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14 15 Maio 2009 MADEIRA Governo combate perdas de água PSP está atenta Madeira tem
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15 Maio 2009
MADEIRA
Governo combate perdas de água
PSP está atenta
Madeira tem enfermeiros suficientes
O presidente do GR, que inaugurou, nos Prazeres, a primeira
fase da obra de recuperação da levada entre a Calheta e a
Ponta do Pargo, disse que o Governo e as autarquias estão
empenhados em combater as perdas de água. Exemplo disso,
estão alguns dos investimentos que têm sido feitos nos últimos
anos. Hoje, segundo Jardim, a água é um bem cada vez mais
sagrado, chegando a custar mais caro que a gasolina. Ainda por
cima, acrescentou, «a água, dentro de cem anos, será um dos
bens mais essenciais, mais fundamentais da vida do homem”.
A PSP procedeu, na madrugada
de terça, à detenção, em
flagrante delito, de um indivíduo
do sexo masculino e à
identificação de um menor de 15
anos, pela prática de crimes e de
factos qualificados como crimes
contra o património, junto de
uma prestigiada unidade
hoteleira, situada no Funchal.
O secretário regional dos Assuntos Sociais afirmou, na sessão
comemorativa do Dia Internacional do Enfermeiro, que a Madeira
tem um rácio de profissionais de 7.5 por cada mil habitantes,
valor acima do rácio nacional, que é de 5.3. Francisco Jardim
Ramos assegurou que este valor demonstra que «estamos
atentos e preocupados com os jovens que frequentam as nossas
escolas de enfermagem. Ainda há dias foram vinculados ao
Serviço de Saúde 83 novos profissionais. Temos 1916
enfermeiros nas unidades de serviço da Saúde”, afirmou ainda.

VISITA AGUARDADA COM GRANDE EXPECTATIVA

João Jardim espera que Sócrates traga algo de útil para a Madeira

Alberto João Jardim espera que a visita do primeiro- ministro, hoje, se torne útil para a Madeira, mas recusa divulgar quais os termos da conversa que vai manter com José Sócrates. Quanto ao programa da visita, o líder madeirense espera que possam ser anunciadas medidas do Estado para o Turismo regional. Alberto João Jardim garantiu que não fala, «nem antes, nem depois», sobre as conversas que mantém com o primeiro-ministro. Questionado pelo JM a propósito do encontro que vai manter com José Sócrates, na próxima sexta-feira, no Palácio de São Lourenço, o presidente do Governo Regional limitou-se a dizer que «toda a gente sabe o que se passa», mas «por uma questão de delicadeza, não falo antes, nem falo depois». «Entendo que a troca de impressões desse género não é para ser badalada na praça pública. Pelo menos da minha parte», acrescentou. Entretanto, Jardim manifestou a vontade de que esta seja «uma visita que tenha utilidade para a Região Autónoma». O presidente do GR sublinhou que «sempre que há uma visita de Estado à Madeira fico feliz porque os principais responsáveis do país se lembram da Madeira», mas, também esclareceu que, não há qualquer tipo de agenda para o encontro que vai manter com Sócrates, reiterando que será «uma conversa institucional». Quanto ao resto do programa já anunciado para a visita, da qual garante ter sido informado oficialmente através do ministro da Presidência, Jardim diz que «assenta em dois sectores, ambos da tutela do Governo Regional da Madeira». No caso da educação, salientou que se trata da «concretização do compromisso do primeiro-ministro de estender a distribuição dos computadores “Magalhães” a todas as escolas do país», inclusive, das regiões autónomas.

Ainda assim, a este propósito, Jardim fez questão de lembrar que a Madeira dispõe de um programa de informática, quer para as escolas quer para as famílias, há mais de 10 anos. «Têm assistido às inaugurações das muitas escolas novas que a Madeira tem e vêem lá bons computadores. Mas, é um reforço para os nossos meios que é sempre de agradecer», complementou. Por outro lado, a visita incide também num contacto do primeiro-ministro com os empresários do turismo. «Espero que tenha para eles algumas novidades de forma

a que as responsabilidades do Estado na Região venham

reforçar as responsabilidades que a Madeira já tem por

ter a tutela do sector do turismo», disse Jardim. Questionado sobre o “timing” desta visita, Jardim foi peremptório: «Isso não sei. Não faço ideia». Quem não tem dúvidas sobre o «oportunismo da visita» é Guilherme Silva, deputado do PSD à Assembleia da República (AR). «Passou todo o mandato

a hostilizar e a discriminar a Madeira e os madeirenses,

pelo que vir fazer uma visita nestes termos à Região, em

cima de umas eleições e de outras que se seguirão, só pode ser entendido com uma grande dose de eleitoralismo e até de alguma provocação», salientou ao JM. Ainda assim, o também vice-presidente da AR acredita que Jardim saberá aproveitar a presença de Sócrates para colocar sobre a mesa alguns dos assuntos pendentes que a Região tem com a República. «Mais uma vez, pode ser que o ambiente eleitoral ajude a resolver alguma coisa. Acredito que seja um momento de reflexão e arrependimento do primeiro-ministro. Por isso vamos aguardar para ver quais são os seus propósitos nesta deslocação», afirmou. Sobre os célebres computadores, o deputado ironizou: «É caso para dizer que este demorou mais tempo a chegar à Região que o outro Magalhães levou a chegar ao Pólo Sul».

que o outro Magalhães levou a chegar ao Pólo Sul». Berar do lamenta fim do Savoy
que o outro Magalhães levou a chegar ao Pólo Sul». Berar do lamenta fim do Savoy

Berardo lamenta fim do Savoy

Joe Berardo disse ao Jornal da Madeira que a empresa Siet Savoy, da qual controla 50 por cento do capital, tentou fazer o melhor possível para todos os trabalhadores, que disse claramente considerar parte da família. O empresário evidenciou que gostaria que tudo se resolvesse a bem de todos, que reconhece terem feito da unidade uma escola que equiparou à de hotelaria. Quanto à unidade que irá surgir no lugar do Savoy e do Santa Isabel, Joe Berardo disse não saber ao certo quando começam os trabalhos. Diz que gostaria que arrancassem o mais depressa possível, mas sublinha que existem fases processuais ainda a cumprir. No que toca ao tempo de construção do novo empreendimento podemos adiantar que o projecto refere que serão 36 semanas. Não obstante, o comendador madeirense admite que poderão decorrer entre três e quatro anos porque, justificou, trata-se de uma obra muito grande e ainda pelo facto da conjuntura obrigar a cuidados redobrados. Também Horácio Roque, detentor dos outros 50 por cento do capital da empresa, lamentou que a situação tivesse evoluído para esta realidade, mas, sublinhou que, o mundo dos negócios, por vezes, obriga a decisões difíceis. Em termos concretos, o novo Savoy vai ter 828 camas, distribuídas pelos quatro blocos que irão compor o empreendimento, onde se destaca o hotel e os apartamentos turísticos. Entretanto, o director regional do Trabalho disse que o Governo Regional tudo fez para sensibilizar a administração do Grupo Siet Savoy a minimizar os efeitos sociais do despedimento colectivo comunicado segunda-feira a 99 trabalhadores do Savoy. Rui Silva disse ao Jornal da Madeira que tinha havido uma grande preocupação para sensibilizar a empresa a reapreciar, na medida do possível, os processos relativos aos quadros que estão a ser dispensados, e que, no futuro recrutamento para a unidade a construir, lhes fosse garantida prioridade na admissão.

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dispensados, e que, no futuro recrutamento para a unidade a construir, lhes fosse garantida prioridade na
dispensados, e que, no futuro recrutamento para a unidade a construir, lhes fosse garantida prioridade na

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