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Física Estatística

Vitor Oguri
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) Instituto de Física Armando Dias Tavares (IFADT)

Departamento de Física Nuclear e Altas Energias (DFNAE)

Rio de Janeiro, 23 de setembro de 2011
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Sumário

1

IFI IFP PFI PFP PFQ QFI

Introdução

wi™roest—dosD m—™roest—dos e lei zero d— „ermodinâmi™— F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F y ™on™eito de energi— n— we™âni™— uânti™— F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F

1

P T

2 Elementos da teoria de probabilidades

qr—ndez—s e v—riáveis —le—tóri—s F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F IH €ro˜—˜ilid—des — priori F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F IH €ro˜—˜ilid—des — posteriori e distri˜uições F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F IR †—riáveis e equ—ções de est—do F F F F F F F F F F F F F F F F QFIFI e equ—ção de gl—peyron F F F F F F F F F F F F F F F QFIFP e lei de gurie F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F QFIFQ €ropried—des extensiv—s e intensiv—s F F F F F F F F a e — PE a lei d— „ermodinâmi™— p—r— sistem—s fe™h—dos e IE intropi— e irreversi˜ilid—de F F F F F F F F F F F F F F F F F QFQFI intropi— em tr—nsições de f—se F F F F F F F F F F F QFQFP intropi— em um— exp—nsão livre F F F F F F F F F F g—lores espe™í(™os dos sólidos e dos g—ses F F F F F F F F F €oten™i—is quími™os e termodinâmi™os F F F F F F F F F F F a lei d— „ermodinâmi™— F F F F F F F F F F F F F F F F F e QE F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F

9

3

Elementos de Termodinâmica

24

QFP QFQ QFR QFS QFT

PR PT PU PU PW QQ QU QU QW RU SP

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QFU QFV RFI RFP RFQ

intropi— e poten™i—l quími™o de um gás ide—l mole™ul—r mono—tômi™o F F F F F F F F F F F F F F SP intropi— d— r—di—ção de ™orpo negro F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F TV hensid—de de est—dos F F F F F F F F F F F F F F F q—ses nãoEdegener—dos F F F F F F F F F F F F F F q—ses degener—dos F F F F F F F F F F F F F F F F RFQFI pérmions degener—dos nãoErel—tivísti™os RFQFP fósons degener—dos F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F

4 Limites dos gases ideais degenerados

73

UR VH VQ VT VW

5 O método combinatorial de Boltzmann-Planck
SFI SFP SFQ SFR TFI

y ™on™eito est—tísti™o de entropi— F F F F F F F F F F F F F F F a lei d— „ermodinâmi™— F F F F F F F F F F F F F intropi— e PE €opul—ções dos g—ses ide—is nãoEdegener—dos e degener—dos e distri˜uição ™—nôni™— de qi˜˜s F F F F F F F F F F F F F F F e distri˜uição mi™ro™—nôni™— F F F F F F F TFIFI y gás ide—l ™lássi™o F F F F F F F F F TFIFP y gás de spins F F F F F F F F F F F epli™—ções d— distri˜uição ™—nôni™— F F F F TFPFI €ropried—des d— função de p—rtição TFPFP e —proxim—ção ™lássi™— F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F ™—nôni™— F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F

WI WS WT IHR

91

6 O método dos ensembles de Boltzmann-Gibbs

108

TFP

IIS IIT IIW IIW IPR IPT

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TFQ

TFPFQ e —n—logi— „ermodinâmi™— de qi˜˜s F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F TFPFR punções termodinâmi™—s F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F TFPFS q—ses ide—is F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F TFPFT e distri˜uição de €l—n™k @IWHIA F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F TFPFU e distri˜uição de w—xwellEfoltzm—nn @IVTHEIVUIA F F F F F F F F F F F F TFPFV plutu—ções e ™onexão entre —s distri˜uições ™—nôni™— e mi™ro™—nôni™— F e distri˜uição gr—nE™—nôni™— F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F TFQFI es distri˜uições de permiEhir—™ e foseEiinstein F F F F F F F F F F F F F F TFQFP y poten™i—l quími™o de g—ses degener—dos de férmions nãoErel—tivísti™os

F F F F F F F F F

F F F F F F F F F

F F F F F F F F F

F F F F F F F F F

F F F F F F F F F

F F F F F F F F F

F F F F F F F F F

F F F F F F F F F

F F F F F F F F F

IPV IQI IQT IRI IRQ IRS ISH IST ITP

7 Outros métodos
UFI UFP UFQ VFI VFP

intropi—D desordem e inform—ção F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F ITV y método de h—rwinEpowler F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F IUP e formul—ção de †on xeum—nnEv—nd—u F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F IUT y ™on™eito de qu—seEp—rtí™ul— F F F F F ys sólidos ™rist—linos F F F F F F F F F F VFPFI y pro˜lem— do ™—lor espe™í(™o VFPFP y átomo ™omo um os™il—dor F F VFPFQ y ™—lor espe™í(™o dos met—is F e r—di—ção de ™orpo negro F F F F F F F VFQFI e qu—ntiz—ção d— energi— F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F

168

8 Sistemas em equilíbrio térmico

184

VFQ

IVT IWH IWH IWI PHH PHP PHS

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VFR VFQFP e qu—ntiz—ção d— r—di—ção F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F PII y gás ide—l mole™ul—r F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F PIU A O teorema de Carnot e a desigualdade de Clausius Referências 221 228 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. v •Última •Sair .

1. 1 •Última •Sair . Introdução „—nto do ponto de vist— ™lássi™o ™omo quânti™oD — des™rição pur—mente me™âni™— do ™omport—mento dos corpos macroscópicos é pr—ti™—mente impossívelF ho ponto de vist— mi™ros™ópi™oD o ™omport—mento dos sistem—s m—™ros™ópi™os result— do est—do de movimento de su—s p—rtí™ul—s ™onstituintesD ™omo d—s molé™ul—s de um gás ou de um líquidoD dos átomos de um sólidoD ou dos elétrons de um met—l ou de um semi™ondutorF ristori™—menteD ˜—se—ndoEse em rel—ções e leis empíri™—sD —s tent—tiv—s de um— des™rição sistemáti™— e qu—nE tit—tiv— do ™omport—mento de sistem—s m—™ros™ópi™osD em inter—ção ™om o meio ™ir™und—nte @vizinhançaA ou um ™—mpo externoD ™ulmin—r—m ™om — teori— fenomenológi™— d— Termodinâmica ‘TD IRD ISD PSD QID QQD QUD RID RU“F e p—rtirD entãoD d— de(nição e d— medição de pou™—s gr—ndez—s e p—râmetrosD —s ™h—m—d—s variáveis de estadoD ™hegouEse à formul—ção de leis ger—is @leis da TermodinâmicaA que regem o ™omport—mento e — evolução dos sistem—s m—™ros™ópi™osF intret—ntoD ™omo qu—lquer teori— fenomenológi™—D — „ermodinâmi™— não possi˜ilit— — previsão dos v—lores de p—râmetros ou propried—des de um sistem—D t—is ™omo o ™—lor espeE ™í(™o e — sus™epti˜ilid—deD nem est—˜ele™e —s rel—ções de vín™ulos @equações de estadoA entre —s v—riáveis de est—doF es investig—ções de gl—usius e w—xwellD —o (n—l do sé™ulo ˆsˆD so˜re o ™omport—mento de sistem—s m—™ros™ópi™os ™ompostos por molé™ul—s ou p—rtí™ul—s que inter—gem —pen—s dur—nte su—s ™olisões mútu—sD os gases moleculares eD posteriormenteD os tr—˜—lhos de foltzm—nn ‘RD IPD QT“D —lém de ™oro—r — Mecânica ClássicaD ™omo o —li™er™e prin™ip—l de qu—lquer teori— físi™— interpret—tiv— ™onstruíd— —té o (n—l do sé™ulo ˆsˆD der—m origem — um— des™rição est—tísti™oEpro˜—˜ilísti™— dos sistem—s g—sosos ™onstituídos por muit—s •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

macroestados e lei zero da Termodinâmica gorpos m—™ros™ópi™os são sistem—s ™om um número muito gr—nde 1 de p—rtí™ul—s ™onstituintes ™uj—s variáveis dinâmicas que os des™revem ™l—ssi™—menteD ™omo su—s posições e momentaD estão rel—™ion—d—s por um pequeno número de equ—ções de vín™ulosF essimD em ger—lD é ne™essário t—m˜ém um número muito gr—nde de v—riáveis dinâmi™—s p—r— — ™—r—™teriz—ção mi™ros™ópi™— de um ™orpoF isse númeroD denot—do por η 1 Tipicamente.1.p—rtí™ul—sD ™ondi™ion—d—s às leis d— we™âni™—D denomin—d— Teoria Cinética dos GasesF e „eori— ginéti™— dos q—sesD ™onstruíd— so˜re hipóteses ger—is —™er™— d—s inter—ções entre —s p—rtí™ul—s ™onstituintes de um sistem— dur—nte su—s ™olisõesD permite est—˜ele™er — equ—ção de est—do de um gás mole™ul—r à ˜—ix— pressão e o v—lor de seu ™—lor espe™í(™oF u—se que simult—ne—mente —o surgimento d— „eori— ginéti™—D o re(n—mento desse pro™edimentoD — p—rtir t—m˜ém de —rgumentos est—tísti™oEpro˜—˜ilísti™osD m—s sem hipóteses ou modelos teóri™os so˜re —s inter—ções entre —s p—rtí™ul—s ™onstituintes de um sistem—D gr—ç—sD prin™ip—lmenteD —os tr—˜—lhos de foltzm—nn e qi˜˜sD est—˜ele™euEse um— nov— teori— interpret—tiv—D não —pen—s p—r— os g—sesD m—s t—m˜ém —poi—d— n— we™âni™— glássi™—D denomin—d— por w—xwell de Mecânica Estatística ‘RD IID IPD IQD IRD ISD IUD IWD PQD PSD PWD QSD QTD QUD RID RQD RU“D que —lém de permitir o ™ál™ulo de vários p—râmetros de um sistem—D possi˜ilit— — determin—ção de equ—ções de est—dos e —s própri—s leis d— „ermodinâmi™— em pro™essos nos qu—is — evolução de um sistem— o™orre por um— su™essão reversível de estados de equilíbrioD ditos processos reversíveisF 1. Microestados. 2 •Última •Sair . •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. maior que 1019 .

D é ™h—m—do de número de graus de liberdade do sistem—F xesse sentidoD ™orpos m—™ros™ópi™os são ditos sistem—s ™om muitos gr—us de li˜erd—deD 2 e um ™onjunto de v—riáveis dinâmi™—s queD em um d—do inst—nteD ™—r—™teriz—m um sistem— é denomin—do um microestadoF €—r— — we™âni™— ist—tísti™—D o est—do de um sistem— em inter—ção ™om o meio externo ™—r—™teriz—do por p—râmetros m—™ros™ópi™os ™omo — pressão e — temper—tur— é denomin—do macroestadoF ys m—™roest—E dos de um sistem— ™—r—™teriz—mEse por p—râmetros queD —sso™i—dos — v—lores médios de v—riáveis dinâmi™—sD —present—m pequeníssim—s )utu—ções rel—tiv—s eD são ditos em „ermodinâmi™—D est—dos de equilíbrio termodinâmicoF essimD pro™essos termodin—mi™—mente reversíveis seri—m —queles nos qu—is — evolução de um sistem— d—rEseEi— por um— su™essão reversível de m—™roest—dosF €or outro l—doD veri(™—Ese que não ˜—st—m —s ™ondições de equilí˜rio usu—is d—s gr—ndez—s me™âni™—sD elétri™—s e m—gnéti™—sD p—r— ™—r—™teriz—r o equilí˜rio termodinâmi™oF y equilí˜rio termodinâmi™o pressupõe —ind— um outro tipo de equilí˜rio do sistem— ™om — su— vizinh—nç—D o ™h—m—do equilíbrio térmicoD que é ™—r—™teriz—do por um— propried—de m—™ros™ópi™— emergenteD essen™i—lmente nãoEme™âni™—D — temperaturaD e ™ondição de equilí˜rio térmi™o de um sistem— ™om — su— vizinh—nç— e — existên™i— de um nov— gr—ndez—D — temper—tur—D p—r— ™—r—™terizáEloD foi denomin—do por powler de lei zero da TermodinâmicaF im prin™ípioD — evolução de um sistem— por um— su™essão reversível de est—dos de equilí˜rioD ou um pro™esso reversívelD deveri— o™orrer o m—is lent—mente possívelD p—r— que —s )utu—ções rel—tiv—s d—s v—riáveis de est—do do sistem— perm—ne™essem pr—ti™—mente desprezíveisF xo ent—ntoD dur—nte qu—lquer —lter—ção d—s 2 Mesmo para sistemas com poucos graus de liberdade. se a interação de um sistema com meio circundante não é perfeitamente conhecida. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. não se pode determinar completamente a sua evolução ao longo do tempo. 3 •Última •Sair .

4 •Última •Sair .™ondições extern—s de um sistem—D —s p—rtí™ul—s ™onstituintes distri˜uemEse de t—l m—neir— que o ™h—m—do tempo de relaxaçãoD ne™essário p—r— que —s médi—s d—s v—riáveis dinâmi™—sD que ™onstituem os mi™roest—dosD ™orrespond—m — um novo m—™roest—doD é muito pequenoD qu—ndo ™omp—r—do —os interv—los de tempo experiE ment—isD medidos em es™—l— m—™ros™ópi™—F essimD todo pro™esso in(nitesim—lD do ponto de vist— m—™ros™ópi™oD pode ser ™onsider—do ™omo um— su™essão de est—dos de equilí˜rioF epes—r de não ser difí™il s—tisf—zer — ™ondição de re—liz—ção de um pro™esso m—™ros™opi™—mente lentoD ™h—m—do t—m˜ém de processo quase-estáticoD est— é —pen—s um— ™ondição ne™essári— p—r— — reversi˜ilid—de de um pro™essoF …m pro™esso qu—seEestáti™o não é ne™ess—ri—mente reversívelF €or exemploD em um ™ir™uito RC D — des™—rg— do ™—p—™itor @C AD ini™i—lmente ™—rreg—doD so˜re o resistor @RA — um— d—d— temper—tur— ini™i—lD pode ser tão long— qu—nto se queir—D —ument—ndoEse o v—lor d— resistên™i—F gomoD em ™—d— inst—nteD — ™—rg— —rm—zen—d— no ™—p—™itorD — tensão em ™—d— ™omponente e — temper—tur— do resistor têm v—lores de equilí˜rio m—™ros™opi™—mente de(nidosD o pro™esso pode ser ™onsider—do qu—seEestáti™oF xo ent—ntoD dur—nte o pro™essoD — energi— ini™i—lmente —rm—zen—d— no ™—p—™itor v—i sendo ™edid— —o resistorD ™omo ™—lorD —ument—ndo — su— temper—tur— @efeito JouleAF epós — des™—rg— tot—l do ™—p—™itorD qu—ndo — ™—rg— e — tensão ™—em — zeroD se o resistor for resfri—do de modo que — su— temper—tur— volte —o v—lor ini™i—lD o ™—p—™itor perm—ne™erá des™—rreg—doF h— mesm— m—neir—D se o ™—p—™itor for lent—mente ™—rreg—doD re™onduzido —o seu est—do ini™i—lD — temper—tur— do resistor não retorn—rá —o seu v—lor ini™i—lF hesse modoD o pro™esso de des™—rg—D —pes—r de ser re—liz—do por um— su™essão qu—seEestáti™— de est—dos de equilí˜rioD não é reversívelF xesse sentidoD o pro™esso re—liz—do por um sistem— seri— reversívelD se — reversão de su—s v—riáveis de est—do —os v—lores —nteriores —o iní™io do pro™essoD —™—rret—sse t—m˜ém o retorno d— vizinh—nç— —o est—do ini™i—lD ou se o retorno d— vizinh—nç— —o est—do ini™i—l t—m˜ém —™—rret—sse o retorno d—s v—riáveis de est—do do sistem— •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

—os v—lores ini™i—isF he —™ordo ™om —s leis d— „ermodinâmi™—D todos os pro™essos que o™orrem espont—ne—mente n— n—tuE rez— envolvem efeitos dissip—tivosD ™omo — tro™— de ™—lorD o —tritoD — histerese ou — difusão de p—rtí™ul—s eD port—ntoD são irreversíveisF hesse modoD um pro™esso reversível é um— ide—liz—ção que se —proxim— experiE ment—lmenteD qu—ndo um sistem— está envolvido em pro™essos qu—seEestáti™os nos qu—is podeEse desprez—r os efeitos dissip—tivosF xo ™ontexto ™lássi™oD um— vez que — —nálise d— energi— re)ete e revel— —s propried—des ger—is de um sistem—D — formul—ção d— we™âni™— de r—miltonD no esp—ço de f—sesD é o ponto de p—rtid— p—r— — —mpl— gener—liz—ção d— we™âni™— ist—tísti™—D ini™i—d— pelo físi™o —ustr헙o vudwig foltzm—nn @IVRREIWHTAD em IVUUD e sintetiz—d— pelo físi™o norteE—meri™—no tosi—h ‡ill—rd qi˜˜s @IVQWEIWHQAD ‘IP“ em IWHIF gom os tr—˜—lhos de €l—n™k e iinsteinD no iní™io do sé™ulo ˆˆD — we™âni™— ist—tísti™— p—ss— — ser um instrumento e(™—z e poderoso p—r— — —nálise de qu—lquer fenômeno físi™oD não só dos g—ses mole™ul—resF em˜os ™heg—m — result—dos que se torn—r—m verd—deiros estopins p—r— — gr—nde revolução de idéi—s e ™on™epções o™orrid— n— písi™—D no iní™io do sé™ulo ˆˆD que ™ulminou não só ™om — gener—liz—ção e — —(rm—ção d— we™âni™— ist—tísti™—D m—s t—m˜ém ™om — ™ri—ção d— Mecânica QuânticaD — teori— que — p—rtir de então viri— —poi—rEse qu—lquer teori— físi™— interpret—tiv— posteriorF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 5 •Última •Sair .

y. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. y. t) ™—r—™teriz— o estado d— p—rtí™ul—D —sso™i—do —o ™h—m—do nível de energi— i F ho ponto de vist— m—temáti™oD —s funções que ™—r—™teriz—m o est—do de um— p—rtí™ul—D t—m˜ém denomin—d—s funções de ondaD são soluções do ™h—m—do pro˜lem— de —utov—lor de ƒ™hrödingerD H Ψi = i Ψi onde H é um oper—dor line—rD ™h—m—do —sso™i—d—s à p—rtí™ul—F 3 hamiltonianoD que represent— —s energi—s ™inéti™— e poten™i—lD ƒe — p—rtí™ul—D em um d—do inst—nteD en™ontr—Ese em um est—do p—rti™ul—r Ψi D —sso™i—do —o nível de energi— i D qu—lquer medid— de energi— posterior result—rá no mesmo v—lor i F xesse sentidoD os est—dos ™—r—™teriz—dos pel—s funções Ψi são denomin—dos autoestados de energi— ou estados estacionários d— p—rtí™ul—F …m— vez que o pro˜lem— de —utov—lor de ƒ™hrödinger é line—r e homogêneoD — we™âni™— uânti™— é um— teori— line—r ™om rel—ção —os est—dos de um— p—rtí™ul—D ou sej—D os —utoest—dos de energi— o˜ede™em —o ™h—m—do 3 Em linguagem matemática. z A e do tempo @tAF hizEse então que ™—d— função Ψi (x. y.2.1. são. as autofunções e os autovalores de seu hamiltoniano. os estados e os níveis de energia de uma partícula em um campo conservativo. z. O conceito de energia na Mecânica Quântica he —™ordo ™om — we™âni™— uânti™—D — energi— de um— p—rtí™ul— ™on(n—d— em um— região do esp—çoD so˜ — —ção de um ™—mpo ™onserv—tivoD é qu—ntiz—d—D ou sej—D os v—lores permitidos p—r— — su— medid— ™onstituem um ™onjunto dis™reto { i }D denomin—do espectro de energiaD t—l que p—r— ™—d— v—lor possível de energi— i ™orresponde um— função Ψi (x. t)D de su—s ™oorden—d—s esp—™i—is @x. 6 •Última •Sair . z. respectivamente.

princípio da superposição de est—dosD no sentido que qu—lquer função ΨD result—nte d— superposição line—r de est—dos est—™ionários @Ψi AD Ψ= i ci Ψi (est—do result—nte d— superposição de —utoest—dos) onde os ™oe(™ientes ci são números ™omplexosD é um possível est—do d— p—rtí™ul—F essimD mesmo em um ™—mpo ™onserv—tivoD existem est—dos d— p—rtí™ul— que não possuem energi— de(nid— poisD de —™ordo ™om — interpret—ção pro˜—˜ilísti™— de w—x fornD os ™oe(™ientes @ci A d— exp—nsão line—r determin—m — pro˜—˜ilid—de de o™orrên™i— P ( i ) de qu—lquer v—lor p—rti™ul—r i p—r— — energi— d— p—rtí™ul—D segundo P ( i ) = |ci |2 hesse modoD diferentemente d— we™âni™— glássi™—D onde qu—lquer est—do p—rti™ul—r de um— p—rtí™ul— em um ™—mpo ™onserv—tivo está —sso™i—do — um úni™o v—lor de energi—D ou sej—D — energi— é um— ™onst—nte do movimentoD n— we™âni™— uânti™—D um est—do p—rti™ul—r de um— p—rtí™ul— em um ™—mpo ™onserv—tivo não está ne™ess—ri—mente —sso™i—do — um úni™o v—lor de energi—F epen—s est—dos est—™ionários estão univo™—mente —sso™i—dos — um possível v—lor de energi— de um— p—rtí™ul—F xesse sentidoD — energi— de um— p—rtí™ul— em um ™—mpo ™onserv—tivo não é ne™ess—ri—mente um— ™onst—nte do movimentoF y p—râmetro que o˜ede™e — um— lei de ™onserv—ção é o v—lor médio d— energi—F e rigorD p—r— sistem—s nãoEisol—dosD nem mesmo existem est—dos est—™ionários de energi—F xo ent—ntoD •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 7 •Última •Sair .

p—r— —lguns sistem—sD podeEse es™rever o oper—dor h—miltoni—no —sso™i—do —o sistem— ™omo H (t) = Ho + V (t) onde Ho é o h—miltoni—no do sistem— n— —usên™i— de qu—lquer inter—ção ™om o meio externoD e V (t) é um termoD usu—lmenteD dependente do tempo @tAD que ™—r—™teriz— —s inter—ções do sistem— ™om o meio externoF xesses ™—sosD podeEse —dot—r o ponto de vist— de hir—™ ‘IH“D no qu—l o termo ™onst—nte Ho determin— os possíveis níveis de energi— do sistem—D e o termo de inter—ção V (t) é o responsável por tr—nsições do sistem— entre os possíveis —utoest—dos de energi—F y termo de inter—çãoD port—ntoD —™—rret— — possi˜ilid—de do sistem— se en™ontr—r em qu—isquer dos ™orrespondentes est—dos de(nidos de energi—D ou sej—D — pro˜—˜ilid—de de o™orrên™i— de todos os est—dos ™omp—tíveis ™om os v—lores de energi— permitido pel— we™âni™— uânti™—F xo ™—so de sistem—s m—™ros™ópi™os em equilí˜rio ™om su— vizinh—nç—D o termo de inter—ção é tão menor do que qu—lquer nível de energi— do sistem— que — pro˜—˜ilid—de de o™orrên™i— de qu—lquer est—do ™om um— d—d— energi—D pr—ti™—menteD não depende do tempoF xesse sentidoD —s in™ertez—s rel—tiv—s —sso™i—d—s —os diversos p—râmetros m—™ros™ópi™os de um sistem— são tão pequen—s que —s previsões d— we™âni™— ist—tísti™— do equilí˜rio são pr—ti™—mente ex—t—sF gomo os fund—mentos e os modelos utiliz—dos n— we™âni™— ist—tísti™— —pói—mEse em prin™ípios que enE volvem — „ermodinâmi™— e ™on™eitos pro˜—˜ilísti™osD —lém dos ™on™eitos fund—ment—is d— „ermodinâmi™—D torn—Ese impres™indível t—m˜ém o ™onhe™imento de —lguns elementos ˜ási™os d— teoria de probabilidadesF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 8 •Última •Sair .

9 •Última •Sair . •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. Elementos da teoria de probabilidades ys fenômenos físi™os podem ser ™l—ssi(™—dos ™omo pro™essos determinísticos ou aleatóriosF ƒe os efeitos —sso™i—dos — um fenômeno devido — determin—d—s in)uên™i—s ou causas são inequivo™—mente previsíveisD dizE se que os pro™essos envolvidos são determinísti™osF €or outro l—doD se os efeitos —sso™i—dos — um fenômeno não são ex—t—mente previsíveisD m—s podem ser —sso™i—dos — ™ert—s expe™t—tiv—s rel—tiv—s de o™orrên™i—D os pro™essos envolvidos são ditos —le—tóriosF im ger—lD — não previsi˜ilid—de dos efeitos de um fenômeno está —sso™i—d— — pro™essos ™omplexos que envolvem — inter—ção de um gr—nde número de sistem—s simplesF xesse sentidoD —té o surgimento d— we™âni™— uânti™—D em IWPTD —s teori—s físi™—s pro˜—˜ilísti™—s des™revi—m fenômenos ou sistem—s físi™os queD por envolE verem um gr—nde número de p—rtí™ul—sD er—m t—m˜ém teori—s est—tísti™—sF essimD o ™on™eito de pro˜—˜ilid—de est—v— vin™ul—do —o ™omport—mento est—tísti™o d—s molé™ul—s de um gásD ou d— enorme qu—ntid—de de nú™leos que p—rti™ip—m do fenômeno d— r—dio—tivid—deF gomo — teori— fund—ment—l d— písi™— glássi™— ! — we™âni™— de xewtonEq—lileu ! pressupunh— que o ™omport—mento de um sistem— ™om um pequeno número de p—rtí™ul—s seri— ™omplet—mente determin—do por su—s ™ondições ini™i—isD 4 — —le—toried—de e o —™—so em um fenômeno ou em um experimento er—m —tri˜uídos — in™—p—™id—de do o˜serv—dor determin—r ess—s ™ondições ini™i—is ou — ™omplexid—de dos —rr—njos experiment—is ne™essários p—r— — o˜serv—ção dos fenômenosF im prin™ípioD — p—rtir de d—d—s ™ondições ini™i—isD um— teori— determinísti™— permitiri— — predição de somente um úni™o result—do p—r— — evolução de um sistem— físi™oD 4 As posições e velocidades iniciais de suas partículas constituintes.2.

Probabilidades a priori e teori— de pro˜—˜ilid—des teve su— origem n— —nálise dos jogos de —z—rD —o se qu—nti(™—r — expe™t—tiv— de o™orrên™i— de um result—do —sso™i—do — um fenômeno não previsível e —le—tórioD ™omo um jogo de ™—rt—s 5 Sabe-se hoje que.1.enqu—nto teori—s pro˜—˜ilísti™—s poderi—m —dmitir vários possíveis result—dos p—r— — evolução de um sistem—D —o —sso™i—r pro˜—˜ilid—des — ™—d— um desses possíveis result—dosF 5 2.2. pequenas perturbações iniciais podem dar origem a fenômenos caóticos não previsíveis. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. em princípio. determinísticas. Grandezas e variáveis aleatórias ƒe —s medid—s —sso™i—d—s — um— gr—ndez— não são inteir—mente previsíveis qu—ndo efetu—d—s so˜ —s mesE m—s ™ondições experiment—is préEdetermin—d—sD dizEse que — gr—ndez— é um— v—riável —le—tóri—F xo ent—ntoD gr—ndez—s —le—tóri—s não se m—nifest—m de modo tot—lmente imprevisível já queD em ger—lD seus v—lores ou medid—sD —lém de limit—dos — um interv—lo de(nidoD estão —sso™i—dos — ™ert—s expe™t—tiv—s de o™orrên™i—F e —le—toried—deD ou — impredi™—˜ilid—de p—r™i—lD signi(™— que — o™orrên™i— de qu—lquer v—lor não é previsível deterministi™—mente m—sD simD pro˜—˜ilisti™—menteD ou sej—D — ™—d— v—lor dentro desse interv—lo —sso™i—Ese um— expe™t—tiv— de o™orrên™i— ou pro˜—˜ilid—deF 2. 10 •Última •Sair . mesmo para sistemas com poucos graus de liberdade descritos por teorias.

3. 11 •Última •Sair . 4. 6}F €—r— um d—do não vi™i—doD devido à simetri— do pro˜lem—D — pro˜—˜ilid—de a priori —tri˜uíd— — o™orrên™i— de um determin—do número possível é igu—l — IGTF essimD — de(nição de pro˜—˜ilid—deD segundo v—pl—™eD é d—d— pel— r—zão entre o número de ™—sos f—voráveis possíveis p—r— — o™orrên™i— de um evento e o número tot—l de —ltern—tiv—s igu—lmente possíveisD ou eqüiprováveisF isse tipo de ™ál™ulo ou estim—tiv— é possível somente em situ—ções simplesD n—s qu—is os possíveis result—dosD igu—lmente prováveisD em número (nitoD são ™onhe™idos a prioriF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.ou o l—nç—mento de d—dosF iss— qu—nti(™—ção foi re—liz—d— ini™i—lmente por €—s™—l e perm—tD em ITSRD e sintetiz—d— por v—pl—™eD em IVIR ‘RH“F ys úni™os result—dos possíveis p—r— os l—nç—mentos de um d—do são os números n—tur—is {1. 2. 5.

12 •Última •Sair .€—r— eventos ™ompostosD mesmo que em número (nitoD — situ—ção pode ser m—is ™ompli™—d—F q—lileuD em um —rtigo es™rito por volt— de ITIQD identi(™ou ™orret—mente os PIT result—dos eqüiprováveis no l—nç—mento de três d—dosD sendo ™—p—z de prever — ligeir— diferenç— entre —s pro˜—˜ilid—des dos três d—dos som—rem W e IHF epes—r de ™—d— result—do est—r —sso™i—do — seis p—rtições distint—sD ™—d— p—rtição ™orresponde — diferentes multipli™id—desF som— @S A de p—rtições p—rtições multipli™id—de três d—dos equiv—lentes 9 (126) 126 − 162 − 216 − 261 − 612 − 621 6 (135) 135 − 153 − 315 − 351 − 513 − 531 6 (144) 144 − 414 − 441 3 (225) 225 − 252 − 522 3 (234) 234 − 243 − 324 − 342 − 423 − 432 6 (333) 333 1 10 (136) 136 − 163 − 316 − 361 − 613 − 631 6 (145) 145 − 154 − 415 − 451 − 514 − 541 6 (226) 226 − 262 − 622 3 (235) 235 − 253 − 325 − 352 − 523 − 532 6 (244) 244 − 424 − 442 3 (334) 334 − 343 − 433 3 …m— vez que o número tot—l de ™—sos possíveis é PITD ™om um tot—l de PS result—dos possíveis p—r— — som— •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

. 13 •Última •Sair .. x3 ..WD e de PU p—r— — som— IHD —s respe™tiv—s pro˜—˜ilid—des são d—d—s por P (S = 9) = 25/216 e P (S = 10) = 27/216 y f—to de esse result—doD —pes—r de ™onhe™ido pelos jog—dores m—is experientes d— épo™—D não ser por eles expli™—doD mostr— que eventos ™ompostos podem ser ™omplexos dem—is p—r— que su—s —ltern—tiv—s ou result—dos eqüiprováveis sej—m diret—mente determin—dos F e —xiom—tiz—ção d— teori— d—s pro˜—˜ilid—des foi re—liz—d— no iní™io do sé™ulo ˆˆ ‘VD PV“D em IWQQD pelo m—temáti™o russo endrei xikol—evi™h uolmogorov @IWHQEIWVUAF ƒegundo uolmogorovD d—do um ™onjunto S = {x1 . eventos mutuamente excludentes. . x2 .} dos possíveis result—dos independentes de um experimentoD 6 ™omo —s medid—s de um— gr—ndez—D — pro˜—˜ilid—de P (xi ) —sso™i—d— — um d—do result—do xi é um número re—l positivo t—l que P (xi ) = 1 i yu sej—D do ponto de vist— m—temáti™oD não é ne™essário —tri˜uir nenhum signi(™—do —o ™on™eito de pro˜—E ˜ilid—deY ˜—st— que se —sso™ie — ™—d— evento @ou result—do independente de um fenômenoAD um número positivo menor que — unid—deD ™uj— —dição so˜re todos os possíveis eventosD denomin—d— condição de normalizaçãoD express— — ™ertez— em se o˜ter um dos possíveis result—dosF 6 Na linguagem estatística.. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

14 •Última •Sair .3. Probabilidades a posteriori e distribuições e pro˜—˜ilid—de de IGTD que pode ser a priori —tri˜uíd— à o™orrên™i— de um determin—do result—do no l—nç—mento de um d—do não vi™i—doD pode ser o˜tid—D t—m˜émD a posterioriF x— distri˜uição de result—dos de um gr—nde número de l—nç—mentosD é possível veri(™—r que — proporção de o™orrên™i—s de ™—d— f—™e é d— ordem de IGTF hizEse que — distri˜uição de freqüên™i—s de o™orrên™i— nesse tipo de fenômeno é uniformeF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.2.

e pigF I mostr— o histogr—m— ™orrespondente à „—˜F ID de distri˜uição de freqüên™i—s (ni ) de ™—d— um— f—™es @iA de um d—doD result—nte d— simul—ção de N = 120 l—nç—mentosF hesse modoD — medid— que o número de l—nç—mentos —ument—D — freqüên™i— rel—tiv— @fi A de o™orrên™i— de um— f—™e iD ni fi = N —proxim—Ese ™—d— vez m—is de um número de(nido entre 0 e 1D nesse ™—soD igu—l — IGTF gonsider—ndo que o número tot—l N de medid—s xi de um— gr—ndez— x em um experimentoD ou que o número ni de o™orrên™i—s de um evento sej— su(™ientemente gr—ndeD — pro˜—˜ilid—de de o™orrên™i— P (xi ) d— medid— ou do evento em questão é de(nid— ™omo o limite d— r—zão entre — freqüên™i— de o˜serv—ção do evento •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.f—™e @iA freqF @ni A I PP P IT Q PP R PP S IU PI T Tabela 1: Distribuição de freqüências das faces de um dado em 120 lançamentos. 15 •Última •Sair .

correspondente à Tab. 1. 16 •Última •Sair .ni 22 21 20 19 18 17 16 1 2 3 4 5 6 i Figura 1: Histograma da distribuição de freqüências das faces de um dado. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

17 •Última •Sair .e o número tot—l de eventos o˜serv—dosD ou sej—D ™omo o limite d— freqüên™i— rel—tiv—D ni P (xi ) = lim fi = lim N 1 N 1N …m— vez que — tot—lid—de dos eventos o˜serv—dos s—tisf—z — ™ondição de norm—liz—ção 6 P (xi ) = 1 i=1 o ™onjunto {P (xi )} s—tisf—z o ™ritério de uolmogorov p—r— pro˜—˜ilid—desF e ™on™epção freqüentist— de pro˜—˜ilid—de a posteriori foi —dot—d— e sistem—tiz—d— por von wisesD em IWQI ‘VD PHD PRD PV“D e pode ser —pli™—d— mesmo qu—ndo o número tot—l de eventos possíveis sej— in(nitoD ˜—st—ndo que — freqüên™i— rel—tiv— —proximeEse de um limite experiment—lF vogoD o valor médio @µA e — variância @σ 2 AD —sso™i—dos —os possíveis v—lores de um— gr—ndez— xD — p—rtir de um— —mostr— de medid—s {xi }AD podem ser estim—dos por  N    µ = lim x = xi P (xi ) = x   N >>1   i=1     2   s2 =  σ = Nlim >>1 N (xi − x)2 P (xi ) = x2 − x i=1 2 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

mas não necessariamente. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. xk+1 AD de —mplitudes ∆xk = xk+1 − xk F 7 hesse modoD se nk é — freqüên™i— d—s medid—s —sso™i—d—s —o interv—lo @xk . xk+1 A é denomin—d— distri˜uição de freqüên™i— norm—liz—d—F 7 Em geral.e r—iz qu—dr—d— positiv— d— v—riân™i—D denot—d— por σ D é o ™h—m—do desvio-padrãoF €—r— o ™—so de gr—ndez—s ™uj—s v—ri—ções são hipoteti™—mente ™ontínu—sD ™omo —s ™oorden—d—s @xA de um— pedr— —tir—d— —le—tori—mente so˜re um ™—n—let—D os d—dos o˜serv—dosD que são —s medid—s d—s ™oorden—d—sD podem ser —grup—dos em interv—los dis™retos @xk . 18 •Última •Sair . esses intervalos possuem a mesma amplitude. xk+1 A é d—d— pel— r—zão entre — áre— @nk ¡ ∆xk A d— p—rte do histogr—m— ™orrespondente —o d—do interv—lo e — áre— N tot—l i=1 ni ¡ ∆xi = A do histogr—m—D ou sej—D nk ¡ ∆xk N P (xk < x < xk+1 ) = = nk ¡ ∆xk A N =⇒ k=1 P (xk < x < xk+1 ) = 1 ni ¡ ∆xi i=1 onde N é o número tot—l de medid—sF e represent—ção grá(™— dos termos ρ(xk ) = nk /A —sso™i—dos —os interv—los @xk . xk+1 AD o˜témEse o histogr—m— d—s ™oorden—d—s mostr—do n— pigF PF essimD — pro˜—˜ilid—de de o™orrên™i— de um— medid— d— ™oorden—d— x em um d—do interv—lo @xk .

n nk xk x k+1 x Figura 2: Histograma das coordenadas (x) de uma pedra e a distribuição de freqüência limite. 19 •Última •Sair . •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

N 1 de(nem um— distri˜uição ™ontínu— norm—liz—d— de freqüên™i—s rel—tiv—s por unid—de de medid— d— ™oorden—d— xD denomin—d— densidade de probabilidadeD ρ(x)D p—r— os possíveis result—dos ™ontínuos de xD t—l que — pro˜—˜ilid—de —sso™i—d— — medid— de x entre dois v—lores a e b é d—d— por b P (a < x < b) = a ρ(x) dx e xmax xmin ρ(x) dx = 1 onde xmin e xmax sãoD respe™tiv—menteD o mínimo e o máximo v—lores possíveis p—r— — medid— de xD express— — ™ondição de norm—liz—ção d— distri˜uiçãoF hesse modoD se x represent— —s possíveis medid—s de um— gr—ndez— físi™—D em um domínio DD —sso™i—d— — •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. . 20 •Última •Sair . . .xo limite de um gr—nde número de o˜serv—ções @N 1AD os interv—los @xk . xk+1 A ou ™l—sses de freqüên™i— podem ser t—is que — —mplitude ∆xk de ™—d— ™l—sse sej— tão pequen— qu—nto se queir—F xess—s ™ondiçõesD os termos limites ρ(x)|xk = lim nk P (xk < x < xk+1 ) = lim N >>1 A ∆xk →0 ∆xk k = 1. 2. . 3. . .

21 •Última •Sair .um— distri˜uição ™ontínu— de pro˜—˜ilid—de ρ(x)D t—l que ρ(x) dx = 1 D o v—lor médio @ x A de x é d—do por x = D 2 A por e — v—riân™i— @σx 2 σx = D xρ(x) dx (x − x )2 ρ(x) dx ho ponto de vist— práti™oD — v—riân™i— pode ser ™—l™ul—d— por 2 = x2 − x σx 2 onde x2 = D x2 ρ(x) dx •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

elém de est—r —sso™i—d— à distri˜uição de v—lores d— v—riável xD — densid—de de pro˜—˜ilid—de ρ(x) determin— t—m˜ém — expe™t—tiv— de o™orrên™i— dos v—lores de qu—lquer outr— função f (x)F €or exemploD se x represent— —s possíveis medid—s p—r— o r—io de um ™ír™uloD os possíveis v—lores p—r— — áre— f (x) = πx2 est—rão —sso™i—dos t—m˜ém à mesm— distri˜uição de pro˜—˜ilid—de ρ(x) p—r— —s medid—s de xF essimD o v—lor médio @ f A de qu—lquer função @f A d— v—riável —le—tóri— x será d—do por f (x) = D f (x)ρ(x) dx eD — respe™tiv— v—riân™i— @σf AD por 2 σf = D (f − f )2 ρ(x) dx ho ponto de vist— experiment—lD —s distri˜uições de pro˜—˜ilid—des utiliz—d—s nos l—˜or—tórios pelos físi™os deveri—m ser determin—d—s a posterioriD um— vez que — —le—toried—de de um pro™esso de medição não pode ser des™rit— ou previst— por qu—lquer teori—F intret—ntoD devido —o próprio gr—u de des™onhe™imento em rel—ção —o pro™essoD podem ser est—˜ele™id—s distri˜uições de pro˜—˜ilid—des a priori @Binomial. Gauss e PoissonA ‘ID PD PHD PID PPD PUD QTD RPD RRD RS“ tão ger—is que servem de fund—mentos p—r— — ™onstrução dos métodos est—tísti™os de —nálise de d—dos e p—r— — teori— dos errosF e de(nição a priori de pro˜—˜ilid—de é t—m˜ém —mpl—mente us—d— n— fund—ment—ção de estudos teóri™osD nos qu—is são utiliz—dos ™on™eitos pro˜—˜ilísti™osD ™omo no desenvolvimento d— we™âni™— ist—tísti™— ‘RD ISD PHD PSD QPD QTD QUD RID RU“ e n— we™âni™— uânti™— ‘UD IH“F xesses ™—sosD distri˜uições de pro˜—˜ilid—des espe™i—is @Maxwell-Boltzmann. Fermi-Dirac e Bose-EinsteinAD —dequ—d—s à des™rição de sistem—s de •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 22 •Última •Sair . Planck.

canônica e gran-canônicaA não —sso™i—d—s —pen—s — g—sesD pois são express—s em termos de v—riáveis dinâmi™—s que ™—r—™teriz—m qu—lquer sistem— de p—rtí™ul—sF xesse ™—soD p—r— ™—d— ™l—sse de pro˜lem—D — p—rtir d—s form—s ger—is dess—s distri˜uiçõesD é possível — o˜tenção de um— distri˜uição de pro˜—˜ilid—de espe™í(™—F eté o primeiro qu—rto do sé™ulo ˆˆD — utiliz—ção n— písi™— do ™on™eito a priori de pro˜—˜ilid—deD est—v— —sso™i—d— —pen—s à impossi˜ilid—de práti™— d— ™—r—™teriz—ção simultâne— do est—do de tod—s —s p—rtí™ul—s de um sistem— ™om um gr—nde número de gr—us de li˜erd—deF yu sej—D o pro˜lem— result—v— d— ™omplexid—de dos sistem—s o˜serv—dos ‘PHD PSD QT“F gom o surgimento d— teori— d— we™âni™— uânti™—D que utiliz— t—m˜ém um ™on™eito a priori de pro˜—˜iE lid—deD o não determinismo p—ss— — ser um— ™—r—™terísti™— intrínse™— d— evolução ou des™rição dos fenômenos e sistem—sD mesmos —queles ™om pou™os gr—us de li˜erd—deF e we™âni™— uânti™— est—˜ele™e queD p—r— ™—d— proE ˜lem—D há de se ™—l™ul—r um— distri˜uição de pro˜—˜ilid—de que ™onterá —s inform—ções ne™essári—s à des™rição do fenômeno estud—do ‘IID IQD IUD IWD PQD PWD QSD RQ“F •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 23 •Última •Sair .muit—s p—rtí™ul—s qu—seEindependentesD são deduzid—s e mostr—mEse ™omp—tíveis ™om os ™omport—mentos experiment—is o˜serv—dos em diversos sistem—s ™omo os g—ses mole™ul—res — ˜—ix— pressãoD os elétrons em met—is e semi™ondutores eD —ind—D em diversos fenômenosD ™omo — v—ri—ção do ™—lor espe™í(™o dos sólidos — ˜—ix—s temper—tur—s e — r—di—ção de ™orpo negroF …m— —˜ord—gem m—is ger—l d— we™âni™— ist—tísti™— @qi˜˜s E IWHIA ‘IID IPD IQD IRD ISD IUD IWD PHD PQD PSD PWD QSD QTD QUD RQ“D —o utiliz—rD t—m˜émD o ™on™eito a priori de pro˜—˜ilid—deD permite o est—˜ele™imento de distri˜uições de pro˜—˜ilid—des ger—is @microcanônica.

de curto de um gás.1. são de longo alcance e. com a vizinhança. a Teoria Cinética dos Gases relaciona a temperatura e a pressão com a energia cinética média das moléculas Considera-se que as interações com o meio externo. 24 •Última •Sair . •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. Variáveis e equações de estado ho ponto de vist— me™âni™oD o @mi™roAest—do de um sistem— em um d—do inst—nte é ™omplet—mente ™—r—™teE riz—do pel— posição e momentum de ™—d— um— de su—s p—rtí™ul—s ™onstituintesF gomo um ™orpo m—™ros™ópi™o é ™omposto por um número muito gr—nde de p—rtí™ul—sD é pr—ti™—mente impossível — de(nição de um est—do p—r— t—l sistem—F e „ermodinâmi™—D entãoD introduz gr—ndez—s emergentesD ™omo — temperatura @T A e — entropia @S AD não presentes n— we™âni™— e no iletrom—gnetismoD ne™essári—s p—r— ™—r—™teriz—r — evolução e o equilí˜rio dos sistem—s m—™ros™ópi™os em inter—ções entre siD ™om ™—mpos externos ou ™om — vizinh—nç— que os ™er™—mF 9 8 9 Nesse sentido. através de um campo. Elementos de Termodinâmica e „ermodinâmi™— é um— teori— fenomenológi™— ˜—se—d— em leis que rel—™ion—m ou restringem —s proprieE d—des m—™ros™ópi™—s —sso™i—d—s — um sistem— físi™oD ™omo um gás ™ontido em um re™ipienteD um líquido em e˜ulição ou um sólido ™rist—lino so˜ — —ção de um ™—mpo m—gnéti™oD e regem — evolução e o ™omport—mento do sistem—F €—r— — we™âni™— ist—tísti™— e p—r— — „eori— ginéti™— dos q—sesD —s propried—des m—™ros™ópi™—s de um sistem— result—m de médi—s est—tísti™—s de —lgum—s gr—ndez—s —sso™i—d—s —os ™onstituintes do sistem—F 8 3.3.

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 25 •Última •Sair .€—r— — „ermodinâmi™—D o est—do de um ™orpo m—™ros™ópi™o é de(nido — p—rtir de um reduzido número de gr—ndez—s —sso™i—d—s —o sistem— ou —o meio externoD —s variáveis de estadoD t—is ™omo • • • • • • • • • • número de p—rtí™ul—s @N A energi— intern— @U A entropi— @S A temper—tur— @T A densid—de @ρA ™—lor espe™í(™o @cA ™—mpo m—gnéti™o @HA momento dipol—r m—gnéti™o @mA m—gnetiz—ção @MA perme—˜ilid—de @µA • • • • • • • • • • poten™i—l quími™o @µA densid—de de energi— @uA volume @V A pressão @P A ™on™entr—ção @nA ™—p—™id—de térmi™— @C A ™—mpo elétri™o @E A momento dipol—r elétri™o @pA pol—riz—ção @P A sus™epti˜ilid—de @χA e evolução do est—do de um ™orpo é ™—r—™teriz—d— pel— —lter—ção de —lgum—s v—riáveis de est—do queD em ger—lD deriv—m de —ções e propried—des me™âni™—s ou eletrom—gnéti™—sD e podem est—r —sso™i—d—s à re—liz—ção de tr—˜—lho @W AD ™omo n— exp—nsão de um gás W = P dV ou n— m—gnetiz—ção de um— su˜stân™i— p—r—m—gnéti™— W = − H dM F alcance. por contato ou troca de partículas.

315 tGmolFu = 1.1.38 × 10−23 tGu é — ™onst—nte fund—ment—lD denomin—d— constante de BoltzmannD implí™it— n— de(nição de entropi— de foltzm—nnD em IVUUD m—s expli™it—d— por €l—n™kD somente em IWHHD —o ™—l™ul—r — entropi— de um ™onjunto de os™il—dores h—rmôni™os em equilí˜rio térmi™o ™om — r—di—ção no interior de um— ™—vid—deD — ™h—m—d— r—di—ção de ™orpo negroF e equ—ção de gl—peyron des™reve o ™omport—mento de g—ses mole™ul—res — temper—tur—s não muito ˜—ix—sD e — ˜—ix—s pressões e densid—desD no ™h—m—do limite ™lássi™o de um gás mole™ul—r @ƒe™F QFUAF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.986 ™—lGmol g é — o constante universal dos gases constante de ixpress—ndoEse o número de mols @nA de um gás ™omo n = N/NA D onde N é o número tot—l de molé™ul—s no gásD e NA 6. A equação de Clapeyron e ™h—m—d— equ—ção de est—do do gás ide—lD equação de ClapeyronD rel—™ion— —s v—riáveis de est—do que des™revem — evolução de um gás ide—l mole™ul—r não m—gnéti™o ™om n molsD em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T e pressão P D ™ontido em um volume V D por PV = nRT onde R @IA ou RegnaultF 8.022 × 1023 é o número de AvogadroD — equ—ção de gl—peyron é usu—lmente es™rit— ™omo PV = R NA N T = N kT @PA onde k = R/NA 1.1.3. 26 •Última •Sair .

a equação de estado de Clapeyron ou a lei de Curie. tanto do ponto de vista experimental como teórico.1. Propriedades extensivas e intensivas es gr—ndez—s ou v—riáveis de est—doD de(nid—s m—™ros™opi™—menteD ™om rel—ção — um ™orpoD ™omo o volumeD — entropi— e — m—gnetiz—çãoD que dependem d— m—ss— ou do número de ™onstituintes do ™orpoD são dit—s gr—ndez—sD v—riáveis ou propriedades extensivasY —quel—s ™omo — pressãoD — densid—deD — temper—tur—D o poten™i—l quími™o e — perme—˜ilid—deD que não dependem d— m—ss— ou do número de ™onstituintes do ™orpoD são dit—s gr—ndez—sD v—riáveis ou propriedades intensivasF 10 Apesar de a Termodinâmica não precisar fazer menção à estrutura molecular dos corpos. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. A lei de Curie …m outro exemplo de equ—ção de est—do é — lei de CurieD — qu—l est—˜ele™e que — sus™epti˜ilid—de m—gnéti™— @χA de um— su˜stân™i— p—r—m—gnéti™— é invers—mente propor™ion—l à temper—tur—D de modo que — rel—ção entre —s v—riáveis de est—do que des™revem — evolução de um s—l p—r—m—gnéti™o ide—lD em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T D ™om m—gnetiz—ção MD so˜ — —ção de um ™—mpo m—gnéti™o HD é d—d— por M=C onde C é — H T @QA constante de CurieF 10 3.2. 27 •Última •Sair .3. se apóiam na hipótese atômica da matéria.1.3.

28 •Última •Sair .e ™—r—™terísti™— fund—ment—l de um— v—riável extensiv— é — —ditivid—deF eo dividir um sistem— ™om N p—rtí™ul—s em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T e pressão P D em um volume V D energi— U e entropi— S D em du—s p—rtes I e PD enqu—nto —s v—riáveis intensiv—s @T e P A não se modi(™—mD —s extensiv—s modi(™—mEse o˜ede™endo —s rel—ções  N = N1 + N2    V = V1 + V2 U = U1 + U2    S = S1 + S2 …m sistem— p—r— o qu—l su—s propried—des intensiv—s são uniformes em todo o seu volumeD ou v—ri—m sem des™ontinuid—deD é dito um sistema homogêneoF …m sistema heterogêneo é —quele ™onstituído por dois ou m—is sistem—s homogêneosD denomin—dos fasesF essimD um sistem— homogêneo é dito t—m˜émD monofási™oF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

a pressão constante •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. para uma dada variação de temperatura. deve-se distinguir entre as capacidades térmicas a volume constante (CV ). 29 •Última •Sair .xesse sentidoD os diversos est—dos de —greg—ção de um— su˜stân™i— são referidos t—m˜ém ™omo —s f—ses sólid—D líquid— ou g—sos—D e —s mud—nç—s de est—do ™omo transições de fase eD enqu—nto que não existe m—is do que um— f—se g—sos—D pois qu—lquer su˜stân™i— no est—do g—soso sempre result— em mistur— homogêne—D pode h—ver vári—s f—ses líquid—s ou sólid—sF im ger—lD qu—ndo um— propried—de intensiv— —sso™i—d— — um— su˜stân™i—D ™omo — densid—de ou — sus™epE ti˜ilid—de m—gnéti™—D tem um ™omport—mento que pode ser —sso™i—do — dois est—dos m—™ros™ópi™os distintos de um sólidoD dizEse que — su˜stân™i— —present— du—s f—sesD e — mud—nç— de um est—do p—r— outro é referid— t—m˜ém ™omo um— tr—nsição de f—seF a a 3.2. A 1e a 2lei da Termodinâmica para sistemas fechados ƒe — evolução do est—do de um ™orpo não envolve — re—liz—ção de qu—lquer form— de tr—˜—lhoD nem de g—nho ou perd— de su—s p—rtí™ul—s ™onstituintesD dizEse que o ™orpo —˜sorve ou ™ede calor @QAF gonven™ion—Ese que o ™—lor —˜sorvido por um ™orpo é positivoD e o ™—lor ™edido é neg—tivoF iss— ™onvenção é ™omp—tível ™om — de(nição ™—lorimétri™— de ™—lorD ™omo Q = C ∆T onde C é — capacidade térmica do ™orpoD — qu—l ™—r—™teriz— — sus™epti˜ilid—de de um ™orpo à v—ri—ção de su— temper—tur—D em respost— — —˜sorção ou perd— de um— pequen— qu—ntid—de de ™—lorF 11 ƒe — tr—nsform—ção 11 Como a quantidade de calor que se deve ceder ou retirar de um corpo. depende do modo pelo qual o processo ocorre.

30 •Última •Sair . 1 cal = 4.186 J.sofrid— por um ™orpo não envolve — tro™— de ™—lorD o pro™esso é dito adiabáticoF sni™i—lmenteD o ™—lor foi rel—™ion—do — um )uido ! o calórico ! que se tr—nsferi— de um ™orpo p—r— outroD em virtude d— diferenç— de temper—tur— entre —m˜osF xo ent—ntoD —pós —s ™onsider—ções do ™onde —meri™—no i—rl ‚umford @IUSQEIVIRAD em IUWVD e do inglês rumphry h—vyD em IUWWD so˜re — n—turez— do ™—lorD o ™omport—mento dos ™orpos m—™ros™ópi™osD do ponto de vist— termodinâmi™oD p—ssou — ser ™—r—™teriz—do ™omo pro™essos que envolvi—m — tro™— de ™—lor ou — re—liz—ção de tr—˜—lhoF epes—r de —ind— ˜—se—rEse no ™on™eito de ™—lor ™omo um )uidoD o engenheiro fr—n™ês ƒ—di g—rnotD em IVPRD des™o˜riu —s limit—ções n—s tr—nsform—ções de ™—lor em tr—˜—lhoD — p—rtir d—s qu—is uelvinD em IVSID e a lei da TermodinâmicaF gl—usiusD em IVSRD est—˜ele™er—m — hoje ™h—m—d— 2wesmo ™om —s ™onsider—ções de ‚umford e h—vyD somente —pós ‚FtF w—yerD em IVRPD —sso™i—r o ™—lor — energi—D e ™om os tr—˜—lhos do inglês t—mes €res™ott toule @IVIVEIVVWAD entre IVRQ e IVRWD relmholtzD em a lei da TermodinâmicaD gener—liz—ndo o ™on™eito de energi—F e equiv—lên™i— entre — IVRUD enun™i— — 1es™—l— de unid—de ™—lorimétri™— de ™—lor @™—lori—s ! ™—lAD e — de tr—˜—lho @joules ! tAD foi est—˜ele™id— por touleF 12 e per™epção de que o ™on™eito de ™—lor é de n—turez— est—tísti™—D sendo — energi— ™inéti™— —le—tori—mente distri˜uíd— entre os ™onstituintes de um sistem— g—soso foi est—˜ele™id— por gl—usiusD em IVSUD ™om — „eori— (CP ). representa-se a capacidade térmica como 12 CX . De modo geral. onde X é o parâmetro que permanece controladamente constante em um processo. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. a magnetização constante (CM ) ou a campo magnético constante (CH ).

ginéti™— dos q—sesF …m sistem— ™om número (xo de p—rtí™ul—s ™onstituintes é dito um sistema fechadoF ƒe o sistem— tro™— p—rtí™ul—s ™om o meio externo é dito um sistema abertoF essimD enqu—nto sistem—s —˜ertos tro™—m p—rtí™ul—s e energi— ™om o exteriorD sistem—s fe™h—dos são —queles que tro™—m —pen—s energi—D n— form— de ™—lor e tr—˜—lhoD ™om o meio externoF xesse sentidoD sistemas isolados não tro™—m p—rtí™ul—s nem energi— ™om o exteriorF a lei d— „ermodinâmi™— rel—™ion— — v—ri—ção @∆U A d— energi— intern— @U A ™om €—r— sistem—s fe™h—dosD — IE o ™—lor tot—l @QA e o tr—˜—lho efetivo @W A envolvidos n— inter—ção do sistem— ™om o meio externoD 13 ∆U = Q − W a leiA @IE essimD — v—ri—ção d— energi— intern— de um sistem— em pro™essos —di—˜áti™os é d—d— pelo tr—˜—lho re—liz—do pelo sistem—D isto é ∆U = Wadiab a lei express— o prin™ípio de ™onserv—ção d— energi—F €—r— sistem—s isol—dosD — IE ∆U = 0 ou sej—D 13 ⇐⇒ U = constante @sistema isolado) Em geral. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. a energia do sistema diminui. 31 •Última •Sair . quando o trabalho realizado por um sistema é positivo.

cons- a lei não limit— — tr—nsform—ção integr—l do tr—˜—lho re—liz—do por um sistem— em ™—lorD e inqu—nto — IE a vi™eEvers—D — PE lei impõe limites à ™onversão de ™—lor em tr—˜—lho eD ger—lmenteD é enun™i—d— de dois modos equiv—lentesD devido — uelvinD €l—n™k e gl—usiusF 14 xão é possível — re—liz—ção de um pro™esso no qu—l o úni™o resulE t—do sej— — —˜sorção de ™—lor por um ™orpo e — su— tot—l ™onversão em tr—˜—lho @uelvinE€l—n™kAF xão é possível — re—liz—ção de um pro™esso no qu—l o úni™o resulE t—do sej— — tr—nsferên™i— de ™—lor de um ™orpo — outro de m—ior temper—tur— @gl—usiusAF a leiA @PE a lei determin— — direção n— qu—l — evolução de um pro™esso pode o™orrerF essimD nem tod— evolução e PE a lei s—tisf—z —s ™ondições —di™ion—is impost—s pel— PE a leiF ™omp—tível ™om — IE inqu—nto — energi— intern— é um— propried—de que ™—r—™teriz— o est—do de um sistem—D ! um— v—riável de est—do !D o ™—lor e o tr—˜—lho são qu—ntid—des de(nid—s —pen—s qu—ndo o sistem— p—rti™ip— de um pro™essoD a lei à ou sej—D qu—ndo o™orre — v—ri—ção de —lgum— v—riável de est—doF €or issoD estão rel—™ion—dos pel— IE v—ri—ção d— energi— intern—F y ™—lor e o tr—˜—lhoD entãoD dependem d— evolução ou do pro™esso que o sistem— 14 Um terceiro enunciado deve-se a Carathéodory. em 1909.A energia interna de um sistema isolado tante. 32 •Última •Sair . •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

3.está envolvidoF xesse sentidoD —o utiliz—rEse —s leis d— „ermodinâmi™—D —lém d— ne™essid—de de se —n—lis—r o ™—ráter reversível ou irreversívelD deveEse t—m˜ém lev—r em ™ont—D se os pro™essos são isotérmi™osD isométri™osD iso˜ári™osD —di—˜áti™osD isentrópi™os ou politrópi™osF 3. 33 •Última •Sair . Entropia e irreversibilidade e p—rtir d— de(nição de um— nov— v—riável de est—do ! — entropia ! podeEse ™—r—™teriz—r — irreversi˜ilid—de a lei d— „ermodinâmi™— de modo m—is direto e —(rm—tivoF ƒu— dos fenômenos m—™ros™ópi™os e express—r — PE de(nição ˜—sei—Ese n—s —nálises de g—rnot so˜re o fun™ion—mento d—s máquin—s térmi™—sD ™omo os motores — v—por d—s —ntig—s lo™omotiv—s @epF eAF e entropi— @S A de um sistem—D introduzid— por gl—usiusD é um— v—riável de est—do extensiv— ™uj— v—ri—ção tot—l @∆S A pode ser express— ™omo ∆S = ∆Sext + ∆Sint onde ∆Sext é — p—rte d— v—ri—ção devid— — inter—ção ™om — vizinh—nç—D e ∆Sint D — p—rte devid— — mud—nç—s o™orrid—s no interior do próprio sistem—F ƒegundo gl—usiusD — v—ri—ção de entropi— @∆Sext A de um sistem— fe™h—do à temper—tur— T D —o re™e˜er um— •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

qu—ntid—de de ™—lor QD é d—d— por

15

∆Sext =

Q T

€or outro l—doD — v—ri—ção de entropi— @∆Sint A devid— — pro™essos internos nun™— é neg—tiv—F É positiv— p—r— todos os pro™essos que o™orrem espont—ne—menteD denomin—dos por €l—n™k processos naturaisD e nul— p—r— os ™h—m—dos pro™essos reversíveisD ou sej—D — entropi— nun™— diminuiF essimD

∆Sint ≥ 0
gom˜in—ndoEse —s du—s expressões —nterioresD podeEse es™rever — v—ri—ção tot—l d— entropi— de um sistem— que re™e˜e ™—lor @QA de um— fonte térmi™— à temper—tur— T D ™omo

∆S ≥
onde — igu—ld—de só se veri(™— em pro™essos reversíveisF

Q T

a lei d— „ermodinâmi™— ™omo um prin™ípio de irreversi˜ilid—de m—™rosE hesse modoD podeEse express—r — PE ™ópi™—F
15
Considerando-se que o calor recebido por um sistema é positivo, e o calor cedido é negativo. A variação de entropia devido a interações com a vizinhança pode ser devida também à troca de partí culas.

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 34 •Última

•Sair

A entropia de um sistema isolado nunca decresce.

ouD equiv—lentementeD por
O estado de equilbrio de um sistema isolado mxima. um estado de entropia

a e PE a leisD — evolução de sistem—s m—™ros™ópi™osD em pro™essos reversíveisD pode ser he —™ordo ™om — IE express—D p—r— v—ri—ções in(nitesim—is — um— d—d— temper—tur— T D por

dQrev = T dS = dU − dWrev

a e 2a leis) @1-

@RA

onde dQrev é o ™—lor envolvidoD dS é — v—ri—ção de entropi—D dU é — v—ri—ção de energi— intern—D e dWrev é o tr—˜—lho in(nitesim—l reversível re—liz—do pelo sistem— so˜re o meio externoF gomo — entropi— é um— v—riável de est—doD — iqF R permite o ™ál™ulo d— v—ri—ção de entropi— de um sistem— que p—rti™ip— de qu—lquer pro™esso @reversível ou nãoEreversívelA entre um est—do de equilí˜rio ini™i—l i e um est—do equilí˜rio (n—l f D por f dQ ∆S = @SA T rev i onde dQ represent— o ™—lor re™e˜ido ou ™edido pelo sistem— em um— possível evolução reversívelF

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a e d— PE a lei d— „ermodinâmi™—D — entropi— só essim ™omo — energi— intern—D do ponto de vist— d— IE é de(nid— — menos de um— ™onst—nteD ou sej—D —pen—s v—ri—ções de energi— intern— e entropi— podem ser a lei d— „ermodinâmi™— —tri˜ui um v—lor mínimo à entropi—D determin—d—s por ess—s leisF e ™h—m—d— QE de(nindo um— es™—l— —˜solut—F

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3.3.1. Entropia em transições de fase
hur—nte um— tr—nsição de f—seD ™omo n— fusão do gelo em águ—D — pressão e — temper—tur— perm—ne™em ™onst—ntesD —té que tod— — m—ss— d— su˜stân™i— se tenh— fundidoF ƒendo TF — temper—tur— de fusão do gelo — um— d—d— pressão eD s—˜endo queD — qu—ntid—de de ™—lorD tr—nsferid— à su˜stân™i— em su— f—se sólid— @geloAD ne™essári— p—r— — mud—nç— de est—do é propor™ion—l à m—ss— m d— su˜stân™i— — ser derretid—D

Q = m LF
onde LF é o por

calor latente de fusão do geloD

— v—ri—ção de entropi— @∆S A d— su˜stân™i— pode ser ™—l™ul—d—

∆S =

Q mLF = TF TF

essimD — v—ri—ção de entropi— —o se fundir I kg de gelo à pressão de I —tmosfer—D qu—ndo LF = 79,6 ™—lGgD é d— ordem de 79,6 × 103 291 ™—lGu = 1218 tGu ∆S = 273,15

3.3.2. Entropia em uma expansão livre
u—ndo um gás mole™ul—rD no interior de um re™ipiente rígido e —di—˜áti™oD ini™i—lmente ™on(n—do em um volume Vi D é permitido exp—ndirEse livremente de modo — o™up—r o volume tot—l Vf do re™ipienteD o pro™esso

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@—di—˜áti™oA é irreversívelF xesse pro™esso de exp—nsão livre de um gásD ™onhe™ido ™omo experiência de JouleD — temper—tur— @T A do gásD p—r— ˜—ix—s densid—desD perm—ne™e pr—ti™—mente ™onst—nteF xess—s ™ir™unstân™i—sD — v—ri—ção de su— entropi— pode ser ™—l™ul—d— — p—rtir de um— im—ginári— evolução isotérmi™— reversível de um gás ide—l entre os volumes Vi e Vf F gomo — v—ri—ção d— energi— intern— de um gás ide—l é nul— em pro™essos isotérmi™os reversíveisD o ™—lor envolvido nesse pro™esso im—ginário é igu—l —o tr—˜—lho isotérmi™oF hesse modoD podeEse express—r — v—ri—ção de entropi— ™omo Wisot ∆S = T onde f Vf Vf dV Wisot = = N k T ln P dV = N k T V Vi i Vi essimD — v—ri—ção de entropi— do gás é d—d— por ∆S = Sf − Si = N k ln Vf Vi >0 (expansão livre − Vf > Vi ) isse exemplo ilustr— o modo pelo qu—l podeEse ™—l™ul—r — v—ri—ção de entropi— @∆Ssist A de um sistem— em um pro™esso qu—lquerF sm—gin—Ese um pro™esso reversível que leve o sistem— do est—do ini™i—l @iA —o est—do •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 38 •Última •Sair .

39 •Última •Sair . •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. Calores especícos dos sólidos e dos gases epes—r de determin—r — v—ri—ção de temper—tur— de um sistem— em pro™essos que envolvem —pen—s — tro™— de ™—lorD — ™—p—™id—de térmi™— @C A de um ™orpo é um— propried—de extensiv— queD —lém d— m—ss—D depende t—m˜ém de su— n—turez—F he(nindoEse o calor especíco @cm AD por cm = 16 C m Em alguns caso.4.(n—l @f AD e determin—Ese — qu—ntid—de de ™—lor envolvid— no pro™essoD — p—rtir d— v—ri—ção d— energi— intern— do sistem— e do tr—˜—lho ne™essário p—r— re—liz—r t—l evoluçãoF 16 epes—r d— v—ri—ção de entropi— de um sistem— em um pro™esso irreversível poder ser ™—l™ul—d— — p—rtir de um pro™esso reversívelD — diferenç— está n— v—ri—ção de entropi— @∆Sviz A d— vizinh—nç— do sistem—F €—r— um pro™esso reversívelD — m—gnitude d— v—ri—ção de entropi— d— vizinh—nç— é igu—l — do sistem—D |∆Sviz | = |∆Ssist | a leiD €—r— um pro™esso nãoEreversívelD —s v—ri—ções devem ser t—is que s—tisf—ç—m — PE ∆Sviz + ∆Ssist > 0 3. imaginar tal processo reversível torna-se muito difícil.

deve-se distinguir calores especícos a volume constante (cV ). a um parâmetro (cX ). a magnetização constante (cM ).eD o C n o˜témEse propried—des intensiv—sD que ™—r—™teriz—m ™—d— su˜stân™i— ™ompost— ou elemento quími™oD indepenE dentemente d— qu—ntid—de de —mostr— d— su˜stân™i— que ™onstitui o ™orpoF c= À pressão —tmosféri™— norm—l @I —tmAD o ™—lor espe™í(™o d— águ— tem um v—lor pr—ti™—mente ™onst—nteD o o no interv—lo de H — IHH gD igu—l — IDHHH ™—lGg gF calor especíco molar @cAD por 17 €—r— os líquidosD que são pr—ti™—mente in™ompressíveisD experiment—lmenteD é m—is fá™il determin—rEse o ™—lor espe™í(™o — pressão ™onst—nte do que — volume ™onst—nteF xo ent—ntoD teori™—menteD é m—is fá™il determin—rEse o ™—lor espe™í(™o — volume ™onst—nteD pois não se pre™is— lev—r em ™ont— — dil—t—ção térmi™— a e PE a leisD p—r— um sistem— ™om número (xo de p—rtí™ul—sD em pro™essos do ™orpoF he —™ordo ™om —s IE reversíveisD t—is que o tr—˜—lho re—liz—do só envolve — pressão e o volumeD podeEse es™rever dQrev = dU + P dV = T dS = d(U + P V ) − V dP = T dS hesse modoD — @TA capacidade térmica a volume constante é d—d— por CV = dQ dT = V =cte. ∂U ∂T = T V ∂S ∂T >0 V 17 constante (cP ). em geral. a pressão X constante •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. Do mesmo modo que para a capacidade térmica. a campo magnético constante (cH ) ou. 40 •Última •Sair .

09 5.0305 0.0 12.0 63.82 1.0 184.215 0.0 108.0321 µ(gGmol) 27.0 c (™—lGmol g) 5.32 6.85 6. €—r— os sólidosD os ™—lores espe™í(™os — volume e — pressão ™onst—ntes são pr—ti™—mente igu—is eD desde IVIWD hulong e €etit mostr—r—m que o ™—lor espe™í(™o mol—r @cA d—s su˜stân™i—s sólid—sD prin™ip—lmente dos o met—isD à temper—tur— —m˜ienteD er— um— ™onst—nte d— ordem de T ™—lGmol g @„—˜F PAD ou sej—D c 3RF isse ™omport—mento exi˜ido pelos met—isD denomin—do lei de hulongE€etitD foi utiliz—do p—r— ™orrigir —s m—ss—s —tômi™—s de vári—s su˜stân™i—sF gom — o˜tenção de ˜—ix—s temper—tur—sD —lém do desvio já —™entu—do do ™—r˜onoD desvios no ™omport—E •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.eD — capacidade térmica a pressão constanteD por CP = dQ dT = P =cte.92 o Tabela 2: Calor especíco molar de alguns sólidos.5 207.121 0. 41 •Última •Sair .0564 0.46 5. ∂ (U + P V ) ∂T o = T P ∂S ∂T >0 P ƒu˜stân™i— elumínio g—r˜ono go˜re ghum˜o €r—t— „ungstênio c (™—lGg g) 0.0923 0.

4 0.2 0 0 T TD 0. 42 •Última •Sair .4 Figura 3: Variação do calor especíco molar com a temperatura.8 0.6 0.8 1 1.2 1.6 0.4 0.cV 1 3R 0.2 0. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

43 •Última •Sair .mento dos próprios met—is mostr—r—m que os v—lores dos ™—lores espe™í(™os diminuí—m —™entu—d—mente ™om — temper—tur— —˜—ixo de um v—lor ™ríti™o @TD AD denomin—d— temper—tur— de he˜ye @pigF QAF isse f—to expli™— o desvio d— lei de hulongE€etit exi˜ido pelo ™—r˜ono poisD enqu—nto — temper—tur— he˜ye do ™hum˜o é VV uD muito —˜—ixo d— temper—tur— —m˜iente norm—lD — do ™—r˜ono é d— ordem de IVTH uF €ort—ntoD à temper—tur— —m˜ienteD o ™—r˜ono en™ontr—Ese muito —˜—ixo de su— temper—tur— ™ríti™—F €—r— os g—sesD que são su˜stân™i—s f—™ilmente ™ompressíveisD deveEse f—zer — distinção entre os ™—lores espe™í(™os — volume e — pressão ™onst—ntesF essimD p—r— um gás ide—lD ™uj— energi— intern— depende do a lei p—r— um pro™esso reversívelD no qu—l não se número de molé™ul—s e d— temper—tur—D podeEse es™rever — IE —lter— o número de molé™ul—sD ™omo dQrev = CV dT + P dV eD de —™ordo ™om — equ—ção de gl—peyron @P V = nRT AD dQrev = (CV + nR) dT − V dP =⇒ dQ dT = CV + nR − V rev dP dT o que impli™— que — rel—ção entre os ™—lores espe™í(™os mol—res p—r— um gás ide—l é d—d— pel— MayerF cP − cV = R relação de e rel—ção de w—yer express— o f—to de que p—r— um gásD é m—is fá™il v—ri—r — temper—tur— em um pro™esso — pressão ™onst—nteD do que — volume ™onst—nteF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

5 12.9 20.9 21.9 cV (tGmolFu) 12.8 γ = cP /cV 1.659 1.4 43. a energia interna é denida a menos de uma constante arbitrária (Uo ).1 31.3 34.402 1. Como a energia interna do gás ideal é proporcional à temperatura. do mesmo modo que a energia de uma partícula em um campo conservativo. arbitra-se Uo = U (T = 0) = 0. 44 •Última •Sair .6 51.4 8.3 9.4 8.3 8.359 1. usualmente.2 8.4 8.qás He Ar Hg O2 CO Cl2 SO2 C2 H6 cP (tGmolFu) 20.293 1.5 20.6 12.672 1.3 29.1 40. epes—r d—s pequen—s dis™repân™i—s ™om — rel—ção de w—yer mostr—d—s n— „—˜F QD —s gr—ndes dis™repân™i—s —present—d—s pelo v—lor do p—râmetro γ = cP /cV indi™—m queD p—r— um número (xo de molé™ul—sD —pes—r de só depender d— temper—tur—D — energi— intern— @U A de um gás pr—ti™—mente ide—lD determin—d— por 18 T U =n 0 cV dT não é um— função univers—lD ou sej—D depende d— n—turez— do gásF 18 que A rigor.395 1.0 9.9 20.204 Tabela 3: Relação entre os calores especícos molares de alguns gases.9 29.672 1.1 cP − cV (tGmolFu) 8.0 25. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

por €—r— os g—ses mono—tômi™osD o ™—lor espe™í(™o mol—r — volume ™onst—nte e — energi— intern— são d—dos 3 cV = R 2 p—r— os g—ses di—tômi™osD por 5 cV = R 2 =⇒ 3 3 U = nRT = N kT 2 2 5 5 U = nRT = N kT 2 2 @gases monoatômicos) =⇒ @gases diatômicos) eD p—r— g—ses poli—tômi™osD por cV ≥ 3R =⇒ U ≥ 3nRT = 3N kT @gases poliatômicos) vev—ndoEse em ™ont— — hipótese —tômi™—D y ™—lor espe™í(™o represent— — ™—p—™id—de de um— su˜stân™i— —˜sorver energi— @™—lorA est—tisti™—menteD em nível mi™ros™ópi™oD que não pode ser express— pel— re—liz—ção de tr—˜—lho m—™ros™ópi™oF xesse sentidoD g—ses ™onstituídos por molé™ul—s di—tômi™—s teri—m m—iores possiE ˜ilid—des de —˜sorver energi— do que —queles ™onstituídos por molé™ul—s mono—tômi™—sF he f—toD — primeir— expli™—ção p—r— —s diferenç—s dos v—lores dos ™—lores espe™í(™os dos g—sesD ˜—se—d— n— „eori— ginéti™— dos q—sesD foi feit— por gl—usiusD em IVSUD —o supor queD —lém d— energi— ™inéti™— de tr—nsl—çãoD — energi— de um— molé™ul— re—l poderi— ™onter termos devido — rot—ções e vi˜r—ções d— molé™ul—D ou sej—D tinh—Ese que —dmitir que —s molé™ul—s tivessem estrutur— intern—D não fossem —pen—s p—rtí™ul—sF ho ponto de vist— me™âni™oD dizEse que um— molé™ul—D —lém dos gr—us de li˜erd—de —sso™i—dos à tr—nsl—çãoD pode possuir t—m˜ém outros gr—us de li˜erd—deD ™omo os —sso™i—dos — rot—ção e — vi˜r—çãoF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 45 •Última •Sair .

46 •Última •Sair .he —™ordo ™om o v—lor experiment—l do ™—lor espe™í(™o mol—rD — energia média da um— gás ide—l mono—tômi™o é d—d— por U 3 = = kT N 2 eD lev—ndoEse em ™ont— — equ—ção de gl—peyronD iqF ID podeEse express—r — pressão ™omo mol¢ulas @ A de P = 2U 2 = u 3V 3 ou sej—D — pressão de um gás ide—l mole™ul—r mono—tômi™o é propor™ion—l à densid—de de energi— @u = U/V AF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

V. Potenciais químicos e termodinâmicos e energi— de um sistem— de p—rtí™ul—s pode ser —lter—d— t—m˜ém —o se —di™ion—r ou su˜tr—ir nov—s p—rtí™ul—sD distint—s ou de mesm— espé™ieD ™omo o™orre em um— re—ção quími™—F y potencial químico @µA foi introduzido por qi˜˜sD em IVUSD —o tr—t—r —s re—ções quími™—s ™omo pro™essos termodinâmi™osD express—ndo — v—ri—ção d— energi— intern— de um sistem—D em pro™essos reversíveisD ™omo dU = T dS − P dV + i µi dNi onde P e V são — pressão e o volumeD Ni é o número de p—rtí™ul—s do tipo iD e µi é o poten™i—l quími™o —sso™i—doD que represent— — energi— ne™essári— p—r— v—ri—r de um— unid—de o número de p—rtí™ul—s do tipo iF iss— expressão mostr— que — energi— intern— @U A de um sistem—D p—r— um pro™esso reversívelD é um— função monotoni™—mente ™res™ente d— entropi— @S AD ou sej—D ∂U ∂S = T > 0 X onde X represent— o volume @V AD — m—gnetiz—ção @MAD — pol—riz—ção @P AD o número de p—rtí™ul—s @N A ou qu—lquer outr— gr—ndez— extensiv— —sso™i—d— —o tr—˜—lho re—liz—do pelo sistem— so˜re o meio externoF €—r— sistem—s simples ™om —pen—s um tipo de p—rtí™ul—D p—r— os qu—is o tr—˜—lho pode ser expresso —pen—s pel— v—ri—ção do volumeD lev—ndoEse em ™ont— que — energi— intern— @U A é extensiv— eD port—ntoD função n—tur—l d—s v—riáveis extensiv—s @S. 47 •Última •Sair .3.5. N AD —o se multipli™—r —s v—riáveis extensiv—s —sso™i—d—s por um p—râmetro re—l •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

λN ) heriv—ndo — expressão —nterior ™om rel—ção —o p—râmetro λD o˜témEse U= dU ∂U d(λS ) ∂U d(λV ) ∂U d(λN ) = + + = T S − P V + µN dλ ∂ (λS ) dλ ∂ (λV ) dλ ∂ (λN ) dλ T S −P V µ N essimD o poten™i—l quími™o pode ser determin—do por µ= onde F = U − T S é — 1 1 G (U − T S + P V ) = (F + P V ) = N N N = F + PV é — função de Helmholtz e G = U − T S + P V função de GibbsF y signi(™—do d—s funções de est—do F e GD t—m˜ém introduzid—s por qi˜˜sD em IVUSD é —nálogo —o d— energi— poten™i—l de um— p—rtí™ul— em um ™—mpo ™onserv—tivoF 19 19 Onde a variação de energia potencial é igual ao trabalho. λV. 48 •Última •Sair .λD impli™—   λS λV  λN =⇒ λU = U (λS. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

49 •Última •Sair .gonsider—ndo queD — v—ri—ção de entropi— de um sistem— em um pro™esso de tro™— de ™—lor ™om o meio externoD pode ser es™rit— ™omo Q ∆S = + ∆Sint T a lei ™omo podeEse express—r — IE T ∆S − T ∆Sint = ∆U + W …m— vez que ∆Sint nun™— é neg—tiv—D impli™— que ∆U ≤ T ∆S − W ou sej—D O estado de equilbrio de um sistema isolado um estado no qual a energia interna assume um valor mnimo. @UA e função de relmholtzD t—m˜ém ™h—m—d— de energia livreD p—r— pequen—s v—ri—ções pode ser express— ™omo ∆F = ∆U − S ∆T − T ∆S he —™ordo ™om — iqF UD o˜témEse ∆F ≤ −S ∆T − W •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

essimD p—r— pro™essos isotérmi™os reversíveisD o tr—˜—lho re—liz—do por um sistem— é d—do pel— v—ri—ção d— função de relmholtzF Wisot = −∆F €or outro l—doD p—r— sistem—s nos qu—is o tr—˜—lho é d—do por P dV D result— que ∆F ≤ 0 ou sej—D (V. P constantes) •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. en—log—menteD express—ndoEse — função de qi˜˜s ™omo ∆G = ∆F + P ∆V + V ∆P o˜témEse ∆G ≤ −S ∆T − V ∆P eD p—r— sistem—s nos qu—is o tr—˜—lho é d—do por P dV D result— que ∆G ≤ 0 ou sej—D (T. 50 •Última •Sair . T constantes) O estado de equilbrio de um sistema em processos isotrmicos e isomtricos um estado no qual a funo de Helmholtz assume um valor mnimo.

O estado de equilbrio de um sistema em processos isotrmicos e isobricos um estado no qual a funo de Gibbs assume um valor mnimo. 51 •Última •Sair . iss— é — origem p—r— referirEse —s funções de qi˜˜s e relmholtz ™omo poten™i—is termodinâmi™osF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

Entropia e potencial químico de um gás ideal molecular monoatômico …m— vez queD p—r— um gás ide—l mono—tômi™o ™om N molé™ul—sD — ™—p—™id—de térmi™— — volume ™onst—nte 3 @CV A não depende d— temper—tur— e é igu—l — 2 N k D —lém d— energi— intern—D — p—rtir d— equ—ção de est—do de •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 52 •Última •Sair .a 3.6. A 3lei da Termodinâmica a e PE a leisD que são utiliz—d—s em qu—lquer pro˜lem— termodinâmi™oD — QE a leiD hiferentemente d—s IE enun™i—d— origin—lmente por ‡F xernstD em IWHTD só é evo™—d— qu—ndo se ne™essit— t—˜ul—r v—lores —˜solutos d— entropi—D ou se tr—˜—lh— em ˜—ix—s temper—tur—sF ƒegundo xernstD o f—to do ™—lor espe™í(™o tender — zero ™om — temper—tur—D de™orre d— hipótese de que qu—lquer v—ri—ção de entropi— t—m˜ém tende — ™ess—r qu—ndo — temper—tur— de um sistem— se —proxim— lent—mente do zero —˜solutoF hesse modoD podeEse ™onsider—r que o v—lor d— entropi— — H u é um— ™onst—nte —r˜itrári—F xo ent—ntoD de —™ordo ™om €l—n™kD lev—ndoEse em ™ont— o ™omport—mento quânti™o dos sistem—s ess— ™onst—nte tem v—lor a lei d— „ermodinâmi™— pode ser enun™i—d— ™omo nuloF essimD — ™h—m—d— QE A entropia de qualquer sistema se anula quando sua temperatura se aproxima lentamente de 0 K.7. 3.

gl—peyron e d—s leis d— „ermodinâmi™—D podeEse determin—r t—m˜ém — v—ri—ção d— entropi— do sistem—D pois 3 dT P µ dS = N k + dV − dN 2 T T T impli™— S = 3 Nk 2 dT + Nk T dV − V µ 3 dN = N k ln T + N k ln V + So (To . T. T. Vo . 53 •Última •Sair . Po . N ) 2 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. N ) T 2 @VA onde So é um— função indetermin—d— dos v—lores de referên™i— To e Vo D d— temper—tur— T e do número de molé™ul—s N D — menos que se ™onheç— — dependên™i— do poten™i—l quími™o ™om — temper—tur— e ™om o número de molé™ul—sF e iqF V não é ™omp—tível ™om o f—to d— entropi— ser um— v—riável extensiv—D pois dividindoEse o sistem— em du—s p—rtes I e PD e ™—l™ul—ndoEse —s entropi—s @S1 e S2 A de ™—d— p—rteD result— que S = S1 + S2 „—l f—to é ™onhe™ido ™omo função d— pressãoD paradoxo de GibbsD e pode ser ™ontorn—do express—ndoEse — entropi— em @WA S = 5 N k ln T − N k ln P + So (To .

54 •Última •Sair .e —rgument—ndoEse que p—r— — entropi— ser um— propried—de extensiv—D o termo So deve ser propor™ion—l —o número de molé™ul—sD isto é So = N kso hesse modoD de™orre que S = N k so + ln = N k ln b T 5/2 P = N k ln a T 5/2 P @IHA V 3/2 T N = Nk V 3 ln T + ln + so 2 N onde so = ln aD b = a/k e so = ln b = so − ln k F epes—r de resolver o pro˜lem— d— extensivid—deD — iqF IH impli™— que — entropi— tende — in(nitoD qu—ndo a lei d— „ermodinâmi™—F isse result—do indi™— que — temper—tur— se —proxim— de zeroD viol—ndo — ™h—m—d— QE — iqF IH só express— — entropi— de um— gás mole™ul—r no limite ™lássi™o de temper—tur—s moder—d—s e ˜—ix—s densid—desD ou sej—D p—r— temper—tur—s m—iores que um ™erto v—lor ™ríti™o @Tc AD T Tc ∼ N bV 2/3 (limite clássico) e p—rtirD entãoD do result—do ™orrigido p—r— — entropi—D d—do pel— iqF IHD podeEse o˜ter e express—r o •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

poten™i—l quími™o —sso™i—do — um gás mole™ul—r no limite ™lássi™o ™omo µ = 1 N U + PV − TS 5 N kT 2 = kT 5 V − ln b T 3/2 2 N Λ = kT ln N V n − ln c T 3/2 nc = kT ln n nc = kT ln N Nd = 3 kT ln ∼ kT ln Tc T 3/2 @IIA onde c = b e−5/2 D n = N/V é — densid—de de molé™ul—sD entre molé™ul—sD e os v—lores ™ríti™os são de(nidos por = (V /N )1/3 é um— estim—tiv— d— distân™i— médi—    nc = c T 3/2         Nd = V nc 1 1/3  Λ = =   nc     N 2/3   T ∼  c cV @densidade efetiva de estados) @número de degeneração) 1 c 1/3 1 T 1/2 @comprimento de onda térmico) @temperatura crítica) essimD — ™ondição de —pli™—˜ilid—de d—s iqF IH e IID ou — ™ondição que de(ne o limite gás ide—l mole™ul—rD pode ser express— por qu—lquer um— d—s seguintes rel—ções equiv—lentes clássico de um •Sair •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 55 •Última .

56 •Última •Sair .  n       N   l      T nc Nd Λ Tc (limite clássico) e iqF II mostr— queD no limite ™lássi™oD de ˜—ix— densid—de e —lt— temper—tur—D o poten™i—l quími™o de um gás mole™ul—r tem v—lor neg—tivoF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

σz . py .y ™ritério p—r— — v—lid—de do limite ™lássi™o pode ser o˜tido — p—rtir do princípio da incerteza de o qu—l est—˜ele™e que —s dispersões @σx . 57 •Última •Sair . σpy . pz A de um— p—rtí™ul—D s—tisf—zem —s ™h—m—d—s rel—ções de in™ertez—sD HeisenbergD    σ σ   x px σy σpy     σ σ z pz h h h onde h 6. y.626 × 10−34 tFs é — ™onst—nte univers—l introduzid— por €l—n™kD em IWHID em seu tr—˜—lho so˜re — r—di—ção de ™orpo negroD denomin—d— constante de PlanckF €—r— um gás ide—l mole™ul—rD ™om N molé™ul—sD em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T D em um volume V D devido —o movimento ™—óti™oD o v—lor médio do momentum de ™—d— p—rtí™ul— é nulo @ px = py = pz = 0A eD port—ntoD —s dispersões —sso™i—d—s são express—s por    σ 2 = p2 x   px 2 σp = p2 y y     σ 2 = p2 pz z =⇒ 2 2 2 2 2 2 σp + σp + σp = p2 x + px + px = p x y z •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. σpx . z A e do momentum @px . σpz A —sso™i—d—s —os v—lores médios d— posição @x. σy .

58 •Última •Sair . σz A n—s posições são d—d—s pel— distân™i— médi— @lA entre —s moléE ™ul—sD ou sej—D V 1/3 l= σx σy σz N podeEse express—r — ™ondição p—r— o limite ™lássi™o ™omo V N 2/3 2 σp x + 2 σp y + 2 σp z h 2 ⇐⇒ N V 2/3 2mk T h2 p2 = 2m onde m é — m—ss— de um— molé™ul— e em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T F kT é — energi— médi— d—s molé™ul—s de um gás ide—l mono—tômi™o essimD o limite ™lássi™o pode ser expresso ™omo T Tc ∼ h2 2mk N V 2/3 ⇐⇒ N 3 Λ V 1 hesse modoD —pes—r deD — p—rtir de rel—ções empíri™—s p—r— — ™—p—™id—de térmi™— e p—r— — equ—ção de est—doD se o˜ter expressões e fórmul—s que exi˜em — dependên™i— ™orret— p—r— — entropi— e p—r— o poten™i—l •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.gonsider—ndo que —s in™ertez—s @σx . σy .

cA só são determin—d—s lev—ndoEse em ™ont— o ™omport—mento quânti™o d—s molé™ul—s de um gásF €—r— — we™âni™— ist—tísti™—D um gás é qu—lquer sistem— de p—rtí™ul—s qu—se independentesD que inter—gem —pen—s p—r— permitir que o sistem— —l™—n™e um est—do de equilí˜rio m—™ros™ópi™o termodinâmi™oF xesse sentidoD todo sistem— g—soso —˜—ixo d— temper—tur— ™ríti™—D p—r— o qu—l deveEse ™onsider—r o ™omport—mento quânti™o é dito um gás degeneradoD e qu—lquer gás que s—tisf—z o limite ™lássi™o do gás ide—l mole™ul—r eD port—ntoD —™im— d— temper—tur— ™ríti™—D é dito um gás não-degeneradoF y ™ompromisso entre — densid—de e — temper—tur—D que ™—r—™teriz— — degeneres™ên™i— de um gásD pode ser visu—liz—do n— pigF RD onde — linh— pontilh—d— de(ne os v—lores ™ríti™os que sep—r—m —s regiões ™lássi™—s e quânti™—sF €—r— temper—tur—s e densid—des —˜—ixo d— linh— ™ríti™—D o gás é degener—do e deve ser tr—t—do ™omo um sistem— quânti™oF €—r— temper—tur—s e densid—des —™im— d— linh— ™ríti™—D o gás é nãoEdegener—do e pode ser tr—t—do ™omo um sistem— ™lássi™oF e t—˜el— R mostr— — temper—tur— ™ríti™— e —s ™orrespondentes densid—des de —lguns sistem—s g—sososF sistem—s H2 4 He N/V (™m−3 ) Tc (u) 2 × 1019 ∼ 10−1 2 × 1022 ∼4 Tabela 4: Valores críticos de densidade e temperatura de alguns gases. b.quími™o do gás ide—lD ™omo função do número de molé™ul—sD do volume e d— temper—tur—D —s ™onst—ntes @a. 59 •Última •Sair . •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

T g as n~ ao-degenerado (N/V)Λ3 = 1 g as degenerado N/V Figura 4: Gases degenerados e não-degenerados. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 60 •Última •Sair .

61 •Última •Sair .e ™onst—nte b = (2mπk/h2 )3/2 e5/2 D onde m é — m—ss— de um— molé™ul—D k é — ™onst—nte de foltzm—nn e h é — ™onst—nte de €l—n™kD foi determin—d— por ƒ—™kurD em IWIID e por „etrodeD em IWIPD que o˜tiver—m — expressão que permite ™—l™ul—r os v—lores —˜solutos d— entropi— e do poten™i—l quími™o de um gás mole™ul—r mono—tômi™oD — p—rtir d— entãoD denomin—d— fórmula de Sackur-TetrodeF S = N k ln V N 2mπkT h2 3/2 e5/2 = Nk V 5 3 2mπkT + ln + ln 2 2 h2 N @IPA essimD — p—rtir do ™ál™ulo d— ™onst—nte c = be−5/2 = (2mπk/h2 )3/2 D os p—râmetros ™ríti™os podem ser determin—dos por   2mπkT 3/2   n =  c   h2     2mπkT 3/2   N = V  d h2  h   Λ= √    2mπkT     3 2/3 h2 N    Tc = 8π 2mk V 2/3 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

V. N ) = N k ln d V N U N 3/2 @IQA •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 62 •Última •Sair .…m— vez que — energi— médi— d—s molé™ul—s @ A de um gás à temper—tur— T é d— ordem de kT D o p—râmetro Λ está rel—™ion—do —o ™h—m—do ™omprimento de ond— térmi™o de vF de froglie @λdB AD λdB = h p2 = h 2m =√ √ h = πΛ 2mkT essimD p—r— pro™essos isotérmi™osD de um est—do ini™i—l i — um est—do (n—l j D — entropi— ™res™e ™om o volume Vf (T = constante) ∆S = N k ln Vi ™res™e ™om — temper—tur—D p—r— pro™essos isométri™os ∆S = e p—r— pro™essos iso˜ári™os Tf 3 N k ln 2 Ti Tf 5 N k ln 2 Ti (V = constante) ∆S = (P = constante) gomo — temper—tur— é propor™ion—l à energi— médi— d—s molé™ul—s @T ∼ U/N AD podeEse es™rever — entropi— em função —pen—s d—s v—riáveis extensiv—sD S (U.

N ) = N N dV 2/3 e2S/3N k @IRA e dependên™i— ™orret— e ™omplet— d— entropi— e d— energi— de um sistem— só pode ser ™orret—mente determin—d— — p—rtir d— we™âni™— ist—tísti™—F w—sD um— vez ™onhe™id— ess— dependên™i—D em função d—s v—riáveis extensiv—s que ™—r—™teriz—m o est—do termodinâmi™o do sistem—D podeEse determin—r —s rel—ções a e PE a leisF isse é o pro™edimento termodinâmi™—sD ™omo —s equ—ções de est—doD ™omo ™onseqüên™i—s d— IE —dot—do n— we™âni™— ist—tísti™—F a e PE a leisD p—r— pro™essos reversíveisD €or exemploD — p—rtir d— iqF IR e de —™ordo ™om —s IE dU = T dS − P dV + µ dN o˜témEse •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 63 •Última •Sair . V.onde d 2πm h2 3/2 e5/2 F iss— é — dependên™i— n—tur—l d— entropi—D ™omo um— propried—de extensiv—D que mostr— o ™omport—mento monotoni™—mente ™res™ente ™om — energi— e ™om o volumeF he m—neir— re™ípro™—D podeEse express—r — energi— de um gás ide—l mole™ul—rD ™omo função do número de molé™ul—sD d— entropi— e do volumeD U (S.

64 •Última •Sair .V         ∂U 3   CV = = N k = CV   ∂T V.N   =⇒ 3 U = N kT 2 =⇒ 2 PV = U 3 U N   P V = N kT      U + P V = 5 N kT 2 =⇒   U 2S U 3 V ∂U   = − = kT − ln d µ=    ∂N N 3 N k N 2 N  S.N 3/2 = kT ln N 1 V c T 3/2 =µ he m—neir— —nálog—D ess—s rel—ções termodinâmi™—s podem ser o˜tid—sD — p—rtir d— própri— expressão p—r— •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.N 3N k                     2U ∂U    = P =−   ∂V 3V  S. 2 ∂U   = U T =    ∂S V.N 2           ∂ (U + P V ) 5   = N k = CP  CP = ∂T 2 P.

V.V •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 65 •Última •Sair .— entropi— @iqF IQAF …m— vez que S (U.N ∂U ∂N dN U.N ∂S ∂V dV + U. N ) =⇒ dS = ∂S ∂U dU + V.

N „—l método foi utiliz—do por qi˜˜s e iinstein p—r— deduzir —s rel—ções termodinâmi™—s entre —s v—riáveis de est—do —sso™i—d—s — diversos sistem—s físi™osF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.N V P         µ ∂S 5 U U 3/2 N 1 =⇒ = − = k − ln µ = kT ln   T ∂N 2 N N V c T 3/2  U.a e — PE a lei p—r— pro™essos reversíveisD o˜témEse de —™ordo ™om — IE  ∂S 3 Nk 3 V   1 = = =⇒ U = N kT =⇒ S = N k ln c T 3/2    T ∂U 2 U 2 N  V.N    2U   =⇒ P =   3V     P T 3/2 ∂S N k   a = = = ⇒ P V = N kT = ⇒ S = N k ln   T ∂V U.V          ∂S 3   CV = T = N k = CV   ∂T V. 66 •Última •Sair .N 2          ∂S 5    = N k = CP  CP = T ∂T 2 P.

67 •Última •Sair .gomo teori— fenomenológi™—D — „ermodinâmi™— não possi˜ilit— — previsão ™orret— dos p—râmetros que ™—r—™teriz—m um sistem— m—™ros™ópi™oD nem — determin—ção d—s equ—ções de est—doF e we™âni™— ist—tísti™—D — p—rtir d— determin—ção teóri™— d— entropi—D v—i forne™er os meios p—r— — interpret—ção e — previsão m—is ™orret— de vári—s rel—ções empíri™—sD ™omo — equ—ção de gl—peyron e — lei de gurieD e — determin—çãoD t—m˜ém m—is ™orret—D de vários p—râmetros ™omo os ™—lores espe™í(™os mol—res dos g—ses e dos sólidos ™rist—linos ™omo os met—isD e — sus™epti˜ilid—de m—gnéti™— de su˜stân™i—s p—r—m—gnéti™—s e ferrom—gnéti™—sF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

Entropia da radiação de corpo negro sndependentemente d— n—turez— do fenômenoD um— vez determin—d—D teóri™o ou empiri™—menteD — equ—ção de est—do de um sistem—D —s leis d— „ermodinâmi™— permitem est—˜ele™er outr—s rel—ções entre —s divers—s v—riáveis de est—do do sistem—D ™omo — energi—D — entropi—D os ™—lores espe™í(™os e os poten™i—is quími™osF …m exemplo típi™o é — determin—ção d— lei de Stefan-Boltzmann p—r— — r—di—ção de ™orpo negroD — p—rtir do ™onhe™imento d— rel—ção entre — pressão e — densid—de de energi— d— r—di—çãoF e r—di—ção eletrom—gnéti™—D em equilí˜rio térmi™oD em um— ™—vid—deD ™onhe™id— ™omo radiação de corpo negroD em muitos —spe™tosD tem um ™omport—mento —nálogo —o de um gás mole™ul—r em equilí˜rio térmi™oD em um d—do volumeF yu sej—D ™omport—Ese ™omo um gás ™onstituído por p—rtí™ul—s livresD denomin—d—s fótonsD ™uj— pressão é t—m˜ém propor™ion—l à densid—de de energi—F xo ent—ntoD diferentemente d—s molé™ul—s de um gásD os fótons têm m—ss— nul— e estão —sso™i—dos — um— mesm— velo™id—deD — velo™id—de d— luz no vá™uoD c 3. 68 •Última •Sair .3.0 × 108 mGsF ƒegundo iinstein e gomptonD p—r— um— ond— eletrom—gnéti™— pl—n— mono™romáti™—D — energi— @ A e o momentum @pA dos fótons —sso™i—dos são propor™ion—is à freqüên™i— @ν A d— r—di—çãoF = hν = pc onde h 6.626 × 10−34 tFs é — ™onst—nte de €l—n™kF essimD podeEse ™onsider—r — r—di—ção eletrom—gnéti™— de freqüên™i— —r˜itrári—D em um— ™—vid—deD ™omo um gás de fótons de divers—s energi—sD que do mesmo modo que —s molé™ul—s de um gásD exer™e pressão so˜re •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.8.

—s p—redes d— ™—vid—deF gomo ond—s pl—n—s in™oerentes de divers—s freqüên™i—s não interferem entre siD os fótons ™omport—mEse ™omo um gás ide—lD entret—ntoD de n—turez— não mole™ul—rF e iletrom—gnetismo de w—xwellD —ind—D —sso™i— à r—di—ção eletrom—gnéti™— em equilí˜rio térmi™o à temE per—tur— T D em um— ™—vid—de de volume V D um— pressão @P A t—m˜ém propor™ion—l à densid—de de energi— u = U/V D 1U 1 P = u= 3 3V onde U é — energi— tot—l d— r—di—çãoF gomo — r—di—ção em um— ™—vid—de result— d— superposição de vári—s ™omponentes mono™romáti™—sD — densid—de de energi— pode ser express— ™omo u= uν dν onde ν e uν são — freqüên™i— e — densid—de de energi— —sso™i—d—s — ™—d— ™omponente mono™romáti™—F gonforme —s ™onsider—ções de uir™ho' @IVSWAD — densid—de espe™tr—l de energi— eD port—ntoD — densid—de de energi— tot—l p—r— — r—di—ção de ™orpo negro só depende d— temper—tur—D de modo que dU = V du dT dT + u dV •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 69 •Última •Sair .

a e PE a leis ™omo essimD podeEse es™rever — IE T dS = V du dT dT + (u + P ) dV 4u/3 gonsider—ndoD entãoD — entropi— d— r—di—ção de ™orpo negro ™omo função d— temper—tur— e do volumeD S (T. V AD impli™— que  V du ∂S   =   T dT  ∂T V      ou sej—D ∂S ∂V = T 4u 3T u 1 du − 2 T dT T u du =4 dT T ∂2S ∂2S = ∂T ∂V ∂V ∂T =⇒ 1 du 4 = T dT 3 =⇒ hesse modoD o˜témEse — lei de ƒtef—nEfoltzm—nn u = aT 4 =⇒  4   U = aV T   P = 1 aT 4 3 •Sair •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 70 •Última .

eD um— vez que            ∂S ∂T ∂S ∂V = 4aV T 4 V =⇒ T 4 = aT 3 3 20 4 S = aV T 3 3 o˜témEse t—m˜ém — rel—ção entre — energi— e — entropi— S= 4 aV U 3 3 1/4 =⇒ U= (3S/4)4 aV 1/3 he —™ordo ™om —s leis d— „ermodinâmi™—D  1 ∂S 3S   = =   ∂U V 4U  T =⇒ P =   P   =  T ∂S ∂V = U 1S 4V 1U 3V gomp—r—ndoEse —s expressões p—r— —s energi—s do gás ide—l mole™ul—r @U ∼ N T A e do gás de fótons 20 Esses resultados baseiam-se na 3- a lei. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 71 •Última •Sair . considerando que S (0) = 0.

72 •Última •Sair .@U ∼ V T 4 AD em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T D em um re™ipiente fe™h—do de volume V D podeEse ™on™luir queD em um— exp—nsão isotérmi™—D — densid—de de molé™ul—s e de energi— do gás ide—l mole™ul—r diminuemY — densid—de de energi— do gás de fótons perm—ne™e ™onst—nteF ho ponto de vist— mi™ros™ópi™oD —o —ument—r isotermi™—mente o volume do re™ipiente que en™err— um gás mole™ul—rD um— vez que não se —lter— o número tot—l de molé™ul—s e — energi—D — ™on™entr—ção de molé™ul—s e — densid—de de energi— de™res™emF xo ™—so d— r—di—ção de ™orpo negroD o —umento d— energi— ™om o volumeD signi(™— que o número de fótons t—m˜ém —ument— p—r— m—nter — densid—de de energi— ™onst—nteD ou sej—D —o v—ri—r o volume d— ™—vid—de isotermi™—menteD —s p—redes ger—m m—is r—di—çãoD t—l que — densid—de de energi— perm—neç— ™onst—nteF essimD — qu—ntid—de de fótons em um— ™—vid—deD —o ™ontrário do número de molé™ul—s do gás em um re™ipiente fe™h—doD é um número inde(nido que depende d— temper—tur—F y número de fótons se —just— p—r— m—nter — densid—de de energi— ™onst—nte e o poten™i—l quími™o nuloD 1 4 µ ∼ U − T S + P V = aV T 4 − aV T 4 + aV T 4 = 0 3 3 €odeEse dizer que — r—di—ção de ™orpo negro result— d— ™ri—ção e —niquil—ção ™ontínu— de fótons no interior d— ™—vid—deF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

Limites dos gases ideais degenerados wesmo sem tod—s —s ferr—ment—s d— we™âni™— ist—tísti™—D é possívelD — p—rtir do estudo de sistem—s de p—rtí™ul—s @™omo os g—ses mole™ul—resA que só inter—gem dur—nte ™urtíssimos interv—los de tempoD em rel—ção —o período no qu—l pr—ti™—mente não inter—gemD est—˜ele™er e desenvolver —lguns ™on™eitos import—ntes e fund—ment—is n— des™rição de qu—isquer sistem—sF ƒej— N o número tot—l de p—rtí™ul—s de um gás ™omposto por p—rtí™ul—s de mesm— espé™ieD e G◦ o número de estados 21 distintos o™up—dos por ess—s p—rtí™ul—sF e r—zão @N/G◦ A entre esses números permite — divisão dos g—ses em du—s ™l—ssesX não-degenerados e degeneradosF    N/G◦   1 @g—ses nãoEdegener—dosA @g—ses degener—dosA N/G◦ ≥ 1 q—ses degener—dos eviden™i—m — n—turez— quânti™— dos ™onstituintes de um sistem—D que se re)ete em seu ™omport—mento m—™ros™ópi™oF im ger—lD esse ™omport—mento m—nifest—Ese em ˜—ix—s temper—tur—sD —lt—s pressões ou —lt—s densid—desD qu—ndoD entãoD o número de est—dos o™up—dos é menor ou igu—l —o número de p—rtí™ul—s do sistem—F 21 De maneira geral. que se pode associar a uma partícula. o posição e o momentum. 73 •Última •Sair . •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. estado de uma partícula é qualquer condição possível. caracterizada por valores de grandezas como a ou a energia.4.

z ) é — energi— poten™i—l d— p—rtí™ul— so˜ — —ção do ™—mpoF hesse modoD — evolução do est—do d— p—rtí™ul— pode ser represent—d— no ™h—m—do espaço de fases µ de dimensão seisD onde ™—d— ponto de ™oorden—d—s @x.1. p) —™essíveis às p—rtí™ul—sD essen™i—lmente livres de um gásD ™ontid—s em um volume V e ™om moment— que v—ri—m de zero — um d—do v—lor p = |p|F ho ponto de vist— d— we™âni™— glássi™—D — energi— @ A de um— p—rtí™ul— de m—ss— mD em um ™—mpo ™onserv—tivoD pode ser express— em função de su— posição @x. z ) + p2 p2 p2 y x + + z 2m 2m 2m (x. pz AD ™omo = onde P P (x. p) onde — evolução de ™—d— p—rtí™ul— pode ser visu—liz—d— ™omo um— ™urv— nesse pl—no @pigur— SAF g—d— ponto desse pl—noD ™omp—tível ™om — energi— e outros vín™ulos externosD represent— um estado possível p—r— — p—rtí™ul—D e — áre— @ dx dpA de um— região desse pl—no que englo˜— esses pontos é propor™ion—l •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.4. y. py . y. 74 •Última •Sair . px . y. pz AD ™omp—tível ™om um d—do v—lor de energi— D ™—r—™teriz— o est—do dinâmi™o d— p—rtí™ul—F €—r— p—rtí™ul—s que se movem —pen—s —o longo de um— direção xD ™om momentum pD o esp—ço de f—ses é um pl—no (x. Densidade de estados €—r— — qu—nti(™—ção desses ™on™eitosD ini™i—lmenteD é ne™essário determin—r um— expressão p—r— o número de est—dos G(V. z. y. z A e momentum @px . py .

Figura 5: Possível trajetória de uma partícula em seu espaço de fase. a partir de um ponto inicial O. —o número de est—dos —™essíveis à p—rtí™ul—F xesse ™ontextoD utiliz—ndoEse de um —rgumento devido — „etrodeD 22 o número de est—dos —™essíveis — ™—d— um— d—s p—rtí™ul—s livres de um gás ™ontido em um re™ipiente de volume V D ™om momenta menores que um d—do v—lor pD pode ser expresso pel— r—zão entre o volume no esp—ço de f—ses de dimensão seisD —sso™i—do — um— úni™— p—rtí™ul—D ™ujo momentum v—ri— de zero —té o v—lor pD e o volume mínimo @h3 A permitido pelo 22 Esse argumento foi também utilizado por Bose. 75 •Última •Sair . •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. em 1924. ao deduzir a fórmula de Planck para a radiação de corpo negro.

ou seja. 76 •Última •Sair . σx σp h •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.prin™ípio d— in™ertez— de reisen˜ergD 23 ou sej—D G= 2 h3 d3 x d3 p = 2 V h3 4π 3 p 3 onde h é — ™onst—nte de €l—n™kD o termo entre p—rênteses é o volume no esp—ço dos moment— e o f—tor 2 represent— — degeneres™ên™i— @devido —o spin ou pol—riz—çãoA —sso™i—d— — ™—d— est—do de momentum @ou energi—A de(nidoF he —™ordo ™om —s rel—ções entre o momentum @pA e energi— @ A p—r— um— p—rtí™ul— livreD de m—ss— m e velo™id—de cD denomin—d—s relações de dispersãoD √  2m @p—rtí™ul—s m—ssiv—sA p =     nãoErel—tivísti™—sA      p = /c    23 @p—rtí™ul—s ultr—Erel—tivísti™—sD nãoEm—ssiv—sY fótonsD fónonsD FFFA momentum e a posição em uma dada direção. é da ordem da constante min O princípio da incerteza de Heisenberg estabelece que o limite mínimo para as incertezas (dispersões) associadas às medidas de cada par de variáveis canonicamente conjugadas. como o de Planck (h).

77 •Última •Sair .podeEse express—r o número de est—dos —™essíveis — ™—d— p—rtí™ul— de um gásD ™omo função d— energi— por  8π V (2m )3/2    h3  3 G( ) =    V 3  8π 3 (ch)3 hevido à m—gnitude d— ™onst—nte de €l—n™kD o número de est—dos —™essíveis — um— p—rtí™ul— em um volume (nito é ˜em gr—ndeD d— ordem de 1023 D p—r— um gás mole™ul—r em um volume de I™m3 e à temper—tur— —m˜ienteF €ort—ntoD um ™ritério ini™i—l p—r— — nãoEdegeneres™ên™i— de um gás é d—do pel— m—gnitude de su— densid—de @N/V A de p—rtí™ul—sF he —™ordo ™om — we™âni™— uânti™—D —s propried—des m—™ros™ópi™—s de um gás são determin—d—s pel— distri˜uição de su—s p—rtí™ul—s ™onstituintes por seus mi™roest—dos —™essíveisD ou sej—D por seu ™omport—mento mi™ros™ópi™oF €or exemploD — energi— de um gás é d—d—D simplesmenteD pel— som— d—s energi—s @ i A —sso™i—d—s —os est—dos @Ψi A o™up—dos por su—s p—rtí™ul—sF intret—ntoD um— vez que o número de p—rtí™ul—s —sso™i—do — um d—do nível de energi— v—ri— ™onst—ntementeD qu—lquer estim—tiv— so˜re o ™omport—mento de um gás é efetu—d— — p—rtir dos ™h—m—dos números médios de o™up—ção @ni A dos níveis de energi—F …m— vez ™onhe™ido —s popul—ções médi—s eD ™omo p—r— um sistem— g—soso m—™ros™ópi™o t—nto o número de est—dos qu—nto o número de p—rtí™ul—s são gr—ndesD — p—rtir d— de(nição d— ™h—m—d— densidade de estados •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

g ( ) de um— p—rtí™ul— livre por g( ) = dG =  d     8π    4πV    2m h2 2 3/2 1/2 V (ch)3 —s propried—des m—™ros™ópi™—s de um gás em equilí˜rio térmi™oD ™omo — su— energi— médi— tot—l U @ou energi— intern—A e o número tot—l de p—rtí™ul—s N D s—tisf—zem às rel—ções  ∞   U = g ( ) n( ) d    0      N= ∞ 0 g ( ) n( ) d ho ponto de vist— termodinâmi™oD — distri˜uição médi— d—s p—rtí™ul—s pelo espe™tro de um— gás dependeD ou é regul—d—D pelo poten™i—l quími™o @µAD t—l que — expressão p—r— o número de p—rtí™ul—s N sej— s—tisfeit—F yper—™ion—lmenteD determin—Ese o poten™i—l quími™o @µAD — p—rtir expressão p—r— o número de p—rtí™ul—s N eD — p—rtir d— energi— U D o ™—lor espe™í(™oD — pressão et™F e determin—ção de um— form— fun™ion—l p—r— o número médio de p—rtí™ul—s n( ) depende do est—do de degeneres™ên™i— do gás e d— n—turez— de seus ™onstituintes eD só é o˜tid— — p—rtir de el—˜or—dos —rgumentos •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 78 •Última •Sair .

físi™osD pro˜—˜ilísti™os e est—tísti™osF intret—ntoD mesmo sem um— determin—ção ex—t—4dess— função é possível est—˜ele™er vári—s propried—des que des™revem o ™omport—mento dos g—ses ide—is degener—dosF €—r— g—ses ide—is nãoEdegener—dosD — popul—ção médi— —sso™i—d— —os níveis de energi— d—s p—rtí™ul—s é des™rit— pel— distribuição de Maxwell-Boltzmann @IVTHEIVUIAF epes—r do progr—m— de fund—ment—ção e gener—liz—ção d— we™âni™— ist—tísti™— ter sido re—liz—do por qi˜˜s em IWHID somente no período de IWPR à IWPT —s prin™ip—is distri˜uições est—tísti™—s —dequ—d—s —os g—ses ide—is degener—dos for—m est—˜ele™id—sF iss—s distri˜uições re)etem —s ™orrel—ções quânti™—s que modi(™—m o ™omport—mento est—tísti™o d—s p—rtí™ul—sF e distribuição de Fermi-Dirac @IWPTA des™reve — popul—ção médi— d—s p—rtí™ul—s de um gás ide—l degener—do de férmions eD — distribuição de Bose-Einstein @IWPRAD est—˜ele™id— —pós os tr—˜—lhos de foseD des™reve — popul—ção médi— d—s p—rtí™ul—s de um gás ide—l degener—do de ˜ósonsF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 79 •Última •Sair .

80 •Última •Sair . Gases não-degenerados €—r— um gás ide—l mole™ul—r ™om N molé™ul—s e energi— intern— U D — popul—ção médi— —sso™i—d— — ™—d— est—do de energi— @ A e degeneres™ên™i— g ( ) 24 é tão pequen—D n( )/g ( ) = ni que — energi— médi— por p—rtí™ul— 1 = U/N é propor™ion—l à temper—tur— T do sistem— kT onde k é — ™onst—nte de foltzm—nnF essimD — energi— médi— tot—l @U A de um gás nãoEdegener—do será d— ordem de U N kT e — ™—p—™id—de térmi™— — volume ™onst—nte @CV AD um— ™onst—nte d— ordem de CV Nk hesse modoD o número de est—dos o™up—dos @G◦ A pel—s p—rtí™ul—s de um gás nãoEdegener—do é d— ordem 24 Dada pela distribuição de Maxwell-Boltzmann. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.2.4.

de G( ) eD port—ntoD o ™ritério p—r— — nãoEdegeneres™ên™i— pode se expresso por  3/2  h2 N 1 3    V 2mk  8π T 3/2 N/G◦ = 1      3 ch 3 N 1 8π V k T3 he(nindoEse —s temperaturas críticas @Tc A por Tc =    T = 83  π   F      T = 3 D 8π 2/3 h2 2mk ch k N V N V 2/3 1/3 1/3 onde TF é denomin—d— temperatura de Fermi e TD é denomin—d— p—r— — nãoEdegeneres™ên™i— de um gás pode ser expresso por temperatura de DebyeD o ™ritério Tc T 1 Tc D ™omport—mEse ou sej—D g—ses mole™ul—res ™om ˜—ix— ™on™entr—ção ou em —lt—s temper—tur—sD t—is que T ™omo g—ses nãoEdegener—dos eD se T ≤ Tc o gás é dito degener—doF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 81 •Última •Sair .

essimD —s densid—des de est—dos podem ser es™rit—sD em termos d—s temper—tur—s ™ríti™—sD ™omo  N 3 1/2    2 (kT )3/2   F g( ) =    3 N 2   (kTD )3 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 82 •Última •Sair .

elgum—s temper—tur—s ™ríti™—s rel—tiv—s — vários sistem—s são mostr—d—s n— t—˜el— SF 4. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 83 •Última •Sair .3. Gases degenerados y prin™ípio de ex™lusão de de €—uli @IWPSA 25 divide os sistem—s degener—dos e su—s p—rtí™ul—s ™onstituintes em du—s ™l—ssesY —queles ™uj—s p—rtí™ul—sD de spin semiEinteiroD denomin—d—s férmionsD o o˜ede™em eD —queles ™uj—s p—rtí™ul—sD de spin inteiroD denomin—d—s bósonsD não o o˜ede™emF €—r— sistem—s nãoEdegener—dos t—l distinção não é ne™essári—F y número médio n( ) de p—rtí™ul—s nãoErel—tivísti™—s de um gás degener—do é d—do pel— distri˜uição de permiEhir—™ no ™—so de férmions eD hipoteti™—menteD pel— distri˜uição de foseEiinstein no ™—so de ˜ósons m—ssivosF xo ™—so de ˜ósons ultr—Erel—tivísti™os ou sem m—ss— o número médio é d—do pel— distribuição de Planck @IWHHAF wesmo sem o ™onhe™imento ™ompleto dess—s distri˜uiçõesD o prin™ípio de €—uli pode ser utiliz—do p—r— estim—tiv—s de divers—s propried—des térmi™—s de um gás degener—doF €—r— temper—tur—s próxim—s à 0 uD qu—ndo o ™—lor espe™í(™o e — entropi— de um sistem— tendem — se —nul—rD —s p—rtí™ul—s ™onstituintes do sistem— distri˜uemEse entre os níveis —™essíveis de energi— t—l que — 25 O princípio de exclusão de Pauli reete uma correlação quântica para partículas tal que. uma de suas conseqüências é que partículas idênticas de um mesmo sistema e de spin semi-inteiro não podem compartilhar um mesmo estado.

sistem—s elétrons de ™ondução em met—is elétrons ou ˜ur—™os em semi™ondutores g—ses mole™ul—res estrel—s do tipo —n㠘r—n™— @elétronsA os™il—dores —tômi™os em ™rist—is r—di—ção de ™orpo negro @fótonsA densid—de de de p—rtí™ul—s temper—tur— ™ríti™— @uA 1023 ™m−3 1017 ™m−3 1019 ™m−3 @mH2 ≈ 10−24 gA 1030 m−3 105 @TF A 10 @TF A 0.1 @TF A 1011 @TF A 1023 ™m−3 @c = 103 mGsA 109 m−3 @c = 108 mGsA 102 @TD A 107 @TD A Tabela 5: Temperaturas críticas de alguns sistemas típicos. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 84 •Última •Sair .

energi— tot—l sej— mínim—F hizEse que o sistem— en™ontr—Ese em seu est—do fund—ment—lF €—r— temper—tur—s —ind— muito menores que — temper—tur— ™ríti™— @T Tc AD —pen—s um pequeno número @Nexc A de p—rtí™ul—s são ex™it—d—s @Nexc /N 1A —lém do est—do fund—ment—lF „—is p—rtí™ul—s ™omport—mEseD pr—ti™—menteD ™omo um su˜sistem— nãoEdegener—do que é responsável pel—s propried—des térmi™—s do sistem—F •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 85 •Última •Sair .

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. F 10−18 J 10 eV.1.4.3. 86 •Última •Sair . Férmions degenerados não-relativísticos hevido —o prin™ípio de €—uliD o est—do fund—ment—l de um gás de férmionsD ™omplet—mente degener—do @T = 0 uAD é re—liz—do de t—l m—neir— que o número de o™up—ção de ™—d— nível de energi— do sistem— é igu—l à su— degeneres™ên™i—D ou sej—D popul—ção médi— de ™—d— nível é igu—l — unid—deF hesse modoD os níveis de energi— do sistem— são o™up—dos —té um v—lor máximo F D denomin—do nível de FermiD de —™ordo ™om  ≤ F   1 n( ) T =0 =   0 > F essimD p—r— férmions ™omplet—mente degener—dos N =1 G( F ) e o nível de permi 26 é d—do por F = kTF @T 26 €—r— temper—tur—s um pou™o —™im— de 0 uD m—s —ind— muito menores que — temper—tur— de permi TF AD —lgum—s p—rtí™ul—s @Nexc A são ex™it—d—s ™om energi— médi— d— ordem de kT F D —™im— do nível Para os elétrons de condução de um metal.

de permiD e podem ser ™—l™ul—d—s por Nexc = F F +kT 3 N /2 2 3 F F 1/2 d = N 3/2 F ( F + kT )3/2 − 3/2 F = N (1 + kT / )3/2 − 1 3 T N 2 TF essimD — energi— médi— U do sistem— será d—d— por U U◦ + Nexc kT = U◦ + T2 3 Nk 2 TF onde U◦ é — energi— do est—do fund—ment—l @T = 0 uA27 F iD port—ntoD — ™—p—™id—de térmi™— — volume ™onst—nte por CV 3N k T TF @ƒommerfeld E IWPVA isse é o ™omport—mento o˜serv—do n— v—ri—ção do ™—lor espe™í(™o dos met—is em temper—tur—s próxim—s à 0 uD qu—ndo —s propried—des térmi™—s são —tri˜uíd—s —o movimento livre dos elétronsF 27 O fato da energia média. mesmo à 0 K. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. ser distinta de zero implica que o gás ainda exerce pressão. 87 •Última •Sair .

88 •Última •Sair .2 × 1021 elétronsF g—l™ule — ordem de gr—ndez— d— energi— de permiF istime — pressão do gás de elétrons no ™ondutor à H uF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.Exercícios IF y ™h—m—do paramagnetismo de Pauli de™orre dos elétrons de ™ondução de um met—lF ƒe im—gin—rmos que em temper—tur—s ˜em —˜—ixo d— temper—tur— de permiD —o se su˜meter um met—l — um ™—mpo m—gnéti™o B D —pen—s —lguns elétronsD ™om energi—s d— ordem de εF + µB B (µB B εF )D são ex™it—dos ligeir—mente —™im— do nível de permi (εF )D podeEse estim—r o número desses elétrons ex™it—dosF wostre que — sus™epti˜ilid—deD nesse ™—so denomin—d— sus™epti˜ilid—de de €—uliD independente d— temE per—tur—D é d—d— por 3 µ2 χPauli = N B 2 εF PF im um ™ondutor metáli™o de volume igu—l I ™m3 estão ™on(n—dos 4.

4. Bósons degenerados …m— vez que os ˜ósons de um sistem— podem ser —sso™i—dos — est—dos de mesm— energi—D todos podem o™up—r um úni™o est—do de t—l modo que — energi— do est—do fund—ment—l de um gás de ˜ósons ™omplet—mente degener—do @T = 0uA pode ser ™onsider—d— nul—F essimD p—r— ˜—ix—s temper—tur—s @T Tc AD —pen—s —lgum—s p—rtí™ul—s são ex™it—d—s ™om energi— médi— d— ordem de kT F hependendo d— m—ss— e do ™—ráter rel—tivísti™oD o número de p—rtí™ul—s ex™it—d—s @N tot—l @U A e — ™—p—™id—de térmi™— @CV A são ™—l™ul—dos de modos distintosF >0 AD — energi— médi— bósons massivos não-relativísticos kT N >0 = 0 N 3 2 (kTF )3/2 1/2 d =N T TF 3/2 U N >0 kT = Nk T 5/2 TF 3/2 =⇒ CV 5 Nk 2 T TF 3/2 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 89 •Última •Sair .2.3.

bósons não-massivos ou ultra-relativísticos kT N >0 = 0 N 3 (kTD )3 2 d =N T TD 3/2 U N >0 kT = Nk T4 3 TD =⇒ CV 4N k T TD 3 iss—s rel—ções des™revem o ™omport—mento do ™—lor espe™í(™o dos sólidos ™rist—linos em um determin—do interv—lo de temper—tur—sD CV ∝ T 3 @he˜ye E IWIPA e o ™omport—mento d— r—di—ção eletrom—gnéti™— em um— ™—vid—de @r—di—ção de ™orpo negroAF U ∝ T4 @ƒtef—nEfoltzm—nnA epes—r dos g—ses ide—isD nãoEdegener—dos ou degener—dosD serem ide—liz—ções que não ™orrespondem ex—E t—mente — nenhum sistem— m—™ros™ópi™oD — ênf—se no estudo dos g—ses de™orre pel— simpli™id—de dos sistem—s g—sosos e t—m˜ém —o f—to de queD em ™erto sentidoD os sistem—s m—™ros™ópi™os podem ser represent—dos por ™onjuntos de ™onstituintes qu—seEindependentesD denomin—dos quase-partículasD ou sej—D ™omo g—sesF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 90 •Última •Sair .

V. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. N }D ou sej—D G = G(E. 91 •Última •Sair . O método combinatorial de Boltzmann-Planck y método ™om˜in—tori—l ‘IRD IUD IWD PQD PWD QPD QRD QSD QV“ foi desenvolvido por foltzm—nnD em IVVUD n— a lei d— „ermodinâmi™—D — p—rtir de um— interpret—ção mi™ros™ópi™— do prin™ípio tent—tiv— de justi(™—r — PE d— irreversi˜ilid—deD —sso™i—ndo — entropi— de um gás ide—l isol—do nãoEdegener—do —o número tot—l @GA de mi™roest—dos —™essíveis às molé™ul—s do gásF €—r— qu—lquer sistem— ™onstituído por N p—rtí™ul—s qu—seE independentesD ™ontid—s em um volume V D que só inter—gem o su(™iente p—r— est—˜ele™er um— ™on(gur—ção de equilí˜rio ™om energi— tot—l E D o número tot—l de mi™roest—dos ™omp—tível ™om esses p—râmetros m—™ros™ópi™os tem um— m—gnitude pr—ti™—mente imensurávelD 28 que depende desse ™onjunto de v—riáveis de est—doD ou m—™roest—do {E. V. V.1. N ) 28 Da ordem de @foltzm—nn ! IVVUA @ISA 1010 23 . N ) 5.5. O conceito estatístico de entropia vev—ndoEse em ™ont— que — entropi— @S A de um gás ide—l é um p—râmetro —ditivo que t—m˜ém depende d— energi—D do volume e do número de molé™ul—sD foltzm—nn identi(™ou — entropi— ™omo propor™ion—l —o log—ritmo do número tot—l de mi™roest—dos ‘R“D S ∝ ln G(E.

V.38 × 10−23 tGu é — ™onst—nte univers—lD denomin—d— por €l—n™k de ™onst—nte de foltzm—nnF xesse sentidoD — ™onst—nte de foltzm—nn é um f—tor de es™—l— p—r— — medid— d— entropi— em nível m—™ros™ópi™oD ™omp—tível ™om — es™—l— termodinâmi™— —˜solut—F €—r— ™ontorn—r o pro˜lem— de se de(nir o número de mi™roest—dos de um sistem— g—soso no esp—ço de f—ses µD ou sej—D em um meio ™ontínuoD foltzm—nn dis™retiz— esse esp—çoD ™onsider—ndo que —s N p—rtí™ul—s de um gás ™om energi— E D em˜or— idênti™—s seri—m distinguíveis e est—ri—m distri˜uíd—s em M ™élul—s @ou regiões do esp—ço de f—ses µA distint—s e independentesD t—m˜ém distinguíveisD ™—d— um— ™om volume ∆Ωi F e ™—d— ™élul— ™orresponderi— um elemento de energi— de v—lor i D e poderi— —™omod—r um número qu—lquer de molé™ul—s ™omp—tível ™om — energi— tot—l do gásF €or um pro™esso ™om˜in—tori—lD foltzm—nn determin— o número de modos @ou número de mi™roest—dosA que —s N p—rtí™ul—s poderi—m se distri˜uir entre —s M ™élul—sD ™om — mesm— energi— tot—lF gom esse pro™edimentoD um— vez que ess— divisão é —r˜itrári—D o número de mi™roest—dos eD port—ntoD — entropi— dependeri—m do t—m—nho d—s ™élul—sD dos elementos de energi—D ou d—s regiões ™onsider—d—s do a lei d— „ermodinâmi™—D — entropi— só é de(nid— — menos esp—ço de f—sesF xo ent—ntoD sem lev—r em ™ont— — QE a e — PE a leis d— de um— ™onst—nteD ou sej—D —pen—s v—ri—ções de entropi— são ™—l™ul—d—s de —™ordo ™om — IE „ermodinâmi™—F xesse sentidoD —pes—r d— divisão —r˜itrári—D — determin—ção d—s propried—des de um— gás não •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.e rel—ção de foltzm—nn foi qu—nti(™—d— por €l—n™kD em IWHHD —o —˜ord—r o pro˜lem— d— r—di—ção de ™orpo negroD e de(nir — entropi— p—r— um ™onjunto de os™il—dores independentes por ‘QRD QP“ @€l—n™k ! IWHHA @ITA S = k ln G(E. N ) onde k 1. 92 •Última •Sair .

B. β A t—m˜ém distinguíveisD ™—d— qu—l ™om energi— = E/3F e ess— distri˜uição ™orresponde um tot—l de G = 23 = 8 est—dos distintosD todos ™om energi— tot—l E = 3 F •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. C A em P @M A ™élul—s @α.dependeri— do t—m—nho de ™—d— ™élul—D e —o (n—l do pro™esso poderEseEi—s f—zer ™—d— ™élul— ou elemento de energi— tender — um limite nuloF €or exemploD p—r— um ™onjunto de N os™il—dores unidimension—is idênti™osD dividindoEse — energi— tot—l E em M elementos de energi— idênti™os @ = E/M AD que seri—m —sso™i—dos —os N os™il—dores do sistem—D e ™onsider—ndo que t—nto os elementos de energi— qu—nto os os™il—dores seri—m distinguíveisD o número de modos ou de —rr—njos re—liz—dos entre esses elementos que ™orresponderi—m — um mesmo m—™roest—do de energi— E D seri— d—do por G = MN e t—˜el— — seguir mostr— — distri˜uição de Q @N A os™il—dores distinguíveis @A. 93 •Última •Sair .

B. C B. C − A. C − β C B A A. C edot—ndoEse ™omo de(nição de entropi— — expressão de €l—n™kD result— S = N k ln M = N k ln E + N k ln onde o último termoD que depende do elemento de energi— D não import— p—r— — determin—ção d—s propried—des m—™ros™ópi™—s do sistem—D ™omo — energi— médi— dos os™il—doresD 1 = T ∂S ∂E = N Nk E =⇒ E = N = kT poi — impossi˜ilid—de de se —r˜itr—r o t—m—nho d—s ™élul—s e os elementos de energi—D isto éD —sso™i—r —os ™onstituintes de um sistem— um volume qu—lquer do esp—ço de f—seD que levou €l—n™k — qu—ntiz—r — energi— de •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.α A. 94 •Última •Sair . B A. B. B A. C C B A A. C B.

N2 A do gásD t—m˜ém se —lter— de G1 (E1 . V. 95 •Última •Sair .N )/k @iinstein ! IWHSA @IUA a lei d— „ermodinâmi™—D no sentido de que o €—r— iinsteinD ess— seri— — melhor m—neir— de express—r — PE —umento de entropi— em pro™essos n—tur—isD —pes—r de ™on™e˜ívelD é pr—ti™—mente impossívelF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. N AD dentre todos os possíveis m—™roest—dos de um gásD é propor™ion—l —o número de mi™roest—dos ™orrespondenteF P (E.um os™il—dor introduzindo um— nov— ™onst—nte univers—lD — constante de PlanckF xesse sentidoD — expressão propost— por €l—n™k @iqF ITAD diferentemente d— expressão de foltzm—nn @iqFISAD —sso™i— um— es™—l— —˜solut— a lei d— „ermodinâmi™—F p—r— — entropi—D ™omp—tível ™om — QE a 5. V. N ) de o™orrên™i— de um d—do m—™roest—do @E. N ) ∝ G(E. N1 ) p—r— G2 (E2 . V1 . N ) ou sej—D P (E. N ) ∝ eS (E. V2 . N2 )F hesse modoD podeEse interpret—r que — pro˜—˜ilid—de P (E. V. V.2. Entropia e 2lei da Termodinâmica ƒej— G1 o número de mi™roest—dos ™orrespondentes — um m—™roest—do de um gásD ™om energi— E1 D volume V1 e N1 molé™ul—sF eo p—rti™ip—r de qu—lquer pro™esso termodinâmi™oD no qu—l — energi—D o volume e o número de molé™ul—s sofremD respe™tiv—menteD —s v—ri—ções E1 → E2 D V1 → V2 e N1 → N2 D o número tot—l de mi™roest—dosD ™orrespondente —o novo m—™roest—do @E2 .V. V. V2 .

Populações dos gases ideais não-degenerados e degenerados he —™ordo ™om — we™âni™— uânti™—D os níveis de energi— permitidos — um— p—rtí™ul— ™on(n—d— em um— d—d— região do esp—ço ™onstituem um espe™tro dis™reto { i }F essimD — energi— E de um sistem— isol—do de N p—rtí™ul—s idênti™—s e qu—seEindependentes @g—ses ide—isAD ™on(n—do em um volume V pode ser express— por E= i ni i (i = 1.€or exemploD — entropi— S de um— gás ide—l ™om N molé™ul—sD ™ontido em um re™ipiente —di—˜áti™o fe™h—do de volume V D é d—d— por S = N k ln V + cte.) •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. . essimD — possi˜ilid—de de que esse gás venh— — o™up—rD espont—ne—menteD — met—de do volume do re™ipiente é d—d— por 1 V /2 N = N PV →V /2 = V 2 ™omo N 1023 esse v—lor é extrem—mente pequenoD ou sej—D o pro™esso é pr—ti™—mente impossívelF a lei d— „ermodinâmi™—F hesse modoD (™— evidente o ™—ráter est—tísti™o d— PE 5. 96 •Última •Sair .3. . .

. .) xesse ™—soD — ™—d— m—™roest—do {E.) que ™orE respondem — um— d—d— p—rtição {n1 . . .} de energi— E pode est—r —sso™i—d— — um— multiplicidade W (n1 . gi ) que ni p—rtí™ul—s podem distri˜uirEse entre os gi est—dos —sso™i—dos —o nível de energi— i D ou sej—D Ω(n1 . . .}D e s—tisf—zem os vín™ulos €or su— vezD ™—d— p—rtição {n1 .} F F F que podem se ™olo™—dos em ™orrespondên™i— ™om o espe™tro do sistem— { 1 . •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. n2 . . N } do gás está —sso™i—do um gr—nde número de ™onjuntos de v—lores p—r— —s popul—çõesD ou partiçõesD do tipo {n1 . .onde ni são os números sujeitos —o vín™ulo de ocupação ou população ni i de p—rtí™ul—sD —sso™i—dos —os níveis de energi— iD e N= (i = 1. . . n2 . . n2 .) de ™om˜in—ções de p—rtí™ul—s que de(nem os mi™roest—dos do gásF hevido — degeneres™ên™i— gi D —sso™i—d— — ™—d— nível i D o número de mi™roest—dos Ω(n1 . . n2 . g1 ) × (n2 . n2 .) × (n1 . . . . . . . . p—r— — energi— e p—r— o número de p—rtí™ul—sF 2 . . V. . . .} deve lev—r em ™ont— t—m˜ém o número de modos (ni . . g2 ) × . . n2 .) = W (n1 . . . . 97 •Última •Sair .} {n1 . n2 . . n2 . . . .

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.) G eD que dentre tod—s —s p—rtições possíveis —quel— que é efetiv—mente re—liz—d— é — que ™orresponde —o m—ior número de mi™roest—dos29 D foltzm—nn deduz que —s popul—ções médi—s por mi™roest—dos ni /gi seri—m d—d—s pel— ™h—m—d— distribuição de Maxwell-BoltzmannF ni ∼ e−β gi i y pro™edimento de m—ximiz—ção de foltzm—nn é ˜—se—do em —proxim—ções que ™onsider—m —s popul—ções dos níveis ™omo números gr—ndesF ho ponto de vist— ™lássi™oD ™—d— ™élul— de energi— pode ™onter um número —r˜itrário de p—rtí™ul—sD ou sej—D pode ser —sso™i—d— — um— popul—ção —r˜itr—ri—mente gr—ndeF intret—ntoD de —™ordo ™om — we™âni™— uânti™—D esse número é limit—do pelo prin™ípio d— in™ertez— de reisen˜ergF €or 29 Essa hipótese é equivalente à maximização da entropia.essimD o número tot—l G(E. . . . . Ω(n1 .. . N ) de possíveis mi™roest—dos —sso™i—dos à ™—d— p—rtiçãoD (x—do pel— energi— E D pelo volume V e pelo número tot—l de p—rtí™ul—s N D é d—do por G= n1 . . . .) = Ω(n1 .) gonsider—ndo que — pro˜—˜ilid—de de o™orrên™i— de um— d—d— p—rtição é d—d— por P (n1 . n2 . n2 . . 98 •Última •Sair . n2 . V.n2 ...

. . W (n1 . . . . n2 . 99 •Última •Sair . . n1 !n2 ! .) =    1 @indistingüíveisX férmions ou ˜ósonsA •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. .outro l—doD de —™ordo ™om — mesm— we™âni™— uânti™—D p—r— um sistem— m—™ros™ópi™oD ™om muitos gr—us de li˜erd—deD — ™—d— nível de energi— i está —sso™i—do t—m˜ém — um —lto gr—u de degeneres™ên™i— @gi AD e — popul—ção @ni A —sso™i—d— — ™—d— nível ou ™élul— de energi— pode ser gr—ndeF essimD de —™ordo ™om — we™âni™— uânti™—D mesmo — ™ondição p—r— — v—lid—de d— distri˜uição de w—xwellE foltzm—nnD que é o limite de ˜—ix— densid—de de um gásD onde os números médios de o™up—ção por est—dos são ˜em menores que ID pode ser s—tisfeit—F eté os tr—˜—lhos de €l—n™k @IWHHA eD m—is expli™it—menteD os de fose @IWPRAD —s p—rtí™ul—s idênti™—s de um gás ide—lD —lém de independentesD er—m ™onsider—d—s distinguíveisF intret—ntoD p—r— g—ses degener—dosD seus ™onstituintes —lém de idênti™os são indistinguíveis eD port—ntoD — multipli™id—de de ™—d— p—rtição é unitári—F „endoEse em ™ont— — indistingui˜ilid—de e o ™—ráter fermiôni™o ou ˜osôni™o d—s p—rtí™ul—sD —s multipli™iE d—des de ™—d— tipo de gás podem ser es™rit—s ™omo  N! 1   @distingüíveisA =⇒ @p—r—doxo de qi˜˜sA  n1 !n2 ! .

100 •Última •Sair .eD os f—tores rel—™ion—dos —s degeneres™ên™i—s dos níveis de energi—D ™omo  n i @nãoEdegener—dos E wfA   gi        (ni + gi − 1)! @˜ósons degener—dos E fiA (ni . gi ) = ni !(gi − 1)!       gi !   @férmions degener—dos E phA  ni !(gi − ni )! hesse modoD os números de mi™roest—dos ™orrespondentes — ™—d— p—rtição e — ™—d— tipo de gás são d—dos por    Ωwf =        Ωfi =          Ω ph = i ni gi ni ! i (ni + gi − 1)! ni !(gi − 1)! gi ! ni !(gi − ni )! i …m— vez que —s popul—ções e os gr—us de degeneres™ên™i—s em ™—d— nível são gr—ndesD os números de •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

101 •Última •Sair .mi™roest—dos ™orrespondentes — um— d—d— p—rtiçãoD e p—r— ™—d— tipo de gásD podem ser es™rito ™omo   Ωwf =          Ωfi =           Ωph = i gi ni ni e ni (ni + gi ) ni + gi i gi nn i gi gi gi gi − ni i nn i (gi − ni ) i i „om—ndoEse o log—ritmoD os três ™—sos pode ser resumidos ™omo log Ω = i ni log gi gi ni − a − log 1 − a ni a gi •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

102 •Última •Sair .onde a =   1 −1  0 ph fi wf w—ximiz—ndo log ΩD sujeito —os vín™ulosD     E=    N= ou sej—D ni i i ni i δ log Ω − α i δni − β i i δni =0 log i gi −a −α−β ni i δni = 0 onde α e β são p—râmetros de —juste @multipli™—dores de v—gr—ngeA que m—ximiz—m um— d—d— p—rtiçãoD o˜témEse ni 1 = ni = α+β i + a gi e •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

103 •Última •Sair .ou sej—D —s qu—tro distri˜uições usu—is p—r— g—ses ide—isY — distribuição de Maxwell-Boltzmann @a = 0AD que des™reve o ™omport—mento d— popul—ção médi— —sso™i—d— —os níveis de energi— d—s p—rtí™ul—s de um gás ide—l nãoEdegener—doD — distribuição de Fermi-Dirac @a = 1AD que des™reve — popul—ção médi— d—s p—rtí™ul—s de um gás ide—l degener—do de férmionsD — distribuição de Bose-Einstein @a = −1AD que des™reve — popul—ção médi— d—s p—rtí™ul—s de um gás ide—l degener—do de ˜ósonsD e — distribuição de Planck @a = −1 e α = 0AD que des™reve — popul—ção médi— de fótons n— r—di—ção de ™orpo negroF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. o produto GR × GS GR . 104 •Última •Sair . se 30 GR (U◦ − E ) Essa hipótese só é válida devido aos valores extremamente grandes do número de estados de sistemas com muitos graus de 30 23 GR 1010 e GS 1010 . Por exemplo. A distribuição canônica de Gibbs epes—r do método ™om˜in—tori—l ser —pli™ávelD ini™i—lmenteD somente — g—sesD o f—to de que todo sistem— m—™ros™ópi™o em equilí˜rio térmi™o ™om su— vizinh—nç— pode ser dividido @—o menos ment—lmenteA em um número muito gr—nde de su˜sistem—s qu—seEindependentesD permite — su— extensão — sistem—s em equilí˜rio térmi™o e est—˜ele™er — ™h—m—d— distri˜uição ™—nôni™—F ƒej— um sistem— ƒD ™om energi— E D em inter—ção e em equilí˜rio ™om — su— vizinh—nç—F ƒe U◦ é — energi— do sistem— m—is — su— vizinh—nç—D represent—d— por um gr—nde reserv—tório ‚D o número tot—l de mi™roest—dos —™essíveis —o ™onjunto @‚eserv—tório C ƒistem—A é d—do por GR+S = E GR (U◦ − E ) GS (E ) xesse ™—soD — pro˜—˜ilid—de P (E ) de que o sistem— sej— en™ontr—do em um m—™roest—do de energi— E é propor™ion—l —o número de mi™roest—dos ™orrespondente — esse m—™roest—doD P (E ) ∼ GR (U◦ − E ) GS (E ) ou sej—D propor™ion—l —o número de est—dos do reserv—tórioF 30 liberdade.4.5.

105 •Última •Sair . possui uma convergência muito rápida que permite que a série seja truncada em seus primeiros termos. . 2 6 E2 E3 e ln G(U◦ − E ) = ln G(U◦ ) − E ln G(U◦ ) − ln G(U◦ ) − ln G(U◦ ) + . ou seja. .. a expansão para o número de estados Por exemplo. .. em vez do próprio número de estados GR . E U◦ + . é que a expansão do logaritmo. se G(U◦ − E ) = G(U◦ ) − EG (U◦ ) − escrita como GR (U◦ − E ) N◦ N◦ −1 ∼ U◦ − N◦ EU◦ − N◦ (N◦ − 1) 2 N◦ −2 N◦ (N◦ − 1)(N◦ − 2) 3 N◦ −3 E U◦ − E U◦ + .. 2 6 N uma vez que o número de estados varia como GR (U ) ∼ U . •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.essimD de —™ordo ™om — de(nição de entropi— p—r— um gás ide—lD SR = k ln GR — pro˜—˜ilid—de P (E )D de que o sistem— sej— en™ontr—do em um m—™roest—do de energi— E D pode ser express— por SR (U◦ − E ) k P (E ) ∝ e hesde que E 31 U◦ D exp—ndindoEse — entropi— em torno de U◦ D 31 O motivo pelo qual expande-se a entropia.. E3 E2 G (U◦ ) − G (U◦ ) + . . o logaritmo de GR . 2 6 1− N◦ − 1 2 E U◦ − (N◦ − 1)(N◦ − 2) 6 E U◦ 2 ∼ GR (U◦ ) 1 − N◦ possui uma convergência lenta.

o˜témEse P (E ) ∼ e−βE onde β é o p—râmetro que ™—r—™teriz— o equilí˜rio térmi™o dos sistem— ™om — vizinh—nç—F Por outro lado.. converge rapidamente para ln GR (U◦ − E ) ∼ −E 32 N◦ U◦ ∼ −E ∂ ln GR (U◦ ) ∼ −E ∂U◦ ∂SR ∂U◦ β = 1/kT .. 106 •Última •Sair . ∂SR ∂U◦ + . onde T é a temperatura do sistema. 32 ln GR (U◦ − E ) N◦ ∼ ln U◦ − N◦ N◦ E +− U◦ 2 E U◦ E U◦ 1− 1 2 2 + ..SR (U◦ − E ) = SR (U◦ ) − E cte.. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.. E U◦ 1 3 E U◦ 2 ∼ ln GR (U◦ ) −N◦ SR /k + + ..

ƒegundo — distri˜uição ™—nôni™—D — entropi— @S A de um sistem— é d—d— por S = −k ln P (E ) = −k P (E ) ln P (E ) isse pro™edimentoD de deduzir — distri˜uição ™—nôni™— — p—rtir d— mi™ro™—nôni™—D tem sido o m—is utiliz—do por um gr—nde número de textos re™entes ‘IRD IUD IWD PQD PWD QSD QV“F epes—r de foltzm—nn e qi˜˜s terem desenvolvido o ™h—m—do método dos ensemblesD o método ™om˜in—E tori—l ™ri—do t—m˜ém por foltzm—nnD p—r— — fund—ment—ção d— „eori— ginéti™— dos q—sesD mesmo tendo sido ™riti™—do e rejeit—do pel— m—iori— dos físi™os do (m do sé™ulo ˆsˆD por est—r —sso™i—do —o modelo —tômi™o d— m—téri—D tornouEse — p—rtir dos tr—˜—lhos de €l—n™k @IWHHA e de iinstein @IWHSEIWHUAD e d— —™eit—ção e —(rE m—ção do ™—ráter ™orpus™ul—r d— m—téri—D um— espé™ie de método canônico p—r— — —˜ord—gem de pro˜lem—s que envolvem — we™âni™— — ist—tísti™—F •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 107 •Última •Sair .

. O método dos ensembles de Boltzmann-Gibbs im prin™ípioD os fund—mentos d— we™âni™— ist—tísti™— deveri—m ser ˜—se—dos —pen—s em —rgumentos quânE ti™osF intret—ntoD —lém de h—ver um gr—nde número de sistem—s que em primeir— —proxim—ção o˜ede™em às leis d— we™âni™— glássi™—D o método dos ensemblesD 33 ™ri—do por foltzm—nn @IVUIA e desenvolvido por qi˜˜s ‘IPD PHD RQD RV“ em IWHID é f—™ilmente estendido —o domínio quânti™oF e evolução tempor—l de um sistem— ™lássi™oD ™om η gr—us de li˜erd—deD ™—r—™teriz—do por um— h—miltoni—n— H D o˜ede™e —s ™h—m—d—s equ—ções ™—nôni™—s de r—miltonF  ∂H (q. o conceito de ensemble foi utilizado por Maxwell (1878) em sua Mecânica Estatística. . embora tenha sido criado por Boltzmann (1871). t)   p ˙i = − ∂qi onde q = {qi } = {q1 . Foi utilizado também por Einstein (1902-1904) em sua abordagem da Mecânica Estatística.6. qη } e p = {pi } = {p1 . . pη }F hesse modoD dizEse que os ™onjuntos de v—riáveis p e q de(nem os est—dos ™lássi™os de um sistem—F 33 Antes de Gibbs. . p. . q2 . . em sua abordagem. . 108 •Última •Sair . p2 . a partir da Mecânica Analítica no espaço de fases. 2. para os fundamentos da Teoria Cinética dos Gases. . η  ∂pi      ∂H (q. t)   q ˙i = i = 1. . p. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

. q ) em um esp—ço de dimensão 2η D denomin—do espaço de fases Γ do sistem—F Figura 6: Lugar geométrico dos estados de um oscilador harmônico unidimensional em seu plano de fase.ho ponto de vist— m—temáti™oD o pro˜lem— só —dmite solução úni™— seD e somente seD são d—dos os v—lores ini™i—is de ™—d— p—r d—s v—riáveis ™h—m—d—s de ™—noni™—mente ™onjug—d—sD   qi (0) = qio i = 1. 109 •Última •Sair . . €or exemploD — tr—jetóri—D no esp—ço de f—sesD de um os™il—dor h—rmôni™o unidimension—lD de m—ss— m e •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. η  pi (0) = pio o que result— em um pro˜lem— de v—lor ini™i—l envolvendo 2η v—riáveisF es equ—ções de r—milton permitem que se visu—lize — evolução tempor—l de um sistem—D ™om η gr—us de li˜erd—deD ™omo um— tr—jetóri— dos pontos (p. . 2.

p. t) = lim D N →∞ N •Sair •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. t) do ensembleD ρ(q. p.™onst—nte elásti™— k D sujeito —s ™ondições ini™i—is   q (0) = A  p(0) = 0 é d—d— pel— elipse @pigF TAD no esp—ço de f—ses ˜idimension—l (q. t)D t—l que o número N de sistem—s no ensemble sej— d—do porD N= η D(q. p. p. p)D de(nid— pel— expressão d— energi—D E= 1 1 p2 + kq 2 = kA2 2m 2 2 hevido — impossi˜ilid—de do ™onhe™imento d—s ™ondições ini™i—is ou d— solução numéri™— do pro˜lem—D qu—ndo η for muito gr—ndeD qi˜˜s im—gin— um— ™oleção @ensembleA de sistem—s distri˜uídos no esp—ço de f—ses do sistem— origin—l ™om ™oorden—d—s ™—nôni™—s ™omp—tíveis ™om — h—miltoni—n—F que pode ser ™—r—™teriz—do por um— função D(q. 110 •Última . t) dΩ onde dΩ = i=1 dqi dpi é o elemento de volume no esp—ço de f—seF gl—ssi™—menteD qi e pi são v—riáveis ™ontínu—s que podem ter qu—lquer v—lor re—lD eD port—ntoD N e D tendem — in(nitoF qi˜˜s ™ontorn— esse pro˜lem— introduzindo um— distri˜uição norm—liz—d— ρ(q.

p. t) dΩ = 1 essimD d dt ρ(q. t) dΩ = 0 ∂ρ q ˙i + ∂qi ∂ρ p ˙i ∂pi dΩ = 0 ∂ρ + ∂t i i hesde que ™—d— sistem—D ou ponto do ensembleD o˜ede™e —s equ—ções de r—miltonD — evolução tempor—l d— densid—de do ensemble o˜ede™e — ™h—m—d— equação de LiouvilleF 34 ∂ρ = {H. inicialmente. por Prigogine. ρ} ∂t onde {H. e Kubo. p. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. abordagem foi realizada. 111 •Última •Sair .t—l que ρ(q. no domínio clássico. no domínio quântico. ρ} = i 34 ∂H ∂ρ ∂H ∂ρ − ∂qi ∂pi ∂pi ∂qi Essa A equação de Liouville permite a extensão dos métodos estatísticos aos sistemas ligeiramente fora do equilíbrio.

t) = H◦ (q. 112 •Última •Sair . ρ} = 0 is™revendoEse — h—miltoni—n— do sistem— ™omo H (q. p. p.he —™ordo ™om qi˜˜sD — distri˜uição norm—liz—d— de pontos @ou de mem˜ros do ensembleA no esp—ço de f—ses é um— densid—de de pro˜—˜ilid—des —sso™i—d— — ™—d— ponto d— região do esp—ço de f—ses o™up—d— pelo ensembleF hesse modoD medi—nte — função densid—de ρ(q. p)D dependente d—s ™oorden—d—s ™—noni™—mente ™onjug—d—s q e pD —sso™i—d— —o sistem— é d—d— por f (q. p) = €—r— um f (q. t)D o v—lor médio de qu—lquer gr—ndez— físi™— f (q. p) + V (t) onde H◦ = E é — energi— do sistem— qu—ndo isol—do e V (t) represent— —s pequen—s inter—ções do sistem— ™om — su— vizinh—nç—D su(™ientes —pen—s p—r— est—˜ele™er o equilí˜rio térmi™oD qi˜˜s —ssume que — densid—de de pro˜—˜ilid—de do ensemble é d—d— pel— distribuição canônicaD •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. p) ρ(q. p. t) dΩ ensemble est—™ionárioD em equilí˜rio térmi™oD denomin—do ensemble canônicoD ∂ρ =0 ∂t — equ—ção de viouville mostr— que {H.

ρ(q. p) ln ρ(q. p) dΩ €—r— um ensemble est—™ionário de sistem—s isol—dosD denomin—do ensemble microcanônico ‘RD IPD IRD IUD IWD PHD PQD PWD RQ“ 35 D — região o™up—d— pelo ensembleD de(nid— pelos limites impostos às v—riáveis ™—nôni™—s pel— h—miltoni—n— e por outros vín™ulos externosD é um— hipersuperfí™ie de dimensão @2η − 1AD n— qu—l — energi— é ™onst—nte @superfí™ie isoEenergéti™— ΣE AD de(nid— por H (q. originalmente. p) = E 35 O ensemble. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. p) onde β é um p—râmetro que ™—r—™teriz— o equilí˜rio térmi™o e H n—s v—riáveis ™—nôni™—s se dá por meio d— energi—F H◦ F e dependên™i— d— função densid—de gom rel—ção — form— d— distri˜uição ™—nôni™—D qi˜˜s —rgument— queD em ™erto sentidoD um ensemble ™—nôni™o equiv—le — um ™onjunto nãoEdegener—do de ™onstituintesD em equilí˜rio térmi™oD onde ™—d— ™onstiE tuinte é um— répli™— do sistem— ™om h—miltoni—n—s de mesm— form—D m—s v—lores @energi—sA distintosF hesse modoD — densid—de de pro˜—˜ilid—de —sso™i—d— —o ensemble ™—nôni™o é d—d— pelo ™h—m—do f—tor de foltzm—nn e−βH F €—r— um ensemble ™—nôni™oD — ™h—m—d— entropi— @S A de qi˜˜s é de(nid— ™omo S = −k ln ρ = −k ρ(q. criado por Boltzmann (1871) e utilizado por Maxwell (1878). 113 •Última •Sair . p) = ρ(H ) ∝ e−βH (q.

114 •Última •Sair .microcanônicaF xesse ™—soD qi˜˜s —ssume que — densid—de de pro˜—˜ilid—de do ensemble é d—d— pel— ™h—m—d— distribuição ρ(H ) ∝ δ (H − E ) e teori— dos ensembles express—D de m—neir— re(n—d—D — idéi— de que o ™omport—mento de um sistem— m—™ros™ópi™o não depende d—s ™ondições ini™i—isF …m— vez que foltzm—nn desenvolveu — su— teori— dos ensembles p—r— fund—ment—ção d— „eori— ginéti™— dos q—sesD su— teori— est—v— lig—d— t—m˜ém — um modelo de inter—ção entre —s molé™ul—s de um— gásF qi˜˜sD por outro l—doD desenvolve — teori— —˜—ndon—ndo qu—lquer modelo de inter—ção eD desse modoD o˜tém um— formul—ção ™—p—z de ser utiliz—d— ™om qu—lquer modelo de inE ter—ção ou teori— we™âni™— @glássi™— ou uânti™—A que des™rev— o ™omport—mento individu—l dos ™onstituintes de um sistem— em equilí˜rioF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

115 •Última •Sair . que tem como premissa que. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. um sistema isolado passaria por pontos muito próximos a cada um de seus possíveis microestados.1. A distribuição microcanônica €or ™—us— de seu —rgumento ™ompli™—doD — utiliz—ção d— distri˜uição mi™ro™—nôni™— n— form— de um— função delt— torn—Ese difí™ilF intret—ntoD de —™ordo ™om — ™h—m—d— hipótese ergódi™—D no de™orrer do tempoD um sistem— isol—do o™up—ri— ™—d— um de seus possíveis mi™roest—dos36 ™om igu—l pro˜—˜ilid—deD ou sej—D um ensemble mi™ro™—nôni™oD —present—rEseEi— ™om um— distri˜uição uniforme n— superfí™ie isoEenergéti™— ΣE D de t—l modo que — pro˜—˜ilid—de Pi —sso™i—d— — ™—d— mi™roest—do i seri— invers—mente propor™ion—l —o número tot—l de est—dos G(E ) —™essíveis n— superfí™ie isoEenergéti™— ΣE F Pi = 1 G( E ) …tiliz—ndoEse — de(nição d— entropi— de qi˜˜sD — entropi— do G(E ) ensemble mi™ro™—nôni™o é d—d— porD S = −k i=1 Pi log Pi = k log G(E ) ou sej—D p—r— um 36 ensemble mi™ro™—nôni™oD — de(nição de entropi— de qi˜˜s ™oin™ide ™om — de(nição de A hipótese ergódica não é estritamente necessária. no decorrer do tempo.6. basta admitir-se como válida a chamada hipótese quase-ergódica.

o que só ocorreria para gases ideais isolados.€l—n™kF 37 hesde que o número tot—l de est—dos G(E ) é propor™ion—l — áre— SE d— superfí™ie isoEenergéti™— ΣE D e o volume ∆VE d— áre— limit—d— pel—s superfí™ies ΣE e ΣE +∆E pode ser expresso por ∆VE = SE ∆E = ∂VE ∂E ∆E de —™ordo ™om o prin™ípio de in™ertez— de reisen˜ergD o número tot—l de est—dos em um ™—nôni™oD ™om η gr—us de li˜erd—deD poderá ser ™—l™ul—do por ensemble mi™roE G(E ) = 1 hη ∂VE ∂E onde VE é o volume d— região limit—d— pel— superfí™ie isoEenergéti™— ΣE F 6. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. O gás ideal clássico €or exemploD p—r— um gás ide—l ™lássi™oD ™onstituído por N p—rtí™ul—s idênti™—sD de m—ss— mD eD port—ntoD energi— tot—l d—d— por 3N p2 i E= 2m i=1 37 Nesse sentido.1.1. 116 •Última •Sair . a denição de entropia de Planck considera que os microestados associados a um dado macroestado são igualmente prováveis.

117 •Última •Sair .onde {pi } são os moment— d—s p—rtí™ul—sD de —™ordo ™om o prin™ípio de reisen˜ergD o número tot—l de mi™roest—dos é d—do por E 1 ∂ ∆3N q ∆3N p G(E ) = 3N h ∂E 0 VE gomo — energi— não depende d—s ™oorden—d—s esp—™i—isD — p—rte esp—™i—l d— integr—ção result— em ∆3N q = V N eD — p—rte dos moment— é igu—l —o volume d— região limit—d— pel— hipersuperfí™ie de r—io R = √ 2mE D ou sej—D ∆3N p ∼ R3N = (2mE ) 2 N essimD eD 3 VE ∼ V N (2mE ) 2 N G( E ) = hesde que N 3 3 1 ∂VE N ∼ 3N V N (2m) 2 N E 2 N −1 ∂E h 3 N 2 3 h3N 1D G(E ) ∼ N V N 2mE h2 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

hesse modoD — entropi— S = k log G é d—d— por 3 S = N k log V + N k log E + ™teF 2 eD d— de(nição de pressãoD P = T result— — equ—ção de gl—peyronD ∂S ∂V = E Nk V P V = N kT h— de(nição de temper—tur—D 1 = T result— — expressão p—r— — energi— tot—l ∂S ∂E = V 3 Nk 2 E 3 E = N kT 2 de modo que — ™—p—™id—de térmi™— — volume ™onst—nteD CV = é d—d— por ∂E ∂T V 3 CV = N k 2 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 118 •Última •Sair .

2.yu sej—D segundo — distri˜uição mi™ro™—nôni™—D um gás ide—l ™omport—Ese ™omo um gás nãoEdegener—doF yper—™ion—lmenteD no ensemble mi™ro™—nôni™o —s gr—ndez—s termodinâmi™—s são ™—l™ul—d—s — p—rtir d— entropi— eD no ensemble ™—nôni™oD — p—rtir d— ™h—m—d— função de p—rtição ou d— própri— expressão p—r— — pro˜—˜ilid—deF 6.1. Aplicações da distribuição canônica €odeEse utiliz—r de vários —rgumentosD ™lássi™os ou quânti™osD p—r— est—˜ele™er — pl—usi˜ilid—de de um— determin—d— distri˜uição de pro˜—˜ilid—desF intret—ntoD em qu—lquer teori— físi™—D um —rgumento fund—menE t—l @ne™essárioD m—s não su(™ienteA é o d— ™on™ordân™i— de su—s predições ™om os experimentos re—liz—dos nos l—˜or—tóriosF he um modo pr—gmáti™oD peynm—n ‘II“ —dmite ™omo prin™ip—l hipótese d— we™âni™— ist—tísti™— queX •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 119 •Última •Sair .2. O gás de spins 6.

38 × 10−23 tGu é — ™onst—nte de foltzm—nnF yu sej—D sistem—s em equilí˜rio térmi™o o˜ede™em à distri˜uição ™—nôni™—F e pl—usi˜ilid—de d— distri˜uição ™—nôni™— pode ser est—˜ele™id— — p—rtir de du—s hipóteses rel—tiv—s —o equilí˜rio térmi™o entre dois sistem—sF ƒej—m dois sistem—s @I e PA ™om número (xo de p—rtí™ul—sD energi—s E1 e E2 D e em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T F e energi— tot—l E dos dois sistem—s é E = E1 + E2 + Vint onde Vint é — energi— poten™i—l de inter—ção entre os dois sistem—sF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 120 •Última •Sair .e pro˜—˜ilid—de de o™orrên™i— de um est—do ™om energi— E p—r— um sisE tem— m—™ros™ópi™o ™om número @N A (xo de ™onstituintesD em equilí˜rio térmi™o ™om su— vizinh—nç—D à temper—tur— T D é propor™ion—l — E − e kT onde k = 1.

121 •Última •Sair .P (E2 )  ln P (E ) = ln P (E1 ) + ln P (E2 ) •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.gonsider—ndo queD em equilí˜rio térmi™oD —s inter—ções entre os sistem—s são pequen—s ™omp—r—d—s às su—s energi—sD Vint E1 . E2 ou sej—D os sistem—s são pr—ti™—mente independentesD E E1 + E2 A energia de um sistema macroscópico é uma grandeza aditiva. • sej—D hipótese 1X — pro˜—˜ilid—de de um sistem— en™ontr—rEse em um est—do ψ só depende d— energi— E D ou Pψ (E ) −→ pro˜—˜ilid—de de o™orrên™i— de um est—do ψE F …m— vez que os sistem—s estão em equilí˜rio térmi™oD   P (E ) P (E1 + E2 ) = P (E1 ).

heriv—ndoEse os log—ritmosD o˜témEse  ∂E d ∂ d   ln P (E ) = ln P (E ) = ln P (E1 )   ∂E1 dE ∂E1 dE1      1   d ∂E d ∂   ln P (E ) = ln P (E ) = ln P (E2 )   ∂E d E ∂E d E  2 2 2   1 hesse modoD d ln P (E ) dE é um— ™onst—nte que ™—r—™teriz— o equilí˜rio térmi™oF • hipótese 2X — pro˜—˜ilid—de de o™orrên™i— de est—dos ™om menor energi— é m—ior do que — de est—dos m—is energéti™osD ou sej—D d ln P (E ) = −β dE onde β é um— ™onst—nte positiv—F •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 122 •Última •Sair .

sntegr—ndoEseD result— n— distri˜uição ™—nôni™—F P (E ) = onde Z é um— ™onst—nteD denomin—d— função de norm—liz—çãoD 1 −βE e Z de partição canônicaD que é determin—d— — p—rtir d— ™ondição P (E ) = 1 estados ou sej—D Z= estados e−βE •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 123 •Última •Sair .

1. 124 •Última •Sair .6.2. Propriedades da função de partição canônica e gr—nde v—nt—gem e prin™ip—l ™—r—™terísti™— oper—™ion—l d— distri˜uição ™—nôni™— é — possi˜ilid—de de se express—r — função de p—rtição de um sistem— m—™ros™ópi™o ™omo um produto de funções de p—rtições de su˜sistem—s qu—seEindependentesF €or exemploD —o se dividir um sistem— em equilí˜rio térmi™o ™om su— vizinh—nç—D à temper—tur— T D em dois su˜sistem—s ƒ1 e ƒ2 D ™om energi—s E1 e E2 D — pro˜—˜ilid—de de o™orrên™i— de um est—do ™om energi— E E1 + E2 é d—d— por P (E ) P (E1 ) P (E2 ) essimD 1 −β (E1 + E2 ) 1 −βE1 1 −βE2 e = e e Z Z1 Z2 e−βEi estados onde Zi = o˜témEse Z = Z1 Z2 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

. . . }D onde ™—d— nível de energi— En está —sso™i—do — um gr—u de degeneres™ên™i— gn D ou sej—D ™orresponde — gn est—dosF hesse modoD — função de p—rtição deve ser ™—l™ul—d— por um— som— do f—tor exponen™i—l d— distri˜uição ™—nôni™—D ponder—do pelos gr—us de degeneres™ên™i— de ™—d— nívelF Z= n gn e−βEn €—r— — m—iori— dos sistem—s m—™ros™ópi™osD o número de est—dos —sso™i—dos — um d—do nível é tão gr—nde que — degeneres™ên™i— —sso™i—d— — ™—d— nível é su˜stituíd— por um— densid—de g (E ) de est—dos de(nid— por g (E ) = dG dE onde dG é o número de est—dos no interv—lo de energi— dE eD ™omo o usu—lD —s som—s são su˜stituíd—s por integr—isD e ™—l™ul—Ese — função de p—rtição por •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. ho ponto de vist— quânti™oD sistem—s fe™h—dos ou estáveis possuem um espe™tro de energi— dis™retoD {E1 . En . em equilíbrio térmico. . 125 •Última •Sair . . . E2 .ou sej—D A função de partição de um sistema macroscópico. pode ser fatorada em funções de partições de subsistemas quase-independentes. .

. pη } são —s ™oorden—d—s gener—liz—d—s do sistem— e seus respe™tivos moment—F he —™ordo ™om o prin™ípio de reisen˜ergD os limites p—r— —s in™ertez—sD σqi e σpj D —sso™i—d—s — ™—d— p—r de v—riáveis ™onjug—d—sD {qi . q2 . pj }D é d— ordem de σqi σpj ∼ δij h •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. p2 . . . . .2.2. A aproximação clássica ixpress—ndoEse — função de p—rtição ™omo Z= e−βE dG o número de est—dos p—r— um sistem— ™om η gr—us de li˜erd—deD em um pequeno interv—lo de energi—D n— formul—ção de r—miltonD seri— propor™ion—l —o volume no esp—ço de f—ses de dimensão 2η D —sso™i—do —o sistem—D η dΩ = i=1 dqi dpi onde {qi } = {q1 .Z= g (E ) e−βE dE 6. 126 •Última •Sair . qη } e {pi } = {p1 . .

a pressão ou calores especícos. Apenas para se determinar um valor absoluto para a entropia. hesse modoD o número de est—dos é (x—do por dG = eD podeEse de(nir — função de p—rtição ™lássi™— por dΩ hη 38 Z™ = 1η h e−βE dΩ ƒe — energi— não depende de —lgum—s ™oorden—d—sD por exemploD em um sistem— no qu—l — energi— só depende d— ™on(gur—ção esp—™i—lD ou sej—D — energi— só ™ontém — p—r™el— de energi— poten™i—lD — função de 38 Em cálculos práticos. 127 •Última •Sair . não altera as previsões dos valores de variáveis como a energia média.onde h = 6. que dependem de expressões que envolvem derivadas da função de partição com relação a outras variáveis. com η graus de liberdade.626 × 10−34 tFs é — ™onst—nte de €l—n™kF essimD O volume mínimo acessível a um sistema. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. a inclusão da constante de Planck. ou de qualquer constante. torna-se necessário o conhecimento completo das constantes na expressão da função de partição. em seu espaço de fases é da ordem de hη .

X ) — energi— de um est—do p—rti™ul—r de um sistem— em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T D onde V é o volume do sistem— e X represent— qu—lquer outro p—râmetro extensivo do sistem—F xesse ™—soD — energi— médi— tot—l do sistem— E = U pode ser ™—l™ul—d— por U= E (V.p—rtição pode ser express— por η Z™ = j =1 dpj 1 hη η e−βE (q) i=1 dqi Z{pj } = cte. 128 •Última . Z{qi } ho ponto de vist— práti™oD ˜—st— se ™—l™ul—r o f—tor relev—nte e represent—r — função de p—rtição por 1 Z™ = η h η e −βE (q ) i=1 dqi 6.3.2. A analogia Termodinâmica de Gibbs ƒej— E (V. X ) P (E ) =⇒ dU = E dP + P dE …m— vez queD ln P = −βE − ln Z =⇒ E = −β −1 (ln P + ln Z ) e dE = ∂E ∂E dV + dX ∂V ∂X •Sair •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

— v—ri—ção de energi— pode ser express— por dU = −β −1

ln P dP + ln Z

dP
P d ln P

+

∂E P dV + ∂V
∂E ∂V

∂E P dX ∂X
∂E ∂X

h— ™ondição de norm—liz—çãoD

P (E ) = 1 ⇔
segueEse que d d essimD dU =

dP = 0

(ln P )P =
ln P

(ln P ) dP +

P d ln P
dP = 0

d − ln P + β

∂E ∂V

dV +

∂E ∂X

dX

a e — PE a lei d— he —™ordo ™om qi˜˜s ‘IP“D ™omp—r—ndoEse — expressão —nterior ™om — expressão d— IE „ermodinâmi™— p—r— pro™essos reversíveisD

dU = T dS − P dV + Y dX

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 129 •Última

•Sair

onde S é — entropi— do sistem—D P — pressão e Y — v—riável intensiv— ™onjug—d— à X D podeEse est—˜ele™er —s ™orrespondên™i—s 39

β=

1 kT ∂E ∂V

S = −k ln P

P =−

Y =

∂E ∂X

onde k = 1.38 × 10−23 tGu é — ™onst—nte de foltzm—nnF

39

A rigor, a identicação da entropia, a partir da analogia de Gibbs, só é denida a menos de uma constante.

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 130 •Última

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6.2.4. Funções termodinâmicas
ist—˜ele™id— — ™orrespondên™i— entre — we™âni™— ist—tísti™— e — „ermodinâmi™— do equilí˜rioD tod—s —s funções de est—do podem ser o˜tid—s — p—rtir d— função de p—rtiçãoF …m— vez que

Z=
— energi— médi— pode ser o˜tid— por

e−βE

=⇒

∂Z =− ∂β

E e−βE

U=

E (V, X ) e−βE 1 ∂Z =− Z Z ∂β ∂ ln Z ∂β

U =−

he —™ordo ™om — expressão

ln P = −βE − ln Z
— entropi— pode ser ™—l™ul—d— por

S=

U + k ln Z + ™teF T •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 131 •Última •Sair

S=

U + k ln Z T

e — função de relmholtz @F = U − T S A por

F = −kT ln Z
eltern—tiv—menteD — entropi— pode ser ™—l™ul—d— por

S=−

∂F ∂T

=
V,X

∂ (kT ln Z ) ∂T

V,X

— pressão por

P =−

∂F ∂V

= kT
T,X

∂ ln Z ∂V

T,X

eD em ger—lD qu—lquer v—riável intensiv— Y por

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 132 •Última

•Sair

V ∂ ln Z ∂X T.X permite — determin—ção outr—s equ—ções de est—doF iss— rel—ção foi —mpl—mente utiliz—d— por €l—n™k e iinsteinD em seus estudos so˜re — r—di—ção do ™orpo negroF €or exemploD iinsteinD em IWHSD ™om —rgumentos pro˜—˜ilísti™osD ™—l™ulou um— expressão p—r— entropi— de um gás ide—l nãoEdegener—doD que permite —n—lis—r — su— v—ri—ção ™om respeito —o volume eD de imedi—to determin—r — equ—ção de est—do do gás ide—lF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.V …m— vez est—˜ele™id—s —s rel—ções que identi(™—m ou de(nem —s v—riáveis de est—do de um sistem— m—E ™ros™ópi™oD podeEse ™onjugáEl—s ™om outr—s rel—ções termodinâmi™—s p—r— — determin—ção ou interpret—ção de outr—s gr—ndez—sD não tão usu—isD —sso™i—d—s — um d—do sistem—F isse pro™edimento foi e tem sido frutífero n— des™o˜ert—D investig—ção e expli™—ção de diversos fenômenosD prin™ip—lmenteD ™om os tr—˜—lhos de €l—n™kD iinstein e v—nd—uF essimD se — entropi— ou — energi— de um sistem— em equilí˜rio térmi™oD à temper—tur— T D foi previ—mente determin—d— @experiment—l ou teori™—menteAD — rel—ção 1 = T ∂U ∂S V. 133 •Última •Sair .Y = ∂F ∂X = −kT T.

41 essimD — equ—ção de est—do de um gás ide—l nãoEdegener—do é d—d— por P = T 40 Uma vez que ∂S ∂V G =⇒ P V = N kT U G S 1 1 =− pi ln pi = − ln = ln G k G G i=1 i=1 41 Para outras funções é necessário determinar além do volume. a dependência do número de estados com outros parâmetros como a energia.ƒegundo iinsteinD se o volume V o™up—do por um gás ide—l nãoEdegener—doD ™om N p—rtí™ul—s e energi— U D for dividido em regiões de volume V◦ D o número de est—dos —sso™i—do — ™—d— um— d—s p—rtí™ul—s do gás é propor™ion—l à V /V◦ F essimD p—r— N p—rtí™ul—s independentesD o número de est—dos G é propor™ion—l à V V◦ N gonsider—ndo que os est—dos são igu—lmente prováveisD ou sej—D que — pro˜—˜ilid—de de o™orrên™i— p de ™—d— um dos G est—dos é d—d— por 1 p= G — entropi— é d—d— por 40 S = k ln G = N k ln V + cte. temperatura ou campos externos. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 134 •Última •Sair .

135 •Última •Sair .g—˜e not—r que — —r˜itr—ried—de d— divisão do volume V D ou sej—D — es™olh— de um volume V◦ D — menos do v—lor —˜soluto p—r— — entropi—D não —™—rret— nenhum pro˜lem—D um— vez que —pen—s v—ri—ções de entropi— são relev—ntes p—r— — determin—ção de qu—lquer propried—de m—™ros™ópi™— do gásF intret—ntoD do ponto de vist— quânti™oD um— vez que existe um volume mínimo permitido pelo prin™ípio d— in™ertez—D é possível —ssin—l—r a lei d— „ermodinâmi™—F um— es™—l— —˜solut— p—r— — entropi— que justi(™— — ™h—m—d— QE •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

de maneira Partículas idênticas fermiônicas ou bosônicas são indistingüíveis.6. 136 •Última •Sair .5. nos referimos ao equilíbrio térmico de um átomo ou de uma molécula com o restante do gás. à temperatura de um átomo.2. uma molécula ou qualquer dos constituintes de um gás. Gases ideais €—r— sistem—s nos qu—is seus su˜sistem—s ou ™onstituintes qu—seEindependentes são distinguíveis por su—s lo™—liz—™ões esp—™i—isD direções de prop—g—ção ou qu—lquer outr— propried—deD — f—tor—ção d— função de p—rtição ™—nôni™— pode ser lev—d— —o nível de seus ™onstituintes @átomosD molé™ul—sD os™il—doresD spinsD et™AF yu sej—D N Z= i=1 zi onde N é o número de ™onstituintes do sistem— e zi é — função de p—rtição de ™—d— ™onstituinte42 F xo ™—so de ™onstituintes idênti™osD N Z = zi €—r— g—ses degener—dosD onde — n—turez— fermiôni™— ou ˜osôni™— d—s p—rtí™ul—s ™onstituintes deve ser lev—d— em ™ont—D — não distingui˜ilid—de d—s p—rtí™ul—sD —ind— que idênti™—s43 D não permite — f—tor—ção —o 42 43 Nesse sentido. E. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. mais relaxada.

. n2 .nível de ™—d— ™onstituinteF y pro˜lem— d— distingui˜ilid—de ou indistingui˜ilid—de d—s p—rtí™ul—s pode ser es™l—re™ido —o represent—r — função de p—rtição em termos dos ™h—m—dos números de ocupaçãoD ou sej—D os números de p—rtí™ul—s —sso™i—dos —os diversos níveis de energi— de um gásF …tiliz—ndoEse o espe™tro de energi— de ™—d— um— d—s p—rtí™ul—sD — energi— @E A de um gásD num d—do inst—nteD ™om número @N A (xo de p—rtí™ul—s podeEse es™rever   E= ni i     i      N= onde os ni são os ni i números de ocupação ou populações dos níveisF isses dois vín™ulos podem ser s—tisfeitos por um— in(nid—de de ™om˜in—ções do tipo {n1 . . . )D — função de p—rtição ™—nôni™— pode ser express— por •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. . 137 •Última •Sair . . . }D deE nomin—d—s partições eD represent—ndoEse o número possível de re—liz—ções @multiplicidadeA de ™—d— p—rtição por W (n1 . . . . . . . n2 .

. . 138 •Última •Sair .. . eD port—ntoD Zdist = n1 . W (n1 .. . . .. N = (e−β 1 + e−β 2 . )e− i βni i = n1 . . 1 2 . e determin—ção d— multipli™id—de de um— p—rtição dependeD essen™i—lmenteD do vín™ulo —sso™i—do —o número de ™onstituintes e do modo de ™ont—gem desses ™onstituintesF ƒe —s p—rtí™ul—s idênti™—s de um— gás fossem distinguíveisD — multipli™id—de de ™—d— p—rtição seri— d—d— pel— fórmul— multinomi—l N! W = n1 !n2 ! . )e−n1 β 1 e−n2 β 2 .. . . .n2 .. W (n1 .)N = zi zi = n e−β n •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. . . .. ..n2 N! e−β n ! n ! . n2 .n2 .. .Z = n1 . . n2 . .... . 1 n1 e−β 2 n2 . . .

. . ) = 1 eD port—ntoD Zind = n1 e−β 1 n1 . . n2 . . onde os índi™es ni não são independentesF ƒomente p—r— um gás de ˜ósons ™om in(nitos gr—us de li˜erd—de @N → ∞A ou número inde(nido de ™onstituintesD os termos d— som— d— função de p—rtição ™—nôni™— são independentes @0 < ni < ∞A eD port—ntoD pode ser express— por 44 Essa hipótese será analisada de modo mais detalhado. 139 •Última •Sair . xo ™—so de g—ses degener—dosD onde — hipótese so˜re — distingui˜ilid—de não se —pli™—D —s p—rtí™ul—s ™onstituintes são indistinguíveis eD só existe um— re—liz—ção p—r— ™—d— p—rtiçãoD ou sej—D — multipli™id—de de ™—d— p—rtição é W (n1 .. .4 sobre o gás ideal. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. na subseção 8.onde zi é — função de p—rtição de ™—d— ™onstituinteF €—r— g—ses nãoEdegener—dosD onde o número médio ni de o™up—ção em ™—d— nível de energi— i é qu—se nuloD de ™erto modoD o pro˜lem— d— indistingui˜ilid—de não se m—nifest— eD — função de p—rtição do gás é igu—l — Zdist 44 F essimD A função de partição canônica para gases não-degenerados pode ser fatorada até o nível de seus constituintes.. . n2 e−β 2 n2 . .

.Z= ∞ 1 1− i 1 1 − e−β 1 1 − e−β i 2 e−β 1 = . = i zi onde zi = ni =0 e−β ni xo ™—so de um gás ™om um número @N A (nito e de(nido de ™onstituintesD — re—liz—ção d—s som—sD em Zdist D s—tisf—zendo o vín™ulo —sso™i—do —o número de ™onstituintesD torn—Ese pr—ti™—mente impossívelF …m— —ltern—tiv— p—r— se ™ontorn—r esse pro˜lem—D que permite — determin—ção d— popul—ção médi— em ™—d— nível de energi— de um gás degener—doD é —tr—vés do método @ƒeção UFPA est—˜ele™ido por h—rwin e powler @IWPPA ‘ISD PQD PWD IUD W“F he outro modoD podeEse utiliz—r o método de qi˜˜s p—r— se de(nir outros tipos de distri˜uiçõesF …m— distri˜uição que des™reve sistem—s em equilí˜rio térmi™o e difusivo 45 é — denomin—d— distribuição grancanônica ‘IPD RV“ 46 D est—˜ele™id— t—m˜ém por qi˜˜sD em IWHIF 45 Equilíbrio relativo a troca de partículas. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. a partir dela pode-se realizar a partição de um gás degenerado ao nível das partículas que o constituem. 140 •Última •Sair .. 46 A distribuição gran-canônica (Apêndice 6.3) descreve sistemas com número de partículas variáveis e.

6.2. A distribuição de Planck (1901) e energi— médi— U D no ™—so de g—ses de ˜ósons ™om in(nitos gr—us de li˜erd—de ou número inde(nido de ™onstituintesD onde — função de p—rtição é d—d— por Z= i zi eD zi = pode ser ™—l™ul—d— por 1 1 − e−β i U =− i ∂ log zi ∂β e −β i 1 − e−β ou sej—D U= i − 1 ∂ log ∂β 1 − e−β E =U = i = i i i gomp—r—ndoEse ™om — expressão ni i i €odeEse est—˜ele™er que •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.6. 141 •Última •Sair .

y número médio de o™up—çãoD p—r— um gás de ˜ósons ™om in(nito gr—us de li˜erd—de ou número de ™onstituintes inde(nidosD em equilí˜rio térE mi™o à temper—tur— T é d—do pel— Distribuição de PlanckF ni = eβ i 1 −1 x— práti™—D —lém de g—ses de fótonsD p—r— os qu—is Tc ≈ 107 uD — distri˜uição de €l—n™k ‘QRD QP“ des™reve t—m˜ém outros sistem—s degener—dos de ˜ósons nãoEm—ssivosD ™om número inde(nido de ™onstituintesD ™omo um gás degener—do de fónons em um— rede ™rist—lin—F •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 142 •Última •Sair .

2. 143 •Última •Sair . A distribuição de Maxwell-Boltzmann (1860-1871) €—r— sistem—s ™onstituídos por N su˜sistem—s idênti™osD distinguíveis e independentes ou g—ses nãoEdegener—dosD em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T D — energi— médi— por ™onstituinte @U/N A do gás pode ser ™—l™ul—d— por U = N onde z = tuintesF =− ∂ log z ∂β e−β é som—d— ou integr—d— so˜re o espe™tro de energi— dos su˜sistem—s ou p—rtí™ul—s ™onstiE ixpress—ndoEse — energi— médi— por = e−β z podeEse identi(™—r o f—tor e−β /z ™omo — pro˜—˜ilid—de de o™orrên™i— de um est—do ™om energi— D p—r— os su˜sistem—s idênti™osD distinguíveis e independentes de um sistem— m—™ros™ópi™o ou p—r— —s p—rtí™ul—s de um gás nãoEdegener—doF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.7.6.

xo ™—so de g—ses nãoEdegener—dosD ess— pro˜—˜ilid—de pode ser express— t—m˜ém por ni N de modo que y número médio de o™up—ção p—r— um gás nãoEdegener—doD ™om N p—rE tí™ul—sD em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T é d—do pel— distribuição de Maxwell-Boltzmann onde ni = λe−β λ= é — —tivid—de do gásF i N −β ie i isse result—do n—d— m—is é que — gener—liz—ção d— —˜ord—gem do estudo dos g—ses ini™i—d— por gl—usiusD w—xwell e foltzm—nn eD pode ser —pli™—d— — vários sistem—s e pro™essos físi™osD nos qu—is — função de p—rtição ™—nôni™— pode ser f—tor—d— —té seus ™onstituintes ™omo g—ses dielétri™osD ™onstituídos por molé™ul—s pol—resF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 144 •Última •Sair .

Flutuações e conexão entre as distribuições canônica e microcanônica ‚epresent—r — função de p—rtição por um— som— so˜re os v—lores de energi—D em vez dos est—dosD equiv—le — —(rm—ção de que — pro˜—˜ilid—de —sso™i—d— — um d—do nível é d—d— por P (E ) ∼ g (E ) e−βE ou sej—D pelo produto de dois f—tores —nt—gôni™osD um f—tor exponen™i—l que de™res™e ™om — energi— e outroD — densid—de de est—dosD que ™res™e ™om — energi—F hesse modoD — pro˜—˜ilid—de —present— um máximo p—r— —lgum v—lor U D determin—do por ∂ g (E ) e−βE ∂E ⇓ 1 ∂g g ∂E = E =U E =U =0 ∂ log g ∂E = β = 1/kT E =U …m— vez que o número de est—dos GD num pequeno interv—lo de energi— ∆E D em torno de U D que independe •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 145 •Última •Sair .2.8.6.

. . 146 •Última •Sair .de E D é d—do por G = g ∆E D — rel—ção 47 ∂S ∂U =k V ∂ log G ∂E =k U ∂ log g 1 = ∂U T permite identi(™—r U ™om — energi— médi—F ixp—ndindoEse log P (E ) em torno de U D log P (E ) = log P (U ) − 1 2 1 2 ∂2 log P (E ) ∂E 2 (E − U )2 + . E =U ∼− eD um— vez queD ∂2 log P (U ) (E − U )2 ∂U 2 log P (E ) = log g (E ) − βE 47 Uma vez que G(E ) ∼ E N ⇓ ∂ log G(E ) ∂E = E =U ∂ log G(U ) ∂U •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.— deriv—d— segund— pode se express— por ∂2 log P (E ) ∂E 2 E =U ∂ ∂E essimD ∂ log g ∂E 1/kT = U 1 k ∂ 1/T ∂T 1/T 2 ∂T ∂U V log P (E ) ∼ −1 (E − U )2 2kT 2 (∂U/∂T )V CV result— 48 (E − U )2 2 P (E ) ∼ e 2kT CV − ixpress—ndoEse em termos d— v—ri—ção rel—tiv— d— energi— (E − U ) U 2 2 P (E ) ∼ e− (E/U − 1) /2∆ 48 Essa forma foi utilizada por Gibbs para representar a distribuição microcanônica. 147 •Última •Sair .

148 •Última .eviden™i— que — distri˜uição result—nte p—r— sistem—s ™om muitos gr—us de li˜erd—deD por exemploD um gás mole™ul—r não degener—doD é extrem—mente ™entr—d— em torno d— energi— médi— U D ™om l—rgur— ∆= qu—se nul—D um— vez que kT 2 CV U2   CV ∼ N k  U ∼ N kT 1 =⇒ ∆ ≈ √ N xesse sentidoD —s predições d— we™âni™— ist—tísti™— p—r— sistem—s ™om muitos gr—us de li˜erd—deD em equilí˜rio térmi™oD são pr—ti™—mente isent—s de in™ertez—sD ou sej—D são pr—ti™—mente ex—t—sF isse ™omport—mento pode ser eviden™i—do t—m˜ém —tr—vés do ™ál™ulo d— )utu—ção d— energi— em torno d— energi— médi—D (∆E )2 = E 2 − E 2 …m— vez que E Z= E e−βE •Sair •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

⇓ ∂ E Z− E ∂β E e−βE = − E Z E 2 e−βE E2 Z ⇓ U (∆E )2 = − ™heg—Ese — )utu—ção rel—tiv— ∂ E = kT 2 ∂β ∂U ∂T = kT 2 CV V kT 2 CV ∆E = U U √ que p—r— g—ses não degener—dos é d— ordem de 1/ N F isses result—dos expli™—m o porquê d—s distri˜uições ™—nôni™— e mi™ro™—nôni™— lev—rem —s mesm—s ™onE ™lusõesD qu—ndo —pli™—d—s —os sistem—s m—™ros™ópi™osF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 149 •Última •Sair .

N2 AD resE pe™tiv—menteF por im equilí˜rio térmi™o @à temper—tur— T A e difusivoD — energi— e o número de ™onstituintes tot—is são d—dos    E = E1 + E2   N = N1 + N2 • Hipótese 49 1X e pro˜—˜ilid—de de um sistem— —˜erto en™ontr—rEse em um est—do ψ só depende d— energi— Que trocam apenas um tipo de partícula.6. A distribuição gran-canônica e ™h—m—d— distri˜uição gr—nE™—nôni™— des™reve o ™omport—mento de sistem—s em inter—ção ™om su— viziE nh—nç—D m—s em equilí˜rio térmi™o ou difusivoD ou sej—D sistem—s —˜ertos que tro™—m energi— e p—rtí™ul—s ™om su— vizinh—nç—F ƒu— form— fun™ion—l pode ser est—˜ele™id— de modo —nálogo —o pro™edimento ™—nôni™oF ƒej—m dois sistem—s —˜ertos49 @I e PAD ™om energi—s e números de ™onstituintesD @E1 . N1 A e @E2 . •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.3. 150 •Última •Sair .

N2 )  log P (E. N ) = P (E1 . N ) = log P (E1 .P (E2 . 151 •Última •Sair . N2 ) heriv—ndoEse os log—ritmosD o˜témEse  ∂ ∂ ∂E ∂   log P = log P log P1 =   ∂E1 ∂E ∂E1 ∂E1      1     ∂ ∂ ∂E ∂   log P = log P = log P2   ∂E2 ∂E ∂E2 ∂E2    1 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.E e do número de ™onstituintes N D ou sej—D Pψ (E. N1 ) + log P (E2 . N ) €—r— os dois sistem—s em equilí˜rioD   P (E. N1 ).

152 •Última •Sair .e  ∂ ∂ ∂N ∂   = log P = log P log P1   ∂ N1 ∂N ∂ N1 ∂ N1      1     ∂ ∂N ∂ ∂   log P = log P log P2 =   ∂ N ∂ N ∂ N ∂ N  2 2 2   1 hesse modoD  ∂   log P = −β    ∂E      ∂ log P = γ ∂N • Hipótese 2 X e pro˜—˜ilid—de de o™orrên™i— de est—dos ™om menor energi— é m—ior do que — de est—dos m—is energéti™osD ou sej—D — ™onst—nte β = 1/kT D que ™—r—™teriz— o equilí˜rio térmi™o é positiv—F intret—ntoD — ™onst—nte γ = µ/kT D que ™—r—™teriz— o equilí˜rio difusivoF pode ser positiv— ou neg—tiv—F „—is rel—ções são s—tisfeit—s por •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

N ) = 1 N . estados eγ N −βE essimD de modo —nálogo —o pro™edimento ™—nôni™oD — energi—D — pressão e o número de ™onstituintes médios são d—dos por •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. estados ou sej—D ZG = N . 153 •Última •Sair .P (E. N ) = 1 γ N −βE e ZG onde ZG é um— ™onst—nteD denomin—d— ™ondição de norm—liz—çãoD função de partição gran-canônicaD que é determin—d— — p—rtir d— P (E.

154 •Última •Sair .U =− ∂ log ZG ∂β ∂ log ZG ∂V P = kT N= ∂ log ZG ∂γ ho mesmo modo que p—r— — distri˜uição ™—nôni™—D —s )utu—ções rel—tiv—s de energi— e do número de p—rtí™ul—s são desprezíveis p—r— sistem—s m—™ros™ópi™osD ou sej—D (∆N )2 = N 2 − N …m— vez que 2 N N ZG = ⇓ N eγ N −βE •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

V µ ∼ kT log N ™heg—Ese — )utu—ção rel—tiv— F ∆N 1 =√ N N isses result—dos expli™—m o porquê d—s distri˜uições gr—nE™—nôni™—D ™—nôni™— e mi™ro™—nôni™— lev—rem —s mesm—s ™on™lusõesD qu—ndo —pli™—d—s —os sistem—s m—™ros™ópi™osF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 155 •Última •Sair .∂N ZG + N ∂γ N eγ N −βE = N ZG N 2 eγ N −βE N 2 ZG ⇓ (∆N )2 = €—r— g—ses nãoEdegener—dosD onde ∂N = kT ∂γ ∂N ∂µ T.

.... onde ™—d— som—tório é independente dos dem—isF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 156 •Última •Sair .3.1.. As distribuições de Fermi-Dirac e Bose-Einstein eo se utiliz—r — função de p—rtição gr—nE™—nôni™— no estudo de um gásD sujeito —os vín™ulos   N = ni     i      E= ni i i onde os ni são os números de o™up—ção dos est—dos ™orrespondentes —os níveis de energi— iD podeEse es™rever ZG = N .. e[γ (n1 +n2 +...estados eγ N −βE = n1 .6.)] = n1 e(γ −β 1 )n1 e(γ −β n2 2 )n2 + .)−β (n1 1 +n2 2 +..n2 .

157 •Última .gomo p—r— férmions — popul—ção de ™—d— nível só pode ser H ou ID e p—r— p—r— ˜ósons não há restrições qu—nto — popul—ção de ™—d— nívelD ou sej—D ni pode v—ri—r de H — ∞D o˜témEse ZG = i 1 ± e(γ −β i)   + férmions ±1    − ˜ósons    + férmions   − ˜ósons    + férmions ±1 i eD um— vez que log ZG = ± i log 1 ± e(γ −β h± (β i) i) — energi— médi— é d—d— por U =− ∂ log ZG = ∂β 1 i e(β i −γ ) ni   − ˜ósons onde ni = λ−1 1 eβ i ± 1    + férmions   − ˜ósons •Sair •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

são os números médios de o™up—çãoD denomin—dos de distribuição e distribuição de Bose-EinsteinD no ™—so de ˜ósonsF de Fermi-Dirac D no ™—so de férmionsD p—zendoEse f ± (β i ) = log h± (β i )D — energi— médi— e — pressão podem ser express—s ™omo    U = − ∂ log ZG = ∓ ∂ f ± (β i )    ∂β ∂β i  ∂ ∂ log ZG   =±   P = kT ∂V ∂V vev—ndoEse em ™ont— —s densid—des de est—dos   V 1/2    g( ) ∼   2   V podeEse es™rever f ± (β i ) i (partículas massivas não-relat. 158 •Última •Sair .) partículas não massivas ou ultra-relativísticas  ∂   U = ∓ ™teF V I (β )   ∂β    1   ™teF I (β )  P =± β •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

159 •Última •Sair .)    3V P =   1U partículas não massivas    ou ultra-relativísticas 3V •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.onde I (β ) = p—zendoEse x = β 1/2 2 f ± (β ) d D =⇒ dx = βd I (β ) = β −3/2 β −3 x1/2 x2 ™teF f ± (x) dx essimD     U = ± ™teF V            P = ± ™teF 3 −5/2 β 2 −4 3β β −5/2 β −4 smpli™— que — rel—ção entre — pressão e — energi— médi— p—r— g—ses são d—d—s por  2U   (partículas massivas não-relat.

160 •Última •Sair .essimD — distri˜uição gr—nE™—nôni™— mostr— queD ess—s rel—çõesD est—˜ele™id—s no —pêndi™e ?? p—r— g—ses nãoEdegener—dosD v—lem t—m˜ém p—r— g—ses degener—dosF yu sej—D independem d— n—turez— fermiôni™— ou ˜osôni™— d—s p—rtí™ul—s de um gás ide—lD só dependem de su—s rel—ções de dispersãoF y limite ™lássi™oD des™rito pel— distribuição de Maxwell-Boltzmann @IVTHEIVUIAD é est—˜ele™ido impondoE se — ™ondição de nãoEdegeneres™ên™i— de um— gásD ni hesde que 1 ni = 1 λ e−β i = λ−1 eβ i ± 1 1 ± λ e−β ⇓ 1 1 ∓ ni = 1 ± λ e−β i ⇓ ni = λ e−β 1 ∓ ni i i — ™ondição de nãoEdegeneres™ên™i— impli™— g—ses nãoEdegener—dos ni = λ e − β i •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. o potencial químico é negativo (µ < 0).im ger—lD o p—râmetro λD denomin—do atividadeD é es™rito ™omo λ = eµ/kT onde µ(T ) é o poten™i—l quími™o50 F hesse modoD —s distri˜uições usu—isD que des™revem o ™omport—mento dos g—ses idei—s podem ser resumid—s ™omoX ni =  0    +1 a= −1    −1 λ −1 1 eβ i ± a w—xwellEfoltzm—nn permiEhir—™ foseEiinstein (λ = 1) €l—n™k ys fótons e os fónons podem ser en™—r—dos ™omo ˜ósons ™ujo número é inde(nidoD t—l que µ = 0F 50 Para gases não-degenerados (λ 1). 161 •Última •Sair .

2.6. 162 •Última •Sair . O potencial químico de gases degenerados de férmions não-relativísticos e distri˜uição de permiEhir—™ p—r— g—ses ™omplet—mente degener—dos @T = 0uAD   i ≤ µ(0)  1 ni T =0 =   0 i > µ(0) mostr— que o nível de permi @ F A é o poten™i—l quími™o p—r— T = 0uD ou sej—D F = µ(0) = kTF €—r— um gás fortemente degener—doD onde 0u < T — distri˜uição n( ) = f ( ) —ind— é t—l que TF ∂f ∂ ou sej—D −δ ( − µ) = µF ∂f é um— função p—r ™ujo v—lor só é —pre™iável em torno de ∂ •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.3.

163 •Última •Sair .xesse ™—soD —s expressões que determin—m o número N de p—rtí™ul—s e — energi— U do gásD  ∞   N = g( ) f ( ) d    0      U= onde g ( ) = ∞ g( ) f ( ) d 0 3 N 3/2 2 F 1/2 D envolvem integr—is do tipo ∞ ν 0 Mν = f( ) d ∞ = f ( ) G( )|∞ 0 − 0 ν +1 G( ) 0 ∂f d ∂ onde G( ) = 0 ν d = ν+1 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

de t—l modo que  3 N   N=   3/2 2 F     3 N     U = 2 3/2 F 1/2 M1/2 1/2 M3/2 p—zendoEse x = −µ kT =⇒ kT dx = d D ∞ Mν = desde que kT x → 0D G(µ + kT x) −µ/kT →−∞ − ∂f ∂x dx  1  G(µ + kT x) = G(µ) + G (µ)kT x + G (µ)(kT x)2 + . G (µ) = µν . .    2    ν +1    G(µ) = µ . G (µ) = νµν −1 ν+1 eD ´ impar ∞ par Mν = G(µ) + kT G (µ) −∞ x − 0 ∂f ∂x dx − 1 (kT )2 G (µ) 2 ∞ x2 −∞ ∂f ∂x dx •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 164 •Última •Sair . .

is™revendoEse ∞ x2 −∞ ∂f ∂x ∞ dx = 2 0 x2 ∂f ∂x dx = 2 x2 f (x) ∞ 0 ∞ −2 0 x f (x) dx ∞ = −4 0 x f (x) dx ∞ result— Mν = G(µ) + 2G (µ)(kT x)2 0 (ex x + 1) dx π 2 /12 ou sej—D Mν = …m— vez que µ(T ) ≈ µ(0) = F π2 µν +1 1 + ν (ν + 1) ν+1 6 kT µ 2 D podeEse es™rever kT T = µ TF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 165 •Última •Sair .

hesse modoD o poten™i—l quími™o é determin—do por  3 N  N= M1/2   /2  2 3  F       π2 2 3/2   1 +  M1/2 = µ 3 8 ⇓ µ= F T TF 2 1 − π2 12 T TF 2 e — energi— por  3 N  U= M3/2   3/2  2  F       2 5/2 5π 2   1 +  M3/2 = µ 5 8 ⇓ •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 166 •Última •Sair T TF 2 .

167 •Última •Sair .3 U= N 5 F 1 + 5π 2 12 T TF 2 ⇓ CV = π2 2 Nk T TF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

4. Outros métodos 7. 3. 2.1. desordem e informação xo ™—mpo d— teoria da informaçãoD — desordem e — in™ertez— @n— previsão de eventos —le—tóriosA rel—tiv—s — sistem—s nos qu—is — o™orrên™i— de ™—d— est—do Ψi está —sso™i—d— — um— pro˜—˜ilid—de pi D são ™on™eitos equiv—lentesF iss— ™onexão foi est—˜ele™id— por gl—ude ƒh—nnon ‘QWD IV“D em IWRVD e pode ser entendid— — p—rtir do ™lássi™o exemplo do l—nç—mento de d—dosF y ™onjunto de result—dos possíveis é {i = 1. Entropia. 168 •Última •Sair . 5.7. 6} ƒej— um d—do nãoEvi™i—do A t—l que —s pro˜—˜ilid—des de o™orrên™i— —sso™i—d—s — ™—d— um dos result—dos sej—m idênti™—s e igu—is — pi = 1/6F ƒe p—r— um d—do B D — pro˜—˜ilid—de de o™orrên™i— do result—do S é p5 = 3/8D e — dos outros result—dos é pi=5 = 1/8D n—tur—lmente dizEse que —s previsões so˜re —s o™orrên™i—s dos result—dos p—r— o d—do B são menos in™ert—s que —s rel—tiv—s —o d—do AF yuD de um outro ponto de vist—D que os result—dos rel—tivos —o d—do A —present—rEseEão m—is desorden—dos que p—r— o d—do B D no sentido que est—rão m—is uniformemente distri˜uídosD F •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

ƒe um d—do C é ™omplet—mente tenden™ioso qu—nto — um result—doD por exemploD p3 = 1 e pi=3 = 0D dizEse que — incerteza I —sso™i—d— —s o™orrên™i—s dos result—dos é nul—D ou sej—D que o sistem— é ™omplet—mente orden—doF €—r— est—˜ele™er um— medid— d— in™ertez— ou d— desordemD é ne™essário que —s in™ertez—s —sso™i—d—s — eventos independentesD ™omo —s previsões rel—tiv—s —os d—dos B e C D sej—m —ditiv—sD

I (B e C ) = I (B ) + I (C ) = I (B )
poisD um— vez que o d—do C é ™omplet—mente vi™i—doD — in™ertez— —sso™i—d— — ele é nul— eD port—nto — in™ertez— ™om˜in—d— é simplesmente — —sso™i—d— —o d—do B F …m— medid— ™om t—is propried—des já h—vi— sido de(nid—D n— „eori— ginéti™— dos q—ses em IVUU ‘R“D por foltzm—nn eD gener—liz—d— em IWHID por qi˜˜s ‘IP“F „—l medid— n—d— m—is é que o número positivoD

I=−
i

log pi pi = − log pi

denomin—do ™onst—nte H 51 de foltzm—nn ou entropi— de qi˜˜sD n— we™âni™— ist—tísti™—F
51
Leia-se

eta,

pois é a letra grega

η

em sua forma maiúscula.

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 169 •Última

•Sair

xo ™—so do l—nç—mento dos d—dos AD B e C D

1 1 log = log 6 = 1.79 6 6 i=1 1 1 3 3 I (B ) = −5 log − log = 1.67 8 8 8 8 I (C ) = 0 I (A) = −
6 6

6

I (B e C ) = −
i,j

pij log pij = −
i,j

pi (B )pj (C ) log[pi (B )pj (C )] pi (B ) −
i j 1 I (C )

=
j

pj (C ) −
i 1

pi (B ) log pi (B ) +
I (B )

pj (C ) log pj (C )

= I (B ) + I (C ) = I (B ) = 1.67
f—se—do nos tr—˜—lhos de foltzm—nnD qi˜˜s e ƒh—nnonD e n— hipótese de que o est—do de equilí˜rio de um sistem— é —quele em que — entropi— é máxim—D t—ynes ‘PSD IV“D em IWSUD propo£ e que — pro˜—˜ilid—de de um sistem— en™ontr—rEse num est—do de energi— E é d—d— pel— m—ximiz—ção d— entropi— de qi˜˜sD

S = −k
E

P (E ) log P (E )

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 170 •Última

•Sair

™omp—tíveis ™om outros vín™ulos m—™ros™ópi™os e ™om — ™ondição de norm—liz—ção

P (E ) = 1
E

€or exemploD p—r— um sistem— em equilí˜rio térmi™o há o vín™ulo —di™ion—lD

E P (E ) = E = U
E

…tiliz—ndoEse o método dos multipli™—dores de v—gr—nge p—r— m—ximiz—r — expressão

52

Φ=S−
ou sej—D

1 T

E P (E ) − α
E E

E P (E )

−k log P (E ) − k − α −
E 0

E T

dP (E ) = 0

impli™—

E P (E ) ∼ e kT

52
Os chamados multiplicadores de Lagrange são tais que, apesar dos coecientes dos termos da variação de

Φ

não serem

independentes, anulam alguns termos da variação de modo que os restantes sejam independentes.

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 171 •Última

•Sair

7.2. O método de Darwin-Fowler
xo ™—so de g—ses degener—dosD ™om N ™onstituintes ™ontidos num volume V D em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T D — função de p—rtição ™—nôni™—D

ni β
i

i

Z (T, V, N ) =
n1 ,n2 ,...

e

=
n1

e−n1 β

1

.
n2 ni

e−n2 β

2

....

=
i ni

e−β

i

devido —o vín™ulo ni = N @(xoAD não pode ser f—tor—d— em termos independentes eD por issoD — som— torn—Ese pr—ti™—mente impossível de ser ™—l™ul—d—F y pro™edimento el—˜or—do por powler ‘ISD PWD IU“D em IWPPD de(ne um— função —n—líti™— —uxili—rD
∞ −

ni β
i

i

g (x) =
N =0 n1 n2 ...

x

N

e

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 172 •Última

•Sair

... V. 173 •Última ..onde N = sej—D ni é v—riável e os ™oe(™ientes d—s potên™i—s de x são funções do tipo d— p—rtição ™—nôni™—D ou ∞ g (x) = N =0 xN Z (T. N ) y efeito d— som— so˜re todos os v—lores de N é equiv—lente — som—r so˜re os ni sem restriçãoD ou sej—D tr—t—ndoEos ™omo independentesF g (x) = n1 xn1 e−n1 β 1 .. n2 xn2 e−n2 β 2 . n2 ni xe−β 2 n2 . = i ni xe−β i ixp—ndindoEse p—r— férmions e ˜ósonsD o˜temEse g (x) = i 1 ± xe−β i   + férmions ±1    − ˜ósons •Sair •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. = n1 xe−β 1 n1 ..

€or outro l—doD os ™oe(™ientes de um— série de „—ylorD em torno d— origemD são d—dos por Z= 1 dN g N ! dxN 0 ouD segundo — fórmul— de g—u™hyD podem ser expressos t—m˜ém por Z= 1 2πi g (x) dx xN +1 IN is™olhendoEse N = N = ni D onde os ni são os números médios de ™onstituintes do gás —sso™i—dos —os níveis i eD es™revendoEse — integr—l IN ™omo ∞ IN = 0 ef (N.x) dx onde f (N. 174 •Última •Sair . x) = log g (x) − (N + 1) log x = log g (x) − N log x (N 1) possui um máximo em x = λD determin—do por d f (N. x) dx = λ d N log g (x) − dx x =0 λ •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

⇓ N d = log g (x) λ dx λ essimD p—r— que N sej— igu—l —o número médio de ™onstituintes de um gásD λ deve ser t—l que s—tisf—ç— — rel—çãoD ±1 d log 1 ± xe−β i N =λ dx λ i = i λ e −β i  1      1 + λ e−β      1 1 − λ e−β i (férmions) i (˜ósons) N= i λ −1 1 eβ i ± 1    + férmions   − ˜ósons que permite identi(™—r — popul—ção médi— de ™—d— nível de energi— de um gás degener—do ™omo •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 175 •Última •Sair .

ni = λ−1 1 eβ i ± 1    + férmions   − ˜ósons denomin—d—s distribuição @IWPRAD no ™—so de ˜ósonsF de Fermi-Dirac @IWPTAD no ™—so de férmionsD e distribuição de Bose-Einstein 7. A formulação de Von Neumann-Landau ho ponto de vist— quânti™oD — ™onexão ™om o método de qi˜˜s pode ser re—liz—d— — p—rtir d— de(nição de um— gr—ndez—D denomin—d— operador densidade @IWPUAD que o˜ede™e — um— equ—ção simil—r à de viouville ‘RV“F in™—r—ndoEse — Mecânica Quântica ™omo um— teori— pro˜—˜ilísti™—D t—nto os pro˜lem—s que envolvem sistem—s mi™ros™ópi™osD ™om pou™os gr—us de li˜erd—deD qu—nto —queles envolvendo sistem—s m—™ros™ópi™os podem ser —˜ord—dos num mesmo esquem—F sni™i—lmenteD p—r— um sistem— no qu—l é possível —sso™i—r um est—do represent—do por um— função de ond— •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 176 •Última •Sair .3.

ψ )φi i pi (ai ) = |(φi .j (φi .Aψ ) = ou por i (φi . ψ )φi . Aψ ) A = i.ψ D express—ndoEse esse est—do em termos dos —utov—lores de AD   Aφi = ai φi =⇒ ψ =  (φi . ψ )|2 e o v—lor médio de um— gr—ndez— A pode ser expresso por A = i pi (ai )ai = i (φi . ψ )∗ (φi . ψ )∗ (Aφi . 177 •Última •Sair .j (φi . φj ) = δij — pro˜—˜ilid—de de o™orrên™i— de um —utov—lor ai é d—d— por (φi . φi ) ai ρii =pi (ai ) •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. ψ )ai = i. ψ ) (φi . ψ )(ψ. Aψ = (ψ.

A = ψ |A|ψ Pois. ρφj )F x— lingu—gem d— we™ân™i— uânti™—D os est—dos de sistem—s —sso™i—dos — um— d—d— função de ond— são ditos estados puros53 e —queles que não podem são ditos estados de misturaF e de(nição p—r— um sistem— num— mistur— de —uto est—dos de um— gr—ndez— B D   Bψk = bk ψk  (ψk . 178 •Última •Sair . ψl ) = δkl wk = 1F xesse k pode ser re—liz—d— —sso™i—ndoEseD — ™—d— —uto est—do ψk D um peso est—tísti™o wk D t—l que 53 A denição do operador densidade a partir da notação de Dirac é mais direta. |φ i φ i | = 1 i o valor médio pode ser expresso por •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.A = tr (ρA) onde ρ é o operador densidadeD ™ujos elementos de su— represent—ção m—tri™i—lD n— ˜—se dos —utovetores de AD são d—dos por ρij = (φi . em termos dos autovetores de A.

um conjunto hipotético de sistemas similares associados aos autoestados de energia do sistema em foco. o operador densidade para um estado puro é simplesmente o projetor sobre esse estado. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.™—soD — pro˜—˜ilid—de de o™orrên™i— de um —utov—lor ai de A é d—d— por pi (ai ) = k wk |(φi . 54 Ou seja. φj ) ai δij ρij = €—r— um i ρii ai = tr (ρA) ensemble em equilí˜rio térmi™o54 D o peso wk de ™—d— —uto est—do de energi— do sistem—D de h—milE A = ψ |A i 1 |φ i φ i | ψ = i φi |ψ ψ | A|φi ρ = tr (ρA) Ou seja. ψk )wk (ψk . 179 •Última •Sair .j k (φi . ψk )|2 e o v—lor médio por A = i.

que não são projetores. φi e−βH Z (ψk . os estados de misturas são descritos por combinações •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. ψk ) e−βEk (ψk . φj )ψk k φj = φi .k (φi . 180 •Última •Sair .φi )∗ = k (φi .toni—n— H D é d—do por wk = essimD e−βEk Z ρij = k (φi . ψk )ψk . φj ) Z e−βEk (ψk . φj ) (ψk . ψk ) Z δk k = k. e−βH φj Z yu sej—D sistem—s em equilí˜rio térmi™o podem ser des™ritos por um por55 55 lineares de projetores. operador densidade canônicoD d—do Enquanto os operadores densidades para estados puros são projetores. ψk )(ψk .

φj ) k ρo ij = e−i(Ei −Ej )t/ •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 181 •Última •Sair . ψk )wk (ψk . ψk wk ψk .ρ= e−βH Z en—log—mente —o ™—so ™lássi™oD — extensão —os sistem—s for— do equilí˜rio pode ser re—liz—d— — p—rtir de um— equ—ção de evolução p—r— o oper—dor densid—deF ƒe ρo é o oper—dor densid—de —sso™i—doD ini™i—lmenteD —os —uto est—dos de B D ρo ij = k (φi . ψk )wk (ψk . e−iHt/ ψk )wk (e−iHt/ ψk . eiHt/ φj (φi . φj ) ƒe os φi são —uto est—dos de energi—D ρij (t) = k eiHt/ φi . φj ) devido — evolução tempor—l de ™—d— —uto est—do seus elementos de m—triz serão d—dos por ρij (t) = k (φi .

impli™—

i

dρij (t) dt

= (Ei − Ej )e−i(Ei −Ej )t/ ρo ij
−i(Ei −Ej )t/ o = Ei e−i(Ei −Ej )t/ ρo ρij ij −Ej e ρij ρij

= Ei (φi , ρφj ) − Ej (φi , ρφj ) = (Hφi , ρφj ) − (ρφi , Hφj )
(φi ,Hρφj ) (φi ,ρHφj )

= (Hρ)ij − (ρH )ij
ou sej—D

i

dρ = [H, ρ] dt

gomo em qu—lquer pro˜lem— que envolve um— equ—ção de IørdemD — solução depende do ™onhe™imento de um v—lor ini™i—l p—r— — densid—de @pro˜lem— de v—lor ini™i—lAF

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 182 •Última

•Sair

€—r— sistem—s em equilí˜rio o oper—dor densid—de deve s—tisf—zer

[H, ρ] = 0

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 183 •Última

•Sair

8.

Sistemas em equilíbrio térmico

e prin™ípioD tudo o que é ne™essário p—r— —pli™—r — písi™— ist—tísti™— —o estudo do ™omport—mento e previsão de p—râmetros dos sistem—s m—™ros™ópi™osD em equilí˜rio térmi™o à um— d—d— temper—tur— T D é — determin—ção prévi— do espe™tro de energi— {E1 , E2 , . . . } do sistem— em fo™oF im seguid—D efetu—r o ™ál™ulo d— função de p—rtição Z= e−βE (V,X )
estados

eD (n—lmenteD express—ndoE— ™omo função explí™it— de (T, V, N, X )D utiliz—rEse d—s rel—ções o˜tid—s por qi˜˜sD

U =−

∂ log Z ∂β

V,N,X

S=

∂ (kT log Z ) ∂T ∂ log Z ∂V ∂ log Z ∂X

V,N,X

P = kT

T,N,X

Y = −kT

T,V,N

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 184 •Última

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p—r— — determin—ção d— energi— médi—D d— entropi— e d—s equ—ções de est—do do sistem—F y ™ál™ulo d— função de p—rtição envolve expressões ™ompli™—d—s d— energi— E (V, X ) de t—l modo queD em ger—lD —s som—s ou integr—is não podem ser —n—liti™—mente determin—d—sF €or outro l—doD devidoD —o gr—nde número de gr—us de li˜erd—deD mesmo numeri™—menteD o ™ál™ulo torn—Ese impossívelF hesse modoD — ™onstrução de modelos simples é fund—ment—lF iD num— primeir— —˜ord—gemD os m—is simE ples são —queles que ™onseguem represent—r um sistem— m—™ros™ópi™o ™omo um gásD ou sej—D ™omo ™onstituído por su˜sistem—s que inter—gem —pen—s o su(™iente p—r— est—˜ele™erem e m—nteremEse em equilí˜rio térmi™o entre siF essimD um ™on™eito fund—ment—lD que resultou d—s tent—tiv—s de el—˜or—ção e ™onstrução desses modelosD é o de quase-partículaD ou sej—D um— entid—de element—r que represent— os ™onstituintes qu—seEindependentes de um sistem—D t—l que — energi— médi— do sistem— poss— ser express— pel— som— d—s energi—s — el—s —sso™i—d—s56 F
56
Em geral, a designação quase-partícula é utilizada apenas no processo de denição do conceito. Após estabelecido o conceito, apenas a designação partícula é utilizada e, o contexto indica sobre o que se é referido. A grande distinção é que, ao contrário das partículas, as quase-partículas não possuem existência individual, só são denidas em grupos (coletivos), ou seja, com relação a um dado sistema.

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 185 •Última

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O conceito de quase-partícula y ™omport—mento dinâmi™o ou est—tísti™o e —s propried—des de um— p—rtí™ul— ou qu—seEp—rtí™ul—D são de(nidos pel— relação de dispersãoD ou sej—D — rel—ção entre — energi— e o momentum57 (p) por ho ponto de vist— est—tísti™oD — rel—ção de dispersão de um— p—rtí™ul— determin— — densidade 58 de estados g( ) = 57 2V h3 dSp |∇p (p)| Para sistemas oscilantes.1.8. é dada também como ω (k ) 58 O número de estados é dado por G= 2V h3 d3 p •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. a energia ( ) e o momentum (p) estão associados às freqüência (ω ) e ao vetor de onda (k ) por    = ω p= k de modo que a relação de dispersão. usualmente. 186 •Última •Sair .

onde Sp é — áre— e ∇p o gr—diente no esp—ço dos moment—D determin— t—m˜ém —s rel—ções entre — pressão e — energi— médi— p—r— os g—ses ide—is @epêndi™e TFQAD  2U   (p—rtF nãoErel—tF)    3V P =   1U ˜ósons não m—ssivos    ou p—rtF ultr—Erel—tF 3V e possi˜ilit— — de(nição de ™on™eitosD fund—ment—is p—r— p—r— o estudo de sistem—s de p—rtí™ul—s fermiôni™—sD ™omo o nível de FermiD — superfície de Fermi e — de(nição de quase-partículaF por y nível de permiD no ™—so de g—ses ide—is de férmions nãoErel—tivísti™osD onde — rel—ção de dispersão é d—d— g( ) é determinada por e a densidade de estados g( ) d = desde que 2V h3 dSp dp d = |∇p (p)| dp implica g( ) = 2V h3 dSp |∇p (p)| •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 187 •Última •Sair .

188 •Última •Sair .= p2 2m é igu—l —o r—io @ F A d— superfí™ie esféri™— no esp—ço dos moment—D denomin—d— superfí™ie de permiD em ™ujo interior p—r— T = 0uD en™ontr—mEse todos os v—lores de energi— dos ™onstituintes fermiôni™os de um gás ide—l nãoErel—tivísti™oF xo ™—so de g—ses de elétrons em um— rede ™rist—lin—D — rel—ção de dispersão (p)D em ger—lD possui um— dependên™i— m—is ™omplex— que re)ete o efeito de todos os elétrons e íons d— rede so˜re um elétron qu—lquerF essimD o nível de permi @ F A —ind— é o v—lor limite p—r— —s energi—s dos elétrons m—sD — superfí™ie de permi de(nid— por (p) = F pode ter um— form— ™ompli™—d—F intret—ntoD p—r— ™ertos tipos de met—is @—l™—linosAD — rel—ção de dispersão pode ser —proxim—d— por = −1 0 + p2 2mef ∂2 é — massa efetiva de um— qu—seEp—rtí™ul—F yu sej—D —s propried—des térmi™—s dos ∂p2 elétrons dos met—is —l™—linosD podem ser deriv—d—s — p—rtir de um gás ide—l fermiôni™o de qu—seEp—rtí™ul—s de onde mef = •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

m—ss—s mef 59 F …m exemplo de p—rtí™ul— ™om ™—r—™terísti™—s ˜osôni™—sD que surgiu ™omo hipótese de iinstein @IWHSA p—r— expli™—r o pro˜lem— d— r—di—ção do ™orpo negro eD ™uj— rel—ção de dispersão é d—d— por = pc é o fótonD que é um— p—rtí™ul— de m—ss— nul—D ™ujo ™omport—mento est—tísti™o é des™rito pel— distribuição de PlanckF …m outro exemploD de qu—seEp—rtí™ul— ˜osôni™— nãoErel—tivísti™—D que t—m˜ém o˜ede™e à distri˜uição de €l—n™kD surgiu do f—to de que — energi— médi— tot—l de vi˜r—ção de um sólido ™rist—lino não é — som— d—s energi—s de vi˜r—ção de seus átomos individu—is m—sD — som— de energi—s —sso™i—d—s —os modos norm—is de vi˜r—ção do ™rist—l ou d—s ond—s est—™ionári—s est—˜ele™id—s em seu interiorF hesse modoD de(neEse — energi— e o momentum de um— outr— qu—seEp—rtí™ul—D o fónonF 59 Para outros tipos de metais ou outros sólidos cristalinos. como os semicondutores. 189 •Última •Sair . •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. a massa efetiva torna-se um tensor simétrico de 2ørdem denido por 1 m− ij = ∂2 ∂pi ∂pj −1 que reete a anisotropia do cristal.

2.8.1. Os sólidos cristalinos e diferenç— m—r™—nte entre os sólidos ™rist—linos e os —morfos é — existên™i— nos primeiros de ™orrel—ções de longo —l™—n™eD devido — ordemD — periodi™id—de e —s simetri—s no —rr—njo de seus ™onstituintesF …m sólido ™rist—lino é ™onstituído pel— repetição de um— unid—de ˜ási™— de p—drão geométri™o regul—rD n— qu—l seus átomos ou molé™ul—s se distri˜uemF iss— unid—de ˜ási™— é denomin—d— ™élul— unitári— e o —rr—njo result—nte de rede ™rist—lin—F 8. 190 •Última •Sair .2. O problema do calor especíco e lei empíri™— de hulong e €etit @IVIWAD de que o v—lor do ™—lor espe™í(™o de um sólido seri— um— ™onsE t—nte independente d— temper—tur—D ™omeç— — de™lin—r qu—ndoD no iní™io do sé™ulo ˆˆD —tr—vés de mistur—s refriger—ntesD —l™—nç—r—mEse temper—tur—s tão ˜—ix—s que eviden™i—r—m — su— dependên™i— ™om — temper—tur—F ixperiment—lmenteD — ™—p—™id—de térmi™— CV D em ˜—ix—s temper—tur—sD — volume ™onst—nteD de um sólido dielétri™o v—ri— ™om — temper—tur—D segundo CV ∼ T 3 e solução desse pro˜lem— resultou do pioneirismo dos tr—˜—lhos de iinstein @IWHUA eD m—r™ou o ™oro—mento e — —(rm—ção d— hipótese quânti™— de €l—n™k e d— utiliz—ção d— we™âni™— ist—tísti™—D n— —˜ord—gem de qu—isquer pro˜lem—s —sso™i—dos —o ™omport—mento de sistem—s m—™ros™ópi™osF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

2. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 191 •Última •Sair .8.2. O átomo como um oscilador edot—ndoEse o ponto de vist—60 de que — energi— de um átomoD de m—ss— m momento pD lo™—liz—do em um— posição rD no interior de um ™rist—l pode ser express— por = p2 + φ(r) 2m onde φ é — energi— poten™i—l efetiv— de su— inter—ção ™om todos os outros átomosF €—r— um sistem— estávelD podeEse es™reverD p—r— pequen—s os™il—çõesD em torno de r0 = 0D φ = φ0 + 1 d2 φ 2 dr2 k>0 r2 0 ou sej—D ™—d— átomo do sólido pode ser represent—do por um os™il—dor isotrópi™o tridimension—lD ou Q os™il—E dores unidimension—is independentesD = φ0 + onde ω = 60 2 2 (p 2 mω 2 2 x + py + pz ) + (x + y 2 + z 2 ) 2m 2 k/m é — freqüên™i— de os™il—çãoF Enfoque das chamadas teorias de campo médio.

essimD um ™rist—l ™om N átomosD pode ser represent—do por um ™onjunto de 3N os™il—dores eD —dmitindoE se que esses os™il—dores são idênti™osD independentes e o˜ede™em —s leis de xewton d— we™âni™— glássi™—D —pli™—ndoEse o teorem— d— equip—rtição d— energi— @epêndi™e ??A — esses 3N os™il—doresD que equiv—lem — 6N termos qu—dráti™os independentesD — energi— médi— do ™rist—lD em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T D seri— d—d— por U = U0 + 3N kT o que ™on™ord— ™om o ™omport—mento em temper—tur—s —m˜ientesD p—r— — ™—p—™id—de térmi™—D CV = 3N k intret—ntoD segundo — we™âni™— uânti™—D o espe™tro de energi— de ™—d— os™il—dor i é d—do por i = (n + 1/2) ωi + φi = 0 i 0 + n ωi de modo queD — função de p—rtição de um átomo é d—d— por zi = e−β i 0 ∞ e−β ωi n=0 n 1 1 − e−β que impli™— ωi − log zi = β i 0 + log 1 − e−β ωi •Sair •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 192 •Última .

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.eD port—ntoD — energi— médi— do ™rist—lD em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T D seri— d—d— por 3N U =− i=1 ∂ log zi ∂β ou sej—D 3N U = U0 + i=1 1 β ω i −1 e 3N ωi ou U = U0 + i=1 ni ωi onde ni é — distri˜uição de €l—n™kF €—r— —lt—s temper—tur—sD ni ωi <<1 kT → kT =⇒ U = U0 + 3N kT ωi o˜témEse o result—do do modelo ™lássi™oF ho ponto de vist— ™lássi™oD não import— que os os™il—dores sej—m idênti™os61 ou não poisD qu—isquer que sej—m —s freqüên™i—sD — dependên™i— qu—dráti™— d— energi— de ™—d— átomoD n—s v—riáveis ™inemáti™—sD é que determin— — energi— médi— do ™rist—lF 61 Só importa que sejam independentes. 193 •Última •Sair .

Ao introduzir-se o conceito de quase-partícula. 194 •Última •Sair . o cristal deixa de ser encarado como um gás não-degenerado de átomos •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.intret—ntoD esses os™il—dores são distintosD ou sej—D su—s freqüên™i—s são de f—to distint—sD pois são —s freqüên™i—s própri—s de vi˜r—ções do ™rist—l62 eD do ponto de vist— quânti™oD — re—liz—ção d— som— n— expressão d— energi— depende dos v—lores d—s freqüên™i—sF y result—do mostr— que um— p—rte d— energi— médi— do ™rist—l é d—d— pel— som— de p—r™el—s —sso™i—d—s — ™—d— modo norm—lD de t—l m—neir—D que — ™—d— os™il—dor quânti™o de freqüên™i— ωi D podeEse —sso™i—r um ™onjunto de ni quantaD denomin—dos fónonsD ™—d— um ™om energi— ωi D que em equilí˜rio térmi™o estão distri˜uídos segundo — distri˜uição de €l—n™kD ni F hesse modoD — energi— tot—l do sistem— é — som— d—s energi—s dos fónons m—is — energi— do est—do fund—ment—l eD um— vez que ni T →0 → 0D os fónons são ™h—m—dos t—m˜ém de ex™it—ções ™oletiv—s ou qu—seE p—rtí™ul—s d— rede ™rist—lin—D responsáveis pelo ™omport—mento térmi™o de um ™rist—l63 F essimD do mesmo modo que os est—dos ™orrespondentes —os níveis de energi— de um— p—rtí™ul— de um gás mole™ul—r —™h—mEse —sso™i—dos — um ™erto número médio de p—rtí™ul—sD que depende d— temper—tur—D podeEse dizer que os ni des™revem —s popul—ções médi—s de ™—d— um dos modos de vi˜r—ção de um ™rist—lD ou sej—D — popul—ção médi— de qu—seEp—rtí™ul—sD denomin—d—s fónonsD em ™—d— um dos níveis ωi de um gás degener—doF gomo de ™ostumeD devido —o gr—nde número de p—rtí™ul—s @ou est—dosAD n— determin—ção d— energi— médi—D — som— so˜re —s freqüên™i—s pode ser su˜stituíd— por um— integr—l so˜re —s freqüên™i—sD um— vez ™onhe™ido — 62 Freqüências dos chamados modos próprios ou normais de vibração do cristal. para ser encarado como um gás degenerado de fónons. 63 osciladores.

deduz a lei de Planck. 195 •Última •Sair . a abordagem quântica do problema. os fónons estão associados também a um quase-momentum p = ω/c. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. apresenta a primeira explicação quântica e estatística dos desvios da lei de Dulong-Petit. além da energia 65 ωE kT 2 eβ ωE eβ ωE − 1 −2 ω.densid—de g (w) de modos norm—isD U = U0 + g (ω ) n(ω ) ω dω e determin—ção d— densid—de de modos norm—is ou de est—dos livres de fónonsD requer um ™onhe™imento d— rel—ção de dispersão ω (k ) dos modos norm—is queD em ger—lD é o˜tid— experiment—lmente64 F intret—ntoD em primeir— —proxim—çãoD iinstein @IWHUA65 —dmite que todos os átomos do ™rist—l os™il—ri—mD independentementeD ™om — mesm— freqüên™i— ωE D ou sej—D que — densid—de de est—dos seri— d—d— por g (ω ) = 3N δ (ω − ωE ) essimD U = U 0 + 3 N ωE eD eβ ωE − 1 −1 CV = 3N k 64 Teoricamente. Historicamente. admitindo a hipótese de quantização de Planck para quaisquer sistemas oscilantes. através da distribuição canônica e. deve-se à Einstein (1907) que.

196 •Última •Sair .™ujos limites sãoX      CV (T → 0) → 3N k     CV (T → ∞) → 3N k ωE kT 2 e−β ωE isse modelo —pes—r de des™rever o limite ™lássi™o de —lt—s temper—tur—sD e prever que no limite de ˜—ix—s temper—tur—s o ™—lor espe™í(™o tende — zeroD não o˜tém — su— dependên™i— ™orret—F …m segundo modeloD devido — he˜ye @IWIPAD identi(™— os modos de ˜—ix—s freqüên™i—s ™om — prop—g—ção do som num meio ™ontínuoF essimD — densid—de desses ™h—m—dos modos —™ústi™os seri— — mesm— que — de um— ond— num meio homogêneoD isotrópi™o e não dispersivoD g (ω ) = V ω2 π 2 c3 ou sej—D — mesm— rel—ção que — densid—de de est—dos —™essíveis —os fótons de um— ond— eletrom—gnéti™—F gomo p—r— ˜—ix—s temper—tur—s os modos de —lt—s freqüên™i—sD os ™h—m—dos modos óti™osD pou™o ™ontriE ˜uem p—r— — energi— médi—D poisD ni ω >>1 → 0 kT — energi— médi— é d—d— por U − U0 ∼ T 4 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

197 •Última .e yu sej—D CV ∼ T 3 im ˜—ix—s temper—tur—sD os fónons ™omport—mEse ™omo um gás degeE ner—do de ˜ósons não m—ssivosF iss— —n—logi— v—i m—is longe — medid— que não há limite p—r— — popul—ção @ni A de ™—d— nívelD ex™eto o número tot—l de modos @3N AF €—r— temper—tur—s m—ioresD há de se lev—r em ™ont— que um sólido não pode vi˜r—r ™om qu—lquer freqüên™i—D ou sej—D existe um— freqüên™i— limite ωD D t—l queD —ssumindo — hipótese de he˜yeD — densid—de de est—dos v—ri— qu—dr—ti™—mente ™om — freqüên™i— —té esse v—lor limiteD denomin—do freqüên™i— de he˜yeD  2   Aω (ω ≤ ωD ) g (ω ) =   0 (ω > ωD ) sujeit— — ™ondição que limit— o número tot—l de modosD 3N = 0 ωD g (ω ) dω •Sair •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

198 •Última •Sair .de t—l modo que 3N = A 0 ωD ω 2 dω =⇒ A = ωD 0 9N 3 ωD essimD U = U0 + f—zendoEse x = β ω =⇒ dx = β dω D 9N 3 ωD ω3 dω eβ ω − 1 ω D kT (kT )4 U = U0 + 9N ( ωD ) 3 eD de(nindoEse — temper—tur— he˜ye por xD = 0 x3 dx ex − 1 TD = — energi— médi— pode ser express— por T ωD =⇒ xD = D k T T D T U = U0 + 9N kT T TD 3 0 x3 dx ex − 1 ™ujos limites p—r— —lt—s temper—tur—s @T >> TD AD um— vez que T D T x2 dx = 0 1 3 TD T 3 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

impli™— U = U0 + 3N kT =⇒ C∞ = 3N k eD p—r— ˜—ix—s temper—tur—s @T << TD AD um— vez que ∞ 0 x3 π4 dx = ex − 1 15 T TD 3 impli™— 3 T4 12 U = U0 + π 4 N k 3 =⇒ C0 = π 4 N k 5 TD 5 ixperiment—lmenteD — temper—tur— he˜ye pode ser determin—d— — p—rtir d— rel—ção entre os ™—lores espeE ™í(™os em —lt—s e ˜—ix—s temper—tur—sD 3N k C∞ = 12 4 C0 π Nk 5 ou sej—D 1/3 TD T 3 TD = π 4π 5 C∞ C0 1/3 T hesse modo o˜témEse um— d—s fórmul—s de interpol—ção m—is utiliz—d—s p—r— se des™rever o ™omport—mento do ™—lor espe™í(™o de um dielétri™o sólido ™om — temper—tur—F •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 199 •Última •Sair .

3.yrigin—lmenteD o método de he˜ye tem por hipótese que os modos de ˜—ix—s freqüên™i—sD os ™h—m—dos modos —™ústi™osD são vi˜r—ções —sso™i—d—s à prop—g—ção de ond—s —™ústi™—s num meio sólido elásti™o e isotróE pi™oF iD n—s p—l—vr—s de fl—™km—n ‘Q“D devido —o seu enorme êxito ini™i—lD n— ™omp—r—ção ™om diversos d—dos experiment—isD tornouEse um exemplo d—quilo que se pode ™h—m—r canonização a priori de um— teori—F intret—ntoD — ™on™ordân™i— não é tão perfeit— p—r— vários ™rist—is eD qu—ndo —pli™—d— —o úni™o ™rist—l ™ú˜i™o @tungstênioA p—r— o qu—l — ™ondição de isotropi— é s—tisfeit—D não se —just— —os d—dosF €or outro l—doD à mesm— épo™— de he˜yeD forn e von uármán @IWIPAD em vez de ™onsider—rem o sólido ™omo um meio elásti™o ™ontínuoD —t—™—r—m esse pro˜lem— de modo dinâmi™oF smpondo ™ondições de ™ontorno —propri—d—sD o˜tiver—m —lgum—s rel—ções de dispersões p—r— —s vi˜r—ções est—˜ele™id—s num— rede ™rist—lin— F 8. 200 •Última •Sair .2. O calor especíco dos metais ys met—is ™onstituem um— ™l—sse espe™i—l de sólidos ™rist—linosD que —lém dos íons que ™onstituem — rede e vi˜r—m em torno de su—s posições de equilí˜rioD possuem t—m˜ém um número de elétrons que se deslo™—m ™omo um gás degener—do pel— redeF e idéi— de que —lgum—s d—s propried—des de um met—l pudessem ser o˜tid—s — p—rtir do modelo do gás de elétrons livres vem desde — épo™— de hrude e vorentz @IVVPAF iss— idéi— surgiu do f—to de que em um— rede ™rist—lin—D os íons positivos de um met—l ger—ri—m um —m˜iente que —nul—ri— — —ção dos outros elétrons so˜re •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

de um metal. 201 •Última •Sair . •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. TF ≈ 105 K.um determin—do elétronF intret—ntoD —o ™onsider— esse gás ™omo nãoEdegener—doD os result—dos o˜tidos não for—m ™omp—tíveis ™om o ™omport—mento térmi™o o˜serv—doF epen—s qu—ndo ƒommerfeld @IWPVA ™onsiderouE os ™omo um gás degener—doD que o˜ede™i— — distri˜uição de permiEhir—™D os result—dos teóri™os torn—r—mEse ™omp—tíveis ™om os experimentosF hesse modoD — ™—p—™id—de térmi™— de um met—l possui um— ™omponente devido —s vi˜r—ções d— redeD ou um gás degener—do de fónonsD e um— outr— devido — um gás degener—do de elétronsF Cmetal = Cf o ´nons + Cele ´trons €—r— ˜—ix—s temper—tur—s @T propor™ion—l — temper—tur—D TF AD desde que o ™—lor espe™í(™o de um gás degener—do de férmions é Cmetal = α T 3 + γ T u—ntit—tiv—menteD — de(nição de um gás de qu—seEp—rtí™ul—s fermiôni™— p—r— um met—lD depende d—s —proxim—ções re—liz—d—s n— —˜ord—gem do pro˜lem—F …m dos métodosD —nálogo —o modelo dos átomos de um ™rist—l ™omo os™il—doresD deriv— t—m˜ém de um enfoque de ™—mpo médioD que reduz o pro˜lem— à determin—ção do movimento de um— úni™— qu—seEp—rtí™ul— num ™—mpo médio ™rist—linoF hesse modoD os elétrons dos met—is @—l™—linosA são su˜stituídos por um sistem— de qu—seEp—rtí™ul—s fermiôni™—s que qu—se não inter—gemD ou sej—D por um gás ide—l fermiôni™o degener—dos66 F 66 A temperatura ambiente é muito maior que a temperatura de Fermi.

ixperiment—lmenteD o p—râmetro γ é determin—doD por extr—pol—çãoD — p—rtir do grá(™o de Cmetal = γ + α T2 T eD ™omo γe ∼ me @ide—lA onde me é — m—ss— do elétronD — m—ss— efetiv— d—s qu—seEp—rtí™ul—s que ™onstituem o gás ide—l fermiôni™o em um met—l —l™—lino pode ser determin—d— por mef = me γ γe 8.3. A radiação de corpo negro inqu—nto o pro˜lem— do ™—lor espe™í(™o dos sólidos surgiu ™om — o˜tenção de ˜—ix—s temper—tur—sD —o ™ontrárioD o pro˜lem— d— r—di—ção do ™orpo negro surgiu ™om — o˜tenção de —lt—s temper—tur—s nos —ltos fornos d—s indústri—s siderúrgi™—s —lemãesD —o (n—l do sé™ulo ˆsˆF gomo não se podi— utiliz—r os termômetros ™onven™ion—is de ™ont—toD —s temper—tur—s er—m estim—d—s — p—rtir d—s ™ores dos ™orpos in™—ndes™entes @™omprimento de ond— ou freqüên™i— d— luz emitid—AF y pro˜lem— d— r—di—ção do ™orpo negroD —lém de ter sido um dos prin™ip—is germes p—r— — ™ri—ção e •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 202 •Última •Sair .

Gibbs foi talvez o primeiro grande físico teórico das Américas. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.™onstrução d— we™âni™— uânti™— wodern—D foi t—m˜ém o prin™ip—l modelo so˜re o qu—l se deu — —(rm—ção d— própri— we™âni™— ist—tísti™—F y desenvolvimento p—r—lelo dess—s teori—sD no iní™io de sé™ulo ˆˆD deveEseD não só —os —spe™tos pro˜—˜ilísE ti™os de —m˜—s —s teori—s m—sD t—m˜ém —o f—to de que o ™omport—mento dos sistem—s estud—dos devem est—r sujeitoD em últim— —náliseD às leis d— we™âni™— uânti™—F xesse ™ontextoD o tr—˜—lho origin—l de qi˜˜s67 @IWHIAD de fund—ment—çãoD gener—liz—ção e re(n—mento d— we™âni™— ist—tísti™—D — p—rtir dos tr—˜—lhos de foltzm—nnD por est—r —poi—do n— we™âni™— glássi™—D só foi divulg—doD entendido e v—loriz—doD no período de re(n—mento d— we™âni™— uânti™— @IWPTAD qu—ndo re—lmente ™onst—touEse o ™—ráter ger—l de su— —˜ord—gem d— we™âni™— ist—tísti™—D p—r— o estudo e determin—ção do ™omport—mento de sistem—s m—™ros™ópi™osF essimD — extensão d— we™âni™— ist—tísti™— —os sistem—s queD de —lgum— form—D possuem um ™omport—mento —nálogo —os g—sesD t—nto do l—do teóri™o qu—nto experiment—lD foi desenvolvid— e el—˜or—d— prin™ip—lmente por físi™os —lemãesD ™omo se ™onst—t— pelos tr—˜—lhos ™on™—ten—dos dos prin™ip—is nomes envolvidos ™omoX ƒtef—n @IVUWAD foltzm—nn @IVVRAD ‡ien @IVWQAD vummer @IWHHAD €ringsheim @IWHHAD ‚u˜ens @IWHHAD uurl˜—um @IWHHAD €l—n™k @IWHHA e iinstein @IWHSEIWHUAF „r—˜—lhos ™omo os de ‚—yleigh @IWHHA e qi˜˜s @IWHIA só for—m des™o˜ertos eD efetiv—menteD utiliz—dos —lguns —nos —pós su—s pu˜li™—çõesF y mesmo se deuD já de modo menos ™on™entr—doD ™om o desenvolvimento ini™i—l d— we™âni™— uânti™—D pelos físi™os teóri™os e experiment—is de então @IWPSA ™omo reisen˜ergD €—uliD ƒ™hrödingerD tord—nD fornD 67 Publicado em 1902. 203 •Última •Sair .

aν = 0. aν = 1 para qualquer freqüência e. para um espelho. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.ƒommerfeld e ™ol—˜or—dores de outros p—íses europeus ™omo fohrD permi e hir—™F e determin—ção do espe™tro d— r—di—ção emitid— por ™orpos —que™idos já tinh— sido o˜jeto de intensivos estudos por uir™ho' e funsen @IVSR E IVSWAD que o˜tiver—m os seguintes result—dos fund—ment—isX — intensid—de d— r—di—çãoD de d—d— freqüên™i—D emitid— @poder emissivoA por um ™orpoD em equilí˜rio térmi™oD só depende d— temper—tur—Y — rel—ção entre o poder emissivo e — fr—ção d— r—di—ção in™identeD de d—d— freqüên™i— ν D que é —˜sorvid— @poder —˜sorvente E aν A por um ™orpoD em equilí˜rio térmi™oD não depende de su— n—turez— eD é igu—l —o poder emissivo de um ™orpo negro68 F y pro˜lem—D —ssimD é reduzido —o estudo d— r—di—ção do ™orpo negroD ™ujo protótipo é o˜tido por um— ™—vid—de que possui um pequeno orifí™ioD de modo que qu—lquer r—di—ção que penetr— em seu interiorD pelo orifí™ioD sofrerá t—nt—s re)exões em su— p—redes que não ™onseguirá es™—p—rD ou sej—D o poder —˜sorvente dess— ™—vid—de é unitárioF €or outro l—doD m—ntendoEse —s p—redes d— ™—vid—de — um— d—d— temper—tur—D — r—di—ção emitid— pelo orifí™io possuirá um— ™omposição —nálog— à de um ™orpo negro à mesm— temper—tur—F epes—r do empreendimento de —lguns pesquis—doresD €l—n™k @IWHHEIWHIA e iinstein@IWHSEIWHUA ™heg—r—m — result—dos que torn—r—mEse verd—deiros estopins p—r— — gr—nde revolução de idéi—s e ™on™epções o™orrid— n— písi™—D no iní™io do sé™F ˆˆD que ™ulminouD não só ™om — gener—liz—ção e —(rm—ção d— we™âni™— ist—tísti™— 68 Para um corpo negro. 204 •Última •Sair .

70 Se u é a densidade de energia. a densidade espectral de energia uν é denida por ∞ u= 0 uν dν •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. pelo menos. A quantização da energia e˜ord—ndo o pro˜lem— — p—rtir d— „ermodinâmi™—D €l—n™k @IWHHA @epêndi™e ??A foi ™—p—z de o˜ter — su— fórmul— de interpol—ção p—r— os d—dos de ‚u˜ens e uurl˜—um @IWHHA69 D de modo que — densid—de espe™tr—l de energi— uν 70 irr—di—d— por um ™orpo negroD à temper—tur— T D pode ser des™rit— pel— ™h—m—d— fórmula de Planck ‘QQ“D uν = 8πν 2 hν 3 hν/kT c e −1 onde h é um— outr— ™onst—nte univers—lD —lém d— velo™id—de d— luz c e d— ™onst—nte de foltzm—nn k D ™uj— 69 Os resultados de Lumen e Pringsheim (1900) já tinham mostrado que a parte do espectro de ondas curtas (altas freqüências) era descrita pela Lei de Wien (1893). a energia por unidade de volume (U/V ). ou seja. na parte do espectro de ondas longas (baixas freqüências). como dado experimental de Rubens e Kurlbaum (1900).m—sD ™om — ™ri—çãoD um pou™o m—is t—rdeD d— we™âni™— uânti™—D — p—rtir de entãoD — teori— so˜re — qu—l viri— se —poi—r qu—lquer teori— interpret—tiv— el—˜or—d—F 8. Planck utilizou o resultado.3. de uma onda eletromagnética. para sua interpolação. Apesar de não citar diretamente o trabalho de Rayleigh (1900).1. 205 •Última •Sair .

a densidade de estados pode ser escrita como g (ν ) 8π 2 ν V c3 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 206 •Última •Sair .dimensão é de momento —ngul—rD denomin—d— ™onst—nte de €l—n™kD ™ujo v—lor de referên™i— é d— ordem de 6. G=2 uma vez que para uma onda eletromagnética 1 h3 4 3 πp V 3 p = /c = hν/c. 72 ??) para o número de estados.624 × 10−34 ts71 F epós o su™esso no —juste de su— fórmul— de interpol—çãoD €l—n™k @IWHIA pro™urou d—r um ™onteúdo físi™o p—r— o seu result—do eD p—r— issoD utilizou e desenvolveu os métodos est—tísti™os ™om˜in—tori—is desenvolvidos por foltzm—nnD p—r— o estudo dos g—ses mole™ul—resF sni™i—lmenteD ˜—se—do no modelo de vorentzEhrude @IVVRAD €l—n™k en™—rou um ™orpo negro ™omo um ™onjunto de os™il—dores elétri™os independentesD em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T ™om — r—di—ção eleE trom—gnéti™— emitid—F essimD p—r— um— determin—d— freqüên™i— ν D — densid—de espe™tr—l de energi— uν d— r—di—ção está rel—™ioE n—d— à energi— médi— de ™—d— os™il—dor por72 uν = Se utilizarmos o argumento de Bose (Seção 8πν 2 c3 71 A própria constante de Boltzmann só foi introduzida e determinada com os trabalhos de Planck.

para um gás não-degenerado ∞ e− e− /kT d = 0 ∞ /kT d 0 onde pode assumir qualquer valor no intervalo (0. a energia média por oscilador é obtida a partir da expressão estatística. esse valor. onde β = 1/kT . varia continuamente. para a energia média. em seu artigo sobre o calor especíco dos sólidos. T. é Nesse caso. ou seja.€l—n™k o˜teve ess— expressãoD — p—rtir do equilí˜rio entre um ™onjunto de os™il—dores e — r—di—ção eletroE m—gnéti™—D igu—l—ndo —s energi—s —˜sorvid—s e irr—di—d—s pelos os™il—dores ex™it—dos por um ™—mpo eletroE m—gnéti™oF yu sej—D deslo™—ndo — ênf—se do pro˜lem—D do ™—mpo p—r— um sistem— me™âni™oF gonsider—ndoEse o pro˜lem— do ponto de vist— d— we™âni™— glássi™— xewtoni—n—D onde — energi— de um os™il—dor pode —ssumir qu—lquer v—lorD ou sej—D v—ri—r ™ontinu—menteD e d— we™âni™— ist—tísti™— de foltzm—nn p—r— g—ses nãoEdegener—dosD — energi— médi— por os™il—dor seri— d—d— por73 Escrevendo a densidade de energia como uν dν = onde é a energia média de cada oscilador resulta g (ν ) dν V uν = 73 8πν 2 c3 Como mostrado por Einstein (1907). pode para a energia de um oscilador. 207 •Última •Sair . ∞). em equilíbrio térmico à temperatura ser encontrado supondo que a ocorrência de um valor −β proporcional a e . •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

208 •Última •Sair .= kT o que result— n— ™h—m—d— fórmul— de ‚—yleigh @epêndi™e ??A uν = 8πν 2 kT c3 — qu—l é ™omp—tível ™om os d—dos de ‚u˜ens e uurl˜—um —pen—s n— região de ˜—ix—s freqüên™i—sF intret—ntoD — p—rtir d— de(nição est—tísti™— de foltzm—nn p—r— — entropi— de um gás ide—l nãoEdegener—doD €l—n™k foi ™—p—z de mostr—r queD p—r— — o˜tenção de su— fórmul—D er— ne™essário que — energi— de ™—d— os™il—dor fosse um múltiplo de um— qu—ntid—de mínim— d—d— por hν D onde ν er— — freqüên™i— d— r—di—ção e h er— um— nov— ™onst—nte univers—lD — p—rtir de entãoD ™h—m—d— ™onst—nte de €l—n™kF yu sej—D er— pre™iso que — energi— de um os™il—dor não fosse d—d— pel— we™âni™— glássi™—F Notando-se que ∞ d − ( log dβ ∞ e−β d = e−β d e 0 −β d )= 0 ∞ 1/β resulta 0 = 1 = kT β •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

2 .} ∞ essimD ne−nα = hν n=0 ∞ e−nα n=0 onde α = hν/kT F xot—ndoEse queD 74 Tal procedimento foi utilizado por Einstein (1907). . 209 •Última •Sair . 1. . em sua teoria do calor especíco de um sólido.gomp—r—ndoEse — fórmul— de €l—n™k ™om — expressão de ‚—yleighD podeEse —tri˜uir — diferenç— à energi— médi— por os™il—dorF iD se — hipótese de €l—n™k for válid—D p—r— ™heg—rEse à su— fórmul—D ˜—st— que se restrinj— os v—lores possíveis d— energi— dos os™il—dores à um ™onjunto dis™reto de v—loresD de t—l modo que — energi— médi— sej— ™—l™ul—d— por74 ∞ n e− n /kT = n =0 ∞ e− n =0 n /kT onde os v—lores dis™retos p—r— — energi— de ™—d— os™il—dor são d—dos porD n = nhν {n = 0. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

210 •Última •Sair . . (1 + hν/kT + .) − 1 t—l que o primeiro termo ™orresponde —o ™—l™ul—do por ‚—yleighF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. . .       d   −     dα             ∞ ∞ ∞ ne−nα e−nα = n=0 ∞ log n=0 = e −nα hν n=0 xn = n=0 1 =⇒ 1−x ∞ e−nα = n=0 1 1 − e−α — energi— médi— result— emD = −hν d log dα 1 1 − e−α = hν ehν/kT − 1 que ™om˜in—d— à expressão d— densid—de espe™tr—l de energi—D result— n— fórmul— de €l—n™kF essimD — hipótese fund—ment—l de €l—n™k é — qu—ntiz—ção d— energi— de um sistem— me™âni™o os™il—nteD em equilí˜rio ™om — r—di—çãoF €—r— ˜—ix—s freqüên™i—sD hν/kT 1D exp—ndindoEse o denomin—dor d— energi— médi—D o˜témEse — expressão = hν = kT + . .

3. A quantização da radiação eind— que — —˜ord—gem est—tísti™—D ˜—se—d— n— distri˜uição ™—nôni™—D tenh— sido utiliz—d— por iinstein @IWHUAD — hipótese de qu—ntiz—ção de €l—n™k tinh— sido ™riti™—d— pelo próprio iinstein @IWHSEIWHTAD por ele ter p—rtido de um— expressão ™lássi™— do iletrom—gnetismo de w—xwell queD — prioriD supunh— que — tro™— de energi— ™om o ™—mpo fosse um pro™esso ™ontínuoF eo ™ontrário de €l—n™kD iinsteinD ™omo ‚—yleighD desde o iní™ioD ™on™entrouEse n— própri— r—di—çãoD ou sej—D no ™—mpo eletrom—gnéti™oF e p—rtir d— lei de ‡ienD o limite d— fórmul— de €l—n™k p—r— —lt—s freqüên™i—s e ˜—ix— densid—de espe™tr—l de energi—D utiliz—ndoEse d— „ermodinâmi™— e d— de(nição pro˜—˜ilísti™— d— entropi— de foltzm—nnD iinstein @IWHSA mostr— que — entropi— de um— r—di—ção mono™romáti™—D de freqüên™i— ν D em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T D er— — mesm— que — de um gás ide—l nãoEdegener—do ™uj— energi— de su—s p—rtí™ul—s fosse igu—l à hν D est—˜ele™endo pel— primeir— vez — ™h—m—d— qu—ntiz—ção d— r—di—ção do ™—mpo eletrom—gnéti™o @epêndi™e ??AF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.€—r— —lt—s freqüên™i—sD hν/kT 1D o termo d— exponen™i—l domin— eD o˜témEse — lei de ‡ien @IVWQAD uν = 8πhν 3 −hν/kT e c3 8.2. 211 •Última •Sair .

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. sobre o calor especíco dos sólidos Einstein utiliza a idéia de quantização da energia de Planck. o campo eletromagnético no interior de uma cavidade pode ser escrito pela superpoφα = Aα sin kl x sin km x sin kn xe−iwα t π por kβ = β (β = 0. . 76 De acordo com Rayleigh (Apêndice sição de modos normais do tipo ??).) e wα = 2πνα = a π π c a a onde os valores de modo kβ são discretos e dados l2 + m2 + n2 é a freqüência do φα . 212 •Última •Sair . . . 1.edmitindo que o próprio ™—mpo fosse ™onstituído por quanta de energi— hν D ele expli™— o fenômeno do efeito fotoelétri™oD o que dá origem — idéi— de um— du—lid—de ond—Ep—rtí™ul— no ™omport—mento dos sistem—s mi™ros™ópi™osF epes—r de ter qu—ntiz—do — r—di—çãoD iinstein de prin™ípio @IWHSA75 não —dmiti— — qu—ntiz—ção d— energi—F e energi— de um os™il—dor só er— qu—ntiz—d— qu—ndo ele inter—gi— ™om o ™—mpo d— r—di—çãoD ou sej—D — qu—ntiz—ção d— energi— er— um— ™—r—™terísti™— do pro™esso de emissão ou —˜sorção de um— ond— eletrom—gnéti™— por um sistem— de p—rtí™ul—sF intret—ntoD já — p—rtir d— teori— de ‚—yleighD — exp—nsão do ™—mpo eletrom—gnéti™o em ™omponentes de pourier permite mostr—r que — própri— energi— de um— ond— eletrom—gnéti™— pode ser express— pel— som— de qu—ntid—des dis™ret—s de energi—76 D ou sej—D pel— som— d—s energi—s dos quanta @fótonsA d— r—di—çãoF y signi(™—do d— restrição de v—lores p—r— — energi— de um sistem— os™il—nteD denomin—d— quantização da energiaD ™onstituiuEse num enigm— p—r— todosD no iní™io do sé™ulo ˆˆ eD só foiD s—tisf—tori—menteD es™l—re™iE do ™om o desenvolvimento e surgimento d— Mecânica QuânticaD que su˜stitui —s leis de xewton por um— equ—ção diferen™i—l p—r™i—lD — equação de SchrödingerF 75 Só em seu artigo de 1907.

de acordo com a Mecânica Estatística de Gibbs. o campo da radiação o corpo negro pode ser encarado como um gás degenerado de fótons de energia α = hνα . a energia média do campo é dada por U= α 1 eβ α −1 α nα Dessa maneira. escolhendo-se a constante de integração tal que A2 α = a energia de cada modo é dada por α 32π hνα V = hνα Uma vez que o número desses modos independentes é innito.€or tr—t—rEse de um— equ—ção diferen™i—lD onde deveEse impor ™ondições su˜sidiári—s @™ondições ini™i—is ou de ™ontornoA p—r— determin—rEse um— solução úni™— p—r— um pro˜lem—D o —p—re™imento de um ™onjunto dis™reto de p—râmetros pode ser o˜tidoD simplesmenteD ™omo n— —˜ord—gem de ‚—yleigh de um pro˜lem— Calculando-se a energia de um modo  α 3 a 0 = 1 4π |φα |2 dV =  A2 α   4π   V  sin2 kβξ ξ dξ  = A2 α 32π  a/2 e. a função de partição canônica do campo Zcampo é dada por Zcampo = α 1 1 − eβ α e. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. portanto. 213 •Última •Sair .

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 214 •Última •Sair . implicitamente.™lássi™o —nálogo —o d—s ™ord—s vi˜r—ntesF poiD prin™ip—lmenteD — p—rtir d— lei de ‡ienD ou sej—D fo™—liz—ndo — p—rte do espe™tro que se —f—st— do ™omport—mento ™lássi™o des™rito pel— teori— de ‚—yleighD que €l—n™k e iinstein ™heg—r—m —os seus result—dos eD nenhum dos dois levou em ™ont— o tr—˜—lho de ‚—yleigh @IWHHAD —pes—r de ‚u˜ens e uurl˜—um terem feito menção —o result—do de ‚—yleigh n— divulg—ção de seus experimentosF isse tr—˜—lho só foi ™onsider—do — p—rtir de IWHS ™om os tr—˜—lhos de te—nsD vorentz e do próprio ‚—yleighF es ™on™lusões e result—dos ™orretos o˜tidos por €l—n™k e iinsteinD — p—rtir de —rgumentos termodinâmi™os e est—tísti™osD à p—rte o tr—˜—lho ™ri—tivoD — intuiçãoD o ™onhe™imento e — m—estri— n— —pli™—ção dess—s áre—s d— písi™—D veri(™—r—mEse porqueD tr—˜—lh—ndo no limite de ‡ien o gás de quanta pode ser ™onsider—do um gás ide—l nãoEdegener—do77 F heveEse —™entu—r queD férmions e ˜ósons são —tri˜utos quânti™os que eviden™i—m — indistigui˜ilid—de d—s p—rtí™ul—s eD port—ntoD determin—m os seus ™omport—mentos ™oletivosF e rigorD nenhum sistem— é ™onstituído por férmions ou ˜ósonsD os sistem—s m—™ros™ópi™os são ™onstituídos por molé™ul—sD átomosD nú™leos e outr—s p—rtí™ul—s @prótonsD nêutronsD elétronsD qu—rksD glúonsDFFFAF …m mesmo sistem— pode ser ™onsider—do ™omo um gás nãoEdegener—do de ™onstituintes idênti™os e distinE guíveis ouD num outro ™ontextoD ™omo um gás degener—do de outros tipos de ™onstituintes ™om ™—r—™terísti™—s fermiôni™—s ou ˜osôni™—sF 77 Utilizar o método combinatorial de Boltzmann. equivale a assumir o sistema como um gás.

2.y pro˜lem— d— r—di—ção do ™orpo negro é um desses exemplosD pois pode ser —˜ord—do ™omo se — r—di—ção fosse um gás degener—do de fótonsD ou ™omo devid— — um sistem— de os™il—dores independentesD em equilí˜rio térmi™oF essimD p—r— um gás de fótonsD em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T D onde — energi— de ™—d— fóton é d—d— por i = ωi D — energi— médi— do gás é d—d— por U= i 1 eβ ωi ni −1 ωi onde ni é — distri˜uição de €l—n™kF €—r— um ™onjunto de os™il—dores independentesD em equilí˜rio térmi™o à temper—tur— T D ™ujo espe™tro é d—do por n i = n ωi @n = 0. 1. 215 •Última •Sair . .AD — função de p—rtição de ™—d— os™il—dor é ∞ zi = n=0 e−β n i = 1 1 − e −β ωi eD port—ntoD — energi— médi— do ™onjunto é d—d— por U =− i ∂ log zi =− ∂β i 1 ∂zi = zi ∂β i e β ωi ωi −1 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. . .

i eβ ωi ωi −1 a qual leva aos mesmas conclusões que os osciladores de Planck. 216 •Última •Sair . por = (n + 1/2) ωi . 79 Estabelecida por Stefan e. a partir da Termodinâmica. de acordo com a Mecânica Quântica. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. n i 78 Mesmo que o espectro de energia de cada oscilador seja dado.yu sej—D ™heg—Ese —s mesm— expressões e ™on™lusões por —m˜os os métodos78 F sntroduzindoEse — densid—de de est—dos de ™—d— modoD ou de ™—d— fótonD g (ω ) = podeEse su˜stituir — som— pel— integr—l ∞ V ω2 π 2 c3 U= 0 V g (ω ) ω dω = 2 3 β ω π c e −1 ∞ 0 ω2 dω eβ ω − 1 essimD — densid—de de energi— u é d—d— por pel— lei de ƒtef—nEfoltzm—nn @IVVRA79 u= k4 π2 3 c3 ∞ T4 0 x3 = aT 4 ex − 1 cte. justicada por Boltzmann. a energia média do conjunto é dada por U = U0 + cte.

O gás ideal molecular e f—tor—ção d— função de p—rtição de um sistem— m—™ros™ópi™oD t—m˜ém pode ser re—liz—d— em função dos termos que ™ompõem — energi— de seus su˜sistem—sD por exemploD ™omo função de termos rel—tivos — tr—nsl—çõesD rot—çõesD vi˜r—çõesD spinsD et™F xo ™—so de um gás mole™ul—rD ™om N molé™ul—s ™ontid—s num volume V D em equilí˜rio térmi™o à tempeE r—tur— T D — energi— de um— molé™ul— pode ser express— por mol = tr + rot + vib —ssimD onde N Zg a ´s = zmol zmol = tr e−β ztr tr .e — pressão d— r—di—ção por 1 P = aT 4 3 8. rot e−β zrot rot .4. 217 •Última •Sair . vib e−β zvib vib •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

) gomo h2 /8ma2 kT 1D podeEse su˜stituir — som— por integr—is em dnx . . . dnz D result—ndo em ztr = V 2πmkT h2 3/2 y mesmo result—do é o˜tido pel— —˜ord—gem ™lássi™—D onde o espe™tro de energi— de um— molé™ul— é ™ontínuo e d—do por p2 tr (p) = 2m 80 Gases monoatômicos em altas temperaturas. 218 •Última •Sair . nz = 0. . •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.ou sej—D  N N N  Zg a ´s = ztr zrot zvib  log Zga ´s = N (log ztr + log zrot + log zvib ) hependendo d— temper—tur— e d— n—turez— d—s molé™ul—s80 D o termo domin—nte é o de tr—nsl—çãoD Zga ´s ≈ eD do ponto de vist— quânti™oD o espe™tro de tr—nsl—ção de um— molé™ul— de m—ss— mD ™on(n—d— num— ™—ix— de l—do aD t—l que a3 = V D é d—do por N ztr n tr = h2 2 (n2 + n2 y + nz ) 8ma2 x (nx . 1. dny . ny .

hesse modoD — energi— médi— por p—rtí™ul— de um— gás ide—lD onde o termo domin—nte é o de tr—nsl—çãoD é d—d— por U ∂ log ztr 3 = =− = kT N ∂β 2 eD — ™—p—™id—de térmi™— à volume ™onst—nteD por 3 CV = N k 2 eo ™—l™ul—rEse — entropi— do gásD S = Nk ∂T log ztr ∂T = N k log V + V 3 3 log T + 2 2 V F iss— form— seri— N result— que S não é extensiv—D — não ser que o termo de volume fosse do tipo N k log o˜tid— se — função de p—rtição fosse do tipo …m— vez que log N ! ≈ N log N @N p—r—doxo d—s mistur—s de qi˜˜sD ™omo N ztr NN 1AD esse f—tor foi introduzido por qi˜˜sD p—r— resolver o ™h—m—do Zg a ´s = Zg a ´s = 1 N Zdist ztr = N! N! •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 219 •Última •Sair .

.xess—s ™ondições o gás mole™ul—r —ssemelh—Ese — um gás nãoEdegener—do no qu—l de —lgum— form— — indistinguiE ˜ilid—de foi lev—d— em ™ont—F intret—ntoD num nível m—is fund—ment—l p—rtí™ul—s idênti™—s são indistinguíveis eD — função de p—rtição teri— que ser Zg a ´s = Zind e hipótese hí˜rid— de qi˜˜s equiv—le — —dot—r 1 n1 !n2 !n3 ! . ™omo f—tor de multipli™id—de de ™—d— p—rtiçãoD em vez do v—lor IF isse f—tor só se —proxim— d— unid—de qu—nto m—is números de o™up—ção forem nulos ou unitáriosD ou sej—D qu—ndo o número médio de o™up—ção de ™—d— nível de energi— i s—tisf—zer ni 1 iss— rel—çãoD s—tisfeit— em —lt—s temper—tur—sD de(ne o limite ™lássi™o e — v—lid—de d— hipótese hí˜rid— de qi˜˜sF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. . 220 •Última •Sair .

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 221 •Última •Sair . quando as variáveis de estado do sistema retornam a seus valores iniciais após a sua evolução. O teorema de Carnot e a desigualdade de Clausius ys motores térmi™os propor™ion—m — re—liz—ção ™ontínu— de tr—˜—lhoD — p—rtir d— energi— re™e˜id— ™omo ™—lor de um— fonte extern—D ™omo — forn—lh— de um— máquin— — v—porD ou intern—D ™omo um ™om˜ustível em explosãoF xesse pro™essoD — energi— re™e˜id— ™omo ™—lor não pode ser integr—lmente ™onvertid— em tr—˜—lhoD pois um— p—rte é sempre ™edid— ™omo ™—lor à vizinh—nç— do motorF ƒegundo g—rnotD o pro™esso de fun™ion—mento de um motor pode ser ™on™e˜ido ™omo — evolução ™í™li™— de um sistem— intermediário ! um gás ! entre dois sistem—s vizinhos — temper—tur—s de(nid—s T1 e T2 D denomin—dosD respe™tiv—menteD fontes térmi™—s I e PF gonsider—ndo que T2 > T1 D g—rnot ™on™e˜e o protótipo do ™i™lo de um gás queD — p—rtir do ™—lor —˜sorvido d— fonte à temper—tur— m—is —lt— T2 D permitiri— que um motor térmi™o —l™—nç—sse — máxim— e(™iên™i— possívelF hesse modoD — p—rtir de um est—do ini™i—l à pressão Po e volume Vo D o gás re™e˜eri— ™—lor @Q2 A d— fonte de temper—tur— m—is —lt— T2 D exp—ndindoEse isotermi™—menteY em seguid—D ™ontinu—ri— — exp—ndirEse —di—˜—ti™—menteD —té que fosse ™omprimido isotermi™—menteD qu—ndo ™ederi— ™—lor @Q1 A à fonte de temper—tur— m—is ˜—ix— T1 Y (n—lmenteD ™omplet—ri— o ™i™loD ™omprimindoEse —di—˜—ti™—mente e retorn—ndo —o est—do ini™i—lF isse é o ™h—m—do ciclo de CarnotF …m— vez que em um ™i™lo — v—ri—ção de energi— intern— é nul— @∆U = 0AD 81 a lei d— „ermodinâmi™—D o tr—˜—lho efetivo @W A re—liz—do pelo gás so˜re o meio externo é igu—l segundo — IE 81 Diz-se que o processo no qual um sistema participa é um ciclo.A.

•Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. independentemente de ser reversível ou não.—o ™—lor tot—l tro™—do entre o gás e —s fontes térmi™—s I e PD ou sej—D W = Q2 − Q1 > 0 gomo —pen—s um— p—rte do ™—lor —˜sorvido pelo gás é tr—nsform—do em tr—˜—lhoD sendo o rest—nte sempre ™edido —o —m˜iente externoD o rendimento @η A de um— máquin— térmi™— que re—liz— um ™i™lo de g—rnot é d—do por 82 Q1 W = 1 − < 1 η = Q2 Q2 y f—to de que o rendimento de qu—lquer máquin— térmi™— reversívelD oper—ndo entre —s fontes térmi™—s I e PD sej— igu—l —o d— máquin— de g—rnotD signi(™— que o rendimento de um— máquin— reversível só depende d—s temper—tur—s T1 e T2 F termodinâmica de temperaturaD por f—se—ndoEse nos tr—˜—lhos de g—rnot e ‚egn—ultD uelvinD em IVPRD propôs — de(nição d— ™h—m—d— escala T2 Q2 = T1 Q1 ⇐⇒ Q1 Q2 = T1 T2 vogoD podeEse express—r o rendimento de um— máquin— térmi™— reversível que oper— entre du—s fontes 82 Essa fórmula é válida para o rendimento de qualquer máquina térmica. 222 •Última •Sair .

térmi™—s — temper—tur—s T1 e T2 > T1 D por ηrev = 1 − T1 T2 gomo o rendimento @ηirrev A de um— máquin— térmi™— irreversível é sempre menor que o rendimento @ηrev A de um— máquin— térmi™— reversívelD ou sej—D ηirrev < ηrev D o˜témEse 1 − T1 Q1 < 1 − Q2 T2 =⇒ Q1 Q2 > T1 T2 gonsider—ndo o ™—lor —˜sorvido ™omo positivo @Q2 > 0A e o ™—lor ™edido neg—tivo @Q1 < 0AD — rel—ção entre —s temper—tur—s e —s qu—ntid—des de ™—lor envolvid—sD em pro™essos reversíveisD deve ser es™rit— ™omo Q1 Q2 + = 0 T1 T2 eD em pro™essos irreversíveisD ™omo Q1 Q2 + < 0 T1 T2 essimD se um sistem— re—liz— tr—nsform—ções ™í™li™—s entre N fontes térmi™—sD T1 D T2 D . . .D TN D o˜témEse o ™h—m—do teorema de CarnotD N Qi ≤ 0 Ti i=1 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. . 223 •Última •Sair . . .

.D QN D represent—mD respe™tiv—menteD —s qu—ntid—des de ™—lor tro™—d—s entre o sistem— e —s fontes térmi™—sD e são positivos qu—ndo represent—m ™—lor re™e˜ido d—s fontesD e neg—tivos qu—ndo represent—m ™—lor ™edido —s fontesF e igu—ld—de só se veri(™— qu—ndo os pro™essos são todos reversíveisF he modo —nálogoD p—r— um pro™esso no qu—l um sistem— tro™— ™—lor ™om um— fonte ™uj— temper—tur— @T A v—ri— ™ontinu—menteD o˜témEse — desigualdade de Clausius 83 dQ ≤ 0 T e p—rtir dess— desigu—ld—deD gl—usiusD em IVSRD de(ne um— nov— v—riável de est—do de um sistem—D denomin—d— entropi— @S AD ™uj— v—ri—ção em um— evolução reversível do sistem— entre dois est—dos A e B é d—d— por B dQ SB − SA = T A rev €—r— um ™i™lo irreversível de A —té B D e reversível de B —té AD podeEse es™rever B A dQ T A + irrev B dQ T B < 0 rev =⇒ SB − SA > A dQ T irrev SA −SB 83 é importante notar que T representa a temperatura da fonte. . somente se o processo for quase-estático ou reversível T é igual também à temperatura do sistema que evolui. •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. . .onde Q1 D Q2 D . . 224 •Última •Sair .

225 •Última •Sair .…m— vez que — qu—ntid—de de ™—lor dQ é — som— de um— p—r™el— devido —o ™—lor @dQext A tro™—do entre o sistem— e su— vizinh—nç— @meio externoAD e vári—s p—r™el—s devido às inter—ções intern—s entre —s p—rtes do sistem— @dQint i AD p—r— um sistem— isol—doD o˜témEse B SB − SA ≥ i A dQint i T (sistema isolado) €—r— ™—d— inter—ção entre du—s p—rtes @I e PA do sistem— — temper—tur—s distint—s @T1 e T2 AD t—l que T2 > T1 D — qu—ntid—de Qabsorvido Qcedido 2→1 + 2→1 > 0 T1 T2 absorvido é positiv—D pois Qabsorvido é positivo e Qcedido é neg—tivoF 2→1 2→1 = −Q2→1 essimD p—r— qu—lquer evolução de um sistem— isol—doD — entropi— do est—do (n—l @Sfinal A nun™— pode ser menor que — entropi— do est—do ini™i—l @Sinicial AD isto é Sfinal ≥ Sinicial (sistema isolado) €—r— tod—s —s mud—nç—s em um sistem— m—™ros™ópi™o isol—do — entropi— deve —ument—r ouD se o pro™esso for reversívelD perm—ne™er ™onst—nteF u—ndo um sistem— p—rti™ip— de um pro™esso irreversívelD entre um est—do de equilí˜rio ini™i—l i e um est—do equilí˜rio (n—l f D — v—ri—ção tot—l d— entropi— do sistem— e d— vizinh—nç—D igu—l — som— d— v—ri—ção d— •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

entropi— do sistem— @∆Ssist A e d— v—ri—ção d— entropi— d— vizinh—nç— @∆Sviz AD é positiv—D ∆Ssist + ∆Sviz ≥ 0 xo ent—ntoD um— vez que — entropi— é um— v—riável de est—doD — v—ri—ção d— entropi— do sistem— pode ser ™—l™ul—d— ™omo f dQ ∆Ssist = (Sf − Si )sist = T rev i onde dQ represent— o ™—lor re™e˜ido ou ™edido pelo sistem— em um— possível evolução reversívelF ƒe um sistem— g—soso ™om número (xo de molé™ul—s evolui em um pro™esso qu—seEestáti™o in(nitesim—lD — v—ri—ção @dS A d— entropi— @S A no pro™esso pode ser ™—l™ul—d— por dS = 1 P dU + dV T T essimD p—r— um gás ide—l mole™ul—rD que evolui de um est—do de equilí˜rio ID ™om pressão P1 D volume V1 e temper—tur— T1 D p—r— um est—do de equilí˜rio PD ™om pressão P2 D volume V2 e temper—tur— T2 D em pro™essos reversíveis ou irreversíveisD v—ri—ção @∆S A d— entropi— é d—d— por ∆S = CV ln T2 T1 + nR ln V2 V1 =0 •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 226 •Última •Sair .

hesse modoD p—r— pro™essos reversíveis —di—˜áti™osD p—r— os qu—is ∆S = 0D result— que   V2 > V1 =⇒ T2 < T1 (expansão adiabática)  V <V =⇒ T2 < T1 (compressão adiabática) 2 1 ou sej—D é possível resfri—r um gás por um— exp—nsão —di—˜áti™—D —pós ™omprimiElo isotermi™—menteF im pro™essos irreversíveis @∆S > 0AD — diminuição d— temper—tur— em um— exp—nsão —di—˜áti™— é menor do que — o˜tid— em pro™essos reversíveisF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 227 •Última •Sair .

228 •Última •Sair .Referências ‘I“ Berkeley Physics LaboratoryD IP volumesD iditori—l ‚everté ƒFeFD IWURF ‘P“ €F ‚F fevingtonD hF uF ‚o˜insonD Data Reduction and Error Analysis for the Physical SciencesD PndF editionD w—™qr—wErillD sn™FD IWWPF ‘Q“ wF fl—™km—nD ‘R“ ‘S“ ‘T“ ‘U“ The Theory of the Specic Heat of SolidsD ‚eports €rogress in €hysF †olF †sssD IWRIF vF foltzm—nnD Lectures on Gas TheoryD …niversity of g—liforni— €ressD ferkeley 8 vos engelesD IWTRF ‚F fowleyD wF ƒán™hezD Introductory Statistical Mechanics .1996D yxford …niversity €ressD IWWWF rF fF g—llenD ThermodynamicsD tohn ‡ileyD IWTHF pF g—rusoD †F yguriD FÍSICA MODERNA .Origens Clássicas e Fundamentos QuânticosD ilsevier idF vtd—FD PHHTF ‘V“ rF gr—mérD Elementos westre touD IWUQF ‘W“ €F henneryD ‘IH“ ‘II“ ‘IP“ ‘IQ“ da Teoria da Probabildade (e algumas de suas aplicações -1949)D iditor— An Introduction to Statistical MechanicsD qeorge ellen 8 …nwin vtdFD IWUPF €F eF wF hir—™D The Principles of Quantum MechanicsD yxford …niversity €ressD IWSVF ‚F €F peynm—nD Statistical MechanicsD ‡FeF fenj—minD IWUPF tF ‡F qi˜˜sD Elementary Principles in Statistical Mechanics .1904D yx fow €ressD IWVIF hF vF qoodsteinD State of MatterD hover €u˜li™—tionsD sn™FD IWUSF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág.

1957D ilsevierD PHHUF ‚F fF vinds—y 8 rF w—rgen—uD Foundations of PhysicsD yx fow €ressD IWVIF vF vyonsD Statistical for Nuclear and Particle PhysicsD QrdF iditionD g—m˜ridge …niversity €ressD IWVTF tF w—ndelF The Statistical Analysis of Experimental DataD hover €u˜li™—tionsD sn™FD IWTRF pF w—ndlD Statistical Physics . Classical and StatisticalD r—nd˜u™h der €hysikD †olF sssGPD ‘IR“ ‡F qreinerD vF xeiseD rF ƒtö™kerD ƒpringer †erl—gD IWSWF ‘IT“ „F vF rillD ‘IU“ ‘IV“ ‘IW“ ‘PH“ ‘PI“ ‘PP“ ‘PQ“ ‘PR“ ‘PS“ ‘PT“ ‘PU“ An Introduction to Statistical Thermodynamics .1960D hover €u˜li™—tionsD sn™FD IWVTF uF ru—ngD Statistical MechanicsD tohn ‡ileyD IWTQF iF „F t—ynesD Information Theory and Statistical MechanicsD €hysF ‚evF †olF IHQ @RAD IWSUF vF hF v—nd—uD iF wF vifshitzD Statistical Physics .Thermodynamics and Statistical MechanicsD ƒpringerD IWWUF ‘IS“ iF eF quggenheimD Thermodynamics.1972D futterworthEreinem—nnD PndF edFD IWWTF ‘PV“ eF €—poulisD •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. Statistics and TruthD PndF editionD hover €u˜li™—tionsD sn™FD IWVIF €F wF worseD TermosicaD ƒele™iones gienti(™—sD IWUIF †F yguriD Experimentos em Física e EstatísticaD not—s não pu˜li™—d—sD IWWTF tF yre—rD Notes on Statistics for PhysicistsD ‚evisedD v—˜or—tory for xu™le—r ƒtudiesD gornell …niversityD sth—™—D x‰ IRVSQD IWVPF The Meaning of ProbabilityD siii „r—ns—™tions on idu™—tionD tuneE ƒeptem˜erD IWxxF ‘PW“ ‚F uF €—thri—D Statistical Mechanics .1971D futterworthEreinem—nnD PndF edFD IWVVF ‚F von wisesD Probability. 229 •Última •Sair .

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Fundamentos da Teoria de ErrosD iditor— igd—rd flü™her vtd—D IWWPF ‘RT“ ‡F ‰ourgr—uD eF v—n der werweD qF ‚—wD Treatise on Irreversible and Statistical Thermophysics 1966D hover €u˜li™—tionsD sn™FD IWVPF ‘RU“ wF ‡F em—nsky Heat and ThermodynamicsD w™qr—wErillD S edFD IWTVF ‘RV“ hF xF u˜—revD Nonequilibrium Statistical ThermodynamicsD ƒtudies in ƒoviet ƒ™ien™eD gonsult—nt ‘RS“ tF rF †uoloD fure—uD xew ‰orkD IWURF •Capa •Volta •Anterior •Próxima •Tela cheia •Pág. 231 •Última •Sair .