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“…até os confins da terra” A tarefa evangelizadora foi constituída na última ordem do Senhor
“…até os confins da terra” A tarefa evangelizadora foi constituída na última ordem do Senhor
“…até os confins da terra” A tarefa evangelizadora foi constituída na última ordem do Senhor

“…até os confins da terra”

“…até os confins da terra” A tarefa evangelizadora foi constituída na última ordem do Senhor Jesus
“…até os confins da terra” A tarefa evangelizadora foi constituída na última ordem do Senhor Jesus
“…até os confins da terra” A tarefa evangelizadora foi constituída na última ordem do Senhor Jesus
“…até os confins da terra” A tarefa evangelizadora foi constituída na última ordem do Senhor Jesus

A tarefa evangelizadora foi constituída na última ordem do Senhor Jesus para sua igreja (Atos 1.8).

na última ordem do Senhor Jesus para sua igreja (Atos 1.8). Incrível como Lucas registrou essa

Incrível como Lucas registrou essa ordem preservando as quatro palavras que Jesus usou para formulá-la:

poder, Espírito, testemunhas e terra. Na formulação do tema da Campanha de Missões Mundiais deste ano,

estas são as palavras que, reordenadas, aparecem: “Testemunhe às nações pelo poder do Espírito”. Desenvolvemos
estas são as palavras que, reordenadas, aparecem: “Testemunhe às nações pelo poder do Espírito”. Desenvolvemos três
dimensões da tarefa de evangelizar o mundo, a partir destas quatro palavras que aparecem em Atos 1.8, para a nossa reflexão.
SomoS o que viemoS fazer!
o
povo kimyal, na Indonésia. Se há
uma vida, o testemunho que temos
faz nascer o vocacionado, a testemu-
nha de Deus. Somos vocacionados
A
dimensão da nossa
a
dar precisa impactá-la. Haitianos
identidade
Servos, santos, crentes, irmãos, elei-
tos, etc. Encontramos no Novo Tes-
tamento várias palavras para fazer re-
ferência aos cristãos; cada uma tem o
seu valor e seu sentido. Porém, a pa-
lavra que, com maior precisão, defi-
ne
nossa identidade, sem dúvida, é
‘testemunha’. O sentido aqui é o éti-
co, implicando que devemos viver, se
que estão aqui, a menos de 5 mil qui-
lômetros de nós, ou os habitantes do
leste das Filipinas ou do norte de Pa-
pua-Nova Guiné, ambas a mais de
20 mil quilômetros do Brasil. Preci-
samos levar a mensagem do Evange-
lho a qualquer lugar onde haja uma
vida. A natureza da nossa meta esta-
belece os contornos da nossa missão.
preciso for até morrer, para praticar,
sustentar, defender e difundir nossa
SomoS capacitadoS para
a miSSão!
em Cristo Jesus. Somos as teste-
A dimensão da nossa vocação
munhas do poder, do amor e da gra-
ça
de Deus. Se não testemunharmos,
Nossa tarefa requer capacitação. Des-
o
propósito de nosssa vida não será
cumprido. O propósito de nossa vida
de nossas aptidões naturais às habili-
dades que adquirimos; de nossos ta-
se
confunde com nossa identidade.
vamoS aonde houver vida!
lentos inatos aos dons espirituais que
recebemos de Deus; desde a nossa
educação familiar até os treinamen-
A
dimensão da nossa meta
Cada pessoa sobre a face da terra pre-
cisa conhecer o nosso testemunho.
tos e cursos que fazemos. Tudo isso
se mistura na constituição do nosso
preparo para a missão. É o poder do
Espírito Santo de Deus que age em
O
cerne da nossa meta não está na
nós misturando e moldando todas
essas coisas, e ainda trazendo o nosso
temperamento, a nossa personalida-
de e os nossos valores para interagi-
para testemunharmos de Cristo.
Missões é a totalidade desta ma-
ravilhosa tarefa que nos permite ser.
Cada crente em Jesus é um missio-
nário. Missões é o nosso jeito de ir.
Cada testemunha de Cristo vai, ao
mesmo tempo, a todos os cantos do
mundo, pois a alguns lugares nós
podemos ir, e oramos por outros e
sustentamos os que vão. Missões é a
nossa resposta vocacional. Quando
nos envolvemos em oração, contri-
buição e ação missionárias, estamos
vivendo a nossa vocação.
O impacto do nosso testemunho
precisa ecoar no coração de todos,
em todos os cantos do mundo. Te-
mos uma missão a cumprir. E Mis-
sões Mundiais convida você a se en-
volver ainda mais com a evangeli-
zação do mundo. Informe-se atra-
vés de todo o material disponível
e testemunhe às nações pelo poder
do Espírito!
geografia, tampouco na estatísti-
ca, mas sim na vida humana. Uma
Pr. João Marcos B. Soares
grande nação na Ásia, como a China
ou
uma pequena comunidade como
rem nesta mistura extraordinária que
Diretor Executivo
de Missões Mundiais
1
jmm.org.br/campanha2013

Expediente

REvIStA DA CAMpANhA 2013
REvIStA DA CAMpANhA 2013
EStE CADERNo é pARtE INtEgRANtE Do MAtERIAL pRoMoCIoNAL pARA A MobILIzAção DE MISSõES MuNDIAIS EM
EStE CADERNo é pARtE INtEgRANtE Do
MAtERIAL pRoMoCIoNAL pARA A MobILIzAção
DE MISSõES MuNDIAIS EM 2013.
DirETor ExEcuTivo:
pR. João MARCoS bARREto SoARES
GErEnTE DE comunicação E markETinG:
JACI MADSEN
rEDação E rEvisão:
EQuIpE DE REDAção E REvISão JMM
rEDaTor rEsPonsÁvEL:
MARCIA pINhEIRo (22582/DRt/RJ)
ProjETo GrÁfico E EDiToração:
EQuIpE DE CRIAção JMM
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CAMpANhA 2013

@MISSoESMuNDIAIS FACEbook.CoM/MISSoESMuNDIAIS CAMpANhA 2013 1 4 5 19 21 23 32 Reflexão sobre o tema Pilares

1

4

5

19

21

23

32

Reflexão sobre o tema

Pilares da campanha de Missões Mundiais

Povos não alcançados

Material da Campanha

Entrevista com Pr. João Marcos:

Chamado para anunciar a salvação ao mundo

Sete países, sete realidades e um só desejo

Testemunhe pelo poder do Espírito

pRoMotoR 33 Sua participação é que faz a diferença! 34 Promova Missões Mundiais 36 A
pRoMotoR
33
Sua participação é que faz a diferença!
34
Promova Missões Mundiais
36
A missão de ser um promotor voluntário
38
Mobilize sua igreja
40
Um promotor de Missões em Éfeso
42
Agenda Conexão Missonária 2013
43
Agenda de acampamentos de pastores
e promotores 2013
44
Missionários mobilizadores da JMM
MÚSICo
45
O som da missão
46
De frente com a missão
50
O desafio dos “sotaques musicais”
em missões transculturais
52
Poder para Testemunhar - Música da Campanha
54
Partitura
CRIANçAS
61
Crianças e Missões
63
Crianças envolvidas com Missões
64
FMs: pequenas sementes lançadas no mundo
66
A missão de alcancar crianças

JovENS

JovENS 69 Com.Vocação: Sim, eu sou vocacionado 70 Com.Vocação: Servir na “obra de Deus” ou “servir

69

Com.Vocação: Sim, eu sou vocacionado

70

Com.Vocação: Servir na “obra de Deus” ou “servir a Deus”como estilo de vida?

72

Entrevista com Daniel Dias:

Vocacionado para ser campeão

74

Dons, vocação e missão

76

Entrevista com Ed René Kivitz:

Dimensões da missão

78

Vocação: todo mundo tem

80 O Deus que age na história pAStoR 83 Pensando em você, pastor 84 Testemunhe
80
O Deus que age na história
pAStoR
83
Pensando em você, pastor
84
Testemunhe da missão à sua igreja
85
Missões: prioridade na agenda de todos
88
Manifestando o amor de Deus pelos povos
92
A
igreja é de Cristo. A Missão é de Deus
MISSõES MuNDIAIS
94
Fique por dentro da JMM
95
Três ofertas, uma única obra
96
Entrevista com Lauro Mandira:
Um pastor de missionários
98
Entrevista com Jaci Madsen:
O
espelho de Missões Mundiais
100
Igrejas conectadas com a missão
102
Não deixe para mais tarde!
Deus quer usar você em Sua missão
103
Viva Missões Mundiais
104
PAM - Programa de Adoção Missionária
105
PIM - Programa de Intercessão Missionária
105
PEM - Programa Esportivo Missionário
106
PEPE - Programa Socioeducativo
107
POPE - Programa de Odontologia
Preventiva e Educativa
108
Intercessão abençoadora
110
Voluntários: um tempo para servir
112
Voluntários Sem Fronteiras

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013

Campanha 2013
Campanha 2013

Conheça os pilares da campanha de Missões Mundiais

A definição do tema da campanha de Missões Mundiais em 2013 foi baseada na constatação que precisávamos falar às pessoas que tudo

o que fazemos, só é possível pelo poder do Espírito Santo.

Isso é o que nos disse Jesus em Atos 1.8, “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me- eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia

e Samaria, e até aos confins da terra.”. precisamos ter em mente que o poder não é pra nós, mas para testemunharmos

do Evangelho. o poder não é para ganharmos uma série de coisas, é ganharmos o mundo para Cristo. por isso, cumprindo

a grande Comissão de Jesus Cristo, nós vamos testemunhar a

todas as nações e glorificar a Deus com o nosso trabalho.

todas as nações e glorificar a Deus com o nosso trabalho. Envolva-se integralmente com a missão

Envolva-se integralmente com a missão e com Missões Mundiais: ore, fale, vá e doe-se por amor ao pai e ao próximo.

ore, fale, vá e doe-se por amor ao pai e ao próximo. você pode até pensar

você pode até pensar que os alvos de Missões Mundiais são arrojados demais, mas lembre-se: o mundo tem mais de 7 bilhões de pessoas, e pelo menos 4 bilhões delas jamais ouviram falar de Jesus Cristo. pense em quantas pessoas estão morrendo sem Jesus Cristo; sem experimentar a alegria de poder louvar a Deus. Essas pessoas precisam que nós as alcancemos com a mensagem do Evangelho. por isso, você precisa cumprir a grande Comissão. Não porque a JMM está pedindo, mas porque Jesus mandou. A nossa parte é alcançar todas as nações, para que todas as nações confessem o nome de Jesus Cristo como seu Senhor.

4

a campanha 2013 de missões mundiais tem quatro pilares básicos: Interceder Você pode e deve
a campanha 2013 de missões mundiais
tem quatro pilares básicos:
Interceder
Você pode e deve ORAR. Esse é o primeiro pilar.
Não fazemos nada sem oração. Primeiramente,
precisamos entender que o que fazemos é algo espiritual.
Nós precisamos da aprovação de Deus para tudo o que
fazemos. Quando você ora por nossos missionários,
nossos projetos e por aqueles que ainda não foram
alcançados por Cristo, apoia o avanço da obra
missionária mundial e demonstra fé e submissão.
Anunciar
Anuncie o Salvador! O segundo pilar é FALAR. Fale onde
você está, na sua Jerusalém, porque quando você
anuncia, torna o Evangelho conhecido. Leia, prepare-se
e
fale. Quando você estuda a Bíblia, aumenta a base do
conhecimento da Palavra de Deus e fica mais preparado
para testemunhar, o que, em última análise, envolve mais
pessoas com a missão. Cada cristão precisa proclamar
o
amor de Deus. Todos nós somos testemunhas e temos o
poder do Espírito Santo de Deus que nos capacita a falar.
Ir
Este é o terceiro pilar. Deixe o lugar onde você está e
faça algo. Aceite o desafio de alcançar o mundo para
Cristo com sua vida, seu testemunho, sua vocação, sua
voz, suas orações, sua disposição em ofertar.
IR não significa largar tudo que tem e se mudar para
um lugar distante. Ao contrário, vá com tudo: leve sua
vocação, seus talentos e doe ao próximo. Você pode ir
por pouco tempo, por exemplo, nas suas férias, ou por
um longo período. O importante é que você se disponha
a
ir aonde e como Deus mandar.
Ser
Seja a diferença que o mundo precisa. Este é o quarto
pilar.Viva e testemunhe o Evangelho de Cristo, que tem
como base a doação, o amor. “Porque Deus amou o
mundo de tal maneira que deu o seu filho”
atitude de amar, doar e ofertar.
SER implica

Ame ao próximo e doe seu tempo, sua vocação, seus talentos. Participe da obra missionária também com suas ofertas. Envolva-se com Missões Mundiais!

também com suas ofertas. Envolva-se com Missões Mundiais! Seja o que for, oferte com amor e

Seja o que for, oferte com amor e sinceridade. Doe-se integralmente porque você pertence ao Pai. Ele doou o que tinha de mais precioso para nos resgatar.

Sejamos liberais com o que o Senhor nos dá. Envolva-se integralmente com a missão e com Missões Mundiais:

ore, fale, vá e oferte por amor ao Pai e ao próximo.

mais que tudo, para que o Evangelho chegue até os confins da Terra.

E

Envolva-se integralmente com a missão e com Missões Mundiais: ore, fale, vá e doe-se por amor ao pai e ao próximo. E mais que tudo, para que o Evangelho chegue até os confins da terra.

jmm.org.br/campanha2013

POVOS NÃO ALCANÇADOS Por MARCIA pINhEIRo
POVOS
NÃO ALCANÇADOS
Por
MARCIA pINhEIRo
   

D e todas as regiões do mundo, Missões Mundiais tem recebido fortes apelos por missionários. São líderes batistas que clamam pela salvação de sua

gente. Impossível não querer falar da alegria em ter a promessa de vida eterna para pessoas que

 
 
  focam toda sua devoção em falsos deuses como animais, natureza, objetos e pessoas. São povos

focam toda sua devoção em falsos deuses como animais, natureza, objetos e pessoas. São povos que jamais ouvi-

focam toda sua devoção em falsos deuses como animais, natureza, objetos e pessoas. São povos que
ram falar de Jesus, e andam no caminho inverso ao que leva à Verdade. Denominados

ram falar de Jesus, e andam no caminho inverso ao que leva à Verdade. Denominados não alcançados, eles são

um desafio à missão de todo aquele que já foi chamado das trevas para a luz: testemunhar do Evangelho. O termo “não alcançado” ou “não evangelizado” surgiu para definir um grupo de indivíduos no qual não há uma comunidade nativa de crentes capazes de evangelizá-los. Segundo a International Mission Board (EUA), há cerca de 3.800 povos em todo o mundo que não International Mission Board (EUA), há cerca de 3.800 povos em todo o mundo que não International Mission Board (EUA), há cerca de 3.800 povos em todo o mundo que não conhecem a Jesus, o Filho de Deus, e desconhecem

Mission Board (EUA), há cerca de 3.800 povos em todo o mundo que não conhecem a
Mission Board (EUA), há cerca de 3.800 povos em todo o mundo que não conhecem a
Mission Board (EUA), há cerca de 3.800 povos em todo o mundo que não conhecem a
Mission Board (EUA), há cerca de 3.800 povos em todo o mundo que não conhecem a
necessidade de salvação. Grande parte desses povos está na chamada Janela 10/40, região onde habita

necessidade de salvação. Grande parte desses povos está na chamada Janela 10/40, região onde habita 66% da população mundial, e ocupa 33% da área total do planeta, compreendendo 62 países. Os dois maiores países do mundo, em número de habitantes, encontram-se nessa área: China e Índia. Os

a

dois juntos representam cerca de 33% da população da

dois juntos representam cerca de 33% da população da

Terra. Esta região estende-se desde o oeste da África até

o leste da Ásia, e é comparada a uma janela retangular, estando entre 10 e
o
o

leste da Ásia, e é comparada a uma janela retangular,

estando entre 10 e 40 graus ao norte da Linha do Equa- dor. Todas as terras bíblicas encontram-se nessa janela. O apóstolo Paulo ultrapassou esses limites nas suas via-

 

gens missionárias (Rm 15.19).

nas suas via-   gens missionárias (Rm 15.19). A Janela 10/40 ainda é um dos maiores

A Janela 10/40 ainda é um dos maiores desafios missionários. Todos os crentes devem orar, contribuir, apoiar e inteirar-se das necessidades dos trabalhos mis- sionários direcionados para essa região. Até o fechamento desta edição – novembro de 2012 – Missões Mundiais tinha 764 missionários em 72 paí- ses, uma média de um missionário para cada cinco po- vos não alcançados. O desafio é testemunhar as Boas Novas aos 193 países do mundo. O tempo em que esta meta será alcançada só cabe a Deus conhecer. A única certeza é que o sucesso desta missão divina depende de cada nova criatura, que tem sua vida orientada pelo po- der do Espírito Santo. Nossa meta para este ano de 2013 é ter 50% de nossa força missionária atuando entre os povos não alcança- dos. Seguindo nesta direção, já estabelecemos parcerias com convenções batistas de vários países em todos os continentes onde atuamos. Grandes são as expectativas para o avanço do ministério missionário, principalmen- te em regiões como o Norte da África, Ásia, Oriente Médio e Leste Europeu, onde há a maior concentração de pessoas que desconhecem o verdadeiro e único Deus. Como igreja do Senhor, você precisa se atualizar constantemente sobre as necessidades de cada região do planeta e, assim, identificar a melhor forma de levar a mensagem da salvação aos não alcançados. Uns serão chamados a orar, outros a contribuir, muitos a seguir De alguma forma Deus o usará dentro do Seu projeto de amor pelos povos.

a orar, outros a contribuir, muitos a seguir De alguma forma Deus o usará dentro do

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CAMPANhA 2013

CAMPANhA 2013

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013

6 Joel Shawn / Shutterstock.com

jmm.org.br/campanha2013

jmm.org.br/campanha2013 AMÉRICAS A s Américas (do Sul, do Norte e Cen- tral) são grandes continentes, com

AMÉRICAS

A s Américas (do Sul, do Norte e Cen- tral) são grandes continentes, com quase um bilhão de habitantes e 35 nações, além de diversos territórios e

dependências europeias. Destas, 21 formam a cha- mada América Latina. Colonizado por países cris- tãos (Espanha, França, Holanda, Inglaterra e Portu- gal), o continente foi, por muito tempo, considerado cristão, ou pelo menos cristianizado. A evangeliza- ção foi centrada no trabalho em massa, sem con- versão pessoal, e marcada pelo colonialismo que, na ânsia de enriquecer os empreendimentos europeus, quase contribuiu para a extinção de várias nações indígenas. Passados mais de 500 anos, constatamos que a afirmação está longe de ser verdade. Um relatório das Nações Unidas revela que as cidades da América Latina continuam mantendo o nível mais alto de desigualdade do mundo. A cons- tatação é parte do documento “Estado das Cidades da América Latina e Caribe”, lançado em agosto de 2012, no Rio de Janeiro. A distância entre ricos e pobres continua au- mentando. O país com a maior disparidade socio- econômica é a Guatemala, seguida por Honduras e Colômbia.

É na América Latina, formada por descen-

dentes das antigas civilizações dos astecas, maias

e incas, onde estão as maiores desigualdades.

Esses povos, no entanto, começam a abrir seus olhos para a maior riqueza: o amor de Deus. Esta parte do continente americano, majori- tariamente católica durante 500 anos, experimen-

tou uma explosão evangelística de proporções fan- tásticas. Em 1900 havia somente 250 mil crentes, porém no final do século passado já havia mais de 60 milhões de evangélicos. Hoje em dia, somente

o Brasil tem mais crentes do que em toda a Europa

Ocidental e Leste Europeu juntos. Mesmo assim, há uma infinidade de povos sem Cristo na América Latina. No Peru, por exemplo, existem 17 grupos tribais não alcançados na selva. São pessoas que vi- vem sem Deus e sem esperança. O sincretismo religioso, que aliou o cato- licismo romano com elementos da religiosida-

de africana e pré-colombiana é patente. Em paí- ses como Brasil, Peru, Bolívia e Haiti as pessoas

se dizem cristãs, mas praticam, ao mesmo tempo,

rituais animistas. Os índios aimarás e quéchuas,

na América do Sul, por exemplo, seguem adoran-

do nas montanhas o sol e outros elementos da na-

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 Campanha 2013 tureza. No Haiti, a prática do vodu tem

Campanha 2013

tureza. No Haiti, a prática do vodu tem mergulhado aquele país na mais profunda pobreza material e espiri- tual. Até mesmo países ditos protes- tantes, como Canadá e Estados Uni- dos, vêm experimentando uma bus- ca incessante por práticas religiosas supersticiosas. Outro grande desafio é o se- cularismo. No Canadá, em Cuba e no Uruguai as pessoas estão longe de Deus, que para elas não passa de um personagem fruto da superstição humana, no mesmo nível das fadas, dos gnomos ou entes do folclore lo- cal. Coincidentemente, aumenta- ram os casos de depressão e suicídios nesses países. Os percentuais daque- les que se dizem não religiosos ou ateus têm crescido. Soma-se a isso o aumento expressivo de seguidores de religiões orientais como islamis- mo, hinduísmo e budismo, que têm encontrado nos corações vazios de habitantes de todas as Américas um campo fértil para plantar sementes de seus valores e crenças. Não podemos conviver com o percentual de apenas 14% do total da população das Américas que afir- mam ter Jesus Cristo como seu úni- co e suficiente Salvador. Se levarmos em conta a América Latina, esse nú- mero é ainda menor. Apenas a Gua- temala tem um percentual grande de evangélicos (em torno de 40%), seguida de Honduras (30%) e do Brasil (com questionáveis 20%). Pa- íses como Argentina, Bolívia, Cuba, Equador e Venezuela têm menos de 5% de evangélicos em sua popula- ção. No Canadá e nos Estados Uni- dos o número de evangélicos tam- bém não para de cair.

dos o número de evangélicos tam- bém não para de cair. Conquistando as Américas M issões
Conquistando as Américas M issões Mundiais está presente nas Américas através de seus 296 missionários
Conquistando as
Américas
M issões
Mundiais
está
presente nas Américas
através de seus 296
missionários que
testemunham o
Evangelho às nações
do continente. Nas
Américas do Norte
e Central, estamos presentes
no Canadá, na República
Dominicana, no Haiti e em Cuba,
país que concentra a maior quantidade
de missionários da terra.
Na América do Sul, há missionários na
Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Paraguai e
Chile. São desenvolvidos vários projetos na região,
como o SOS (Socorro Oportuno ao Suicida), que
oferece ajuda a pessoas sem esperança e que pensam
em dar fim à própria vida, e o projeto Gol para
Cristo, que utiliza o esporte para transmitir valores
bíblicos a crianças e jovens de igrejas no norte do Chile,
entre outras iniciativas.
O PEPE (programa socioeducativo promovido por Missões
Mundiais) tem presença forte na região, contribuindo para a
formação pessoal, educacional e espiritual de crianças de vários
países, inclusive no Haiti, país devastado por um terremoto em
janeiro de 2010.
O programa Voluntários Sem Fronteiras – Radical Latino-Americano
também é destaque na região. Muitos jovens brasileiros e de países
vizinhos já participaram e tiveram a oportunidade de atuar em
espaços como escolas, universidades, centros urbanos e comunidades
carentes na América Latina impactando a população local com o
testemunho do Evangelho de Cristo.

spirit of america / Shutterstock.com

jmm.org.br/campanha2013

spirit of america / Shutterstock.com jmm.org.br/campanha2013 ÁFRICA 9

ÁFRICA

spirit of america / Shutterstock.com jmm.org.br/campanha2013 ÁFRICA 9
spirit of america / Shutterstock.com jmm.org.br/campanha2013 ÁFRICA 9
spirit of america / Shutterstock.com jmm.org.br/campanha2013 ÁFRICA 9

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 Campanha 2013 A libertação das colônias africa- nas trouxeram como

Campanha 2013

A libertação das colônias africa- nas trouxeram como conse- quências ao continente guerras, fome, corrupção e desastres

diversos. A África é um vasto continente, diversificado espiritualmente e dividido em 54 nações independentes. O continente tem

predomínio muçulmano na faixa norte; e uma imensa mistura de crenças, tradições

e

religiões no sul. É uma multidão de reli-

giões: 182 milhões de evangélicos; 428 mi- lhões de muçulmanos; e ainda um enorme número dos que misturam práticas animis- tas e religiões folclóricas.

 

A

religião é extremamente importante

na África. Em muitos lugares, é mais impor- tante para a identidade de uma pessoa do que sua nacionalidade ou etnia. Não há li- berdade religiosa em grande parte da África

e

existem muitas restrições. A perseguição é

intensa em países de maioria islâmica. Cris-

tãos são perseguidos em vários países.

 

A

igreja evangélica cresce em ritmo ace-

lerado, apesar da perseguição. No entanto,

os costumes não cristãos continuam a per-

mear a igreja na África. Muitos cristãos não estão totalmente livres da influência de bru- xaria e espíritos malignos.

 

A

maioria concilia, de forma errada, a

fé em Cristo com o animismo – uma reli- gião praticada por grupos tribais em todo o

mundo. Os animistas acreditam que espíri- tos vivem em objetos comuns. Eles respei- tam cada ser, desde outros seres humanos até animais, plantas, rios, o sol e a chuva. Animistas acreditam que têm que agradar os bons e maus espíritos que vivem na na- tureza ao seu redor. Há cerca de duas mil tribos não alcançadas de animistas.

 

A

realidade da África nos mostra um

continente sofrido, com números impres- sionantes. A taxa de alfabetização é baixa, há altos índices de pobreza e doenças poten- cialmente fatais. Cerca de 40% da popula- ção africana tem menos de 15 anos de idade.

VEJA ALguNS NúMErOS PrEOCuPANTES:
VEJA ALguNS NúMErOS PrEOCuPANTES:

1

3,3 milhões de africanos estão em RISCo DE FoME.

2

A

cada 15 segundos,

uMA CRIANçA toRNA-SE óRFã DA AIDS.

3

há 881 LíNguAS na África sem a bíblia.

4

Na África Subsaariana, mais de 70% da população vIvEM EM FAvELAS.

5

45% das crianças da África Central e ocidental Não têM ACESSo à ESCoLA.

6

taxa de alfabetização na África é MENoR QuE 60%.

A

 

1.800 dos 2.640 povos da África Subsaariana (433 milhões de pessoas) Não São ALCANçADoS pELo EvANgELho.

7

8

uma criança africana MoRRE DE MALÁRIA

A

CADA 30 SEguNDoS.

9

Na África, duas de cada cinco pessoas Não têM ÁguA potÁvEL.

10

Não hÁ tRAbALho EvANgéLICo entre 600 povos da África Subsaariana.

Motivos não faltam para pedirmos a Deus que en- coraje sua igreja a assumir o

Motivos não faltam para pedirmos a Deus que en- coraje sua igreja a assumir o compromisso de testemu- nhar do Evangelho aos africanos. Dadaab, no Quênia, é o maior e mais antigo cam- po de refugiados em todo o mundo. Mais de 230.000 pessoas lutam pela vida lá. O acampamento está locali- zado a 80 quilômetros da fronteira com a Somália. Foi criado em 1991 e recebe cerca de 500 refugiados por dia. São pessoas que fogem dos conflitos na Somália. Com escassez de emprego e sem ter o que fazer, os refugiados

vivem sem esperança. Eles precisam saber que há um Deus que se importa com suas vidas. Levar a Palavra de Deus aos africanos torna-se um problema também devido à diversidade de etnias com seus mais variados dialetos. A Bíblia ainda está sendo traduzida para diversos dialetos e idiomas falados no continente africano. Só na Nigéria, mais de 500 línguas são faladas. É preciso in- vestimento financeiro e de mão-de-obra para que a Pala- vra de Deus seja lida em todas as línguas.

É preciso in- vestimento financeiro e de mão-de-obra para que a Pala- vra de Deus seja
Levando vida aos africanos M issões Mundiais está presente na África desde 1971, quando foi
Levando vida aos
africanos
M issões Mundiais está presente na
África desde 1971, quando foi
enviada a primeira missionária a
socioeducativo,
aproximadamente
Moçambique. Atualmente, são 163 missionários
que testemunham o Evangelho de Cristo às nações
africanas pelo poder do Espírito.
30 adultos são
impactados pela
mensagem do
Evangelho.
Nossos missionários estão presentes em países onde
predominam religiões animistas e o islamismo, e
com a permissão do Senhor têm feito a diferença
nos lugares em que atuam.
Missões Mundiais também está presente em todos
os países africanos de língua portuguesa. Nossos
missionários trabalham arduamente para anunciar
aos povos dessas nações o Evangelho de Cristo.
Na Guiné e no Níger, os Voluntários Sem
Fronteiras apoiam o trabalho de missionários
efetivos em pequenas comunidades de países
islâmicos.
Em Angola, a Escola Pamosi trabalha com a
população surda de Huambo; em Cabo Verde e em
São Tomé e Príncipe, igrejas já foram organizadas;
em Guiné-Bissau, missionários atuam na capital
no interior com projetos nas áreas educacional e
de saúde, como a Escola e Clínica de Bafatá; em
Moçambique, projetos como o Pequenas Sementes
e
Projetos como Fábrica de Esperança e Surdos do
Senegal oferecem a crianças e adolescentes uma
oportunidade de vida e o caminho da salvação
em Jesus.
e
Consolo levam esperança à população do Dondo
através de uma escola e uma clínica móvel.
O PEPE na África é a prova de que o trabalho
missionário pode render muitos frutos, pois
para cada criança atendida pelo programa
Louve a Deus pelo trabalho de Missões Mundiais,
pois ainda precisamos avançar muito mais para
chegar aos povos não alcançados da África.
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jmm.org.br/campanha2013

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 CAMPANhA 2013 ÁSIA A Ásia abriga mais da metade da

CAMPANhA 2013

ÁSIA

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 CAMPANhA 2013 ÁSIA A Ásia abriga mais da metade da

A Ásia abriga mais da metade da população total do planeta. Lá vivem mais de 4 bilhões de pes- soas. O continente também concentra o maior número de povos não alcançados do mundo. Os maiores pedidos por missionários que chegam à JMM vêm de convenções batistas da Ásia.

Os países da região sul (Paquistão, Índia, Sri Lanka, Nepal, Butão, Maldivas e Bangladesh) concen- tram mais pessoas não alcançadas pelo Evangelho do que qualquer outra região do mundo. A maioria dos 1,4 bilhão de habitantes do Sul da Ásia segue religiões politeístas, que creem em tudo, menos no verdadeiro Deus. Na Ásia habitam três grandes grupos étnicos - o caucasiano (raça branca), o mongol (raça amarela)

e

o negroide ou melanoide - os quais se dividem em numerosos subgrupos, resultantes de miscigenações

e

contatos ao longo da história.

Dois gigAntes CLAmAm por Cristo VENCENDO DESAFIOS ChiNA ÍNDiA T estemunhar de Cristo às nações
Dois gigAntes
CLAmAm por Cristo
VENCENDO
DESAFIOS
ChiNA
ÍNDiA
T estemunhar de Cristo às
nações da Ásia tem sido
um grande desafio. A
U ma em cada cinco pessoas
C om uma área equivalente
no mundo vive na China.
ao estado do Amazonas, a
O país tem mais de 1,3
Índia possui 1,1 bilhão de
bilhão de habitantes – a maior
população do planeta. A maioria
(92%) é de etnia han. Há ainda os
manchús, chuans, tibetanos e vu,
habitantes e imensa variedade de
religiões, sendo o hinduísmo, o
jainismo, o budismo o sikhismo
presença de missionários cristãos
é bastante restrita, e desenvolver
um trabalho nessa parte do
mundo requer cautela e o uso de
ações especiais de evangelização.
as
quatro principais. Além dessas,
Apesar das dificuldades, várias
dividindo 7,5% da população. O
idioma oficial do país é o mandarim,
mas se fala também o cantonês, o vu
o
zoroastrismo, o judaísmo, o
e
o mim. Cerca de 40% da população
chinesa é formada por ateus e sem
religião, uma das consequências
do modelo imposto pelo governo
comunista; a seguir, com 29% de
adeptos, estão as crenças populares
chinesas, o cristianismo com 8,5% e
islamismo e o cristianismo, que
chegaram ao país no primeiro
milênio depois de Cristo,
favorecendo o crescimento do
sincretismo religioso típico
daquela região.
pessoas têm sido tocadas pelo
amor de Deus, e louvamos ao
Senhor pelo avanço que Missões
Mundiais tem registrado nos
campos asiáticos, tão distantes
culturalmente da realidade
brasileira. A Ásia, o maior e mais
A
sociedade tradicional da Índia
delineada pelo sistema de castas,
que descreve a estratificação,
é
populoso continente, abriga uma
grande diversidade religiosa,
o
budismo com 8%.
as
restrições sociais e define
predominando o islamismo no
Até o fim da década de 1940, a
China era um dos maiores campos
missionários do mundo. Com o
comunismo, os missionários foram
banidos, os crentes e líderes persegui-
dos e muitos morreram. Em 1949,
os comunistas tomaram o controle
do país e passaram a perseguir os
cristãos. Em 1958, o governo fechou
todas as igrejas.
as
classes sociais por grupos
endogâmicos hereditários
(casamento entre parentes
muito próximos). A maioria dos
indianos têm seus casamentos
arranjados por seus pais e por
outros membros da família
Oriente Médio, hinduísmo na
Índia e budismo no sul e sudeste
da região.
Missões Mundiais se faz presente
no continente asiático através de
143 missionários em 19 países.
respeitados, com o consentimento
da
noiva e do noivo. O casamento
na
infância é ainda uma prática
As igrejas oficiais são supervisionadas
pelos censores do governo e não po-
dem evangelizar. Nas comunidades
chamadas de “igrejas subterrâneas”
está a grande maioria dos crentes.
comum, já que metade das
mulheres indianas se casam antes
dos dezoito anos. Este modelo
cultural contribui diretamente
para o crescimento do abismo
social entre ricos e pobres.
A principal ferramenta de
evangelização utilizada por nossos
missionários na Ásia é o esporte,
através do Programa Esportivo
Missionário (PEM). Há vários
projetos na região, principalmente
na Malásia, que ajudam a
testemunhar o Evangelho por
No início de 2012, o relatório anual
da China Aid Association revelou um
aumento de 131% no número de
cristãos presos por praticarem sua fé
na China. Segundo o documento, o
governo chinês provoca uma atmos-
fera de terror ao criar leis e punições
ainda mais rígidas para as pessoas
que seguem uma fé que difere das
crenças e permissões do Estado. Nos
últimos 50 anos a igreja subterrânea
chinesa passou de 1 milhão para mais
de 80 milhões de pessoas.
O
cristianismo chegou à Índia no
meio de atividades esportivas.
ano 52 d.C. Segundo a tradição,
Tomé, um dos apóstolos de Jesus,
estabeleceu sete igrejas na região
conhecida agora como Kerala
Na Ásia também são
desenvolvidos projetos como o
Água para os Sedentos, Bíblias
e
outras em Madras. Hoje, os
evangélicos na Índia representam
cerca de 1,6% da população
(16 milhões de pessoas). Um
dos métodos mais eficientes de
evangelização são as rádios, que
alcançam milhares de pessoas
para a China, Norte do Iraque,
Viver Mais, entre outros que
atendem a milhares de pessoas
nas mais variadas situações, mas
sempre com algo em comum:
com a Palavra de Deus.
precisando da salvação em
Cristo Jesus.
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jmm.org.br/campanha2013
Campanha 2013 os 10 maiores desafios da Ásia se espalham desde a Bulgária até produção

Campanha 2013

os 10 maiores desafios da Ásia se espalham desde a Bulgária até produção para o
os 10 maiores
desafios da Ásia
se espalham desde a Bulgária até
produção para o mercado interno
oeste chinês, onde se encontram
os povos muçulmanos uigers
o
e
exportação. Isso provoca uma
grande desigualdade entre pobres
e
huis, além dos povos árabes
e
ricos.
e
iranianos.
6 Desastres ecológicos: a
região tem sido afetada
10 O fundamentalismo
religioso muçulmano
e
hinduísta tem sido o grande
1 Mais de 81% dos quase
5 bilhões de pessoas
não cristãs do mundo vivem
nesse continente.
2 A China tem cerca de 320
milhões de pessoas que
por grandes terremotos, vulcões,
secas, ciclones, tsunâmis e
enchentes. Há uma grande
necessidade por missionários para
prestação de ajuda humanitária
também.
desafio para os cristãos nacionais.
Isso tem dificultado a entrada
de missionários estrangeiros,
bem como a mudança de status
religioso e o acesso às classes mais
altas da sociedade.
nunca ouviram nada sobre Jesus;
7 O tráfico tem sido uma
forma ilícita de obtenção
e das 600 mil cidades e vilas
da Índia, 500 mil não têm um
missionário sequer.
3 É neste continente que
estão os três maiores
Reflita sobre a seriedade desta
realidade que está diante do
mundo e do povo de Deus. Junte-
se a nós e incline seus olhos para
as imensas carências espirituais
destes povos.
blocos religiosos não cristãos:
islamismo, hinduísmo e budismo.
São em aproximadamente 1
bilhão de muçulmanos, 950
milhões de hindus e 900 milhões
de budistas.
de recursos financeiros. O tráfico
de drogas tem sido a forma mais
violenta e conhecida, como a
heroína no Afeganistão e no
Triângulo de Ouro (Mianmar,
Tailândia e Laos). Ainda mais
aviltante é o tráfico humano para
trabalho escravo e prostituição.
Necessitamos de audácia, criativi-
dade e fé que o poder do Espírito
Santo, que em nós habita, nos
impulsione a prosseguir.
8 Vírus HIV: pandemia
está intensificando neste
4 A Ásia tem 16.350 povos
etnolinguísticos. Dos
continente, principalmente
na Índia, Tailândia e China,
isto devido principalmente ao
crescimento da indústria do sexo.
Faça parte do grupo dos que per-
manecem na brecha e oram para
que a Palavra alcance toda criatu-
ra. Mobilizemos nossas igrejas!
6.648 menos alcançados da lista,
5.150 são asiáticos. O desafio
da tradução da Bíblia é muito
grande, pois das mais de 2 mil
línguas que precisam de tradução,
no mundo, mais de 40% delas
estão na Ásia.
9 O crescimento econômico
dos tigres asiáticos tem
sido fenomenal devido ao
acesso à alta tecnologia, mão-
de-obra barata e investimentos
Nossa sincero desejo é ver a igreja
brasileira engajada no imenso
desafio de evangelização dos
povos não alcançados espalhados
por todo planeta, ainda
nesta geração.
5
Na Janela 35/45 ou Janela
Túrquica, estão povos que
estrangeiros que proporcionam
produtos com preços altamente
Pr. David Botelho
competitivos devido à alta
Missão horizontes
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TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013

jmm.org.br/campanha2013

jmm.org.br/campanha2013 ORIente MÉdIO O Oriente Médio é um grande reduto do islamismo, a segunda maior reli-

ORIente MÉdIO

jmm.org.br/campanha2013 ORIente MÉdIO O Oriente Médio é um grande reduto do islamismo, a segunda maior reli-
jmm.org.br/campanha2013 ORIente MÉdIO O Oriente Médio é um grande reduto do islamismo, a segunda maior reli-

O Oriente Médio é um grande reduto do islamismo, a segunda maior reli- gião do mundo com mais de um bi- lhão de seguidores. Ele ocupa uma

área aproximada de 7 200 000 km², que se esten- de desde o leste do Mediterrâneo até ao Golfo Pér- sico, com uma população de mais de 270 milhões de pessoas. A combinação de fatores como baixa taxa de natalidade, emigração e, em alguns países, perse- guição contribui para a redução de grupos cristãos no Oriente Médio. Países como Jordânia, Iraque

e Irã possuem menos de 4% de suas populações

compostas por cristãos. Na Síria, apenas 9% da população é cristã. No Egito, essa porcentagem é de 16%. O Líbano é o maior reduto de cristãos no Oriente Médio, em torno de 40%. Antes da cria- ção do Estado de Israel, em 1948, havia uma po-

pulação cristã de até 20%, mas hoje a porcentagem

é de apenas 2% nos territórios palestinos e Israel.

A própria cidade de Belém, antes majoritariamente

cristã, hoje é de maioria muçulmana. Os árabes são um povo cuja história se con- funde com o início e expansão do islamismo. Hoje há mais de 400 milhões de árabes no mundo, a maioria vive em países localizados no Oriente Mé- dio e Norte da África.

OS MuçuLMANOS

O termo “islamismo” vem da palavra árabe “islão”, que significa “submissão”; uma referência a

sua obediência a Alá. É uma religião fundada por Maomé (570-634 d.C.) na Arábia Saudita. Hoje há mais de 1 bilhão de seguidores, a maioria na Janela 10/40. A evangelização dos muçulmanos é um dos maiores desafios da igreja. O islamismo não é ape- nas uma religião, mas também um sistema políti- co, social, econômico, educativo e judicial. A socie- dade muçulmana exige estrita fidelidade por parte dos seus cidadãos. A opinião do indivíduo conta pouco; o que a comunidade pensa é muito mais importante. É por isso que o muçulmano não está habituado a tomar decisões pessoais, como aceitar o Evangelho de Cristo.

O QuE OS EVENTOS ATuAiS NOS MOSTrAM?

Algo inimaginável ocorre nos países muçulma- nos do Norte da África e Oriente Médio, desde o início da chamada Primavera Árabe. A revolta que começou na Tunísia, atingiu o Egito, Irã, Marrocos, Iêmen, Barein, Mauritânia, Líbia e outros. Ela estava engasgada na garganta da maioria de cada cidadão que vivia sob um governo ditatorial, corrupto e ex- plorador. A mais longa de todas acontece na Síria, país considerado um dos berços do cristianismo, mas hoje majoritariamente muçulmano: 90% da população. Devemos estar preparados para levar as Boas Novas a esses que estão esquecidos e negligen-

ciados pela igreja cristã no mundo.

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013

CAMPANhA 2013
CAMPANhA 2013

euROpA

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 CAMPANhA 2013 euROpA 16

jmm.org.br/campanha2013

jmm.org.br/campanha2013 F ormada por 49 países e marcada pela diversidade cultural, durante séculos a Europa foi

F ormada por 49 países e marcada pela diversidade cultural, durante séculos

a Europa foi o berço do cristianis-

mo, de conceituadas universidades cristãs, dos avivamentos e dos gran- des reformadores. É também uma região reconhecida pela influência cultural e artística na história da humanidade, famosa também por seus castelos, museus, monumen- tos e belezas naturais. Algumas igre- jas e denominações europeias tor- naram-se dependentes economica- mente do Estado, com dificuldade em manter suas grandes catedrais e propriedades. Em razão disso, tem- plos foram transformados em mu-

seus, salas de concertos musicais, gi- násios de esportes e até casa notur- na (como acontece na Irlanda). Com

a ausência de pregadores da Palavra

de Deus e de plantadores de igrejas com visão bíblica e contextualizada,

a Igreja, em alguns países da Euro-

pa, começou a envelhecer, perdendo

o vigor e a capacidade de produzir

resultados para a eternidade. Em todos os países há bol- sões de pessoas que não têm aces- so ao Evangelho. O desespero des- sas pessoas é visto nos principais noticiários mundiais. Violência nas ruas de Londres, a pobreza e a dis- criminação em comunidades ci- ganas, alcoolismo desenfreado no leste europeu e reportagens da ex-

tinção do cristianismo em oito pa- íses europeus são apenas alguns si- nais do estado de afastamento de Deus que permeia o continente. Segundo a IMB*, há ainda 772 po- vos não alcançados na Europa com

uma população combinada de 659 milhões de pessoas. Mais de 20 anos após a queda da Cortina de Ferro,

muitos países ex-comunistas ainda têm milhares de pessoas que des- confiam do Evangelho. Em uma pesquisa recente, mais de 75% dos entrevistados em países como Estônia, Suécia, Dinamarca, Noruega, República Tcheca e Rei- no Unido, disseram que a religião não é importante para suas vidas. Na França, 47% das pessoas se di- zem agnósticas.

vidas. Na França, 47% das pessoas se di- zem agnósticas. testemunhar de Cristo à Europa pode

testemunhar de Cristo à Europa pode ter um grande impacto sobre a missão da igreja para alcançar o mundo todo.

sobre a missão da igreja para alcançar o mundo todo. A população cristã europeia está envelhecendo

A população cristã europeia está envelhecendo e grande parte das fa- mílias não têm filhos, o que de certa forma, inviabiliza o avanço e a manu- tenção da igreja evangélica no médio e longo prazo. O Velho Mundo tor- nou-se um grande ímã para milhões

de pessoas vindas da África e da Ásia. Esse alto fluxo de imigrantes,

a maioria muçulmanos, que dife-

rentemente do europeu típico, tem família numerosa, representa uma mudança drástica no perfil da famí- lia e do cidadão europeu. Há relatos de que no sul da França existem mais mesquitas do que igrejas. Estudiosos acreditam

que o continente se tornará em bre- ve mais religioso, tornando-se pre- dominantemente muçulmano ou passará por um grande avivamento do cristianismo.

As muitAs religiões confundem

Inglaterra, Espanha, Holanda Toda a Europa Ocidental está sen- do varrida pelos enganos do século 21. Seitas, filosofias orientais, feiti- çaria atraem milhões. Ali são reali- zadas anualmente movimentos eso- téricos. O ocultismo e o satanismo, com suas promessas, também não param de atrair adeptos. Um exemplo é o que está aconte- cendo na Espanha, onde as seitas pro- liferam. São mais de 200 grupos des- trutivos e 35 seitas satânicas. A Nova Era, com sua fachada moderna, está nas ruas, no comércio, nas pessoas. Dos grupos que hoje estão ocupando a Europa, os muçulma- nos são o de maior crescimento, atingindo 3,3% da população. De- pois vêm os hindus, os budistas, os seguidores das religiões tribais e os ateus (European Baptist Press Servi- ce - EBPS). Muito investimento está sen-

do feito. Em Madri, na Espanha, os muçulmanos construíram um cen-

tro islâmico, um dos mais impor- tantes e prestigiados da Europa. Ali já há 50 mil muçulmanos. Também em Madri os mórmons abriram um centro religioso, o mais importante da Europa. A Albânia é um país onde a maioria da população é muçulma-

* International Mission Board, agência missionária da Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos.

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Campanha 2013 na, mas há outros com mais de um milhão de muçul- manos, como

Campanha 2013

na, mas há outros com mais de um milhão de muçul- manos, como Bulgária, França, Alemanha, Itália, Rei- no Unido, Sérvia. Na Espanha, eles já formam o maior grupo religioso. Em sete países europeus, já represen- tam mais de 10% da população. É a religião majoritá- ria em seis países. Um dos grandes desafios evangelísticos para a Igreja de Cristo hoje é a evangelização dos milhões de imigrantes que chegam e dos próprios europeus. Muitas são as experiências de transformação hoje vi- vidas por grupos que regularmente se reúnem nos la- res para oração. A solução passa pela dependência do Senhor e intercessão em favor dos povos. Passa pelo

coração dos crentes que se compadecem pela miséria do mundo. Testemunhar de Cristo à Europa pode ter um

grande impacto sobre a missão da igreja para alcançar

o

mundo todo. Missões Mundiais trabalha para que, a

partir da Europa, influência global, missionários com- partilhem do Evangelho a imigrantes vindos de todos os lugares do mundo; a fim de que estes retornem ao seu povo para contar-lhe as Boas Novas. A Europa clama por salvação. Esse clamor dos que não foram alcançados pelo amor de Cristo é que nos move a realizar a obra missionária em cumprimento à

Grande Comissão.

Grande Comissão.
por um reavivamento do cristianismo europeu N ossos missionários têm testemunhado o Evangelho às nações
por um reavivamento do
cristianismo
europeu
N ossos missionários têm testemunhado o
Evangelho às nações da Europa graças
às orações e ao sustento enviado pelos
Missões Mundiais para
a região contemplam a expandir o trabalho já
realizado nesses e em outros países próximos.
crentes brasileiros, o que permite Missões Mundiais
É
no Leste Europeu que está concentrada a maior
manter uma grande equipe no Velho Continente,
quantidade de missionários da terra, que tem
região do mundo que tanto carece de Cristo. Hoje
desenvolvido um brilhante trabalho. Aqueles
temos 162 missionários na Europa.
que organizam igrejas e passam a ser sustentados
Os campos com o maior número de missionários
por elas dão lugar a outros, que iniciam
são Portugal, Espanha e Itália, países onde Missões
novos trabalhos.
Mundiais está presente em várias cidades.
Também estamos presentes nos países bálticos,
O
Leste Europeu tem se mostrado nos últimos
no extremo norte da Europa. Na Letônia, nossos
anos como um uma região extremamente carente
missionários têm atuado na revitalização de
do
Evangelho de Cristo. Albânia, Romênia
igrejas, investido no treinamento e formação de
e Ucrânia precisam urgentemente de mais
obreiros e supervisionado o trabalho desenvolvido
missionários brasileiros e da terra. Os planos de
por missionários da terra em países vizinhos.
TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013
Confira sugestões de Como aproveitar da melhor maneira os materiais que missões mundiais preparou para
Confira sugestões de Como aproveitar da melhor maneira os
materiais que missões mundiais preparou para mobilizar sua igreja.
CARtAz oFICIAL E
CARtAz DE ApoIo
QuADRo DE
MISSIoNÁRIoS
prepare sua igreja para entrar
no clima da Campanha de
Missões Mundiais. Afixe os
cartazes em locais de grande
circulação e boa visualização.
Caso você necessite de
artes em formatos especiais
para banners e fundo de
palco, consulte os formatos
disponíveis para download
no site www.jmm.org.br/
Esta é uma das principais
peças do material da
Campanha de Missões
Mundiais. por isso,
posicione o quadro de
missionários em local
estratégico, para que os
membros e frequentadores
da igreja se sintam
pessoalmente motivados
a
conhecer os rostos de
campanha2013.
nossos missionários, bem
como os locais onde a JMM
está presente.
CARtAz ALvo
Faça várias cópias desta peça e
coloque-a em locais diferentes na
igreja, de forma que todos saibam
os alvos a serem alcançados.
Não defina apenas um alvo
financeiro para sua igreja, mas
também de adotantes de projetos,
intercessores, participantes de
caravanas missionárias, envolvidos
com o JMM Jovem, participantes
de acampamentos de promotores
enfim: ENvoLvA toDA A IgREJA
com a obra missionária mundial!
MApA povoS Não
ALCANçADoS
Este mapa apresenta
graficamente a localização
dos cerca de 3.800
povos não alcançados
pelo Evangelho de Cristo.
Aplique-o em local de boa
visibilidade. Incentive sua
igreja a saber mais sobre os
desafios de Missões Mundiais
e
a orar por aqueles que
ainda não ouviram falar
de Jesus.
Crianças ADESIvoS REvIStA SoRRISo No kit enviado para sua igreja, há três tipos de adesivos
Crianças
ADESIvoS
REvIStA SoRRISo
No kit enviado para sua igreja, há três
tipos de adesivos para serem usados com
criatividade durante a Campanha.
Distribua-os entre:
CARtAz INFANtIL
-
promotores ou líderes de Missões
Juntamente com o caderno especial do líder
de crianças, há a edição especial da revista
SoRRISo (orientador), produzida em parceria
com a união Feminina ((uFMbb). o conteúdo
-
jovens e adolescentes
Fale da importancia e do significado de SER
uM MISSIoNÁRIo às crianças. os pequeninos
precisam ser estimulados a compreender a
necessidade de evangelizar o mundo.
é
totalmente relacionado com experiências
- crianças
ocorridas nos campos de Missões Mundiais,
- recepcionistas da igreja
CADERNo ESpECIAL Do
LíDER DE CRIANçAS
e
tem o principal objetivo de despertar nas
use os adesivos “Faltam
‘x’ dias” de acordo com o
lançamento ou encerramento
da Campanha na igreja, dia da oferta
especial para Missões Mundiais ou outra
ação que envolva a igreja.
crianças o desejo de orar e testemunhar o
Evangelho de Cristo a toda criatura.
Suplemento com peças para montar, como
cofrinho e móbiles com as quatro ênfases da
Campanha: orar, falar, ir e doar.
MÚSICA ESpECIAL 2013
A
música oficial da Campanha 2013,
REvIStA “tEStEMuNhE àS NAçõES”
FIChAS DE ADoção
é
esta revista que você está lendo.
Ela contém o conjunto das principais
informações e orientações para mobilizar
sua igreja e envolve-la com Missões
Mundiais. Dividida em capítulos, a revista
apresenta conteúdo focado para diferentes
públicos: promotor de missões, líderes de
minitérios (música, crianças e jovens) e
também para o pastor. Leia, use, divulgue,
www.jmm.org.br/campanha2013.
Incentive os membros de
sua igreja a se engajarem
também individualmente
no sustento da obra
missionária, adotando
projetos e missionários,
com contribuições especiais ou mensais.
Disponibilize estas fichas e explique como
preenchê-las corretamente. podem ser
enviadas por correio diretamente pelo
membro (o selo já está pago).
Cada pessoa que se torna adotante ou
“poder para testemunhar”, tem música de Leo
gomes e letra de vanessa gomes, sua esposa.
Ambos lideram o ministério de música e adoração
da Igreja batista da glória (vila velha ES).
Estimule sua igreja a conhecer e cantar
dominicalmente a música nos momentos
missionários.
A música está linda, é fácil de cantar e memorizar.
A igreja vai vibrar por cantar e refletir sobre
a letra inspirativa.
compartilhe! Estimule outros a baixarem a
revista no site da campanha:
toQuE pARA CELuLAR
REvIStA gRAtIDão
Faça o download do toque para celular
da música da Campanha em
intercessor de um projeto ou missionário da
JMM, recebe bimestralmente a revista
www.jmm.org.br/campanha2013.
As igrejas que solicitaram a edição
impressa da revista gratidão irão
recebê-la por correio. para todas as igrejas
está disponível a versão digital da revista
no DvD da campanha e também no site
A
Colheita em sua residência.
wEbSItE DA CAMpANhA 2013
DvD “tEStEMuNhE àS NAçõES”
Acesse www.jmm.org.br/campanha2013
e
o
conteúdo do DvD é muito variado. há o
www.jmm.org.br/campanha2013.
confira informações exclusivas sobre missionários e
projetos de Missões Mundiais separados por público:
CADERNo ESpECIAL Do pAStoR
clipe da campanha com a música especial
(versão cantada e somente playback), vídeos
interessantíssimos, bases para apresentações
(tipo powerpoint) e muito mais.
Assista os vídeos e saiba muito mais sobre o
que Deus tem feito no mundo através da JMM.
Incentive também grupos pequenos, classes de
EbD e membros a conhecerem o conteúdo do
DvD. Além de poder reproduzi-lo, praticamente
todo seu conteúdo também está disponível
para download no site
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- promotor ou líder
de Missões
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Suplemento especial de incentivo ao pastor
para despertar a igreja à obra missionária.
Ela contém emocionantes histórias vividas
por nossos missionários nos campos.
- vocacionado
- músico
- pastor
FuNDo tEMÁtICo pARA SLIDES
CARtõES DE oRAção
Incentive os membros de sua igreja
a
orarem pelos missionários durante
todo o ano. Destaque e distribua os
cartões de oração, que podem se
transformar em marcadores de bíblia.
Conheça os desafios, motivos de
oração e um pouco da vida de cada
missionário da JMM.
ApRESENtAção CoM A LEtRA DA MÚSICA
“poDER pARA tEStEMuNhAR”
use a criatividade e aproveite ao máximo a
base para apresentações (arquivo powerpoint)
que preparamos. você pode colocar os tópicos
das mensagens e palestras, cânticos, apresentar
pequenos textos com desafios e metas de
Arquivo pronto e diagramado, contendo a
letra da música da Campanha 2013.
Missões Mundiais.
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jmm.org.br/campanha2013

jmm.org.br/campanha2013 Chamado para anunciar a salvação ao mundo O Pr. João Marcos Barreto Soares, diretor executivo

Chamado para anunciar

a salvação ao mundo

O Pr. João Marcos Barreto Soares, diretor executivo da JMM, fala sobre desafios, passos de fé e ousadia para alcançar os povos sem Cristo, testemunhando do Evangelho pelo poder do Espírito.

Cristo, testemunhando do Evangelho pelo poder do Espírito. Qual o principal ponto da campanha de mobilização

Qual o principal ponto da campanha de mobilização “Testemu- nhe às nações pelo poder do Espírito”?

João Marcos Barreto Soares: A Campanha de Missões Mundiais 2013 é um marco. Primeiramente vamos trabalhar a questão da ação pelo poder do Espírito Santo de Deus. Nós precisamos entender que Atos 1.8, quando fala do poder do Espírito, fala de poder para teste- munhar: “E recebereis poder e ser-me-eis testemunhas”. O poder do Espírito Santo serve para testemunhar. Onde? Em Jerusalém, toda Ju- deia e até os confins da Terra.

Essa relevância do Espírito Santo na evangelização dos povos pode ser explicada de que forma?

O poder do Espírito é um poder missionário. Poder de testemunhar às nações. Seu verdadeiro sentido precisa ser recuperado. Se você não tra- balha Missões em nível local, regional e mundial, você não está usando corretamente o poder do Espírito que desceu sobre a igreja e que habita hoje em todo aquele que reconhece Jesus Cristo como seu Senhor. Os cristãos precisam descobrir mais os seus dons, os seus ministérios, e usar esse poder.

A apresentação de pessoas dispostas a seguirem às nações como missionários pode ser considerada um dos principais ob- jetivos desta campanha?

Acreditamos que durante a Campanha 2013 teremos uma mobiliza- ção muito grande e mais missionários se apresentarão à JMM. Nós temos a expectativa de chegarmos à marca de 900 missionários até o final deste ano. Mas já penso em 2 mil missionários daqui a 10 anos. Temos que ter mais 100 novos missionários por ano, mas só saberemos das expectativas reais quando virmos a resposta da igreja brasileira a este chamado. A JMM espera cumprir sua missão de viabilizar o traba-

lho missionário das igrejas batistas do Brasil.

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 Campanha 2013 Em suas últimas edições, o foco da Campanha

Campanha 2013

Em suas últimas edições, o foco da Campanha de Missões Mundiais tem sido os cerca de 3.800 po- vos não alcançados. Quais são os resultados até o momento deste trabalho?

Estamos chegando a lugares estratégicos. Temos em treinamento um missionário que irá para um dos paí- ses mais fechados ao Evangelho. Temos planos de, nos próximos anos, enviarmos missionários às cinco nações mais fechadas do mundo. Queremos ser força mobilizadora, capacitadora e enviadora das pessoas apresentadas pelas igrejas batistas brasileiras. Nossa missão é sensibilizá-las para que este- jam conscientes da importância de Missões e de se fazer Missões, não só na igreja local, mas no cumprimento da Grande Comissão, daquilo que foi a última ordem de Jesus para nós. É o que vemos em Atos 1.8.

ça, hoje são ferramentas estratégicas para o avanço mis- sionário: o futebol, por exemplo. Esportes de luta tam- bém eram condenados; hoje, temos missionários que lutam jiu-jítsu. Televisão também era algo associado ao supérfluo, mas agora missionários nossos usam a TV, em programas que não são diretamente evangelísticos, para testemunhar do Evangelho de Cristo. Maquiagem era vaidade, no entanto, hoje o projeto ELA manifesta o amor de Jesus através de cuidados estéticos que ajudam

recuperar a autoestima de mulheres de várias partes do mundo. Há uma mudança de paradigma acontecendo.

a

É

interessante ver como Deus usa tudo o que Ele deseja

para alcançar pessoas.

Como o senhor e toda a equipe de Missões Mundiais têm se preparado para mobilizar nossas igrejas?

É comum líderes batistas de outros países solicita- rem à JMM a presença de missionários? O Brasil tem se consagrado como uma força missionária?

Os meses de março, abril e maio normalmente são me- ses em que eu viajo até quatro vezes por semana para mobilizar nossas igrejas a atenderem o clamor do mun- do por Cristo. O maior preparo que preciso é o espiri- tual. Toda a equipe de pastores, missionários e colabo- radores de Missões Mundiais está se preparando através de orações, clamando a Deus para que nos use. Estudo constantemente a Palavra de Deus para saber que tex- tos Ele tem para que eu possa desafiar as pessoas à obra de evangelização mundial. Estou preparando sermões e vendo o que Deus quer comunicar ao povo batista.

De que depende a eficácia de uma campanha missionária?

Em uma reunião na Tailândia, em 2012, após dizer quem eu era e o que fazia, várias pessoas me procuraram e pediram para que eu enviasse missionários aos seus pa- íses. Aconteceu com o Paquistão. Fui procurado por um irmão que disse haver 96% de muçulmanos no seu país. Eles amam o futebol brasileiro e gostariam que os mis- sionários brasileiros pudessem abrir escolas de futebol por lá. Em um dia de reunião com 72 representantes de 30 países, recebi diversos pedidos. Não há uma semana em que não haja contato de uma organização batista ou de outra denominação nos solicitan- do o envio de missionários brasileiros. O eixo missionário se deslocou para o sul do planeta. O Brasil tem um papel fundamental no envio dos missionários. Não é uma janela que irá durar pra sempre. Precisamos agir nos próximos 20 anos, enquanto temos esse espaço.

Como Missões Mundiais tem quebrado paradig- mas e chegado a países considerados fechados ao Evangelho?

No momento em que vários países se fecham, perseguem

cristãos

Precisamos de ousadia e coragem para cum-

prir a nossa missão. Isso não vem apenas de treinamen-

to, conhecimento, estratégia. Ousadia e coragem só são concedidas pela ação do Espírito Santo. A ideia é de um poder para suportar a perseguição, uma capacitação para seguir até o fim e cumprir a missão. Quem faz a obra é

o Espírito Santo através de pessoas a quem Ele capacita.

É Ele quem envia, convence do pecado e do juízo. É o

Várias coisas que eram condenadas quando eu era crian-

Espírito Santo quem dá dons. Tudo isso é usado para fazer a obra missionária.

Espírito Santo quem dá dons. Tudo isso é usado para fazer a obra missionária.
Sete países, sete realidades e um só desejo O dia-a-dia de uma equipe de filmagem

Sete países, sete realidades e um só desejo

O dia-a-dia de uma equipe de filmagem

ilcilene Figueira, coordenadora do Setor de Produção Audiovisual da JMM, lidera as viagens a campos

ilcilene Figueira, coordenadora do Setor de Produção Audiovisual da JMM, lidera as viagens a campos missionários, realizadas anualmente com objetivo de entrevistar, registrar

depoimentos, desafios, testemunhos

e trazer matéria-prima para a preparação

dos vídeos que integram o material de cada Campanha de Missões Mundiais.

Nil, como é conhecida pelos amigos, a pedido de nossa gerente de Comunicação e Marketing, Jaci Madsen, cedeu seu diário pessoal de viagem para que pudéssemos dividir com você os registros e impressões de alguém que tem o coração, a vida, a mente, os olhos e os pés – literalmente – na obra missionária mundial.

A

equipe visitou sete países – dois na Europa e cinco na África – e registrou

a luta diária nos campos de missões transculturais.

Burkina Fasso e Níger foram os campos inéditos nesta viagem.

E

passar alguns dias nas aldeias era a maior expectativa do grupo.

Durante 58 dias, a equipe fez uma dezena de voos e percorreu mais de 13 mil quilômetros por terra em busca de imagens. A Europa, de onde saíram pregadores como Martinho Lutero e Charles Haddon Spurgeon, hoje é o continente com o menor número de evangélicos. Na África, apesar da perseguição contra os que deixam a religião tradicional, o trabalho está crescendo.

Acompanhe um pouco da alegria, da dor, da emoção

de quem vive por Missões.

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013

CAMPANhA 2013
CAMPANhA 2013

O primeiro campo missionário dos batistas brasileiros pede socorro

campo missionário dos batistas brasileiros pede socorro epois de uma noite inteira de voo, chegamos a

epois de uma noite inteira de voo, chegamos a Portugal para 14 dias de visita. Na imigração, apresentamos a carta-convite da Convenção Batista Portuguesa, mas três vezes fomos revistados.

Somente quando falamos que íamos gravar os jogadores

de futebol brasileiros, nos deixaram passar. Uma semana

depois, entendemos a reação daqueles agentes federais.

Ser evangélico em Portugal é como ser de uma seita de enganadores, de retrógrados sem inteligência, como ouvimos dos portugueses. Mais espantoso ainda foi quando uma nova convertida nos disse que pensava que todos os protestantes haviam morrido na Inquisição.

Do aeroporto, fomos para a primeira entrevista. Na cidade

de

Vila Nova de Gaia, encontramos o pastor de uma igreja

de

mais de 40 anos, 120 membros e uma frequência aos

cultos de 40 pessoas. O belo país dos casarios antigos e o famoso bacalhau começava a se mostrar.

Atravessamos o país de norte a sul, de carro, visitando os missionários da JMM e algumas igrejas locais. Portugal,

o primeiro campo para onde os batistas brasileiros, em

1911, enviaram o primeiro missionário, parecia um país

de

não alcançados.

O

secularismo domina a sociedade. A crise econômica

tem trazido desespero às pessoas, mas não a busca por Deus. A depressão se tornou um problema de saúde.

A política do bem-estar ruiu.

Portugal tem menos de 1% de evangélicos, e as igrejas têm, em média, 50 membros. Em muitas delas só há idosos, e a falta de pastor tem trazido tristeza aos poucos crentes que permanecem.

Num domingo, visitamos uma igreja na fronteira com

a Espanha. Num pequeno templo, oito irmãos nos

aguardavam. O cheiro de mofo, as teias de aranha nas janelas e as informações antigas no mural mostravam uma realidade distante e sombria. Eles cantavam tristemente e pediam um pastor.

Uma tarde, fomos almoçar num restaurante em Lisboa. Ao lado de nossa mesa havia uma senhora de uns 80 anos, sozinha, tomando cerveja e comendo caracóis.

Puxando conversa, ela nos perguntou se éramos

Portugal tem menos de 1% de evangélicos, e as igrejas têm, em média, 50 membros. Em muitas delas só há idosos, e a falta de pastor tem trazido tristeza aos poucos crentes que permanecem.

brasileiros e pediu para tirar uma foto com a gente. Disse que gostava de brasileiros, enfim, queria conversar.

Tiramos a foto e então ela escreveu seu endereço num papel e disse que mataria o cinegrafista Josias Siqueira, se não enviasse uma cópia para ela.

Um pouco surda, mas muito alegre talvez por causa da bebida, ela foi até nossa mesa e nos ofereceu caracóis.

A

aparência era horrível, e somente o missionário Ricardo

Magalhães, pra não fazer feio, aceitou.

Depois ela sentou-se, calada, ficou comendo sua iguaria até nos despedirmos dela, com a promessa de que o missionário iria visitá-la depois para entregar-lhe a foto.

Imaginei aquela senhora chegando em casa sozinha, alcoolizada, dormindo do jeito que estava, e acordando no outro dia com uma baita dor de cabeça e pouco se lembrando do dia anterior.

Aquela mulher representa a situação de Portugal. Um país com um dos maiores índices de idosos da Europa, onde pessoas morrem sozinhas, sem esperança, trancadas em seus apartamentos.

Encontramos igrejas vazias e poucos vocacionados para

o

ministério. E foi para revitalizar essas pequenas igrejas

e implantar outras que vários missionários estão hoje lá.

E

os resultados já começam a aparecer.

JMM.Org.Br/CAMPANhA2013

JMM.Org.Br/CAMPANhA2013 18 anos depois uiné-Bissau, na África, foi nosso se- gundo destino. Nosso voo para Bissau

18 anos depois

uiné-Bissau, na África, foi nosso se- gundo destino. Nosso voo para Bissau atrasou. Depois de quatro horas no avião, com muito sono e cansaço, chegamos. Era de madrugada.

Após o alvoroço, que é sair de um aeroporto afri- cano, e embaixo de uma chuva fina, arrumamos as bagagens na pickup da Missão Batista Bafatá e viaja- mos mais duas horas até Bafatá.

Dormimos de 6h às 10h e nos aprontamos para visi- tar a primeira aldeia muçulmana, a Tabanca de Águi- la, a 20 minutos dali. O calor e as casinhas simples perdidas entre o verde nos traziam a um outro mundo.

Ali, encontramos a missionária Adriana Justino sentada em- baixo de uma árvore junto com o povo. As crianças do PEPE (programa socioeducativo) local se reuniram numa sala e can- taram pra nós. Muitas delas tinham um amuleto amarrado à cintura ou ao pescoço para se protegerem dos espíritos maus. Elas se encantavam com as coloridas fotos que Jaci Madsen, gerente de Comunicação da JMM, fazia com o seu tablet.

Depois, seguimos para Campano, outra aldeia muçulma- na, 17 quilômetros mata adentro, onde a dentista e mis- sionária Elaine e o Pr. Freddy Ovando atendem 50 crian- ças com o POPE (Programa de Odontologia Preventiva e Educativa). Com escova de dentes e muita espuma, elas iam aprendendo a cuidar dos dentes. O POPE é o único trabalho evangelístico naquela aldeia.

Na capital, Bissau, encontramos a missionária Rosenilda Al- meida com um grupo de crianças muçulmanas. Na sala de sua casa, cerca de 85 crianças se reúnem a cada semana para ouvir histórias bíblicas. Depois os adultos se reúnem para a EBD.

Pelo asfalto, terra, trilha, mata fechada, sol, chuva

mos filmando aquelas aldeias de casebres, num chão de barro vermelho, cercadas de um verde exuberante.

Um dos trabalhos mais impressionantes que vimos foi o da clínica médica, em Bafatá, onde há apenas um hospital.

As pessoas chegam com malária, verminose, feridas pelo cor-

po, Aids

camentos. Então elas recebem o remédio e ouvem a Palavra de Deus por fitas cassetes enquanto aguardam atendimento.

Na clínica, a nutricionista Sônia Santos, com seu esposo, Pr. José Roberto, realiza um projeto de nutrição com gestan- tes e bebês e aplica teste de diagnóstico de HIV.

gestan- tes e bebês e aplica teste de diagnóstico de HIV. ía- Muitas delas sem dinheiro

ía-

Muitas delas sem dinheiro para comprar os medi-

Um dos trabalhos mais impressionante que vimos foi o da clínica médica, em Bafatá, onde há apenas um hospital.

Outro projeto que funciona ali é a clínica odontológica, um antigo sonho transformado em realidade, em uma região onde a única opção de “tratamento dentário” era se submeter à extração feita por um homem, debaixo de uma árvore e sem qualquer anestésico.

Hoje, há fila na porta da clínica. Pessoas até de outros países como Senegal e Guiné vão à Bafatá para atendimento.

Muitas chegam com dor, com fome, cansadas depois de caminharem até três dias. Então recebem um pedaço de

pão com leite, e enquanto aguardam atendimento, ouvem

a

Palavra de Deus. Assim ficam confortadas.

Foram seis dias intensos. Sempre à tardinha chegávamos

à

casa cansados, empoeirados, famintos e então podíamos

nos refrescar com um banho, comer e acessar a internet. À noite, cercados por mosquiteiros, dormíamos com um abençoado ventilador. Triste era quando na madrugada, o gerador de energia parava, e então, com as janelas abertas, tentávamos nos refrescar até pegar no sono de novo.

Foi restaurador encontrar um trabalho plantado há 18 anos, dando frutos num país onde até as ONGs desistiram de investir. A escola, a clínica médica, a rádio e o templo são o resultado de uma equipe de missionários visionários,

desbravadores e de igrejas brasileiras fiéis sustentadoras.

CAMPANhA 2013
CAMPANhA 2013

O país onde fabricamos esperança

iferente das outras vezes em que visitamos o país, passamos pela imigração sem revistarem nossas bagagens. Às 16h, o clima era de total tranquilidade. Era o tempo do jejum do Ramadã e talvez, por isso, aquele sossego.

Nossa primeira saída foi para a cidade de Mbour, onde está sendo construído um templo com várias salas. Um sonho para os convertidos que se reuniam na casa dos missionários, Pr. Ronaldo e Ana Paula Lourenço. Um diferencial num país onde 98% da população

é muçulmana.

A visita ao projeto Surdos do Senegal, desenvolvido pelo

casal missionário Pr. Walter e Alzira Freire, estava em nosso roteiro. A implantação do ministério nas igrejas e o treinamento de pessoas para trabalharem com esse grupo têm feito o projeto avançar.

Num país onde a criança surda é desprezada, por atribuírem esta deficiência física à ação de maus espíritos, ver o adolescente Ibrahim, o primeiro aluno adotado pelo projeto, ajudando no POPE, foi gratificante.

Numa manhã, saímos com a missionária Elizângela Chagas para uma gravação externa. A hostilidade comum em Dacar nos deixou em dúvida se conseguiríamos êxito. Era sexta-feira, e muitas pessoas estavam se dirigindo às ruas principais da cidade para a hora da oração. Fomos então até o Centro Cultural, e o cinegrafista Josias subiu na varanda e conseguiu ter uma visão geral do povo.

Era impressionante o mar de pessoas vestidas com roupões longos, todas sentadas em seus tapetinhos ao longo da rua, se inclinando naquele ritual que bem conhecíamos. Do alto falante, um homem dirigia

a oração. Uns 10, 15 minutos depois, a multidão se dispersou e as ruas voltaram ao normal.

a multidão se dispersou e as ruas voltaram ao normal. Nossa primeira saída foi para a

Nossa primeira saída foi para a cidade de Mbour onde está sendo construído um templo com várias salas. Um sonho para os convertidos que se reuniam na casa dos missionários.

Outra alegria foi visitar o projeto Fábrica de Esperança, onde o médico Humberto Chagas e a dentista Elizângela atuam. É como ver o deserto florescer. Os pacientes bem tratados sentem o amor de Deus nos gestos, nas atitudes e assim vão experimentando o amor de Deus.

Além das clínicas médica e odontológica, ali funciona,

três anos, a escolinha de futebol. Num campo de terra

batida e embaixo de um forte sol, gravamos a alegria da garotada com a bola no pé. Cerca de 250 meninos já passaram pelo projeto e hoje estão inseridos na sociedade.

Outro braço do projeto é a escola dirigida pela missionária Andréa Chrysóstomo. Uma escola cristã num

contexto muçulmano e animista, onde crianças de 5 anos

de

idade podem aprender histórias bíblicas. São crianças

com dificuldades de aprendizagem porque não dormem à noite, dominadas pelo medo, oprimidas espiritualmente.

O

PEPE, dirigido pelo missionário José Ricardo

Nascimento, é outra ferramenta de trabalho para alcançar

crianças. Hoje já são seis unidades funcionando no país.

Uma esperança em uma nação onde 50% da população

tem menos de 18 anos de idade.

Foram seis dias de intenso trabalho no Senegal. E chocante por fazer entrevistas, almoçar, acordar e dormir ouvindo o cântico da mesquita. Cinco vezes por dia todo o país para por causa da oração. Crianças de 7 anos de idade jejuam. Um zelo religioso, uma determinação que mexe com qualquer coração cristão.

Um pequeno e desconhecido país ossa aventura pela África continuou. Depois de quase descermos no

Um pequeno e desconhecido país

ossa aventura pela África continuou. Depois de quase descermos no Mali por engano, chegamos a Burkina Fasso. Fazia calor e o lugar era simpático, bonitinho e organizado, como havia dito a missionária Cristiane Oliveira.

Minutos depois, entramos na periferia. À beira da rua havia muita mercadoria exposta e gente circulando. No trânsito, o número de motos impressionou.

Gravar em igrejas, em mercados, nas ruas e mesquitas estava em nosso roteiro, mas nossa grande expectativa era visitar a aldeia Naná.

Pela primeira vez iríamos dormir numa aldeia, e isso nos preocupava. A missionária Cristiane havia dito que sempre que ia lá, dormia numa barraca de camping dentro de uma casa. Como ela não tinha conseguido barracas pra equipe, dormiríamos em colchões no chão. Então ficávamos imaginando os insetos, as cobras.

Um dia antes, compramos pão, biscoitos, refrigerantes, água, mosquiteiro, lanterna, arrumamos alguns colchões e partimos. Pelo caminho compramos arroz e banana. A aldeia Naná ficava a 250 quilômetros da capital. Cinco horas depois de muitos solavancos e poeira, chegamos.

A família do missionário da terra Oumar Koné e alguns

membros da igreja ali, nos aguardavam. Sentamos, conversamos, tomamos chá verde com açúcar enquanto observávamos o local.

Uma pequena casa de tijolo de barro, com quarto, sala e uma cozinha ao lado se destacava na plantação de quiabo, gergelim, crisântemo, feijão e milho. Ao redor, cabritos, galinhas e um burrinho completavam a paisagem. Ao lado, outra casinha abrigava uma família.

O banheiro, nos fundos da casa, era formado por dois

cômodos minúsculos, sem teto, com paredes na altura dos ombros. O sanitário era um buraco, que ao meio-dia era povoado de moscas azuis.

Já noite, e com o estômago roncando, nos sentamos ao

redor de uma pequena mesa, comemos arroz com frango caipira, conversamos e demos muita risada. Uma lua cheia, esplendorosa iluminava, fazendo silhuetas no chão como se fosse dia.

Lá pelas 22h, nos despedimos e fomos para o local onde dormiríamos. Atravessamos um terreno com plantação

onde dormiríamos. Atravessamos um terreno com plantação Milagres de cura, vida de oração, perseguição, ir aos
onde dormiríamos. Atravessamos um terreno com plantação Milagres de cura, vida de oração, perseguição, ir aos

Milagres de cura, vida de oração, perseguição, ir aos povos não

alcançados

Pr. Koné e os líderes

das igrejas nas aldeias ao redor tinham muita coisa a contar.

chegamos. Uma casa com dois cômodos, coberta de zinco, foi nosso refúgio naquela imensidão.

e

Pr. Koné montou nossos mosquiteiros e colocou

colchões em cima de tapetes de palha trançada. Uma pequena lanterna iluminava o espaço.

os

Na entrada do quarto, um pequeno espaço acumulava cascalhos, plásticos, madeiras, tecidos velhos. Um bom lugar para insetos e escorpiões. Mas depois que os colchões e mosquiteiros foram montados, ficamos protegidos.

O

clima era agradável, quase frio. Lá fora, milhares

de

sapos cantavam. Um basculante de ferro, pequeno

e

sem vidro, renovava o ar. Pela madrugada, acordava

e

agradecia a Deus pelo teto de zinco e o cortinado,

pelo conforto e proteção. Quanta energia desperdiçada com preocupações.

Cedo começamos as gravações. Atravessamos o imenso terreno de plantações e chegamos ao pequeno templo.

Os bancos eram feitos com toras de árvore, sem encosto

bem perto do chão. Imaginei o desconforto daqueles irmãos nos cultos.

e

A

imagem dos missionários sendo entrevistados em

frente ao templo era singular, com meninas e meninos pastoreando cabras ao fundo. Parecia uma montagem.

Milagres de cura, vida de oração, perseguição, ir aos povos

não alcançados

Pr. Koné e os líderes das igrejas nas

aldeias ao redor tinham muita coisa a contar.

Amamos esse pequeno e tão pouco conhecido país e

sua gente amável. O trabalho da Cristiane era claro, incontestável. Havia

a horta comunitária,

a fabricação de

sabão, a abertura de poços, o testemunho

do

Evangelho, o

discipulado e muito

treinamento de obreiros. É dessa forma que a Palavra

de

Deus é anunciada

naquela região do planeta.

CAMPANhA 2013
CAMPANhA 2013

O Evangelho chega às aldeias

epois de duas horas e meia de voo, chegamos ao Níger. O clima calorento e abafado da capital, Niamey, era desconfortável, mas não se comparava aos 50 graus que costuma fazer no país. Do avião, dava pra ver a pouca vegetação e uma grande área desértica.

Fomos para a casa dos missionários Josué e Kely Pacheco, que abriga os Radicais do programa Voluntários Sem Fronteiras que chegam ao país.

Nossa primeira viagem foi para a aldeia de Seberi Zarma onde a turma Radical 7 morava. A turma 8 foi conosco para conhecer o local. Depois de uns 40 minutos, chegamos.

Na entrada, um poço comunitário estava rodeado de mulheres com suas bacias e baldes coloridos. Ao entrarmos na aldeia, demos de cara com bois, vacas, carneiros, ovelhas e muitas galinhas e pintinhos. As casas ficavam ao redor. A residência dos Voluntários Sem Fronteiras é a única com energia elétrica.

Nos instalamos, tomamos o café da manhã com os jovens

e começamos as visitas pela comunidade. Uma aula transcultural ao vivo e em cores.

À tarde, fomos conhecer o único hospital da região, onde a Radical Paula Cristine ajuda com curativos e nos serviços da farmácia. No portão de entrada, um grupo aguardava

a senha de atendimento. As crianças choravam de fome e

cansaço. Estavam ali desde às 5h da manhã esperando.

De volta à aldeia, visitamos casas, gravamos com a comunidade, conhecemos o trabalho de costura, de cabeleireiro e de informática realizado pelos jovens missionários, nos ocupamos com tantas novidades que nem vimos o dia passar.

ocupamos com tantas novidades que nem vimos o dia passar. A arrumação dos mosquiteiros, a comida,

A

arrumação dos

mosquiteiros, a comida,

a

escovação dos

dentes, o banho, tudo

naquele jeito simples

e

improvisado estava

se

tornando comum

para nós. A noite foi tranquila, e os ventiladores, um presente dos céus.

No outro dia, saímos cedo para visitar outra aldeia a duas horas e meia dali. Na aldeia de Dargol, encontramos uma família cristã. Sentamos todos embaixo de uma árvore, e Josué fez um estudo bíblico com eles.

Aquela era a única família cristã naquele local, fruto do trabalho dos Voluntários Sem Fronteiras que moraram com eles um período. Depois de uma ameaça feita pela Al Qaeda na Nigéria, os jovens tiveram de se mudar e passaram a ir à aldeia somente durante o dia.

A

família sofreu pressão para deixar o cristianismo,

mas como se manteve firme, a comunidade começou

a

respeitá-la.

O

cristão, líder da aldeia, trabalha fazendo objetos de

metal como faca e outros instrumentos. E por lidar com fogo, é temido pelo povo porque eles associam o fogo ao poder espiritual.

As mulheres da aldeia, sem saberem ler, ouviam a Bíblia por um rádio e decoraram capítulos inteiros da Palavra de Deus.

Josué e Kely estavam felizes e sonhando com a ampliação do projeto de reforço escolar, com o apoio ao trabalho, com o discipulado feito nas aldeias, certos de que os frutos continuarão vindo. Saímos do Níger com a certeza de que Missões é o plano de Deus

para a humanidade.

JMM.Org.Br/CAMPANhA2013

JMM.Org.Br/CAMPANhA2013 Onde se vive o amor 1h da madrugada, fomos para o aeroporto de volta à

Onde se vive o amor

JMM.Org.Br/CAMPANhA2013 Onde se vive o amor 1h da madrugada, fomos para o aeroporto de volta à

1h da madrugada, fomos para o aeroporto de volta à Europa. Passamos por Casablanca, no Marrocos, e por Lisboa, e por causa dos atrasos, 24 horas depois, chegamos à Espanha.JMM.Org.Br/CAMPANhA2013 Onde se vive o amor Da Espanha, fomos de carro até o porto, ao sul,

Da Espanha, fomos de carro até o porto, ao sul, tomamos um barco e chegamos a um território espanhol de 17 mil quilômetros quadrados.

Ali, ficamos pouco tempo porque estávamos de passagem para o Marrocos, mas queríamos conhecer um pouco a realidade local, com 45 mesquitas e uma população de pessoas vindas da Europa e da África.

As ruas estão sempre cheias de gente, há muito comércio

e controle do governo. Deprimente foi ver as “mulheres-

cavalo” que atravessam do Marrocos para a região levando mercadorias para burlar a fiscalização. Mulheres, algumas idosas, envergadas com enormes sacolas na cabeça para

ganharem 1 euro por carregamento.

Nosso objetivo era ir até as montanhas do Marrocos, mas estávamos apreensivos com a repercussão que um vídeo sobre Maomé lançado na internet havia causado. Em sete países houve atentados, e Marrocos era um deles. Orientados por um obreiro, teríamos de viajar por fora das grandes cidades.

Nos preparamos em oração e partimos cedinho para uma viagem de 10 horas. A paisagem aos poucos ia se transformando, ora numa vegetação seca, ora sem vegetação, alguns trechos com muito verde.

As montanhas de pedras, as ovelhas pastando lembravam

a terra dos hebreus.

Era quase noite quando chegamos e encontramos a família muçulmana que nos hospedaria. O principal contato de nossos obreiros naquele local. Pai, mãe, filhos e netos, simples e agradáveis.

Nos alojamos na parte superior da casa. Em seguida, nos serviram chá de hortelã com chá verde, pão caseiro, mel, manteiga e bolinhos em lascas fritos.

Estávamos no norte da África, numa comunidade muçulmana bem diferente dos lugares por onde havíamos passado. Não podíamos falar que éramos cristãos, não podíamos fazer barulho, dar gargalhadas, enfim, teríamos de ser discretos e recatados, e as mulheres usarem saias longas e cobrir os braços.

Depois de uma agradável noite fria, mas com bons cobertores, acordamos e saímos para uma comunidade

no alto da montanha onde vivem os beduínos beneficiados pelo projeto.

Subimos e, em meia hora, estávamos no meio do nada, com um vento forte batendo e umas poucas casinhas ao longe, um deserto. De repente, as pessoas começaram a chegar sem que víssemos de onde.

Uma mulher, duas, três, sempre com crianças e um burrinho. Chegavam tímidas, sorriam, nos beijavam, pegavam suas sacolas com alimentos básicos e saíam alegres. Ali no ermo, a mala do carro aberta, os pacotes iam sendo distribuídos. Um beduíno morador local e o senhor que nos hospedava ajudavam o missionário no controle.

Ficamos orgulhosos de estar ali numa missão, naquele deserto, num lugar aonde ninguém havia chegado antes.

Depois, fomos convidados para entrar na pequena tenda do beduíno que estava ajudando a equipe. Tiramos os calçados, entramos e sentamos nos tapetes onde dormiam. Numa pequena mesa quase rente ao chão, tomamos chá de hortelã e comemos pão com mel, tudo produzido ali mesmo.

Ficamos orgulhosos de estar ali numa missão, naquele deserto, num lugar aonde ninguém havia chegado antes.

Outra visita que fizemos foi à escola primária onde funciona a escolinha de futebol. Na entrada já se podia ver o entusiasmo das crianças ao verem os missionários chegando com bolas e redes. Ficamos ali uma hora vendo a garotada pular, correr, chutar, e sob os olhares cautelosos do diretor e de um professor.

As meninas ficavam ao nosso redor, tentando nos fazer entender o árabe delas. A missionária todo o tempo respondia perguntas. Elas olhavam nossos cabelos, nossas unhas e faziam perguntas de todo o tipo. Rostos e olhos ávidos por aprender que ficaram em minha memória.

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013

CAMPANhA 2013
CAMPANhA 2013

Um país em crise

ns cinco dias depois, estávamos de volta à Espanha para nossa última parada. Nossa ênfase ali era registrar o ministério dos obreiros brasileiros na evangelização.

Nos instalamos na igreja do Pr. Elton e Miriam Rangel, em Sevilha. Parecia que estávamos retornando ao século 21.

À hora da sesta, de 14 às 18 horas, tudo parava. O calor

forte era um convite ao descanso. Todos os dias era assim. Não havia lojas abertas e poucas pessoas permaneciam nas ruas. À noitinha, elas saíam para passear, fazer compras, tomar sorvete.

Nesse horário, almoçávamos, organizávamos os

equipamentos, fazíamos relatórios, respondíamos e-mails

e assim descansávamos.

A Europa que encanta turistas e historiadores estava

lá, intacta para quem quisesse ver. A beleza da milenar

Espanha com seus castelos, suas lojas de grife, seus teatros

e templos católicos escondia a crise.

A realidade era outra. Os encontros com as dezenas de

obreiros brasileiros e líderes espanhóis nos mostraram algo bem além da aparência.

A sociedade tem sido bombardeada pela quebra de

valores. A família com pai, mãe e filhos está acabando.

O índice de mulheres maltratadas é grande. Há cidades

com altos índices de prostituição. A maioria do povo se esqueceu de Deus.

A Espanha católica está se tornando um país muçulmano.

Há uma mistura de paganismo, secularismo, um vazio existencial. O povo está decepcionado com o

cristianismo.

Os 10 anos de entrada de imigrantes latinos ajudaram no crescimento das igrejas. Hoje, com a volta deles aos seus países, as igrejas diminuíram. A população de evangélicos não chega a 2%.

Os missionários têm uma luta árdua diária na implantação de novas igrejas e no fortalecimento das que estão sem pastor. Há trabalho de música e esporte alcançando adultos e crianças. Há cultos nos lares, discipulado, distribuição de roupas e alimentos, treinamento, discipulado, convívio, amizade, vida de integridade.

discipulado, convívio, amizade, vida de integridade. A Espanha católica está se tornando um país muçulmano.

A Espanha católica está se tornando um país muçulmano. Há uma mistura de paganismo, secularismo, um vazio existencial. O povo está decepcionado com o cristianismo.

Foram 13 dias visitando os campos missionários em

Sevilha, Huelva, La Línea, Estepona e Málaga, revezando

o

trabalho com a jornalista Raquel de Lima. E com ela

presenciamos belos templos vazios, rostos abatidos, idosos solitários, europeus remexendo lixo, mas sem perder a esperança de ver a Espanha renascendo para Cristo.

Da Espanha, retornamos ao Brasil. Estávamos cansados, com saudades de nossa gente, nosso guaraná, o arroz com

feijão, mas realizados pela missão cumprida. Sem malária

e

com muitas histórias e imagens registradas.

Vimos risos e lágrimas, ouvimos desabafos, corações palpitando, vidas transformadas, vidas doadas, e muito desejo de fazer o nome de Jesus conhecido em toda a Terra. Olhar com a lente da câmera e ver com os olhos de Deus foi nosso maior objetivo nessa viagem.

conhecido em toda a Terra. Olhar com a lente da câmera e ver com os olhos

Nilcilene Figueira

 

Enviada especial da JMM aos campos missionários para registro de imagens e entrevistas. Coordenadora do Setor Audiovisual da JMM

CAMPANhA 2013 Testemunhe pelo poder do Espírito. OrE EM NOME DE JESuS. SEM CESSAr. Por
CAMPANhA 2013
Testemunhe
pelo poder do Espírito.
OrE EM NOME DE JESuS. SEM CESSAr.
Por
wILLy RANgEL
DIA DE ORAÇÃO POR MISSÕES MUNDIAIS
O Espírito Santo dá
poder àqueles que
o buscam; que
querem ouvir as direções do
Senhor para agir dentro de
casa, na vizinhança, até os
confins da Terra. A oração
move o nosso coração e nos
possibilita estar abertos para
ver o agir e as respostas
de Deus. É a conversa com
Deus que inspira, aproxima,
transforma a vida de um
servo que entende que,
quando seus joelhos se
prostram, é o seu coração
que está se dobrando diante
do Deus de sua vida.
Missões Mundiais convida todas as igrejas a, no
dia 6 de março, se envolverem em uma jornada de
intercessão pela obra missionária mundial. É um
dia especial reservado para falar com Deus e pedir
ao Senhor proteção para os missionários que sofrem perseguição por
testemunharem o Evangelho, oportunidades para anunciar a salvação em
Jesus e visão e sabedoria aos missionários.
40 DIAS DE ORAÇÃO
PELOS POVOS NÃO ALCANÇADOS
No Dia de Oração por Missões Mundiais, começa também um grande
movimento de intercessão: 40 Dias de Oração pelos Povos Não Alcançados.
Será uma mobilização em torno da necessidade de testemunhar o
Evangelho de Cristo àqueles que nunca ouviram falar em Jesus.
Tenha certeza que Deus
escuta as suas orações,
e por isso, missionários
recebem conforto, alívio,
respostas, sustento, amor,
amparo, alegria, renovo.
Ore por aquilo que move
seu coração, e a nossa
oração é para que Missões
Mundiais mova o seu
coração. Portanto, envolva-
se integralmente com as
campanhas de oração de
Missões Mundiais em 2013.
Para apresentar os desafios e pedidos, será publicado um guia de oração
com dados sobre vários povos não alcançados e informações atualizadas
sobre tudo o que a JMM tem realizado para chegar até eles. Envolva
sua igreja e organize uma grande programação para a abertura e o
encerramento, em 14 de abril.
SéRIE DE LIVREtOS 10 DIAS DE COMPROMISSO
Encartados na revista A Colheita, os livretos 10 Dias de Compromisso
são pequenos guias devocionais e de oração com um motivo específico
para você, sua igreja e seus amigos orarem por Missões em qualquer
época do ano. A primeira edição foi sobre a África e suas necessidades
materiais e espirituais, e a segunda sobre os 10 anos dos Voluntários Sem
Fronteiras. Ao longo do ano ainda serão publicados e disponibilizados para
download edições sobre outros continentes além da Oração Camisa 10, um
guia de oração pelas nações que estarão envolvidas nos grandes eventos
esportivos que acontecerão no Brasil nos próximos anos, e pelo trabalho
de evangelização que será realizado durante a Copa do Mundo e Jogos
Olímpicos. Os livretos estão disponíveis para download no portal da JMM
e no site www.jmm.org.br/campanha2013.
32
TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013
Sua participação é que faz a diferença! O motivo que impulsiona a igreja a um
Sua participação é que faz a diferença! O motivo que impulsiona a igreja a um
Sua participação é que faz a diferença! O motivo que impulsiona a igreja a um
Sua participação é que faz a diferença! O motivo que impulsiona a igreja a um
Sua participação é que faz a diferença! O motivo que impulsiona a igreja a um
Sua participação é que faz a diferença! O motivo que impulsiona a igreja a um
Sua participação é que faz a diferença! O motivo que impulsiona a igreja a um

Sua participação é que faz a diferença!

O motivo que impulsiona a igreja a um envolvimento na obra de evangeliza- ção do
O motivo que impulsiona a igreja a um
envolvimento na obra de evangeliza-
ção do mundo, levando os crentes a
testemunhar de Cristo até os confins da Terra,
deve ser o amor pelos que ainda não ouviram
falar da salvação em Jesus. Para isso, é preciso
estar cheio do poder do Espírito Santo.
Para mobilizar as igrejas e apresentar a
desafiadora verdade de encher-se do Espírito,
a sua participação, apoiada pelo pastor de
sua igreja, é fundamental.
O ideal é que você, promotor voluntário
de Missões, não atue sozinho. Queremos
estimulá-lo a ter, pelo menos, mais uma pes-
soa lhe apoiando na nobre tarefa de envol-
ver sua igreja com a Campanha Missionária.
É muito importante que cada um que tem a
responsabilidade de promover Missões em
cada um que tem a responsabilidade de promover Missões em sua igreja invista tempo em relacionamento

sua igreja invista tempo em relacionamento com Deus, orando e lendo a Palavra. E, além disso, que esteja disposto a se informar sobre os desafios e projetos missionários, buscando ativar o canal de comunicação com a JMM através do site, e-mail ou central de atendi- mento telefônico. Seja criativo, comprometido com resultados, mantenha-se informado e conte com a JMM! Sua atuação na igreja apoia o avanço da obra missionária mundial dos batistas brasileiros. Para apoiar a realização de seu tra- balho, consulte e use o rico material que preparamos, parte disponível no kit envia- do à sua igreja, parte no DVD “Testemu- nhe às Nações” e grande variedade de material de apoio para download no site

nhe às Nações” e grande variedade de material de apoio para download no site www.jmm.org.br/campanha2013 .
nhe às Nações” e grande variedade de material de apoio para download no site www.jmm.org.br/campanha2013 .
nhe às Nações” e grande variedade de material de apoio para download no site www.jmm.org.br/campanha2013 .
nhe às Nações” e grande variedade de material de apoio para download no site www.jmm.org.br/campanha2013 .
nhe às Nações” e grande variedade de material de apoio para download no site www.jmm.org.br/campanha2013 .

www.jmm.org.br/campanha2013.

PrOMOTOr PrOMOvA MISSõES MuNDIAIS T odos os anos, Missões Mundiais recebe aproximadamente 100 dos Sul
PrOMOTOr PrOMOvA MISSõES MuNDIAIS T odos os anos, Missões Mundiais recebe aproximadamente 100 dos Sul
PrOMOTOr PrOMOvA MISSõES MuNDIAIS T odos os anos, Missões Mundiais recebe aproximadamente 100 dos Sul

PrOMOTOr

PrOMOTOr PrOMOvA MISSõES MuNDIAIS T odos os anos, Missões Mundiais recebe aproximadamente 100 dos Sul do
PrOMOTOr PrOMOvA MISSõES MuNDIAIS T odos os anos, Missões Mundiais recebe aproximadamente 100 dos Sul do
PrOMOTOr PrOMOvA MISSõES MuNDIAIS T odos os anos, Missões Mundiais recebe aproximadamente 100 dos Sul do
PrOMOTOr PrOMOvA MISSõES MuNDIAIS T odos os anos, Missões Mundiais recebe aproximadamente 100 dos Sul do
PrOMOTOr PrOMOvA MISSõES MuNDIAIS T odos os anos, Missões Mundiais recebe aproximadamente 100 dos Sul do

PrOMOvA MISSõES MuNDIAIS

PrOMOTOr PrOMOvA MISSõES MuNDIAIS T odos os anos, Missões Mundiais recebe aproximadamente 100 dos Sul do
PrOMOTOr PrOMOvA MISSõES MuNDIAIS T odos os anos, Missões Mundiais recebe aproximadamente 100 dos Sul do
PrOMOTOr PrOMOvA MISSõES MuNDIAIS T odos os anos, Missões Mundiais recebe aproximadamente 100 dos Sul do
PrOMOTOr PrOMOvA MISSõES MuNDIAIS T odos os anos, Missões Mundiais recebe aproximadamente 100 dos Sul do
PrOMOTOr PrOMOvA MISSõES MuNDIAIS T odos os anos, Missões Mundiais recebe aproximadamente 100 dos Sul do
T odos os anos, Missões Mundiais recebe aproximadamente 100 dos Sul do Brasil, no Rio
T odos os anos, Missões
Mundiais recebe
aproximadamente 100 dos
Sul do Brasil, no Rio de Janeiro.
Eles relatam seu chamado
ministerial, vocação e falam dos
projetos que desenvolverão junto a
outros povos.
JMM, sugerimos que você envie
seu pedido por e-mail para o
mobilizador de sua região (veja
seus mais de 700 missionários
espalhados pelos cerca de 70
campos transculturais. Eles
vêm ao Brasil para participar de
um retiro de atualização, férias
com suas famílias e, antes de
retornarem ao campo, visitam
igrejas para falar como Deus tem
usado suas vidas para testemunhar
às nações. São histórias que
encantam, emocionam e
mobilizam igrejas à realidade de
povos que ainda vivem sem Cristo.
Desta mobilização também
participam os missionários
que estão em treinamento no
Seminário Teológico Batista do
o
quadro da página 44) ou
para promocao@jmm.org.br,
Esse grupo de missionários
visita igrejas em todo o território
nacional ao longo do ano.
Mesmo cumprindo agendas
repletas, participando em cultos,
seminários e eventos, nossa equipe
não consegue atender todos os
pedidos de visita missionária,
especialmente os que são
informando nome da igreja, data,
hora, local, nome para contato
e
telefone. Dentro do possível
e
da disponibilidade de nossos
missionários, sua solicitação será
atendida.
feitos com pouca ou nenhuma
antecedência.
Por isso, se sua igreja deseja a
visita de um missionário e ainda
não entrou em contato com a
Segundo o Pr. Adilson Santos,
coordenador de Mobilização
da JMM, a época em que
as igrejas mais solicitam
missionários é a do lançamento
da Campanha de Missões
Mundiais, com ápice entre
março e maio.
Equipe de Mobilização Missionária da JMM.
34
TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013
promotor cadastrado, indicado por seu pastor para esta função voluntária. No entanto, é bom que
promotor cadastrado, indicado por seu pastor para esta função voluntária. No entanto, é bom que
promotor cadastrado, indicado por seu pastor para esta função voluntária. No entanto, é bom que

promotor cadastrado, indicado por seu pastor para esta função voluntária. No entanto, é bom que ele forme uma equipe para desenvolvimento do trabalho.

que ele forme uma equipe para desenvolvimento do trabalho. Temos uma equipe de missionários mobilizadores que
que ele forme uma equipe para desenvolvimento do trabalho. Temos uma equipe de missionários mobilizadores que
que ele forme uma equipe para desenvolvimento do trabalho. Temos uma equipe de missionários mobilizadores que
que ele forme uma equipe para desenvolvimento do trabalho. Temos uma equipe de missionários mobilizadores que
que ele forme uma equipe para desenvolvimento do trabalho. Temos uma equipe de missionários mobilizadores que
que ele forme uma equipe para desenvolvimento do trabalho. Temos uma equipe de missionários mobilizadores que
que ele forme uma equipe para desenvolvimento do trabalho. Temos uma equipe de missionários mobilizadores que

Temos uma equipe de missionários mobilizadores que poderá ir até sua igreja e

missionários mobilizadores que poderá ir até sua igreja e encontro que temos realizado têm sido abençoadas

encontro que temos realizado têm sido abençoadas oportunidades de compartilhar experiências, fazer novos amigos e ver mais e mais gente se envolvendo com Missões.

amigos e ver mais e mais gente se envolvendo com Missões. compartilhar um pouco do que
compartilhar um pouco do que Deus tem feito no mundo através da JMM durante todo
compartilhar um pouco do que
Deus tem feito no mundo através
da JMM durante todo o ano.

Deus está em missão o ano inteiro!

“Em 2012, tivemos 103 missionários disponíveis no

Brasil entre os meses de fevereiro

disponíveis no Brasil entre os meses de fevereiro e junho. Mesmo assim, não foi possível atender

e junho. Mesmo assim, não foi

possível atender a demanda, pois

a maior parte das igrejas pede

por missionários em março”, diz Diego Santana, colaborador do setor de Promoção da JMM.

A mobilização missionária

não ocorre apenas nos cultos

A mobilização missionária não ocorre apenas nos cultos e nas igrejas. Participando dos eventos das convenções
A mobilização missionária não ocorre apenas nos cultos e nas igrejas. Participando dos eventos das convenções

e nas igrejas. Participando

não ocorre apenas nos cultos e nas igrejas. Participando dos eventos das convenções Fique atento à

dos eventos das convenções

e nas igrejas. Participando dos eventos das convenções Fique atento à agenda e inscreva- se para
e nas igrejas. Participando dos eventos das convenções Fique atento à agenda e inscreva- se para
e nas igrejas. Participando dos eventos das convenções Fique atento à agenda e inscreva- se para

Fique atento à agenda e inscreva- se para o acampamento ou encontro mais próximo de sua área de atuação. Não deixe a oportunidade passar!

de sua área de atuação. Não deixe a oportunidade passar! o promotor representa a igreja diante

o promotor representa a igreja diante da JMM. Ele deve agir como uma extensão de Missões Mundiais na igreja local. é alguém que ama Missões, ora pelos missionários, está sempre buscando informações sobre os campos missionários.

sempre buscando informações sobre os campos missionários. Muitos são os eventos realizados por Missões Mundiais ao
sempre buscando informações sobre os campos missionários. Muitos são os eventos realizados por Missões Mundiais ao

Muitos são os eventos realizados por Missões Mundiais ao longo de sua Campanha Missionária. Entre os principais estão:

congresso Conexão Missionária e Acampamentos de Pastores e de Promotores. Promotor, a presença de um
congresso Conexão Missionária
e Acampamentos de Pastores e
de Promotores.
Promotor, a presença de
um missionário certamente
despertará mais irmãos de
sua igreja a testemunharem de
Cristo às nações. Antecipe-se
ao calendário de eventos da
JMM. Entre em contato hoje
mesmo com nosso missionário
mobilizador na sua região.
E não deixe de contar para
Missões Mundiais como a sua
igreja está participando da
Campanha 2013.
Você pode obter mais
informações acessando
www.jmm.or.br/campanha2013
ou entrando em contato
diretamente com nosso Setor de
Promoção:
promocao@jmm.org.br
ou com o missionário
mobilizador de sua região
(vide tabela da página 44).
Envie seu relato, com fotos, para
redacao@jmm.org.br.
35
jmm.org.br/campanha2013
para redacao@jmm.org.br. 35 jmm.org.br/campanha2013 estaduais, eventos missionários em seminários e promovidos
para redacao@jmm.org.br. 35 jmm.org.br/campanha2013 estaduais, eventos missionários em seminários e promovidos

estaduais, eventos missionários em seminários e promovidos por outras organizações da CBB em parceria com Missões Mundiais, além de encontros com pastores

com Missões Mundiais, além de encontros com pastores promotores, é possível estar envolvido com missionários,

promotores, é possível estar envolvido com missionários, projetos e desafios da JMM.

e

Aconselhamos que as igrejas entrem em contato com o missionário mobilizador de sua região (veja
Aconselhamos que as igrejas
entrem em contato com o
missionário mobilizador de sua
região (veja quadro da página 44).
Cada missionário mobilizador
de Missões Mundiais, a cada
período promocional, conta com
um determinado número de
missionários que o apoia em sua
região geográfica.
O ideal é que o representante
da igreja nesse contato com o
missionário mobilizador seja o
promotor voluntário de Missões.
Toda igreja pode ter apenas um
voluntário de Missões. Toda igreja pode ter apenas um “O promotor representa a igreja diante da

“O promotor representa a igreja diante da JMM. Ele deve agir como uma extensão de Missões Mundiais na igreja local. É alguém que ama Missões, ora pelos missionários, está sempre buscando informações sobre os campos missionários”, diz Diego.

É muito importante que todos os promotores participem dos acampamentos, que são encontros

de incentivo e atualização, que acontecem em quase todo o Brasil, preparados especialmente pensando em você, promotor voluntário de Missões. Cada

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 PrOMOTOr 36 Por REgINA SANtoS C onhecimento é o início
TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 PrOMOTOr 36 Por REgINA SANtoS C onhecimento é o início

PrOMOTOr

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 PrOMOTOr 36 Por REgINA SANtoS C onhecimento é o início
TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 PrOMOTOr 36 Por REgINA SANtoS C onhecimento é o início

36

Por REgINA SANtoS
Por
REgINA SANtoS

C onhecimento é o início para um trabalho eficaz. Ele vem através de pesquisa, atualização, leitura e também da troca de experiências. A atividade do promotor de Missões DEpENDE MuIto de sua disponi-

do promotor de Missões DEpENDE MuIto de sua disponi- bilidade para se inteirar sobre as necessidades
do promotor de Missões DEpENDE MuIto de sua disponi- bilidade para se inteirar sobre as necessidades
do promotor de Missões DEpENDE MuIto de sua disponi- bilidade para se inteirar sobre as necessidades
do promotor de Missões DEpENDE MuIto de sua disponi- bilidade para se inteirar sobre as necessidades
do promotor de Missões DEpENDE MuIto de sua disponi- bilidade para se inteirar sobre as necessidades
do promotor de Missões DEpENDE MuIto de sua disponi- bilidade para se inteirar sobre as necessidades

bilidade para se inteirar sobre as necessidades dos povos sem Cristo e o que tem sido feito para ALCANçÁ-LoS. Conhecer o trabalho de outros promotores e como eles têm feito parte deste grande plano de Deus pela salvação da humanidade é

deste grande plano de Deus pela salvação da humanidade é fundamental ao desenvolvimento do trabalho. os
deste grande plano de Deus pela salvação da humanidade é fundamental ao desenvolvimento do trabalho. os

fundamental ao desenvolvimento do trabalho. os Acampamentos de promotores são excelentes oportunidades para que esses irmãos que promovem Missões em suas igrejas compartilhem o que têm vivido por amor à obra missionária. A Campanha 2013 conta, mais uma vez, com a ajuda, experiência e amor que os promotores voluntários de Missões têm pela evangelização de povos no brasil e em outras nações. Louvamos ao Senhor porque a obra missionária tem sido realizada por servos revestidos pelo Espírito Santo. Missões só acontece pelo poder do Espírito e autoridade do nosso Deus.

por servos revestidos pelo Espírito Santo. Missões só acontece pelo poder do Espírito e autoridade do

jmm.org.br/campanha2013

jmm.org.br/campanha2013 Veja algumas ações que foram desenvolvidas Coordenador de Mobilização da JMM, o Pr. Adilson

Veja algumas ações que foram desenvolvidas

Veja algumas ações que foram desenvolvidas Coordenador de Mobilização da JMM, o Pr. Adilson Santos
Veja algumas ações que foram desenvolvidas Coordenador de Mobilização da JMM, o Pr. Adilson Santos

Coordenador de Mobilização da JMM, o Pr. Adilson Santos afirma que temos experimentado avanços em todas as frentes, porém os desafios são grandes. “Ainda há muito o que fazer. Cada promotor de Missões é participante desta grande missão de fazer com que o Brasil atenda o clamor dos povos que não têm acesso à graça salvadora de Jesus. Contamos com a par- ticipação e o envolvimento de todos”, declara o pastor. Para ele, a consciência de que a obra missionária é responsabilidade da igreja – e não de uma agência missionária – leva a igreja a ser protagonista no cenário missionário. É papel do promotor de Missões ajudar os crentes entenderem que é a igreja quem seleciona, reco- menda, envia, sustenta, ora e apoia os missionáriosVeja algumas ações que foram desenvolvidas AINDA hÁ MuIto o QuE FAzER. CADA pRoMotoR DE MISSõES

reco- menda, envia, sustenta, ora e apoia os missionários AINDA hÁ MuIto o QuE FAzER. CADA

AINDA hÁ MuIto o QuE FAzER. CADA pRoMotoR DE MISSõES é pARtICIpANtE DEStA gRANDE MISSão DE FAzER CoM QuE o bRASIL AtENDA o CLAMoR DoS povoS QuE Não têM ACESSo à gRAçA SALvADoRA DE JESuS.

DoS povoS QuE Não têM ACESSo à gRAçA SALvADoRA DE JESuS. São muitos os testemunhos de

São muitos os testemunhos de promotores

sobre as bênçãos da Campanha realizada em suas

igrejas. Exemplos de fé e ousadia, de planejamento

e superação de metas.

de fé e ousadia, de planejamento e superação de metas. na Campanha passada e que podem
de fé e ousadia, de planejamento e superação de metas. na Campanha passada e que podem

na Campanha passada e que podem servir de inspi-

ração para este ano.

“Fizemos ações em todos os finais de semana durante

ano. “Fizemos ações em todos os finais de semana durante a Campanha 2012. Envolvemos toda a
ano. “Fizemos ações em todos os finais de semana durante a Campanha 2012. Envolvemos toda a

a Campanha 2012. Envolvemos toda a igreja. Fomos ao Conexão Missionária realizado na cidade de panambi/RS em uma caravana de 30 irmãos da igreja. A pIb três passos fez a programação do Dia Especial de Missões Mundiais e a igreja ultrapassou o seu alvo. Além disso, vários irmãos assumiram o compromisso de contribuir com projetos do programa de Adoção Missionária (pAM).”

com projetos do programa de Adoção Missionária (pAM).” vânia Alice knob promotora de Missões da pIb
com projetos do programa de Adoção Missionária (pAM).” vânia Alice knob promotora de Missões da pIb
com projetos do programa de Adoção Missionária (pAM).” vânia Alice knob promotora de Missões da pIb
com projetos do programa de Adoção Missionária (pAM).” vânia Alice knob promotora de Missões da pIb
com projetos do programa de Adoção Missionária (pAM).” vânia Alice knob promotora de Missões da pIb
com projetos do programa de Adoção Missionária (pAM).” vânia Alice knob promotora de Missões da pIb

vânia Alice knob promotora de Missões da pIb de três passos/RS

“Como promotor, percebi que minha função na igreja vai além de levantar ofertas para a Campanha de Missões. Sou usado pelo Senhor para fazer com que todos amem Missões, amem os povos não alcançados e amem nossos missionários.”

os povos não alcançados e amem nossos missionários.” “A igreja não é somente financiadora da missão,
os povos não alcançados e amem nossos missionários.” “A igreja não é somente financiadora da missão,
os povos não alcançados e amem nossos missionários.” “A igreja não é somente financiadora da missão,
os povos não alcançados e amem nossos missionários.” “A igreja não é somente financiadora da missão,

“A igreja não é somente financiadora da missão, mas participa de todos os estágios no processo missioná- rio”, diz o Pr. Adilson. Nesta missão de levar informação que desperte as igrejas a fazer Missões, o promotor deve estar diretamen- te conectado com Missões Mundiais e seus mais de 700

missionários pelo mundo. Como isso é possível?te conectado com Missões Mundiais e seus mais de 700 Conhecendo e usando o kit da

Conhecendo e usando o kit da Campanha en- viado às igrejas.de 700 missionários pelo mundo. Como isso é possível? Atualizando-se a partir de informações dis- ponibilizadas

Atualizando-se a partir de informações dis- ponibilizadas no website www.jmm.org.br/ campanha2013 , da revista A COLHEITA e de outras publicações. www.jmm.org.br/ campanha2013, da revista A COLHEITA e
de outras publicações. a partir de informações dis- ponibilizadas no website www.jmm.org.br/ campanha2013 , da revista A COLHEITA e
dis- ponibilizadas no website www.jmm.org.br/ campanha2013 , da revista A COLHEITA e de outras publicações.

Participando dos Acampamentos de Promoto- res e congressos Conexão Missionária.

Enfim, aproveite todas as oportunidades para conhe-

cer mais sobre Missões e testemunhar às igrejas tudo aqui- lo o que Deus tem feito no mundo e o quanto Ele esperaEnfim, aproveite todas as oportunidades para conhe- de cada crente no cumprimento da Grande Comissão. paiva

de cada crente no cumprimento da Grande Comissão. aqui- lo o que Deus tem feito no mundo e o quanto Ele espera paiva Júnior

paiva Júnior promotor de Missões da Ib hebrom, em timon/MA

“Como foi inspirador para mim e minha equipe participar de um Acampamento para promotores de Missões Mundiais! tudo o que ouvimos nos ajuda a levar às nossas igrejas a visão missionária. Esses acampamentos são um dos melhores eventos sobre missões realizados em nosso Estado.”

eventos sobre missões realizados em nosso Estado.” Lindolfo Stuhr promotor de Missões da Ib em Santa

Lindolfo Stuhr promotor de Missões da Ib em Santa Maria de Jetibá/ES

sobre missões realizados em nosso Estado.” Lindolfo Stuhr promotor de Missões da Ib em Santa Maria

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sobre missões realizados em nosso Estado.” Lindolfo Stuhr promotor de Missões da Ib em Santa Maria
PrOMOTOr MOBiLiZE Su A igrEJA Por AILtoN DE FARIA
PrOMOTOr
MOBiLiZE Su A igrEJA
Por
AILtoN DE FARIA

N o período da Campanha Missionária para o levantamento da oferta no Dia Especial por Missões Mundiais, as igrejas batistas em todo o brasil entram em clima de fes-

a identidade de Missões Mun-

diais toma conta de nossas igrejas. tudo para mostrar os desafios da obra missionária mundial. Criatividade é o que não falta aos líderes de Missões envolvidos com a obra de evangelização dos povos. A seguir, compartilhamos algumas sugestões que vão dinamizar a promoção missionária e despertar ainda mais sua igreja para a obra de Missões Mundiais.

ta. Cartazes, quadros de missionários, bandeiras

Momentos missionários Esse é um momento já tradicional e que não pode faltar em sua
Momentos
missionários
Esse é um momento já tradicional
e que não pode faltar em sua
igreja. Eles acontecem durante os
cultos e apresentam desafios da
obra missionária mundial. use a
criatividade e prepare algo dinâmico
para os momentos de culto. busque
informações no portal de Missões
Mundiais, website da Campanha
2013, na revista A CoLhEItA e
em nossas redes sociais. Assim,
semanalmente, a igreja terá um
momento especial no culto para ficar
por dentro de Missões.

Vídeos

missionários

Vídeos missionários • Como usar tudo que Deus nos deu para abençoar pessoas e fazer da

Como usar tudo que Deus nos deu para abençoar pessoas e fazer da profissão um serviço a Ele?

No meio de uma aldeia africana, a missionária faz sabão para mostrar o amor de Deus a muçulmanos e animistas.

Depois de 18 anos, num dos países mais pobres do mundo, uma escola, uma clínica e uma rádio continuam dando frutos.

Decepcionados com o cristianismo, europeus buscam nos bens materiais a solução para suas dores. Como evangelizá-los?

Estas e muitas outras histórias você confere no DvD “testemunhe às Nações”.

Dia de Oração por Missões Mundiais A cada Campanha, a JMM sugere um dia específico
Dia de Oração por
Missões Mundiais
A
cada Campanha, a JMM
sugere um dia específico para que as
igrejas participem de uma jornada
de oração por Missões Mundiais.
Neste ano, o dia de oração por
missões mundiais será em
6 de março. planeje e envolva toda
a
igreja nessa programação. Faça
pequenos grupos de oração por Missões
Mundiais, use os Cartões de oração
do material da Campanha 2013 e
também a série de livretos 10 dias de
compromisso que serão publicados ao
longo de 2013, encartados na revista
A
Colheita e também
disponíveis para download
em www.jmm.org.br/
campanha2013.

Sala de Oração

Sala de Oração planeje reservar um local que funcionará durante a Campanha especificamente para a intercessão

planeje reservar um local que funcionará durante a Campanha especificamente para a intercessão missionária. Disponibilize em local visível os cartões de oração, exemplares dos livretos 10 Dias de Compromisso e outros materiais de Missões Mundiais. A sala deve ser reservada, tranquila e inspirativa à comunhão com Deus em favor da obra missionária.

Semana de Oração
Semana de
Oração

Missões Mundiais preparou um programa para a Semana de oração pró-missões mundiais da revista visão missionária (uFMbb). planeje com as senhoras de sua igreja a leitura e reflexão dessa programação. Elas poderão ter uma semana edificante de comunhão

e intercessão.

Bíblias para a China
Bíblias para
a China

o responsável por Missões pode falar

sobre a necessidade de bíblias para

a China, onde mais de 50 milhões

de crentes anseiam por um exemplar da palavra de Deus. Ele pode pegar várias bíblias esquecidas na igreja, ou mesmo em casa, e mostrar para as pessoas que, às vezes não temos zelado por este bem tão precioso, que milhares de pessoas não têm acesso. Isso despertará no coração dos irmãos o desejo de enviar bíblias para a China.

Congresso

missionário

Congresso missionário Realizar um evento sobre Missões durante um final de semana é uma excelente oportunidade

Realizar um evento sobre Missões durante um final de semana é uma excelente oportunidade para despertar a igreja e formar a sua consciência missionária. Informar sua igreja sobre a realidade dos povos sem Cristo é essencial para despertá-la para Missões. para o evento, a igreja poderá contar com a presença de um ou mais missionários de Missões Mundiais. o convite pode ser feito por meio de um missionário mobilizador da sua região (pág. 44).

Para as crianças Cofrinho missionário Confeccione cofrinhos missionários com latinhas de refrigerante, caixas de
Para as crianças
Cofrinho
missionário
Confeccione cofrinhos missionários
com latinhas
de refrigerante,
caixas de leite ou
similares. Decore
a embalagem com
o
tema da Campanha 2013 ou a
bandeira de um país. Nas classes
de EbD, incentive os pequenos a
juntarem suas moedinhas para
também participarem do Dia Especial
por Missões. No dia da entrega
da oferta, reúna todas as crianças
e dê a cada uma a oportunidade
de orar em agradecimento pela
chance de serem usadas por Deus na
evangelização dos povos.
cabeçaacolar
cabeçaacolar
aqui
aqui
Chaveirinhos Lembrancinhas simples, como um chaveiro com a bandeira de um país, agradam muito às
Chaveirinhos
Lembrancinhas simples, como um
chaveiro com a bandeira de um país,
agradam muito às crianças. Essa é
uma forma de lembrá-las a orar por
aquela nação. Incentive-as também
a
pesquisarem sobre o Evangelho no
país de seu chaveiro.
Cantina
Missionária
o
promotor voluntário de Missões
pode incentivar aquelas pessoas
com dons para a culinária a fazerem
pratos típicos de regiões onde ainda
há povos não alcançados.
Acesse www.jmm.org.br/
campanha 2013
e
faça o download de 12 deliciosas
receitas de locais onde a JMM tem
missionários e projetos. Aproveite
para prepará-las e fazer uma
cantina superespecial!
Carona
Missionária
Incentive os irmãos proprietários
de veículos a oferecerem carona
a
outros irmãos de sua igreja,
em troca de uma oferta para
Missões. Ao longo da viagem,
eles poderão trocar informações
sobre os campos missionários e
fortalecerem a comunhão. talvez
destas caronas possam surgir grupos
de voluntários em servir por um
tempo determinado em um de nossos
campos missionários.

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 PrOMOTOr O trabalho voluntário do promotor de Mis- sões é
TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 PrOMOTOr O trabalho voluntário do promotor de Mis- sões é
PrOMOTOr O trabalho voluntário do promotor de Mis- sões é vital para o crescimento e
PrOMOTOr
O trabalho voluntário do promotor de Mis-
sões é vital para o crescimento e avanço da
obra missionária. Nossos misionários no
campo precisam do apoio da igreja local
diariamen-

te. Cada igreja é fundamental no sustento, envio e apoio espiritual dos missionários e suas famílias atra- vés das orações. Paulo também precisava do envolvimento das igrejas em seu ministério. A gratidão dele para com

a

igreja de Filipos é algo maravilhoso pensando em

Missões (Filipenses 4.10-20). Ele tinha seus “promo- tores de Missões”. Tíquico é um deles. Ele desempe-

nhava um papel de cooperador e ajudador do missio-

nário Paulo. Estava presente em lugares onde Paulo não podia estar e o representava. Era alguém de con- fiança e extremamente envolvido na missão. O versículo que usei como referência para es- crever este texto é o relato de uma ação completa do trabalho de um promotor de Missões. A base do tra- balho de um promotor é a informação. Paulo estava na prisão em Roma. A informação precisava chegar

à
à

igreja em Éfeso. Tíquico tinha a missão de levar a

à igreja em Éfeso. Tíquico tinha a missão de levar a informação para a igreja. A

informação para a igreja. A informação é essencial na

mobilização. Informação produz envolvimento, retira a ansie- dade e incentiva a continuidade das ações. Assim como Tíquico forneceu apoio a Paulo, pre- cisamos dos promotores locais nos apoiando. Precisamos de você para nos apoiar em sua igreja, divulgando o tema da Campanha, usando e aplicando os materiais, planejando ações, envolven- do seu grupo de trabalho (conselho missionário, de- partamento de Missões, comissão de Missões, entre outros) e contagiando toda a igreja. Assim, você con- tribuirá para a continuidade do avanço do Evangelho em todo o planeta.

a continuidade do avanço do Evangelho em todo o planeta. 40 um promotor de Missões em

40

a continuidade do avanço do Evangelho em todo o planeta. 40 um promotor de Missões em
a continuidade do avanço do Evangelho em todo o planeta. 40 um promotor de Missões em

um promotor de Missões em Éfeso

em todo o planeta. 40 um promotor de Missões em Éfeso Participe de um Acampamento de
em todo o planeta. 40 um promotor de Missões em Éfeso Participe de um Acampamento de
em todo o planeta. 40 um promotor de Missões em Éfeso Participe de um Acampamento de
em todo o planeta. 40 um promotor de Missões em Éfeso Participe de um Acampamento de
em todo o planeta. 40 um promotor de Missões em Éfeso Participe de um Acampamento de
em todo o planeta. 40 um promotor de Missões em Éfeso Participe de um Acampamento de

Participe de um Acampamento de Promoto- res de Missões e fique por dentro do que a Missões Mundiais está realizando nos campos missionários, ouvindo a palavra de pessoas da JMM que planeja- ram os materiais para a Campanha, e também o tes- temunho de missionários e pastores, além de muitas outras atividades e oficinas enriquecedoras. A cada acampamento, saímos transformados, renovados e motivados para nos engajar na missão. Estabeleça alvos para sua igreja (alvos para inter- cessores, vocacionados, Dia Especial e adotantes pelo PAM). Envolva o seu pastor. Não faça nada sozinho sem o conhecimento dele. O pastor é o líder espiritual da igreja. Ele ama os perdidos e se importa com a sal- vação de pessoas em Jerusalém, Judeia, Samaria e até os confins da Terra. Que a Campanha de Missões Mundiais 2013 em sua igreja seja abençoada por Deus!

de Missões Mundiais 2013 em sua igreja seja abençoada por Deus! Pr. Adilson Ferreira Coordenador de
de Missões Mundiais 2013 em sua igreja seja abençoada por Deus! Pr. Adilson Ferreira Coordenador de
de Missões Mundiais 2013 em sua igreja seja abençoada por Deus! Pr. Adilson Ferreira Coordenador de
de Missões Mundiais 2013 em sua igreja seja abençoada por Deus! Pr. Adilson Ferreira Coordenador de
Pr. Adilson Ferreira
Pr. Adilson Ferreira
de Missões Mundiais 2013 em sua igreja seja abençoada por Deus! Pr. Adilson Ferreira Coordenador de
de Missões Mundiais 2013 em sua igreja seja abençoada por Deus! Pr. Adilson Ferreira Coordenador de
de Missões Mundiais 2013 em sua igreja seja abençoada por Deus! Pr. Adilson Ferreira Coordenador de

Coordenador de Mobilização

Agenda Conexão Missionária 2013 DATA uF LOCAL DATA uF LOCAL 15 e 16/02 MT PiB
Agenda Conexão Missionária 2013
DATA
uF
LOCAL
DATA
uF
LOCAL
15
e 16/02
MT
PiB Tangará da Serra
12
e 13/04
ES
PiB São gabriel da Palha
20
a 24/02
AM
iB Jardim das Oliveiras – Manaus
12
e 13/04
AP
PiB Betel – Santana
12
e 13/04
SP
PiB Tupã
23/02
AL
iB Quitunde
12
a 14/04
SP
PiB Piracicaba
01
a 03/03
MS
iB Coronel Antonino – Campo grande
12
a 14/04
SP
iB Memorial Alphaville
02/03
ES
iB Monte Sinai – Vitória
13/04
BA
PiB Jequié
13
e 14/04
Mg
PiB Divinópolis
02
e 03/03
rJ
PiB Cabo Frio
13
e 14/04
Pi
PiB Bom Jesus
13
e 14/04
rJ
SiB Nova Friburgo
02
e 03/03
CE
PiB Maracanaú
19
e 20/04
ES
PiB Barra de itapemirim
19
e 20/04
AP
iB Central – Macapá
e 09/03
19
a 21/04
SP
iB Vila das Belezas
08
e 09/03
MT
iB Jardim industriário – Cuiabá
19
a 21/04
SP
PiB Bauru
08
a 10/03
SP
iB Jardim independência – ribeirão Preto
20
e 21/04
MA
PiB Codó
20
e 21/04
rJ
PiB Bom Jesus de itabapoana
08
a 10/03
SP
iB Buri
20
e 21/04
rJ
iB Jardim América – itaguaí
26
e 27/04
MT
PiB Alto Taquari
08
a 10/03
rJ
SiB Barra do Piraí
26
e 27/04
PA
PiB Monte Dourado
26
a 28/04
SP
PiB São Vicente
09/03
BA
PiB Catu
27/04
rS
iB Emanuel – Panambi
27/04
SP
iB Cidade Nova – Santa Bárbara do Oeste
09
e 10/03
rJ
PiB Bacaxá – Saquarema
27
e 28/04
Mg
iB Central Três Pontas
10
e 11/03
rJ
PiB Campo grande – rio de Janeiro
27
e 28/04
CE
PiB Juazeiro do Norte
27
e 28/04
rJ
Associação Ebenézer – Japeri
13
e 14/03
rN
PiB Assu
27
e 28/04
rJ
TiB itaperuna
27
e 28/04
rJ
4ª iB Macaé
15
e 16/03
PA
PiB Tucumã
04/05
CE
Teatro Municipal – Maranguape
15
a 17/03
SP
iB Jardim independência – ribeirão Preto
04
e 05/05
rJ
PiB Jardim Boa Esperança – Nova iguaçu
16/03
SE
PiB Aracaju
09
a 11/05
SC
PiB Blumenau
16
e 17/03
gO
PiB goiânia
10
a 12/05
gO
PiB rio Verde
16
e 17/03
rJ
iB Central Olaria
11/05
BA
iB Mares – Salvador
16
e 17/03
Mg
iB Parque Safira – Muriaé
17
e 18/05
PE
PiB Triunfo
17
e 18/05
SP
PiB Limeira
20
a 24/03
AM
iB Cidade Nova – Manaus
17
a 19/05
SP
5ª iB Taubaté
17
a 19/05
Pr
Apucarana
22
e 23/03
SP
PiB Campinas
17
a 19/05
rJ
SiB Três rios
22
a 24/03
SP
PiB guaianases – São Paulo
18/05
rJ
PiB Piabetá – Magé
22
a 24/03
DF
PiB Sobradinho
18
e 19/05
MS
iB Ágape – Campo grande
23/03
rS
iB Central – Porto Alegre
24
a 26/05
TO
TiB gurupi
23
e 24/03
Pi
PiB Teresina
25/05
Pr
iB Esperança – Cianorte
23
e 24/03
Mg
PiB Coronel Fabriciano
30/05 a
SP
iB Brás Cubas – Mogi das Cruzes
02/06
23
e 24/03
rJ
iB Monte horebe – rio de Janeiro
29
e 30/03
PA
iB Equatorial – Belém
01/06
SC
iB Central – Chapecó
30/03
BA
iB Filadélfia – Salvador
07
e 08/06
MT
PiB Sorriso
30
e 31/03
rJ
PiB São Fidélis
05
e 06/04
ES
iB Novo Parque – Cachoeiro do itapemirim
14
a 16/06
SC
iB Estreito – Florianópolis
05
a 07/04
SP
PiB São Caetano
21
e 22/06
PB
iB Liberdade – Campina grande
05
a 07/04
SP
iB Bom retiro – Sumaré
21
a 23/06
SP
PiB Araras
28
e 29/06
PB
PiB Patos
06/04
AL
PiB Tabuleiro – Maceió
29/06
rJ
PiB Palhada – Nova iguaçu
06/04
rJ
Assoc. iB Sudeste Fluminense – Seropédica
05
a 07/07
SP
iB Campos Elíseos – ribeirão Preto
06
e 07/04
CE
PiB Tianguá
06
e 07/07
rJ
PiB Belmonte – Volta redonda
06
e 07/04
rJ
TiB Campos
12
e 13/07
MT
iB Nova Xavantina
06
e 07/04
Mg
PiB Barreiro – Belo horizonte
26
e 27/07
MT
PiB Várzea grande
Agenda Acampamentos de Promotores 2013 DATA LOCAL 01 a 03/02 rua Alzira Parente, 301, Messejana
Agenda Acampamentos de Promotores 2013
DATA
LOCAL
01
a 03/02
rua Alzira Parente, 301, Messejana – Fortaleza/CE
15
a 17/02
Sítio Batista Vida Vitoriosa, Socopo – Teresina/Pi
15
a 17/03
Cuiabá/MT
16/02
iB Japiim – Manaus/AM
22
a 24/02
Acampamento Batista em rio Bonito/rJ
22
a 24/02
Acampamento Batista – rua represa, s/nº Vila Miranda – Sumaré/SP
22
a 24/02
Acampamento Batista Capixaba – ES
23
e 24/02
Acampamento Batista goiano (ACAMBAgO) – Av. Macaúba, Jardim das Oliveiras ii, Senador Canedo/gO
22
a 24/02
Acampamento Batista Valdomiro Lucena – Lagoa Seca/PB
01
a 03/03
Acampamento Paraíso Batista – Estrada do Apeú, s/nº – Castanhal/PA
Batista – Estrada do Apeú, s/nº – Castanhal/PA Agenda Acampamentos de Pastores 2013 DATA LOCAL 19
Agenda Acampamentos de Pastores 2013 DATA LOCAL 19 a 21/02 PiB Lucas do rio Verde/MT
Agenda Acampamentos de Pastores 2013
DATA
LOCAL
19
a 21/02
PiB Lucas do rio Verde/MT
21
e 22/02
Acampamento Batista goiano (ACAMBAgO) – Av. Macaúba, Jardim das Oliveiras ii, Senador Canedo/gO
26
a 28/02
Acampamento Batista Capixaba – ES
09
a 11/04
Acampamento Batista – rua represa, s/nº Vila Miranda – Sumaré/SP
Agenda Acampamentos de Pastores e Promotores 2013 DATA LOCAL 01 a 03/03 Loteamento Santa Ângela,
Agenda Acampamentos de Pastores e Promotores 2013
DATA
LOCAL
01 a 03/03
Loteamento Santa Ângela, s/nº, Centro – Paripueira/AL
LÍDER DE Adoração &
LÍDER DE
Adoração
&
LÍDER DE Adoração & O som da missão a banda com o som mais “casa- do”

O som da missão

LÍDER DE Adoração & O som da missão a banda com o som mais “casa- do”
LÍDER DE Adoração & O som da missão a banda com o som mais “casa- do”
LÍDER DE Adoração & O som da missão a banda com o som mais “casa- do”
a banda com o som mais “casa- do” da sua região. Mas música bem feita
a
banda com o som mais “casa-
do” da sua região. Mas música
bem feita não é apenas a mú-
sica que a gente conhece como
boa. É a música que nasce do
bate-papo entre Deus, vocação
e
missão. Envolva-se com o que
Deus tem feito no mundo e des-
cubra, com aquilo que você tem
em mãos, como tocar o coração
de Deus e mover o coração da
igreja a refletir, orar e a se envol-
ver com Missões Mundiais que,
mais uma vez, disponibiliza para
você, líder de ministério, recursos
para ajudá-lo nesta tarefa.
Acesse www.jmm.org.br/
campanha2013 e fique por den-
tro de como a Campanha 2013
pode ser um marco missionário
no coração dos seus músicos e
da sua igreja. há muito o que
viver e fazer neste movimento.
Saiba mais. Toque. Emocione.
Seja a música viva da igreja.
Viva a sua missão.
Seja a música viva da igreja. Viva a sua missão. A música em si é instru-

A música em si é instru- mento e, na história, a gente percebe que,

em si é instru- mento e, na história, a gente percebe que, tantas vezes mais do

tantas vezes mais do que pos- samos contar, ela foi voz de reflexão, de protesto, de moti- vação, de engajamento. Expres- sou o que vidas sentiam diante de uma causa. Quantas vezes você, músico, viu-se em uma situação na qual não precisou de teclas, cordas, microfones ou tambores para expressar o amor que tem movimentado a sua vocação? A música é músi- ca a partir do momento em que ela, talvez até numa voz rouca e reverente diante da grandeza de um chamado, diz qual é a missão de uma vida. Qualquer ministério começa nas pessoas: são elas que, por meio do seu serviço, expressam o agir de Deus. Primeiramente, em suas vidas, de maneira pessoal, particular – um músico que não

de maneira pessoal, particular – um músico que não adora vivendo uma experiência individual e única
de maneira pessoal, particular – um músico que não adora vivendo uma experiência individual e única
de maneira pessoal, particular – um músico que não adora vivendo uma experiência individual e única
de maneira pessoal, particular – um músico que não adora vivendo uma experiência individual e única
de maneira pessoal, particular – um músico que não adora vivendo uma experiência individual e única

adora vivendo uma experiência individual e única entre Ele e o Pai não pode conduzir a adora- ção em comunidade. Em segun- do lugar, vem a expressão de um Deus que está agindo no mundo, em diversos ritmos, em diversos tons, em escalas das mais varia- das, tocando o coração de ado-

em escalas das mais varia- das, tocando o coração de ado- radores para que estes venham
em escalas das mais varia- das, tocando o coração de ado- radores para que estes venham

radores para que estes venham a tocá-lo por meio de um louvor que é fruto do envolvimento de seus servos com a missão. As pausas, sejam de se- mibreves ou de semifusas, são verdadeiras fontes de inspira- ção para o músico cristão: é no silêncio que Deus ensina o valor e a responsabilidade de conduzir a igreja ao enten- dimento do papel da música na missão de Deus no mundo. Costuma-se dizer, entre os músicos – você sabe – que, na ausência da técnica, vale a emoção. Talvez você não tenha

dizer, entre os músicos – você sabe – que, na ausência da técnica, vale a emoção.
dizer, entre os músicos – você sabe – que, na ausência da técnica, vale a emoção.
dizer, entre os músicos – você sabe – que, na ausência da técnica, vale a emoção.
dizer, entre os músicos – você sabe – que, na ausência da técnica, vale a emoção.
dizer, entre os músicos – você sabe – que, na ausência da técnica, vale a emoção.
dizer, entre os músicos – você sabe – que, na ausência da técnica, vale a emoção.

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 MúSiCO De frente com a missão Por ELIANA MouRA H

MúSiCO

De frente com a

missão

Por

ELIANA MouRA

H armonia, melodia, ritmo. Acordes com sétimas, nonas, contratempos, clusters, grooves, madrigais, grandes corais. para entender destas

coisas, precisa-se, muitas vezes, de um professor de música, muito estudo e dedicação, vontade, curiosidade, tempo e aperfeiçoamento diário. Qualquer um pode desenvolver a habilidade musical se corretamente guiado. Contudo, nem sempre ser um músico que frequenta as reuniões da igreja significa estar preparado para guiar pessoas no caminho do

respeito, da reverência e da intimidade com um Ser que é maior do que nós – Deus. Ser um músico salvo por Jesus é tornar em melodia o amor de Deus pelo mundo, traduzindo sua graça, sua paz, sua autoridade e sua salvação em sons que não tocam apenas pessoas, mas que tocam o coração do pai. os convidados da revista “testemunhe às Nações” trouxeram ideias, sugestões, testemunhos e realidades confrontantes que podem confirmar ou mudar os rumos de

seu ministério. Acompanhe.

46

ou mudar os rumos de seu ministério. Acompanhe. 46 A a Fernandinho é cantor, compositor, arranjador,

A

a

Fernandinho é cantor, compositor, arranjador,

produtor musical e pastor. É membro da

SIB de Campos/RJ e líder do Ministério Faz Chover.

ordem bíblica é para que os músicos formem

discípulos. Pessoas que queiram gerar filhos pra

Deus. Eu me importo com Missões. É a prioridade da

minha vida, da vida da minha esposa, do meu filho

e do nosso ministério.

A equipe de música deve ter cuidado com o

orgulho, com a vaidade, com a intenção de que o seu

talento, dado por Deus para louvá-lo, acabe sendo o motivo de toda a exposição musical, e não a missão.

Para estar no altar ministrando, a gente não precisa

ter talento. A gente precisa ter caráter. Acordes nem

sempre expressam uma vida com o Senhor.

Os músicos precisam aprender a viver pra Deus.

Antes de fazer música, precisamos entender que temos

de ter uma experiência com Deus, temos de ter algo

falar pras pessoas. Se você quer ministrar à igreja,

você precisa ser igreja.

jmm.org.br/campanha2013

jmm.org.br/campanha2013 Marcelo Amorim é contrabaixista da Banda Resgate e um dos pastores da Igreja Cristã A

Marcelo Amorim é contrabaixista da Banda Resgate e um dos pastores da Igreja Cristã A Casa da Rocha, em São Paulo/SP

pastores da Igreja Cristã A Casa da Rocha, em São Paulo/SP Quando a igreja busca e

Quando a igreja busca e entende a sua missão, ela se realiza e leva

as

pessoas a se realizarem. Tudo o que você faz com aquilo que Deus

colocou na sua vida é cumprimento de missão. No Brasil, a gente tem

um fenômeno interessante, que é o evangelismo através da música. Isso é forte desde os anos 90. No próprio RESGATE a gente já fez isso por um

tempo, e até hoje leva a mensagem de Jesus de uma forma descontraída,

que não usa o palavreado típico de “dentro da igreja”. A música, como

instrumento da missão, tem primeiro sua dimensão particular, pessoal: ela

é minha. A minha missão, como vocacionado para isso. Ela está naquilo

em que eu me realizo, gosto e até me divirto, porque, ainda que seja algo

sério, feito para Deus, com zelo, como ministério, tem que ser divertido.

Tem de trazer realização, satisfação de cumprir aquilo que é a sua missão,

senão acaba sendo um peso.

igreja deve ser viva no mundo. Se a igreja tem uma aspiração,

A

entende a sua missão, ela vai se mover dentro disso. O grupo de louvor

não vai apenas cantar o hino da campanha de Missões Mundiais, mas vai,

na sua própria criatividade, na sua musicalidade, exercer seu ministério

de maneira inteligente. Não tem limites nesse sentido. O ambiente, o

meio cria as possibilidades. Se você está envolvido, a sua criatividade tem

liberdade. Os líderes, o ministro de louvor, têm que trazer o grupo pra

dentro dessa ideia, desse ambiente, pra que eles entendam, façam parte.

ideia, desse ambiente, pra que eles entendam, façam parte. Minoru Raphael é membro da Igreja Betesda/SP,
ideia, desse ambiente, pra que eles entendam, façam parte. Minoru Raphael é membro da Igreja Betesda/SP,

Minoru Raphael é membro da Igreja Betesda/SP, professor de música, canta, compõe e é contrabaixista do grupo Vencedores por Cristo.

Tal como Paulo e os poetas gregos, os músicos poderiam sair a diferentes lugares, conhecer as

culturas e suas particularidades (ritmos, cordéis,

estilos etc.) e então fazer louvores “à moda da casa”.

Em Vitória louvariam em cordéis, em Olinda fariam

frevo e por aí vai

Seria um grupo missionário que

quer aprender ao invés de ensinar. Dessa maneira,

estariam fazendo como Jesus, ouvindo mais do

que falando. Amando mais do que pregando.

Fazendo pontes ao invés de degraus. Se relacionando

horizontalmente ao invés de verticalmente. Não

apenas certo, mas conveniente, cabível e lindo. Como

deve ser o comportamento de quem segue a Cristo.

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 MúSiCO wanderson oliveira é cantor e compositor, músico da IB

MúSiCO

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 MúSiCO wanderson oliveira é cantor e compositor, músico da IB
TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 MúSiCO wanderson oliveira é cantor e compositor, músico da IB
TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 MúSiCO wanderson oliveira é cantor e compositor, músico da IB
TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 MúSiCO wanderson oliveira é cantor e compositor, músico da IB
TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 MúSiCO wanderson oliveira é cantor e compositor, músico da IB

wanderson oliveira é cantor e compositor, músico da IB Novo Horizonte em Goiânia/GO, colaborador do blog Letra Viva (letravivablog.wordpress.com) e estudante de Teologia.

Testemunhar de Cristo é um dever de todo cristão. Ser testemunha

de Cristo fazendo música é um privilégio. A grande questão é que

muitos dos nossos músicos fazem apenas música; não entendem a grande

missão deste ministério, não se sentem parte de um chamado maior.

Não enxergam o sentido do som que executam. Música por si só não

expressa o intento do coração de ninguém. Qualquer um pode cantar

de olhos fechados ou mãos levantadas, mas poucas pessoas conseguem

fazer isso para honra e glória de Deus. E se não conseguem fazer isso,

não testemunham, porque a música que fazem é apenas reflexo da vida

porque a música que fazem é apenas reflexo da vida que vivem. Para despertar a igreja

que vivem. Para despertar a igreja a se envolver na obra missionária, a

equipe deve ser missionária. Ela deve ser aquilo que fala que é e que faz

a

igreja pensar que ela seja. Envolver totalmente com missões, participar

e

contribuir de todas as formas. A Missão é o coração da música. E a

música desperta corações na sua comunidade de fé. Se a igreja enxergar

vida naquilo que os músicos cantam, tocam, falam, ministram, com

certeza ela desejará fazer parte desse mesmo coro.

com certeza ela desejará fazer parte desse mesmo coro. Leonardo gomes é ministro de Música da
Leonardo gomes é ministro de Música da IB da Glória, em Vila Velha/ES, já atuou
Leonardo gomes é ministro de Música da IB da Glória,
em Vila Velha/ES, já atuou como tecladista para cantores como
Marquinhos Gomes, Robson Nascimento e Atilano Muradas.
Ele é o compositor da música-tema da Campanha 2013 da JMM
e
fez o arranjo do tema de 2012.
A música atrai pessoas, emociona, e, em muitas situações, fala mais
ao coração do que uma pregação. Você consegue decorar uma letra
quando coloca uma melodia nela; isto é algo fantástico. Pregar a Palavra
de Deus através da música é um recurso que nunca devemos deixar
de lado. Que tal sair com seus músicos em viagens missionárias, pelo
menos, uma vez por ano, não apenas para cantar do amor de Deus,
mas para ouvir como Ele tem agido naquela comunidade? Para isso,
é
preciso estar aberto e preparado para se adequar ao local aonde se
vai. O estilo musical deve ser atraente ao público alvo, as letras devem
ter fácil entendimento – sem palavras e expressões que só quem é crente
entende (e muitas vezes nem os evangélicos sabem o que estão
cantando). Também precisamos envolver outros ministérios, não só na
música, mas em tudo o que a igreja se propõe a fazer: precisamos fazer
juntos. Envolver mais pessoas é algo fundamental para exercer nosso
papel de servo.
a fazer: precisamos fazer juntos. Envolver mais pessoas é algo fundamental para exercer nosso papel de
a fazer: precisamos fazer juntos. Envolver mais pessoas é algo fundamental para exercer nosso papel de

jmm.org.br/campanha2013

jmm.org.br/campanha2013 Rodrigo Malveira é músico e membro da Hillsong Church, em Londres. Ele usa seu talento
jmm.org.br/campanha2013 Rodrigo Malveira é músico e membro da Hillsong Church, em Londres. Ele usa seu talento
jmm.org.br/campanha2013 Rodrigo Malveira é músico e membro da Hillsong Church, em Londres. Ele usa seu talento
jmm.org.br/campanha2013 Rodrigo Malveira é músico e membro da Hillsong Church, em Londres. Ele usa seu talento
jmm.org.br/campanha2013 Rodrigo Malveira é músico e membro da Hillsong Church, em Londres. Ele usa seu talento
jmm.org.br/campanha2013 Rodrigo Malveira é músico e membro da Hillsong Church, em Londres. Ele usa seu talento
jmm.org.br/campanha2013 Rodrigo Malveira é músico e membro da Hillsong Church, em Londres. Ele usa seu talento
jmm.org.br/campanha2013 Rodrigo Malveira é músico e membro da Hillsong Church, em Londres. Ele usa seu talento
jmm.org.br/campanha2013 Rodrigo Malveira é músico e membro da Hillsong Church, em Londres. Ele usa seu talento
jmm.org.br/campanha2013 Rodrigo Malveira é músico e membro da Hillsong Church, em Londres. Ele usa seu talento

Rodrigo Malveira é músico e membro da Hillsong Church, em Londres. Ele usa seu talento para ministrar nos Connect Groups (Pequenos Grupos) ao lado de sua esposa, Nina Alfante Matos.

Tudo que a gente precisa é amar a Deus e ao

próximo. Somos cristãos e Deus espera que a gente

cumpra a Grande Comissão, não somente com

o outro, mas também dentro de nossos corações. Precisamos entender que a música é um presente

maravilhoso que Deus nos deu, e devemos saber

usá-la. A música é uma ferramenta fantástica, capaz

de nos levar da tristeza à alegria em alguns minutos.

Eu penso que a música em si não é nada sem o

poder do Espírito Santo que age através dela e vive

em nós: “o mesmo espírito que levantou Cristo da

morte, vive dentro de nós” (Rm 8.11).

pr. paulo Davi é ministro de Música da PIB Curitiba/PR. Trabalhou como profissional em estúdio
pr. paulo Davi é ministro de Música da PIB Curitiba/PR. Trabalhou como profissional em estúdio

pr. paulo Davi é ministro de Música da PIB Curitiba/PR. Trabalhou como profissional em estúdio durante 20 anos, como produtor musical, arranjador e músico. Ele compôs o tema da Campanha 2010 da JMM.

Só nos tornarmos sensíveis às necessidades do mundo, quando

nos tornarmos sensíveis às necessidades do mundo, quando somos sensíveis às necessidades que estão à nossa

somos sensíveis às necessidades que estão à nossa volta. Assim somos

impactados a agir, e nos comprometemos com a missão e com o Reino.

Quando entendemos que a arte é para servir a missão, nossa visão se

que a arte é para servir a missão, nossa visão se amplia para além de programas

amplia para além de programas de cultos, ensaios ou apresentações.

missão deve estar impregnada no valor de cada participante de um

A

Ministério de Artes e Adoração. Preocupo-me sempre com investir

tempo nos valores. Quais são os valores que norteiam nosso ministério,

nossa vida, nossa missão, nossos alvos, nosso campo de atuação? Isso

nossa missão, nossos alvos, nosso campo de atuação? Isso para muitos não traz resultados, pois, quando

para muitos não traz resultados, pois, quando investimos na estrutura

ensaios, por exemplo, o que colhemos é a performance, e isso traz

visibilidade imediata. Mas quando investimos em vidas colhemos

imediata. Mas quando investimos em vidas colhemos espiritualidade. Manter este equilíbrio sempre será um

espiritualidade. Manter este equilíbrio sempre será um desafio. Invista

tempo em oração e o mover do Espírito Santo constrangerá a sua vida,

ampliando ainda mais a sua visão. A nossa liderança em áreas de artes

mais a sua visão. A nossa liderança em áreas de artes da igreja vai além de

da igreja vai além de cultos; isto é apenas uma das partes do todo. Seja

de cultos; isto é apenas uma das partes do todo. Seja primeiro a se apaixonar por

primeiro a se apaixonar por vidas, e seu grupo se apaixonará também.

o

Seja o primeiro a querer a mudança, e seu grupo desejará as mudanças.

Seja o primeiro a entrar no trono da graça e seu grupo desejará entrar

no trono da graça.

desejará as mudanças. Seja o primeiro a entrar no trono da graça e seu grupo desejará
desejará as mudanças. Seja o primeiro a entrar no trono da graça e seu grupo desejará
desejará as mudanças. Seja o primeiro a entrar no trono da graça e seu grupo desejará
desejará as mudanças. Seja o primeiro a entrar no trono da graça e seu grupo desejará
desejará as mudanças. Seja o primeiro a entrar no trono da graça e seu grupo desejará

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TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013

TESTEMUNHE ÀS NAÇÕES - JMM 2013 MúSiCO O DESAFiO DOS “SOTAQUES MUSICAIS” EM MISSÕES TRANSCULTURAIS Aproveitar,

MúSiCO

O DESAFiO DOS “SOTAQUES MUSICAIS” EM MISSÕES TRANSCULTURAIS

Aproveitar, ou não, os estilos musicais dos povos evangelizados?

A música é uma linguagem universal. Uma linguagem possui idiomas, e estas, so-

taques. O amor de Deus poderá ser testemunhado tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra através dos di- versos “sotaques” musicais? Esses so- taques musicais encontram-se exclu- ídos de serem veículos da mensagem de salvação? Música “é o som humanamente or- ganizado” (John Blacking). Em outras palavras, “seria mais exato dizer que a música é um meio universal de expres- são e que há muitas linguagens musicais simbólicas, cada uma delas melhor en- tendida por sua própria cultura ou sub- cultura” (Donald P. Hustad). As mú- sicas são produtos do dom de Deus ao ser humano, o dom de poder organizar o som conforme padrões específicos de sua cultura. Cultura é tudo o que caracteriza uma sociedade qualquer, compreen- dendo sua linguagem, técnicas, e cos- tumes. Aqueles que levam as boas no- vas aos povos não devem, e não têm o direito de exigir que a “bagagem cul- tural” de um povo seja abandonada quando da aceitação do cristianismo. A cultura musical de um povo deve fazer parte da sua hinódia, sem descarte da hinologia existente no contexto evangélico mais amplo. Não se está indicando um estilo musical qualquer para fazer parte do estudo de hinos, mas afirmando que os esti- los nativos devem estar presentes nela. Isso é natural! Já pensou se os africa- nos, ao se converterem, terem que dei-

xar de cantar as músicas nos estilos

da

dios brasileiros terem que cantar so-

mente os hinos do Cantor Cristão ou

do HCC? Isso é anormal! Uma impo-

sição dessas é imperialismo religioso. Os estilos musicais de um povo não são estilos marcados pelo pecado.

sua cultura? E os cubanos? E os ín-

marcados pelo pecado. sua cultura? E os cubanos? E os ín- os estilos musicais de um

os estilos musicais de um povo não são estilos marcados pelo pecado.

musicais de um povo não são estilos marcados pelo pecado. No início da nossa evangelização, a

No início da nossa evangelização, a cultura musical existente à época foi deixada de lado, para não dizer desva- lorizada. Fomos aculturados às músi- cas que os missionários nos trouxeram.

A visão de Missões transculturais à

época era assim: levar as músicas. A es- tratégia mais utilizada pelos missioná-

rios do século XIX era rejeitar a cultura nativa e introduzir uma cultura tipica- mente europeia, tida como cristã. Um exemplo é o estilo denominado hino evangelístico (gospel hymn). Fazia parte

da estratégia de evangelização a tradu-

ção das letras dos hinos e sua inclusão

compulsória nos cultos.

A atual estratégia de Missões

transculturais é a contextualização,

“o processo de colocar a mensagem

no quadro de referência do receptor” (Corbitt). No caso da música, é neces- sário verificar quais estilos musicais são comuns ao grupo a ser evangeli-

zado e, com esses estilos, testemunhar

às nações o amor de Deus.

Por outro lado, existe a certe- za que nem todos os estilos musicais são apropriados para o culto coletivo. Há que adequá-los às situações. Algu- mas questões necessitam de reflexão. Quais tipos de música podem ser uti- lizados para expressar conceitos cris-

Algu- mas questões necessitam de reflexão. Quais tipos de música podem ser uti- lizados para expressar

tãos? Se o estilo de música era utili- zado anteriormente em um ritual pa- gão, essa associação é poderosa de- mais para ser ignorada? A música ou