MÓDULO TEÓRICO PARA AFT – 2012/2013 Português Edvaldo Ferreira

AULA 07/16 TEXTO – Interpretação e Intelecção

Ao escrever minha recepção sobre a racionalidade humana, estou sendo subjetivo/enunciativo. TIPOLOGIA DE COMPOSIÇÃO

Compreender o texto com o uso de recursos linguísticos: interpretação de textos. Compreender o texto através do uso normativo do idioma: intelecção de textos. ASPECTOS LINGUÍSTICOS: 01. OBJETIVIDADE / ENUNCIVIDADE 02. SUBJETIVIDADE / ENUNCIATIVIDADE 03. UNIDADE TEMÁTICA 04. PROGRESSÃO TEMÁTICA: 4.1 EXTERNA 4.2 INTERNA 05. CENTRAÇÃO TEMÁTICA 06. SINTAXE DE TENSÃO 6.1 INTENSIVA 6.2 EXTENSIVA 07. Articuladores: macro e micro 08. O articulador enunciativo da unidade do texto 09. Refração 10. Polifonia ENUNCIVIDADE /OBJETIVIDADE Expressa fatos Informações institucionalizadas O autor do texto está ausente O contexto é coletivo O espaço é externo Formalidade EXEMPLOS 1. Código Tributário é completamente objetivo. 2. A bula de determinado medicamento é totalmente objetivo. 3. O índice de inflação do mês de maio de 2012 é objetivo por ser institucional. 4. O resultado de uma pesquisa do IPEA é objetividade ou enuncividade. SUBJETIVIDADE: é a leitura crítica, é a opinião abalizada que o autor traz sobre os fatos selecionados em seu texto.

1. Texto Dissertativo: há objetividade e subjetividade , predominando a objetividade. 2. Texto Opinativo ou Artigo de Opinião: há objetividade e subjetividade, mas predomina a subjetividade. 3. Texto Informativo: é 100% objetivo. 4. Texto Injuntivo 5. Texto Narrativo 6. Texto Descritivo CLASSES GRAMATICAIS RICAS EM SUBJETIVIDADE Advérbio Adjetivos Conjunções Via regra geral, essas classes gramaticais são ricas em subjetividade. Também contextualizam subjetividade as expressões exclamativas, as interjeições. UNIDADE TEMÁTICA: Todo tema é abrangente. É importante a restrição aos temas propostos. As unidades temáticas têm o papel de alcançar esse objetivo. Cada unidade temática materializa no texto um tópico ideativo do tema proposto. UNIDADES TEMÁTICAS TEMA: EM BUSCA DA GOVERNANÇA DO ESTADO BRASILEIRO COMO ALICERCE PARA A CONSOLIDAÇÃO DA CIDADANIA Construção da definição de governança Tecnologias de gestão aplicadas Desafios a serem transpostos PROGRESSÃO TEMÁTICA EXTERNA Quando o texto apresenta mais de uma unidade temática, temo-lo em progressão temática externa. CENTRAÇÃO TEMÁTICA

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A ideia principal do texto está na centração temática. Como pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida? Para muitos filósofos. a bem da verdade. 2 Prefiro a interpretação de outros pensadores. começar o improvável e o impensável.T. então. porém para apenas uma abre outro parágrafo com maior informações objetivas. falar. CENTRAÇÃO TEMÁTICA Eis um recurso expressivo para fazer da unidade temática que recebe a progressão temática interna a centração temática TEXTO 01 INTRODUÇÃO Desde que nascemos e a nossa vida começou. por mais atrelados que estejamos a uma ordem anterior. É que sua intenção é convidar o leitor para maior aprofundamento sobre determinada unidade temática. É ela que dá à vida uma direção e um destino. Há textos em que o autor apresenta duas unidades temáticas. portanto. sobretudo. Liberdade seria. crenças. preconceitos. quem seríamos? Mas não é porque não pudemos (fazer. Ser livre é tomar a iniciativa de principiar novas possibilidades. não teríamos de onde sair. embora chamados 2 .) que jamais poderemos. medos. ao agir. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal. por exemplo. Liberdade é. o que dificulta realizar qualquer novo propósito. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de Ano Novo. Sem eles. SINTAXE DE TENSÃO INTENSIVA   PRIMEIRO PARÁGRAFO DESENVOLVIMENTO DO UNIDADE TEMÁTICA 01 O passado é como argila que nos molda e a que estamos presos. determinações. Nossa história e nosso passado não são nem cargas indesejadas... O HOMEM LIBERTANDO-SE DO PASSADO SEGUNDO PARÁGRAFO DO DESENVOLVIMENTO Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a liberdade é a nossa capacidade de escolher. recomeçamos. O HOMEM PRESO AO PASSADO imperiosamente pelo futuro. enfrentar. E agir é iniciar uma nova cadeia de acontecimentos. Com isso. Somos livres quando. em qualquer tempo. Sem passado e sem história. Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. em condição exponencial. não há mais nenhum ponto zero possível.qual a ideia principal do texto. que nos dizem que somos livres quando agimos. em hierarquia precedente. PROGRESSÃO TEMÁTICA INTERNA DA U.MÓDULO TEÓRICO PARA AFT – 2012/2013 Português Edvaldo Ferreira Quando se apresenta progressão temática externa. a que chamam livre-arbítrio. É sobrepujar hábitos. Não há como começar do nada. E. Desamarrar. alcança-se predileção desta unidade temática ao se comparar com a outra ausente de progressão temática interna. Não escapamos do tempo. não escapamos da nossa história. Abrir novos tempos. sinônimo de decisão.surge a CENTRAÇÃO TEMÁTICA É na centração temática que se responde a uma das exigências das comissões quando se pergunta ao candidato . mudar.em meio ao texto apresentado . é necessário que uma das unidades temáticas seja posta em relevo. nem determinações absolutas. Nossa capacidade de dar um novo início para as mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz da nossa condição humana. é nesse conflito que está o problema da nossa liberdade. nem para onde nos projetar. PROGRESSÃO TEMÁTICA INTERNA: trata-se de um convite ao leitor para uma imersão. Isto feito.

nesse momento. a conjunção subordinada integrante ―que‖ é um microarticulador. A função dos propósitos é transformar esse agir. Ideias opostas. Em ―Eu saí muito cedo. sempre destinam nossas vidas para algum lugar. do que se convencionou chamar "doutrina da lei e 3 . Contudo. Este é indispensável para conectar partes que constituem as estruturas frasais. – Dulce Critelli SINTAXE DE TENSÃO Consiste em expor ao leitor a articulação de unidades temáticas que se opõem. facilita a pergunta comum das comissões: qual a intenção do autor em seu texto? Trata-se de um articulador macro ARTICULADORES MACRO E MICRO Bakhtin. Sua tarefa é a de romper com a casualidade aparente da vida e apagar a impressão de que uma mão dirige nossa existência. Sérgio estuda inglês há duas décadas. ao decidirem o campeonato brasileiro. constituem em texto a sintaxe de tensão. Em ―Quero que ela participe‖. quando identificado pelo candidato ou leitor. Divide-se em sintaxe de tensão intensiva e extensiva. Ele. da manutenção ou ampliação da Lei dos Crimes Hediondos. TEXTO II As condições em que vivem os presos. proporcionando conexões externas. SINTAXE DE TENSÃO INTENSIVA A sintaxe de tensão intensiva ocorre no momento em que o árbitro autoriza o início da partida e. estamos nos utilizando de macroarticuladores Os macro-articuladores são responsáveis por paralelismos externos entre os parágrafos. mesmo inconscientes e involuntários.MÓDULO TEÓRICO PARA AFT – 2012/2013 Português Edvaldo Ferreira Nossos gestos e palavras. As unidades potenciais da língua são constituídas pelos articuladores micro. O articular enunciativo ou subjetivo da unidade do texto Existe na composição textual o articulador que materializa a intenção do autor em seu texto. da defesa da sociedade contra o crime. quando estamos nos servindo de termos que são responsáveis em conectar parágrafos. os períodos. conectores que trabalham o espaço interno das composições frasais. Cada uma. SINTAXE DE TENSÃO EXTENSIVA A sintaxe de tensão extensiva se dá quando as ideias opostas estiverem separadas. Mas cheguei atrasado ao clube‖. por exemplo. em nossos cárceres superlotados. enfim. temos sintaxe de tensão extensiva. portanto. O mesmo ocorre quando dois times de futebol. Se usarmos uma conjunção para ligar a oração principal à oração subordinada. estão apenas esperando a autorização do juiz para iniciar a partida. numa ação consciente e voluntária. Mas a criminalidade só vem aumentando. Os propósitos nos devolvem a autoria da vida. DESENVOLVIMENTO I Muitas vozes têm se levantado em favor do endurecimento das penas. São. estaremos tendo em uso unidades potenciais da língua (articuladores micro ). obviamente. portanto. em seus estudos. causando medo e perplexidade na população. esclarece as unidades potenciais da língua(objeto da linguística) e as unidades reais de comunicação ( objeto da translinguística ). em seu campo defensivo. mas não domina ainda o idioma estrangeiro. deveriam assustar todos os que planejam se tornar delinqüentes. temos o confronto direto entre os adversários. que cria destinos. está pronta em sua posição.

Lançando-se a seus pés. enquanto essas não mudarem. Destaca-se o emprego das penas alternativas. com a qual eu vivera até então familiarmente.com. interpretada pelos que a aceitam como um mandato a que não se pode renunciar‖. que se tornou o que de mais parecido poderia existir no século XIX com uma celebridade ao estilo contemporâneo. ela envolveu-me como uma carícia muda toda a minha infância‖. estava sentado no patamar da escada superior da casa onde havia sido criado pela madrinha. como a prestação de serviços à comunidade. assim. Herói nacional. a compensação por danos causados. Era menino ainda. para sempre. para o retorno ao direito penal vingativo e irracional. com participação da sociedade organizada. de menino mimado pelas mucamas. salvando-o. Foi uma história de homens tomados de paixão por uma causa justa e. À luz da história no que tem de mais estéril — a entediante versão mil vezes repetida do 13 de maio e seus antecedentes —. aclamado. Embora sedutora e aparentemente sintonizada com o sentimento geral de indignação. explicado com palavras de impressionante contemporaneidade: ―Delegação inconsciente da parte dos que a fazem. Internet: <veja. mesmo para esses. a compaixão. quando surgiu um jovem de corpo castigado.abril.MÓDULO TEÓRICO PARA AFT – 2012/2013 Português Edvaldo Ferreira da ordem". apostando em tais caminhos como forma de dissuadir novas práticas criminosas. sob a forma da luta abolicionista. mais tarde. elaborado por renomados juristas. O que o Brasil teve de pior — o comércio. O assunto principal do texto é 4 . avô e bisavô senadores do Império. prevalece a noção de que são as vergonhosas condições sociais e econômicas do Brasil que geram a criminalidade. Geralmente. a despeito do maior rigor nas penas ou da multiplicação de presídios. é difícil reproduzir a força avassaladora que o movimento contra a escravidão despertou em todo o país. ―Por felicidade da minha hora. sem suspeitar a dor que ela ocultava‖. entre eles. com o objetivo de racionalizar as penas. nenhum mais apaixonado do que o jovem pernambucano de família ilustre. era na verdade brutal e amarga.br> (com adaptações). o sentimento pelo escravo — o bolbo que devia dar a única flor da minha carreira‖. TESTE ―Absorvia-a no leite preto que me amamentou. autodesignar-se representante do ―mandato do escravo‖. Desenvolvimento II O coro dessas vozes aumenta exatamente quando o governo acaba de encaminhar ao Congresso o anteprojeto do Código Penal. CONCLUSÃO Contra a ideia de que o bandido é um facínora que optou por atacar a sociedade. do senhor que o supliciava. tendo sempre em vista mecanismos de reintegração social. o escravo pediu que fosse comprado. descreveu Nabuco. tal corrente aponta para o caminho errado. Não há quem não se arrepie ao ler como o jovem Nabuco descobriu que a tepidez do que parecia a ordem natural das coisas. a exploração e a indizível violência mil vezes cometida contra seres humanos — gerou o que o Brasil de melhor conseguiu oferecer. em um engenho pernambucano. não há mágica: os crimes vão continuar aumentando. a restrição de direitos etc. Nasceram ali as sementes que o levaram a. com muito berço e quase nenhum dinheiro. a servidão. ―Foi este o traço inesperado que me descobriu a natureza da instituição. reservando a privação da liberdade somente aos que cometerem crimes mais graves e. . eu trazia da infância e da adolescência o interesse. raramente escorados em dados de realidade ou em estudos que apontem ser esse o melhor caminho a seguir. pai. valem-se de argumentos retóricos e emocionais. tão combatido pelo iluminismo jurídico. paparicado e adorado.Vilma Gryzinski. escreveu Joaquim Nabuco sobre a escravidão que conheceu como menino.

Mas esta. Por isso. havia protesto contra o tédio e o convencionalismo burgueses. sob relações de produção em que as pessoas nascem inseridas e que. Ela se liga às necessidades das pessoas sob um sistema funcional. fica difícil estabelecer. e cais em ridículo perante a sociedade. C) o desconhecimento das classes favorecidas acerca do sofrimento experimentado pelos escravos no Brasil no século XIX. a relação em que ela se apresenta. Isso pesa muito sobre a questão do tempo livre. muito mais fundamentalmente. se não tens ocupação para o tempo livre! berdade em si mesma. as pessoas não percebem o quanto não são livres lá onde mais 5 . isto é.. tornando-se paródia deste.. a integração do tempo livre é alcançada sem maiores dificuldades. agora como antes. gostava-se de acampar —. além do determinado pelas funções. o que resta nas pessoas. mas a própria necessidade de liberdade é funcionalizada e reproduzida pelo comércio. Essa oposição. E) o comportamento diferenciado de Joaquim Nabuco ante os escravos. Além do mais. No camping — no antigo movimento juvenil. um bicho raro. Passar-a-noite-a-céu-aberto equivalia a escapar da casa. o que elas querem lhes é. foi aproveitada e institucionalizada pela indústria do camping. depois da morte do movimento juvenil. tornar-se-ia imperiosa a suspeita de que o tempo livre tende em direção contrária à de seu próprio conceito. que chances eventualmente oferece o seu desenvolvimento — não pode ser formulada em generalidade abstrata. tão desconhecida da maioria das pessoas não-livres como a sua não-li Podemos esclarecer isso de maneira simples por meio da ideologia do hobby.MÓDULO TEÓRICO PARA AFT – 2012/2013 Português Edvaldo Ferreira A) a vida sofrida dos escravos no século XIX. Liberdade organizada é coercitiva: ―Ai de ti se não tens um hobby. o que ocorre com o tempo livre?‖ (. hoje como antes. A indagação adequada ao fenômeno do tempo livre seria. Decerto. mas persistindo as condições de não-liberdade. hoje. Mesmo onde o encantamento se atenua e as pessoas estão ao menos subjetivamente convictas de que agem por vontade própria.‖ Tal coação não é. antes se dizia ócio. O tempo livre é acorrentado ao seu oposto. da família. A expressão. imposto. Essa necessidade. poderíamos acrescentar. algo qualitativamente distinto e muito mais grato —.) Se se cuidasse de responder à questão sem asserções ideológicas. o tempo livre dependerá da situação geral da sociedade. O que os jovens queriam era sair.) Em uma época de integração social sem precedentes. esta: ―Com o aumento da produtividade no trabalho. no duplo sentido da palavra. e este era um privilégio de uma vida folgada e. de nenhum modo. lhes prescrevem as regras de sua existência. não se pode traçar uma divisão tão simples entre as pessoas em si e seus papéis sociais. Então tu és um pretensioso ou antiquado. provavelmente também já escolhido de acordo com a oferta do negócio do tempo livre. B) a relação de Joaquim Nabuco com os serviçais de sua família.. isso ainda significa que essa vontade é modelada por aquilo de que desejam estar livres fora do horário de trabalho. mais uma vez. (. a qual te impinge o que deve ser o teu tempo livre.. além de inúmeros utensílios auxiliares. de forma geral. na verdade. determinado de fora. está subentendido que se deve ter um. se algo nas pessoas não ansiasse por isso. mantém as pessoas sob um fascínio. Na naturalidade da pergunta sobre qual hobby se tem. Ela não poderia obrigar as pessoas a comprar barracas e motor homes. em comparação com os senhores da época. TESTE Tempo livre A questão do tempo livre — o que as pessoas fazem com ele. imprime-lhe traços essenciais. Nele se prolonga a não-liberdade. de origem recente — aliás. aquele que é preenchido pelo trabalho e. opõe-se a outra: à de tempo não livre. somente exterior. D) o reconhecimento por Joaquim Nabuco da realidade dos escravos e sua importância no cenário abolicionista. portanto.

1 Como. T. 1995.). a justaposição de ideias contrárias entre si fragiliza a coerência textual e impossibilita a definição do conceito de ―tempo livre‖. depreende-se que a idéia de ―tempo livre‖. 70-82 (com adaptações). ( V – F ) 6 . julgue os itens abaixo com V ou F. ( V – F ) 5 No segundo parágrafo. as características essenciais ao ―tempo livre‖ se baseiam na oposição entre este e o ―tempo nãolivre‖. a de tempo não ocupado pelo trabalho. Petrópolis: Vozes. Maria Helena Ruschel (Trad.( V – F ) 4 Nas linhas de 1 a 6. modelos críticos 2. Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto acima. nos trechos em que se afirma que ―tempo livre‖ opõe-se a ―tempo nãolivre‖ e que ―tempo livre é acorrentado ao seu oposto‖. não é nova. isto é. ( V – F ) 2 Conclui-se da leitura do texto que tanto o ―tempo não-livre‖ quanto o ―tempo livre‖ são condicionados pela sociedade. Palavras e sinais. (V–F) 6 A diferença existente entre ―tempo livre‖ e ―tempo não-livre‖ é a mesma que distingue as pessoas que estão ―convictas de que agem por vontade própria‖ (no final do segundo parágrafo) daquelas ―pessoas não-livres‖ (no final do terceiro parágrafo) que desconhecem a ―sua nãoliberdade em si mesma‖ (no final do terceiro parágrafo ). p. de acordo com o texto. porque a regra de tal ausência de liberdade lhes foi abstraída. o termo ―encantamento‖ faz referência ao poder exercido pela sociedade sobre as pessoas. W. ( V – F ) 3 Do primeiro parágrafo do texto.MÓDULO TEÓRICO PARA AFT – 2012/2013 Português Edvaldo Ferreira livres se sentem. Adorno. é correto concluir que as formas de uso do ―tempo livre‖ serão as mesmas em qualquer época.

V 4. V 6.MÓDULO TEÓRICO PARA AFT – 2012/2013 Português Edvaldo Ferreira GABARITO 1. F 2. F 5. F 7 . V 3.

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