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Teorias de Falha Prof. Alexandre Viecelli 1
Teorias de Falha Prof. Alexandre Viecelli 1
Teorias de Falha Prof. Alexandre Viecelli 1
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Teorias de Falha Prof. Alexandre Viecelli 1
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Teorias de Falha

Prof. Alexandre Viecelli

Projeto de Engenharia Mecânica - 7ª edição Parte II Prevenção de Falha Cap. 6 –
Projeto de Engenharia Mecânica - 7ª edição Parte II Prevenção de Falha Cap. 6 –

Projeto de Engenharia Mecânica - 7ª edição

Parte II Prevenção de Falha

Cap. 6 – Falhas Resultantes de Carregamento Estático

Mecânica - 7ª edição Parte II Prevenção de Falha Cap. 6 – Falhas Resultantes de Carregamento

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Falhas Falha em uma ponta de eixo decorrente de fadiga associada à corrosão 3

Falhas

Falhas Falha em uma ponta de eixo decorrente de fadiga associada à corrosão 3

Falha em uma ponta de eixo decorrente de fadiga associada à corrosão

3

Falhas Falha por impacto de um cubo-guia de pá de cortador de grama. 4

Falhas

Falhas Falha por impacto de um cubo-guia de pá de cortador de grama. 4

Falha por impacto de um cubo-guia de pá de cortador de grama.

4

Falhas Falha em mola de válvula causada por estiramento da mola em um motor superacelerado.

Falhas

Falhas Falha em mola de válvula causada por estiramento da mola em um motor superacelerado. Observa-se

Falha em mola de válvula causada por estiramento da mola em um motor superacelerado. Observa-se falha por cisalhamento (45°).

5

Falhas Dispositivo de ensaio de corrente que falhou. A peça foi endurecida superficialmente para evitar

Falhas

Falhas Dispositivo de ensaio de corrente que falhou. A peça foi endurecida superficialmente para evitar desgaste

Dispositivo de ensaio de corrente que falhou. A peça foi endurecida superficialmente para evitar desgaste excessivo.

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Concentração de Tensão  A concentração de tensão é um efeito altamente localizado, como por

Concentração de Tensão

A concentração de tensão é um efeito altamente localizado, como por exemplo um risco em uma superfície.

K t =

max /

nom

K ts =

max

/

nom

Se o material for dúctil e a carga, estática, a carga de projeto poderá causar escoamento em uma posição crítica em um entalhe. Esse escoamento poderá envolver encruamento, aumentando a resistência do material na posição crítica. Nestes casos, K t = 1.

material na posição crítica. Nestes casos, K t = 1. 7 Fonte: http://www.ndt.net/article/v08n09/asundi/asundi.htm

7

Fonte: http://www.ndt.net/article/v08n09/asundi/asundi.htm

Concentração de Tensão  Para materiais frágeis, o projetista deve levar em conta o fator

Concentração de Tensão

Para materiais frágeis, o projetista deve levar em conta o fator de concentração de tensão. Exceção: ferro fundido cinzento, o qual possui microdescontinuidades, que afetam a resistência à tração e compressão, K t =1.

a resistência à tração e compressão, K t =1 . 8 Fonte:

8

Fonte: http://www.dema.puc-rio.br/bancodeimagens/eletronico/index.html

Concentração de Tensão Típico diagrama para obter o valor do fator de concentrador de tensões

Concentração de Tensão

Concentração de Tensão Típico diagrama para obter o valor do fator de concentrador de tensões para

Típico diagrama para obter o valor do fator de concentrador de tensões para uma geometria específica.

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de Tensão Típico diagrama para obter o valor do fator de concentrador de tensões para uma
Estado de tensão em um ponto Ao cortar uma seção de um corpo, surge um

Estado de tensão em um ponto

Estado de tensão em um ponto Ao cortar uma seção de um corpo, surge um conjunto

Ao cortar uma seção de um corpo, surge um conjunto de forças por unidade de área, de modo manter o corpo em equilíbrio.

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10
Estado de tensão em um ponto  Vetor tração: considerando que se possa dividir a

Estado de tensão em um ponto

Vetor tração: considerando que se possa dividir a seção em pequenos elementos de área A e que sobre cada elemento atue uma resultante de forças F.

t

n

=

lim

A

0

ΔF

A

O vetor de tração representa a intensidade de força ou tensão que atua no ponto o de uma seção transversal com norma n.

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Estado de tensão em um ponto 12

Estado de tensão em um ponto

Estado de tensão em um ponto 12

12

Estado de tensão em um ponto 13

Estado de tensão em um ponto

Estado de tensão em um ponto 13
Estado de tensão em um ponto 13

13

Estado de tensão em um ponto  Tensor tensão: representação matricial onde as componentes tem

Estado de tensão em um ponto

Tensor tensão: representação matricial onde as componentes tem referência a uma base cartesiana.

em um ponto  Tensor tensão: representação matricial onde as componentes tem referência a uma base

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Estado de tensão em um ponto  Simetria do tensor tensão 15

Estado de tensão em um ponto

Simetria do tensor tensão

Estado de tensão em um ponto  Simetria do tensor tensão 15

15

Estado de tensão em um ponto  Tensão plana com componentes de cisalhamento contrários de

Estado de tensão em um ponto

Tensão plana com componentes de cisalhamento contrários de igual magnitude.

z = zx = zy = 0

 Tensão plana com componentes de cisalhamento contrários de igual magnitude. z = z x =
 Tensão plana com componentes de cisalhamento contrários de igual magnitude. z = z x =

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Tensões Principais  Existe um estado de tensão especial, que acontece para uma orientação da

Tensões Principais

Existe um estado de tensão especial, que acontece para uma orientação da normal n , o qual é chamado de estado principal de tensões. Neste estado apenas existem tensões normais, ou seja as tensões de cisalhamento são nulas.

principal de tensões. Neste estado apenas existem tensões normais, ou seja as tensões de cisalhamento são

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Tensões Principais 0 1 0 = 0 0 0 p 0 0 0 0 1

Tensões Principais

Tensões Principais 0 1 0 = 0 0 0 p 0 0 0 0 1 0
0 1 0 = 0 0 0 p 0 0 0 0 1 0 =
0
1
0
=
0
0
0
p
0
0
0
0
1
0
=
0
0
p
2
0
0
0

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Tensões Principais   p 0 0   1 = 0 0 19

Tensões Principais

Tensões Principais   p 0 0   1 = 0 0 19
 

p

0

0

 

1

=

0

0

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Tensão Tridimensional Geral 20

Tensão Tridimensional Geral

Tensão Tridimensional Geral 20
Tensão Tridimensional Geral 20

20

Teorias de Falha Há várias teorias para o comportamento de falha dos materiais, aplicadas conforme

Teorias de Falha

Há várias teorias para o comportamento de falha dos materiais, aplicadas conforme o caso.

Materiais Dúcteis (critérios de escoamento):

- Tensão Máxima de Cisalhamento

- Energia de Distorção

- Coulomb-Mohr dúctil

Materiais Frágeis (critérios de fratura):

- Tensão Normal Máxima

- Coulomb-Mohr frágil

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Teoria da Tensão Máxima de Cisalhamento para Materiais Dúcteis  Também conhecida por Teoria de

Teoria da Tensão Máxima de Cisalhamento para Materiais Dúcteis

Também conhecida por Teoria de Tresca.

O escoamento começa sempre que a tensão máxima de cisalhamento em qualquer elemento iguala-se ou excede à tensão máxima de cisalhamento em um corpo de prova de ensaio de tração do mesmo material, quando esse começar a escoar.

A tensão de cisalhamento é máxima a 45° com o eixo de tração.

22

 A tensão de cisalhamento é máxima a 45° com o eixo de tração. 22 Henri

Henri Édouard Tresca

1814 - 1885

Teoria da Tensão Máxima de Cisalhamento para Materiais Dúcteis P = , para um ensaio

Teoria da Tensão Máxima de Cisalhamento para Materiais Dúcteis

P = , para um ensaio de tração A = a 45 do eixo de
P
=
,
para um ensaio de tração
A
=
a 45 do eixo de tração
máx
2
S
y
=
no momento do escoamento
máx
2
Para um estado geral de tensão,
:
1
2
3
S
y
1
3
=
=
ou
1/3
máx
2
2
S
1
3
y
Para propósitos de projeto, utiliza - se normalmente :
S
y
=
=
1
3
adm

s

23

ou 1/3 máx 2 2 ≥ S 1 3 y Para propósitos de projeto, utiliza -
Teoria da Tensão Máxima de Cisalhamento para Materiais Dúcteis Problemas de tensão plana são muito

Teoria da Tensão Máxima de Cisalhamento para Materiais Dúcteis

Problemas de tensão plana são muito comuns onde uma das tensões principais é nula e as duas outras

:

B são determinadas a partir da equação

A e

A

,

B

=

: Assumindo que

x

+

y

2

2 x y 2 ± + xy 2
2
x
y
2
±
+
xy
2

A

B ,

há três casos a considerar

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Teoria da Tensão Máxima de Cisalhamento para Materiais Dúcteis  Caso 1: A ≥ B

Teoria da Tensão Máxima de Cisalhamento para Materiais Dúcteis

Caso 1: A B ≥ 0.

A S y

Caso 2: A ≥ 0 ≥ B .

A - B S y

Caso 3: 0 ≥ A B .

B ≤ - S y

2: A ≥ 0 ≥ B . A - B ≥ S y  Caso 3:

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 1 – Uma barra de aço AISI 1020 trefilado tem um limite de escoamento

1 – Uma barra de aço AISI 1020 trefilado tem um limite de escoamento de 390 MPa. Utilize a teoria da Tensão Máxima de Cisalhamento e determine o fator de segurança para:

de escoamento de 390 MPa. Utilize a teoria da Tensão Máxima de Cisalhamento e determine o

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Teoria da Energia de Distorção para Materiais Dúcteis  Conhecida por Teoria de Von Mises

Teoria da Energia de Distorção para Materiais Dúcteis

Conhecida por Teoria de Von Mises.

Ocorre escoamento quando a energia de deformação por distorção em uma unidade de volume alcança ou excede à energia de deformação por distorção por unidade de volume correspondente ao escoamento sob tração ou compressão do mesmo material.

Os materiais dúcteis tensionados hidrostaticamente exibiam escoamento muito acima dos valores obtidos no ensaio de tração.

exibiam escoamento muito acima dos valores obtidos no ensaio de tração. Richard Edler von Mises 

Richard Edler von Mises

1883 - 1953

27

Teoria da Energia de Distorção para Materiais Dúcteis av = 1 + 2 + 3

Teoria da Energia de Distorção para Materiais Dúcteis

Teoria da Energia de Distorção para Materiais Dúcteis av = 1 + 2 + 3 3

av

=

1

+

2

+

3

3

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Teoria da Energia de Distorção para Materiais Dúcteis Energia de deformação por unidade de volume

Teoria da Energia de Distorção para Materiais Dúcteis

Energia de deformação por unidade de volume :

u =

1

2

(

1

1

+

2

2

+

3

3

)

=

1

2 E

[

2

1

+

2

2

+

2

3

2

(

Energia de deformação para mudança de volume :

1

u

v

2

=

+

3

2

2

av

2 E

(

3

1

+

2

1

)

3

)]

Substituindo

av

=

1

+

2

+

3

3

na equação anterior :

u

v

=

1

2

6 E

[

2

1

+

2

2

+

2

3

+

2

1

2

+

2

A energia de distorção é então :

u

 

d

2

2

2

(

1

2

)

+

(

2

3

)

+

(

1

3

)

2

: u   d 2 2 2 ( 1 2 ) + ( 2 3 )

=

=

2

u

'

3

+

u

v

2

=

1

1 +

3

]

3

E

(

1

2

)

2 +

(

2

3

)

2 +

(

1

3

)

2

2

S

y é chamada de tensão de Von Mises.

29

Teoria da Energia de Distorção para Materiais Dúcteis Para tensão plana, considerando A e B

Teoria da Energia de Distorção para Materiais Dúcteis

Teoria da Energia de Distorção para Materiais Dúcteis Para tensão plana, considerando A e B as

Para tensão plana, considerando A e B as duas tensões principais não-nulas:

'

=

(
(

A

)

2

(

A

B

)

+

(

B

)

2

que representa uma elipse rotacionada, ilustrada na figura ao lado.

30

31 Fonte: Norton, P.
31 Fonte: Norton, P.

31

Fonte: Norton, P.

Teoria da Energia de Distorção para Materiais Dúcteis Utilizando as componentes xyz do tensor tridimensional

Teoria da Energia de Distorção para Materiais Dúcteis

Utilizando as componentes

xyz

do tensor tridimensional de tensões :

(

 

)

2

(

 

)

2

(

 

)

2

6

(

2

2

2

)

σ

x

σ

y

+

σ

y

σ

z

+

σ

z

σ

x

 

+

xy

+

yz

+

xz

 

2

 
 

σ

y

)

2

σ σ

x

y

+

(

σ

x

)

2

+ 3

 

2

xy

 
 

x

=

y

=

0 :

 

σ' =

Para tensões planas :

(
(

No caso do cisalhamento puro, onde σ'

σ'

=

xy

=

3
3

32

 2. Um aço laminado a quente tem S y = 690MPa e uma deformação

2. Um aço laminado a quente tem S y = 690MPa e uma deformação verdadeira na fratura de = 0,55. Estime o coeficiente de segurança para os seguintes estados de tensão:

a) 483, 483, 0 MPa

b) 207, 483, 0 MPa

c) 0, 483, -207 MPa

d) 0, -207, -483 MPa

e) 207, 207, 207 MPa

c) 0, 483, -207 MPa d) 0, -207, -483 MPa e) 207, 207, 207 MPa Obs:

Obs: = 0,55 > 0,05, portanto material dúctil.

33

Dados experimentais sobrepostos a teoria das falhas para materiais dúcteis 34

Dados experimentais sobrepostos a teoria das falhas para materiais dúcteis

34

 3 – Uma barra de aço AISI 1020 trefilado tem um limite de escoamento

3 – Uma barra de aço AISI 1020 trefilado tem um limite de escoamento de 390 MPa. Utilize a teoria da Energia de Distorção e determine o fator de segurança para:

um limite de escoamento de 390 MPa. Utilize a teoria da Energia de Distorção e determine

35

 4– Um vaso de pressão esférico é feito de uma chapa de aço AISI

4– Um vaso de pressão esférico é feito de uma chapa de aço AISI 1018, com espessura t =1,5mm, laminado a frio. Se o vaso de pressão tem um diâmetro d = 200 mm, estime a pressão necessária para iniciar o escoamento, considerando a Teoria da Energia de Distorção. Qual a pressão estimada para ruptura?

p
p

A tensão na parede do vaso de pressão é:

S y = 372 MPa

S ut = 441 MPa

1

=

2

36

=

pd

4 t

,

3

=

p

 5 - Uma força F aplicada em D na alavanca abaixo resulta em certas

5 - Uma força F aplicada em D na alavanca abaixo resulta em certas tensões na barra OABC em balanço. Esta barra é feita de Aço SAE 1035 forjado e normalizado, tendo uma S y = 560 MPa. Encontre F considerando que é a força requerida para iniciar escoamento.

normalizado, tendo uma S y = 560 MPa. Encontre F considerando que é a força requerida

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 6 – Um tubo em balanço mostrado na figura ao lado deve ser construído

6 – Um tubo em balanço mostrado na figura ao lado deve ser construído de
6 – Um tubo em balanço
mostrado na figura ao lado
deve ser construído de uma
liga de alumínio AA2014 com S y
= 276 MPa. Escolher um tubo
utilizando um coeficiente de
segurança mínimo de s = 4. A
carga de flexão é F = 1750 N, a
tração axial é P = 9000 N e a
torção é T = 72 Nm.
P
Mc
=
+
máx x
,
A
I
Tc
=
máx zx
,
J
Usando a Teoria de Von Mises :
S
2
2
y
'
=
+
3
x
zx
s
38
item d_ext t m A I J mm mm kg/m mm 2 mm 4 mm

item

d_ext

t

m

A

I

J

mm

mm

kg/m

mm

2

mm

4

mm

4

1 12

 

2

0,4900

62,83

817

1.634

2 16

 

2

0,6870

87,96

2.199

4.398

3 16

 

3

0,9560

122,52

2.726

5.452

4 20

 

4

1,5690

201,06

6.836

13.672

5 25

 

4

2,0600

263,89

15.075

30.150

6 25

 

5

2,4520

314,16

16.690

33.379

7 30

 

4

2,5500

326,73

28.262

56.524

8 30

 

5

3,0650

392,70

31.907

63.814

9 42

 

4

3,7270

477,52

87.148

174.296

10

42

5

4,5360

581,19

101.273

202.546

11

50

4

4,5120

578,05

154.051

308.102

12

50

5

5,5170

706,86

181.132

362.265

d_ext =diâmetro externo em mm t = espessura em mm

m = massa unitária em kg/m

A = área em mm 2

I = momento de inércia em mm 4

J = momento polar em mm 4

39

 7 - O eixo com um pinhão integrado deve ser montado em mancais nos

7 - O eixo com um pinhão integrado deve ser montado em mancais nos locais indicados e ter uma engrenagem montada na extremidade direita do balanço. O diagrama de carregamento mostra que a força no pinhão em A e a força na engrenagem em C estão no mesmo plano. Torques iguais e opostos T A e T C estão representados como concentrados em A e C, tal como as forças. O diagrama do momento fletor ilustra um extremo em A e em B. O diâmetro menor em B torna este local decisivo no centro do mancal direito. O problema deve ser tratado como quase-estático (menos de 1000rpm a carga plena).

S y = 460 MPa; Qual d ?

s = 1,8

a carga plena). S y = 460 MPa; Qual d ? s = 1,8 8900N O
8900N O 75 mm A 75 mm 44,5 mm C B T A =T C
8900N
O
75 mm
A
75 mm
44,5 mm
C
B
T A =T C
R
R
O
M
B
A
M
B
40

4900N

T C =373Nm

8 - A figura é um desenho esquemático de um eixo que suporta duas polias

8 - A figura é um desenho esquemático de um eixo que suporta duas polias em V. Para cada polia, as trações de correia são paralelas. Para a polia A, considere que a tração do tramo frouxo seja 15% da tração no tramo tenso. Um eixo de aço UNS G10180 trefilado a frio, com diâmetro uniforme, deve ser selecionado para essa aplicação. Para análise estática com um fator de segurança de s = 3, determine o menor tamanho de diâmetro preferencial. Utilize a teoria da energia de distorção.

S y = 370 MPa

Teoria de Coulomb-Mohr para Materiais Dúcteis Charles Augustin de Coulomb  1736 -  1806

Teoria de Coulomb-Mohr para Materiais Dúcteis

Teoria de Coulomb-Mohr para Materiais Dúcteis Charles Augustin de Coulomb  1736 -  1806 Christian

Charles Augustin de Coulomb

1736 - 1806

para Materiais Dúcteis Charles Augustin de Coulomb  1736 -  1806 Christian Otto Mohr 

Christian Otto Mohr

1835 - 1918

42

Teoria de Coulomb-Mohr para Materiais Dúcteis  Útil para casos em que o limite de

Teoria de Coulomb-Mohr para Materiais Dúcteis

Útil para casos em que o limite de escoamento sob tração é diferente que sob compressão.

Nasceu como método gráfico.

Baseada em dois ensaios: tração e compressão

diferente que sob compressão.  Nasceu como método gráfico.  Baseada em dois ensaios: tração e
43
43
Teoria de Coulomb-Mohr para Materiais Dúcteis 1 S t 3 S c = 1 Para

Teoria de Coulomb-Mohr para Materiais Dúcteis

1

S

t

3

S

c

=

1

Para propósitos de projeto, utiliza - se :

adm

=

S

y

s

, então

1

S

t

3

S

c

=

1

s

Para cisalhamento puro :

A resistência torcional de escoamento

ocorre quando

=

=

1

3

S

=

máx

sy

S

sy

=

S S

t

c

S

t

+

S

c

44

Teoria de Coulomb-Mohr para Materiais Dúcteis  Caso 1: A ≥ B ≥ 0. A

Teoria de Coulomb-Mohr para Materiais Dúcteis

Teoria de Coulomb-Mohr para Materiais Dúcteis  Caso 1: A ≥ B ≥ 0. A ≥

Caso 1: A B ≥ 0.

A S t

Caso 2: A ≥ 0 ≥ B . A /S t B /S c 1

Caso 3: 0 ≥ A B . B ≤ -S c

45

Teoria de Coulomb-Mohr para Materiais Dúcteis 9 - Um eixo com diâmetro de 25 mm

Teoria de Coulomb-Mohr para Materiais Dúcteis

9 - Um eixo com diâmetro de 25 mm é estaticamente torcido até 230 Nm. Ele é feito de alumínio 195-T6 (fundido) com uma resistência ao escoamento em tração de 160 MPa e uma resistência ao escoamento em compressão de 170 MPa. Estime o fator de segurança desse eixo.

Segundo Hibbeler, pág.140 :

máx

=

T c

.

J

=

2

T

c

3

=

16 T

d

3

Para um eixo cilíndrico, J

=

2

c

4

J =

c =

momento polar de inércia da área da seção transversal.

raio externo do eixo.

1

=

máx

3

=

máx

c = momento polar de inércia da área da seção transversal. raio externo do eixo. 1

46

Teoria da Tensão Normal Máxima para Materiais Frágeis  A falha ocorre sempre que uma

Teoria da Tensão Normal Máxima para Materiais Frágeis

A falha ocorre sempre que uma das três tensões principais iguala-se ou excede à resistência máxima.

1 t ou

3 ≤ -

c

Para tensão plana, tem-se:

A

t

ou

B ≤ -

c

47

Teoria da Tensão Normal Máxima para Materiais Frágeis 48

Teoria da Tensão Normal Máxima para Materiais Frágeis

48
48
Modificações da Teoria de Mohr para Materiais Frágeis  Modelo de Falha Coulomb-Mohr Frágil σ

Modificações da Teoria de Mohr para Materiais Frágeis

Modelo de Falha Coulomb-Mohr Frágil

σ

A

A

=

S

ut

B

=

S ut

s

σ

B

S

uc

=

S uc

s

σ

1

s

A

0

σ

B

σ

A

σ

A

0

σ

0

B

σ

B

49

Modificações da Teoria de Mohr para Materiais Frágeis  Modelo de Falha Mohr Modificado I

Modificações da Teoria de Mohr para Materiais Frágeis

Modelo de Falha Mohr Modificado I

(

A

= S ut

S

uc

s

S

ut

)

σ

A

σ

B

S

=

ut

S

uc

S uc

s

A

σ

B

σ

B

S

uc

=

0

σ

A

1

s

0 ,

σ

B

σ

A

σ

A

σ B ≥ 0 ≥ σ e 1 B σ A σ B ≥ 0
σ
B
0
σ
e
1
B
σ
A
σ
B
0
σ
e
>
1
B
σ
A

50

Modificações da Teoria de Mohr para Materiais Frágeis  Modelo de Falha Mohr Modificado II

Modificações da Teoria de Mohr para Materiais Frágeis

Modelo de Falha Mohr Modificado II

A

=

A

S

ut

B

=

+

S ut

s

B

σ

+

A

S

ut

S

ut

S uc

s

S

uc

0

σ

2

B

=

σ

A

1

0 ,

σ

B

σ

σ

A

A

σ B ≥ 0 ≥ σ e 1 B σ A σ B ≥ 0
σ
B
0
σ
e
1
B
σ
A
σ
B
0
σ
e
>
1
B
σ
A

tensão principal A, MPa

0 100 200 300 0 -100 -200 276 -300 269 -400 -500 234 221 -600
0
100
200
300
0
-100
-200
276
-300
269
-400
-500
234
221
-600
207
-700
145
124
-800
-900
0
0
-1000
0
0
-1100
tensão principal B, MPa
-400 -500 234 221 -600 207 -700 145 124 -800 -900 0 0 -1000 0 0

dados

M2M

Resumo: Falha de Materiais Frágeis 52

Resumo: Falha de Materiais Frágeis

52

 10 - Um ferro fundido ASTM tem limites de resistência à tração mínimos de

10 - Um ferro fundido ASTM tem limites de resistência à tração mínimos de S ut = 207 MPa sob tração e S uc = 690 MPa sob compressão. Encontre os fatores de segurança utilizando as teorias TNM, Coulomb-Mohr, Mohr Mod. I, Mohr Mod. II para cada um dos seguintes estados de tensão. Trace os diagramas de falha no plano A , B em escala e localize as coordenadas de cada estado de tensão.

a) x = 138 MPa, y = 41 MPa

b) x = 83 MPa, xy = -55 MPa

c) x = -41 MPa, y = -69 MPa, xy = -34,5 MPa

d) x = -83 MPa, xy = -55 MPa

53

 10 - Considerando que a barra principal da figura ao lado é de ferro

10 - Considerando que a barra principal da figura ao lado é de ferro fundido cinzento ASTM grau 30. A força F requerida para a fratura dessa peça pode ser considerada a resistência da peça. Encontre a força F, considerando os três modelos de falha de Mohr para materiais frágeis.

Obs.: não considerar os fatores de concentração de tensão.

t = S ut = 214 MPa c = S uc = 752 MPa

não considerar os fatores de concentração de tensão. t = S u t = 214 MPa
Comportamento frágil <0,05 Comportamento dúctil f ≥0,05 não M o h r M o d

Comportamento frágil

<0,05

Comportamento dúctil

f

≥0,05

não

frágil <0,05 Comportamento dúctil f ≥0,05 não M o h r M o d . I

Mohr Mod. II

Conservadora?

Seleção dos Critérios de Falha

sim

I I Conservadora? Seleção dos Critérios de Falha sim Coulomb-Mohr frágil não Von Mises S yt

Coulomb-Mohr

frágil

não

Von Mises

S yt = S yc

sim

?

Conservadora?

55

não

Coulomb-

Mohr dúctil

sim

Tresca