteúdo do registro 0502h. Efetivo do Contador Interno do Brio. No momento que o Efetivo (endereço 0020h) do contador 1 do módulo de I/O remoto. 42 . Master). que no exemplo dado é o endereço 0500h do CLP no qual contém o valor do Efetivo do I/O remoto em hexadecimal. no campo de visualização da IHM do endereço 0502h (Efetivo). Slave coloque o ID (1) do módulo de I/O remoto (BRIO). de acordo com a função 03-Read Holding Registers que está na tabela de Efetivo dos contadores do item Endereços Modbus.

Winsup-Brio ATOS Reset do Efetivo (“Acc”) acionado pela entrada digital do Brio Para o reset do Efetivo interno do BRIO. Num. os frames da comunicação Backgroud. CP é o endereço 0020h (Efetivo) do Brio. no exemplo dado a saída digital 1 configurada no Brio Config. 43 . a performance de atualização dos módulos varia em função da quantidade de módulos existentes na rede. End. da taxa de comunicação e também em função da família do controlador utilizado. • Fig. zerando o efetivo para uma nova contagem e desligando a saída digital 1 associada (exemplo dado). Slave é o ID (1) do Brio. sendo. a configuração é da seguinte forma (orientando-se pelos dados da página 38): • • • • End. 22. No momento que a tecla F4 (00B3h) for aciona será presetado o conteúdo 0000h do registro 0800h para o endereço 0020h (Efetivo) do Brio. Quantidade de registro é apenas um. portanto dependente do tamanho do programa de usuário. Para a série MPC4004 e série Expert a atualização de cada frame é feito a cada varredura. Zera efetivo do BRIO. Para as famílias MPC4004R e MPC4004T. Performance dos módulos Por se tratar de uma comunicação serial. Mestre é o registro 0800h que carrega a constante FFFFh (00B3h – OFF) ou 0000h (00B3h – ON). Função Modbus 06-Preset Single Registers para presetar o valor das constantes FFFFh (não interpreta esse valor) ou 0000h (zera o efetivo para nova contagem) no efetivo do Brio e desliga saída digital associada. são atualizados a cada 10 ms (taxa de 57600).

44 . 24.ATOS Winsup-Brio Topologia Aplicação sendo controlada por sistemas supervisórios Via Canal Serial Fig. Via Rede Ethernet Fig. Controle via Rede Ethernet. 23. Controle via canal Serial.

ou seja.Winsup-Brio ATOS Aplicação sendo controlada por CLP Fig. Controle pelo CLP. Os endereços da CPU 3D1 até 3EF sinalizam falhas de comunicação com as estações. 45 . 32 elementos na aplicação. 25. são no máximo 31 mais o mestre. O número do I/O remotos (Brio) que se pode ter numa rede RS485.

46 . Saídas: Funções (01). (05) e (15) Descrição das funções Read Coil Status Force Single Coil Preset Multiple Coil Código das funções 01 05 15 Endereço Hexa 00 01 02 03 04 a 3F Posição 01 02 03 04 05 a 64 Saídas Digitais Saída Digital 01 Saída Digital 02 Saída Digital 03 Saída Digital 04 Reservado p/ implementação futura.ATOS Winsup-Brio Endereços Modbus do módulo Brio Entradas e saídas digitais Entradas: Função (02) Descrição da função Read Input Status Código da função 02 Endereço Hexa 00 01 02 03 04 05 06 07 08 a 3F Posição 01 02 03 04 05 06 07 08 09 a 64 Entradas digitais Entrada Digital 01 Entrada Digital 02 Entrada Digital 03 Entrada Digital 04 Entrada Digital 05 Entrada Digital 06 Entrada Digital 07 Entrada Digital 08 Reservado p/ implementação futura.

Após ser lida as entradas. o Latch volta a ser atualizado. O Latch também será atualizado caso seja feito uma leitura das entradas em seus endereços normais. fica aguardando novamente a entrada ser acionada. 47 . Estes endereços para leitura das entradas devem ser utilizados quando a largura do sinal de entrada (ligado) for menor que o Scan de atualização de leitura. a partir do endereço 0000h. ou seja. ou seja.Winsup-Brio ATOS Entradas digitais com Latch associado: Função (02) Descrição da função Read Input Status Código da função 02 São endereços das mesmas entradas. Endereço Hexa 40 41 42 43 44 45 46 47 48 a 7F Posição 64 65 66 67 68 69 70 71 72 a 128 Entradas digitais com Latch Latch da Entrada Digital 01 Latch da Entrada Digital 02 Latch da Entrada Digital 03 Latch da Entrada Digital 04 Latch da Entrada Digital 05 Latch da Entrada Digital 06 Latch da Entrada Digital 07 Latch da Entrada Digital 08 Reservado p/ implementação futura. porém a informação de entrada acionada permanece até que haja uma leitura deste status através do canal serial.

ou seja. 48 . Para os módulos com 8 entradas e 4 saídas.ATOS Winsup-Brio Contadores associados às Entradas Digitais O módulo Brio permite ao usuário. embora possa ser programado até oito contadores. segue a nomenclatura de endereçamento de 16 bits. associar contadores as entradas. estão associados dois bytes de dados. é possível ter apenas 4 saídas associadas aos contadores. Para cada contador é possível associar uma saída digital do próprio módulo. de forma que ao atingir a contagem a saída é imediatamente acionada. A habilitação deste modo deve ser feita através do software de configuração. Preset dos contadores: Funções (06) e (16) Descrição da função Preset Single Registers Preset Multiple Registers Código da função 06 16 Endereço Hexa 00 01 02 03 04 05 06 07 08 a 1F Posição 01 02 03 04 05 06 07 08 09 a 32 Preset dos contadores Preset do Contador 1 (2 bytes) Preset do Contador 2 (2 bytes) Preset do Contador 3 (2 bytes) Preset do Contador 4 (2 bytes) Preset do Contador 5 (2 bytes) Preset do Contador 6 (2 bytes) Preset do Contador 7 (2 bytes) Preset do Contador 8 (2 bytes) Reservado p/ implementação futura. para cada endereço. Os contadores possuem registros de preset e efetivo. O endereçamento Modbus para registro nos módulos Brio.

Efetivo dos contadores: Funções (03) e (04) Descrição da função Read Holding Registers Read Input Registers Código da função 03 04 Endereço Hexa 20 21 22 23 24 25 26 27 28 a 3F Posição 33 34 35 36 37 38 39 40 41 a 64 Efetivo dos contadores Efetivo do Contador 1 (2 bytes) Efetivo do Contador 2 (2 bytes) Efetivo do Contador 3 (2 bytes) Efetivo do Contador 4 (2 bytes) Efetivo do Contador 5 (2 bytes) Efetivo do Contador 6 (2 bytes) Efetivo do Contador 7 (2 bytes) Efetivo do Contador 8 (2 bytes) Reservado p/ implementação futura.Winsup-Brio ATOS Leitura de Preset dos contadores: Funções (03) e (04) Descrição da função Read Holding Registers Read Input Registers Código da função 03 04 Endereço Hexa 00 01 02 03 04 05 06 07 08 a 1F Posição 01 02 03 04 05 06 07 08 09 a 32 Preset dos contadores Preset do Contador 1 (2 bytes) Preset do Contador 2 (2 bytes) Preset do Contador 3 (2 bytes) Preset do Contador 4 (2 bytes) Preset do Contador 5 (2 bytes) Preset do Contador 6 (2 bytes) Preset do Contador 7 (2 bytes) Preset do Contador 8 (2 bytes) Reservado p/ implementação futura. 49 .

(2 bytes) Eng. Valor do efetivo em unidade de telemetria na posição 101 exibe valor 65535 e em unidade de engenharia na posição 105 exibe o valor 10000. Unid. está com tensão de entrada igual a 10 Vcc e fundo de escala configurado com limite mínimo igual a 0 e limite máximo igual a 10000. Unid.ATOS Winsup-Brio Entradas Analógicas Efetivo dos canais analógicos: Funções (03) e (04) Descrição da função Read Holding Registers Read Input Registers Código da função 03 04 Endereço Hexa 64 65 66 67 68 69 70 71 Posição 101 102 103 104 105 106 107 108 Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo do do do do do do do do Efetivo dos contadores Canal Canal Canal Canal Canal Canal Canal Canal Analógico Analógico Analógico Analógico Analógico Analógico Analógico Analógico 1 2 3 4 1 2 3 4 Unid. Unid. (2 bytes) Eng. (2 bytes) Eng. limite mínimo e limite máximo. Unid. (2 bytes) Telem. (2 bytes) Telem. 50 . Unid. Unid. (2 bytes) *Unidade de telemetria: Valor variando de 0 a 65535. (2 bytes) Telem. (2 bytes) Eng. **Unidade de engenharia: Valor variando no fundo de escala configurado. Exemplo: Canal analógico 1 configurado como entrada de tensão 0-10 Vcc. Unid. de de de de de de de de Telem.

98 Ohms/km. 65 pF/m. Cabo de ligação Características Elétricas do Cabo para Padrão RS485 • Bitola mínima dos condutores: 24 AWG. • Capacitância mútua do par trançado máx. 51 . • Impedância característica (Z0) 120 Ohms. • 1 par trançado de condutores mais 1 condutor dreno em contato com fita de poliéster metalizada aplicada helicoidalmente sobre os pares trançados.Winsup-Brio ATOS Informações sobre ligação do cabo de comunicação . é recomendada a colocação de um resistor entre 120 e 150 Ohms nos extremos da rede. Cabo de interligação entre um módulo do módulo Brio e um MPC4004 Fig. Para distâncias superiores a 50 metros. 26. • Resistência de cada condutor máx. com o objetivo de minimizar perdas provocadas pelo casamento de impedância entre o transmissor e o receptor.

ou seja.com D-. é recomendável que se faça a interligação dos aterramentos entre os equipamentos Durante a instalação observe a polaridade dos sinais de dados da RS485. variando entre 120 a 150 Ohms (valores práticos e dependendo do número de receptores acoplados na linha). Para minimizar problemas com indução eletromagnética.corresponde ao sinal D0 RI do MPC4004 O uso da blindagem é absolutamente essencial para se obter alta imunidade contra interferências eletromagnéticas. A blindagem por sua vez deve ser conectada ao sistema de aterramento em ambos os lados através de bornes de aterramento adequados.ATOS Winsup-Brio O valor dos resistores de terminação deverá estar próximo da impedância característica da linha de transmissão. D+ com D+. O sinal D+ corresponde ao sinal D0 RI do MPC4004 O sinal D. Adicionalmente recomenda-se que os cabos de comunicação sejam mantidos separados dos cabos de alta voltagem. elas devem ser ligadas em paralelo. 52 . D.

53 .

54 .

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