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OCTIRODAE BRASIL

OCTIRODAE BRASIL 2ª EDIÇÃO EM PORTUGUÊS – TRADUÇÃO DO ORIGINAL EM ESPANHOL DE 12/05/2011

2ª EDIÇÃO EM PORTUGUÊS – TRADUÇÃO DO ORIGINAL EM ESPANHOL DE 12/05/2011

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OCTIRODAE BRASIL www.octirodaebrasil.com.br A RUNA TIRODAL É A RUNA QUE OS SIDDHAS LEAIS ASSINALARAM AO PONTÍFICE
OCTIRODAE BRASIL www.octirodaebrasil.com.br A RUNA TIRODAL É A RUNA QUE OS SIDDHAS LEAIS ASSINALARAM AO PONTÍFICE

A RUNA TIRODAL É A RUNA QUE OS SIDDHAS LEAIS ASSINALARAM AO PONTÍFICE NIMROD DE ROSÁRIO NA ESTRATÉGIA DA OCTRA:

ORDEM DOS CAVALEIROS TIRODAL DA REPÚBLICA ARGENTINA

A RUNA TIRODAL DA VITÓRIA É A RUNA QUE OS SIDDHAS LEAIS NOS ASSINALAM NESTA ESTRATÉGIA DA OCTIRODAE:

ORDEM DOS CAVALEIROS TIRODAL DE AMÉRICA E ESPANHA

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DOS LIVROS DE CRISTAL DE AGARTHA

Tomo II

O YOGA MARCIAL

HIPERBÓREO

CIÊNCIA INICIÁTICA DE LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL

O YOGA MARCIAL HIPERBÓREO CIÊNCIA INICIÁTICA DE LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL GUSTAVO BRONDINO www.octirodaebrasil.com.br 3

GUSTAVO BRONDINO

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OCTIRODAE BRASIL O CAMINHO DO VIRYA BERSERKR À COMPREENSÃO GNÓSTICA DAS RUNAS NÃO-CRIADAS, ÀS VERDADES ETERNAS,

O CAMINHO DO VIRYA BERSERKR À COMPREENSÃO GNÓSTICA DAS RUNAS NÃO-CRIADAS, ÀS VERDADES ETERNAS, À SUA CIÊNCIA DE LIBERTAÇÃO DO MUNDO DA DOR, À SEU INGRESSO COMO SIDDHA BERSERKR NA ORIGEM.

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Camaradas, companheiros de luta! Virão, desde o pólo, As Brisas do Sul, que penetrarão rapidamente no Homem Desperto, sussurrando em seu ouvido, em seu Espírito, o Mistério das Verdades Eternas!

SEGUNDA PARTE: TOMO II

ÍNDICE

Pág.

INTRODUÇÃO

6

PRIMEIRA PARTE: VONTADE

A SEMÂNTICA NOOLÓGICA DO YOGA RÚNICO HIPERBÓREO

A PRIMEIRA INICIAÇÃO HIPERBÓREA

10

O MISTÉRIO DA SWÁSTICA HIPERBÓREA E AS TRÊS RUNAS NÃO-CRIADAS: RUNA

HAGAL, RUNA SIEG E RUNA TYR

59

SEGUNDA PARTE: VALOR

A ÉTICA NOOLÓGICA DO YOGA RÚNICO HIPERBÓREO

A SEGUNDA INICIAÇÃO HIPERBÓREA

95

A REVERSÃO GNÓSTICA DO VIRYA BERSERKR

108

TERCEIRA PARTE: VITÓRIA

A

PONTÔNICA NOOLÓGICA DO YOGA RÚNICO HIPERBÓREO

A

RUNA DA VITÓRIA

A

TERCEIRA INICIAÇÃO HIPERBÓREA

137

O

MISTÉRIO DO LABIRINTO

146

A

RUNA TIRODAL DA VITÓRIA: RUNA DO VIRYA BERSERKR

170

A

TIRODALHAGAL: VITÓRIA

188

QUARTA PARTE: O DRAGÃO E SUAS SERPENTES

MENSAGEM FINAL

195

O DRAGÃO E SUAS TRÊS CABEÇAS

A TRAIÇÃO BRANCA

196

A MURALHA ATLANTE-MEDITERRÂNEA

217

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INTRODUÇÃO

Saudações a todos os homens e mulheres da América e Espanha que sentem em seu Espírito, em seu sangue, o mistério das verdades eternas. Companheiras e companheiros, camaradas, é necessário compreender a realidade que vive o Espírito e o engano que se concentra sobre os sinceros buscadores das verdades eternas, aqueles que têm em suas Vontades o valor para chegar à compreensão da Verdade Absoluta do seu Eu verdadeiro. Os viryas (homens semi-divinos) devem compreender o engano que foi criado sobre si mesmo. O EU é desorientado por um Engano de A-mort na Alma criada, aprisionada no microcosmo no Universo material do Demiurgo, O Uno, na ordem do macrocosmo. Nesta situação se encontra o virya, aprisionado, adormecido no microcosmo e perdido, extraviado no macrocosmo. A única solução que tem o virya para escapar desta dupla desorientação é resolver o Segredo do Labirinto (o labirinto interior é análogo ao MICROCOSMO e seus sujeitos psicológicos e o labirinto exterior é análogo ao MACROCOSMO e suas macroestruturas culturais), se pretende DESPERTAR AO DESPERTAR. O virya adormecido e extraviado está submetido ao LABIRINTO e a vontade dos Senhores do Labirinto, dos Deuses Enganadores que sustentam ao virya perdido dentro do labirinto, aprisionado ao SIGNO DA DOR, sem que possa compreender que está submetido à lei do labirinto, e mais, sem saber que está adormecido e extraviado, inclusive acreditando ilusoriamente que está desperto e orientado. A única possibilidade que tem para escapar do terrível poder de Maya, do Mundo da Ilusão e do Labirinto do Terror, é resolvendo este duplo enigma, interno e externo, elucidando o Segredo do Labirinto.

Este drama existencial é a realidade do virya, vive dormindo e não saber que assim se encontra, crendo estar orientado quando está totalmente perdido. O virya somente poderá despertar e orientar-se se compreende o engano ao qual foi submetido seu Espírito Eterno, quando foi aprisionado na ordem material, ao MACROCOSMO (labirinto exterior), em um MICROCOSMO (labirinto interior), à alma criada. Engano executado friamente de forma implacável por uma ação traiçoeira dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá e sua Hierarquia metafísica, cujo máximo expoente é o DEMIURGO COSMOCRIADOR, O CRIADOR E SUSTENTADOR DESTE MUNDO DE ILUSÃO. Deste duplo engano padece o virya: primeiro, dormindo e aprisionado ao microcosmo; segundo, perdido e extraviado no macrocosmo. De tal engano, confusão, somente escapa o virya mais valente, o que se expira a si mesmo e possa enfrentar em um combate de morte a seus carcereiros, os Siddhas Traidores e o Demiurgo O Uno.

Unicamente o virya que porte em seu sangue uma ÉTICA heróica e viril, uma VONTADE absoluta e um VALOR infinito, poderá com o Signo da Origem, resignar o labirinto, compreender a serpente e o Dragão, resignando o Signo da Dor e ser livre na Origem.

Estes momentos da história são os mais duros que lhe toca viver ao Espírito cativo nesta demente criação, Universo material, sustentado por um Demiurgo Cosmocriador e seus aliados os Siddhas Traidores de Chang Shambalá. E somente os que portem um

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coração de gelo e um fogo frio em seu sangue, conseguirão despertar ao despertar. Os homens e mulheres nobres, que portam em seu sangue a recordação do Signo de Origem, têm em suas mãos o poder da Sabedoria Hiperbórea, ciência gnóstica de libertação espiritual, com a qual poderão voltar a recordar o Signo da Origem, ascender a sua gnose interior e DESPERTAR. O virya desperto, com sua gnose interior, compreenderá o inimigo exterior, aos Demônios do Labirinto, poderá despertar ao despertar e ser livre mais além da dor e da Origem. Esta sabedoria permitirá aos camaradas que ainda sentem em seus sangues, em seus Espíritos a chama da verdade, que crêem na existência da Eternidade, esclarecer seus entendimentos, suas consciências, despertar e ascender à via gnóstica de liberação espiritual dos Siddhas de Agartha. Verdades que se revelam nos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea e nos textos dos Livros de Cristal de Agartha. Os viryas despertos designados pelos Siddhas Leais e os Senhores de Vênus tem em suas mãos o poder das verdades eternas para fazer possível sua libertação do ilusório mundo de Maya.

Os camaradas que começam com o estudo destes mistérios, encontrarão o caminho iniciático que os levarão à visão noológica das verdades eternas, sabedoria que lhes permitirá compreender com o Signo da Origem o mistério do aprisionamento pelo encantamento, o Signo da Dor. Com o poder da sabedoria das runas não-criadas e o segredo de sua ciência de libertação, poderá o Guerreiro Sábio libertar-se do aprisionamento e do Signo da Dor.

Os Homens sérios, aqueles que sintam em seu sangue o fogo frio das verdades eternas, têm em suas mãos o segredo do Yoga Hiperbóreo, ciência gnóstica não-criada com a qual se faz propícia a libertação do Espírito cativo do Labirinto de Maya. Os mistérios dos Livros de Cristal e sua Sabedoria Hiperbórea serão revelados aos Viryas que demonstrem ter na sua máxima orientação estratégia uma VONTADE absoluta e um VALOR infinito, qualidades noológicas que permitem ao virya despertar ao despertar e chegar a VITÓRIA.

HÁ DOIS CAMINHOS:

UM É O DO GUERREIRO ERGUIDO, O OUTRO DO SACERDOTE AJOELHADO. O DO CARVALHO VENUSIANO E O DO GRAMADO DEMIÚRGICO. O DE LILITH E O DE EVA. O DO VÊNUS LVX E O DO ARQUÉTIPO ILUSÃO. O DA ÁGUIA E O DO PEIXE. O DO A- MOR E O DA PAIXÃO.

O PRIMERO É O CAMINHO DO VIRYA HIPERBÓREO, O SEGUNDO DO VIRYA PERDIDO. VOCÊ, CAMARADA, DEVE FAZER SUA ESCOLHA. SAUDAÇÕES ETERNAS A TODOS OS VIRYAS DO MUNDO.

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Com a Pedra Branca, Fria, gelada como nosso puro SANGUE ASTRAL, incrustada sobre ela a RUNA ODAL, resignamos os Bijas e Yantras, os desígnios arquetípicos, ASPECTO AMOR do ANAHATA CHAKRA.

Com a Pedra Verde, raio de Luz Não-criada de nosso puro SANGUE ASTRAL HIPERBÓREO, incrustada sobre ela a RUNA TIRODAL, resignamos os Bijas e Yantras, os desígnios arquetípicos, ASPECTO BELEZA do VISHUDHA CHAKRA.

Com a Pedra Negra, raio de luz prateada, Origem do Espírito Não-Criado e do mais puro SANGUE HIPERBÓREO, incrustada sobre ela a RUNA HAGAL, resignamos os Bijas e os Yantras, os desígnios arquetípicos, ASPECTO CONSCIÊNCIA do AJNA e do SAHASRARA CHAKRA.

ESTAS TÉCNICAS RÚNICAS REALIZADAS POR UM GUERREIRO HIPERBÓREO, PERTENCENTE À ORDEM DOS CAVALEIROS TIRODAL DE AMÉRICA E ESPANHA, POR VIRYAS BERSERKR, PERMITEM DESPERTAR AO DESPERTAR.

O VIRYA INICIADO HIPERBÓREO, DENTRO DA ESTRATÉGIA ODAL, COM O PODER DO VRIL, DONO DE UMA VONTADE ABSOLUTA E UM VALOR INFINITO, PODERÁ RECUPERAR SUAS RUNAS NÃO-CRIADAS E COM ELAS MARCHAR ARMADO COMO SIDDHA BERSERKR DECIDIDAMENTE À ORIGEM.

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O YOGA MARCIAL HIPERBÓREO

SABEDORIA INICIÁTICA DE LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL

PRIMEIRA PARTE: VONTADE

A SEMÂNTICA NOOLÓGICA DO YOGA RÚNICO HIPERBÓREO

ESCLARECIMENTO: É importante compreender que no desenvolvimento deste texto apelamos constantemente a um estilo onde predomina a retórica TAUTOLÓGICA. A “tautologia” é uma afirmação redundante. Na retórica espanhola 1 , a redundância somente entende-se como uma falta de estilo, ainda que às vezes se utilize intencionalmente para dar ênfase. É especificamente este o caso pelo qual a utilizamos. A tautologia retórica que aplicamos neste texto é evidentemente redundante, mas tem a função instrutiva. Sua finalidade é reforçar a MEMÓRIA e levar à compreensão mais profunda dos temas que se tratam no desenvolvimento deste texto iniciático. Por isto, este texto requerirá do virya que tem pré-disposição gnóstica, de uma grande VONTADE para assimilar os conteúdos gnósticos que se instruem nesta SABEDORIA; mais ainda, de um grande VALOR para incorporar a sua gnose interior a Ética Hiperbórea. Este é o principal objetivo deste texto, que o virya adormecido DESPERTE AO DESPERTAR e que incorpore definitivamente em seu SANGUE a ÉTICA HERÓICA dos SIDDHAS DE AGARTHA.

A PRIMEIRA INICIAÇÃO HIPERBÓREA

Camaradas, nesta primeira parte está contido o maior mistério ao qual pode desejar saber o Iniciado Hiperbóreo: o domínio das técnicas rúnicas do YOGA HIPERBÓREO, arte iniciática que permite ao virya vencer noologicamente o sujeito anímico e dominar o organismo microcósmico, apoderar-se definitivamente de suas estruturas ônticas. O virya neste Kairos da CASA DE TURDES pode despertar ao despertar; para isto, deverá libertar seu ser noológico (vontade e valor) das amarras inconscientes da alma, do ser ontológico.

A SABEDORIA HIPERBÓREA AFIRMA: O EU VERDADEIRO É UMA HIPÓSTASE DO EU INIFINITO, REFLEXO NÃO-CRIADO DO ESPÍRITO ETERNO. O EU VERDADEIRO É VONTADE ABSOLUTA, E O EU INFINITO É VALOR ETERNO, AMBAS AS FACULDADES NOOLÓGICAS UNIFICADAS NO ESPÍRITO ETERNO LHE ORTOGAM AO EU SUA VITÓRIA.

O que dá constituição ao ser ontológico é o Eu psicológico. Por isto, é necessário compreender o que sustenta ao nosso Eu psicológico. Na realidade, é fundamental

1 Nota do Tradutor: O livro original foi escrito em Espanhol.

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ascender à vivência real da situação interna de nosso Eu psicológico. Sabemos perfeitamente, pelo que afirma a Sabedoria Hiperbórea, que a psique, a alma, é um continente de conteúdos complexos que dão constituição psíquica ao Eu psicológico, de tal maneira que nosso Eu verdadeiro está perdido, confundido em um emaranhado de complexos que potencializam ao processo evolutivo do microcosmo de suas energias astrais, vitais e psíquicas. Estes complexos são conteúdos psíquicos que estão unificados na unidade psíquica ou consciência e sustenta ao Eu psicológico, a qual anima o esquema de si mesmo, a consciência do pasú ou sujeito consciente.

Sabemos perfeitamente, que à medida que a consciência evolui se vai produzindo o escorrimento do Eu verdadeiro, de sua energia volitiva no Eu psicológico. Assim, nossa pureza volitiva, nosso Signo da Origem é confundido cada vez mais no Signo da Dor à medida que nos afundamos mais e mais nesta realidade. À medida que evoluímos afirmando internamente na consciência a realidade objetiva do mundo do labirinto exterior, do macrocosmo, nosso mundo interior (labirinto interior) se complica cada vez mais e o Eu verdadeiro se funde nos complexos do Eu psicológico. A vontade do Eu verdadeiro é drenada pelo sujeito consciente, pela personalidade, e esta é o fundamento do Eu psicológico. Isto afirma a perda do Signo da Origem, dificulta a possibilidade de retorno à Origem e afirma o aprisionamento definitivo no Signo da Dor, no mundo do Demiurgo. Portanto, isto ocasiona o esquecimento de nossa linhagem espiritual e maior grau de confusão, a tal ponto de apagar-se toda a possibilidade de libertação de nosso Eu verdadeiro, hipóstase do Espírito esfera revertido.

Agora, o que é o Eu psicológico? O que lhe sustenta e lhe ortoga realidade objetiva, ontológica, a nosso ser, à persona ou personalidade?

Para responder a esta pergunta devemos considerar a análise anterior. Indubitavelmente o indivíduo como ser integral participa de um esquema de si mesmo representado no seu Eu psicológico, e temos afirmado que o mesmo se sustenta pela energia que lhe aporta o Eu verdadeiro, o qual se encontra hipostasiado, aprisionando suas forças noológicas sobre o Eu psicológico. De tal maneira que é impossível desde a perspectiva atual do virya perdido, distinguir o Eu verdadeiro do Eu psicológico, porque o mesmo está mergulhado na consciência ou sujeito consciente, em si mesmo.

Aqui se acha o ponto nevrálgico que é fundamental compreender para chegar à resposta anterior. Vejamos o que apóia nosso Eu psicológico, o que constitui o esquema de si mesmo, nossa personalidade. A mesma está determinada pelas imagens de si mesmo armazenadas na memória, na recordação que o virya perdido tem de si mesmo. Recordações que na memória arquetípica se baseiam no conteúdo filogenético de si mesmo; na memória cultural se baseiam nos conteúdos culturais que formam o sujeito cultural de si mesmo; e na memória consciente os conteúdos do sujeito consciente estruturam a história de si mesmo. Todas estas imagens depositadas na esfera de sombra, no inconsciente particular, compõem o esquema de si mesmo ao qual podemos resumir desta maneira: nossa história racial, o sangue de onde provimos, nossos ancestrais, nossa

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família, a história de nossa família, nossos irmãos, tios, parentes, nossa esposa ou esposo, nossos amigos, nossa educação, o lugar onde nascemos, a cidade onde vivemos ou fomos criados, o colégio onde estudamos, nossas posses materiais, a casa, o carro, o dinheiro, o status social, a profissão que exercemos, a pátria, o estado, nossas idéias ou ideologias, o que pensam os demais sobre este mesmo, o que este crê sobre si mesmo, nossas aflições, nossas dores, nossos gostos e prazeres, nosso nome, nossa idade, a imagem que temos de si mesmo, se somos lindos, feios, magros ou gordos, altos ou baixos, etc. Tudo isto e muito mais são idéias, símbolos que integram nossa PERSONA, nosso ESQUEMA DE SI MESMO. Todas estas “coisas” nos dotam desta falsa sensação de unidade psicológica, afirmam o Eu psicológico, nos dão a sensação de unidade do SER, criam a imagem deste; mas esse si mesmo, se bem que representa nosso esquema óptico atual, a realidade de si mesmo, não é a verdade nua de nosso VERDADEIRO EU ESPIRITUAL, não é mais que o desenvolvimento do sujeito anímico. Compõem estas “coisas” os múltiplos esquemas do labirinto interior, o Plano que existe para desintegrar nosso EU verdadeiro no ser psicológico, na personalidade, nas falsas imagens constituintes do EU psicológico, a persona, o indivíduo. Finalmente, logo depois de evoluir e de afirmar estas idéias de si mesmo, comprovamos que este não é mais que o projeto do Demiurgo, o Plano que o Criador tem para nossa alma criada. Plano cujo fim é evoluir a alma até a ENTELEQUIA MANÚ.

Neste estado de confusão estratégica, poder chegar ao Eu verdadeiro e a VERDADE ABSOLUTA DE SI MESMO, ao SELBST, é quase impossível quando a vontade está identificada com os processos entelequiais de nosso ser anímico. O virya adormecido e perdido se distancia cada vez mais de sua INDIVIDUALIZAÇÃO, de poder desintegrar as máscaras que compõem a si mesmo, a personalidade, de resolver o labirinto interior, de resignar os caminhos (complexos) que constituem a falsa imagem de si mesmo, de resignar os símbolos que integram nosso esquema de consciência, nosso sujeito cultural e nosso sujeito consciente.

Este conjunto de “coisas” sobre a que descansa nossa percepção ilusória deste, são todas “coisas” temporais, quer dizer, não permanecerão além de nossa vida pessoal ou de nossa linhagem familiar; então o que nos sustenta, aquilo que nos afirma nominalmente nosso ser é fatalmente temporal.

Nimrod de Rosário, Pontífice Máximo, descreve perfeitamente este processo, e podemos verificá-lo nesta figura que demonstra o estado interior do virya.

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OCTIRODAE BRASIL Nimrod afirma: “Nós vamos à busca do imutável, do eterno e imperecível. Sobre o

Nimrod afirma: “Nós vamos à busca do imutável, do eterno e imperecível. Sobre o que então deverá se sustentar? Resposta: sobre a expressão daquilo que é Eterno, sobre a expressão do Espírito. Então, uma das tarefas urgentes é diferenciar no nosso mundo interno, o que é perecível e o que é eterno, sustentando-se unicamente sobre aqueles entes que representam ao eterno, e isso se alcançara unicamente mantendo-se em ALERTA com VONTADE”.

Aqui me vem a memória a famosa expressão do mestre Nietzsche: “A Vontade do Poder” (“The Will of Power”). A que poder se referia? Acaso seria o poder econômico, político ou qualquer outra associação cultural da palavra Poder? Ali tem uma chave, pois se refere ao Poder do Espírito como expressão, como ato da vontade do SER de nosso Espírito, Espírito sobre a matéria, Império sobre o Caos Social? A VONTADE é a expressão do ETERNO, assim como o VALOR e a VERDADE. Todos estes valores têm sua origem no eterno e imperecível, daí que as culturas influenciadas ou dirigidas pelo Pacto de Sangue

tiveram estes valores como seus pilares e diretrizes estratégicas.

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De onde vem o Eterno em nosso ser? Resposta: da imagem do Eu infinito, e como infinito não ligado ou condicionado a nenhuma expressão cultural, livre de condicionamentos da cultura, condicionamentos de nossa personalidade, do que pensamos sobre nós, do resto do cosmo que nos circunda ou do que alcançamos a ver, e dos conceitos pré- estabelecidos de inclusive o que não alcançamos ver, quer dizer, do que cremos que o mundo é mais além de nossas fronteiras sensoriais, e que sem embargo, temos construído como cultura abordagens ontológicas sobre o que não sabemos. Este é o trabalho da ciência pura e de seus sacerdotes, cientistas, físicos quânticos, biólogos, microbiologistas, etc.; todos especulando sobre o mundo além de nossas esferas sensoriais, construindo teo-rias e fórmulas que não fazem mais que manter em nossas mentes a ilusória percepção de que podemos conhecer tudo. Falsa presunção da ciência atual.

O infinito se abre como um abismo debaixo de nossos pés, e sobre Ele não podemos

pisar. Terá que deixar a casca do ESQUEMA DE SI MESMO-ALMA para tomar o OVNI do SELBST, a esfera Ehre de vontade e ação puras, noológicas, o Espírito. Somente um veículo tal poderá sobreviver à dissolução da alma no abismo do infinito atual de nosso próprio Espírito. Aquele é eterno, imutável, imperecível, imortal mais além dos Pralayas Cósmicos, do fim dos processos evolutivos do Cosmo e de tudo o que ele contém.

A solução final está então no EHRE e sua possibilidade de ascender ao kairos da

iniciação; este somente se dará na medida de haver compreendido até nos processos mais profundos de nossa mente que estamos sustentados sobre um esquema ilusório, e que o real está mais além das fronteiras da alma, em um ponto gnóstico que a Sabedoria Hiperbórea chama SELBST.

Depois desta análise rúnica que o Pontífice faz do Eu psicológico e da ação que deve desencadear o Guerreiro Hiperbóreo para fazer REAL sua libertação, afirmamos que o virya, com a ciência gnosiológica da Sabedoria Hiperbórea, tem o poder para liberar o Eu das amarras da personalidade, e neste Kairos de guerra e libertação, os Siddhas de Agartha nos ortogam a ciência da Pontônica Hiperbórea estruturada no poder do YOGA HIPERBÓREO, sabedoria que permite ao Guerreiro Sábio ascender a seu Eu Infinito e a seu Espírito Eterno, compreendendo assim o poder das RUNAS NÃO-CRIADAS. Resignando sua personalidade, o virya resigna as máscaras psicológicas que pulverizam o EU, ao ser ontológico, ao microcosmo. Máscaras onde está fragmentado o Eu verdadeiro em uma multiplicidade de formas anímicas e psicológicas (complexos de si mesmo), estruturadas à personalidade, a sua alma criada e ao microcosmo. Libertando ao EU VERDADEIRO do ser psicológico, o virya cria uma ponte, uma estrutura real (Escada Caracol) que lhe permite superar o abismo, o LABIRINTO que separa ao Eu verdadeiro do Eu infinito. Livre do labirinto interior, o virya se afirma em seu ser noológico, vinculando-se carismaticamente com seu EU INFINITO, afirmando definitivamente sua força não-criada no EU VERDADEIRO (ser noológico), sentindo em seu SANGUE a Mística não-criada aportada pelo selbst (verdade eterna de si mesmo). O selbst é a verdade eterna do virya, e nele subjaz sua Mística heróica, a verdade do que ELE é; poder que representa um aporte infinito de VONTADE E VALOR que permite ao virya compreender e dominar o Segredo do

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CERCO e o Mistério do ÂNGULO RETO, ciências rúnicas Hiperbóreas com as quais se isola ao EU verdadeiro do sujeito consciente e das estruturas anímicas do ser ontológico, libertando seu Espírito das pesadas correntes que o tem aprisionado ao microcosmo e ao macrocosmo. O virya libertado das correntes da personalidade isola seu Eu verdadeiro criando um CERCO RÚNICO, uma arquitetura interior baseada em uma estrutura RÚNICA AMURALHADA, UM CERCO ODAL, espaço interior liberado, arquêmona ODAL, Opidium interior no qual o virya alcança sua máxima orientação estratégica, ascendendo a sua GNOSE INTERIOR. Ação interior no qual o virya situado em sua arquêmona ODAL está ISOLADO das interferências anímicas do sujeito consciente, da alma. Neste espaço interior amuralhado pelas runas não-criadas, o virya poderá relacionar-se carismaticamente com as forças espirituais aportadas pela Mística heróica que retiram as correntes de seu EU VERDADEIRO, situação que lhe permite reorientar-se até seu EU INFINITO, e voltar a construir sua ponte metafísica (Escada Caracol, Escada Infinita) pela qual poderá passar pelo terrível labirinto, superar a distância que o separa do seu ESPÍRITO ETERNO.

A realização do virya e sua libertação se alcançam quando o virya se consubstancia com o poder não-criado que vem da Mística do Paráclito, força noológica que afirma o EU VERDADEIRO no EU INFINITO, nas colunas de seu Espírito Eterno, VONTADE, VALOR e VITÓRIA.

Esta libertação é uma ação de reintegração noológica, de reversão gnóstica interior onde o virya, desperta ao despertar, transformando seu sangue em Vril, sua vontade em puro valor, seu microcosmo finito em um cosmo infinito, seu ser criado em ser não-criado. O virya se reverte a si mesmo e transmuta seu ser semidivino, seu tipo criado em SIDDHA NÃO-CRIADO.

A verdadeira libertação é a DEIFICAÇÃO DO EU EGÓICO. Sabemos perfeitamente que a Fraternidade Branca Universal de Chang Shambalá e suas escolas esotéricas da SINARQUIA MUNDIAL propõem o HATHA YOGA ou KUNDALINI YOGA aos viryas perdidos, adeptos da Loja BRANCA. Esta ciência esotérica é o conhecimento que permite ao virya perdido, enganado nas falsas premissas de libertação dos Siddhas de Chang Shambalá e dos sacerdotes das fraternidades sinistras da Fraternidade Branca Universal, alcançar certos estados de evolução anímica e de perfeição ôntica que os aproxima da enteléquia, da iluminação de suas almas criadas. Em contrapartida, para o Virya Hiperbóreo estas técnicas esotéricas significam a destruição e supressão total de toda possibilidade de libertação de seu Espírito Não-Criado da ordem criada.

Todos os iniciados, adeptos da Fraternidade Branca Universal ou qualquer de suas lojas esotéricas dirigidas metafisicamente pelos Siddhas Traidores de Chang Shambalá e fisicamente pelos seus maestros de sabedoria, os Sacerdotes Golen (Sacerdotes brahmanes ou levitas; com sua FINALIDADE QUE É A FÉ, perseguem A PERFEIÇÃO FINAL da obra do Criador seu Deus e buscam degradar a humanidade para sacrificá-la), sem importar a extração mística religiosa da qual provenham, sejam do Oriente ou

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Ocidente, serão instruídos nesta ciência dos Siddhas Traidores se pretendem ser um Iniciado sinarca e ascender na escala hierárquica da Fraternidade Branca de Chang Shambalá.

De modo sintético, descreveremos esta ciência da Sinarquia Religiosa Mundial dos Atlantes Morenos e trataremos de descrever suas escolas e a finalidade que os sacerdotes inscreveram nelas. O virya desperto (homem semidivino Hiperbóreo) deve compreender que esta explicação é ESTRATÉGICA, tem a missão de levar o virya a uma compreensão Semânticas da mentira e do engano que se concentra nestas práticas do yoga sinárquico e de suas múltiplas linguagens arquetípicas culturais criadas a partir dela.

O Yoga é um dos seis dárshanas ou Doutrinas Tradicionais do Hinduísmo. Se bem tomarmos o Hinduísmo como ponto de partida, devemos considerar que este método é anterior inclusive à Atlântida. Na Atlântida se executava este sistema de conscientização do microcosmo, existindo o YOGA MARCIAL HIPERBÓREO, ciência rúnica marcial que executava os ATLANTES BRANCOS (casta guerreira) e o YOGA SINÁRQUICO que executava os ATLANTES MORENOS (casta sacerdotal), que é o que desencadeou os sistemas que vamos desenvolver neste capítulo.

Os Siddhas Traidores transmitiram esta ciência aos Sacerdotes Golen do Pacto Cultural, e de suas doutrinas se derivaram todas as religiões orientais, politeístas e monoteístas; de tal maneira que o YOGA é a mãe das religiões. Estes conhecimentos foram transmitidos em diferentes eras ou Yugas, e seus métodos se adaptaram de acordo a raça raiz que os assimilava. Por isto existem diferentes tipos de yoga e cada uma deles se adaptou em um Yuga (Idade do Ouro, da Prata, do Bronze e do Ferro) a uma RAÇA EM PARTICULAR. Isto permitiu desencadear em cada período ou Yuga determinados ARQUÉTIPOS sobre as estruturas anímicas de uma raça e especialmente sobre o microcosmo do pasú ou virya perdido.

Segundo seus praticantes, o yoga ortoga como resultado a “união ou integração da alma individual com Deus”.

Tipos de Yoga

Os sistemas de Yoga que se consideram fundamentais ou clássicos são os seguintes:

- Rāja Yoga

- Haha Yoga

-

āna Yoga - Karma Yoga

-

Bhakti Yoga

Devemos considerar, que se bem nomeamos estes yogas, podemos resumi-los em quatro grandes sistemas, correspondendo cada um deles a um período ou Yuga. Isto

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responde simplesmente à formação evolutiva do macrocosmo e do microcosmo que está determinada pela quadrangularidade da esfera de sombra macrocósmica e microcósmica. Ao Hatha Yoga se corresponde a Idade do Ferro, ao Bhakti Yoga a Idade do Bronze, ao Rāja Yoga a Idade da Prata e ao Jñana Yoga a Idade do Ouro. Mas devemos ter presente, que neste período da evolução onde se aproxima a BATALHA FINAL, estes quatro sistemas estão presentes na atualidade; e os iniciados sinárquicas para ascender a sua máxima evolução anímica, são instruídos nestas quatro escolas ou sistemas de perfeição ontológica.

Rāja Yoga

O Rāja Yoga (lit., Yoga régio, onde ''Rāja'': rei), também conhecido como ''yoga mental'', é a via da introspecção, é o yoga mais evoluído. Em suas técnicas o iniciado sinárquica ascende à enteléquia Manú. O praticante investiga sua mente explorando a consciência em suas diferentes manifestações: consciente e inconsciente. Neste Yoga, o iniciado dirige a atenção até o interior, longe da distração mundana, com o objetivo de compreender a natureza humana e atingir o “Samādhi” (completa absorção), iluminação, união mística com o divino. Literalmente, não significa “percepção supraconsciente”. Tampouco é a forma aparente irradiando a singular relevância do vazio. O “Samādhi” é o máximo expoente do yoga, é a realização última, o estado de perfeição ôntico onde o ser do individuo, o microcosmo, se encontra absorvido dentro do EU do macrocosmo, sendo Uno com seu Criado.

Costuma-se identificar ao Rāja Yoga com o Aṣṭāga Yoga, descrito por Patañjali. Isto é uma imprecisão, já que o Rāja Yoga é uma categoria mais ampla que engloba também outros sistemas como Kundalinī Yoga, Kriyā Yoga, Mantra Yoga e Dhyana Yoga.

Na continuação os diferentes sistemas que são caminhos do yoga sinárquico:

Haha Yoga

O Haha Yoga é o Yoga mais difundido em tudo o mundo, conhecido por seus “āsanas” (“posições corporais”). Trata-se de um sistema de posturas físicas cujo propósito é conseguir que o corpo esteja apto para a meditação. As “āsanas” geram serenidade física e mental, de tal forma que o Yogui devoto possa sentar-se durante várias horas em uma postura de meditação sem sofrer fadiga ou inquietude. Dois de seus “āsanas” principais são “padmāsana” (“posição de lótus”) e o “Sūriá Namaskar” (“saudação ao sol”). Atualmente o Haha Yoga enfatiza o relaxamento.

āna Yoga

O Jñāna Yoga (conhecimento) se aplica tanto em contextos sagrados como laicos. Vinculado com o termo yoga, pode-se referir à aprendizagem ou conhecimento conceitual e a mais elevada sabedoria, visão intuitiva ou gnose, ou seja, uma espécie de

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conhecimento libertador ou intuição. Ocasionalmente, o Jñāna Yoga é comparável até mesmo com a Realidade última.

Karma Yoga

O Karma Yoga, “yoga da ação”, ou melhor, “yoga do serviço”, é a dedicação

completa das atividades, as palavras e a mente a Deus. O Karma Yoga não é a atividade dedicada ao bem.

Segundo o hinduísmo, as boas obras (ou bom karma) não levam a Deus, senão a uma seguinte reencarnação em melhores condições de vida, enquanto que as atividades pecaminosas (ou mal karma) levam a uma reencarnação em piores condições de vida.

O Karma Yoga não produz reações materiais, senão que libera a alma e lhe permite, no momento da morte, voltar com Deus.

Bhakti Yoga

O Bhakti Yoga é o ''yoga devocional''. A diferença entre o Karma Yoga e o Bhakti Yoga é muito sutil, ainda que ambos os tipos de praticantes dediquem suas atividades ao “Absoluto”. Aos praticantes da devoção lhes interessam um conhecimento mais esotérico da natureza de Deus e de suas atividades, provenientes de desenvolvimentos mais modernos dos Vedas. Deste sistema nasceram as religiões monoteístas.

A SABEDORIA HIPERBÓREA afirma: todos estes sistemas filosóficos místicos

religiosos, de características éticas devocionais, contemplativos, cumprem com a finalidade essencial, levar o adepto, o praticante destas técnicas do yoga sinárquico a alcançar em si mesmo a autonomia ôntica e a enteléquia Manú; estado interior no qual o EU e sua capacidade volitiva se identificam totalmente, plenamente com seu Deus Criador da ordem material, o Demiurgo O Uno, o Criador do macrocosmo. Em todos os credos religiosos da Fraternidade Branca Universal de Chang Shambalá, o homem e a mulher nestes dogmas caem confinados e sacralizados ao culto e ao mito que sustenta o seu dogma, o Deus do mito e sua doutrina religiosa, servindo devotamente a seus “mestres”, sumos sacerdotes, hierarquias que dirigem a Fraternidade Branca Universal, gurus que respondem aos Siddhas Traidores e a sua ideologia demiúrgica. Nestas doutrinas dogmáticas, em seus credos religiosos, o virya desorientado neles vive a realidade do mito. Está fagocitado pelo

Deus do mito e pelo argumento ideológico esotérico que sustenta ao mito. Vive ao modo de vida que lhe impõe o Deus do seu mito sagrado e se estrutura às normas morais que lhe impõem seus Sacerdotes Golen. Neste virya perdido, sua vontade, está à mercê dos sacerdotes Golens e da Sinarquia Religiosa, das Hierarquias metafísicas da “Loja Branca Universal”. Os viryas neste engano, submetidos ao Labirinto de Maya, são reduzidos volitivamente a sua mínima expressão. O virya nestas fraudes esotéricas religiosas de Maya, perdido no mito e na sua “verdade metafísica” (no Deus do mito), segue devotamente a linha, o caminho que o indicam seus “mestres de sabedoria”. Crendo

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totalmente em suas ideologias e crenças, nas promessas de seus pregadores, os quais lhe prometem a salvação, sua redenção, não compreende que estas linhas esotéricas da Sinarquia Universal somente o levam a sua perdição, sua destruição. O virya perdido, por estar dormindo, seguindo inconscientemente estes desígnios religiosos se distancia definitivamente da individualização e de sua libertação. O virya preso pelo símbolo sagrado do dogma Sacerdotal, do mito que o tem capturado, seduzido, é fagocitado pelos argumentos filosóficos e religiosos de seus mitos sacerdotais. Vive de acordo à “verdade metafísica”, que afirma este modo de vida como a única realidade que leva à libertação, à salvação, verdade que somente se sustenta na MENTIRA, no mundo dos Sacerdotes Golen, adoradores do Deus da Matéria, dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá. O virya perdido, drenada a sua vontade nestes mitos sacerdotais, é incorporado definitivamente à seus dogmas e credos, servindo devotamente ao serviço das ordens do Pacto Cultural Sacerdotal da Sinarquia Mundial e transcorre toda a sua vida sem nem sequer saber que está totalmente adormecido e enganado. O virya perdido que crê firmemente que nestes dogmas arquetípicos está o caminho da libertação, sem saber que nesta está a ciência do engano, se entrega definitivamente ao SIGNO DA DOR; acreditando nestas verdades metafísicas, se entrega com devoção ao culto e aos dogmas, ao credo religioso estruturado nas diferentes escolas ou linhas místicas de ação “gnóstica” sinárquica. O virya, preso nestes registros culturais esotéricos onde rege o Símbolo Sagrado do Pasú, A ESPIRAL, o desígnio caracol e o desígnio serpente, evolui até sua perfeição final, a qual está contida em sua meta inicial, em sua mônada particular, cópia singular da Mônada universal, o ARQUÉTIPO MANÚ. Se tem suficiente vontade anímica e cumpre ao pé da letra, obedecendo a seus “mestres”, quiçá, talvez, seja um iniciado sinarca, alcance plasmar em si mesmo o Arquétipo Manú e se some como um sacerdote à Fraternidade Branca, afirmando em seu ser os Arquétipos (Amor, Beleza, Poder e Sabedoria) que o gravam definitivamente ao Uno. Estes Arquétipos incorporados a sua estrutura ontológica o evolui, transmutando-o em um ser animicamente perfeito, suave, fino, cheio de amor e paz, de humildade e devoção (enteléquia de seu animus e sua anima, fusão interior no Andrógeno), em um ser que serve aos fins dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá.

A SABEDORIA HIPERBÓREA AFIRMA QUE DETRÁS DE TODO SÍMBOLO SAGRADO SE ENCONTRA SUA VERDADE METAFÍSICA, MÍSTICA QUE NO SÍMBOLO SAGRADO DO PASÚ AFIRMA O MISTÉRIO DO APRISIONAMENTO PELO ENCANTAMENTO AO LABIRINTO DE MAYA, E NO SÍMBOLO SAGRADO DO VIRYA O SEGREDO DE SUA INDIVIDUALIZAÇÃO E DE SUA LIBERTAÇÃO DO MUNDO DA DOR.

A Sinarquia Universal, suas doutrinas, tem a missão de concretizar na matéria ou mundo material, o Plano contido no Logos demiúrgico, estruturado na Mônada universal e seus Arquétipos microcósmicos; projeto cuja missão essencial é plasmar nos entes sua enteléquia final, representada nos três Aspectos do Logos do Demiurgo: o Aspecto Amor, o Aspecto Beleza e o Aspecto Consciência. Aspectos que serão estudados profundamente mais adiante e que são parte das cabalas do Hatha Yoga contido nos Vedas e em todos os textos sagrados dos povos do Pacto Cultural. Somente adiantaremos que os mesmos

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participam do “ser em si” de todo ente; sua enteléquia é parte da finalidade contida do “ser para o homem” de todo ente e sua suprafinalidade macrocósmica se afirma no “ser para Deus”. De tal maneira que estes princípios estão contidos em todos os entes do macrocosmo, e sem dúvida, o microcosmo do homem como mais um ente da criação tem incorporado em seu “ser em si”, “ser para o homem” e “ser para Deus” estes desígnios demiúrgicos.

Estes três Arquétipos são a estrutura do Eu psicológico. Eles sustentam sua formação estrutural e suas preeminências axiológicas éticas e estéticas são as pautas emocionais e psicológicas que afirma o virya perdido em seu ser, o Eu Psicológico, a enteléquia Manú, ideal sinarca que busca levar ao virya perdido à perfeição, santidade ou “iluminação”. Se o virya perdido persevera animicamente e cumpre diariamente com o treino de suas técnicas, se sistematicamente cumpre com seus ritos e cerimônias devotamente, se obedece a tudo o que lhe indiquem seus gurus, mestres, sacerdotes, se cumpre estritamente o que lhe ordenam sem questionar nada, sem dúvida alguma será algum dia um iniciado sinarca.

Esta iniciação reapresenta para o Yoga Hiperbóreo a perda total da orientação estratégica do virya e o aprisionamento definitivo de seu Espírito perdido ao dogma religioso e ao Símbolo Sagrado do Pasú, ocasionando a perda da sua virilidade, de sua vontade guerreira e das capacidades gnósticas que lhe permitirão escapar do mundo, do terrível Labirinto de Maya. Neste ponto, o virya perdido esta reduzido aos limites axiológicos do yoga sinárquico, cujo último fim (além do que pregam estas escolas) é reduzir a vontade, o ser do Homem, à sua mínima expressão gnóstica espiritual, aprisionar ao virya ao SIGNO DA DOR e seus SÍMBOLOS SAGRADOS SINARCAS.

O Yoga Marcial Hiperbóreo é a raiz espiritual transcendente de todos os sistemas gnósticos marciais de libertação espiritual, ciência ensinada pelos Atlantes Brancos aos Viryas Berserkr que declaram a guerra total aos Demônios do Labirinto, os Siddhas de Chang Shambalá. Assegura-se que estas técnicas ou métodos filosóficos, religiosos, esotéricos do yoga sinárquico são tapasignos culturais, criações (mentiras, enganos sutis que tapam a verdade), Semânticas psicológicas que portam sobre seus registros culturais os Símbolos Sagrados da Sinarquia Mundial. Estes sistemas têm a missão de degradar, deformar e destruir as linguagens marciais hiperbóreas, Símbolos Eternos, contidos

nas sete vias mais uma de Libertação Espiritual.

O Yoga Hiperbóreo é uma das principais ciências guerreiras rúnicas do Virya Berserkr, Arte da Pontônica Hiperbórea do Guerreiro Sábio, CIÊNCIA CONSTRUTORA NOOLÓGICA DE PONTES QUE PERMITEM TRANSITAR DO CRIADO AO NÃO- CRIADO, RETORNAR A ORIGEM, AFIRMAR A LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL. Sua sabedoria está baseada no SÍMBOLO DE ORIGEM e nas RUNAS NÃO-CRIADAS, na Sagrada SWÁSTIKA e as três RUNAS ETERNAS: a Runa HAGAL, a Runa SIEG e a Runa TYR. O Yoga Hiperbóreo é a máxima ciência de ORIENTAÇÃO ESPIRITUAL e sua

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manifestação provém das treze runas arquetípicas, runas emanadas das três RUNAS NÃO-CRIADAS, ciência noológica marcial de libertação espiritual, mistério que estudaremos profundamente neste texto.

Os livros de Cristal de Agartha afirmam: todos os esoterismos do yoga oriental Hatha Yoga ou Kundalini Yoga não libertam, ao contrário, aprisionam o Espírito do virya à matéria. É um sistema digno de demônios, próprio dos sacerdotes, representantes na Terra dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá e de sua nefasta Fraternidade Branca Universal.

Estes sistemas esotéricos da Sinarquia Religiosa somente enganam ao virya o sacam da verdadeira busca, o desviam da orientação e tratam de desviá-lo do caminho à Origem. A única finalidade é desviá-lo, extraviá-lo, afundar o virya na confusão cultural, extravio que o afasta definitivamente da libertação e da Origem. Por exemplo, tomemos a História e analisemos o que gerou o Bhakti Yoga. Esta escola foi popularizada nos anos 70 pelo movimento Hare Krishna e certa cultura musical e literária surgida da época denominada a nova Era de Aquário. Estes sistemas “místicos devocionais” orientais onde se iniciou o falso amor, a devoção e a idéia de uma Paz Universal, preanunciavam o nascimento de um Novo Homem (não o Super Homem), do homem divino da Era de Aquário, ser pleno de Paz e Amor. No Ocidente, estes sistemas esotéricos religiosos orientais causaram VERDADEIROS estragos culturais, sociais e familiares, deixando uma geração de homens medíocres, uma cultura vazia e viciada cuja continuidade é a cultura que hoje padecem os jovens do século XXI. Por trás desta falsa fachada de amor e bondade da nova Era de Aquário, que pregava abertamente que a Paz e o Amor irão mudar a humanidade, somente se afirmou o Signo da Dor. Este dogma que pregavam os Gurus, mestres, por todo o mundo, existia por de trás desta mística oriental, destes movimentos de Paz e Amor, uma segunda intenção que foi bem planejada pela Sinarquia Universal e seus poderes ocultos; finalidade cujo principal objetivo foi debilitar a juventude fazendo com que perdesse a virilidade o homem e a feminilidade a mulher, confundi-los culturalmente nestes dogmas sacerdotais cujo único fim é destruir ao virya, ao jovem semidivino inscrito nestes yogas, nestes Registros culturais esotéricos provenientes do Vedanta, da ciência demiúrgica dos Atlantes Morenos. Cultos instituídos pelos Atlantes Morenos e seus Sacerdotes brahmanes que tem como meta fazer-lhe perder a recordação da origem, afirmá-lo no culto, em dogmas onde o virya deva ajoelhar-se, baixar a cabeça, humilhar a si mesmo, curvar-se ante o Deus da Matéria, o Demiurgo O Uno. Estes cultos, que destroem a capacidade gnóstica e o cérebro do homem, primam o falso sentimento e a dor, o lamento e o pranto, neles o introduzem em labirintos religiosos orientais que nada tem a ver com o Espírito ocidental, cultos alheios ao seu SANGUE ESPIRITUAL, que o aprisionam aos seus desígnios. Estes sistemas religiosos esotéricos têm como finalidade levar a autonomia ôntica, afirmando no ser do pasú os Aspectos Amor e Beleza do Uno; registrá-lo a uma Ética psicológica onde sua conduta está determinada por estas premissas culturais, as quais têm uma só finalidade: debilitar a vontade guerreira que todo virya necessita para desenvolver uma Ética heróica. A Ética heróica é substituída no virya adormecido pela Ética psicológica. Prevalece nestes cultos a doutrina do amor ao Deus da

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Matéria, a paz, a devoção, a união harmônica, etc. Cultos que fazem crer ao virya perdido, ao homem semi-divino, na humilhação e na perda do valor e da honra, em adorar ao símbolo sagrado, ajoelhar-se ante ele, suplicar-lhe perdão e obedecer aos sacerdotes do culto. Acreditar que estas ações desonrosas para todo homem verdadeiro o leva a libertação, é um VERDADEIRO erro. Estes dogmas têm depositado em seus propósitos uma segunda intenção, qual é a suprafinalidade essencial que existe nestes cultos místicos orientais devocionais, provenientes das doutrinas religiosas bramânicas do Vedanta? Resposta: acorrentar o virya em seus dogmas religiosos orientais e dominar suas vontades; usufruir ao virya para seus próprios planos e finalidades. A mesma tem este fim específico: mais além do relevo ideológico de suas diferentes escolas, todas estão estruturadas sob a mesma premissa cultural, tem o mesmo fim ou finalidade: afirmar ao guerreiro em uma via sacerdotal oriental (hinduísmo, budismo, lamaísmo, bramanismo, etc.), escravizá-lo a seu dogma, a seus símbolos sagrados demiúrgicos. O caminho do monge é a via da realização do pasú ou virya perdido. Neste dogma religioso ou místico filosófico se apregoa que a auto-realização, a união mística com Deus, com o Demiurgo, com O Uno, se realiza e se concretiza através dos caminhos do amor e da devoção. Nestes dogmas o homem se deve entregar totalmente às suas doutrinas religiosas, acatando as ordens de seus “mestres”, sacerdotes, servindo a Deus materialmente e espiritualmente, rendendo-lhe culto, realizando suas cerimônias e rituais, cumprindo seus sacrifícios. Estas condições e exigências para que o indivíduo se auto-realize, alcance sua iluminação, significam nada mais e nada menos que a perda total da INDIVIDUALIZAÇÃO. Estas escolas têm como meta destruir o ser, o Eu Eterno do indivíduo, registrá-lo as suas estruturas culturais, à ação desintegradora de suas técnicas místicas, filosóficas e religiosas. Suas técnicas posturais ou “asanas” permitem a fagocitação do Eu, do Espírito, a perda da VONTADE e do VALOR, da individualidade guerreira, própria do ESPÍRITO HIPERBÓREO.

Estes sistemas filosóficos, extraídos do Vedanta Bramânico, instruídos pelos Atlantes Morenos aos Sacerdotes brahmanes (custódios desta ciência sinarca), são a principal ciência esotérica do Pacto Cultural. Eles propõem chegar ao Nirvana, à união mística com Deus, mediante a expansão da consciência, estado onde o indivíduo se sente Um, com seu entorno vital, com o macrocosmo, com o Demiurgo, o Uno, seu Criador. O adepto deve entregar-se devotamente aos preceitos dogmáticos de seus mestres, gurus, xamãs, que o doutrinam nestas ideologias de paz, amor, devoção, submissão, ao Deus sacerdotal. Para a gnose hiperbórea esta ação cria um vínculo hierárquico de subordinação do virya perdido e adormecido ao “mestre”, guru, onde o sacerdote instrui o discípulo nos ritos sagrados do Hatha Yoga, o qual fica definitivamente fixado, atado, laçado, amarrado por um cordão (Mistério do Cordão de Prata), ligado ao mestre, pelos seus dogmas, pelos seus Deuses.

Para contra-atacar esta ciência de destruição psicológica e Espiritual, nossos camaradas eternos nos propõem o YOGA HIPERBÓREO, ciência que estudaremos e desenvolveremos em teo-ria, mais fundamentalmente na PRAXIS; ciência contida na Pontônica Hiperbórea, arte que permite aos viryas construir com as runas não-criadas

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sistemas reais artificiais, Escadas caracóis, pontes noológicas, ingressar como Siddha Berserkr à Origem. As ciências de libertação dos Atlantes Brancos contemplam oito vias régias guerreiras aristocráticas de libertação espiritual. O virya (homem semidivino) deve lutar para superar suas dificuldades, superar seus limites, e conta para isto com a graça dos Siddhas de Agartha e a Mística do Paráclito, do ESPÍRITO ETERNO.

A meta deste Yoga Hiperbóreo é liberar o EU do aprisionamento espiritual, do

labirinto interior e exterior, e preparar-nos internamente para enfrentar à Morte Branca, aos inimigos do Espírito Eterno, os Siddhas Traidores de Chang Shambalá e seus lacaios sacerdotes Golen da Fraternidade Branca Universal.

Nossos Camaradas Superiores, os Siddhas de Agartha, através da Sabedoria Hiperbórea, propõem:

Primeiro: a compreensão gnóstica deste Mistério Iniciático, baseada na intelecção Semântica (assimilação da teoria gnóstica hiperbórea) e noológica dos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea.

Segundo: a construção de uma Ética noológica Hiperbórea (noológica de noologia:

ciência da filosofia que permite a intelecção como ato de apreensão das realidades metafísicas), a qual é edificada com as forças e poderes que portam as treze RUNAS mais três RUNAS NÃO-CRIADAS.

Com a intelecção noológica da Semântica Hiperbórea, sua compreensão nos outorga VONTADE absoluta. Com ela, o virya afirma uma Ética heróica em seu Eu verdadeiro, Ética que lhe ortoga o valor necessário para ingressar armado à Pontônica Noológica. A Pontônica noológica é a mais alta ciência que propõem os Siddhas Leais ao Guerreiro Hiperbóreo, arte hiperbórea Iniciática que inicia o virya no PONTIFICADO. Ciência estratégica que permite o Virya Iniciado Berserkr, construir escadas CARACOL, pontes gnósticas, estruturas, construções noológicas (sistemas reais artificiais) que permitirão ao virya desperto transitar o espaço do labirinto, encurtar a distância que o separa do EU INFINITO e do SELBST.

A Semântica Noológica o instrui em uma sabedoria que consiste na compreensão

noológica da ciência do engano, e o introduz na ciência gnóstica Hiperbórea que lhe permite despertar ao despertar. A Semântica Hiperbórea nos afirma na Ética noológica, a qual afirma internamente as qualidades do Virya Berserkr, força que nos leva despertos ao DESPERTAR e nos prepara para destruir ao Labirinto de Maya e suas linguagens

sinarcas. A Pontônica permite ao virya concretizar estas três ações de guerra: primeiro ter

a VONTADE para compreender a Sabedoria Hiperbórea, segundo, ter o VALOR para isolar

o EU e dominar o sujeito anímico, e terceiro, ter a VONTADE, O VALOR e o HEROÍSMO para chegar à VITÓRIA.

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Os Siddhas Leais ensinam aos viryas despertos neste Kairos a máxima sabedoria de libertação particular e coletiva contida na Pontônica noológica; ciência que neste Kairos dos Siddhas de Agartha está baseada no YOGA HIPERBÓREO, maestria espiritual que nos instrui na arte de construir PONTES com os quais se pode unir o não-criado com o criado, sistemas ou estruturas pela qual o virya pode transitar o caminho, a via gnóstica que o leve a liberação do Terrível Labirinto de Maya; arte dos Siddhas de Agartha que nos permite ganhar a guerra interior e exterior e com a qual o Virya Berserkr pode construir rapidamente uma ESCADA CARACOL, escada que lhe permite subir internamente e escapar dos desígnios metafísicos estruturados em sua alma criada, escada que o situa no ponto mais alto no qual o virya pode visualizar a distância que separa ao EU verdadeiro do Selbst e da Origem. A Pontônica instrui ao virya nas técnicas arquemônicas para executar de forma simultânea uma dupla construção noológica, interior e exterior: a construção de um Oppidum interior e uma Praça ou Castrum exterior, um Centro Arquemônico interior e uma praça isolada exterior. Esta realidade estratégica contida na ciência noológica do Yoga Hiperbóreo é uma qualidade “sine qua non” dos Siddhas Leais. O virya deve afirmar esta idéia e executar esta ESTRATÉGIA de orientação gnóstica criando seu Oppidum interior, arquêmona ODAL, construção fundamental para ascender aos mistérios iniciáticos dos Siddhas de Agartha.

Agora, como se constrói o Oppidum interior e a Praça exterior?

Resposta: O Oppidum interior se constrói com a Runa Odal e sobre a Ética Noológica, a qual nos permite ascender ao EU Verdadeiro e ao PONTO TAU. O PONTO TAU reapresenta o EU verdadeiro afirmado em suas duas colunas noológicas: Vontade e Valor. Ponto interior, ASSENTO do Eu, desde o qual o Virya sente no seu sangue o Êntase Tau de sua gnose interior. Mistério contido na Swástica e no símbolo da TORRE e do CAVALO, mistérios que desenvolveremos no Segundo Capítulo. Nesta ação interior o virya isola o Eu, criando uma arquêmona interior baseada na Runa Odal, e coincide no exterior, no mundo, de forma sincronizada, com a construção de uma Praça exterior, de um Castrum, arquitetura realizada sob as técnicas arquemônicas (kabalas hiperbóreas) dos Siddhas Construtores de Agartha. Para concretizar esta ação no mundo, se requer da coincidência carismática do conjunto de todos os Viryas despertos com um centro carismático, com o Mundo Real dos Siddhas de Agartha. Neste Kairos Iniciático, o Centro Carismático está sustentado pela verdade revelada da Swástica e a Runa Hagal, e a vontade dos Siddhas de Agartha. Estas duas estratégias se constroem guiadas desde a Origem pelos Siddhas Leais, que orientam carismaticamente a um Pontífice e a uma Ordem superior, nesta instância estratégica da Guerra Essencial. Os viryas, sincronisticamente, coincidem em um CENTRO CARISMÁTICO e concretizam a PRAÇA LIBERADA no mundo exterior, no macrocosmo. Igualmente ocorre em seu mundo interior. O virya com o poder da Semântica Hiperbórea cria com suas runas não-criadas seu OPPIDUM INTERIOR no microcosmo. Esta dupla ação de guerra é iniciática:

internamente, isola o EU VERDADEIRO do sujeito consciente do microcosmo e cria uma ARQUÊMONA INTERIOR, afirmando na vontade o viril, o guerreiro; externamente, coincidindo no Centro Carismático, emerge uma Praça Liberada do espaço tempo

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transcendente do macrocosmo, criando com as RUNAS NÃO-CRIADAS uma ARQUÊMONA EXTERIOR (analogamente, uma Praça é igual a um CASTELO medieval). Dupla ação iniciática na qual participam o virya e seus camaradas, ação que lhes permitem a compreensão do Eu verdadeiro e a visão do GRAL.

Prosseguindo com a resposta a pergunta anterior, afirmamos que tais definições como Oppidum, Praça Liberada, ARQUÊMONA, serão explicadas convenientemente à medida que entremos no mistério do Yoga Hiperbóreo. Conceitos que devem ser compreendidos. Para isso o Virya, com sua faculdade tradutiva, as analisará a partir de uma SEMÂNTICA NOOLÓGICA contida na SABEDORIA HIPERBÓREA, de tal maneira que o virya possa compreender seus significados, livre das premissas culturais que definem estas verdades dentro de uma Sintaxe cultural “erudita” sinárquica. Por isto, para compreender de forma correta estas definições devemos imperiosamente adquirir a Semântica Hiperbórea e sua Ética.

O

que

nos

Hiperbórea?

permite

compreender

a

Semântica,

a

Ética

e

a

Pontônica

Resposta: A Semântica Hiperbórea nos permite compreender a TEORIA das runas, suas significações noológicas. Enquanto que a Ética noológica descreve o MODO, a conduta que desencadeiam no virya as forças rúnicas e a Pontônica determina a PRAXIS, os atos ou ações que desencadeiam o virya no labirinto (interior e exterior) com o domínio e o poder das runas não- criadas.

Neste ponto trataremos da Semântica Hiperbórea, ciência que nos dá a compreensão intelectiva para poder modificar a linguagem psicológica por uma linguagem noológica. A Semântica Hiperbórea nos liberta das preeminências culturais preeminentemente impostas sobre o virya pela cultura. Libertando-se destes acondicionamentos, destas lógicas culturais, o Eu pode compreender noologicamente estas idéias, desde uma perspectiva transcendente. A única linguagem que nos permitirá inferir noologicamente, o engano estruturado na psique do sujeito consciente e na estrutura cultural do sujeito cultural, é a ciência das RUNAS NÃO-CRIADAS. Segredo que está contida na Semântica HIPERBÓREA, ciência que nos permite entender os significados da língua sagrada dos Siddhas de Agartha. Com o seu domínio podemos ascender às verdades eternas que sobejassem por detrás dos Signos Rúnicos. Com o Espírito Livre das premissas culturais sinárquicas que participam estritamente da Semântica psicológica do pasú, empregaremos a Semântica noológica do virya desperto, Iniciado Hiperbóreo, para deduzir o poder das RUNAS ETERNAS, para compreender o significado destas verdades transcendentais, eternas, não-criadas. É importante compreender que a Semântica psicológica que é parte do sujeito consciente, se baseia nas teorias acadêmicas sinárquicas, nas suas proposições e premissas culturais. Em contrapartida, a Semântica noológica é a teoria dos Siddhas de Agartha, ciência que se baseia no SEGREDO DA

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LÍNGUA DOS PÁSSAROS e no PODER DA PEDRA TALHADA, mistérios que se compreendem com o Eu verdadeiro, e se vivenciam seus significados quando o Eu está isolado dentro de seu Oppidum interior.

Trataremos de definir Semanticamente, o melhor possível, esta idéia e sua ciência gnóstica que mais nos aproxima a compreensão deste mistério, saber contido na Semântica noológica da Sabedoria Hiperbórea. Iremos dos conceitos, definições habituais às significações mais oblíquas, onde se encontram os significados noológicos mais profundos. Trataremos primeiro de definir o que é um “Oppidum”. “Oppidum”, do latim, pl. ”Oppida”: lugar elevado, fortificação. É um termo genérico que designa um lugar elevado, uma colina ou planalto, cujas defesas naturais foram reforçadas pela intervenção do homem. Os Oppida se estabeleciam, geralmente, para o domínio de terras aptas para o cultivo ou como refúgio fortificado que podiam ter partes habitáveis.

Para a Sabedoria Hiperbórea, os Oppidum são a máxima expressão da ARTE LÍTICA contendo nele o mistério da Pedra Talhada, ciência que requer um profundo estudo da geografia, da análise do solo, das psicorregiões, da geomancia, entendidas desde a Corologia Hiperbórea. Estes estudos complementares são fundamentais para compreender o que significa a construção de um OPPIDUM.

Estes Oppidum são fortificados em suas defesas naturais com defesas amuralhadas, cercados, isolados seus espaço e tempo pelos limites de suas MURALHAS ou por determinadas geografias físicas que atuam como tal. Protegem-nos dos ataques dos inimigos, das ações que desde o Valplads (inferno Dantesco) empreenderão os hostis para deter-nos, derrotar-nos. Entendendo esta definição, a Sabedoria Hiperbórea, denomina estas construções exteriores, instaladas no mundo: PRAÇAS LIBERADAS ou CASTRUM. Utilizaremos o conceito de OPPIDUM ou ARQUÊMONA INTERIOR ODAL para referirmo-nos à CONSTRUÇÃO de um ESPAÇO INTERIOR, liberado, onde o EU VERDADEIRO se situa livre dos desígnios da alma, se afirma em seu espaço interior, liberado em um presente perpétuo, desde o qual, fortalecido, protegido, poderá planejar, desde o PONTO TAU seu ATAQUE FINAL para conseguir sua LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL.

Afirmamos que toda PRAÇA ou Castrum exterior é uma construção arquitetônica (Escada Caracol) que consta de um espaço amuralhado, cercado por muros ciclópicos, onde os viryas podem planejar suas ações de guerra contra as forças do inimigo exterior. Geralmente estão situados geograficamente de forma estratégica em um lugar elevado, em um planalto, uma colina, etc. Afirmamos ainda que tais construções se realizem em geografias muito específicas. Sua topologia os situa em pontos elevados, pois estas alturas lhes permitiam ver e dominar melhor as geografias que os rodeavam. Todo Oppidum interior é uma ARQUÊMONA ODAL, o qual é análogo ao Castrum exterior ou PRAÇA LIBERADA. O Oppidum interior é uma construção rúnica, sustentada no PRINCÍPIO DO CERCO e no MISTÉRIO DO ÂNGULO RETO, com os quais

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compreendemos o Segredo do Labirinto. O Princípio do Cerco se constrói com a Runa ODAL. Com ela o Virya desperto cria um espaço interior cercado, amuralhado, construído para proteger o Eu Eterno dos sujeitos anímicos do microcosmo. Esta construção interior permite ao Virya, desde sua perpendicularidade noológica (segredo da Torre), situar-se sobre o sujeito anímico, posição gnóstica, elevação interior que lhe permite deslocar-se (segredo do Cavalo) internamente sobre as estruturas de seu microcosmo, e distinguir noologicamente a composição de suas energias vitais e psíquicas. O virya nesta situação compreende as Estratégias que deverá empreender para libertar-se das algemas que o tem encarcerado em sua prisão; algema que deverá romper com a força de sua vontade, com o poder de seu valor, se pretende enganar aos inimigos que o tem aprisionado no LABIRINTO DE ILUSÃO. O Oppidum interior se constrói sobre o sujeito consciente, sobre duas colunas noológicas, vontade e valor; arquêmona interior onde o Eu é amuralhado e elevado com respeito a todos os sujeitos anímicos da alma. No microcosmo, o sujeito consciente opera sobre o sujeito cultural e o sujeito racional, de tal modo que o Eu, situado dentro do OPPIDUM ODAL, pode operar sobre as estruturas do sujeito anímico sem ser alcançado por nenhuma delas e, cedo ou tarde, poderá o Eu dominar a alma animal.

Os Livros de Cristal de Agartha afirmam que se deve cercar o Eu, amuralhá-lo de suas estruturas anímicas, e depois de que o mesmo foi instruído e armado Cavaleiro Tirodal com o poder das três runas não-criadas, poderá o Eu verdadeiro na reversão gnóstica, apoderar-se definitivamente das estruturas vitais e psíquicas do microcosmo. Exatamente igual procederão externamente os viryas neste Kairos, cercarão uma Praça Liberada e se farão fortes de acordo às indicações do Pontífice; depois operarão sobre as estruturas vitais do macrocosmo.

As Raças Hiperbóreas eram excelentes construtoras destas estruturas líticas. Estas PRAÇAS LIBERADAS ou Castrum eram a Ponta de Lança nas ofensivas dos povos do Pacto de Sangue, construções de guerra que serviam de proteção para as tropas em um avanço de guerra quando haviam conquistado terreno estrangeiro, ampliando seu ESPAÇO VITAL. Na história ainda existem muitos restos destas magníficas estruturas, como por exemplo, são os Oppidum romanos, visigodos e normandos. Podemos vê-los disseminados por toda a História. Sua máxima expressão são os CASTELOS MEDIEVAIS. Estes OBJETOS CULTURAIS são verdadeiras máquinas líticas de transformação psicossocial, criações de VIRYAS DESPERTOS inspirados e guiados em sua face construtora desde a ORIGEM, pelos Siddhas de Agartha. Os Castelos Hiperbóreos são dignos expoentes externos do princípio do Cerco e analogamente suas MURALHAS representam, no virya desperto, internamente o Oppidum ODAL, e suas TORRES o Ponto TAU.

Prosseguindo com tal compreensão Semântica noológica Hiperbórea, trataremos de esclarecer ainda mais a idéia de Oppidum. Para isso, definiremos um enlace referente que se relaciona diretamente a tal idéia: o termo “construção”. Toda construção hiperbórea, em sua essência estrutural, se sustenta na Runa ODAL, tem a finalidade do Oppidum, mas para compreender melhor este mistério, definiremos o que significa tal termo. O uso mais

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habitual do termo “construção” se refere à arte ou técnica de fabricar edifícios e infra- estruturas ou estruturas. Em um sentido mais amplo, denomina-se “construção” a tudo aquilo que exige, antes de fazer-se, ter ou dispor de um projeto ou plano pré-determinado, ou que se faça unindo diversos componentes segundo uma ordem determinada. Como exemplos, temos as construções sintáticas ou gramaticais, as construções musicais, as construções mentais, etc. Conseqüentemente, a palavra “construção” se usa em diversas disciplinas, tanto científicas, técnicas, ou aplicadas como nas ciências humanas, na gramática, na pedagogia, na psiquiatria, na teoria da arte, etc.

Quando nos referimos a construir de um OPPIDUM exterior, indicamos ou assinalamos a uma estrutura dentro do marco da linguagem arquitetônica Hiperbórea. As PRAÇAS são construções estabelecidas por um ESPAÇO, contido dentro de um VOLUME determinado por seus limites. Neste caso, o limite se delineia, se projeta, nos MUROS ou nas MURALHAS do Castrum exterior. Esta definição nos é anunciada desde a arquitetura ou engenharia, porque nela se encontra a ARTE LÍTICA construtiva hiperbórea (que faz honra aos SIDDHAS DE AGARTHA). São as PRAÇAS LIBERADAS construções noológicas, sistemas estruturais não-criados, pontes noológicas que se constroem com as runas não-criadas e que são as fortalezas dos viryas despertos. A finalidade destas estruturas contidas em seu plano é construir uma Ponte Noológica que nos permita unir o não-criado ao criado, para que os viryas mais ousados possam situar-se na Origem e se atrevam a fazer real sua libertação espiritual. De tal modo, esta ciência de engenharia metafísica dos Siddhas de Agartha define: todo Oppidum é uma arquêmona exterior, uma construção que implica criar uma arquitetura metafísica, a qual é uma Praça exterior, estrutura externa que consta de um volume, um sólido, uma estrutura tridimensional poliédrica, cercada do espaço-tempo do macrocosmo, dos desígnios culturais que regem o tempo do Demiurgo. Sua realização e construção se baseiam nas técnicas mágicas da engenharia lítica hiperbórea, ciência que unicamente dominam os Pontífices Hiperbóreos. Os Oppidum são máquinas líticas iniciáticas, ciência de transmutação particular ou coletiva, que transforma o virya em um virya de Pedra, um homem comum em um homem verdadeiro. Seu espaço interior, isolado e cercado pelas runa não-criadas, está livre da inércia do tempo transcendente do Demiurgo, de sua imanência ôntica macrocósmica. Os Siddhas Leais nos instruem nesta ciência construtora que estudamos na Sabedoria Hiperbórea de Nimrod de Rosário, pois unicamente, em um espaço isolado e cercado da realidade do Uno, se manifesta o PARÁCLITO e a Vontade dos Senhores de AGARTHA.

O VIRYA DESPERTO compreende perfeitamente que o OPIDIUM INTERIOR não se pode definir, porque invariavelmente se constrói com as técnicas Semióticas noológicas contidas na língua dos Siddhas Leais: as RUNAS NÃO-CRIADAS. De tal maneira, que um Oppidum interior ou Praça exterior está edificado sobre a ciência construtora contida na Pontônica noológica, arte de construção de pontes, sabedoria que permite a libertação individual e racial. Por isso só se pode inferir espiritualmente um Oppidum interior se o Virya é um Iniciado Hiperbóreo que porte excelência em sua ÉTICA NOOLÓGICA e compreenda a Pontônica Hiperbórea. Compreender o mistério Semântico e Pontônico da

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construção de um Oppidum interior é a máxima sabedoria que pode alcançar o Virya Iniciado Hiperbóreo. Este mistério é invisível aos olhos do Pasú, do homem comum.

As Praças exteriores são construções reais de alto valor ESTRATÉGICO. Seu relevo arquitetônico emergente se constrói no mundo e, se bem estão na esfera de Luz, em um espaço de significação real, na realidade geralmente passam despercebidos, são invisíveis para as massas, que só distinguem suas formas estéticas. Jamais o pasú pode ver, e menos ainda compreender, as verdades estratégicas que se encontram em um Castrum exterior. Este poder que tem sobre si mesmas as Praças Liberadas é devido à ação protetora que exercem sobre elas as treze runas mais três runas não-criadas.

Exatamente igual a uma Praça exterior, acontece internamente no Virya. Se ele resignou a ética psicológica, a ação dos símbolos sagrados do pasú estruturados no sujeito consciente poderá construir com seu EU libertado sua ARQUÊMONA ODAL. Se o virya sofre a ação do sujeito consciente em sua vontade, tratará de deduzir PSICOLOGICAMENTE aos Oppidum, situação própria do individuo comum, do pasú. Indubitavelmente desde tal perspectiva analítica, jamais compreenderá nem entenderá nada.

O pasú não pode compreender noologicamente uma ciência Hiperbórea, uma

linguagem de guerra dos Siddhas de Agartha, simplesmente porque seu sangue astral carece de pureza espiritual. Por isto, ele sempre racionalizará a uma runa desde sua configuração Semiótica, morfológica, tratará de compreendê-las psicologicamente, mas nunca poderá inferir seu mistério não-criado. Isto é assim porque o mesmo não tem um Eu verdadeiro, é simplesmente uma projeção do Demiurgo. Por isto, carece de VONTADE noológica, e mais ainda de VALOR. Estas qualidades não existem no pasú porque ele carece de existência real, seu ser está totalmente registrado aos Arquétipos macro- cósmicos, à ação dos Siddhas Traidores e de sua ciência metafísica a Kalachakra (ciência

do engano e do aprisionamento).

As treze runas são ferramentas e os materiais com os quais o virya constrói em seu

labirinto interior sua ARQUÊMONA ODAL, Oppidum cercado, estrutura amuralhada em cujo centro se encontra sua PRAÇA TAU. O virya deve estar desperto no labirinto interior para compreender gnosticamente os êxtases das treze runas arquetípicas e poder ter a visão da TIRODINGUIBURR, de seu SÍMBOLO SAGRADO (mistério que desenvolveremos mais adiante). O virya se está confundido no sujeito consciente, perdido no seu labirinto interior, referirá interiormente a runa como um signo rúnico, referirá a sua estrutura lógica, cultural, sua análise do signo rúnico será racional, estabelecendo um exame simplesmente psicológico (semiótico, sintático e morfológico) das runas. Esta ação lógica, o levará a inferir unicamente o signo e significá-lo arquetipicamente, ou seja, sua razão, juízo consciente, reduzirá o signo não-criado a definições simples, habituais, carentes de sentido noológico. O virya adormecido projetará uma redução lógica, deduzirá as mesmas em significações habituais de acordo com as preeminências culturais depositadas em sua estrutura cultural ou sujeito cultural. Se o virya está extraviado em alguma linguagem

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cultural e tem certa estrutura cultural, chegará a definições ou conceitos mais eruditos, como por exemplo: a Runa ODAL é uma construção simbólica misteriosa, um signo de uma linguagem mágica, uma letra de uma língua morta dos vikings, etc. Em outras palavras, deduzirá ao signo rúnico na linguagem cultural que esteja estruturada em seu sujeito consciente, sujeito racional ou sujeito cultural. Esta redução racional, traduzida pelo sujeito consciente, projetará sobre a RUNA ODAL uma definição conceitual, meramente intelectual, em uma linguagem cultural que participa do meio habitual, esotérico ou acadêmico. Jamais o virya perdido se aproximará à compreensão noológica desta verdade transcendente, nunca compreenderá ou poderá ver suas significações noológicas mais oblíquas. Se o virya carece de estrutura cultural, projetará sobre as Runas não-criadas definições muito mais simples; geralmente, as runas passam despercebidas para este tipo de indivíduos. Por exemplo, se percebem a Runa ODAL, somente veriam a uma figura geométrica, um quadrado limitado por quatro lados e quatro ângulos retos, um símbolo geométrico. Jamais compreenderão sua verdade metafísica.

Diferente visão da RUNA tem o VIRYA DESPERTO INICIADO HIPERBÓREO, porque a compreende noologicamente, não necessita de uma sintaxe lógica, porque seu Eu Verdadeiro compreende o que é um OPPIDUM INTERIOR, uma ARQUÊMONA ODAL (arquêmona é uma palavra composta por dois vocábulos gregos: arke significa princípio; monas significa unidade; a unidade do Eu verdadeiro com seu Eu infinito) e fundamentalmente uma PRAÇA LIBERADA. O Virya Iniciado pode compreender totalmente seus mistérios. O virya orientado na Sabedoria Hiperbórea efetua uma oposição estratégica às forças provenientes do Valplads, do Demiurgo da criação, ação que lhe permitirá compreender o valor estratégico de uma Runa não-criada, runa que lhe permite entender o PRINCÍPIO DO CERCO e do MISTÉRIO DO ÂNGULO RETO, com o qual poderá criar internamente uma ARQUÊMONA ODAL, um espaço-tempo próprio, livre, independente do espaço-tempo do Universo criado. Em sua ARQUÊMONA ODAL o Virya alcança a unidade absoluta do EU, ascende à sua INDIVIDUALIZAÇÃO egóica do SELBST, a seu Eu Verdadeiro e ao PONTO TAU (TAU: coluna, centro do EU, cerco rúnico, desde o qual se domina a alma) de seu centro arquemônico ODAL. Desde o mesmo ele visualiza o mistério que se acha na Mística Hiperbórea e a sabedoria que nela se encontra. Este PRINCÍPIO DO CERCO ODAL lhe permite relacionar-se, desde sua Ética Noológica, com a mística das Runas Eternas e a verdade metafísica contidas nelas. Verdade que unicamente se vivência através das técnicas de Oposição Estratégica, que se constroem com o estudo da SEMÂNTICA NOOLÓGICA DA SABEDORIA HIPERBÓREA e da ação de plasmar sua compreensão sobre a ÉTICA NOOLÓGICA do Iniciado Hiperbóreo. O Virya, com seu EU isolado pelo PRINCÍPIO DO CERCO ODAL, constrói sobre si mesmo uma ÉTICA NOOLÓGICA, suprime seu Eu psicológico, utiliza suas forças, com as quais constrói uma VONTADE absoluta e VALOR infinito. O Guerreiro Sábio adquire estas qualidades com a práxis do Yoga Hiperbóreo, quando o Virya é instruído na SABEDORIA GNOSEOLÓGICA DO YOGA MARCIAL HIPERBÓREO. Ele demonstra a si mesmo que tem em seu Espírito a VONTADE e o VALOR para concretizar sobre seu EU tais qualidades espirituais, próprias dos Viryas Berserkr. Esta ciência sagrada, eterna, permite ao Virya desperto alcançar sua MÁXIMA ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA, CONSTRUIR

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SUA ARQUÊMONA ODAL DA QUAL PODERÁ EXECUTAR O DOMÍNIO TOTAL DO SUJEITO ANÍMICO E DAS ENERGIAS DO ORGANISMO MICROCÓSMICO.

As treze runas arquetípicas, em suas manifestações semânticas, adquirem uma morfologia Semiótica arquetípica. A realidade indica que o Virya deverá, imperativamente, ver a Runa como um SIGNO e sua interpretação será sempre dentro do marco de uma construção lingüística. O Virya construirá sobre os signos rúnicos uma análise morfológica, sintática e pragmática das RUNAS. Ele fará uma leitura que está contida dentro de uma análise lógica, dentro de uma Semântica psicológica: mas esta ação é equivocada, porque

o sujeito consciente, baseado na memória arquetípica, somente compreenderá psicologicamente a estas treze runas.

O virya que tenha afirmado sobre o sujeito consciente uma ÉTICA NOOLÓGICA

compreenderá as runas e a verdade que se institui nelas mais além do metafísico, poderá construir sua ARQUÊMONA ODAL e vivenciar em seu sangue puro os ÊXTASES

MÍSTICOS DAS TREZE RUNAS e os ÊNTASIS RÚNICOS DAS TRÊS RUNAS NÃO- CRIADAS.

Podemos afirmar que somente o Guerreiro Sábio, que é um virya desperto, pode inferir o não-criado, o PÓLO INFINITO e o ÊXTASE RÚNICO pela graça de sua Ética noológica e sua atitude graciosa luciférica. Ao contrário, o virya adormecido, ao estar estruturado seu EU no sujeito consciente, se conduz animicamente, sua razão gira em forma espiralada sobre as linguagens habituais, quer dizer, sobre uma ÉTICA PSICOLÓGICA. O pasú interiorizará a RUNA em uma linguagem habitual, a distinguirá em um espaço de significação cultural horizontal, como um signo ou símbolo, seja alegórico, lógico ou matemático, mas jamais poderá compreender os espaços de significações oblíquos, noológicos. O pasú, virya perdido, somente perceberá arquetipicamente a runa desde a ótica de seu sujeito cultural, racionalizando a runa. Em outras palavras, não entenderá nada.

A Sabedoria Hiperbórea afirma: o que separa o Virya que compreende com a

Semântica Noológica o segredo das RUNAS NÃO-CRIADAS da Pontônica Noológica

instituída no Yoga Hiperbóreo é o MISTÉRIO DO LABIRINTO. Mistério que estudaremos

na Segunda Iniciação Hiperbórea.

A Pontônica noológica é a ciência da construção de pontes, a sabedoria dos

Pontífices Hiperbóreos. Por isto, estas duas disciplinas a Semântica e a Pontônica Hiperbórea são as duas grandes vias gnósticas iniciáticas dos Cavaleiros Tirodal. Estudaremos neste ponto a Semântica porque somente a compreensão dos signos rúnicos em forma noológica, com o Eu verdadeiro, nos permitirá resignar a Semântica psicológica

e sua Semiótica arquetípica. Esta compreensão das runas Semanticamente somente é

possível com o Eu isolado e livre da ingerência do sujeito consciente, da personalidade, das máscaras psicológicas da persona. Se concretizar esta ação de reorientação gnóstica,

o Virya Iniciado Hiperbóreo ascenderá a uma ÉTICA HERÓICA e a Arte da PONTÔNICA,

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ciência construída sobre a morfologia noológica do YOGA RÚNICO MARCIAL HIPERBÓREO. Suas capacidades Semânticas incorporadas através do estudo da Sabedoria Hiperbórea permitem-lhe entender a TEORIA que sustentam os signos rúnicos,

e pelo conhecimento puro desta ciência eterna ascenderemos a sua Ética noológica. Com

a compreensão da Ética Hiperbórea, o virya mediante sua PRÁTICA, aplicando sobre si

mesmo técnicas espirituais, seu Eu verdadeiro compreenderá mediante a GNOSE INTERIOR as diferenças Semânticas entre o noológico e o psicológico. A Ética Noológica se compreende desde o Eu verdadeiro; contrariamente, da Ética psicológica que participa unicamente no sujeito consciente ou sujeito racional, é estritamente convencional, determinada pela moral e o cultural. O Virya desperta através do estudo profundo da Sabedoria Hiperbórea. Ela lhe aporta uma Semântica noológica com a qual se pode compreender e interpretar significações noológicas oblíquas, entender através da intelecção de sua teoria o segredo das verdades eternas. Isto significa construir uma Semântica Hiperbórea sobre si mesmo. Edificar uma estrutura “cultural” Hiperbórea é fundamental para logo desenvolver e possuir uma Ética heróica, a qual dá ao virya as qualidades axiológicas mais puras. Unicamente o virya que tem Ética, a qual afirma em seu interior VONTADE e ORIENTAÇÃO ABSOLUTA, poderá compreender Semanticamente os contextos mais oblíquos das Runas não-criadas. A Semântica noológica contida na Sabedoria Hiperbórea é a única ciência gnóstica que permite ao Virya desperto desenvolver sua faculdade de ANAMNÉSIA, própria de um Iniciado Hiperbóreo. Esta faculdade lhe permite voltar a recordar e despertar ao despertar. Suas técnicas nos ortogam as capacidades para abrir os REGISTROS CULTURAIS OU HISTÓRICOS, dissolver as mentiras estruturadas nos registros culturais, na cultura externa, na História. O virya que tem uma linguagem hiperbórea pode revelar e compreender o poder das RUNAS NÃO-CRIADAS, suas significações que vão desde a Semântica à Ética e à Pontônica, abarcar compreensivamente todos os mistérios hiperbóreos.

O virya em sua ARQUÊMONA ODAL, dentro da PRAÇA TAU, com seu EU verdadeiro, afirmará e comprovará semanticamente, o mistério que subjaz na Semiótica noológica de uma runa não-criada. O Virya, com sua Graça Luciférica, comprova espiritualmente que todo signo rúnico, mas além de sua Semiótica, sua estrutura morfológica, é uma força que provem de uma MISTICA HERÓICA, e esse poder lhe permite ter sobre si mesmo as capacidades gnósticas para poder construir um espaço gnóstico interior. A sabedoria Hiperbórea denomina este espaço interior OPPIDUM, e esta construção interior se realiza quando o virya desperto se relaciona carismaticamente com o poder de sua runa não-criada. Esta perspectiva interior lhe permite compreender com o Eu verdadeiro afirmado em seu Oppidum, a força noológica da runa não-criada, e com seu sujeito consciente, entender Semanticamente a Semiótica do signo rúnico. Esta dupla compreensão das runas lhe ortoga a perspectiva analítica que lhe permite compreender que uma runa se afirma em um SIGNO, e o mesmo está contido semioticamente dentro de uma morfologia estrutural poligonal ou poliédrica regular, o SIGNO RÚNICO; sempre estão conformados seus espaços por limites retilíneos, por formas retangulares, quer dizer, seus lados estão determinados por ângulos retos dentro de seu espaço interior. Para o Iniciado Hiperbóreo, as runas, sua Semiótica morfológica, estão formadas por uma estrutura que

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contém uma geometria retilínea, composta por linhas retas que se interceptam formando ângulos. O Virya Iniciado Hiperbóreo compreende que esta Semiótica se baseia especificamente nas runas, e no signo rúnico, em sua Semiótica, está contido um segredo, uma Semântica que faz parte de seu mistério. Semântica que se estuda na Sabedoria Hiperbórea através do conhecimento do PRINCÍPIO DO CERCO e do segredo do ÂNGULO RETO.

O Guerreiro Hiperbóreo com sua Sabedoria Hiperbórea constrói com seu Eu verdadeiro sua Semântica. Compreende as significações rúnicas e edifica sobre ela uma ÉTICA HERÓICA, com a qual se relaciona carismaticamente com a MÍSTICA DO PARÁCLITO e a compreensão metafísica das treze RUNAS mais três RUNAS NÃO- CRIADAS. A Sabedoria Hiperbórea sustenta: o virya deve imperiosamente isolar seu EU do sujeito consciente, afirmar sobre o mesmo o PRINCÍPIO DO CERCO; isto lhe permitirá ingressar a sua ARQUÊMONA ODAL e compreender o porquê da necessidade estratégica de construir um CERCO NOOLÓGICO. Dentro de seu cerco interior o virya se fará cada dia mais FORTE e se apoiará nas forças que provêm de seu EU VERDADEIRO, mas para isto deverá encontrar em seu espaço interior a gnose mais perfeita, e ela se encontra no PONTO TAU. O Eu afirmado na runa não-criada na PRAÇA TAU sente o poder das treze runas e vivencia seus êxtases rúnicos. Terá se encontrado na GNOSE DO EU e pode, dentro da sua runa metafísica, visualiza o VÉRTICE conduzente ao segredo do ÂNGULO RETO. Neste mistério se encontra a ponte estratégica que o aproxima ao Eu Infinito e ao Selbst.

É importante entender que este mistério está inserido pelos Siddhas de Agartha no Mistério do Labirinto, mas sua compreensão Semântica somente é possível se está isolado o Eu do sujeito anímico. Eles propuseram desde o princípio estes conhecimentos como via interior para alcançar a libertação, PARA ROMPER COM O ENGANO QUE SE ENCONTRA ESTRUTURADO NO MICROCOSMO, EM SEU LABERINTO INTERIOR, E NO MACROCOSMO, NO LABIRINTO EXTERIOR. Unicamente o Guerreiro Sábio ascende à Pontônica noológica se pode resolver o Segredo do Labirinto; para isto, necessitará modificar sua Semântica psicológica e fundamentalmente sua Ética psicológica.

Somente o virya que passe por este mistério será merecedor de ser instruído nas técnicas mágicas das arquiteturas hiperbóreas, com as quais poderá construir sua ponte metafísica, seu Oppidum interior, e concretizar a máxima GNOSE, a emergência no mundo exterior de uma Praça Liberada. Este segredo é a porta iniciática que tem que abrir, é o segredo do LABERINTO, é o espaço que o guerreiro deve transpor se pretende ascender às Iniciações Hiperbóreas. Este é o enigma que o virya desperto deve solucionar, e para isto, ele terá que utilizar a sua VONTADE e VALOR se quiser fazer real sua libertação.

É importante compreender que a Semântica noológica é o primeiro princípio gnóstico, que permite ao virya compreender o PRINCÍPIO DO CERCO e ingressar à ARQUÊMONA ODAL, e desde o mesmo, poder ARMAR-SE RUNICAMENTE para

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enfrentar o Segredo do LABIRINTO INTERIOR, e se triunfar, resolver o enigma que representa o LABIRINTO EXTERIOR.

Esta dupla ação de guerra é totalmente iniciática. Unicamente o VIRYA mais valente, o que desencadeie sobre seu Eu as forças e os poderes das RUNAS NÃO-CRIADAS, pode adquirir o direito de combater a SERPENTE e o DRAGÃO.

Os Siddhas Traidores de Chang Shambalá e a Sinarquia Mundial da Fraternidade Branca Universal, do Pacto Cultural, regida no mundo pelos Sacerdotes Golen, propõem a DESORIENTAÇÃO CULTURAL, instituída no labirinto exterior e nas múltiplas linguagens de suas Semânticas psicológicas. Estes sinarcas, donos do mundo material, afirmam no mundo suas estruturas semióticas sagradas, que têm incorporadas em suas linguagens os objetos culturais externos ou entes arquetípicos que possuam significações Semânticas psicológicas lúdicas ou sacralizantes. Semânticas psicológicas que possuem uma Semiótica arquetípica, que distorcem a verdade que existe e subjazem nos objetos culturais externos, que têm seus símbolos participando de significações hiperbóreas, que são parte da gnose hiperbórea, estruturas que têm em sua Semiótica noológica e sua Semântica, símbolos eternos hiperbóreos (exemplo: o Panteão de Agripa, a música Wagneriana, etc.). Símbolos eternos estruturados externamente no labirinto exterior, que nos permite compreender por indução noológica as vias gnósticas hiperbóreas construídas pelos Siddhas de Agartha no labirinto exterior. Como vimos anteriormente, tal mistério responde à característica dos MISTÉRIOS INICIÁTICOS HIPERBÓREOS. O virya deve entender que a Sinarquia degradou sistematicamente este mistério, sacralizando o mesmo à suas premissas culturais sacras e lúdicas, degradando a Pontônica Hiperbórea. E por isto, este mistério está proposto pelo inimigo, ELES PROPÕEM MILHARES DE LINGUAGENS CULTURAIS que distorcem a verdade do Segredo do Labirinto. Suas linguagens são cantos lúdicos ou sagrados; eles seduzem, tentam enrolar ao virya à vida cálida, ao amor da mulher de carne, a sentir no coração palpitante a mãe Binah e ao pai Enhil, a permanecer eternamente dormindo em seus paraísos edênicos.

A Sabedoria Hiperbórea alerta aos viryas do mundo sobre as ilusões e mentiras que se edificam nas Semânticas psicológicas, nas linguagens esotéricas e acadêmicas da Sinarquia Mundial. As linguagens contidas na Semântica da Sinarquia são sistemas que tem um propósito bem estabelecido: desorientar e confundir ao virya, perdê-lo, extraviá-lo em seus LABIRINTOS CULTURAIS. Cada linguagem das Semânticas psicológicas da Sinarquia Mundial é análogo a uma passagem, caminho ou passagem coberta, passadiço deste grande labirinto macrocósmico que é a criação, a Ilusão de Maya; linguagens labirínticas que encantam aos viryas perdidos, ao pasú. Sua Semiótica, Pragmática, Sintaxe e Semântica psicológica fascinam a alma, mas neles, em suas linguagens, se encontram os piores enganos, as sinistras confusões, plenas de seduções e encantamentos paradisíacos que oferecem ao virya AMOR, BELEZA e PODER. Os caminhos deste Labirinto de Ilusão, em seu objetivo último que é perseguido, é reter ao

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virya adormecido, extraviá-lo nos labirínticos caminhos de Maya, aprisioná-lo para sempre em uma das múltiplas linguagens existentes no LABIRINTO EXTERIOR.

De tal maneira que o virya deve estar ALERTA, porque ante a possibilidade de despertar e ascender à Semântica noológica da Sabedoria Hiperbórea, e à Pontônica contida na ciência do Yoga Hiperbóreo, ciência com a qual resolverá o Segredo do Labirinto, o Demiurgo e os Siddhas Traidores emergirão internamente ou externamente uma Semiótica sagrada sinárquica, símbolos sagrados da Sinarquia Religiosa que serão réplicas exatas, cópias quase perfeitas do MISTÉRIO DO LABIRINTO. Estes labirintos da Sinarquia Mundial (como o Hatha Yoga) portam uma semântica psicológica baseada em símbolos sagrados, cujos objetivos são bem claros: deter ao virya em sua ação de busca, opção e eleição, de reorientação estratégica, em um caminho de Ilusão do Labirinto de Maya. Devemos considerar que o caminho das religiões é onde se encontram os Sacerdotes Golen e sua Fraternidade Universal. Nestes caminhos é onde se enganam a maioria dos viryas perdidos. Eles ingenuamente crêem que em seus cultos está a libertação. Os Sacerdotes Golen e suas lojas secretas da Fraternidade Branca Universal dirigem o destino do mundo, são os representantes dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá, e esta é sua missão: deter ao virya e evitar sua libertação.

Nas linguagens da Sinarquia Religiosa estão os labirintos mais sagrados, as trilhas onde se estrutura suas Semânticas mais poderosas, numéricas; nestas estão os símbolos sagrados mais poderosos da Sinarquia Universal. Estes dogmas religiosos e esotéricos portam em suas doutrinas os símbolos que sacralizam o sujeito consciente do virya perdido e o estruturam as suas doutrinas secretas, aos seus cultos e ritos iniciáticos. Religiões como o Hinduísmo védico, o Lamaísmo, o Budismo tântrico, possuem UMA DOUTRINA SECRETA OU UMA SIMBOLOGIA ESOTÉRICA, uma Semiótica iniciática ao qual ascendem unicamente os sacerdotes iniciados na confraria da Fraternidade Branca Universal. Suas doutrinas secretas estão sustentadas pelos seus símbolos sagrados, que contém a máxima ciência do engano representada no conhecimento das verdades metafísicas dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá. Estas doutrinas esotéricas pregam o conhecimento de si mesmo e a autonomia ôntica do pasú como a auto- realização, a máxima aspiração entelequial que pode alcançar o homem pasú, ciência baseada no Símbolo Sagrado do Pasú.

No Símbolo Sagrado do Homem Pasú está representado todo o seu Plano, o desenvolvimento ontológico, gnosiológico e axiológico que deverá cumprir o pasú para alcançar a perfeição de sua realidade, de seu ser criado, ciência sinárquica baseada nos três aspectos mais significativos que estão contidos na Semiótica do Símbolo Sagrado do Pasú, o Aspecto Amor, o Aspecto Beleza e o Aspecto Poder ou Consciência do Demiurgo. Estes Aspectos aperfeiçoados no pasú lhe permitem pôr sentido na criação material do Uno e afirmar o Universo material como a única realidade do pasú ou virya perdido. Esta afirmação do mundo do Demiurgo pelo pasú estrutura uma Semântica psicológica que sustenta a Ilusão do Labirinto DE MAYA, afirma neste mundo linguagens que portam a mentira dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá. É, sem dúvida, esta mentira que é

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sustentada no ser/ente, é a causa fundamental do extravio que sofre o virya perdido neste labirinto exterior de Maya.

A Sabedoria Hiperbórea afirma que a realidade ilusória do mundo que sustenta o pasú com sua ação de colocar sentido cultural está representada pelo símbolo do LABIRINTO. Por isto, o Segredo do Labirinto é, desde a época de ATLÂNTIDA, o mistério mais sagrado que deve resolver o virya desperto se pretende despertar ao despertar.

O homem adormecido, imerso no mundo dos Siddhas Traidores, afirma este labirinto material como a única realidade de sua existência (labirinto interior, labirinto exterior), e a seu Criador o Demiurgo (O Uno, Jehová-Satanás, o Deus da Matéria, ou qualquer dos múltiplos nomes que adotou em suas diferentes manifestações, Brahma, Yahvé, Alá, etc.) como o único criador e sustentador da ordem material, e o que é pior, aos Siddhas Traidores como os possuidores do Segredo do Labirinto, da ciência que permite ao virya perdido libertar seu Espírito aprisionado na ordem material, do macrocosmo. Indubitavelmente esta mentira é sustentada desde o princípio da criação pelos Siddhas Traidores, mas na realidade a verdade é que o SEGREDO DO LABIRINTO é um mistério dos Atlantes Brancos e dos Siddhas de Agartha, seu conhecimento contém a ciência que revela o mistério do aprisionamento e a sabedoria que permite compreender a ciência de libertação. Segredo que revelaremos nos próximos incisos deste texto. Mas devemos reconhecer que este mistério se perdeu e que seu segredo, que era perfeitamente conhecido pelos Atlantes e os guerreiros das raças puras da Idade Antiga, participantes da Estratégia da Muralha Atlante-mediterrânea, hoje se perdeu. Os Siddhas Traidores e suas Estratégias culturais desencadeadas através das raças da Traição Branca e da Raça Sagrada do Demiurgo, ao longo do tempo e da História foram degradando sistematicamente este segredo, ocultando seu mistério ou impondo sobre o mesmo seus símbolos sagrados sinarcas.

A Sabedoria Hiperbórea afirma: a verdade metafísica do Segredo do Labirinto participa dos mitos hiperbóreos. Resolver seu mistério permitia a reorientação estratégica e

a libertação do virya do Mundo de Ilusão. O Mistério do Labirinto que hoje apregoam as

ciências do Hatha Yoga e de qualquer linguagem esotérica da Sinarquia Mundial e sua Fraternidade Branca, somente afirma a perda e confusão cultural e espiritual do virya perdido no labirinto exterior. A Sinarquia Religiosa edificou sobre este mistério seus símbolos sagrados, sistemas simbólicos secretos que representam o oculto labirinto sinarca. Os mais significativos de todos eles, estudados nos yogas da Sinarquia, são as

MANDALAS; símbolos que representam o Plano evolutivo macrocósmico e microcósmico,

o Plano cósmico que tem “Deus” para sua criação e para o homem criado. Em realidade,

podemos definir de diferentes maneiras a estes símbolos, desde significações horizontais às mais obliquas, mas o virya desperto realizará uma análise rúnica deste símbolo e logo

uma análise semântica hiperbóreo. Nas Mandalas está sintetizada a “verdade” (engano, mentira) metafísica que a Sinarquia Religiosa transmite a seus iniciados sinarcas; saber que está contido na CHAVE KALACHAKRA, ciência sinárquica esotérica, metafísica, que

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degrada o Segredo do LABIRINTO. Segredo cujos símbolos esotéricos estão zelosamente protegidos pelos Sacerdotes Golen e a Fraternidade Branca.

A PARTIR DE UMA ANÁLISE RÚNICA, AS MANDALAS REPRESENTAM A ENTELEQUIA MACROCÓSMICA E A CONCRETIZAÇÃO DO ARQUÉTIPO MANÚ NO PASÚ. A partir de uma análise semântica, estas Mandalas são os símbolos sagrados do pasú, participam dos mesmos as Semânticas psicológicas do pasú, representam a quadrangularidade da esfera de sombra (quadratura do círculo), do macrocosmo e do microcosmo. Suas formas representam a quadratura arquetípica da criação. Por exemplo, no macrocosmo: os quatro ciclos do movimento da rotação da Terra, as quatro faces da Lua, as quatro estações, os quatro pontos cardeais, os quatro elementos conhecidos, as quatro Idades ou Yugas, etc. No microcosmo: os quatro reinos que participam da evolução, “ser em si” do microcosmo, as quatro idades da vida, as quatro fases da respiração, a quadratura de sua memória arquetípica, etc. (tema tratado no Tomo Primeiro dos Livros de Cristal de Agartha e sua Sabedoria Hiperbórea ou profundamente no Tomo VII dos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea de Nimrod de Rosário). A Mandala é o símbolo sagrado que representa o Espírito-esfera confundido na quadratura ontológica do macrocosmo, do mundo que afirmam como real os Siddhas de Chang Shambalá e o Demiurgo O Uno. Suas linguagens estão afirmadas em suas religiões monoteístas, e suas ciências esotéricas nas Estratégias da Sinarquia Universal e dos Sacerdotes Golen do Pacto Cultural. Por detrás das Mandalas está a verdade metafísica dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá, e a ciência que ela representa, sua doutrina ideológica sacerdotal, representa para o iniciado sinarca sua realização, iluminação, sua enteléquia Manú. Mas para o Virya Iniciado Hiperbóreo estes símbolos sagrados da Sinarquia representam a ciência do engano, conhecimento, saber que leva ao virya perdido, adepto destas doutrinas à perdição total, à desorientação estratégica e a perda da VERDADE do VIRYA e de sua INDIVIDUALIZAÇÃO, de sua libertação do terrível LABIRINTO DE MAYA, do Mundo de Ilusão.

do terrível LABIRINTO DE MAYA, do Mundo de Ilusão. Aqui se mostram imagens de Mandalas e

Aqui se mostram imagens de Mandalas e Yantras tibetanos, nos quais podemos verificar que em sua morfologia geométrica estrutural se acham diversos diagramas. Suas representações esquemáticas e simbólicas representam os desígnios arquetípicos contidos na quadratura ontológica que determina a evolução do macrocosmo e do microcosmo. As Mandadas são símbolos sagrados que permitem a máxima evolução anímica do sujeito consciente do pasú. É a técnica ritual arquetípica mais alta na iniciação sinárquica, degradação total do Mistério do Labirinto. As Mandalas são construções virtuais, sistemas

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reais culturais cuja morfologia Semiótica está desenhada com as três cabalas da Kalachakra e suas duas línguas sagradas, o Sânscrito e o Hebraico; por isto, são as artes do engano dos monges bramânicos e Sacerdotes levitas. Ciência esotérica que se baseia nas duas línguas preferidas dos Siddhas Traidores estruturadas na Kalachakra, linguagens utilizadas no Budismo tibetano e no Lamaísmo, baseadas nas cabalas dos Vedas e na cabala Hebraica. Estruturalmente estas Mandalas representam em suas Semióticas o tempo e a criação macrocósmica, e seu espaço sagrado é um labirinto onde todos os caminhos levam ao centro, a uma imagem que representa a si mesmo, a integração psíquica e anímica do virya perdido com o Criador, a união mística com o Deus da Matéria, o Demiurgo Criador. Em seu centro se acha estruturada a imagem do TEMPLO, de um SANTO, de um símbolo que representa a si mesmo, a união do virya com os Aspectos AMOR, BELEZA e CONSCIÊNCIA do Deus Criador, a máxima aspiração evolutiva da alma criada, a ENTELÉQUIA MANÚ. Estes labirintos mandálicos geralmente estão representados como um círculo inscrito dentro de uma forma quadrangular. Em suas morfologias semióticas está contida a CIÊNCIA ESOTÉRICA DA CABALA HEBRAICA, ciência arquitetônica sinarca com a qual se constroem estas mandalas que afirmam a ilusão na criação.

As Mandalas têm diferentes conformações estruturais, mas sempre representam o PLANO DO UNO, a perfeição, a enteléquia final de suas três serpentes, de seus Três Rostos, Aspecto Amor, Aspecto Beleza, Aspecto Consciência em sua obra, em sua criação. Estes são denominados Yantras dentro do Hinduísmo. Diferenciam-se das Mandalas porque os Yantras são lineares, enquanto que as Mandalas budistas são bastante figurativas, decorativas. A partir dos eixos cardiais, nestas Mandalas se podem sectorizar as partes ou regiões internas do círculo- Mandala. Estas figuras, que geralmente são fechadas, seus caminhos levam ao centro onde se encontra uma figura de um Templo ou de um Santo, símbolo que representa a MÁXIMA EVOLUÇÃO ANÍMICA DO PASÚ, A ENTELÉQUIA MANÚ. A maioria das culturas possui configurações mandálicas em seus labirintos exteriores. Todas sem exceção portam esta Semântica esotérica, e os dogmas religiosos monásticos do ocidente, o Cristianismo e o Islamismo não são exceção.

A intenção depositada nas Mandalas é capturar o guerreiro, adormecê-lo, levá-lo a um estado de amnésia total, onde reine em seu coração a alma emocional, o fogo cálido da paixão animal, fundir seu Espírito nos Arquétipos que o afirmam no meramente humano, no sacerdotal, nos argumentos onde o amor por Deus e a criação (não o sangue) sejam o eixo central de sua existência espiritual. Estes labirintos mandálicos não só existem ou são propriedades dos dogmas orientais como também podemos encontrá-los no Cristianismo e no Islamismo. Na arte cristã medieval estão dispostos em todas as suas estruturas e construções: no pavimento das igrejas, na arte gótica, nas rosetas vitrais das catedrais góticas, nas decorações das mesquitas. Em quase todas as igrejas se encontram os diagramas mandálicos, elas tem o degradado Segredo do Labirinto. Estas Mandalas sinárquicas estão em todas as culturas. As artes sinárquicas de todos os povos do Pacto Cultural portão os símbolos sagrados que degradam o Signo da Origem e o Segredo do LABIRINTO.

Estas projeções culturais dos Siddhas Traidores conformam no virya a confusão estratégica, e geram a perda de orientação. Representa simbolicamente a LUZ DIVINA do Criador, seu “paraíso”, o EDÉN instituído na criação. Eles têm a firme intenção de confundi-lo, de levá-lo a uma Semântica ou Semiótica psicológica, à identificação plena do virya perdido com seu Deus, o Demiurgo Criador do Mundo de Ilusão. Sua simbologia é a

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representação arquetípica da perfeição do labirinto interior e exterior, afirma e condena ao virya eternamente aos braços de seu Criador. As Mandalas e suas doutrinas esotéricas como o HATHA YOGA são os labirintos externos, os muros limitantes que separam o virya da ORIGEM. Estas ciências demiúrgicas o afirmam no labirinto, o encarceram definitivamente em seus caminhos de ilusão, distanciando-o cada vez mais da Origem. Nestes caminhos da dor e do engano, jamais permitirão ao virya ascender a uma sabedoria com a qual possa escapar do mundo da matéria, compreender e resolver ao Mistério do Labirinto.

Os SIDDHAS DE AGARTHA propõem a SABEDORIA HIPERBÓREA e sua SEMÂNTICA NOOLÓGICA como a língua eterna que nos ortoga reorientação estratégica dentro do labirinto, e que nos permite a libertação das garras dos inimigos do labirinto interior e exterior.

Esta ciência de libertação se baseia na compreensão do Signo da Origem, as três RUNAS NÃO-CRIADAS e as treze RUNAS ARQUETÍPICAS com as quais se estruturam as sete vias gnósticas mais uma de libertação espiritual. Runas que se plasmam no Espírito do virya durante a Pontônica do YOGA RÚNICO HIPERBÓREO, afirmando em seu sangue o Símbolo Sagrado do Virya e resignando o Símbolo Sagrado do Pasú. Somente é ensinado este MISTÉRIO INICIÁTICO por um INICIADO HIPERBÓREO, um PONTÍFICE, de forma direta, TRANSMITIDO ORALMENTE E TECNICAMENTE por um camarada que tenha domínio total e absoluto desta ciência RÚNICA. A instrução desta ciência absoluta é ortogada pelos Siddhas de Agartha aos CAVALEIROS DA ORDEM TIRODAL DA AMÉRICA E ESPANHA.

O virya com esta sabedoria tem o poder em suas mãos, ciência com a qual é possível, com o Signo da Origem, compreender o Segredo do Labirinto, e com as três RUNAS NÃO-CRIADAS, HAGAL, SIEG e TYR, resignar o Signo da Dor.

Pergunta: O que são as RUNAS NÃO-CRIADAS e o que representam no virya desperto?

Resposta: AS RUNAS SÃO ESSECIALMENTE AS ARMAS DO GUERREIRO SÁBIO. Elas lhe ortogam o poder para resolver o Segredo do Labirinto e fazer real sua LIBERDADE ESPIRITUAL. Representam sua gnose interior, as forças noológicas que afirmam no virya desperto uma Vontade absoluta e um Valor infinito, forças que provêem de seu Eu verdadeiro (Vontade Absoluta) e de seu EU infinito (Valor infinito) com a qual se dobra a ALMA CRIADA e se domina todas as esferas do MICROCOSMO.

Elas podem ser aplicadas quando se domina e compreende a Semântica noológica da Sabedoria Hiperbórea e se ingressa na ÉTICA DO GUERREIRO SÁBIO HIPERBÓREO. Seus mistérios gnósticos e rúnicos cercam o Eu do sujeito consciente e estruturam em seu domínio uma Semântica Rúnica noológica. A SEMÂNTICA NOOLÓGICA SE CONSTRÓI COM A LINGUAGEM DAS RUNAS NÃO-CRIADAS e dentro do marco estratégico de um KAIROS DE HONRA DOS SIDDHAS DE AGARTHA.

Esta ação de guerra o permitirá pensar estrategicamente, viver ao modo de vida de um Virya Berserkr, destruir o sangue contaminado pelas premissas psicológicas, morais,

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que estão presente no modo de vida do pasú. Moral que afirma o humano, os complexos que o determinam como tal, os medos e os temores, as angústias anímicas existenciais próprias do Eu psicológico.

Semanticamente podemos compreender que as treze runas arquetípicas são limitantes, protetoras, tem em si mesmas uma função noológica: proteger ao Guerreiro Sábio internamente, ingressando-o a ARQUÊMONA ODAL, Oppidum que afirma no Eu verdadeiro uma Ética heróica que está mais além de toda moral convencional. As runas protegem a quem se relacionou carismaticamente com o Paráclito Hiperbóreo, proveniente dos Siddhas de Agartha. Afirma sua gnose, a Mística heróica, aos viryas que sentem em seu sangue o poder noológico que delas emana. As treze runas arquetípicas são protetoras, limitantes, são uma MURALHA, um CERCO PROTETOR contra os ataques dos sinarcas da Fraternidade Branca e seus Sacerdotes Golen, dos inimigos do Espírito.

As treze runas arquetípicas são estrategicamente limitantes. Elas são protetoras, são a COURAÇA VRIL do Guerreiro Sábio; seu ESCUDO permite a criação da ARQUÊMONA ODAL. Elas permitem a manifestação das três RUNAS conduzentes, RUNAS NÃO-CRIADAS que são as ARMAS DE GUERRA do Virya Berserkr.

A Sabedoria Hiperbórea afirma: as runas são limitantes ou conduzentes, são armas para a guerra, ciência noológica instituída no Mistério da Língua dos Pássaros, na arte de forjar Armas de Guerra e no segredo da Pedra Talhada.

Por exemplo, a Runa ODAL é limitante, protege ao guerreiro em seus limites noológicos, em seu cerco amuralhado. Em contrapartida, a runa não-criada TYR é conduzente, tem o poder de uma runa guerreira, a propriedade de uma runa de guerra, runa selvagem e guerreira, que FIXA ao virya nos céus hiperbóreos. Esta runa não-criada TYR participa de um Kairos Guerreiro, é poder absoluto. Pode em mãos de um Virya Berserkr Iniciado Hiperbóreo resignar qualquer labirinto exterior sinárquico, produzir a resignação dos desígnios arquetípicos estruturados em qualquer ser/ente da criação, permite a resignação noológica de um plano ou espaço de significação, quer dizer, de qualquer elemento arquetípico que possa interferir interiormente ou exteriormente na gnose hiperbórea do Guerreiro Sábio dentro da ordem criada. A SABEDORIA HIPERBÓREA DO YOGA RÚNICO HIPERBÓREO afirma: as RUNAS são poderes noológicos que o Guerreiro Sábio aprenderá a dominar, elas participam de sua força não- criada, e quando o guerreiro adquire EXCELÊNCIA no domínio da ÉTICA NOOLÓGICA, poderá executar com seu poder as ações de guerra pertinentes contra os inimigos do Espírito.

Mas devemos reconhecer que a finalidade essencial das RUNAS NÃO-CRIADAS é a libertação espiritual do Guerreiro Sábio. Suas sabedorias são as portas que nos levam à libertação. O virya poderá plasmar sobre o MICROCOSMO o poder das RUNAS NÃO- CRIADAS se estas são apreendidas NOOLÓGICAMENTE. Com o poder que elas transmitem, o Guerreiro Sábio poderá romper os desígnios arquetípicos estruturados nos SÍMBOLOS SAGRADOS depositados na imanência ontológica de seu microcosmo e aplicando suas TÉCNICAS NOOLÓGICAS sobre o microcosmo poderá ser SENHOR DO CÃO E DO CAVALO. Esta é a missão e a função noológica que tem as RUNAS. O virya tem em si mesmo, em seu EU, as armas, o poder e a faculdade com as quais pode abrir os

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TAPASIGNOS, penetrar dentro de suas estruturas ônticas dos Registros inatos e resignar os BIJAS SAGRADOS, OS DESÍGNIOS ARQUETÍPICOS estruturados nos CHAKRAS (imagem e significado demiúrgico), em suas energias astral, vital e psíquica. ESTA AÇÃO PERMITE AO VIRYA ASCENDER A SUA INDIVIDUALIZAÇÃO ABSOLUTA E AO DOMÍNIO TOTAL DO SUJEITO ANÍMICO E DO MICROCOSMO.

Trataremos de aproximar a uma descrição lingüística do que ocorre dentro do virya desperto, puro e orientado quando executa esta YOGA HIPERBÓREA. Para isto, recorreremos nos próximos capítulos a uma série de imagens que descrevem este despertar iniciático.

A compreensão da Sabedoria Hiperbórea se acelera neste Kairos de honra com a prática do YOGA RÚNICO HIPERBÓREO. Seu poder desperta as faculdades noológicas do Virya Berserkr que lhe permite rapidamente encurtar as distâncias que separam ao EU verdadeiro do SELBST. Indubitavelmente não podemos desenvolver neste ponto a PRAXIS, o desenvolvimento técnico, postural, dos movimentos estruturados nos diversos sistemas que descrevem as “danças” rúnicas, porque estes exercícios se instruem, se transmitem oralmente. São ensinados por um camarada que tenha pleno domínio dos mesmos, em um OPPIDUM, em uma Praça Liberada. Estes mistérios são impossíveis de vivenciar Semanticamente. Somente se alcança suas vivências quando o virya tem excelência no domínio da PONTÔNICA HIPERBÓREA estruturada no YOGA OCIDENTAL. Mas a GNOSE vertida da Sabedoria Hiperbórea nos permite aproximarmos a uma compreensão Semântica de tais vivências, a ter uma intelecção compreensiva do significado de tais mistérios. Trataremos de aproximar estas verdades do virya o mais que possamos, descrevendo em determinadas linguagens as vivências internas que se podem desencadear executando o Yoga Hiperbóreo.

Estas vivências que se descrevem são percebidas desde o sujeito consciente e se analisam seus significados desde sua lógica racional, quer dizer, participa destas definições o EU psicológico. Estes fatos que acontecem na vida diária são fenômenos (sistemas reais virtuais) cujas experiências internas se podem assemelhar às experiências que se vivenciam nos Êntasis do Yoga Hiperbóreo. Na realidade da superestrutura cultural macrocósmica, constantemente emergem à esfera de luz microcósmica, ou consciência do macrocosmo, fenômenos naturais e culturais onde seus acontecimento estão baseados em Éticas psicológicas que portam nestes fatos ou acontecimentos, símbolos ou signos onde suas significações se correspondem aos planos mais oblíquos do Símbolo Sagrado do Pasú ou virya perdido. Estes espaços Éticos psicológicos se acercam ou aproximam seus planos mais oblíquos ao eixo axial, ao núcleo das significações noológicas que correspondem aos planos menos oblíquos contidos nos espaços de significação da Ética noológica da Sabedoria Hiperbórea.

Dentro das Éticas psicológicas, que são o produto destes fatos naturais ou culturais, estão os fenômenos DRAMÁTICOS. Nestas experiências dramáticas, seus argumentos, prevalecem a dor e o sofrimento (que atravessou determinados viryas), e a vivência que se experimenta coloca a vida em risco. Exemplo disto são os episódios de violência, de acidente ou de GUERRA, quando o destino (intervém o Karma ou os Siddhas Traidores) nos coloca em uma situação dramática ou trágica, real, onde o virya comprova a dor e

este sente na carne.

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A Sabedoria Hiperbórea define: nos planos mais oblíquos do Símbolo Sagrado do Virya perdido existe uma ponte transitável que é um nexo conectivo a um Símbolo Eterno Hiperbóreo.

Os espaços axiológicos destas vivências psicológicas, suas significações mais oblíquas, se relacionam aos espaços axiológicos mais “éticos” do SÍMBOLO SAGRADO DO VIRYA perdido. Estas significações são um nexo às significações noológicas mais habituais do SÍMBOLO SAGRADO DO VIRYA DESPERTO, quer dizer, estas experiências psicológicas dramáticas criam no virya um tetrarque interior gnosiológico que o colocam internamente ante uma encruzilhada LABRELIX. Nestas instâncias dramáticas, o EU do virya é sacado de sua vida habitual e submergido na DOR. Nestas circunstâncias, ele é sujeito da ação dos símbolos sagrados. Tal vivência dramática ou trágica permite a atualização de um tetrarque gnosiológico no sujeito consciente do virya, no qual se configura internamente uma instância de busca, opção e eleição. Tal alternativa interna gera uma tensão dramática que remitirá ao virya a buscar uma saída para a sua dor, seu sofrimento. É aí que emergirá um tetrarque LABRELIX. Este permitirá ao virya optar por um caminho entre as diferentes opções que emergirão em seu interior. Nestas alternativas, invariavelmente surgirão os símbolos sagrados demiúrgicos, mas se o virya tem predisposição gnóstica poderá distinguir nesta instância os símbolos sagrados (um monarque hiperbóreo) que portam uma linguagem hiperbórea, evitando ser fagocitado pelos símbolos sagrados sinarcas, significações demiúrgicas que tratarão de incorporar ao Eu do virya a uma linguagem geralmente religiosa da Sinarquia Sacerdotal.

É MUITO COMUM QUE O VIRYA QUE CAI NESTAS SITUAÇÕES TRÁGICAS APELE A UM SÍMBOLO SAGRADO SINARCA PARA SUPERAR TAL DRAMATISMO, REGISTRANDO-SE EM UMA IGREJA, CONVERTENDO-SE EM UM DEVOTO CRISTÃO OU EVANGÉLICO, QUIÇÁ ATÉ A UMA LINHA ESOTÉRICA; NA REALIDADE, A QUALQUER SÍMBOLO SAGRADO QUE SEJA SUPORTE PARA A SUA DOR. Indubitavelmente primeiro sentirá internamente a emergência destes símbolos sagrados, mas externamente a Sinarquia têm estruturas no mundo, na cultura externa, suas instituições religiosas (sacerdotes) e científicas (médicos, psiquiatras, psicólogos). As mesmas rapidamente acudirão a tratar de incorporar ao virya a seus dogmas, aos quais restabelecerão a harmonia interior no microcosmo do virya perdido.

Mas se o virya tem vontade, e em seu sangue porta uma vontade diferente, poderá ver uma saída Honrada, visualizará um nexo conectivo, o qual é a ponte que lhe permitirá sair da psicologia pasú (da dor) e transladar-se a uma Ética Hiperbórea. Este nexo é a ponte que permite a um virya perdido cruzar e sair da Semântica psicológica dos símbolos sagrados do pasú e recuperar a orientação estratégica, escapando das linguagens dogmáticas da Sinarquia Mundial. Estas pontes ou nexos axiais conectivos entre espaços de significação determinados por símbolos sagrados do virya perdido, e espaços de significações determinados por símbolos eternos do virya desperto, é o que permite ao virya transcender a Semântica e a Ética psicológica das linguagens lúdicas ou sacralizantes da Fraternidade Branca, e relacionar-se carismaticamente com a Mística heróica de uma runa não-criada ou as vias de uma gnose hiperbórea. Estas pontes noológicas têm a propriedade de transferir ao virya às linguagens oblíquas contidas no SIGNO DA ORIGEM e nas RUNAS NÃO-CRIADAS, às suas Semânticas hiperbóreas estruturadas nas sete vias mais uma de libertação espiritual. Os viryas perdidos, graças a estas PONTES CONECTIVAS ENTRE SÍMBOLOS SAGRADOS (monarque hiperbóreo do tetrarque LABRELIX), podem escapar das linguagens de MAYA, e ascender às vias

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gnósticas hiperbóreas sustentadas pelas Místicas heróicas das treze RUNAS ARQUETÍPICAS e as três RUNAS NÃO-CRIADAS.

Estas experiências que geram pontes entre os símbolos sagrados e os símbolos eternos, geralmente são dramáticas, golpeiam a psique, o Espírito do virya perdido, e lhe dão uma possibilidade de ascender a uma via gnóstica, ou definitivamente perder-se na loucura dos labirintos da Sinarquia Cultural onde se rege unicamente pelo SIGNO DA DOR. Por isto, estas experiências levam ao virya a uma tensão dramática que lhe permite compreender sua dor e buscar linguagens mais oblíquas como a Sabedoria Hiperbórea, que é a ciência que alivia a dor e permite sua total libertação.

PORQUE UNICAMENTE SE RESIGNA O SIGNO DA DOR COM O SIGNO DA ORIGEM. Esta possibilidade é real se o virya tem ainda em seu sangue astral o brilho do Signo da Origem. Somente assim poderá transpor a ponte e relacionar-se com uma gnose como a Sabedoria Hiperbórea.

A segunda situação, que é análoga a primeira que descrevemos, é estritamente cultural. São linguagens que se sustentam no labirinto exterior, estão edificadas como ciências ou artes da cultural externa. Estas artes reproduzem espetacularmente situações reais, se edificam no sujeito cultural e participa delas o sujeito consciente. Tem no “ser em si” destes Registros culturais um MITO portador dos símbolos sagrados do pasú.

Estas se dividem em duas Éticas psicológicas bem determinadas. Em uma linguagem se manifesta a Ética psicológica (sistemas reais virtuais emergentes), de características psicológicas do tipo SACRALIZANTE. Atua nestas linguagens uma potência inconsciente (energia astral) que sustenta um relevo estético, onde o eixo axial ou núcleo axial se estrutura em mitos e fantasias (mito do Herói) guerreiros ou marciais. Exemplos disto são as artes marciais como o Karatê, Judô, a esgrima, ritos militares, danças rituais, etc. A outra expressão mais degradada que a anterior, abarca as Éticas psicológicas contidas nas linguagens privativas do tipo LÚDICA. Seu relevo inconsciente e sua potência astral não potencializam planos oblíquos (os mitos residem nos planos oblíquos) como as sacralizantes, participando destas artes psicológicas especificamente o pasú. Estas linguagens lúdicas têm uma grande incidência nas massas, participando seus mitos de Arquétipos psicóideos. Estas expressões lúdicas abarcam todas as linguagens culturais, suas manifestações baseiam-se em um plano de significação totalmente horizontal, espaços que são habituais na existência do pasú ou virya perdido. As artes como o teatro, as danças, o balé, jogos, esportes, entretenimentos, residem nestes planos habituais; são linguagens comuns, parte do habitual. Suas significações participam claramente da Ética psicológica do pasú, são labirintos lúdicos onde reside habitualmente o modo de vida do pasú. O homem comum da vida diária participa destas estruturas lúdicas. A alma do pasú necessita diariamente saciar esta fome lúdica ou sacra. Está determinado por estas

linguagens, seu pouco espírito é devorado pelo apetite do Dragão.

Estas linguagens se constroem nas estruturas culturais onde seus símbolos lúdicos ou sacralizantes são a estrutura base, o cimento do Símbolo Sagrado do Pasú. São as armadilhas mais sutis onde se degrada o Símbolo Sagrado do Virya e o Signo da Origem.

Ambas as formas analisadas representam ou expressam situações onde se manifesta nelas as Éticas psicológicas do virya perdido. Nestes componentes está enquadrada a psique da maioria dos indivíduos do gênero humano. Pode-se afirmar, sem

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risco de equivocar-nos, que a realidade atual do virya perdido está condicionada a estas duas estruturas arquetípicas. Mas o virya, com sua faculdade de anamnese, pode ver o nexo conectivo entre estas artes e as artes hiperbóreas. Ele pode localizar a ponte transitável que permite ao virya escapar de um símbolo sagrado da Sinarquia Universal a um Símbolo Eterno, a uma linguagem das sete vias gnósticas hiperbóreas, a uma ciência hiperbórea.

Queremos deixar bem claro: o Yoga Hiperbóreo é uma ciência que vem do não- criado; por isto, não intervém, e nem pode ascender a seus mistérios técnicos, os viryas que estão presos, fagocitados pelas características Éticas psicológicas das linguagens lúdicas ou sacralizantes. Nestas linguagens é onde se refugia o virya perdido que não quer ver jamais a verdade de si mesmo, seu EU verdadeiro; menos ainda, o duro caminho da LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL. A realidade indica que o virya prefere perder-se nestes labirintos agradáveis “espirituais”, nestes mundos “reais”, nas belas linguagens de ilusão criadas pelo Demiurgo, porque tem MEDO de enfrentar ao DRAGÃO e suas SERPENTES.

Em contrapartida, o virya verdadeiro sai, escapa destes doces sonhos de CIRCE e de seus mundos ilusórios, busca uma sabedoria superior, seu Mundo Real onde se encontra o seu verdadeiro EU, a ciência hiperbórea que o converta em um Guerreiro do Eterno. Somente a SABEDORIA HIPERBÓREA e sua ciência o YOGA RÚNICO responde diretamente a uma Ética superior, a uma gnose mística guerreira, participando seus espaços de significação estritamente do noológico, dos mundos eternos onde se encontra a verdade metafísica das RUNAS NÃO-CRIADAS. Verdade metafísica que se manifesta nas técnicas das posturas rúnicas do Yoga Hiperbóreo.

Esta arte noológica está sustentada sobre um mistério, o qual não provém deste mundo, participa do pólo infinito, do Mundo Real dos Siddhas de Agartha, do eterno. Por isto, o virya somente pode entender estes mistérios se não existe em seu Espírito estas tipologias anímicas lúdicas ou sacras. Unicamente o Guerreiro Sábio, livre do meramente humano, afirmado em uma vontade graciosa luciférica, tem as estruturas psíquicas, anímicas e espirituais para poder compreender o Yoga Hiperbóreo.

A Sinarquia busca audaciosamente degradar esta ciência de libertação hiperbórea. Para isto, busca imitar ou copiar este mistério, gerando linguagens, formas Semânticas psicológicas onde a vivência é reproduzida em um espaço de significação cultural, animada pelo SUJEITO CONSCIENTE. Modelos de comunicação onde a conexão com o meio exterior busca a sincronização e harmonização do microcosmo com o macrocosmo, do virya com O Uno. Ciências mandálicas esotéricas instituídas em linguagens artísticas, em expressões corporais onde o sujeito consciente e o sujeito cultural animam a tipologia lúdica ou sacralizante.

Na esfera do sujeito consciente está preso o EU adormecido do virya perdido. Ele aprende nestas linguagens, os símbolos sagrados que reproduzem arquetipicamente nestas estruturas os símbolos eternos. Nestas linguagens, por exemplo, uma cerimônia religiosa, um rito militar, uma representação teatral, uma dança marcial etc., o ser, o Eu, é estruturado em um esquema arquetípico onde, por repetição, se constrói um MODELO cultural, uma imagem cenográfica, teatral, artística, cultural, na qual se degradam os símbolos eternos e o Signo da Origem, as linguagens hiperbóreas. Estes sistemas reais artificiais da Sinarquia são construções que se estruturam na esfera motriz e se afirmam racionalmente na estrutura cultural, em um espaço do sujeito cultural cujo plano coincide

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com a memória motriz. Por isto, estas linguagens se aperfeiçoam através da repetição mímica (base dos ritos, cerimônias religiosas), suas formas ou esquemas de si mesmo se reproduzem constantemente, e o virya unicamente pode ascender a seus êxtases místicos e a sua enteléquia se sofre no treinamento. Os sujeitos anímico, consciente, cultural ou racional, animal estas linguagens que se afirma na ESFERA MOTRIZ. Enquanto eles participam da esfera emocional e da esfera racional, é na esfera motriz, no organismo microcósmico, onde residem estas linguagens e seus mitos sagrados do Pacto Cultural. A Sinarquia Mundial construiu estes modelos culturais com uma só finalidade: ser TAPA- SIGNOS do YOGA HIPERBÓREO, das artes guerreiras dos ATLANTES BRANCOS. Estas linguagens, suas Éticas sacralizantes, portam mitos, símbolos sagrados religiosos que reproduzem na forma arquetípica o Símbolo Sagrado do Virya; o LABIRINTO. O praticante devoto, piedoso, vivencia a energia (a potência astral do mito) potencial do mito contido na estrutura morfológica de uma linguagem cultural lúdica ou sacralizante dos Siddhas Traidores. Nestas linguagens da Sinarquia Mundial, o mito sagrado se consolida no sujeito consciente do virya perdido, reproduzindo um esquema lógico emocional onde a vivência cultural se aproxima a uma vivência noológica real, situação que se aproxima aos êxtases rúnicos que se vivenciam na arte rúnica hiperbórea. Mas esta realidade é um simples engano, uma aparência conceitual cultural, uma cópia degradada que nada tem de espiritual. É meramente cultural, anímica, no fundo um jogo lúdico que cria uma exaltação anímica do EU psicológico.

É importante compreender que a máxima degradação dos símbolos eternos do Yoga Hiperbóreo se manifesta nas tipologias lúdicas ou dramáticas, ciências que se localizam na esfera motora ou centro MOTRIZ do microcosmo representado no yoga sinárquico e em suas linguagens culturais. Recordemos que por permanecer no tempo transcendente ou Consciência do Demiurgo, o microcosmo tem todos os seus movimentos internos sincronizados com os movimentos externos do macrocosmo: “os relógios atômicos, biológicos e psicofisiológicos do ser pasú estão sincronizados com os relógios cósmicos que regulam os movimentos dos entes segundo padrões universais da razão”. De tal maneira, que as linguagens da Sinarquia buscam ajustar ao virya ao macrocosmo, estabilizar-lo dentro de seus desígnios, não permitindo que este escape de seus labirintos.

Porque a Sinarquia degrada o Yoga Rúnico Hiperbóreo com linguagens corporais como o yoga sinárquico ou determinadas artes dramáticas?

Resposta: por que o Yoga Hiperbóreo é a mais alta ciência de libertação espiritual ocidental, sua verdade metafísica e não-criada é a ciência dos Siddhas de Agartha e dos grandes Pontífices Iniciados Hiperbóreos.

Esta ciência liberta o microcosmo do macrocosmo, o desincroniza do tempo transcendente do Demiurgo, permitindo sua conscientização, domínio e libertação consciente, desde o Eu verdadeiro, de suas estruturas anímicas. Estes guerreiros da Esparta dórica, da Roma Imperial, da Ordem Negra das SS, dominavam esta ciência noológica guerreira, e o Grande Chefe da Raça Branca, ADOLF HITLER, NAVUTAN, empunhou a maior excelência no domínio desta ciência eterna.

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Estes camaradas compreendiam perfeitamente esta ciência eterna de libertação e sua ação fez parte essencial de suas ações de guerra contra as obscuras forças do Kaly Yuga. Os Pontífices Máximos eram iniciados no domínio da LÍNGUA DOS PÁSSAROS, do segredo da PEDRA TALHADA, mas o mistério de FORJAR ARMAS DE GUERRA era a ciência que os armava para poder enfrentar cara a cara os inimigos do LABIRINTO, aos Siddhas Traidores de Chang Shambalá.

A Sabedoria Hiperbórea afirma: o Virya Iniciado Hiperbóreo que sente em seu sangue o poder do Eu verdadeiro, tem individualização absoluta, pode com sua vontade inferir carismaticamente o Selbst. O SELBST participa do pólo infinito, onde reside o Eu Infinito. Quando o virya descobre o Selbst e ascende ao mesmo, o guerreiro é um Virya Berserkr, é um ser infinito, sente em seu sangue o INFINITO de seu EU eterno e do Vril, o poder que emana das RUNAS NÃO-CRIADAS que lhe permite ter o VALOR com a qual dissolve a Ilusão do Labirinto e deixa evidente a Origem.

É vital compreender esta afirmação para entender porque os labirintos da Sinarquia onde se mais degrada o Gral, se instituem em linguagens sacralizantes como o yoga sinárquico. Isto é assim porque a Mística guerreira hiperbórea que se sente no SANGUE, participa do microcosmo, do corporal, o domínio da alma permite compreender o Segredo do Labirinto. Os Livros de Cristal sustentam: o microcosmo é um ente designado pelo Demiurgo, mas o Virya Berserkr tem o poder para resignar os desígnios demiúrgicos, desestruturar suas finalidades ônticas e tomar posse total do microcosmo. Técnicas noológicas que se estudam na Pontônica do YOGA HIPERBÓREO.

Este mistério, a Sinarquia Cultural, reproduz nas linguagens que se enquadram dentro corporal, ARTE LÚDICA OU SAGRADA. Não importa qual seja a condição psicológica, a tipologia lúdica ou sacralizante, o importante para a Sinarquia é degradar o mistério, e para isto plagia, o imita dentro de uma linguagem artística corporal, sistematicamente. O Hatha Yoga oriental é a máxima degradação do Yoga Hiperbóreo.

Podemos dividir em várias categorias estas linguagens culturais onde se degrada este mistério: as linguagens sagradas praticadas coletivamente ou as praticadas individualmente. As individuais requerem de maior rigor físico e tensão dramática, porque em determinadas circunstâncias nestes labirintos dramáticos está em jogo a vida, existindo nelas uma ponte conectiva a uma via gnóstica. Felipe faz um enquadre perfeito desta tipologia psicológica nos tomos VII e VIII dos Fundamentos, que recomendamos ler e estudar para a melhor compreensão.

Nestas linguagens corporais intervém especificamente o organismo, o microcosmo como meio de transmissão de idéias ou sentimentos. Suas posturas imitam ou reproduzem movimentos cujas FORMAS ARQUETÍPICAS participam de espaços oblíquos do Símbolo Sagrado do Virya. A Sinarquia degradou estas linguagens que portam o Símbolo Sagrado do Virya, estruturando sobre eles o Símbolo Sagrado do Pasú; de tal maneira que nestes Registros culturais, como são as danças clássicas ou as artes marciais, o Símbolo Sagrado do Virya está oculto, depositado em espaços oblíquos. Em seus espaços emergentes horizontais rege o Símbolo Sagrado do Pasú. O virya perdido ingressa nestes labirintos porque sente intuitivamente que neles se encontra o Símbolo Sagrado do Virya. Ele compreende que elas possuem uma verdade, um poder, e é por este poder que está preso

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nestes Registros culturais. Mas nestas ciências que em outrora eram artes hiperbóreas, a degradação de suas técnicas e a imposição do dogma sacerdotal, de doutrinas religiosas, modificaram, alteraram a verdade metafísica que existia nestas artes; e agora nestas o Símbolo da Origem já não se percebe, somente suas formas enganosas, seus espaços de significação que claramente participam do lúdico e do sacralizante. Foram suas verdades alteradas, incorporando no “ser para o homem” destes Registros culturais o Símbolo Sagrado do Pasú. Pelo Símbolo Sagrado do Virya ele é preso nestas artes, que unicamente portam em suas linguagens emergentes, suas formas culturais, o Símbolo Sagrado do Pasú.

Os Siddhas de Chang Shambalá se orgulham de haver produzido seus símbolos sagrados nas linguagens que são vias gnósticas. Esta é a sua maior conquista: reproduzir culturalmente linguagens que são coincidentes com as sete vias gnósticas, ciências que manifestavam o viril, o heróico, o guerreiro. Agora estas qualidades estão determinadas pelo Aspecto Amor, o Aspecto Beleza e o Aspecto Consciência do Uno. Para estes

demônios é uma grande honra ver como o virya adormecido permanece anos, às vezes toda a sua vida, animando estes símbolos de estruturas arquetípicas que reproduzem de forma degradada o Símbolo Sagrado do Virya, sendo vítima de seus mitos e fantasias, afirmando os Aspectos do Uno na sua realidade anímica.

Devemos esclarecer que certas artes marciais ou danças sagradas participam em seus espaços de significação do Símbolo Sagrado do Virya e do Símbolo Eterno do Virya Berserkr. Nestas artes marciais ou determinadas danças dos povos do Pacto de Sangue seus movimentos conotam, com determinados símbolos oblíquos, com a Semântica rúnica, suas posturas. Seus movimentos participam do Mistério do ÂNGULO RETO e o Segredo do LABIRINTO. Nestas artes, seus espaços de significação, se bem que são arquetípicos, anuncia em seus significados mais oblíquos uma Semiótica postural noológica, portam sobre si mesmas o Símbolo Sagrado do Virya desperto, são pontes a uma via gnóstica hiperbórea.

As artes marciais ou militares ou certas danças portam nestes espaços oblíquos o segredo dos labirintos conduzentes. Por isto, suas formas (os chamados KATAS nas artes marciais) se estruturam em uma estrutura LABRELIX (mistério desenvolvido no Segredo do Labirinto que estudaremos no próximo capítulo), participando do segredo do Ângulo Reto. Suas técnicas participam de procedimentos cujos esquemas e formas instituem uma atitude Ética guerreira, afirmando uma vontade que permite afirmar sobre o sujeito consciente uma gnose guerreira. Estas artes são linguagens que ainda portam um monarque que é conduzente a uma via gnóstica hiperbórea, mas em rigor da verdade, somente ascende a elas o virya desperto que tenha em seu sangue o valor para compreender com o Eu verdadeiro a verdade gnóstica que portam sobre si mesmos estes Registros culturais. Estas linguagens hiperbóreas estão dentro do labirinto exterior e portam em seus espaços de significação um monarque que é uma via conduzente à visão do Símbolo Sagrado do Virya. Seus espaços de significações oblíquos contêm uma estrutura técnica corporal que porta o Signo da Origem e os símbolos eternos hiperbóreos. Estas artes na antiguidade, na época de Atlântida, desenvolviam nos guerreiros a COURAÇA VRIL e os dotavam de um poder que lhes permitia transmutar seus corpos em matéria Vraja. Eram invencíveis, alcançavam a imortalidade do corpo e a eternidade do Espírito, sendo seus corpos impossíveis de vulnerar porque o poder do VRIL os ortogavam

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as capacidades guerreiras do EU INFINITO. Estes viryas não temiam a nada e podiam olhar o Rosto da morte sem o menor temor. Enfrentar e vencer a sua morte e a morte mesma eram sua máxima Honra. Estas ciências hiperbóreas Atlantes eram verdadeiras vias guerreiras e suas linguagens portavam o Símbolo da Origem e as três RUNAS NÃO- CRIADAS. Estas estruturas iniciáticas (sistemas reais hiperbóreos) introduziam ao virya no domínio da arte da guerra. Nestas artes o Virya Berserkr resolvia o Segredo do Labirinto e se transmutava pela graça de seu valor em um Herói do VALHALA. Artes que eram (afirmamos no pretérito porque no presente a grande maioria destas artes padece da degradação demiúrgica; o virya deverá analisar profundamente estes Registros culturais com sua faculdade de anamnese e visualizar se ainda portam suas formas o Signo da Origem) pontes noológicas conduzentes a uma compreensão profunda do Segredo do Labirinto. Permitiam o domínio total de todas as estruturas anímicas do microcosmo e o desenvolvimento de uma Ética guerreira, viril e heróica. Estas linguagens hiperbóreas eram conduzentes a uma via gnóstica; lamentavelmente, hoje foram degradadas culturalmente pela ação cultural da Sinarquia Mundial. Linguagens como as artes marciais levam ao virya a autonomia ôntica, mas estas técnicas não isolam o EU do sujeito consciente e do sujeito cultural. Perderam no geral (não todas) sua Semântica (linguagem) corporal, o Segredo do LABIRINTO e o mistério da ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA. Estas linguagens que em outra História instruíam na arte de dar a morte e de receber a morte, agora estão em sua maioria degradadas pela ação cultural que desencadearam sobre elas os Siddhas Traidores. A Sinarquia Cultural se apoderou destes mistérios, e o que era noológico, sagrado para o virya, hoje é lúdico, simplesmente um esporte, o enlaçaram a símbolos sagrados do pasú, onde rege conceitos ilusórios como paz, amor, devoção, etc. Somente compreendem este mistério os viryas despertos que provêm destas vias gnósticas marciais, e ver o que se construiu sobre elas nos inspira o máximo de ódio. Falar de paz e amor quando os demônios do sangue somente querem nosso sangue é simplesmente de indivíduos sem consideração. Somente pode afirmar estes conceitos os que padecem do terrível poder de Maya e servem aos fins da Sinarquia Universal. As artes hiperbóreas Atlantes foram degradadas, estruturadas em uma linguagem lúdica, nem sequer estão sacralizadas, já não refletem o Signo da Origem nem as três RUNAS NÃO-CRIADAS, somente o degradado e sinarca mito do HERÓI, estruturado dentro do marco contextual de uma linguagem sacerdotal.

As artes marciais, derivadas do Signo da Origem e das três RUNAS NÃO-CRIADAS, alguma vez seus elementos técnicos portaram símbolos eternos, mas a ação da Sinarquia Cultural modificou estas linguagens e destruiu seus mistérios, depositando em seus contextos símbolos sagrados, tapasignos culturais que imobilizam ao Eu, o estruturam ao sujeito consciente, aos seus credos dogmáticos. Não entraremos em um discurso dialético acerca destas artes motoras, pouquíssimos estilos tem ainda excelência (suas técnicas não estão tão contaminadas). A maioria destas artes perdeu o sublime, deixaram de serem

artes guerreiras, e sem arte, somente resta o vazio de suas formas arquetípicas.

A máxima expressão que alcançam suas vivências se situa na esfera do sujeito consciente, chegam a posicionar-se unicamente no sujeito consciente, são percebidos pelo virya em seus sujeitos anímicos caindo preso o Eu no seu degradado labirinto interior, reflexo do extravio que sofre o Eu no labirinto exterior macrocósmico. Estas linguagens degradadas são parte das Estratégias do Pacto Cultural, respondem aos símbolos sagrados do pasú, a espiral. Por isto, é fundamental estudar estes Registros culturais e reverter suas linguagens, voltar a escrever sobre eles o Símbolo Eterno do Virya Berserkr.

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Estas artes degradadas, suas linguagens sinárquicas, participam de labirintos limitantes espiralados que não conduzem a nada; o virya perdido cai permanentemente girando em suas espirais, sem nunca encontrar a saída do labirinto (Espiral Logarítmica. Espiral de Arquimedes. Espiral Hiperbólica; tema tratado na Sabedoria Hiperbórea:

Psicologia do pasú ou virya adormecido). Nestas linguagens (artes em geral) corporais, o sujeito consciente participa da estrutura psicoidea do mito, e o mesmo se identifica, se registra totalmente à linguagem do mito, caindo em seus argumentos onde somente se acha a Semântica psicológica do pasú. Nas artes marciais, o mito do guerreiro sinarca, do herói sacerdotal, é o símbolo sagrado que prevalece nestas estruturas que perderam o seu valor; o mito sacerdotal foi implantado sobre o mito do herói hiperbóreo e ele mesmo se sobrepõe entre o EU e o sujeito consciente, fagocitando ao virya perdido, levando-o a viver de acordo aos parâmetros axiológicos do mito que antes era guerreiro e agora é sacerdotal. O virya adormecido, nestas artes guerreiras está totalmente enganado; padece de premissas culturais depositadas sobre suas semânticas ideológicas, suas doutrinas filosóficas estão estruturadas nos dogmas orientais, sistemas religiosos que nada tem a ver com as Éticas guerreiras que participam do “ser em si” subjacente nestes Registros culturais. O virya preso nestes sistemas esotéricos da Sinarquia Mundial encarna ao mito, e a potência astral do mito, seu argumento cultural, se atualiza no sujeito consciente. O mito anima nestes viryas seu sujeito consciente, toma posse da consciência e se apodera da vontade do virya perdido. O virya crê que ele é o mito, que tem poder sobre o mito, mas ele jamais poderá, adormecido como está, ver sua verdade metafísica, simplesmente é o mito e as forças que operam por trás do mesmo são as que têm ao virya perdido na sua prisão, as que impõem um modelo de vida no qual somente contribui a aumentar seu extravio dentro do labirinto. Estas linguagens marciais padecem do mito sacerdotal (perda do rigor e da atitude guerreira), este poderoso mito guerreiro que foi revertido afirma o cultural, e suas doutrinas hoje padecem de argumentos sinarcas (paz, amor, abaixar a cabeça, submissão ao mestre, etc.), mitos sacerdotais que se apoderam do individuo e usurpam suas vontades. A finalidade que tem o mito é de usufruir do virya, utilizar-lo para sua finalidade. Exemplo disto foi o mito marxista na década de setenta: milhares de jovens se enrolaram nos seus argumentos e abraçaram suas ideologias sem compreender o que estava por trás do mito, e foram sacrificados pelos Senhores do mito, os ideólogos que os sacrificaram foram vítimas de seus ideais, de seus romantismos, do engano depositado neste mito sinarca. Por isto, a Sabedoria Hiperbórea adverte ao virya acerca dos mitos políticos, religiosos e científicos da Sinarquia Internacional, por que por trás deles somente está a segunda intenção do Demiurgo e dos Siddhas Traidores, cuja finalidade é prender ao virya, retê-lo em seus argumentos e se necessário for utilizar ao virya fagocitado pelos seus mitos para alcançar determinados objetivos estratégicos dentro da superestrutura cultural macrocósmica.

O virya perdido nestes labirintos de Maya, por exemplo, as artes marciais (Arquétipo militar), por mais que treine, que se sinta forte e resistente (padece do Aspecto Poder do Uno), crê que tem em suas mãos o poder do mito, sente uma exaltação ôntica anímica e crê ser parte do mesmo. O que ocorre é todo o contrário; é o mito que o têm em seu poder ao virya perdido.

No caso de que o mito não se apodere do Eu, da vontade do virya, e falamos de determinados viryas que tem um forte chamado de seu sangue hiperbóreo, ainda não padecendo do mito, o virya seguirá extraviado, confundido nestes labirintos que antes eram conduzentes e agora são totalmente sacralizados ao dogma sacerdotal. A Sabedoria Hiperbórea afirma: nestas linguagens sinárquicas arquetípicas, suas significações mais

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oblíquas, tem a premissa fundamental de prender ao virya perdido em suas formas axiológicas estéticas, onde a Ética que impera nela já não se rege pelo guerreiro, seus símbolos já não portam a águia guerreira hiperbórea (A TIRODAL DA VITÓRIA), portam a PAZ DE OURO, a pomba de Israel, a cruz cristã ou a mandala tibetana, etc. Estas estruturas culturais jamais modificam o desígnio Ético psicológico que sustenta ao microcosmo, ao contrário, o ajustam a sua estabilidade arquetípica, o harmonizam ao macrocosmo. Por isto, a compreensão de seu mistério é meramente cultural, NÃO PODE SUPERAR A ESTRUTURA CULTURAL do SUJEITO CONSCIENTE, por isto, o Eu verdadeiro está sujeito a um plano puramente anímico, à ação e compreensão do sujeito anímico, participando o virya perdido dos mitos e fantasias dos símbolos sagrados sinarcas.

Para entender um pouco mais, sustentamos que estas artes hiperbóreas Atlantes, suas formam puras se baseiam no heróico, no viril; é um legado que provém mais além de Vênus, do Incognoscível. Hoje foram degradadas suas formas, e suas técnicas se baseiam na imitação, em um argumento arquetípico estabelecido sobre suas matrizes ônticas arquetípicas do desígnio caracol ou serpente, participando de seus esquemas corporais determinados Arquétipos da espécie animal. Os movimentos destas artes ou linguagens,

as figuras que descrevem estes esquemas estruturais, reproduzem em suas matrizes

posturais e corporais os movimentos de determinadas espécies animais: como o do macaco, da serpente, da garça, etc. Por mais relevo cultural que possuam sobre seus esquemas estéticos, sempre estão sustentadas, suas linguagens culturais, por um Arquétipo do reino animal, de uma das espécies preferidas dos Siddhas Traidores.

A Sinarquia se dedicou especificamente a degradar as artes motrizes hiperbóreas, porque elas eram ensinadas na ATLÂNTIDA pelas castas guerreiras, seus mistérios permitiam desenvolver capacidades noológicas transcendentes com as quais o virya se transformava em Guerreiro Berserkr. O Yoga Hiperbóreo é uma ciência dos Atlantes Brancos, de suas castas guerreiras reais, degradadas nesta História pelos Atlantes Morenos, pelas castas sacerdotais de Druídas, monges brâmanes, Sacerdotes yoguis, porque sabem do poder rúnico de suas formas não-criadas. Esta ciência hiperbórea

de libertação espiritual, arte Atlante dos Siddhas de Agartha, tem a capacidade noológica

que permite ao virya desperto transmutar-se em um Siddha Berserkr, investir-se com a COURAÇA DO VRIL que o faz um guerreiro invencível. Estas artes hiperbóreas tinham poder quando se achava estruturado sobre as mesmas o SÍMBOLO DA ORIGEM, caracterizado pelo PRINCÍPIO DO CERCO E O MISTÉRIO DO ÂNGULO RETO, SEGREDOS CORRESPONDENTES A ARTE DE FORJAR ARMAS DE GUERRA.

Tal é a degradação imposta sobre estes enigmas, que a Sinarquia implantou sobre eles o SÍMBOLO SAGRADO DO PASÚ, o DESÍGNIO ESPIRAL; por isto, suas linguagens

corporais lúdicas ou sacralizantes como o Hatha Yoga ou danças sagradas, sua Semântica

e Semiótica emergentes estão sempre contidos no EROS SERPENTINO, tem

incorporados em suas estruturas morfológicas os símbolos sagrados dos Atlantes Morenos, o desígnio caracol e o desígnio serpente. Hoje estas linguagens rendem culto à SERPENTE E AO DRAGÃO.

È fundamental compreender a Semântica noológica da Sabedoria Hiperbórea contida nos treze tomos de Nimrod de Rosário, porque com esta ciência desvendamos o Símbolo Sagrado do Pasú, A ESPIRAL, mistério que está desenvolvido em profundos

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estudos dentro da Sabedoria Hiperbórea, indispensável à compreensão se pretende despertar ao despertar.

As artes hiperbóreas que ainda se preservam como vínculos a ORIGEM, sua estética participa notadamente de uma orientação postural de característica marcial, régia, aristocrática e sua Ética guerreira inspira, infunde e comunica ao virya com a MÍSTICA HERÓICA dos Siddhas de Agartha. As artes marciais ou as linguagens corporais como as Danças Clássicas ou Marciais, são em definitivo uma manifestação das artes rúnicas que

se

ensinavam na ATLÂNTIDA durante a Idade do Ouro. A queda desta civilização, o início

de

uma nova história cultural onde de novo se repete tudo, gerou a destruição do Segredo

do Labirinto e a imposição das artes sagradas dos Atlantes Morenos. O virya desperto pode inferir se ainda têm pré-disposição gnóstica, especialmente nas artes hiperbóreas contidas nas sete vias gnósticas, os símbolos ou signos de uma ordem diferente, superior. Por isto, determinadas artes físicas, motoras como as danças ou as artes marciais, ainda possuem um reflexo do Signo da Origem. Portam estas artes uma semântica morfológica cujos signos e símbolos imitam as runas não-criadas; símbolos eternos que permanecem nestas como pontes às Éticas guerreiras da Sabedoria Hiperbórea dos Atlantes Brancos. Estas artes têm a propriedade de conduzir ao virya a uma orientação estratégica que lhe permita escapar das Éticas psicológicas lúdicas do pasú ou sacralizantes do virya perdido. Artes que desenvolvem certas faculdades espirituais, que se bem estão sacralizadas em certos dogmas religiosos, seus mitos guerreiros transportam ao virya a uma segunda instância do desígnio espiral (mistério da dupla esvástica: espirais centrífugas, espirais centrípetas).

Estas artes que ainda conservam uma Mística guerreira permitem ao virya se aproximar por INDUÇÃO NOOLÓGICA ao Símbolo Sagrado do Virya, o Signo da Origem.

Em um kairos guerreiro de vontade e valor, o virya terá a possibilidade de sair dos labirintos limitantes sacralizantes da Sinarquia Mundial, ingressando a uma via gnóstica hiperbórea. Este princípio gnóstico é fundamental no virya, já que ele pode escapar dos dogmas místicos, filosóficos ou religiosos estruturados no caminho ELIX (via conduzente à

enteléquia Manú) e dar o salto ao caminho LABRELIX, tendo nesta via a possibilidade de uma opção hiperbórea. O virya pode despertar; tomar este atalho que lhe permitirá transitar

o caminho LABRELIX e poder enfrentar ao mistério dos labirintos conduzentes hiperbóreos.

A SABEDORIA HIPERBÓREA ALERTA AO VIRYA ESTRUTURADO NESTAS LINGUAGENS QUE REPRODUZEM SISTEMÁTICA E ARQUETIPICAMENTE O SIGNO DA ORIGEM. INDICA QUE ELES SÃO CAMINHOS DE MAYA ONDE OS MITOS QUE SUBJACEM NESTAS CIÊNCIAS O DESVIAM, DISTANCIANDO-O TOTALMENTE DA ORIGEM. SOMENTE O VIRYA QUE POSSUI UMA VONTADE E UM VALOR INFINITO PODE ESCAPAR DE SEUS ENGANOS RELACIONANDO-SE COM UMA VIA GNÓSTICA HIPERBÓREA.

Nestas linguagens, os viryas perdidos vêem unicamente o sentido lúdico ou sacralizante, nestas técnicas corporais, rara a vez que se alcança distinguir a verdade. Por mais treino físico, disciplina moral, treino mental, sempre a referencia consciente ou inconsciente é conceitualmente lúdica ou sacralizante. As artes sinárquicas têm a função de não permitir que o EU se liberte de si mesmo, desta maneira sempre está gerando

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sínteses conceituais de si mesmo; em outras palavras, ele olha sempre para a si mesmo, está constantemente flexionando-se ontologicamente sobre seu aspecto psicológico, como a observar-se em um ESPELHO, a partir do ESTÉTICO, olhando a si mesmo a partir de dentro para fora, projetando sua vontade na falsa imagem de si mesmo, projetando sua realidade ontológica em Registros culturais que afirmam seu esquema de si mesmo em argumentos míticos, onde a exaltação do sujeito consciente se estrutura no mito da Sinarquia Cultural.

Indubitavelmente neste olhar projetado sobre si mesmo, intervém os sentidos. Nas artes o sujeito consciente se projeta no mito e na fantasia, representando a si mesmo de acordo ao contexto argumental do mito ou da fantasia, sendo estruturado o Eu ao continente de complexos que estão contidos dentro da estrutura morfológica do mito. Sem dúvidas estes mitos e fantasias fagocitam ao Eu, o qual participa volitivamente incorporando em seu ser os Aspectos Amor, Beleza e Poder do Demiurgo.

Estas linguagens “artísticas” são parte da superestrutura cultural macrocósmica, suas escolas são centros de adestramentos que se assimilam perfeitamente às formas esotéricas de Chang Shambalá. É muito comum a relação de amor ou devoção entre os adeptos e seus mestres, sempre estas linhas de arte terminam servindo às estruturas culturais da Sinarquia Mundial. Nestas academias, os praticantes ou discípulos têm projetado a idéia arquetípica do templo e do sacerdote, seus mitos tendem a busca da perfeição, ser o MELHOR, suprafinalidade que subjaz no mito, o qual impulsiona ao virya perdido a buscar PERFEIÇÃO, BELEZA E PODER, afirmando o estético interiormente, a concretização entelequial do Arquétipo Manú. É comum ver que nestas artes estéticas os viryas permanecem anos praticando, tratando de EVOLUIR nelas (designo espiral, caminho ELIX), de ser igual ao mito, especificando em si mesmos a enteléquia ou perfeição final, a qual se chega se é um eleito da Fraternidade Branca dos Sacerdotes Golen da Sinarquia Mundial. Isto é assim porque estas técnicas criadas, arquetípicas, têm ação dentro do sujeito cultural. Todo o contrário se sucede nas artes marciais hiperbóreas que portam em suas formas as runas não-criadas, nestas o virya ascende por indução noológica a uma vivência direta da infinidade de seu Eu verdadeiro.

Nestas linguagens degradadas culturalmente pela Sinarquia, o tapasigno (seus modelos ou sistemas) não permite que o virya transponha o mito. O labirinto cultural estruturado sobre o mito incide no sujeito consciente, deformando a realidade metafísica, a verdade que pode conter uma arte Guerreira Hiperbórea, mais ainda se este possui um mito que participa do Símbolo Sagrado do Virya. A realidade indica que o virya estruturado nestas linguagens que degradam os símbolos sagrados dos Siddha de Agartha seguirá eternamente confundido e perdido dentro destas linguagens arquetípicas do Labirinto de Maya.

Nimrod afirma: “o virya desperto, seu EU verdadeiro, “manifestação do Espírito”, quando algum de seus infinitos olhares descobre em um ente finito uma linguagem hiperbórea, percebe o Símbolo da Origem, rapidamente se reflete nele, afirmando o afora no adentro, incorporando ao EU verdadeiro a verdade metafísica dos símbolos eternos que subjazem nesta língua hiperbórea; o virya através das linguagens hiperbóreas pode voltar a recordar e despertar, e assim poderá escapar das linguagens sinárquicas, relacionar- se com a via gnóstica que lhe permite a máxima aproximação com a Origem”.

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Mas atualmente nas artes ou linguagens da Sinarquia, estas linguagens finitas não refletem o Símbolo da Origem, portanto, estes caminhos de MAYA o distanciam da Origem, o Eu perdido do virya se distancia cada vez mais de seu Espírito infinito projetando seu ser volitivo no finito do criado, perdendo-se no Labirinto de Ilusão.

Estas linguagens lúdicas ou sacralizantes estão muito bem promovidas pelas escolas esotéricas da Sinarquia Religiosa Mundial. Elas têm para seus adeptos como ciência esotérica por excelência ao Hatha Yoga ou Kundalini Yoga, mas para os viryas adormecidos ou confundidos estão as artes menores. Por detrás de suas aparentes, formas belas, estas linguagens estão manipuladas culturalmente pelos Siddhas Traidores, porque eles modificaram nestas artes (que alguma vez tiveram nelas símbolos eternos) seus DESÍGNIOS. Estes enganadores foram modificando e resignando o poder que se achava nestas ciências eternas, elas portavam em outra história um PODER LIBERTADOR. A ação CULTURAL DA SINARQUIA MUNDIAL lhes extraiu ou inverteu o sentido místico que elas tinham ou possuíam na sua origem, quando desceram com as RAÇAS HIPERBÓREAS como, por exemplo, as ARTES MARCIAIS. Esta alteração das formas estéticas gerou linhas ou escolas onde as técnicas reproduzem aos Aspectos Amor, Beleza e Poder do Uno, onde a indução não reflete ao Signo da Origem, pelo contrário, reproduz os aspectos do Uno. Em cada linguagem cultural da Sinarquia Mundial expressa com maior exatidão um destes Aspectos: em certas artes rege o Aspecto Amor, em outras o Aspecto Beleza, em outras o Aspecto Poder, sempre O Uno está presente, mas além da arte que representem sempre está O Uno. Nestas artes ou ciências da Sinarquia Universal, o virya perdido identificado plenamente com um dos Aspectos do Uno, sente em seu coração quente um êxtase místico que gera uma EXALTAÇÃO ANÍMICA DO SUJEITO CONSCIENTE. Êxtase místico devocional que reproduz uma imagem deformada, uma cópia degradada do Signo da Origem e dos êxtases rúnicos das runas não-criadas.

Todo o contrário ocorre no YOGA HIPERBÓREO, as técnicas ou posturas, os movimentos são: CONCOMITÂNCIAS CORPORAIS RÚNICAS, coincidem carismaticamente com a Mística heróica do Paráclito e do PÓLO INFINITO.

O virya desperto em uma via gnóstica hiperbórea ascende rapidamente aos símbolos sagrados hiperbóreos e a sua verdade metafísica, se afirma em seu Eu verdadeiro e descobre a Verdade absoluta de si mesmo. O virya nas artes hiperbóreas dissolve tudo o que o virya não é, afirmando com as treze runas arquetípicas (toda linguagem hiperbórea se constrói sobre elas) as significações noológicas que lhe permitirão compreender as potências eternas que participam das treze runas não-criadas. Toda via gnóstica construída com as treze runas arquetípicas permite ao virya ingressar a seu OPPIDUM ODAL, em sua arquêmona (espaço interno noológico, o Eu é Vontade absoluta) se afirma em sua COLUNA TAU, e através do Mistério do ÂNGULO RETO, pode ter o Eu verdadeiro uma vivência absoluta da ORIGEM. Quando estas técnicas mágicas são corretamente executadas na práxis da Pontônica Hiperbórea, em uma de suas vias gnósticas construídas pelos Pontífices Hiperbóreos como a Yoga Marcial Hiperbórea Ocidental, permitem cercar o EU do sujeito consciente, isto cria uma desincronia do Eu verdadeiro com os sentidos estruturados na razão e no sujeito cultural, de tal forma que os CHAKRAS do microcosmo são dessincronizados do tempo cronológico do macrocosmo; são CERCADOS NOOLÓGICAMENTE pela VONTADE ABSOLUTA do EU VERDADEIRO, alcançando o virya sua individualização absoluta, a eternidade do Eu. Os registros inatos (chakras) do microcosmo são desestruturados do tempo transcendente, da imanência

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ontológica do macrocosmo de tal maneira que o microcosmo é resignado e seus sujeitos anímicos cercados, podendo o virya que possui Vontade absoluta e uma Ética heróica alinhar seu microcosmo com o PONTO TAU, ARQUÊMONA ODAL, refletindo-se com a Mística de seu ser noológico em todo o seu microcosmo coincidindo carismaticamente seu Eu verdadeiro com o EU INFINITO e o PÓLO INFINITO. Estas runas em ação descrevem um movimento estratégico, abrem no virya desperto um espaço interior onde as runas não- criadas HAGAL, SIEG e TYR desencadeiam uma força não-criada que afirma neste espaço de significação interior, a Mística heróica do Guerreiro Hiperbóreo. A sabedoria do Yoga Hiperbóreo nos translada ao Paráclito, e sob o carisma heróico, guerreiro que descendente do Paráclito, o virya desperta sua potência noológica (Vontade Absoluta) com a qual compreende a Verdade absoluta de si mesmo ao compreender o verbo dos Siddhas de Agartha, a Língua dos Pássaros.

Estas forças não-criadas contidas nas artes hiperbóreas, nas runas contidas nelas, afirmam a vontade do virya no DESPERTAR, o qual lhe permite resignar suas debilidades, sua psicologia pasú, vencer o medo e o temor e ingressar à PRAÇA ODAL, vivenciar os êxtases rúnicos das treze runas arquetípicas, e se é um valente, um Guerreiro do Eterno, decidido a dar tudo pela sua libertação poderá vivenciar os ÊNTASIS RÚNICOS das três runas não-criadas, sentir em seu sangue o fogo frio que provém de suas forças eternas.

Com as runas não-criadas o virya constrói sua Semântica noológica, reestruturando

a Ética psicológica e destruindo as linguagens sinárquicas de seu sujeito consciente. O

virya dentro de sua Runa Odal tem o poder para dominar estrategicamente o microcosmo e cercar os chakras. Os Registros inatos do organismo são cercados e seus desígnios ontológicos resignados (técnica que se instrui na Pontônica do Yoga Hiperbóreo). Cerco que resigna a alma criada e liberta ao Eu verdadeiro das máscaras da personalidade.

Felipe afirma: “se aceitamos o princípio hermético de equivalência entre macrocosmo e microcosmo, nos resultará evidente que todas as leis do macrocosmo se refletem em leis análogas do microcosmo. Mas essa correspondência está longe de ser um mero reflexo passivo entre as estruturas. O homem, ao descobrir e formular leis desequilibra esta relação e assume um papel destacado. Como conseqüência desta

atitude dominante aparece agora, separando o Eu do macrocosmo, um modelo cultural elaborado pelo sujeito cultural baseado em princípios e conceitos de uma estrutura cultural.

A sabedoria Hiperbórea sustenta que o “sujeito cultural” é somente o sujeito anímico ao

atuar dinamicamente sobre uma “estrutura cultural” constituída na “esfera de sombra” da psique; também quando o sujeito anímico atua na “esfera racional”, se denomina “sujeito racional”; e se manifesta na “esfera de consciência”, “sujeito consciente”; mas sempre o Eu se encontra imerso no sujeito anímico ou alma, seja racional, cultural ou consciente seu campo de ação”.

Unicamente o virya totalmente desperto pode alcançar dominar a vontade, desde o EU, o sistema anímico e seus diferentes campos de ação e apreensão. Para alcançar rapidamente tal fim, os Siddhas Leais permitiram suscitar no mundo o YOGA HIPERBÓREO. Os viryas perdidos e extraviados dentro das técnicas esotéricas da Sinarquia como o Hatha Yoga caem em meditação na FLOR DE LÓTUS e na REPETIÇÃO DE MANTRAS, se perdem e sofrem as conseqüências das potências arquetípicas pertencentes à ciência inimiga da cabala acústica dos Siddhas Traidores.

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Os Siddhas de Agartha, neste Kairos Iniciático, projetam estes mistérios para que os

homens despertos possam ascender a estas verdades hiperbóreas, não somente de forma teórica, mas também prática. Na práxis do Yoga Hiperbóreo, em suas técnicas noológicas, está a sabedoria que permitirá ascender ao homem verdadeiro a sua INDIVIDUALIZAÇÃO ABSOLUTA, à ETERNIDADE do EU. Esta condição estabelecida na práxis do Yoga Hiperbóreo é uma premissa fundamental que o virya deverá cumprir se pretende receber a Primeira Iniciação Hiperbórea. Ele deve preparar-se para esta luta, e tal luta naturalmente, não se levará a cabo se o virya não tem previamente o treinamento espiritual necessário para chegar como cavaleiro ao combate, a Batalha Final.

O virya depois de instruir-se na Semântica Hiperbórea compreende a Ética

noológica, heroicamente busca o despertar, descobre seu Eu verdadeiro, e desperto se conduz galhardamente, heroicamente ao PONTO TAU a partir do qual o virya pode compreender espiritualmente, gnosticamente o INSTANTE/ORIGEM DA DESCIDA/QUEDA DO ESPÍRITO NÃO-CRIADO A ORDEM CRIADA.

Tecnicamente o virya, através do YOGA OCIDENTAL HIPERBÓREO, ascende internamente a estes nós energéticos, REVERTENDO o processo gnóstico que propõe a Sinarquia através de sua YOGA ORIENTAL SINÁRQUICA. O Kundalini Yoga da Sinarquia Religiosa e sua ciência maldita propõem despertar os CHAKRAS, ativando neles seus desígnios ônticos, seus poderes contidos nos bijas e yantras do microcosmo; técnicas que despertam a Kundalini e registram ao virya perdido, a si mesmo, ao Arquétipo Manú. Isto significa a perda total da individualização e a máxima desorientação espiritual, o extravio total e absoluto dentro de uma mandala labiríntica da Sinarquia Mundial.

O Yoga Rúnico Marcial Hiperbóreo propõe exatamente o contrário. Esta arte

iniciática dos Siddhas Leais leva a cercar com o PRINCÍPIO DO CERCO os CHAKRAS, resignar seus bijas e yantras, neutralizando seus desígnios ônticos. O INICIADO HIPERBÓREO sabe perfeitamente qual é o princípio plasmador que se estabelece quando se desperta a KUNDALINI, compreende que nesta serpente está o veneno, narcótico que o adormece, o leva à morte. Esta ação tem a única intenção de destruir a vontade do virya e substituí-la pela vontade e a VOX do UNO, contida em seus bijas e mantras depositados nos CHAKRAS.

O KUNDALINI YOGA estabelece que o virya adepto do yoga sinárquico deve

despertar sua SERPENTE ÍGNEA, produzindo a ruptura do GLOBO DE AKASA embutida dentro do MULA-DHARA CHAKRA, PLEXO SACRO. Neste NÓ (os nós são as estruturas espirais que contém o desígnio caracol), repousa, dorme enrolada no ninho a serpente ígnea, alada. Serpente cujo veneno sonífero, narcótico vai atuando, adormecendo ao virya em um sonho hipnótico, onde ele sonha com si mesmo, recriando-se em mil lotos, em uma multiplicidade de linguagens místicas ou míticas, onde ele crê ser o que jamais chegará a ser.

Serpente filha do Dragão, que quer imitar à seu Criador e converter-se em um FOGO ABRASADOR, para poder voar, elevar-se mais alto que a ÁGUIA, para poder fugir à morte de sua morte e conseguir assim, ser igual a seu pai, um Dragão.

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Serpente representada no símbolo do CADUCEU DE MERCÚRIO ou no OUROBOROS, serpente que se devora a si mesma; símbolos que representam a alma elevada, extasiada no nirvana, luminosamente entelequiada.

Os mestres ou yoguinis da Sinarquia Esotérica Religiosa da Fraternidade Branca de Chang Shambalá ensinam a seus adeptos o rito tântrico (sexual) para despertar a Kundalini, instruindo os viryas enganados no HATHA YOGA. Seus ĀSANAS imitam técnicas de animais, parte do duplo desígnio espiral, CARACOL e SERPENTE. Por isto, se realizam geralmente no solo, deitados ou de cócoras, ajoelhados, quer dizer, rebaixados ou agachados ante O UNO. As técnicas do yoga sinárquico e suas posturas têm a máxima finalidade ontológica de despertar e ativar os CHAKRAS, assim se desperta a ígnea serpente e inicia sua lenta subida pelos chakras, seguindo um caminho helicoidal que vai se elevando em uma espiral em forma centrífuga, cumprindo perfeitamente a finalidade plasmada no logos Kundalini pelo Demiurgo, a enteléquia Manú.

O HATHA YOGA SINÁRQUICO ATIVA AS POTÊNCIAS INCONSCIENTES DOS CENTROS INFERIORES, NESTES SE ENCONTRAM AS ENERGIAS E OS DESÍGNIOS ANÍMICOS DO ANIMA. O DEMIURGO E SUA VOX SERÃO OS AMOS DO MICROCOSMO, A VONTADE DO VIRYA É SUBMETIDA E SUPLANTADA PELA VONTADE DO UNO.

Este processo técnico ensinado pelos sábios enganadores, destruidores de toda ciência espiritual hiperbórea, leva ao virya a perda total de sua vontade em mãos das POTÊNCIAS INCONSCIENTES do mito, força arquetípica que se apodera definitivamente de sua alma. O guerreiro é destruído, sua vontade fagocitada pelos mitos depositados nos desígnios ônticos ANÍMICOS, incrustados pelo Demiurgo em seu microcosmo. Estes desígnios estão aninhados energeticamente nos chakras, em sua energia astral, vital e psíquica, e se forem ativadas pelo Yoga Kundalini, suas práticas mântricas ou tântricas selam a armadilha, o camarada cai preso nela e jamais poderá voltar a recuperar sua virilidade heróica. O virya tem o Aspecto Amor, Aspecto Beleza e Aspecto Poder do Demiurgo, sua vontade é debilitada, afeminada, cai na psique pasú, preso por sua anima (aspecto feminino), perde vontade e valor, sendo pura covardia e devoção, vítima do Engano abraça com amor os símbolos sagrados da Sinarquia Universal.

Na Primeira Iniciação Hiperbórea o virya se afirma em seu EU VERDADEIRO, afirma sua ARQUÊMONA TIRODAL e compreende o poder das runas não-criadas. O virya, com seu Eu isolado em sua arquêmona ODAL, se situa na PRAÇA TAU sobre a esfera de luz e a esfera de sombra, perspectiva noológica que lhe permite, desde sua coluna noológica (símbolo da TORRE), ter um amplo espectro de observação desde o qual pode visualizar toda a verdade de si mesmo, o que o virya verdadeiramente é. Nesta Primeira Iniciação Hiperbórea o virya resigna semanticamente com a Língua dos Pássaros (as runas não-criadas) as significações psicológicas estruturadas no labirinto, ação de guerra que lhe permitirá criar a Escada Caracol com a qual poderá descer a sua esfera de sombra e destruir os desígnios serpente e caracol. O virya em sua Primeira Iniciação desperta e compreende o engano do labirinto, adquire VONTADE ABSOLUTA que provém de seu EU VERDADEIRO, e consegue compreender semanticamente o Mundo Real dos Siddhas de Agartha, firma seu Pacto de Sangue e Honra com seus camaradas; é um Cavaleiro Tirodal Iniciado Hiperbóreo. Pacto de Honra que lhe permite compreender o poder das runas não- criadas e a força volitiva que existe em seu Eu verdadeiro e em seu ESPÍRITO, poder que representa o que sempre ele eternamente foi, mas que por ter o sonho da ilusão, o virya se

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distanciou desta verdade de si mesmo, separado dos poderes noológicos que porta seu Espírito Eterno.

Nesta Primeira Iniciação Hiperbórea o virya, afirmado na Semântica noológica da Sabedoria Hiperbórea, ascende a seu Eu verdadeiro e é Vontade absoluta, pode desencadear sobre si mesmo a Verdade absoluta das três runas não-criadas, receber seu Eu verdadeiro o ÊNTASE RÚNICO que se desencadeia durante a vivência iniciática da Segunda Iniciação Hiperbórea. Ação de guerra interior que o situará na Máxima orientação Estratégica, posição gnóstica que permitirá a hipóstase de seu Eu Infinito sobre seu Eu verdadeiro. A Primeira Iniciação Hiperbórea lhe ortoga a compreensão Semântica das treze runas arquetípicas e o poder que lhe dota as runas não-criadas HAGAL, SIEG e TYR, armas rúnicas com as quais o Cavaleiro Tirodal pode, mediante a reversão gnóstica (tema desenvolvido no próximo capítulo), resignar seu labirinto interior, sua esfera de sombra e os desígnios que estão incrustados nela.

O

virya

na

Primeira

Iniciação

Hiperbórea

é

VONTADE

desperta, marcha decidido ao despertar.

absoluta,

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OCTIRODAE BRASIL Este é o caminho que percorre o virya para DESPERTAR AO DESPERTAR, ponto que

Este é o caminho que percorre o virya para DESPERTAR AO DESPERTAR, ponto que analisaremos a partir da rúnica hiperbórea passo a passo, o qual nos permitirá sua apreensão e compreensão noológica com a linguagem instrumentada na Sabedoria Hiperbórea.

Em análises posteriores descreveremos runicamente esta ação de guerra.

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O MISTÉRIO DA SWÁTICA HIPERBÓREA E AS TRÊS RUNAS NÃO- CRIADAS: A RUNA HAGAL, A RUNA SIEG E A RUNA TYR

Nimrod de Rosário afirma sobre as runas não-criadas: “AS RUNAS NÃO SÃO

SIGNOS ARQUETÍPICOS. As runas são signos não-criados, ainda que sejam interpretadas como Arquétipos ao serem percebidas pelo sujeito racional. Estão afirmadas no contexto axiológico das superestruturas culturais e incorporadas como objetos culturais, por tanto, podem ser interpretadas pelo Espírito Iniciado Hiperbóreo de forma arquetípica ou de forma noológica, segundo seja percebido, afirma Nimrod. Si é através do sujeito racional sua compreensão será como signo arquetípico, semântica e semiótica, se é percebido pelo Eu desperto, sua compreensão é GNOSTICA. O estudo das runas não- criadas é propriedade exclusiva de uma ciência denominada Rúnica noológica da Sabedoria Hiperbórea, e é muito importante esclarecer que somente os Espíritos de Fogo, Siddhas e Iniciados Hiperbóreos estão em condições de alcançar sua total compreensão.

A análise das runas vai mais além do metafísico, mas além do arquetípico, ao revelar as

runas não-criadas os signos que procedem do Espírito cativo, quer dizer, os signos que constituem o Símbolo da Origem. Para realizar a análise rúnica, se seguem pautas que revelam o grau de deformação cultural do signo rúnico com respeito a sua forma original. É necessário esclarecer, para não gerar confusão, que nas runas por serem signos não- criados, não existe contexto significativo possível. Temos que admitir que sem contexto significativo não há relação possível, quer dizer, que as runas não estão em absoluto relacionadas entre si, nem é possível conceber uma conexão entre elas. Não obstante, existem signos rúnicos representativos das runas não-criadas que estes podem ser conectados entre si; mas os signos rúnicos são arquetípicos e por isto é possível sua interconexão. As runas não-criadas, pelo contrário, estão fora destas lógica consciente, não podem ser apreendidas nem relacionadas pelo sujeito anímico. Somente o Eu, reflexo do Espírito Não-Criado, pode coincidir, graças a sua pré-disposição gnóstica, com as runas não-criadas. Por tanto, aqui temos um princípio que é também o mistério da Origem: “Se o EU percebe as runas não-criadas, percebe a si mesmo”. Porque isto é assim? Precisamente porque as runas não-criadas, como o virya, participam do infinito atual; portanto as runas não-criadas se reafirmam em dezesseis êxtases rúnicos. Fora desta experiência, as runas não podem ser relacionadas entre si, precisamente porque as runas não-criadas estão ilimitadas pelo infinito atual. As runas não-criadas possuem significados absolutos, indeterminados e ilimitados, significados existentes por si mesmo que não requerem a participação exterior para afetá-los. A runa é todo o significado possível, em efeito, revela todo o conhecimento durante o êxtase rúnico, ou o que é o mesmo e mais claro, não deixa nada por conhecer fora da runa. Com todo isto que foi dito surge uma pergunta: como pode existir uma pluralidade de runas não-criadas, se no êxtase de uma runa pode-se experimentar todo o significado possível, dado que seu significado é absoluto? A resposta se pode sintetizar como segue: a ignorância das runas não-criadas constituem sua pluralidade e relatividade infinita; a GNOSE de uma runa não-criada constitui o êxtase do significado absoluto.

A runa não-criada é toda a verdade e a liberdade do virya

Para compreender este princípio é necessário estabelecer o que exclui e o que inclui

o mesmo. O que exclui é mais que evidente: tudo o que não é a runa não-criada não é

verdade; em conseqüência, todo o que não é a runa não-criada é mentira, um engano, uma ilusão criada pelo Demiurgo. Para o homem, “a verdade do ente” procede dos desígnios demiúrgicos, quer dizer, o “ser-para-o-homem” revelado a razão e sintetizado na

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estrutura cultural como enlace. Esta verdade do homem pasú é diametralmente oposta à

verdade do virya, pois enquanto a runa não-criada existe por si mesma, absoluta e infinita,

a verdade do homem pasú, como toda mentira, deve ser sustentada pela férrea Vontade

do Demiurgo, sustentando e controlando a evolução do conjunto de entes (seres) do universo. Um universo íntegro é um engano construído sobre as bases fundamentais da demente Vontade do Criador. Se esta vontade de manifestar-se se apagar por qualquer circunstância, sobreviria uma hecatombe, e o universo inteiro entraria em colapso no nada, como toda mentira descoberta, algo assim como um efeito dominó. A runa não-criada que se sustenta por si mesma é a verdade do virya, e tudo o que NÃO É a runa não-criada não

é verdade, é uma ilusão criada pelo Demiurgo. Não obstante, a verdade do virya somente

se pode conhecer durante o êxtase rúnico, enquanto que para conhecer a verdade do homem pasú, somente se requer uma percepção sensorial do ente-ser para que esta se revele à razão. Em resumo, durante o êxtase rúnico, tudo o que o Espírito não é, da runa não-criada é, e pela verdade, o Espírito sabe que é. Disto se deduz que é possível experimentar a verdade pelo Eu no êxtase rúnico, mesmo estando aprisionado. Por outro

lado, e de forma contrária, se não se conhece a verdade, não há liberdade possível ao Espírito. Somente o domínio da verdade do virya assegura o regresso à Origem, somente a verdade permite conhecer o que Ela (Ela forma parte do Mistério de A-Mort, uma armadilha que motivou a queda e aprisionamento dos Espíritos Não-criados) não é e rechaçá-lo, tomando distância do Grande Engano. Sem a verdade, o virya será enganado pelo Segredo de Maya (a ilusão do real) e acabará pro ser encurralado em “algum mundo” estranho e longínquo, sem possibilidade de regressar à Origem, nem de abandonar o universo criado. Pode-se afirmar que a liberdade do Espírito, sem a verdade rúnica não- criada, é uma proposição carente de significado, mais uma mentira. Em síntese, pela GNOSE da verdade, há liberdade; ou mais claro, pela GNOSE da verdade da runa não-

criada se assegura a liberdade do Espírito cativo. O Espírito Não-Criado, desde a reversão

e o aprisionamento, somente pode conhecer a verdade da runa não-criada porque Ela está

mais perto da Origem e na Origem. Mais além da Origem, existe uma realidade que escapa à compreensão do Espírito revertido, ali está a realidade do verdadeiro Deus dos Espíritos Não-Criados, o Deus Incognoscível, o que não é possível conhecer estando o Espírito revertido e aprisionado. Sem embargo, as runas não-criadas procedem da realidade do verdadeiro Deus, pelo qual é muito possível que o Deus Incognoscível esteja incluso na verdade do virya. Neste caso o Espírito pode reclamar sua manifestação durante o êxtase rúnico, mas somente pode manifestar-se de forma volitiva (vontade). Por este motivo não é possível conhecê-lo, se não que experimentar a ação de sua FORÇA, uma força volitiva que o Eu consome para reforçar sua própria essência volitiva que lhe permite concretizar sua libertação. Não obstante, a presença transmutadoura desta FORÇA somente se pode manifestar ao virya que expresse

uma “atitude graciosa luciférica”, que significa estar de posse da mensagem carismática do Gral de Kristos-Lúcifer, o Enviado (o Filho, para o Luciferanismo de sangue) do Deus Incognoscível, e de haver-se alinhado carismaticamente à seu bando guerreiro.

Nesta profunda análise que realiza Nimrod de Rosário sobre a verdade das runas não-criadas, ressaltando o último parágrafo, é fundamental compreender que as RUNAS são forças VOLITIVAS que participam do ESPÍRITO DO VIRYA provêm de seu EU INFINITO, por isto ingressamos ao estudo dos SÍMBOLOS ETERNOS, primeiro a seus signos arquetípicos, os quais representam semioticamente o poder das RUNAS NÃO- CRIADAS.

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OS LIVROS DE CRISTAL DE AGARTHA afirmam: O SÍMBOLO SAGRADO DO VIRYA É TIRODINGUIBURR. Com este símbolo sagrado, o virya resolve o Segredo do Labirinto e ingressa à Runa Odal, arquêmona iniciática TIRODAL. O virya individualizado em seu Eu verdadeiro, se afirma na coluna noológica TAU da Sagrada Runa TIRODAL, recebe a Primeira Iniciação Hiperbórea, é VONTADE ABSOLUTA. Na Segunda Iniciação Hiperbórea, o virya, em seu castelo sagrado protetor TIRODAL, é armado como CAVALEIRO TIRODAL, recebe a ESPADA DE WOTAN e O TRIDENTE DE NETUNO, ARMAS DE GUERRA com as quais constrói sua TORRE, transforma sua runa TIRODAL na conduzente e guerreira TIRODAL DA VITÓRIA.

Seu Eu verdadeiro, Vontade absoluta, resigna seu Eu psicológico, se apropria de suas forças e se vincula carismaticamente com seu EU INFINITO, incorporando a seu Eu um Valor infinito, poder que lhe permite ser um Guerreiro do Eterno. O virya, Vontade absoluta, é pela graça das runas não-criadas, Valor Infinito, se arma para lutar pelo eterno, para libertar a seus camaradas do Signo da Dor. Este poder proveniente do eterno transmuta as forças volitivas em puro Valor infinito, com o qual pode encurtar a distância que o separa do SELBST; esta aproximação com o pólo infinito permite ao virya sentir em seu sangue puro os êxtases rúnicos das treze runas arquetípicas (o aporte de vontade não-criada à essência volitiva do Eu verdadeiro), forças que o preparam espiritualmente

para sentir no seu sangue o êntase rúnico das três runas não-criadas (o aporte de

Valor infinito à vontade do Eu verdadeiro). Nos êntases rúnicos das runas não-criadas HAGAL, SIEG e TYR, suas forças noológicas dotam ao virya do poder do VRIL, com este poder que é análogo à força de mil ciclones o virya desintegra seu EU PSICOLÓGICO. Compreender a verdade eterna das runas não-criadas é sentir espiritualmente suas forças noológicas (Vril), elas ingressam no sangue do Eu verdadeiro, transmutando sua vontade em puro VALOR ABSOLUTO. O virya, vontade verdadeira, é agora Valor infinito, seu Eu verdadeiro se situou pela INDIVIDUALIZAÇÃO ABSOLUTA DE SUA VONTADE EGÓICA em seu EU INFINITO, ascendendo ao SELBST, à ponte noológica que o transporta ao OCTAGONO TAU da não-criada runa HAGAL dos Siddhas de Agartha (tema que desenvolveremos no Capítulo III).

O virya, na Primeira Iniciação Hiperbórea, VONTADE ABSOLUTA, desintegra o LABIRINTO INTERIOR; na Segunda Iniciação Hiperbórea, VALOR INFINITO, se arma com o poder do VRIL (couraça Vril dos Guerreiros Atlantes Hiperbóreos) e com as armas rúnicas, as três runas não-criadas, com as quais desintegra o LABIRINTO EXTERIOR. Esta dupla ação de guerra a descreveremos passo a passo tratando de levar ao virya a sua compreensão, a qual não é lógica, e sim gnóstica; pontos que trataremos nos próximos capítulos.

O VIRYA CAVALEIRO TIRODAL É UM VIRYA BERSERKR, TRANSMUTADO SUA

VONTADE EM PURO VALOR INFINITO, POSSUI A FORÇA E O PODER PARA PURIFICAR SEU SANGUE E INCORPORAR NELE O SIGNO DA ORIGEM, PARA SER COMO UM SIDDHA BERSERKR, LIVRE NA ORIGEM.

A Sabedoria Hiperbórea instrui aos viryas despertos que tenham Vontade absoluta e

pré-disposição gnóstica, nas técnicas de LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL contidas no YOGA RÚNICO HIPERBÓREO, ciência de reorientação noológica que nos ortoga o poder para receber a Segunda Iniciação Hiperbórea, mistério contido na Runa TIRODAL DA VITÓRIA, na SWÁSTICA e na não-criada runa HAGAL. A runa Hagal, estrela vespertina, estrela Vênus, raio venusiano de luz não-criada, sempre parte do não-criado, o infinito, orientando

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ao virya ao despertar, ao Homem de Pedra que sente em seu sangue puro o mistério do símbolo sagrado dos Siddhas de Agartha. Com seu brilho orientador, a estrela da manhã sempre está presente no horizonte do Eu do virya desperto, seu resplendor, seu fulgor, é um reflexo não-criado do Símbolo da Origem e do Espírito Eterno, nos indica o caminho à Origem, a via à compreensão Semântica e noológica da Sagrada Swástica e das runas não-criadas.

Os Siddhas de Agartha afirmam: a partir da HAGAL se constroem todas as formas RÚNICAS; por isto, é a RUNA MÃE da qual emanam as runas não-criadas, runa cuja forma está contida no poliedro sêxtuplo representada na figura sólida de Gelo e Fogo.

A Runa Hagal é a runa da dupla orientação gnóstica, permite ao Virya Iniciado Berserkr Hiperbóreo compreender e dominar o mistério dos ESPAÇOS OBLÍQUOS, das PERSPECTIVAS NOOLÓGICAS e do ÂNGULO RETO. A runa Hagal é o vínculo carismático com os Siddhas de Agartha, afirma a ingerência eterna do não-criado (dos Siddhas Leais) dentro do criado, a união estratégica em um Kairos Iniciático entre os Siddhas de Agartha e os Viryas Berserkr. A Sabedoria Hiperbórea assevera que a Runa Hagal contém o mistério do Gelo e do Fogo: Gelo que representa a Vontade absoluta que adquire o virya em sua Primeira Iniciação, poder com o qual o virya ascende ao DESPERTAR; Fogo que representa o Valor infinito que transforma ao virya em Iniciado Berserkr na Segunda Iniciação Hiperbórea, poder que lhe permite DESPERTAR AO DESPERTAR.

A Runa Hagal é a ponte metafísica ao mistério do Símbolo da Origem, sua manifestação é sustentada pelos Siddhas de Agartha e pela vontade guerreira, heróica dos Viryas Berserkr. A Runa Hagal permite, através da visão gnóstica de seus espaços oblíquos de luz não-criada, a compreensão do mistério do Gelo e do Fogo, segredos que transmutam ao virya em um HOMEM DE PEDRA.

A Runa Hagal, mãe da guerra dos Siddhas de Agartha, se constrói com duas runas

TYR (runa da guerra): uma TYR descendente (Escada Infinita, raio venusiano dos Siddhas de Agartha) e outra TYR ascendente (Escada Caracol e Infinita dos Viryas Berserkr), encontrando-se ambas as runas nos vértices de seus ângulos, criando a ponte noológica, o vínculo carismático entre os Siddhas Leais e os Viryas Berserkr.

carismático entre os Siddhas Leais e os Viryas Berserkr. A runa não-criada HAGAL é a ponte

A runa não-criada HAGAL é a ponte noológica por onde se manifesta o Mistério do

Ângulo Reto, o segredo da INTERSECÇÃO dos planos e dos espaços OBLÍQUOS. O Yoga Hiperbóreo afirma: da Runa Hagal, runa do Gelo e do Fogo, emana a runa não- criada TYR, runa da guerra, e dela se desprende a Runa Sieg, runa do raio. Com elas se compreende a Sagrada Swástica Hiperbórea, runa do Tempo e da Morte.

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A Runa Hagal brilha no firmamento como a estrela VÊNUS, iluminando a noite escura de terror infinito, BRILHO LUCIFÉRICO que indica a presença do GRAL no mundo, e pelo GRAL sempre o virya poderá DESPERTAR AO DESPERTAR. Dela emana um raio verde de luz não-criada que rasgou em mil partes o tempo, abrindo um espaço eterno por onde ingressou a pedra METEÓRICA de Gelo e Fogo, incrustando para sempre o GRAL, eternamente na criação.

Raio de luz verde caído do céu que golpeia como uma Pedra Meteórica a vontade do virya, desintegrando sua ilusão, com o golpe que é dado com o MARTELO DE THOR sobre o Eu do virya, os SIDDHAS DE AGARTHA lhe ortogam as armas para DESPERTAR, insuflam em seu Espírito o poder do Gelo e do Fogo, com o qual esfriam seu cálido coração, sua vida humana. O virya se transforma, pela compreensão da verdade das runas não-criadas, em um HOMEM DE PEDRA, ser da guerra que compreende o verbo dos Siddhas de Agartha, sua missão e sua ação de libertação.

O que não se disse sobre a SWÁSTICA? Quantos livros não se escreveram definindo erroneamente sua verdade? Unicamente o Virya Berserkr, em sua Segunda Iniciação Hiperbórea, ascende à compreensão noológica da Sagrada Swástica.

Os Livros de Cristal afirmam: o SÍMBOLO DA ORIGEM se manifesta a partir do não- criado, é a eterna imagem da pedra caída da coroa de Kristos-Lúcifer, de Navutan, pedra que golpeia o Eu do virya, desperta a recordação em seu sangue do GRAL, compreensão do porque da descida ao mundo de Navutan, Apolo, Wotan, dos Guerreiros Hiperbóreos. O virya deve recordar que graças a ação de guerra de Navutan, chamado também de Apolo ou Wotan, seu ingresso ao Mundo da Dor permitiu plasmar definitivamente o mistério do Signo da Origem, romper a haste da KALACHAKRA, signo que hoje nos permite RECORDAR, e resignar o Signo da Dor.

Navutan gravou eternamente em PEDRA E FOGO as runas não-criadas; delas se deriva a Sagrada SWÁSTICA. Este signo não-criado está representado no segredo da Pedra Talhada e na arte de forjar Armas de Guerra, e significado nos símbolos hiperbóreos da TORRE (torre de Nimrod, o caçador rei casita; as torres construídas nos castelos da Idade Média, exemplo delas são: castelo do Monte de Frederico II com suas oito torres, a torre construída no Castelo de Wewelsburg pelas SS, etc.) e o CAVALO (segredo do Cavalo de Tróia).

Do Signo da Origem emerge a Swástica Hiperbórea. Quando seu poder se manifesta no criado, tem a propriedade de acelerar as macroestruturas, mistério que somente compreende o Duplo Iniciado Hiperbóreo. Este signo eterno projeta o DUPLO MOVIMENTO ESTRATÉGICO contido no poder da Swástica Hiperbórea: o primeiro movimento, ESPIRALADO, DESCENDENTE, CENTRÍFUGO, EVOLUTIVO, CRIA A ESCADA CARACOL, os sistemas reais artificiais que têm o poder de impulsionar as macroestruturas ao Mahapralaya, impulsionando a criação à sua destruição; o segundo movimento, RETILÍNEO, ASCENDENTE, CENTRÍPETO, CRIA A ESCADA INFINITA, AS PONTES NOOLÓGICAS, projetando as Estratégias Psicossociais dos Pontífices Hiperbóreos: políticas, arquitetônicas e guerreiras hiperbóreas à ORIGEM.

A Swástica, runa do tempo e da Morte, é o sagrado símbolo ao qual tanto temem os Siddhas Traidores, porque institui a aparição do princípio no fim dos tempos. Esta Swástica Hiperbórea indubitavelmente tem o poder de modificar o Tempo, rompendo os desígnios e

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os Arquétipos estruturados no tempo do macrocosmo, acelerando seu espaço-tempo, conduzindo aos desígnios dos entes à enteléquia, mas é importante compreender que tal deslocamento não tem a finalidade da enteléquia, mas sim o contrário, sua destruição. Devemos reconhecer que unicamente esta Swástica Hiperbórea atua quando surge a oblíqua Swástica Hiperbórea. A Swástica dextrógira ou levógira é a manifestação criada, arquetípica da Swástica Hiperbórea, signo não-criado que quando se manifesta, ingressa no mundo o não-criado das Runas Hagal, Sieg e a Runa Tyr. Esta Swástica Hiperbórea inclinada PERMITE A APARIÇÃO DOS ESPAÇOS OBLÍQUOS, a visão das runas não-criadas e de suas três vias gnósticas. Esta Swástica é a runa da MORTE e da LIBERTAÇÃO, afirma no mundo espaços de significação onde se manifesta o segredo da Língua dos Pássaros, o mistério da Pedra Talhada, e a arte de forjar Armas de Guerra. Por isto, somente se compreende a Swástica Hiperbórea e as runas não-criadas quando o virya, com a Runa Gibur (runa da orientação gnóstica), alcança a máxima reorientação estratégica e recebe a Primeira Iniciação Hiperbórea. A Runa Gibur recebe certos nomes característicos de acordo com a sua disposição. Se a Runa Gibur se dispõe com os três braços para cima se denomina TRIDENTE DE POSEIDON ou, não com tanta propriedade, TRISHULA DE SHIVA, e representa a arma dos Siddhas. Por outro lado, se a Runa Gibur se dispõe com os três braços para baixo, se chama ESPADA DE WOTAN, e representa a arma dos viryas despertos (fragmento do Segundo Tomo dos Fundamentos: “O Símbolo Sagrado do Pasú”). A Runa Gibur constitui o primeiro princípio gnóstico de busca, opção e eleição, força que está sustentada no virya pela sua pré-disposição gnóstica, o levará a ver no externo o Símbolo sagrado do Virya, símbolo que foi depositado na cultura exterior pelos Siddhas de Agartha (os Atlantes Brancos e os Pontífices, em suas diferentes Estratégias ao longo da História, afirmaram a Runa Gibur nas três artes guerreiras hiperbóreas; ela está gravada para sempre no mundo exterior para que o virya possa orientar-se e voltar a recordar a Origem não-criada de seu Espírito Eterno), ações de guerra que declararam a guerra total ao Demiurgo. Graças a isto, o virya pode voltar a recordar porque vê refletido na cultura exterior um ente infinito, o Signo da Origem. O virya, por INDUÇÃO NOOLÓGICA, AFIRMA O QUE ESTÁ FORA NO QUE ESTÁ DENTRO, adquirindo o virya neste ato a gnose interior que lhe permitirá despertar, e ascender dentro de si mesmo, a um tetrarque LABRELIX, ao monarque conduzente a uma via hiperbórea que lhe permitirá desintegrar as máscaras da personalidade, de seu Eu psicológico, afirmando interiormente seu Eu verdadeiro e sua Primeira Iniciação Hiperbórea.

Indubitavelmente, a Runa Gibur nos remete exteriormente a Sagrada esvástica, e se o virya está desperto, localizará a via à SWÁSTICA HIPERBÓREA e as suas sabedorias eternas.

está desperto, localizará a via à SWÁSTICA HIPERBÓREA e as suas sabedorias eternas. www.octirodaebrasil.com.br 64

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Os Siddhas afirmam taxativamente: somente o virya que resiste ao olhar da Swástica Hiperbórea, vence o medo e o temor, alcançando com vontade e valor, a VITÓRIA, sua libertação.

Por isto é imprescindível que o Virya Iniciado Hiperbóreo se arme Cavaleiro Tirodal; ele terá em suas mãos a Runa Gibur, a Espada de Wotan e o Tridente de Netuno, poderes com os quais poderá compreender o segredo da TORRE e do CAVALO. O segredo da SWÁSTICA HIPERBÓREA afirma, em seu giro LEVÓGIRO, o poder que impulsiona aos Arquétipos macrocósmicos à enteléquia, gerando uma ação evolutiva nos espaços de significações demiúrgicos. Este giro LEVÓGIRO afirma no tempo o enfrentamento entre macroestruturas demiúrgicas, a confrontação entre as dualidades ontológicas das macroestruturas, o enfrentamento entre Arquétipos macrocósmicos, a síntese entre antíteses arquetípicas sustentadas pela Vontade do Uno; ações que se concretizam com um enfrentamento, uma guerra entre as dualidades axiológicas dos Arquétipos macrocósmicos, das estruturas culturais que elas representam. Exemplo disto, é a luta pelas enteléquias das macroestruturas que se desenvolveu depois da Segunda Guerra Mundial, durante a Guerra Fria entre os povos da Traição Branca (EUA e Rússia), que quase deriva em uma guerra entre eles, somente evitada pela intromissão dos Siddhas Traidores. A Swástica Hiperbórea, sua ação levógira representada no símbolo do CAVALO (movimento), impulsionou a evolução de todas as ordens da cultura, da ciência e da tecnologia, alterando a ordem criada do Demiurgo, impulsionando a todos os seus Arquétipos, e os argumentos contidos neles, a uma corrida entelequial que envolveu aos povos traidores na busca de um poder que somente é estrutura na Ilusão.

Esta ação, instrumentada pela Swástica Hiperbórea no contexto histórico dos povos do Pacto de Sangue da Segunda Guerra Mundial, permitiu a desorientação estratégica dos Sacerdotes Golen e dos povos da Fraternidade Branca, gerando nas raças do Pacto de Sangue a supressão do Signo da Dor. O Senhor da Guerra Absoluta, Navutan, cada vez que desceu ao Mundo da Dor, resignou nestes espaços de significações históricos onde ele se manifestou, a ação maldita da Chave Kalachakra, eliminando das culturas do Pacto de Sangue o Signo da Dor, permitindo que todos os viryas do mundo que coincidam carismaticamente com a Mística do Paráclito dos Siddhas de Agartha, compreendessem o Signo da Origem e vivessem neste Kairos livres dos desígnios do Signo da Dor. Isto permitiu instituir um tempo não-criado na Alemanha, seu SANGUE E SOLO foi cercado pela ação da Swástica Hiperbórea, cerco estratégico (espaço vital) que permitiu incorporar as forças noológicas das três runas não-criadas, transmutar esta raça e prepará-la para sua ação histórica de guerra contra os povos do Pacto Cultural. Ação de guerra que cumpriram com a MÁXIMA HONRA. Todo isto foi o produto de uma operação que se executou com a aparição da Swástica, e sempre que se manifestaram no mundo suas ações levógiras, se inscreveram na modificação do TEMPO, e as dextrógiras, na aparição da GUERRA e da LIBERTAÇÃO.

A Swástica Hiperbórea, seu giro, afirma os espaços OBLÍQUOS onde se compreende o símbolo da TORRE, símbolo que representa a Escada Caracol e Infinita, e o símbolo do CAVALO, símbolo que representa o movimento e deslocamento estratégico do virya em sua ação de libertação. A compreensão estratégica de ambos os símbolos permite a visão do Gral e o Signo da Origem. A Swástica Hiperbórea, seu giro, permite que o virya desperto se remonte no tempo até um passado, para o princípio da Guerra Essencial (primeiro tetrarque, origem de seu aprisionamento), a descida ao mundo das Raças Hiperbóreas, e compreenda com sua faculdade de anamnese estes Registros

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culturais históricos (tema profundamente analisado na novela mágica “O Mistério de Belicena Villca” e no tomo I dos “Livros de Cristal de Agartha”). A visão e compreensão da Swástica Hiperbórea permitem a internalização das três runas não-criadas, e gera sua gnose interior, afirmando no Eu verdadeiro o símbolo da TORRE. O símbolo da TORRE representa internamente sua Escada Caracol, sistema real que lhe permite ascender internamente, situar-se em uma perspectiva superior desde a qual pode isolar-se (Castelo ODAL), e com sua gnose interior dominar o sujeito consciente; Torre de vigia que lhe ortoga máxima verticalidade e o ingresso, através do segredo do Ângulo Reto, a seu Oppidum interior, arquêmona TIRODAL, apoiando-se em sua coluna, no PONTO TAU. Externamente, representa a Torre a construção de uma Praça Liberada, e o reconhecimento do labirinto exterior e suas macroestruturas. O segundo símbolo que se desprende da Swástica Hiperbórea é o símbolo do CAVALO, representa internamente o deslocamento do Eu até o Selbst, e externamente afirma o impulso que ocasiona a evolução das macroestruturas à enteléquia, a sua destruição. Esta significação dos espaços oblíquos nos espaços horizontais macrocósmico é uma ação estratégica dos Siddhas de Agartha e dos Pontífices Hiperbóreos, os quais ao acelerar as macroestruturas permitem aliviar o Signo da Dor, ação estratégica que permite distrair o olhar do Demiurgo e das raças da Traição Branca, possibilitando a criação dentro do criado, de uma ação de guerra guiada desde o não-criado, afirmando no mundo um tempo hiperbóreo, fato que permite ingressar as treze runas arquetípicas e as vias gnósticas hiperbóreas, suas linguagens de orientação espiritual; ações que geraram um tempo não-criado no criado. Exemplo citado sobre isto é a Segunda Guerra Mundial. A Swástica Hiperbórea permitiu a descida do Galhardo Senhor da Guerra que revelou a todos os viryas do mundo o Engano do Demiurgo, e desmascarou para sempre o seu Povo Eleito e as raças da Traição Branca. Desde a última descida de Navutan ao mundo, o Signo da Dor foi revelado e suas mentiras desmascaradas. O virya, desde esta ação de Navutan, tem em suas mãos o poder para resignar seu engano e ascender a sua libertação.

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OCTIRODAE BRASIL Figura 1 A Swástica Hiperbórea, sua inclinação OBLÍQUA, permite a visão do Símbolo da

Figura 1

A Swástica Hiperbórea, sua inclinação OBLÍQUA, permite a visão do Símbolo da Origem, afirma a reversão gnóstica do virya, sua libertação do tempo e do aprisionamento do labirinto interior e exterior, seu retorno à Origem. É importante distinguir a necessidade de ver o duplo giro na Swástica, sua significação semiótica como signo arquetípico representa o MOVIMENTO do LABIRINTO INTERIOR E EXTERIOR. Sua manifestação metafísica descreve sua obliqüidade um sentido ao PASSADO, à ORIGEM. Mas para seguir definindo este signo não-criado, a SWÁSTICA OBLÍQUA HIPERBÓREA, devemos ingressar às manifestações culturais que se construíram arquetipicamente sobre este signo não-criado. Se observarmos a figura seguinte (figura 2) vemos duas esvásticas manifestadas, uma representada no símbolo da esvástica levógira e a outra no símbolo da esvástica dextrógira, símbolos que representam o labirinto interior (levógira) e o labirinto exterior (dextrógina). Ambas esvásticas, apesar de que suas formas retilíneas não terem deformação rúnica, suas diferentes manifestações instituem uma falsa realidade metafísica, não se percebe em nenhuma delas o Signo da Origem, ambas inscreve em seu signo o ESTÁTICO, a estabilidade do labirinto, carecem de movimento ou inscrevem um

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equilíbrio estável. A divisão deste signo não-criado, quando está degradado, mutilado, dividido em duas esvásticas, uma levógira e outra dextrógira, representam seus símbolos o labirinto exterior do macrocosmo e o labirinto interior do microcosmo, por isto, estas duas esváticas e suas formas semióticas não possuem o Signo da Origem porque dele se deriva

a SWÁSTICA HIPERBÓREA, signo que nos reorienta estrategicamente ao PASSADO, a

sentir no SANGUE PURO a NOSTALGIA DA ORIGEM. Em contrapartida estes dois signos arquetípicos, suas verdades metafísicas, afirma o TEMPO, a Esvástica dextrógira o ESPAÇO TEMPO TRANSCENDENTE CONSCIÊNCIA IMANENTE DO DEMIURGO, suas referências semióticas afirmam a EVOLUÇÃO do tempo e do espaço para o futuro, para as ENTELÉQUIAS DAS MACROESTRUTURAS, dos ASPECTOS DO UNO. Suas morfologias estruturais, se bem que não foram deformadas, suas formas semióticas estão determinadas pela quadratura mandálica, a dextrógira, gira como os ponteiros do relógio, para a direita e afirma a quadrangularidade da esfera de sombra macrocósmica; os quatro pontos cardeais, as quatro idades da história, os quatro elementos, as quatro rotações da terra, etc. A levógira, gira à esquerda e afirma a quadrangularidade da esfera de sombra

do microcosmo, tem uma diferença com a dextrógira o seu giro é para o passado, mas este passado carece de movimento, é simplesmente uma afirmação interna do tempo imanente do Pasú, nos remete a seu passado arquetípico, ao paraíso terreno, à paz interior, à quietude do EU, por isto, esta esvástica levógira se bem que é mais significativa

e tem uma referência gnóstica, afirma uma via gnóstica interior sinárquica que nos remete ao passado, mas a mesma é uma deformação semiótica da SWÁSTICA HIPERBÓREA.

Se observarmos ambas esvásticas a enquadraremos simbolicamente em um sentido unificado, se manifesta sua unidade, a dualidade ontológica do macrocosmo, a divisão do todo, dia e noite, manhã e tarde, acima e abaixo, alto e baixo, masculino e feminino, bem e mal, deus e diabo, branco e negro, etc. É importante distinguir que entre um substantivo e outro existe uma CONJUNÇÃO (E) um ENLACE ÔNTICO, esta figura gramática afirma a UNIFICAÇÃO DA DUALIDADE DO MACROCOSMO E DO MICROCOSMO, EM UMA SINGULARIDADE ABSOLUTA. Representam ambas as imagens, a relação de sentido cultural, o sincronismo entre o tempo do virya e o tempo do mundo, a coincidência arquetípica, entre o PLANO ARQUETÍPICO (DESIGNIO CARACOL

E SERPENTE MACROCÓSMICO) representado pela quadratura ontológica da esfera de sombra da superestrutura macrocósmica; o tempo transcendente do demiurgo, a ENTELÉQUIA de suas MACROESTRUTURAS, o FUTURO ENTELEQUIAL DE SUA CRIAÇÃO. Análogo a isto é no microcosmo, o Plano Arquetípico é a MEMÓRIA ARQUETÍPICA, (DESIGNIO CARACOL E SERPENTE KUNDALINI) representado pela quadrangularidade ontológica da esfera de sombra que rege as determinações morfológicas semânticas da memória arquetípica.

que rege as determinações morfológicas semânticas da memória arquetípica. Figura 2 www.octirodaebrasil.com.br 68

Figura 2

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Nimrod o descreve no Tomo VII. Estas duas esvásticas são deformações arquetípicas da Swástica Hiperbórea, signo cuja verdade metafísica se deriva do SIGNO DA ORIGEM e que nos remete sua semiótica oblíqua NOOLÓGICA, sua verdade não- criada à compreensão do SÍMBOLO DA ORIGEM. Este signo como todo signo está construído arquetipicamente, sua morfologia estrutural representa a duas construções semióticas retilíneas, ambas Esvásticas representam o LABIRINTO interior e exterior. Se bem a ESVÁSTICA sua morfologia infere o Signo da Origem, foram assimiladas e degradadas em múltiplas formas e representações. Estas duas esvásticas estáticas, estacionadas, carentes de movimento, representam a quietude do labirinto, suas formas fixas; no virya se associa a sua paralisia gnosiológica, quer dizer, sua carência de movimento gnóstico, em definitivo, a perda da orientação e do Selbst, a quietude do virya em seu labirinto interior.

Reproduz-se em qualquer destas duas manifestações o labirinto, embora estes símbolos não reproduzam em sua forma ao mesmo, como veremos na próxima figura. Perde-se o mistério da Torre e do Cavalo. É substituída a Swástica Hiperbórea, reflexo do Símbolo da Origem, pela dualidade semiótica de duas esvásticas enfrentadas que representam o labirinto, mas que não participam delas o mistério que permite ao virya resolver seu enigma. Estas duas esvásticas unicamente participam da SACRALIDADE DO LABIRINTO, o SAGRADO e seus símbolos sagrados, os mitos cujas verdades metafísicas estão mutiladas, nas quais se incorporou por degradação de seus significados, o Símbolo Sagrado do Pasú ou do virya perdido. Estas esvásticas somente desviam ao virya do mistério original da SWÁSTICA HIPERBÓREA, afirmando em seu centro a finalidade entelequial do labirinto, representando na perfeição do LABIRINTO os Aspectos macrocósmicos Amor, Beleza e Poder do UNO. Um símbolo análogo SINARCA que reproduz o labirinto é a mandala tibetana Sry Yantra, em realidade, qualquer símbolo sagrado da Sinarquia pode ser análogo às esvásticas, porque unicamente a SWÁSTICA HIPERBÓREA contém a verdade revelada pelos Siddhas de Agartha. As esvásticas separadas, qualquer que seja sua conformação morfológica (existem múltiplas formas), conduzem ao extravio dentro de seus argumentos e de seus mitos. Em cada uma destas duas esvásticas a Sinarquia Universal afirmou um mito, e cada uma delas afirma a realidade do mito do LABIRINTO, A PERDA DO VIRYA, SUA CONFUSÃO, EXTRAVIO OBJETIVO dentro do labirinto interior e do labirinto exterior. Estas duas esvásticas separadas são parte da verdade do virya perdido: a esvástica levógira é o labirinto INTERIOR e a dextrógira é o labirinto EXTERIOR; separadas entre si, degradam seu significado metafísico. A verdade revelada deste signo não-criado está representada na OBLÍQUA SWÁSTICA HIPERBÓREA (figura 1), a qual institui o SIGNO DA ORIGEM e a reversão gnóstica do Virya Iniciado Berserkr. Ambas esvásticas separadas representam em forma degradada o labirinto e as Estratégias de degradação cultural que geraram os Siddhas Traidores sobre o Segredo do Labirinto. Mas devemos esclarecer que a esvástica degradada reproduz o labirinto, mas não permite ao virya resolver o labirinto, mas a Swástica Hiperbórea pode, porque ela contém a Runa Gibur, mistério que permite ao virya por INDUÇÃO NOOLÓGICA ingressar a sua gnose interior e ver INTERIORMENTE o SIGNO DA ORIGEM.

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A SWÁSTICA HIPERBÓREA é um signo totalmente não-criado que tem uma particularidade: ao ser uma runa sagrada dos Siddhas de Agartha, quando ela emerge no mundo, se manifesta a Vontade dos Senhores de Vênus, dos Homens da Guerra, vontades que portam o poder para dissolver o tempo e a matéria, o Signo da Dor. Quando ela ingressa na ordem criada, se altera o tempo e a criação, se DESTROI A ILUSÃO DO LABIRINTO, enquanto a SWÁSTICA permanece, A ILUSÃO SE DESINTEGRA e as raças de viryas se libertam.

A manifestação das duas esvásticas é simplesmente a degradação de seu mistério, caindo estritamente no mito e em sua realidade metafísica. Por isto, quando se analisam as esvásticas a partir do Eu psicológico, sua análise lógica racional as estuda separadas em duas partes, atribuindo a cada uma delas todo o tipo de manifestações culturais, mitos que sustentam, por exemplo, que uma é benéfica e a outra maléfica, que uma é religiosa e a outra política, e assim sucessivamente, classificando-as em Registros culturais que são parte do tempo; indubitavelmente, esta ação é intencional. Podemos ver nesta finalidade demiúrgica que a meta se concentra em degradar e mutilar os SÍMBOLOS ETERNOS HIPERBÓREOS e sua ciência metafísica.

SÍMBOLOS ETERNOS HIPERBÓREOS e sua ciência metafísica. Figura 3 Como podemos verificar nesta figura (figura 3),

Figura 3

Como podemos verificar nesta figura (figura 3), as esvásticas já foram deformadas, SE UNIFICARAM em um signo que não existe manifestação rúnica. Manifesta-se o enunciado anteriormente: na figura anterior, as esvásticas separadas afirmam cada uma delas, a quadratura e a dualidade ontológica do LABIRINTO, do plano arquetípico macrocósmico e da memória arquetípica, do sujeito racional consciente, afirmam ambos os signos os enfrentamentos arquetípicos entre entes e macroestruturas naturais e culturais (tese e antítese a uma nova síntese). Podemos verificar nesta figura que só se unificou seus princípios gnósticos em uma síntese semiótica e só rege a quadratura, a uniformidade, quer dizer, somente rege o fixo, o estático, todo o contrário às duas figuras anteriores. Simboliza esta figura a união do mundo interior com o mundo exterior, determinada pela memória arquetípica: a dualidade e a quadrangularidade, unificada em uma síntese gnosiológica onde só rege o princípio do labirinto exterior, dividir, enquadrar e unificar, próprio da cultura externa. Estas três representações nos demonstram como a Sinarquia Universal degradou o Símbolo da Origem representado no SIGNO DA ORIGEM na Sagrada Swástica Hiperbórea: primeiro, dividindo sua forma, e logo, deformando sua Semiótica, substituindo o Signo da Origem pelo signo do Labirinto sinarca; em cujo no centro já não está o Selbst ou a individualização, se não que a figura de Deus ou do Culto ao Deus, do Santo, a imagem do “paraíso terreno” ou do Templo, ou de um super-objeto

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axiológico que represente ao mito ou ao deus do mito. Por isto, jamais o virya perdido poderá transpassar, atravessar o mito, compreender sua verdade metafísica (o Engano dos Siddhas Traidores), unicamente cairá confundido no relevo argumental cultural do mito, sendo fagocitado pela ação psicoidea do mito e de seu símbolo sagrado. Nesta terceira figura, a estrutura Semiótica da mesma, o signo arquetípico que a sustenta, representa o labirinto sinarca unificado (labirinto exterior e interior), já nem sequer existe a possibilidade de tese, antítese e síntese, simplesmente há o degradado labirinto exterior que fagocitou o labirinto interior. Podemos comprovar que se unificaram as esvásticas e os segredos do Ângulo Reto e dos ESPAÇOS OBLÍQUOS já desapareceram, se perdeu o CENTRO TAU, e sua conformação rúnica desaparece em uma semiótica onde se afirma a quadratura ôntica do labirinto, ao mundo do UNO. Esta última figura representa a perda total do virya no Mundo da Ilusão, sua incorporação definitiva ao labirinto exterior, às suas linguagens sinárquicas, à perda total do Signo da Origem no Signo da Dor.

à perda total do Signo da Origem no Signo da Dor. Figura 4 Por último, podemos

Figura 4

Por último, podemos verificar que estas duas esvásticas se unificaram em uma só figura que sua semiótica representa semanticamente no LABIRINTO, esta imagem simplesmente perdeu toda a conotação SAGRADA, é totalmente LÚDICA, perdeu totalmente o MISTÉRIO DO CENTRO, este espaço sagrado já não se representa. Suas partes constituintes do todo, distorcem seus espaços em CAMINHOS que não tem em seu sentido uma META ou FINALIDADE. Suas formas se perdem na confusa rede de caminhos que não CONDUZEM AOS SÍMBOLOS SAGRADOS, MENOS AINDA TEM UMA REFERÊNCIA A ORIGEM; simplesmente afirmam o LABIRINTO, simbolicamente representam o mundo exterior E SEUS MÚLTIPLOS CAMINHOS DE MAYA. Nesta figura, sua morfologia estrutural, sua SEMIÓTICA reproduz exatamente ao labirinto, corresponde perfeitamente sua imagem com seu significado.

Esta é a realidade atual que podemos observar no mundo que nos é apresentado. Na cultura exterior, já não se representa hoje nenhuma das duas formas arquetípicas da esvástica, foram apagadas da FACE DO MUNDO da cultura exterior. Estes símbolos são pedra de escândalo, e já não se sabe mais nada deles, a Sinarquia os apagou desta realidade, e se perdura, somente estão seus mitos totalmente degradados, mais ainda depois de sua manifestação na Segunda Guerra Mundial com a vinda de Navutan, Senhor da Guerra Absoluta, a Sinarquia Mundial condenou este Símbolo Eterno Hiperbóreo. Hoje

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só existe o símbolo do labirinto em uma multiplicidade de linguagens lúdicas e sacralizantes que estão distribuídas por toda a superestrutura cultural macrocósmica, signo que deve resignar o virya para poder ingressar à visão noológica da sagrada SWÁSTICA HIPERBÓREA.

Esta é a verdade gnóstica hiperbórea da SWÁSTICA: seu poder irrompe nos espaços de significação do tempo transcendente do Demiurgo, afirmando nesta ordem criada as CIÊNCIAS ETERNAS DE LIBERTAÇÃO DOS SIDDHAS DE AGARTHA, as linguagens heróicas provenientes dos mundos eternos. A Swástica Hiperbórea projeta no criado as linguagens oblíquas contidas nas runas não-criadas HAGAL, SIEG E TYR, com o qual se ACELERAM AS MACROESTRUTURAS CULTURAIS, CRIANDO UMA RUPTURA DO TEMPO TRANSCENDENTE, CONCIÊNCIA DO DEMIURGO, uma abertura, fenda no espaço-tempo, PARTINDO EM DOIS A HASTE DA KALACHAKRA, incrustando na imanência de seu tempo transcendente os espaços OBLÍQUOS NOOLÓGICOS onde se manifesta a presença imanente do SIGNO DA ORIGEM e o poder das runas não-criadas HAGAL, SIEG E TYR.

A SWÁSTICA HIPERBÓREA parte em dois o tempo transcendente, abre uma fenda por onde penetra um tempo não-criado, um espaço de significação OBLÍQUO, ingressando por ela seu poder transformador. O poder da Swástica permite a visão do Signo da Origem no criado, resignando o Signo da Dor. O virya desperto pode sentir em seu sangue o poder da Runa Tyr, e seu êntase rúnico dará o valor ao guerreiro para construir com a Runa Sieg as Escadas Caracol e Infinita, que lhe permitirá alcançar e compreender a Runa Hagal, possuir sua ciência não-criada, conseguindo manejar o poder do segredo dos ESPAÇOS OBLÍQUOS, poderá desintegrar a ilusão do espaço criando um CERCO INFINITO e do tempo, afirmando no OPPIDUM ODAL o VRIL e o SELBST. Nas runas não-cridas se encontra, em seus espaços de significação, o SÍMBOLO SAGRADO DO VIRYA, a Runa TIRODAL, e o

SÍMBOLO ETERNO DO VIRYAS BERSERKR, a Runa TIRODAL DA VITÓRIA, afirmadas nas linguagens hiperbóreas, o segredo da Língua dos Pássaros, o mistério da Pedra Talhada e a arte de forjar Armas de Guerra.

Estes mistérios iniciáticos do Símbolo da Origem são ESPAÇOS OBLÍQUOS onde existem como fundamento as runas não-criadas, os mesmos despertam no Virya Berserkr as faculdades noológicas que lhe ortogam a máxima orientação estratégica e o instruí para afrontar heroicamente a Segunda Iniciação Hiperbórea, ação de guerra que permite ao Virya Berserkr, em um ato de VALOR e HONRA, superar as distâncias que separam ao seu Eu verdadeiro do Eu Infinito e do Selbst.

O Signo da origem se manifesta no Escudo de Palas Atenas, a Espada de Wotan, o Martelo de Thor e o Tridente de Netuno (runas da guerra); escudo, espada, martelo e tridente que são as ARMAS DE GUERRA dos Siddhas de Agartha. Com o Martelo de Thor, os Siddhas de Agartha golpeiam ao tempo e a matéria, golpe que separa seu espaço-tempo criando um corte, uma abertura ou porta, manifestando-se por suas fendas os raios de luz não-criada que incrustam no criado as runas HAGAL, SIEG E TYR. Esta

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ação dos Siddhas de Agartha permite a manifestação do princípio, o Signo da Origem, no final dos tempos, afirmando no fim os mistérios do princípio, a ação de guerra do Símbolo da Origem. Os Siddhas de Agartha projetam desde a Origem a Swástica e a Runa Hagal. Com elas se afirma desde o não-criado a ponte noológica que unifica a ESCADA INFINITA dos Siddhas de Agartha com a ESCADA INFINITA dos Viryas Berserkr, pontes noológicas representadas, neste Kairos de VONTADE e VALOR, na selvagem runa conduzente TIRODAL DA VITÓRIA.

Com esta ação se unificam a Escada Caracol e a Escada Infinita (símbolos da Torre e do Cavalo), cirando a PONTE NÃO-CRIADA com a qual o Virya Iniciado Berserkr pode ASCENDER desde sua gnose interior à gnose eterna dos Siddhas de Agartha. Deslocamento interior que se realiza rapidamente, deslocando-se rapidamente (símbolo do CAVALO) com VONTADE à sua Escada Caracol (símbolo da TORRE; as torres contêm em seu interior uma Escada Caracol), e com VALOR transitar o último degrau que une a Escada Caracol à ponte infinita, superando o espaço criado que o separa do não-criado, conseguindo o Virya Berserkr, a VITÓRIA.

Quando os DEUSES LEAIS fundam AGARTHA dentre de um espaço oblíquo, geram com as kabalas Hiperbóreas (intersecção de planos e distorção do espaço; domínio do tempo) um tempo não-criado, isolando seus espaços, cercando os mesmos dos desígnios macrocósmicos do espaço tempo do Demiurgo; afirmam a ingerência do NÃO- CRIADO no CRIADO. Os Siddhas Leais, com esta ação de guerra, incrustam na ordem material o SIGNO DA ORIGEM.

Do signo da origem emana a Sagrada SWÁSTICA, dela surgem a Runa Sieg, o segredo da Língua dos Pássaros, a Runa Hagal, o mistério da Pedra Talhada e a Runa Tyr, a arte de forjar Armas de Guerra.

Talhada e a Runa Tyr, a arte de forjar Armas de Guerra. Das três runas não-criadas

Das três runas não-criadas provêm as treze runas arquetípicas, se constroem com elas a Escada Caracol e todos os sistemas reais artificiais hiperbóreos com os quais, por ela (Escada Caracol), o virya ascende ao Selbest e a seu EU Infinito. Com as três runas não-criadas, o Virya Iniciado Hiperbóreo afirmado no Selbest, constrói sobre o último degrau da Escada Caracol, a Escada Infinita, a ponte que o transporta à Origem. Sobre o último degrau da Escada Caracol, O VIRYA PURA VONTADE ABSOLUTA, construirá a ESCADA IN FINITA, ação de libertação onde o Virya Berserkr unirá sua escada infinita com a Escada Infinita dos Siddhas de Agartha, fundindo-se ambas em seus últimos degraus, unificando-se, criando uma PONTE metafísica por onde o virya cruzará o PLANO ARQUETÍPICO, ponde noológica que o transporta à Origem. Esta união de Escadas Infinitas cria a ponte noológica ao eterno, a visão e compreensão da Swástica; e seus

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símbolos bélicos da Torre e do Cavalo, ortogam ao virya a compreensão da ação de libertação. Desde a descida das runas não-criadas à matéria, nada mais foi o mesmo, agora a guerra era total e não havia piedade para ninguém.

A Runa Hagal permitiu criar uma PONTE NOOLÓGICA, o qual é o ponto paradoxal onde o NÃO-CRIADO pode agir estrategicamente no criado, evitando na descida das RAÇAS HIPERBÓREAS a terrível ação hipnótica, letárgica sobre o virya da CHAVE KALACHAKRA.

Os Demônios de Chang Shambalá odeiam a HAGAL, porque este signo não-criado representa o eterno no mundo, recorda a presença do Gral, a pedra caída de Vênus e a estrela de oito pontas, OCTÁGONO TAU dos Siddhas de Agartha. Estes mistérios iniciáticos transformam o coração do virya em Gelo e seu sangue em Fogo, despertando

uma VONTADE ABSOLUTA e um VALOR INFINITO, condições noológicas que lhe ortogam o poder para fazer real sua libertação. Graças à pedra caída de Vênus e a estrela de oito pontas, os Pontífices Hiperbóreos dominam o SEGREDO DA PEDRA TALHADA e

a ARTE DE FORJAR ARMAS DE GUERRA, ciências hiperbóreas que armam ao virya em

sua primeira Iniciação CAVALEIRO TIRODAL, e lhe permitem compreender com estas duas ciências noológicas o mistério da LÍNGUA DOS PÁSSAROS. Com o poder em suas mãos destas armas rúnicas, o virya pode voltar a RECORDAR, a recuperar seus poderes espirituais com os quais poderá resignar os desígnios serpente e caracol.

Os Siddhas Traidores degradaram este mistério dos Siddhas Leais, imitando a Runa Hagal, reproduzindo um símbolo sagrado que representa o tapasigno da Runa Hagal, símbolo ao qual todos os iniciados sinarcas rendem culto e rendição, adoração: A ESTRELA DE SEIS PONTAS. Este símbolo sagrado é o emblema distintivo que identifica

o Pacto (a traição) entre os Siddhas Traidores e Jehová-Satanás, signo que projeta e que sustenta no mundo sua verdade metafísica: a ilusão, o aprisionamento e a matéria. A estrela de seis pontas (duas pirâmides invertidas) é o símbolo sagrado dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá; representa este símbolo ao Logos Solar do Demiurgo e o Sol. A estrela de seis pontas também é o símbolo sagrado do Povo Eleito do Demiurgo

Jehová-Satanás, dos hebreus. De igual maneira, a ESTRELA DE CINCO PONTAS, símbolo que assinala ao Pacto Cultural, também o porta o Povo Eleito e fundamentalmente as raças da Traição Branca. É importante compreender a ação estratégica que faz este signo no sujeito consciente do virya adormecido. Os Siddhas Traidores sobre a HAGAL (Vênus) estruturaram o tapasigno de maior poder, sua ESTRELA DE SEIS PONTAS (o Sol

e a terra), e sobre a SWÁSTICA (Símbolo da Origem), o SIGNO DA CRUZ (Signo da Dor), representada em suas múltiplas formas: cristã, celta, etc.

representada em suas múltiplas formas: cristã, celta, etc. De tal maneira, que o virya perdido jamais

De tal maneira, que o virya perdido jamais pode perceber a Swástica e a Runa Hagal, os espaços oblíquos onde se fundamenta a SABEDORIA HIPERBÓREA e suas linguagens eternas. Os Siddhas Traidores tomaram como seu símbolo sagrado a

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ESTRELA DE SEIS PONTAS, símbolo que atua como TAPASIGNO DA RUNA HAGAL; de igual maneira, tomaram o símbolo da CRUZ cristã como TAPASIGNO do segredo do Ângulo Reto e da SWÁSTICA. Dedicaram-se desde tempos imemoráveis a degradar o sentido hiperbóreo contido nas runas não-criadas, espaços OBLÍQUOS onde o virya desperto compreende com o segredo do ÂNGULO RETO, O MISTÉRIO DO LABIRINTO INTERIOR E EXTERIOR.

A RUNA HAGAL É O SÍMBOLO ETERNO DOS SIDDHAS DE AGARTHA; A ESTRELA DE SEIS PONTAS é o símbolo sagrado dos SIDDHAS DE CHANG SHAMBALÁ.

Os Siddhas Traidores, com esta ação, afirmam seu domínio total do Malkuth, a ordem criada, e confirmam aos Sacerdotes levitas e ao povo eleito pelo Demiurgo, o Uno, como seus representantes no mundo de Maya, e ortogam às raças da Traição Branca a estrela de cinco pontas como o símbolo sagrado que representa a ALIANÇA, o PACTO destas Raças Brancas com o Povo Eleito e os Siddhas Traidores de Chang Shambalá.

O virya adormecido, confundido no sujeito consciente, tem um esquema referencial semiótico onde tem como preeminências culturais, axiológicas em seu ser anímico, estes símbolos sagrados: a CRUZ e o PENTAGRAMA. Nestes símbolos sagrados da Sinarquia Universal se estruturam os tapasignos culturais do SIGNO DA ORIGEM e da RUNA HAGAL. Nestas referências semióticas, a ESTRELA DE SEIS PONTAS e o SÍMBOLO DA CRUZ, se edifica as Semânticas psicológicas do Símbolo sagrado do Pasú; nestas se acham as piores armadilhas do Labirinto de Maya. Podemos asseverar que a estrela de seis pontas responde ao Logos Solar, símbolo referente do Sol, e a cruz responde ao Logos Planetário, símbolo emergente da Terra. Entre ambos os símbolos sagrados da Sinarquia Universal, da Fraternidade Branca (a cruz) e os Siddhas de Chang Shambalá (a estrela de seis pontas), se cria o SISTEMA REAL KALACHAKRA que permite a realidade da criação do macrocosmo (estrela de seis pontas, símbolo do desígnio caracol) e do microcosmo (a cruz, símbolo do desígnio serpente). Esta armadilha, magia perversa digna dos Demônios de Chang Shambalá, é a principal ação estratégica dos Sinarcas no mundo:

degradar a runa não-criada HAGAL, a Runa Sieg e a Runa Tyr. Os demônios se dedicaram sistematicamente a destruir toda a sabedoria rúnica proveniente dos Senhores de Vênus, dos Siddhas de Agartha, estes demônios e seus seguidores no mundo tratam de todos os modos possíveis de evitar que emerjam ou se percebam no mundo as ciências provenientes do não-criado. Por isto, sobre a runa mãe HAGAL, porta para a origem, construíram o tapasigno cultural mais significativo da Semiótica sinarca, o símbolo sagrado do Demiurgo e dos Demônios de Chang Shambalá, a ESTRELA DE SEIS PONTAS, representante dos Siddhas Traidores e de seu Povo Eleito.

O Yoga Rúnico Hiperbóreo é uma arte que se constrói com a Runa Hagal, runa que porta em si mesma o mistério dos espaços OBLÍQUOS e opera desde o não-criado até o criado, INCRUSTANDO NO MICROCOSMO DO VIRYA UM PODER EM SEU EU NÃO- CRIADO, que afirma sua VONTADE ABSOLUTA, vontade que se transforma pela gnose interior do Símbolo da Origem, em VALOR INFINITO e faz propícia sua libertação.

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Desde os mundos eternos do Incognoscível, através do SÍMBOLO DA ORIGEM se manifesta o Signo da Origem, sua manifestação é a Swástica, signo que caiu a ordem criada como um raio verde de luz não-criada, irrompendo no Valplads, penetrou no mundo de Maya, rasgando os mil Mundos de Ilusão, abrindo uma fenda em seu espaço-tempo, uma ponte não-criada por onde se incrustou a PEDRA VERDE DE VÊNUS e a ESTRELA DE OITO PONTAS; afirmando para sempre o GRAL no criado. Com o GRAL no mundo, o virya sempre voltará a recordar, jamais poderá esquecer, porque seu brilho eterno foi plasmado no horizonte do firmamento como o ASTRO VÊNUS, luz não-criada que assinala o caminho de retorno à porta de VÊNUS, que orienta aos viryas à ORIGEM.

Da imagem noológica do Signo da Origem se manifesta a SWÁSTICA e a Runa Hagal dos Siddhas de Agartha. A Swástica se desdobra na dupla Runa Sieg, e dela se projeta a Runa Tyr. Destas três runas não-criadas emanam as trezes runas arquetípicas, com as quais se constroem o mistério do cerco ODAL e a sagrada runa TIRODINGUIBURR; com elas, o virya resolve o Segredo do LABIRINTO, constrói seu CERCO INFINITO ingressa a sua arquêmona TIRODAL, o virya, situando seu Eu verdadeiro no CENTRO TAU, concretiza sua Primeira Iniciação Hiperbórea.

As runas são as armas do virya, com elas, o guerreiro tem o poder em suas mãos e pode resolver o SEGREDO DO LABIRINTO, rasgar os mil véus de Maya e marchar galhardamente a enfrentar em um combate total ao Grande Enganador.

Os Siddhas Leais projetam no mundo a dupla Runa Sieg, raio de luz não-criada que anuncia o Dia do Espírito e o fim da noite do Kaly Yuga. Raio que cai sobre o Espírito do virya, desencadeia em seu Eu verdadeiro VONTADE NOOLÓGICA, afirmando a dupla Runa Sieg com a qual se constrói a ODAL e a arquêmona TIRODAL, sua gnose interior hiperbórea.

ODAL e a arquêmona TIRODAL, sua gnose interior hiperbórea. O virya com estas três runas não-criadas

O virya com estas três runas não-criadas constrói o cerco ODAL, e adquire dentro do mesmo o poder que lhe permite afirmar em seu Eu verdadeiro, VONTADE NOOLÓGICA, conseguindo sua individualização absoluta.

O virya, com as treze runas arquetípicas, sentindo em seu sangue o êxtase rúnico de cada uma delas, adquire o poder para CONSTRUIR com o PRINCÍPIO DO CERCO, seu CERCO INFINITO, em seu cerco ODAL, arquêmona TIRODAL, possui VONTADE ABSOLUTA, se situa em seu PONTO TAU e compreende desde seus êxtases rúnicos, os êntases rúnicos das três runas não-criadas. Cada runa não-criada imprime em sua vontade uma força que emana da runa; nestas forças o viryas vivencia seus êntases rúnicos. O guerreiro, em cada êntase, incorpora em seu sangue um poder que o faz cada vez mais forte, poderes que são qualidades noológicas que o dotam de uma VONTADE e

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um VALOR que lhe permite transcender o gênero, a espécie, concretizar em sua primeira iniciação a imortalidade do Eu.

Com respeito às trezes runas arquetípicas, devemos dizer que suas forças se vão incorporando sobre a vontade do virya à medida que suas forças volitivas se vão somando ao EU ISOLADO do sujeito consciente. Durante os êxtases místicos de cada uma delas, suas forças, vão somando uma qualidade noológica com as quais se afirmam definitivamente a ÉTICA NOOLÓGICA, isto ingressa ao EU DESPERTO a uma força proveniente do PARÁCLITO, uma MÍSTICA HERÓICA com a qual afirma a INDIVIDUALIZAÇÃO ABSOLUTA DE SUA VONTADE EGÓICA. O virya, no movimento que descreve até a Origem, (estudo do OITO INFINITO) vai incorporando, somando à vontade do Eu, as treze runas arquetípicas. À medida que o virya mais se aproxima da Origem, cada uma das trezes runas arquetípicas vai orientando ao virya ao encontro com TIRODINGUIBURR, com o Símbolo Sagrado do Virya. O virya neste processo, à medida que vai somando sobre si mesmo as forças noológicas das treze runas, vai despertando, e por sua gnose interior vai se orientando no labirinto interior e exterior. Transmutado pela graça das trezes runas, o virya sente em seu sangue o furos das três runas não-criadas e do Vril, ascende à Primeira Iniciação Hiperbórea. O virya é um Iniciado Hiperbóreo e se investe em CAVALEIRO TIRODAL, tem em si mesmo o poder para ascender à sua Segunda Iniciação Hiperbórea, iniciação que lhe permitirá ver e compreender o Signo da Origem e as três RUNAS NÃO-CRIADAS, sentir o êntase rúnico de cada uma delas, incorporar o VRIL em seu sangue com a qual transmuta sua Vontade absoluta em puro VALOR INFINITO, mutação noológica que lhe permitirá marchar em uma ação de guerra em direção a sua libertação.

AS VERDADES DAS RUNAS NÃO-CRIADAS SÃO AS ARMAS DO GUERREIRO HIPERBÓREO. Com as três runas não-criadas HAGAL, SIEG e TYR (o Escudo de Atenas, a Espada de Wotan e o Tridente de Netuno), o virya descobre a Verdade absoluta de si mesmo; dentro de sua ARQUÊMONA ODAL, na PRAÇA TAU, com a Runa Sieg construirá sua Escada Caracol, com a Runa TYR sua Escada INFINITA.

Afirmamos: com a Semântica hiperbórea das trezes runas arquetípicas, compreende o Símbolo Sagrado do Virya, TIRODINGUIBURR. Com o TRIDENTE DE NETUNO, runa GIBUR, no labirinto interior, adquire as capacidades noológicas que lhe ortoga a SEMÂNTICA HIPERBÓREA, ingressa a sua busca, opção e eleição, tal domínio semântico lhe permite ingressar ao monarque do Tetrarque LABRELIX que possui a via gnóstica conduzente à Sagrada TIRODAL (runa do Kairos atual). Com o poder instituído neste runa, o virya enfrentará o Segredo do Labirinto; se vence, ingressará à ARQUÊMONA TIRODAL e a PRAÇA TAU. Por isso, o segredo do labirinto, seu mistério, somente pode ser resolvido pelos CAVALEIROS TIRODAL que compreendem primeiro a SEMÂNTICA HIPERBÓREA, o canto dos Siddhas de Agartha e segundo a ÉTICA HIPERBÓREA, este domínio destas ciências de libertação o arma com as runas não- criadas, mas deverá primeiro desintegrar sua semântica psicológica partícipe do Pasú, e incorporar em sua Esfera de Consciência, o domínio total da Semântica e sua Semiótica Hiperbórea. Sustentamos: com TIRODINGUIBURR, resolve o virya o labirinto exterior e

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ascende à Runa Odal; seu Eu, vontade orientada, faz possível que o virya ingresse a sua ARQUÊMONA ODAL, conseguindo cercar o Eu do sujeito consciente e afirmar sua INDIVIDUALIZAÇÃO. Na Primeira Iniciação Hiperbórea, a Runa Odal se complementa com a runa não-criada TYR, construindo a Sagrada Runa TIRODAL, complementando-se com a Runa Gibur (runa da orientação) se forma o signo sagrado TIRODINGUIBURR, runa que permite ao virya armar-se internamente, posicionando-se ante o labirinto e seus inimigos que residem nele. Com suas armas em suas mãos, o virya deverá ser um guerreiro duro, de pedra, de gelo e Fogo, o mais duro entre os duros, matar seu coração, ingressar a seu SANGUE FRIO, se pretende resolver o Segredo do LABIRINTO.

Estas runas complementares se unificam unicamente quando irrompem na criação a Swástica; e as três runas não-criadas somente são percebidas pelos viryas que participam do Kairos dos Siddhas de Agartha, da Mística que emana do Paráclito, tal vinculação carismática é propicia quando emerge no mundo um KAIROS de libertação dos Siddhas de Agartha. A ação de um Kairos Iniciático anuncia no mundo a manifestação das linguagens Éticas Hiperbóreas, a aparição de suas três vias gnósticas, sistemas reais artificiais que se constroem nas ciências hiperbóreas, se manifesta, no mundo, este KAIROS de libertação nas máximas artes de transformação psicossocial: a Política, a Arquitetura e a arte da Guerra.

O virya, homem verdadeiro, desperto e orientado, afirma neste Kairos sua VONTADE ABSOLUTA (Runa TIRODAL) e VALOR INFINITO (Runa TIRODAL DA VITÓRIA), sua LIBERTAÇÃO. Com suas armas, pode resolver o enigma de Ariadna e o mistério de Jano, compreender o Segredo do Labirinto e sentir em seu sangue a verdade da SWÁSTICA, o poder noológico das runas não-criadas HAGAL, SIEG e TYR.

O VIRYA DESCOBRE SEU EU VERDADEIRO. CONSEGUE SUA INDIVIDUALIZAÇÃO ABSOLUTA E COMPREENDE A SAGRADA RUNA TIRODAL E AS RUNAS NÃO-CRIADAS. COM ELAS, AFIRMA SOBRE SUA VONTADE UM VALOR INFINITO, AFIRMA SEU SER DEFINITIVAMENTE NO NÃO-CRIADO, EM SEU EU INFINITO. COM O SIGNO DA ORIGEM, COMPREENDE A AÇÃO DE GUERRA QUE DEVERÁ REALIZAR PARA CONCRETIZAR SUA LIBERTAÇÃO.

Para a Sabedoria Hiperbórea, somente é eterno o virya orientado que pode resolver o mistério de Jano e de Ariadna, quem pode compreender com o SIGNO DA ORIGEM e as runas não-criadas o terrível Engano de Maya representado no Labirinto da Dor. Unicamente quem resiste firme como um guerreiro na batalha, heroicamente as ações de guerra que desencadearam sobre si, a Serpente e o Dragão de Maya, pode ter o direito a Origem e ganhar sua LIBERTAÇÃO.

Este mistério deve enfrentar o virya, e somente triunfa o guerreiro que possa transitar, entrar e sair a vontade, quantas vezes queira, sempre que a Estratégia o requeira, sem extraviar-se ou perder-se nos diversos caminhos do Labirinto de Maya. Por isso, são necessárias as armas de TIRODINGUIBURR, porque estas runas o guiarão taticamente no labirinto interior ou exterior, estas indicarão ao virya quando deve deter-se ou quando girar, sempre o manterá em ALERTA, indicando que caminho optar sem

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equivocar-se. Elas lhe dão o poder para criar sistemas reais artificiais, para ingressar nos Registros culturais qualquer seja a sua complexão axiológica e poder transitar por eles sem padecer da Ilusão de Maya. Se, neles se situar ante o virya a serpente ou o mesmo o Dragão de Maya, o virya em suas runas terá as armas para dar morte a estas mortes brancas e não ser vítima de seu veneno sonífero. Morta a serpente, o Virya Berserkr desperta ao despertar, PODERÁ DAR MORTE AO DRAGÃO.

O virya, caçador de serpentes, é agora caçador de Dragões.

O virya não deve deter-se em nenhum caminho de ilusão, não deve sentir medo,

temor, não deve paralisar-se, ficar imóvel em um monarque (via, caminho) de seu tetrarque LABRELIX (tetra = quatro), representado pelas três opções ou caminhos que se representam nos caminhos trifurcados do Labirinto de Maya. O signo TIRODINGUIBURR ensina ao virya que na busca, opção e eleição, o guerreiro deve estar em ALERTA como um guerreiro na batalha, em perpétuo movimento, não deter-se jamais até encontrar a via conduzente à Praça Liberada, ao seu Oppidum interior.

Esta ação de guerra, executada com rapidez, sem deter-se, evitará a intromissão do seu ser anímico ou sujeito consciente, de tal modo, que se si perde em um dos caminhos de Maya possa retornar sobre seus próprios passos, voltar sobre si mesmo e retomar o início.

Os Livros de Cristal afirmam: o Eu verdadeiro é uma força noológica, VONTADE ABSOLUTA; e o Eu Infinito é VONTADE ABSOLUTA mais um poder noológico, VALOR INFINITO, força proveniente da verdade das runas não-criadas, do Eterno; ambas as qualidades são as armas do Virya Berserkr.

O Eu do virya perdido, ao estar submerso na persona ou personalidade, em sua

realidade psicológica, participando de seus conteúdos ontológicos, preso na diversidade de complexos inconscientes que o acondicionam animicamente, o Eu, esta força noológica, se perde, se dilui nos argumentos dos conteúdos ontológicos, nos sentidos anímicos que anima a vontade do virya. O virya perdido, preso e fagocitado na realidade de Maya, no Mundo da Dor, se perde no labirinto da existência terrena e se distancia do Paráclito, da Mística heróica que subjaz nesta força que participa do Eu Infinito, Mística noológica que não provêm do criado, mas sim do não-criado. Felipe Moyano (Nimrod de Rosário) afirma: “A Mística é uma estrutura morfológica continente cujo conteúdo ontológico, é um ser chamado carisma. E o carisma ou agente carismático, é a expressão

do Paráclito ou Espírito Santo que, assim como Deus, o Espírito Santo é o próprio Deus, manifestado em um plano absolutamente transcendente ao plano imanente da matéria. O Paráclito por tanto não é passível de experiência ou apreensão no plano físico, e se sua expressão, o carisma, é perceptível para alguns homens isto é somente em virtude da recordação contida na Minne. O que significa falar de uma experiência individual dado que a Minne é algo pessoal, diferente de uma pessoa a outra. A “vinculação carismática” de mais de um homem, vários ou muitos é o mesmo, somente pode acontecer no marco de uma Mística”.

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Sentir a Mística é sentir o Vril no sangue; somente se sente a Mística se o virya purifica seu sangue astral, o que significa sentir uma nostalgia de algo perdido. O virya que sente em seu sangue esta nostalgia volta a recordar, adquire um Carisma, uma força noológica que lhe permite voltar a vincular seu Eu verdadeiro com a Mística heróica proveniente do Paráclito. O virya, afirmado na Mística Hiperbórea, sente a força que emana ou provém do Carisma heróico que caí da Mística do Paráclito, força noológica que aporta a seu Eu, VONTADE ABSOLUTA e VALOR INFINITO para alcançar a VITÓRIA. A Mística do Paráclito proveniente do não-criado emana do PÓLO INFINITO, seu Carisma é a graça divina que sempre guia o Eu do virya desperto pelos monarques do tetrarque LABRELIX, caminhos que tem situados sobre os mesmos, os Símbolos Eternos Hiperbóreos, evitando os monarques do tetrarque que subjazem sobre os mesmos, os símbolos sagrados da Sinarquia Universal. Mística que lhe permitirá resignar o terrível poder de Maya.

O virya deve dominar regiamente seu sujeito consciente, destruir definitivamente as linguagens psicológicas; Semânticas que afirmam em sua estrutura cultural e racional a Ética psicológica da Fraternidade Branca de Chang Shambalá. Esta semântica o obriga a pensar como um homem pasú, a viver ao modo de vida de um virya perdido, enrolado nos argumentos culturais da vida ordinária, perdido nos paraísos sagrados ou lúdicos dos degradados e obscuros labirintos de Maya. O virya, nestas circunstâncias, se guia pela orientação estratégica; se esta é forte, o Tempo e o Espaço do Labirinto se faz relativo, a Origem se situa longe ou perto, de acordo à atitude estratégica, a qual está determinada pelo grau de VALOR e de HONRA do virya desperto. Se a orientação estratégica é débil, o virya perde VALOR, se distancia da Mística e do Paráclito, seu Eu verdadeiro se desliga de seu Eu Infinito, portanto, do Selbst, perdendo de vista as treze runas arquetípicas e as três runas não-criadas. Se a orientação estratégica é forte, sua VONTADE é ABSOLUTA e seu VALOR é INFINITO. O virya Guerreiro Sábio passará pelos mil véus de Maya, os limites do labirinto, fazendo possível o retorno à Origem em uma só ação de valor, de heroísmo.

Sentindo o fogo frio em seu sangue, a Mística do Paráclito orientará e assistirá ao Virya Berserkr em sua busca, opção e eleição, sua vontade terá o aporte do Vril, força emanada das três runas não-criadas. Com o poder do VRIL e TIRODINGUIBURR, ele encontrará a força que lhe permitirá resolver o Segredo do Labirinto e ingressar à ponte conduzente, à porta de ingresso do OPPIDUM INTERIOR e ao PONTO TAU, coluna noológica que lhe permitirá ascender por sua Torre, Escada Caracol, ao vértice do Ângulo Reto da Runa TIRODAL, situar o Eu no Eu Infinito e no SELBST, unindo sua Escada Infinita (Runa Tyr ascendente da TIRODAL) com a ponte infinita (Runa Tyr descendente da Runa Hagal) dos Siddhas de Agartha. O virya pode ascender, se tem o suficiente valor, à sua Segunda Iniciação Hiperbórea.

Compreendendo o mistério de TIRODINGUIBURR, o virya faz inócuo o veneno serpentino, pode escapar do labirinto voando, dançando igual a PERDIZ, como uma ÁGUIA agarra a SERPENTE, brindando-lhe sua morte. O Virya Hiperbóreo, como um hoplita espartano, um legionário pretoriano, é um Guerreiro Berserkr, montado sobre seu PÉGASO ALADO, ultrapassando os mil véus de MAYA, os mil Mundos de Ilusão. Com as

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armas em suas mãos, resoluto, marchará rapidamente em busca de seus camaradas, camaradas que esperam por ele, e por sua libertação.

O Pontífice Nimrod de Rosário instrui em seus Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea, a verdade Semântica das runas não-criadas, e na Estratégia da Casa de Tharsis, descreve o fio rúnico histórico que desencadeou as grandes histórias dos Guerreiros Hiperbóreos, Pontífices Máximos que construíram através dela, as mais brilhantes Estratégias de oposição ao Inimigo do Espírito, a Sinarquia Universal. Através destes textos e do segredo da Casa de Turdes se instrui, na práxis da Pontônica, a verdade noológica das runas não-criadas e da Swástica, mistérios que afirmam no virya a verdade metafísica da Runa TIRODAL DA VITÓRIA e dos Siddhas de Agartha.

O virya, quando isolou o EU, ascende à Runa TIRODAL, cercando arquemonicamente, com as runas não-criadas TIRODAL e GIBUR, o sujeito anímico, a alma criada, o microcosmo; alcança a INDIVIDUALIZAÇÃO, ascende à visão gnóstica do Selbst e à Primeira Iniciação. Assim como o grande chefe da Raça Branca, WOTAN, auto- crucificado na ÁRVORE DOS TORMENTOS, esteve NOVE NOITES PENDURADO, pendente naquela árvore, sem comer nem beber, para poder descer sobre sua obscuridade mais profunda e recuperar suas armas, as RUNAS NÃO-CRIADAS, assim como o Grande Ás deve ser o INICIADO HIPERBÓREO. Com o poder da TIRODINGUIBURR, o virya pode entender e compreender a Runa TIRODAL, e em pleno domínio dela, destruir o designado, o condicionado, quer dizer, a alma criada, e tomar posse absoluta de si mesmo para chegar à VITÓRIA.

Por isto, o mistério do YOGA HIPERBÓREO, sua ciência noológica, é uma construção, um castelo amuralhado, arte iniciática que provém do INFINITO, sistema real hiperbóreo com o qual o Virya Iniciado pode construir rapidamente sua Torre (Escada Caracol), ascendendo à vivência espiritual do Selbst. Estrategicamente, o Yoga Hiperbóreo obriga sempre ao virya a estar em perpétuo MOVIMENTO (símbolo do CAVALO), penetrando no LABIRINTO EXTERIOR macrocósmico (análogo ao LABIRINTO INTERIOR), no VALPLADS, construindo no mesmo, SISTEMAS REAIS ARTIFICIAIS (Escada Caracol), ARQUÊMONAS HIPERBÓREAS, PRAÇAS LIBERADAS, PONTES, construções noológicas que permitem o vínculo carismático entre os viryas, e o desenvolvimento de um plano de uma Estratégia Psicossocial de libertação espiritual.

Análogo ao labirinto exterior é o fato conduzente no LABIRINTO INTERIOR do Virya Berserkr. Nele se produz a descida do EU INFINITO, guiado por sua VONTADE noológica, ao inconsciente de seu ser microcósmico, gerando esta ação de guerra: a REVERSÃO GNÓSTICA.

O EU VERDADEIRO, ao estar ORIENTADO E AFIRMADO NAS RUNAS NÃO- CRIADAS E NO EU INFINITO, alcança seu fim, a conscientização de sua esfera de sombra, reduzir o inconsciente, plasmando em sua esfera de sombra com as runas não- criadas, o Signo da Origem. O virya compreende seu labirinto interior, seu olhar se reflete no Signo da Origem. Esta ascensão/descida (mistério da Swástica e da Runa Hagal, representado no símbolo da TORRE, de verticalidade e do CAVALO, do movimento) tem

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como consumação a REVERSÃO GNÓSTICA, ciência do Yoga Ocidental que tem um só fim: dominar as estruturas do INCONSCIENTE, resignar os desígnios, os condicionamentos anímicos impostos sobre o microcosmo pelo Demiurgo.

Os SIDDHAS LEAIS nos assistem noologicamente, e neste KAIROS INICIÁTICO permitem ao VIRYA INICIADO HIPERBÓREO, dentro de seu OPPIDUM interior, em sua ARQUÊMONA ODAL, investir-se como CAVALEIRO BERSERKR. Pela graça do Paráclito e a Virgem de Agartha, o herói hiperbóreo é iniciado na Segunda Iniciação Hiperbórea, nos mistérios da Sagrada SWÁSTIKA, na ciência da Guerra Essencial e nas técnicas da práxis da Pontônica Hiperbórea. O virya que domina estas ciências recebe sua Segunda Iniciação Hiperbórea, é um Guerreiro do Eterno. A ação de guerra desenvolvida pelo Iniciado, seu valor e sua ousadia, ortoga ao virya em sua Segunda Iniciação Hiperbórea uma referência infinita da Origem. Isto lhe infunde uma quantia e um arrojo absoluto ao Cavaleiro Tirodal, valor necessário para ir à busca da libertação. O Virya Iniciado Hiperbóreo descobre seu Eu verdadeiro, e seu olhar reflete seu Espírito infinito, ação que lhe permite descer desde o não-criado, com vontade e valor heróico, sobre o criado, para tomar posse absoluta das estruturas psíquicas, e logo, em pleno domínio delas, resignar as energias vitais e astrais do microcosmo.

Esta ação somente é possível porque neste kairos de VALOR e HONRA, ao Guerreiro e à Valquíria, os Siddhas de Agartha depositaram em suas mãos a ciência mágica do Yoga Hiperbóreo, eles podem dispor desta formidável ferramenta tática noológica para dominar desde o noológico a realidade ontológica do microcosmo. Mas o virya deve ter consciência o que se enfrenta, ele deve resignar os medos que estão dispostos em seu sujeito consciente, os quais, si se apoderam do EU, tratarão de desmitificar, degradar esta ciência mágica de libertação espiritual. O virya deve ter decisão absoluta, valor, e somente se alcança se compreende a Semântica noológica do Yoga Hiperbóreo. Se o virya tem um TENDÃO DE AQUILES, uma debilidade, relacionará este mistério a uma linguagem da Sinarquia Cultural, sobrepondo esta verdade metafísica dos Siddhas de Agartha a espaços de significação curvos, espiralados, cujos relevos culturais não manifestam estes espaços oblíquos, linguagens como poderia ser uma arte marcial, uma arte dramática, etc. etc.; projetando sobre este mistério um relevo cultural de características psicológicas lúdicas ou sacras. O camarada somente poderá assimilar este poder, se adota internamente uma Semântica noológica e afirma em seu sangue a Ética noológica, COLUNA TAU estruturada na práxis da Pontônica noológica, ciência da qual participa o Yoga Hiperbóreo.

Se o Guerreiro Sábio tem o valor suficiente, o virya cerceará, destruirá o sentido psicológico, seu Tendão de Aquiles, o qual o registra aos contextos semânticos sacros ou lúdicos exteriores, modificando a verdade metafísica contida no Símbolo Eterno que se acha no Yoga Hiperbóreo. Esta ciência não é um jogo; por isto o virya que atue ludicamente, que a tome como um mero treinamento de ginástica ou uma formalidade ritual está sacralizando as runas não-criadas, projetando com seu sujeito consciente um esquema cultural, uma representação Semiótica psicológica, lúdica ou simplesmente dramática, sobre as runas não-criadas. Equivoca-se o que age desta maneira. Este juízo

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das três runas não-criadas e de sua sagrada ciência, jamais lhe permitirá compreender a verdade de sua runa, o não-criado que está nela, ou seja, o não-criado de si mesmo. Este fato é determinante, e se pode compreender estudando a situação dos viryas perdidos que se situam sobre estas técnicas sem compreender o poder que subjaz nelas; um exemplo disto são os neonazis ou hitleristas que equivocadamente são vítimas do mito, do poder das runas noológicas. Os Livros de Cristal de Agartha afirmam, e o confirma o Pontífice: se o virya não transcende os limites ontológicos e axiológicos do mito, restará estruturado em sua complexão argumental; determinado pelos limites axiológicos do Registro cultural do mito, e de seus símbolos sagrados. Assim seja um Símbolo Sagrado do Virya, este signo será um limite semiótico que o virya deverá transitar e superar (a Runa, a Swástica). Muitos viryas, por desconhecimento, adoram ou rendem cultos à seus símbolos sagrados, caindo no erro de sacralizar estes símbolos, restando presos no contexto argumental, axiológico de seus mitos; se bem que o Símbolo Sagrado do Virya é por si mesmo conduzente a uma via gnóstica, corre risco o virya de cair enganado nos múltiplos tapasignos culturais edificados sobre eles pela Sinarquia Mundial (a dupla Esvástica). Se o virya não transcende sua Semântica morfológica estruturada em sua Semiótica, jamais poderá transcender o Registro cultural do mito e compreender a verdade metafísica que sustenta aos mitos hiperbóreos (Swástica Hiperbórea).

Por de trás dos mitos hiperbóreos, se acha a verdade metafísica das runas não-criadas e do Signo da Origem, das Estratégias dos Siddhas de Agartha e do Mundo Real do Virya Berserkr.

O virya deve transpor o mito, se não o consegue, é preso pelos seus limites ontológicos; será confundido, fascinado pelo Registro cultural do mito, não podendo compreender sua verdade metafísica. O virya simplesmente age assim por medo, porque seu EU está preso no sujeito consciente, animando a realidade de sua Ética psicológica, participando da vida cálida, e por mais que se identifique com os mitos hiperbóreos, sua carência de vontade, e especificamente, sua falta de valor (recordemos que o VALOR participa do Eu Infinito, e o virya no geral, está situado em seu Eu verdadeiro, e do mesmo não participa o VALOR, porque esta é uma qualidade do Eu Infinito, não do Eu verdadeiro), não lhe permite transcender o mito e compreender sua verdade metafísica. Seu sujeito consciente se refugia, escondendo-se em MÁSCARAS culturais sacras ou lúdicas, disfarces de si mesmo que não lhe permite adquirir VALOR INFINITO, única condição que se requer incorporar ao Eu si se pretende compreender noologicamente os mitos e seus símbolos sagrados, mais ainda quando estes mitos participam as RUNAS NÃO-CRIADAS. Esta ação do virya, confundido em seu sujeito consciente, que tem seu Eu olhando a Origem, que tem vontade, mas que carece de valor, é um drama que ele deverá responder. A visão a partir do anímico do mais terrível dos Signos Eternos, o Signo da Origem, e das três runas não-criadas, pelo virya perdido, é um fato que desencadeia uma tensão dramática em seu interior que põe ao virya em uma situação limite. Tal posição determinará seu destino, situação que deverá resolver, não animicamente, senão com seu Eu verdadeiro; se é o sujeito anímico quem o resolve, perderá toda a possibilidade, mas se é o EU que percebe com o sangue o Signo da Origem, poderá ingressar a uma

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ARQUÊMONA ODAL e a uma via gnóstica hiperbórea. Ao ter o virya perdido a visão, sem compreensão noológica do Signo da Origem, e ao cair sobre suas estruturas orgânicas e psíquicas suas forças não-criadas, sem estar elas preparadas adequadamente para compreender e sentir em seu sangue suas verdades metafísicas, cedo ou tarde, distanciará ao virya de sua verdade não-criada. O virya que não purifique seu sangue, sua psique não suportará o poder do Vril, da Mística heróica que emana destas verdades não- criadas, levando-o ao extravio e à confusão estratégica. Ainda devemos reconhecer que o virya neste estado, perdido pela falta de valor, sempre nesta situação, o sujeito consciente do pasú ou virya perdido tem em sua estrutura arquetípica uma ampla gama de tapasignos culturais (desígnios) que voltarão a registrá-lo em um arquétipo suporte, a religar a um símbolo sagrado da Sinarquia Mundial, à vida cálida da alma humana. Símbolos sagrados que o ligarão novamente ao macrocosmo, a seu coração cálido onde se aninham os Aspectos Amor, Beleza e Poder do Uno, de Maya, da Virgem da Dor, desígnios que permitirão que o virya, perdido e espantado pela percepção do Signo da Origem, possa reintegrar-se psiquicamente a seu microcosmo. O virya que não suporte a verdade dos Deuses de Agartha cairá nas mentiras que sustentam os argumentos arquetípicos dos Deuses Traidores, se estruturará definitivamente aos Planos dos Demônios da Matéria, se dissolverá sua vontade e valor na “paz e amor”, mas mentiras que predicam e sustentam os Sacerdotes Golen e a Sinarquia Mundial. Lamentavelmente, o virya, ao não ter seu sangue puro, jamais poderá suportar o olha do Signo da Origem e das três runas não- criadas, perdendo totalmente a oportunidade de sua libertação.

A Sabedoria Hiperbórea afirma: na PRIMEIRA INICIAÇÃO, o virya compreende a

Semântica noológica, com ela isola o EU, constrói sua ARQUÊMONA ODAL, imortaliza o EU, mas ele não garante a total libertação. Somente existe LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL ABSOLUTA quando as estruturas de seu microcosmo, que estão sob os desígnios dos Arquétipos e bijas dispostos pelo UNO, estruturados em sua memória arquetípica, esfera de sombra, em cada órgão em particular e no organismo em geral, são extraídas do poder do macrocosmo. Na Primeira Iniciação, o virya tem seu EU isolado e adquire a imortalidade do Eu, mas não é dono absoluto de si mesmo, ainda seu microcosmo segue dependente, preso aos Arquétipos macrocósmicos vigentes no espaço-tempo TRANSCENDENTE DO DEMIURGO. O virya, para libertar-se definitivamente dos enganos de Maya, para alcançar a eternidade do Eu, deverá completar sua Segunda Iniciação Hiperbórea; o virya alcança a imortalidade do Eu, mas deve reduzir a distância que separa o Eu verdadeiro do Selbst, da Eternidade. Para isto, deverá executar uma ação total de guerra sobre si mesmo, ação que consiste em dominar totalmente as estruturas dos centros anímicos que afirmam a Ética psicológica no microcosmo, conteúdos inconscientes em suas energias astrais, vitais e psíquicas.

A Segunda Iniciação Hiperbórea afirma definitivamente a eternidade do EU no

Selbst, e assevera no Virya Berserkr, Vontade absoluta, um Valor infinito. Na Segunda Iniciação, o virya transmuta sua Semântica em uma Ética noológica heróica, sua Vontade

absoluta afirmada em uma runa limitante, protetora, se transforma em PURO VALOR

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INFINITO, condição necessária para transformar sua runa limitante TIRODAL, na runa conduzente TIRODAL DA VITÓRIA.

Por isto, o Yoga Hiperbóreo propõe ao virya que ascenda a sua arquêmona ODAL, se arme, se invista como CAVALEIRO TIRODAL, para logo realizar a segunda ação iniciática, ato de guerra sobre si mesmo, que lhe permite na reversão gnóstica hiperbórea, tomar posse definitivo de seu MICROCOSMO, transmutar seu corpo em matéria Vraja, tema tratado no próximo capítulo.

Compreendendo este mistério iniciático, vamos revisar o compreendido.

Para alcançar tal propósito, a SABEDORIA HIPERBÓREA, propõe ao Iniciado virya desperto: primeiro, adquirir a compreensão gnóstica da Sabedoria Hiperbórea através do estudo dos Fundamentos Hiperbóreos de Nimrod de Rosário. Segundo, desenvolver sua “Graça Luciférica”, Mística que se alcança com a Ética noológica, ciência que se plasma com o domínio da Sabedoria Hiperbórea. Terceiro, a Ética noológica lhe permitirá dominar as runas não-criadas, e o virya desperto em posse delas, ascende à Pontônica e ao Yoga Marcial Hiperbóreo, ciência que lhe permite ascender rapidamente, heroicamente ao domínio de seu microcosmo e de seu sujeito anímico.

O virya deve despertar, e para isto, deve construir com o princípio do cerco e do Ângulo Reto contidos na Runa TIRODAL, sua PREPARAÇÃO GUERREIRA; preparação que lhe permitirá desenvolver as faculdades e os poderes necessários para derrotar aos Demônios do Labirinto. Esta ação deve ser realizada rapidamente (mistério da Perdiz); o virya deve acionar com as técnicas do Yoga Hiperbóreo, estas armas RÚNICAS dotarão sua vontade de um Valor infinito para poder propiciar em sua Segunda Iniciação a reversão gnóstica, ciência guerreira que lhe permite ser de Gelo e de Fogo. Para tal fim, o Virya Berserkr, com valor e decisão, deverá resolver o enigma de Jano, O MISTÉRIO DO LABIRINTO INTERIOR; se resolve este enigma, o virya é de Pedra, porta em si mesmo o poder do Gelo e do Fogo. Nesta ação estratégica, deverá atravessar a FENESTRA INFERNALIS, ingressar (atravessar a porta do Inferno e sair do Mundo de Ilusão, ingressando de costas ao ângulo Reto da arquêmona TIRODAL e situando-se no PONTO TAU) pelo vértice do ângulo Reto a protetora runa limitante ODAL, e neste espaço interior, buscar apoiar-se na coluna de sua Vontade absoluta representada no PONTO TAU. O Iniciado, cercado dentro da Runa Odal, chega ao PONTO TAU; com o Eu isolado e cercado sente seu Carisma e a Mística do Kairos Iniciático, adquire seu Eu os êxtases místicos aportados pelas treze runas, êxtases rúnicos que lhe faz duro como a pedra, é Vontade absoluta, recebe a Primeira Iniciação Hiperbórea.

O virya desperto, de coração de Gelo, é VONTADE ABSOLUTA; de sangue de Fogo, é VALOR INFINITO.

Seu Eu, na arquêmona interior, em seu Oppidum, dentro de sua construção noológica, é dono de seu tempo, seu Eu desperto é um sujeito atemporal; pois, se bem que seu microcosmo está dentro do tempo transcendente, seu Eu verdadeiro é livre da imanência (tempo imanente) dos argumentos culturais da Sinarquia Mundial. O virya

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alcança isolar seu Eu verdadeiro do macrocosmo, do ser, Consciência tempo transcendente do Demiurgo; alcança extrair seu Eu espiritual do ser temporal de seu sujeito consciente, faculdade noológica que lhe ortoga a máxima orientação gnóstica. O Virya Iniciado Hiperbóreo compreende a verdade de seu Espírito, e dentro dos limites da Runa Odal, ele é invencível, indestrutível. O virya descobre seu Eu verdadeiro, e pode compreender as ações de guerra que deverá executar para vincular-se carismaticamente com seu Eu Infinito e o Selbst, para alcançar sua total liberdade espiritual.

No cerco arquemonizado ODAL, o Virya Iniciado Tirodal se orienta, pelo êxtase rúnico das treze runas arquetípicas, os êntases rúnicos das três RUNAS ETERNAS, à Mística heróica emanada do Paráclito que sustentam os Siddhas de Agartha.

Em sua ARQUÊMONA ODAL, afirmado no PONTO TAU, coluna interior (Irminsul interior), o Eu do virya é Vontade absoluta, obtém pela graça de seu Espírito, excelência noológica. Isto o prepara para receber a força do Paráclito, graça que lhe permite compreender a ação de guerra que deverá executar se pretende ascender ao SELBST e à máxima orientação estratégica. O virya, neste instante absoluto, afirmado no PONTO TAU (êntase onde o Eu é uma coluna noológica, Vontade absoluta), vislumbra o vértice de um ângulo reto da Runa Odal, compreende em seu sangue gnosticamente a verdade eterna de si mesmo.

O virya com sua semântica e sua excelência noológica, visualiza o abismo (labirinto)

aterrorizador que o separa da Origem, vislumbra dentro da Runa Odal a porta ao caminho conduzente à Runa Tyr, runa que se complementa, unificando-se interiormente, com a Runa Odal, formando a runa não-criada do Kairos Iniciático, a Runa TIRODAL.

O virya compreende por sua honra e Graça Luciférica que pode e deve abrir uma

porta no vértice do Ângulo Reto da Runa Odal da TIRODAL, e ascender a um ponto conduzente que se afirma na Runa Tyr complemento da Runa Sagrada TIRODAL. Ele percebe noologicamente que por trás desta porta se acha o ponto conduzente da Runa Tyr, ponte que implica um risco, mas que é o único caminho à libertação. O virya vislumbra um raio de luz não-criado que descende da Runa Tyr, raio que porta um trovão, Canto orientador que o põe em ALERTA, e lhe adverte do valor que necessitará ter sobre seu Eu verdadeiro para sua libertação. A Runa Tyr da TIRODAL (ascendente dos viryas e

descendente dos Siddhas) se complementa formando a runa não-criada HAGAL (TIRODALHAGAL) que se projeta neste KAIROS, confirmando o olhar orientador dos SIDDHAS DE AGARTHA.

De tal modo, que a Runa Tyr, componente da Runa TIRODAL, se transforma, ao unificar-se o vértice da Runa Tyr da TIRODAL (a TIRODAL se transforma nesta ação de guerra, na runa conduzente TIRODAL DA VITÓRIA) e o vértice da TYR da não-criada runa HAGAL, na TIRODALHAGAL dos Siddhas de Agartha. Esta unificação das duas TYR no OCTÁGONO CENTRO TAU da Runa TIRODALHAGAL é a ponte noológica, a via conduzente (Escada Caracol do virya unificada com a Escada Infinita dos Siddhas) à

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Origem. Ponte que se estende sobre o Labirinto de Maya, ponte não-criada que permite atravessar o abismo aterrorizador, o espaço que separa o criado do não-criado, ao Eu do Eterno.

O virya desperto, no PONTO TAU da TIRODAL, compreende o mistério da Runa

Hagal, o virya vê o Plano, intui a ação que deverá realizar se pretende ascender à ponte conduzente da Runa Tyr da guerreira TIRODAL DA VITÓRIA. Para isto, tem que reverter- se de máximo VALOR, e ao mesmo se ascende, com a compreensão das três runas não-

criadas através da práxis do YOGA HIPERBÓREO.

O Guerreiro Iniciado Hiperbóreo, desde sua Runa Odal, compreende que deve

TRANSITAR o caminho INFINITO, sabe que deve sair do PONTO TAU e através do Mistério do Ângulo Reto ascender ao vértice ODAL da runa limitante e protetora TIRODAL.

Este ato de vontade e de puro valor transforma à runa protetora TIRODAL na conduzente TIRODAL DA VITÓRIA. Ao abrir a porta, ingressar e subir pela Escada Caracol ao ponto ou via conduzente TYR, da agora TIRODAL DA VITÓRIA, o virya ingressa a um corredor gnóstico que o transporta ao SELBST; no mesmo, fundamenta-se seu Eu Infinito. O Virya Iniciado Hiperbóreo sente em seu sangue seu EU INFINITO; o Eu verdadeiro, Vontade absoluta, percorre heroicamente a distância que o separa do Selbst e se vincula com seu Eu Infinito; o virya sente em seu sangue um VALOR INFINITO, incorpora o Vril. Como Cavaleiro Tirodal, toma suas armas não-criadas, se transmuta em um Virya Berserkr, ascende vitoriosamente ao Selbst e a Escada Infinita que o situará no centro não-criado OCTÁGONO TAU da não-criada runa HAGAL (difere o PONTO TAU do CENTRO TAU; o primeiro se situa na ODAL, reside no criado, e o CENTRO TAU na HAGAL, no não-criado).

A Runa Tyr ascendente dos Viryas Berserkr e a Runa Tyr conduzente, descendente, Raio Venusiano dos Siddhas de Agartha, a união entre elas no OCTÁGONO CENTRO TAU, formam a runa OCTÁGONO TAU HAGAL.

NO OCTÁGONO TAU HAGAL, O VIRYA BERSERKR SE TRANSMUTA EM ESPÍRITO-ESFERA, EM SIDDHA BERSERKR, ALCANÇANDO SUA LIBERTAÇÃO.

O VIRYA DESPERTA AO DESPERTAR. É VALOR INFINITO.

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OCTIRODAE BRASIL O VIRYA BERSERKR INGRESSA A TIRODALHAGAL. ASCENDE AO OCTÁGONO TAU DA não-criada runa HAGAL.

O VIRYA BERSERKR INGRESSA A TIRODALHAGAL. ASCENDE AO OCTÁGONO TAU DA não-criada runa HAGAL. É UM VIRYA BERSERKR E ALCANÇA SUA SEGUNDA INICIAÇÃO HIPERBÓREA.

O VIRYA ADQUIRE O VALOR PARA FAZER REALIDADE SUA REVERSÃO GNÓSTICA, SER UM SIDDHA BERSERKR, UM TULKU, PONTÍFICE MÁXIMO HIPERBÓREO.

Neste KAIROS DE GUERRA E DE VALOR, OS SIDDHAS projetam o mistério das runas não-criadas através da runa TIRODAL e da Runa Hagal; elas nos transmitem todo o poder e sabedoria que estão contidos nos Livros de Cristal de Agartha. Agora o virya compreende a ação a executar para receber a Segunda Iniciação. Se for realmente um

herói, valente entre os valentes, talvez tenha o poder para enfrentar sua Iniciação Berserkr,

e poder converter-se na Terceira Iniciação em um Siddha Berserkr.

DEVERÁ

ALCANÇAR O VIRYA BERSERKR PARA CONSEGUIR SUA SEGUNDA INICIAÇÃO HIPERBÓREA, INICIAÇÃO QUE TRANSMUTA SUA VONTADE EM PURO VALOR.

O OCTÁGONO

TAU

É

O

CENTRO

ESTRATÉGICO

HAGAL

QUE

O virya Iniciado Hiperbóreo é VONTADE E VALOR ABSOLUTO, pode agora

apoderar-se definitivamente do SELBST e regressar a ORIGEM; mas para isto, o virya

deverá transitar desde o criado ao não-criado, romper definitivamente com as algemas que

o tem atado ao MUNDO DA DOR. O Virya Iniciado Berserkr pode optar por sua libertação

total na Origem ou por sua reversão gnóstica, que é a ciência que lhe permite ser de Gelo

e de Fogo, resistir no mundo e cumprir com a missão que lhe assinalaram os Siddhas de

Agartha. Na reversão gnóstica cai, como um raio de luz não-criada, sobre as estruturas do

ser anímico dos sujeitos racional, cultural e consciente que compõem a alma do

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microcosmo. O virya se desloca taticamente sobre seus labirintos psicológicos, pelas estruturas arquetípicas de seu sujeito consciente, movendo-se com a máxima orientação estratégica, plasma nas energias psíquicas as RUNAS NÃO-CRIADAS; elas deixarão cair sobre os chakras superiores o poder do VRIL. No Vril atuam as runas, elas afirmam sua máxima orientação absoluta; sua vontade adquire o VALOR necessário para destruir, resignar os bijas de sua memória arquetípica, das estruturas criadas, de sua Ética psicológica, apoderando-se definitivamente o EU ETERNO de sua libertação, revertendo e liberando o NÃO-CRIADO DO CRIADO.

Este processo do despertar permite concretizar a libertação do EU na forma inversa ao proposto pela ciência sinarca, de acordo às pautas estratégicas contidas no YOGA HIPERBÓREO.

A SABEDORIA HIPERBÓREA propõe ao virya neste Kairos poder atuar decididamente sobre as estruturas anímicas do microcosmo; para isto, nos proporciona a práxis da Pontônica noológica contida na ciência mágica do YOGA HIPERBÓREO, técnicas guerreiras hiperbóreas com as quais o virya poderá romper com os desígnios macrocósmicos que determinam seu microcosmo.

Esta técnica de libertação constrói seu desenvolvimento inversamente ao yoga sinárquico. O Guerreiro Sábio parte inicialmente desde o ESPIRITUAL, com sua VONTADE, e sob a guia de um VIRYA INICIADO NESTA ARTE HIPERBÓREA. O virya atua magicamente, com o poder das RUNAS NÃO-CRIADAS e de seu VRIL, realiza a operação gnóstica que lhe permite primeiro, isolar o Eu (Primeira Iniciação Hiperbórea) e segundo, ascender às suas armas, as runas não-criadas, situando-se no Eu Infinito e no Selbst. O virya ascende a sua Segunda Iniciação Hiperbórea, tem o poder em suas mãos das runas não-criadas; com elas pode RESIGNAR, DESTRUIR os bijas e as mandalas, os desígnios ônticos estruturados nos chakras pela VOX do Demiurgo, ascendendo à Segunda Iniciação Hiperbórea.

Para isto, o virya, com a precisão de um cirurgião, deverá executar cada TÉCNICA RÚNICA HIPERBÓREA corretamente, de acordo ao instruído pelo INICIADO ou PONTÍFICE HIPERBÓREO. O Guerreiro Sábio deve compreender especificamente as diferenças essenciais entre as treze runas arquetípicas e as três runas não-criadas. A estas diferenças o virya as distingue em sua Segunda Iniciação, quando o Virya Berserkr, Guerreiro Sábio, há DESPERTADO AO DESPERTAR.

Estas capacidades espirituais lhe permitem distinguir definitivamente a seus aliados e inimigos, tanto no racial, no cultural, como no espiritual. O Guerreiro Sábio iniciado na Semântica noológica da gnose hiperbórea adquire sabedoria e compreende perfeitamente que as trezes runas arquetípicas mais as três runas não-criadas, suas Éticas noológicas, atuam protegendo, fortalecendo ao guerreiro, são forças mágicas protetoras de seu Eu Infinito. As treze runas arquetípicas tem um poder em si mesmas, permitem ao virya desperto isolar o Eu, cercá-lo, amuralhá-lo dentro da Runa Odal, o dotam das armas para acometer contra a SERPENTE, ação de guerra que busca cortar as cabeças dos inimigos que se interpõem no caminho de sua libertação. As treze runas arquetípicas, sua

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Semântica noológica, a Semiótica depositada em seus signos ou grafias, coincidem carismaticamente com estados interiores, onde cada uma delas possui uma significação axiológica no marco da Ética Hiperbórea. Outra compreensão se desenvolve com respeito as três runas não-criadas, nestas se institui uma Semântica noológica (transpõe a Semiótica) dentro de uma Ética noológica guerreira, a qual coincide carismaticamente com a Pontônica noológica e um Kairos Iniciático dos Siddhas de Agartha. A Sabedoria Hiperbórea afirma: as treze runas arquetípicas estão incrustadas no labirinto como entes infinitos, indicando o caminho, o movimento gnóstico que deve realizar o virya para ascender a sua máxima orientação estratégica, perspectiva espacial oblíqua que permite ao Eu ter a visão do Selbst e das três runas não-criadas. O Signo da Origem e as três runas não-criadas se percebem através do êntase rúnico e do Vril; somente se ascende aos mesmos, quando o virya compreende as trezes runas arquetípicas e suas sete vias gnósticas mais uma de libertação. As treze runas arquetípicas permanecem dentro da realidade, estão situadas como faróis de luz não-criada orientando ao virya no LABIRINTO EXTERIOR, enquanto as TRÊS RUNAS NÃO-CRIADAS transcendem os limites axiológicos do labirinto exterior, elas estão situadas fora do tempo, são atemporais, participam do Infinito, é um raio de luz não-criada proveniente mais além de Vênus, estão sustentadas pelos Siddhas de Agartha, seu poder provém da ORIGEM.

Estas três runas não-criadas se manifestaram e manifestam sempre na História, no marco transcendental de uma ação de guerra, uma Estratégia Racial ou Psicossocial dos Siddhas de Agartha. Atuam sobre a consciência coletiva, sobre a raça, o Espírito racial ou nacional. Elas geraram no mundo o aparecimento de fatos históricos, políticos e sociais, fenômenos culturais, espirituais hiperbóreos, onde estas três runas não-criadas se manifestaram através das treze runas arquetípicas, criando com elas as vias gnósticas hiperbóreas, Estratégias de libertação espiritual. A estas runas não-criadas, o Virya Guerreiro Sábio, as percebe sempre no marco de um Kairos Iniciático coletivo ou racial, onde a premissa Ética fundamental na qual se afirma o virya é o viril, heróica e guerreira. As runas aparecem no mundo em um Kairos Iniciático, ação de guerra que permite unir a ponte infinita, a Estratégia dos Viryas Berserkr, com o olhar estratégico dos Siddhas Leais, afirmar um Mundo Real onde seja real a libertação espiritual de uma raça. Quando elas se manifestam, geram, produzem um aceleramento das macroestruturas, instituem a modificação radical da História, gerando a partição do tempo, a emergência do não-criado no criado. Estas runas não-criadas são CONDUZENTES, modificadoras, transmutadoras do ser individual e da consciência racial, ativam os Arquétipos que coincidem com seus poderem no mundo, utilizando seu espaço-tempo, introduzindo, nos mesmos, suas faculdades noológicas, poderes com os quais se modifica a realidade arquetípica dos espaços de significação. Onde elas atuam se elimina o Signo da Dor, introduzindo no mundo a visão do Signo da Origem e do GRAL.

As runas são indeterminadas pelo infinito atual, cada uma tem sua própria linguagem; no mundo criado, as runas são as forças que desencadeiam no virya o poder que o transmuta em um Guerreiro Construtor, forças que se representam nos símbolos do Escudo e da Espada. Estas runas de proteção são as forças que dotam ao Eu verdadeiro

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do poder proveniente do Eu Infinito, e das armas com as quais poderá descer nas obscuridades mais profundas de si mesmo, ingressar ao inconsciente, à esfera de sombra, e resignar a quadrangularidade ontológica, afirmando nela a angularidade rúnica. Ao ingressar com as runas não-criadas, e desintegrar a esfera de sombra cortando-lhe a cabeça da serpente (desígnio serpente), a espada e o escudo se transformam em tridente

e lança; o virya, caçador de serpentes, adquire os poderes do Virya Berserkr, caçador de

Dragões. O virya, ao desintegrar o labirinto interior e esclarecer sua esfera de sombra, ao

emergir à esfera de luz é pura luz não-criada, sua VONTADE ABSOLUTA é Gelo/Pedra e seu VALOR INFINITO é Pedra/Fogo, poderes com os quais o Virya Berserkr pode ir atrás do Dragão e destruir o labirinto exterior (desígnio caracol).

As armas protetoras (escudo e espada) se transformam em armas conduzentes (tridente e lança) com as quais se pode destruir a quadrangularidade ontológica e afirmar a angularidade noológica da Runa Odal. As runas são as forças que nos permitem conscientizar a esfera de sombra, destruir as obscuridades mais profundas de si mesmo, iluminando os caminhos do terror do labirinto interior, quer dizer, com as runas não-criadas se elimina o inconsciente animal, o ser pasú. Com as runas não-criadas e suas forças noológicas, o Eu é vontade e valor, supera o maior terror, e com seu poder destrói a esfera de sombra, se desloca a esfera de luz e afirma a Runa TIRODAL DA VITÓRIA; como Guerreiro Berserkr, tem o poder para ascender por sua escada ao OCTÁGONO TAU HAGAL, ao SELBST e a esfera Ehre.

Os Siddhas de Agartha afirmam sua assistência ao Homem Runa desde o não- criado, manifestando suas vontades absolutas através da Runa Hagal, estrela Vênus que sempre está fixa no firmamento indicando o caminho, o caminho de retorno à Origem. Da vontade dos Senhores de Vênus se manifesta a Runa Sieg, raio verde de luz não-criada,

que vai do não-criado ao criado rasgando os mil véus de Maya; assim, desce a Runa Sieg

à ordem criada como raio de luz que se solidifica em uma pedra verde, que tem inscrita

sobre ela a Runa Tyr. Os Viryas Guerreiros Sábios devem olhar Vênus (Runa Hagal) e capturar a pedra verde (Runa Sieg), apoderar-se da espada sábia incrustada em sua entranha (Runa Tyr). Com o poder da Runa Tyr, se arma o Virya Berserkr como um Guerreiro Construtor, e com sua espada talha a pedra verde, construindo nela a Escada Caracol e Infinita por onde ascenderão à Origem os Viryas Berserkr. A runa determina a individualização absoluta do Virya Berserkr, e o virya na Pontônica é Verdade absoluta de

sua runa não-criada, verdade que revela ao Eu o real de si mesmo. O virya Berserkr Cavaleiro Tirodal é um ser guerreiro que não teme nada e nem ninguém; o Guerreiro Sábio na Pontônica Hiperbórea é um runa, é um Homem Runa.

As runas não-criadas, em um Kairos de guerra (existem kairos diversos; este Kairos

é de guerra e valor), instituem a emergência da Swástica Hiperbórea na superestrutura

cultural macrocósmica; em seu arado universal, este símbolo não-criado produz uma ACELERAÇÃO DAS MACROESTRUTURAS E DO TEMPO TRANSCENDENTE, ação centrífuga que impulsiona os Arquétipos às enteléquias, ação centrípeta que abre no tempo transcendente do Demiurgo uma fenda, introduzindo através dela um espaço-tempo rúnico atemporal, permitindo aos viryas deste kairos a visão do SIGNO DA ORIGEM e de

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sua Mística guerreira. Ações que permitem isolar, cercar um espaço de significação noológica dentro dos espaços demiúrgicos, criarem uma ponte livre dos desígnios macrocósmicos e do poder dos Arquétipos macrocósmicos do Demiurgo (mistério estudado no livro segundo “Dos Livros de Cristal de Agartha e sua Sabedoria Hiperbórea”, contido no tema: A Swástica e a aceleração das macroestruturas), afirmando nesta ponte o poder das trezes runas e das vias gnósticas hiperbóreas. Estas runas arquetípicas e suas vias gnósticas têm sempre sobre si mesmas, sobre sua Semiótica noológica, às runas conduzentes não-criadas, Runa Hagal, Runa Sieg e Runa Tyr. Runas emanadas do SIGNO da ORIGEM, runas não-criadas dos Siddhas de Agartha que alteram o tempo e aceleram o giro dextrógiro e levógiro, criando uma fenda e ingressando pela mesma, um espaço de significação noológico por onde desce as treze runas e as runas não-criadas, projetando o Mundo Real dos Siddhas de Agartha; ação de guerra que modifica os Arquétipos psicóideos, desencadeando as sete vias gnósticas mais uma de libertação espiritual. Estas três runas não-criadas partem o tempo, descem as treze runas arquetípicas; elas geram as condições estratégicas (fenômenos psicossociais, culturais, políticos, místico-filosóficos) que preparam um espaço VITAL dentro das macroestruturas, por onde se desencadeará finalmente o PODER DAS RUNAS NÃO-CRIADAS E DO SIGNO DA ORIGEM, poder que afirma a ação dos Pontífices Máximos Hiperbóreos (Messias Imperial) e a guerra total ao Demiurgo O Uno e a Sinarquia Universal.

Estas runas não-criadas portam um segredo que somente compreendem os viryas quando recebem a Segunda Iniciação Hiperbórea e se transformam em Viryas BERSERKR, segredo que se baseia na distorção do espaço, na intersecção de planos e no domínio do tempo. Daremos uma definição segundo a Sabedoria Hiperbórea: a projeção exterior do Símbolo da Origem é o misterioso Signo da Origem, do qual se deriva por deformação e mutilação, entre outros, a Swástica Hiperbórea. O SÍMBOLO DA ORIGEM é sustentado pelos Siddhas de Agartha, dele se deriva o SIGNO DA ORIGEM; sua manifestação, a SWÁSTICA, produz a aceleração das macroestruturas, giros levógiros e dextrógiros do espaço-tempo, permitindo que se desencadeiem as três runas não- criadas e as treze runas arquetípicas. O produto desta ação é a mutação de uma raça e a libertação espiritual, racial, do povo ou nação que está sob a Mística de seu kairos (na quarta parte do Yoga Hiperbóreo: “As Três Cabeças do Dragão” desenvolveremos este mistério).

A compreensão profunda que ortoga a Segunda Iniciação Hiperbórea, prepara ao guerreiro (agora sábio) para compreender a Ética noológica Hiperbórea e o inicia na arte da guerra. Ética guerreira que se estrutura sobre valores axiológicos que contém significações qualitativas muito oblíquas. Estes valores têm edificado sobre si mesmo uma ação de guerra cuja finalidade é esfriar o coração, matar o ser animal racional, ao pasú interior. A compreensão da Sabedoria Hiperbórea, de seus Fundamentos, nos transmuta interiormente, libertando-nos das Éticas psicológicas e de suas morais convencionais. O virya, com a Ética noológica destrói as linguagens edificadas na Semântica psicológica (própria do pasú e do virya adormecido), língua que é o fundamento estrutural da memória arquetípica ou razão. A razão, sua Semiótica contida na memória arquetípica, se baseia

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em desígnios ontológicos estruturados nos bijas e Arquétipos na quadratura da esfera de sombra, determinados pelo desígnio caracol. Na esfera de sombra, estes desígnios são representados no sujeito racional e sujeito cultural por signos matemáticos e grafema (números e letras), pelos modelos das linguagens culturais representados pelo desígnio serpente. Em resumo, a memória arquetípica está formada pelos números (os 10 Arquétipos macrocósmicos) e letras (os 50 bijas), signos componentes de todas as linguagens da Kalachakra. Mais além de seus relevos culturais emergentes, invariavelmente se baseia na repetição constante do mesmo; mais além de suas significações culturais, ele se repete infinitamente. Por isto, é importante modificar a

Semântica psicológica própria do pasú, suas linguagens arquetípicas jamais permitirão que

o virya desperte, se oriente a uma Ética noológica. O estudo da Sabedoria Hiperbórea

permitirá ao guerreiro resignar a Semântica psicológica e a Ética psicológica, e incorporar uma linguagem não arquetípica, uma Semântica noológica baseada nas runas não- criadas, significações não arquetípicas que permitirá pensar como um Virya Berserkr. Linguagem que deve estruturar o Eu sobre o sujeito consciente, com o qual se resignam

os Arquétipos sustentadores dos mitos e fantasias (estruturas arquetípicas do inconsciente) que sustentam o modo de vida do homem adormecido, a Ética psicológica do pasú. O virya, com o poder da Semântica noológica, com a GNOSE que ortoga a Sabedoria Hiperbórea, descobre seu Eu verdadeiro e ascende à Ética noológica, se transmuta em um guerreiro, um soldado do eterno, vive ao modo de vida estratégico de um Virya Berserkr, alerta e desperto ao despertar.

O homem buscador eterno da verdade é um soldado do Espírito, guerreiro amante de seu sangue e solo, de sua pátria que o viu nascer, anseia ver a verdade e exercer com ela a justiça. Seu solo desperta em seu sangue uma nostalgia de uma Pátria Original, de um passado onde o solo refletia o Infinito e seu sangue a Origem. Este homem desperto se reencontrou com seu solo e sangue, percebe neles o reflexo do Signo da Origem, descobre com seu Espírito determinados símbolos infinitos (manifestações criadas das runas não-criadas e das treze runas, como são determinadas geografias, OPPIDUM naturais, objetos culturais) que ortogam ao Eu a máxima ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA que o situa e o orienta ao SELBST.

Com seu Eu Eterno dentro de sua ARQUÊMONA ODAL, o virya afirma definitivamente a Ética noológica, incorpora em seu Espírito para sempre o Signo da Origem, o que verdadeiramente ele é, um Virya Berserkr.

Na Segunda Iniciação Hiperbórea (ação que desenvolveremos no próximo capítulo),

o virya se converte, se transmuta em um homem verdadeiro, guerreiro absoluto livre de todo medo e temor, compreende nesta ação de guerra a Verdade absoluta de si mesmo e

o mistério de SUA LIBERTAÇÃO, ascende DESPERTO AO DESPERTAR. Ser sério nesta

vida é de um Guerreiro Berserkr. O homem comum, ordinário, como o ser coletivista e gregário que é, está totalmente adormecido, perdido, e longe de seu Eu verdadeiro, mais ainda de seu Eu Infinito. Por isto, o virya unicamente em sua Segunda Iniciação, superou a

Semântica psicológica, edificou uma Semântica noológica com a qual pode entender, escutar em seu sangue o Canto dos Siddhas Leais, compreender o poder das TRÊS

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RUNAS NÃO-CRIADAS. As runas não-criadas e a Semântica noológica plasmam em seu Espírito a Ética noológica, esta lhe dota de um Valor infinito com o qual o virya constrói sua Escada Caracol, ascendendo a seu EU INFINITO, ao SELBST, sofrendo uma mutação para um Virya Berserkr decidido a batalhar contra o Dragão.

As runas não-criadas desencadeiam o Vril, este pode dota ao virya das capacidades noológicas que lhe permitem suportar tudo, vencer a dor, o temor, o medo anímico; estas debilidades da alma criada já não formam mais parte de seu ser, o virya é só VALOR e HONRA. As runas não-criadas plasmam na VONTADE do virya um VALOR INFINITO, uma ação de oposição estratégica onde o Eu verdadeiro incorpora em seu sangue a Mística heróica de seu EU INFINITO. O Virya Berserkr situado no Selbst empreenderá uma ação total de guerra, a REVERSÃO GNÓSTICA, ação que lhe permite neste mundo atuar contra o macrocosmo, os Demônios do Labirinto e o Demiurgo, opondo-se como um Guerreiro Sábio, duro e firme às ações da “Fraternidade Branca Universal” dos Siddhas de Chang Shambalá, seguindo as indicações dos Siddhas de Agartha. O virya que se decide tomar suas armas e marchar ao combate total contra o criador de sua alma criada, e criador do mundo criado, consegue a Segunda Iniciação Hiperbórea. A Sabedoria Hiperbórea propõe para concretizar a Segunda Iniciação, uma ação de guerra total contra as forças do KALY YUGA e a LOJA BRANCA; nesta ação está a MÁXIMA HONRA. Nesta Segunda Iniciação, o virya deve ser um guerreiro de Kristos-Lúcifer, de Apolo, de Wotan, e para isto, deve ter VALOR ABSOLUTO para aprender a dar MORTE A SUA PRÓPRIA MORTE, DAR MORTE À SERPENTE E AO DRAGÃO.

“O VIRYA QUE VENCE O MEDO E O TEMOR, É VONTADE E VALOR, COMPREENDE A MORTE, E É ETERNAMENTE LIVRE NA ORIGEM MAIS ALÉM DA MORTE.”

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SEGUNDA PARTE: VALOR

A ÉTICA NOOLÓGICA DO YOGA RÚNICO HIPERBÓREO

A SEGUNDA INICIAÇÃO HIPERBÓREA

NA PRIMEIRA INICIAÇÃO, O VIRYA ASCENDE AO SEU EU VERDADEIRO E COMPREENDE SEU LABIRINTO INTERIOR. NA SEGUNDA INICIAÇÃO, O VIRYA DESPERTO, DESPERTA AO DESPERTAR E DESENVOLVE SUA FACULDADE DE ANAMNESE, SABER QUE O ARMA CAVALEIRO TIRODAL, UM VIRYA BERSERKR, PODER COM O QUAL PODE DESINTEGRAR A ILUSÃO DO LABIRINTO EXTERIOR.

O Iniciado Hiperbóreo ascende à Segunda Iniciação se transforma com sua Semântica noológica, a Ética psicológica em pura Ética noológica, adquirindo as qualidades gnósticas do Guerreiro Sábio Hiperbóreo.

Na Segunda Iniciação Hiperbórea a Vontade absoluta se converte em puro Valor infinito.

O virya compreende semanticamente a Sabedoria, estrategicamente adquire a Ética noológica, ação que lhe permite desenvolver as qualidades próprias do Virya Berserkr. Qualidades que são imprescindíveis para poder ascender, com a Ética noológica, à Pontônica noológica do YOGA HIPERBÓREO.

Na Segunda Iniciação Hiperbórea, a Vontade absoluta se transforma em puro Valor infinito; e o virya marcha armado como Cavaleiro, Guerreiro Sábio, para a sua libertação. Instrui-se e prepara para enfrentar em um combate final às obscuras forças do Kaly Yuga. Para a Sabedoria Hiperbórea, o virya é iniciado na Segunda Iniciação Hiperbórea quando coincide sua Vontade absoluta com o Centro Carismático, o Mundo Real dos Siddhas de Agartha. O Centro Carismático se desenvolve quando um virya é designado pelos Siddhas Leais como o Vínculo Carismático, e é iniciado nos sagrados mistérios dos Livros de Cristal de Agartha. O virya que é eleito deve ser digno da maior honra. Reunir em si mesmo as maiores qualidades noológicas, seu sangue possuir o mais alto grau de pureza, vontade e o valor para levar a cabo a missão que o darão os Siddhas de Agartha. Esta condição ÉTICA se estabelece unicamente quando um virya sente em seu sangue o chamado dos Siddhas Leais, e se orienta carismaticamente ao verbo não-criado dos camaradas de Agartha. Com o Vínculo Carismático (primeiro entre iguais), com sua vontade e valor, tem em suas mãos o poder para concretizar as metas e os IDEAIS propostos pelos Siddhas Leais, e transmiti-lo ao conjunto de todos os viryas despertos que coincidem estrategicamente com a Mística do Vínculo Carismático. A conjunção de vários viryas despertos gera um poder de Vontades absolutas que faz possível a visão da runa ASSINALADA no KAIROS INICIÁTICO. Runa que neste Kairos participa da sagrada TIRODAL e sua não-criada TIRODAL DA VITÓRIA.

Esta coincidência carismaticamente se dá em forma sincrônica em um KAIROS DE GUERRA E HONRA entre os Siddhas de Agartha, o Pontífice (Nimrod de Rosário) e um

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conjunto de viryas despertos que está sob a Mística da Virgem de Agartha. Nesta ação, os viryas (hoje de todo o mundo) coordenam com o Vínculo Carismático uma Estratégia de ação psicossocial, cujo objetivo ou meta está determinado pelo Kairos de honra: resistir e combater ao inimigo, representado pelos Siddhas Traidores de Chang Shambalá, a Fraternidade Branca e sua Sinarquia Mundial. Para que esta ação de guerra seja realidade, o virya deve conseguir esgrimir sobre si mesmo a máxima pureza em seu sangue astral e possuir excelência noológica. Estas qualidades propõem a prática do Yoga Hiperbóreo, elas se manifestam quando os viryas despertos estão constelizados ou inspirados por uma RUNA NÃO-CRIADA. Os viryas, pela graça de suas Vontades absolutas, orientadas para o infinito, criam uma dupla construção: um Oppidum interior ODAL e uma Praça exterior TIRODAL. Esta dupla construção metafísica se unifica em uma ESCADA CARACOL, sistema real que permite obter a máxima Verticalidade noológica, elevação que lhe possibilita ter uma perspectiva OBLÍQUA (internamente, o Eu situado no Oppidum, está elevado sobre o sujeito consciente, obtém uma visão total do sujeito anímico) de todo o labirinto. Elevação interior do Eu por sobre as estruturas anímicas, e exterior representada no CENTRO CARISMÁTICO, E SUA PRAÇA LIBERADA, Castrum cercado do tempo do macrocosmo, o qual permite e consolida o olhar dos Siddhas Leais. Neste Kairos, o olhar dos Siddhas Leais e o valor dos viryas despertos que coincidem nesta Estratégia, transforma a runa limitante TIRODAL na runa conduzente TIRODAL DA VITÓRIA, emergindo o Signo da Origem e a Swástica, e nela se manifesta a presença da Runa Hagal dos Siddhas de Agartha.

O INICIADO HIPERBÓREO EM PRESENTE COMPREENSIVO pode comprovar que ao longo da História os contextos culturais hiperbóreos sempre estiveram regidos por uma runa não-criada específica. Quando nos referimos a uma runa determinada, a Sabedoria Hiperbórea afirma: todo processo histórico onde triunfou o régio, o aristocrático, a Mística guerreira, o mistério do Sangue e do Solo, a cultura do Espírito, este e está sustentado por uma runa não-criada e o SIGNO DA ORIGEM.

Se analisarmos nossa História, comprovaremos que mais além do que foi projetado pela Sinarquia Mundial sobre os fenômenos culturais das civilizações hiperbóreas, criticando, defenestrando estas brilhantes culturas do Pacto de Sangue, sempre é possível apreciar nelas a ação do Símbolo da Origem.

Devemos compreender o que se entende por uma RUNA NÃO-CRIADA, porque alguns viryas sofrem a degradação histórica que realizou a Sinarquia Mundial sobre este mistério, e por isto, padecem de um DALTONISMO GNOSEOLÓGICO. Estes viryas caem na crença equivocada de que uma runa se deve perceber morfologicamente, semioticamente, como um signo ou símbolo. Esta percepção que se localiza no sujeito consciente, jamais permitirá ao virya ver a verdade metafísica que se encontra mais além da estrutura Semântica e Semiótica de uma runa não-criada. Todas as runas são não- criadas, são manifestações noológicas espirituais dos Deuses de Agartha, é parte essencial de uma Mística transcendente que provem do não-criado, e que no criado se traduz semanticamente em uma linguagem hiperbórea. Por isto, neste ponto estudaremos a Ética noológica.

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Nos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea de Nimrod de Rosário, se acha a máxima compreensão Semântica e Semiótica das runas não-criadas, mas somente se ascende a esta verdade na Pontônica Hiperbórea, Iniciação Rúnica que nos permite traduzir a runa na Ética noológica.

Tendo em conta esta afirmação, o virya deve compreender que de acordo ao marco estratégico no qual tiveram que atuar as runas não-criadas, elas se estruturaram no mundo em diferentes Éticas, mas sempre dentro do régio, do nobre e do aristocrático. Estas Éticas noológicas sempre se manifestaram através de diferentes vias gnósticas, mas quando sua ação estratégica esteve marcada pelas três runas não-criadas, a orientadora Runa Hagal, a poderosa Runa Sieg e a força da runa da guerra TYR, sua ação se desencadeava através das outras artes coletivas psicossociais hiperbóreas de mutação racial: a Política, a Arquitetura e a Guerra. Para demonstrá-las tomemos um exemplo: o marco histórico da HÉLADE, da Grécia JÕNICA E DÓRICA, o contexto estratégico se estabeleceu dentro de um cerco Ético espiritual, onde as runas atuantes, suas significações noológicas se estruturaram em duas linguagens que fundamentaram a história desses povos e das culturas hiperbóreas. Nestas Estratégias, os Siddhas de Agartha projetaram com estas Raças Hiperbóreas duas artes mágicas, nas quais plasmaram o SIGNO DA ORIGEM e as runas não-criadas. As mesmas consistiam na arte da PEDRA TALHADA e no segredo de forjar ARMAS DE GUERRA. Estas Estratégias desencadearam por sua vez duas grandes Estratégias no fim da Idade do Bronze e início da Idade do Ferro. A arte de forjar ARMAS DE GUERRA (Runa Tyr) permitiu desencadear uma Ética guerreira, viril e heróica com a qual se teve total domínio da ARTE DA GUERRA, Artes guerreiras que conseguiram sua máxima excelência na Idade Antiga, na ESPARTA DÓRICA e na ROMA IMPERIAL. Dele nasce a linguagem épica e heróica, o qual instituiu uma Ética aristocrática cavaleiresca e heróica dentro da Idade Antiga, que se transladou a todas as culturas hiperbóreas do Pacto de Sangue na Idade Média, Moderna e Contemporânea. Os mitos hiperbóreos que vêm com estas raças (mitologia Greco- Romana, posteriormente mitologia germana) portando esta Ética, foram as bases das culturas do Pacto de Sangue e da Muralha Atlante-mediterrânea. Estratégia que teve seu ápice heróico com o retorno de Navutan na Segunda Guerra Mundial. Esta arte iniciática teve seu início na história épica narrada na Ilíada e na Odisséia do poeta Homero, no mistério da Guerra de TRÓIA, sistema real artificial, Escada Infinita que permitiu a descida dos Siddhas de Agartha e a guerra total contra os povos do Pacto Cultural. Devemos esclarecer que a Ilíada e a Odisséia, onde se narram a guerra de Tróia e as aventuras de Odisseu (Ulisses) para retornar a sua pátria, mitos épicos descritos por Homero, são relatos poéticos que em seus contextos históricos se acham os Registros culturais que nos permitem compreender noologicamente o mistério da Atlântida. Quer dizer, estes poemas são um Símbolo Eterno, suas estruturas morfológicas têm incorporadas em suas narrativas as três runas não-criadas e o Signo da Origem. O virya Iniciado duas vezes, Guerreiro Berserkr, com sua faculdade de anamnese pode abrir estes Registros culturais, este mistério. Podem compreender na narrativa da guerra de Tróia a existência de significações muito oblíquas, espaços que lhe permitirão transitar desta história à compreensão gnóstica da guerra que gerou a divisão entre os Deuses e o afundamento da Atlântida.

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Os Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea explicam: existindo dois sistemas reais de igual contexto arquetípico histórico, neste caso duas histórias bélicas, mas além das diferenças cronológicas existentes em seus espaços de significação, existe um nexo axial, um núcleo transitivo, uma ponte dimensional que permite ao virya passar, cruzar espacialmente de um Registro cultural a outro, de uma história à outra, seja fisicamente (construindo um sistema real, uma Escada Caracol) ou com a INTELECÇÃO NOOLÓGICA de sua FACULDADE DE ANAMNESE. Quer dizer, na Ilíada e na Odisséia se pode ver em seus argumentos narrativos, especificamente nas significações mais oblíquas, o que ocorreu e ocasionou a guerra entre os Deuses que culminou com o afundamento da Atlântida. De tal maneira que o Virya Iniciado Hiperbóreo tem o poder para passar por estes contextos históricos, ingressando pelo Sistema Real Emergente, neste caso a Guerra de Tróia, e transladar-se por um nexo conectivo, ponto noológico, ao Sistema Real Referente, neste caso a guerra que deu fim a Atlântida, podendo abrir este segundo contexto histórico (Registro cultural) e compreender toda a verdade histórica do Registro cultural e dos fatos históricos. É importante para o Virya Iniciado Hiperbóreo entender que a Ilíada e a Odisséia são poemas épicos construídos sobre a runa SWÁSTICA, são um Sistema Real Artificial HIPERBÓREO, desencadeado na História Antiga pelos Siddhas de Agartha, e responde às táticas de OPOSIÇÃO ESTRATÉGICA desenvolvidas na Idade Antiga. Sua estrutura contextual tem incorporados princípios noológicos onde se podem perceber as verdades hiperbóreas baseadas nas técnicas do PRINCÍPIO DO CERCO E DA MURALHA. Nestas significações mais significativas do argumento narrativo da Ilíada e da Odisséia, se acham os símbolos sagrados hiperbóreos, símbolos que nos transmitem todo um poder metafísico que se estrutura na ÉTICA HERÓICA plasmada neste Registro histórico. A partir desta história narrada pelo poeta Homero, se estruturou uma Ética noológica guerreira e heróica em todas as raças do PACTO DE SANGUE dos Siddhas de Agartha, Ética guerreira que mudaria para sempre a História. Sobre ela se educou toda uma Época de Ouro, onde prevaleceu nas culturas do Pacto de Sangue a Ética heróica, instituída pelo combate homérico. Os líderes se regiam pela Lealdade, Honra, Valor e Heroísmo.

Exatamente igual aconteceu com o aparecimento da Estratégia construtiva da arte da PEDRA TALHADA, ciência estruturada pelos Siddhas de Agartha que deu início ao aparecimento da Arquitetura clássica, CIÊNCIA LÍTICA DOS DEUSES que sustentam na runa HAGAL. Suas técnicas construtivas estão baseadas nas runas não-criadas, na Arquitetura hiperbórea das Proporções Eternas, sabedoria entregue pelos SIDDHAS LEAIS às raças brancas indo-germânicas. Estas construções portam suas estruturas a excelência noológica dos Sábios Construtores Hiperbóreos, eles incrustaram nestas arquiteturas o SIGNO DA ORIGEM e uma imagem do GRAL. Os templos gregos são construções que nos permitem transitar a um passado onde o mistério da vida se edificava sobre a excelência Ética; sua arquitetura se baseava em uma ciência eterna, ORIENTAVAM ESTRATEGICAMENTE AO VIRYA À ORIGEM. Os templos gregos e romanos eram sistemas reais, Escadas Caracol que se unificaram com a Escada Infinita dos Deuses Olímpicos, criando uma PONTE METAFÍSICA por onde se manifestavam o

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SIGNO DA ORIGEM e as TRÊS RUNAS NÃO-CRIADAS, construções hiperbóreas que afirmavam o MUNDO REAL dos Siddhas de Agartha.

Todos os viryas, ao ver estas duas artes (BÉLICO E LÍTICO HIPERBÓREO) plasmadas no mundo pelos Deuses de Agartha, podem por INDUÇÃO NOOLÓGICA

voltar a recordar, ver fora, nestes entes gravados no Signo da Origem, afirmando dentro o que está fora; esta é a finalidade que cumprem estas artes, sistemas reais Hiperbóreos, construções que permitem ao virya despertar e voltar a recordar a Origem eterna do Espírito Não-Criado.

O mistério da Pedra Talhada e o segredo de forjar Armas de Guerra dos Siddhas de Agartha nos permitem escutar e compreender a Língua dos Pássaros (Runa Sieg). Seu Canto orientador permite aos Viryas Berserkr desenvolver neste Kairos as Estratégias Hiperbóreas que afirmem no mundo o Signo da Origem e o Símbolo Sagrado do Virya. Os Siddhas de Agartha sempre estão presentes, e suas táticas de guerra marcaram uma história que nos permite compreender o verbo dos Siddhas de Agartha. Os Pontífices Máximos em suas ações de guerra ergueram Estratégias baseadas nas Vias Gnósticas Hiperbóreas, linguagens guerreiras, heróicas e viris que afirmam a Ética noológica do CAVALEIRO e da DAMA HIPERBÓREA. O Virya Berserkr, com sua faculdade de anamnese e seu Valor infinito, tem o poder que lhe permite transladar-se aos Registros culturais históricos onde as arquiteturas portavam um significado oculto, mágico, que se achava, por exemplo, nas construções Megalíticas da Idade da Pedra ou do Bronze; ou histórias como a guerra de Tróia que nos leva a compreensão da Ética heróica que portavam os guerreiros espartanos e troianos da Idade Antiga.

O virya Iniciado Hiperbóreo que desenvolveu sua faculdade de anamnese, tem em suas mãos as armas para romper com os tapasignos culturais que se acham nestes registros históricos. O Guerreiro Sábio Hiperbóreo têm as capacidades gnósticas com as quais se podem ver e compreender estas Estratégias Hiperbóreas.

Estas qualidades noológicas se adquirem na Segunda Iniciação Hiperbórea, nela, o virya compreende o FIO RÚNICO com o qual se constroem estas duas grandes Estratégicas Hiperbóreas. O Virya Iniciado Hiperbóreo pode viajar fisicamente ou noologicamente sobre os Registros culturais, e compreender a verdade que se acha disposta no segredo da Pedra Talhada, origem da Arquitetura clássica, e na fabricação de Armas de Guerra, origem das artes guerreiras. Nomeamos estes dois Registros históricos, porque eles modificaram para sempre as realidades culturais e espirituais dos povos hiperbóreos das Estratégias do PACTO DE SANGUE.

Estas duas artes, sustentadas pelo Signo da Origem, mudariam para sempre a História da Humanidade. Primeiro, as Raças Hiperbóreas resistiriam eternamente ante os povos do Pacto Cultural, e segundo, fazendo recuperado o Signo da Origem e as runas, estas raças se manifestariam em toda a História através das Estratégias Hiperbóreas. As Éticas régias, aristocráticas dos povos das raças indo-germânicas ou indo-européias sustentaram durante toda a História a via gnóstica rúnica de OPOSIÇÃO ESTRATÉGICA.

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Estudo que analisamos profundamente no texto dos Livros de Cristal de Agartha, a Sabedoria Hiperbórea. Técnicas construtivas e bélicas que permitiram instruir aos viryas na arte da construção de Oppidum exteriores em forma de templos hiperbóreos, e táticas de guerra com as quais os guerreiros do Pacto de sangue conquistaram toda a Europa.

A ÉTICA NOOLÓGICA restabelece a função régia, guerreira, e sua Pontônica, a construção de sistemas reais, Escadas Caracol, PONTES metafísicas que unificam os vínculos carismáticos entre os Guerreiros Sábios e os Deuses Leais através do Signo da Origem e da Runa Hagal.

A Runa Hagal confirma o Pacto de Sangue e Honra entre os viryas e os Deuses; com ela se manifesta a dupla Sieg, Escada Infinita, emanando do raio VERDE de luz não- criada a guerreira Runa Tyr. É neste Kairos Hiperbóreo onde os viryas escutam o chamado

dos Deuses, o Canto dos Siddhas Leais, e se ORIENTAM ESTRATEGICAMENTE À ORIGEM. Eles recitam sua proposta estratégica de libertação espiritual, nos instruem, nos orientam em sua Ética noológica, a qual nos transporta à Pontônica noológica da Sabedoria Hiperbórea, à suas SETE VIAS GNÓSTICAS MAIS UMA DE LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL. Neste Kairos, um conjunto de viryas carismaticamente orientados ouvirá o chamado dos Deuses, poderão escutar suas Místicas e compreenderão a missão encomendada. Esta ação afirma o despertar ao despertar nos viryas, os quais recebem dos Deuses (por seus méritos) a ciência das runas não-criadas. Neste Pacto de Honra e de Lealdade é quando os Siddhas Leais entregam as runas aos viryas despertos, afirmando neste ato nesta Estratégia, o Mundo Real dos Siddhas de Agartha. A runa protetora ODAL (a ODAL se constrói com a dupla SIEG), a conduzente Runa Tyr (com a dupla TYR se constrói a HAGAL) e a orientadora Runa Gibur (a GIBUR deriva da SWÁSTICA), são as armas do Cavaleiro Tirodal (com elas se constrói Tirodinguiburr), poderes que são sempre assinalados aos viryas, Heróis de Pedra, que pretendem retornar

à PÁTRIA, Origem do seu Espírito Não-Criado. O Ponthos noológico se plasma, se afirma,

quando o virya compreende o Signo da Origem e a ação da runa não-criada HAGAL, ortogada pelos Siddhas leais aos viryas despertos. Esta runa confirma o pacto de Sangue

e Honra que se estabelece entre os Homens de Pedra e os Deuses de Agartha.

Os Viryas Berserkr neste Pacto recebem em suas mãos a Runa Tyr (runa da arte da guerra) e a Runa Odal (runa da arte lítica, do cerco estratégico), ciência dos viryas despertos, e a Runa Gibur (runa da orientação estratégica); com elas se constrói a runa conduzente TIRODINGUIBURR. Estas runas não-criadas, manejadas conscientemente pelos viryas, Guerreiros Sábios Construtores, dentro de um Kairos Hiperbóreo, permitem- lhes resolver o Mistério do LABIRINTO INTERIOR, ascendendo aos viryas à Primeira Iniciação. Com a Semântica noológica e o poder da TIRODINGUIBURR são resolvidos os enigmas do LABIRINTO EXTERIOR, seus caminhos de ilusão são destruídos, resignados,

e com eles, o SIGNO DA DOR, ação que permite ao Iniciado Hiperbóreo ser mais forte que

a morte e a dor.

Livre do Signo da Dor, o virya compreende o Signo da Origem e a Runa Hagal, o mistério dos Siddhas de Agartha, vislumbra o engano edificado na realidade de Maya,

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estruturado na macroestrutura cultural do macrocosmo, no labirinto exterior. O Guerreiro Sábio Iniciado Hiperbóreo, em sua Primeira Iniciação vence o temor, o medo, é Vontade absoluta, resolve seu labirinto interior, afirma em seu Eu Eterno o Espírito da Ética noológica, adquire a vontade e o valor para ascender à Segunda Iniciação Hiperbórea, para enfrentar o labirinto exterior.

Na Segunda Iniciação, os viryas, resolvendo os mistérios de Ariadna e de Jano, têm em suas mãos a ciência rúnica da ARTE LÍTICA com a qual podem construir PRAÇAS LIBERADAS e afirmar um CENTRO CARISMÁTICO. Análogo a isto, sincronicamente em seu interior, os viryas adquirem as capacidades gnósticas para a construção (sobre as bases do seu Eu verdadeiro) de uma ÉTICA NOOLÓGICA que substitui a Ética psicológica e sobre ela, constroem seu Oppidum interior ODAL. De tal maneira que a máxima ciência que inspiram os Siddhas Leais aos viryas despertos se instrui na arte de construção de Oppidum e Praças Liberadas, arte hiperbórea que permite reconstruir o PONTHOS NOOLÓGICO entre o não-criado dos Siddhas de Agartha e o cerco infinito, espaço isolado, amuralhado, em uma Praça Liberada pelos Viryas Iniciados Hiperbóreos. Desde suas Praças amuralhadas, os viryas cresceram historicamente no espaço vital e estabeleceram frentes de combate, retomando, sempre que o kairos se manifesta, a Guerra Essencial contra as forças obscuras do Kaly Yuga.

Assim, sucessivamente na História, se foram manifestando contextos históricos hiperbóreos, suas Éticas noológicas se plasmaram dentro de uma ação estratégica determinada pelos Siddhas de Agartha e seus Pontífices Máximos. Éticas guerreiras contidas na linguagem que propunha as runas não-criadas; elas e suas místicas desenvolveram histórias épicas heróicas que desencadearam brilhantes Kairos Hiperbóreos em toda a História. A Sabedoria Hiperbórea sustenta que o direito a Segunda Iniciação Hiperbórea se ganha quando se cria um CENTRO CARISMÁTICO, uma Praça Liberada e se desenvolve uma ação total de guerra contra os povos do Pacto Cultural. Estas Estratégias dos Viryas Berserkr, em cada contexto histórico que se desenvolveram nas sucessivas Estratégias ao longo da História, cada fenômeno cultural régio hiperbóreo se edificou sobre uma estrutura Ética política, social e cultural, cuja finalidade essencial foi eliminar de seus espaços e tempos o Signo da Dor, afirmando em seu lugar o Signo da Origem e as Runas Eternas. Estratégias que guiaram aos Pontífices Máximos em suas ações de guerra, dotando-lhes de máxima ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA com a qual contra-atacaram as táticas destrutivas dos povos do Pacto Cultural e da Sinarquia Mundial.

Estas Estratégias, desde o início da Guerra Essencial, sempre se atualizaram, concatenando uma com a outra, e em cada história de libertação sobre a runa atuante se constrói, se plasma a seguinte, de tal maneira que desde a descida da primeira runa não- criada, o Símbolo da Origem, representado na Swástica, a partir dela, emergiu as trezes mais três runas eternas. Elas atuaram, implantaram em todos os ESQUEMAS HISTÓRICOS ou sistemas reais culturais, em todos os contextos históricos régios, épicos, heróicos, onde a Ética do Cavaleiro Aristocrático, guerreiro do Espírito, prevaleceu por sobre as morais monacais do Pacto Cultural. Desde o primeiro momento (tetrarque) em que se originou a descida das Raças Hiperbóreas ao criado, as runas sempre atuaram,

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foram o FIO RÚNICO com o qual se teceu a trama do tecido histórico que pode sustentar na História os Símbolos Eternos. Esta ação construtiva permitiu a descida do Senhor da Orientação Absoluta, o Galhardo Senhor da Guerra, Navutan. Com sua chegada se desencadeou o kairos dos nacionalismos do século XX e afirmou o mistério da Gnose Hiperbórea, segredo que foi revelado por Nimrod de Rosário nos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea. Análogo a esta situação histórica dentro do marco de ação de uma Estratégia PSICOSSOCIAL, exatamente igual acontece no Espírito do virya, em seu MICROCOSMO. Em cada descida de um Guerreiro Hiperbóreo ao mundo de Maya, a esta ordem criada, o virya vai incorporando as RUNAS NÃO-CRIADAS EM SEU SER NOOLÓGICO. O Virya Iniciado Hiperbóreo, neste Kairos atual instituído pelos Siddhas de Agartha, tem em si mesmo A VISÃO das trezes mais três runas não-criadas; elas devem ser incorporadas em seu ser noológico. O guerreiro tem que ser, neste Kairos que anuncia

o princípio do fim da História, como Wotan, ter a vontade, o valor e o arrojo para lançar-se

à batalha e apoderar-se das runas não-criadas.

Por isto, as Estratégias espirituais e culturais hiperbóreas no mundo, sempre foram ganhando espaço vital, porque em cada Estratégia Hiperbórea as runas se vão somando, concatenando, e com seu FIO RÚNICO se vai tecendo a TRAMA RÚNICA que ao longo da História permitiu ao virya compreender onde se encontra o inimigo e quem são os representantes dos poderes obscuros do Kaly Yuga, que neste mundo tratam por todos os meios possíveis de manter a humanidade inteira na dor, na miséria, na pobreza e na ignorância.

O poder destas Estratégias dos Siddhas Leais foi crescendo sistematicamente nesta História. Por exemplo, vemos que desde o início da História, as runas estiveram presentes, sejam como ciência Hiperbórea de Libertação Espiritual ou como linguagens referentes, guias espirituais estruturados nas sete vias gnósticas. Linguagens culturais que em seus contextos se manifestou a trama rúnica dos Siddhas de Agartha, os Símbolos Eternos que permitiram retomar ao virya a orientação estratégica. Estas linguagens Hiperbóreas, estruturadas nas sete artes ou vias de libertação, permitem encurtar as distâncias entre o virya e a Origem, cercá-lo estrategicamente, situá-lo, aproximá-lo a um kairos no qual é possível compreender o Segredo do Labirinto e ascender à sua libertação espiritual.

As runas não-criadas desde a primeira Estratégia Hiperbórea estiveram presentes, elas guiaram a ação de guerra dos Cro-magnons e dos povos do Pacto de Honra com os Atlantes Brancos. No princípio, o fio rúnico do kairos foi a MARCHA, uma busca, um movimento estratégico; posteriormente se afirmaram no mundo do Demiurgo, ampliando seu raio de ação de guerra. O fio rúnico foi tecendo uma trama rúnica, nesta trama se plasmaram as runas em Estratégias que permitiram a construção de CIDADES AMURALHADAS; logo se transformaram estas tramas no tecido rúnico que permitiram a construção de poderosas CIDADES-ESTADOS, poderosos reinos guerreiros, onde a Ética noológica era épica, heróica, régia e aristocrática. À medida que a guerra se fazia mais sangrenta, o poder das runas ia se entrelaçando, e o fio rúnico foi tecendo tramas que se ligaram entre si em um emaranhado rúnico; suas uniões constituíram o tecido rúnico que hoje portam em suas investiduras os Símbolos Eternos e as sete vias gnósticas

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hiperbóreas mais uma de libertação espiritual. Este tecido rúnico realizado pelos Siddhas de Agartha com as runas não-criadas, afirmou as Estratégias guerreiras que foram abarcando estrategicamente, à medida que a guerra se fazia mais sangrenta, um maior espaço vital, e a MARCHA se converteu em CIDADES AMURALHADAS, e estas CIDADES em ESTADOS, logo em REINOS, chegando a máxima construção com os IMPÉRIOS HIPERBÓREOS.

A máxima manifestação desta Estratégia foi a ROMA IMPERIAL na Idade Antiga. Na Idade Média, se restabelece com o SACRO IMPÉRIO ROMANO-GERMÂNICO no ocidente e o Império de GENGIS KHAN OU MONGOL no Oriente. Assim sucessivamente,

o fio rúnico se foi tecendo até chegar à idade Moderna e Contemporânea aos ESTADOS NACIONAIS e aos NACIONALISMOS HIPERBÓREOS.

A Sabedoria Hiperbórea define: o virya ascende a um Kairos Iniciático quando seu modo de vida se rege pela VIA ESTRATÉGICA e pela ÉTICA NOOLÓGICA, isto afirma em sua conduta a Ética régia do Cavaleiro Aristocrático, do CAVALEIRO TIRODAL HIPERBÓREO. Com estas condições, si cumpridas internamente, os Cavaleiros Tirodal ascenderão à Ciência noológica da Sabedoria Hiperbórea, ciência que lhe permite construir Praças Liberadas, Castrum, no marco da Guerra Essencial. Esta ação exterior afirma no homem seu OPPIDUM INTERIOR e a compreensão do Signo da Origem. O virya desde seu Oppidum, revestido como Cavaleiro Tirodal, compreende o Símbolo da Origem

e adquire a vontade e o valor para resignar o Signo da Dor, MATAR A MALDITA ILUSÃO

DO LABIRINTO. Sua ferramenta é a GRAÇA LUFICÉRICA, poder que ingressa no virya quando se situa no EU INFINITO, na Verdade absoluta de si mesmo. Ele sente em seu sangue o FOGO FRIO que emana do VRIL, com o qual esfria, converte em pedra (gelo) seu coração. O virya Homem de Pedra propicia sua própria Guerra Essencial contra seu inimigo interior, sua alma, seu ser condicionado, a VOX do UNO dentro do microcosmo, e

o inimigo do labirinto exterior, o macrocosmo. Se o virya tem Ética noológica, se tem em

seu Espírito vontade, sentido de sacrifício, a capacidade para suportar a maior das dores,

a força para dobrar seus desígnios, poderá sair das piores adversidades e derrotar sua

alma, dobrar os limites ontológicos de seu microcosmo. O virya desperto se possui estas qualidades noológicas, têm Espírito, um Eu Eterno e o poder para triunfar, para ascender ao KAIROS INICIÁTICO QUE O TRANSMUTARÁ EM SIDDHA BERSERKR.

Agora, o que se entende por Ética noológica a partir da perspectiva do Yoga Hiperbóreo?

Indubitavelmente, quando estudamos a Semântica noológica para poder compreender desde o sujeito consciente a Semiótica que está construída sobre a morfologia arquetípica de uma runa, devemos apelar a Sintaxe lógica. Tema que estuda e desenvolve NIMROD de ROSÁRIO no TOMO VII “TIRODINGUIBURR: O SÓMBOLO SAGRADO DO VIRYA”, e que tem continuidade no tratado DOS LIVROS DE CRISTAL DE AGARTHA, especificamente no tema que estamos desenvolvendo, o YOGA HIPERBÓREO. Esta postura racional do virya perdido jamais lhe permite INFERIR NOOLÓGICAMENTE sua RUNA, simplesmente porque seu EU não tem a SUFICIENTE

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PUREZA ESPIRITUAL ao estar seu sujeito anímico CONTAMINADO pela ÉTICA PSICOLÓGICA, de tal maneira que a razão ainda participa da cálida vida burguesa que o aquece cotidianamente seu angustiado coração.

Por isto, a Sabedoria Hiperbórea afirma: os guerreiros têm o direito a compreender as runas não-criadas, seja com a Semântica noológica Hiperbórea, o verbo sábio dos Viryas Berserkr ou, seja através da práxis da Pontônica noológica e sua ciência: o YOGA RÚNICO HIPERBÓREO.

A este direito eterno se ascende se participam da ÉTICA NOOLÓGICA, se esta prevalece no interior do virya desperto, em seu ser, sobre a Ética psicológica.

A ÉTICA NOOLÓGICA está sustentada pela VONTADE ABSOLUTA do EU VERDADEIRO, se desenvolve quando o virya ingressa à Runa Odal, quer dizer, provém,

emana da Runa Odal (arquêmona ODAL); mas o VALOR INFINITO é a maior qualidade noológica, somente se adquire na Segunda Iniciação Hiperbórea. O Valor infinito provém das runas SIEG e TYR, e ao serem runas não-criadas que participam do NÃO-CRIADO, provém o Valor infinito do NÃO-CRIADO, do INFINITO, não participa esta qualidade do Eu verdadeiro, se não que do EU INFINITO. De tal maneira, que somente o virya situado em seu EU INFINITO incorpora em seu sangue a maior qualidade noológica que se desencadeia sobre o Iniciado Hiperbóreo, o VALOR INFINITO. Aqui subjaz o maior mistério, o VALOR INFINITO ingressa no sangue quando se incorporam as verdades não- criadas das runas não-criadas TYR e SIEG, com as quais o Cavaleiro Tirodal sente emergir em seu sangue um poder proveniente deste Valor infinito, força noológica que a Sabedoria Hiperbórea denomina VRIL. Este poder é parte do EU INFINITO e reveste ao Guerreiro Sábio com a COURAÇA VRIL, armadura que portavam os guerreiros na Atlântida, que lhe ortoga o maior VALOR HERÓICO. A energia Vril provém do NÃO- CRIADO, do EU INFINITO (análogo a esfera EHRE) do VIRYA DESPERTO; é uma força noológica com a qual se destrói o medo, o temor, e ortoga o poder às ENERGIAS VITAIS

E PSÍQUICAS para poder executar DANÇAR AS RUNAS NOOLÓGICAS, técnicas

contidas na ciência iniciática do YOGA MARCIAL HIPERBÓREO com as quais o virya é

um Guerreiro do Eterno.

Esta ciência noológica ortoga o poder ao virya da Couraça Vril e lhe dá o domínio

da espada de Wotan e o tridente de Netuno (armas não-criadas), poder com o qual o Eu

rompe a estrutura do sujeito cultural e consciente, a divide em duas, abrindo uma abertura por onde penetra o Raio de Vênus, luz não-criada que ilumina, esclarece a esfera de sombra do virya, o inconsciente. O VRIL aporta uma energia à força volitiva denominada VALOR. Podemos afirmar que o que é do VRIL É DO VALOR, e o que é do VALOR É DO VRIL. O VRIL afirma o VALOR, desencadeia no virya desperto um poder que o ingressa ao Oppidum interior Odal e arma ao Cavaleiro Tirodal, o transmuta em guerreiro sábio livre do medo e do temor, próprio do Eu psicológico. O guerreiro com estas armas não-criadas pode empreender o caminho à Segunda Iniciação Hiperbórea, iniciação que em forma particular permite-lhe manejar conscientemente as estruturas do microcosmo, do sujeito consciente, dominar a serpente; analogamente, junto a seus camaradas (iguais),

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desencadear uma ofensiva contra as estruturas do macrocosmo, contra o poder das forças obscuras do Demiurgo (o sujeito consciente no microcosmo é análogo ao Aspecto Consciência ou Poder do macrocosmo).

OS SIDDHAS DE AGARTHA propõem: o virya deve adquirir EXCELÊNCIA NOOLÓGICA, para isto deve estar disciplinado, descontaminado dos agregados psicológicos, livre de seus sujeitos anímicos, e o domínio destas estruturas arquetípicas nos permitirá, na reversão gnóstica, apoderarmos do microcosmo. O virya, com seu EU cercado e em pleno domínio de suas energias vitais, psíquicas e astrais, é um Guerreiro Sábio, vence o Signo da Dor e se afirma no Signo da Origem. Em conjunção carismática e sincrônica com os viryas que coincidem com o CENTRO CARISMÁTICO (MUNDO REAL que afirmam neste Kairos os Siddhas de Agartha) neste KAIROS, empreenderão as ações de guerra pertinentes que lhes permitam pôr um limite às forças sinistras do Kaly Yuga.

É importante compreender que se o virya não coincide com o CENTRO CARISMÁTICO do Kairos Iniciático, perderá orientação estratégica e deixará de divisar as runas não-criadas, com o qual não perceberá a Praça Liberada; a razão disto, é o medo e o temor, significa isto, estar CONTAMINADO pela ILUSÃO do mundo da DOR.

A Sabedoria Hiperbórea afirma: a razão pela qual um virya não coincide com o Centro Carismático do Mundo Real dos Siddhas de Agartha, baseia-se na confusão estratégica que padece seu Eu perdido, extraviado nos conteúdos anímicos do sujeito consciente. Sua falta de valor se deve a perda de sua pureza espiritual, o qual o adormece nos encantos de Cirse, no “paraíso terreno”, distanciando ao Eu verdadeiro da VISÃO do SELBST e sem o Selbst, o Virya não possui o VRIL, não sente o OLHAR, o CANTO, o CLA-MORT que desde a ORIGEM lhe reclama o EU INFINITO.

Por mais que se que se possua a ciência hiperbórea, o homem fora do KAIROS resta sozinho, e com o tempo, cedo ou tarde (se não é um Virya Berserkr) será preso pela Consciência imanente do tempo transcendente do Demiurgo. A diacronia do tempo transcendente, seu fluir na consciência do virya, dissolverá seu cerco Odal, e será capturado pela espiral de um labirinto cultural, será fagocitado pelos Arquétipos culturais da superestrutura cultural macrocósmica. O VIRYA, POR MAIS ESFORÇO VOLITIVO QUE REALIZE, SE ESTRUTURARÁ NAS ÉTICAS PSICOLÓGICAS LÚDICAS OU SACRALIZANTES, PELO COLETIVO, SEU TENDÃO DE AQUILES (SEGREDO DO ÂNGULO RETO) SERÁ ATRAVESSADO PELA FLECHA DO CUPIDO, DA DOR/AMOR QUE O AFIRMARÁ NOVAMENTE AO MUNDO, À VIDA CÁLIDA.

Se não tem seu Eu situado no Eu Infinito e no Selbst, não sentirá no SANGUE O VRIL, será novamente vítima do veneno da serpente ou da fome do Dragão.

Esta é uma realidade, o homem deve vincular-se carismaticamente com seus camaradas, sozinho dificilmente resistirá. Ele deve afirmar-se no KAIROS em seu Centro Carismático, se não suas colunas cairão, se desmoronarão. Os limites protetores do cerco

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ODAL deverão ser fortalecidos, o virya dentro do Kairos ganhará fortaleza, orientação estratégica, ela lhe permitirá encurtar as distâncias que o separam da ORIGEM. Se ele fica atrasado estrategicamente por falta de orientação, seu cerco amuralhado perderá o sentido retilíneo, verticalidade e suas quatro colunas cairão; portanto, os vértices dos ângulos retos perderão angularidade caindo no curvilíneo, no símbolo Sagrado do Pasú: A ESPIRAL. A Runa Odal perderá sua arquitetura noológica e o virya perderá a visão do Ângulo Reto, seu cerco ODAL se transformará novamente em um quadrado, cairá na quadrangularidade de sua esfera de sombra, será o Eu tomado novamente pelos Arquétipos do sujeito consciente. Sobre os limites retilíneos de seu cerco ODAL se irão edificando, elevando os sistemas reais culturais que irão lentamente minando sua Muralha Estratégica, afirmando os símbolos sagrados do pasú; a runa perderá sua conformação noológica e se deformará, virará uma ESPIRAL. A Ética noológica afirma e confirma a Runa Odal e o cerco TIRODAL, quando o guerreiro desafia e estabelece uma hostilidade essencial aos Demônios da Matéria, e os enfrenta em uma guerra sem quartel, a morte, onde o virya deve dar tudo, inclusive sua vida, porque está em jogo sua eternidade, sua libertação e a de seus camaradas.

Os SIDDHAS DE AGARTHA incrustam as runas não-criadas nas artes maiores quando as mesmas se manifestam em um Kairos Iniciático, esta ação de guerra foi gerando fenômenos culturais que têm o poder de atuar contra as estruturas do pacto Cultural e do Kaly Yuga. O virya desperto pode distinguir na Arquitetura, na Política ou na arte da Guerra estes símbolos eternos hiperbóreos. Ver estas estruturas livres das premissas culturais do Eu psicológico, nos permite por indução noológica compreender, com o Eu verdadeiro, que em sua estética ou Ética brilha o Signo da Origem, poder que tem a faculdade orientadora. Sabedoria que potencializa no inconsciente coletivo da raça ou nação, em sua cultura particular, os signos e os símbolos eternos hiperbóreos. Signos que permitem ao virya dar-se conta, despertar ao despertar, conhecer o Signo da Dor e saber como liberá-lo para desraigá-lo definitivamente do SANGUE e do SOLO, de seu POVO, de sua NAÇÃO, de sua PÁTRIA.

Assim como na Primeira Iniciação ele descobre a origem de seu Espírito Não- Criado, e compreende que ele não provém desta evolução grotesca, que ele não é esse primata pitecantropos, esse hominídeo evoluído, se não que é um Espírito Eterno em um microcosmo, assim na Segunda Iniciação ele deverá compreender que ele não está só, ele é parte de uma Estratégia de libertação psicossocial, de uma raça de Espíritos Hiperbóreos que desceram ao mundo como HOMENS DE PEDRA, para colocar fim ao Signo da Dor e combater aos Siddhas Traidores ao lado dos Siddhas de Agartha na Batalha Final.

Na Segunda Iniciação, ele tem o valor para despertar ao despertar, reconhece as guerras que desde o início travaram no mundo seus camaradas de Agartha. Guerra da que ele é agora parte, que reconhece que está dentro e que se desencadeia fora, representada fora pela Estratégia que desenvolveram nas artes maiores hiperbóreas, artes que lhe abrem o inconsciente, lhe permitem RECORDAR A ORIGEM ETERNA DE SEU ESPÍRITO NÃO-CRIADO.

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A ORDEM DOS CAVALEIROS TIRODAL, fundada por seu PONTÍFICE MÁXIMO

NIMROD DE ROSÁRIO, hoje DE AMÉRICA E ESPANHA, propõe neste novo KAIROS anunciado pelos Siddhas de Agartha e pelo nosso camarada, sustentar até a morte a luta contra a Sinarquia Mundial e as sinistras forças do KALY YUGA. A mesma se vivencia internamente quando a Mística do Paráclito, fixa pela VIRGEM DE AGARTHA, toca nosso EU verdadeiro, nos comove e nos guia ao Espírito Eterno, à Verdade absoluta de si mesmo e a verdade não-criada da realidade infinita. O virya sob a Mística do Paráclito, protegido pelo poder da Runa Odal, se investe de cavaleiro Tirodal, e tem a responsabilidade de prosseguir com a Estratégia de guerra iniciada desde o princípio da História. Kairos Iniciático que agora está nas mãos estratégicas dos Viryas Berserkr de toda AMÉRICA E ESPANHA, e que depende do valor que em seu Espírito tenham os camaradas de todo o mundo.

O VIRYA DESPERTO PODE, PELA GRAÇA ETERNA DE SUA VONTADE INFINITA, FAZER PROPÍCIA DENTRO DE SI MESMO A GALHARDA ÉTICA NOOLÓGICA. A PARTIR DELA, CONSTRUIR SEU OPPIDUM INTERIOR E PARTICIPAR JUNTO COM SEUS CAMARADAS NESTE KAIROS, NA CONSTRUÇÃO DE PRAÇAS LIBERADAS.

A ORDEM DOS CAVALEIROS TIRODAL DE AMÉRICA E ESPANHA TEM O

COMPROMISSO DE LEVAR A CABO ESTA MISSÃO, E NELA ESTÁ A VITÓRIA DESTE

KAIROS DE HONRA.

OS VIRYAS NOVOS DE AMÉRICA E ESPANHA, HOMENS DE PEDRA, DE VONTADE DE FOGO E CORAÇÃO DE GELO, DEVEM CONCRETIZAR ESTE OBJETIVO TRANSCENDENTAL PARA A ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA DE TODOS OS CAMARADAS DO MUNDO.

A SABEDORIA HIPERBÓREA NESTE KAIROS ORTOGA AOS GUERREIROS SÁBIOS O YOGA HIPERBÓREO, CIÊNCIA DOS SIDDHAS DE AGARTHA. ARTE TRANSCENDENTE QUE PERMITE AO VIRYA PLASMAR AS RUNAS NÃO-CRIADAS SOBRE SUA ÉTICA NOOLÓGICA. ARTE INICIÁTICA QUE TRANSMUTA AO VIRYA DESPERTO EM UM GUERREIRO BERSERKR, SITUANDO-O ESTRATEGICAMENTE NA REVERSÃO GNÓSTICA, ANTE A POSSIBILIDADE REAL DE TRANSMUTAR SEU CORPO EM MATÉRIA VRAJA.

O YOGA HIPERBÓREO afirma: a Ética noológica está construída sobre a Honra e a

Lealdade do virya, ele deve traduzir estes nobres conceitos sobre si mesmo, em VONTADE e VALOR, qualidades que se necessita para ajustar-se estritamente às normas Éticas que se exigem para alcançar a EXCELÊNCIA NOOLÓGICA no domínio do Yoga Hiperbóreo. Esta Arte Rúnica Hiperbórea afirma: unicamente os viryas que tem a suficiente DISCIPLINA, que realizem o melhor ESFORÇO e possuam a maior DUREZA, poderão alcançar a VONTADE e o VALOR que são imprescindíveis para chegar à VITÓRIA.

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A Segunda Iniciação se concretiza quando o Virya Iniciado Hiperbóreo transmuta sua VONTADE ABSOLUTA em puro VALOR INFINITO, o virya DESPERTA AO DESPERTAR.

em puro VALOR INFINITO, o virya DESPERTA AO DESPERTAR. A REVERSÃO GNÓSTICA DO VIRYA BERSERKR A
em puro VALOR INFINITO, o virya DESPERTA AO DESPERTAR. A REVERSÃO GNÓSTICA DO VIRYA BERSERKR A

A REVERSÃO GNÓSTICA DO VIRYA BERSERKR

A reversão gnóstica é a reintegração do virya ao seu Espírito Eterno, regresso a seu ser noológico, ciência de libertação que o transmuta em um Espírito-esfera, em um Siddha Berserkr. Na reversão gnóstica do Yoga Hiperbóreo, o guerreiro afirmado no Eu Infinito retorna sobre si mesmo e corta a cabeça da serpente e do Dragão.

O virya caçador de serpentes se converte em um Deus caçador de Dragões.

A REVERSÃO GNÓSTICA HIPERBÓREA é a máxima ciência do Yoga Ocidental. Estudaremos tecnicamente sua ação estratégica, com esta ciência de libertação se alcança a liberdade total do Espírito Eterno aprisionado à ordem material.

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Quando se executa tal ação iniciática? O que desencadeia e permite a reversão gnóstica?

Resposta: esta ação iniciática se desencadeia quando o virya se situa na Segunda Iniciação Gnóstica Hiperbórea, quer dizer, o virya deve ter recebido sua Primeira Iniciação Hiperbórea e marcha decididamente em busca de sua Segunda Iniciação. Esta ação o situa ante a possibilidade de gerar a reversão gnóstica. Mas devemos esclarecer que tal ação de guerra é totalmente estratégica, se realiza quando o Virya Iniciado Hiperbóreo decide combater com todo seu poder as tenebrosas forças do Kaly Yuga e sua Sinarquia Universal. Podemos afirmar que a reversão gnóstica é uma ação que se desencadeia durante a Segunda Iniciação Hiperbórea, é uma Estratégia que o virya pode optar nesta instância iniciática.

O Eu verdadeiro se orienta com a sagrada TIRODINGUIBURR no labirinto interior, ingressa com a Estratégia do CERCO e o Segredo do ÂNGULO RETO à sua ARQUÊMONA ODAL, e incorpora em seu sangue os êxtases rúnicos das trezes runas arquetípicas. O virya se situa em seu Eu verdadeiro e se afirma em sua coluna no PONTO TAU de sua arquêmona ODAL, afirmado nesta coluna noológica se arma CAVALEIRO TIRODAL, recebe a Primeira Iniciação Hiperbórea. Dentro de seu cerco ODAL, se isola das estruturas de seus sujeitos anímicos de seu microcosmo, visualiza as runas não- criadas HAGAL, TYR e SIEG, compreende a sagrada SWÁSTICA e o SIGNO DA ORIGEM. O Virya Iniciado Hiperbóreo está desperto, seu coração de gelo e seu sangue de fogo sentem o poder, as forças gnósticas provenientes das runas não-criadas, o VRIL, o FUROR BERSERKR, um VALOR INFINITO, ingressam em seu sangue e o dotam do maior poder, de ser um Virya Berserkr. O Vril é a fúria germânica, pretoriana, que o leva à busca do labirinto exterior, armado com o escudo de Atenas, a espada de Wotan e o tridente de Netuno, ingressa ao labirinto exterior para dar morte aos inimigos que evitam sua libertação; encontra o caminho (o monarque do tetrarque), a via conduzente que lhe permite transitar armado como Cavaleiro Tirodal ao labirinto exterior. Nesta ação de guerra total consegue despertar ao despertar, se vincula carismaticamente com seu Eu Infinito e o Selbst, concretiza sua ação de guerra e consegue a eternidade do Eu no Infinito.

O Virya Berserkr situado no Selbst é Valor infinito, livre do labirinto visualiza a Origem, sente o chamado dos Siddhas de Agartha, sabe que o único verdadeiramente REAL para o virya é o mundo do Espírito, a Origem. Mas nesta situação, o virya deve decidir se opta por sua libertação definitiva na Origem, ou assume a responsabilidade de lutar neste mundo pela libertação de seus camaradas, missão que desencadeia a máxima HONRA. O virya com seu Eu afirmado no INFINITO, olhando a ORIGEM, para retornar afirmando sua reversão gnóstica com o poder das runas não-criadas, deve ingressar novamente (descer sobre sua esfera de sombra) a um MONARQUE LABRELIX para poder desintegrar a quadrangularidade ôntica de sua esfera de sombra. Deverá tomar uma decisão noológica: libertar-se ou gerar a REVERSÃO GNÓSTICA. Os Siddhas de Agartha aceitarão sua decisão de libertar-se e ser parte do exército furioso de Wotan, esperando em Agartha o fim da História, ou de retornar e produzir a reversão gnóstica, ciência com a qual ele se apoderará definitivamente das estruturas de seu microcosmo e poderá lutar

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com todo seu poder pela libertação de seus camaradas. Se o virya decide esta ação de guerra é heroísmo puro, e até seus camaradas desde a Origem lhe rendem honras a

seu puro valor.

O virya Cavaleiro Tirodal, decidido por esta ação de guerra, vai à busca de sua reversão gnóstica, guerra que empreende primeiro contra si mesmo, contra a serpente e logo contra o Dragão. Situado em seu Eu infinito, decidirá gerar a reversão gnóstica, ciência hiperbórea que lhe permite transmutar seu corpo em matéria VRAJA, apoderar-se definitivamente da imortalidade do microcosmo, transmutar com o VRIL sua matéria em VRAJA. Ele ganhou a eternidade do EU, pode ingressar nela, mas mediante a REVERSÃO GNÓSTICA ingressará com a imortalidade do microcosmo. A REVERSÃO GNÓSTICA é o poder que desencadeia o virya sobre si mesmo quando decide agir contra os inimigos da liberdade do Espírito, os amos do labirinto, os Siddhas Traidores; Estratégia necessária para resistir fisicamente aos ataques desencadearão contra o Cavaleiro Tirodal os inimigos armados no labirinto. A técnica gnóstica, sua prática, consiste em uma ação resignadora dos centros ônticos ou chakras do microcosmo, resignação total do desígnio serpente e o desígnio caracol. Indubitavelmente, esta ação se pode executar quando o virya isolou o Eu, e compreende noologicamente que pode apoderar-se de seu microcosmo, ascender fisicamente à ORIGEM; situação que o transmuta em um Siddha Berserkr. A Sabedoria Hiperbórea afirma: na Primeira Iniciação, o virya, com a Runa Gibur, dissolve a ilusão de seu labirinto interior, ingressa a ser cerco ODAL. Seu Eu verdadeiro, Vontade absoluta, estrategicamente situado em um espaço-tempo interior (castelo amuralhado), está livre das ingerências arquetípicas do sujeito consciente. Nesta ação o virya, por sua Graça Luciférica, resolver o Segredo do Labirinto interior e entende a mentira estruturada no labirinto exterior, visualiza o inimigo físico e metafísico do Espírito incrustados na realidade do labirinto (esfera de luz macrocósmica, superestrutura cultural macrocósmica), nos caminhos de Maya, representados pelos Siddhas Traidores e a Sinarquia Universal. Esta realidade é a distância que deverá percorrer, atravessar; ela está representada no LABIRINTO EXTERIOR, e nos inimigos armados por detrás do mesmo, os Siddhas Traidores. Eles são desmascarados, o virya, desperta ao despertar, compreende quem são seus inimigos e a quem deverá enfrentar na BATALHA FINAL.

Estrategicamente o virya guiado pelo Canto dos Siddhas, cria uma ponte metafísica (sistema real, Escada Caracol e Escada Infinita) com o qual percorre o labirinto exterior (desenvolvimento que explicaremos detalhadamente no próximo capítulo), evitando com as técnicas secretas das runas não-criadas o enfrentamento com o labirinto e seus inimigos, e concretiza a unificação de seu Espírito no Selbst, recebe a Segunda Iniciação Hiperbórea, é armado no Selbst como um Guerreiro Berserkr. Nesta instância, o virya é um Guerreiro do Eterno, compreende o não-criado e se situa ao lado dos Siddhas de Agartha. Situado noologicamente no não-criado, unido junto a seus camaradas, sabe perfeitamente que pode ingressar ao Valhalla e esperar o fim da História junto a sua Valquíria. Mas para isto deverá abandonar o universo da Kalachakra e deixar a seus camaradas, a seu sangue, aprisionados e isto não é o que veio fazer. Sua missão é sua libertação e de seus camaradas, ali está a MÁXIMA HONRA. O virya, eternizado seu Eu no não-criado,

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compreende que é um Tulku, espiritualmente é um DEUS, mas participa de seu microcosmo, ao qual ele está ligado (segredo do Cordão de Prata). Esta compreensão iniciática o situa em uma disjuntiva gnóstica hiperbórea: como Espírito Não-Criado dentro de um microcosmo criado, compreende que pode libertar seu microcosmo do criado, sabe que tem as runas não-criadas as armas para poder transmutar seu corpo em VRAJA (matéria incorruptível), mas para isto deverá empreender uma ação de guerra contra si mesmo, contra os desígnios ontológicos estruturados em seu microcosmo. É nessa instância gnóstica que o virya deverá decidir, e tal decisão é um ato de guerra total. Quando o Guerreiro Berserkr decide retornar sobre si mesmo e retomar o domínio total de seu microcosmo, muda sua história e pode mudar a História. O Virya Berserkr marcha com as armas em suas mãos decidido a conseguir a imortalidade no Selbst (o virya já conseguiu a eternidade do Eu no Selbst), SITUAÇÃO QUE AFIRMA O EU INFINITO NO MICROCOSMO, localizando-se sobre o Eu verdadeiro (afirmação do Valor infinito sobre a Vontade absoluta). Os Pontífices Máximos Hiperbóreos (Avatar) sempre foram TULKUS, seu EU INFINITO se situa sobre seu Eu verdadeiro, seu ser não-criado transmuta o microcosmo criado em matéria VRAJA. Como Tulku Hiperbóreo, seu Espírito Não-Criado tomará o microcosmo, seu veículo de manifestação e o converterá de GELO E PEDRA, o transmutará em matéria Vraja.

O Virya Iniciado Hiperbóreo situado em seu Eu Infinito participa totalmente do PÓLO INFINITO, tem o poder das runas não-criadas em suas mãos, está armado com o FUROR BERSERKR, fúria germânica, pretoriana, que o dota de um Valor infinito para empreender decididamente esta ação de libertação. Indubitavelmente, esta ação de guerra contra si mesmo requer um plano estratégico, e como tal, deve ser considerado de acordo à situação do Eu com respeito a si mesmo; isto implica um reconhecimento do labirinto interior e fundamentalmente do labirinto exterior (os quais já foram cercados noologicamente; nesta ação serão resignados totalmente), das realidades ontológicas e axiológicas nas quais está estruturado arquetipicamente o microcosmo do virya. Logo de avaliar tal situação, o virya com a GIBUR, O TRIDENTE DE NETUNO, E A ESPADA DE WOTAN deverá ir descendo a partir do noológico (Eu infinito) ao inconsciente, a sua esfera de sombra, ingressar às obscuras cavernas de si mesmo; estes espaços designados arquetipicamente participam seus caminhos do labirinto interior. É fundamental compreender que o Eu Infinito participa do PÓLO INFINITO, está no INFINITO, e no microcosmo está o EU VERDADEIRO. A reversão gnóstica consiste em que o EU INFINITO se situe sobre o Eu verdadeiro e efetue a reversão gnóstica, unicamente o Eu Infinito pode executar tal ação que transmuta seu corpo em Vraja, desenvolvendo os poderes (siddhis) de um TULKU. Se si concretiza, o EU INFINITO se apodera do microcosmo e o infinito do não-criado se apodera do finito do microcosmo criado.

A reversão gnóstica consiste em resignar o labirinto interior e suas matrizes formativas, as quais estão sustentadas pelo desígnio caracol e o desígnio serpente. O desígnio serpente se estrutura na esfera de luz, sua potência é a energia psíquica e sua ação determina os desígnios ônticos (complexos, mitos e fantasias) que se atualizam no nível da esfera de luz do sujeito consciente; desígnio que foi introduzido quando foi

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alterada a chave genética do pasú, modificação que permitiu a potencialização da energia psíquica, a qual impulsionou o desenvolvimento da esfera emocional e racional do sujeito consciente.

O desígnio caracol se estrutura na esfera de sombra, sua potência ontológica baseia-se nas energias astrais, psíquicas do microcosmo (analisamos o microcosmo porque é o tema que nos compete. Nimrod desenvolve a este desígnio em relação com o macrocosmo), desígnio que permitiu o desenvolvimento evolutivo do microcosmo, da esfera motriz e instintiva; este desígnio contém todas as matrizes formativas do microcosmo do pasú. O desígnio caracol rege o desenvolvimento normal do microcosmo (nele está enroscado a serpente, Kundalini) em todas as suas fases formativas, controla a estabilidade da lei geral do mesmo. A finalidade essencial do desígnio caracol se encarrega de controlar que a função geral do organismo, esta faculdade de controlar e ajustar se desenvolva através do desígnio serpente. Nimrod afirma que o desígnio da serpente é de uma complexidade muito grande, e seu estudo preciso nos Fundamentos descreve este mistério. O mesmo é parte do desígnio caracol, e esta serpente em sua subida pelo chakras, seu movimento senoidal, atualiza as energias astral e psíquica em todos os órgãos e sistemas do microcosmo, de acordo ao Plano estabelecido pelo Demiurgo para o microcosmo na Mônada universal; função que controla o desenvolvimento normal dos chakras e seus centros mandálicos (existe uma conexão biunívoca entre os sete CHAKRAS do corpo astral e os sistemas vitais e psíquicos do microcosmo) no corpo astral, e suas correspondências biológicas no corpo vital do microcosmo. O desígnio caracol é a Vontade do Uno, em suas energias astral está a VOX do Demiurgo, o logos Kundalini; os desígnios arquetípicos do desígnio caracol (espiral) se regem pelas pautas formativas estabelecidas na lei geral, o Demiurgo, através deles, vigia que os mesmos se ajustem á Mônada Universal, sem desviar-se do canal ELIX, cumpram estritamente com o plano potencialmente contido na matriz Manú. O desígnio caracol expressa a “lei de evolução” que rege a energia psíquica (E A “ENERGIA ASTRAL”, SUA EQUIVALENTE MACROCÓSMICA), enquanto que o desígnio da serpente expressa a lei (ou as leis) que regem a energia vital micro e macrocósmica.

Se bem que esta definição nos esclarece muito o panorama, trataremos de aprofundar.

O desígnio caracol é a matriz arquetípica que rege a potência da energia astral, da energia psíquica, potências que se manifesta pelo desígnio Serpente (Kundalini) na energia vital, pela serpente as potências ônticas designadas pelo Uno no desígnio Caracol são atualizado em todos os esquemas de si mesmo do microcosmo do pasú. O desígnio caracol está determinado em sua energia astral pela VOX do Demiurgo e participa da Mônada universal; ele é a raiz formativa da Kundalini, mas devemos compreender que este desígnio foi alterado pelos Siddhas Traidores, eles, com o poder da kalachakra em suas mãos, afirmaram o DESÍGNIO SERPENTE sobre o desígnio caracol, isto modificou o microcosmo do pasú, permitindo que o microcosmo adquirisse maior POTÊNCIA ÔNTICA VOLITIVA, a qual se manifesta em todas as energias, mas especificamente em sua ESFERA DE CONSCIÊNCIA estas energias adquirem todo seu poder. Agora a pergunta é:

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o que permitiu a aquisição de uma maior potência energética astral, vital e psíquica no microcosmo? Resposta: o APRISIONAMENTO DO ESPÍRITO NÃO-CRIADO. O pasú evoluiu até alcançar a forma ôntica atual, pelo aprisionamento em seu ser ontológico de um ser noológico, de um Espírito ETERNO.

Este aprisionamento permitiu acelerar o movimento senoidal do desígnio serpente, o desenvolvimento da consciência no pasú e de suas energias astrais e psíquicas. O desígnio serpente se incorpora definitivamente ao sangue do pasú quando foi modificada sua chave genética, este dirigia, desde então, a evolução do pasú, agora virya perdido, ser semi-divino; pela anexação do Espírito se desenvolveria sua energia psíquica e sua esfera de consciência. Se bem que o desígnio da serpente está contido no desígnio caracol, e Nimrod é específico neste tema, os Siddhas Traidores, com o aprisionamento, potencializam o deslocamento do desígnio serpente, mas este sempre está contido na espiral do desígnio caracol. O desígnio serpente afirma a KUNDALINI no microcosmo, e seu poder permite o desenvolvimento da energia psíquica e da esfera de consciência. Em sua espiral ascendente, em seu deslocamento senoidal pelo caminho ELIX (canais astrais:

Ida e Pingala), nos quatro chakras superiores, esta serpente afirma a dualidade e a quadratura ontológica da esfera de sombra nos Registros ônticos dos chakras. Esta ação potencializou a esfera de luz do microcosmo, afirmando um poder energético que transmutou a psique do pasú, animal homem, permitindo chegar à enteléquia Manú. O desígnio serpente permitiu a atualização da memória arquetípica no sujeito consciente (Espiral de Fibonacci, Número Áureo), sobre a dualidade da quadratura arquetípica (bijas e Arquétipos); sua potência permitiu que se desencadeassem as capacidades cognitivas, as linguagens, o modelo cultural, a estrutura cultural e fundamentalmente, o SUJEITO CULTURAL. Aqui subjaz o mais profundo mistério: a espiral ascendente do desígnio caracol se estrutura nas energias astral e vital, é o fundamento básico da memória arquetípica. Estas energias astral, vital e psíquica são a base do desenvolvimento do microcosmo, estão sustentadas pelo desígnio caracol; mas na energia psíquica, este desígnio, depois do aprisionamento, deu lugar à potência ôntica do desígnio serpente. Se bem que o desígnio caracol baseia-se na esfera de sombra, sempre determina a memória arquetípica, afirmando a dualidade da quadrangularidade ontológica da razão, do sujeito cultural e do sujeito consciente. O desígnio serpente determina a energia psíquica, permitindo a implementação da linguagem sobre a memória arquetípica, instrumentalização que afirmou o modelo cultural e a estrutura cultural, ou seja, o SUJEITO CULTURAL. Tal modelo e estrutura cultural sempre, mais além de sua Semântica psicológica, estão pré-determinados pela quadratura ôntica da esfera de sombra. De tal maneira que no virya perdido, sua razão e consciência estão determinadas pela dualidade e a quadrangularidade ôntica da memória arquetípica; pois isto, todos os modelos os modelos culturais da estrutura cultural, a razão e o sujeito consciente, seus princípios lógicos e matemáticos participam da dualidade gnosiológica e da quadratura ontológica da esfera de sombra, estruturadas pelos seus desígnios caracol e serpente. Indubitavelmente, esta operação da razão e do sujeito consciente é totalmente inconsciente para o pasú e para o virya perdido; unicamente o virya desperto, na sua

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Segunda Iniciação Hiperbórea, pode dar-se conta e compreender gnosticamente a função essencial das matrizes ônticas do desígnio caracol e o desígnio serpente.

ônticas do desígnio caracol e o desígnio serpente. Desígnio Caracol – Espiral de Fibonacci Podemos verificar

Desígnio Caracol – Espiral de Fibonacci

Podemos verificar neste gráfico que cada movimento do desígnio caracol, participa em seu deslocamento o desígnio serpente, o qual está contido na parte da espiral do caracol que desencadeia a quadratura representada no número Phi (profundamente estudado no Tomo I). Se bem que o desígnio serpente está incorporado no desígnio caracol, podemos verificar que sempre o ÚLTIMO DESLOCAMENTO DO DESÍGNIO ESTÁ REPRESENTADO PELO DESÍGNIO SERPENTE. Podemos compreender, utilizando esta analogia, que cada movimento do desígnio serpente em seu deslocamento pela espiral do desígnio caracol, cada quadratura geométrica Phi (Número Áureo ou Proporção Divina), suas magnitudes seriam análogas às LINGUAGENS OU MODELOS CULTURAIS. De tal modo, podemos decidir que a espiral do desígnio caracol é análoga no microcosmo à potência arquetípica que subjaz na memória arquetípica estruturada na esfera de sombra, e que o desígnio serpente é análogo as linguagens culturais emergentes na memória arquetípica, que se atualizam como modelos culturais na ESFERA DE LUZ do SUJEITO CONSCIÊNTE.

Mais além do aporte que fazemos e do desenvolvido por Nimrod de Rosário nos FUNDAMENTOS DA SABEDORIA HIPERBÓREA, a Semântica psicológica é uma ferramenta case inútil para resolver este complexo dilema; somente na reversão gnóstica se consegue a conscientização e compreensão absoluta deste duplo desígnio SERPENTE E CARACOL, problema que se resolve quando o virya corta as cabeças de suas serpentes e do Dragão.

O Yoga Hiperbóreo ensina, instrui as técnicas para enfrentar o desígnio serpente nos chakras SAHASRARA, AJNA, VISHUDA e finalmente ANAHATA, e resignar seus BIJAS e YANTRAS, a dualidade da quadrangularidade ontológica da memória arquetípica. Aqui tem as bases do mistério da libertação.

Nomeamos este quatro chakras superiores porque os três chakras menores não se resignam, neles está a VOX DO DEMIURGO, O DESÍGNIO CARACOL; deles depende a estabilidade geral do microcosmo, simplesmente se cercam noologicamente. Se modifica estes centros de energia, se corre o risco de desestabilizar a lei geral que rege o desígnio caracol, automaticamente se despertaria a Kundalini, emergindo O ROSTO DO DRAGÃO, do UNO. Unicamente com o TANTRA YOGA se pode resignar estes desígnios estabelecidos nas energias astral, psíquica e vital do microcosmo, ponto que está

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desenvolvido no Tomo X dos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea de Nimrod de Rosário, o qual analisaremos mais adiante. O virya deve compreender a estrutura morfológica de sua esfera de sombra, e a mesma está determinada por um espaço psíquico (sujeito afetivo, sujeito racional, sujeito consciente) cuja morfologia estrutural está determinada pela quadrangularidade ontológica (tetraédrica) de sua energia psíquica. A mesma está constituída pelas formas mandálicas de seus quatro chakras superiores, indubitavelmente, o produto disto é a visão tetraédrica, quadrada (tridimensional) da realidade.

Para prosseguir, é fundamental compreender que todo o desenvolvimento do microcosmo, está determinado pelas matrizes ônticas do desígnio caracol e seu símbolo sagrado: A ESPIRAL. O desígnio serpente participa do microcosmo logo após o aprisionamento, quer dizer, este desígnio foi introduzido quando o pasú (animal homem) se transformou em virya (homem semidivino); a razão disto, afirmamos, é a modificação da chave genética do animal homem pasú pelos Siddhas Traidores de Chang Shambalá. Esta operação ontológica, no microcosmo do pasú, permitiu o aprisionamento do não-criado no criado. A modificação da chave genética executava pelos Siddhas Traidores de Chang Shambalá com o poder da chave Kalachakra, permitiu modificar ou alterar o desígnio caracol, e implantar no mesmo, o desígnio serpente (Kundalini), desígnio que possibilitou a autonomia ôntica e o desenvolvimento da esfera de consciência (inteligência criativa), quer dizer, da energia psíquica. Antes disto, no animal homem, não participava em sua ontologia o desígnio serpente, unicamente o desígnio caracol. Por isto, era um ser sem consciência, um sujeito que carecia da mesma, somente um primata com uma pré- consciência baseada em suas energias astrais, psíquicas e vitais de sua ALMA CRIADA, quer dizer, determinada pelo desígnio caracol; por isto, era um ser GROTESCO E ANIMALESCO, totalmente GREGÁRIO, coletivista, sua “cultura” totalmente primitiva participava de mitos onde o símbolo sagrado era A ESPIRAL, símbolos que adoravam ao Sol, (elementos) como o Deus da Criação. Sua razão primitiva se deslocava sobre uma pobre estrutura cultural, escassa esfera de consciência (o pasú quase carecia dela), se regia seu ser pelo inconsciente e o inconsciente da alma deste pasú, animal homem, se rege estritamente pelo símbolo da espiral, é ela que demarca sua vida anímica, a visão de sua cosmogonia, sua teologia, suas crenças, sempre está GIRANDO em torno da CRIAÇÃO, do DEMIURGO, adorando ou rendendo CULTOS ao criado, seja ao SOL, à LUA, às ESTRELAS, ao FIRMAMENTO, ou os ELEMENTOS, o vento, a chuva, as tormentas etc., eternamente GIRANDO EM CÍRCULOS, ao redor de seu DEUS de seu CRIADOR. Podemos verificar isto, NIMROD o descreve perfeitamente, se estudarmos as tribos primitivas da África, Ásia e América, podemos comprovar que existe uma similaridade em suas culturas primitivas, mais além da relatividade do tempo e do espaço, e do modelo cultural que as diferenciava, se pode apreciar que todas as culturas primitivas participavam do desígnio caracol. Regia no pasú o símbolo da espiral e sua conduta estava determinada pelo natural; este animal homem era parte da espécie animal e dos reinos da criação gerados a partir da Mônada universal e sua evolução arquetípica, nata teria retirado a este animal homem de seu estancamento evolutivo se não fosse pela intervenção que fariam os SIDDHAS TRAIDORES, os DEUSES ALIADOS A JEHOVA-

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SATANÁS, sem a traição este hominídeo jamais teria evoluído. A ação dos Siddhas Traidores e do poder da Chave Kalachakra, permitiu alterar não somente o nível ontológico do animal homem, como também, a criação mesma foi modificada, tudo isto foi possível pelo aprisionamento do Espírito Não-Criado ao criado. Isto modificou o TODO do microcosmo, a estrutura anatômica, neurofísica e psicológica do pasú foi alterada, permitindo o aprisionamento e a implantação do desígnio serpente, a incorporação do SANGUE FRIO REPTILIANO a qual somaria ao SANGUE MAMÍFERO do animal homem, assim o SIGNO DA ORIGEM seria parte da criação, pelo ESPÍRITO APRISIONADO ao microcosmo criado, o pasú, agora ser SEMIDIVINO pelo seu SÍMBOLO DA ORIGEM poderia recriar CULTURA, ser um DOADOR DE SENTIDO no mundo, REPRODUZIR O NÃO-CRIADO NO CRIADO e esta conquista dos Siddhas traidores permitiria afirmar no mundo o SISTEMA REAL KALACHAKRA, a ilusão de seu LABIRINTO.

A Sabedoria Hiperbórea afirma: existe uma conexão biunívoca entre o Sol e a Terra, um sistema real artificial KALACHAKRA sustentado pela ação do DEMIURGO E OS SIDDHAS TRAIDORES. No SOL se acha o DESÍGNIO CARACOL (símbolo da espiral), que está estruturado em todos os espaços de significação da criação. Neste mundo, todas as ordens dos entes naturais da evolução material, nos sete reinos da criação, suas espécies e gêneros estão determinados pelo desígnio caracol. Na TERRA, unicamente, rege o DESÍGNIO SERPENTE no pasú evoluído hoje virya perdido. A evolução cultural da humanidade se rege pelo desígnio serpente, mas o mesmo está sustentado invariavelmente pela criação e a Vontade do Uno, quer dizer, pelo desígnio caracol.

Este desígnio serpente se ativou pela modificação da chave genética, metamorfose que consistiu na incorporação do SIGNO DA ORIGEM ao pasú, operação que se concretizou com a incorporação do SANGUE DOS SIDDHAS TRAIDORES AO SANGUE DO PASÚ. O segredo deste mistério permanece muito bem guardado pelos Siddhas Traidores, nem seus Sacerdotes Golen compreendem esta verdade. Esta operação digna de demônios, afirmou no mundo o Signo da Origem no desígnio serpente, com o qual se conseguiu o aprisionamento dos Espíritos Não-Criados ao microcosmo criado. Assim se plasmou o Símbolo Sagrado do Virya no pasú, e pelo Signo da Origem se encarnou um Espírito. O pasú-animal seria agora um ser semidivino, e o Espírito Não-Criado agora estava determinado por um ser criado e aprisionado por um engano de A-mort, padecia do símbolo sagrado (Signo da Dor) dos Siddhas de Chang Shambalá. A partir disto, o virya perdido, aprisionado ao Signo da Dor, pelo Signo da Origem e o desígnio serpente, cairia aprisionado definitivamente na Terra, mas pelo Engano da Kalachakra, adoraria o princípio da evolução animal, o símbolo da espiral (desígnio caracol), o qual se acha no SOL, ao Demiurgo e aos Siddhas Traidores.

A afirmação do Símbolo Sagrado do Virya, o Signo da Origem na TERRA, ligado pelo SISTEMA REAL KALACHAKRA ao Símbolo Sagrado do Pasú no SOL, afirmou a criação e a evolução. O Signo da origem, pelo aprisionamento do não-criado, se ligou definitivamente ao mundo, ao SIGNO DA DOR; a ilusão do Labirinto seria desde então a realidade do Espírito cativo. Este enlace entre A TERRA E O SOL é o mistério que sustentam os Siddhas Traidores, segredo que é custodiado zelosamente, e somente os

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Iniciados Berserkr compreendem seu mistério. Nesta colossal criação, sistema real artificial entre o Sol e a Terra, se acha situada entre ambos, no meio, sua cidade maldita e a CHAVE KALACHAKRA, ciência metafísica com a qual puderam modificar o desígnio caracol no microcosmo do pasú. Situado o desígnio caracol no SOL, rege toda a evolução dos reinos da matéria; mas esta situação foi modificada no pasú: o desígnio serpente seria situado no microcosmo do pasú, e com ele, a evolução e o desenvolvimento da cultura e da civilização. Esta cultura e seu modelo cultural macrocósmico, afirmam a realidade do mundo do pasú e sua criação cultural como o mundo real dos Siddhas Traidores e do Demiurgo. No SOL está o Demiurgo, de sua VONTADE depende toda a criação e seus reinos; o Demiurgo dorme no SOL, em um sono profundo, sustentando com sua Vontade toda a criação. Dele emanam todos os desígnios macrocósmicos e toda a criação arquetípica está designada e sustentada por sua Vontade criadora, desígnios que estão representados pelo símbolo da espiral, mas na terra, estes desígnios regem os reinos mineral, vegetal e animal; neles sua evolução está totalmente determinada pelo desígnio caracol, mas no animal homem foram alterados pelos Siddhas Traidores com a chave Kalachakra. Eles intervieram alterando no animal homem o desígnio caracol, depositando sobre o mesmo o desígnio serpente; isto permitiu, pelo Mistério de A-mort, o aprisionamento do não-criado no criado e a modificação do pasú em virya. Esta alteração do microcosmo possibilitou desencadear em sua esfera de consciência a energia psíquica, a qual está aninhada nos chakras superiores. De tal maneira, que os chakras do microcosmo foram alterados, e por conseqüência, sua correspondência orgânica, pelos Siddhas Traidores. Eles, através do desígnio serpente (o símbolo sagrado dos Siddhas Traidores é a serpente, serpente cascavel), programaram uma alteração das energias astrais e psíquicas (desígnio caracol), as quais foram incorporadas aos fins das energias vitais (desígnio serpente). No sujeito consciente, reside o Grande Engano, em suas energias se incrustou, ao modificar a chave genética do pasú, o desígnio serpente; nele está o Signo da Origem, com ele se conseguiu o aprisionamento. Mas o Signo da Origem foi modificado pelo desígnio serpente, e o conhecimento da serpente, é um conhecimento, um saber que não LIBERTA, o mesmo já não reflete a Origem, reflete o Símbolo Sagrado do Pasú, A ESPIRAL, quer dizer, ao Deus Criador.

Somente o Signo da Origem reflete a Origem no Virya Berserkr, unicamente sua SABEDORIA pode transgredir os limites do CONHECIMENTO da serpente, e quem tenha afirmado a SABEDORIA por sobre o CONHECIMENTO tem a VONTADE para resignar o Signo da Dor, e se transmuta sua vontade em PURO VALOR, tem o PODER RÚNICO para dar morte à Serpente e ao DRAGÃO.

O EU NÃO-CRIADO, sua energia volitiva está drenada nos CHAKRAS, e sabemos que os mesmos foram alterados pelos Siddhas Traidores. Neles a Origem, o não-criado, representado pelo SÍMBOLO DA ESFERA (Espírito-esfera), foi alterado pelo DESÍGNIO SERPENTE E O SÍMBOLO SAGRADO DO PASÚ, a esfera representação do espírito, foi aprisionada na QUADRATURA do tempo micro e macrocósmico e tal quadrangularidade se sustenta no símbolo da ESPIRAL. Esta ação modificou os chakras, alterou sua conformação estrutural, gerando um enlace entre estes quatro chakras superiores onde

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rege a potência da energia astral e psíquica, nestes chakras superiores os Siddhas traidores afirmaram o CORAÇÃO sobre o CÉREBRO, afirmaram o SANGUE MAMÍFERO, quente, por sobre o SANGUE FRIO REPTILIANO, especificamente sobre o SANGUE

GRAL, mas este ponto de grande complexidade é o tema que estudaremos profundamente

no texto o SANGUE DO VIRYA.

Os Siddhas Traidores, ao modificar os chakras, indubitavelmente incrustaram neles o desígnio serpente, com o qual alteraram aos mesmos, potencializando seus símbolos

sagrados sobre seus BIJAS e YANTRAS. Os chakras, pelo desígnio serpente, instituíram a mandala e o LABIRINTO. Isto foi possível porque o desígnio serpente é uma degradação

do SIGNO DA ORIGEM, mistério que é muito oblíquo, mas que levou a este ofídio a ser

adorado pelas culturas do Pacto Cultural e as raças da Traição Branca. Muitos viryas crêem, sem conhecer, que a serpente é uma imagem da Origem, e é totalmente o contrário; a serpente é um símbolo sagrado dos Siddhas Traidores, é um tapasigno dos Siddhas Traidores. Se bem que nela se reflete o Signo da Origem, com ela se degrada o SIGNO DA ORIGEM afirmando a Origem no Labirinto do Terror, na ilusão do criado. Não estudaremos demoradamente a conformação Semiótica de um chakra, é tarefa do virya e sua faculdade de anamnese realizar tal operação gnóstica. Somente afirmaremos que cada chakra afirma o LABIRINTO em sua forma mandálica, quer dizer, sua morfologia estrutural contém, por sua forma mandálica, a dualidade e a quadrangularidade da esfera

de sombra. Por isto, a memória arquetípica afirma o desígnio caracol, mas a estrutura Semântica e Semiótica do sujeito racional e do sujeito consciente afirmam o desígnio serpente. A energia psíquica se afirma na esfera de sombra, na potência astral que sustenta a quadrangularidade ontológica do desígnio caracol; mas na esfera de luz, no sujeito consciente, rege o desígnio serpente, sua representação arquetípica é a estrutura

do modelo cultural construído sobre ela (sujeito cultural), e este invariavelmente determina

a visão poliédrica da realidade, quer dizer, o sujeito consciente sempre tem a

particularidade de ver o mundo de acordo ao estabelecido em seu modelo cultural.

É o segredo da quadratura do círculo (cubo e esfera), o mistério que afirma na esfera de sombra microcósmica o símbolo da espiral (energia astrais e psíquicas macrocósmica, desígnio caracol), e na esfera de luz, na energia psíquica e vital do sujeito consciente, este símbolo de traduz nos SÍMBOLOS SAGRADOS dos quais a CRUZ e a ESTRELA DE CINCO PONTAS são seus significativos representantes. O desígnio serpente se estrutura na esfera de luz macro e microcósmica, determina o DESLOCAMENTO, o MOVIMENTO SENOIDAL das energias astrais e psíquicas, afirmando na energia vital as morfologias estruturais da superestrutura cultural, seja no microcosmo ou no macrocosmo: quer dizer o desígnio da Serpente afirma as MACROESTRUTURAS CULTURAIS DO MUNDO, seu deslocamento na esfera de luz do mundo, projetando na realidade do mundo suas LINGUAGENS CULTURAIS, os quais afirmam no labirinto interior do Virya perdido, o símbolo sagrado dos Siddhas Traidores (especificamente o afirmam na energia psíquica macrocósmica, participando pela energia vital dos arquétipos psicóideos, das egrégoras que determinam o INCONSCIENTE COLETIVO das massas, concretizando os FENÔMENOS SOCIAIS E CULTURAIS que

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com seus deslocamentos levam as macroestruturas até as ENTELÉQUIAS, a cumprir a perfeição final de suas formas).

SÍMBOLOS SAGRADOS sinarca representado no símbolo da Pirâmide ou do Cubo (a Estrela de Seis Pontas) ou na da Cruz, símbolos que representam a criação e a QUADRATURA MACROCÓSMICA. Por isto, a função da razão no homem pasú tende a classificar racionalmente, culturalmente tudo, a rotulá-lo, enquadrá-lo, limitá-lo em uma QUADRATURA ÔNTICA TETRAÉDRICA. Quer dizer, o pasú (famoso dito popular: “este ser é limitado”) percebe culturalmente a realidade do espaço, do tempo e seus entes de acordo ao modelo cultural de sua esfera de luz, mas sempre o mesmo está determinado pela dualidade e pela quadrangularidade da esfera de sombra. Por exemplo: a História dividida em suas quatro idades, o espaço nos quatro pontos cardeais, o tempo nas quatro estações, etc. Esta função do sujeito consciente tende à quadrangular a tudo, a razão e o sujeito cultural afirmam em toda premissa cultural a quadratura da esfera de sombra.

Este desenvolvimento que fizemos é para compreender a ação de guerra que deverá realizar o virya em sua REVERSÃO GNÓSTICA para RE-SIGNAR e MATAR a SERPENTE, não somente compreende-la, mas dar-lhe sua morte bendida.

O Yoga Hiperbóreo afirma: o Virya Berserkr deve modificar radicalmente a Semântica psicológica estruturada no sujeito consciente. A consciência do virya está subordinada à potência da energia psíquica, força que se baseia no inconsciente, cujo modelo cultural afirma a quadrangularidade e a dualidade da realidade do mundo do pasú. Esta quadratura no sujeito consciente deve ser modificada pela ANGULARIDADE DA RUNA ODAL. A angularidade da Runa Odal permite ao virya compreender o Mistério do Ângulo Reto, segredo que permite ao Virya Iniciado Hiperbóreo reverter esta perspectiva ilusória da realidade e sair das armadilhas mandálicas. O virya desperto nesta ação de guerra pode libertar o Eu verdadeiro das algemas do sujeito consciente, indubitavelmente esta ação requer de uma vontade e uma decisão absoluta, porque esta operação modifica sua realidade ontológica e noológica, o virya perdido é agora um virya libertado. A quadrangularidade ôntica no PASÚ DETERMINA A VISÃO DA REALIDADE, a qual é percebida de acordo ao modelo cultural estruturado em sua razão. O Eu, submetido à visão do sujeito consciente, participa dos espaços de significação macrocósmicos demiúrgicos, padece da imanência temporal dos Arquétipos que são operados astralmente pelos Siddhas Traidores. O virya perdido culturalmente somente visualiza a realidade fenomênica dos Arquétipos. Devemos distinguir que o virya perdido jamais percebe ao Arquétipo em si mesmo, porque este reside em seu mundo astral ou esfera de sombra, somente percebe a emergência arquetípica, quer dizer, sua realidade fenomênica, seus SÍMBOLOS emergentes na esfera de luz, no sujeito consciente. O virya ascende a seus relevos culturais emergentes na esfera de luz microcósmica, mas jamais pode perceber os Arquétipos em suas formas puras, somente seus relevos emergentes nas energias vital e psíquica microcósmica; analogamente é o mesmo no macrocosmo, os viryas nunca vêem os Arquétipos macrocósmicos porque estes residem na esfera de sombra do macrocosmo, eles somente podem ver seus fatos culturais emergentes na esfera de luz macrocósmica, na cultura externa, labirinto exterior ou superestrutura cultural macrocósmica. O pasú não

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pode jamais visualizar os Arquétipos, menos ainda a quadrangularidade de sua esfera de sombra; unicamente vive a realidade ilusória do labirinto, o mundo cultural que sustentam os Arquétipos macrocósmicos participantes das Estratégias dos Siddhas Traidores. Este labirinto arquetípico que se representa em uma geometria poliédrica na forma tetraédrica (tridimensional) estruturado pela Kalachakra, somente pode perceber o pasú muito evoluído ou os iniciados sinarcas. O homem pasú nunca ascende à verdade metafísica dos Arquétipos, somente à suas formas psicóideas, quer dizer, à suas manifestações fenomênicas (Tetraedro = cubo). Ali consiste o Grande Engano dos Siddhas Traidores: o virya, Espírito-esfera, se vê a si mesmo enquadrado na realidade tetraédrica, tridimensional do tempo e do espaço, a bem da verdade, o virya perdido somente divisa esta quadratura gnosiológica estruturada na realidade, através de sua dualidade ontológica (bem ou mal, branco ou negro, dia ou noite, negativo ou positivo, etc.) do ente ser. Dualidade que, por sua quadratura ontológica, o sujeito consciente do virya a percebe, unificada em uma única realidade, a realidade de seu Mundo de Ilusão, a que lhe representam os Siddhas Traidores e a que se representa a si mesmo. Indubitavelmente, a visão e leitura da realidade estão determinadas de acordo ao modelo particular de sua estrutura cultural (a realidade do Chinês não é a mesma que a realidade do Anglo-Saxão),

o mesmo determina sua visão da Ilusão do Labirinto. Mas devemos considerar que sempre

a realidade se representa aos olhos bem fechados do pasú, de acordo às estruturas

fenomênicas que determinam os Arquétipos universais na superestrutura cultural e natural macrocósmica. Ação determinada totalmente pelo poder da Kalachakra, ciência que tem a faculdade de operar sobre os Arquétipos macrocósmicos, e que manipulam os Siddhas Traidores desde Chang Shambalá, sua cidade metafísica.

Se o pasú compreendesse por um instante este engano, automaticamente perderia

a sanidade e se transformaria em louco; por isto, ele está designado para ver unicamente

a realidade que pretendem os Siddhas Traidores, em contrapartida, o virya desperto, quando pode compreender e suportar esta verdade, a dos Arquétipos e seus desígnios, e consegue com valor reverter gnosticamente sua situação interior frente ao labirinto, ascende a uma força noológica que o afirma em seu Eu verdadeiro e o aproxima do SELBST.

O Virya Hiperbóreo deve reverter a quadrangularidade da energia psíquica da esfera de sombra, destruindo em cada chakra, em sua morfologia mandálica, suas formas arquetípicas contidas em seus desígnios caracol e serpente. O labirinto interior deve ser resignado e modificado, sua esfera de sombra deve ser revertida, sua quadrangularidade deve ser alterada, modificada pela ANGULARIDADE DA RUNA ODAL. O Virya Iniciado Hiperbóreo, em sua descida ao inconsciente, deve modificar a conformação arquetípica de sua esfera de sombra, para isto, tem em suas mãos o poder da Runa Gibur e das três runas não-criadas HAGAL, SIEG e TYR. Com elas, o viryas modifica a Semântica psicológica do sujeito consciente, resigna seus chakras superiores instrumentando neles a RUNA ODAL. A Runa Odal permitirá afirmar o segredo do ÂNGULO RETO, PORTA DE SAÍDA POR ONDE O EU SE LIBERTA DA ARMADILHA ESTRUTURADA NO SUJEITO CONSCIENTE, no labirinto interior.

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A reversão gnóstica consiste nesta ação de guerra, onde o Eu reverte a forma

triforme da esfera de luz e a quadrangularidade tetraédrica vandálica de sua esfera de

Sombra. O tetrarque LABRELIX perde toda a propriedade lógica, SUAS POTÊNCIAS ASTRAIS E PSÍQUICAS, são resignadas, sua energia VITAL transmutada em VRIL, pelas forças gnósticas, rúnicas, noológicas inerentes ao Eu Infinito.

A dúvida inconsciente, própria da ESFERA DE SOMBRA, é resignada, pelo poder da

RUNA INFINITA que participa do EU INFINITO.

Como e quando é tecnicamente possível gerar a REVERSÃO GNÓSTICA?

A REVERSÃO GNÓSTICA é executada quando o EU VERDADEIRO foi ISOLADO

do SUJEITO CONSCIENTE e se ARMOU com o poder das três RUNAS NÃO-CRIADAS, condição ética noológica que lhe permite ser um GUERREIRO SÁBIO.

COM O PODER DO EU INFINITO, com o VRIL que emana de sua ESFERA EHRE, com o PODER DAS RUNAS NÃO-CRIADAS se dissolveu, resignou gnosticamente, a forma TRIFORME da lógica mecânica da ESFERA DE LUZ; situação que coloca ao EU, Vontade absoluta, no domínio total do sujeito consciente. Isto lhe ortoga a faculdade para ingressar armado à sua ESFERA DE SOMBRA, e como indicamos anteriormente, COM SUS FORÇAS NÃO-CRIADAS poder resignar a quadrangularidade ôntica do INCONSCIENTE ou esfera de sombra, afirmando a ANGULARIDADE NOOLÓGICA DA RUNA ODAL. Esta ação incrusta na memória arquetípica, em sua esfera de Sombra: a Runa Odal e a Swástica Hiperbórea, poderes rúnicos com os quais se modifica a quadrangularidade arquetípica pela angularidade rúnica, giro que modifica os desígnios arquetípicos e afirma sobre eles os signos noológicos rúnicos.

Tal Ação de guerra liberta ao Eu das algemas da alma e reverte o designado pelo desígnio serpente, podendo destruir e substituir a Semiótica psicológica dos bijas pela Semiótica noológica das runas não-criadas. O Virya Berserkr deixa de animar a realidade do mundo que afirmam os Siddhas Traidores, e começa a viver o MUNDO REAL que afirmam as runas não-criadas, O MUNDO REAL DOS SENHORES DE AGARTHA.

ANÁLISE DA REVERSÃO GNÓSTICA

runas não-criadas, O MUNDO REAL DOS SENHORES DE AGARTHA. ANÁLISE DA REVERSÃO GNÓSTICA www.octirodaebrasil.com.br 121

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Nestas duas figuras se apresenta este mistério. Na primeira, o Eu está centrado no centro de sua esfera psíquica; se bem que está no centro, está sujeito e aprisionado à quadrangularidade poliédrica da esfera de sombra, aos desígnios arquetípicos INCONSCIENTES que regem seu sujeito anímico. Ao estar projetado o sujeito consciente ao futuro, confundido no tempo transcendente macrocósmico, o virya perdido anima conscientemente estas estruturas do labirinto interior e do labirinto exterior. Seu destino está selado, (predestinado como afirmam os protestantes Calvinistas ou as doutrinas Talmúdicas ou do Bramanismo Vedanta, em definitivo, de acordo a todas as doutrinas monoteístas sinarca onde a função SACRA determina o SER), sua vontade determinada pela função arquetípica estruturada em sua personalidade. O Eu psicológico segue intuitivamente os desígnios estruturados no ARQUÉTIPO SACRO OU LÚDICO que determina a QUADRATURA ÔNTICA, a totalidade psíquica de seu sujeito anímico, suas aspirações ontológicas (“ser em si” e “ser para o homem”) estão determinadas pelas pautas arquetípicas inconscientes que regem o desenvolvimento de sua vida e de seu microcosmo. O virya perdido é APRISIONADO em sua PRISÃO PSICOLÓGICA, fagocitado pelo impulso evolutivo que projetam os Arquétipos SACROS ou LÚDICOS, submetido às forças volitivas inconscientes afirma no SUJEITO CONSCIENTE a realidade argumental ou contexto axiológico dos arquétipos como a VERDADE do LABIRINTO. Podemos comprovar que não existe saída, o Eu está aprisionado na quadratura do ser, e não visualiza possibilidade alguma de escapar de sua QUADRATURA ÔNTICA, isto se deve a que o pasú ou Virya perdido ao estar preso, OCUPADO COM O FUTURO, somente tem uma perspectiva psicológica do tempo e do espaço, carente de uma PERSPECTIVA OBLÍQUA, por isto jamais poderá localizar em sua quadrangularidade o SEGREDO DO ÂNGULO RETO.

UNICAMENTE INVERTENDO A QUADRANGULARIDADE PELA ANGULARIDADE RÚNICA ODAL PODERÁ LOCALIZAR O SEGREDO DO ÂNGULO RETO, MAS PARA ISTO DEVERÁ DESINTREGRAR OS DESÍGNIOS E TAPASIGNOS ESTRUTURADOS EM SUA ESFERA DE SOMBRA PROFUNDA.

Seguindo o impulso dos desígnios arquetípicos, cada vez mais se afirma em si mesmo, o LABIRINTO de MAYA, seu caminho ôntico (caminho ELIX) o leva à enteléquia, à perfeição final. O virya, preso no tempo transcendente do Demiurgo, segue intuitivamente suas características que estão determinadas pelo passado, presente e futuro, sem poder escapar do DESTINO KÁRMICO. Preso no microcosmo, nos desígnios caracol e serpente, sofre dos complexos que animam as esferas de consciência de seu microcosmo, participa deste espaço de significação macrocósmico, onde o Virya está perdido, buscando uma verdade que sente em seu sangue mas que jamais pode compreender com sua razão porque está totalmente determinada pela ilusão, acorrentado aos MITOS ou FANTASIAS dos SÍMBOLOS SAGRADOS. O virya perdido ao buscar adiante na cultura, no tempo sua transcendência, mais se afirma em seus desígnios, se registra aos modelos culturais que afirmam os Siddhas Traidores. Preso na quadratura de sua esfera psíquica, no tempo transcendente, nos argumentos coletivos dos símbolos sagrados e dos mitos estruturados nos mesmos, o virya em forma ilusória crê na

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imanência ôntica evolutiva da realidade, crê que nessa mentira está a verdade. O virya afirmado nesta realidade, crendo na Semântica dos mitos sagrados dos Sacerdotes Golen, vive de acordo aos parâmetros culturais instrumentados pelos Siddhas Traidores na Ilusão do Labirinto, ele é vítima de um duplo Engano. Se for um pasú totalmente perdido, somente vê o LABIRINTO EXTERIOR, o espaço tempo e sua dualidade ontológica, e somente vê parcialmente seu LABIRINTO INTERIOR. Somente um Virya perdido, evoluído pode perceber seu labirinto interior, sua quadratura gnosiológica e compreender como se representa na macroestrutura cultural; mas somente o perceberá de forma ARQUETÍPICA, imagem projetada pelo sujeito racional ou RAZÃO baseada pelo modelo cultural do labirinto que está estruturado no SUJEITO CULTURAL; modelo que está construído sobre as linguagens (premissas lógicas e axiomas matemáticos) afirmadas em sua memória arquetípica ou cérebro, determinados pela chave Kalachakra. Em resumo, afirmamos estes conceitos (incorrendo em erros tautológicos, mas que o realizamos deliberadamente, de forma estratégica) porque devemos compreender a INCONSCIÊNCIA do pasú ou Virya perdido, que só vê o que os Deuses da Matéria lhe permite ver, sua vida gira em torno à enteléquia e a mesma está sempre no futuro, e neste futuro somente existe a realidade dos mitos e fantasias da Sinarquia, seus símbolos sagrados e suas verdades metafísicas, o Signo da Dor, a morte e o aprisionamento. Mas unicamente um virya perdido que consegue autonomia ôntica e um grande desenvolvimento do sujeito consciente, lhe é permitido ver a si mesmo, refletir-se ontologicamente (mito do espelho), ver a Deus (Shri Yantra) dentro de si mesmo. Ele o levará à busca do Deus do LABIRINTO EXTERIOR, e o encontrará facilmente nos símbolos sagrados da Sinarquia Universal, símbolos afirmados no labirinto como a verdade do Uno; porque o Demiurgo participa totalmente do labirinto, ele é incorporado em todos os DOGMAS E MITOS SACERDOTAIS que estão representados nas escolas da Loja Branca. Esta análise da situação do virya no labirinto, sua adaptação total do microcosmo ao macrocosmo, significa a perda total da angularidade, do segredo do Ângulo Reto, única via de ESCAPE que tem o virya para poder despertar ao despertar. O virya adormecido e perdido vive a realidade do labirinto, e esta é sua prisão; preso em sua caverna, vive nas obscuridades de sua esfera de sombra, perdendo-se definitivamente em seu labirinto exterior e interior, e o que é pior, sendo usufrutuado pela vontade dos mitos sacros, dos Sacerdotes Golen e dos Siddhas de Chang Shambalá. Nesta figura se representa ao virya aprisionado no quadrado ôntico de sua esfera de sombra. Seu Espírito-esfera é reduzido a sua mínima expressão, preso ao ser na quadratura ontológica, seu ser está totalmente determinado pelos limites de sua QUADRATURA ÔNTICA, pelos desígnios demiúrgicos que dirigem sua evolutiva alma criada.

A QUADRATURA ONTOLÓGICA DA ESFERA DE SOMBRA, AFIRMA NA FUNÇÃO TRIFORME DA ESFERA DE LUZ, UM MODELO CULTURAL, NO QUAL, DETERMINA ARQUETIPICAMENTE A CONFORMAÇÃO ÔNTICA DO EU, A INDIVIDUALIDADE OU PERSONA.

Como o Virya deve proceder para desintegrar os desígnios ônticos de sua esfera de Sombra?

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Na segunda figura, podemos observar como se representa a REVERSÃO GNÓSTICA. O Eu isolado do sujeito consciente armado CAVALEIRO TIRODAL com as runas não-criadas SIEG e TYR, situado no CENTRO TAU, de sua ARQUÊMONA ODAL,

com o poder das runas não-criadas descerá sobre o INCONSCIENTE, ingressará à caverna ou labirinto para cortar a cabeça da serpente e do dragão. Esta alegoria significa uma VERDADE ABSOLUTA, porque unicamente armado com um VALOR INFINITO, se procede a modificar a quadratura ôntica: o virya, Vontade absoluta e valor infinito, ingressa

à esfera de sombra (descida ao Inconsciente) com suas armas (runas SIEG e TYR) destrói

o designado demiurgicamente pela Vox do Uno mediante o GIRO que em forma dextrógira executa sua VONTADE NOOLÓGICA; e o EU VERDADEIRO, com o MARTELO de THOR ROMPE A HASTE, desintegra sua CHAVE, (a HASTE estruturada em seu CORAÇÃO) inverte de forma oblíqua sua quadrangularidade ôntica, pela ANGULARIDADE noológica, conformando com a runa SIEG a runa ODAL, um CERCO INFINITO no inconsciente, permitindo com isto afirmar o INFINITO DO ETERNO sobre o FINITO INCONSCIENTE. Como esse tema é muito OBLÍQUO, o iremos analisando cuidadosamente, mesmo que ainda devemos ingressar ao texto o SANGUE DO VIRYA para sua total compreensão, mas é fundamental compreender este ponto para posteriormente ingressar ao estudo dos temas mais profundos que se irão descrevendo no YOGA MARCIAL RÚNICO HIPERBÓREO.

O giro volitivo do EU VERDADEIRO sobre si mesmo, invertendo o finito pelo INFINITO, gerará ESTE GIRO RÚNICO uma VISÃO TOTAL DO LABIRINTO INTERIOR,

toda a complexão e extensão ôntica do INCONSCIENTE ou esfera de Sombra é percebida

a partir do EU, tal movimento ou deslocamento lhe permite ver cada um dos desígnios